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SEBENTA 8º ANO - unidade 4 - ÁREAS DE FIXAÇÃO HUMANA

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Resumo das matérias de geografia a estudar na unidade 4: Áreas de Fixação Humana
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Escola Secundária Fernão Mendes Pinto – Almada ÁREAS DE FIXAÇÃO HUMANA – SEBENTA DAS MATÉRIAS PARA O 8º ANO

SEBENTA DA UNIDADE DIDÁCTICA 4: ÁREAS DE FIXAÇÃO HUMANA
URBANIZAÇÃO E RURALIDADE PAISAGEM URBANA: Classifica -se como solo urbano o que se destina a urbanização e a edificação urbana. O solo urbano compreende os terrenos urbanizados e aqueles cuja urbanização seja possível programar A classificação do solo como urbano observa, cumulativamente, os seguintes critérios: a) Existência ou garantia de provisão [nos planos de ordenamento do território] de infra-estruturas urbanas e de prestação dos serviços associados, compreendendo, no mínimo, os sistemas de transportes públicos, de abastecimento de água e saneamento, de distribuição de energia e de telecomunicações; b) Garantia de acesso da população residente aos equipamentos que satisfaçam as suas necessidades colectivas fundamentais. […]
(Adaptado) Decreto Regulamentar n.º 11/2009. Artigo 6.º Diário da República, 1.ª série — N.º 104 — 29 de Maio de 2009

PAISAGEM RURAL: Classifica -se como solo rural o que se destina ao aproveitamento agrícola, pecuário e florestal ou de recursos geológicos, a espaços naturais de protecção ou de lazer ou a outros tipos de ocupação humana que não lhe confiram o estatuto de solo urbano. A classificação do solo como rural obedece à verificação de um dos seguintes critérios: a) Reconhecida aptidão para aproveitamento agrícola, pecuário e florestal ou de recursos geológicos; b) Ocorrência de recursos e valores naturais, ambientais, culturais ou paisagísticos; c) Ocorrência de riscos naturais ou tecnológicos ou de outros factores de perturbação ambiental, de segurança ou de saúde públicas, incompatíveis com a integração em solo urbano; d) Localização de equipamentos e sistemas indispensáveis à defesa nacional, segurança e protecção civil incompatíveis com a integração em solo urbano;
(Adaptado) Decreto Regulamentar n.º 11/2009. Artigo 5.º Diário da República, 1.ª série — N.º 104 — 29 de Maio de 2009

O espaço rural divide-se em: Espaços agrícolas ou florestais (actividades agrícola, pecuária e florestal). Espaços naturais (áreas de reconhecido interesse natural e paisagístico, cuja utilização dominante não seja agrícola, florestal ou geológica)
Decreto Regulamentar n.º 11/2009. Artigo 6.º Diário da República, 1.ª série — N.º 104 — 29 de Maio de 2009

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ESTRUTURA DAS ÁREAS URBANAS NOÇÃO DE CIDADE (CRITÉRIOS GERAIS E LEI PORTUGUESA): Cidade é uma área designada como tal por meio de leis (variando consoante a lei de cada país). Em Portugal cidade é definida pela Lei nº 11/82: Uma povoação só pode ser elevada a cidade se tiver:  Mais de oito mil eleitores, em um aglomerado populacional urbanizado contínuo.  Pelo menos metade dos seguintes equipamentos colectivos: Instalações hospitalares com serviço de permanência, farmácias, corporação de bombeiros, casa de espectáculos e centro cultural, museu e biblioteca, instalações de hotelaria, estabelecimentos de ensino preparatório e secundário, estabelecimentos de ensino primário e infantários, transporte público e/ou parques ou jardins públicos.  Ou, caso se alegue "importantes razões de natureza histórica, cultural e arquitectónica".
(Adaptado) Lei n.º 11/1982. Artigo 13.º Diário da República, 1.ª série — N.º 125 — 2 de Junho de 1982

Conurbação ou aglomeração urbana: Unificação de duas ou mais cidades, em consequência de seu crescimento. A cidade cresce e prolonga-se para fora dos seus limites, absorvendo aglomerados rurais e outras cidades. Geralmente a conurbação está na origem das áreas metropolitanas.

Área metropolitana: Uma grande área urbanizada formada por uma cidade central (metrópole) e cidades vizinhas (conurbação).

Megacidade: Cidade com mais de 10 milhões de habitantes. Em 2010 existem 21 megacidades (em 2025 existirão 29)
Fonte: United Nations Department of Economic and Social Affairs Population Division (2009) World Urbanization Prospects: The 2007 Revision. www.unpopulation.org

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MORFOLOGIA URBANA (TIPOS DE PLANTAS URBANAS):

Baixa pombalina, Lisboa: Chiado, Cais do Sodré, Terreiro do Paço.

Nova Iorque, EUA: Manhattan, World Trade Center, World Financial Center

PLANTA ORTOGONAL: Inspira-se nas plantas das antigas cidades romanas. Ruas rectilíneas com cruzamentos a formar ângulos rectos. O edificado agrupa-se em quarteirões. Vantagens: - Adapta-se às necessidades dos transportes modernos. - Permite um melhor aproveitamento de todos os terrenos e facilidade nos trabalhos de engenharia. Desvantagens: - Ruas longas e sem escala humana. - Aparecimento de corredores de vento.
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Palmanova, Itália.

Évora, Portugal

PLANTA RADIOCONCÊNTRICA: Com origem nas cidades medievais fortificadas. Ruas conformes ao terreno quase sempre acidentado (elevado, com colinas). As ruas mais importantes partem do centro e dirigem-se radialmente para as portas das muralhas. As ruas secundárias em círculo à volta do centro, ligam as primeiras entre si. Vantagens: -Facilidade em se chegar ao centro a partir da periferia. -Adapta-se bem aos sítios com relevo, onde as ruas seguem as curvas de nível. Desvantagens: - Adapta-se mal às necessidades dos transportes modernos. - Forte assimetria entre a periferia e o centro.
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Casablanca, Marrocos: Medina

Alfama, Lisboa: Sé de Lisboa, Miradouro de Santa Luzia.

PLANTA IRREGULAR: Traçado típico das cidades muçulmanas. Ruas com traçado incoerente e sem organização, muito estreitas, terminam, por vezes, em becos e pátios. Vantagens: - A casa é privilegiada relativamente à rua (o que origina ruas irregulares). - Maior conforto climatérico (em climas quentes). Desvantagens: - Adapta-se muito mal às necessidades dos transportes modernos. - Adapta-se muito mal a trabalhos de engenharia.
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ESTRUTURA FUNCIONAL DAS CIDADES (ÁREAS FUNCIONAIS):

PRINCIPAIS ÁREAS FUNCIONAIS DE UMA CIDADE: - A baixa (ou CBD-Central Business District): centro de negócios e de decisão da cidade função histórica, política, cultural. - Área residencial: função residencial: organizada de acordo com o nível económico dos moradores. - Área industrial: função económica: situadas em áreas periféricas e junto a importantes eixos de circulação da cidade. - Centro histórico: função cultural e residencial; nem todas as cidades o possuem. Predomina o património histórico de interesse turístico.

Em Portugal a qualificação funcional da cidade é definida pelo Decreto Regulamentar nº 11/2009 : 1 — A qualificação funcional do solo realiza -se através da delimitação das seguintes categorias: a) Espaços centrais — áreas que se destinam a desempenhar funções de centralidade para o conjunto do aglomerado urbano, com concentração de actividades terciárias e funções residenciais; b) Espaços residenciais — áreas que se destinam preferencialmente a funções residenciais; c) Espaços de actividades económicas — áreas que se destinam preferencialmente ao acolhimento de actividades económicas; d) Espaços verdes — áreas com funções de equilíbrio ecológico e de acolhimento de actividades ao ar livre de recreio, lazer, desporto e cultura, agrícolas ou florestais; e) Espaços de uso especial — áreas destinadas a equipamentos estruturantes ou a outros usos específicos, nomeadamente de recreio, lazer e turismo; f) Espaços urbanos de baixa densidade — áreas edificadas com usos mistos e que devem ser objecto de um regime de uso do solo que garanta o seu ordenamento numa óptica de sustentabilidade.
(Adaptado) Decreto Regulamentar n.º 11/2009 Diário da República, 1.ª série — N.º 104 — 29 de Maio de 2009

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URBANIZAÇÃO E CIDADES DO MUNDO (TAXA DE URBANIZAÇÃO MUNDIAL):

Decreto Regulamentar n.º 9/2009 Diário da República, 1.ª série — N.º 104 — 29 de Maio de 2009

Taxa de urbanização: Percentagem de população que vive nas cidades em relação à população total do território. População urbana Tu (%) = x 100 População absoluta Suburbanização: Consiste na ocupação das áreas envolventes das cidades por actividades económicas e habitações com menor qualidade de vida.

Periurbanização: Expansão dos limites da cidade para os espaços rurais periféricos.

Rurbanização: Consiste no desenvolvimento das aldeias próximas das grandes cidades e que delas dependem no seu funcionamento.

A URBANIZAÇÃO NA ACTUALIDADE: 2008: pela primeira vez na história, a população urbana será igual à população rural (50%). Actualmente: a maioria da população mundial é urbana. 2050: A população mundial deverá ser 70% urbana.

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População urbana por regiões geográficas (por percentage do total da população). Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York, 2010

População urbana população rural entre 1950 e 2050. Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York, 2010

Em baixo: As 30 maiores cidades do mundo Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York, 2010

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Aglomerados urbanos em 1975 (taxa de urbanização do mundo: 37,2%). Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York 2010

Aglomerados urbanos em 2009 (taxa de urbanização do mundo: 50,1%). Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York 2010

Aglomerados urbanos em 2025 (taxa de urbanização do mundo: 56,6%). Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York 2010

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As megacidades em 1950, 1975, 2009 e 2025. Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York 2010

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CIDADES EM PORTUGAL: Em Portugal pela Lei nº 11/82 uma povoação só pode ser elevada a cidade se tiver:  Mais de 8.000 eleitores, em um aglomerado populacional urbanizado contínuo.  Pelo menos metade dos seguintes equipamentos colectivos: Instalações hospitalares com serviço de permanência, farmácias, corporação de bombeiros, casa de espectáculos e centro cultural, museu e biblioteca, instalações de hotelaria, estabelecimentos de ensino preparatório e secundário, estabelecimentos de ensino primário e infantários, transporte público e/ou parques ou jardins públicos.  Ou, caso se alegue "importantes razões de natureza histórica, cultural e arquitectónica".
(Adaptado) Lei n.º 11/1982. Artigo 13.º Diário da República, 1.ª série — N.º 125 — 2 de Junho de 1982

Em Portugal pela Lei nº 11/82 uma povoação só pode ser elevada a vila se tiver:  Mais de 3.000 eleitores, em um aglomerado populacional urbanizado contínuo.  Pelo menos metade dos seguintes equipamentos colectivos: posto médico, farmácia, casa do povo, casa de espectáculos e centro cultural ou outras colectividades, agência bancária, estação de correios, estabelecimentos comerciais ou de hotelaria, escola pública, transporte público.

EM 2010, PORTUGAL TEM 156 CIDADES.
Consultar listagem em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_cidades_em_Portugal

EM 2010, PORTUGAL TEM 572 VILAS.
Consultar listagem em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_vilas_em_Portugal

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Fonte: Plano Estratégico de Transportes 2008-2020 – 2009

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Fonte: Plano Estratégico de Transportes 2008-2020 – 2009

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Fonte: Plano Estratégico de Transportes 2008-2020 – 2009

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MODOS DE VIDA URBANOS E RURAIS ÊXODO RURAL:
População urbana e população rural entre 1950 e 2050. Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York, 2010

População urbana e rural agrupada segundo o grau de desenvolvimento humano (1950 a 2050). Fonte: United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division: World Urbanization Prospects, the 2009 Revision. New York, 201

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PROBLEMAS E SOLUÇÕES DAS CIDADES:

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS EM 2010: 1º Transportes: é o maior desafio; é o factor-chave na competitividade das cidades. 2º Segurança e protecção: é o segundo maior desafio, que contribui para a competitividade das cidades: O crime organizado surge como o maior problema, seguido, a alguma distância, pelo terrorismo. Os «condomínios fechados» crescerão, especialmente nas cidades emergentes. A vigilância pública é considerada mais importante do que a protecção da privacidade 3º Crescimento económico e pobreza 4º Qualidade ambiental: Poluição do ar Congestionamento rodoviário 5º Energia: necessidades crescentes; a procura será maior do que a oferta. 6º Saneamento básico e recursos hídricos.
Fonte: GlobeScan-Siemens. (2007). Desafios das Megacidades. http://www.siemens.com/megacities

PROBLEMAS SOCIAIS: A criminalidade, a pobreza, os conflitos entre diferentes grupos étnicos e culturais. A segregação urbana (entre bairros ricos e pobres).

PROBLEMAS AMBIENTAIS: As grandes áreas urbanas criam seus próprios microclimas que originam ilhas de calor. A maioria das grandes cidades enfrenta um grave problema ambiental: a poluição atmosférica. A quantidade de resíduos que vai para os aterros sanitários cresce com o tempo, e acumula-se com rapidez, enquanto que os incineradores geram poluição atmosférica. Esgotos e efluentes industriais continuam a poluir cursos de água e orla costeira.

PROBLEMAS DE GESTÃO-ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO: Problemas político-administrativos: serviços públicos tais como policiamento, educação, transportes públicos, manutenção das vias públicas, renovar bairros em decadência estão a cargo dos municípios.

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Fonte: GlobeScanSiemens. (2007). Desafios das Megacidades.

Fonte: GlobeScanSiemens. (2007). Desafios das Megacidades.

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