LOGÍSTICA E
COMPETITIVIDADE
Definições Iniciais
Objetivos Principais
Desafios Logísticos
PROF. ROGÉRIO NAVES REZENDE - MSc
• Graduação:
Engenharia metalúrgica (UFMG)
• Pós graduações:
Mestrado em Administração (FNH).
Logística empresarial (UNA).
Gestão empresarial (FDC).
Engenharia econômica (FDC).
Professor Rogério Naves Rezende MSC 2
•Atuação na Indústria (30 anos): Produção, Marketing, logística e
Assistência técnica, em empresas de grande porte: Belgo-Mineira
(ArcelorMittal); Magnesita, outras.
• Atuação em consultoria: Diretor presidente da Naves
Consultores, especializada em operações e logística. Atuou com
conceituadas consultorias, BAH; INDG, MARCASS, Straight,
SoftBrasil, etc.. Últimos clientes: MSAINFOR , CESA Logística; V&M
e VSB, TCS, Grupo Lhoist.
•Atuação em docência: professor e coordenador dos cursos de
engenharia de produção, Gestão da Qualidade e logística da FNH,
ministrando seis disciplinas na área de logística, produção,
qualidade e administração; professor convidado da FDC para o
programa de pós-graduação em gestão.
•Trabalhos voluntários: conselheiro do Grêmio Mínero-Metalúrgico
Louis Ensch da Escola de Engenharia da UFMG, Diretor de logística
3 da ABM - Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e
Mineração e membro da comissão organizadora do Seminário de
Logística da ABM, desde 1995 e diretor da ONG Serra do Trovão.
Professor Rogério Naves Rezende MSC
COMO OS BENS E SERVIÇOS CHEGAM ATÉ A GENTE?
SERIA ÓTIMO SE FOSSE ASSIM
...MAS PODE DEMORAR ALGUMAS GERAÇÕES!
ENQUANTO ISTO PRECISAMOS ESTUDAR OUTRAS POSSIBILIDADES LOGÍSTICAS
transporte,
gestão de estoques,
processamento de pedidos,
compras, armazenagem,
manuseio de materiais,
embalagem,
programação da produção...
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
• Planejamento, implantação e controle
• Fluxo e armazenagem eficiente e eficaz
• de mercadorias, serviços e informações
• Desde o ponto de origem até o ponto de consumo
• Com o objetivo de atender aos envolvidos
Adaptado do Council of Logistics Management (CLM)
ou
Conjunto de facilidades criadas visando equilibrar a oferta e a
demanda no tempo e no espaço
Professor Rogério Naves Rezende MSC 7
Os principais objetivos da Logística são:
•Reduzir os CUSTOS = trazer competitividade;
•Manter a QUALIDADE dos serviços prestados;
•Garantir a SEGURANÇA aos envolvidos;
•Cumprir com os PRAZOS estabelecidos;
•Minimizar os ATIVOS utilizados.
.
.
.
NÍVEL DE SERVIÇO E CUSTO!
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PARA SER COMPETITIVA, A LOGÍSTICA PRECISA VENCER
DESAFIOS….QUE SÃO ENORMES:
•SUSTENTABILIDADE (econômica, social e ambiental)
•INFRAESTRUTURA
•LOGÍSTICA TRIBUTÁRIA
PESQUISA NO VAREJO: SOMENTE 25 % DOS PEDIDOS SÃO
SATISFATÓRIOS
Professor Rogério Naves Rezende MSC -
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DADOS: ILOS
PARA SER COMPETITIVA, A LOGÍSTICA PRECISA VENCER
DESAFIOS….QUE SÃO ENORMES:
•SUSTENTABILIDADE (econômica, social e ambiental)
Desmatamento>indústria>transporte (emissões de GEE)
40 mil mortos /ano, perdas financeiras de 8 bilhões/ano
Frota com idade média entre 16 - 17 anos
Roubo nas estradas = 3 bilhões
Prostituição e tráfico
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DADOS: ILOS
INFRAESTRUTURA: Ineficiente, indisponível e deteriorada
COMO COMPETIR?
RODOVIÁRIO FERROVIÁRIO DUTOVIÁRIO HIDROVIÁRIO
BRASIL 213 29 22 14
CHINA 3453 86 76 110
INDIA 1569 64 30 15
RUSSIA 776 87 253 102
EUA 4375 225 793 41
1765 MIL Km de estradas, 213 asfaltadas
50 mil Km de hidrovias, 14 mil em uso
46 portos em 120 terminais de uso privativo
31 aeroportos principais
Custos logísticos = 11,5% do PIB Brasil X 8,7% dos EUA
Em 15 países emergentes, ganhamos da Argentina
O Brasil concentra sua matriz logística nos modais mais caros,
perdendo em competitividade
Matriz de transporte Observações:
•Investimentos em infra-estrutura de
% 100 100 transporte no Brasil representam
apenas 0,18% PIB, quantia que segundo
26 o Banco Mundial é insuficiente para a
simples manutenção dos modais;
Rodoviário 58
25 •Custos logísticos representam 8,3% da
receita liquida da industria;
•58% do transporte é executado por
Aquaviário 14 rodovia versus 26% em países
34
desenvolvidos (se adotássemos a
Ferroviário 23 mesma matriz americana, teríamos
15 30% a menos de emissão e 2,2 pp de
Outros 5 queda em relação ao PIB – ILOS 2014)
Brasil Países
desenvolvidos
Professor Elaborado por Leonardo Zenóbio - USM12
Fonte: The Global Competitive Report, 2010-2011(World Economic Forum), Rogério NavesILOS
Banco Mundial, Rezende MSC
COMO COMPETIR? - Infraestrutura Ferroviária
A malha ferroviária brasileira ainda é pouco representativa
A expansão demanda um investimento elevado que depende da participação do
Poder Público
Elaborado por Wilson sons
13
Professor Rogério Naves Rezende MSC
Produção Brasileira de grãos - 2015 ~ 180 milhões de toneladas
Professor Rogério Naves Rezende MSC 14
Elaborado por Plínio Britto
PNLT - A ampliação dos esforços para a viabilização das hidrovias
(~15% para ~30% , isto significa > 50 milhões de tonelada em 2018)
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Elaborado por Plínio Britto
Corredores Hidroviários
Professor Rogério Naves Rezende MSC 16
Elaborado por Plínio Britto
Matriz de Transporte – Fonte: PNLT
Professor Rogério Naves Rezende MSC 17
Adaptado de Leonardo Zenóbio
COMPLEXIDADE SEM INFRAESTRUTURA TORNA O
EXERCÌCIO DA PROFISSÃO UM DESAFIO
Depósito de Cliente
Produtos
Produção
Materia-
prima
Cliente
Produção Depósito de
Componentes Pré- Produtos
Manufatura
Matéria-
prima Cliente
Produção
Centro de
Distribuição
Fornecedores Fabricantes Distribuição Demanda
Fluxo de Materiais ESTRUTURA DA CADEIA
Fluxo de Informações DE SUPRIMENTOS
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CADEIA DE SUPRIMENTOS:
INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA
Exportação
Pátio
Rhodia
Porto de
Plásticos Lear: bancos
Vitória
e forro de portas Clientes:
São Paulo
Usiminas Usimec:
Bobinas de prensas. Módulo Pátio
Montadora Clientes:
Aço portas da Rio
Montadora
Módulo
Siemens: Bosch: Motor Clientes:
peças injeção BH
eletrônicas eletrônica
Legenda: Modais de Transporte
Carreta
Clientes:
Ferrovia
PowerTrain: Sul, NO, NE, CO
TekSid:
motores Marítimo
peças
fundidas
Subfornecedores Fornecedores Fabricação Distribuição Demanda
Professor Rogério Naves Rezende MSC 19
CADEIA DE SUPRIMENTOS:
INDÚSTRIA DE BEBIDAS
CD 20
Fábrica: Clientes
RJ Área A
Lúpulo,
Malte etc CD
Fábrica:
Clientes:
SP
Área B
CD
Rexam: Fábrica:
latas MG Clientes:
Área C
CD
Fábrica:
Sta Marina: Paraná
Garrafas Clientes:
Área D
CD
Fábrica:
Bahia
PET Supermercado
Carreta Fechada
CD Caminhão
Fábrica: Armazéns
Goiânia
Fornecedores Fabricação Distribuição Demanda
32%
40%
22%
0,8%
0,5%
0,2%
OUTROS - 4,5%
FLUXOS MUNDIAIS DE COMÉRCIO – US$
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Dr. Paulo Resende FDC
42%
18%
8%
2%
12%
10%
OUTROS - 8%
FLUXOS MUNDIAIS DE COMÉRCIO - TONS
Professor Rogério Naves Rezende MSC 22
Dr. Paulo Resende FDC
É PRECISO REVERTER ESSA SITUAÇÃO!!!
O Problema dos Macro Fluxos no Brasil
Capacidade de Produção
Capacidade de Embarque
Capacidade de
Escoamento
Capacidade de Armazenagem
Professor Rogério Naves Rezende MSC Fonte: Dr. Paulo Resende - FDC (2010) 23
OBRIGADO!
ROGERIO@NAVESCONSULTORES.COM.BR
ROGERIO.REZENDE@UNIHORIZONTES.BR