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Sistema de Freios

[1] O documento apresenta os princípios básicos do sistema de freios automotivos, incluindo hidráulica, fluido de freio, vácuo e componentes. [2] É explicado como a pressão hidráulica é transmitida de forma ampliada dos cilindros mestres para as rodas através do princípio de Pascal. [3] Os principais componentes do sistema como pedal, servofreio, cilindro mestre e tubulações são descritos.

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[1] O documento apresenta os princípios básicos do sistema de freios automotivos, incluindo hidráulica, fluido de freio, vácuo e componentes. [2] É explicado como a pressão hidráulica é transmitida de forma ampliada dos cilindros mestres para as rodas através do princípio de Pascal. [3] Os principais componentes do sistema como pedal, servofreio, cilindro mestre e tubulações são descritos.

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SISTEMA DE FREIOS

AUTOMOTIVOS
Treinamento Senai 1 semestre
PBMA
Sistema de Freios

 Gionei da Rocha

24/05/2023 Sistema de Freios 2


Introdução
Abordaremos nesta apresentação uma das mais
importantes e vitais partes de um veículo, ou seja, o Sistema
de Freios. Uma frenagem segura está relacionada com os
cuidados dispensados a todo o sistema, visto que o mesmo
está sujeito às mais diversas condições de tráfego. Diante
disso, a conservação e verificação periódica de todo o
sistema é essencial para proporcionar rendimento e maior
segurança às frenagens.

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Princípios de Hidráulica
Hidráulica é parte da hidrodinâmica que estuda as
propriedades dos fluidos. Quando aplicamos na superfície de um líquido uma
força exercida por uma massa de 1 kg sobre uma seção de 1 m 2 de área, essa
pressão se transmitirá igualmente em todas as direções no recipiente.

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Princípios de Hidráulica
Mas com resposta o essa pressão chega nas paredes do recipiente?
A está na segunda parte do Princípio de Pascal.

As pressões transmitidas são à área das paredes proporcionais


que as recebem.

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Princípios de Hidráulica
Observe que se colocarmos um peso de 10 kg no ponto “A” e forçá-lo num curso
de 10 cm, o ponto “B” sustentará o peso de 10 kg, movimentando num curso
também de 10 cm, pois as áreas “A” e “B” são iguais.

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Princípios de Hidráulica
Se ramificarmos a extremidade “B” em duas saídas iguais, verificamos que, para o
mesmo curso do ponto “A”, podemos sustentar o mesmo peso em cada
extremidade ramificada, porém em um curso de apenas 5 cm em cada uma.

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Princípios de Hidráulica
Se aumentarmos a extremidade “B” para 4 saídas, continuamos a sustentar o peso
de 10 kg, no entanto, com um curso de 2,5 cm.

Perceba que, com a mesma força de 10 kg, podemos sustentar 40 kg, embora a
área das quatro saídas seja quatro vezes maior.
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Princípios de Hidráulica
Então deduzimos que, se aplicarmos uma força em 1 cm 2 num curso de 10 cm,
poderemos sustentar um peso de até 1.000 kg, desde que a área de saída seja 100
vezes maior. Evidentemente, o curso diminuirá em cem vezes.

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Princípios de Hidráulica
Nos freios hidráulicos, um esforço no cilindro mestre faz com que as rodas
recebam a mesma pressão, sendo suficiente para freá-las.

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Princípios de Hidráulica
Podemos observar, ainda, que se necessitarmos diminuir a força para frear, basta
reduzirmos o diâmetro do cilindro mestre e aumentarmos o curso. Lembre-se que
a força aplicada no cilindro mestre só será atuante quando todas as lonas
estiverem encostadas nos tambores. Assim, a pressão será igual em todos os
cilindros e ao mesmo tempo.

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Fluido de Freio
No Brasil, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) é o órgão que
regulamenta as especificações sobre os fluidos. Mas quais são as características mais
importantes?

 Ponto de ebulição
 Viscosidade
 PH e corrosão
 Tolerância com água ( Higroscópio)
 Prova de congelamento
 Perda por evaporação
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O Vácuo
Esteja atento! O vácuo não suga nada, apenas cria uma pressão menor que a
pressão atmosférica.

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Pressão Atmosférica
À medida que subimos em relação à atmosfera, a pressão vai caindo. Como isso
acontece?
Suponha que a atmosfera se divida
em várias camadas horizontais
sobrepostas. A camada mais
inferior suporta todo o peso da
atmosfera.

Essa camada é a mais comprimida


e, por conseguinte, mais densa e
pesada.

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O Vácuo
Na física, definimos o vácuo como uma pressão inferior à pressão atmosférica.

Para fins industriais e automotivos, esse tubo


é substituído por um dispositivo chamado de
vacuômetro, que indica o total de vácuo
gerado.

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Sistemas de Freio
Nos automóveis, quando o atrito entre o disco e a pastilha for alto, será necessário um
menor esforço de frenagem, porém com maior desgaste dos pneus. Quando o atrito do
material de fricção for baixo, ocorrerá o inverso, ou seja, maior esforço de frenagem e
menor desgaste dos pneus. Esse atrito vai gerar calor, portanto as peças devem ser
dimensionadas de maneira a absorver e dissipar o calor resultante da força desenvolvida na
frenagem. Essa enorme energia é transformada em calor que os freios devem absorver e
dissipar, determinando a potência da frenagem.

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Sistemas de Freio
Quando duplicamos a velocidade de um veículo, a potência deve ser
quadruplicada e os freios, em conseqüência, absorverão e dissiparão quatro vezes
mais calor.

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Aplicação do Princípio de Frenagem
Quando freamos um veículo em velocidade, o sistema de freios atua progressivamente,
controlando o atrito. O calor gerado é dissipado nos intervalos da frenagem, ou seja, quando
o freio não está sendo utilizado. Lembre-se que, embora a freada efetiva seja aplicada nos
tambores, é no contato dos pneus com o solo (pavimento) que consideramos o atrito atuante.
Esse atrito determinará a frenagem até a parada total.

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Aplicação do Princípio de Frenagem
Se os freios superarem o atrito no pavimento, o calor produzido ficará restrito a uma
pequena área do pneu que deslizará. O efeito máximo de retardamento sobre o solo é uma
das forças que determinam o total de desaceleração conhecida por fator “K”. Isso
significa que um determinado tipo de piso pode tolerar somente uma combinação de força
de retardamento na frenagem. Em nossas rodovias, a porcentagem limite para uma parada
é de 0.60 “K”, ou seja, 60 quilos de força retardada para 100 quilos de peso.

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Freio Hidráulico
Nesse sistema, a pressão exercida pelo pedal de freio é transmitida à sapata de
forma ampliada. Os componentes básicos são: cilindro mestre, tubulações e
cilindros de rodas.

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Componentes do Sistema
Pedal e Servofreio: É acionado pelo vácuo fornecido pelo motor do veículo e pela
pressão atmosférica. Consiste em três elementos básicos combinados: uma seção de
vácuo, uma válvula de controle e um cilindro-mestre. Está montado na unidade de
vácuo e fornece fluido pressurizado para os cilindros das rodas de acordo com o
esforço aplicado no pedal de freio.

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Componentes do Sistema
Cilindro mestre:Existem vários tipos, contudo, o princípio de funcionamento é o mesmo e
apresentam três posições: descanso, acionamento e retorno.
Cilindro mestre duplo:É composto por dois êmbolos, um ou dois reservatórios e duas saídas.
O objetivo é ter um circuito para as rodas dianteiras e outro para as traseiras, ou seja, se um
falhar, o outro continuará funcionando. Atualmente a Fiat utiliza o sistema cruzado.

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Componentes do Sistema
Tubulação e Flexíveis

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Componentes do Sistema
Conjunto Disco e Pinça

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Componentes do Sistema
Conjunto Tambor e Lonas

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Componentes do Sistema
Corretor de Frenagem: É uma válvula reguladora de pressão do fluido dos freios
traseiros que aplica a carga necessária de acordo com a carga transportada,
evitando que as rodas traseiras travem antes das dianteiras nas freadas bruscas.

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Componentes do Sistema
Válvula reguladora de pressão: Foi desenvolvida para a compensação da carga de frenagem
entre as rodas dianteiras e traseiras.

Funciona a partir de uma mola que é comprimida por uma haste e que libera mais ou menos
fluido para a frenagem, de acordo com a carga imprimida nos eixos.

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Componentes do Sistema
 Freio de Estacionamento: Os freios de estacionamento são incorporados às
sapatas das rodas traseiras e acionados por um sistema de cabos de aço ligados a
uma alavanca de comando manual.

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Sangria
Na manutenção dos freios, é necessário que se retire possíveis bolhas de ar de
dentro do sistema. Essa operação pode ser:

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Manutenção
 Sistema hidráulico mecânico
 Plano de manutenção
 Temperatura
 Desgaste
 Fadiga ou quebra
 Metrologia
 Reparação e substituição
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Obrigado à Todos

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