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Guia Orientador de Educacao Especial

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Guia Orientador de Educação Especial

Ano letivo 2011/2012

Coordenadora do núcleo de educação especial
Página 1 de 56 Guia orientador de educação especial – Núcleo de educação especial

Índice
1. 2. 3. 4. 5. 6. Objetivo do guia -------------------------------------------------------------------------------------------------------3 Educação especial- definição ---------------------------------------------------------------------------------------4 Enquadramento da educação especial --------------------------------------------------------------------------4 Medidas educativas --------------------------------------------------------------------------------------------------5 Critérios de elegibilidade para a educação especial ---------------------------------------------------------8 Referenciação ----------------------------------------------------------------------------------------------------------9 6.1. O que é? ------------------------------------------------------------------------------------------------------------9 6.2. Quem pode referenciar ----------------------------------------------------------------------------------------9 6.3. A quem é entregue a referenciação?----------------------------------------------------------------------10 6.4. Como é formalizada? ----------------------------------------------------------------------------------------- 10 Processo de avaliação ----------------------------------------------------------------------------------------------11 Programa educativo individual (PEI) ----------------------------------------------------------------------------12 8.1. O que é? ----------------------------------------------------------------------------------------------------------12 8.2. Que informação deve incluir? -------------------------------------------------------------------------------13 8.3. Como proceder à elaboração do PEI? ---------------------------------------------------------------------14 8.4. Como se avalia o PEI? -----------------------------------------------------------------------------------------14 8.5. Quem coordena o PEI? ---------------------------------------------------------------------------------------15 8.6. Quem elabora o PEI? ------------------------------------------------------------------------------------------15 Plano individual de transição (PIT) ------------------------------------------------------------------------------16 9.1. O que é? ----------------------------------------------------------------------------------------------------------16 9.2. Quando é que o PIT deve ser elaborado? ----------------------------------------------------------------16 9.3. Que informação deve incluir? -------------------------------------------------------------------------------16 9.4. Quem elabora o PIT? ------------------------------------------------------------------------------------------17 Avaliação --------------------------------------------------------------------------------------------------------------18 Documentos ----------------------------------------------------------------------------------------------------------19 Doc.1 Formulário de referenciação -----------------------------------------------------------------------------20 Doc.2 Checklist -------------------------------------------------------------------------------------------------------23 Doc.3 Relatório técnico-pedagógico ----------------------------------------------------------------------------31 Doc.4 Programa Educativa Individual (PEI) --------------------------------------------------------------------34 Doc. 5 Relatório circunstanciado---------------------------------------------------------------------------------44 Doc. 6 Plano Individual de Transição (PIT) --------------------------------------------------------------------49 Doc 7 Registo de avaliação do 2º ciclo--------------------------------------------------------------------------53 Doc 8 Registo de avaliação do 3º ciclo -------------------------------------------------------------------------55

7. 8.

9.

10. 11.

Guia orientador de educação especial

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1. Objetivo do guia
Este guia tem por objetivo ajudar na compreensão e aplicação do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, visando a uniformização de procedimentos entre todos os elementos da comunidade do Agrupamento. O Decreto-Lei n.º 3/2008 constitui o enquadramento legal para o desenvolvimento da educação especial, define os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário, tendo em vista a criação de condições para a adequação do processo educativo destes alunos.

Este guia pretende ser um suporte de apoio para todos os docentes que nas suas turmas tenham alunos com necessidades educativas especiais e apresenta as várias etapas que têm de ser seguidas, bem como os documentos necessários à elaboração do respetivo processo educativo do aluno, que são utilizados no Agrupamento.

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2. Educação Especial- Definição
Educação Especial é um conjunto de recursos específicos (método de ensino, currículos adaptados, apoio de materiais ou de serviços de pessoal especializado), que pretende dar resposta adequada aos alunos com limitações significativas ao nível da atividade e da participação num ou vários domínios de vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais.

3. Enquadramento da Educação Especial
O Decreto-Lei nº. 3/2008 de 7 de Janeiro, prevê:  um conjunto de medidas educativas;  a criação de condições para a adequação do processo educativo às necessidades educativas especiais (NEE) dos alunos com limitações significativas ao nível da atividade e participação decorrentes de alterações funcionais e estruturais de carater permanente;  que as medidas educativas sejam aplicadas cumulativamente, com exceção das medidas previstas nos artº 18º e 21º, não cumuláveis entre si;  que a aplicação de qualquer das medidas educativas implica a autorização prévia do encarregado de educação.

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A tabela seguinte indica a relação entre as medidas previstas e o papel a desempenhar ao nível do conselho de turma e da educação especial.

4. Medidas Educativas

Medidas Educativas Especiais previstas no DL n.º 3/2008 de 07/Janeiro
Art. 17º Apoio Pedagógico Personalizado

Conselho de Turma/ Professor Titular de Turma/ Diretor de Turma
Artº 17º Profissionais intervenientes

Educação Especial

- Colaborar com os DT’s, Professores, Psicólogo da

Consiste: a) reforço das estratégias utilizadas no grupo/turma, ao nível da organização, do espaço e das atividades; b) estímulo e reforço das competências /aptidões da aprendizagem; c) antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos lecionados no seio do grupo/turma; d) reforço e desenvolvimento de competências específicas.

- O apoio definido nas alíneas a), b) e c) é prestado pelo educador de infância, professor da turma ou de disciplina.

Escola, Pais/Enc. de Educação e outros elementos da comunidade. -Participar no processo de avaliação dos alunos.

- O apoio definido na alínea d) é prestado, consoante a gravidade, da situação dos alunos e da especificidade das competências a desenvolver pelo professor de educação especial e/ou pelo educador de infância, professor da turma ou de disciplina. -Participar na elaboração do relatório técnico-pedagógico.

Art.º 18 º Adequações Curriculares individuais Têm como padrão o currículo comum: - na educação pré-escolar as adequações que respeitem as orientações curriculares; - no ensino básico as que não põem em causa a aquisição de competências terminais de ciclo; - no Ens. Secundário as que não põem em causa as competências essenciais das disciplinas.

-Determinar dos apoios Artº 18º especializados, das adequações do processo de Tendo sempre em conta a aquisição das competências terminais de final de ciclo (ensino básico) ou das competências essenciais das disciplinas (ensino secundário): - selecionar estratégias/atividades diversificadas; - selecionar material pedagógico adequado; Pág. 5 de 56 -Participar na elaboração do PEI e do PIT ensino/aprendizagem e tecnologias de apoio de que o aluno deve beneficiar.

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etc. com o CT na implementação das medidas educativas. . .adequação do currículo dos alunos surdos. secundário. -Participar na elaboração do relatório circunstanciado das medidas educativas implementadas. básico e no ens.. -elencar os conteúdos e competências específicas para o aluno em questão. nos 2º e 3º ciclos do ens. Intervir diretamente junto do aluno.podem efetuar a matrícula por disciplina. aprendizagem. não renovável) . treino de visão e atividade motora adaptada. -dispensa das atividades de difícil execução em função da incapacidade do aluno (só se aplicam quando o recurso a tecnologias de apoio não é suficiente). das características de aprendizagem e dificuldades específicas dos alunos.Apoiar alunos que usufruam de medidas educativas.diferenciar tempos de Consiste: . em função das competências terminais de ciclo ou de curso. (leitura e escrita em Braille. . -Colaborar.podem beneficiar (em situações excecionais e devidamente fundamentadas) do adiamento de matrícula no 1º ano (por um ano.introdução de objetivos/conteúdos intermédios. . desde que se assegure a sequencialidade do regime educativo comum. Orientar e assegurar o desenvolvimento do currículo específico individual.º 19º Adequações no processo de matrícula .introdução de áreas curriculares específicas.). na realização de atividades que se destinem ao reforço e desenvolvimento de competências específicas. 6 de 56 . Art.podem matricular-se e frequentar escolas com unidades Guia orientador de educação especial Pág. sempre que se justifique. orientação e mobilidade.

do tipo de provas e instrumentos de avaliação diversificados. Art.conteúdos conducentes à autonomia pessoal e social do aluno.As adequações curriculares individuais podem consistir na alteração do tipo de provas. bem como das condições de avaliação.competências definidas para cada nível de educação e ensino.atividades de cariz funcional centradas nos contextos de vida. . substituição e/ou eliminação de objetivos e conteúdos) de acordo com a funcionalidade do aluno. estejam a três anos de atingir o limite da escolaridade obrigatória. Pressupõe: .dos momentos e período de tempo necessários para a respetiva realização.alterações significativas no currículo comum (introdução. . no caso dos alunos que Substitui: .Participação na elaboração do PIT.º 22º. Art. 7 de 56 .º 21º Currículo Específico Individual Artº 21º .da(s) modalidade (s) de avaliação a valorizar.Tecnologias de apoio Consideram-se os dispositivos facilitadores que se destinam a melhorar a funcionalidade e a Guia orientador de educação especial Pág. comunicação e organização do processo de transição para a vida pós-escolar (prioritário). Inclui: . . Art.º 20º Adequações no processo de Avaliação Consiste na alteração: .especializadas à sua problemática. Art.º 20º Adequações no processo de Avaliação . instrumentos de avaliação e certificação.

reduzir a incapacidade do aluno (ex. 5. afetando de forma significativa o desempenho educacional.  tenham uma condição (deficiência ao nível da função do corpo) que afete de modo adverso o seu desempenho educacional. decorrentes de alterações funcionais e estruturais. pondo em causa o seu potencial biopsicossocial. autonomia. com extensão tal que necessite de intervenção especializada.  apresentem um problema que limita/restrinja as tarefas académicas. equipamento informático adaptado.  apresentem um problema de carater permanente ao nível das funções do corpo em que a atividade e participação se apresentem gravemente comprometidas. Critérios de elegibilidade para aplicação das medidas educativas. aprendizagem. 8 de 56 . …). mobilidade. adaptações materiais – mobiliário. Guia orientador de educação especial Pág. relacionamento interpessoal e participação social. quando comparado com os seus pares.  apresentem um distanciamento acentuado em termos de desempenho entre a sua idade cronológica e a sua prestação efetiva. resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação. DGIDC) São elegíveis para educação especial os alunos que:  apresentem limitações significativas ao nível da atividade e participação num ou vários domínios da vida. de carater permanente. cadeira rodas. CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PARA A EDUCAÇÂO ESPECIAL (ver doc.

º3 /2008 . tenham beneficiado de outras medidas educativas. Neste primeiro momento. e estas não se tenham revelado eficazes. devem ser indicados quais os problemas detetados. Referenciação Decreto-lei n. 9 de 56 Guia orientador de educação especial . nomeadamente ao nível da aprendizagem e da participação social nos diferentes contextos. 6.  numa grande parte ou na totalidade do seu percurso educativo apresentam limitações acentuadas num ou mais domínios da vida.1. a iniciativa pode vir de:  Pais ou encarregados de educação. De um modo geral.  Serviços de intervenção precoce.  Docentes. 6.Artigo 5º 6. Pág. Quem pode referenciar? A referenciação pode ser efetuada sempre que existe suspeita que uma criança ou jovem necessita de uma resposta educativa no âmbito da educação especial. que não da educação especial. O que é? A referenciação consiste na comunicação/formalização de situações que possam indiciar a existência de necessidades educativas especiais de carater permanente.2.

Serviços da Segurança Social. 6. Guia orientador de educação especial Pág. plano de recuperação /acompanhamento (no caso de terem sido elaborados) e outros. no qual se regista:  O motivo da referenciação. a família ou responsável legal da criança/jovem deverá ser sempre contactada para autorizar o início do processo de avaliação.  Após a referenciação. Serviços da Educação. Outros. tais como:     Serviços de Saúde.1). embora qualquer destes serviços possa fazer a referenciação. A quem é entregue a referenciação? A referenciação é feita aos órgãos de gestão das escolas ou agrupamentos de escolas da área da residência. 10 de 56 .  Anexa-se toda a documentação que se considere importante para o processo de avaliação (relatório médico/psicológico existentes fichas de avaliação. Como é formalizada a referenciação? A formalização da referenciação é feita através do preenchimento de um formulário (doc.3. 6. Serviços da comunidade. compete à direção do agrupamento desencadear os procedimentos necessários que levarão à tomada de decisão no âmbito do processo de avaliação.4.  Informações sumárias sobre a criança ou jovem. Há que ter presente que.

7.  Se necessário.  Elaborar o Relatório Técnico-Pedagógico (RTP)(doc 3).  Se o aluno não necessita de respostas educativas no âmbito da educação especial. Processo de Avaliação  Analisar toda a informação disponível. Guia orientador de educação especial Pág. recolher mais informação específica.  Se necessita de respostas educativas no âmbito da educação especial: deve elaborarse o Programa Educativo Individual (doc 4). deverá proceder-se ao encaminhamento para outros apoios disponibilizados pela escola que mais se adequem à situação. 11 de 56 .  Avaliação especializada por referência à CIF. preenchimento da Checklist (doc 2).CJ.

bem como para todos os intervenientes no seu processo educativo. O que é? O Programa Educativo Individual (PEI) constitui um documento (doc. 4) que assume a maior importância para os alunos com necessidades educativas especiais de carater permanente. passível de sofrer alterações. Guia orientador de educação especial Pág.  um documento que responsabiliza a escola e os encarregados de educação pela implementação de medidas educativas que promovam a aprendizagem e a participação dos alunos com necessidades educativas especiais de carater permanente.I. O PEI é um instrumento fundamental no que se refere à operacionalização e eficácia da adequação do processo de ensino e de aprendizagem Um PEI é …  um documento formal que garante o direito à equidade educativa dos alunos com necessidades educativas de carater permanente.  um instrumento de trabalho que descreve o perfil de funcionalidade por referência à CIF-CJ do aluno e estabelece as respostas educativas específicas requeridas por cada aluno em particular.  é um documento que fixa e fundamenta as respostas educativas e respetivas formas de avaliação.1. Programa Educativo Individual (P.E. uma vez que se fundamenta numa avaliação compreensiva e integrada do funcionamento do aluno.) Decreto-lei n.º 3/2008 .  um instrumento dinâmico que deve ser regularmente revisto e reformulado. 12 de 56 .8.Artigo 8º 8.

 integra o processo individual do aluno. 8. 13 de 56 .  Distribuição horária das diferentes atividades previstas.  Resumo da história escolar e outros antecedentes relevantes.  Identificação dos profissionais responsáveis.  Indicadores de funcionalidade e fatores ambientais que funcionam como facilitadores ou como barreiras à participação e à aprendizagem. dos objetivos gerais e específicos a atingir e das estratégias e recursos humanos e materiais a utilizar.  Discriminação dos conteúdos.Artigo 9º  Identificação do aluno.  Definição do processo de avaliação da implementação do PEI. Que informação deve obrigatoriamente incluir o PEI? Decreto-lei n.  Definição das medidas educativas a implementar.º 3/2008 .2.  Nível de participação do aluno nas atividades educativas da escola.  Data e assinatura dos participantes na sua elaboração e dos responsáveis pelas respostas educativas a aplicar. Guia orientador de educação especial Pág.

Como proceder à elaboração do PEI? Decreto-lei n.  uma intervenção contextualizada e concertada.  propor as alterações do PEI. por parte de todos.º A elaboração do PEI no âmbito de um trabalho em equipa permite:  a partilha de informação relativa ao funcionamento do aluno em vários contextos. O relatório circunstanciado deve:  ser elaborado pelo educador de infância. 14 de 56 .8. incluindo os pais ou encarregados de educação. 8. Como se avalia o PEI? A avaliação do PEI realiza-se nos momentos de avaliação sumativa interna da escola e consubstanciada num relatório no final do ano letivo – Relatório circunstanciado. 5).º ciclo ou diretor de turma.Artigo 10.  explicitar a necessidade de o aluno continuar a beneficiar de adequações no processo de ensino/aprendizagem. Guia orientador de educação especial Pág.  uma implicação mais ativa e responsável.4. docente de educação especial e outros profissionais que acompanhem o aluno.Neste relatório é descrito o nível de eficácia das medidas de apoio desenvolvidas com o aluno e são definidas propostas das medidas educativas a aplicar no ano letivo seguinte.3.º 3/2008 . professor de 1.  uma compreensão comum. dos facilitadores e barreiras ao desempenho do aluno.  ser aprovado pelo conselho pedagógico e encarregado de educação. por parte de todos os intervenientes. (doc.

6.Artigo 11º O coordenador do programa educativo individual é o educador de infância.5.  Outros técnicos. professor titular de turma ou o diretor de turma. 15 de 56 .  Encarregado de educação. 8. ou seja.8. Quem elabora o PEI? O PEI é elaborado por quem melhor conhece o aluno e por quem trabalha diretamente com ele.  Docente de educação especial. Quem coordena o PEI? Decreto-lei 3/2008 . Guia orientador de educação especial Pág. o professor titular de turma ou o diretor de turma a quem esteja atribuído o grupo ou a turma que o aluno integra. conjunta e obrigatoriamente por:  Educador de infância. A elaboração do programa educativo individual deve decorrer no prazo máximo de 60 dias. após a referenciação.

16 de 56 .3.º 9. deve estabelecerse protocolos com os serviços ou instituições. Quando é que o PIT deve ser elaborado? O PIT (doc.9.) Decreto-lei n. familiar ou numa instituição de carater ocupacional.T.Artigo 14.  Distribuição horária das atividades previstas. O PIT deve corresponder às expectativas dos pais e aos desejos.  Identificação da área. Após o levantamento das necessidades e das oportunidades de formação. O que é o PIT? O Plano Individual de Transição é um documento que complementa o PEI e destina-se a promover a transição para a vida pós –escolar e. para o exercício de uma atividade profissional com adequada inserção social. 9. aspirações e competências do jovem adolescente. onde o jovem vai realizar formação.  Identificação do local e/ou instituição onde o plano será desenvolvido.º 3/2008 . interesses.1.2. Que informação deve obrigatoriamente incluir o PIT?  Identificação do aluno. sempre que possível. Guia orientador de educação especial Pág.6) é parte integrante do PEI.I. A concretização deste plano individual de transição inicia-se três anos antes da idade limite da escolaridade.  Discriminação das competências/objetivos a desenvolver. 9. Plano Individual de Transição (P.

Deve ser datado e assinado por todos os profissionais que participam na sua elaboração. 9. Guia orientador de educação especial Pág. Quem elabora o PIT? É elaborado pela equipa responsável pelo PEI em conjunto com o jovem. sempre que possível.4. Identificação dos profissionais responsáveis. 17 de 56 . bem como pelos pais e. pelo próprio aluno. a família e outros profissionais. nomeadamente das áreas da segurança social e serviços de emprego e formação profissional.

numa menção qualitativa de Não satisfaz. de 19 de fevereiro.no 1º ciclo do ensino básico assume uma forma descritiva em todas as áreas curriculares. ficam dispensados da realização de exames nacionais do 9º ano. são avaliados nos termos definidos no referido programa. acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. ao abrigo da alínea e) do nº2 do artigo 16. Satisfaz bem nas áreas curriculares não disciplinares e áreas curriculares que não façam parte da estrutura curricular comum.nos 2º e 3º ciclos expressa-se numa classificação de 1 a 5 em todas as disciplinas.º 6 /2010. . Os alunos com NEE são avaliados de acordo com o regime de avaliação definido no despacho normativo nº 6 /2010. 7) Registo de avaliação do 2º ciclo. devendo ser efetuada de forma contínua e formalizada no final de cada período escolar. de 19 de fevereiro A Avaliação constitui uma parte integrante do processo de aprendizagem de todos os alunos. de 7 de janeiro. Os alunos que tenham no seu PEI a medida “currículo específico individual”. de 7 de janeiro. Guia orientador de educação especial Pág. . (doc. A avaliação destes alunos. Avaliação Decreto-lei n. obedecendo a sua avaliação ao definido no referido programa.º.º do decreto-lei nº3/2008. ao abrigo da alínea d) do nº2 do artigo 16. ponto 1 e 2 Despacho normativo n.º do decreto-lei nº 3/2008. (doc. 18 de 56 .10. Satisfaz. acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno.º 3/ 2008 .Artigo 20.8) Registo de avaliação do 3º ciclo. Os alunos que tenham no seu PEI a medida “adequações no processo de avaliação”.

19 de 56 .DOCUMENTOS Guia orientador de educação especial Pág.

20 de 56 . retenções. PERCURSO ESCOLAR DO ALUNO (frequência de Jardim-de-Infância. IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO Nome:_____________________________________________________________ Data de nascimento: _____/_____/_________ Idade: _____ anos e _____ meses Morada:___________________________________________________________ Encarregado de Educação: ____________________________________________ Telefone/Telemóvel: _________________________________________________ Jardim-de-Infância/Escola: ____________________________________________ Ano de escolaridade: _________________________________________________ Educador(a)/Professor(a): ____________________________________________ Telefone/Telemóvel: _________________________________________________ 2. DADOS RELEVANTES DA HISTÓRIA FAMILIAR DO ALUNO 3. etc) Guia orientador de educação especial Pág.Recebido a DOC 1 ____/____/________ A direção: ________________ FORMULÁRIO DE REFERENCIAÇÃO PEDIDO DE AVALIAÇÃO/APOIO EM: Psicologia  Terapia da Fala  A PREENCHER PELO TÉCNICO Educado(a)/Professor(a)  Pais  _____h _____m Outro  ____________ Data de aviso da avaliação: _____/_____/_____ Data da avaliação: ___/___/_____ Avisou o: 1.

MEDIDAS E ESTRATÉGIAS JÁ UTILIZADA PARA SUPERAR AS DIFICULDADES DO ALUNO 8.4. com os adultos. escrita. 21 de 56 . etc) 7. cálculo. COMPORTAMENTO DO ALUNO PERANTE AS SUAS DIFICULDADES (com os colegas. OUTROS DADOS RELEVANTES Responsável pelo preenchimento:________________________________________ Guia orientador de educação especial Pág. MOTIVOS DA REFERENCIAÇÃO DO ALUNO 5. raciocínio. com os familiares. leitura. etc) 6. AVALIAÇÕES E/OU AOMPANHAMENTOS NOUTROS SERVIÇOS (se sim. MAIORES DIFICULDADES DO ALUNO (a nível da fala. refira as informações fornecidas nos relatórios – poderá anexar cópia dos relatório relevantes para a situação em questão) 9. linguagem oral.

declaro que tomei conhecimento e concordo com as informações contidas neste documento e autorizo a realização da referenciação solicitada. O Encarregado de Educação ________________________________ _____ de _______________ de 20___ Guia orientador de educação especial Pág.Caramulo. Encarregado de Educação do(a) aluno (a) ____________________________________________. _____ de _____________ de 20___ Eu. 22 de 56 . __________________________________________.

8.Não aplicável2 Qualificadores Capítulo 1 – Funções Mentais (Funções Mentais Globais) b110 Funções da consciência b114 Funções da orientação no espaço e no tempo b117 Funções intelectuais b122 Funções psicossociais globais b125 Funções intrapessoais b126 Funções do temperamento e da personalidade b134 Funções do sono 0 1 2 3 4 8 9 1 2 Este qualificador deve ser utilizado sempre que não houver informação suficiente para especificar a gravidade da deficiência.Deficiência completa. 1.DOC. 23 de 56 .Deficiência ligeira.2 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CARAMULO CHECKLIST (por referência à CIF-CJ) Necessidades Educativas Especiais de Carater Permanente Resultados da avaliação Nome: Idade: Escola/ Jardim: Data de Nascimento: Ano de escolaridade: Funções do Corpo Nota: Assinale com uma cruz (X). à frente de cada categoria. 4.Deficiência moderada 3 – Deficiência grave. o valor que considera mais adequado à situação de acordo com os seguintes qualificadores: 0. 9. Guia orientador de educação especial Pág. 2.Nenhuma deficiência.Não especificada1. Este qualificador deve ser utilizado nas situações em que seja inadequado aplicar um código específico.

(Funções Mentais Específicas) b140 Funções da atenção b144 Funções da memória b147 Funções psicomotoras b152 Funções emocionais b156 Funções da percepção b163 Funções cognitivas básicas b164 Funções cognitivas de nível superior b167 Funções mentais da linguagem b172 Funções do cálculo Capítulo 2 – Funções sensoriais e dor b210 Funções da visão b215 Funções dos anexos do olho b230 Funções auditivas b235 Funções vestibulares b250 Função gustativa b255 Função olfactiva b260 Função proprioceptiva b265 Função táctil b280 Sensação de dor Capítulo 3 – Funções da voz e da fala b310 Funções da voz b320 Funções de articulação b330 Funções da fluência e do ritmo da fala Capítulos 4 . 24 de 56 . não especificadas Guia orientador de educação especial Pág. dos sistemas hematológico e imunológico e do aparelho respiratório b410 Funções cardíacas b420 Funções da pressão arterial b429 Funções cardiovasculares.Funções do aparelho cardiovascular.

à frente de cada categoria.b430 Funções do sistema hematológico b435 Funções do sistema imunológico b440 Funções da respiração Capítulo 5 – Funções do aparelho digestivo e dos sistemas metabólicos e endócrino b515 Funções digestivas b525 Funções de defecção b530 Funções de manutenção do peso b555 Funções das glândulas endócrinas b560 Funções de manutenção do crescimento Capítulo 6 – Funções genitourinárias e reprodutivas b620 Funções miccionais Capítulo 7 – Funções neuromusculoesqueléticas e funções relacionadas com o movimento b710 Funções relacionadas com a mobilidade das articulações b715 Estabilidade das funções das articulações b730 Funções relacionadas com a força muscular b735 Funções relacionadas com o tónus muscular b740 Funções relacionadas com a resistência muscular b750 Funções relacionadas com reflexos motores b755 Funções relacionadas com reacções motoras involuntárias b760 Funções relacionadas com o controle do mov. o valor que considera mais adequado à situação ao nível do desempenho (o que o indivíduo faz no ambiente de vida habitual. voluntário b765 Funções relacionadas com o controle do mov. de acordo com os seguintes qualificadores: Guia orientador de educação especial Pág. Involuntário b770 Funções relacionadas com o padrão de marcha b780 Funções relacionadas c/ os músculos e funções do mov. 25 de 56 . Atividade e Participação Nota: Assinale com uma cruz (X).

26 de 56 . 4. 1. Guia orientador de educação especial Pág. 8.Dificuldade completa.Não especificada3.Dificuldade moderada 3 – Dificuldade grave.Dificuldade ligeira. 9. 2.Nenhuma dificuldade.Não aplicável4 Qualificadores Capítulo 1 – Aprendizagem e Aplicação de Conhecimentos d110 Observar d115 Ouvir d130 Imitar d131 Aprendizagem através de acções/ manipulação de objectos d132 Aquisição de informação d133 Aquisição da linguagem d134 Desenvolvimento da linguagem d137 Aquisição de conceitos d140 Aprender a ler d145 Aprender a escrever d150 Aprender a calcular d155 Adquirir competências d160 Concentrar a atenção d161 Direccionar a atenção d163 Pensar d166 Ler d170 Escrever d172 Calcular d175 Resolver problemas d177 Tomar decisões Capítulo 2 – Tarefas e exigências gerais d210 Levar a cabo uma tarefa única d220 Levar a cabo tarefas múltiplas 0 1 2 3 4 8 9 3 4 Este qualificador deve ser utilizado sempre que não houver informação suficiente para especificar a gravidade da dificuldade.0. Este qualificador deve ser utilizado nas situações em que seja inadequado aplicar um código específico.

d230 Levar a cabo a rotina diária d250 Controlar o seu próprio comportamento Capítulo 3 – Comunicação d310 Comunicar e receber mensagens orais d315 Comunicar e receber mensagens não verbais d325 Comunicar e receber mensagens escritas d330 Falar d331 Pré-conversação d332 Cantar d335 Produzir mensagens não verbais d340 Produzir mensagens na linguagem formal dos sinais d345 Escrever mensagens d350 Conversação d355 Discussão d360 Utilização de dispositivos e de técnicas de comunicação Capítulo 4 – Mobilidade d410 Mudar as posições básicas do corpo d415 Manter a posição do corpo d420 Auto-transferências d430 Levantar e transportar objectos d435 Mover objectos com os membros inferiores d440 Actividades de motricidade fina da mão d445 Utilização da mão e do braço d446 Utilização do pé d450 Andar d455 Deslocar-se Capítulo 5 – Auto-cuidados d510 Lavar-se d520 Cuidar de partes do corpo Guia orientador de educação especial Pág. 27 de 56 .

28 de 56 Guia orientador de educação especial .Vida comunitária. social e cívica d910 Vida comunitária d920 Recreação e lazer Fatores Ambientais Pág.d530 Higiene pessoal relacionada com as excreções d540 Vestir-se d550 Comer d560 Beber d571 Cuidar da própria segurança Capítulo 6 – Vida doméstica d620 Adquirir bens e serviços d630 Preparar refeições d640 Realizar o trabalho doméstico d650 Cuidar dos objectos domésticos Capítulo 7 – Interacções e relacionamentos interpessoais d710 Interacções interpessoais básicas d720 Interacções interpessoais complexas d730 Relacionamento com estranhos d740 Relacionamento formal d750 Relacionamentos sociais informais Capítulo 8 – Áreas principais da vida d815 Educação pré-escolar d816 Vida pré-escolar e actividades relacionadas d820 Educação escolar d825 Formação profissional d835 Vida escolar e actividades relacionadas d880 Envolvimento nas brincadeiras Capítulo 9 .

pares.Nota: Podem ser tidas em consideração todas as categorias ou apenas aquelas que se considerem mais pertinentes em função da condição específica da criança/jovem.Não especificada. 4Facilitador/barreira completo. vizinhos e membros da comunidade e330 Pessoas em posição de autoridade e340 Prestadores de cuidados pessoais e assistentes pessoais Guia orientador de educação especial Pág. 9. 29 de 56 . o valor que considera mais adequado à situação. Assinale. a recreação e o desporto e150 Arquitectura. à frente de cada categoria. com (. 2. para cada categoria. colegas. construção e acabamentos de prédios de utilização pública e155 Arquitectura. Assinale com uma cruz (X). As diferentes categorias podem ser consideradas enquanto barreiras ou facilitadores.Facilitador/barreira moderado 3 – Facilitador/barreira grave. medicamentos) e115 Para uso pessoal na vida diária e120 Para facilitar a mobilidade e o transporte pessoal e125 Para a comunicação e130 Para a educação e135 Para o trabalho e140 Para a cultura. de acordo com os seguintes qualificadores: 0. construção e acabamentos de prédios para uso privado Capítulo 2 – Ambiente Natural e Mudanças Ambientais feitas pelo Homem e225 Clima e240 Luz e250 Som Capítulo 3 – Apoio e Relacionamentos e310 Família próxima e320 Amigos e325 Conhecidos.Nenhum facilitador/barreira 1 – Facilitador/barreira ligeiro. 8.Não aplicável Qualificadores Barreira ou facilitador 0 1 2 3 4 8 9 Capítulo 1 – Produtos e Tecnologia e110 Para consumo pessoal (alimentos.) se a está a considerar como barreira ou com o sinal (+) se a está a considerar como facilitador.

Sistemas e Políticas e515 Relacionados com a arquitectura e a construção e540 Relacionados com os transportes e570 Relacionados com a segurança social e575 Relacionados com o apoio social geral e580 Relacionados com a saúde e590 Relacionados com o trabalho e o emprego e595 Relacionados com o sistema político Nome Função / Serviço a que pertence Assinatura Data:___/___/______ Guia orientador de educação especial Pág.e360 Outros profissionais Capítulo 4 – Atitudes e410 Atitudes individuais dos membros da família próxima e420 Atitudes individuais dos amigos e425 Atitudes individuais de conhecidos. colegas e membros da comunidade e440 Atitudes individuais de prestadores de cuidados pessoais e assistentes pessoais e450 Atitudes individuais de profissionais de saúde e465 Normas. práticas e ideologias sociais Capítulo 5 – Serviços. 30 de 56 . pares.

Homologação DOC. 31 de 56 .3 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CARAMULO ___/ ______/ ____ O diretor RELATÓRIO TÉCNICOPEDAGÓGICO (por referência à CIF-CJ) __________________ Necessidades Educativas Especiais de Carater Permanente Resultados da avaliação DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO Nome: Data de Nascimento: Escola / J.: Idade: PERFIL DE FUNCIONALIDADE Funções do Corpo Atividade e Participação Fatores Ambientais Guia orientador de educação especial Pág.I.

32 de 56 Guia orientador de educação especial Saúde Física esqueléticas Voz e fala .2 Se assinalou a opção b) assinale com uma cruz a categoria de NEE. Necessidade de educação especial (assinale com uma cruz) a) Não se confirma a necessidade de uma intervenção especializada de educação especial b) Confirma-se a necessidade de uma intervenção especializada de educação especial 1. tendo em consideração a limitação mais acentuada ao nível do seu funcionamento nos diferentes domínios Tipificação das NEE Sensorial Mentais Neuromusculo- (globais e específicas) Emocionais Linguagem Audição e visão Cognitivas Audição Visão Respostas e medidas educativas a adotar Relatório elaborado por: Pág.1 Se assinalou a opção b) identifique e fundamente a intervenção especializada de educação especial (medidas e recursos): 1.TOMADAS DE DECISÃO 1.

_____________________________________________ _____________________________________________ ______________________________________________ Data: __/ __/ ____ Concordo com o presente relatório. O(A) Encarregado(a) de Educação: ____________________________________ Data: ___/___/_____ Guia orientador de educação especial Pág. 33 de 56 .

34 de 56 .4 Programa Educativo Individual Dec. Lei 3/2008 de 7 de Janeiro Agrupamento de Escolas Ano Letivo 2011/2012 do Caramulo Estabelecimento de Ensino: EB 2.Doc. História Escolar e Pessoal Guia orientador de educação especial Pág.3 do Caramulo Agrupamento de Escolas: do Caramulo Nome do aluno: - Data de Nascimento: Ano de Escolaridade: Turma: Nº: Nome do Pai: Nome da mãe: Residência: Código Postal: Encarregado de Educação: Grau de Parentesco: Docente Responsável pelo Grupo/Turma: Docente de Educação Especial: 1.

35 de 56 .Resumo da História Escolar Outros Antecedentes Relevantes Guia orientador de educação especial Pág.

Funções e Estruturas do Corpo. e Factores Ambientais) Funções do Corpo Factores Pessoais Factores Ambientais Actividade e Participação Página 36 de 56 .2. Perfil de Funcionalidade do Aluno por Referência à CIF-CJ Actividade e Participação.

Qualificadores Actividade e Participação. e Factores Ambientais (Principais indicadores de funcionalidade avaliados) Funções do Corpo Actividade e Participação Facilitadores Barreiras Factores Ambientais Página 37 de 56 . Funções e Estruturas do Corpo.2.1.

Factores Pessoais Página 38 de 56 .

Inclui conteúdos conducentes à autonomia pessoal e social do aluno e dá prioridade ao desenvolvimento de actividades de cariz funcional centradas nos contextos de vida. independentemente do local de residência do aluno.º . à comunicação e Página 39 de 56 . podendo as mesmas traduzir-se na introdução. entre outras __ __ Introdução de objectivos e conteúdos intermédios em função das competências terminais do ciclo ou de curso. duração e local) e) art. Adequações no Processo de Ensino e de Aprendizagem Medidas Educativas a Implementar: a) Art. orientação e mobilidade.Adequações Curriculares Individuais (Anexo 1) Disciplinas : ____ Introduções de áreas curriculares específicas que não façam parte da estrutura curricular comum.Adequações no Processo de Matrícula ____ Possibilidade de a efectuar na escola adequada. do espaço e das actividades ____ b) Estímulo e reforço das competências e aptidões envolvidas na aprendizagem. substituição e ou eliminação de objectivos e conteúdos. b) art.º 20. dos instrumentos de avaliação e certificação ____ Alteração das condições de avaliação (formas e meios de comunicação. Pressupõe alterações significativas no currículo comum.º 21.Adequações no Processo de Avaliação __ _ Alteração do tipo de provas.º 18. ____ Dispensas das actividades que se revelem de difícil execução em função da incapacidade do aluno c) art.Apoio Pedagógico Personalizado ____ a) Reforço das estratégias utilizadas no grupo ou turma aos níveis da organização. ____ Matrícula por disciplinas d) art. nomeadamente leitura e escrita em braille.º 19.º .Currículo Específico Individual (Anexo 2) __X_Substitui as competências definidas para cada nível de educação e ensino.3. ____ d) Reforço e desenvolvimento de competências específicas.º . das características de aprendizagem e dificuldades específicas dos alunos.º .º 17. periodicidade. ____ c) Antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos leccionados no seio do grupo ou da turma. em função do nível de funcionalidade da criança ou do jovem. treino de visão e a actividade motora adaptada.

Outras Informações Inclusão do aluno numa turma com redução do nº de alunos. permitindo o desempenho de actividades e a participação nos domínios da aprendizagem e da vida profissional e social.º 22.4 * * 5. sempre que exista) Responsáveis pelas Respostas Educativas Identificação Dos Intervenientes Funções Desempenhadas Assinatura __________________________ __________________________ __________________________ _________________________ __________________________ Página 40 de 56 . ao abrigo do Despacho nº13170/2009.à organização do processo de transição para a vida pós-escolar f) art.4— As turmas com alunos com necessidades educativas especiais resultantes de deficiências ou incapacidade comprovadamente inibidora da sua formação de qualquer nível de ensino são constituídas por 20 alunos. não podendo incluir mais de 2 alunos nestas condições Plano anual de Transição (Anexar o PIT. ponto 5.º .Tecnologias de Apoio Dispositivos facilitadores que se destinam a melhorar a funcionalidade e a reduzir a incapacidade do aluno.

10-12:55 13:20-14:05 14:10-14:55 14:55-15:40 15:55-16:40 16:40-17:25 Início da Implementação do PEI Implementação e avaliação do PEI Avaliação do PEI Transição entre Ciclos Página 41 de 56 .45 – 9.__________________________ __________________________ _________ Horário Horas 2ª Feira Sala 3ª Feira Sala 4ª Feira Sala 5ª Feira Sala 6ª Feira Sala 8.30 – 1015 10.35-11:20 11:20-12:05 12.30 9.

____________________________________ Professor de Educação Especial…………………………. ____________________________________ Coordenação do PEI a cargo de Director de Turma: Nome: _________________________________ Assinatura: _______________________________ Aprovado pelo Conselho Pedagógico: Data: _________________________________ Assinatura: _______________________________ Homologado pela Direcção: Data: _________________________________ Assinatura: _______________________________ Página 42 de 56 .Assinatura Director de Turma………………………………………. Elaboração e Homologação PEI Elaborado por………………………………………………………...4..

Concordo com as medidas educativas definidas. O Encarregado de Educação: Data: ______________________________ Assinatura: ______________________________ Página 43 de 56 .

3 CICLOS DO CARAMULO Ano Letivo: 2011/2012 1. Situação Escolar do Aluno: Ano: Turma:  Pré -Escolar  1º CEB  2º CEB 3º CEB Nível de Educação ou Ensino: Docente Responsável pelo Grupo/Turma: Docente de Educação Especial: Data de início do Programa Educativo Individual: 3. de 7 de Janeiro. do espaço e das actividades. Definição das Medidas Educativas do presente ano letivo (artº 16º Dec Lei nº 3/2008 de 7 de Janeiro) a) Apoio pedagógico personalizado a) Reforço das estratégias utilizadas no grupo ou turma aos níveis da organização.Relatório Circunstanciado do Programa Educativo Individual Decreto-Lei nº 3/2008. Identificação do Aluno: Nome: Data de Nascimento: Encarregado de Educação: Morada: 2. Artigo 13º Doc 5 ESCOLA BÁSICA 2. Página 44 de 56 .

das características de aprendizagem e dificuldades específicas dos alunos. Apoio Social.b) Estímulo e reforço das competências e aptidões envolvidas na aprendizagem. atividade motora adaptada). Psicologia. Fisioterapia. duração e local. Adequação do currículo dos alunos surdos com ensino bilingue. Unidade de ensino estruturado. Matrícula por disciplinas (nos 2º e 3º ciclos e no secundário). orientação e mobilidade. b) Adequações curriculares Individuais Na introdução às áreas curriculares específicas que não façam parte da estrutura curricular comum (leitura e escrita em Braille. Unidade especializada de apoio a alunos com multideficiência ou surdocegueira. d) Reforço e desenvolvimento de competências específicas (este apoio pode ser dado pelo professor de educação especial). c) Adequações no processo de matrícula Escola/ Jardim-de-infância fora da sua área de residência. Formas e meios de comunicação. c) Na antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos lecionados no seio do grupo ou da turma. Hidroterapia. Adiamento de matrícula (no 1º ano). Instrumentos de avaliação e certificação. treino de visão. Periodicidade. e) Currículo específico individual Plano Individual de Transição f) Tecnologias de apoio OUTROS APOIOS Terapia da fala. Introdução de objetivos e conteúdos intermédios em função das competências terminais do ciclo ou de curso. Página 45 de 56 . Terapia ocupacional. Na dispensa de atividades impossíveis de realizar pelo aluno. d) Adequações no processo de avaliação Tipo de prova.

Página 46 de 56 . Síntese dos resultados obtidos na aplicação do Programa Educativo Individual.Outros (identificar): 4.

Fim de escolaridade obrigatória. Página 47 de 56 . Instrumentos de avaliação e certificação. do espaço e das atividades. Na dispensa de atividades impossíveis de realizar pelo aluno. Matrícula por disciplinas (nos 2º e 3º ciclos e no secundário). Unidade especializada de apoio a alunos com multideficiência ou surdocegueira. para o próximo ano letivo. Unidade de ensino estruturado. treino de visão. Na antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos lecionados no seio do grupo ou da turma. Adiamento de matrícula (no 1º ano). Introdução de objetivos e conteúdos intermédios em função das competências terminais do ciclo ou de curso. orientação e mobilidade. Estímulo e reforço das competências e aptidões envolvidas na aprendizagem. Manter as medidas educativas.5. actividade motora adaptada). Definição das Medidas Educativas para o próximo ano letivo (artº 16º Dec Lei nº 3/2008 de 7 de Janeiro) a) Apoio pedagógico personalizado a) Reforço das estratégias utilizadas no grupo ou turma aos níveis da organização. Reforço e desenvolvimento de competências específicas (este apoio pode ser dado pelo professor de educação especial). d) Adequações no processo de avaliação Tipo de prova. b) c) d) b) Adequações curriculares Individuais Na introdução às áreas curriculares específicas que não façam parte da estrutura curricular comum (leitura e escrita em Braille. Inclusão em Instituição de caráter ocupacional Inclusão no mercado de trabalho Inclusão na formação profissional Inclusão no regime educativo comum 6. Adequação do currículo dos alunos surdos com ensino bilingue. das características de aprendizagem e dificuldades específicas dos alunos. c) Adequações no processo de matrícula Escola/ Jardim-de-infância fora da sua área de residência. Alterar as medidas educativas. Proposta das medidas educativas.

Hidroterapia. Terapia ocupacional. Apoio Social. Psicologia. Estratégias para o próximo ano letivo Responsáveis pela elaboração do relatório DATA: __/___/______ CARGO/FUNÇÃO NOME ASSINATURA Aprovado pelo Conselho Pedagógico: Data: ___/ ___ / _______ Assinatura ___________________________________ Concordo com o presente relatório Data: ___/ ___ / _______ Assinatura do Encarregado de Educação __________________________________________________ Página 48 de 56 . duração e local. e) Currículo específico individual Plano Individual de Transição f) Tecnologias de apoio Outros apoios Terapia da fala. Periodicidade. Outros (identificar) 7.Formas e meios de comunicação. Fisioterapia.

Experiências anteriores em ambiente de trabalho Página 49 de 56 . Expectativas do aluno/família 3.º 14.C. Dados biográficos e informação relevante Nome: N./ C.I.º Ano/Turma: Processo n. D. Nascimento: Escola: Ano Letivo: Residência: Encarregado de Educação: Telefone: 2.º) 1.Doc. 6 PLANO INDIVIDUAL DE TRANSIÇÃO (PIT) (DL 3/2008 – Art.º B.

3. Metas do PIT Ano letivo: _____/_____ 5.2. Áreas/Objetivos Avaliação Áreas Sensibilização à atividade profissional Atitudes e Comportamentos Higiene e segurança Objetivos 1º 2º 3º Observ. Legenda: NS (Não Satisfaz) ST (Satisfaz) SB (Satisfaz Bem) Página 50 de 56 . Local de estágio: _____________________________________________ 5.4. Área:_______________________________________________________ 5. Experiências de estágio de sensibilização à atividade profissional 5.1.

Avaliação/Validação do Processo Sistema de Avaliação Qualitativo. Intervenientes/Ações a desenvolver ao longo do ano letivo Intervenientes Aluno Encarregado de Educação Professor Educação Especial Monitora formadora Supervisor do local de estágio Diretor de turma Envolvimento/Responsabilidades Coluna com assinaturas 7. Modelo de transição a aplicar após a escolaridade obrigatória* Página 51 de 56 . descritivo e formativo Relatórios. Perfil de Competências do Aluno* 9. contactos formais e informais Contínua/trimestral Formas/meios de Avaliação Momentos de Avaliação 8.6. grelhas de tarefas e assiduidade.

1. Página 52 de 56 . Desenvolvimento das qualificações requeridas para a atividade profissional em causa 5. Outros 10. Possibilidades de trabalho (sugestão da melhor área de trabalho para o aluno)* *O preenchimento destes pontos será concretizado. Oferta de formação ajustada às exigências atuais do mercado de trabalho 4. Oferta de formação vocacional extra 3. Desenvolvimento de competências sociais e comunicacionais 2. no final da escolaridade obrigatória. na altura da transição da informação para o Centro de Emprego ou outra entidade responsável pela formação profissional e acompanhamento do jovem. Formação teórica combinada com a formação prática no local da atividade profissional (sistema dual) 6.

Língua Portuguesa Nível: - Inglês Nível: - Matemática Nível: a) - Ciências da Natureza Nível: - Página 53 de 56 . senhor(a) Aluno: Áreas curriculares do aluno (casa.Doc. ponto 2.º. Lei 3/2008. comunidade. Just. escola e trabalho) Aluno avaliado pelo Dec.7 2º Ciclo Ano letivo: 2011/2012 Registo de Avaliação 1º Período Ano: Turma: Nº Exmo. recreação/lazer. alínea – e) Currículo Específico Individual Disciplinas Faltas Injust. artigo 16.(a). de 07 de Janeiro.

História e Geografia de Portugal Nível: Nível: - Educação Visual e Tecnológica Educação Musical Nível: - - Educação Física Nível: - Educação Moral e Religiosa Católica Nível: - Estudo Acompanhado Menção: - Formação Cívica Menção: - - Atividades de enriquecimento do currículo: Avaliação final de ano: Observações: a) Não frequenta a disciplina. Tomei conhecimento: Diretor de Turma: ______________________ Encarregado de Educação: ___________________ Data: _____/_____/________ Data:_____/_____/_______ Página 54 de 56 .

(a). artigo 16. alínea – e) Currículo Específico Individual Disciplinas Faltas Injust. Lei 3/2008. Língua Portuguesa Nível: - Inglês Nível: - Francês Nível: a) - Matemática Nível: a) - Ciências Naturais Nível: - Físico-Química Página 55 de 56 . de 07 de Janeiro. Just. escola e trabalho) Aluno avaliado pelo Dec. senhor(a) 1º Período Aluno: Áreas curriculares do aluno (casa. comunidade. recreação/lazer.8 Registo de Avaliação 3º Ciclo Ano letivo: 2011/2012 Ano: Turma: Nº Exmo. ponto 2.º.Doc.

Tomei conhecimento: Diretor de Turma: ______________________ Encarregado de Educação: ___________________ Data: _____/_____/________ Data:_____/_____/_______ Página 56 de 56 .Nível: a) - - História Nível: - Geografia Nível: a) - Educação Tecnológica Nível: - Educação Física Nível: - Educação Moral e Religiosa Católica Nível: - ITIC Nível: - Formação Cívica Menção: - Atividades de Acompanhamento e Estudo Menção: Atividades de enriquecimento do currículo: Avaliação final de ano: Observações: b) Não frequenta a disciplina.

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