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Glicolise

A glicólise é a sequência de reações que converte glicose em piruvato, produzindo ATP e ocorrendo no citoplasma das células. O processo envolve uma fase preparatória de investimento de energia e uma fase de pagamento, resultando em 2 piruvatos e 2 ATP. A glicólise é interligada ao ciclo de Krebs, onde o piruvato é oxidado, e sua regulação é influenciada por hormônios como insulina e glucagon.

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Glicolise

A glicólise é a sequência de reações que converte glicose em piruvato, produzindo ATP e ocorrendo no citoplasma das células. O processo envolve uma fase preparatória de investimento de energia e uma fase de pagamento, resultando em 2 piruvatos e 2 ATP. A glicólise é interligada ao ciclo de Krebs, onde o piruvato é oxidado, e sua regulação é influenciada por hormônios como insulina e glucagon.

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Glicólise

Profª Daiane Bolzan Berlese


Introdução
1 Todas as células para gerar o seu
metabolismo precisam de energia.

2 Há células em que o consumo energético é


moderado, como o caso das células do
cérebro, no entanto, células como os
glóbulos vermelhos, por não possuírem
mitocôndrias, apresentam necessidades
energéticas elevadas.
Imagens relacionadas à glicólise
Definição
1 Glycolysis tem a sua origem no Grego em
que glyk = Doce + Lysis = Dissolução

2 Podemos definir a Glicólise como a


seqüência de reações que converte a
Glicose em Piruvato, havendo a produção
de Energia sob a forma de ATP
Onde Ocorre A
Glicólise?
1 Resposta:
No Citoplasma das Células

2 O produto final é o piruvato que depois, por


processos posteriores à glicólise, é oxidado
em CO2 e H2O
Conceitos importantes da glicólise

1 glykys: doce 2 Seqüência de reações que transforma a glicose

lysis: quebra em piruvato com a conseqüente produção de ATP.

1 glicose → 2 piruvato + 2 ATP

3 A etapa até a formação de piruvato ocorre no 4 Condições aeróbias(mitocôndrias): piruvato → CO2


citosol da célula. A oxidação do piruvato ocorre na e H2O.
mitocôndria (no Ciclo de Krebs).

5 Condições anaeróbias: piruvato → lactato. 6 Organismos anaeróbios: piruvato →


etanol.
Fases da Glicólise
1 Fase preparatória:
"investimento"de Energia, na forma de 2 ATP, que doam
seus grupamentos fosfato.

Cinco primeiras reações da rota

Cadeias carbônicas: gliceraldeído-3-fosfato

2 Fase de pagamento:
geração de Energia (2 ATP), com a transformação de
composto fosforilado (1,3-bifosfoglicerato) em piruvato.
Resultado da via glicolítica

1 Como resultado final 2 2 NADH 3 4 ATP ( porém com


da via glicolítica rendimento final
temos a formação de: líquido de 2 ATP)

4 2 Piruvato 5 O piruvato formado é convertido a ACETIL-CoA,


dentro da mitocôndria, interligando a glicólise
com o ciclo de Krebs.
Conexão entre glicólise
e ciclo de Krebs
Esta imagem ilustra como o piruvato formado na glicólise é
convertido em acetil-CoA, conectando a glicólise ao ciclo de Krebs.
Presença de O2...

CICLO DE KREBS
Ciclo de Krebs

Cadeia respiratória
Formação de Lactato

1 Formado por ação da Lactato 2 Produto final da glicólise 3 Retina, cérebro e hemácias
Desidrogenase (LDH) anaeróbica em células produzem lactato mesmo sob
eucarióticas condições aeróbicas

4 Leucócitos: demanda intensa de ATP 5 Lactobacilos: iogurte e queijos


Outras hexoses
participantes da
glicólise
1 Maltose → glicose + glicose 2 Lactose → galactose +
glicose

3 Sacarose → frutose + glicose


CONTROLE METABÓLICO DA GLICÓLISE

Hexoquinase PFK-1 Piruvato Quinase

Verde: ativação

Vermelho: inibição
Regulação Hormonal
1 Mais lenta, porém mais profunda 2 Glicoquinase: fígado

3 Alimentado: insulina 4 Jejum ou diabetes: glucagon


Finalidade da glicólise em diferentes
tecidos
No músculo: No fígado:

a finalidade da glicólise é a produção de ATP, e a mantém um nível constante de glicose no sangue,


velocidade dela aumenta quando o músculo demanda produzindo e exportando glicose quando os tecidos
mais ATP por contrair-se ou mais vigorosamente ou precisam dela, e importando e armazenando a glicose
mais freqüentemente. quando é fornecida em excesso pelos alimentos
ingeridos na dieta.
ESTRUTURA DO NAD
Nicotinamida adenina dinucleotídio
B2-riboflavina- FADH2 - Flavina adenina dinucleotídeo

1. adenosina 3'-fosfato

2. pirofosfato

3. ácido pantoico (3 + 4 = ácido pantotênico)

4. β-alanina

5. cisteamina (2-aminoetanotiol)

A parte reativa é a função tiol (-SH) da tioetanolamina e ela é simbolizada muitas vezes por HS-CoA (ou CoA-SH).
Controlo Da Glicólise
1 O Controlo a Longo 2 O Controlo a Curto
Prazo da Glicólise, Prazo é feito por
particularmente no alteração
fígado, é efetuado alostérica
a partir de (concentração de
alterações na Produtos)
quantidade de reversível das
Enzimas enzimas e também
glicolíticas. pela sua
fosforilação.
3 As enzimas mais propensas a serem locais de controlo são as
que catalisam as reações irreversíveis:

• Hexoquinase
• Fosfofrutoquinase
• quinase do Piruvato ou piruvato quinase
Regulação da glicose sanguínea

Músculos em exercício
Fonte constante

Glicose Sangüínea
Coenzima A

1. adenosina 3'-fosfato
2. pirofosfato
3. ácido pantoico (3 + 4 = ácido pantotênico)
4. β-alanina
5. cisteamina (2-aminoetanotiol)

A parte reativa é a função tiol (-SH) da tioetanolamina e ela é simbolizada muitas vezes por HS-CoA (ou CoA-SH).

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