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O Saber não é

absoluto e a
Ciência está em
constante
mutação.

Que processos são responsáveis pela


unidade, variabilidade e continuidade
da vida?
Hammerling utilizou, nas suas
experiências, duas espécies de
algas verdes: Acetabularia
mediterranea e Acetabularia
crenulada.

Enxertia de um fragmento do talo da Acetabularia


Transplantação cruzada dosmediterranea
núcleos desobre a base
duas da Acetabularia
espécies de algas:crenulada.

Estas duas
espécies de
algas diferem
morfologicam
ente apenas 1 -Acetabularia mediterranea
na forma do 1 – Chapéu crenulada
2 - Acetabularia
2 -Acetabularia
Zona do corte
chapéu. 3 -Fragmento do eixo de
3 - Base ou pé
mediterranea enxertado com a
base da Acetabularia crenulada
4 -Regeneração 4 do- chapéu
Núcleo do tipo mediterranea.
5 - Acetabularia
5 -Remoçãocrenulada
do chapéu
6 - Acetabularia mediterranea
76 -Transplantação
-Regeneração docruzada
chapéudos
do tipo crenulata
núcleos.
8 - Regeneração do chapéu do tipo mediterranea.
9 -Regeneração do chapéu do tipo crenulata
Identifica a localização
da informação
genética a nível
celular?

▪ O núcleo é responsável pela vida e regeneração das


porções perdidas da Acetabulária;

▪ O núcleo determina a forma do chapéu regenerado;

O núcleo exerce uma função importante, na


coordenação das actividades metabólicas das células,
na divisão e transmissão de informação genética de
célula para célula ao longo das gerações, na
regeneração e na sobrevivência das células.
Até à década de 50, do século XX, pensava-se que a
informação necessária para formar um ser vivo
estaria contida nas proteínas

As investigações que se foram realizando vieram


mostrar que era um outro grupo de moléculas, o
responsável pelo armazenamento da informação
genética

Ácidos nucleicos
Experiência de Frederick Griffith (1928)
Experiência de Frederick Griffith

Tendo em conta as características das bactérias indica qual é a


patogénica, na pneumonia em mamíferos? S
Como interpretas estes resultados?
As bactérias do tipo S provocam pneumonia que conduz à morte
dos ratos enquanto as bactérias do tipo R não são patogénicas.
Formula uma hipótese explicativa da presença de Pneumococus
vivos tipo S e R no sangue do rato.
Será que existe uma substância nas células com cápsula que é
libertado no aquecimento tornando células não virulentas em
virulentas.
Griffith não conseguiu explicar o fenómeno evidenciado pelas
suas experiências

Uma possível explicação de Griffith era a de que as bactérias


mortas do tipo S transmitiam alguma informação às bactérias
do tipo R, de forma que estas eram capazes de se tornar
virulentas.

Esta informação deveria ser transmitida por uma substância


química, a que Griffith deu o nome de princípio transformante

Mas qual era esse princípio transformante?


Experiências de Avery e seus colaboradores (1944)
Experiências de Avery e seus colaboradores (1944)

Tratamento com protease – não conseguiram prevenir


a transformação das estirpes não virulentas em
virulentas

Tratamento com DNAase – conseguiram prevenir a


transformação das estirpes não virulentas em
virulentas

As investigações concluíram que o DNA é o suporte


da informação genética e não as proteínas
Interpreta os
resultados obtidos.

▪ Os fragmentos de DNA provenientes de bactérias tipo S (com


cápsula), mortas pelo calor, penetram nas bactérias tipo R (sem
cápsula) vivas e integram-se no DNA nela existente;

• Os pneumococos receptores adquirem a capacidade de fabricar e


sintetizar uma cápsula que os torna patogénicos.
Em que medida o resultado
obtido mostra que o DNA é o
suporte da informação genética.

O princípio transformador é o DNA porque quando os ratos são


inoculados com extracto celular com a enzima desoxirribose
(enzima que degrada a molécula de DNA) a transformação não se
realiza ou seja, os ratos continuam vivos.

Se o DNA é a molécula que contém o material genético


responsável pelo aparecimento da cápsula nas bactérias, poderá
ser também responsável por outras características quer desta
espécie quer de outras espécies de seres vivos.
Experiência de Alfred
Hershey e Martha Chase

▪ Realizaram várias experiências com as bactérias Escherichia coli


e o bacteriófago T2, sabendo que os vírus quando infectam uma
célula, nunca penetram nela.

▪ Hershey e Chase marcaram o DNA de vírus com fósforo


radioactivo (32P) e noutros as proteínas da cápsula com enxofre
radioactivo (35S).
Conclusões

Porque
Comente razão,
a
Como explica
estes
afirmação: “ Os Na marcarem

Ao o
produção
DNA viraldepenetra
novas
que novos vírus
investigadores
trabalhos de cápsulas
as bactérias
sãoeutilizados
radioactivamentenãoéaspossível
não apresentem
marcaram
Hershey e Chase aminoácidos
proteínas.
seguir Este
o seu presentes
trajecto no
proteínas
radioactivamente
reforçam a na bactéria
contém
decurso ada
informação
e que, por
experiência.
marcadas
as proteínas
hipótese eoo
de que isso, não estavam
necessária para a
radioactivament
DNA é dos vírus?
o material marcados de novos
produção
e nas suas
genético, e não as radioactivamente.
vírus, logo o DNA é o
cápsulas?
proteínas.” suporte da informação
genética e não as
proteínas.