Você está na página 1de 15

Cargos numa Roça de Candomblé

-

Olóyès

-

Ogãns e Àjòiès

 

-

Iyalorixá/Babalorixá: Mãe ou Pai de Santo, é o posto mais elevado do Ilê; tem a função de iniciar e completar o ato de iniciação dos olorixás.

-

Iyaegbé/Babaegbé: É a segunda pessoa do axé. Conselheira, responsável pela manutenção da Ordem, Tradição e Hierarquia. Posto paralelo ao da Iyalorixá ou Babalorixá.

-

Iyalaxé: Mãe do axé, a que distribui o axé. É quem escolhe os Oloyes de acordo com as determinações superiores.

-

Iyakekere: Mãe pequena do axé ou da comunidade. Sempre pronta a ajudar e ensinar a todos no Ilê.

-

Ojubonã: É a mãe criadeira.

 

-

Iyamoro: Responsável pelo Ipadê de Exú. Junto com a Agimuda, Agba e Igèna.

-

Iyaefun/Babaefun: Responsável pela pintura dos Iyawos.

-

Iyadagan: Auxilia a Iyamoro e vice-versa. Também possui sub-postos Otun-Dagan e Osi- dagan.

-

Iyabassé: Responsável no preparo dos alimentos sagrados. Todos Olorixás podem auxilia-la, sendo ela a única responsável por qualquer falha eventual.

-

Iyarubá: Carrega a esteira para o iniciando. E usa toalha de Orixá no ombro.

-

Aiyaba

Ewe:

Responsável

em

determinados atos em obrigações de "cantar folhas".

Geralmente filhas de Oxun.

 

-

Aiybá: Bate o ejé em grandes obrigações. Tem sub-posto Otun e Osi.

-

Ològun: Cargo masculino, despacha aos Ebós das grandes obrigações, a preferência é para os filhos de Ogun, depois Odé e Oluwaiyê.

-

Oloya: Cargo feminino, despacha os Ebós das grandes obrigações, na falta de Ològun. São filhas de Oya.

-

Mayê: Mexe com as coisas mais secretas do Axé, ligadas a iniciação do Adoxú.

-

Agbeni Oyê: Posto paralelo a Mayê, divide a mesma causa

-

Oyê: Se relaciona com a Yaefun/Babaefun; ou seja, coisas de AWO para iniciação.

-

Olopondá: Grande responsabilidade na inicição, no âmbito altamente secreto.

-

Iyalabaké: Responsável pela alimentação do iniciado, enquanto o mesmo se encontrar de obrigação.

-

Kólàbá: Responsável pelo Làbá, simbolo de Xângo.

-

Agimuda: Relação com o Ipadê de Exú. Aquela que carrega a espada. Titulo feminino usado no culto de Oya e Geledé.

-

Iyatojuomó: Responsável pelas crianças do Axé.

-

Iyasíhà Aiyabá é quem segura o estandarte de Oxalá.

-

Omolàra: Posto de confiança.

 

-

Sarapegbé: Mensageiro de coisas civis e de awo.

-

Akòwé Ilê Xangô: É a Secretária da casa de Xângo. Zelo, Orô e compras.

-

Babalossayn: Responsável pela colheita das folhas. Cargo de extrema importância.

-

Axogun: Responsável pelos sacrifícios. Traz axé de Ogun. Trabalha em conjunto com Iyalorixá/Babalorixá, Oloyês e Ogans. Não pode errar. Responsável direto pelos sacrifícios do ínicio ao fim do ato. Soberano nestas obrigações, é quem se comunica com o Orixá para quem se destina a obrigação, transmitindo à Iyalaxé as respostas e mandamentos. Deve ser chamado de Pai. E também possui sub-posto Otun e Osi.

-

OgaláTebessê: Dono dos toques, cânticos e danças. Trabalha em conjunto com o Alagbê, possui sub-posto Otun e Osi.

-

Alagbê: Responsável pelos toques rituais, alimentação, conservação e preservação dos Ilùs, os instrumentos musicais sagrados. Nos ciclos de festas é obrigado a se levantar de madrugada para que faça a ALVORADA mais ou menos 40 min. Se uma autoridade de outro

Axé chegar ao Ilê, o Alagbê, tem de lhe prestar as devidas homenagens "dobrar o Ilù" oferecer até sua própria cadeira. Também possui sub-posto Otun e Osi.

- Alagbá: Ambito civil do Axéxe

- Àjòiè: Camareira do Orixá. Ekédi.

- Ojuoba: Posto de honra no Ilê Xangô e possui sub-posto Otun e Osi.

- Teololá: Aquela que acompanha os Obas de Xangô.

- Sobalóju: Título masculino e feminino. Sendo o mais importante e atraente, o preferido do rei.

- Mawo: Grande confiança.

- Balógun: Título ligado ao Ilê Ogun.

- Alagada: Ogan que cuida das ferramentas de Ogun.

- Balóde: Ogan de Odé.

- Aficodé: Chefe do Aramefá (6 corpos) ligado ao Ilê Odé.

- Ypery: Ogan ou Àjòiè de Odé

- Alajopa: Pessoa de Odé, que leva a caça para ele.

- Alugbin: Ogan de Oxalufan e Oxaguian que toca o Ilù dedicado a Oxalá.

- Assogbá: Ogan ligado ao Ilê Omolú e cultos de Obaluaiye, Nanã, Egun e Exú.

- Alabawy: Pessoa que trabalha na área jurídica e que cuida dos interesses civis do Axé.

- Leyn: Pessoa do Ogun ou Odé, que zela Ogun.

- Alagbede: Pessoa que trabalha no ramo de ferro e metais e forja as ferramentas do Axé.

- Elémòsó: Ogan ou Àjòiè de Oxaguian, ligados ao Ilê Oxalá.

- Gymu: Àjòiè de Omolu, que cuida de tudo que se relaciona a Omolu, Nanã e Ossany.

- Kaweó: Ligado ao Ilê Ossaiyn.

- Ogòtún: Ligado ao Ilê Oxun.

- Oba Odofin: Ligado ao Ilê Oxalá.

- Iwin Dunse: Ligado ao Ilê Oxalá.

- Apokan: Ligado ao Ilê Omolú.

- Abogun: Ogan que cultua Ogun

Uma Casa de Candomblé

Para existir um Ilê (casa de candomblé), é necessário um Babalorixá ou Yialorixá, competente, iniciado dentro da lei, seguindo rigidamente ao longo dos seus anos de iniciação suas normas e preceitos, pois somente assim terá o aval, o consentimento, o axé necessário para desenvolvimento das suas dos orixás que os monitoram de forma permanente, permitindo ou até mesmo atribuições, atributos esses consignados por seu iniciador no nosso plano material, e seu consequente desempenho com resultados positivos junto à sua comunidade, que só serão obtidos com a aquiescência interrompendo uma situação de resultados realmente significativos, quer seja na sua leitura esotérica ou no trato com o povo. Como ninguém planta de manhã para colher à tarde, um Ilê com axé, é estruturado com estudo, aprendizado, dedicação, humildade, respeito e principalmente, conduta ritual, a medida que vai "merecendo" os orixás vão lhe "dando" ao ponto de se obter uma estrutura suficiente, para o início das atividades de um novo Ilê. Em alguns casos, até mesmo por falta de um controle e fiscalização, por parte de uma Confederação legitimada, decorrente da não organização dos adeptos, muitos por conveniência, tem casas que são verdadeiros comércios (não pelo fato de cobrarem algum benefício financeiro para sua manutenção e sustento) pelo exagero dos valores pedidos, se aproveitando do medo e da inocência de algumas pessoas, outras instituem total libertinagem por conveniência de seus comandantes e comandados, outras pela sua ignorância ou mal iniciação, em vez de ajudarem acabam causando um mal maior, e, infelizmente somos abrigados a conviver com essas situações que denigrem como um todo a nação candomblecista; Mas como Oxalá é sublime essas barreiras de alguma forma são superadas, não colocando em risco a religião yorubá, e tão somente fornecendo subsídios à algumas alas de algumas Igrejas, que se aproveitam

desses casos de exceções para se enaltecerem e nos escrachar, com objetivos de "angariar" mais fiéis, visando uma melhoria de arrecadação, mas como Deus é único, de alguma forma nos protege e seguimos adiante. As pessoas que frequentam uma casa de candomblé, basicamente são:

praticantes, simpatizantes e usuários. A procura por esta religião tanto para prática como consulta, muito é em virtude de um atendimento pessoal e individualizado, em que as pessoas tem uma participação ativa, naquele instante a pessoa não é uma a mais numa multidão, mas o centro das atenções, de uma forma que possa canalizar toda sua fé, para obtenção do seu objetivo, e frise-se, a fé é fundamental e necessária para qualquer intento, onde cada um deve fazer o melhor possível a sua parte, no caso de quem está sofrendo a ação, comparecer fisicamente com o material no dia e hora marcado, quando solicitado ou orientado para tal, e fazê-lo com muita fé e dedicação.

A hierarquia

Observância de uma hierarquia rígida é o instrumento que mantém permanentes as

instituições, como o Estado, o exército, a religião

subordinação dos poderes eclesiásticos, civis e militares; graduação de autoridade, correspondente às várias categorias. Em princípio, é o tempo de iniciação religiosa que conta, vale o ditado - antiguidade é posto - seguido do Oye (cargo) que a pessoa ocupe; o mais velho é sempre o mais velho, não importa que mais moço tenha seu cargo religiosos de maior importância; exceção única, feita ao Babalorixá ou Yialorixá, que por poder absoluto, está acima de todo e qualquer outro. De casa para casa ou de nação para nação, variam os cargos e seus nomes, e um ou outro detalhe da escala hierárquica, Via de regra são: - abians - por exprimir uma vontade de participar, ou escolhido a fazer parte da comunidade, recebe do babalorixá, um fio de contas "lavado" (colar ritual, símbolo do orixá do neófito), ou tenha se submetido a um bori (dar "comida" à ori , cabeça física e astral); participam no Ilê, ajudando com tarefas civis, nas festas, na limpeza e arrumação e decoração do barracão, preparo de café e almoço, alguma ajuda na cozinha ritual, onde são preparadas as oferendas dos orixás e demais tarefas afins. - Iyawô - o iniciado, também chamado de adoxú (aquele que levou adoxum ), neste período não lhes são revelados segredos, ficará recluso alguns (que variam de 7 a 21, conforme sua nação), num lugar chamado roncó ou camarinha, um quarto fechado,

com algumas esteiras, é confiado aos cuidados do seu ojúbonà (pai-pequeno ou pai-criador) que o auxiliará e ensinará alguns comportamentos durante todo período da iniciação, o qual juntamente com o iniciado, manterá resguardo neste período. Em um primeiro momento é feita a raspagem do cabelo, símbolo de submissão e humildade e preparo do oxú (o alto da cabeça, a moleira astral, chacra principal do corpo humano) para as obrigações principais. Neste período o iniciado tem como objetivo principal receber axé, a qual será responsável, pelo seu aumento e manutenção, através da rígida observância, da sua conduta ritual. Completados sete anos de iniciação, os iyawôs , após fazem sua "obrigação" ritualística que os 7 anos requer, tornam-se ègbónmí (egbomi - "irmão mais velho"), e tem direito a Ter seu próprio Ilê com a benção e autorização do seu babalorixá, bem como Poderá fazer parte do grupo dos Oloiês. - Oloiês`-, podem adoxús ou não-adoxús; os OGÃS, que quer dizer - chefe - podendo em alguns casos, ter seus otuns e osis ; os postos de AXOGUN, ALABÊ, OGOTUN, AFICODÉ, IPERILODÉ, ELEMOXÓ, ILÊIGBÓ, PEJIGAN em paralelo a IYAEGBÉ, IYAKEKERÉ (mãe pequena), BABÁKEKERÊ (pai pequeno), YIÁMORÔ, AJOIÊ ou EKÉDE, DAGÃ, SIDAGÃ, em casa de Xangô, o cargo da KOLABÁ, a IYÁ SIHA (relacionado a um ato litúrgico de Oxalá), IYÁEFUN(BABÁ), IYÁLOSSAIN (BABÁ), IYÁBASÉ. Mais especificamente no ILÊ AXÉ OPÔ AFONJÁ tem os OBÁS DE XANGÔ, seis da direita (otuns), com voz e voto; seis da esquerda (osis) somente com voz. - Agbá - duas condições a um só tempo: a) antiguidade iniciática (mais de 50 anos); b) antiguidade cronológica (mais de 60 anos). - Iyálorixá - (Iyálaxé)/Babalorixá. Uma fila hierárquica, a exemplo da que acontece nas "Águas de Oxalá" assim e procede: Iyálorixá (babá), seguindo os demais Adoxú, quer sejam oloiês ou não, de acordo com o tempo de iniciação, sempre o mais velho na frente do mais moço, sendo a segunda da fila a(o) Iyáegbé (mais velho(a) adoxú do axé e segue a fila de acordo com o tempo de iniciação, atrás do último adoxú, alternando-se ogans e ajoiés, de acordo com o tempo de confirmação, atrás virão ao abians. O mais velho é tudo; sempre se é iyawô para o

sua tradução literal expressa: ordem e

imediato "mais velho", no próprio "barco" (mais de um iniciado recolhido ao roncó para iniciação) de iyawôs encontramos a figura do mais velho, chamado dofono , e sucessivamente dofonitinho, fomo,

fomotinho, gamo gamotinho

devendo, este, contudo, ser o primeiro a servir seus demais irmãos mais moços. É muito importante o mais velho se colocar no difícil papel; é o responsável - sem que muitas vezes saiba - pelo futuro do seu mais novo, seus anseios, esperanças, fantasias

ao dofono é aquele a quem se pede a benção em primeiro lugar,

A quizila e as proibições

A quizila é uma forma de reação negativa que atinge as pessoas, quer seja fisicamente, causando algum mal estar, ou, na vida pessoal gerando algum "atrapalho" ou perda; e, acontece quando comemos ou fazemos algo que não devemos; todos os orixás tem suas quizilas, e como filhos devemos respeitá-las, por exemplo: não devemos comer determinadas comidas, que são oferecidas aos orixás, pelo fato que, quando oferecemos à eles esta comida, eles "transformam" as energias daquela comida, em energia positiva para nós, das quais estamos precisando constantemente, portanto é comida do orixá, não nossa. A quizila, em alguns casos, é como se fosse uma "alergia" natural, que comemos alguma coisa, e imediatamente temos uma reação alérgica, porém a mais perigosa é aquela que não sentimos de imediato alguma reação, o que erradamente leva alguns filhos de santo, usarem, um sistema, Ah! Eu comi, não fez mal, não terá problema, aí é que se enganam, pois a reação virá quando menos esperam, atingindo de alguma outra forma. Os iniciados sabem o que devem respeitar, se não o fazem é por serem descomprendidos, evidente que há casos de desconhecimento, por uma má iniciação, e muito mais valor terá, se gostarmos daquilo que não podemos, pois é muito fácil se evitar, o que não gostamos. As proibições mais comuns, são com relação a determinadas comidas, temperos, folhas, bebidas, cores

Cargos (postos) ocupados em um Ilê Axé

Iyalorixá/Babalorixá: Mãe ou Pai de Santo, é o posto mais elevado do ILê; tem a função de iniciar e completar o ato de iniciação dos olorixás.

Iyaegbé/Babaegbé: É a segunda pessoa do axé. Conselheira, responsável pela manutenção da Ordem, Tradição e Hierarquia. Posto paralelo ao da Iyalorixá ou Babalorixá.

Iyalaxé: Mãe do axé, a que distribui o axé. É quem escolhe os Oloyes de acordo com as determinações superiores.

Iyakekere: Mãe pequena do axé ou da comunidade. Sempre pronta a ajudar e ensinar a todos no Ilê.

Ojubonã: É a mãe criadeira.

Iyamoro: Responsável pelo Ipadê de Exú. Junto com a Agimuda, Agba e Igèna.

Iyaefun/Babaefun: Responsável pela pintura dos Iyawos.

Iyadagan: Auxilia a Iyamoro e vice-versa. Também possui sub-postos Otun-Dagan e Osi-dagan.

Iyabassé: Responsável no preparo dos alimentos sagrados. Todos Olorixás podem auxilia-la, sendo ela a única responsável por qualquer falha eventual.

Iyarubá: Carrega a esteira para o iniciando. E usa toalha de Orixá no ombro.

Aiyaba Ewe: Responsável em determinados atos em obrigações de "cantar folhas". Geralmente filhas de Oxun.

Aiybá: Bate o ejé em grandes obrigações. Tem sub-posto Otun e Osi.

Ològun: Cargo masculino, despacha aos Ebós das grandes obrigações, a preferência é para os filhos de Ogun, depois Odé e Oluwaiyê.

Oloya: Cargo feminino, despacha os Ebós das grandes obrigações, na falta de Ològun. São filhas de Oya.

Mayê: Mexe com as coisas mais secretas do Axé, ligadas a iniciação do Adoxú.

Agbeni Oyê: Posto paralelo a Mayê, divide a mesma causa.

Oyê: Se relaciona com a Yaefun/Babaefun; ou seja, coisas de AWO para iniciação.

Olopondá: Grande responsabilidade na inicição, no âmbito altamente secreto.

Iyalabaké: Responsável pela alimentação do iniciado, enquanto o mesmo se encontrar de obrigação.

Kólàbá: Responsável pelo Làbá, simbolo de Xângo.

Agimuda: Relação com o Ipadê de Exú. Aquela que carrega a espada. Titulo feminino usado no culto de Oya e Geledé.

Iyatojuomó: Responsável pelas crianças do Axé.

Iyasíhà: Aiyabá é quem segura o estandarte de Oxalá.

Omolàra: Posto de confiança.

Sarapegbé: Mensageiro de coisas civis e de awo.

Akòwé Ilê Xangô: É a Secretária da casa de Xângo. Zelo, Orô e compras.

Babalossayn: Responsável pela colheita das folhas. Cargo de extrema importância.

Axogun: Responsável pelos sacrifícios. Traz axé de Ogun. Trabalha em conjunto com Iyalorixá/Babalorixá, Oloyês e Ogans. Não pode errar. Responsável direto pelos sacrifícios do ínicio ao fim do ato. Soberano nestas obrigações, é quem se comunica com o Orixá para quem se destina a obrigação, transmitindo à Iyalaxé as respostas e mandamentos. Deve ser chamado de Pai. E também possui sub-posto Otun e Osi.

OgaláTebessê: Dono dos toques, cânticos e danças. Trabalha em conjunto com o Alagbê, possui sub- posto Otun e Osi.

Alagbê: Responsável pelos toques rituais, alimentação, conservação e preservação dos Ilùs, os instrumentos musicais sagrados. Nos ciclos de festas é obrigado a se levantar de madrugada para que faça a ALVORADA mais ou menos 40 min. Se um autoridade de outro Axé chegar ao Ilê, o

Alagbê, tem de lhe prestar as devidas homenagens "dobrar o Ilù" oferecer até sua própria cadeira. Também possui sub-posto Otun e Osi.

Alagbá: Ambito civil do Axé.

Àjòiè: Camareira do Orixá. Ekédi.

Ojuoba: Posto de honra no Ilê Xangô e possui sub-posto Otun e Osi.

Teololá: Aquela que acompanha os Obas de Xangô.

Sobalóju: Título masculino e feminino. Sendo o mais importante e atraente, o preferido do rei.

Mawo: Grande confiança.

Balógun: Título ligado ao Ilê Ogun.

Alagada: Ogan que cuida das ferramentas de Ogun.

Balóde: Ogan de Odé.

Aficodé: Chefe do Aramefá (6 corpos) ligado ao Ilê Odé.

Ypery: Ogan ou Àjòiè de Odé

Alajopa: Pessoa de Odé, que leva a caça para ele.

Alugbin: Ogan de Oxalufan e Oxaguian que toca o Ilù dedicado a Oxalá.

Assogbá: Ogan ligado ao Ilê Omolú e cultos de Obaluaiye, Nanã, Egun e Exú.

Alabawy: Pessoa que trabalha na área jurídica e que cuida dos interesses civis do Axé.

Leyn: Pessoa do Ogun ou Odé, que zela Ogun.

Alagbede: Pessoa que trabalha no ramo de ferro e metais e forja as ferramentas do Axé.

Elémòsó: Ogan ou Àjòiè de Oxaguian, ligados ao Ilê Oxalá.

Gymu: Àjòiè de Omolu, que cuida de tudo que se relaciona a Omolu, Nanã e Ossany.

Kaweó: Ligado ao Ilê Ossaiyn.

Ogòtún: Ligado ao Ilê Oxun.

Oba Odofin: Ligado ao Ilê Oxalá.

Iwin Dunse: Ligado ao Ilê Oxalá.

Apokan: Ligado ao Ilê Omolú.

Abogun: Ogan que cultua Ogun.

CARGOS (Ipôs) e OYÊS da Nação ketu e Subdivisões Nagôs!

Os cargos de cada ilê se diferenciam por suas raizes e nação, e ficando a critério do babalorisa do ilê

a nomeação de cada cargo, dependendo da responsabilidade de cada filho da casa. Exitem casas que

no entanto não se cultiva muitos cargos devido a falta dos yawos ou ekedis e ogans e etc

sendo os mesmos responsaveis, segundo o babalorisa da casa ; ficando assim a casa sem tal cultura e fundamentos. Dentro de nossos principios e de nossa cultura deveriamos e vamos nos esforçar para apresentar se,mpre um candomblé de raíz, no qual devemos nos esforçar para não se perderem nossas tradiçoes mais antigas.

Não

Ipôs e Oyês da Nação Ketu e Subdivisões Nagôs:

OGÃN : protetores civis do terreiro antigamente, hoje passa a exercer funções religiosas também. Entre os Ogans destacamos certas funções importantes e de mando dentro do terreiro, juntos com os sacerdotes (as) eles administram os terreiros. ALAGBE: Chefe da comunidade (morada), o Onilu é o escolhido para tocar o atabaque denominado Run, possui seu Otun Alagbe e seu Osí alagbe que tocam os outros atabaques e cantam os candomblés. PEJIGAN: Zeladores do Peji e responsáveis pelo ilê òrìsà. Posto da etni, KETU e não JEJE como se equivocam alguns desinformados. ASOGUN: Sacrifica os animais de quatro pés (Eranko) a priori, e os outros também quando não há na casa seu Otun e seu Osí responsáveis para isso. Posto proveniente do culto de Ogún na África e sua comunidade, portanto não é de bom senso haver Asoguns de outros òrìsà e sim somente filho de Ogún é fato a condição de supremacia que esse Orixá possui sobre os Obés sendo ele mesmo Olobé, ou seja, o dono da faca e louvado antes de qualquer sacrifício para quem procede corretamente. OLOBÉ: Que vem a ser um epíteto de Esu é comum chamar Adébo a esse oyê, possui as mesmas determinações se for feito os atos referentes a Esu dessa condição sacerdotal. SARAPÉGBE: Era quem transmitia as decisões da comunidade, comunicando entre os terreiros, as

festas e obrigações que seriam realizadas. Fazia os convites. Sara= o que corre, pé= e comunica, egbe

= as coisas da comunidade, geralmente esse posto era dado aos filhos de Ogún. Hoje esta esquecida,

sobretudo nas grandes cidades. APEJÁ: Esquecido no Brasil por não haver sacrifícios de cães selvagens como na África. ELEMASÔ : Oyê referente à casa de Osalá, é um titulo do próprio Osalá como conta seu mito, há oyê no culto para situações que envolvem seu culto como o de BABA MI ORO, faz-se necessário que o titulares sejam de Osalá. Suas atuações não se limitam apenas a cerimônia do pilão como muita gente pensa. AKIRIJEBÓ: Pessoas que freqüentam varias casas e não se fixam em nenhuma antigamente eram chamadas de akirijebó, também é um oye da maior importância relacionado a entregas de ebós em locais determinados. EPÊRIN: Posto dado aos filhos do orisa Osòósí, (determinado Osòósí) e refere-se ao seu culto especifico nas casas antigas de candomblé. OJÚ OBÁ: Posto dado às pessoas de Sàngó, seu representante maior foi nosso saudoso Pierre Fatumbi Verger que tinha esse Oye no Àsè do Opo Afonjá. Ë necessário que a casa pertença a Sàngó até mesmo para formar os outros Oye referentes à situação da casa, como mogba, maye, etc. OJÚ ILÊ: O grande anfitrião da religião, sobretudo nas festas onde ficam encarregados de receber os visitantes e acomoda-los, quando se faz necessário ele ajuda em tudo dentro da casa na ausência dos outros Oye. IYÁ EFUN ou BABA EFUN: são os responsáveis, pela pintura dos yawôs.

EKEDJI: Nada mais é que um numeral e significa, portanto segundo, ela auxilia a todos e na ausência das outras AJOIYÊS ela assume, algumas se destacam e são chamadas carinhosamente de mães, não só pelo filho do orisa, que a suspendeu como por toda a comunidade. As Ekedjis podem ser:

IYALASÔ: Cuida das roupas

depois vem o Oyê específico as condições de cada uma. IYÁ EGBÈ- é a conselheira a primeira pessoa do asé, responsavel pela manutenção da ordem, tradição e hierarquia. IYÁ LAXÉ- Mãe do axé a que escolhe os Oloyês de acordo com as determinações superiores. IYÁ KEKERE- Mãe pequena do ilê ,,e esta pronta para ajudar e ensinar a todos do ilê. OJUGBONÃ - É a mãe criadeira. IYÁ DAGAN- Auxilia a iyamoro e vice-versa. IYÁ BASSÉ- Responsavel pelo preparo dos alimentos, todos podem ajuda-la mas ela é a responsavel por qualquer falha no manj,ar dos Orisas. IYÁ ROBÁ- Responsável pela esteira do iniciado e carrega a toalha do orisa para sua acessoria. IYABA EWE- Responsavel por determinados atos em obrigações de uso de ewe. OLOGUN- Cargo masculino que despacha os ebós das grandes obrigações.De preferência para filhos de Ogum. OLOYA- Cargo feminino que despacha os ebós das grandes obrigações. São filhas de Oyá. OYÊ- Ajudante do yawô, verificando todas os obrigações de ronkó. IYÁ TOJUOMÓ- Responsável pelas crianças da casa. BABA LOSSAYN- Responsável pelos fundamentos dos banhos e de tudo que leva folhas ou ervas e cargo de intensa responsabilidade. São filhos de Ossayn. ALABAWY-Que trabalha na area juridica e cuida dos interesses civís do ilê. ABIÃ- Em yorubá significa "aquele que vai nascer". Aspirante que ainda não passou pelo processo de iniciação. IAWÔ - Iniciado. Termo que designa o noviço após a fase de reclusão iniciatória. EBOMI - Título dado ao Iaô após sete anos de iniciação. BABALAÔ - "Pai do Segredo". Sacerdote responsável pelos processos divinatórios.

IYALÊ: Mãe da casa, auxiliar direta da Iyalorisa. Ekedi é o Ipô (cargo),

Os Cargos Dentro do Candomblé

A hierarquia do candomblé:

Os Cargos dentro da casa de candomblé - O candomblé é uma religião que muito teve que lutar pra chegar até os dias de hoje, um dos fatores que manteve a sua sobrevivência foi a hierarquia. A hierarquia dentro de uma casa de candomblé sempre foi inquestionável e está . Primeiro vamos ver os cargos que também designam uma hierarquia dentro de uma casa de Ketu:

1. Yalorixá/Babalorixá: Mãe ou Pai de Santo. É o posto mais elevado na tradição afro-brasileira.

2. Yaegbe/baegbeé: É a segunda pessoa do axé. Conselheira, responsável pela manutenção da Ordem, Tradição e Hierarquia.

3. Iyalaxé: Mãe do axé, a que distribui o axé.

4. Iyakekere/ Babakekere: Mãe / Pai pequeno do axé ou da comunidade. Sempre pronta a ajudar e ensinar a todos iniciados.

6.

Iyamoro: Responsável pelo Ipadê.

7. Iyaefun / Babaefun: Responsável pela pintura branca das Iyawos.

8. Iyadagan: Auxilia a Iyamoro.

9. Iyabassê: Responsável no preparo dos alimentos sagrados.

10. Iyarubá: Carrega a esteira para o iniciando.

11. Aiyaba Ewe: Responsável em determinados atos e obrigações de "cantar folhas.

12. Aiybá: Bate o ejé nas obrigações.

13. Ològun: Cargo masculino. Despacha os Ebós das obrigações, preferencialmente os filhos de Ogun, depois Odé e Obaluwaiyê.

14. Oloya: Cargo feminino. Despacha os Ebós das obrigações, na falta de Ològun. São filhas de Oya.

15. Iyalabaké: Responsável pela alimentação do iniciado, enquanto o mesmo se encontrar recolhido.

16. Iyatojuomó: Responsável pelas crianças do Axé.

17. Babalossayn: Responsável pela colheita das folhas. Kosí Ewé, Kosí Orixá.

18. Pejigan: O responsável pelos axés da casa, do terreiro. Primeiro Ogan na hierarquia.

19. Axogun: Responsável pelos sacrifícios. Trabalha em conjunto com Iyalorixá / Babalorixá, iniciados e Ogans. Não pode errar.

20. Alagbê: Responsável pelos toques rituais, alimentação, conservação e preservação dos instrumentos musicais sagrados. Nos ciclos de festas é obrigado a se levantar de madrugada para que faça a alvorada. Se uma autoridade de outro Axé chegar ao terreiro, o Alagbê tem de lhe prestar as devidas homenagens.

1. Iyalorixá ou Babalorixá: A palavra iyá do yoruba significa mãe, babá significa pai.

2. Iyaquequerê (mulher): mãe pequena, segunda sacerdotisa.

3. Babaquequerê (homem): pai pequeno, segundo sacerdote.

4. Iyalaxé (mulher): cuida dos objetos ritual.

5. Agibonã: mãe criadeira supervisiona e ajuda na iniciação

6. Ebômi: Ou Egbomi são pessoas que já cumpriram o período de sete anos da iniciação (significado:

meu irmão mais velho).

7. Iyabassê: (mulher): responsável pela preparação das comidas de santo

9.

Abiã ou abian: Novato. É considerada abiã toda pessoa que entra para a religião após ter passado

pelo ritual de lavagem de contas e o bori. Poderá ser iniciada ou não, vai depender do Orixá pedir

a iniciação.

10. Axogun: responsável pelo sacrifício dos animais. (não entram em transe).

11. Alagbê: Responsável pelos atabaques e pelos toques. (não entram em transe).

12. Ogâ ou Ogan: Tocadores de atabaques (não entram em transe).

13. Ajoiê ou ekedi: Camareira do Orixá (não entram em transe). Na Casa Branca do Engenho Velho, as ajoiés são chamadas de ekedis. No Gantois, de "Iyárobá" e na Angola, é chamada de "makota de angúzo", "ekedi" é nome de origem Jeje, que se popularizou e é conhecido em todas as casas de Candomblé do Brasil. (em edição) Lembro aqui que o primeiro povo a chegar no Brasil, foram os Banto (ou Bantu), o segundo Os Nago trazendo a Nação Ketu e por último os Ewe-Fon que aqui passaram a ser denominados como Djeje, hoje uma grande Nação.

A hierarquia do candomblé Jeje:

No Jeje-Mahi

1. Doté é o pai-de-santo, cargo ilustre do filho de Sogbô

2. Doné é a mãe-de-santo, cargo feminino na casa Jeje, similar à Yalorixá Os vodun-ses da família de Dan são chamados de Megitó, enquanto que da família de Kaviuno, do sexo masculino, são chamados de Doté; e do sexo feminino, de Doné

No Jeje-Mina

1. Toivoduno

2. Noche

No Kwe Ceja Undé

• Gaiacú, cargo exclusivamente feminino

• Ekede

Os cargos de Ogan na nação Jeje são assim classificados: Pejigan que é o primeiro Ogan da casa Jeje. A palavra Pejigan quer dizer “Senhor que zela pelo altar sagrado”, porque Peji = "altar sagrado" e Gan = "senhor". O segundo é o Runtó que é o tocador do atabaque Run, porque na verdade os atabaques Run, Runpi e Lé são Jeje. No Ketu, os atabaques são chamados de Ilú. Há também outros Ogans como Gaipé, Runsó, Gaitó, Arrow, Arrontodé, etc.

A hierarquia do candomblé Bantu :

Este povo chegou ao período colonial cuja economia era a cana de açúcar

Títulos Hierárquicos Bantu, Angola, Congo

• Um - Tata Nkisi - Zelador.

• Dois - Mametu Nkisi - Zeladora.

• Três - Tata Ndenge - pai pequeno.

• Quatro - Mametu Ndenge - Mãe pequena (há quem chame de Kota Tororó, mas não há nenhuma comprovação em dicionário, origem desconhecida).

• Cinco - Tata Nganga Lumbido - Ogã, guardião das chaves da casa.

• Seis - Kambondos - Ogãs.

• 7 - Kambondos Kisaba ou Tata Kisaba - Ogã responsável pelas folhas.

• Oito - Tata Kivanda - Ogã responsável pelas matanças, pelos sacrifícios animais (mesmo que axogun).

• Nove - Tata Muloji - Ogã preparador dos encantamentos com as folhas e cabaças.

• 10 - Tata Mavambu - Ogã ou filho de santo que cuida da casa de exu (de preferência homem, pois mulher não deve cuidar porque mulher menstrua e só deve mexer depois da menopausa, quando não menstrua mais, portanto, pelo certo as zeladoras devem ter um homem para cuidar desta parte, mas que seja pessoa de alta confiança).

• 11 - Mametu Mukamba - Cozinheira da casa, que por sua vez, deve de preferência ser uma senhora de idade e que não menstrue mais.

• 12 - Mametu Ndemburo - Mãe criadeira da casa (Ndemburo = runko).

• 13 - Kota ou Maganga - Em outras nações EKEJI (todos os mais velhos que já passaram dos sete anos, mesmo sem dar obrigação, ou que estão presentes na casa, também são chamados de Kota).

• 14 - Tata Nganga Muzambù - babalawo- pessoa preparada para jogar búzios.

• 15 - Kutala - Herdeiro da casa.

• 16 - Mona Nkisi - Filho de santo.

• 17 - Mona Muhatu Wá Nkisi - Filha de santo (mulher).

• 18 - Mona Diala Wá Nkisi - Filho de santo (homem).

• 19 - Tata Numbi - Não rodante que trata de babá Egun (Ojé).

Sacerdotes na África

- BANTU (ANGOLA-KONGO).

• Kubama

adivinhador de 1a categoria.

• Tabi

adivinhador de 2a categoria.

• Nganga-a-ngombo

adivinhador de 3a categoria.

• Kimbanda

feiticeiro ou curandeiro.

• Nganga-a-mukixi

• Niganga-a-nikisi

• Mukúa-umbanda

sacerdote no culto de possessão (Angola).

sacerdote do culto de possessão (Kongo).

sacerdote do culto de possessão (Angola-Kongo).

Divisão Sacerdotais no Brasil

- (ANGOLA-KONGO)

• Mametu ria mukixi

• Tateto ria mukixi

sacerdotisa no Angola.

sacerdote no Angola.

• Nengua-a-nkisi

sacerdotisa no Kongo.

• Nganga-a-nikisi

sacerdote no Kongo.

• Mametu ndenge

mãe pequena no Angola.

• Tateto ndenge

• Nengua ndumba

Pai pequeno no Angola.

mãe pequena no Kongo.

• Nganga ndumba

pai pequeno no Kongo.

• Kambundo ou Kambondo

todos os homens confirmados.

• Kimbanda

• Kisasba

• Tata utala

• Kivonda

• Kambondo poko

• Kuxika ia ngombe

Feiticeiro, curandeiro.

pai das sagradas folhas.

pai do altar.

Sacrificador de animais (Kongo).

sacrificador de animais (Angola).

Tocador (congo).

• Muxiki

tocador( Angola).

• Njimbidi

cantador.

• Kambondo mabaia

responsável pelo barracão.

Kota

todas as mulheres confirmadas.

• Kota mbakisi

• Hongolo matona

responsável pelas divindades.

especialista nas pinturas corporais.

• Kota ambelai

• Kota kididii

• Kota rifula

• Mosoioio

• Kota maganza

• Maganza

• Uandumba

• Ndumbe

toma conta e atende aos iniciados.

toma conta de tudo mantém a paz.

responsável em preparar as comidas sagradas.

as (os) mais antigas.

titulo título alcançado após a obrigação de 21 anos.

título dado aos iniciados.

designa a pessoa durante a fase iniciatória.

designa a pessoa não iniciada

OLÓYÈS, OGANS E ÀJÒYÈS

IYALORIXÁ OU BABALORIXÁ - Mãe ou Pai de Santo é o posto mais elevado do Ilê; tem a função de iniciar e complementar o ato de iniciação dos orixás.

IYAEGBÉ OU BABAEGBÉ - É a Segunda pessoa do Axé. Conselheira (o), responsável pela manutenção da Ordem, tradição e hierarquia. Posto paralelo ao da Iyalorixá ou Babalorixá.

IYALAXÉ - Mãe do Axé, a que distribui o axé. É quem escolhe os Oloyés de acordo com as determinações superiores.

IYAKEKERÊ - Mãe pequena do axé ou da comunidade. Sempre pronta a ajudar e a ensinar a todos no Ilê.

OJUBONÃ - A mãe criadeira.

IYAMORÓ - Responsável pelo Ipadê de Exú. Junto com a Agimuda, a Agba e a Igèna.

IYAEFUN/ BABAEFUN - Responsável pela pintura dos Iaôs.

IYADAGAN - Auxilia a Iyamoro e vece-versa. Também possui sub-postos: Otun-dagan e Osi-dagan.

IYABASSÉ - Responsável pelo preparo dos alimentos sagrados. Todos os Olorixás podem auxilia-la, sendo ela a única responsável por qualquer falha eventual.

IYARUBÁ - Carrega a esteira para o iniciado. Usa toalha de orixá no ombro.

AIYABA EWE - Responsável em determinados atos em obrigações de “cantar folhas”.Geralmente filhas de Oxum.

AIYBÁ - Bate o ejé em grandes obrigações. Tem sub-postos: Otum e Osi.

OLÒGUN - Cargo masculino. Despacha os ebós das grandes obrigações. A preferência é para os filhos de Ogum.

OLOYA - Cargo feminino. Despacha os ebós das grandes obrigações na falta de Ològun. São filhas de Oyá. MAYÊ - Mexe com as coisas mais secretas do Axé, ligada a iniciação do adoxú.

AGBENI OYÊ - Posto paralelo a Mayê, divide a mesma causa.

OLOPONDÁ Grande responsabilidade na iniciação, no âmbito altamente secreto.

IYALABAKÉ - Responsável pela alimentação do iniciado enquanto o mesmo se encontrar de obrigação.

KÓLÀBÀ - Responsável pelo Làbà, símbolo de Xangô.

AGIMUDA - Relação com o Ipadê de Exú. Aquela que carrega a espada. Título feminino usado no culto de Oyá e Geledé.

IYATOJUOMÓ - Responsável pelas crianças do Axé.

IYASIHÁ - Aiyabá que segura o estandarte (bandeira) de Oxalá.

OMOLÀRÀ - Posto de confiança.

SARAPEGBÉ - Mensageiro de coisas civis e de awô.

AKÒWÉ ILÊ XANGÔ - É a secretária da casa de Xangô. Zelo, Orô e compras.

BABALOSSAIN - Responsável pela colheita das folhas. Cargo de extrema importância.

AXOGUN - Responsável pelos sacrifícios. Trás Axé de Ogum. Trabalha em conjunto com Iyalorixá/Babalorixá, Oloyês e Ogans. Não pode errar. Responsável direto pelos sacrifícios do início ao fim do ato. Soberano nestas obrigações é quem se comunica com o Orixá para quem se destina a obrigação, transmitindo à Iyalaxé as respostas e mandamentos. Deve esr chamado de Pai. Também possui sub-posto: Otun e Osi.

ALAGBÊ - Responsável pelos toques rituais, alimentação, conservação e preservação dos Ilús, os instrumentos musicais sagrados. Nos ciclos de festas é obrigado a levantar de madrugada para que faça a ALVORADA durante mais ou menos quarenta minutos. Se uma autoridade de outro Axé chegar ao Ilê, o Alagbê tem de lhe prestar homenagem “dobrar o Ilú” e oferecer até sua própria cadeira. Também possui sub-postos: Otun e Osi.

ALAGBÁ - Âmbito civil do Axé.

ÀJÒIÈ - Camareira do Orixá. EKÉDI OJUOBA - Posto de honra do Ilê de Xangô e possui sub-postos: Otun e Osi.

TEOLOLÁ - Aquela que acompanha os Obás de Xangô.

SOBALÓJU - Título masculino e feminino. Sendo o mais importânte e atraente, o preferido do Rei.

MAAAWO - Grande confiança.

BALÓGUN - Título ligado ao Ilê de Ogum.

ALAGADA - Ogan que cuida das ferramentas de Ogum. BALÓDE - Ogan de Odé

AFICODE - Chefe do Aramefá (seis corpos) ligado ao Ilê de Odé.

YPERY - Ogan ou Àjòiè de Odé.

ALAJOPA - Pessoa de Odé que leva a caça para ele.

ALUGBIN - Ogan de Oxalufãn e Oxaguiãn que toca o Ilú dedicado a Oxalá.

ASSOGBÁ - Ogan ligado ao ilê de Omolú e cultos de Obaluaiyê, Nanã, Egum e Exú.

ALABAWY - Pessoa que trabalha na área jurídica e que cuida dos interesses civis do Axé.

LEYN - Pessoa de Ogum ou Odé que zela de Ogum.

ALAGBEDE - Pessoa que trabalha no ramo de ferro e metais e forjas as ferramentas do Axé.

ELÉMÒSÓ - Ogan ou Àjòiè de Oxaguiãn, ligados ao Ilê de Oxalá.

GYMU - Àjòiè de Omolú, que cuida de tudo que se relaciona a Omolú, Nanã e Ossaiyn.

KAWEÓ - Ligado ao Ilê de Ossaiyn.

OGÒTÚN - Ligado ao Ilê de Oxum.

OBA ODOFIN - Ligado ao Ilê de Oxalá.

IWIN DUNSE - Ligado ao Ilê de Oxalá.

APOKAN - Ligado ao Ilê de Omolú.

ABOGUN - Ogan que cultua Ogum.