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ENGENHARIA DE AGRIMENSURA

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS UNIDADE ACADÊMICA: DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS

CURSO DE ENGENHARIA DE AGRIMENSURA

Maceió, janeiro de 2006.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS UNIDADE ACADÊMICA: DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS

CURSO DE ENGENHARIA DE AGRIMENSURA
COLEGIADO DO CURSO: Prof. Esp. Paulo Roberto Coêlho Araújo – Coordenador Prof. Msc. Umbelino Oliveira de Andrade – Vice-Coordenador Membros Prof. Msc. Jurandir Alves Nicácio Prof. Msc. Luiz Tarcísio Gomes Martins Prof. Esp. Daniel Farias de Almeida

Maceió, janeiro de 2006.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
CURSO: TÍTULO OFERTADO: PORTARIA DE RECONHECIMENTO: TURNO: CARGA HORÁRIA TOTAL: (Parte Fixa/Parte Flexível) DURAÇÃO MÉDIA: VAGAS NO VESTIBULAR: PERFIL (COMPETÊNCIA): Engenharia de Agrimensura Engenheiro Agrimensor Portaria MEC/INEP Nº 3574, de 17/10/2005 Matutino e Vespertino 4640 horas 4240/400 Mínimo: 4,5 anos / Média: 5 anos / Máximo: 7,5 anos 30 Formar profissionais capacitados ao desempenho técnico das diversas atividades da mensuração: levantamentos topográficos, batimétricos, geodésicos e aerofotogramétricos; locação de: loteamentos, sistemas de saneamento, irrigação e drenagem, túneis; traçado de cidades, estradas, serviços afins e correlatos. Empresas públicas ou privadas, órgãos governamentais nas três esferas de governo, indústrias, mineradoras, escritórios de engenharia e projetos, peritagem judicial, profissional autônomo, magistério superior, centros de pesquisa. www.agrimensura.ufal.br coordagri@ufal.br 3214-1444 / 3214-1445

CAMPO DE ATUAÇÃO:

CONTATOS DO CURSO:

SUMÁRIO

I – INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA .........................................4 II – CAMPO DE ATUAÇÃO .......................................................11 III – HABILIDADES/COMPETÊNCIAS/ATITUDES .............12 IV – CONTEÚDOS/MATRIZ CURRICULAR .........................13 V – ORDENAMENTO CURRICULAR (antiga grade) ............38 VI – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) .......40 VII – ATIVIDADES COMPLEMENTARES .............................43 VIII – AVALIAÇÃO .....................................................................44

I – INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
INTRODUÇÃO A criação do Curso de AGRIMENSURA resultou da necessidade de consolidação do Departamento de GEOCIÊNCIAS, no esforço de dar uma contribuição maior ao desenvolvimento regional, por entender a sua identificação com os serviços atinentes ao perfil do profissional que se pretende formar. Para caracterizar os marcos balizadores, a guisa de justificativa, faz-se necessário dar um passeio na história da humanidade, com o objetivo de facilitar o entendimento do perfil do profissional de AGRIMENSURA, identificando as suas características técnicas e científicas no processo de evolução desde a antigüidade até os dias atuais. A oportunidade que se vivencia, denunciadora de uma crise sem precedente na história, não permite divagações. Mas é imprescindível a superação dos problemas desde que se tenha a coragem de ousar, procurando quebrar focos de resistências; pois se pode entender, à semelhança de Eistain, que diz: "Na crise só a imaginação é mais importante que o conhecimento". Portanto, vislumbre-se com a imaginação mais uma chance de se percorrer um caminho longo para nivelar tantos desníveis, e ver que os homens que tiveram o privilégio ou o mérito de sua cultura devem ser os principais artífices das mudanças. Nesse processo, apesar das perspectivas serem desestimuladoras, face conjuntura geral, entende-se que a opção de se introduzir na Universidade Federal de Alagoas, o Curso de AGRIMENSURA, foi por demais oportuno, dado a carência de pessoal para atender as demandas do mercado emergente, e por se contar com poucas escolas de Agrimensuras no país. É compreensível este estímulo em decorrência das dimensões do território brasileiro, em termos físicos, e a pequena quantidade de unidades formadoras de profissionais de AGRIMENSURA. O mapeamento possibilitado pelos levantamentos geodésicos, topográficos e aerofotogramétricos, é a pré-condição para o desenvolvimento local, regional e nacional.

JUSTIFICATIVA Pode-se dizer que a AGRIMENSURA em sua forma elementar é tão antiga como a história da civilização, que igualmente as outras ciências, do ponto de vista histórico, a sua evolução se divide em grandes épocas: No limiar da civilização sabe-se que o homem em seu estado primitivo de selvajaria era nômade, ou seja, não habitava um só lugar, viajando de sítio em sítio a procura de frutos para sua alimentação e, ainda bárbaro, começa a cultivar as plantas e domesticar os animais. Nessa época se apresenta a primeira utilização da AGRIMENSURA nas construções das suas casas e dos canais, e na fase final da barbárie surgem as grandes obras de arquitetura representadas pelas cidades emuralhadas e guarnecidas pelas suas torres. O homem primitivo, sedentário, tinha a terra como propriedade comum a toda tribo, a princípio; porém logo se dar a mudança para o regime de propriedade privada e aí surge a necessidade de utilização da AGRIMENSURA para locação de marcos que identificassem os limites entre uma gleba e outra. Isto é mostrado em registros a exemplo da Bíblia em Provérbios 22 .28 que diz: "Não removas os antigos limites, que puseram teus pais." Sabe-se, também, por investigações realizadas pelos arqueólogos que os babilônios praticavam a AGRIMENSURA em suas obras há 2.500 a.C., conforme registros gravados em argila onde se faz referência aos levantamentos das cidades que tinham traçados de ruas e construções de estradas. Os mesmos registros dão conta de que o grande rei Nabucodonozor construiu, entre outras obras, o maior reservatório de que se tem conhecimento na história da humanidade; com 277.800 metros de circunferência e 59.40 metros de profundidade média tal reservatório, construído em 568 a.C., destinava-se a reserva de água para irrigação. O grande aqueduto de Ezequias, de 592 metros de comprimento, escavado em rocha viva, é um dos artifícios mais estupendos, para suprimento de água no período bíblico, comparável aos túneis de Megido e Gezer, o que constitui notável feito de engenharia. Heródoto, o pai da história, faz referência do uso da AGRIMENSURA há 1.400 a.C. no Egito, onde se dava a sua aplicação no restabelecimento dos sinais demarcatórios das propriedades, que eram retirados quando das inundações provocadas pelo rio Nilo. Do esforço para a reimplantação desses sinais demarcatórios nasceu a geometria plana.

Graças a propriedade privada e a divisão do trabalho em suas formas mais comuns como a agricultura e os ofícios, apresenta-se uma mudança na organização do povo com a criação do estado e com este o aumento da competição, o que exigia a formação de um grupo controlador das desordens que, para pagar os seus serviços se inventou de cobrar impostos dos donos dos terrenos, surgindo daí outra utilização da AGRIMENSURA, que é o Cadastro fiscal; pois em função do tamanho da propriedade era que se fixava o pagamento do imposto. Dentre as ciências que tiveram seu desenvolvimento neste período estão a Matemática, a Filosofia e a Astronomia que utilizaram de métodos dedutivos para conhecer os fenômenos naturais que se apresentavam; estudos esses realizados pelos ricos ou classe alta e os trabalhos manuais eram realizados pelos pobres e/ ou escravos, onde nessa época separava-se nitidamente o trabalho dos "cientistas e dos técnicos”; os últimos encarregados de realizar as grandes construções, com o aporte teórico científico da matemática, especialmente da geometria, o que ajudou em muito o desenvolvimento da AGRIMENSURA nas medições dos terrenos. É inegável a utilização da topografia na construção das pirâmides, principalmente na marcação das suas bases e na orientação das mesmas, como a de Quéfrem construída 4.500 a.C.; a de Queóps, com sua base quadrada de 50.000 m2; apesar do método rudimentar de medição o erro cometido foi de um centímetro. Outro exemplo é a construção de sistemas de irrigação implantados para conduzir água a terrenos onde a mesma era insuficiente. Os primeiros mapas cadastrais se encontram no Egito e se atribui a Anaximandro da Grécia. A confecção dos mesmos era feito a partir de informações de viajantes de comerciantes e exploradores. Daí conter muitas imprecisões. Os gregos nos legaram várias obras de aplicação da topografia, como o traçado de cidades, com suas construções a exemplo de teatros para 5.000 espectadores e ruas com divisão entre as casas, como a cidade de Ampurias do III século a.C. Na construção de templos houve a substituição da madeira pela pedra em alguns processos construtivos. A contribuição dos Romanos em termos de aplicação da AGRIMENSURA é imensa, na construção de estradas; já no governo de Trajano, no II século a.C., na locação e construção dos arcos em todo império. Na construção de pontes como a de Fabrícios, de 62 a.C., com revestimento para dar maior durabilidade. Os edifícios públicos destinados aos

jogos e muito especialmente o traçado das cidades por coordenadas retangulares, onde os topógrafos da época usavam a Groma para medir ângulo de 90o. Os povos indígenas das Américas nos deixaram também vários exemplos de aplicação da AGRIMENSURA na antigüidade, como demonstra as ruínas de Machupichu no Peru, bem como registros construtivos na Guatemala e no México. Na Idade Média, como se sabe, houve um atraso da ciência devido ao dogmatismo religioso desta época; porém, pode-se destacar nesse período, o avanço da Cartografia na elaboração dos mapas, motivado pelas informações de comerciantes e viajantes, surgindo, assim, as primeiras cartas náuticas. Devido a cientistas como Issac Newton, Galileu Galiley, Francis Bacon, entre outros, o método experimental teve a sua valorização. Novos equipamentos foram criados para auxiliar nas pesquisas científicas como o Telescópio e a Bússola, inventos estes que revolucionaram a aplicação da AGRIMENSURA. No século XVII, com o Método Científico, deu-se a articulação da teoria e a experimentação controlada e sistemática para explicar e fundamentar as generalizações sobre os fenômenos da natureza. Em face desse trabalho experimental e conseqüente descobrimento de algumas leis que regem a elaboração de importantes teorias, é que se dá, nesse período da história, a chamada Revolução Científica. As atividades científicas deixam de ser atividades individuais para se tornarem atividades coletivas dada a criação de entidades como a Royal Society(1662) na Inglaterra e a Academie de Sciences(1668) na França. Com o uso do Telescópio, em 1611, as medições dos arcos, baseadas na noção de esfericidade terrestre, se faz com a introdução de nova metodologia denominada de triangulação, uma das áreas de aplicação da topografia que foi elaborada por Trisiles nos Países Baixos (1555), por Tycho Brahe (l546-l601) na Dinamarca, cabendo ao holandês Willebrod Snellius (1580-1626) a direção da primeira triangulação para determinar a forma da terra. A revolução industrial foi muito favorável ao desenvolvimento da Agrimensura como técnica e como ciência. Antes da era industrial as medidas lineares eram definidas por cadeias subdivididas por passos ou por pés como unidades de medidas. Foi na Revolução Industrial que se assumiu como unidade padrão para medidas lineares o Metro, convencionalmente, representando a décima milionésima parte do quadrante terrestre. A

utilização do metro junto com a bússola possibilitou uma reviravolta na historia da topografia. A França realizou a triangulação de todo o reino para fixar as cidades e representa-las cartograficamente em levantamentos de primeira, segunda e terceira ordens. Os trabalhos topográficos modernos eram patrocinados geralmente pelo Estado e realizados por organismos oficiais. Na Alemanha existem bons mapas, plantas topográficas e cartas militares de seu território, dessa época, que enriquecem a AGRIMENSURA, mormente os baseados nas triangulações geodésicas que tiveram o aperfeiçoamento com os trabalhos de Gauss, com a teoria dos mínimos quadrados em Brunswick entre 1803 e 1807. Nessa época entra em cena os Estados Unidas da América com trabalhos geodésicos, muito aceitáveis. A AGRIMENSURA é eminentemente prática. As grandes triangulações topográficas são embasadas pelas triangulações geodésicas e as curvas de nível das antigas cartas são traçadas com alturas referenciadas ao nível do mar, curvas de altitudes. Técnica e Ciência se unem nesse momento para tornar possível as modernas conquistas da humanidade com a aplicação de novas tecnologias. Em face disso a Topografia se vê na obrigação de mudar seus conceitos teóricos, adequando-os a nova realidade sob pena de retroceder no seu desenvolvimento. Graças ao uso da tecnologia, a topografia também vem evoluindo nos seus processos, pois passou dos telescópios primitivos para os trânsitos mecânicos; destes aos teodolitos opticomecânicos; depois os teodolitos eletrônicos, assim também com as medições de distâncias que se realizam indiretamente com os medidores eletrônicos de distâncias. MED. A eletrônica e a informática introduziram mais avanços na prática da AGRIMENSURA do dia a dia, onde no passado a ótica e a mecânica reinavam absolutas. Com o desenvolvimento da eletrônica e da informática a AGRIMENSURA passou a tomar conhecimento dos assuntos como o processamento digital de imagens; o sensoriamento remoto satelial e por microondas; as tecnologias ópticas (giroscópios ópticos e níveis a laser); os sistemas gráficos de informações; projetos e apresentações ( CAD- ComputerAided Desigh , SIG - Sistema de Informação Geográfica, SIC - Sistema de Informação Cartográfica).O último passo nesta evolução é a contribuição dada a AGRIMENSURA pelo Sistema de Posicionamento Global. Sistema esse formado por satélites integrantes do sistema internacional NAVSTAR/ GPS- Global Positioning System, um empreendimento

da tecnologia militar da OTAN, que se tornou um eficaz instrumento de ação para a topografia civil. A primeira tentativa de Levantamento Sistemático do país remonta a 1873, com a criação da Comissão da Carta Geral do Império. Em 1896 decidiu-se a elaboração da Carta Geral do Brasil, a cargo do Estado-Maior do Exército que, em 1932 criou o Serviço Geogáfico do Exército. Em 1936 foi criado o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, na época, preocupado com questões mais puramente geográficas e estatísticas que especificamente cartográficas. Em 1937 surgiu a primeira companhia privada dedicada a levantamentos aerofotogramétricos. Em 1944 foi constituído no IBGE o Nacional de Geografia - CNG, contendo uma divisão de Geodésia e Topografia. Como se observa a preocupação dos órgãos governamentais com os levantamentos e conseqüente mapeamento no Brasil remonta há mais de um século. Mais recentemente o Decreto 89.817/84 firma as Instruções Reguladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacional, classificando nas suas Especificações Gerais as Cartas quanto à exatidão. A Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, aprova a NBR-13.133Normas Técnicas para os levantamentos topográficos, objetivando regulamentar os serviços com as precisões requeridas para os apoios topográficos e referenciando-os ao Sistema Geodésico Brasileiro e ao Sistema de Projeção UTM, em decorrência das exigências dos métodos aplicados de globalização. O procedimento para atender as demandas requer profissional com qualificação superior e que tenha competência específica dada a necessidade de interpretação dos dados e o manuseio de instrumental adequado. O Cadastro Técnico Multifinalitário, que é a ferramenta ideal para o Planejamento, seja ele local, regional ou nacional, deve utilizar recursos de tecnologia moderna, tais como, GPS, Estação Total, Sistema de Informações Geográficas e principalmente as Ortofotos Digitais. A legislação brasileira, quanto às questões de direito de propriedade no país passou do antigo sentido privativista para o princípio da função social da propriedade inscrito na Constituição Federal de 1988. O imóvel deixou consequentemente, de representar uma mera parcela do patrimônio de alguém, para constituir um fator de desenvolvimento econômico e social. O Projeto de Parcelamento, ou Lei de Cadastro dar Conselho

ênfase a observação de três pontos fundamentais: a relevância do documento cartográfico, a necessidade de registro no órgão de Cadastro Territorial e a imprescindível participação de profissional habilitado.

II –CAMPO DE ATUAÇÃO
A falta de um corpo técnico formado por profissionais com as características do perfil do Agrimensor, no nosso Estado de Alagoas, dificulta e inviabiliza a utilização e conservação dos nossos recursos físicos do solo, pela ausência de sensibilidade e competência profissional para identificar e dar soluções aos problemas. Não existe a maximização do uso do território alagoano e não se fala em zoneamento agrícola; posto que desconhecemos a base física para planejarmos adequadamente. Um dado simples: a carência de base referencial altimétrica e de posição na cidade de Maceió, configura um atraso de evidência meridiana por insuficiência de pessoal habilitado. A inexistência de tais parâmetros inviabiliza a seriedade das pesquisas, na UFAL, que envolvem cadastramento de áreas agrícolas e aqüíferos, falseando os resultados apresentados. Os recursos hídricos subterrâneos disponíveis poderão ficar comprometidos, pela inexistência de monitoramento e controle de simples localização topográfica. Como todos os outros processos, as respostas para demandas específicas estão na formação do recurso humano habilitado, pois o subdesenvolvimento está inexoravelmente ligado a incapacidade de preparar o homem para o atendimento das próprias necessidades. A universidade necessária é aquela que se propõe a fazer de cada inteligência uma consciência, um compromisso pessoal com a sociedade em que se insere e à qual serve. A Universidade Federal de Alagoas não pode deixar de dar mais uma contribuição para o desenvolvimento da nossa Região, ao tempo em que permitirá ao Departamento de Geologia e Topografia, com a criação do Curso de AGRIMENSURA, sua inserção neste processo, por entender, como relatado acima, ter vocação para o desenvolvimento das soluções das demandas presentes e futuras, uma vez que acredita não ser mais os recursos que limitam as decisões mas estas que fazem os recursos.

III – HABILIDADES/COMPETÊNCIAS/ATITUDES
O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia na Plenária Ordinária No. 1.266- PL- 1097/96, Revisa as atribuições dos Engenheiros Agrimensores estabelecidas na Resolução No.218 do CONFEA no Art. 4o."Compete ao Engenheiro Agrimensor: O desempenho das atividades 01 a 12 e 14 a 18 do artigo 1o. desta Resolução, referente a levantamentos topográficos, batimétricos, geodésicos e aerofotogramétricos; locação de: a) loteamentos; b) sistemas de saneamento, irrigação e drenagem; c) traçado de cidades; d) estradas; seus serviços afins e correlatos" Brasília, 11 de outubro de 1996. A AGRIMENSURA atua nas diversas ramificações da Engenharia, realizando levantamento planialtimétrico, cadastral, planejamento urbano e rural, demarcações e movimento de terras, fundações, pontes, estradas, obras de infra-estrutura urbana, portos e aeroportos, etc,. Realiza trabalhos de geodésia na determinação de latitudes, longitudes, aerofotogrametria, além de atuar como perito judicial nas ações de Retificação de Registro Imobiliário, Demarcatórias e Divisórias e Usucapião.

IV – CONTEÚDOS/MATRIZ CURRICULAR
IV.I – NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS 01 – CÁLCULO I 80 HORAS

Funções e gráficos. Limites e continuidade. A derivada e a derivação. Valores extremos das funções. Técnicas de construção de gráficos e a diferencial. Integração e a integral definida. Aplicação da integral definida. Funções inversas, logarítmicas e exponenciais. 02 – CÁLCULO II 80 HORAS

Funções trigonométricas inversas e funções hiperbólicas. Técnicas de integração. Seqüências e séries infinitas de termos constantes. Séries de potências. Séries de Taylor. Curvas planas e coordenadas polares. Trigonometria esférica. 03 – CÁLCULO III 80 HORAS

Diferenciação parcial. Funções de várias variáveis. Derivadas parciais. Incrementos e diferenciais. Regra da cadeia. Derivadas direcionais. Multiplicadores de Lagrange. 04 – CÁLCULO IV 80 HORAS

Integrais múltiplas. Integrais duplas. Área e volume. Integrais duplas em coordenadas polares. Integrais triplas. Coordenadas esféricas. Mudança de variáveis em integrais múltiplas. Teorema de Green. Integrais de superfícies. Teorema de Stokes. Equações diferenciais de primeira e de segunda ordem. BIBLIOGRAFIA: SWOKWSKI, Earl Willian, Cálculo com Geometria Analítica – Vol. 1 e 2. Ed. McGraw-Hill Ltda. STEWART, James, Cálculo, Vol. 1 e 2, Ed. Pioneira Thomson Learning, 2003. ÁVILA, Geraldo, Cálculo, Vol. 1 e 2, Livros Técnicos e Científicos. MUNEM, Mustafá A. & FOULIS, David J., Cálculo, Vol. 1 e 2, Ed. Guanabara Dois. LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1 e 2, Ed. Harbra Ltda. 05 – ÁLGEBRA LINEAR 100 HORAS

Sistema de coordenadas no plano. A reta. A circunferência. Álgebra vetorial. Retas e planos. Mudança de coordenadas. Curvas e superfícies. Superfícies quadráticas. Matrizes. Sistemas de equações lineares. Espaços vetoriais. Aplicações lineares. Espaços com produto interno. BIBLIOGRAFIA: STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo, Geometria Analítica, Ed. Makron Books. STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo, Álgebra Linear, Ed. Makron Books. BOULOS, P., & CAMARGO, I. Geometria Analítica. 06 – FÍSICA I 80 HORAS

Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Dinâmica de um sistema de partículas. Cinemática e dinâmica da rotação. BIBLIOGRAFIA: Fundamentos da Física – 1 Halliday – Resnick Gravitação, Ondas e Termodinâmica Física – 1 Paul Tipler Física – Alonso & Finn 07 – FÍSICA II 80 HORAS

Estudo Introdutório da Eletricidade e do Magnetismo; Introdução à Óptica; Teoria da Relatividade; Noções de Física Moderna. BIBLIOGRAFIA: ALONSO & FINN; HALLIDAY & RESNICK; PAUL TIPLER; EISBERG & LERNER. 08 – ESTATÍSTICA 80 HORAS

Propriedades estatísticas. Funções de variável unidimensional. Distribuição e probabilidade. Correlação e regressão. Testes de significância. Intervalos de confiança. BIBLIOGRAFIA: BUSSAB, Wilton O. MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. GUERRA, Mauri José. DONAIRE, Denis. Estatística Indutiva – teoria e aplicações. SPIEGEL – Estatística. 09 – CÁLCULO NUMÉRICO 80 HORAS

Soluções de equações polinomiais. Sistema de equações lineares. Interpolação numérica e ajustamentos de curvas. Integração numérica. Diferenciação numérica. Solução numérica de equações diferenciais. BIBLIOGRAFIA: EVARISTO, Jaime. CRESPO, Sérgio. Aprendendo a Programar – Programando numa Linguagem Algorítmica Executável (ILA). Editora Book Express LTDA. 2000. BARROSO, Leônidas C. e outros. Cálculo Numérico (com aplicações). 2ª ed. Editora Harba – 1987. CLÁUDIO, Dalcidio de Moraes. MARINS, Jussara Maria. Cálculo Numérico Computacional – teoria e prática – Editora Atlas – 1989. FARRER, H. e outros. Algoritmos Estruturados. Editora Guanabara. 1985. RUGGIERO, M. A. G. LOPES, V. L. R – Cálculo Numérico – aspectos teóricos e computacionais – Makron Books, 1996. 10 – QUÍMICA 80 HORAS

Estrutura e propriedades periódicas dos elementos e compostos químicos. Tópicos básicos da físico-química. Atividade de laboratório. BIBLIOGRAFIA: ATKINS, P. W; Físico Química – Volume 1; BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E. Química Geral. Volumes 1 e 2; CASTELLAN, G.W.Fundamentos de Físico Química;

MAHAN, Bruce M; MYERS, Rollie J. Química um curso universitário. 11 – FENÔMENOS DE TRANSPORTE 80 HORAS

Hidrostática. Hidrodinâmica. Pressão atmosférica. Noções de termodinâmica. BIBLIOGRAFIA: LIVI, Transporte. Celso Pohlmann. Fundamentos de Fenômenos de

12 – INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA

80 HORAS

Fundamentos da informática. Características dos computadores. Uso de aplicativos: planilha eletrônica e editor de texto. Banco de dados. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS 13 – METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA 60 HORAS

Fundamentos da ciência. Metodologia da pesquisa. Técnicas de pesquisa. Projeto de pesquisa: elaboração e execução. Comunicação científica. BIBLIOGRAFIA: CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. Capítulo 3. “As Ciências da Natureza”. São Paulo: Ática, 1995, p. 263-70. CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 2ª ed., São Paulo: Cortez, 1995. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1987. MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. RICHARDSON, Roberto Jarry e colaboradores. Pesquisa Social: métodos e técnicas. 2ª ed., São Paulo: Atlas, 1989.

14 – HUMANIDADE E CIDADANIA

80 HORAS

Introdução a filosofia. Conceitos sociológicos fundamentais. Reforma agrária. Sociologia urbana e rural. Noções sobre relações sociais. Moral e ética. BIBLIOGRAFIA: ANDERY, Maria Amélia et allii. Para Compreender a Ciência. São Paulo. Espaço e Tempo. 1988. COSTA, Cristina. Sociologia: Sociedade.São Paulo. Moderna. 1997. Introdução à Ciência da

BERGER, Peter. Perspectivas sociológicas: uma visão humanística. Petrópolis. Vozes. 1998. IANNI, Octávio. Teorias da globalização. Rio. Civilização Brasileira. 2000. MEGALE, Januário Francisco. Introdução às Ciências Sociais. São Paulo. Atlas. 1989. SANTOS, Boaventura de Souza. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. 15 – ECONOMIA RURAL E URBANA 80 HORAS

Conceito de micro e macro economia. Produto nacional bruto. Noção de política física e monetária BIBLIOGRAFIA: ALVES, Eliseu Roberto Agricultura, Brasília, 1979. de Andrade. Produtividade da

COUTINHO, Paulo C. (Coordenador), Impacto de Políticas de Suporte à Agricultura Sobre a Economia Brasileira: Uma Proposta de Quantificação. Brasília: IPEA, 1994. FURTADO, Celso. Teoria e Política do Desenvolvimento. Biblioteca Universitária, 6° Edição, São Paulo, 1977. GRAZIANO DA SILVA, José. A Delimitação do Rural e do Urbano da Agricultura Brasileira: testando as aberturas geográficas das PNADS. Anais XXV Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural, Brasília, SOBER, pág.114-116, 1997. STEY, James Arthur. Ciclos Econômicos: sua natureza, causa e controle. Editora Mestre Jou, São Paulo, 1965.

16 – ELETRICIDADE BÁSICA

60 HORAS

Unidades fundamentais em eletricidade. Circuito elétrico. Métodos de análise e resolução dos circuitos elétricos. Capacitores e indutores. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS 18 - EMPREENDEDORISMO I 40 HORAS

Conceito de si e motivação. Empreendedorismo como sonho: Visão no empreendedorismo. Testes e jogos de avaliação. Definição do Perfil do empreendedor. Rede de informações. BIBLIOGRAFIA: GERBER, M. E. – O Mito do Empreendedor – Editora Saraiva, 3a. Edição, São Paulo, 1992. GUSTAV, B. – O Empreendedor do Verde, Makron, McGraw-Hill, São Paulo, 1992. NAISBITT, J. – Megatrends 2000, Amana-Key, Editora, 5a. Edição, São Paulo, 1990. OECH, R. – Um “Toc” na Cuca, Livraria Cultura Editora, Rio de Janeiro, 1988. OSBORN, A. F. – O Poder Criador da Mente, I Brasa, São Paulo, 1988. 19 – INTRODUÇÃO À AGRIMENSURA 40 HORAS

Histórico, conceitos fundamentais e divisão da Agrimensura. Atribuições do engenheiro agrimensor. Campo de atuação e mercado de trabalho. Visita à empresas que atuam na área de agrimensura. BIBLIOGRAFIA: ESPARTEL, Lelis. Curso de Topografia. JORDAN, W. Tratado General de Topografia. KISSAM, Philip. Topografia para Ingenieros. LOCH, Carlos. CORDINI, Jucilei. Topografia Contemporânea. SANTOS, Adeildo Antão dos. Geometria do Elipsóide V.

20 – AUTOCAD

80 HORAS

Conceitos gerais de computação gráfica; Apresentação do programa e sua configuração, comandos de auxilio; manipulação, visualização e edição do desenho; trabalhando com banco de dados; Sistema de coordenadas do usuário; introdução à representação artística; criação e ajuste de mapas. BIBLIOGRAFIA: GOES, Kátia. “Autocad Map – Explorando as ferramentas de Mapeamento”. Rio de janeiro: Ciência Moderna, 2000. OMURA, George; “Dominando o Autocad 2000”. ed. livros técnicos e científicos, 1° edição. SOUZA, Antônio Carlos el al., “Autocad – Guia prático para desenhos em 2D”. Editora da UFSC. Florianópolis, 2005. IV.II – NÚCLEO DE CONTEÚDOS PROFISSIONALIZANTES 01 – GEOLOGIA DE ENGENHARIA 80 HORAS

Conceitos fundamentais de geologia e ciências afins. Minerais e rochas. Elementos estruturais das rochas. Intemperismo das rochas e formação dos solos. Investigação do subsolo. Ação geológica das águas, ventos e organismos. Noções de água subterrânea. Geologia de barragens e estradas. Leitura de mapas geológicos. Utilização de rochas e solos como materiais de construção. BIBLIOGRAFIA: BARNES, J. W. , 1981. Basic Geological Mapping. Geological Society of London. BRANCO, S. M. & BRANCO, F. C. 1992. A Deriva dos Continentes. Ed. Moderna. CLARK, S. P. Jr. 1973. Estrutura da Terra. Ed. Edgar Blucher & USP. DANA, J & HURLBUT. 1969. Manual de Mineralogia vol. 1 e 2. Ed. Ao Livro Técnico. EIDER, D. L. 1978. Tempo Geológico. Ed. Edgar & Blucher Ltda.

02 – HIDROLOGIA

80 HORAS

O ciclo hidrológico. Bacias hidrológicas. Escoamento superficial. Fluxo fluvial. Evapotranspiração. Infiltração. Águas subterrâneas. Hidrogramas de cheias. Estimativa de vazão de enchentes. Reservatório de regularização. Fundamentos de meteorologia e climatologia. BIBLIOGRAFIA: POPP, H.J. Principais Depósitos do Nordeste Oriental. 1984. Ministériodas Minas e Energias e DPNM. SKINNER, B. J. 1969. Recursos Minerais da Terra. Ed. Edgar & Blucher Ltda. VILLELA, S.M. e MATTOS, A., 1975. Hidrologia Aplicada. Mc. Graw-Hill, São Paulo, 245 pp. BARTH, F.T., POMPEU, C.T., FILL, H.D., TUCCI, C.E.M., KELMAN, J. e BRAGA, B.P.F., 1987. Modelos para Gerenciamento de Recursos Hídricos. Coleção ABRH de Recursos Hídricos, São Paulo. CPRM, 1997. Hidrogeologia - Conceitos e Aplicações. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais, Rio de Janeiro. 03 – CARTOGRAFIA I 60 HORAS

Introdução a Cartografia geral. Projeções cartográficas. Sistema UTM. Coordenadas geográficas e planas. Cálculos no Sistema UTM. DUARTE, P.A. Fundamentos de Cartografia. Florianópolis: Editora UFSC, 1994. DUARTE, P.A. Cartografia Básica. Florianópolis: Editora da UFSC, 1988. DUARTE, P.A. Escala: fundamentos. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1983, 2 ed. (ver. e ampl.). (Série Didática). NOÇÕES Básicas de Cartografia. Departamento de Cartografia. Rio de Janeiro: IBGE; 1999. (Manuais técnicos em geociências; n. 8).v JOLY, F. A cartografia. Trad. Tânia Pellegrini. Campinas, SP: Papirus, 1990.

04 – CARTOGRAFIA II

60 HORAS

Convenções cartográficas e curvas de nível. Articulação das folhas cartográficas. Mapoteca. LIBAULT, A.. Geocartografia. São Paulo: Editora Nacional, Editora da USP, 1975. NOÇÕES Básicas de Cartografia. Departamento de Cartografia. Rio de Janeiro: IBGE; 1999. (Manuais técnicos em geociências; n. 8). LACOSTE, Y. A Geografia – Isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Tradução: M. C. França. 4. ed. Campinas / SP: Papirus, 1997. SANTOS, A. A. dos. Representação Cartográfica. Recife: Ed. Universitária UFPE, 1985. SANTOS, M. C. S. R. Manual de Fundamentos Cartográficos e Diretrizes Gerais para Elaboração de Mapas Geológicos, Geomorfológicos e Geotécnicos. [São Paulo]: IPT, [198-]. 05 – DESENHO TÉCNICO TOPOGRÁFICO I 40 HORAS

Instrumental para o desenho. Normas técnicas do desenho. Escalas e concordância de pontos. Convenções topográficas e cartográficas. Esboço em perspectiva. Representação plana de linhas e ângulos por coordenadas polares e cartesianas. Desenho de poligonais topográficas. Representação plana de pontos-objeto. Desenho completo da planta topográfica planimétrica. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS. 06 - DESENHO TÉCNICO TOPOGRÁFICO II 40 HORAS

Graduação de retas. Representação altimétrica de pontos, linhas e áreas. Escalas para representação do relevo. Técnicas de representação do relevo. Curvas de nível. Construção da plantas planialtimétricas. Orientação de plantas topográficas. Leitura de plantas. Avaliação de volumes. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS. 07 – TOPOGRAFIA DE ESTRADAS E TRANSPORTES 80 HORAS

Traçado de diretriz. Aspectos de viabilidade técnica, econômica, política, social e ambiental. Projeto funcional. Ante-projeto. Projeto geométrico. Projeto executivo. Estudo e projetos de drenagem superficial e subterrânea. Geotecnia, locação, construção e

gerenciamento das obras. Projeto, dimensionamento, construção, controle e restauração de pavimentos. Fundamentos de traçado e construção de leitos ferroviários e metroviários. BIBLIOGRAFIA: BAPTISTA, C.N. (1978). Pavimentação, Volume 1. Editora Globo, Porto Alegre, 3ª Edição. BRINA, H.L. (1979). Estradas de Ferro, Volume 1. Livros técnicos e científicos. Editora RJ. CARVALHO, M.P. de. Caderneta de campo. Editora Científica. RJ. CRONEY, D. (1977). The Design and Performance of Road Pavements. Transport and Road Research Laboratory. Depto. of the Environment. Depto. of Transport, London. 08 – RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS 100 HORAS

Conceitos fundamentais. Análise de tensões e deformações. Solicitações simples: tração, compressão, flecha reta e oblíqua e cisalhamento. Solicitações compostas. Linha elástica. Flambagem. BIBLIOGRAFIA: Adolpho Polillo – Mecânica das Estruturas, Vol. 1 – Editora Científica, 1973. J.C. Sussekind – Curso de Análise Estrutural, Vol. 1 – Editora Globo, 1975. S.P. Timoshenko – Resistência dos Materiais – Ao Livro Técnico S.A., 1966. S.P. Timoshenko & J.E. Gere – Mecânica dos Sólidos, Vol. 1 – Livros Técnicos e Científicos Editora, 1984.V 09 – MECÂNICA DOS SOLOS 80 HORAS

Características dos Solos. Índices Físicos. Plasticidade e Consistência dos Solos. Permeabilidade dos Solos. Sondagens. Resistência ao cisalhamento dos Solos. Capacidade de Carga dos Solos. Barragens de Terra. Distribuição de Pressões. Empuxo de Terras. Condições de Estabilidade dos Muros de Arrimo. Estabilidade de Taludes. Fundações. BIBLIOGRAFIA: Terzaghi e Peck – Mecânica dos Solos na prática da engenharia Editora ao Livro Técnico S.A 1962.

Tschebotarioff – Fundações, Estruturas de Arrimo e Obras de Terra Editora Mcgraw-Hill do Brasil Ltda, 1989. Homero Pinto Caputo – Mecânica dos Solos para uso de engenheiros rodoviários - Editora Ao Livro Técnico S.A 1962 A J. Costa Nunes – Curso de Mecânica dos Solos e Fundações Editora Globo – 1958 J. A R. Ortigão – Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos - Editora Livros Técnicos e Científicos – 1995 10 – CONSTRUÇÃO CIVIL E MATERIAIS 80 HORAS

Materiais de construção e pavimentação. Química e processos de obtenção de ligantes. Agregados e ligantes betuminosos. Concreto e suas propriedades. Traços de concreto e suas aplicações. Testes laboratoriais. Técnicas de construção civil e cartográfica. Análise de projetos de construção. Infraestrutura e sistema estrutural. Acompanhamento de um trabalho prático de construção civil. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS. 11 - HIDROMETRIA E HIDRÁULICA 80 HORAS

Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação. Movimento uniforme de canais. Princípios gerais do movimento dos flúidos. Equação da continuidade. Infiltração da água no solo. Condutos livres e forçados. Estações elevatórias e estações hidrométricas. BIBLIOGRAFIA: Netto, Azevedo/Alvarez, Guilhermo – Manual de Hidráulica Pimenta, Carlito Flávio – Curso de Hidráulica Geral Cairucross, Sandy/ Feachem, Richard – Environmental Health Engineering in the tropics. Branco, Samuel – Hidrobiologia aplicada à Engenharia Sanitária 12 – SANEAMENTO BÁSICO 60 HORAS

Qualidade da Água. Noções sobre o tratamento de água. Sistemas urbanos de abastecimento de água. Sistema urbano de coleta e tratamento de esgoto. Sistema de coleta e destinação final de resíduos. Controle ambiental.

BIBLIOGRAFIA:

SESP, Fundação – Manual de Saneamento Paes Leme, Francelino – Engenharia de Saneamento Ambiental Gandur Dacach, Nelson – Saneamento Ambiental Gandur Dacach, Nelson – Sistemas Urbanos de Esgotos BNH/ABES/CETESB(13 autores) – Sistemas de Esgotos Sanitários Anselmo Silva, Salomão – Tratamento biológico de residuários. Lagoas de estabilização. 13 - IRRIGAÇÃO E DRENAGEM 60 HORAS águas

Base hidrológica. Solos agrícolas. Água na irrigação. Sistema e métodos de irrigação. Irrigação por gravidade, por aspersão e por gotejamento. Macro-drenagem e drenagem de solo. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS 14 - AJUSTAMENTO DAS OBSERVAÇÕES 60 HORAS

Generalidades. Teoria dos erros. A propagação dos erros. Princípio fundamental do MMQ Método dos Mínimos Quadrados. Ajustamento de Observações diretas. Métodos de Ajustamento. Ajustamento em redes geodésicas e topográficas horizontais e verticais. BIBLIOGRAFIA: GEMAEL, Camil. Introdução ao Ajustamento de Obsevações: Aplicações Geodésicas. Curitiba: Ed. Da UFPR, 1994, 319 p. DALMOLIN, Quintino. Ajustamento por mínimos Quadrados. Curitiba: 2002, 175 p. WOLF, Paul R. & GHILANI, Charles D. Adujstment Computations: Statistics and Least Squares in Surveying and GIS. USA, Canada: Ed. John Wiley & Sons, Inc., 1996, 564 p. 15 – DIREITO E LEGISLAÇÃO DO ENGENHEIRO AGRIMENSOR 80 HORAS Sistema CREA - CONFEA. Atribuições profissionais dos Engenheiros Agrimensores. Ética Profissional. Editais e Propostas Técnica-Financeira. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS. 16 – ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO 80 HORAS

Conceituação de Segurança na engenharia. Controle do ambiente. Proteção coletiva e individual. Proteção contra incêndios. Riscos específicos nas várias habilitações de engenharia. controle dos riscos de ambiente. Controle de perdas e produtividade. Segurança no projeto. Análise de estatística de acidentes. Seleção, treinamento e motivação pessoal. Normalização e legislação específica. Organização da segurança do trabalho na Empresa. Segurança nas atividades extra-empresa. BIBLIOGRAFIA: SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO – Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho. ABNT - NBR 7678 – Segurança na Execução de Obras e Serviços de Construção FREIRE, JOSÉ Ferramentas Manuais DE MENDONÇA – Instrumentos e

ROUSSELET, EDISSON DA SILVA – A Segurança na Obra / Manual. Técnico de Segurança do Trabalho em Edificações Prediais. SAMPAIO, JOSÉ CARLOS DE ARRUDA – Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção b(SINDUSCON/SP). MINISTÉRIO DO TRABALHO/FUNDACENTRO, AUTORES DIVERSOS (6VOL) – Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho. IV.III – NÚCLEO DE CONTEÚDOS ESPECÍFICOS 01 – FOTOGRAMETRIA E FOTOINTERPRETAÇÃO 100 HORAS

Conceitos gerais. Noções sobre Fotogrametria Terrestre. Câmaras Aéreas. Fotografias aéreas. Estereofotogrametria. Mosaicos e fotocartas. Medidas Fotogramétricas. Pontos de controle em fotogrametria. Orientação do modelo Estereoscópico. Restituição Fotogramétrica. Coordenadas e distâncias horizontais. Fotointerpretação. Fotoidentificação aplicada à Engenharia. Padrões de drenagem. Noções de Fotogrametria Digital. BIBLIOGRAFIA: ANDRADE, J.B. Fotogrametria. Curitiba,SBEE. Universidade Federal do Paraná. 1998,259p. ANDERSON, P. S. Fundamentos para fotointerpretação. Editor – coordenador:Paul S. Anderson. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia, 1982. 135p.

MARCHETTI,D.A.B.;GARCIA,G.J. Princípios de fotogrametria e fotointerpretação. 1ed. São Paulo-SP: Nobel 1986, 257p. PAREDES, E. A. Introdução à Aerofotogrametria para Engenheiros. Volume 01. Maringá – PR. CNPq; CONCITEC> 1987,493p. WOLF, P.R.; DEWITT, B. A. Elements of Photogrammetry: With Applications in GIS, 3 ed. U.S.A.: McGraw- Hill Book Company. 2000, 607p. 02 – AQUISIÇÃO DE DADOS BATIMÉTRICOS 120 HORAS

Conceitos fundamentais e legislação sobre batimetria. Marés e referenciais de nível. Nível de redução. Métodos dos levantamentos batimétricos convencionais. EcobatImetria. Integração GPS com batimetria e ecobatimetria. Representação do assoalho dos corpos d’água. BIBLIOGRAFIA: COMASTRI, J.A. Topografia - Planimetria. Imprensa Universitária, Viçosa, 1977, 335p COMASTRI, J.A. Topografia - Altimetria. Imprensa Universitária, Viçosa MOURA, G. D. M. Levantamento Hidrográfico: Batimetria, Editora IGASA – Indústria Gráfica Alagoana LTDA, 1984, 81 pag. 03 – TOPOGRAFIA ESPECIAL 80 HORAS

Metrologia - seleção, aferição e calibração de instrumentos. Conceito de macro topografia. Conceito micro topografia. Controle de deformações estruturais. Topografia para locação e acompanhamento de obras. Levantamentos como construído ( “as built”). Topografia subterrânea. Obras de terra. BIBLIOGRAFIA: ESPARTEL, L. & LUDERITZ , L. Caderneta de Campo. Editora Globo, 1977, 655p. FERRAZ, Antonio Santana.Teodolitos e níveis óticos:funcionamento, verificações e retificações. Adap. L.Tarcisio Martins.Apostila, 30p. INCRA- Instituto de Colonização e Reforma Agrária. Normas técnicas para levantamentos topográficos.2001, 70p.

04 – PARCELAMENTO DO SOLO

80 HORAS

Parcelamento do solo urbano e rural. Divisão de glebas. Desmembramento e remembramento. Loteamento. Legislação específica – federal, estadual e municipal. Proteção ao meio ambiente – legislações ambientais e florestais. Análise econômica (estudo de viabilidade). Terraplanagem e equipamentos de infra-estrutura e superestrutura. Bases para a elaboração do projeto de loteamento – sistema viário, áreas públicas, divisão de glebas. Estudo preliminar; anteprojeto. Projeto executivo – memorial descritivo. Documentação técnico-jurídica para aprovação do projeto e registro público. Projetos complementares. Implantação e gerenciamento de obras. BIBLIOGRAFIA: AMADEI, Vicente Celeste;AMADEI, Vicente de Abreu. Como lotear uma gleba – O parcelamento do solo urbano em seus aspectos essenciais (loteamento e desmembramento). Editora Millennium. Campinas.-SP, 2002. Brasil. Lei Federal nº. 6766 de 10 de dezembro de 1979. Brasil. Código Florestal. Lei Federal nº. 4771 de 15 de setembro de 1965. Maceió. Código Municipal de Meio Ambiente. Maceió. Código Municipal de Urbanismo. 05 – CADASTRO TÉCNICO 80 HORAS

Fundamentos de cadastro técnico – normas. Sistema de Informações Territoriais-SIT. Cadastro multifinalitário e gestão das informações. Estrutura municipal. Aplicação de Sistemas de Informações Geográficas-SIG no cadastro urbano. Cadastro fiscal – cadastro legal. Planta de valores. Codificação de logradouros. Código tributário – IPTU, ISS e taxas de serviços públicos. Técnicas de implantação e organização de cadastro urbano – codificação de quadras e lotes. Procedimentos para cadastramento de imóveis. organização de banco de dados. BIBLIOGRAFIA: LARSSON, Gerhard. Land registration and cadastral systems: Tools for land information and management. Edinbourg Gate . England, 1991. CARNEIRO, Andrea Flávia Tenório. Cadastro Imobiliário e Registro de Imóveis. IRIB/ Sergio Antonio Fabris Editor. Porto Alegre, 2003.

DALE, Peter F.; MCLAUGHLIN, John D. Land information management - An introduction with special reference to cadastral problems in third world countries. Oxford University Press. Estados Unidos, 1990. Moller, Luiz Fernando. Planta de Valores Genéricos. Ed. SagraLuzzatto. 06 - SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS 80 HORAS

Conceitos de Geoprocessamento e Sistema de Informações Geográficas. Aplicações de Sistemas de Informações Geográficas. Métodos de aquisição de dados; conceitos cartográficos básicos para SIG. Base de dados para SIG – gráficas e alfanuméricas. Geocodificação. Componentes dos dados gráficos. Representação vetorial e matricial. Edição de dados vetoriais. Estrutura de um SIG. Aplicações em SIG. Considerações para escolha de um SIG de acordo com sua aplicação. Noções estatísticas para SIG. Manuseio de informações em um SIG. Geração de mapas temáticos. Cruzamento de dados. Análise de dados. BIBLIOGRAFIA: MOURA, Ana Clara Mourão. Geoprocessamento na gestão e planejamento urbano. Ed. da autora, Belo Horizonte. 2003. SILVA, Jorge Xavier da. Geoprocessamento para análises ambientais. Rio de Janeiro, D5 Produção Gráfica, 2001, 228 p. SILVA, Ardemirio de Barros. Sistemas de Informações Georeferenciadas – Conceitos e fundamentos. UNICAMP, Campinas-SP, 2003. SILVA, Irineu da; ERWES, Herbert; SEGANTINE, Paulo César Lima. Introdução à geomática. DE BERG (ed.), Computational Geometry: Algorithms and Applications. Berlin, Springer Verlag, 1997. 07 – TOPOGRAFIA BÁSICA I 100 HORAS

Resumo histórico da Topografia. A forma da Terra e suas dimensões. Datum planimétrico de projeção das medidas de distâncias horizontais. Definição, objetos e divisão da Topografia. Instrumentos topográficos. Medida dos alinhamentos e dos ângulos. Erros nas medidas. Erros admissíveis, precisão e acuracidade das medidas de distâncias e ângulos. Orientação dos alinhamentos e das plantas topográficas. Métodos de levantamento planimétrico. Ajustamento de poligonais e cálculo de coordenadas. Cálculo de áreas. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS. 08 – TOPOGRAFIA BÁSICA II 100 HORAS

O relevo do solo e sua representação. Medida de distâncias e de ângulos verticais. Superfícies de nível. Cotas verdadeiras e aparentes. Métodos de nivelamento: barométrico,

trigonométrico, taqueométrico e geométrico. Determinação e ajustamento de cotas. Perfis e curvas de nível. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS. 09 - INFORMÁTICA PARA AGRIMENSURA I 60 HORAS

Estrutura e definição das linguagens. Conceito e descrição da Sintaxe e da Semântica. Uso de uma linguagem estruturada. Softwares aplicativos de topografia e MDT - Modelo Digital do Terreno. BIBLIOGRAFIA: CHAPMAN, Stephen 1.: Programação em Matlab para Engenheiros. CHAR POINT INFORMATICA: Tutorial do Sistema Topograph 98. GOES, Kátia: AutoCAD Map - Explorando as ferramentas de mapeamento. GOLDEN SOFTW ARE: Help do software Surfer. 10 - INFORMÁTICA PARA AGRIMENSURA II 60 HORAS

Softwares aplicativos de CAD – Computer Aided Design (Projeto Auxiliado por Computador) e de SIG (Sistemas de Informação Geográfica). BIBLIOGRAFIA: CHAPMAN, Stephen 1.: Programação em Matlab para Engenheiros. CHAR POINT INFORMATICA: Tutorial do Sistema Topograph 98. GOES, Kátia: AutoCAD Map - Explorando as ferramentas de mapeamento. GOLDEN SOFTW ARE: Help do software Surfer. 11 – FUNDAMENTOS DE CONCRETO ARMADO BIBLIOGRAFIA: PFEIL, W. – Concreto Armado, Livros Técnicos e Científico – Editora S.A. 1978. MASSARO, Jr. M. – Manual de Concreto Armado, Volumes 1 e 2 – Weber Produções Gráficas LTDA. 1979. 60 HORAS

SÜSSEKIND, J. C. – Curso de Concreto – Volumes 1 e 2 – Editora Globo. 1980. MORAES, M.C. – Concreto Armado – McGraw-Hill. 1982. MOURACHEV, V. – Construções de Betão Armado – Lopes da Silva Editora, Porto, Portugal, 1980. 12 - POSICIONAMENTO POR SATÉLITES ARTIFICIAIS 80 HORAS

Histórico do posicionamento por satélite. Características dos Sistemas de Posicionamento por satélite. Sistemas GPS – Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global), GLONASS e GALILEO. Interferências e degradações do sistema. Métodos de Posicionamento e técnicas de medição por GPS. Processamento dos dados e Análise dos resultados. BIBLIOGRAFIA: RAMOS, D. (1998) Geodésia na prática. 1ª ed. Araraquara-SP, MDATA. ROCHA, C. P. (2000). Obtenção e Análise de Azimutes por Astronomia Clássica e pelo Sistema de Posicionamento Global. Dissertação de Mestrado, USP, São Carlos. SCHOFIELD, W. (1993). Engineering Surveying, 4ª ed. Oxford, Butterworth – Heinemann. SEGANTINE, P. C. L., (1995). Estabelecimento e ajuste de uma rede geodésica no Estado de São Paulo, com o sistema de posicionamento MAVSTAR/GPS. Tese de Doutouramento. Departamento de Engenharia de Transportes da EPUSP. SEGANTINE, P. C. L., (1999). GPS – Sistema de Posicionamento Global. Apostila editada pela EESC/USP, São Carlos. 13 - SENSORIAMENTO REMOTO 80 HORAS

Fundamentos do Sensoriamento Remoto. Os sensores remotos e os tipos de imagens. Sistemas de Sensoriamento Remoto (LANDSAT, SPOT, IKONOS, QUICK BIRD, CBERS e outros). Comportamento espectral dos alvos. Processamento Digital de imagens. Métodos de Classificação de imagens. BIBLIOGRAFIA: ROSA, Roberto. Introdução ao Sensoriamento Remoto: 2ª ed. rev. Uberlândia. Ed. UFU, 1992.

STEFFEN, Carlos Alberto et al. Sensoriamentor Remoto: princípios físicos, sensores e produtos, e sistema Landsat. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. São Paulo: INPE, 1981. NOVO, Evelyn M.L. de Moraes. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. 2ª ed. São Paulo. Edgard Blucher LTDA, 1992. GARCIA, Gilberto J. Sensoriamento Remoto: princípios e interpretação de imagens. São Paulo. NOBEL, 1982. 14 – ELEMENTOS DE ASTRONOMIA 60 HORAS

A esfera celeste. Sistema de coordenadas astronômicas. Movimento diurno. Triângulo de posição. Medida de tempo. Determinação da latitude e da longitude. Uso de efemérides. Noções de mecânica celeste. Órbita dos satélites artificiais. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS. MÜLLER, I. I. (1969). Spherical and Pratical Astronomy. 1. ed. Frederick Ungar Publishing, New York. ROCHA, C. P., (2000). Obtenção e Análise de Azimutes por Astronomia Clássica e pelo Sistema de Posicionamento Global. Dissertação de Mestrado, USP, São Carlos. 15 – GEODÉSIA 80 HORAS

Resumo histórico. Modelos de forma e dimensões da Terra. Aplicações da Geodésia. Relação da Geodésia com outras ciências. Instrumentos geodésicos. Sistemas de referências geodésicos. Geometria do elipsóide de revolução. Levantamentos geodésicos. Cálculos sobre o elipsóide. Transporte de coordenadas geodésicas. Posicionamento geodésico por rastreio de satélites artificiais. BIBLIOGRAFIA: CAMIL, G., (1954). Geodésia Elementar, Curitiba. CAMIL, G., (1987). Introdução à Geodésia Geométrica 1ª parte, Curitiba. RAMOS, D., (1982). Geodésia na prática, 1. ed. MDATA, Araraquara – SP. SILVEIRA, L. C. da, (1993). Cálculos Geodésicos no Sistema UTM aplicados à Topografia, 2. ed., Editora e Livraria Luana Ltda., Curitiba. TORGE, W., (1991). Geodesy, 2. ed., Walter de Gruyter, Berlim.

16 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO

300 HORAS

O aluno deverá fazer um estágio em uma empresa pública ou da iniciativa privada, que realize trabalhos na área das ciências geodésicas, na elaboração de projetos e execução de obras, devendo o mesmo ser acompanhado de perto por um profissional da área, ou por um professor do departamento. A comprovação das atividades desenvolvidas deve ser feita mediante apresentação de relatórios. 17 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 80 HORAS

Elaboração individual de um trabalho envolvendo, necessariamente, uma abordagem multidisciplinar, sobre a orientação de professores em, no mínimo, 50% das horas aula. Este trabalho final objetiva dar ao aluno uma experiência pré-profissional, dando-lhe oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos no curso. A apresentação do trabalho deve ser pública, de modo a permitir que o iminente profissional ganhe desembaraço na apresentação de trabalhos e na defesa de seus pontos de vista. 18 – AGRIMENSURA LEGAL 60 HORAS

Conceituação do ordenamento fundiário. Legislação federal relacionada à propriedade do solo. Formas de aquisição, posse, conservação e perda da propriedade. Usucapião. Direitos reais: condomínio e incorporação. Código de minas, de águas e florestal. Estatuto da terra. Terras de marinha. Evolução do registro de propriedade imóveis no Brasil. Técnicas para identificação de divisas. Participação do profissional de agrimensura nas ações judiciais. BIBLIOGRAFIA: BOBBIO, Norberto. Teoria do ordenamento jurídico. 10a.ed. trad. Maria Celeste Cordeiro Leite dos Santos. Editora da UNB.Brasília,1999, 184p. CAZETTA, Luís Carlos. Legislação Mobiliária da União: anotações e comentários as leis básicas .SPU-Secretaria de Patrimônio da União.Brasília, 2002, 293p. COMASTRI,José Aníbal e GRIPP JUNIOR, APLICADA:Medição, Divisão e Demarcação. Joel. TOPOGRAFIA

IBAPE-Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia. Avaliações para garantias. ed.Editora PINI.São Paulo, 1983, 216p. 19 -DIVISÃO E DEMARCAÇÃO DE TERRAS 80 HORAS

Formação territorial do Brasil. Formas de ocupação territorial. Projetos fundiários e assentamentos oficiais. Cadastro Técnico Rural. Utilização e nível de exploração das Glebas. Partilha de Propriedades. Legislação e atuações do Engenheiro Agrimensor nas ações divisórias, demarcatórias e de usucapião.

BIBLIOGRAFIA: COMASTRI,José Aníbal e GRIPP JUNIOR, Joel. TOPOGRAFIA APLICADA:Medição, Divisão e Demarcação. IBAPE-Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia. Avaliações para garantias. ed.Editora PINI.São Paulo, 1983, 216p. INCRA-Instituto de reforma Agrária. Reforma Agrária um compromisso de todos. (www.ingra.gov.br/). MENDONÇA, Marcelo Corrêa et all. Fundamentos de avaliações patrimoniais e perícias de engenharia. 1a.ed.Editora PINI.São Paulo, 1998, 316p. MOREIRA, Alberto Lélio. Princípios de engenharia de avaliações. 4a.ed.Editora PINI. São Paulo, 1997, 504p. 20 – PERÍCIAS E AVALIAÇÕES DE IMÓVEIS 80 HORAS

Legislação e normas na engenharia de avaliação. Matemática financeira e Estatística aplicadas às avaliações. Fonte de informação para o avaliador. Princípios Fundamentais e métodos. Depreciação. Avaliações de propriedades Rurais. Avaliações nas desapropriações. Avaliações em ações judiciais. Técnicas de elaboração de laudos. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS 21 – EMPREENDEDORISMO II 40 HORAS

Legislação das micro e pequenas empresas. Desenvolvimento das MPE. Composição de preços de serviços. Plano de Negócio. Aplicação em empresas de serviços de Agrimensura. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS 22 – ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS 40 HORAS Direção de Empresa. Planejamento e tomada de decisões. Organização e métodos. Organograma. Fluxograma. Distribuição de espaço. Linhas de autoridades. Conceitos de pesquisa operacional. Programação Linear. Matemática financeira. Noções de contabilidade. Composição de preços. Licitações. Gerenciamento e fiscalização de serviços e obras. Planejamento e controle de produção. Controle de Qualidade. BIBLIOGRAFIA: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral administração. Rio de Janeiro, Editora Campus LTDA, 5a. Ed. 1999; da

LONGENECKER, Justin et alii. Administração de pequenas empresas. São Paulo, Makron Books, 1997; CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro, Editora Campus LTDA, 5a. Ed. 1999; LONGENECKER, Justin et alii. Administração de pequenas empresas. São Paulo, Makron Books, 1997; 23 – PLANEJAMENTO URBANO 60 HORAS

Aspectos da evolução e desenvolvimento urbano. Plano Diretor. Desenvolvimento de projeto de zoneamento de solo urbano e rural. Perímetro urbano e zoneamento. Uso e ocupação do solo urbano. Circulação urbana. BIBLIOGRAFIA: AINDA NÃO TEMOS AS REFERÊNCIAS 24 – PAVIMENTAÇÃO 80 HORAS

Pavimentação: Conceitos, terminologia, classificação; Estudo Geotécnico: estudos preliminares, estudo do sub-leito, empréstimo e jazidas, sondagem, coleta de amostras, ensaios, perfil dos solos, relatório geotécnico; Solos como materiais de construção rodoviária: tópicos específicos de mecânica dos solos e geologia aplicada, classificação dos solos para rodovias e aeroportos, ensaios específicos dos solos; Dimensionamento dos Pavimentos: mecânica dos pavimentos, fatores de projetos, variáveis estruturais de carga e de clima, distribuição de tensões; Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis: tópicos sobre pista experimental da ASSHO, métodos mais usuais - DNER, CBR, IG, etc; Projeto Completo de Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis: relatório sobre projeto rodoviário existente; Compactação de Solos: teoria da compactação, fatores que influem na compactação de solos, ensaios, técnica de compactação no campo, discrepância entre as compactações no campo e em laboratório, equipamentos, controle de campo; Visita a uma Obra Rodoviária: aulas práticas. BIBLIOGRAFIA: SENÇO, Wlastermiler de – Manual de técnicas de pavimentação. São Paulo, Pini, 1997; SANTANA, Humberto. Manual de pré-misturados a frio. Rio de Janeiro, IBP/Comissão de Asfalto, 1992; SANTANA, Humberto. Manual de serviços de pavimentação. Rio de Janeiro, BR Petrobrás Distribuidora S.A., 1996; NOGAMI, Job Shuji et alii. Pavimentação de baixo custo com solos lateríticos. São Paulo: Vilibor, 1995; DOMINGUES, Felippe Augusto Aranha. Manual para identificação de defeitos de revestimentos asfálticos. São Paulo, 1993.

25 – GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS

60 HORAS

Introdução. Recursos hídricos no Brasil. Modelos para gerenciamento em recursos hídricos. Simulação e técnicas de otimização em recursos hídricos. Economia e planejamento de recursos hídricos. BIBLIOGRAFIA: SETTI, A.A.; LIMA, J.E.F.W.; CHAVES, A.G.M; PEREIRA, I.C. Introdução ao Gerenciamento de Recursos Hídricos. 3a edição. ANA. Brasília, 2002. LEAL, M.S. Gestão ambiental de Recursos Hídricos: Princípios e Aplicações. CPRM, 1998. SILVA, D.D.; PRUSKI, F.F. Gestão de Recursos Hídricos: Aspectos legais, econômicos, administrativos e sociais. Secretaria do Meio Ambiente, MMA. Brasília, 2000. Banco Mundial. Gerenciamento de Recursos Hídricos. Secretaria do Meio Ambiente, MMA. Brasília, 1998. BARTH, F.T., POMPEU, C.T., FILL, H.D., TUCCI, C.E.M., KELMAN, J. e BRAGA, B.P.F., 1987. Modelos para Gerenciamento de Recursos Hídricos. Coleção ABRH de Recursos Hídricos, São Paulo. 26 – CIÊNCIAS DO AMBIENTE 60 HORAS

Conceitos básicos de ecologia e ciência do ambiente. Interação entre fatores bióticos e abióticos. Ciclo biogeoquímico. Ecossistemas terrestres e aquáticos. Legislação ambiental e conservação dos recursos naturais. Planejamento em ciências do ambiente. Estudo de impacto ambiental - EIA. Relatório de impacto do meio ambiente - RIMA. Programa de recomposição de área degradada - PRAD e outros. Mensuração da degradação do meio ambiente. BIBLIOGRAFIA: BRANCO, S.M. ECOLOGIA: Ecologia Ambiental, São Paulo-SP: CETESB, 1980. CHAPMAN, J.L., e REISS, M.J., Ecology: principles and applications, Cambridge: Cambridge University Press, 1992. CONAMA-BR, Resoluções e Legislações Básicas.

DAJOZ, R., Ecologia Geral, Petrópolis-RJ: Ed. Vozes, 1983. DELPOUX, M., Ecossistema e Paisagem, Método em questão, São Paulo-SP: USP-IG, 1978. 27 – PLANEJAMENTO DE TRÁFEGO E TRANSPORTES URBANOS 60 HORAS

Estruturação do Plano de Ação Imediata em Transporte e Trânsito e do Plano Diretor de Transportes. Modelos Institucionais para o Planejamento e a Gestão dos Transportes. Caracterização da engenharia de tráfego. Componentes do fluxo de tráfego. Teoria do fluxo de tráfego. Características do tráfego. Estudos de tráfego. Circulação viária urbana. Estudos de intersecções urbanas. Segurança viária. Projeto geométrico e de sinalização de vias urbanas. BIBLIOGRAFIA: BARAT, J (1991). Transportes Urbanos no Brasil : Diagnósticos e Perspectivas. Brasília; SARAIVA, M (2000). A Cidade e o Tráfego – uma abordagem estratégica; VALDEZ. A Ingenieria de Tráfego. Editora Dossat S.A. Madrid; BOAGA, G. Diseño de Tráfico y Forma Urbana. Editora Gustavo Gilli. Barcelona; CET – Cia. de Engenharia de Tráfego (1977). Noções Básicas de Engenharia de Tráfego. Boletim Técnico nº 5. 28 – TÓPICOS ESPECIAIS 60 HORAS

A definir quando ofertada, segundo as áreas de interesse do curso, objetivando o desenvolvimento didático e da pesquisa. 29 – SEMINÁRIOS, CONGRESSOS, MONITORIA, PIBIC, PET, ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS, ETC

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE AGRIMENSURA NOVA GRADE CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA DE AGRIMENSURA

2006
DISCIPLINAS ELETIVAS GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS IRRIGAÇÃO E DRENAGEM OCEANOGRAFIA FÍSICA TOPOGRAFIA APLICADA APROVEITAMENTO HIDROENERGÉTICO AJUSTAMENTO DAS OBSERVAÇÕES PAVIMENTAÇÃO FUNDAMENTOS DE CONCRETO ARMADO ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS METEOROLOGIA OPERACIONAL EMPREENDEDORISMO 1 EMPREENDEDORISMO 2 ANO DE OFERECIMENTO: 1 1º SEMESTRE CÁLCULO I CÁLCULO NUMÉRICO DESENHO PARA ENGENHARIA DE AGRIMENSURA GEOLOGIA DE ENGENHARIA METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA ESTATÍSTICA 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 120 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS

80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 60 HORAS 80 HORAS 460 HORAS

2º SEMESTRE ÁLGEBRA LINEAR CÁLCULO II HIDROLOGIA INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA FÍSICA I

100 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 420 HORAS

ANO DE OFERECIMENTO: 2 1º SEMESTRE CÁLCULO III CARTOGRAFIA I DESENHO TÉCNICO TOPOGRÁFICO I ELETRICIDADE BÁSICA INTRODUÇÃO À AGRIMENSURA QUÍMICA TOPOGRAFIA BÁSICA I

80 HORAS 60 HORAS 40 HORAS 60 HORAS 40 HORAS 80 HORAS 100 HORAS 460 HORAS

2º SEMESTRE CAD APLICADOÀ TOPOGRAFIA CÁLCULO IV CARTOGRAFIA II

80 HORAS 80 HORAS 60 HORAS

2º SEMESTRE AUTOCAD ( retificado) CÁLCULO IV CARTOGRAFIA II DESENHO TÉCNICO TOPOGRÁFICO II FENÔMENOS DE TRANSPORTE FÍSICA II TOPOGRAFIA BÁSICA II

80 HORAS 80 HORAS 60 HORAS 40 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 100 HORAS 520 HORAS

ANO DE OFERECIMENTO: 3 1º SEMESTRE ELEMENTOS DE ASTRONOMIA HUMANIDADE E CIDADANIA MECÂNICA DOS SOLOS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS SENSORIAMENTO REMOTO

60 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 100 HORAS 80 HORAS 400 HORAS

2º SEMESTRE AQUISIÇÃO DE DADOS BATIMÉTRICOS CIÊNCIAS DO AMBIENTE CONSTRUÇÃO CIVIL E MATERIAIS FOTOGRAMETRIA E FOTOINTERPRETAÇÃO GEODÉSIA TOPOGRAFIA ESPECIAL

120 HORAS 60 HORAS 80 HORAS 100 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 520 HORAS

ANO DE OFERECIMENTO: 4 1º SEMESTRE DIVISÃO E DEMARCAÇÃO DE TERRAS HIDROMETRIA E HIDRÁULICA INFORMÁTICA PARA AGRIMENSURA I PARCELAMENTO DO SOLO TOPOGRAFIA DE ESTRADAS E TRANSPORTES PLANEJAMENTO DE TRÁFEGO E TRANSPORTES URBANOS

80 HORAS 80 HORAS 60 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 60 HORAS 440 HORAS

2º SEMESTRE CADASTRO TÉCNICO DIREITO E LEGISLAÇÃO DO ENGENHEIRO AGRIMENSOR ECONOMIA RURAL E URBANA INFORMÁTICA PARA AGRIMENSURA II POSICIONAMENTO POR SATÉLITES ARTIFICIAIS SANEAMENTO BÁSICO

80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 60 HORAS 80 HORAS 60 HORAS 440 HORAS

ANO DE OFERECIMENTO: 5 1º SEMESTRE AGRIMENSURA LEGAL AJUSTAMENTO DAS OBSERVAÇÕES ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO PERÍCIAS E AVALIAÇÕES DE IMÓVEIS SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS

60 HORAS 60 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 80 HORAS 420 HORAS

2º SEMESTRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO !!! PLANEJAMENTO URBANO

300 HORAS 80 HORAS 60 HORAS 360 HORAS

VI – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso é uma atividade ( de que natureza?) obrigatória, com 80 oitenta horas,conforme normas da instituição e instrução normativa nº 2 /2004-CCEA , abaixo:

Deve ser acrescentado como ANEXO INSTRUÇÃO NORMATIVA N.o 02/2004-CCEA, 24 de novembro de 2004 ESTABELECE AS NORMAS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO REGIME SERIADO ANUAL DA ENGENHARIA DE AGRIMENSURA DA UFAL. O Colegiado do Curso de Engenharia de Agrimensura da Universidade Federal de Alagoas, no uso de suas atribuições, e de acordo com decisões tomadas em reunião ocorrida em;24 de novembro de 2004 CONSIDERANDO o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Agrimensura em Regime Seriado Anual; CONSIDERANDO a necessidade de flexibilização do calendário do Trabalho de Conclusão de Curso; ESTABELECE: Quanto aos Temas:

1. Os temas dos Trabalhos de Conclusão de Curso deverão exigir do aluno demonstração de sua capacidade criativa e habilidade na aplicação de conhecimentos técnicos científico para solução de problemas da área de Engenharia de Agrimensura 2. Os temas deverão apresentar caráter abrangente e, preferencialmente, envolver diferentes domínios de conhecimentos inerentes à Engenharia de Agrimensura.

3. Caberá ao aluno escolher, em comum acordo com seu Orientador, o tema de seu TCC.
Quanto aos Orientadores:

4. Cada Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser orientado por um docente do Curso de Engenharia de Agrimensura, chamado de Orientador, podendo ter contribuição de co-orientador(es). 5. Os Orientadores deverão, obrigatoriamente, desenvolver atividades relacionadas com os domínios de conhecimentos envolvidos pelo tema e demonstrar disponibilidade de tempo para o exercício da Orientação. Quanto aos Planos de Trabalho: 6. Cada aluno deverá apresentar uma proposta de Plano de Trabalho contendo os seguintes itens: a) Objetivo do TCC b) Relevância do Tema c) Metodologia a ser empregada d) Etapas e Cronograma e) Bibliografia 7. A proposta de Plano de Trabalho deverá ser entregue ao Colegiado de Curso dentro do prazo estipulado no calendário do TCC. 8. O Colegiado do Curso designará uma Banca Examinadora constituída por três docentes, que desenvolvam atividades afins ao tema do TCC, para julgar e emitir parecer sobre a adequação ou inadequação da proposta apresentada. 9. A apresentação da proposta deverá ser aberta à comunidade, em data e tempo de duração previamente estabelecidos pelo Colegiado do Curso, com a presença da correspondente Banca Examinadora e do Orientador. 10. As propostas julgadas inadequadas deverão ser modificadas e reapresentadas em um período máximo de trinta dias contados a partir da data da primeira apresentação. 11. Caso a proposta modificada seja novamente julgada inadequada, o TCC será considerado inviabilizado para o corrente ano letivo. 12. A proposta aprovada deverá ser entregue pelo aluno ao Colegiado em três vias impressas.
Quanto ao número de alunos por trabalho :

13. Será permitido o número máximo de 2 (dois ) alunos por trabalho.
Quanto ao Trabalho Final:

14. O conteúdo do Trabalho Final deverá ser elaborado na forma de monografia, de acordo com formatação fornecida pelo colegiado,contendo as seguintes partes: a) b) c) d) e) f) etc.) g) h) Bibliografia Anexos (opcionais) Capa (Modelo padrão) Folha com dados do trabalho, do(s) autor(es), da Banca Examinadora, Orientador e Co-Orientador(es) (Modelo padrão). Folha livre para agradecimentos ou outras manifestações Resumo do Trabalho Índice Corpo do Trabalho (Introdução, Metodologia, Resultados, Conclusões,

15. A monografia deverá ser entregue ao Colegiado do Curso em três vias impressas, obedecendo o calendário do TCC. 16. O Trabalho Final será apresentado por seu(s) autor(es) em forma de defesa pública e na presença de uma Banca Examinadora, designada pelo Colegiado do Curso para julgar e emitir nota sobre o mesmo. 17. A Banca Examinadora será constituída por três membros de reconhecida atuação em área afim ao tema do trabalho, sendo um deles o Orientador, permitindo-se a participação de um profissional não docente externo ou vinculado à UFAL.
Quanto ao Calendário do TCC:

18. Os prazos relevantes para os Trabalhos de Conclusão de Curso são os seguintes: a) Entrega da proposta de Plano de Trabalho – prazo estipulado no calendário apresentado anualmente pelo Colegiado do Curso de Engenharia de Agrimensura; b) Entrega da proposta de Plano de Trabalho modificada – até 30 (trinta) dias após a apresentação da proposta inicial julgada inadequada; c) Entrega da proposta de Plano de Trabalho aprovada, considerando as modificações apontadas pela Banca Examinadora - até 30 (trinta) dias após a sua aprovação; d) Entrega do Trabalho Final – prazo estipulado no calendário apresentado anualmente pelo Colegiado do Curso de Engenharia de Agrimensura e) Entrega da monografia, em uma via eletrônica (disquete ou CD) e duas vias impressa, com as correções propostas pela Banca Examinadora – até o final do ano letivo.

Outras Disposições:

19. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Engenharia de Agrimensura 20. Esta Instrução Normativa entra em vigor nesta data, revogadas às disposições em contrário. Colegiado do Curso de Engenharia de Agrimensura da Universidade Federal de Alagoas, em 24 de novembro de 2004. O Colegiado de Curso acompanha o cumprimento do TCC através dos relatórios do professor orientador que relata as atividades realizadas.

VII – ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Oferta de cursos de nivelamento para os alunos recém ingressos, com as disciplinas Cálculo e Álgebra Linear ministrados por alunos veteranos com o apoio de professores, da Coordenação e do Centro Acadêmico. Promoção de palestras com professores curso. Incentivo a participação dos discentes e professores em eventos científicos e atividades extra curriculares concernentes a nossa área profissional. convidados da área, seminários, simpósios, mini-cursos e a Semana do Engenheiro Agrimensor na semana de criação do

VIII – AVALIAÇÃO
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso a ser implementado com esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo currículo para o curso, como também para certificar-se de alterações futuras que venham a melhorar este projeto, vez que o projeto é dinâmico e deve passar por constantes avaliações. Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional e uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o processo de implementação do referido projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente ordenados que busquem encontrar suas deficiências, se existirem. O Curso será avaliado também pela sociedade através da ação/intervenção docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da extensão universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares não obrigatórios. O roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino também servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos seguintes tópicos: Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso, atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação; Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e desempenho acadêmico e profissional; Infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos. Em anexo, estamos encaminhando os 5 (cinco) formulários de mecanismos para avaliação do desempenho acadêmico do Curso de Engenharia de Agrimensura.

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