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PLANTAS MEDICINAIS

PLANTAS MEDICINAIS

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  • BIBLIOGRAFIA CITADA

1

GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO DESENVOLVIMENTO RURAL EMPRESA CATARINENSE DE PESQUISA AGROPECUÁRIA E EXTENSÃO RURAL DE SANTA CATARINA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE ITAJAÍ ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITAJAÍ

PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS
Antônio Amauri Silva Júnior

PROMED – Projeto Plantas Medicinais

Estação Experimental de Itajaí Rodovia Antônio Heil, Km 06, C.P. 277 Fone: (047) 346-5244, Fax: (047) 346-5255 88.301-970 Itajaí – SC - Brasil

2

INDICE
PROMED – Projeto Plantas Medicinais......................................................................................................................................1 AÇAFRÃO-DA-ÍNDIA.................................................6 ACARIÇOBA................................................................7 ACARIÇOBA-MIÚDA..................................................7 AGRIÃO-DO-BREJO....................................................7 AGUAPÉ........................................................................8 AGUAPÉ........................................................................8 AIPO...............................................................................8 ALCACHOFRA.............................................................9 ALECRIM....................................................................10 ALFACE-D’ÁGUA.....................................................11 ALFAVACA-ANISADA.............................................12 ALFAVACA-CHINESA..............................................13 ALFAVACA-DA-HORTA..........................................13 ALFAVACA-DO-MATO............................................14 ALFAZEMA................................................................14 AMBROSIA.................................................................15 AMORA-PRETA.........................................................16 AMORA-DO-MATO...................................................16 ANDRADE..................................................................16 ANIL............................................................................17 ARNICA-DO-MATO..................................................17 ARNICA-DO-CAMPO................................................18 ARRUDA.....................................................................18 ARTEMÍSIA................................................................19 ARTEMÍSIA-ROMANA.............................................20 ASSA-PEIXE...............................................................20 AVELOZ......................................................................21 AVENCA.....................................................................22 AZEDINHA-DA-HORTA...........................................22 BABOSA-DE-BOTICA...............................................23 BABOSA-DE-PAU......................................................24 BABOSA-DE-SOCOTRA...........................................25 BABOSA......................................................................25 BABOSA......................................................................25 BALIERA.....................................................................25 BÁLSAMO-ALEMÃO................................................26 BÁLSAMO-BRANCO................................................26 BALSAMINA..............................................................26 BARBA-DE-VELHO...................................................27 BARDANA..................................................................27 BEIJO-DE-FRADE......................................................28 BELDROEGA..............................................................29 BOLDÃO.....................................................................30 BOLDO-CIDREIRA....................................................30 BOLDO-DO-REINO ...................................................30 BOLSA-DE-PASTOR..................................................31 BORRAGEM...............................................................32 BUCHA........................................................................32 BUVA...........................................................................33 BUXO...........................................................................33 CABAÇA.....................................................................33 CABACINHO-DO-NORTE........................................34 CÁLAMO-AROMÁTICO...........................................34 CALÊNDULA..............................................................35 CAMAPU.....................................................................36 CAMOMILA................................................................36 CAMOMILA-RAULIVEIRA......................................38 CANA-DE-MACACO.................................................38 CANA-DO-BREJO......................................................39 CANA-DE-MACACO.................................................39 CANAMBAIA.............................................................40

3 CANELA-CHEIROSA................................................40 CANFRINHO...............................................................41 CAPIM-LIMÃO...........................................................41 CAPUCHINHA............................................................42 CARAJURÚ.................................................................43 CARDO-DE-SANTA-MARIA....................................43 CARQUEJA.................................................................44 CARQUEJA.................................................................45 CARQUEJA.................................................................45 CARURÚ-DA-ANGOLA............................................46 CARVALHO-EUROPEU............................................46 CATINGA-DE-MULATA...........................................46 CAVALINHA..............................................................47 CELIDÔNIA................................................................47 CENTELHA.................................................................48 CHAPÉU-DE-COURO................................................49 CHAPÉU-DE-COURO................................................49 CIDRÃO.......................................................................50 CIDREIRA...................................................................51 CINAMOMO...............................................................51 CINERÁRIA................................................................52 CIPÓ-CABELUDO......................................................52 CIPÓ-CHUMBO..........................................................53 CIPÓ-MIL-HOMENS..................................................53 CITRONELA...............................................................54 COENTRO...................................................................54 COLÔNIA....................................................................55 CONFREI.....................................................................56 CORDÃO-DE-FRADE................................................57 CORONHA..................................................................57 DENTE-DE-LEÃO......................................................58 DOIS-AMORES...........................................................59 ELIXIR-PAREGÓRICO..............................................59 EMBAÚBA..................................................................60 ENDRO........................................................................60 ERVA-CIÁTICA..........................................................61 ERVA-CIDREIRA.......................................................61 ERVA-DE-BICHO.......................................................62 ERVA-DE-BICHO.......................................................63 ERVA-DE-COLÉGIO..................................................64 ERVA-DE-PASSARINHO..........................................64 ERVA-SANTA............................................................65 ERVA-DE-SANTA-MARIA.......................................65 ERVA-LANCETA.......................................................66 ERVA-TOSTÃO..........................................................67 ESPINHEIRA-SANTA................................................67 ESQUELETO...............................................................68 ESTÉVIA.....................................................................69 ESTRAGÃO.................................................................70 FÁFIA..........................................................................70 FEDEGOSO.................................................................71 FEL-DE-ÍNDIO............................................................71 FIGO-DA-ÍNDIA.........................................................72 FORTUNA...................................................................73 FUNCHO......................................................................73 GELOL.........................................................................75 GENGIBRE..................................................................75 GERVÃO-ROXO.........................................................76 GRANDIÚVA..............................................................76 GUAÇATONGA..........................................................77 GUACO........................................................................78 GUINÉ..........................................................................79 HORTELÃ-BRANCA.................................................80 HORTELÃ-COMUM..................................................81 HORTELÃ-DO-MATO...............................................81

4 HORTELÃ-SILVESTRE.............................................82 HORTELÃ-VERDE.....................................................82 HORTELÃ-VIQUE......................................................82 INCENSO.....................................................................83 INSULINA...................................................................83 IPÊ-ROXO...................................................................84 JACATUPÉ..................................................................85 JALAPA.......................................................................85 JAMBUAÇÚ................................................................86 JOÁ-DE-CAPOTE.......................................................86 JOÃO-GOMES............................................................87 JURUBEBA.................................................................88 JURUBEBA.................................................................88 LÁGRIMA-DE-NOSSA-SENHORA..........................89 LINÁRIA......................................................................89 LÍNGUA-DE-VACA...................................................90 LÍRIO-DO-BREJO.......................................................90 LOSNA.........................................................................91 LOURO........................................................................92 MALVA-CHEIROSA..................................................93 MALVA-COMUM......................................................93 MALVA-CRESPA.......................................................94 MALVA-DE-BOTICA................................................94 MALVAÍSCO..............................................................95 MAMÃOZINHO-DO-MATO......................................95 MANJERICÃO............................................................95 MANJERONA.............................................................96 MARACUTANGO......................................................96 MARCELA-DO-CAMPO............................................97 MARGARIDÃO-AMARELO.....................................97 MARIA-PRETA...........................................................98 MASTRUÇO................................................................99 MELANCIA-DA-PRAIA............................................99 MELÃO-DE-SÃO-CAETANO...................................99 MELHORAL..............................................................101 MENTRASTO............................................................102 MIL-FOLHAS............................................................103 MIMO-DE-VÊNUS...................................................104 MIRRA.......................................................................104 MURTA-DE-CHEIRO...............................................105 MUSSAMBÊ..............................................................105 OFICIAL-DA-SALA.................................................105 ORA-PRO-NOBIS-GRANDE...................................106 ORA-PRO-NOBIS-MIÚDA......................................106 ORÉGANO................................................................107 ORIZA........................................................................107 PARIPAROBA...........................................................108 PATA-DE-VACA......................................................109 PEGA-PEGA..............................................................109 PEIXINHO.................................................................110 PENICILINA..............................................................110 PERIQUITINHO........................................................110 PERPÉTUA................................................................111 PICÃO-PRETO..........................................................111 PINHÃO-BRANCO...................................................112 PINHÃO-ROXO........................................................113 PIXIRICA...................................................................113 POEJO-DA-HORTA..................................................114 PRESUNTO-COM-OVOS.........................................115 QUEBRA-PEDRAS...................................................115 QUEBRA-PEDRAS...................................................116 QUEBRA-PEDRAS...................................................116 QUITOCO..................................................................117 RAIZ-FORTE.............................................................117 ROSA-DE-PORCELANA.........................................117

5 RUBIM.......................................................................118 SABUGUEIRO..........................................................118 SABUGUEIRO..........................................................119 SAIÃO........................................................................119 SALSAPARRILHA...................................................120 SÁLVIA.....................................................................120 SÁLVIA-DO-RIO-GRANDE....................................122 SEGURELHA............................................................122 SELAGINELA...........................................................123 SENE..........................................................................123 SENSITIVA...............................................................124 SERPILHO.................................................................124 SETE-SANGRIAS.....................................................125 SUMARÉ-DA-PRAIA...............................................125 SUMARÉ-DO-MATO...............................................125 SURUCUÍNA.............................................................126 TABOA......................................................................126 TAJUJÁ......................................................................127 TANCHAGEM-MAIOR............................................127 TINGE-OVOS............................................................129 TIRIRICA...................................................................129 TOMILHO..................................................................130 URTIGA.....................................................................130 URUCUM..................................................................131 VALERIANA.............................................................132 VASSOURINHA.......................................................133 VASSOURINHA-DE-BOTÃO..................................133 VERBASCO...............................................................134 VERBENA.................................................................134 VETIVER...................................................................135 VINAGREIRA...........................................................135 VIOLETA-AFRICANA.............................................136 YACON......................................................................136 ZEDOÁRIA................................................................137 GLOSSÁRIO..............................................................139 BIBLIOGRAFIA CITADA........................................141

6

AÇAFRÃO-DA-ÍNDIA
NOME CIENTÍFICO: Curcuma longa L. FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberiaceae. SINONÍMIA: Açafrão-da-terra, açafroeiro-da-índia, cúrcuma, curcumã, batatinha-amarela, gengibre-dourada, mangarataia. HABITAT: Espécie tropical alóctone, originária da Índia e da ilha de Java onde ocorre em campinas de montanha, e introduzida há alguns séculos no Brasil, crescendo subespontaneamente em áreas aluviais e ruderais. FITOLOGIA: Planta herbácea, rizomatosa, de vegetação anual e rizomas perenes. Cresce cerca de 1,30m. As folhas são grandes, 30 a 40cm de comprimento por 15 a 20cm de largura, glabras, com pecíolo tão comprido quanto o limbo. São oblongo-lanceoladas, reunidas na base, acuminada no ápice, oblíquo-nervadas e emanam um perfume agradável, quando amassadas. No inverno catarinense, as folhas secam totalmente e os rizomas voltam a brotar na primavera. O rizoma principal é robusto, com 10 a 12cm de comprimento por 2,0 a 3,0cm de espessura, piriforme, ovóide, carnudo, com ramificações rizomatosas sésseis secundárias laterais com cerca de 1cm de diâmetro, compridas, também tuberizadas, porém mais finas e menos carnudas, cilíndricas. A película externa dos rizomas secundários pode ser cor de palha ou acizentados, porém internamente apresentam forte coloração laranja. Ainda na superfície aparecem marcas circulares a intervalos de 2 a 4cm, resultado das cicatrizes deixadas pelas raízes caducas. A raiz principal tuberosa emite muitas raízes laterais, algumas das quais emitem folhas e podem dar origem a outra planta independente. A senescência das folhas, que culmina no inverno, é decorrente da retranslocação de nutrientes para os rizomas. Inflorescência cilíndrica ou longo-ovóide, com cerca de 12 a 15cm de comprimento e 4 a 6cm de diâmetro. As brácteas são membranosas, lanceoladas-obtusas, cor esbranquiçada ou esverdeada. As flores são amareladas, com cálice tubular, longo-pedunculadas, dispostas em espigas compridas, com brácteas côncavas verde-pálidas, sendo que as superiores com uma mancha rósea . O fruto é uma cápsula bivalve, 3-locular. SOLO: Prefere solos virgens, de mata, ou então os areno-argilosos, profundos, bem drenados e soltos. O pH do solo deve estar em torno de 6,5. Solos compactos ou pesados, retardam a rizomatização e dão origem à rizomas tortos e escabrosos. Para melhorar a aeração e a textura do solo, utiliza-se cinza de casca de arroz, adubação orgânica e/ou areia. CLIMA: Cresce espontaneamente em altitudes das regiões tropicais, onde o clima é temperado e úmido, e as estações são bem definidas. Por ser uma planta rústica, tolera climas mais quentes, mas não causticantes. Sob fortes insolações a planta reduz o crescimento e ostenta uma coloração verde-pálido. A planta é muito sequiosa por chuva. Períodos de estiagem retardam ou paralisam o crescimento da planta. AGROLOGIA • Espaçamento: 1,20 x 0,5m. • Propagação: rizomas novos, plantados inteiros ou em segmentos com pelo menos dois meristemas. Uma planta matriz gera cerca de 10 rizomas-semente. A brotação dos rizomas para plantio inicia em setembro. • Substrato: a muda pode ser produzida em areia, vermiculita ou outro material poroso. Manter o substrato úmido. O plantio direto do rizoma a campo resulta em atraso na emergência e desuniformidade no estande. • Aclimatação: cobre-se o viveiro de mudas com sombrite 50%. • Plantio: outubro. O tranplante é feito quando a muda atinge 20 a 25cm de altura.


• •

Nutrição: a planta é nitrófila, sendo que os sintomas de deficiência de nitrogênio podem aparecer a partir do terceiro mês após o cultivo. Doença: o fungo da antracnose (Colletotrichum curcuma) causa lesões necróticas nas folhas, iniciando pelas mais velhas. Colheita: inicia após o secamento das folhas, ou seja, 9 a 10 meses de ciclo. Normalmente ocorre em meados de julho, coincidindo com a senescência completa da parte aérea. A retirada dos rizomas do solo deve ser cuidadosa a fim de se evitar cortes e rompimento excessivo do rizoma. Rizomas colhidos tardiamente tornam-se duros e fibrosos. Rendimento: 1,1kg de rizomas por planta. Em cultivos comerciais bem conduzidos, é possível obter-se até 9t/ha de rizomas (182). Pós-colheita: os rizomas velhos são utilizados para novo plantio. Os novos são lavados em água potável, são retiradas as raízes laterais, cortados em rodelas, desidratados e moídos. O pó deve ser conservado prerencialmente em recipientes de vidro escuro, para evitar a degradação (fotólise) dos pigmentos e metabólitos aromáticos.

PARTES UTILIZADAS: Rizomas ovóides e os cilíndricos. FITOQUÍMICA: Curcumina, cineol, felandreno e corantes naturais (93). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É colerética (133), colagoga, hipoglicemiante (261), resolutiva, diurética, excitante, cordial, estomáquica, antidiarréica, antiescorbútica, antiespasmódica, emenagoga (445), litotríptica, cicatrizante de feridas (93) e antioxidante. INDICAÇÕES: Indicada para amenorréia, dismenorréia, distensões abdominais e peitorais, reumatalgias (445), hepatite, sarampo, má circulação, hematêmese, epistaxia e hematuria. Micoses de pele podem ser combatidas esfregando-se o rizoma sobre a parte afetada (1) FORMAS DE USO • Geral: 3 a 9g/xícara, em decocção (445). • Infusão: 1 colher das de café de cúrcuma em pó em 1 xícara das de chá de água quente. Abafar e filtrar. Tomar 2 vezes ao dia. • Corante: adicionar 20g do açafrão em pó em 100ml de água filtrada ou destilada. Agitar e deixar sedimentar. Eliminar a água. Repetir por três vezes. Secar em estufa ou em forno o sedimento final, não passando de 100 oC. Após seco, o pó é macerado em álcool de cereais por 7 dias. Filtrar e usar a solução para colorir alimentos e bebidas (294). TOXICOLOGIA: Em doses altas pode causar embriaguez, sono e delírio (93). OUTRAS PROPRIEDADES • O sabor é levemente pungente e amargo. Ao ser cozido, os rizomas exalam um forte aroma que lembra casca descascada de laranja doce e gengibre. • É utilizada em culinária e na indústria alimentícia como condimento, corante natural e aromatizante. • É o principal componente do “curry”- condimento indiano. • Os corantes naturais são utilizados em tinturaria e para colorir ungüentos e óleos medicinais. • Os rizomas são comestíveis e fornecem fécula comparável à da araruta e da mandioca. • Ao ser desidratada e moída, o pó da cúrcuma não deve ser armazenado em recipientes plásticos, sobretudo sacos plásticos, pois os princípios ativos reagem com o material, o qual adquire consistência pegajosa.

em hidroponia. orbiculares peltadas. Preparada em pasta. pequena. As flores são brancas ou amarelopálidas. CLIMA: Espécie de clima tropical a subtropical. diurética. anti-hidrópica e emética em doses mínimas (93). escrófulas. SOLO: Prefere solos úmidos a encharcados. de caule delgado. perene. terrenos sombrios e várzeas úmidas. As plantas são bem mais precoces e apresentam um sabor agradável. glabras. As folhas. . • Aclimatação: as mudas produzidas por estacas devem ser sombreadas até o seu pleno enraizamento.3m. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Béquica.3 x 0. erva-capitão-da-miúda. morféia e afecções tuberculosas (93). FITOLOGIA: Planta herbácea. praias. reniformes. purgativa (257). glabra. escrófulas. oco. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. ocorrendo ao longo de todo o litoral. longo-pedunculadas. sífilis. • Plantio: é feito diretamente a campo. com pintas ou manchas castanho-avermelhadas dispostas notadamente na base do folíolo. OUTRAS PROPRIEDADES: O rizoma branco tem aroma e sabor de salsa. mais saudáveis e suculentas. O enraizamento pode ser feito em areia. multi-anual.Br. Também indicada para o tratamento de erisipelas. ricos em matéria orgânica humosa. vegetando em áreas alagadas. Folhas longo-pecioladas. ACARIÇOBA-MIÚDA NOME CIENTÍFICO: Hydrocotyle leucocephala Cham. margem denteada. grossas. emética. lagoas e várzeas úmidas do sul do Brasil. • Propagação: sementes e segmentos do rizoma. e Schl. • Irrigação: fornecimento regular de água à planta assegura a obtenção de plantas viçosas. • Propagação: segmentos nodais. medindo 20 a 30cm de altura e 4 a 6cm de diâmetro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática. 242). • Colheita: inicia dois meses após o plantio. • Plantio: o ano todo. Preparada em pasta. FORMAS DE USO: Xarope. paludosa. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Folhas alternas. compostas. Solos secos retardam o crescimento e afetam a qualidade da planta. de preferência em solo arenoso. precoces e suculentas. ascendente. ACARIÇOBA NOME CIENTÍFICO: Hydrocotyle bonariensis Lam. originando folhas amareladas. uliginosos e ácidos. com 15 a 20 nervuras radiadas. Peciolulo anguloso. FITOLOGIA: Planta herbácea. luzidios. suco ou in natura. FITOLOGIA: Erva de caule rasteiro. • Propagação: sementes e estacas radicantes. peitoral e antisséptica das vias respiratórias. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. um pouco pilosa. pinatisectas com 11 a 15 folíolos opostos. serve como masticatório (283). para facilitar a colheita de rizomas de melhor qualidade. fibrosas e manchadas. subcilíndrico. INDICAÇÕES: O suco da planta combate sardas e outras manchas dérmicas (257). Pode-se plantar o ano todo e m regiões cujo inverno não é muito rigoroso. É espécie pioneira de restinga litorânea. Encontra-se na natureza associada à Sporobulus ou Iresine portulacoides e Paspalum vaginatum (259). • Hidroponia: a planta é altamente produtiva através do sistema hidropônico. HABITAT: Espécie autóctone que medra em terrenos uliginosos. dispostas em umbelas simples com 20 a 30 flores. as vezes glabra. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. CLIMA: A planta é nativa de regiões de clima ameno. orelha-de-onçarasteira. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. dunas. numerosas. podendo extender-se ao longo da nervura principal.30m. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. Fruto elíptico e achatado. enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. desobstruente do fígado e dos rins. pequenas. É umbrófita. SINONÍMIA: Erva-capitão. à beira de charcos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Brassicaceae.3 x 0. na forma de saladas. e ápice acuminado. Folhas pecioladas. AGRIÃO-DO-BREJO NOME CIENTÍFICO: Nasturtium siifolium R. INDICAÇÕES: O suco da planta combate sardas e outras manchas dérmicas (257). obovados a oblongos. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A raiz é diurética e desobstruente do fígado. com 30 a 40cm de altura. É heliófita e higrófita. flexuosa de caule verde-avermelhado.20m. sífilis. SOLO: Desenvolve-se bem em solos úmidos ou até mesmo os uliginosos. diariamente irrigada. morféia e afecções tuberculosas (93). pouco pilosas. sésseis. pequenas. TOXICOLOGIA: Não deve ser utilizadas pelas gestantes (257). FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. com os nós radicantes. com a formação de folhas maiores. As flores são brancas. crenadas. tornando-se muito fibrosa e com desenvolvimento deficientes sob altas temperaturas. • Produtividade: 300t/ha. Também indicada para o tratamento de erisipelas. em altas doses são tóxicas (93. aperiente. Podem ser feitas até 6 colheitas ao ano. As sementes podem ser postas a germinar em substrato organo-mineral. axilares e irregulares. serve como masticatório (283). prostrada e rizomatosa. crenadas. SINONÍMIA: Cicuta-falsa. estipuladas.30 x 0. Em quantidades maiores passa a ser emética (93). SOLO: A planta é encontrada em solos arenosos. • Plantio: outono e primavera. palmadas. pubescentes. base obtusa. glabros. dispostas em umbelas irregulares.7 CLIMA: Prefere regiões de clima tropical e subtropical. discretamente sulcado longitudinalmente.

O rápido crescimento e disseminação pode constituir-se em obstáculo à navegação. suculenta. Raízes compridas. porém estas não germinam dentro da água. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. • Pode ser usada para a purificação de águas poluídas. murumuru. muito ramificadas e azuladas.8 AGUAPÉ NOME CIENTÍFICO: Eichhornia azurea Kunth. Eichhornia crassipes. procurando-se povoar lagos e açudes com água de boa qualidade. rainhados-lagos HABITAT: Espécie autóctone da região amazônica. HABITAT: Espécie autóctone. PROPRIEDADES anafrodisíaca (169). incluso no perianto. além de ser refrescante. glabro. cadeiras. ereta. murere. aipo-do-rio-grande. que ao nascerem se alimentam delas. de caule ereto.) Solms FAMÍLIA BOTÂNICA: Pontederiaceae. alternos. • As folhas são utilizadas na confecção de esteiras. escuras e foscas. aquática. cordas. 21% de cloro. • Devido a alta taxa de disseminação da espécie. e Apium graveolens L. murure. • É forrageira muito apreciada por bovinos e suínos. perfumada.59% de magnésia (93). • Produção: 480t/ha/ano (242). Pseudo-caules cilíndricos. salsão. verde-brilhante. carnosos. lisos. medindo cerca de 18 a 22cm de diâmetro. AGUAPÉ NOME CIENTÍFICO: Eichhornia crassipes (Mart. ápio. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. pavoã. O fruto é uma cápsula seca. É normalmente cultivado em hortas. SINONÍMIA: Aipo-d'água. em rios e lagos. ou 1. oco. para não afetar a qualidade das folhas e a oxigenação da água. jacinto-d'água. pareci. A profundidade da área alagada não pode ser demasiada. anual ou bianual. rígido. glabro e fistuloso. atingindo 60cm de altura. 1. camalote. com 3 lóculos. são azuis ou lilacinas e estão reunidas em espigas. cortinas e outros artesanatos trançados • Indicada como adubo verde pois os minerais da planta. Fruto botuliforme. em condições desfavoráveis à germinação (209). A viabilidade das sementes pode chegar a 15 anos. A planta tolera níveis elevados de acidez. principalmente livre de metais pesados. em número de 4 a 15. podendo medir 4 a 10cm de comprimento. que permite a plena flutuação da planta. PROPRIEDADES vesicatória (342). colhereira. cheio de parênquima esponjoso que determina a flutuação. obtém-se 30 brotamentos em 23 dias. As flores. verdes. polisperma. murumuru. com água parada ou corrente. rainha-dos-lagos. dama-do-lago. Em áreas sombreadas o limbo tende a ser mais oblongo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Pontederiaceae. • Propagação: segmentos do pseudo-caule (talo simpodial) e sementes. mas que se disseminou para os subtrópicos. ETNOTERAPÊUTICAS: Sedante e INDICAÇÕES: A decocção ou a maceração das folhas em água é utilizada para combater a hepatite. à guisa de ilhas. verde- . com perigônio tubiforme. FITOLOGIA: Planta herbácea. estriado. murerê. orelha-de-veado. Filódios ("folhas") aéreos com grande pecíolo cilíndrico. mas com provável origem amazônica. Eichhornia azurea. • Consórcio: Pistia stratiotes. Toleram águas salgadas por curtos períodos. orelha-de-veado. SINONÍMIA: Aguapé-de-baraço. principalmente livre de metais pesados. pois a planta só floresce quando ocorre o enraizamento no solo. lírio-d’água. grandes e dispostas em espigas que reúnem 10 a 12 flores. 1. ocorrendo em áreas úmidas (182).8% de soda. 12% de cal. crescendo espontaneamente do Rio de Janeiro até a Argentina. Filódios sésseis ou peciolados. nervada. mureru. mureré-orelhade-veado. que são colocados diretamente na água. 7% de anidrido fosfórico. ramificado. AGROLOGIA • O uso medicinal da planta deve prever o cultivo agroecológico. Azolla caroliniana. dama-dolago. e irrigadas diariamente. formado internamente por parênquima esponjoso. mururéde-canudo. As folhas são luzidias. Typha angustifolia e Acorus calamus. • As raízes atuam como incubadoras de ovos de peixes. através de divisão dos talos. As sementes devem ser semeadas em bandejas de isopor ou canteiros. ondulado e um pouco acuminado. Pode ser feita por sementes. flutuantes ou emergentes. muriru. Tem a capacidade de retirar metais pesados da água (209). Habita em ambientes aquáticos. além de conferir um ótimo sabor à carne dos animais. que vegeta em todo Brasil. • Densidade: 1 planta para cada 40m 2 de lâmina d'água. carnosa. aquática. particularmente nas plantas à deriva. muriru. • Propagação: vegetativa. SINONÍMIA: Aguapé-de-flor-roxa. através do raleamento das colônias. aguapé-decordão. medindo 20 a 25cm de altura. Constatou-se experimentalmente que a partir de duas mudas de aguapé. aipo-doce. parecí. Typha angustifolia e Acorus calamus. Na Europa é encontrado até 100m de altitude. A mucilagem de aplica sobre furúnculos e abcessos. que corresponde a 1% do peso verde da planta. OUTRAS PROPRIEDADES • É depurativa e termoreguladora da água.7% de potassa. com cerca de 1mm de diâmetro. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é ótima forrageira (93). AIPO NOME CIENTÍFICO: Apium australe Thou. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. Semente ovóide. Talos carnosos. deve-se conter a expansão do cultivo. baroneza. FITOLOGIA: Planta herbácea. procurando-se povoar lagos e açudes com água de boa qualidade. cilíndrico. mureru. aipodos-pântanos. • Consórcio: Pistia stratiotes.0. aguapé-de-canudo. mureru-orelha-de-veado. com cerca de 60 a 80cm e 1cm de espessura. baroneza. com um pH até 4.200 plantas em 4 meses (209). mureré-de-flor-roxa. cilíndricos. camalote. A infusão das flores é utilizada como febrífuga e diurética (169). AGROLOGIA • Ambiente: O uso medicinal da planta só deve ser feito quando se pratica o cultivo agroecológico. jacintod'água. O limbo é orbicular ou espatiforme. O limbo é orbicular. escura. contendo sementes subcilíndricas. obtuso no ápice e com pecíolo basal inflado. orquídea-d'água. ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente e dispostos em roseta. glabros. flutuante ou parcialmente submersa. Azolla caroliniana.28% de nitrogênio e 0. Forma grandes colônias flutuantes. mureru-de-flor-roxa. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. celeri. contém 28. As flores são violáceas.

hepatite. • Propagação: sementes. sendo utilizados em saladas. decompostas. com 10g/m2 de nitrato de cálcio. enquanto muda. cumárico. ácido palmítico e óleo resina (341). caféico. em jejum . Adubar. • Infuso ou decôcto: ⇒ 2. úlceras de difícil cicatrização. usado para aromatizar alimentos. • As folhas desidratadas e pulverizadas. antiinflamatória. SINONÍMIA: Alcachofra-hortense. favorecem à ocorrência de doenças. a semeadura pode ser feita durante todo o ano. depurativa. catarro pulmonar (341). SOLO: Na Europa é encontrado em solos alagados e salgados (182). que origina podridões. FITOQUÍMICA: A composição da espécie semelhante. cresce a inflorescência . muito grandes. entre elas. • Colheita: ocorre 5 a 6 meses após a emergência. antiasmática e antianêmica (68). manitol. As sementes produzem cerca de 2% de óleo essencial leve (163). carnosas. mal drenados e/ou encharcados a planta apresenta as folhas da saia caídas e com . que causam o secamento das folhas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. com cinco folíolos ovais e as superiores sésseis. originária do norte da África. glicólico. • O pecíolo carnoso e as raízes carnosas são comestíveis. ou no segundo ano. emenagoga (salada) (215). irrigar nos primeiros 10 dias e durante os períodos de estiagem. anti-reumática (271). 50 a 200ml/dia (341). quando associadas à pluviosidade excessiva. revela a presença de óleo essencial contendo apiosídeo. xiquímico. laringite. A germinação ocorre entre 8 e 12 dias . não tolerando geadas e temperaturas acima de 30oC. licores. sésseis ou curtamente pedunculadas. antitérmica. constituem-se em excelente condimento. açúcares. bronquite asmática. sesquiterpenos. eudesmol. curvo. Em solos pesados. dividida em 3 a 4 vezes (nefrite.5%. pubescentes. em forma de cesta. OUTRAS PROPRIEDADES • As sementes um forte aroma. adoçar com mel e tomar diariamente pela manhã. afetando o metabolismo radicial e predispondo a planta às doenças. SOLO: Tem preferência por solos sílico-argiloso-calcários. colites e anemias). FORMAS DE USO: • Infusão: 1 colher das de sopa de raízes ou folhas verdes/litro d'água. nefrite. cumarinas (sesilina. castanho-esverdeado. Tomar 3 xícaras ao dia (257). que infecta as folhas. ALCACHOFRA NOME CIENTÍFICO: Cynara scolymus L. ácidos glicérico. disenteria. pequenas e numerosas. glabro. vulnerária. tônica (257). • Tratamento de sementes: para evitar-se a transmissão de doenças. diurética e anti-hidrópica. O fruto é um esquizocarpo subgloboso. • O óleo essencial é amarelo-claro. doces. ⇒ 25g de raiz ou sementes para 1 litro de água. que causa podridão da raiz. repetindo-se a cada 2 meses. tartárico. málico. que formam uma roseta basal. selineno. excitante. Em regiões de clima ameno. persistente e picante. que são estreitos. Folha: resolutiva e peitoral (341). suborbicular. É feito quando a muda apresenta 6 a 7 folhas definitivas.9 escuras. carnosas na base. aperitiva. ⇒ 30g de folhas em 1 litro de água. expectorante. vinho ou xarope: 20 a 100ml/dia (341). o florescimento e a frutificação. A semeadura pode ser feita em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. podendo atingir até 10cm de diâmetro. Podem também ocorrer a Phoma apiicola.um capítulo de flores roxas com grandes brácteas inermes ou subinermes. verdes ou vermelhas. se for a sementes. sob a forma de saladas (68). bem drenados e nunca ácidos. a Septoria apii. • Extrato fluido: 1 a 5ml/dia. • Elixir. febrífuga. HABITAT: Espécie alóctone. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da asma úmida. anidrido sedanólico. ferúlico. PARTES UTILIZADAS: Raízes. • Adubação: aplicar 4 a 5kg/m 2 de composto orgânico ou estrume animal bem curtido. Prefere solos arenosos ou areno-siltosos. • O consumo regular da planta reduz a eliminação de potássio do organismo humano. • Tintura: 5 a 25ml/dia. Desenvolve-se bem à temperatura de 20 a 25oC. contusões. antiescorbútica (283).6 x 0. Das folhas. 30 a 40 dias após o plantio. ferimentos. afecções febris). • Plantio: março. as basais longo pecioladas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. durante 20 a 30 mintas. cachofra. Para a bronquite asmática. colite. brancacento. ricos em matéria orgânica e bem drenados. As flores. Solos pesados e com drenagem deficiente dificultam as trocas gasosas ao nível de raiz. afecções febris (68). Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (laringite e bronquite) • Suco das folhas: 1 xícara ao dia. FITOLOGIA: Planta herbácea perene ou bisanual que cresce cerca de 1m de altura. resultando em doenças que afetam as folhas. alcalinizante. Bacterium carotovorum. bronquite. Cercospora apii. brancas. cujas sintomas foliares são manchas circulares oleosas e depois castanhas. pinatífidas. sedanolídeo. Altas temperaturas resultam em abortamento de flores e. estão dispostas em umbelas compostas. Após o tranplante. TOXICOLOGIA: Não deve ser utilizada por pessoas portadoras de inflamações renais (257) e diabéticos. guaiacol. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Raiz e semente: estomáquica. e algumas viroses (182). Prefere solos de reação neutra. quando se deseja as folhas e/ou as raízes. flavonóides (apiína). Desenvolve-se bem nas regiões serranas e planaltos. químico. • Pó: raízes secas e moídas polvilhadas 2 vezes ao dia sobre úlceras rebeldes (68). as sementes devem ser tratadas termicamente em água aquecida a 50oC.3m. hepatite. O caule é estriado ou sulcado. As folhas são pinatífidas. pentosanas. perfumes e sabonetes (163). sendo indicada principalmente para atletas (257). carminativa. • Cataplasma: aplicar 2 vezes ao dia a folha sobre a região afetada (ferimentos e contusões). • Rendimento: até 800kg/ha de sementes (182). folhas e sementes. Apium graveolens. com espinhos curtos ou subinermes nos segmentos. CLIMA: É uma espécie de clima subtropical. fumárico. A raiz é indicada para cálculos do fígado e icterícia (271). antiartrítica. retenção de urina. sobretudo a septoriose. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (disenteria. fenol cristalizado. gota e litíase vesicular (257). ou 50 a 60 dias após a semeadura. limoneno. • Doenças: a planta é sensível ao excesso de umidade no solo e no ar. gonorréia. que reúne 6 a 12 raios desiguais. com três folíolos menores e mais estreitos. preferencialmente frescas. isopimpenelina e appigravina) (257). • Irrigação: a planta deve ser irrigada diariamente.

eupéptica. hepática. alecrim-rosmarinho. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. B2. • • As folhas fornecem matéria corante amarela que serve para tingir lã e algodão (93).8m de altura.000ppm. cálcio.5 a 1. antiasmática. dias longos e com bastante luminosidade. 100 a 130 dias após o plantio. Em regiões quentes ou de baixa altitude. As margens das folhas são recurvadas para a face inferior. As flores são atrativas de abelhas. com pêlos estelares na face inferior. O fruto é do tipo aquênio. • Decocção: 30g de folhas para 1 litro de água . alecrinzeiro. • Irrigação: só deverá ser feita se ocorrer um período significativo de estiagens. ALECRIM NOME CIENTÍFICO: Rosmarinus officinalis L. Apresenta sabor muito peculiar. antiesclerosante. enquanto períodos chuvosos ou com nevoeiro reduzem os princípios. • Plantio: outubro a novembro. antianêmica. As estacas podem ser tratadas com IBA. rosmarino. cinarisídeo. Utiliza-se as ponteiras dos ramos. (145). Os rebentos surgem normalmente ao final do ciclo da planta. diminutas. invertase e coalho. em clima temperado-quente (temperaturas entre 5 e 30 oC). Umidade elevada e clima muito frio reduzem o teor das essências da planta. sendo cultivada em hortas e jardins. B1. após as refeições (257). inteiras. hipocolesterêmica. fósforo. cinaropicrina. que cresce de 0. ácido clorogênico. o uso de fito-hormônios acelera o enraizamento. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores (cachopa) são utilizadas como hortaliça. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. estomáquica. • As proteinases presentes nos extratos das inflorescências. SOLO: As qualidades aromáticas são mais pronunciadas quando a planta cresce em solo calcário.50 x 0. lineares. raízes e flor (cachopa). que pode até não ocorrer. Tomar 1 xícara do chá 4 vezes ao dia. olente. cardiotônica (68). CLIMA: Produz melhor em regiões serranas do Brasil. lenhosa. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da arterioesclerose. o florescimento é prejudicado. depurativa. Em regiões quentes e úmidas. alecrim-rosmarino. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Colerética (133). A planta tende a floresce o ano todo e pode viver 8 a 10 anos. TOXICOLOGIA: Pode reduzir a lactação na mulher (257). SINONÍMIA: Alecrim-da-horta. É encontrado até 1. plantar em março a abril. o teor de princípios ativos é reduzido e o crescimento da planta é restrito. ácido indol-butírico. A planta está plenamente aclimatada ao Brasil. • Florescimento: novembro a dezembro. carminativa (145). reunidas em inflorescências axilares e terminais. anti-reumática e febrífuga (215). Folhas sésseis. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (hepatite. Bacillus cereus. rozmarim. uretrite. antidiabética. conferindo uma coloração esbranquiçada. fermentos inulase. afetando a produção de folhas e o florescimento. icterícia (294). colicistite. nefrite. podendo não ocorrer a formação de sementes. • Propagação: sementes e rebentos das raízes. podem ser utilizadas como coagulante do leite (237). Época favorável de estaquia: antes ou depois de uma florada intensa. subsésseis. FITOLOGIA: lanta semi-arbustiva. hepatite. distúrbios digestivos e hepáticos (271) e o raquitismo. pois as regas abundantes são prejudiciais ao conteúdo de óleos essenciais da planta.500m de altitude (96). CLIMA: É de clima temperado quente. pouco fértil em nutrientes. sódio. ácido caféico (257). na fabricação do queijo. seco. opostas. • Colheita das folhas: ocorre após a colheita da cachopa de flores. HABITAT: O alecrim vegeta espontaneamente em terrenos pedregosos e arenosos no litoral dos países mediterrânicos. Noites quentes favorecem o crescimento vegetativo da planta. desbastando-se todas as folhas nos 2/3 basais. quando as mudas apresentarem 4 a 6 folhas. estaquia. alecrim-de-cheiro. • Produção de sementes: janeiro. A produção de mudas via sementes é feita em bandejas de isopor. bilabiadas. por ser rica em ferro. ou seja. É heliófita. Não tolera solo ácidos. FORMAS DE USO • Infusão: 2 colheres das de sopa de folhas frescas picadas em 1 litro d'água quente. na dose de 1. PARTES UTILIZADAS: Folhas. prisão de ventre (145). hipotrigliceridêmica. ervada-graça. sesquiterpenos.) (288). elimina cálculos biliares e ácido úrico e aumenta a ação antitóxica do organismo (257). antiinflamatória. na face superior o tom é verde-escuro. magnésio. C e D.70m. • Plantas daninhas: a planta não tolera competição com outras plantas. hemorróidas. perenifólia. potássio. inulina. casca de arroz tostada e húmus vegetal. Bacillus subtilis e sarcina sp.0m. quando a muda foi obtida de estacas ou mergulhia. . É sensível ao vento e temperaturas muito baixas.2 x 1. B3. azul-claras a esbranquiçadas. à base de vermiculita. O enraizamento demora 3 a 4 semanas após a estaquia. dificultando a perda de água. As mudas são transplantadas com um porte de 20 a 25cm. FITOQUÍMICA: Cinarina. coriáceas. hipotensora (283). como a cinarase. ácido fosfórico e silícico (93) . A produção de óleo essencial é maior no verão do que no inverno (182). libanotis. antiofídica. • Substrato: casca de arroz tostada. arenoso e bem drenado. As flores são hermafroditas. • Propagação: sementes. taninos. alecrim-dejardim. As folhas encanoadas para baixo protegem os estômatos dorsais. vermiculita e a areia lavada (20). colagoga.10 senescência precoce. • Plantio: setembro. Quando obtidas de sementes. Auxiliar no tratamento da obesidade. colicistite e arteriosclerose) • Salada: utilizar as brácteas cruas ou cozidas temperadas com sumo de limão (68). Os ramos são tetragonais quando jovens e pubescentes. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta atividade específica sobre bactérias Gram-positivas (Staphylococcus aureus. ferro. entre o norte da África e sul da Europa. prostatite. Utilizar substrato orgânico aerado. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. divisão de touceiras e mergulhia. de formato ovóide. Utiliza-se também a alporquia ou mergulhia de ramos. A planta vegetativa ou florida é muito ornamental. debilidade cardíaca (68). manganês. com célula grande (tipo tomate). esteróides. com cerca de 15cm de comprimento. com uma frequência de 4 a 5 por planta matriz. diurética (257). ramificada. vitaminas A. perene. flavonóides.

repolhinho-d’água. desintérico (258) e abortivo (145). feridas. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial apresenta forte atividade contra Salmonella sp. odontalgia. misturado com um pouco de água (257).5%. narcótica. prostático. depurativa (93). Desenvolvimento: Por ser uma planta lenhosa. Deixar em maceração por 5 dias. Xarope: ⇒ 20 a 10ml/dia (341) ⇒ Deixar macerar 10 xícaras das de cafezinho de folhas secas em ½ litro de álcool de cereais ou aguardente. vertigem (145). convalescença. Coar. filtrar e conservar em vasilhame escuro. lineol (9). Padrões comerciais: o óleo essencial deve ter. Colheita das folhas: após o início do florescimento. • É repelente de pragas caseiras. calmante (68). antiespasmódica. vasodilatadora. Depois de fria. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante digestiva. guisados. nevralgias. Pode ser utilizado também o óleo essencial.. tomando-se 2 a 3 cálices ao dia (283). saponinas. intestinais e renais. colesterol. Pode ser utilizada também a quantidade de 30 a 60g de folhas por litro de vinho. gôlfo. impotência. 2. tonificante do útero. 3 colheres das de sopa (128). taninos. Florescimento: ocorre mais intensamente a partir de agosto a dezembro. tônica. lentilhad’água. Staphylococcus aureus e três raças de Listeria monocytogenes (132). indigestão. cineol. o crescimento é lento. é embriotóxico em cobaias (105). a partir da dose de 52mg/dia. barrentas e até poluídas e paradas. gota (128) clorose. O amarelecimento das folhas e secamento dos ramos podem ser conseqüência de infecções por fungos Fusarium spp. poliuria. Extrato fluído: 1 a 5ml/dia. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia Vinho: macerar 1 xícara e meia das de chá de folhas em 1 litro de vinho tinto durante 10 dias. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 1 xícara (tipo cafezinho) de folhas secas ou frescas em 1/2 litro d'água. Doenças: as raízes podem ser invadidas por Meloidogyne javanica e M. peixes.5% de ésteres e 10% de borneol (96). antidepressiva. quando então as folhas tornam-se amareladas. nervosismo (215). Apresenta 4. acetato de bornila.11 • • Seleção genética: espécimes de hábito prostrado devem ser eliminados devido a péssima arquitetura. febrífuga (271). As folhas. entre eles a "água de colônia" (93). O mel produzido a partir de sua flores é reputado como sendo da mais alta qualidade alimentar e medicinal. vulnerária. ácido nicotínico (145) e colina. contusões (9). mururé-pagé. histeria. Alelopatia: a planta é alelopata positiva com a sálvia (Salvia officinalis). afecções hepáticas. hemorróidas (257). emenagoga. SINONÍMIA: Erva-de-santa-luzia. incognita (171). Decôcto: a 2. ⇒ 1 colher das de chá em 1 xícara de água quente. colhidas na primavera. estimulante da fecundidade feminina. colagoga. saladas. Tomar uma colher das de chá 3 vezes ao dia.4 a 2% de óleo essencial nas folhas e 1. Banho: ferver 3 xícaras das de chá de folhas em 1 litro de água por 5 minutos. afecções cefálicas. eucaliptol. • A planta é utilizada como condimento. antidiabética (145). A planta pode tornar-se virulenta. cicatrizante (o pó das folhas). ⇒ Deixar macerar 10 xícaras das de cafezinho de folhas secas em ½ litro de álcool de cereais ou aguardente. sudorífica. matérias resinosas e pépticas (341). ⇒ 5 a15g de folhas por litro se água fervente (283). pasta. canfeno. dextrogira. OUTRAS PROPRIEDADES • O sabor das folhas e das sumidades floridas é intensamente aromático. ⇒ 15 g de folhas para 1 litro de água fervente. cânfora. • • • TOXICOLOGIA: Em altas doses é tóxico. canforáceo e algo picante. INDICAÇÕES: É indicada para o tratamento de problemas respiratórios. FAMÍLIA BOTÂNICA: Araceae. escrófulas. pudins e biscoitos. • • • • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Folhas sem ramos. coar e tomar 1 xícara de chá três vezes ao dia (145). eupéptica. dispepsia atônica. • O óleo de alecrim é parasiticida (294). sobretudo de carne. valerianato de bornila. Extrato da planta. enxaqueca. esfriar e misturar à água da banheira. desodorante e tônico capilar) • Desidratada e pulverizada. béquica. Na indústria se utilizam ramos verdes com folha e sumidades. Tomar 1 colher a cada 3 horas (257). Tomar diariamente 40 gotas diluídas em um copo de água. depressão. α-pineno. rugas. quando as plantas já tem mais de 1m de altura. frangos. flor-d'água. excitante (215). aperiente (257). ⇒ Para ½ litro de xarope. no mínimo. Tintura: ⇒ 50g d e folhas secas em 1 litro de álcool. isquemia. Pó: as folhas secas podem ser pulverizadas e utilizadas como cicatrizantes. insônia e torcicolo (1). eupéptica. flavonóides (257).4% na sumidades floridas (96). cansaço físico e mental. estendendo-se pelo verão e outono. . antisséptica. antiasmática e antigripal (283). alcalóides. misturado com um pouco de água (257). Não tolera água salgada. carminativa. estomacal (294). Pode causar gastroenterite e/ou nefrite (385). estomáquica (341). gastralgia. anti-reumática. antireumática. edema. antisséptica. são utilizadas como condimento em culinária. de moscas e borboletas. principalmente. Tomar 1 xícara das de chá em intervalos de 6 horas (257). entorse. Tomar uma colher das de chá 3 vezes ao dia. calmante. cardiotônica. feridas. frigidez. paralisias (93). Filtrar e adoçar com mel. queda de cabelo. ácido rosmarínico. • As sementes contém um óleo essencial cor âmbar utilizado na preparação de cosméticos. celulite. • É utilizada em perfumaria e cosmética (sabonete.5 a 6% de cinzas e 1. anti-hipertensora. úlceras (68). Vegeta em água puras. • A planta é melífera. de 50 a 200ml/dia. Produção de sementes: não ocorre formação de sementes no Litoral de Santa Catarina. balsâmica. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo borneol (9 a 18%) (93). bronquite. pagé. pela predisposição em ser infectada por microorganismos do solo e sujeira. ALFACE-D’ÁGUA NOME CIENTÍFICO: Pistia stratiotes L. HABITAT: Espécie autóctone encontrada em rios e lagoas ricas em matéria orgânica. astenia. coqueluche. Tomar 1 cálice antes das refeições (128). eucaliptol e circol (163). adicionar o suco de 4 xícaras das de cafezinho. atua como incenso (odorizante e abascanto). úlceras. por 10 a 15 dias (tratamento para hemorróidas) (258).

medindo 4 a 6cm de comprimento. anti-herpética. macerado. SINONÍMIA: Alfavaca-do-reino. fendidas ou inteiras no ápice. constituem ótima forragem para porcos (93). e cilíndricos e lenhosos. são utilizadas para retirar nódoas de roupa. expectorante. Inflorescências terminais. ocorre deiscência total das sementes. nervuras 7 a 13 flabeladas. A medida em que ocorre o super-povoamento da espécie. espatuladas. estendendo-se até o outono. opostas. ao atingirem a coloração castanha.16%). Não tolera períodos de estiagem e produz bem em regiões de umidade relativa elevada. • Florescimento: ocorre notadamente no verão. fasciculadas. óleo de pingue. farinoso. As flores são pequenas. anti-hemorroidária e desinflamatória de erisipela (9). INDICAÇÕES: É utilizada no tratamento de diabetes insípida. hematúria. estolonífera. com 4 a 10cm de comprimento. • Outras: infuso.12%). manjericão-cheiroso. brancas. Também utilizada como planta ornamental de aquários e lagoas. verde-claro ou brancacenta. gibosa e fechada em baixo. flutuante. contraída no centro e aberta e quase orbicular em cima. ovadolanceoladas. com até 30cm de comprimento. longo-pedunculadas. HABITAT: Espécie autóctone. FITOLOGIA: Planta arbustiva. mais ou menos vilosa exteriormente. Fruto tipo baga elipsóide ou ovóide. Azolla caroliniana. antiartrítica. FORMAS DE USO • Cataplasma: folhas contusas sobre tumores (externamente). côncavas e dispostas em roseta espiralada e compacta. As mudas são produzidas em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. deixadas alguns dias dentro de um balde d’água para liberarem o princípio acre. As folhas são emergentes. que é arredondado ou subtruncado. sais de fósforo e cálcio (93). inflorescência e raízes. • Plantio: outono e primavera. substâncias gomosas e albuminosas. extratos não nitrogenados (2. decocto. celulose (3. PARTES UTILIZADAS: Folhas. anti-sifilítica. ricos em matéria orgânica e levemente ácidos. CLIMA: É uma espécie subtropical. tumores causados por erisipela. perene. 447kg de potássio e 99kg de fósforo.58%). hidropisias. mais ou menos cotonosa-pubescente nas duas páginas e com longos pêlos na base. • Adubação: adubar com fertilizante orgânico no plantio (3 a 5kg/m2) e a cada dois meses. Utilizada como adubo verde. emoliente (93). obliquamente campanulada. • Poda: ao final das colheitas eliminam-se galhos secos. A cultura é mantida até o terceiro ano. estrangúria e oftalmias (93). SOLO: A planta prospera bem em solos bem drenados. as masculinas reunidas em verticilos na parte superior e as femininas solitárias na parte inferior do espadice. pode resultar em acúmulo de princípios acres. hérnias infantis (242). filiformes. Possui inúmeras raízes imersas. Utilizar o sumo ou o xarope. matéria graxa (0. sulcados.58%). doentes e deficientes. que é protegido pela espata. que cresce espontaneamente em pastos e subosques do Sul do Brasil. • Pó: mistura-se 1 colherinha do pó da folha seca com mel e toma-se várias vezes ao dia (sífilis) (32). • Colheita de folhas: verão até o outono. antidiabética. próprios das aráceas. anti-hemorroidária. fibrosas que emitem fibrilas capiliformes. enfermidades da bexiga e rins (32). esponjosas. verticais. contendo numerosas sementes oblongas ou obovóides de textura rugosa e albúmen abundante. anis. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. obovado-cuneadas até ovadas. hemoptises. . suco e pó das folhas (242). acaule. O super-povoamento de áreas restritas e com a água parada. • Produção: 90t/ha de folhas e raízes (93).52%). inviabilizando a qualidade da água.0 x 0. úmidos. • Pragas: é normalmente atacada por formigas. • Consórcio: Eichhornia crassipes e E. sésseis. • Propagação: multiplica-se facilmente por mudas que se formam na extremidade dos estolões. • Raleio: a planta tende a formar super-populações. ácido resinoso. antidisentérica. também pequena. • Colheita: ano todo. Folhas curto-pecioladas. suculentos e pubescentes quando novos. A inflorescência é do tipo espadice amarelada. de temperaturas amenas. gregária. glabras. formando verticilos de seis flores lilases. nitrato de potássio. O fruto é uma cápsula seca com quatro sementes. O aroma é mais pronunciado em regiões de temperaturas mais altas. FITOQUÍMICA: As folhas contém água (90. cinzas (2. mas também em áreas ruderais e terrenos abandonados. anisatum L. fasciculadas. caule. dispostas em rácimos paniculados longos. AGROLOGIA • Densidade: 1 muda/10m2 de água. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. cobrindo toda a superfície d’água e dificultando as trocas gasosas. com pericarpo fino. • Propagação: sementes e estacas herbáceas. diurética (32). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É maturativa. • Nutrição: torna-se clorótica após períodos prolongados de chuva. urinas sangüineas.14%). quando então é renovada. proteína bruta (1.5m. ALFAVACA-ANISADA NOME CIENTÍFICO: Ocimum basilicum var. alfavaca-do-rio-grande-do-sul. nunca ferver a alfavaca. verde-pálido e saliente-nervadas na página inferior. As raízes servem de substrato para a postura de ovos de peixes. A planta é acentuadamente nitrófila. com 15 a 20cm em altura. óleo e graxas de produtos diversos. As folhas cozidas. Typha angustifolia e Acorus calamus.12 FITOLOGIA: Planta herbácea aquática. • Plantio: todo ano. • Produção de sementes: as sementes devem ser colhidas quando as cápsulas estiverem verde-amareladas. axilares. ocorre também uma redução da área foliar das plantas e senescência fisiológica. vivípara. com nitrogênio (5g de uréia/planta). ramificada. amarelo-pálidas. alfavaca-gaúcha. Um hectare da planta inteira fornece 269kg de nitrogênio. OUTRAS PROPRIEDADES PARTES UTILIZADAS: Folhas. perene. de ramos quadrangulares. • • • • • As plantas. as quais são facilmente perdidas. azurea. É esciófita. para eliminar os cristais picantes. antiasmática (242). crenado-serradas do terço inferior em direção ao ápice. Solos encharcados são detrimentais à planta.

ovais. desmaios e enxaquecas nervosas (283). AGROLOGIA: Espaçamento: 2. FITOLOGIA: Planta herbácea ramificada.. pontudos. verde-claras. manjericão-cheiroso. sudorífica. febrífuga e oftálmica (364). pretas e oblongas. basilicão. O óleo essencial das folhas (0. A planta está amplamente adaptada ao Brasil. carminativa e béquica. labiadas. opostas. SOLO: Prefere solos de aluvião. perene. exceto as raízes. resfriado e insolação.13 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Aromática. menor o porte da planta. FITOQUÍMICA: A planta contém 0. canelinha. • Propagação: sementes e estacas dos ramos. FITOLOGIA: Planta arbustiva. estomática. dispostas em inflorescências tipo cachos terminais. • Alelopatia: a planta é muito enfolhada. antiespasmódica (283). Quanto mais baixa a temperatura. • É insetífuga.5m de altura por 3m de diâmetro de copa. metil-eugenol (20%).96g/ml) inibe o crescimento das bactérias Fonsecaea pedrosoi e Cryptococcus neoformans. As folhas são opostas. hipotensora (271). uma alongada. folhalarga-dos-cozinheiros. alfavaca-de-vaqueiro. SINONÍMIA: Alfavaca-cravo. basílico-doce. pilosos quando novos e muito ramificados. anual no Brasil. manjericão. Não se adapta bem aos solos encharcados e pouco férteis. carvacrol. • Produção de sementes: a planta é altamente produtora de sementes. ocimeno. A planta atinge 40 a 50cm de altura. resultando num alto índice de sombreamento que inibe o crescimento de plantas próximas. carminativa. O extrato da planta tem ação fungitóxica sobre alguns fungos fitopatogênicos. areno-argilosos. permeáveis. que encerra eugenol (45 a 70%). A maior densidade é verificada nas regiões meristemáticas. que infecta o coqueiro-da-bahia (29). INDICAÇÕES: A planta é utilizada no tratamento da paralisia e moléstias nervosas (93). Os não glandulares são unisseriados. espiciformes e melíferas. 80). As mudas são transplantadas aos 40 a 50 dias após a semeadura ou 60 dias após a estaquia. FORMAS DE USO: 6 a 12g/dia. var. utilizadas em mistura de pães e bolos. Os capitados são compostos de uma célula basal. Caule pubescente. quando as mudas são originárias de sementes. As folhas são revestidas de pêlos glandulares e não glandulares em ambos os lados. Fruto do tipo cápsula seca contendo 4 sementes subglobosas e rugosas. que inicia no verão e estende-se por todo o outono.400µg. • Colheita: inicia aos seis meses após o plantio. O eugenol. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. vivaz. Por ocasião da maturação. quando novo. • Doenças: a planta é imune ao nematóide Meloidogyne incognita (14). manjericão-doce. simples ou ramificados. cujo porte atinge até 2. Na face dorsal da folha pode-se distinguir covinhas onde se alojam gotas de essência. em verticilos curtos. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. que vistas contra a luz. • Florescimento: ocorre a partir de janeiro.8% de óleo essencial.0m. agudas na base. que suporta a cabeça formada de quatro células. principal componente da planta. com sementes pequenas.6 a 0. manjericão-doscozinheiros. Toda a planta apresenta um forte aroma. da ponta em direção à base do limbo. na forma de decôcto ou inalação (444).0 x 2. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de vertigens. longo-pecioladas. manjericão-de-molho. Índia e sul da Ásia. basílico-grande. SINONÍMIA: Alfavaca-doce. α-pineno e β-pineno (444). hipocolesterolêmica. HABITAT: Espécie alóctone africana introduzida e aclimatada no Brasil desde o tempo do Brasil-colônia. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato da planta tem ação fungitóxica (28). pecioladas ovado-oblongas. Os glandulares são capitados. mas não tolera ventos frios e geadas. constituídos de 1 a 5 células de paredes celulares espessas. lenhosa. crenado-serradas. Prefere insolação média (esciófita). manjericão-de-folha-larga. As sementes são antiblenorrágicas (93). tem ação bactericida (Suresh et al. porém adapta-se bem ao clima subtropical. Folhas simples. canfeno. anticefalálgica e diaforética. quiôiô. ALFAVACA-CHINESA NOME CIENTÍFICO: Ocimum gratissimum L. OUTRAS PROPRIEDADES • É condimentar e utilizada na fabricação de licores. As inflorescências são terminais ou axilares. limoneno. CLIMA: Espécie de clima tropical. estendendo-se até agosto. Deve ser feita no início do florescimento. peltados ou escamados. retos ou curvos. e no preparo de uma bebida árabe refrescante (93). A concentração de óleos essenciais decresce com a expansão e idade das folhas (441). glabras. Os pêlos peltados não possuem segmentação celular na cabeça. basílico-comum. OUTRAS PROPRIEDADES • As sementes são comestíveis e nutritivas. A alfavaca exala um delicado aroma de limão que declina para cheiro de suor. laxativa. apud 364). particularmente sobre o fungo Phytophthora palmivora. ALFAVACA-DA-HORTA NOME CIENTÍFICO: Ocimum basilicum L. O caule e os ramos são quadrangulares. originária do Egito. ricos em matéria orgânica e bem drenados. quadrangular. aparecem como pontinhos claros. béquica. estimulante. Cresce espontaneamente na Índia e na África. A densidade de pêlos glandulares decresce com a maturação da folha. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É antisséptica bucal (261). em se tratando de estacas. latifolium. • A planta é também utilizada como tempero e no preparo de licores. O óleo da planta apresenta ação protetora contra fungos de grãos armazenados (26. nas concentrações de 150µg e 2. diurética (215). As flores são amarelos-esverdeadas. glandulosas e pubescentes em ambas as faces. respectivamente (364). Na Índia a planta é perene. os pêlos glandulares tornam-se murchos. erva-real. remédio-de-vaqueiro HABITAT: Espécie alóctone. As sementes são antiblenorrágicas (93). situados sobre as nervuras e margens das folhas. Fruto tipo aquênio. . estimulante. • Plantio: outono. alfavaca-da-américa. diurética. p-cimeno. antidiabética. A essência da planta é utilizada como anticefálica e febrífuga. e primavera. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. translúcidos. acuminadas. As flores são brancas a levemente rosadas.

3 a 0. AGROLOGIA: Espaçamento: 0. saponina (145). rombo-lanceoladas ou lanceoladas. perfumes. alfa e gamaterpineno. β-cariofileno. irregularmente distribuídos. antiemética. HABITAT: Espécie alóctone mediterrânica.30m. como rapé e repelentes de insetos (360). amigdalite. estimulante (93).21kg/m2 de folhas e 0. com pêlos longos e espessos. bosques e subosques do sul do Brasil. antidisentérica. tomentosos e simples. principalmente em períodos excessivamente chuvosos ou com nevoeiros e Fusarium oxysporium f. metilchavicol.4 x 0. A planta é bastante sensível ao nematóide Meloidogyne javanica. FORMAS DE USO • Cataplasma: folhas frescas amassadas com álcool (feridas e úlceras). FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. que causa galhas nas raízes e redução na produção de folhas (14. Aráez e Tsai relatam um conteúdo de óleo essencial de 0. lavândula. em glomérulos globosos.6m em altura. SOLO: Prefere solos úmidos e poucos ácidos. mascadas.40m. • Produção de sementes: as sementes devem ser colhidas quando as cápsulas verdes declinarem para pálido. faringite. • Propagação: é feita via semente e por estacas de plantas adultas. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene de ramos e folhas brancacentas-tomentosas. cruzadas em pares. Corola branca com lábio superior bilobado e inferior com lobos laterais tringulares e mediano em forma de colher. debilidade nervosa. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia. • Plantio: outono e primavera. citronelol. resfriado. excitante (341). canfeno. borneol. ⇒ 10 a 15g de folhas e/ou flores em 1 litro de água. culinária. antidiarréica (sementes). Tomar 2 a 3 xícaras ao dia. Deixar 6 horas em repouso. liso e reticulado. As folhas são verdeacizentadas. analgésica (294). basilici. balsâmica e vermífuga. estomática. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. unisseminado). são úteis para afecções da garganta. ereta. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. coar e tomar 1 copo 3 vezes ao dia (145). • Os brotos da planta podem ser consumidos como salada (145). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antisséptica das vias respiratórias. OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo essencial é utilizado em cosmética. serrada ou duplamente serrada.14 AGROLOGIA • Espaçamento: 0. com caule quadrangular. cicatrizante. É esciófita.17% de óleo essencial. elíptico. carminativa. embora possa ser plantada o ano todo. emarginado e piloso. estragol. enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. que cresce em solos calcários áridos das regiões montanhosas das costas marítimas européias. com destaque para o linalol (68. ALFAZEMA NOME CIENTÍFICO: Lavandula officinalis L. Flores azul-violáceas dispostas em espigas terminais interrompidas. preto. indeiscente. peitoral. afecções gastrointestinais e renais. As mudas são tranplantadas quando apresentarem cerca de 6 folhas definitivas. glabro. • Propagação: sementes e pedaços de ramos radicantes. • Colheita: 3 meses após o plantio. • Doenças: a planta é eventualmente infectada por Botrytis cinerea. cimeno.800m de altitude. É encontrada até 1. cinamato de metila. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica. lineares ou oblongo-lanceoladas. microscopicamente (209). taninos. alfa e beta-pineno. bronquite. sp. unilocular. CLIMA: Desenvolve-se bem em regiões tropicais e subtropicais. É cultivada em jardins e hortas do Brasil. O óleo de alfavaca é usado como sedativo em crises nervosas e para combater a insônia. Flores subsésseis. disúria. pouco ramificado. ALFAVACA-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Hyptis brevipes Poit. Folhas opostas.6m x 0. largas. • Plantio: deve ser feito no início do período mais chuvoso do ano. • Pragas: sensível ao ataque de vaquinhas (Diabrotica spp. timol (9). Coar e pingar 30 gotas em 1 copo de água e tomar 2 ou 3 vezes ao dia. PARTES UTILIZADAS: Folhas.5cm de largura. que cresce de 0. linalol. • Tintura: macerar durante uma semana 20g de folhas frescas em 80ml de álcool de cereais.). por aumentar a temperatura do solo (107). Os ramos são nus. limoneno. Fruto do tipo carcerulídeo (seco. afta (68). inteiras e lanceoladas. FITOQUÍMICA: 1-8-cineole. densamente aglomeradas. enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. glandulosa. Externamente pode ser usada para feridas ulcerosas e afecções do bico do seio (145). com cerca de 30 a 60cm de altura. cálice com cinco dentes. cânfora. • Mulching: O uso de filme de polietileno sobre o solo reduz a incidência de invasoras e aumenta a produção. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente em campos. INDICAÇÕES: As folhas. SINONÍMIA: Lavanda.4%. diurética. emenagoga. 202).50%). sudorífica. respectivamente (430). estreitas. lavande. metil-cinamato (220). Colhe-se pouco antes do florescimento. • Rendimento médio: 1. metil-eugenol (441). gengivite. FORMAS DE USO: Infusão: 10g de folhas em ½ litro de água. medindo até 6cm de comprimento por 2. fosco. mirceno. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. bem drenados. cineol. fenchona. Combate as afecções das vias respiratórias. verde-intensa. aromática. base atenuada em pecíolo curto. Inflorescência axilar. ⇒ Decocção: ⇒ Ferver 10 a 15g de folhas em 1 litro de água. • Florescimento: dezembro a fevereiro. • Infusão: ⇒ 10g de folhas em ½ litro de água fervente. alfa-terpineol. diaforética. • Florescimento: a planta floresce no verão e outono. estomatite. eugenol.1 e 0. antiespasmódica. citral. • Poda: a poda da inflorescência retarda a senescência da planta em 30 dias (13). tônica (145). febrífuga (68). As sementes são postas a germinar em substrato organomineral. lactógena e anti-reumática (9). Fazer bochechos ou gargarejos para afecções bucofaringeanas (68). cólica abdominal e catarro intestinal. eretos. geraniol. béquica. . brácteas castanhas.

FITOQUÍMICA: Óleo volátil. • Alguns fitoquímicos da planta são incompatíveis com sais de ferro e iodo (383). • Aclimatação: O enraizamento de mudas é recalcitrante e lento. nervosismo. algo estriado. As estacas podem ser enraizadas em solo. dispepsia flatulenta. escrofulose. anti-reumática (271). SOLO: A planta cresce melhor em solos de origem calcária. Fruto aquênio com uma semente preta. estimulante do cérebro. (145). sésseis. antianêmica (93). artemisia. leucorréia. além de ser insetífugo. tensão nervosa e muscular. que cresce de 30 a 90cm de altura. O caule é cilíndrico. ambrosia-americana. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa. Em fricções. quatro estames inclusos. preferencialmente.15 corola com cinco lóbulos e dois lábios. • Plantio: março (sementes) e outubro a novembro (estaca). borneol. tanino. descongestionante (435). AGROLOGIA • Espaçamento: 0.4m. em viveiros. calmante. estão dispostas em rácimos paniculados de 20cm de comprimento. odorífera. . cefalalgia. amaurose. calmante. asma. quando disponíveis. béquica. peluda. cefalalgia. monóica. SINONÍMIA: Absinto-selvagem. antiasmática (215). antiespasmódica. flavonóides. • Plantio: início da primavera. diurética (283). broncorréia). linalol. peitoral. com 3 a 6cm de comprimento. sendo quebrada com baixas temperaturas ou alternância de temperaturas (209). as sementes apresentam dormência. SOLO: Adapta-se às mais diversas condições de solo. cânfora. veterinária. A planta não suporta solos úmidos. Desenvolve-se bem como esciófita.3m x 0. não tolerando porém períodos muito frios e geadas. fortemente argilosos e ácidos. ftiríase. Tomar 1 xícara das de chá 3 a 4 vezes ao dia (257). bem drenados. areia ou vermiculita. quando em combustão. • O esfregaço da planta nas roupas perfuma e protege-as das traças. HABITAT: Espécie autóctone do continente americano. bipinatifidas. paralisia. digestiva. indústria de vernizes nobres e medicina (paralisia da língua. asfixia. cineol. acne. lavandulol e αterpineol (275). FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: ⇒ 1%. indutora do sono (145). cariofileno (257) eucaliptol. feridas. • Produção de sementes: não ocorre. Extrato fluido: 0. utilizado como inseticida. carprineira. Tintura: 1 a 10ml/dia (341). As folhas superiores são pinadas. • Florescimento: é muito raro em condições tropicais. artemija. cafalalgia. tônica dos nervos. • Propagação: estacas da planta matriz ou sementes. no início do florescimento. tônica capilar e antileucorréica (294). acetato de linalilo (283). para se evitar a desidratação dos tecidos. AMBROSIA NOME CIENTÍFICO: Ambrosia tenuifolia L. excitante do sistema nervoso. Não tolera solos muito ácidos e encharcados. ramosa. geraniol. ramificando-se muito na maturidade. ⇒ 2 a 4g/litro de água (435). alternas e menores. emenagoga. • Pessoas propensas à úlceras. comportando-se até mesmo como semi-halófita. amenorréia. cumarina. sendo que condições de temperatura e umidade elevadas predispõem à infecção de fungos vasculares (fusariose). normalmente. oftálmica (341). É heliófita. gonorréia. colagoga. causando sonolência (257). terpin-4-ol. • Florescimento: dezembro a janeiro. Alcolatura: 10g em 2 litros de álcool neutro ou de cereais (antisséptico e cicatrizante). vermífuga. Pluviosidade excessiva e altas temperaturas são drasticamente desfavoráveis à planta. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. antiinflamatória. Porém desenvolvese melhor em solos de textura média e férteis. ou diretamente a campo. aerados e pobres. ⇒ • • • 10g ou 2 colheres de folhas secas picadas em ½ litro. • Propagação: rebentos de rizoma. quando jovem. OUTRAS PROPRIEDADES • Da planta obtém-se um óleo. nerol (145). geralmente amarelo (óleo de Aspic). simples. lisa.3m. AGROLOGIA • Espaçamento: 0.6 x 0. CLIMA: É de clima subtropical. As folhas são curtopecioladas. de 5 a 20ml/dia (341). furfurol. álcoois térmicos. acetato de lavandulilo. Medra em potreiros e áreas ruderais. antisséptica. TOXICOLOGIA • Em altas doses pode ser depressiva do sistema nervoso. atua sobre o reumatismo (145). e só ocorre em regiões subtropicais cujo fotoperíodo é longo. • O pó das folhas. FITOLOGIA: Planta herbácea ereta. vertigem. parasiticida capilar. cravorana. bronquite (294). Tomar 1 xícara 2 vezes ao dia. catarro (435). losna-selvagem. áspero. PARTES UTILIZADAS: Flores e folhas. tenuamente tomentoso. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. As flores masculinas estão dispostas em capítulos pendentes e as femininas. enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. outono e verão. A planta não se adapta à regiões úmidas e/ou em solos compactados. • Colheita: 4 meses após o plantio. CLIMA: A planta é de clima temperado com umidade relativa do ar baixa. síncopes. atonia dos nervos encéfaloraquidianos (93). • Doenças: o crescimento da planta é muito lento. não devem exagerar na administração de preparados à base de alfazema (145). opostas. apoplexia. as inferiores. Apresenta um perfume suave muito agradável. neurose cardíaca (271). tônica estomacal. epilepsia. em perfumaria. na primavera. doenças do estômago. fígado e baço. cravo-da-roça. cicatrizante. tinha e picada de insetos (383). • Produção de sementes: após a maturação. antiemética (9). enxaqueca (257). havendo necessidade de sombreamento e irrigação por nebulização.5 a 2ml/dia. com segmentos lanceolados. • Colheita: é feita até 3 vezes ao ano. cosméticos. INDICAÇÕES: Indicada ainda para o tratamento da anúria. quatro carpelos. cloroses. nas condições tropicais e subtropicais. antimicrobiana (257). ⇒ 8g da planta/litro d'água ou 1 colher das de sopa de folhas picadas em ½ litro d'água. atua como odorizante e desinfetante de ambientes.

A mergulhia deve ser feita a partir da primavera.16 PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas. palmada. silva. em decocção. FITOQUÍMICA: Contém taninos. quando se faz a mergulhia. FORMAS DE USO: Xarope: feito à base de infusão das folhas e botões florais (a 10%) misturado ao suco dos frutos maturos. AGROLOGIA • Espaçamento: 2. peninervadas. disposta em panícula subcorimbosa. antihipertensora. HABITAT: Espécie autóctone que habita a Mata Atlântica. SINONÍMIA: Canela-rosa. A inflorescência é multiflora. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hipocolesterolêmica (271). pau-andrade. digestiva. anticolesterolêmica. A planta é considerada rara e devido à existência de poucos indivíduos e o alto nível de patógenos endógenos. ferrugíneo-tomentosa. o pólen pode vir a ser alergênico em pessoas susceptíveis. ou agudas e subacuminadas no ápice. podendo atingir 4 a 5m de comprimento. hemorróidas. cãibras do sangue. conforme ocorre no estômago de aves frugíferas. grosso-dentados. o mesmo acontecendo com o pecíolo. • Frutificação: novembro a dezembro. ácidos e bastante argilosos. As flores verde-amareladas. com até 12m de altura. FAMÍLIA BOTÂNICA: Rosaceae. sarçamora. dança-de-são-guido (283) e afecções hepáticas (303). ou novembro a fevereiro. Prefere temperaturas amenas a quente e alta umidade relativa do ar. inteiras. • Produção de sementes e frutos: dezembro e janeiro. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene que cresce de 1. infecções nos dedos (271). É reputada como sucedânea da quinina (94). tônica. glaucas. braços e os olhos devem ser protegidos para evitar-se ferimento pelos espinhos.5 a 3m de altura. no sul do Brasil. Flores com pétalas brancas. AMORA-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Rubus imperialis Cham. sarmentosa.5m. A folhas são esparsas. quando mais velhos. náuseas. lacínias lanceoladas. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente na Mata Atlântica. erupções na pele.0 x 1. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lauraceae. raízes e frutos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiespasmódica. A infrutescência é composta de numerosos frutos tipo drupa. • Colheita: inicia-se a partir do segundo ano. antidiarréica e antilítica (271). antidisentérica. CLIMA: Espécie subtropical. amora-silvestre. AMORA-PRETA NOME CIENTÍFICO: Rubus spp. PARTES UTILIZADAS: Folhas. arredondadas na base ou obtusas dos dois lados. PARTES UTILIZADAS: Folhas. com as gemas sedoso-tomentosas. sendo o pendúnculo tomentoso e aculeado. armados de acúleos grandes. anti-helmíntica (as sementes). formada por flores de pétalas brancas. silva-de-são-francisco. SINONÍMIA: Amora-branca. dispostas em panículas piramidais longo-pedunculadas e revestidas . febrífuga (271). As sementes só germinam mediante escarificação química com ácidos. Aquece-se até o ponto de xarope (283). oblongas ou elípticas. alternas. • Florescimento: outubro a novembro. normalmente em condição umbrófila e semi-umbrófila. As mãos. indigestão. • Propagação: sementes e mergulhia de ramos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Rosaceae. FITOLOGIA: Planta arbustiva. ANDRADE NOME CIENTÍFICO: Persea major Kopp. com 12 a 14cm de comprimento e até 7cm de largura. Folhas compostas. raízes e frutos. causando a febre do feno. Os ramos são subangulosos e amarelo-tomentosos quando novos e castanhoescuros e glabros. antileucorréica e hemostática. urticária. variáveis.0 x 1. glabras ou levemente hirsutas e luzidias na face ventral. A inflorescência é do tipo panícula. Os acúleos das folhas localizam-se na nervura central e são recurvados para base da folha. • Tutoramento: em espaldeiras de três arames superpostos. FORMAS DE USO: 15 a 20g/dia. cordiformes. • Propagação: sementes e mergulhia. cãibras dos intestinos. Medra mesmo nos úmidos. FITOLOGIA: Árvore grande. canela-cedro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hemostática. SOLO: É pouco exigente em solos. apoiando-se na vegetação próxima. como ocorre no estômago dos pássaros frugívoros. folíolos ovado-cordiformes ou ovado-arredondados. fracionada em três xícaras diárias. com o pecíolo espinescente. 5-foliadas. adstringente. • Poda: a planta tem que ser podada periodicamente para facilitar os tratos culturais e a colheita. • Colheita de folhas: o ano todo. As sementes não germinam sem uma escarificação química com ácidos. OUTRAS PROPRIEDADES • Os ramos são utilizados para o fabrico de cestos para flores e peneiras finas. • Florescimento: novembro e dezembro. matas secundárias e bosques. • Plantio: outono (sementes) e primavera-verão (mergulhia). TOXICOLOGIA: Durante a época da floração. perene. hemorragia nasal (342).5m. estomáquica (283). INDICAÇÕES: Indicada para hemoptises. curto e grosso-pedunculadas. de ramos angulosos. pouco tomentosos na face dorsal. corre o risco de extinção nas regiões onde ainda ocorre. e Sch. de coloração violeta escura. para sementes. tônica (283). • Plantio: o ano todo. As hastes sarmentosas e o caule são cilíndricos e os mais velhos são revestidos por uma cerosidade branca que pode ser removida com os dedos. Fruto composto de inúmeras drupas verde-amareladas. INDICAÇÕES: Indicada para a azia. principalmente em altitudes acima de 400m. calmante dos nervos (303). Os acúleos que revestem o caule são grandes e de forma mais ou menos espiralada. membranosos. inflamações da garganta e da boca e hidropisia (271). pecioladas. finamente arroladas nas duas faces. As folhas são peninérveas formadas por 9 folíolos de coloração verde escuro na face ventral e esbranquiçada-tomentosa na face inferior. AGROLOGIA • Espaçamento: 2. antidiabética.

obstipação intestinal. vadelia. áreas abandonadas e ruderais. ⇒ ferver 5g de folhas ou raízes em 1 litro de água. • Florescimento: janeiro • Colheita da casca: durante o inverno. • Plantio: setembro a outubro. intoxicações exógenas. providas de dois pequenos lobos laterais e um terminal. verde-glauca. • Plantio: outubro. AGROLOGIA • Espaçamento: 4. • Colheita: inicia 6 a 8 meses após o plantio.8 a 1.5m. As flores são amarelas. glabro. Submetida à altas temperaturas. Não tolera solos encharcados ou muito argilosos. feita com a raiz. esparsamente piloso. argilosos e com pouca acidez.0m de altura. cólicas.0 x 1. curtopecioladas. dispostas em rácimos axilares eretos. ARNICA-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Wedelia paludosa DC. • Propagação: sementes e brotações da cepa. seríceo-pubescente. O fruto é uma baga globosa. pode ser usada em bochechos. caá-chica. prostrada. com cerca de 1cm de diâmetro. OUTRAS PROPRIEDADES • As sementes e raízes. estreitado na base. HABITAT: Espécie alóctone originária das Antilhas e América Central. • Infusão: 5g/litro de água. O sabor do chá é algo salgado. sedativa (257). com papus ciatiforme. O caule é castanhoavemelhado. ANIL NOME CIENTÍFICO: Indigofera suffruticosa Mill. pulverizadas. antiepiléptica. perene. prosperando melhor em regiões quentes e pouco pluviosas. compostas de 7 a 15 folíolos opostos. timbó-mirim. longo-pedunculados. glabros na face ventral e pubescente na dorsal. icterícia.7%. terrenos abandonados e áreas ruderais. arenosos e até mesmo em dunas de areia. As flores são róseas. Brácteas involucrais foliáceas em duas séries. indigueira. é comum a ocorrência de sementes chochas e fungadas. CLIMA: Ocorre em regiões cujas temperaturas giram em torno de 10 a 15oC. anileira. corola tubulosa. Dose mais forte. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Cicatrizante (251). FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. pomares. antiálgica e antiinflamatória. pequenas. • Florescimento: abril a maio. com corola ligulada. erupções da pele (1). • Decocção: ⇒ 15g/dia. enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. membranáceas. e as do disco. o qual após aquecido em altas temperaturas dá origem à indigotina substância corante pura que se cristaliza em pequenas agulhas brilhantes de coloração e reflexo cúprico. O fruto é uma vagem arqueada. índigo. a beira de estradas. com bractéolas decíduas. mais pronunciadamente na dorsal. afecções do sistema nervoso e uretrite blenorrágica. purgativa (32). vedélia. são utilizadas como insetífugas (32). SOLO: As plantas crescem mesmo em solos pedregosos. caá-chira. Também indicada para a laringite aguda. hepatite (68). A raiz é indicada para coréa. • Doenças: em regiões úmidas. SINONÍMIA: Cura-tombo. trilobada no ápice. O teor de tanino é de 19. caá-timbó. taninos hidrolizáveis e condensados. e 20 a 25oC no verão. estomáquica. transforma-se em indigotina. pilosas nas duas faces. sarnicida (folhas machucadas). grupo amino e lipídeos. SOLO: A planta cresce naturalmente em solos profundos. As folhas são glaucas. tríquetro. A raiz é odontálgica e já foi utilizada como antiofídica (93). margarida. CLIMA: É de clima tropical.17 de um denso tomento sedoso-ferrugíneo ou amarelo-ocre. principalmente em várzeas úmidas e sombrias. abundantes. malmequer-do-brejo. para odontalgias (68). anileiraverdadeira. Receptáculo cônico. Medra em pastos. HABITAT: Espécie autóctone da região litorânea brasileira. timbozinho. ciliado. FITOLOGIA: Planta herbácea. maior e denteado. epilepsia. caá-obi. com 8mm de comprimento. PARTES UTILIZADAS: Casca do tronco. • Rendimento: em um hectare obtém-se cerca de 330 a 560kg de anil ou 40g para cada 10kg de folhas (93). flavonóides. linear-elípticos ou oblongo-agudos. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. TOXICOLOGIA: Extrai-se da planta o índigo. as marginais femininas. muitas hermafroditas. axilares. quase quadrangular. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiespasmódica. inteiros. imparipenadas. conhecida como anil (328). Tomar 1 a 2 xícaras ao dia (icterícia e hepatite). carnoso. Capítulos solitários. escabiose. FORMAS DE USO • Cataplasma: folhas frescas utilizadas externamente. picão-da-praia. contendo seis a oito sementes pardacentas. Vegeta espontaneamente em pastagens. O caule é anguloso. que cresce 0. • Propagação: sementes e estacas de ramos. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral.0m. radicante nos nós. pilosas no dorso. FITOQUÍMICA: Leucoindigodina (93). bananais. que é o anil (242). acizentado. emenagoga. diurética.61% e catequinas 32% (251). peleáceo. saponinas. mal-me-quer. Tomar 1 a 2 xícaras por dia (32). INDICAÇÕES: É utilizada no tratamento das afecções das vias urinárias. taninos catequínicos 18. que cresce 40 a 50cm em altura. As folhas são opostas. febrífuga. • As folhas fornecem matéria tintória. FITOQUÍMICA: Esteróides. margaridão. FAMÍLIA BOTÂNICA: Papilionaceae. ramosa. caobi-índigo. no inverno. curto-pedunculadas. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes.0 x 4. anileira-da-índia. previamente esmagadas. Pecíolo semicilíndrico. lisas e duras. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. guajaná-timbó. angulosas ou subcilíndricas. ao longo da orla marítima. triterpenos. SINONÍMIA: Anil-do-campo. É reputada como antídoto do mercúrio e do arsênico (93). com cerca de 2 a 3cm de comprimento. depurativa (68). cerca de 13. . Aquênio túrgido. altamente tóxico. linfoadenite.

afecções do fígado.3 x 0. antiinflamatória. ferimentos. desde os arenosos aos argilosos e orgânicos. • Colheita: inicia a partir terceiro mês após o plantio.5mg/ml do extrato cru das folhas. p/p). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral ou diretamente em canteiros. o crescimento vegetativo deve ser contido através de podas e eliminação de ramos radicantes. negro. açúcares reduzidos (166). FITOLOGIA: Planta subarbustiva polianual. couve-de-veado. 3-pinatipartidas. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. Cresce notadamente em áreas ruderais. Está perfeitamente aclimatada no Brasil. areno-silicosos. em sulcos transversais. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. antinociceptiva (377) e antiálgica (46). Já foi até utilizada para tratar a histeria (93). amigdalite e má digestão. nem ventos muito frios. de caule ramificado desde a base e lenhoso. porém é mascarado pelo forte aroma. coqueluche. O sabor das folhas é ligeiramente picante.45 a 0. principalmente indicada para revestir barrancos. erva-couvinha. As folhas são alternas.0m de altura. Tolera solos ácidos. antibacteriana. membranáceas.1% em 24. FITOQUÍMICA: Diterpenóide kaurane: ácidos ent-kaur-16[17]-en19-óico e ent-kaur-9 [11]. • Poda: por ser uma planta rústica e altamente invasora. O ciclo varia de 100 a 110 dias. SOLO: A planta prefere solos férteis. medindo 4 a 6cm de comprimento por 2 a 3cm de largura. encharcados e até os secos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. oblongolanceoladas. PARTES UTILIZADAS: Folhas. CLIMA: Espécie de larga adaptação climática. • Plantio: outono e primavera. Solos pesados e úmidos são desfavoráveis ao crescimento da planta. e verdeoliva durante o reprodutivo. mediterrânica. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS Antiinflamatória. desenvolve-se bem em ARNICA-DO-CAMPO NOME CIENTÍFICO: Porophylum ruderale [Jack. as folhas liberam um olor desagradável. terminais ou axilares. antimicótica (166). As flores são miúdas e de cor amarelo-esverdeadas. ATIVIDADE BIOLÓGICA: 2. pecioladas. emenagoga e calmante (93). inflamações na garganta. Períodos de estiagem afetam o crescimento da planta. antilítica. proliferando-se melhor nos climas tropicais e subtropicais. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. com exceção no inverno.4 x 0. AGROLOGIA • Espaçamento: 0.5%. lavouras abandonadas e capoeiras. INDICAÇÕES: Para o tratamento de corrimentos. • Propagação: sementes. compostas. • Florescimento: o ano todo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Rutaceae. SINONÍMIA: Arruda-de-galinha. Está amplamente adaptada no Brasil.16[17]-dien-19-óico (39) e luteolina (46). cerosas. • Colheita: Deve ser feita no inverno. saponinas. taninos. glabros e de coloração acizentada-azulada durante o estágio vegetativo. A planta exala aroma forte e pouco agradável. antiartrítica. verde-clara. Fruto tipo aquênio. estreitos. carnosas. 85. • A planta apresenta um alto índice de enfolhamento. agudas e corola de 4 a 5 lobos salientes e rugosos. • Florescimento: janeiro a março. febrífuga. alveolado e munido de pêlos sedosos e brancos. cravo-de-urubu. decompostas em 9 a 11 lobos oblongos ou obovados. Forma touceiras de até 1. arruda-dos-jardins. 64. diaforética. CLIMA: É de clima tropical e subtropical. por origem. levemente alcalino. golpes. Não tolera geadas.2% e 91. glabra. sem clorofila. ereta. abrindo-se superior e inferiormente em 4 valvas. flores e lígulas. trombose e hematomas (271). FARMACOLOGIA: Tripanossomicida (39). podendo ser utilizada como cobertura de solo. cerosa. medindo 0.] Cass. Durante o verão e a primavera.2m de altura. • Propagação: estacas radicantes. cravinho. base atenuada e ápice obtuso. respectivamente. tenras. As folhas são simples. aerados. antinevrálgica (215) e antianêmica (271). OUTRAS PROPRIEDADES • É cultivada como onamental em jardins. ruta-de-cheiro-forte. • Plantio: setembro a outubro. As sementes normalmente são inviáveis ou não se formam. inibe o crescimento de Leishmania amazonensis em 45. As estacas são plantadas diretamente a campo. O fruto pentalocular produz uma sementes reniformes. soltos. Flor composta por um invólucro cilíndrico contendo filárias lineares unidas e corola constituída de finos tubos de coloração esverdeada ou amarelada.18 SOLO: Vegeta em todos os tipos de solo. há um decréscimo de 24% no teor de flavonóides totais (166). sésseis. ARRUDA NOME CIENTÍFICO: Ruta graveolens L.6 a 1. SINONÍMIA: Arruda-doméstica. quando é maior o teor de flavonóides. couvinha. picão-branco. .59%. embora tolere alguma sombra. arruda-macho. couve-cravinho. HABITAT: Espécie alóctone. triangulares. Possui cálice com 4 a 5 sépalas lanceoladas. erva-fresca. ruda. margem inteira ou crenulada. machucaduras (215).3m. alternas. ramificada apenas no topo. CLIMA: A planta é. antidisúrica. arrudafedorenta.1 e 87. alóctone. nativa da Europa e norte da África. É heliófita. de clima temperado seco. arruda-fêmea. Mas devido à sua histórica aclimatação no Brasil. alcalóides. Cresce à plena luz e tolera o sombreamento.6% (196). escoadouros e taludes.20m. dispostas em corimbos. linear. Não tolera solos ácidos e encharcados. cultivada em jardins e hortas. Quando amassadas.3. cicatrizante. • Pragas: é suceptível ao ataque de lagartas e pulgões. pouco brilhante. pecioladas. Inflorescência em capítulos solitários ou em corimbos. INDICAÇÕES: Indicada para traumatismos. SOLO: Prefere solos permeáveis e ricos em matéria orgânica. antidiabética (271). pardas e rugosas por lóculo. Com clorofila. FITOQUÍMICA: Flavonóides (0. Tem preferência pelos solos úmidos. hepatite. ricos em matéria orgânica. pequenos. a inibição foi de 46. 48 e 72 horas.

PARTES UTILIZADAS: Folhas. Flores verde- . cocusaginina. chalepeusina. A germinação ocorre em 10 a 15 dias. antiasmática (120). curto-pecioladas. HABITAT: Espécie alóctone de origem asiática. FITOQUÍMICA: Hibalactona (da raiz). hemostática. edema na língua (257). alvo-tomentoso. cineol. artemijo. gastroenterites. É bastante tolerante à seca. losna. • Produção de sementes: os frutos com sementes maturas ficam prontos de novembro a janeiro.19 regiões de clima subtropical até tropical. metilnoilcarbinol. Pingar 2 gotas em cada ouvido (257). Faz-se duas colheitas ao ano. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. 145). com tamanho decrescente em direção ao topo da planta. Quando amassadas. salicilato de metila. losna-brava. Essência: 1 a 7 gotas/dia (341). crescendo cerca de 0. aromáticas. sarnicida (257). salivações. de rizoma perene e folhagem anual. ARTEMÍSIA NOME CIENTÍFICO: Artemisia verlotorum Lamotte. excitante da motilidade uterina (120). • Pode-se confeccionar uma vassoura com os ramos e folhas para os parasitas domésticos. galhos com folhas e flor.8 a 1. cumarinas. Apresenta ainda atividade estimulantes febrífuga e emenagoga (Costa. apud 120). hemorragia e aborto em mulheres grávidas. dores epigástricas. pneumonia (120). como abascanto. paralisia. • É utilizada. As estacas enraízam em 60 dias. cilíndrico e multisulcado. gota. Extrato fluído: 0. SINONÍMIA: Absinto. • Florescimento: agosto a dezembro. óleos voláteis. varizes. estimulante. aperitiva. hidrocarbonetos. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. esquiamianina.07 a 0. principalmente).5 a 2ml/dia. hesperidina. rubalinidina (257). as folhas exalam aroma amargo. rutina. graveliferona. 32). inteiras ou lobuladas. erradicação de oxiúros (294) e ascárides. flebite. Coar. hiperemia dos órgãos respiratórios. É heliófita. Xarope: 10 a 40ml/dia. Ingerir 2 xícaras das de chá ao dia (257. estupefaciente. artemija. rutamarina. emenagoga. Decocção: ⇒ 100g da planta fresca em ½ litro de água. • Colheita: inicia 3 a 4 meses após o plantio. Pode causar fitodermatites. Caule liso. 50 a 200ml/dia (341). ribalinidina (120) . • • • • ⇒ 2 a 3g de folhas secas/litro de água (283. Administrar 2 a 3 colheres das de chá por dia. álcool metilnonílico e seus ésteres combinados aos ácidos acético e valeriânico. bergapteno. esperar amornar e aplicar compressas de algodão várias vezes ao dia sobre os olhos (128). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. náuseas e vômitos (145). As folhas são alternas. ciática (145). rutalidina. antinevrálgica (271). • • • • • • • TOXICOLOGIA: Doses elevadas do chá podem causar vertigens. 32. Cobrir e deixar macerar por 5 minutos. dores intestinais. O teor de essência da arruda varia de 0. rutamina. febrífuga (120). apud 120). fortificante dos nervos. 435. sendo cultivada em jardins e hortas. alcalóides. ⇒ 1 copo de folhas frescas picadas em 1 litro de álcool (sarnicida) (257). rutalinium. • Plantio: início do verão. Cataplasma: varizes e flebite (145). através de um mecanismo fototóxico que torna a pele sensível à luz solar (120). conjuntivite (283). verde intenso. ereta. segundo o folclore afro-brasileiro. analgésica. tranquilizante. furocumarina. enquanto que a metilnonilcetona apresenta ação vesicante. enxaqueca. Inflorescência terminal paniculada em capítulos isolados ou em espigas axilares laxas. metilnonilcetona. onicomicose. contração da pupila e sonolência (93) . heterosídeos antociânicos. • Propagação: sementes e estacas dos ramos. Pó: 0. reto. FITOLOGIA Planta herbácea. ⇒ 1 colher das de café de folhas em 1 xícara das de café de água quente. matérias resinosas e pépticas (341). dores abdominais. derrame cerebral.30m. ⇒ ferver durante 5 minutos 2 colheres das de sopa de folhas em ½ litro de água. Tomar 3 vezes ao dia (128). adstringente.1mg. rutacridona. flor-de-são-joão. Está bem aclimatada ao Brasil. carminativa. antiespasmódica. calmante dos nervos (32). dulcite. pineno e limoneno (raízes. fenóis. INDICAÇÕES: A planta pode ser utilizada no tratamento de otite. • A planta afasta moscas e combate pulgões. verde a verdeavermelhado. sudorífica (341). Quando a propagação é feita por estacas. secura na garganta. quercitina. anti-reumática. cineol (145). convulsões (341). 145). parasiticida capilar. • Micropropagação: utilizam-se explantes a partir de segmentos nodais submetidos a assepsia com cloro ativo a 2%.l -1 de benzil amino purina (76). FORMAS DE USO • Infuso: ⇒ 1%. feridas e zumbido no ouvido e incontinência urinária (215). As folhas e as sementes têm propriedades antiparasitárias (sarna e piolho) e as sementes são anti-helmínticas (283). Tintura: ⇒ 2 a 10ml/dia (341). deve-se proceder um sombreamento de 70% e prover farta irrigação das mudas. antitetânica. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Os alcalóides da planta mostraram atividade antimicrobiana (120) e anti-helmínticas (Costa. lactonas. rutaretina.5 a 2g/dia. antiepiléptica (435). xantotoxina. Vermífugo: 20g de folhas/litro de azeite. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-histérica. enquanto que a dorsal é intensamente alvo-tomentosa. depressão do pulso. OUTRAS PROPRIEDADES • Foi muito utilizada na antigüidade como anafrodisíaca. Parasiticida capilar e sarnicida: 20g de folhas/litro de água quente (283. hipocondria (435).0m de altura. cólicas. vômitos. Os explantes são cultivados em meio MS ½ + 0. FARMACOLOGIA: A ação espasmolítica da planta é devida é devida à presença de bergapteno e xantotoxina. Clister: cozinhar 8 a 10g de folhas por litro de água (parasitas intestinais). flavonóides. arrefecimento da pele. Lavar os olhos (conjuntivite) (257).70 x 0. éter metílico do ácido metilantranílico. hemorróidas. as inferiores pinatisectas com segmentos lanceolados e as superiores lanceoladas.09% (96). ácido salicílico livre. tremores. A face ventral é glabrescente. Sumo: 3 gotas do sumo em 1 gota de álcool.

• É uma boa melhoradora da estrutura do solo. insônia (258). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. tanino e ácido antêmico (145). amarga e estimulante (242). ARTEMÍSIA-ROMANA NOME CIENTÍFICO: Tanacetum parthenium L. Não deve ser ingerida crua. • Propagação: rebentos do rizoma. afecções biliares e hepáticas. • Apresenta propriedades inseticidas (32). • Colheita: 6 a 8 meses após o plantio. Utilizar 2 a 4 xícaras por dia (283). mucosidade. CLIMA: A espécie prospera melhor em regiões de temperaturas amenas. glabro. atonia. que cresce de 60 a 90cm de altura. pertubações gástricas. coréia (dança-de-sãoguido). artemijo. • Decocção: ⇒ ferver por 1 minuto 2 colheres das de sopa de flores em ½ litro de água. O transplante é feito quando as mudas apresentarem 5 a 6 folhas. bem aerados. antiespasmódica e febrífuga (1). artimijo. circundadas por lígulas brancas. Cobrir e deixar macerar por 5 minutos. Cobrir e deixar macerar por 10 minutos. onde a média anual gira em torno de 20 a 24oC. Apresenta inflorescências em capítulos dispostos em corimbos terminais. • Compressa: utilizar o decôcto ou o suco das folhas e/ou raízes.3m. bisanual ou perene. enterite. • Plantio: outono e primavera. composta por invólucro campanulado de filárias ovaladas. lombrigas. INDICAÇÕES: Atua contra as cefalalgia (261). Tomar alguns goles durante o dia (calmante e antiespasmódico). Segundo a Universidade de Campinas .SP. profundos. nem por mulheres grávidas ou que amamentam (128). HABITAT: Espécie alóctone. Apresenta cheiro forte. hipocloridria. INDICAÇÕES: Indicada para a cólica. Tomar ½ xícara. nervosismo (283. ácido málico. glabra. As flores do disco central são amarelas e tubulosas. • Raleio: por ser uma planta altamente prolífica. desagradável e sabor amargo. afecções uterinas (215). TOXICOLOGIA: Pode causar o aborto (258).5. ricos em matéria orgânica e com pH entre 6. flores e raízes. debilidade eupéptica. É heliófita. Folhas pinatissectas ou bipinatissectas. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é adicionada à bebidas alcoólicas para obter sabor amargo ("bitter"). o crescimento da população da planta deve ser contido para não invadir outras áreas. tônica. calmante. amenorréia. combate também a malária (145). anorexia. na Ásia. margaridinha. SOLO: A planta prefere solos areno-silicosos. macela-da-serra. 4 vezes ao dia (145). 32). antiespasmódica. antilistênica. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é inseticida e insetífuga. Tomar 1 a 3 xícaras ao dia (258). intoxicações endógenas e exógenas.5 x 0. PARTES UTILIZADAS: Flores e folhas. Corola tubular pentalobada. • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. vermífuga. Pode causar também hepatonefrites. tujona e cetona). • Propagação: sementes e estacas. FORMAS DE USO: Infusão: 2 a 3 folhas e 3 a 4 flores em uma xícara das de chá com água. antidiarréica.30 x 0. anti-reumática (271). formando inúmeros rebentos de raiz. • Florescimento: a partir de novembro. • Os raminhos secos são colocados em armários e estantes como repelentes de traças (128). males do coração e dos nervos (303). Deixar macerar por 15 minutos. febrífuga. convulsões e histeria. inapetência (68). germacronolides. Tomar 2 a 3 xícaras das de café ao dia (cólicas menstruais). anti-hidrópica. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica (261). antiepiléptica (283). ao levantar e ao deitar (tônico circulatório). ácidos e muito compactos. • Plantio: primavera. convulsões e problemas mentais e psíquicos (209). pubescentes e membranáceas. Tomar 2 xícaras das de chá ao dia. em janeiro. Fruto tipo aquênio. FITOQUÍMICA: Óleo essencial rico em cetona. estendendo-se até janeiro.20 amareladas.UNICAMP . constipação (242). Schulz-Bip. antiepiléptica (145). antinevrálgica.30m.0 e 6. icterícia. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. externamente. além de ser ornamental. emenagoga. adapta-se bem às regiões subtropicais e tropicais. ⇒ 1 colher das de sopa em 1 litro de água quente. ⇒ ferver durante 15 minutos uma colher das de sopa de raízes em ½ litro de água. estomáquica. matricária. Não tolera solos muito úmidos. monsenhor-amarelo. ovalado. CLIMA: Embora seja uma espécie de clima temperado quente. antiinflamatória. guaianolides e sesquiterpenos clorados (257). medindo cerca de 1mm de comprimento SOLO: Prefere solos secos e leves. • Florescimento: ocorre a partir de outubro. glabras ou pouco pubescentes. gastrite. PARTES UTILIZADAS: Folhas. antileucorréica. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Depurativa. . macela-do-reino. ansiedade. camomila-pequena. ⇒ 1 colher das de chá de folhas em 1 xícara das de chá de água quente. muito ramificada. carminativa. (215). piretro-do-cáucaso . partenolides. antianêmica. enxaqueca. TOXICOLOGIA Esta planta torna-se tóxica quando utilizada em doses bem acima das indicadas (145). emenagoga (93). FITOQUÍMICA: Óleos essenciais (cineol. ⇒ ferver durante 10minutos uma colher de sopa de raízes em ½ litro de água. no reumatismo (68). FORMAS DE USO • Infuso: ⇒ 15g/litro de água. FITOLOGIA: Planta herbácea. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Tomar 1 xícara de chá após as refeições (digestivo). SINONÍMIA: Artemigem-dos-jardins. originária do Cáucaso. ASSA-PEIXE NOME CIENTÍFICO: Vernonia polyanthes Less.

FITOLOGIA: Arbusto grande. mata-verrugas. Em solos muito úmidos o crescimento é demasiadamente lento. reunindo filárias agudas e coriáceas em invólucro campanulado. • Infusão ⇒ Como diurético: em um litro de água ferver 6 folhas picadas durante 10 minutos. CLIMA: É heliófita e não tolera geadas. contusões e infecções do útero (271). ramificado e arredondado. resina (257). O fruto é uma cápsula vilosa. margem inteira ou pouco serreada. cambará-guassú. Ramos verticilados. coral-verde. antilítica.1 colher das de sopa 2 a 3 vezes ao dia. • Plantio: em qualquer época do ano. estreitas na base. porém bem drenados. Ferver 5 minutos. cálculos renais e o uso externo é indicado para combater afecções cutâneas (128). • Manejo: qualquer atividade de cultivo feita com a planta deve prever o uso de calçados. • Florescimento: não ocorre em Santa Catarina. coral-de-são-sebastião. cilíndricos.5m. PARTES UTILIZADAS: Folha e raiz. A rizogênese inicia perimetralmente à base da estaca. • Propagação: sementes e estacas. oblongo-laneceolado. 4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato (77). chamarrita. amarelas ou esverdeadas. . castanho. diterpenos do tipo tigliano (ésteres de forbol) e ingenano (ésteres de ingenol). espinho-de-Cristo. perene. goma tirucalli. capoeiras. afecções do útero (215). A ingestão do chá das folhas causa um potente efeito diurético e natriurético em ratos (393). • Plantio: primavera. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são comestíveis. que cresce de 3 a 4m de altura. pau-sobre-pau. labirinto. intrincados. suculentos. Coar e tomar a vontade (diurético). que cresce de 2 a 3m de altura. fritadas à milanesa. balsâmica. cambará-branco. O caule é liso. É heliófita. axilares. CLIMA: É sensível ao frio intenso. • A casca da raiz. Inflorescência paniculada. perene. espinhoitaliano.0 x 2. profundamente 3-sulcada. lenhoso. enquanto que as masculinas ocorrem em torno das masculinas. O decôcto da raiz é utilizado. para hemorróidas pontadas nas costas e no peito. paupelado. • Compressas: hemostático (257). Tomar 5 gotas diluídas em água a cada 2 horas. de coloração verde. • Poda: evitar que os ramos cruzem a área de circulação de pessoas. SOLO: Plenamente adaptada a solos secos e pobres. cassoneira. anti-hemorroidária (215). lactescente. durante 1 a 3 dias (145). AVELOZ NOME CIENTÍFICO: Euphorbia tirucalli L. árvore-de-são-sebastião.0 x 1. antiasmática (392) e antigripal (393). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É béquica. SINONÍMIA: Almeidinha. • Propagação: estacas de ramos. Suco: tritura-se ou moem-se as folhas. à beira de estradas e em terrenos abandonados. roupas que cubram a pele e óculos. graveto-do-diabo. hemostática (68). cegaolho. ⇒ Como expectorante: infusão com uma xícara de água fervente sobre 2 folhas picadas. Sementes ovóides e lisas. é fosforescente (93). Estacas podem ser enraizadas em areia ou solo leve. diminutas e raras. Tomar durante o dia (como diurético). FITOQUÍMICA: Alcalóides. SINONÍMIA: Assa-peixe-branco. INDICAÇÕES: Indicada para bronquite (392). hidrocarbonetos terpênicos. SOLO: Desenvolve-se bem em solos pobres. AGROLOGIA • Espaçamento: 3. Abafar por 10 minutos. árvore-docoral-de-são-sebastião. com capítulos sésseis contendo cerca de 25 flores lilases. FORMAS DE USO • Xarope: 2 folhas picadas em 1 xícara das de café de água. gripes fortes. coroa-de-Cristo. dedo-dodiabo. pois rompem-se facilmente exsudando látex que pode ser cáustico. As flores são terminais. coando a seguir. ⇒ ferver por 5 minutos 3 folhas bem picadas em 1 xícara das de chá de água. • Florescimento: fevereiro a abril. PARTES UTILIZADAS: Seiva (látex). acrescentar 2 xícaras das de café de açúcar e levar ao fogo até a dissolução do açúcar. medindo 2 a 2. glicosídeos. cerosa e verde-clara na face dorsal. Adultos . aldeídos (145). rugosas e ásperas na ventral. tomar até 3 xícaras ao dia. em banhos. As folhas são agudas. gríseopilosas. Devem ser hidratadas em sua base e após enterradas em areia úmida. pubescente e sublenhosa. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. árvore-do-lápis. coar. FITOLOGIA: Planta arbustiva grande. • Espaçamento: 2. flavonóides (genkwanina e velutina). óleo essencial e sais minerais (128). espinho-de-judeu. • Colheita: as folhas devem ser colhidas antes do florescimento. Decocção: ⇒ ferver por 15 minutos 6 folhas cortadas em pequenos pedaços. pneumonia (68). É xerófila.21 FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. pastagens. Fruto aquênio. HABITAT: Espécie alóctone. quando extraída na escuridão. dente-de-cão. Tomar 1 a 3 xícaras por dia (128). As estacas devem ser preparadas no fim da primavera até o início do verão. proporcionando um mel de alta qualidade. tosses rebeldes. FARMACOLOGIA: Os glicosídeos extraídos das flores. lanceoladas. • As flores são melíferas.0m. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta muito rústica. vem sendo estudados como antitumoral (145). o cultivo deve ser feito em áreas mais agrestes da propriedade.3mm de comprimento. látex. filiformes. originária da África. quase áfilos. diurética (128). HABITAT: Espécie autóctone que cresce em descampados. pau-liso. 3locular. Coar e aplicar sobre afecções da pele (128). alternas. • • ⇒ Para bronquite: 2 folhas cortadas em 1 xícara das de chá de água quente. pecioladas. avelós. contusões. expectorante. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais (eugenol). durante 1 a 3 dias (68). cambará-guaçú.

com os folíolos em forma de cunha larga. úmidos. distribuídas em 3 copos d'água (31 1994). colhidos de setembro a maio. purgativo. As flores são avermelhadas. • Xarope: 20 a 100ml/dia (341). antidiarréica. Por ser altamente caústico. pequenas. com cerca de 10cm de comprimento. laringite. .30m. HABITAT: A planta é espontânea em Portugal e originária da Ásia. é utilizada como AVENCA NOME CIENTÍFICO: Adiantum capillus-veneris L. FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: ⇒ 5%. pardas e luzidias. que atinge 20 a 40cm de altura. estacas e esporos. medindo 20 a 25cm de comprimento por 5 a 8cm de largura. cólica. debilidade das parturientes (283). no Brasil. expectorante (145) e antissifílico (93). causa amarelecimento e definhamento da planta. o látex precisa ser diluído em água. e mesmo a meia-luz. queda de cabelo (257). Produz um látex com propriedades irritantes e cáusticas à pele. finos. É cultivada em hortas. O ambiente deve ser sombreado. • É utilizada como ornamental. oblongas ou ovais. OUTRAS PROPRIEDADES • Quando adulta. Raleio: eliminar folhas senescentes e doentes. verrugas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Polypodiaceae. plantados diretamente em canteiros. friáveis e frescos. pode destruir a córnea (257). AGROLOGIA • Espaçamento: 0.3 x 0. cauterizante de verrugas (257). Se o látex atingir os olhos. antiespasmódico. CLIMA: A planta é umbrófila e higrófita. com as nervuras delicadas. Tomam-se 8 a 10 colheres das de sopa por dia. A luz solar direta. amarelas. branco e cáustico. soltos. úmido e quente. carboidratos. sagitadas. compostos fenólicos (257). capilarina. em áreas ruderais sombreadas.40m. dismenorréia. Ésteres de forbol são estudados como agentes promotores de tumor. • Tintura: 10 a 50ml/dia. de clima subtropical úmido. dispostas em panículas terminais e laterais.. As folhas superiores são sésseis. dividido e subdividido na orla da fronde. : Doses tóxicas coagulam o sangue. FAMÍLIA BOTÂNICA:Polygonaceae. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. SINONÍMIA: Avenca-cabelo-de-vênus. Proteger contra geadas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. SOLO: A planta prefere os solos de serrapilheira. carnosas. antiasmática (341). lanceoladas-subcordiformes. azedinha. quase paralela ao pecíolo. Irrigação: a planta é muito exigente em umidade. Tomar um copo 3 vezes ao dia (145). O rizoma é fino. alternas. mas subespontânea no sul do Brasil. induzindo a formação do linfoma de Burkitt e carcinoma nasofaringeo (77). muito delgadas. crenadas.2mm). azedeira. apud 32). principalmente quando nova. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de afecções catarrais das vias respiratórias. com 3 a 5 soros de esporos situados nas extremidades da face dorsal. paredes de poços e principalmente junto à fontes de água. antiasmático.8 a 2. semi-amplexicaules. divididas 3 a 4 vezes. • Extrato fluido: 210ml/dia. HABITAT: Planta alóctone. antibiótico. originária da Europa. • Uso interno: ⇒ Até 3 gotas por dia. • Propagação: perfilhos. bainha inciso-dentada ou laciniada. INDICAÇÕES: Indicada empiricamente para o tratamento de neoplasias neuralgia. estriado. béquica. distúrbios do ovário e da bexiga (271). necessitando de irrigação frequente. ressecamento da garganta. ⇒ 1 parte de folha : 100 partes de água. antidisentérica (215) e antiinflamatória (294). antivirótico. 50 a 200ml/dia (341).4 x 0. ereto. levemente ondulada. que cresce em touceiras. AZEDINHA-DA-HORTA NOME CIENTÍFICO: Rumex acetosa L. antibacteriano. duros e muito finos. ricos em húmus. • • • • • Aclimatação: a planta pode ser cultivada em vasos com substrato orgânico ou pó de xaxim. com aurículas acuminadas e dirigidas para baixo. rizomatosa. As folhas são pecioladas. ⇒ 1 xícara das de cafezinho em 1 litro de água. digestiva (32). PARTES UTILIZADAS: Folhas e rizomas. FORMAS DE USO • Uso externo: romper um cladódio da planta e deixar 1 gota do látex cobrir a verruga ou calo. ⇒ 6 gotas de látex do aveloz em 2 litros de água. pardo-escuros ou negro reluzentes. com a margem arredondada. freqüentemente avermelhado. As folhas são algo glaucas na face dorsal. mucilagem e glicose (294). SINONÍMIA: Azeda-brava. levemente ácidos. Cresce bem em regiões com umidade relativa do ar elevada. As hastes e ramos são marrom-escuros. caspa. aperiente. antiescorpiônico e ofídio (uso interno). • Propagação: divisão de touceiras. Plantio: primavera. emoliente. as inferiores pecioladas. pequenas (1. asma e gastralgia (77). sudorífica. Tomar 1 colher das de sopa a cada 8 horas (257). O fruto é uma cápsula lisa e escura contendo sementes triangulares. que é comprido e caniculado. meia hora antes das refeições (Leo Manfred. FITOQUÍMICA: Ácido gálico e tânico. Tomar 2 a 4 xícaras ao dia (257). OUTRAS PROPRIEDADES: A planta ornamental de ambientes sombreados. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Peitoral. FITOLOGIA: Planta herbácea. estimulante (128). rubefaciente. em nichos de pedras. expectorante. polimorfas. com tendência a deltóide. oblíquo e piloso. cabelo-de-vênus. a planta pode ser utilizada para confecção de moirões e cercas-vivas. antireumático. dores reumáticas. O látex puro pode provocar até uma hemorragia (145). é resolutivo no tratamento de carcinomas e epiteliomas benignos. emenagoga (257). fungicida. de caule fistuloso. bronquite (341). perene.22 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O látex. com 20 a 60cm de altura. A planta definha em solos secos. A partir do rizoma emergem pendúnculos glabros. Colheita: setembro a janeiro. rouquidão.

densas. acídula. O teor de gel e polipeptídeos é maior nas folhas maturas do que nas jovens (443). afecções do fígado (32). são ensiformes. febrífuga (128). na forma de salada ou de sopas. de 2 a 4cm de comprimento. . As raízes são antidiarréicas (283). vitamina C. entouceirada. com 50cm de comprimento por 6 a 9cm de largura e 3cm de espessura na base.0 x 0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aloeaceae. neutralizadora da ação das substâncias acres e purgativa. Optar pela irrigação por nebulização. sinuoso-serradas. BABOSA-DE-BOTICA NOME CIENTÍFICO: Aloe vera L. rumex acetosa polissacarídeo RA-P (179). sobre uma haste simples ou ramificada. • Padrão comercial: teor máximo de cinzas . babosa-medicinal. marginadas por espinhos triangulares. diurética (179). para as condições do Litoral Catarinense. Cresce em áreas semidesérticas e em locais pedregosos e semi-áridos. e também do Mediterrâneo. vermiculita ou a mistura de deles) • Aclimatação: as mudas devem ser enraizadas em viveiro. afta e inflamações da vesícula biliar (128). babosa. As folhas jovens são retas e agudas. de cor amarelada. atingindo 50 a 60cm de comprimento. gypseum e T. catamenial. vulgaris. FITOLOGIA: Planta arbustiva. podendo chegar a 400 a 1. emodina 8-0-β-D-glucopiranosídeo. antiasmática (32).8-dihidroxiantraquinona. partindo de 5 brotos decapitados (270). litíase e reumatismo não devem ingerir a planta. CLIMA: A planta é de clima tropical a subtropical.000 plantas em 6 meses. rizomatosa. estimulando os movimentos peristálticos (189). O cultivo pode durar até o décimo ano (239).). aloés. O contato das folhas com o solo úmido favorece o apodrecimento das mesmas. • A raiz fornece matéria tintorial de cor vermelha. glauco-esverdeadas uniformes. noroeste da África e das margens do Mar Vermelho. cloro. Não tolera geadas. Ventos frios predispõem à ocorrência de avermelhamento generalizado nas folhas. crisofanol-8-0-β-D-glucopiranosídeo. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são comestíveis. barbosa. aminoácidos livres (alanina. T. • Irrigação: deve ocorrer apenas durante os períodos de estiagem. taninos. piridoxina. Pragas: é comum a ocorrência de coleópteros (Diabrotica spp. O rendimento é de 2. crisofanol emodina. erva-de-azebre. observa-se um rebrote acentuado. medindo 50 a 1. dispostas em rácimos terminais densos de 30 a 40cm de comprimento. Apresentam internamente um parênquima mucilaginoso. As folhas. lanceoladas. neposídeo. Colheita: ocorre 3 a 4 meses após o plantio. erva-babosa. ácido fosfórico (5%). quando o escapo floral está seco. fenilalanina.20m de altura. As folhas são antissépticas e refrigerantes (93). coberto com sombrite 70%.4%. Florescimento: não ocorre nas condições do Litoral Catarinense. Colhe-se apenas as folhas mais desenvolvidas. O controle é feito com iscas envenenadas de raiz de tajujá ou frutos verdes de cabaça. Cada folha matura atinge 420 a 450g por folha. Os derivados glicosídicos do tipo crisofanol dificultam a reabsorção de eletrólitos e água. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato aquoso de caule e folhas apresenta atividade hipoglicêmica e antimicótica contra Trichophyton granulosum. magnésia. var. • Propagação: estolões. • Produção de sementes: não há formação de frutos. aviário. quercitina. • Micropropagação: estimula-se as brotações axilares e a formação de brotos adventícios mediante a decapitação dos renovos. Os pacientes com artrite. É fortemente heliófita e xerófila. O parênquima das folhas tem aroma nauseabundo. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. INDICAÇÕES: É indicada para a icterícia. caraguatá-de-jardim. oxalato de cálcio. sem acidez. Está amplamente adaptada ao Brasil. aloe emodina. β-sitosterol. e nem sempre é possível a obtenção de sementes. • Adubação: planta responde bem à adubação fosfatada e potássica. Em condições de estresse. a temperatura de 25 oC. fiscion. SINONÍMIA: Aloé.12% (96) PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. emodina antrona. de modo a permitir a manutenção do substrato uniformemente úmido ao longo do dia. • Colheita: deve ser feita preferencialmente ao final da floração. ácidos oxálico.23 • Plantio: março a abril e setembro. As brotações são facilmente enraizadas com IBA e meio MS modificado. TOXICOLOGIA: A planta provoca diarréia em animais e o pólen é alergênico. nepodina. manchadas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É uma planta laxante. O excesso de água nas raízes pode provocar deterioração das raízes. Derivados de antraquinona: 1. fiscion I-0-β-D-glucopiranosídeo. casca de arroz tostada. perene. Apresenta incompatibilidade com águas minerais e não deve ser preparada ou servida em recipientes de cobre (179). ou Aloe barbadensis Mill. soda. Derivados de hidroxiantraquinonas e hidroxiantronas. permeável e solto. cal (17%). polissacarídeos. Canárias e da Madeira. ácido sulfúrico e óxido de manganês (93). FARMACOLOGIA: Os polissacarídeos inibem em 5 semanas o crescimento de tumores (sarcoma 180) (Ito e Hidaka. ⇒ 50 a 100g para 1 litro de água. curtos e espaçados. gota. com cerca de 10cm de altura. antiescorbútica. sílico-argiloso. • Substrato: porosos (areia. apud 179). teor máximo de água . Cglicosídeos de flavonas. • Plantio: ao longo de todo ano. pendentes. de caule curto. FITOQUÍMICA: Ácido silícico (41%). antinevrálgicas. As flores são tubulosas.000kg/ha no quinto ou sexto ano. amarelos. SOLO: Prefere solo bem drenado. A planta tolera solos pobres. suculenta. nem sementes. sabor amargo e coloração vítrea. Transplantar as mudas quando apresentarem 15 a 20cm de altura ou 4 a 6 folhas. leucina e ácido pantotênico). • Suco: tomar 1 colher de sopa do suco das folhas por hora (32). Tomar 4 a 5 xícaras ao dia. côncavas na parte superior e convexas na inferior.7m. • Rendimento: 100kg/ha no primeiro ano. A propagação por sementes é muito lenta. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 10g de raízes para 1 litro de água. vitexina. • Adubação: adubar os canteiros com 2 a 3kg/m 2 de cama de • • • HABITAT: Espécie alóctone tropical. das Ilhas de Socotra. purpureum (189). óxido de ferro. carnosas. • Florescimento: agosto a setembro. produzindo uma liquefação do conteúdo intestinal. caraguatá. alumina. tartárico e málico. com pedicelos menores que as brácteas. potassa (15%). mudas que se formam lateralmente à cepa. dispostas em roseta.

• Suco: uso interno como anti-helmíntico. Poção: ½ g de folhas secas ou 1 colher das de chá da polpa em 1 copo de água (uso interno como tônico eupéptica e laxativo). O gel filtrado. contusões. comuns na síndrome dos olhos secos. localizadas nas axilas das folhas. catártica. • Era usada para embalsamar múmias. adicionadas de 30% de húmus de minhoca. brilhantes. • Tintura: triturar 50g de folhas descascadas com 250ml de álcool e 250ml de água. CLIMA: Desenvolve-se melhor em regiões subtropicais. antisséptica. A recuperação dos pacientes iniciou no segundo dia do tratamento (32O). emenagoga. AGROLOGIA • Ambiente: a planta deve ser cultivada em ambientes sombrios. • Resina: é a mucilagem após a secagem. contidos no gel. antiinflamatória e emoliente (258). estomáquico. laxativo e antihelmíntico. contendo um suco claro e gomoso. salicatos. ascendente. porque aumenta a oxigenação da pele (145). FITOLOGIA: Planta epífita. • Colheita: inicia 2 a 3 anos após o plantio. diminuindo também o eritema. polpa e seiva. pode ser transformado em pó. colerética.5g da resina em 100ml de álcool a • • 70oGL. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Antibacteriana e Apresenta forte atividade sobre Pseudomona responsável pelas otites e infecções urinárias (69). Não tolera geadas. panarícios (93). vulnerária. 258). Pode provocar nefrite (32). macerada ao açúcar ou mel. largolanceoladas. emoliente. estomáquica (257). antifúngica. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Laxante (260). Utilizar o gel sobre queimaduras e afecções da pele 3 vezes ao dia. umbrófila. com rizoma cauliforme curto. hipocondria. Usam-se 5 a 10 gotas como eupéptica e 20 a 40 gotas como laxativo (257). barbalodina. • Tintura: utilizam-se 2. Os princípios ativos aumentam com a idade da planta (99). • Espaçamento: 0. aloeferon (cicatrizante). conforme vários experimentos realizados em Chernobyl. OUTRAS PROPRIEDADES: É planta ornamental para ambientes sombreados.24 PARTES UTILIZADAS: Folhas. Obtém-se a resina cortando-se transversalmente a base das folhas e deixando-se penduradas por 1 ou 2 dias para escorrer o sumo. Filtra-se e completa-se o volume restante para 1 litro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tonificante do bulbo capilar. enxaguando em seguida (uso externo em inflamações. galactose.3% do gel fresco). deixando por trinta minutos. congestão do fígado e da cabeça (32).2 a 0. • Plantio: ano todo. • Substrato: 70% de pó de xaxim ou casca de arroz tostada. mucilagem e aloína e diluído em água estéril. Deixa-se em maceração em recipiente fechado durante 7 dias. fortalecedor imunológico. aloquilodina. cicatrizante da pele e das mucosas. As raízes são eficazes para as cólicas (93). • Propagação: sementes e estacas. regeneradora da pele (128). Quando bem seco. bactericida. aloe-emodina. A polpa é antioftálmica. despida da cutícula. manchas de pele (mancha senil) (145). teve forte ação antiálgica e antiinflamatória. • Supositório: a folhas. fungicida. É indicada também em períodos pós-operatórios.30 a 0. despida da cutícula. • Alcoolatura: 50g de folhas descascadas. Se cultivada em vasos. semi-herbácea. na proporção de 40:1. Indicado para a calvície incipiente (341). oftalmias. resolutiva. tônico capilar e do aparelho digestivo. pentosana e ácidos urônicos (434). mucilagem polissacarídica. BABOSA-DE-PAU NOME CIENTÍFICO: Philodendron martianum Engl. na Rússia (239). tumores. mulheres grávidas e catamênicas (metrorragia) e indivíduos com hemorróida (257.2g do pó dissolvido em água com açúcar. Tomar 0. protegidos de vento. É umbrófita. em solos ricos em matéria orgânica e bem aerados. Deve ser usada na forma de compressas e massagens. • O suco da planta é inseticida (93). Utilizar em compressas e massagens nas contusões.purgativo). inflamações da pele (9). Gel: bater uma folha de babosa no liqüidificador. feridas. . INDICAÇÕES: É indicada para a queda de cabelos. O gel contém 99. FARMACOLOGIA: Cicatrizante e eutrófica (69). vulnerária. Contém cerca de 20 a 30% de aloína na matéria seca (96). oftálmica (32). são úteis no tratamento de câncer e queimaduras causadas por radiação nuclear. coando-se logo a seguir.8 x 0. trituradas com 250ml de álcool e 250ml de água. Cada planta contém em média 5 bulbos. • Florescimento: novembro a janeiro. entorses e dores reumáticas. esteira e tecidos grosseiros.15g/dia (tônico. FITOQUÍMICA: Glicosídeos antraquinônicos (aloína . adstringente. vermífuga. podem ser usadas como supositório nas retites hemorroidais (258). com pecíolo entumecido como um pseudo-bulbo de orquidáceas. tônica eupéptica (145).60g/dia (purgante e emenagogo) (32). como laxante.02 a 0. O glucomanan e o polimanactato. queimaduras e queda de cabelo) (145). adensadas em roseta. Inflorescências em número de duas e em forma de bastão. As folhas são coriáceas. SINONÍMIA: Babosa-de-árvore. queimaduras de sol. • Cataplasma: retirar a película verde que reveste o parênquima gelatinoso. taninos (145). OUTRAS PROPRIEDADES • A polpa. • As fibras das folhas são utilizadas na fabricação de cordoalha. é um supositório calmante para retites hemorroidais (32). eczemas. vitaminas E e C (257). constitui alimento de certos povos asiáticos. quentes. prisão de ventre. hepática. Coar. HABITAT: Espécie autóctone nativa da mata Atlântica. A aplicação tópica do gel foi feita duas vezes ao dia. epífita. entorses. aeruginosa. hidratante e condicionador do cabelo. febrífuga e revulsiva (93). Aplicar sobre os cabelos secos. utilizar recipientes com capacidade mínima de 5 litros. erisipelas. que deve ser seco ao fogo ou ao sol.4m. lactato de magnésio. FORMAS DE USO • Pó: 0. tuberculose pulmonar. dores reumáticas (258).5% de água (239). muito comum na Serra do Mar. FAMÍLIA BOTÂNICA: Araceae. nervura central saliente em ambas as faces e imersas apenas na extremidade. analgésica. asma. linfatismo. resina. livre de polpa. A folha. com algumas gotas de limão e uma pitada de sal. 0. limbo com cerca de 30 a 40cm. glucomanos (0.1 a 0. tensão nervosa. TOXICOLOGIA: Contra-indicada para crianças (internamente). ácido aloínico e pícrico. aloetina.

eczemas. queda do cabelo (aplicação tópica do sumo). nas hemorragias uterinas. • Colheita: 1 ano após o plantio. babosa.3 a 0.2g do pó. golpes (emplastros). • Raleio: as brotações laterais deve ser eliminadas ou utilizadas como material de propagação. SINONÍMIA: Baleeira. erva-balieira. de modo a permitir a manutenção do substrato uniformemente úmido ao longo do dia. em capoeiras úmidas.5m de altura. coberto com sombrite 70%. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Em doses menores é tônica. quase em roseta. matérias resinosas (341). HABITAT: Espécie autóctone que medra nas restingas marítimas. Succotrina. • Propagação: separação de mudas que se formam ao lado da planta matriz. emenagoga. Pode ainda ser encontrada no interior. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. Succotrina. • Florescimento: julho a setembro. AGROLOGIA • Espaçamento: 3. originária da África do Sul. As flores são tubulares e de coloração avermelhada na base com o bordo livre esverdeado. lanceoladas a oblongo-lanceoladas. pois provoca congestionamento dos órgãos pélvicos. emodina.15 a 0. laxa na base. Optar pela irrigação por nebulização. aloinose. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Antibacteriana e Apresenta forte atividade sobre Pseudomona responsável pelas otites e infecções urinárias (69). medindo cerca de 3 a 7cm de comprimento.5 a 2. erva-babosa. • Poda: eliminar os ramos inferiores que tem predisposição a tocar o solo. com 3mm de diâmetro. caraguatá.23mM (221). ereta. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aloeaceae. O enraizamento é muito lento. TOXICOLOGIA: É contra-indicada no período menstrual. FARMACOLOGIA: Cicatrizante e eutrófica. camarinha. (69). HABITAT: Espécie alóctone. CLIMA: A espécie é de clima tropical e subtropical quente. FITOLOGIA: Arbusto perene de arquitetura esgalhada caótica.7m.1g do pó.20g) como tônico eupéptica. em doses maiores (0. impinges. • Florescimento: ocorre de novembro a dezembro. maria-milagrosa. caramoneirado-brejo. As folhas são fortemente escabroso-verrucosas na face ventral. agudas.25 BABOSA-DE-SOCOTRA NOME CIENTÍFICO: Aloe arborescens Mill. atenuadas na base. finas e arqueadas do que a espécie A. nos estados hemorroidários.5m. FITOQUÍMICA: Aloína. O enraizamento dos ramos pode ser facilitado através da imersão de ramos com 10cm de comprimento. com espinhos cartilaginosos. • Propagação: sementes e estacas de ramos.0 x 0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aloeaceae. Os ramos jovens são glabros ou sutilmente tomentosos. aeruginosa. antifúngica. antioftálmica. março-abril. casca de arroz tostada. atonia gástrica. BALIERA NOME CIENTÍFICO: Cordia verbenaceae DC. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes a Aloe vera e A. anti-hemorroidária.5 a 2. na predisposição ao aborto e nas nefrites (341). vermiculita ou a mistura de deles). engorgitamento do fígado e do baço (cataplasmas). BABOSA NOME CIENTÍFICO: Aloe saponaria. As folhas são ensiformes. Inflorescência corimbosa terminal. erisipelas e retites hemorroidais (283).5g do pó ou 1. utilizando-se substratos porosos (areia. catinga-de-barão. aperiente. PARTES UTILIZADAS: Folhas. oftalmia. crescendo até mesmo sobre areias quartzosas enriquecidas de matéria orgânica. carnosas. verdeescuras.3 a 0. dispostas em haste central. Em doses maiores é purgante (341). dispepsia atônica.5 x 3. erva-baleeira. vulnerária. em solução de ácido indol-butírico a 1. FITOLOGIA: Planta herbácea. Indicada para bronquite e tuberculose pulmonar incipiente (polpa macerada em mel por 10 dias). SOLO: A planta adapta-se bem a solos pobres. ou Aloe succotrina Lam. SINONÍMIA: Alóe. • Como drástico: 0. emoliente. medindo cerca de 5 a 10cm de comprimento por 2 a 3cm de largura. • Plantio: primavera. suculenta perene. FAMÍLIA BOTÂNICA: Boraginaceae. É fortemente heliófita (400). antidartrosa. vermelhos. revulsiva. serradas.05 a 0. Reitz (341) relata as seguintes administrações: • Como eupéptica: 0. demorando entre 40 a 50 dias. distante 5cm dos ápices. balieira-cambará. colagoga. porém não encharcados e/ou compactados. antihelmíntica (283).1 a 0. As flores apresentam corola campanulada branca e pequena. longas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aloeaceae PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes a Aloe vera e A. Frutos subglobosos. BABOSA NOME CIENTÍFICO: Aloe harlana. As folhas são mais curtas.5ml da tintura. estomáquica. insuficiência hepática (341). laxativo e anti-helmíntico. dentadas. • Plantio: março (mudas de sementes). • Colheita: a partir do segundo ano.6g) como purgante e emenagogo (283). de caule bífido e curto. que cresce de 1. alóe-candelabro. aloeresinotanol. sésseis. verde-azuladas. com 40 a 70cm de altura. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. maria-preta. em cachos não ramificados. Faz-se um desbaste das folhas basais da muda antes de enraizá-la em substrato. • Como purgativo: 0. • Aclimatação: as mudas devem ser enraizadas em viveiro. linear-lanceoladas. peitoral. resolutivas. SOLO: Prefere solos arenosos. setembro (mudas de estacas). queimaduras. tumores. úmidos e pouco ácidos. aromáticas. FORMAS DE USO A babosa em pó deve ser utilizada em pequenas doses (0. aloés. guabiraba. ápice voltado para dentro ou liradas. . panarícios. muito ramoso. vera.

agitando de vez em quando. Índia e Malásia. FORMAS DE USO • Infusão: 3 folhas cortadas em pedaços pequenos em 1 xícara das de chá de água fervente. glabro ou pubescente e pouco ramificado.25m. • Cataplasma: amassar 1 punhado de folhas frescas com 1 colher das de sopa de glicerina. carnosas. do tipo cimeira-corimbosa. • Colheita: um ano após o plantio. SOLO: Prefere solos secos. As flores são amarelas-intensas e dispostas em panículas. avermelhado e pontuado. HABITAT: Espécie alóctone. • Alcolatura: amassar 50 folhas em ½ litro de álcool neutro. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de osteoartrose e transtornos afins (361). 2 a 3 vezes ao dia. As folhas são opostas. torções. FAMÍLIA BOTÂNICA: Crassulacea. FITOQUÍMICA: Daigredorigenina (CASTILHOS et al. principalmente em terrários. feridas gangrenosas. É heliófita e xerófita. serradas. As folhas são cilíndricas. Coar e tomar de 1 a 3 xícaras ao dia (reumatismo). sesquiterpenos e taninos hidrolisáveis (73). não-me-toques. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. FITOLOGIA: Planta perene. • A planta é hospedeira natural de Pseudomonas solanacearum • (6). originária de Madagascar. epilepsia. BALSAMINA NOME CIENTÍFICO: Impatiens balsamina L. • Plantio: primavera • Irrigação: somente em períodos de forte estiagem. A rusticidade da planta é tamanha que consegue crescer até mesmo em cima de telhados de casas. ereta. maravilha. obovado-espatuladas. maria-sem-vergonha. lanceoladas. suspiro. e Sessé. Aplicar sobre locais doloridos e juntas inflamadas. Estender sobre 1 pano e aplicar na parte afetada (128). Abafar por 10 minutos. conjuntivite. Deixar macerar por 5 dias. suculentas. HABITAT: Espécie alóctone. suculento. casca de arroz ou vermiculita. FORMAS DE USO • In natura: na forma de saladas (para inflamações gastrintestinais). machucaduras (68). FAMÍLIA BOTÂNICA: Crassulaceae. • Propagação: a partir de estacas de caule e ramos. • Propagação: mudinhas que se formam das folhas que caem. flor-da-abissínia. sobretudo de jardins do tipo "rochoso".5 a 1. PARTES UTILIZADAS: Folhas suculentas in natura. • Tintura: triturar 30 folhas em 100ml de álcool de cereais 70 graus e 50ml de álcool. Manter o substrato sempre úmido. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. O caule é cilíndrico. As inflorescências. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas. cacto-japonês. BÁLSAMO-ALEMÃO NOME CIENTÍFICO: Kalanchoe tubiflora R. com 6 a 12cm de ETNOTERAPÊUTICAS: OUTRAS PROPRIEDADES . acuminadas. areno-siltosos e bem drenados. triterpenos. verdesalmão. grossas e com sabor levemente ácido. acuminadas.4'-dihidroxi-5-metilisoflavona (223). glabras. alcalóides piperidínicos. • Os frutos são comestíveis e muito apreciados pelos pássaros.30m. eretas.26 FITOQUÍMICA: Artemetina (128). glabra. ramificadas. BÁLSAMO-BRANCO NOME CIENTÍFICO: Sedum dendroideum Moc. HABITAT: Espécie alóctone originária da África do Sul. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: cicatrizante (257) e vulnerária (68). canaliculadas na parte inferior.0m de altura. • Suco: bater no liqüidificador 10g das folhas com 1½ copo de leite. • Poda: a capação do pendão floral induz a planta a ramificar-se intensamente. Hamet. e folhas. SOLO: A planta adapta-se a quase todos os tipos de solo. analgésica (222). Tomar ½ copo 3 vezes ao dia. vermelho-alaranjadas. 7.4m x 0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Balsaminaceae. ciúmes. que atinge 30 a 40cm de altura. OUTRAS PROPRIEDADES • Suas folhas são utilizadas como condimento de sopa. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória.4'-dihidroxi-5metoxiisoflavona e 7. onde cresce subespontaneamente.3 x 0. beijo-de-frade. alcoolismo e problemas na coluna (271).5 ano de ciclo. O suco pode ser aplicado topicamente sobre a pele inflamada (257). • Substrato: areia. mas amplamente adaptada ao Brasil. na axila dos quais nascem pseudobulbilhos reprodutivos. • Colheita: após 1. sublenhosa. 1996). melindre. Coar e tomar 20 gotas ou 1 colher das de café diluídas em água. Emoliente. OUTRAS PROPRIEDADES: planta é ornamental. tendo no ápice 3 a 5 pequenos lobos. PROPRIEDADES balsâmica. com numerosas flores vistosas. suculenta. TOXICOLOGIA: O suco da planta tem um princípio acre tóxico. CLIMA: Espécie de clima tropical seco. com manchas verde-arroxeadas transversais. aumentando a produção de folhas. úlceras (271). As folhas inferiores são opostas e as superiores alternas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. antiartrítica e anti-reumática (128). verticiladas ou esparsas. são terminais. Macerar por 1 semana. SINONÍMIA: Cacto-da-abissínia. com exceção dos encharcados. de 0. INDICAÇÕES: Usada no tratamento de contusões. É ornamental. fofos. caule cilíndrico. originária da China. suculenta. inflamações gastrintestinais e da pele e nas cefaléias. SINONÍMIA: Bálsamo-do-jardim. FITOLOGIA: Planta herbácea com 30 a 90cm de altura. diariamente. • Plantio: outono e primavera. • Os citricultores utilizam a planta como atrativa de pragas (128). e daigremotianina Cicatrizante e FITOQUÍMICA: Mucilagens. Japão.

catártica e diurética (445). INDICAÇÕES: Indicada para o engorgitamento do fígado. Flores azuladas a arroxeadas. róseas. O fruto é uma cápsula tomentosa. • Cataplasmas e banhos: para úlceras e hemorróidas. muito pequenas. próximo a regatos. Apresenta folhas alternas. suculenta e comprida. medindo até 3 a 4m. como à pleno sol. onde cresce espontaneamente ao longo de estradas. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. • Cultivada em estufas como planta ornamental. as inferiores cordiformes e superiores ovaladas. FORMAS DE USO • Supositórios (para hemorróidas): contundir os filamentos com manteiga de cacau. as cápsulas aderem-se facilmente à roupa das pessoas e aos pêlos dos animais. férteis. • Colheita: inicia aos 2 anos após a implantação. axilares. espiculosos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. longo-elíptico ou obovado. antihemorroidária. Não suporta altas temperaturas e geadas. Folhas lineares. OUTRAS PROPRIEDADES • São cultivadas como ornamentais. estalam liberando com explosão as sementes. As sementes são cápsulas reticuladas. com cinco valvas elásticas que. pergamasso. pediceladas. erva-dos-tinhosos. com irrigação por nebulização. ao se abrirem. BARDANA NOME CIENTÍFICO: Arctium lappa L. orelha-gigante. apresentam cores variadas: vermelhas. amenorréia. flavonóides. brancas e variegadas. • Plantio: outono e primavera. de caule robusto. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomacal (271). esteróides triterpênicos (24). cinzento e revestido de pêlos brancos. As sementes são vermífugas (271). ereto. Flores amarelas. distocia (445) e fraqueza em geral. samambaia. cresce subespontaneamente nos campos. Temperaturas abaixo de 10 oC afetam o crescimento da planta (209). . As flores. FITOLOGIA: Espécie desprovida de raiz. O mesmo substrato pode ser utilizado para o enraizamento das estacas. O fruto é do tipo aquênio. rodeados de brácteas verdes. numerosas. No primeiro ano a planta forma uma raiz axial grossa. denticuladas. utilizando substrato organo-mineral. em áreas rurais. • Suco adstringente: filamentos contusos. • Também utilizada. sub-bosques e áreas ruderais.8m de altura. pubescente-cotonosa. FITOLOGIA: Planta herbácea. axilares e com espora curta. aerados. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. • Aclimatação: as estacas devem ser estabelecidas em ambiente sombreado (sombrite 70%). HABITAT: Espécie autóctone epífita que cresce sobre os ramos de árvores das matas e potreiros. BARBA-DE-VELHO NOME CIENTÍFICO: Tillandsia usneoides L. FORMAS DE USO: 15 a 30g/xícara (445). sopé de morros e encostas de pasto nativo (445). úlceras (271). fina e comprida. HABITAT: Espécie alóctone.pega-massa. Sua aclimatação é tamanha. A qualidade das raízes colhidas é proporcional a boa textura e estrutura do solo. profundos. Ocorre até a altitude de 1. carrapicho-grande.3m x 0. quando nova e subarbustiva ao reproduzir-se. var. A raiz. dores e inflamações no reto (215).800m (96). colchões e almofadas. originária do Japão. intermitente e diária. pecioladas. • Irrigação: irrigar nos primeiros dias após a instalação dos segmentos. major. emética. terminadas em ponta. FAMÍLIA BOTÂNICA: Bromeliaceae. além das folhas grandes.5cm de largura. castanho-avermelhado-claro ou cinza castanho. • Propagação: sementes e estacas.7 a 1. prismático-arredondada. purpúreo. CLIMA: A planta cresce melhor sob temperaturas amenas e com boa pluviosidade ou umidade relativa. com 5 a 6mm de comprimento por 2. bienal. INDICAÇÕES: É indicada para disfagia. canelado. que é carnuda. Quando maturas. AGROLOGIA: • Propagação: sementes ou ramos filiformes com 20 a 30cm de comprimento. verdeescuras e glabras na face ventral e cinzento-claras e aveludadas na face dorsal. de caule pêndulo. carrapicho-decarneiro. • É muito utilizada na armação de presépios de Natal. SINONÍMIA: Barba-de-pau.20m. apresenta coloração castanha e desenvolve-se notadamente axial. SINONÍMIA: Bardana-maior.2 a 2. • Florescimento: verão. colagoga (24) e anti-reumática (93). como enchimento de travesseiros. solitárias. normalmente sésseis. FITOQUÍMICA: Compostos fenólicos. os quais facilitam também a colheita. no combate às hérnias (341). SOLO: A planta é encontrada em solos úmidos e ricos em matéria orgânica. • Aclimatação: os segmentos vegetativos devem ser colocados sobre ramos de árvores ou arbustos grandes. Semear em bandejas de isopor. gobô. PARTES UTILIZADAS: Folhas. Durante o período reprodutivo as folhas tornam-se declinantes. TOXICOLOGIA: O suco do caule é considerado tóxico. labaça. que a planta é considerada planta invasora. cumarina. As folhas atingem grande porte (40 x 25cm) antes do florescimento. esféricos. SOLO: Prefere os solos areno-argilosos. na Europa. • O suco do caule é de sabor acre e ardente.5mm de largura. A planta não se desenvolve bem em solos secos e compactos.27 comprimento por 1. A planta desenvolve-se tanto à sombra. ácido resinoso aromático e resina mole preto-esverdeada (93). OUTRAS PROPRIEDADES • Pode ser utilizada como substrato antichoque para embalagens de produtos frágeis ou quebráveis. Cresce de 0. coberto por várias manchas pretas e papilhos. soltos e com boa drenagem para permitir o aprofundamentos das raízes. orelha-de-gigante. No Brasil. sob luz difusa. varizes. filiforme. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. ramoso. caule e ramos. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. agrupadas em corimbos frouxos de volumosos capítulos pedunculados.

estimulante do sistema nervoso. acnes e terçol (257). O sabor adocicado da raiz é devido a inulina (145). β-eudesmol. verde. cicatrizante no tratamento de furúnculos.5% de cinzas e as raízes até 46% de inulina (96). Sua distribuição é irregular e descontínua. rutina. ácido úrico (271). membranácea quando seca e subcarnosa quando verde.5% (93) ou 6 a 10. beijo-de-freira. a semeadura deve ser feita em trincheiras profundas (50 a 60cm) preenchidas com solo leve e solto. ⇒ 10g de folhas em ½ litro de água fervente. O estigma é denteado. Tomar 3 xícaras ao dia (257). Filtrar e aplicar com algodão. robusto. açúcares. • Colheita: as raízes são colhidas entre 100 e 140 dias. micose de unhas. abcesso.8cm de comprimento. FAMÍLIA BOTÂNICA: Balsaminaceae. diurético e para dores reumáticas). PARTES UTILIZADAS: Raízes de um ano. com 4 9cm de comprimento e 2. furunculose. ácido palmítico. flavonóides. sarna. mas expostos aos raios solares. aquênios e folhas secas. Freqüentemente ocorre ao longo das estradas. longamente pecioladas. Quando maturo. a posterior ou labelo com mais de 1cm de comprimento. enfermidades da pele (257). Compressas: fazer decocção com 20g de raízes frescas em 1 litro de água. África. • Substrato: para facilitar a formação de raízes uniformes e vigorosas. com uma cerda em cada reentrância. analgésica. glicosídeos. Cresce subespontaneamente na zona da mata pluvial da encosta atlântica no sul do Brasil. sobre a cabeça de bebês com crosta (128). Tomar metade pela manhã e metade à noite (acne). polifenóis. HABITAT: Espécie alóctone. em terrenos abandonados e em barrancos úmidos que orlam as estradas. são glabras. • Decocção: ⇒ ferver 10g de raízes em ½ litro de água. Infusão: ⇒ 1 colher das de sopa de folhas e flores secas picadas em 1 litro de água. e ricos em matéria orgânica. fora das refeições (diabetes. As flores são colhidas no segundo ano do ciclo. para aplicações externas tópicas (444 e 1997). róseas ou brancas. antidispéptica. taninos. acetato e palmitato de diidrofuquinona (257). tinha. O caule é ramificado. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo inulina. em decocção ou esmagada. cilíndrico e cresce de 30 a 60cm em altura. vermelhas. bronquite (93). hipoglicemiante. Abafar por 15 minutos. cistite. cefalalgia. SINONÍMIA: Beijo-turco. béquica (445). Tomar 2 a 3 xícaras ao dia. frieiras. descongestionante do estômago (215) e desintoxicante (incluindo metais pesados). Tomar 3 xícaras ao dia (depurativo). glabras nas duas faces. • • • OUTRAS PROPRIEDADES • A raiz cozida é alimentícia. taraxasterol. Coar e tomar 3 xícaras ao dia. artrose. carminativa. anti-reumática. A planta apresenta um teor de cinzas de 12. INDICAÇÕES: Útil para o resfriado. diaforética. mas com camadas umedecidas de solo. Colhem-se as sementes e raízes no inverno e as folhas na primavera. ⇒ 10g de raízes por litro de água. antiinflamatória. antídoto de envenenamento por mercúrio (68). lanceolada e provida de esporão muito delgado em toda a sua extensão. terpenóide (arctiopicrina). Aplicar topicamente 3 a 4 vezes ao dia. anestésica contra picadas de insetos e aranhas (145). provido de esparsos pêlos glandulares. O cálice reúne três sépalas. • Propagação: sementes. para a obtenção de raízes mais vigorosas. colerética. abcessos. mucilagem. derivados fenólicos (arctiina). crenadoserreada. tônica capilar. humificado. maria-sem-vergonha. A lâmina é ovóide-lanceolada. sendo muito nutritiva. FORMAS DE USO • Geral: 3 a 10g por xícara. emoliente. O sabor dos aquênios é pungente. Em áreas de mata fechada. anti-hemorroidária. fósforo e ferro. SOLO: A planta é encontrada em solos úmidos. suculento. compostos poliacetilênicos (trainaeno. revigorante sexual. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia. hidropisia (32). o fruto explode abruptamente liberando longe as sementes e enroscando-se sobre si mesmo. pedicelos glabros providos de pequenas brácteas lanceoladas na base. gastrite. freqüentemente emarginada no ápice e alada na parte central do dorso. as laterais são lanceoladas. cálculo nefrítico. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (145). óleos fixos. amigdalites. úlceras da garganta. Uso externo: usar o decôcto das raízes ou infusão das folhas para aplicar compressas ou massagens (145). gastrite. minerais à base de cálcio. comichão. ao ser tocado. Cresce até mesmo em locais rochosos. antes do florescimento.0 5cm de largura. sultana. adicionado de substrato orgânico. As flores. cardiotônica. tônica (93). solitárias ou 2 a 3 em pedúnculos comuns. de margem plana. antitumoral. mas que se encontra disseminada em todo o mundo. Corola com a pétala posterior ou estandarte obovado-orbicular. BEIJO-DE-FRADE NOME CIENTÍFICO: Impatiens sultani Hooker. A semeadura é feita diretamente a campo. erupções do sarampo. . As sementes são providas de pelos suculentos. antidiarréica (294). flores. anti-sifilítica. É heliófita. perene. ⇒ ferver por 10 minutos 1 colher das de chá de raiz em 1 xícara das de chá de água. ⇒ ferver por 20 minutos 4 colheres das de sopa de raiz em 1 litro de água. antibiótica. deiscente apenas de um lado. várias vezes ao dia. originária da África. • As folhas e brotos novos também são comestíveis. • Plantio: outono e primavera. O pecíolo atinge até 6cm de comprimento.30m. gota. cólicas hepáticas (283). crosta láctea. cálculo renal e biliar (145). ⇒ ferver por 15 minutos 2 colheres das de sopa de raiz em ½ litro de água. Altas temperaturas prejudicam o crescimento e afetam a formação de raízes suculentas. debilidade hepática (33). ápice acuminado e base estreita em direção ao pecíolo. As raízes devem ser colhidas antes de iniciar o florescimento. com cerca de 1. FITOLOGIA: Planta herbácea alóctone. enotetrainaeno e pentainaeno). queda de cabelo. fuquinona. vitaminas C e B. As folhas inferiores são alternas e as superiores quase verticiladas. pode ocorrer em clareiras naturais ou feitas pelo homem. enfermidades cardíacas. elasticamente. escrofulose.28 CLIMA: Prefere temperaturas médias anuais de 16 a 22 oC (96). anti-herpética (32). estomáquica. para não haver prejuízo para o teor de princípios ativos. prisão-de-ventre. O fruto é uma cápsula glabra. O plantio pode também ser feito sobre camalhões com 30 a 40cm de altura. ⇒ ferver 1 colher das de sopa de folhas em 1 litro de água. úlceras.50 x 0. originária da ilha de Zanzibar. anti-sifilítica (33). contusões (68). hepática. com o dobro do comprimento da pétala. Adoçar com mel após esfriar. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Florescimento: primavera-verão. as demais obovadas. diurética. O decôcto em dose mais forte age como antídoto para mercúrio (68). doenças venéreas. fitosterina (144). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Depurativa.

BELDROEGA NOME CIENTÍFICO: Portulaca oleraceae L. • Plantio: pode ser semeada o ano todo.500 a 3. tônica (68). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Mucilaginosa. antes do florescimento. FARMACOLOGIA: A solução etanólica da planta a 30% v/v. sem pedúnculos. É altamente resistente a períodos de estiagem. e diurética. crescendo até 1. TOXICOLOGIA: O consumo da planta na forma de saladas não deve ser excessivo. anual. sésseis. beldroegapequena. feridas e impetigo. SINONÍMIA: Beldroega-da-horta. INDICAÇÕES: Indicada para infecções urinárias (257). As folhas inferiores são opostas e as superiores alternas. liso e glabro. com sépalas desiguais.doença que se caracteriza por nódulos necróticos sobre o dorso da língua e nas bordas da boca. Tomar 4 a 5 xícaras por dia (32). Semear em bandejas de isopor. A variedade botânica "sativa" é ereta. carnosa. Mg. diuréticas e emenagogas (93). Na. PARTES UTILIZADAS: Folhas. SOLO: Prefere solos leves. furúnculos. depurativa. que atacam folhas e flores. hepáticas (68). lenticulares. enquanto que à meia-luz. hemoptises. O melhor índice de germinação ocorre a 20 oC e a 70 a 85% de umidade no solo (209). As flores são amarelas ou alaranjadas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0.3m. hemorróidas. no verão. lactogênica.4mg). com deiscência transversal. normalmente prostrada.40 x 0. diurética. o ápice truncado e as nervuras inconspícuas. . com folhas maiores e mais suculentas. B2 (0. oxálico e nicotínico. antipirética. PARTES UTILIZADAS: Folhas. ora-pro-nobis. Puccinia sp. var. noradrenalina e o bioflavonóide liquiritina. pombas acometidas por diftoviruela . mantendo-se viva durante vários dias mesmo se as raízes forem cortadas. 444). estriadas e granuladas. Em muitos locais a planta é considerada planta invasora de lavouras. Tomar 1 colher das de sopa por hora. • Propagação: sementes. • A planta é ornamental. ramificada. As folhas são usadas como estancadoras de hemoptises e as sementes são anti-helmínticas (283). que adaptou largamente em todo o Brasil. verdolaga. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. a planta apresenta hábito prostrado. cuja germinação é de cerca de 96%.500 U. desintoxicante. férteis e úmidos. FITOLOGIA: Planta herbácea. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas. Emplastros da folha verde são usados para o tratamento da mastite. OUTRAS PROPRIEDADES • O suco do caule é de sabor acre e ardente. mais suculentas e de porte ereto. caaponga.I. emenagoga.20m. erisipelas e disúria. É heliófita. vulnerária (341).000 sementes. O mesmo substrato pode ser utilizado para a estaquia. bosques. HABITAT: Planta alóctone. suculenta. campos cultivados e em ambientes férteis em geral. disenteria bacilar. utilizando substrato organo-mineral. cicatrizante (257). caule e ramos podem ser utilizados como alimento. flores e sementes. • Propagação: sementes e estacas. antibacteriana. torna-se ereta e menos produtiva. caroteno (2. O caule é verde ou avermelhado. • Produção de sementes: até 10. porcelana. sais de Ca (103mg). medindo 5 a 6mm de diâmetro. • Florescimento: durante o ano inteiro. especialmente no verão. (o suco das folhas). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emética.2mg). glabras e sedosas. salada-de-negro. carnosas. • Colheita: 3 a 4 meses após o plantio. originária da Grécia e da China. beldroega-vermelha. crescendo subespontaneamente em áreas ruderais. são muito susceptíveis à Diabrotica spp. sativa. FAMÍLIA BOTÂNICA: Portulacaceae. pequenas.3m x 0. A temperatura mínima para a germinação é de 12 oC. A planta contém 92. O tratamento deve durar 3 a 5 dias. a base é atenuada. As sementes podem permanecer dormentes no solo por 19 anos (242). O sabor é ácido-amargo e refrescante • Infusão: 50 a 100mg para 1 litro de água quente. leucorréia. brilhantes. Em solos pobres e pesados a produção é bem menor. O fruto é uma cápsula globosa ou ovóide (pixídeo). beldroega-verdadeira. fósforo (39mg).03mg).61% de água e 2.). axilares ou dispostas em cachos terminais. • Pragas e doenças: as variedades européias. vitaminas C (25mg). pois as plantas podem acumular oxalatos em níveis tóxicos. polispérmica que se abre transversalmente. planas. oftalmias. devido a sua boa palatabilidade e constituição nutritiva. portulaca. em saladas e ensopados. Sob luz plena. oftálmica.000 sementes por planta (209). com predominância no verão. antiescorbútica.1ml/animal. caule e ramos. TOXICOLOGIA: O suco do caule é considerado tóxico. preto-lustrosas. amarelo-esverdeado (imaturo) a pardo (maturo). na dose de 0. antiescorbútica (32). catártica. FORMAS DE USO • Suco: 100g/dia das folhas amassadas para a obtenção de suco (combate áscaris e oxiurus). Também utilizada como tratamento auxiliar de picadas de animais peçonhentos (1. PP (0. carurú-de-porco. K. A planta é esciófita e seletiva higrófita.24% de substância protéicas (Storer e Lewis apud 93). laxante.0m de altura. • Colheita: ocorre cerca de 2 meses após a emergência. recuperou totalmente. enterite. (ferrugem) e Albugo portulacae. que cresce de 10 a 20cm de altura e formando moitas densas com até 80cm de diâmetro.. sésseis. cólicas nefríticas. ácidos salicílico (283). • A planta é invasora e indicadora de solos férteis. cilíndrico. úlceras (93). • Plantio: primavera. pequenas. beldroega-de-comer. ovaladas e suculentas. B1 (0. Em 1g de sementes encontram-se cerca de 2. bredo-deporco. em 5 dias. CLIMA: Espécie de clima temperado quente.29 CLIMA: A planta cresce melhor sob temperaturas amenas e com boa pluviosidade ou umidade relativa alta. aplicado sempre pela manhã. glabra. FITOQUÍMICA: Mucilagens (257). capoeiras. mas adapta-se bem ao subtropical até o tropical. As sementes são numerosas. queimaduras (32). • Decocção: 250g/dia da planta verde (disenteria e disúria) (444). O uso de antibióticos demandaria 20 a 30 dias para que ocorrem sinais de recuperação (315).

boldo-falso. antifebril. ovadooblongas. ou administração perlingual das folhas socadas com um pouco de sal. pilosas em ambas as faces. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas. é muito vulnerável às ventanias. hemoptises e epistaxes (444). SINONÍMIA: Alumã. malvariço. hortelã-pimenta. Pseudomonas aeruginosa. hortelã-grande. cariofileno. • Quebra-ventos: por ser uma planta de caule e ramos muito frágeis. O fruto é uma cápsula com 3 sementes. PROPRIEDADES Boldo-do-reino. onde é cultivada em jardins e hortos medicinais. • Propagação: estacas do caule e ramos. hortelã-graúda. em relação às plantas não adubadas. mas perfeitamente aclimatada no Brasil. • O suco das folhas. setesangrias. grossas. com flores zigomorfas. espiraladas. hortelã-graúda. orégano-orelhão. Staphylococcus aureus. • Florescimento: junho a julho. antitussígena. Tomar uma colher de sopa de xarope 3 a 5 vezes ao dia. Fusarium avenaceum e Fusarium decencellulare (185). pouco fibroso. ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes ao • Colheita de folhas: o ano todo.] Andr. hipertermia. além de incrementar o teor de óleo essencial em 23 a 86% e o teor de mentol no óleo (194). As flores são hermafroditas.4m. boldo-de-jardim. frágeis. asma (185). preparado à base de 0. pilosas em ambas as faces. • Florescimento: setembro a outubro. peitoral e antiinflamatória da boca e garganta (258). • Colheita: inicia 5 a 6 meses após o plantio. carvacrol. falso-boldo. diclamídeas. • Doença: a planta é muito sensível a Phythophthora sp. hirsuto. agrupadas em inflorescências racimosas compridas. A inflorescência é racimosa. boldo. antibacteriana. fortemente zigomorfas. hortelã-homem. herbácea. pentâmeras. de margem serrada.07 a 1. boldosilvestre. tapete-de-oxalá. semi-suculentos. curto pecioladas. São opostas. • Adubação: adubo à base de nitrogênio. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene.8 x 0. INDICAÇÕES: É usada no tratamento da rouquidão. Apresenta folhas suculentas. eucalipto. ovado-oblongas. HABITAT: Espécie alóctone de origem africana. erva-cidreira. bergamoteno. crenadas. AGROLOGIA • Espaçamento: 2. quadrangular. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. porém sem aroma e sem sabor amargo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. boldo-do-brasil. BOLDO-DO-REINO NOME CIENTÍFICO: Coleus barbatus Benth ou Plectranthus barbatus Andr. normalmente chochas. malva-santa. Folhas mais graúdas que o boldo-doreino. coriza. • Xarope: juntar 30 a 40 folhas frescas e aquecer com 100ml de água e 150 a 200g de açúcar e coar. tomentosas e muito aromáticas. • Utilizada em culinária como condimento. balsâmica. ou chupar 3 a 6 balas por dia (258). com até 12cm de comprimento por 8cm de largura. grossas. carnosas.0g de folha/ml de água. ou Plectranthus grandis. frágeis. ereta a semi-prostrada. • Propagação: estacas da planta matriz. o que demora cerca de 30 a 40 dias. FITOLOGIA: Planta perene. Preparam-se balas com o xarope. α-humuleno. cumeno e α-terpineol (185). azul-violáceas. frágil. boldo-nacional. Não tolera geadas.0 x 2. pequenas. boldo-chileno. apresenta forte ação alelopática negativa à germinação de sementes de alface (LEAL e SILVA 1997). até a formação de raízes na estaca. A base das estacas devem ser imersas em uma solução cúprica ou benomil. com até 25cm de comprimento por 12cm de largura. malva. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antisséptica bucal e da garganta (261). malvão. O caule é semi-lenhoso na base. CLIMA: Planta de clima subtropical. de margem serrada. Enraizar em substrato organo-mineral. agrupadas em inflorescências racimosas compridas. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Os extratos são ativos contra Escherischia coli. boldo-do-chile. malvarisco. As flores são hermafroditas. As folhas apresentam sabor amargo e odor característico. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. pentâmeras. curto pecioladas. • Aclimatação: o enraizamento das estacas deve ser feito em ambiente sombreado (sombrite 50%) e irrigação intermitente por nebulização. sete-dores. Pode ser utilizada uma bordadura periférica em torno do plantio. diclamídeas. bronquite (226). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Podem ser utilizados 10-16g/dia de folhas frescas submetidas à decocção e extração do suco. Pode-se também fazer a inalação do vapor oriundo de decocção. OUTRAS PROPRIEDADES • O sabor é picante e não amargo e o aroma é forte. hortelã-gorda. fósforo e potássio aumenta a produção de folhas em 18 a 79%. FITOLOGIA: Planta arbustiva. grossas. Só floresce na região Sul do Brasil. sorgo. • Plantio: setembro. opostas. Apresenta ramos decumbentes a eretos. etc. O uso infantil prevê o socamento das folhas em mel (444). PARTES UTILIZADAS: Folhas. azuladas. Quando cultivado em áreas pouco .0m. béquica. Atinge de 20 a 50cm em altura. Enraizamento lento e sujeito à infecções de fungos de solo. verde-pálidas. Candida albicans. SINONÍMIA: Boldo-baiano. densamente hirsutos. Caule ereto. azul-violáceas intensas.30 BOLDÃO NOME CIENTÍFICO: Coleus grandis Benth. influenza. fortemente zigomorfas. pirexia diaforética. FITOQUÍMICA: Contém mucilagens e óleo essencial rico em timol (257). FORMAS DE USO • Folhas: mastigação das folhas frescas (rouquidão e inflamação da boca e garganta). hotelãgrossa. malva-amarga. • Plantio: primavera. quadrangulares. SINONÍMIA: Erva-cidreira. • Substrato: vermiculita ou casca de arroz tostada. perene. As folhas são opostas. As sementes são inviáveis. utilizando bambus. BOLDO-CIDREIRA NOME CIENTÍFICO: Coleus amboinicus ou Plectranthus amboinicus [Lour. • Adubação: 1kg de cama de aviário por cova de plantio.

PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hipotensora. colerética. Colher antes do florescimento para obter-se maior teor de metabólitos secundários. colina e tiramina (444). cólica e congestão do fígado. hemostática. coceiras. INDICAÇÕES: Indicada para a fadiga do fígado. Fruto síliqua triangular. ouvidos supurados. resultou numa completa inibição de hepatocarcinogênese em camundongos (219). INDICAÇÕES: Indicada para hemoptises. em decocção (444). com as margens irregularmente serradas. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. FITOQUÍMICA: Bursina (342). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Esta planta é um poderoso adstringente. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Os alcalóides e flavonóides existentes na planta apresentaram um elevado potencial antibiótico.000 a 4. CLIMA: É de clima temperado e subtropical. saponosídeo. hepática.0 x 0. • Sumo: amassar 2 folhas frescas em 1 copo e completar com água. mirosina (93). • Plantio: abril a maio. calmante. sendo repetida de 4 em 4 meses. desenvolvendo-se bem nos arenosos e argilosos. blenorragia. tônica e diurética (444). • Propagação: estaquia. O extrato aquoso da planta a 0. em áreas agrícolas. terrenos baldios e a beira das estradas. quando maturas. HABITAT: Planta alóctone originária da Europa. • Colheita: inicia 6 meses após o plantio. cancros (215). colagoga. Tomar 2 a 3 vezes ao dias (258).6m. insônia (68) e ressaca alcoólica (257). antiálgica (257). São utilizadas estacas de 20 a 25cm de comprimento de ramos maturos da planta. cariocal (257). A temperatura de germinação deve ser menos de 15oC (242). • Decocção: ferver algumas folhas. cardioativa (206). . hematuria. barbatusol. na dose de 20kg/ha de cloreto de potássio (269). com largo espectro antimicrobiano. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. cicluria e anúria (444).2m. • Aclimatação: para um enraizamento uniforme e rápido. SOLO: É muito pouco exigente em fertilidade do solo. (32). FARMACOLOGIA: A ação anticancerígena da planta foi verificada em camundongos que receberam injeção intraperitonial de 0. dartros. As folhas frescas contém 0. anti-hipotensora (215). • Adubação: a planta mostra uma resposta favorável à adubação potássica. A substância responsável pela inibição do tumor foi o ácido fumárico (218). hiposecretora gástrica (258). Inflorescência terminal ou axilar racemosa com numerosas flores brancas e pequenas. feridas. anual. sésseis. secante (242). • Suco: tomado em jejum.3% (96). amareladas a alaranjadas quando imaturas. • Propagação: sementes. • Colheita: junho a julho. não é viável em larga escala devido à pouca produção de sementes. estomáquica (326). • Enxertia: pode ser enxertado com outras espécies do gênero Plectranthus. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. dores. destacam-se a iohimbina e a ergocristina. Ocorre até 2. crescendo de 30 a 40cm de altura.2%. polimórficas. FARMACOLOGIA: O extrato cru das folhas apresenta atividade antiviral. Esfriar e usar em banhos antes de dormir (insônia) (68). ácidos málico. Embora possa se reproduzir por sementes. debilidade orgânica. epistaxe. A germinação é facilitada pelo frio. FAMÍLIA BOTÂNICA: Brassicaceae. vulnerária. Entre os alcalóides. cálculos biliares. SINONÍMIA: Erva-do-bom-pastor. FORMAS DE USO • 30g de folhas por litro (215) ou 50 a 90g/dia. sombrear as estacas e irrigar 2 a 3 vezes ao dia. Solos encharcados impedem o crescimento da planta. • Florescimento: final de inverno. Tomar 20 a 40 gotas durante os sintomas ou até 3 vezes ao dia. 30g em um copo de água (blenorragia) BOLSA-DE-PASTOR NOME CIENTÍFICO: Capsella bursa-pastoris Moench. distúrbios intestinais (206). • Florescimento: só floresce no sul do Brasil ou em latitudes menores acima de 700m (96). hepatite. • Infusão: 20 a 30g de folhas para 1 litro de água. erupções. FORMAS DE USO • Alcoolatura: 20g da planta fresca em 100ml de álcool. em diarréias (224). ovadas ou linear-lanceoladas. TOXICOLOGIA: O uso de doses elevadas pode provocar irritação da mucosa do estômago (258). foscas. antiemética. É subespontânea no sul do Brasil. Em regiões tropicais só ocorre em altitudes. presença de nitratos e luz (209). metrorragia.14g/kg/dia do extrato da planta. barbatol. úlceras. barbatusina (326).3 x 0.1% de óleo essencial e folhas secas ao ar 0. • Produção de sementes: 4. há menor produção de folhas e o aroma é menos pronunciado.31 ensolaradas.500 sementes por planta. carminativa. administrado durante 258 dias. vermiculita ou casca de arroz tostada. Contém ainda forskolina. castanhas a castanhas avermelhadas. edema nefrítico. ciclobutatusina (447). As folhas do caule são alternas. cítrico e fumárico. colenol (206). com sulcos longitudinais. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas. inapetência. Utilizar substrato à base de areia. a flavona diosmina (126). panacéia. amplexicaules. As folhas basais formam uma roseta. jardins. Sementes cilíndricas ou elipsóides. hemorragia nasal e uterina. pouco partidas. inflamações. • Plantio: setembro. tanino. de caule florífero ereto. potássio. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. visando obter-se maior resistência aos patógenos de solo. antidispéptica (260) tônica. de margem serrada. antidisentérica (128). profundamente pinati-fendidas.300m de altitude. obstipação. antiinflamatória. anti-reumática. acético. crescendo espontaneamente em terrenos não áridos. Observou-se uma inibição em 50 a 80% no crescimento das células tumorais de Ehrlich. FITOLOGIA: Planta herbácea. anti-sifilítica. e entre os flavonóides. exceto as raízes. FITOQUÍMICA: Óleo essencial rico em guaieno e fenchona. antiescorbútica (342). eczema. As folhas caulinares são menores.

com pecíolo longo. • Propagação: sementes. muito ramificada e coberta de pêlos longos e rígidos. rugosas. enfisema. grossa. deixar até duas plântulas por cova. • Capina: o solo deve ser mantido livre de plantas daninhas durante o desenvolvimento inicial da planta. anti-reumática. emoliente. Sementes pretas. febres graves. Cresce espontaneamente em terrenos incultos. Fruto oblongo. antidiarréica (38) e depurativa. As sementes miúdas. as masculinas dispostas em rácimos axilares reunindo 5 a 15 flores. cordial (32). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Lactogênica (semente). nas inferiores. CLIMA: Espécie de clima tropical. inchaço das pernas (93). é apropriado o cultivo sob plástico transparente. de caule pentagonal. TOXICOLOGIA: Todas as formas de preparo do chá devem ser filtradas para eliminar os pelos da planta. podem ser usadas como condimento. esfregão. BUCHA NOME CIENTÍFICO: Luffa cylindrica (L. inflamações. É encontrada até 1. CLIMA: A planta cresce melhor durante invernos secos e com boa exposição ao sol. nas folhas superiores. debilidade geral. 5-palmatilobadas. azuis. quase sésseis. hirsutas. As folhas são alternas. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. queimaduras (32). antiinflamatória (380). As mudas são preparadas em bandejas de isopor de célula grande. Apresenta haste ereta. • Em pó. cinzentas ou pardo-claras. em covas com 3 a 4 sementes. bucha-dos-pescadores. lobos agudos ou acuminados. As folhas são pecioladas. SOLO: Desenvolve-se melhor em solos humosos. béquicas. rajado com 10 linhas longitudinais verde mais escuras.30m. • Propagação: sementes. anti-reumática (271).) Roem. Porém. . AGROLOGIA • Espaçamento: 0. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas podem ser consumidas como salada.2% nas folhas) γ-linoléico. originária da África. nitrato de potássio (179). sementes e óleos essenciais. dentadas. axilares. contusa (áreas doloridas e inflamadas) Gargarejos: 30g em 1 litro de água (afecções da garganta) (32). Flores amarelas. adaptando-se ao subtropical quente. antigripal (93). • Plantio: a semeadura pode ser feita diretamente a campo. cilíndrico ou trígono. araquídico e tetracosanóico (161). • Cultivo protegido: devido à alta susceptibilidade da planta às doenças e às pragas. mucilagem (30%). FITOLOGIA: Planta herbácea anual sedosa-híspida que cresce até 60cm de altura. • Substrato: 30% de húmus de minhoca e 70% de vermiculita. rubéola (38). anti-hidrópica (215). edemas. Não tolera frio intenso. cobertas de pêlos ásperos e mucilaginosos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. Flores numerosas. diurética (128). abcessos e picadas de insetos (321). borrage. • É melífera.800m de altitude (383). Os estames são negros. ligeiramente pendentes. cujo sabor lembra pepino fresco. pomares. Neste caso. fruta-dos-paulistas. • Raleio: após a germinação.4 x 0. tumores e queimaduras) (32). laxante. herpes e litíase. OUTRAS PROPRIEDADES: É hospedeira do parasita Cystopus candidus (93). foligem. Os frutos são compostos de quatro aquênios. utilizar irrigação localizada. PARTES UTILIZADAS: Flores. Solos argilosos permitem um crescimento rápido e maior produção de flores.5% no caule e 2. caule e folhas e sementes. INDICAÇÕES: A infusão das folhas é utilizada em febres biliosas. FORMAS DE USO • Infuso: ⇒ 20 a 30g de folhas e flores por litro de água (435). ardor da bexiga. a maior concentração de ácido araquídico e tetracosanóico. ⇒ 15g de flores por xícara de água. afecções do coração (215). sarampo. verde-escuras. • Plantio: abril a maio. SINONÍMIA:Borracha. dispostos no fundo do cálice. Folhas frescas. sem molhar as folhas. altas temperaturas e pluviosidade excessiva. SOLO: É exigente em fertilidade e umidade no solo. machucadas (abscessos. sobre cercas e caramanchões. misturadas com outras ervas e em sopas. sudorífica. varicela. borracha-chimarrona. escarlatina. • Colheita ⇒ folhas: inicia 50 dias após o plantio. resfriado. ácidos silícicos (1. malato cálcico. afecções pulmonares (435). • O infuso das folhas é utilizado para aromatizar bebidas alcoólicas (163). HABITAT: Espécie alóctone de origem da Síria. gota (283). pleurisia. inflamações nos rins e da bexiga. As flores femininas solitárias. Podem ser utilizadas cercas ou tutores de bambu e arame.32 • • Cataplasma: planta fresca. quingombô-grande. e curto. Não tolera geadas. • Colheita: ocorre 3 a 4 meses após o plantio. A muda é transplantada 30 dias após a semeadura. HABITAT: Espécie alóctone. O cataplasma das folhas cozidas aliviam tumores. • Tutoramento: é feito para evitar-se o pisoteio de ramas e folhas e para facilitar tratos culturais e a colheita. até 35cm centímetro de comprimento. rugosas e com ala circundante. afecções pulmonares. BORRAGEM NOME CIENTÍFICO: Borago officinalis L. ocorre em plantas cultivadas em solo arenoso (161). ovais. longopedunculados. • Florescimento: agosto. afecções do fígado. sobretudo nas sementes. mas que cresce subespontaneamente por todo o Brasil em terrenos baldios. resina. FITOQUÍMICA: Tanino. dispostas em estrela. bem drenados. que atinge cerca 10 a 15m de comprimento. SINONÍMIA: Bucha-dos-paulistas. • Cataplasma: uso tópico das folhas cozidas sobre acessos de gota (283). FITOLOGIA: Planta trepadeira herbácea. ásperas nas duas páginas. com 5 pétalas soldadas entre si. FAMÍLIA BOTÂNICA: Boraginaceae. dispostas em cimeiras escorpióides terminais. É feito na primavera. agudas. citrato de potássio (93) e saponídeo. porém não deve ser encharcado.

aerados. temperados com margarina. dispostas nos ápices dos ramos e na axila das folhas. INDICAÇÕES: Útil para o tratamento de afecções urinárias (oligúria. quando novos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. SINONÍMIA: Cabaça-amargosa. chapéus. ereta. glabras. anti-hemorroidária. INDICAÇÕES: Indicada para o combate à amebas e giárdias (271). rabo-deraposa. com tons castanhos. muito compacta. é de cor amarela. clorose (215) e ascite (242). Folhas alternas. O caule é grosso e anguloso. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. devendo ser utilizada sob orientação de profissional credenciado. homogênea e dura. mas prefere solos revolvidos. cuieteseira porongo. apétalas. coriáceas. folhas e sementes. multiramoso. Os ramos são tetrágonos e eretos.6 a 1. subinteiras ou com 3 lóbulos pouco pronunciados. • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. O fruto é uma cápsula coriácea coroada pelos estiletes persistentes. HABITAT: Planta autóctone da América tropical. purgativa (283). sudorífica. antiasmática (215). feridas. As flores são alvas. As folhas são antianêmicas (215). vermífuga.2m de altura. anti-reumática e anti-sifilítica (93). As folhas são curto-pecioladas. torno. persistentes. úlceras (68). luvas de massagem. salpeixinho. BUVA NOME CIENTÍFICO: Erigeron bonariensis L. palmilhas de sapato e artesanato em geral. Inflorescências terminais e axilares. cabeça-de-romeiro. areno-argilosos. SINONÍMIA: Acatóia. com densidade de 0. cocombro. sementes: 120 dias após o plantio. Caracteriza-se por seu crescimento muito lento. 93) e vermífugas. micções noturnas involuntárias e para evitar a queda do cabelo (215). FORMAS DE USO • Infusão ou decôcto: para hemorróidas. verde-escuras e revestidas de cutícula luzidia na página superior e verde-claras na inferior. FORMAS DE USO • Decocção: 40g de folhas secas em 1 litro de água. a planta é considerada tóxica. É utilizada para combater afecções intestinais de aves (93). As . inflamação da próstata e testículos. prisão de ventre. crescendo espontaneamente à beira de estradas. purgativas (242. vulnerária. considerada muito nobre. purgativa (342). • O esqueleto seco do fruto é matéria prima para a confecção de chinelos. margaridinha-do-campo. férteis. cestos. FITOLOGIA: Planta herbácea trepadeira ou prostrada.30m. cordiformes. SOLO: Adapta-se à maioria dos solos. INDICAÇÕES: O caule e as folhas são indicados para o fígado. rabo-de-foguete. capetiçoba.33 ⇒ ⇒ frutos verdes: 80 dias após o plantio. buxeína e parabuxina (283). caule estriado e densamente folioso. pubescente. HABITAT: Espécie alóctone. As folhas são opostas.902 a 1. em áreas ruderais. estatuetas (93) e bolar de bilhar (283). erva-lanceta. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. plainas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. em sulcos transversais ao canteiro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Laxativa. um pouco aromática e com gavinhas bífidas. até ficar reduzida a 2/3 (sudorífica). dentadas. depurativa. medindo 0. as inferiores oblanceoladas e irregularmente serreadas. • Cultivada em jardins como sebe ou esculturas vegetais. • Propagação: sementes. pequenas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Buxaceae. diarréias e afecções urinárias. OUTRAS PROPRIEDADES • A madeira. corrimento. cuia. as masculinas com uma bráctea e as femininas com 4. fétidas. dispostas em panículas com pequenos capítulos brancacentos. cabaço-amargoso.buxina (93).3 x 0. lavouras. TOXICOLOGIA: Por encerrar um alcalóide semelhante à estricnina. anúria). cabaçapurunga. monóicas reunidas em glomérulos de 12 ou mais flores. hidragogas e antiapopléticas. cabos de utensílios. 5-8 nervadas. e pastagens. FITOQUÍMICA: Alcalóide . ábacos. e as folhas. são comestíveis após decocção. • O fruto seco é utilizado como esfregão ou esponja vegetal. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. voadeira. É encontrada normalmente em jardins e cemitérios. caule. sal e pimenta. catiçoba. que atinge até 8m de altura e 40cm de diâmetro de tronco. As sementes são eméticas. enxota.. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. medindo cerca de 10 a 13cm de comprimento. capiçoba. pubescentes enquanto novas. réguas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Pó: preparar a partir da planta seca. BUXO NOME CIENTÍFICO: Buxus sempervirens L. CABAÇA NOME CIENTÍFICO: Lagenaria vulgaris Ser. com até 30cm de largura. pentes. CLIMA: Adapta-se à temperaturas tropicais e subtropicais. verminoses. para a fabricação de instrumentos de sopro. FITOLOGIA: Arbusto ou árvore pequena. É utilizada em marchetaria. contendo sementes trígonas lisas (93). antidiarréica (68) e anti-sifilítica (271). É heliófita. amenorréia. • Plantio: setembro. • Tintura ou Alcoolatura: 4g/dia (283). com nervuras salientes na face dorsal. taquera. pubescentes. hidropisia e distúrbios hepáticos (271). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes e a polpa do fruto são purgativas. Utilizar topicamente em feridas e úlceras PARTES UTILIZADAS: Raízes. A semeadura pode ser feita diretamente a campo.162. originária da Europa e Ásia e aclimatada no Brasil. OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos. as superiores lineares e inteiras.

emoliente e maturativa (93). • Nutrição: a planta é nitrófila. • Depois de maturo e retirada toda a polpa com as sementes. e na forma de clisteres para combater a melancolia. feridas. anti-herpéticos. inflamações genito-urinárias e oftálmicas. de caule 5anguloso ou não. O uso da planta deve ser feito sob orientação profissional. imaturo e amarelo quando maturo. solitárias ou subsolitárias. O plantio pode ser feito diretamente a campo. Quando tutorada. a planta lança raízes aéreas a partir dos nós. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA: Moluscicida. ápice agudo ou acuminado. cana-cheirosa. PARTES UTILIZADAS: Fruto verde. esternutatórios. O fruto é uma baga crustácea. deixar que o fluxo escorra naturalmente. aquecidas e aplicadas topicamente. O mesocarpo é branco e esponjoso. vomitivos. gipsogenina e luperosídeos A. base recortada. Esfriar e pingar uma gota na narina (9). escabrosas. maracás e berimbaus. OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos novos são comestíveis (380). INDICAÇÕES: Utilizados também no tratamento de amenorréia. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 4m. 101. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. As sementes são numerosas e pardas. atenuada. grandes. C. buchinha. abelhas. cordi-reniformes. TOXICOLOGIA: Doses abusivas podem resultar em hemorragias mortais. liso. marginadas e com até 2cm de diâmetro longitudinal. hematomas. G e H. Colocar nas narinas 1 a 2 gotas de manhã e à noite. O fruto é tipo baga. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é considerada ornamental devido às suas vigorosas folhas. axilares. verde quando CÁLAMO-AROMÁTICO NOME CIENTÍFICO: Acorus calamus L. SINONÍMIA: Ácoro-verdadeiro. pimenta-das- . comprimidas. de corola profundamente partida com os segmentos mucronados. em badejas de isopor ou outro recipiente. As sementes são brancas. FITOLOGIA: Planta sarmentosa. não floresce e frutifica na região sul do Brasil. mole. cuias para chimarrão. precedidas por sintomas similares aos da cólera morbus (93). mas cresce melhor em solos bem drenados.] Cogn. bucha-dos-paulistas. E. afuchês. isocucurbitacina B. • Tutoramento: a planta desenvolve-se melhor quando tutorada. quando verde e pequeno. PARTES UTILIZADAS: Frutos. folhas e sementes. expectorantes. Já foi utilizada. • Florescimento: por ser uma espécie de fotoperíodo curto. compridas e vilosas. CLIMA: Por ser uma planta originária de regiões quentes. embora possam ser produzidas mudas em bandejas de isopor. necessitando de uma adubação em cobertura com nitrogênio. • Propagação: sementes. Deixar e maceração por 5 dias e coar. glabra na face ventral e glabrescente na dorsal. Descascar a buchinha e retirar um pedaço fino com 1cm2 de área e colocar na solução salina. reduzindo a incidência de doenças e facilitando a colheita dos frutos. D. Os frutos contém um princípio amargo chamado buchinina (179). cabacinha. FITOQUÍMICA: M-carboxifenil alanina. na forma de cataplasmas. o fruto pode ser utilizado para o preparo de vasilhames. indeiscente. • Colheita: 4 a 5 meses após o plantio. antidiabéticos e antissépticos. As sementes são antinefríticas e purgativas (283). • Propagação: sementes. podendo ainda ser utilizado como isca atrativa para a vaquinha (Diabrotica spp. Proceder a semeadura em substrato organo-mineral. aerados e ricos em matéria orgânica. apressam os partos e curam frieiras. • Colutório: ferver 1g do fruto em água. antissinusíticos (215). úlceras.000ppm contra Biomphalaria straminea (389) e estimulante de útero de ratas (36).34 flores são brancas. anual. buchinha-do-norte. purgativos (93). verde-escuras na página inferior. purga-de-bucha. capa-de-bode. depois glabra. atingindo até 40cm de comprimento. F. obovadas. Gavinhas bífidas. purgativa (sementes). 5-7-palmadas ou poligonais. polimorfa. com ápice agudo. angulosas. SOLO: A planta é bastante rústica. que proporciona mudas uniformes e mais saudáveis. • O fruto. hidragogos. INDICAÇÕES: As folhas. TOXICOLOGIA: A folha seca tem efeito abortivo (179). brancacenta e depois amarelada. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os frutos são emenagogos (128). densamente vilosa. FAMÍLIA BOTÂNICA: Araceae. peças de artesanato. oblongas. As flores são monóicas. a planta não se adapta à regiões com temperaturas baixas ou sujeitas a ventos frios. 179). com 6 a 12cm de comprimento e 8 a 20cm de largura. FORMAS DE USO • Colutório (para sinusite): 1 colher das de café de cloreto de sódio puro em uma xícara das de chá de água. As sementes tem efeito antihelmíntico (1). para o tratamento de pernas inchadas. descongestionantes nasais. estendendo-se por até 1m de comprimento. B. ascite. escandente. drásticos. • Plantio: outubro. adstringentes. vermífugos. hidropisia clorose (94. cucurbitacina B. • Plantio: setembro. vegetando ao longo de ramas que atingem até 8m de comprimento. é suculento e comestível. campanuladas. margem levemente apiculada. Folhas longo-pecioladas. amareladas e solitárias. quando em concentrações de 1. SINONÍMIA: Abobrinha-do-norte. ovóide. drástica. cucurbitacina D. vistosas flores e aos frutos polimorfos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A polpa dos frutos é amarga. A planta é heliófita. A polpa do fruto pode causar inflação das mucosas. • O parênquima fibroso constitui matéria prima para a limpeza de panelas. Repetir até no máximo 5 dias (257).). CABACINHO-DO-NORTE NOME CIENTÍFICO: Luffa operculata [L. purga-dospaulistas. Não assoar o nariz. Doses abusivas podem causar fortes diarréias acompanhadas de náuseas e graves cólicas (93). cabacinho. clorose e obstrução das vísceras (93).

O caule é robusto. SINONÍMIA: Bem-me-quer. compridas. Deixar esfriar e adicionar arroz em pó até obter uma massa consistente. podendo ser cultivada todo o ano em regiões quentes. Máscara tonificante: ferver por 10 minutos 2 colheres das de sopa de cálamo em pó para um copo de água. mucilagem. Espadice cilíndrico. produzindo um fruto piramidal. CLIMA: Temperaturas noturnas muito elevadas reduzem o tamanho das flores. FITOLOGIA: Planta herbácea. Resiste à estiagem e à geada. sendo que no Brasil está bastante aclimatada e cultivada em jardins e hortos medicinais. OUTRAS PROPRIEDADES • O rizoma apresenta odor agradável e sabor amargo e adocicado. malmequer. • Propagação: divisão do rizoma. A secagem no sol é inviável pois é demorada. para haver uma boa fixação da planta. O rizoma é cilíndrico. sobretudo em períodos úmidos. tônicos. É heliófita e higrófita. HABITAT: Espécie alóctone. acorina (glicosídeo). verrucária. diretamente no campo ou em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. CLIMA: A planta é de clima temperado. . maravilhas. profundos e permeáveis. acaule. laxantes e diuréticos suaves (294). Microsporum gypseum. SOLO: Prefere solos férteis. Os rizomas muito velhos e grossos são muito fibrosos.20 x 0. • O óleo essencial do rizoma é matéria prima para a indústria de perfumarias. as vezes tombado e anguloso. • Doenças: o surgimento de manchas esbranquiçadas nas folhas indica a infecção fúngica.5m de comprimento por 1. O cultivo da planta em áreas paludosas ou uliginosas deve prever o uso de água não contaminada. bem drenados. à noite. a temperatura de 32oC. oxigenada e não estagnada. com cerca de 4mm de comprimento. devendo ser usados apenas como material de propagação. As plantas que frutificam são diplóides ou tetraplóides. • Plantio: março a abril. • O rizoma é utilizado na conservação de peliça. calêndula-das-boticas. eretas.20m. Necessita de no mínimo 4 horas diária de luz. alternas. As flores normalmente são estéreis. tanino.0 a 1. permitindo a degradação enzimática (182). originária das Ilhas Canárias e de Portugal. Aplicar a massa sobre o rosto previamente limpo. As flores abrem ao nascer do sol e fecham ao entardecer. úmidos a encharcados. AGROLOGIA • Espaçamento mínimo entre plantas: 0. ricos em matéria orgânica. SOLO: Prefere solos pouco ácidos.35 HABITAT: Espécie alóctone. • Colheita: inicia a partir de dois anos após o plantio. Permanecer em imersão por 20 minutos. cosméticos e dentifrícios. É cultivada em todo o mundo. canfeno. malmequeres. livre das raízes. • É utilizado também no preparo de licores e doces. • ⇒ Banho de imersão: ferver por 30 minutos 3 colheres das de sopa do rizoma seco em 1 litro de água fria. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. O cultivo nas regiões litorâneas é o mais indicado. com 1. maravilha. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os rizomas são excitantes. acoretina (resina) metilamina. alfa-pineno. mal-me-quer-dos-jardins. um glicosídeo composto e viscoso (182). aperientes. ereto. amido. sesquiterpenos e essência. malmequer-do-campo. terpenos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. As flores surgem na extremidade da haste e têm 4 a 5cm de diâmetro. ovais ou lanceoladas. cineol e cânfora. TOXICOLOGIA: Não se deve consumir o rizoma sem ter sido desidratado (182). FITOQUÍMICA: Óleo volátil. deixando por 15 minutos. anticatarrais. ácidos cáprico e palmítico. Coar. O fruto. • Propagação: sementes. heterosídeos.5 a 2. Tricophyton mentagrophytes e Tricophyton rubrum (193). contendo 2 a 3 sementes (97. As folhas são ensiformes ou lineares.000m de altitude (182). bem-me-quer-de-todos-os-meses. Coar e adicionar à água da banheira. adoçar com mel e tomar após as refeições (digestivo). • O pó do rizoma é insetífugo ou inseticida (182). Retirar com água morna (294). férteis. Flores amarelo-castanhas. 3-angulado. aromática. É planta heliófita. mal-me-quer. úmidos. calamina (alcalóide cristalizado) (283) e vitamina C (294). no verão ou outono. FITOLOGIA: Planta herbácea anual que cresce 30 a 60cm de altura. • Florescimento: só ocorre quando o rizoma está completamente coberto com água (182). margarida-dourada. Deve ser mantida sempre úmida. digestivos. • Pós-colheita: os rizomas devem ser lavados e submetidos à retirada de todas as raízes. malmequeramarelo.200kg dessecados por hectare. metil-eugenol. antieméticos (283). verde-claro internamente e amarelado por fora. As folhas são inteiras ou ligeiramente denteadas. cespitosa. As folhas superiores apresentam certa pubescência. serpeante. Pode ser utilizada as várzeas inundadas da cultura do arroz. As folhas contém menor teor de princípios ativos. originária da Índia e da Europa. A areia é o substrato mais adequado para o enraizamento. em escapo semelhante a folha. é curvo. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato da planta inibe a germinação e o crescimento das hifas dos fungos dérmicos Epidermophyton floccosum. O princípio amargo é a acorina. tipo aquênio. adaptando-se aos subtropicais amenos. maravilha-dos-jardins. INDICAÇÕES: Aplicado externamente em forma de compressas como coadjuvante no tratamento de tumores ganglionares (294). perene. reunidas em feixe na base. PARTES UTILIZADAS: Rizoma dessecado. Vegeta espontaneamente até 1. febrífugos. provido de protuberância no dorso e crenado na face ventral. grosso. eugenol. noduloso. várzeas úmidas ou alagadas e a beira de riachos e açudes. É encontrada crescendo subespontaneamente em áreas com água parada. Promove o relaxamento. espatuliforme. 182). composta de asarona (80%). • Plantio: outono e primavera. As pétalas que formam o disco central são tubulosas.0cm de largura. para depois serem desidratados em estufa. O botão central das flores é envolto por 15 a 20 lígulas amarelas ou alaranjadas. FORMAS DE USO • Decocção: ⇒ Ferver por 5 minutos 1 colher das de chá de pó de cálamo para uma volume de água de um copo. colina.4 x 0. invaginantes. O seu odor é desagradável. • Rendimento: cerca de 2. hexâmeras. paludosa ou aquática. Cortar segmentos de 2 a 3cm para o plantio. antes de deitar. As raízes são amarelo-claras e fasciculadas.3m. aromáticos. Os rizomas devem ser enterrados entre 5 a 10cm de profundidade. CALÊNDULA NOME CIENTÍFICO: Calendula officinalis L.

• Tanto as folhas quanto o caule são utilizados como tempero. anti-herpética e narcótica.4 x 0. ⇒ Acne: 1 colher das de chá de flores em 1 xícara das de chá de água quente. antiescorbútica. medindo 30 a 50cm de altura. se colhidas semanalmente (257). tropeína.flores com pétalas amarelas até laranja. • Hidroalcoolatura: macerar 1 colher das de sopa de flores em 1 xícara das de chá de álcool 70 graus diluído em 2 xícaras das de chá de álcool. algumas espécies causadoras de angina. CAMOMILA NOME CIENTÍFICO: Chamomilla recutita [L. brotoeja. caule e folhas secas. FORMAS DE USO • Pomada e tintura: usar folhas e flores. iniciando 8 dias antes da menstruação. Fruto baga globosa. Os indivíduos com pétalas laranja são os mais ricos em metabólitos secundários. camaru. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. no máximo. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento externo tópico de gengivite. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. artritismo. verrugas. pubescentes ou não. sobre um pano limpo e aplicadas sobre o ferimento ou acne. Suco das folhas: aplica-se sobre calos. camapum. Colheita: A colheita inicia dois meses após o plantio e pode se prolongar por mais 2 meses. muito ramificada. antiviral.3% de essência (96). FAMÍLA BOTÂNICA: Solanaceae. poderosa antisséptica (283). fissuras de mama. PARTES UTILIZADAS: Folhas. medindo 4 a 6cm de comprimento. eczema seborréico do couro cabeludo. estreptocócitos (gênero de bactérias estreptocóceas. para úlceras gastrintestinais. frutos e raízes. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. São comercializados os capítulos inteiros ou somente as lígulas alaranjadas (96). oftálmica. emoliente. • Infusão: ⇒ Atividade emenagoga: 2 colheres das de sopa de flores em ½ litro de água. Tomar ½ xícara de manhã e ½ xícara à noite (257). adstringente. longo-pecioladas. sudorífica. embalado por cálice concrescente. internamente. A semeadura é feita em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. revolvidos. anti-reumática. • As folhas. icterícia (68) e feridas cancerosas (215). hepatoprotetora. INDICAÇÕES: O chá das folhas é utilizado para a inflamação da bexiga. antiinflamatória. Padrão comercial: as flores podem conter 8 a 10% de água e 10% de cinzas. sublenhosa na base. pastagens e áreas ruderais. queimaduras. ⇒ Como desintoxicante: ferver 3 colheres (chá) de flores secas em 3 xícaras (chá) de água. para a higienização (128). Aplicar topicamente sobre a pele e umbigo do recém-nascido. sudorífica. colagoga. escorbuto. O fruto verde é laxativo e diurético (242). • Cataplasma: folhas e flores tenras são socadas e empastadas. emenagoga. Não aceita solos compactos e muito ácidos. ⇒ Atividade geral: 2 colheres das de sopa de flores em uma xícara das de chá. • OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é ornamental. erva-noiva-do-perú. cumarinas (257). Abafar por 5 minutos. dermatite por monília. ácidos fenólicos. ardem como nitro e as flores.2 a 0. Deixar descansar por 5 minutos. CAMAPU NOME CIENTÍFICO: Physalis pubescens L. Tomar ½ xícara de manhã e ½ xícara à noite. foliculite. lançadas na brasa. • As flores são usadas como corante na indústria alimentícia. FITOQUÍMICA: Carotenóides.36 • • • • Florescimento: verão a outono. vulnerária. antiinflamatória (9). SINONÍMIA: Balãozinho.. fungicida (145). cistite e icterícia (242). calos e pólipos e. Filtrar com pano e espremer. Obtém-se uma produtividade média de flores de 720 kg/ha. analgésica. óleo essencial. É utilizado para atenuar as rugas e atua como emoliente (294). Melhoramento genético: observa-se uma grande variação de genótipos . bactericida. antiabortiva. Usar topicamente 3 a 4 vezes ao dia. solitárias. inflamações piogênicas e broncopneumonia). proteínas e vitaminas A e C (9). vulvovaginite (tricomoniase e candidíase). vasodilatadora (257). no escuro. FITOQUÍMICA: Fisalina. Toma-se1xícara das de chá antes das refeições principais. crosta láctea. ferimentos abertos (145). e Physalis angulata L. CLIMA: Adapta-se às regiões de clima subtropical e tropical. bem drenados. que cresce espontaneamente em reboleiras em solos cultivados. bucho-de-rã. glabra. bate-testa. PARTES UTILIZADAS: Flores. O excesso de pluviosidade afeta drasticamente a produção de sementes dando origens à lotes desuniformes e de baixa qualidade. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Excitante. mucilagens. antiemética. antialérgica (215) e resolutiva (68). do baço e dos ouvidos. acne. taninos (145) e calendulina. • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. As flores contém 0. SOLO: Prefere solos férteis. • As flores podem ser utilizadas como inseticida natural (257). esteróis. amarelas. antiespasmódica. Tomar 3 vezes ao dia. afecções nervosas. • Plantio: a semeadura é feita em março e o transplante em abril. com laivo marrom-claro na base das pétalas. aerados e soltos. do fígado (9).] Rauschert FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae .4m • Propagação: sementes e rizoma. Flores axilares. higrina. liberam eletrecidade estática (283). Physalis peruviana L. A tintura é diluída em água na proporção de 1:1 ou 1:2. Três xícaras ao dia atua como desintoxicante. ácidos graxos livres. oftalmias. • As flores são utilizadas em cosmética e em farmácia. É esciófita. desobstruente. saponinas (antiviral). tonificante da pele (acne). em dias quentes. pomares. flavonóides. verrugas e pólipos (145). úlceras. Produção de sementes: a época de produção de sementes não deve coincidir com os períodos chuvosos do ano. estimulante do aparelho gênito-urinário. • • Óleo: macerar 20g de flores em 250g de óleo de oliva durante 10 dias. joá-de-capote. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. inflamações purulentas. cicatrizante. • Os capítulos da planta são utilizados para perfumar sopas e guisados. As folhas são alternas.

• Época de semeadura: março a abril. herniarina. As sementes não devem ser enterradas pois são fotoblásticas positivas. matricária. 4-isopropenil tolueno. • Colheita: é feita quando as flores estão completamente abertas. As temperaturas médias anuais devem estar abaixo de 20oC (96). ρ-cimeno. ácido 3-hidróxi-2-metilideno (ácido butírico angelato). turjone. 2-metilbutil-2-metil propionato. As folhas são alternas.3’ tetrametil. ácido antêmico. monóica. trans-α-farneseno. iniciando um sutil murchamento. maçanilha. utilizando substrato mineral-orgânico. frutose. isoarmnetina-7-glucosídeo. que cresce espontaneamente em áreas de campos e bosques abertos das regiões mediterrânicas e de clima temperado. anual.5. patuletina-7-glucosídeo. éster dihidromatricana. 6. 5-isopropil-2-propil-2ciclohexeno-1. macela. camomila-vulgar. branca. 4-isopropenil benzaldeído. α-bisaboloneóxido A. ácido caprílico. de corola ligulada. crisoeriol.3-dil-1-(|Z|-2’-metil2’-butenoato)-3-isobutirato. apigenina-7-glucosídeo (2’’.1. nerulidol. apigenina7-glucosídeo(3’’. 3-deidronobilina. furfurol. 3-epinobilina. ácido gálico. angelato isoamil (isopentil). matricina.3’4’pentametil. ácido 3-hidroxi-4metoxicinâmico (ácido isoferúlico).4%. • PARTES UTILIZADAS: Somente os capítulos florais secos. (-)-butano. azuleno. heterosídeos. mirtenol. tanino catequina.cumárico). As cinzas não podem exceder a 14% (96).6. axilarina. camomilol. geraniol.4-dihidroxibezóico. Flavonóides: apigenina. quercetina-7-glucosídeo (quercimeritrina). CLIMA: A planta cresce melhor em clima temperado. ácido málico. crisoplenol. hexilbutirato. apud 91).6-dimetilfenil)-2-butano1. α-bisabololóxido A.6. para um rendimento de óleo essencial de 0. eupatoletina. • Propagação: sementes. manssanilha. 3-careno.2%). ácido 3-(2-hidroxifenil)-2propenóico (ácido ο. camomila-legítima. com dois tipos de flores agrupadas em corimbo. • Doenças: é comum a ocorrência de doenças fúngicas (Alternaria sp. carotonacetonas homólogas.6. Terpenóides: antemol. 1. pinocamfona. camomilinha. com baixa umidade relativa do ar.4-dimetil-7isopropiazuleno). As mudas são preparadas em canteiros ou bandejas de isopor. β-damascenona. germacreno-D. é indicativo que o ponto de colheita já foi ultrapassado. isobutil isobutirato. É heliófita. glabra. ‘Lipophiles flavon’. marcela-galega. éster camomila II. bem como ele decresce com o tempo de armazenamento (Walenciak e Korzeniowski. 5-(3-furil)2-metil-1-pentano-3 (lepalona). apigenina-7-apiosigluosídeo (apiína). B-copaeno. α-trans-pinocarveol. bornil acetato. O uso de polímeros hidroabsorventes evita a desidratação de sementes recém-emergentes.8-cineole. 3-metilamil angelato.5-dihidroxibenzóico (ácido gentísico). Tolerase até 5% de pedúnculos e/ou outras partes da planta. α-bisabolol (antiinflamatório .2%) (96). 5isopropil-2-propil-2-ciclohexeno-1. éster camomila I. Não tolera acidez. SOLO: Francos. 2. Ocorre em altitudes de até 160m. As flores marginais são femininas. ácido 2. mirtenal. muito ramificada. ácido 3. αbisabololóxido C.β-selineno. camazuleno. luteolina-7-ramnoglucosídeo.7. benzoato etílico. α-copaeno. α-muroleno. ácido benzóico 4hidroxi-3-metoxi (ácido vanílico). β-bisaboleno. bi a tripinatissectas. αcadineno. Ocorre 3 a 4 meses após a semeadura. bisaboleno. butil angelato. • Alelopatia: é alelopata positiva com a carqueja e a couve. espinacetina. apigenina-7-(6’’-ο-acetilato) glucosídeo. βpineno. farneseno. etil fenilacetato. canfeno. ε-1-(2. férteis e bem permeáveis. ácido 4-metoxibenzóico (ácido anísico). α-bisabololóxido B. nobilina. ácido ferúlico. apigenina-7-glucosídeo (apigetrina). vitamina C (145). ereta. Cálcio. quercetrina. com baixa incidência de ervas daninhas e com irrigação sistemática. tanino. luteolina-7-glucosídeo.7-dimetóxiquercetina. αbisabolol. limoneno. matricina.10-epoxinobilina. humuleno. quercetina.4’hexametil. com lacíneas linear-filiformes. 6-hidróxi-luteolina7-glucosídeo. 2-metilidenopropano-1. α-trans-pinocarvone. calameno. decanoato etílico. vermelho aldeído crimson. • Plantas daninhas: a planta não suporta a concorrência com plantas invasoras. β-bourdeno. 6-metóxicaempferol.) por ocasião do florescimento. camomila-daalemanha. trans-β-farneseno. nem secas prolongadas. ácido 2. camomila-dos-alemães. Ácidos orgânicos: aminoácidos. ácido clorogênico. • Adubação verde: utilizando-se Mucuna aterrina + Crotalaria spectabilis aumenta-se significantemente o teor de camazuleno em até 35.500 a 4. isobutil-2metilbutirato. ácido ascórbico. A semeadura direta no campo é possível em solos bem preparados. 63-dimetóxiquercetina. margaça-das-boticas. A auto-semeação ocorre a partir do segundo ano. matricarina. verde-claros e lisos na face ventral. 5-(3-furil)2-metil1-pentano-3-ol (lepalol). quercetina-3-rutinosídeo (rutina). patuletina. Flores centrais hermafroditas. α-ρ-dimetilisterina. isoarmnetina. hidrocarbonatos. Quando as lígulas começam a se curvar para baixo. borneol.4-Ddihidroxicinâmico (ácido cafêico). Inflorescência em capítulos. ácido linoléico. lactona sesquiterpena linear.37 SINONÍMIA: Camomila-alemã. As lígulas são tridentadas no ápice.17%. quercetagetina-3. cariofilenepóxido. eucanabinolida. HABITAT: Espécie alóctone. sabineno.000 sementes. cumarina. Padrão comercial: o teor mínimo de essência é de 0. ciscariofileno. crisosplentina. crisoeriol-7glucosídeo. α-pineno. Fruto tipo aquênio e cilíndrico. palmitato etílico. AGROLOGIA • Espaçamento: 25 x 25cm.5g/m2. 3metilideno-4-oxipentil angelato. ácido metacrílico e ésteres. cis-en-yn-dicicloéter. zigomorfas. eupaletina. epicatecol. Em 1g de sementes são encontradas cerca de 3.3’. luteolina. α-metilbutil isobutirato. Apresenta aroma forte e agradável. • Florescimento: inicia a partir dos 85 dias após a semeadura. FITOQUÍMICA: Camazuleno (27.3’’)-diacetato. 1. fósforo e enxofre são os nutrientes que maximizam a produção de flores e óleos essenciais (297). (ácido siríngico). como a camomila-romana. porém decresce o α-bisabolol (96). FITOLOGIA: Planta herbácea. n-butanol. principalmente no período de amadurecimento das flores. A melhor faixa de pH ocorre em torno de 6 a 7. São apenas pressionadas sobre o solo para o início da germinação. O teor de camazuleno nas flores depende da origem e idade das flores. luteolina-4’-glucosídeo. farnesol. ácido 3-(4-hidroxifenil)-2 propenóico (ácido-ρ-cumárico).4’’)-diacetato. Para fora do Brasil a tolerância é de 2%. xantoxilina. hidróxisonobilina. isobutil isovalenianato. ácido cáprico. O oco dos receptáculos é uma das particularidades que a distingue de outras espécies similares. esteróides.3-D-dihidroxicinâmico(ácido antenóblico). • Nutrição: máxima produção de flores e óleo essencial é obtida com a formulação N-P-K 1:1:1. 2-metilbutil butirato. hiperosídeo). jaceidina. • Rendimento: 886kg/ha de capítulos florais.7. Densidade de semeadura: 0.86% (96). α-cubebeno. quercetagetina 3. Não tolera excesso de calor. galactose. esfatulenol. α-terpineno. quercetagetina3. quercetina-3galactotosídeo (hiperina. soltos. A planta não suporta estiagens prolongadas e chuvas copiosas.7. caempferol.11. nem com invernos muito rigorosos. βmirceno. isoamil butirato. actinomorfas. de corola tubulosa e amarela. com até 50cm de altura.3 dil-1-|z|- . hexilacetato. camomila-comum. colina. guaiazuleno (1. glicose. A semeadura deve ser feita em períodos do ano em que o franco desenvolvimento e maturação não coincida com temperaturas altas. B-cariofileno. 2metilbutil-2-metilburato. ácidos graxos e salicílico.

jacuanga. CAMOMILA-RAULIVEIRA NOME CIENTÍFICO: Helenium alternifolium Spreng et Cabrera. fibrosos. Estomáquica. • Vinho: macerar por 5 dias 3 xícaras das de chá de flores em 1 litro de vinho branco. pacová. • Florescimento: quando a semeadura é feita em agosto. • Pó: 2 a 6g/dia. cana-branca. cólicas em geral (341). • Loção: deixar em banho-maria durante 3 horas 1 xícara das de café de flores em 1 copo de azeite. antigripal (294). SOLO: A planta desenvolve-se melhor em solos neutros. abertos e lanceolados. Esfriar e coar. tiamina. mas que se adaptou bem às regiões tropicais e subtropicais. Brácteas em número de 20 a 25. arredondadas no ápice. Tomar 3 xícaras das de chá ao dia (digestivo. triacontano. matérias resinosas e pépticas (341) e apigenina (3 a 9%). eupéptica. inteiras. Mulheres grávidas ou em lactação devem evitar o uso. cana-do-mato. estreitas. Coar e tomar 1 cálice 3 vezes ao dia. FITOLOGIA: Planta herbácea perene ou anual. antisséptica. ⇒ colher das de sopa de flores em 1 caneca de água quente. taraxasterol. • Tintura: 10 a 30ml/dia. emoliente.38 2’metil-2’-butenoato-3-isobutirato. cistites (91). xilose (91). Pode ser também usado topicamente em dores de ouvido e nevralgias (128). brancacento ou verde-claro e piloso. lumbago. ácido palmítico. grandes. FITOLOGIA: Rizoma carnoso e ramificado. que se desdobra. OUTRAS PROPRIEDADES • A essência da camomila é azulada e tem sabor amargo. enjôos. inositose. calmante (68). • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. mialgias (145). poliacetileno. podendo ser utilizadas em arranjos florísticos. ramnose. carminativa. aperiente. 2-metilpropil 2-metil butirato. CANA-DE-MACACO NOME CIENTÍFICO: Costus spiralis Rosc. náuseas (32).3 x 0. HABITAT: Espécie autóctone que vegeta nos campos e vales do Sul do Brasil. propil angelato. imbricadas. FORMAS DE USO • Infuso: ⇒ 3%. afecções de pele (pústulas e fístulas). 50 a 200ml/dia (uso interno). ácido fenólico. alternas. Compromete a eficácia da radiografia em pessoas doentes (385). o florescimento ocorre outubro a março. ⇒ 5g do pó por litro (435). enxaquecas. inapetência e úlceras (68). anti-hemorroidária. fazer bochechos com o infuso. íntegras ou algumas penatífidas com 1 a 3 segmentos pequenos. frágeis. álcool perílico. ciática. anti-reumática. iniciando uma semana antes da data prevista para a menstruação (emenagogo). antihistérica. ácido péctico. afetam a qualidade do produto colhido. Colmo suculento. em apigetina e glicose (319). Para combater afecções bucais. colina. mais ou menos eretos. pilosas. por hidrólise. HABITAT: Espécie autóctone. longo pendunculados. vinho e xarope: 40 a 120ml/dia (341). de 7mm de comprimento. quando então a deiscência é muito forte. TOXICOLOGIA: Atóxica em pessoas saudáveis. OUTRAS PROPRIEDADES: As flores são muito vistosas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • O chá das flores é utilizado para clarear o cabelo (145). polissacarídeos. originária do Brasil equatorial. 7-glucosídeo escopoletina. indigestões. afecções nervosas. 2-metil-2-propil angelato. com aristas longas. • Elixir. escopoletol. SINONÍMIA: Caatinga. insônia. ácido salisílico. • Produção de sementes: os capítulos devem ser colhidos ao iniciar o murchamento das lígulas. ácido tíglico e ésteres. estomáquica. Papo de 4mm de palhetas lanceoladas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. ácido dihidrocinâmico. INDICAÇÕES: É indicada para inflamações oftálmicas. Inflorescência em capítulos solitários terminais. cefalalgias. jacuacanga. sésseis. antialérgica (128). Coar e aplicar topicamente sobre assaduras e queimaduras do sol.3m. emenagoga. emarginadas no ápice. gota. de corola tubulosa e cálice avermelhado. tônica. lanceoladas. vermífuga (215) e emética (435). assaduras. oftalmias. . antinevrálgica. um tanto espessas. com cerca de 20 a 30cm de comprimento e 10 a 14cm de largura. As flores são róseas. sobretudo durante o florescimento. Possui 8 a 10 lígulas com cerca de 1cm de comprimento. umbeliferona. ácido sinápico. cicatrizante. Chuvas frequentes. O fruto é um aquênio com cerca de 2mm de comprimento. nodoso. antiespasmódica. média anual) e não ocorra excesso de pluviosidade. agudas. analgésica. embaraços gástricos. • Propagação: sementes. limbo deltóide de cor alaranjada. CLIMA: Prefere regiões onde as temperaturas são amenas (20 a 25oC. ereta. Não se desenvolve em solos ácidos. interiormente brancoavermelhado e exteriormente revestido de escamas pardacentas. fitorina. niacina. 2-metilpropil 3metil butirato. agitando 1 vez ao dia. ⇒ 10 a 15g de flores em 1 litro de água fervente. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória tópica (260). afta. de 10 a 13cm de comprimento e com brácteas ovadas. protetora solar. Pode ocorrer rinite alérgica em pessoas sensíveis à camomila (145). estomatite. sedativo e emenagogo). FAMÍLIA BOTÂNICA: Costaceae. lanceoladas. sudorífica (145). espiraladas. PARTES UTILIZADAS: Flores (preferencilamente) e folhas. 2metilpropil butirato. com 30 a 35cm de altura. porém antes das flores adquirirem coloração castanha. periná. paco-caatinga. cerótico oleico e linólico. Fruto cápsula polisperma contendo sementes oblongas. antiasmática. aluviais e ricos em matéria orgânica. As folhas simples. gengivite. com perda de sementes. doenças do útero e do ovário. ubacaia. tanino. luzidias. diarréia infantil. cor de carmim. • Compressa ou ablução anal: para hemorróidas (145). 5% (uso externo) (341). obovadas ou elípticas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: febrífuga e hepática (271). FITOQUÍMICA: Saponinas e óleos essenciais (93). queimaduras de sol (128). lisas. brancacentas e com numerosas radicelas fibrosas. verde-escuras na página superior e mais claras e com nervura média saliente na inferior. antiinflamatória. As raízes são filiformes. A semeadura é feita em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. Folhas com 5 a 7cm de comprimento. antidispéptica (32). ácido oleico. maturativa (341). ubacayá. invaginantes. sedativa suave. • Plantio: setembro a outubro. 1-nérveas. feridas. jacuanga. O pecíolo é grossocarnoso em prolongamento à nervura média. Tomar 3 a 4 xícaras de chá ao ia. Abafar por 10 minutos. carnoso. A inflorescência é uma espiga terminal multiflora.

O enraizamento pode ser feito em substrato à base de areia. As folhas são oblongo-lanceoladas. previamente secos e transformados em pó (hérnia) • Ungüento: folhas untadas com sebo. SOLO: Prefere solos úmidos e humosos. jacuacanga. • Suco do caule: para atenuar arterioesclerose. FORMAS DE USO • Cataplasmas: folhas frescas e contusas. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. vermiculita ou casca de arroz tostado. de norte a sul do Brasil. casca e hastes. glabras. FAMÍLIA BOTÂNICA: Comelinaceae. reunindo 30 a 32 pedúnculos florais. o crescimento é lento e a planta é mais suceptível a doenças. embora tolere solos pobres. sífilis e gonorréia (32). diaforético. FAMÍLIA BOTÂNICA: Costaceae. • Colheita: inicia aos 16 meses após o plantio. • Plantio: primavera. antidiabética. INDICAÇÕES: As hastes são indicadas para a leucorréia e afecções renais (257). oblongas. rebentos do rizoma e estacas do caule. ubacayá. tônico. dura e cilíndrica. estomáquica. higrófita e esciófita. invaginantes. CANA-DO-BREJO NOME CIENTÍFICO: Costus spicatus Jack. • Florescimento: ano todo. três sépalas côncavas de coloração violeta-clara externamente e branca internamente. gonorréia. • Cataplasma: utilizam-se o rizoma e/ou as hastes. inflamações da uretra (93). enquanto que nas velhas só ocorre uma mancha de cor creme-pálida na base da nervura central. bainha pilosa e tenuamente avermelhada nas bordas. de haste rígida. febrífuga. emoliente. marianinha. OUTRAS PROPRIEDADES • O rizoma apresenta aroma semelhante a violeta (Viola odorata). flor-da-paixão. polisperma.5m. As folhas são alternas. nodoso. verde-escuras. cana-roxa. folhas. Usar topicamente em contusões e inchaços (32). PARTES UTILIZADAS: Colmo e folhas. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. OUTRAS PROPRIEDADES • O caule fornece um suco refrescante e nutritivo. inulina. bordos lisos. • Decocção: 50g de hastes ou rizoma em 1 litro de água (leucorréia).5cm de diâmetro. febrífugo e emenagogo (93). tônico e emenagogo (32). mucosidade da bexiga. As flores são compostas de três pétalas violáceas com a base branca. canaroxa-do-brejo. FITOQUÍMICA: As hastes contém ácido oxálico (93). albuminúria. tônica. SINONÍMIA: Cana-de-macaco. é comumente encontrada em jardins. mantido sempre umedecido. ubacaia. nefrites. sendo utilizado como refresco. glabro. HABITAT: Espécie autóctone que habita a mata Atlântica. • Plantio: setembro a outubro. lavar feridas e diminuir as excitações nervosas e do coração (93). paco-caatinga. resolvente de tumores. aplicadas topicamente como resolventes de tumores. HABITAT: Espécie autóctone que habita as matas tropicais. diaforético. • A planta é ornamental em jardins. dores nefríticas. • Propagação: rebentos do rizoma e estacas. PARTES UTILIZADAS: Colmo e folhas. PARTES UTILIZADAS: Rizoma. antiinflamatória dos rins e bexiga (32). A semeadura é feita em bandejas de isopor com substrato organomineral e as estacas podem ser enraizadas em areia umedecida. cana-do-mato. com 2 a 2. sendo dois deles mais compridos. O enraizamento ocorre em 25 a 30 dias. emenagoga (257). antilítica (215). diaforética. • Colheita: 8 a 10 meses após o plantio.5cm de largura. pois sendo rica em oxalato de cálcio. com porte de 1. O fruto é capsular. nervura central proeminente na face dorsal. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O rizoma é diurético. pode resultar no surgimento de urólitos. INDICAÇÕES: Para o tratamento de leucorréia. O sumo fresco do colmo é indicado para disúria. amenorréia e arterioesclerose (215).0 a 6. anti-sifilítica. O caule é ereto. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. FORMAS DE USO • Suco: das hastes (gonorréia ). com sementes arrredondadas no ápice. que cresce 70 a 80cm de altura. TOXICOLOGIA: Deve-se evitar o uso continuado da planta. Quando exposta totalmente ao sol. taninos e matérias pécticas (9). bainha invaginante. O suco das hastes é depurativo. As folhas medem 17 a 25cm de comprimento por 5. anti-reumática (9) e depurativa (93). aterosclerose. . • A planta é ornamental em jardins. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. calmante das excitações nervosas e do coração. As flores dispões-se em panículas de 10 a12cm de comprimento. aperitiva.0 x 0. picada de insetos e catarro (9).39 SOLO: Prefere solos úmidos e férteis. sendo que na face ventral ocorrem duas listras longitudinais de cor cinza-prateada em cada lado da margem das folhas jovens. CLIMA: Espécie tropical. Por ser ornamental. hidropisia. • Propagação: sementes.7 x 0. alternas. FITOQUÍMICA: Acido oxálico.5m. insuficiência cardíaca. • Infusão: para dores nefríticas. medindo cerca de 2 a 3mm de comprimento. CANA-DE-MACACO NOME CIENTÍFICO: Dichorysandra thyrsiflora Mik. SINONÍMIA: Cana-do-brejo.20m de altura. É higrófila. Flores amarelas dispostas em espiga terminal de 5 a 8cm. espiraladas. Sw.0 a 1. periná. CLIMA: É planta esciófita. • O suco dos rizomas é levemente ácido e mucilaginoso. com 6 estames. envolvidas por brácteas escamosas cor de carmim. antilítica.

tintura e Alcoolatura. antes das refeições (tônico e digestivo). com rugas finas e lenticelas transversas. Não possui pétalas. humosos. • A poda apical da planta permite uma arquitetura mais compacta. SOLO: Prefere solos bem drenados. onde o lençol freático possa estar ao alcance das raízes. • Propagação: sementes. facilitando o pegamento da muda. flores as folhas. 8 a 15cm de comprimento por 3 a 4cm de largura. com exceção do inverno. baixa e esgalhada. antiescorbútica. estacas dos ponteiros e mudas obtidas na mata. galactagoga. SINONÍMIA: Canela-da-china. AGROLOGIA • Ambiente: procurar instalar as plantas em áreas baixas. O fruto é uma baga ovóide apiculada. adstringente. Poderão ser utilizadas árvores como base do agroepifitismo da planta. marmitol. terminal e axilar. eugenol (5%). A planta é nitrófila e não tolera solos secos e compactados. Os pássaros são os principais disseminadores da espécie. CANELA-CHEIROSA NOME CIENTÍFICO: Cinnamomum Cynamomum cassia Blume. vômitos nervosos. A folha contém 75% de eugenol e 3% de aldeído cinâmico. doenças atônicas do estômago. PARTES UTILIZADAS: Casca da árvore. composto de 4 a 5 artículos medindo 4 a 8cm de comprimento por 3 a 4mm de espessura. elípticas-ovaladas ou oblongolanceoladas. Flores terminais campanuladas de cor creme. com 8mm de comprimento. respiração ofegante. PARTES UTILIZADAS: Artículos. contendo substrato organomineral. digestiva (128).0 x 0. As folhas são simples.40 SOLO: Prefere solos úmidos. • Colheita: inicia no segundo ano após o plantio. glabra e pálida. com pouca umidade. A casca é de cor cinza-castanho. à beira de riachos. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é ornamental em áreas sombreadas de jardins. ligeiramente áspera. zeylanicum Blume e . luzidias. canela-da-índia.5m. coriáceas. A casca da raiz contém cânfora (93). A estaquia é feita em areia umedecida. As flores são verde-amareladas. A semeadura é feita em bandejas de isopor de células grandes ou em saquinhos plásticos perfurados. A semeadura é feita em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. base subaguda a arrredondada. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cactaceae. antileucorréica e catamenial (93). HABITAT: Encontra-se disseminada por toda mata atlântica subtropical. hipertensora suave (9). ripsalis. pubescentes. calafrios. ovário livre. choques. 6 estames. • Plantio: ano todo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lauraceae. • Colheita: inicia a partir do quarto ano. crioulceração (445).000m (93). carbureto terpênico (283). antisséptica. O odor é delicado. brotações do rizoma e segmentos nodais. A inflorescência é uma panícula cimosa. acuminada. escrófulas. aldeído cinâmico (65 a 75%). CANAMBAIA NOME CIENTÍFICO: Rhypsalis capilliformis Weber. • Propagação: sementes. A germinação. • Vinho: macerar durante 30 dias 30g de casca em 500ml de vinho licoroso. FITOLOGIA: Planta epífita de caule pêndulo. O perianto é 6-lobado. • Plantio: deve ser feito nas estações mais chuvosas do ano. mucilagem. dismenorréia. em número de 2 a 5 por cimeira. • Colheita: inicia após um ano de cultivo. INDICAÇÕES: É utilizada para dores estomacais. 3-nervada. • Plantio: outono e primavera. Neste caso. mas adapta-se bem ao subtropical. com 1 lóculo. O sabor é excitante. paralisia da língua e enxaquecas (93). febres adinâmicas. safrol. amenorréia. Folhas afetadas devem ser removidas e a planta pulverizada com um fungicida cúprico. carminativa. aerados e silicosos. em substrato orgânico ocorre em 30 a 40 dias. ocorrendo sobre ramos inferiores de árvores antigas. A casca é espessa. PARTES UTILIZADAS: Hastes e folhas. lagoas ou açudes. borneol (93). hemorragias de partos. febres gástricas e biliosas (271). extremidades frias. felandreno e ácido cinâmico (9). Desenvolve-se numa faixa de temperatura de 20 a 30oC. tosses.7m. diurética e anti-reumática (93). pecioladas. AGROLOGIA • Ambiente: as mudas devem ser enraizadas em substrato de xaxim e/ou húmus e estabelecidas em ambiente sombreado (bosque. Os ramos são cilíndricos ou tetrágonos somente no ápice. minerais (2 a 4%). anti-reumática. CLIMA: É subtropical e esciófita. pressão baixa. túnel de sombrite 70% ou mais). AGROLOGIA • Espaçamento: 3. Fruto tipo baga de cor branco-hialina. CLIMA: É de clima tropical. crescendo espontaneamente em altitudes de até 2.5 x 3. ulcerações da gengiva e da mucosa da boca (294). • Doença: é comum a ocorrência do fungo patogênico Colletotrichum dichorisandrae. influenza. A germinação ocorre em 40 a 50 dias. pequenas. FORMAS DE USO • 1 a 3g/xícara (445) na forma de infusão. diarréia. cardiotônica (294) tônica. alternas. sub-cilíndrico. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Indicada para o tratamento de úlceras. HABITAT: Espécie alóctone originária do Ceilão. escorbuto. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emoliente. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante digestivo. FITOQUÍMICA: aninos. SINONÍMIA: Cabelo-de-anjo. piolhicida. com cerca de 7 a 8m de altura e com tronco de 20 a 25cm de diâmetro. procurar amarrar as mudas sobre ramos sombreados que tenham musgos sobre a casca. herbáceo. pouco ácidos. fragrante e aromático. Coar e tomar 1 cálice duas vezes ao dia. amido. verde-claro. menos no inverno. doce e pungente. responsável pela formação de grandes áreas necróticas nas folhas. oblongas. caneleira. de folhas persistentes. Evitar áreas alagadas ou uliginosas. • Propagação: sementes. glabra. FITOLOGIA: Árvore perene. metrorragias. • Espaçamento: 1. antiespasmódica. conambaia. aromática (283). cujas mudas espontâneas que se formam podem também ser aproveitadas para o plantio. preta.

ácidos. gerânico e capróico. Rhyzopus sp. capim-cidró. CLIMA: É heliófita.2 a 0. borneol. áspera nas duas faces. calmante e antinevrálgica (271). mirceno (analgésico). São ricas em óleos essenciais que contém αoxobisaboleno. deve-se secar lentamente à baixas temperaturas (35 a 40oC). ocorrendo no verão. PARTES UTILIZADAS: Folhas. SINONÍMIA: Capim-catinga. • Plantio: ano todo. • Plantio: outubro a novembro. iso-orientina. cineol.8cm de espessura (445). estolonífera. chá-de-estrada. porém não encharcados. Encontram-se ainda alguns flavonóides como a luteolina. mas prefere solos com bom teor de umidade. muito ramosa e aromática. FITOLOGIA: Planta semi-arbustiva. distúrbios neurológicos e cardíacos (128). são estéreis. Cladosporium sp. acetato de nerol. cortante. picadas de insetos (257). Apresenta textura áspera ao tato e permanece mais ereta que a citronela. • Substrato: o enraizamento das estacas é feito em uma mistura de vermiculita (40%). citral (antiespasmódico. FORMAS DE USO: Alcolatura: macerar as folhas na cachaça ou álcool de cereais. pinatisectas. • Propagação: divisão de touceira cujas folhas são previamente podadas. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. curtos. citrol (mistura dos aldeídos neral e geraniol). canfeno. FITOQUÍMICA: As folhas contém aldeídos. arrozdoce. α-canforeno. • Produção de sementes: não se constatou a formação de sementes viáveis no Estado de Santa Catarina. FITOLOGIA: Planta herbácea.5 a 2. curau. cimbopogona. antiepiléptica. • Colheita: inicia após quatro meses do plantio e é feita três a quatro vezes ao ano. sesquiterpenos e terpenos. Cresce subespontaneamente em todo o Brasil. • A casca é comercializada em pedaços ou rolos. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. CLIMA: É de clima temperado quente ou subtropical ameno e heliófita. ácidos acético. cimbopogenol. compactados e muito úmidos afetam a produção e a qualidade das folhas. acetato de geraniol. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais e derivados de cânfora (257). que afeta a produção e qualidade das folhas. • A essência é utilizada na indústria de perfumaria. nervura central grossa e caniculada.40m.. Utilizada externamente. humuleno. α e β-pineno. dipenteno. • Colheita: inicia aos 6 meses após o plantio. βsitosterol (155). PARTES UTILIZADAS: Folhas e ramos. farnesol. capim-sidró. boa parte do aroma é perdido. paralelinérveas. eventualmente formadas. car-3-eno. capim-de-cheiro. O caule é cilíndrico é lenhoso na base. com 2 a 3cm de comprimento. não ocorre. terpinoleno. que cresce 30 a 50cm de altura. facilita a infecção dos fungos Aspergillus sp. linear-lanceoladas. que medem cerca de 60 a 100cm de comprimento por 1. INDICAÇÕES: Utilizada no álcool para dores musculares. citronelal. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Florescimento: é esporádico. durante 1 hora. geraniol. capim-marinho. CANFRINHO NOME CIENTÍFICO: Artemisia camphorata L. O florescimento é raro e as flores. que cresce cerca de 1. sésseis. saponinas álcoois (cimeropogonol e cimpogonol) e alcalóides (145). capim-santo. cespitosa. linalol. . luteolina-7-O-β-D-glicosídeo. bordo liso. 228). • Dos frutos se obtém a cera de canela. É feito diretamente a campo.] Stapf.. preferencialmente próxima dos cursos de água.7 x 0. para prevenir da incidência de patógenos vasculares.41 • Infusão piolhicida: ferver 2 xícaras das de chá de água e derrame sobre 2 paus de canela em uma vasilha. Abafar por 15 minutos. e Alternaria sp.. caféico.5m. mentona. casca de arroz tostada (60%). contusões e hemorragia uterina (271). Após lavar a cabeça. Se o inverno for quente. cimbopogonol. metileugenol. Apresenta rizomas semi-subterrâneos.25% (55). CAPIM-LIMÃO NOME CIENTÍFICO: Cymbopogon citratus [DC. embora favorável a menor perda de óleos voláteis. As estacas devem ter sua base imersa em solução de benomil a 0. Secar o cabelo e passar um pente fino (294). enxaguar com o infuso de canela. ocimeno. OUTRAS PROPRIEDADES • O pó da casca serve como condimento de quentão. p-cumárico. • Secagem: com a secagem. As folhas são recobertas por uma fina camada de cera e exalam olor de limão. Não tolera geadas. HABITAT: Espécie alóctone de origem indiana. Solos ácidos. capim-cidrilho. com nós bem demarcados. β-cadineno. • Doenças: as folhas são eventualmente acometidas pela ferrugem parda. • Doenças: a planta sensível à patógenos que atacam as raízes e vasos condutores.) FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae. inseticida e repelente). FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. feridas. pouco ácidos. de 30 a 40cm de comprimento por 3 a 10cm de largura por 0. mingau. Por isso. limoneno. nerol. Trichoderma sp. fencona. rizoma e raízes frescas ou secas. TOXICOLOGIA: A planta é embriotóxica e abortiva ( 227. longo-pecioladas. a beira de estradas e em áreas aluviais. com os segmentos lineares e numerosos. perene. As folhas são muito aromáticas.. A secagem a 30oC.2%. Inflorescência terminal paniculada em capítulos isolados ou em espigas axilares laxas. capim-cidrão. antimicrobiano. sidró. vervena. compotas e doces. hexacosan-1-ol. aldeídos como o isovaleraldeido e decilaldeido (120) . Penicilium sp.0cm de largura. patchuli-falso.10 a 95. alternas. • Propagação: rebentos da raiz e estacas caulinares radicantes. ésteres. isopulegol. capimciri. O conteúdo de citral varia de 86. terpineol.0 x 0. SINONÍMIA: Canforeira. (55). cetonas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática (257). geranial. canfinho. erva-cidreira. grama cidreira. perene. são amplexicaule. capim-cheiroso. As folhas. capim-cidreira. ascendente. desaconselhável para gestantes e pessoas febris (444).0m em altura e forma touceiras de perfilhos ao nível do solo. usada para o fabrico de velas. É muito sensível à estiagem. aerados e bem drenados. SOLO: Adapta-se aos mais distintos tipos de solo. As folhas são glandulosas. citronélico.

FITOLOGIA: Planta herbácea rasteira bienal. catarro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiescorbútica (341. com 5 sépalas coloridas e distintas e 5 pétalas ovado-obtusas. calmante. nastúrio. baixar demasiadamente a pressão e causar desmaios. CLIMA: Embora a planta seja de clima subtropical de altitude. capuchinha-de-flores-grandes. Tomar xícaras ao dia (145). perda de postura. Coar e fazer massagens tópicas para nevralgias e reumatismos (128) TOXICOLOGIA: Doses concentradas pode provocar aborto (258). cada um contendo uma semente. é repelente de mosquitos e serve como desodorante natural. As folhas são alternas. expectorante. FAMÍLIA BOTÂNICA: Tropaeolaceae. aromática. liberando-a ao ambiente na forma de gutação. mentagrophyres e Microsporium canis) (234). ácido tropaeolínico. HABITAT: Espécie autóctone das regiões tropicais de altitude. conjuntivite. capuchinha-grande. com máculas mais escuras e esporão cilíndrico curto. • Plantio: março e setembro. sedativa. folhas. • Ungüento: esmagar 1 xícara das de chá de rizomas em 1 colher das de sopa de óleo de coco. mirosina e óleos sulfurados (93). mastruço. de caule carnoso. cinco-chagas. • Propagação: sementes.5 x 0. expectorante. também conhecido como óleo de Lorenzo. PARTES UTILIZADAS: Caule. diminuiu os níveis de colesterol de 22 voluntários (179) . cólicas menstruais e intestinais (o mirceno atua nos nervos dos órgãos). barrancos e estradas. quando comparada a colheita na lua cheia (72). campanuladas. peltinervadas. orbiculares. contém o ácido erúcico. a planta adapta-se bem às regiões tropicais. O sombreamento da planta reduz a produção de sementes e do ácido erúcico. CAPUCHINHA NOME CIENTÍFICO: Tropaeolum majus L. Inicia 2 meses após o plantio. cochlearia-dos-jardins. • As folhas picadas e acondicionadas em saches. digestiva. hipotensora (258). mirosina (enzima). longo-pedunculadas. a infusão passa a ser bebida refrigerante. depurativa (128). úmidos e aerados. glucotropaeolina . ATIVIDADE BIOLÓGICA: As folhas demonstram atividade antimutagênica em Salmonella tryphimurium TA 98. • Adubação: aplicar 2 a 3kg de cama de aviário por m 2 de canteiro. sendo que o rendimento de ácido erúcico é maior quando a colheita de sementes ocorre na lua nova. às vezes dobradas. 5-7 costada. O efeito analgésico é atribuído ao mirceno (119). • Doença: Pseudomonas cihorii (146). de pericarpo espesso e carnoso. amarelolaranja ou vermelhas. verde-clarobrancacento. FORMAS DE USO • Decôcto ou inalação: 10 a 20g/dia de folhas e/ou raízes (444). agrião-grande-do-peru. agriãomaior-da-índia. escrofulose e demais afecções de pele (257). O óleo tem ação irritante sobre a pele de animais. depurativa. tensão muscular e cefaléia. chagas. digestiva.que dá origem à compostos sulfurados antibióticos. chagas-de-flores-grandes. A infusão do rizoma se usa para clarear os dentes e é tônica (23). entorse. antidiarréica. além de permitir uma ótima cobertura de solo. lumbago. indigestão. anticonvulsionante. antibiótica natural. béquica. O fruto é uma cápsula 3-coca. distúrbios renais (258). globosa. O óleo das sementes. especialmente dos campos altos e pedregosos do Peru (341). tais como eczema e psoríase (32). separando-se depois em três aquênios. carminativa. neuralgias. Tomar 1 xícara 2 a 3 vezes ao dia (258). ativadora da circulação do sangue (271). inicialmente única. contusões. SOLO: Prefere solos ricos em matéria orgânica. O extrato da planta apresenta forte ação bactericida sobre o vibrião do cólera (78). • Florescimento: início de agosto a novembro. axilares. servem para aromatizar roupas e repelir insetos (294). flor-de-sangue. passando até mesmo por esciófita. anti-reumática. Altas temperaturas de verão (acima de 28 oC) são prejudiciais ao desenvolvimento vegetativo da planta. • Irrigação: a planta apresenta uma alta capacidade de retirada de água do solo. na dose de 140mg/dia. • A planta fornece óleo essencial usado em perfumaria. FARMACOLOGIA: Tem ação na diminuição da atividade motora. vitamina C (257). OUTRAS PROPRIEDADES • A essência é amarelada. analgésica suave. diurética. estimulante. FITOQUÍMICA: Ácido erúcico (72).3m. chagas-da miúda. . • Plantas daninhas: não tolera a concorrência com ervas invasoras. INDICAÇÕES: Também usada para dores estomacais. coleária-dos-jardins. ácido graxo utilizado no tratamento da adrenomieloneuropatia (72). As flores são irregulares. resinas. anti-histérica (215). estomáquica (257). • Infusão: ⇒ 4 xícaras (tipo cafezinho) de folhas frescas ou secas picadas em 1 litro de água. curculiare. e que infectam sementes de cereais (Aspergillus e Penicillium) (40). frágil. INDICAÇÕES: Usada ainda para o combate à caspa (215). ansiedade (294). • Colheita de frutos: outubro a dezembro. SINONÍMIA: Agrião-do-méxico. O hidrolato das folhas provoca um quadro de hipocinesia. Os frutos secos são purgativos (93). úlceras. vômitos. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. espasmo intestinal (352). antiespasmódica. febrífuga (179). aperiente. devido ao sistema radicular vigoroso e agregador. tônico capilar (294). • As folhas constituem-se ótima forragem para elefantes. bradipnéia. ⇒ 10g de folhas secas em ½ litro de água quente. Se consumidas à noite. O extrato acuoso demonstra um efeito ansiolítico. antiespasmódica e analgésica. O óleo essencial. por 3 meses. A semeadura é feita diretamente a campo. que cresce de 30 a 40cm em altura. no aumento do período de sono. tosse. Os extratos etanólicos apresentam atividade contra os áscaris. sapatinho-do-diabo. cujas ramagens prostradas crescem 2-3m de comprimento. capucina. solitárias. • A planta é indicada para proteção de encostas. gastralgias. óleo essencial. em canteiros. mastruço-do-peru. T. sudorífica. O óleo essencial da planta tem ação fungistática sobre alguns fungos dermatogênicos humanos (Trichophyton rubrum. aromática e ardente. ataxia. miorrelaxante (145). 32). O óleo essencial apresenta atividade antibacteriana e antimicótica. • Servida fria. 5-lobadas. resfriado. longo-pecioladas. glabro e cilíndrico. béquica. capuchinho. frutos e flores. administrado na forma de cápsulas. eczemas (179).42 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Bactericida em conjuntivites (363). tônica. feridas. antidisentérica e antiálgica (120). sedação e defecação (120).

quinonas. • Plantio: outono (sementes) e primavera (estacas). O fruto é um aquênio grande.. • Florescimento: primavera. que destrói toda a folhagem. A planta encerra antibióticos naturais de largo espectro (380). Tomar 3 a 4 xícaras das de chá ao dia. pseudoindicanas. trifolioladas. lenticelados-verrucosos e estriados. FORMAS DE USO • Suco: tomar 1 colher de sopa em intervalos de 2 horas. cipócruz. CLIMA: É de clima temperado quente ou subtropical de altitude. antileucêmica. guajuru-piranga. Flores campanuladas. 42. sobretudo as secundárias. com cerca de 0. taninos. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma espécie muito sensível às bacterioses. oajuru. orla de matas e restingas. oajuru-piranga. inflamações do útero e dos ovários.50m. na França. Cresce subespontaneamente em capoeiras. guarajuru. brilhante ou matizado de amarelo. SINONÍMIA: Cardo-branco. coriáceos. frouxa. CLIMA: É de clima tropical a subtropical. • É muita atrativa de lepidópteros. e subespontaneamente em áreas ruderais. conjuntivite. • Propagação: só ocorre via sementes. contendo sementes ovóides (93). Caule cilíndrico. SOLO: Prefere solos férteis. desinfetante (130). cardo-mariano. que proliferam-se em solos úmidos. a beira de caminhos e em áreas nitrófilas. SINONÍMIA: Cajuru. • A planta é melífera e ornamental (93). compostas. alongada. enfermidades da pele de diferentes origens. carajurina. As estacas são enraizadas em areia mantida sempre úmida. • Colheita: inicia após o quarto mês após o plantio. OUTRAS PROPRIEDADES • Os botões florais são comestíveis. guajuru. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. • A planta é fitoprotetora de pragas da macieira. de folíolos oblongolanceolados. bixina. róseolilacinas. flavonóides. crajirú. robusto. apresentando sabor acre e picante. chica. carajurina. fornecem matéria corante vermelho-escura ou vermelho-tijolo. brilhantes.) Gaertn. • Infusão: ⇒ 40 a 50g em 1 litro de água. antidiabética.0m de altura. antianêmica (9). serralha-de-folhas-pintadas. ⇒ 4 colheres das de sopa de folhas picadas ou 2 de sementes em 1 litro de água. Neste particular. sinuadas ou dentadas.0 x 0. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. medindo cerca de 18 a 20cm de comprimento. HABITAT: Espécie alóctone.. reticuladovenosos. arenosos.8m de altura. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. que causa a podridão das plantas. cardoleiteiro. cólicas intestinais. medindo 3 a 4cm de diâmetro.5 x 0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Bignoniaceae. saponinas. semelhante à alcaparra. com irrigação por gotejamento. o cultivo em regiões muito pluviosas deve ser feito em estufas plásticas. CARDO-DE-SANTA-MARIA NOME CIENTÍFICO: Silybum marianum (L. com as margens onduladas orladas de espinhos amarelos e cílios. besouros e moscas brancas. O fruto é uma cápsula linear. cardo-de-nossa-senhora. antidiarréica. É heliófita. pariri. depois de fermentadas.. discolores ou concolores. Flores violetas. emoliente. INDICAÇÕES: É utilizada para o tratamento de feridas (9). • A planta pode ser usada em paisagismo e jardinagem. originária das regiões mediterrânicas. china. • Os bichos da seda que comem suas folhas. cicatrizante. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. ereto. Cresce espontaneamente em solos arenosos e pedregosos. pariri. reduzir o volume de água à metade (257). É heliófita e seletiva higrófita (365). preto. carajirú. • As flores são utilizadas como salada ornamental. FITOLOGIA: Planta trepadeira perene.7m. 173). • Pragas: A planta é muito vulnerável ao ataque de Diabrotica sp. glabro. Tomar ½ g em ½ copo de água. presos a moirões com até 1. e B. HABITAT: Espécie autóctone que cresce nas matas tropicais. tubulosas. alternas. de caule. • Espaçamento: 1. cipó-pau. As folhas formam uma roseta basal. a espécie pode ser usada como bordadura periférica para proteção de espécie vegetais susceptíveis às pragas. antes que as flores abram totalmente. terminais. sulcado. • Propagação: sementes e estacas de ramos. triterpenos. profundamente lobadas. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. coá-piranga.43 as folhas e flores provocam o sono (294). • Colheita: inicia 7 a 8 meses após o plantio.) Verlot. • Plantio: outono. com brácteas coriáceas terminadas em espinho. CARAJURÚ NOME CIENTÍFICO: Arrabidea chica (H. FITOQUÍMICA: Ácido anísico. que são semeadas em bandejas de isopor em substrato areno-orgânico. profundos e permeáveis. Para uso interno. cumarinas.3 a 1. cultivadas. verde. genipina (379. antidisentérica (271). É encontrada até 700m de altitude (383). piranga. impigem. é comum a ocorrência de Erwinia sp. glabros nas duas faces. pecioladas. alcalóides. verdes. ramos cilíndricos e glabros enquanto jovens. de arquitetura escandente. 3-deoxiantociianidina. • Tutoramento: é feito com fios de arame dispostos horizontal e paralelamente entre si. Repele pulgões. Inflorescência em capítulos hemisféricos solitários. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas. produzem seda vermelha. diarréias sangüíneas e entero-colites (93). • Doenças: em regiões de alta pluviosidade. depois tetrágonos. FITOLOGIA: Planta herbácea anual ou bianual. ferro assimilável e cianocobalamina (9). cardo-santo. • Pó: frutos secos. . mescladas com branco ao longo da nervura. São grandes (30 a 50cm de comprimento). antiinflamatória (425). Tomar 4 a 5 xícaras ao dia (32). glabra e castanha-ferrugínea. Raiz aprumada e grossa. aguda em ambos os lados e com uma nervura média saliente nas valvas. As folhas são pecioladas. encimado por um papilho de pelos denticulados. dispostas em panículas terminais piramidais.

icterícia. deixando a cepa para rebrote. flavanonas. vassoura. ingerida 8 dias antes de uma viagem. PARTES UTILIZADAS: Ramos alados com flores. hipocolesterolêmica. rebentos e por estacas. Manter irrigação por nebulização de 2 a 3 minutos. antidispéptica. tiririca-de-babado. vassoureira. silimarina. FORMAS DE USO • Decocção: ferver por 5 minutos. alcalóides. • Vinho: macerar 20g de folha de cardo-de-santa-maria e 5g de cravo-da-índia em 1 litro de vinho branco. 2 colheres das de sopa de folhas em ½ litro de água. tiririca-de-bêbado. hipertensora. germacreno-D. Fruto tipo aquênio. tiramina (383). Ocorre até 2. nepetina e quercetina (179). FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 10g de talos em ½ litro de água fervente. Aplicar externamente sobre locais afetados. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É tônica. exceto galhos grossos (além de 7mm). ésteres terpênicos. cortando-se apenas os dois terços finais da parte aérea. CARQUEJA NOME CIENTÍFICO: Baccharis trimera Less. luteolina. digestiva e aperiente (294).44 • Produção de sementes: deve ser feita em regiões com baixa umidade relativa do ar e com baixos índices pluviométricos. A inflorescência é do tipo capítulo. quando floridas. ATIVIDADE BIOLÓGICA: As lactonas diterpênicas são ativas contra Schistosoma mansonii. em intervalos de 2 a 3 horas durante o dia. obesidade (257). tenífuga (145). gastrite (267). glabro. a noite. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. Tomar em pequenos goles. colerética. beira de estradas. • Alelopatia: protege e estimula o crescimento da camomila. feridas e úlceras (uso externo). diurética (383). antiasmática. colagoga. carquejol e acetato de carquejilo) (257). antireumática. • É ornamental em jardins ensolarados. • Infusão forte: 60g em 1 litro de água. má digestão. Tomar 1 a 2 xícaras após as refeições e ao se deitar. do útero e também das hemorróidas (93). antibiótica. má-circulação (271) e angina. e cobertas com sombrite 70%. É também usada para cálculos biliares. Não é recomendado o uso por crianças. gastroenterites (179). astenia. álcoois sesquiterpênicos. silidianina (162). durante 5 dias. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. antianêmica (215). alado em sua extensão. casca de arroz ou vermiculita. Tomar 150ml. campos. Caracteriza-se por possuir 3 alas no caule. vassourinha. diterpeno do tipo eupatorina. FITOQUÍMICA: O óleo essencial contém monoterpenos (nopineno. antigripal (144) e aromática (242). CLIMA: A planta desenvolve-se melhor em climas amenos. Inodora. diurética. Indicada ainda para o tratamento da icterícia e afecções hepáticas (294). As sementes só podem ser utilizadas segundo prescrição médica (383). TOXICOLOGIA: Em doses excessivas. levemente nervadas. o chá pode causar queimaduras nas mucosas das vias digestivas. É heliófita (211). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônica amarga (eupéptica). • Florescimento: novembro a janeiro. vômitos e diarréias. • As folhas trituradas são apreciadas pelo gado e as sementes são apreciadas pelas aves. histamina. SOLO: Embora prefira solos úmidos e expostos ao sol. • Aclimatação: as estacas devem ser plantadas em vermiculita. • As folhas novas são utilizadas como saladas e as raízes e os capítulos são preparados por cozedura em água. hepatoprotetora. É moluscicida. FARMACOLOGIA: Atividade hipoglicemiante. O espaçamento entre fileiras pode ser de 70cm e entre plantas de 12cm. digestiva. afecções do baço. febrífuga (179). fraqueza intestinal (215). terrenos secos e pedregosos. linear. quase sempre aglomerados sésseis. hipoglicêmica. cacália-amarga. carqueja-amargosa. inflamação das vias urinárias. glabra. Na Bolívia a planta é usada como inseticida (179).0 x 0. diurética (294). INDICAÇÕES: Indicada para distúrbios cardiovasculares e hepáticos e. • Padrão comercial: planta inteira. anti-hidrópica. produz também em áreas agrestes (solos secos e pedregosos). carqueja-amarga. OUTRAS PROPREDADES • O sabor das folhas é amargo. de coloração amarela. podendo então ser tóxica (209). bacórida. dilactonas A. fenólicos. evita o enjôo (383). antiinflamatória. três vezes ao dia (145) ⇒ 1 xícara das de cafezinho em ½ litro de água. Das sementes obtém-se uma tintura útil no tratamento de moléstias da uretra. quina-de-condamine. forte e duradouro. B e C. ribanceiras de rio e áreas ruderais em geral. lactonas sesquiterpênicas e tricotecenos. colagoga. Pode acumular muito nitrato nas folhas. A parte aérea contém α e β-pineno. A melhor estaca é aquela obtida da parte basal ou mediana dos ramos (267). analgésica (179). obtendo-se rendimentos de cerca de 950kg/ha (149). azia. sementes. PARTES UTILIZADAS: Folhas. SINONÍMIA: Bacanta. sudorífica. INDICAÇÕES: Indicada para anorexia. vassoura-de-botão.40m. • Rendimento: 150 a 250g de matéria seca por planta (106). inibindo o crescimento de Trypanosoma cruzi. perene. Compostos específicos: apigenina. Coar e tomar 1 cálice após as refeições. fígado e da bexiga (144). • Propagação: sementes. • Produção de sementes: a maturação de sementes ocorre janeiro/fevereiro. flavonóides. vermífuga. e até 5 horas.800m de altitude (96). aperiente. antidiabética (32). cacaia-amarga. matéria orgânica estranha e terra (96). HABITAT: Espécie autóctone que ocorre em pastos. dióica. • Colheita: as hastes são colhidas quatro meses após o plantio. hispidulina. Na Argentina é utilizada para curar a impotência masculina e esterelidade feminina (242). . Favorece a digestão de alimentos ricos em gordura. glandulosa. estomáquica. depurativa. hepatoprotetora e antiinflamatória (130). Não se deve utilizar quando de problemas renais. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. As folhas são muito reduzidas e ovais. raiz. FITOQUÍMICA: Óleo essencial. que cresce até 90cm de altura. flavonas. úlcera e gastrite. carque. com alas seccionadas alternadamente. saponinas (145). estimulante hepática (128). gota. também em solos úmidos. chagas venéreas e até mesmo a lepra (32). Possui caule lenhoso. antidiarréica. cacália-amara.

Inflorescência díclina. antireumática. em número de 35 a 40 e brancas. com altura variando entre 0. a beira de estradas e em áreas nativas abertas. CLIMA: Prefere climas mais amenos. em solos de aluvião e/ou humosos. PARTES UTILIZADAS: Ramos alados. • Propagação: sementes e estacas.0m de altura. • Florescimento: primavera • Colheita: inicia a partir do primeiro ano após o cultivo. SINONÍMIA: Alecrim-de-vassoura. que é hospedeiro intermediário do S. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. com 1mm de comprimento (209). É tolerante à geada e à seca. TOXICOLOGIA: O extrato aquoso da planta é abortifaciente. de 4 a 5mm de comprimento e de largura. ramosa. simples. Tomar 1 cálice antes das refeições (257). ocorrendo principalmente no sul do Brasil. com ápice agudo e base atenuada. febrífuga. casca de arroz tostada e/ou vermiculita. • OUTRAS PROPRIEDADES • Substitui o lúpulo na produção de cerveja de baixa qualidade.3 a 2. • Aclimatação: as estacas devem ser sombreadas sob sombrite 70% e mantidas úmidas sob nebulização intermitente. antianêmica (93) e depurativa. sésseis. PARTES UTILIZADAS: Folhas e ramos. Quando amassadas. SINONÍMIA: Carqueja-doce. vassoura. O óleo essenial contém α-pineno. muito enfolhada. Pode ser cortada toda a parte aérea. resínico. e inibem o crescimento do Trypanosoma cruzi. acetato de articulina. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. carquejinha. mansoni.. Medra em campos abandonados. Caule e ramos trialados. muito ramificado. margem inteira ou irregularmente 1-3-5-7 denteadas. • Plantio: outubro. γ-elemeno.3 x 1.5m. anticolesterolêmica (179). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Digestiva. inicialmente verde. acacetina. persistentes. luteolina. CLIMA: A planta adapta-se a uma ampla variação térmica e luminosa. OUTRAS PROPRIEDADES: É resinosa e amarga. passando a cinza.] Person. CARQUEJA NOME CIENTÍFICO: Bacharis articulata [Lam. lupeol e chondrillasterol. vassoureira. HABITAT: Espécie autóctone. Coar e tomar 2 xícaras das de chá ao dia (128). ação letal sobre o molusco Biomplalaria glabrata. jaceosidina. em campos. Misturar o macerado filtrado a uma garrafa de vinho branco. . Flor feminina campanulada. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônica. que cresce de 1. alongado. as folhas exalam aroma acre. espatulenol. diéster malonato acetato. antisséptica. FITOQUÍMICA: A parte aérea contém ácidos α e β-resínicos. cis-cariofileno. enjôos (257). As flores. monóica. FITOQUÍMICA: Nerolidol.5 a 1. por ser de origem subtropical. simétricas e com corola pentadentada. discretamente tomentosa na face dorsal. eupéptica. dispepsias atônica e debilidade orgânica (93). atingem porte mais avantajado. da bexiga. genkwanina. Administrado em cobaias. o crescimento é mais exuberante.45 • Vinho digestivo: macerar 1 colher das de sopa de hastes em ½ copo de aguardente por 5 dias. As folhas são alternas.4'-dimetilapigenina. febrífuga (242) e aperiente (68). prisão-de-ventre. hepática. glutinosa. Em solos humosos e úmidos. glabro. FITOLOGIA: Planta arbustiva. Porém. 7. articulina. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. capoeiras e áreas de vegetação rala. oleanólico e crisosapônico. ácidos e arenosos. Adapta-se à luz plena ou meia-luz. • É utilizada para conferir sabor a licores e refrigerantes. vassourinha. Aquênio glabro com poucas cerdas. • Plantio: outono (sementes) e primavera (estacas). eupéptica. estimulante da fertilidade feminina. santonina. causador da esquistossomose. Nas flores foram encontrados o barticulidiol. mas que sejam drenados. globulol e palustrol (372). Fruto tipo aquênio. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. O caule é fibroso a lenhoso. βguaieno. com flores masculinas e femininas esbranquiçadas. cilca. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. O enraizamento é feito em substrato à base de areia. • Propagação: segmentos de rizoma e estacas de ramos maturos. medindo 1. cirsimaritina. lanceolada. antiespasmódica. protozoário causador da doença de Chagas (209).0m. tônica. Controla a impotência masculina e a esterelidade feminina (179. SOLO: Desenvolve-se em solos saibrosos. Decocção: ferver por 5 minutos 1 colher das de café de folhas secas ou em pó em 1 xícara das de chá de água. As alas são contínuas ou interrompidas. CARQUEJA NOME CIENTÍFICO: Baccharis dracunculifolia DC. INDICAÇÕES: Indicada para enfermidades do baço. áfilos ou com folhas são rudimentares. SOLO: Tolera bem os solos ácidos. 160). As masculinas pouco menores. o extrato da planta inteira causou a morte de cobaias (301). antidiabética. responsáveis pela ação fotossintética. fosca. pobres e até compactados. glabras. ATIVIDADE BIOLÓGICA: As lactonas diterpênicas existentes na planta apresentam atividade contra cercárias de Schistosoma mansoni. dispostas em capítulos axilares. δ-cadineno e aroma dendreno (159. do fígado. antidiarréica. É feita de janeiro a fevereiro. pois a cepa proporciona um bom rebrote.5 a 3. diurética. entouceirada. quercetina. bacchotricuneatina A. amarelocastanho. uninérveas. aparentando espigas soltas e cujo conjunto aparenta uma panícula. ereta. pobres. sendo também resistente à seca e tolerante à geada. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente no sul do Brasil. curtopedicelados. verdes. alecrim-do-campo. absintina. verde intenso.3m. agrupam-se em capítulos sésseis ao longo dos ramos superiores. dióica. salvigenina.0cm de comprimento por 3 a 4mm de largura. 283). cerosas e sutilmente aromáticas. quando ingerido por 10 a 15 dias.5 x 1. jaceidina. • Colheita: inicia a partir do primeiro ano de cultivo.

PARTES UTILIZADAS: Folhas. A planta é muito aromática. serrados. A raiz é diurética (93) e febrífuga de largo espectro (215). adaptando-se porém ao clima subtropical. atanásia-das-boticas. crista-de-galo. amerlo-esverdeados. lagos. Doença: Oidium quercinum. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. ramos tortuosos. Pragas: lagarta Podalia chrysocoma e coleóptero Loxopyga flavo-lineata. celulose.2m em altura. Neste época. erva-lombrigueira. amareladas. recoberto em sua terça parte pelo capitel. Flores femininas dispostas em espigas.0 a 1. ácido gálico. febres intermitentes. Plantio: outono. FORMAS DE USO • Suco: tomar algumas colheres das de sopa ao dia. OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos constituem-se ótimo alimento para suínos a até para o homem. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. sendo que os amentos masculinos são finos. glabras. onduladas. O fruto é um utrículo ovóide. carurú-crista-de-galo. • • • CARURÚ-DA-ANGOLA NOME CIENTÍFICO: Amaranthus spp. Folhas alternas. canelado e folhosos. SINONÍMIA: Atanásia. Foi introduzida no Brasil pelos colonizadores europeus. membranosas. erva-contra-vermes. INDICAÇÕES: Indicada para a atrofia mesentérica das crianças.400m de altitude. (283). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hepática (32) e estomática. com segmentos lanceolados e pinatipartidos. amido. As flores são tubulosas. Marrocos e Ásia Menor. sendo que cada flor é guarnecida por um capitel que se desenvolve na floração. tanaceto. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. subsésseis. HABITAT: Espécie alóctone originária da Europa. resina. CARVALHO-EUROPEU NOME CIENTÍFICO: Quercus alba L. afecções febris. pinati-fendidas ou sinuadolobadas. com uma flor na axila de cada bráctea. • Adubação: 3 a 4kg/m2 de cama de aviário. é utilizada na confecção de móveis antigos. agudas. FITOLOGIA: Planta herbácea perene que forma tufos de numerosos caules. costado e glanduloso. • Plantio: primavera (estacas) ou outono (sementes). AGROLOGIA . • Plantio: março-abril. • Salada: alimento e fitoterápico. FAMÍLIA BOTÂNICA: Fagaceae. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. e os frutos antidiarréicos e antidiabéticos (93). bredo-rabaça. • Florescimento: final de setembro. contendo substrato organomineral. tasneira. angulosos. As flores são monóicas. CLIMA: É de clima temperado. As folhas são alternas. As sementes germinam em 8 a 10 dias. Fruto com 2 a 3cm de comprimento e 2cm de diâmetro.0 x 0. barris e vasilhames diversos.46 INDICAÇÕES: Debilidade orgânica. As sementes devem ser postas a germinar em saquinhos plásticos ou recipientes com um mínimo de 400ml de capacidade. potássio e magnésio. erva-de-são-marcos. com nervuras salientes. FITOLOGIA: Árvore com porte de 30 a 35m de altura. eretos. reunidas em espigas eretas dispostas em panículas piramidais. tanásia. • Colheita: inicia-se 6 a 8 meses após o plantio. HABITAT: Espécie alóctone de origem africana. SINONÍMIA: Bredo. que crescem até 15cm de comprimento. • A madeira. oblongas. CATINGA-DE-MULATA NOME CIENTÍFICO: Tanacetum vulgare L. FITOQUÍMICA: Contém tanino (9 a 12%). com linhas vermelhas. As mudas são transplantadas quando apresentarem 4 a 6 folhas definitivas.4 x 0. A planta seca no inverno para rebrotar na primavera.2m de altura. distúrbios gástricos. • Plantas daninhas: não suporta concorrência com outras plantas.4m. erva-dos-vermes. Cresce 0. FITOLOGIA: Planta herbácea de caule sulcado. palma. • Propagação: sementes. Raiz oblíqua e ramificada. Flores densas e diminutas. Frutos tipo aquênio. adaptando-se ao cultivo em jardins. medindo 14 a 16cm de comprimento por 6 a 8cm de largura. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. pectina (93). longo pedunculado. Folhas ovado-lanceoladas. eretos e densos. com segmentos obtusos. contendo sementes lenticulares. goma. HABITAT: Espécie alóctone européia que é encontrada crescendo junto aos charcos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A casca é adstringente e febrífuga. óleo graxo. esculturas. hemorragia passiva e úlceras atônicas (283). ramosos. Inflorescência em capítulos corimbosos terminais amarelos. pecioladas. Tomar 2 xícaras ao dia. glabras 1-3 pinatífidas. luzidias e pretas. cansaço físico (68). inapetência. Propagação: sementes. casca fendida. subrugoso. PARTES UTILIZADAS: Frutos e folhas. Apresenta o caule cilíndrico. Colheita: as folhas são colhidas no terceiro ano após o plantio. considerada de primeira qualidade. crescendo de 1.6 a 1. • • • Espaçamento: 5 x 5m. açúcar não cristalizável. Suporta geadas mas não tolera estiagens. frouxos. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é utilizada para varrer as casas em áreas rurais. atenuadas. pubescente no ápice. tanatos de cálcio. não tendo as exteriores estames. carurúdo-mato. retiram-se as brotações que se formam a partir do rizoma. agudos e pecíolo alado. FORMAS DE USO: Infusão e decocção: 10g de folhas e talos por ½ litro de água.5m. raiz e talos. margens dos caminhos e terrenos baldios e até 1. • Propagação: sementes e divisão de touceiras. membranosas. • O óleo é utilizado na indústria de perfumaria. pipas.

INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de dores articulares e musculares (128).4 x 0. pertubações gástricas. CAVALINHA NOME CIENTÍFICO: Equisetum hiemale L. hemostática. • Devido ao alto teor de sílica das células. afecções pulmonares. • Suco: substitui a infusão e o decôcto. menstruação. à beira de regatos e em áreas paludosas. O pegamento das mudas ocorre em 20 a 30 dias. TOXICOLOGIA: O uso em excesso pode resultar em deficiência de vitamina B1 em razão das tiaminases. As folhas são escamosas e se formam na bainha. • Hidroponia: os segmentos nodais são facilmente enraizados em areia irrigada com fluxo intermitente de água. Plantio: outubro a novembro.. sais de potássio. • • cimento-amianto. tanacetona (257). esteróis. entouceirada. carenado-sulcado. febre puerperal. contusão. antiulcerogênica (355). quelidônia. inflamações dos dutos lacrimais. resina. vitamina C. é usado como abrasivo de madeira. em decocção (445). ventosidades. • Infusão: 10g da planta por litro de água quente. lactonas sesquiterpênicas (partenolídeo). e as que começam a brotar quando os esporos estão maduros. emenagoga (257). • Infuso ou decocção: ⇒ 5%. A essência da planta. lixa-vegetal. Produz dois tipos de hastes: as que formam esporângios. • Xarope: 20 a 100ml/dia (diurético) (341). FORMAS DE USO • Geral: 9 a 15g/xícara. Caule fistuloso. Para a obesidade. entorse. flavonóides (flavona eupatilina). erva-andorinha. podendo resultar em espasmos violentos. injetada na veia de animais. rizomatosa. estimulante (93). béquica (215). edema. vermífuga. saponinas e alcalóides (257). aerofagia. que cresce em várzeas úmidas. butírico e oxálico.6% de óleo essencial e 7. AGROLOGIA • Ambiente: procurar instalar as plantas em várzeas com lençol freático bem próximo à superfície ou em áreas normalmente úmidas da propriedade • Espaçamento: 0. como hemostático. figatil. febrífuga. • Loções: 50 a 60g da planta em 1 litro de água. OUTRAS PROPRIEDADES • Os brotos novos que emergem do rizoma podem ser consumidos como aspargos. Fazer duas abluções diárias (32). grandequelidônia. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (afecções renais e edema generalizado). com numerosas folhas nos nós. anti-histérica. Estas são ramificadas e não produzem esporângios. anti-reumática. hemoptises. O caule é fistuloso. Colheita: inicia 5 a meses após o plantio. afecções renais. FITOQUÍMICA: Ácido tanásico. provoca convulsões semelhantes às da hidrofobia.22% de cinzas (96). As sumidades floridas contém 0. erva-dos-calos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Equisetaceae. paralisia do coração e morte (93). aromática. até 20g/dia. erva-canudo. feridas. FITOQUÍMICA: Ácido silícico. perene. sem ramo algum. PARTE UTILIZADA: Hastes e brotos verdes. resinas. tônica. como hemostático (341). antinevrálgica (271) e digestiva. remineralizante (341) e adstringente. Nas hemorragia internas e menstruações excessivas. • É utilizada como condimentar em alguns países (omeletes e pudins). grossos. que são simples. A planta inteira contém cerca de 9. glicose (355).47 PARTES UTILIZADAS: Folhas. As flores têm ação estupefaciente sobre os insetos (93). fluxos sangüíneos hemorroidários. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia. bainha cilíndrica e inflorescência em espiga apiculada. problemas renais. porém não compactados ou com aeração deficiente. conjuntivite. hematúria. sulcado finamente. que se estende por vários metros no solo. em telhas de CELIDÔNIA NOME CIENTÍFICO: Chelidonum majus L. ⇒ 1 xícara das de cafezinho da planta em 1 litro de água. úlceras cancerosas (271). 50 a 200ml/dia. sem os esporângios. OUTRAS PROPRIEDADES • Planta aromática e amarga. picada de insetos. antiasmática. milho-decobra. mercúrio. FAMÍLIA BOTÂNICA: Papaveraceae. rígido. SINONÍMIA: Celidônia-maior. tiaminases. afecções da próstata. iodina. campferol. obesidade (257). O chá da planta tem sabor neutro a amargo. vasos de cobre e metais em geral. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Muito diurética. utilizar 30 a 40g para 1 litro de água.3m. como remineralizante. ácidos cítrico. tomar 1 copo em jejum e 2 copos meia hora antes das principais refeições (257). bronquite (215). • É planta ornamental e insetífuga. quelidônia-maior. dor de dente e parasitoses (1). metrorragia. HABITAT: Planta autóctone sul-americana. antiinflamatória antibacteriana. TOXICOLOGIA: Possui elementos tóxicos como o ácido tanásico e a tanacetona (257).1 a 0. As inflorescências são tóxicas (257). FITOLOGIA: Planta herbácea. feridas (32). Tomar 3 a 4 xícaras das de chá ao dia (problemas renais). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-helmíntica. Alta capacidade de rebrote a partir do rizoma castanho-escuro. rígido. rabo-de-cavalo. verdeescuro. • Banhos vaginais: 20 a 30g da planta por litro de água. isoquercitina. • Tintura: 10 a 50ml/dia (diurético). como diurético e até 500ml/dia. ceruda. Tolera bem os solos medianamente ácidos e encharcados. • Compressas: renovam-se em intervalos de 15 minutos (oftalmias). SINONÍMIA: Cola-de-cavalo. canfol. SOLO: Prefere solos úmidos. . tuiona. ácido gálico. Cresce cerca de 40 a 60cm. causa inflamação no tubo digestivo. Usar externamente em feridas e úlceras. áspero. ereto. rabo-de-rato. erva-das-taperas. hipertensão de origem renal (341). mas sob meia-sombra o pseudo-caule alonga-se até 2m e se torna fino e suculento. luteolina. epistaxe. tanino. escabroso. • Pó: 1 a 3g/dia. influenza e disenteria (1).64% de cinzas. pterígio. erva-dasverrugas. • Propagação: rebentos dos rizomas e segmentos nodais. verde-escuro. ereto. INDICAÇÕES: Indicada para úlceras varicosas e aftas (externamente). antiblenorrágica.

E áreas sombreadas as folhas são menos fibrosas. originária da Ásia. estomatite e gastroenterite. crescendo de 0. betulínico e isobrâmico. Não tolera solos pesados. Caule estolonífero. formigações no corpo. aerados e férteis. Evitar o contato com os olhos (257). sanguinarina. • Vitamina: ácido ascórbico. CLIMA: A planta adapta-se as mais variadas condições climáticas e tolera o sombreamento. Inflorescência em cimeira umbeliforme. • Plantio: é feito diretamente a campo. cãibras no estômago. com a formação de rizoma e raízes adventícias. diurética. ramosa. úmidos. superfície glabra e de coloração amarelo-parda. • Plantio: primavera. INDICAÇÕES: Usada no tratamento de úlceras escrofulosas. cineol e n-dodecano. É irritante para os olhos. brahmosídeo. SINONÍMIA: Cairuçú-asiático. depressão. HABITAT: Espécie alóctone. centélico. • Triterpenos: asiaticosídeo. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de húmus de minhoca. Fruto tipo cápsula linear. brâmico. • Colheita: seis meses após o plantio. antiasmática. CENTELHA NOME CIENTÍFICO: Centella asiatica (L. queleritrina. arabinose. • Florescimento: verão. PARTES UTILIZADAS: Utiliza-se toda a parte aérea e as raízes . Tomar 1 xícara ao dia (32). pé ou pata-de-cavalo. arredondadas e a haste pilosa. brancas ou arroxeadas. vivaz. FORMAS DE USO • Cataplasma: amassar ou moer um punhado de folhas frescas e aplicar sobre o calo ou verruga. dor no peito. Os frutos são cremocarpos.500m de altitude. de cor verde na face ventral e verde-azulado na dorsal. matas secundárias. antiespasmódica. de contorno arredondado. óleo essencial (257). cairussú. A haste é erguida. germacreno D e β-cariofileno (204. com base reentrante e margens crenado-denteadas. • Propagação: sementes e divisões de raízes. SOLO: Prefere solos areno-silicosos. Em doses abusivas a planta é tóxica. A inflorescência é tipo umbela. O resíduo (essência) pode ser aplicado topicamente sobre verrugas. esteárico cêntico. palmítico. pouco pubescente.48 HABITAT: Espécie alóctone mediterrânica européia. • Alcalóide: hidrocotilina. ramificada e revestida de pelos brancos e articulados. OUTRAS PROPRIEDADES • A seiva da planta apresenta um látex amarelo-alaranjado. thankunisídeo. centóico. manchas. cicatrizante. óleo alil mostarda e grandes quantidades de trans-β-farneseno. O látex deve ser utilizado antes da floração. calos. acne (215). planos na face ventral ou da comissura. corcel. acre e nauseabundo. excitante. bem drenados. náuseas. tônica hepática e biliar. oléico. • Substância amarga: velarina. panos (32). 32). apud 204). • Adubação: adubar com estrume animal. perene. radicante. albuminas. • Os açúcares: glicose. com quatro pétalas. duas sépalas e muitos estames. causando obscuridade visual. lobos arredondados. enfaixando o local. dificuldade de respirar. indocentóico. alóctone. circular ou um pouco alongado. frutose e ramnose.3m. com flores amarelas. • Outros: ρ-cimol. isothankunisídeo. lignocérico. • Oleos essenciais: cânfora. inflamação da vesícula biliar. cáustico. hepatite (271) e gota (294). A seiva é de coloração alaranjado-sedosa e apresenta sabor picante. hipotensora (215). FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. purgativa. FITOQUÍMICA: Quelidonina. no outono ou primavera. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. com cerca de 4mm de comprimento por 4.5 x 0. anti-hidrópica (93). aflição. FITOLOGIA: Planta herbácea.2 a 0. de sabor acre e muito amargo e de aroma desagradável. Em solos compactados ou pouco úmidos as folhas tornam-se coriáceas. oftalmias. As flores apresentam pétalas triangulares. As folhas são alternas. arenosos e ricos em matéria orgânica.) Urban e Centella erecta Fern. campos e lavouras abandonados. axilar.3m. • Infusão: 5g de folhas para 1 litro de água. angústia. TOXICOLOGIA: O uso interno é desaconselhável pois pode provocar estomatite e gastroenterite. com 5 a 11 segmentos ovados. • Propagação: sementes. laxativa (294). AGROLOGIA • Espaçamento 0. É esciófita. burro ou mula. arredondadas e com a haste glabra. Folhas longo-pecioladas. Ocorre até 1. CLIMA: Prefere temperaturas amenas e regiões de pouca pluviosidade. Salgues. rasteira.2mm de espessura (209).3 x 0. • Florescimento: outubro a abril. protopina. com 3 a 4 flores. SOLO: A planta cresce em qualquer tipo de solo. vômitos. pinatissectas. na quantidade de 2 a 3kg/m2. thankúnico e isotankúnico. • Consórcio: cultivar outras plantas de maior porte para proporcionar luz difusa sobre a celidônia. porém desenvolve-se melhor nos úmidos. resinas. cefalalgia. • Glicosídeo: asiaticosídeo. siliquiforme com arilo arqueado de coloração preta. • Sapogeninas: ácidos asiático. FITOQUÍMICA • Ácidos: linoléico. O uso interno deve ser feito segundo prescrição médica. patinha-de-mula. madecássico. diarréia. capoeiras e capoeirões. formados por dois mericarpos achatados. icterícia (raiz). quelidoxantina e ácido quelidônico (93).3m. rizomas e estolões. glabras. metanol. escorbúticas e de feridas velhas. mucilagem. encharcados e ácidos. ardor nos olhos.5mm de largura e 1. • Essência: ferver 1 colher das de sopa de folhas secas em 1 xícara das de chá de água até que ocorra a total evaporação da água. que cresce subespontanemente em locais úmidos de áreas ruderais. icterícia. madecassosídeo. • A planta é considerada ornamental. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Sedativa tópica (257). FITOLOGIA: Planta herbácea. colerética. à noite (128). que cresce espontaneamente em áreas ruderais sombrias. α-pineno. . Repetir o tratamento até a extirpação. calmante e lenificante da angina do peito (1. ereta. cáustica. enraizando nos nós. Em solos úmidos a folha torna-se alongada e a haste pilosa. As sementes são esverdeadas. centelosídeo. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. verrugas (257).

Fruto tipo aquênio. gengivite e feridas crônicas. Espaçamento: 1. INDICAÇÕES: Utilizada na terapia de escrófulas. basais. grandes. FAMÍLIA BOTÂNICA: Alismataceae. inicialmente. áreas de arrozeira ou em lagos ou açudes de pouca profundidade de água. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia. • A planta é depuradora de águas contaminadas e ornamental em lagos e aquários. antinevrálgica. nevralgias. O rizoma. coriáceas. canais de drenagem e baixadas pantanosas. convalescença. HABITAT: Espécie paludosa. • Loção: amassar em um pilão dois punhados da planta picada e por em infusão em ½ litro de água fervente. congestão hepática. fraturas.49 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Vulnerária (133). trímeras. antiofídica. edemas. um pouco achatado e com listras salientes. • • PARTES UTILIZADAS: Folhas e rizoma. chá-mineiro. doenças renais e das vias urinárias (257). O rizoma é rasteiro. secando as folhas mais vigorosas para rebrotar algum tempo depois. amarga. anti-sifilítica (93). desintoxicante. ovadas ou cordiformes. com folhas diminutas e menor produção total de folhas. longo-pecioladas. doenças do aparelho urinário e genital femininos. AGROLOGIA: • Ambiente: as plantas devem ser cultivadas em várzeas alagadas.) Mitcheli. As nervuras são salientes e as bordas maiores são curvadas em forma . anti-hidrópica. estendendo-se a subtropical. antiartrítica (242). Pragas: afídeos. tônica. dispostas em panículas verticiladas. antidiarréica. com 11 a 13 nervuras e cerca de 30 a 40cm de diâmetro. para contusões. argilosos. faringite. varizes. ampliadora da capacidade de memorização (257). adstringente e antiofídica (68). resulta em plantas raquíticas e enrosetadas.7m. eretas ou flutuantes. chá-de-mineiro. gota. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. anti-hipertensora (215). cicatrizante. 390). • Cataplasma: rizoma seco e triturado. A bandeja é então colocada a flutuar em recipientes com uma lâmina de água de 3 a 5cm. com pecíolo sulcado longitudinalmente. OUTRAS PROPRIEDADES: Pode ser utilizada como cobertura de solo. inteiras. SOLO: Prefere terrenos uliginosos. diurética. ácidos e com algum teor de matéria orgânica. Infrutescência morulada. antilítica. longo-pecioladas. O conteúdo de princípios ativos não é alterado em função do ambiente aquátil ou seco (390). antibacteriana. demorando 50 a 60 dias. chá-de-campanha. Plantio: outono e primavera. Desenvolve-se melhor como esciófita. SINONÍMIA: Aguapé. icterícia. CLIMA: É de clima tropical. A produção de mudas via sementes pode ser feita pelo sistema "floating". verde. substituindo a grama comum. Esperar 15 a 20 minutos e tomar um novo banho. Tomar um banho morno e em seguida friccionar energicamente a loção com um pano sobre a área afetada. coriáceas.) Mich. O cultivo em áreas convencionais (solo CHAPÉU-DE-COURO NOME CIENTÍFICO: Echinodorus macrophyllus (Kunth. anti-reumática. triterpenos e flavonóides (257. Colheita: outubro a fevereiro. anti-sifilítica. lepra (93). furunculose. grandes. Originariamente encontrava-se abundantemente nas várzeas alagadiças. A ação indiscriminada de herbicidas e as drenagens tem levado a redução drástica do número de indivíduos.0 x 0. A planta é altamente suceptível ao estresse hídrico. lepra e psoríase (204). serve como cataplasma para o tratamento de hérnias. FAMÍLIA BOTÂNICA: Alismataceae. na forma de decôcto e infusão (1). que cresce cerca de 1. FORMAS DE USO • Geral: 30 a 40g/dia. eretas. • Tintura: tomar 1 colher das de sopa a cada 8 horas (257). chá-de-pobre. quando matura. mas não suporta o pisoteio. Apresenta caule triangular e glabro. constipação. 5-11 nervadas. • • • • enxuto ou drenado). Abafar por 10 minutos. eczema. hematêmese. úlceras. congonhado-brejo. • Cataplasma: aplicado topicamente. estomatite. Aplicação tópica (68). erva-do-brejo. TOXICOLOGIA: Em doses elevadas o extrato da planta tem um leve efeito narcótico (204). esférica. INDICAÇÕES: Útil para erupções de pele (uso interno). que consiste em utilizar bandejas de isopor em cujas células são afixadas (no fundo) mechas de algodão sobre as quais as sementes serão colocadas. em períodos secos. erva-do-brejo. erva-do-pântano. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são apropriadas para o consumo do gado. antidepressiva. hérnia. erva-do-pântano. SINONÍMIA: Chá-de-campanha. disúria. Propagação: sementes. dermatoses. erva-de-bugre. ereta. na forma de massa. hipotérmica e galactógena (1). sendo encontrada nas margens dos rios. congonha-do-brejo. arterioesclerose. hermafroditas. anti-reumática (257). lagos. FORMAS DE USO • Infusão ou decocção: 20g de folhas verdes por litro de água. distúrbios hepáticos (271). sarampo. várzeas e pântanos. grosso e carnoso. torceduras e furúnculos. inteiras. amigdalite. e larvas de gafanhoto. castanha. Apresenta folhas simples. que rendilham totalmente as folhas. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. FITOQUÍMICA: Taninos. debilidade orgânica. A germinação das sementes é lenta. antileucorréica (204). estimulante do metabolismo das gorduras. e Schlech. (68) ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivo (123). CHAPÉU-DE-COURO NOME CIENTÍFICO: Echinodorus grandiflorus (Cham. ácido úrico. antinefrítica. rebentos e brotações de verticilos florais.5m em altura. laxante. epistaxe. anticelulítica. oblongo-lanceoladas ou cordiformes. dismenorréia. Florescimento: ocorre na primavera e no verão. autóctone da América Tropical. lúpus. • Pó: tomar 0. emoliente. fusiforme. com 8 a 9 flores. diurética.5g/dia (diurético e ativador do metabolismo das gorduras) (257). HABITAT: Espécie autóctone que cresce à beira de rios. amenorréia. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Depurativa. As flores são brancas. açudes. incluindo o Brasil. apoiadas em hastes florais de 70 a 120cm de altura. As folhas são simples. lagos. antiinflamatória.

β-pineno. variou de 0. carvona. O ramo é então cortado abaixo da bolsa de alporquia. secando as folhas mais vigorosas para rebrotar algum tempo depois. demorando 50 a 60 dias. • Propagação: sementes. rebentos e brotações de verticilos florais. verde quando imaturo e castanho. PARTES UTILIZADAS: Folhas. diuréticas. O conteúdo de princípios ativos não é alterado em função do ambiente aquátil ou seco (390). tanino. O enraizamento deve ocorre em 40 dias. Segundo VOGEL et al. vegetando em campos secos e abertos.3 litros/ha. inteiras. • Infusão: 20g de folhas verdes em 1 litro de água. a máxima concentração de óleo essencial ocorre no mês de março (Chile).95%. • Plantio: novembro e dezembro. hidropisia. nefrite. AGROLOGIA • Ambiente: as plantas devem ser cultivadas em várzeas alagadas. alcalóides. Não tolera solos ácidos (93). resulta em plantas raquíticas e enrosetadas. AGROLOGIA • Espaçamento: 2 x 2m. • Gargarejos: utiliza-se a decocção para afecções bucofaringeanas. HABITAT: Espécie alóctone. . glicosídeos iridóides (179) e verbenona (93).7m. as folhas caírem e a planta perecer. 34) e antihistérica (283). limoneno. Sobre o anelamento e uns 4 a 5cm acima dele. Os ramos são escabrosos e estriados. cidró. áreas de arrozeira ou em lagos ou açudes de pouca profundidade de água. nas folhas jovens. A bandeja é então colocada a flutuar em recipientes com uma lâmina de água de 3 a 5cm. • Colheita: as folhas são colhidas. em períodos secos. atingindo uma produção de 27. contendo uma semente. por ocasião do florescimento. estimulante. Retira-se o substrato sob água corrente. As flores são brancas. A produção de mudas via sementes pode ser feita pelo sistema "floating". felandreno. FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. quando maturo. infecções das vias respiratórias (145). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Cardíaca. O rizoma é indicado para a hidrofobia (93). Tomar 3 a 4 xícaras ao dia. Desenvolve-se melhor como esciófita. dispostas em espigas frouxas verticiladas.5cm. escabrosa na face ventral e glandulosaspunctuadas na dorsal. • Emplastro: rizoma macerado e aplicado topicamente sobre hérnia. antiofídicas (257). ervaluísa. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de gota. ácido úrico. verde-amareladas. que rendilham totalmente as folhas. p-cimol. cidrilho. isosafrole. originária do Chile. É heliófita. SOLO: Prefere terrenos uliginosos. salva-limão. No Chile adota-se uma população de 6. convém injetar água na bolsa de alporquia utilizando uma injeção com agulha. bem drenados e aerados. FITOLOGIA: Planta arbustiva que cresce cerca de 3m de altura. A alporquia é feita em ramos novos com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. Tomar 4 a 5 xícaras do chá por dia. formando panícula piramidal. • Rendimento: cada 100kg de folhas fornece cerca de 150g de essência contendo citral e verbenona (283). A concentração do óleo essência. A planta é altamente suceptível ao estresse hídrico. carminativa. FITOQUÍMICA: Citral. antiespasmódica. o sistema radicular pode atrofiar-se. Se houver um período de estiagem prolongado. deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm. Por ser muito susceptível a nematóides. estendendo-se a subtropical. Peru e Argentina. • Florescimento: ocorre na primavera e no verão. emenagoga. Isolar a alporquia com um filme plástico e amarrar as extremidades com barbante. argilosos. • Propagação: mergulhia e alporquia.0 x 0. As flores são brancas. cidrilha. depurativas. FORMAS DE USO • Decocção: 20g de folhas em 1 litro de água. dermatoses. O cultivo em áreas convencionais (solo enxuto ou drenado). inflamações da garganta. adstringentes. ácidos e com algum teor de matéria orgânica. • Colheita: outubro a fevereiro. (1997). digestiva. PARTES UTILIZADAS: Folhas. CIDRÃO NOME CIENTÍFICO: Aloysia triphylla [L' Hérit] Britt. erva-cidreira. dermatoses e furúnculos (145). flavonóides e triterpenos (257). recobrir o ramo com esfagno ou musgo encharcado com água. febrífuga. retirando-se 1/3. removendo-se a casca. terpineol. agudas. bócio. metilheptona. linalool. SINONÍMIA: Cedrina. preferencialmente. CLIMA: Espécie de clima subtropical a temperado. oval-lanceoladas. limoneno. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são antireumáticas. subsésseis. geraniol. com 6 a 8cm de comprimento. que consiste em utilizar bandejas de isopor em cujas células são afixadas (no fundo) mechas de algodão sobre as quais as sementes serão colocadas. Fruto tipo aquênio. O fruto é um bi-aquênio. • Plantio: outono e primavera. hermafroditas e dispostas em panícula verticilada. ligeiramente laxativas. CLIMA: É de clima tropical. α-pineno. para não danificar as raízes e procede-se um raleio de folhas do ramos. pequenas. medindo 4 a 6cm de comprimento.667 planta/ha (431). pecioladas.14 a 0. • Espaçamento: 1. • Doenças: a planta é afetada por viroses e deficiências nutricionais (Mg). • Pragas: afídeos. que conferem às folhas uma coloração amarelada mesclada de verde.50 de chapéu. sedante (446). sais minerais e iodo (145). deixando o lenho exposto numa faixa de 0. A germinação das sementes é lenta. • Tintura: tomar 1 colher das de sopa a cada 8 horas (257). antimalárica. As folhas são curto-pecioladas. tônica. etileugenol. antiartríticas e anti-sifilítica (93). azuladas ou purpúreas no seu interior. 3-4 verticiladas. Faz-se um corte anelar em volta do ramo. excitante (403. com folhas diminutas e menor produção total de folhas. multifloras. sálvia-limão. FITOQUÍMICA: Contém saponina (biodetergente que elimina as toxinas do sangue e dos rins). litíase. A parte do ramo que ficará sob o solo. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. serradas na metade superior. citronelol. axilares. e larvas de gafanhoto. antes do ramo ser colocado em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. afecções do fígado e úlceras.

lilás-das-antilhas. quando novos. Folhas simples. FORMAS DE USO • Infusão: 2 colheres das de chá de folhas em 1 xícara das de café de água quente. medindo 12 a 14cm de comprimento por 3 a 5cm de largura. a planta é promissora quanto às atividades: antimicrobiana. cinamão. Folíolos peciolulados. Pecíolo curtíssimo. afecções do coração (283). Com base nos metabólitos secundários encontrados na família Chloranthaceae. afecções estomacais (340). SINONÍMIA: Abrigo-do-senhor. • Rendimento: 116kg/ha de folhas (35). normalmente cilíndrico (35). principalmente no Sul. originária da Ásia. nas planícies costeiras do quaternário e vales estreitos íngremes. FAMÍLIA BOTÂNICA: Chlorantaceae. solitárias. nervuras paralelas numerosas e distintas. Vedar a garrafa e após 20 dias. sendo que as flores masculinas são axilares. FAMÍLIA BOTÂNICA: Meliaceae. Juntar 300g de açúcar e casca de 1 limão. ou fasciculados. ventricosas. sésseis e entremeados de pequenas brácteas triangulares (93). margem serreadas. febrífuga (93). O limite austral de sua ocorrência é o município de Palhoça (340). antidiarréica e antidisentérica (271). β-sitoesterol glicosídeo (166). Os extratos acuosos mostraram-se inativos como anti-hipertensivos e como ansiolíticos (437). e semeadas em bandejas de isopor de célula grande contendo substrato organo-mineral. mas com um bom teor de matéria orgânica que imobiliza parte do alumínio tóxico. em extratos acuosos (50mg) contra Salmonella typhimurium TA98 (293). • Adubação: aplicar até 5kg de cama de aviário por cova de plantio. paraíso. Amentos ovais ou elípticos. Ramos com entrenós de 5 a 10cm e escamas. (446). chá-de-bugre. ovadolanceolados. alelopática e inseticida (176). • As folhas são utilizadas como condimento de carne e no preparo de saladas. antifúngica. aduzem pétalas brancas e tubo estaminal . jasmim-azul. canela-cânfora. • Frutificação: janeiro a abril (329). Flores reunidas em tirsos axilares amplos. Com base nos metabólitos secundários encontrados na família Chloranthaceae. Tomar 1 cálice após as refeições (294). O teste foi realizado com ratos administrados com infusão da folhas e talos. • Aclimatação: as mudas devem ser colocadas sob sombrite 70% e irrigação intermitente por nebulização até que haja um completo pegamento. Para as estacas utilizar areia ou vermiculita. INDICAÇÕES: Cefalalgias (340). • Licor: deixar macerar por 3 dias 70 folhas frescas em 500ml de álcool 90o e 500ml de água destilada. sombreiro. Frutos de formato irregular. tendo sido verificada uma densidade de até 2750/ha.SC (35). doces e bebidas. As partes aérea apresentaram propriedades antimutagênicas. quase em fase de fermentação. HABITAT: Espécie autóctone. sabonete-de-soldado. antimicrobiana. PARTES UTILIZADAS: Amentilhos e folhas. numerosos e apoiados na base por uma bráctea forte. dor de cabeça e zumbido no ouvido (294). FITOLOGIA: Planta arbórea que atinge 8 a 10m de altura. FARMACOLOGIA: Depressora do sistema nervoso central e prolongadora do sono. são aproveitados pela indústria do vime. cháde-índio. • O ramos. analética. acuminados. Quando abertas. SINONÍMIA: Ambar-vegetal. coar. chá-de-soldado. alelopática e inseticida. na concentração de 0. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. i. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática. oblongo-lanceoladas. pequenas. • Propagação: sementes e estacas de ramos com cerca de 1 a 2cm de espessura. • É cultivada como ornamental em muitos países. sesquiterpeno lactona HB-15 e HB-8. Na forma de vinho. erva-almíscar.p. Sua distribuição é descontínua e muito irregular. CLIMA: Ocorre em regiões tropicais até subtropicais. mas podendo chegar a 11. carnudas. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato bruto hidroalcoólico da planta demonstrou atividade antibacteriana. doenças pulmonares e urinárias e feridas em geral (271). e as femininas racemosas. bi-tripinadas. erva-soldado. erva-de-bugre.5m de altura por 54. jasmim-de-soldado. mático. luzidias. flexíveis. Inflorescência em densas e numerosas panículas amentíferas. lirío-da-índia.2cm de diâmetro na altura do peito. Substrato: húmus de minhoca (40%) e pó de xaxim (60%). frieiras. Abafar por 5 minutos. Preparar covas de 40 x 40 x 50cm de profundidade. FARMACOLOGIA: O extrato bruto hidroalcoólico da planta demonstrou atividade analgésica. Caule ereto. FITOLOGIA: Arbusto dióico com cerca de 4 a 5m de altura e 5 a 10cm de diâmetro. FITOQUÍMICA: Ácido fumárico. que cresce nas matas primárias e secundárias da Encosta Atlântica. é tônica e afrodisíaca (340). As sementes devem ser retiradas dos frutos completamente maturos. contendo uma semente preta. sucosos e hialinos. • Plantio: outono (sementes) e primavera-verão (estacas). É cultivada no Brasil como árvore de sombra. doenças do ovário. de margens onduladas e cicatrizadas. glabérrimas. opostas. antiinflamatória. árvore-santa. • Colheita: inicia a partir do terceiro ano após o plantio. jasmim-de-viúva. CIDREIRA NOME CIENTÍFICO: Hedyosmum brasiliense Martius. de bordos serreados ou subíntegros. lilases quando em botão. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas e as flores apresentam um perfume muito agradável. Tomar à noite para a insônia.51 INDICAÇÕES: Indicada para doenças nervosas. hortelã-do-brejo. próxima a regatos. erva-de-soldado. Folhas pecioladas. antifúngica. viuvinha. flor-deviúva. HABITAT: Espécie alóctone. com aroma de limão. hipocondria. melancolia. SOLO: É encontrada naturalmente em solos empobrecidos (35).83g/kg. em área de Floresta Ombrófila Densa Submontana. É heliófita. porém. lilás-da-índia. cidrão. Em Santa Catarina é original da Floresta Ombrófila Densa Montana. a planta é promissora quanto às atividades: antitumoral. ocorrendo. finamente moídos. CINAMOMO NOME CIENTÍFICO: Melia azedarach L. • Florescimento: outubro a março. serrilhadas. sendo usadas como condimento e aproveitadas pela indústria. em Ilhota . As sementes são fotoblásticas positivas. lilás-dachina. opostos. hortelã-silvestre. mais freqüentemente.

anti-sifilíticas. é flexível. obtusas. palitos de fósforo e carroceria. FITOQUÍMICA: Alcalóides (jacobina). glabra. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os frutos são purgativos. antiinflamatória (128). INDICAÇÕES: Para olhos irritados e cansados. comprido. • Colheita: inicia a partir do segundo ano de epifitismo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. enquanto que o enraizamento das estacas é feito em vermiculita. rastejanteaderente sobre o tronco de árvores. erva-teresa. • Plantio: outono e primavera. inchaço das pálpebras (128) e catarata (93). Sementes alongadas (212). Drupa obovada. Restabelece o fluxo sangüíneo e acalma as dores (294). traças e carunchos do milho. com esfregaços circuncaules. INDICAÇÕES: O cozimento da casca é utilizado para lavar feridas e combater doença de pele de crianças (212). no verão.5m do solo. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. sobretudo do sul do Brasil. durante 15 minutos (olhos cansados e conjuntivite). rebentos e estacas. aveludadas. • Propagação: sementes e estacas. com algodão. marcenaria.8 x 0. TOXICOLOGIA: Os frutos são abortivos (212). folhas e cascas são parasiticidas (271). solda. CIPÓ-CABELUDO NOME CIENTÍFICO: Polypodium vaccinifolium Langs. fácil de trabalhar e envernizar. sobretudo sobre caule de árvores com casca escabrosa.5m do solo. Inflorescência terminal em capítulos. Evitar terrenos muito inçados. SINONÍMIA: Erva-silvina. anti-histéricas. Caule lenhoso na base e bastante ramificado no ápice. conjuntivite. Não sobrevive em solos ácidos. soros dispostos em série de ambos os lados da nervura principal. É heliófita.U. com 2 a 3 lóculos monospérmicos. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. AGROLOGIA • Ambiente: esta espécie deve ser cultivada como epífita. eméticos. as vezes avermelhada. FITOQUÍMICA: Taninos. soldinha. tomentosas. silvina. Fruto aquênio. reunindo 10 a 12 flores amarelo-intensas. as férteis liguladas. • Propagação: sementes. . CLIMA: Prefere temperaturas amenas. FORMAS DE USO • Infusão: 1 colher das de sopa de folhas e flores em 1 copo de água fervente. • Plantio: primavera. febrífugas. antes das flores desabrocharem. CINERÁRIA NOME CIENTÍFICO: Senecio cineraria DC. inteiras.52 violáceo a roxo-escuro. Existem inúmeras variedades botânicas. revestido de escamas flageliformes. • Sumo: espremer 3 xícaras das de chá de folhas e flores frescas em 1 pano. sob irrigação intermitente por nebulização. AGROLOGIA • Espaçamento: 5 x 5m. Coar e aplicar sobre as pálpebras em compressas mornas. que se caracterizam pelo polimorfismo das folhas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Polypodiaceae. subcoriáceas. Abafar por 5 a 15 minutos. quase prateadas. O local de crescimento deve ser sombreado e umedecido freqüentemente. dispostas em corimbos compactos e grandes. As sementes secas e as folhas contusas são anti-reumáticas e antinevrálgicas. • Plantio: primavera. emética. em marchetaria. densa e branco-tomentosa. • Os frutos maduros são comestíveis e utilizados para o preparo de whisky nos E.4m. • Propagação: esporos e segmentos do rizoma. castanho e glabro. eméticas. Colheita: seis meses após o plantio. FITOLOGIA: Planta epífita de caule epígeo. matérias aromáticas e pépticas (341). 2-3 lobados. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Descongestionante. anti-helmíntica. As folhas são estomáquicas. As árvores cortadas rebrotam a partir do cepo remanescente. Os esporos são coletados de folhas maturas de plantas matrizes e pulverizados sobre uma pasta de argila misturada com húmus ou turfa. • As folhas são insetífugas de pulgas. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. segmentos oblongo-obtusos. até que haja o pegamento das mudas. sendo utilizada como sombra natural. As folhas são subsésseis. com cerca de 1cm de largura. emenagogas e resolventes de tumores (212). antiespasmódica. • Plantas daninhas: eliminar outras plantas epífitas e líquens que crescem sobre a casca. TOXICOLOGIA: A planta contém alcalóides pirrolizidínicos que são hepatotóxicos (140). • Florescimento: setembro a novembro. HABITAT: Espécie autóctone que medra sobre o tronco e ramos de árvores da mata Atlântica litorânea ou em sub-bosques. As sementes. de cor amarela-brancacenta ou rósea. flavonóides. As folhas são branco-cinéreas. estimulante e febrífuga. pinatipartidas ou pinatisectas. anti-histérica e emenagoga (93). A casca da raiz é catártica. pequenas. a cerca de 1. A semeadura e o enraizamento dos rebentos são feitos em substrato organomineral. antidiarréicas. É cultivada em jardins. com barbante macio. cabos de ferramenta. SOLO: Bem drenado e solto. taninos e mucilagens (128). da mistura esporo+substrato. caixotaria. • As flores são ornamentais e melíferas (212). OUTRAS PROPRIEDADES • A madeira. capoeirões ou mesmo em arbustos grandes e árvores isoladas. Os segmentos de rizoma são afixados sobre a casca da árvore. Aplicar o suco nas pálpebras inchadas com chumaço de algodão (128). e Fischer. grossas e pecioladas. • É ornamental. • Colheita: inicia a partir do terceiro ano de cultivo. com 60 a 80cm de altura. É utilizada interna ou externamente. As árvores escolhidas como hospedeiras devem ser impregnadas. resistente à umidade e ao cupim. as estéreis arredondado-oblongas. a cerca de 1. amarelo-escura quando madura. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. tônica. HABITAT: Espécie alóctone européia. anti-helmínticos.A e vinho na China. instrumentos musicais. • • Plantas daninhas: a planta não suporta a concorrência.

subcoriáceas. Inflorescência axilar. As sementes devem ser postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. cicatrizante. com ângulos inferiores laterais arredondado-obtusos. • Propagação: sementes e estacas do caule e ramos lenhosos. hemoptises. sub-cordadas na base. HABITAT: A planta é parasita por excelência. FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: 2. subgloboso e elíptico. hermafroditas. fiosde-ovos. Flores pequenas. estriada e rugosa. cipó-matacobras. • Colheita: primavera e verão. volúveis.50 a 200ml/dia (internamente) e a 5% (externamente) (342). • Plantio: início da primavera. diurética. afecções da garganta. como cicatrizante (342). dura e amarela internamente. uniflora. hemostática. ou em pó. As raízes são efêmeras. Coar e beber à noite (294). são rudimentares (escamas).5cm. FITOLOGIA: Planta sarmentosa. CIPÓ-CHUMBO NOME CIENTÍFICO: Cuscuta racemosa Mart. perfeitas. parasita. glabros e envoltos pelo cálice. cassaú. solitária. amarelada a castanha. que também serve para as estacas caulinares. Eugenia e algumas mirtáceas nativas. em decôcto. de preferência do gênero Citrus. fixando haustórios e iniciando o parasitismo. Os ramos utilizados como meio de propagação são colocados entre a galhagem das plantas hospedeiras. • Xarope: 20 a 100ml/dia (342). papo-de-peru. com sementes escuras achatadas. icterícia. et Schl. As flores são pequenas. SINONÍMIA: Aletria. balsâmica (342). escarros sangüíneos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. É muito suceptível à geadas. O fruto é uma cápsula ovóide. Também indicada para furúnculos. aletria-de-pau. Externamente é utilizada. amarelas (são ricas em carotenóides). erva-de-chumbo.25 a 1g/dia. cassaiú. SOLO: Úmidos. bronquite (215). reticulado e manchado. sob sombra.53 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É béquica. sapato-de-judeu. As plantas hospedeiras devem ter os ramos isentos de outros organismos epífitos ( Polypodium spp. musgos. A raiz é escabrosa externamente. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aristolochiaceae. Semente polimórfica. antiflogística. 50 a 200ml/dia.5% . tendo na base do lábio superior uma mancha orbicular alaranjada. perigônio em forma de jarra com até 3cm de extensão. Ocorre sobre árvores e arbustos. hemoptise. levemente violáceas dorsalmente.5m. volúvel. Fruto capsular. ricos em húmus e quase alcalinos. nutrindo-se diretamente de plantas hospedeiras. coqueluche. líquens e parasitas. volúvel. FITOLOGIA: Planta herbácea aclorofilada. drenados. • Propagação: sementes e ramos de plantas matrizes. • Xarope: 20 a 100ml/dia (341). nativa das mata Atlântica e encontrada em roças abandonadas. aristoloquia-mil-homens. áfilas. SINONÍMIA: Angelicó. estomáquica (242). capa-homem. até 11cm de comprimento e 8cm de largura. Devem ser enterradas até 1. INDICAÇÕES: Utilizada internamente para cólicas hepáticas. a plântula definha e morre (209). o caule filamentar. FITOQUÍMICA: Taninos e glicosídeos (294). FORMA DE PREPARO • Infuso ou decôcto: ⇒ 0. glabra e áspera. autóctone. As sementes germinam a partir de 15 oC e com bom teor de umidade no solo. medindo cerca de 1mm de diâmetro. laringite. jarra. gota. fosca. AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo deve ser feito sobre arbustos ou pequenas árvores hospedeiras não tóxicas. Parasita normalmente espécies de Hibiscus. diurética. com corola campanulada 5-lobadas. Hibiscus. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de bronquite. milhomens. amarelo-avermelhadas. expectorante. algo rígidas. Folhas pecioladas. papo-de-galo. arredondadas. Caule glabro. amigdalite e rouquidão (32). purgativa. de modo a receberem luz difusa. leves. esciófita. hematúria (341). espaguete. dura. pouco agradável. antidisentérica (341). jarrinha. para úlceras e feridas. • Adubação: 5kg/m2 de húmus de minhoca. tinge-ovos. Suspeita-se que o pó do caule seja bactericida (242). ⇒ Purgante suave: ferver 1 colher das de café de caule em 1 xícara das de café de água por 3 minutos. dispostas em glomérulos ou cimeiras. mais escuras interiormente. . glabras. lesões cardíacas e dilatação das veias (271). aromática. angina. trepadeira. adstringente e balsâmica. em gargarejos. abcessos internos. congestões pulmonares (342). ciliadas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Convolvulaceae. ypê-mirim HABITAT: Espécie autóctone. perene. rachaduras e coceiras na pele (215).25 a 1ml/dia. brancas ou trigueiras. frieiras. estimulado pela luz. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. capa-homens. mil-homens-do-rio-grande. • Tintura: 1 a 5ml/dia. jarro. abcessos externos irritações e queimaduras leves na pele (294). glabras. anti-reumática (271). ypé-mi. alternas. cipó-de-chumbo. hepática. deltóide-triangulares. cerosas e glabras. secos. CLIMA: Espécie tropical. quando presentes. PARTES UTILIZADAS: Toda planta. Euphorbia milli e outras. existindo apenas enquanto a planta procura por um hospedeiro. procura um hospedeiro compatível. • Pó: 0. calungo. finas. emoliente. formada de vergônteas lisas. • Plantio: outono (sementes) e primavera-verão (estacas). • Extrato fluido: 0. com casca grossa. CIPÓ-MIL-HOMENS NOME CIENTÍFICO: Aristolachia triangularis Cham. eupéptica.). • Tintura: 5 a 25ml/dia. catarros crônicos. reumatismo. culhão-de-maroto. diarréias sangüíneas. aristoláquia. Os haustórios substituem-nas na retirada de nutrientes dos vasos condutores de hospedeiros. cuscuta. • Desenvolvimento: após a emergência. cipó-milongue. amarga. cipódourado.5%. palmatinervadas tamanho variável.7 x 0. antiinflamatória renal (215). Exala um aroma forte e de sabor amargo. glabra. varizes. antidiarréica. Caso não encontrar num período de até 5 dias. xirimbeira. laxante suave e detergente natural (294). antinefrítica. antiblenorrágica. agudas ou obtusas. As folhas. fios-de-ouro.

são globosos. estimulante. • Propagação: perfilhos da touceira.3m.3%). As folhas inferiores são pinadas e as superiores bi-pinadas. . recomenda-se que sejam colocadas palhadas. ao longo de valas de drenagem. do fígado e do coração (257). eczema seco e orquite. Existem indícios sobre o efeito carcinogênico do ácido aristolóquico em animais e humanos (Pharmazeutische Zeitung. epidermis. cespitosa. verde-claras.54 • Mulching: para que não ocorra adensamento do solo. com os segmentos verde-brilhantes. • Colheita: inicia após 4 a 5 meses de cultivo.7%). latadas baixas. • Espaçamento: 1. sudorífica e carminativa (93). OUTRAS PROPRIEDADES: • O óleo de citronela é aromático. erguido. apud 179). malária. TOXICOLOGIA: A planta é abortiva (169). aperiente. antiofídica e antiaracnídica (169). perene. • • • • PARTES UTILIZADAS: Raízes e caule. • Repelente de insetos (mosquitos. anti-reumática. • Adubação: aplicar 2 a 3kg/planta de cama de aviário no plantio. αcadinol (1. amenorréia. β-elemeno (0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. atonia uterina. FITOQUÍMICA: Alcalóides: alantoína. Colheita: inicia cerca de 10 a 12 meses após o plantio. cistite. cimbiferina.6%).5%). tônica. braços adormecidos. aristidínico. Tanto a planta quanto o fruto CITRONELA NOME CIENTÍFICO: Cymbopogon nardus Rendl. cascas de arroz ou outra cobertura morta inerte e leve sobre o solo. Folhas compostas. Fazer irrigação sempre que ocorrer um período superior a 3 dias sem chuvas. HABITAT: Espécie alóctone originária de Sri Lanka. • Vinho. • Utilizado na fabricação de perfumes e cosméticos. 5% (externamente). ciática (271). aristoloquina.50m de altura.2%).6%). amenorréia. emenagoga. cloroses. traças e formigas). linalol (1. com sabor de limão. na Ásia. hidropisia.5%. O extrato aquoso do lenho apresenta ainda atividade antiviral contra o vírus da Herpes simplex (155). Florescimento: dezembro. O extrato das raízes inibe o crescimento de Staphylococcus aureus. eugenol (1%). medindo 3-4mm de diâmetro. cereus. diterpenos: kaur. borrachudos.4%). emenagoga. depurativa do sangue. erva-percevejo. elemicina (7. mirceno (0. As mudas são retiradas cortando-se verticalmente a base da touceira e desmembrandose cada perfilho. limoneno (3. geranial (1. Irrigação: deve ser feita diariamente durante 10 dias após o plantio. largos. antiinflamatória.5%). Após cada corte. • Rendimento: 1 tonelada de folhas frescas fornece 7kg de óleo de citronela (93 FITOQUÍMICA: Sabineno (1. febrífuga.30 a 1. estriado e cilíndrico. 50 a 200ml/dia (internamente). antisséptica. • Pó: 1 a 5g/dia. A raiz axial é cônica. pouco ramificado. • Extrato alcoólico: segmentos do caule contusos e macerados em álcool para aplicação tópica em mordida de serpentes. • A polpa da planta é utilizada na fabricação de papel resistente (93). FITOLOGIA: Planta herbácea. erodíveis ou muito inclinadas. agudas. diurética. febrífuga. invaginantes. elemol (3. FARMACOLOGIA: O extrato aquoso do córtex apresenta atividade antimicótica de células vegetais (381). anorexia. AGROLOGIA • Ambiente: a planta pode ser cultivada em áreas de barranco. SINONÍMIA: Culantro. Os frutos.6%). neral (28. em lugares úmidos. incisos e denteados. crescendo em clareiras. num raio de 50cm em torno de cada planta. (179). antiespasmódica. Forma touceiras altas. citronelol (10. cassaunina. FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae. ou telas de nylon.4%). convulsões. α-ylangeno. arredondados ou arredondadoscuneiformes. glabras. acetato de geranil (4. Inflorescência em panículas linear-oblongas. flatulência. antipirética (via oral). INDICAÇÕES: Indicada para doenças venéreas. na orla de regatos e lagoas ou como bordadura lateral de caminhos e periférica de outros plantios. à beira de rios. asseverando o uso popular em feridas e inflamações da pele (179).5%). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Bactericida (Candida albicans. antinevrálgica sudorífica. HABITAT: Espécie originária das regiões mediterrânicas (Europa Meridional) e da Ásia. para se evitar o pisoteio e melhorar a qualidade do produto colhido. As folhas que rodeiam as umbelas são semelhantes às do funcho. pinatisectas. Acredita-se que o aroma da planta afaste serpentes (341). Tutoramento: a planta deve ser tutorada em caramanchões. diaquênios. com as folhas decumbentes. fazer uma adubação em cobertura com 10g/planta de sulfato de amônio. escabrosas em ambas as faces com perfume de eucalipto. com 25 a 30cm de comprimento. FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: 2. anestésica (341). FITOLOGIA: Planta herbácea anual que cresce de 40 a 50cm. C. Cultivada no Brasil em hortas.8%). frieiras. em umbelas compostas de 3 a 5 raios.6%). xarope e elixir: 20 a 100ml/dia. lignanos: galbacina. crescendo 1. gota (169). Há informações que relatam um teor de 65% para geraniol e 35% de citronelal (128). amarelo pálido. epilepsia. formigamento do corpo.7%). coroados pelos dentes do cálice. isopulejol (2. S. tropicalis). cubebina. α-copaeno e γ-elemeno. estomáquica. incidência de plantas daninhas e seja mantida a umidade e a temperatura estável no solo. composta de espigas pequenas e escuras e espiguetas esverdeadas. perpendicular e fibrosa. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-helmíntica. afecções cutâneas. matérias resinosas e taninos (341). de caule glabro.5 x 1. B. anti-histérica. quase esféricos. citronelal (34. sesquiterpenos: nerolidol. As flores são álveas.1%). alternas. • Plantio: é feito diretamente a campo no outono e primavera. providos de 3 a 8 brácteas filiformes. Podem ser feitos 3 a 4 cortes ao ano. CLIMA: Prefere regiões com alta precipitação pluviométrica e quentes. COENTRO NOME CIENTÍFICO: Coriandrum sativum L. de colmo ereto e nodoso. As folhas dos perfilhos devem ser cortadas deixando-se uma cepa de 20 a 25cm de comprimento. cimbífero e aristínico. hinokinina. δ-cadineno (0. febres de malária (128). testículos inflamados (215). • Tintura: 5 a 25ml/dia (341). esteróides: ácidos aristolóquico (179).4%). germacreno-D (0. sedativa. estimulante dos rins.

as raízes. acidez estomacal. OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos possuem um odor suave. d-linalol. Para se evitar um crescimento muito luxuriante da planta. como condimento. não tolerando sombreamento. Pino e Borges relatam um teor de 49.25m. conservas e embutidos. péssimo odor e pouco teor de óleos.8% de linalol. • Colheita: ocorre 50 a 60 dias após a germinação das sementes. medindo 50 a 60cm de comprimento por 12 a 15cm de largura. TOXICOLOGIA: Pode causar lesões renais. sem acidez e férteis. em regiões livres de geada. ácidos acético e oxálico (257). caem facilmente. Sm. As sementes devem ser postas a germinar em recipientes ou saquinhos plástico perfurados. com porte de 1. geranioleno (163) e taninos (9). As sementes germinam em 7 a 14 dias (182). • Doença: O fungo Fusarium oxysporium causa apodrecimento das raízes e do colo. CLIMA: É de clima tropical. • Usada na preparação de fármacos visando corrigir o odor desagradável de certos medicamentos. Isto acontece devido ao ciclo demorado das plântulas quando em substrato poroso e quando a irrigação é abundante. antissépticos. Obtém-se uma produtividade de sementes de aproximadamente 1 a 2t/ha. O florescimento espontâneo ocorre a partir de agosto.2 a 58.55 exalam um cheiro desagradável. com flores brancas e róseas. achocolatados. antiinflamatórios. profundos. vermífugos (271) e INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de afecções gastrintestinais. É heliófita. de caule folioso. As folhas são glabras. flor-do-paraíso.8m de altura. cana-do-mato. com capacidade mínima de 400ml. Tomar 3 vezes ao dia. fígado (294). FITOLOGIA: Planta herbácea. jardineira. CLIMA: Tolera bem tanto o frio como o calor e até mesmo períodos de seca. que evola progressivamente a medida que o material é seco. quando em excesso. É esciófita. descongestionantes do antipútridos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberaceae. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os frutos são carminativos. secamento de ramos e folhas. borneol. gim pães. • Espaçamento: 1. proporcionando um grande efeito paisagístico e protetor de margens fluviais e lacustres. • Propagação: sementes. geraniol. peixes. embora adapte-se bem nos subtropicais quentes. Escapos floríferos medindo 30 a 50cm. secos portanto. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo coriandrol. COLÔNIA NOME CIENTÍFICO: Alpinia zerumbet (Pers. lanceolado-oblongas. noz-moscada. febre quartã (93). A germinação ocorre em cerca de 8 a 10 dias. afeta drasticamente a produção de frutos. • Ervas daninhas: a planta é suceptível à concorrência com plantas invasoras. HABITAT: Espécie alóctone originária da Ilha de Java. carnes. cimeno e limoneno. excitantes. têm baixa conservação. pineno. . enquanto que Braun et al. Ventos fortes normalmente causam acamamento das plantas. utilizadas para carnes. suspender a irrigação e/ou adubações nitrogenadas. racham e germinam espontaneamente como planta invasora. FORMAS DE USO • Geral: 15 a 20g/dia em decocção. tinturas. febrífugos (215).L. O sabor é peculiar e adocicado-picante. pode ser feita em agosto. • Plantio: outono e primavera. lírio-desanto-antônio. SINONÍMIA: Alpinia. • Os frutos são utilizados no preparo de perfumes. pecioladas. Pode ser usada também topicamente. • Propagação: sementes e brotações do rizoma. Frutos colhidos imaturos escurem. O nitrogênio. após as refeições (257). sopas e cozidos. cana-do-brejo. • As folhas são condimentares. depurativos (257). O fósforo e o potássio incrementam o teor de princípios ativos do coentro. • Infusão: ⇒ 3 a 5g de frutos maduros por xícara de chá de água fervente. que podem ser plantadas diretamente a campo. Na semeadura direta campo são dispendidos 15 a 25kg/ha de sementes. Colhem-se os frutos quando 60% deles adquirirem uma coloração de palha seca ou quando a planta estiver quase seca e/ou as sementes iniciam um bronzeamento.M. Chuvas prolongadas na fase de frutificação são altamente prejudiciais.48% (93) ou de 0. relatam 70 a 80% (430). quando em excesso (257).20m. • Florescimento: julho a novembro. contendo 68. cervejas. terpineno. como hortaliça cozida. coar e beber aos poucos durante o dia (294). As folhas e flores tem aroma similar ao de percevejos. Solos orgânicos e adubações orgânicas pesadas podem mostrar o mesmo efeito do nitrogênio.5 x 1. PARTES UTILIZADAS: Os frutos para fins medicinais e aromáticos. retardando a colheita e a maturação. as folhas frescas.5 a 1. o que ocasionaria um acamamento e redução do teor de metabólitos secundários. agudas na base ou arredondadas. estimulantes. Burtt & R.14% de linalol (430). desinfetantes intestinais. antiespasmódicos. cardamomo-falso. estômago dilatado (294). Após 10 minutos.) B. • Decocção: ferver 2 colheres das de chá de frutos em ½ litro de água durante 5 minutos. As mudas recém-formadas apresentam um crescimento lento. AGROLOGIA • Ambiente: poderão ser aproveitadas várzeas naturalmente úmidas ou à beira de regatos. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. • Outros: alcoolato. acuminadas. licores. AGROLOGIA • Espaçamento: 0.4% de óleo essencial.5 a 1% (163). doce e penetrante. • O resíduo da destilação dos frutos dá origem à tortas forrageiras. • Conservação: as folhas podem ser conservadas em refrigeração. tônicos gastrointestinais. picadas de cobra (pó) e dores histéricas (215). terpinol. • Rendimento: 363g de frutos/planta e 0.40 x 0. estendendo-se ao longo do verão. bem drenados. macaçá. paco-seroca. O conteúdo de óleo essencial no fruto é de 0. lagoas e açudes. semelhante a percevejo. contendo substrato organomineral. contendo 11 a 17% de proteínas e 11 a 20% de matéria graxa (93). cardamomo-do-mato. Frutos demasiadamente maturos. anti-histéricos (93). cardamomo. saladas. • Nutrição: é comum o surgimento de deficiência de fósforo ou nitrogênio em bandejas contendo substrato poroso. estomáquicos. sudoríficos (9). óleo essencial e pó dos frutos. A semeadura pode ser feita direta a campo ou em bandejas de isopor. A semeadura do coentro.

soltos e com um bom teor de umidade. a cultura deve ser renovada a cada 5 a 6 anos. debilidade. levemente onduladas. inibição da musculatura lisa (Vandelinde et al. vulnerária. consolda-menor. antianêmica. FITOLOGIA: Planta herbácea cespitosa. mucilaginosa. irritações na pele e dores nos olhos. oco. zinco. arinina. pois as folhas novas são tóxicas. vemiculita. Tolera a meia-sombra. estimulante da motilidade intestinal e antiulcerogênica (289). Colheita: inicia após um ano de cultivo. úlceras (271). FITOQUÍMICA: Ácido galo-tânico. língua-de-vaca. antiedematosa (Gadelha e Menezes) e inibição da secreção gástrica (Hsu apud 120). consolda. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Flores grandes. tuberculose. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hemostática. destacando-se os minerais. mecanismos responsáveis pelo controle da patofisiologia das doenças coronarianas. grande-consolda. É higrófita. espinhas. cefalalgias. triptofano. minerais e ácido fólico. alantoína (Walter Accorsi. fraturas e afecções ósseas. que é responsável pela hidratação e cicatrização de uma ferida em apenas um dia (ungüento da folha). A raiz é emoliente. O fruto é composto de quatro aquênios lisos e vernicosos. que cresce em terrenos e relvados úmidos. infundibuliformes. pirrolizidina. laxante.60 a 2. calmante e depurativa (68). B1. mineralizante. FITOQUÍMICA: Flavonóides. tirosina. antiinflamatória. • Cataplasma: amassar as folhas até ponto de pasta e aplicar sobre o ferimento. anguloso e alado. tanino. anti-hemorroidária. queimaduras. Doenças: as raízes são susceptíveis a fungos do solo. isoleucina. A planta encerra o alcalóide alantoína (257). FORMAS DE USO • Alcoolatura: misturar 1 parte de sumo das folhas em 5 partes de álcool. normaliza a atividade sexual e mantém a pigmentação natural do cabelo (145). enquanto as demais. folhas e sementes. cálcio. antileucêmica (32).). regulariza a pressão arterial (32). intoxicações gerais.8 x 0. ferro. estacas e pedaços de rizomas da planta matriz. fósforo e zinco (32). SINONÍMIA: Capim-roxo-da-rússia. CONFREI NOME CIENTÍFICO: Symphytum officinalis L. pouco onduladas. acuminadas. caule de 40 a 60cm. Produção de sementes: não se constatou a formação de sementes viáveis. orelhade-vaca. consoldamaior. treolina. histidina. bloqueio neuromuscular. antidisentérica. cálcio. manganês. acuminadas. C. arginina.06% (96). Rendimento: A planta produz cerca de 150 folhas por ano. O teor de alantoína varia de 0. raiz e folhas adultas. anticancerígena. no final do outono até o final do inverno. alcalóides pirrolizidínicos (sinfitina e equimidina). mais pecioladas quanto mais próximas do solo. leucina. decrescentes da base para o ápice. desintoxicante. consólida-do-cáucaso. Florescimento: ocorre no verão. HABITAT: Espécie alóctone. diurética (260). vivaz. hepatite (68). . anti-reumática (145). • • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Rizoma. anti-histérica. As folhas superiores são sésseis. B2. Atua como indutor da produção calcária (257). FAMÍLIA BOTÂNICA: Boraginaceae. icterícia. que envolve fluxo sangüíneo e vasoconstrição (289). béquica e expectorante (145). PARTES UTILIZADAS: Rizomas. Cozida em vinho. consólida. feridas. antibacteriana em conjuntivites (363). valina. ramoso. nas costas e nos músculos. lábios secos ou rachados (294). Nutrição: planta desenvolve-se melhor a quando suprida com nitrogênio e cálcio. fasciculadas. no plantio.06% de cinzas (93). bronquite (128). vermífuga (65). Plantio: deve coincidir com períodos crescente de temperatura e umidade. Pode-se adicionar um pouco de glicerina à pasta (258). de rizoma grosso e raízes fusiformes. leite-vegetalda-rússia. cujo teor de cinzas é de 9.55%. gastrite e senilidade prematura. ereto. mas tolera os períodos de seca. que é a parte mais utilizada. todas são oval-agudas ou oblongo-lanceoladas. nas raízes. originária da Ásia. cistina. antidiarréica. citado em 145). fósforo (145). TOXICOLOGIA: É abortiva (93). • • Propagação: divisão de touceiras. brancas. aplicar 10g de nitrato de cálcio por planta. Contém 9. confrey. ferro. Folhas ovado-agudas. ou oblongolanceoladas. FARMACOLOGIA: Produz depressão do sistema nervoso central. ácido pantotênico. vitaminas A. Adubação: 3 a 4kg/m2 de cama de aviário e 100g/m 2 de fosfato natural. colina. Elimina sardas. mas adapta-se aos subtropicais e até os tropicais. manganês. Os flavonóides existentes na planta promovem relaxamento vascular e inibição da atividade da proteína kinase e da fosfodiesterase nucleotídeo cíclica. CLIMA: É originária de clima temperado.80m. As raízes e os rizomas são coletadas só após o quarto ano. Hipertensos devem tomar o chá à guisa de água.50% nas folhas (no verão) a 0. Ocorre até 1. combate a hemoptise e regula os fluxos sangüíneos. a partir de um ano de cultivo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-hipertensiva. hemoptises (93). areia). Utilizam-se substratos leves e porosos para o enraizamento (casca de arroz tostada.44 a 0. É citado como o vegetal mais rico em vitaminas e sais minerais. INDICAÇÕES: Favorece a restauração de tecidos ulcerados.500m de altura. SOLO: Cresce melhor em solos ricos em matéria orgânica. sinfitocinoglossina (283). erva-do-cardeal. cortes (258). mucilagens. orelha-de-burro. pêndulas e dispostas no ápice dos ramos em cimeiras geminadas curtas e escorpióides. Indicada ainda para hematúria. catequina. amarga. lasiocarpina.56 • • • Plantio: todo o ano. orelhas-de-asno. fenilamina. consólida-maior. melonina. epicatequina. Cultivada no Brasil em jardins e hortas. cicatrizante (258). Colheita: As folhas são colhidas a cada dois meses. antidiabética. A raiz é escura externamente e alva internamente. tubulosas. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é muito ornamental. Renovação: embora a raiz da planta sobrevive até 40 anos de idade. resina. Adubação: incorporar 2 a 3kg de cama de aviário por cova. Após cada corte de folhas. antiasmática. sedativa (261). prolina. tônica. decrescentes da base para o ápice. A raiz. áspero. B12. FORMAS DE USO • Infusão: 1 folha média por litro de água. áspera e pilosa. furúnculos. INDICAÇÕES: Para o tratamento de úlceras (93) e gastralgias (65). na primavera e verão. Aplicar sobre as partes afetadas. adstringente (283). rutina e dois derivados glicosídicos do kaempferol (289).

vermelha ou laranja-amarelada. lactonas sesquiterpênicas (leonitina e trimetoxicumarina) (257). pau-de-praga. leonuro. desenvolve-se melhor e solos humosos. Decôcto: ferver por 5 minutos 1 colher das de chá de rizoma em 1 xícara das de chá de água. estimulante. vulnerária (341). oligúria. Cálice com 8 dentes. Encerram 4 frutos pretos trapezóides. anúria. glabro. com cálice pulverulento e corola bilabiada (lábio superior maior que o inferior).. mucunã-assú. coroanha. e fraqueza em adultos. por ocasião do início do florescimento. Infusão ou Tisana: ⇒ 30g de folhas por litro de água (435). As folhas do confrei tem uma pubescência irritante à pele. FITOQUÍMICA: Óleo volátil perfumado. elefantíase incipiente (283). antiespasmódica. onde cresce subespontaneamente como invasora de terrenos cultivados e estritamente os ruderais. ocorrendo espontaneamente em dezembro. manchada. graves lesões hepáticas (258) e carcinogênicas (145). com cerca de 5 a 10cm de comprimento. rubim. OUTRAS PROPRIEDADES • É usada para clarear roupas e repele insetos e roedores em grãos armazenados (257). úlceras. Tomar 3 xícaras ao dia (bronquite e tosse). Para úlceras internas. • Produção de sementes: a colheita de sementes ocorre de janeiro a fevereiro. É heliófita. que também são mutagênicos e pneumotóxicos. em sulcos.4m. Compressa: usar o decôcto das folhas sobre feridas e queimaduras. carminativa. guarnecidas por brácteas espinhosas. Tomar 3 vezes ao dia. 6 a 7 semanas após a emergência das sementes. dispepsia. O ponto de colheita das sementes é atingido quando pelo menos metade do agrupamento de cápsulas adquire a coloração castanha. • Propagação: sementes. Não tolera geadas. olho-de-boi. diurética (283).. gomas. na maturação. As flores são pediceladas. cauda-de-leão. SINONÍMIA: Cipó-de-imbiri. anti-hemorrágica uterina. CLIMA: A planta vegeta melhor em clima quente e em áreas ensolaradas. coração-defrade. inflamações broncopulmonares. CORONHA NOME CIENTÍFICO: Dioclea violacea M. verdes. • Florescimento: irregular. problemas digestivos (xarope das flores). As cápsulas que constituem o capítulo globoso. de 4 a 6cm de diâmetro. . maleita (120) e para a eliminação do ácido úrico (257).5%. tolonga. subtomentosas. flucoside leonotina (283). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônica. As folhas são opostas. antinevrálgica e amarga (68). A semeadura é feita diretamente a campo. cuneadas ou subcordiformes na base. taninos. O consumo de leite. Tomar 1 xícara das de chá 3 a 4 vezes ao ia.57 • • Emplastro: esmagar as folhas em água morna e aplicar sobre o ferimento 2 vezes ao dia. unissulcado longitudinalmente em cada face. simples ou ramificado. ácidos orgânicos. Por ser nitrófila. (257). apud 120) e causam relaxamento dose-dependente em preparação uterina (Rae et al. febrífuga. dispostas em rácimos multiflorais densos. cordão-de-são-francisco. colocar o emplastro dentro de um pano antes de aplicar (257). aveludado-pubescente. com 1. • Xarope: 10 a 50ml/dia (341). antiartrítica.) W. carne e mel de animais cronicamente contaminados pode também resultar em efeitos deletérios ao homem (140). • • TOXICOLOGIA: O uso interno pode resultar em irritações gástricas. ovadas até ovado-deltóides. corindiba. debilidade orgânica geral em crianças (68). O Ministério da Saúde do Brasil proíbe o uso interno do confrei (273). SOLO: Prefere solos francos. ricos em matéria orgânica. Utiliza-se também em banhos (257). tornam-se rígidas na maturação.5 e 1. HABITAT: Planta herbácea anual originária da África tropical e da Índia. anti-reumática.8m de altura e 2 a 3cm de diâmetro. estomáquica. nem sombra. heterosídeos cianogênicos e saponínicos. feridas (341). inicialmente. FARMACOLOGIA: O chá e o extrato hidroalcoólico relaxam a musculatura lisa. pode ocorrer uma certa dormência inicial das mesmas. cordão-de-frade-pequeno. aumentam o inotropismo cardíaco in vitro (Calixto et al. Aiton FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. FITOLOGIA: Planta herbácea anual e sublenhosa de caule quadrangular. Após a maturação das sementes. SINONÍMIA: Catinga-de-mulata. A ocorrência da planta está curiosamente vinculada à ocupação humana. Cada globo reúne em média 70 a 80 flores. metrorragia. ferindo facilmente a pele das pessoas. • É muito utilizada como forrageira. ⇒ 20g/litro. mucilagens. finamente crenadas. antitérmica (120). antiasmática. Cápsulas demasiadamente maturas apresentam deiscência natural muito forte. verticilados. balsâmica. INDICAÇÕES: Usada para banhos em crianças debilitadas. de pericarpo fosco.0 x 0. CORDÃO-DE-FRADE NOME CIENTÍFICO: Leonotis nepetaefolia (L.T. micunã. verde-escuras na face ventral e claras ou prateadas na dorsal. liso. OUTRAS PROPRIEDADES • A raiz é adocicada e mucilaginosa. peitoral. • Obtém-se da planta uma tinta vermelha para o tingimento de peles e lãs. • É branqueadora de roupas (93). pó-de-mico. devido aos alcalóides pirrolizidínicos. No caso de contusões e inchaços. FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: ⇒ 2. várias vezes ao dia (145). tomar 1 xícara em jejum e após as refeições (128). resultando em grande perda de sementes. antiasmática. ou seja. rubim-de-bola. ⇒ 2 folhas maturas em 2 copos de água quente. béquica. e castanho. PARTES UTILIZADAS: Planta florida. antidisúrica (215). • Plantio: agosto a setembro. sudorífica. cordão-de-frade-verdadeiro. • Colheita: novembro a dezembro. formando capítulos globosos separados. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. pelo alto teor protéico e pela alta produção de massa verde. apud 120). porém amplamente disseminada pelos estados litorâneos do Brasil. FAMÍLIA BOTÂNICA: Papilionaceae. • Tintura: 5 a 25ml/dia. 50 a 200ml/dia (uso interno e externo) (341). hemorragias uterinas.

cespitosa. duras. CLIMA: É de clima temperado. chicória-silvestre. taraxacosídeo. podendo afetar a fisiologia de plantas companheiras (209). húmus de minhoca ou 5 a 6kg/m2 de estrume de gado. formando um grande capítulo com invólucro duplo de brácteas externas mais curtas voltadas para baixo. principalmente como planta invasora de hortas. com os segmentos laterais virados para a base. castanho-escuro e esbranquiçada no corte.20 x 0.000m de altitude (91). expectorante. inulina. febrífuga. É esciófita. HABITAT: Espécie alóctone. O solo deve ser bem preparado. Depositam-se as sementes sobre o solo e as comprime para maior aderência ao mesmo. radiados. quase rentes ao chão. antilítica biliar. Irriga-se duas vezes ao dia. com cerca de 1cm de diâmetro. As sementes pré-germinadas são plantadas diretamente no campo. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. óleo essencial e ácidos dioxinâmico. anti-reumática (242). INDICAÇÕES: Previne o derrame e remove as seqüelas do derrame. Fruto aquênio cinzento-azulado. A parte aérea é anual. hipoglicemiante. Folhas em roseta basilar densa. a partir das primeiras horas da manhã. formando uma armação globóide que se rompe facilmente com o vento. com 12 a 14cm de comprimento e 5 a 6cm de largura. acaule. • Padrão comercial: as raízes: devem medir até 30cm de comprimento e ter 5 a 20mm de diâmetro. oblongo-fusiforme. polimorfas. monocéfalo. minerais de cobre (209). ereto. óleorresina e carotenóides (128). originária de Portugal. relógio-dos-estudantes. As raízes contém até 25% de inulina.58 HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. alface-de-côco. tanino. diretamente no campo. quase glabros na face inferior e um pouco pubescente na superior. A abertura das flores ocorre em dias ensolarados. abruptamente agudos no ápice e arredondados na base. • Rendimento: 1. pectina. AGROLOGIA • Ambiente: a planta deve ser cultivada em canteiros nivelados. antidiarréica. com cerca de 2 a 3cm de diâmetro e até 1cm de espessura. com o hilo preto. DENTE-DE-LEÃO NOME CIENTÍFICO: Taraxacum officinale Weber. radicais. agudos. Flores amarelointenso. sendo o terminal mais amplo. As folhas contém 9. tônica. • Colheita: inicia-se cerca de dois meses após a semeadura e é feita durante o ano todo (folhas) ou do outono ao inverno (raízes). • Produção de sementes: 1g de sementes contém 900 a 1. • Adubação: incorporar ao solo 2 a 3kg/m 2 de cama de aviário. mas encontra-se disseminada desde as regiões glaciais até o Equador. • Plantio: primavera. oblongas ou lanceoladas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiescorbútica. antihemorrágica. anti-hipertensiva. laxativa. • Florescimento: ocorre no início da primavera. resina e derivados triterpênico (96). antidiarréica. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. disposto sobre um comprido pedúnculo radical de cerca de 15 a 30cm. Inflorescência violáceas com a base do estandarte amarela. provitamina A. soprão. vernicosas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. estriado. O teor de cinzas deve ser inferior a 10% (96). mas a subterrânea é perene. pomares e áreas ruderais. colerética. cobalto. coriácea. Um grama de sementes contém 900 a 950 sementes. calmante nervoso (215) e parasiticida (94). incisados ou denteado-acuminados. Tomar apenas uma xícara ao dia. radite-bravo.000 a 1. antiinflamatória. taraxasterol. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônico. As raízes contém taraxacina. runcinado-pinatífitas ou pinatipartidas. As sementes não devem ser enterradas. cilíndrico. levulina. sedosos. • Espaçamento: 0. os laterais quase sésseis e o apical longo peciolulado. castanho-avermelhadas. • Plantio: outono. anti-hemorroidária. colina. as folhas e a planta tornam-se pequenas. pois o transplante de mudas interfere na formação da raiz. anódina. altos níveis de ferro.45% de compostos nitrogenados e 0. • Alelopatia: a planta libera etileno. glabro ou araquináceo. segmentos ou lobos desiguais. O fruto é uma vagem séssil. pois a falta de luz retarda ou inibe a germinação (sementes fotoblásticas). salada-de-toupeira. utilizar cercas ou armações de arame para a condução da planta. liguladas. Sob temperaturas mais altas. não muito úmidos. exsudando látex branco. fistuloso. amargosa. • Propagação: sementes. chicórialouca. donde partem simultaneamente as folhas e os escapos floríferos. taraxaco. triangulares ou oblongos. alcalinizante. FITOQUÍMICA: Látex. contendo 3 a 4 sementes achatadas. em covas. aperiente. glabras.20m de largura.20m. • Tutoramento: para evitar-se o pisoteio e facilitar o manejo da planta. lactucopicrina. PARTES UTILIZADAS: Sementes. que devem ser sempre submetidas ao calor. p-oxifenilacético e tartárico (145). A planta contém ainda alcalóides. • Propagação: sementes.: FORMAS DE USO • Infusão: até 1g do pó da semente por xícara de água. SINONÍMIA: Alface-de-cão. frango. vitaminas B e C (257). folhas e inflorescência. com pelo menos 15cm de altura e 1. eliminando-se torrões e restos de plantas. coroa-de-monge. OUTRAS PROPRIEDADES: É utililizada como formicida (94). resultando na disseminação das sementes. antianêmica (68). colagoga (145). oco.200 sementes. diurética (257). hipocolesterolêmica. desobstruente das vísceras abdominais (283). recoberto por densa pubescência castanha.350kg de raízes frescas ou 220 a 297kg/ha de raízes secas (93). lactescente.73% de carboidratos 2. hepática. disposta em rácimos eretos. meristemas da cepa e divisão de touceiras. Faz-se a pré-germinação das sementes em uma bandeja com água. sudorífica. ovado-oblongos. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. fitosterol. dente-de-leão-dosjardins. soda e potassa (283). que cresce de 5 a 30cm em altura e cuja raiz pivotante amarelada pode atingir até 40cm. terminando com papilhos de pêlos brancos. espesso. taraxerol. Folhas pecioladas. em goles (215). Rizoma vertical. níquel. . depurativa. Indicada ainda para a epilepsia (215). com o caule flexuoso. deve-se eliminar o pendão floral. composta por três folíolos grandes. revestida por uma densa pilosidade ferrugínea.62% de matéria graxa (93). FITOLOGIA: Trepadeira de grande porte. É encontrada até 2. quartilho. sais minerais (notadamente potássio). Cresce subespontaneamente em todo Brasil. • Castração: para uma melhor produção de raízes. vegetando desde as regiões equatoriais até as subtropicais. PARTES UTILIZADAS: Rizoma.

6m. As folhas são curto-pecioladas. escarros hemoptóicos. SINONÍMIA: Óleo elétrico. • • • PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O extrato da raiz e o látex são vomitivos. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. sapatinho-de-judeu. colesterol. com nervura central saliente na face dorsal. • Suco: bater no liqüidificador 4 folhas. cuneadas na base. A decocção de toda a planta é eficiente contra a amenorréia (93). FAMÍLIA BOTÂNICA: Piperaceae. FORMAS DE USO: Utiliza-se externamente. vermiculita e/ou casca de arroz tostadas. ovadas. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato . varizes e verruga. enquanto que as estacas são enraizadas em areia. As folhas exalam aroma de noz-moscada. celulite. arteriosclerose. aperiente. muito ramificada. O látex. com a forma de um sapato. reumatismo. quase fistulosos e com poucas folhas. medindo até 7cm de comprimento por 4cm de largura. AGROLOGIA • Espaçamento: 0.59 fortificante dos nervos (215). icterícia. As flores são vermelhas. câncer. organo-mineral. picão. DOIS-AMORES NOME CIENTÍFICO: Pedilanthus tithymaloides Poit. FITOLOGIA: Subarbusto de caule e ramos nodosos. • Cultivada em jardins como planta ornamental. especialmente para coelhos. tez. Adubação: 2kg/planta de cama de aviário. palha seca. no centro. SOLO: Desenvolve-se melhor em solos humosos ou ricos em matéria orgânica. retém mais umidade e mantém estável a temperatura do solo. As estacas devem ser enraizadas em vermiculita ou casca de arroz tostada. alternas. as flores masculinas são numerosas e dispõem-se na circunferência e a feminina. obtusas ou recurvadas no ápice. • A planta é apícola. piorréia.5m. • Colheita: inicia um ano após o plantio. oblongas. TOXICOLOGIA: Por encerrar látex cáustico e tóxico. prevenção de derrames. pele. reunidas em cimeiras terminais densas. estimulante digestiva (128) e carminativa (271). O fruto é uma cápsula mais larga que comprida (9 x 7cm). cáustico enérgico e acre. cárie dentária (68). SOLO: A planta adapta-se a quase todos os tipos de solo. úlceras de mau caráter. porém não tolera os muito ácidos e encharcados. Tomar 1 cálice antes das refeições (aperiente) (257). sapatinhodo-diabo. Folhas alternas. água (1 copo) e gotas de limão (145). coriáceas. glabras. Os ramos são suculentos. Em regiões subtropicais o crescimento é muito lento. leves e férteis. obstipação. amareladas. • Propagação: sementes e estacas. truncada na base e no ápice. torradas e moídas. prisão de ventre (215). • As raízes. conforme a dose. Além disso. É esciófita. carnosas. 3-coca. dificulta o crescimento de plantas invasoras. o uso da planta deve ser feito sob orientação de um profissional habilitado OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é utilizada como cerca-viva e em renques. As sementes são ovóide-agudas. agudas ou acuminadas. • Plantio: agosto a setembro. biliares. Tipos de cobertura: casca de arroz. dispostas em espigas carnosas. oblongo-acuminadas. Plantio: primavera. O uso interno só deve ser feito mediante orientação médica. única. dão origem a um produto sucedâneo do café. com as nervuras proeminentes na face ventral. FITOLOGIA: Planta perene. Deixar macerar 10 dias. é calicida e anti-hemorrágico (93). • Mulching: é utilizada para evitar-se a contaminação das folhas basais com resíduos de solo. obesidade.5mm). porosos. • Vinho: 1 colher das de raízes em ½ copo de vinho tinto seco. SINONÍMIA: Dois-irmãos. ósseas. por aumentar a lactação e a qualidade do leite. • Adubação: 3kg/planta de húmus de minhoca e 100g/planta de fosfato natural. inclusas num grande invólucro bilobado vermelho até purpúreo. renais e vesicais. HABITAT: Espécie autóctone originária da Amazônia. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas.8 x 0. conhecido como "café de chicória". carneiros e vacas. • Salada: raízes e folhas novas podem ser consumidas cruas como estimulante da digestão. • Decocção: tomar 2 ou mais xícaras ao dia. acidose (242). e as sementes também são comestíveis. INDICAÇÕES: Utilizada para o tratamento de sífilis. astenia. ELIXIR-PAREGÓRICO NOME CIENTÍFICO: Piper calosum L. Utilizar estacas com cerca de 3 a 5mm de espessura e 20cm de comprimento. sapatinho-dos-jardins. lactescente. paludismo. • As flores fritas constituem um ótimo manjar. FORMAS DE USO • Macerado: deixar macerar por 1 dia 1 colher das de chá de raízes em 1 xícara das de chá de água. suculenta crescendo até 2m de altura. pequena. onduladas nas margens. Colheita: inicia a partir do quinto mês após o cultivo. flores e as raízes podem ser consumidas como hortaliça. Tomar 2 a 3 colheradas do suco ao dia (32). pequenas (1. • A planta também é forrageira. ácido úrico. INDICAÇÕES: Indicada ainda para o tratamento de doenças de pele (93). inteiras. sarda. afecções hepáticas (145). evita o adensamento do solo. Flores diminutas. CLIMA: Prefere regiões quentes e úmidas. gota. umedecidas intermitentemente através de nebulização. constipações.10 x 0. PARTES UTILIZADAS: Folhas. verrugas e para regenerar carne dilacerada. HABITAT: Planta subarbustiva perene autóctone do Brasil equatorial. A base das estacas deve ser raspada com faca para permitir uma maior absorção de água.0 a 1. plástico preto e outros materiais inertes. • Propagação: sementes e estacas dos ramos. A planta é xerófila e adapta-se bem a solos pobres. em abrigos cobertos com sombrite 70%. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. Tomar ½ xícara antes das refeições (desintoxicante hepático e depurativo). arbustiva.

ambaíba. piperetina. HABITAT: Planta arbórea perene autóctone. aperiente e antisséptica (271). As folhas são largas. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da cistite. uretrite. EMBAÚBA NOME CIENTÍFICO: Cecropia glaziouii Snethlage. inteiriços. As nervuras primárias e secundárias da face dorsal são avermelhadas. • Poda: através do corte apical da planta. picante. HABITAT: Espécie alóctone mediterrânea. SOLO: Adapta-se a quase todos os tipos de solo. semelhante ao figo. FITOLOGIA: Árvore perene de tronco reto. à guisa de asas. antileucorréica. ambaí.60 FITOQUÍMICA: Maticina. verrugas e chagas crônicas (145). contendo substrato organo-mineral. O látex. ⇒ ferver 2 folhas em 1 litro de água. tenras. imbaubão. ⇒ 1 folha nova. tolerando até os solos ácidos e argilosos. Embora seja de clima sul-mediterrânico. • Colheita: um ano após o plantio. medindo cerca de 4mm. atenuante. O suco da raiz é utilizado no tratamento de úlceras cancerosas (215). com cerca de 3cm de comprimento. fresca. É heliófita. de outubro a março. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. SOLO: Prefere solos francos. Estão dispostas em 4 a 8 umbelas com 15 a 40 raios desiguais. antiblenorrágica (32). divididas em 8 a 9 lobos unidos pelos dois terços a partir da base. coqueluche (257). com pelo menos 400ml de capacidade.20m de altura. FITOQUÍMICA: Glicosídeos (orientina). Tomar 3 xícaras ao dia (hipotensora e diurética). os masculinos são numerosos. imbaíba. ambaú. oco. ambati. é utilizado topicamente em úlceras gangrenosas e cancerosas. verrugas e úlceras gangrenosas (145). proantocianidinas (mono. pecioladas e se dilatam na base em uma ampla bainha.0. semelhante ao mamoeiro. A planta cresce melhor em solos aluviais. até 600m de altitude (182). • Produz fruto comestível. citral. incisivo. hemostáticas tópicas (9). de 30cm de diâmetro. Tomar um gole de hora em hora (32). glaucescente e apresenta o caule estriado de branco e verde. comestíveis. prostatite. funcho-bastardo. expectorante (145). obtém-se o perfilhamento da planta e a redução da sua estatura. • Plantio: ano todo. beira de estradas e capoeiras. quatro em cada uma das espatas. aparecendo também em pomares.5 a 7. antidiarréicas. anti-hipertensiva (235). arredondadas. divididas em lacínias filiformes. digestivas. A semeadura é feita em saquinhos plásticos ou recipientes perfurados. a face ventral é escabrosa e áspera e a dorsal alvo-tomentosa. Pode-se colher até 100% das folhas da árvore. oligo e poli catequinas). alcalóides e taninos (145). que é cáustico. ambaitinga. INDICAÇÕES: É ainda utilizada para o tratamento de bronquite. As flores amarelas possuem cinco pétalas inteiras recurvadas para o lado de dentro. Os receptáculos femininos são cilíndricos. SINONÍMIA: Aneto. flavonóides. suporta bem períodos de frio. antigripal e reguladora do ritmo cardíaco (215). • O tronco é utilizado como estiva de barcos. cólicas hepáticas (32). especialmente a Atlântica. baibeira. béquica nervosa. figueira-de-surinam. raiz. rouquidão e afecções da garganta (271). e com pH entre 6. As folhas são adstringentes. ENDRO NOME CIENTÍFICO: Anethum graveolens L. mirceno. árvore-da-preguiça. quando matura. Os frutos são mais largos que os do funcho (Foeniculum vulgare). visíveis com lente e. pau-de-lixa. que se reproduz precocemente em detrimento da produção de sementes. esgalhado. que medra em terrenos baldios e searas. CLIMA: A planta vegeta espontaneamente em regiões onde a temperatura média de verão é inferior a 20oC (182). antiblenorrágico e diurético (93). que são colhidas dos frutos. ibaíba. A raiz axial é delgada e as secundárias esbranquiçadas. safrol e taninos (9) PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O fruto é acre. • Pragas: as folhas da planta são freqüentemente atacadas por lagartas e formigas-cortadeiras. Solos muito argilosos dificultam as trocas gasosas e predispõem à doenças. CLIMA: Prefere o clima quente e úmido. estas externamente tomentosas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. caixeta. anúria. hepática. na face dorsal. bem drenados. em 2 xícaras de água. peltadas acima do centro. cobertos com leve tomento alvo. Apresenta 4 receptáculos femininos. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia (32). As folhas são 3-pinatisectas. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. . Cresce entre 12 a 15m de altura. jamborandina. MODO DE USO • Suco: ⇒ extrair o suco da raiz e diluir 1 colher das de sopa em 1 xícara de água. diurética. a parte livre é ovado-aguda. Tomar 3 vezes ao dia (distúrbios respiratórios e mal de Parkinson). é portanto. PARTES UTILIZADAS: Folhas. É cultivada no Brasil em jardins e hortas. mal de Parkinson (68) e diarréia. e medula branca. odontálgico. Ventos e chuvas fortes causam acamamento das planta. • Decocção: ⇒ 20g de raiz para 1 litro de água. A planta não suporta sombreamento. enquanto os arenosos facilitam à ocorrência de nematóides e deficiências nutricionais. um tanto sinuosos. antiasmática. oligúria. hipotensora. imbaúba. antihidrópica (68). Sobre sua superfície dispõe-se 3 costelas dorsais e duas marginais. Solos encharcados são prejudiciais. O fruto é um diaquênio com uma semente marrom. FITOLOGIA: Planta herbácea anual que atinge até 1. umbaúba. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cecropiaceae. antidiabética. • Uso tópico: pingar 5 gotas do látex em feridas. É glabra. torém. pastagens. Períodos de estiagem aceleram o ciclo da planta. férteis. levemente alcalinos e porosos. SINONÍMIA: Ambahú. vulnerária. sobretudo os úmidos. chavicina. ibaituga. heliófita. Bater em liqüidificador. É uma planta típica de matas ciliares úmidas. com estrias e nervos. cordiformes. pirrolina. cardiotônica (257). além de prejudicar a frutificação. diurética. • Propagação: sementes. OUTRAS PROPRIEDADES • A casca pode ser utilizada para curtir o couro e a madeira fornece matéria prima para o preparo de carvão (128). catarro nasal. estimulante do músculo cardíaco (271). frutos e brotos (uso interno) e látex (uso externo).

É indicado para o resfriado (294) OUTRAS PROPRIEDADES • As sementes possuem um odor agradável e forte. AGROLOGIA • Espaçamento :0. Quando ocorre sombreamento. melitéia. ânsia de vômito. ERVA-CIÁTICA NOME CIENTÍFICO: Ranunculus repens L. CLIMA: É de clima temperado. Abafar por 5 minutos e coar. com os ramos eretos. matérias nitrogenadas. SINONÍMIA: Erva-do-monge. mata-boi. diurética (144). flores e folhas. FORMAS DE USO: Cataplasma: folhas contusas. 1996). ATIVIDADE BIOLÓGICA: A planta apresentou atividade bactericida contra Salmonella typhymurium (Dal Magro. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. • Colheita: ocorre 4 a 5 meses após a semeadura. durante 5 minutos. doces. São utilizadas picadas nos molhos brancos. • Secagem: as sementes devem ser desidratadas à temperaturas nunca superior a 37oC (182). antidiarréica (271) e antisséptica. resfriado (294). • Cuidados gerais: em regiões de clima mais ameno. citronela-menor. melissa. não podendo ser usadas internamente. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. . Coar. Para o plantio em sementeiras. FORMAS DE USO • Decocção . FITOLOGIA: Planta vivaz. diretamente no campo ou em bandejas de isopor contendo substrato orgânico poroso. • Florescimento: ocorre aos 90 dias após a semeadura. INDICAÇÕES: Utilizada para o tratamento de cólicas. Evitar o plantio simultâneo e próximo de funcho. que cresce espontaneamente em áreas montanhosas e submontanhosas do sul e centro da Europa. a medida que a cor dos frutos declina para castanho.7m. melissaverdadeira. limonete. • Produção de sementes: outubro-novembro. sendo portanto necessária adubação orgânica no plantio e nitrogenada em cobertura. adoçar com mel e beber antes das refeições (digestivo) • Vinho: ferver em ¼ de litro de vinho tinto 1 colher das de café da semente do endro. FAMÍLIA BOTÂNICA: Ranunculaceae. Não tolera solos ácidos e compactados. dispende-se cerca de 1. rente ao solo. do tipo craspédio.ferver em ¼ de litro de água. insônia (128). lactogênica (294). As flores são amarelas com as sépalas abertas. ERVA-CIDREIRA NOME CIENTÍFICO: Melissa officinalis L. de setembro a dezembro. TOXICOLOGIA: As folhas são muito tóxicas. soluços. As sementes são colhidas através do corte das umbelas. podem provocar ferimentos em pessoas e animais. estomacal. aromática. Coar e tomar com suco de limão (soluços) ⇒ 2 colheres das de café de sementes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática. peixes e conservas de hortaliças..61 AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Em semeadura direta são necessários 6 a 7kg de sementes para o plantio de 1 hectare. sendo o médio mais comprido. • Ervas daninhas: manter a cultura livre de concorrência. tanino e carvona. antihemorroidária (93) e cicatrizante (271). PARTES UTILIZADAS: Sementes. Quando a luminosidade é plena. PARTES UTILIZADAS: Folhas. • Propagação: sementes. fendidos e denteados. depurativa. aperiente (257). • As folhas são mais anisadas e amaras. • Nutrição: a planta é nitrófila. O retardamento da colheita resulta em perda de princípios ativos e deiscência espontânea das sementes. resolutiva (93). HABITAT: Espécie alóctone.3m. aerofagia e meteorismo. 1996).12kg de sementes (182). Fruto aquênio.5 x 0. ranúnculo-rasteiro. As folhas são 3-sectas com os segmentos peciolados. liso nas faces. pois ocorre cruzamento interespecífico. a planta apresenta-se prostrada. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa. antiemética. saladas e pepinos em conservas. FARMACOLOGIA: A planta mostrou forte atividade antiinflamatória em ratos (Dal Magro. • Plantio: deve ser feito no início da primavera. • Florescimento: agosto a setembro. a planta pode se tornar infestante. • Tutoramento: em regiões onde são comuns ventos fortes. mucilagem. digestiva. SINONÍMIA: Chá-da-frança. um pedaço de canela e uma colher das de café de folha de eucalipto. pubescente ou hirsuta. utilizadas como condimento e na preparação de licores. • Propagação: sementes. FITOQUÍMICA: Óleo essencial. ou de aluvião. É subespontânea no sul do Brasil. estimulante. Os frutos. com estolhos rastejantes e compridos. durante 5 minutos: ⇒ 1 colher das de café de sementes. antiespasmódica.5 a 1. citado por CECHINEL et al. as plantas devem ser tutoradas verticalmente com varas de bambu com 1. • Plantio: maio a junho. • Rendimento: 500 a 700kg/ha (163).3 x 0. aplicadas topicamente sobre as articulações (215). É heliófita. melissa-romana. mas adapta-se ao subtropical ameno. por ser muito prolífera. As sementes contém cerca de 3 a 4% de óleo essencial (163). a planta assume uma arquitetura tipo moita. A semeadura pode ser feita diretamente a campo ou em badejas de isopor contendo substrato organomineral. SOLO: Prefere solos arenosos e humosos. A colheita de sementes em períodos chuvosos diminui sua qualidade fitoquímica e a conservação. hiperacidez estomacal.25m. resina. ervacidreira-verdadeira. HABITAT: Originária das regiões boreais temperadas. citado por CECHINEL et al. Coar e tomar 1 xícara das de chá antes de cada amamentação (para favorecer a lactação e contra gases intestinais) ⇒ 1 colher das de sopa de sementes (para ânsia de vômito) ⇒ 4 colheres das de café de sementes. fresco e pouco picante. Semeia-se no outono. cidrilha. por serem contundentes. hipnótica. disposto em glomérulos radialmente espinhosos e pontiagudos.

1%. pericardite. dores nos olhos. HABITAT: Espécie autóctone. icterícia. • Propagação: divisão de rizomas. Insolações excessivas torna a planta raquítica. mas varia entre 30 a 60cm de altura e 40 a 60cm de diâmetro de moita. adpresso-pilósulas. debilidade geral. fígado e intestino (32). inicialmente. e depois glabrascentes. ovais. com 8 a 12cm de comprimento. persicária-mordaz. pimenta-do-brejo. capetiçoba. limoneno. com flores pequenas (2 a 3mm de comprimento). drenados. Locais muito sombreados reduzem o aroma das folhas. tanino. persicária-do-brasil. O transplante é feito quando as mudas apresentam 10 a 15cm de altura. erva-pulgueira. as folhas podem apresentar um aroma semelhante ao percevejo (283). especialmente na região sul do Brasil. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. FAMÍLIA BOTÂNICA: Polygonaceae. Folhas grandes. digestiva. Ocorre até 1. capiçoba. cataia. • Folhas frescas: aplicar sobre os olhos. A planta é exigente em umidade no solo e devido a isso. lanceoladas pecioladas. citronelol. com folhas pequenas. Aplicar 5g/m2 de uréia aos 40 dias após o transplante. ramificado. atenuadas nas duas extremidades. Cresce espontaneamente em locais sombrios e úmidos. em saquinhos plásticos ou recipientes perfurados contendo substrato organo-mineral. na primavera até início do verão. cefalalgias.20m. brilhante. odontalgias. onde é cultivada. • Plantio: outono. antinevrálgica. afecções gástricas. estimulante. além de haver um declínio no aroma das folhas. As folhas são de um verde intenso na face ventral e verde-claras na face dorsal. hipocondria. A planta fresca tem 0. OUTRAS PROPRIEDADES • Melífera. de caule ascendente. O plantio dos rizomas pode ser feito diretamente a campo. valas de drenagem. sementes e estacas dos ramos. Folhas alternas. citronelal (30 a 40%) (280). • Suco: mistura-se um pouco de sal às folhas contusas (caxumba) • Cataplasma: aplica-se sobre o ventre. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. em diarréias (224). capitiçoba. má circulação sangüínea. As flores são brancas. desenvolvendo-se bem em água fria (199) . cordial. hermafroditas. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo citral (20 a 30%). cerdosas na parte superior e glabrascentes quando velhas. sedativa. Ventos frios e geadas são deletérias à planta. diarréia de sangue. à beira de riachos e lagoas. O caule dispõem-se em tufo. carenado-serreadas. persicária. verde-claras. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (283). quando a propagação é feita por sementes e setembro. 0. pimenta-d’água. catala. ramificado a partir da base. Quando colhida após o florescimento da planta. A segunda colheita ocorre 45 dias após a primeira.200m de altitude (383). petincobe.000m de altitude (96).80 x 0. linalol e geraniol. SOLO: Prefere solos férteis. tosse. lineares ou subfiliformes. catária. Cresce espontaneamente em áreas uliginosas.62 norte da África e Ásia. para dores de estômago. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. peninervadas. Cresce até 1m de altura. arrotos. delgado (3 a 4mm de espessura). epilepsia. espasmolítico e bactericida (280). pecíolo com 3 a 5mm. histerismo. nervuras salientes. porém obtém-se um maior índice de pegamento e mudas de maior qualidade produzido-as em ambiente sombreado (sombrite 50 a 70%). SINONÍMIA: Acataia. clorogênico (257). A folha apresenta um forte sabor apimentado. rizomatosa e vivaz. negra. ⇒ 1 xícara das de cafezinho de folhas verdes picadas para ½ litro de água. períodos de estiagem causam amarelecimento e redução no tamanho das folhas. a planta emana um suave e agradável perfume de limão. reticulada dorsalmente. revestida pelo perigônio (199). • Pragas: deve-se proceder o controle às formigas. antidispéptica (93) e hipotensora. tônica dos nervos. O sabor é adocicado e um pouco amargo.014 a 0. • Renovação da cultura: após o terceiro ano. com pecíolo invaginante. Tomar 1 xícara das de chá 4 vezes ao dia (257). O fruto é uma núcula triangular-globosa. Embora não seja planta esciófita. antiespasmódica. pálidas e arroxeadas. caxumba. . eretas. palpitação do coração. • Florescimento: não se constatou o florescimento desta espécie no Litoral Catarinense. apiculada. enxaquecas. subsésseis. Já está completamente adaptada ao Brasil. pensicáriaurente. estomáquica. menos a raiz. É heliófita. cresce melhor à meia-sombra. paralisia. de coloração verde-avermelhado e glabro. • Colheita: quatro a cinco meses após o plantio. resfriado. quando é vegetativa. É encontrada até 1. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de estrume de gado. cãibras intestinais. desmaios. gastralgia. insônia. capetiçoba. opostas. áreas paludosas rasas. • Rendimento: 10 a 15t/ha de parte aérea ou cerca de 1. • Quando jovem.800kg/ha de folhas desidratadas (182). • Aromatizante em culinária (saladas de hortaliças e frutas. INDICAÇÕES: Usada no tratamento de feridas. ricos em matéria orgânica. FARMACOLOGIA: O citral e o citronelal tem efeito sedativo. O extrato cru das folhas apresenta atividade antiviral. várzeas úmidas e sujeitas à inundação. potincoba. Possui ócreas de 12 a 16mm de altura. de secção quadrangular. sendo que o teor de cinzas varia de 10 a 12% (96). CLIMA: É de clima temperado. succínico e resinas. radicante nos nós. Inflorescência terminal e axilar. do continente americano. ácidos caféico. CLIMA: É planta típica de climas temperados. onde a temperatura gira em torno de 20oC. ERVA-DE-BICHO NOME CIENTÍFICO: Polygonum hydropiper Michaux. fistuloso.15% de óleo essencial e as folhas secas. omelete e molhos) e no preparo de licores. vertigem (32) e catarros crônicos (93). • Lavagens intestinais com o infuso (tenesmo e diarréia de sangue) • Bochechos: dores de dente. profundos. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 25 a 50g de folhas por litro de água. problemas nervosos (257). PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. ereto. caataiá. Seu crescimento é variável conforme às condições de solo e luminosidade. para inflamações. pimenta-aquática. emenagoga (283). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Calmante. com perigônio 5-partido formado por tépalas branco-esverdeadas. de textura média e com bom teor de umidade. tenesmo. pineno. artralgia. carminativa. composto ou húmus de minhoca. tipo espigas gêmeas ou subracemosas. estreito-lanceoladas.

antialérgica. • Decocção: ferver por 10 minutos 100g de planta seca em 2 litros de água. As folhas são verdes. com base e ápice acuminados. o crescimento da planta deve ser contido através de podas regulares e capinação das plantas guachas. diurética. • Utilizada na indústria da cana para refinar e condensar o açúcar (257). • Infusão ⇒ 3 colheres das de sopa da planta fresca em 1 litro de água. ⇒ 50g de erva seca em 1 litro de água. brilhante. enterite e indigestão. As folhas consumidas pelo gado conferem um sabor desagradável ao leite (257). por algumas horas (257). FITOQUÍMICA: Quercitina. estrangúria. A semeadura pode ser feita diretamente a campo. anti-reumática (257). mas não encharcados. taninos. • Propagação: sementes. • Clíster: 20g para 1 litro de água (hemorróida e congestões cerebrais) (32). • Florescimento: primavera e verão. coar e fazer ablução anal por 30 minutos. alternas. com 3 a 4cm de comprimento. persicariol. necessitando de cobertura dos rebentos para reduzir a radiação e a temperatura. vaso-constritora e depurativa. ⇒ 3 colheres das de sopa da erva em ½ litro de água. FITOLOGIA: Planta herbácea. as mudas desidratam-se muito rapidamente. ácidos gálico. massageando levemente. edemas. • Propagação: sementes. litíase. crescendo em terrenos úmidos. emenagoga (271). varizes. antiartrítica. Deve ser feita em pleno florescimento. anual. • Florescimento: o ano todo. quando maturo. ramificado. PARTES UTILIZADAS: Folhas. antocianinas. ou em terrenos com uma pequena lâmina de água. A semeadura pode ser feita diretamente a campo. Inflorescência racimosa espiciforme. glabro. Esfriar. róseo ou avermelhado. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é melífera. Também conhecida pelos nomes populares de Polygonum hydropiper. luteolina. antidiarréica sangüínea. O fruto é uma núcula lenticular. • Espaçamento: 0. a partir de setembro.30m. a lanço. com manchas avermelhadas ou castanhas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. acético. Embeber em gaze e aplicar sobre o ferimento. hemostática. finamente alveolado e de coloração ocre. AGROLOGIA • Ambiente: a planta deve ser cultivada em áreas úmidas. compacta. Tomar 3 xícaras das de chá ao . Tolera os solos ácidos. glicosídeo. antiblenorrágica. menopausa. a lanço. erisipela (257). Esfriar e aplicar topicamente em reumatismo e ferida (145). antitérmica. com os nós proeminentes. como cicatrizante. Por ser uma planta higrófita. ferver e deixar esfriar. • Colheita: ocorre 1. liso. fragilidade capilar. Deve ser feita em pleno florescimento. homeotensora vascular. iso-hametina. Fazer ablução da região anal várias vezes ao dia. SOLO: Prefere solos úmidos. estimulante. • Plantio: ano todo. saponinas. elíptico-alongadas.5 mês após o plantio. em infusão. PARTES UTILIZADAS: Folhas e ramos. de úmidos à encharcados.63 SOLO: Prefere solos argilo-arenosos. e atroavermelhada. esparsas. adstringente. antisséptica. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (145). Ferver por 5 minutos. sífilis (32). de textura crustácea. cilíndrica. • Colheita: ocorre 1 mês após o plantio. Por ser uma planta higrófita. em infusão. medindo cerca de 2mm de comprimento. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antidisentérica. afecções renais. TOXICOLOGIA: A planta é abortiva e contra-indicada para mulheres em menstruação. glabro. vermicida. compostos fenólicos. antraquinonas. estimulante. necessitando de cobertura dos rebentos para reduzir a radiação e a temperatura. simples. Caule ereto. • Infusão ⇒ 3 colheres das de sopa da planta fresca em 1 litro de água. anti-hemorroidária (283). retenções de urina (283). rebentos do rizoma e estacas do caule. formadas por 5 tépalas. ou reumatismo. Repetir 3 vezes ao dia (257). cicatrizante. cilíndrico. rebentos do rizoma e estacas do caule. aerados e humosos. ⇒ 10g para 1 litro de água. Para erisipela utilizar 30g para 1 litro de água. a partir de setembro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: vulnerária e odontálgica (242). • Podas: devido à sua alta prolificidade. SINONÍMIA: Persicária-de-pé-vermelho. butírico (257). CLIMA: É de clima temperado quente. FAMÍLIA BOTÂNICA: Polygonaceae.30 x 0.30m. colerética. medindo 40 a 60cm de altura. As flores são rosadas. flores e ramos. INDICAÇÕES: Utilizada nos casos de paralisia e congestão cerebral (242). congestões cerebrais. liso. antiinflamatória (145). quando imaturo. o crescimento da planta deve ser contido através de podas regulares e capinação das plantas guachas. revulsiva. adaptando-se também ao subtropical. malônico e poligônico. ⇒ 10g de erva em ½ litro de água. quase sésseis. • Compressa: ⇒ 3 colheres das de sopa da planta seca em ½ litro de água quente. as mudas desidratam-se muito rapidamente. ERVA-DE-BICHO NOME CIENTÍFICO: Polygonum persicaria L. úlceras. Adstringente. ornado na base com ócreas ciliadas e membranosas com 1.30 x 0. disenteria bacteriana (145). HABITAT: Espécie originária da Europa e subespontânea no Brasil. FORMAS DE USO • Geral: 30g/dia. medindo 10 a 14cm de comprimento por 3cm de largura. diarréias sangüineas (93). rutina. Tomar 3 xícaras das de chá ao ⇒ dia (257). cumarina (145) e nitrato de potássio (128). • Podas: devido à sua alta prolificidade. Tomar 1 a 2 xícaras ao dia (32). FORMAS DE USO • Geral: 30g/dia. INDICAÇÕES: Útil também para o tratamento de febres malignas. principalmente antes e após à evacuação. persicarina.5 a 2cm de comprimento.

O suco fresco das folhas combate cálculos urinários. afecções da pele. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anticatarral. mas principalmente árvores de pomares de Citrus. • Cataplasmas: folhas frescas. ⇒ 10g para 1 litro de água. feridas. • Propagação: sementes. principalmente antes e após à evacuação. CLIMA: É de clima subtropical. pubescentes. antilítica. O Estado de Santa Catarina é o limite austral de sua ocorrência (334). diretamente em canteiros. medindo 40 a 80cm de altura. ovaladas. béquica (257). Ramos subcilíndricos. É feita no início do florescimento. • Polinização: entomófila • Colheita: inicia a partir do segundo ano após o início do parasitismo. língua-de-vaca. • Frutificação: verão e outono. paniculadas. Flores amarelo-esverdeadas. gripes fortes e intermitentes. Porém cresce mais abundantemente e vigorosamente em solos revolvidos. parasita. Decocção: ferver por 10 minutos 100g de planta seca em 2 litros de água. suaçu-caá. Clíster: 20g para 1 litro de água (hemorróida e congestões cerebrais) (32). adaptando-se ao subtropical. suculenta. Compressa: ⇒ 3 colheres das de sopa da planta seca em ½ litro de água quente. pneumonia. para facilitar a germinação. numerosos. lisos. erva-grossa. capoeiras e pastagens da área de mata pluvial da Encosta Atlântica. lisa. e as superiores alternas. anti-sifilítica (68). HABITAT: Espécie autóctone. anticancerígena (271). As sementes podem ser semeadas em sulcos. medindo 3 a 5cm comprimento por 2 a 3cm de largura. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (145). úlceras externas (215). Pecíolo com 0. medindo até 1cm de comprimento. frieiras e distúrbios da idade crítica (271). Esfriar e aplicar topicamente em reumatismo e ferida (145). Hospedeiros preferenciais: Citrus. Para erisipela utilizar 30g para 1 litro de água. utilizam-se as raízes para febres e como adstringente e tônico. tônica.64 ⇒ dia (257). ERVA-DE-COLÉGIO NOME CIENTÍFICO: Elephantopus mollis H. com pétalas espatuladas. ricos em matéria orgânica e úmidos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante. • Colheita: 3 meses após o plantio. As folhas consumidas pelo gado conferem um sabor desagradável ao leite (257). purpúrea. Folhas alternas ou opostas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Loranthaceae. medindo 2mm de diâmetro. Tomar 1 a 2 xícaras ao dia (32). como cicatrizante (68).4m. erva-do-diabo. terrenos abandonados. trepadores. perene. O fruto é uma pseudobaga ovóide ou elipsóide. Cresce espontaneamente em bosques.7 a 1. antiasmática e anti-hipotensora (215). ereto-divaricadas. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. saçóia. Repetir 3 vezes ao dia (257). suçauaiá.K. pé-de-elefante. CLIMA: É de clima tropical. Os haustórios são estruturas rizomórficas que penetram no tecido do hospedeiro para retirar a seiva elaborada. massageando levemente. béquica e resolutiva (242). caquizeiros. ingazeiros. no segundo ano do ciclo. var. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta parasita. sutilmente nervadas. catarros pulmonares. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. SOLO: Pouco exigente quanto aos tipos de solo e o grau de fertilidade. antireumática. . • Suco: utilizam-se as folhas para cálculos urinários. emitindo raízes adventícias que se prendem na planta hospedeira e lançam novos rebentos vegetativos ou reprodutivos. As flores aduzem coloração violácea a azul-claro. flexuosos. Ocorre parasitando árvores expostas. glabra. emoliente. adstringente. ⇒ 50g de erva seca em 1 litro de água. FORMAS DE USO • Infusão e decocção: utilizam-se as folhas para afecções respiratórias e reumatismo. protegidos por brácteas foliáceas grandes. ⇒ 10g de erva em ½ litro de água. com base cuneiforme e ápice arredondado. INDICAÇÕES: Indicada para bronquite. suaçúcaá. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. vulnerária. encontrada na mata pluvial atlântica. cardiotônica. as sementes ou mudas devem ser implantadas sobre ramos jovens de árvores.. feridas (68) e elefantíase (242). joão-bolão. ou reumatismo. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. febrífuga.4 x 0. fumo-da-mata. antidiabética. As folhas são sésseis. • Florescimento: dezembro a abril. medindo 12 a 25cm. Externamente. A raiz é utilizada para o tratamento de febres astênicas (57 e 211). suçuaia. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. picadas. caule pubescente. As sementes podem ser germinadas em alginato hidratado. fumobravo. Inflorescência corimbiforme. Indicada para abrandar o calor da menopausa (271). coar e fazer ablução anal por 30 minutos. SINONÍMIA: Erva-de-veado. afecções uterinas. finos. reunindo capítulos sésseis. • Plantio: abril e outubro. Para facilitar o parasitismo. Ferver por 5 minutos. ferver e deixar esfriar. por algumas horas (257). sossoia. Após. polyrhizus. INDICAÇÕES: Bronquite. Fazer ablução da região anal várias vezes ao dia. Inflorescências terminais. FITOLOGIA: Planta herbácea. Após a germinação. como cicatrizante. o ramo deve ser raspado com uma faca para expor o tecido vivo. coqueluche (257). sudorífica. úlceras. • TOXICOLOGIA: A planta é abortiva e contra-indicada para mulheres em menstruação. com flores em tríades que se dispõe em pares. heliófita ou esciófita. verdes. durante 2 minutos. • Florescimento: primavera-verão. • • ERVA-DE-PASSARINHO NOME CIENTÍFICO: Struthanthus polyrhizus Mart. suçaiá. Devem ser tratadas com ácido clorídrico 1N.0mm. as basais enrosetadas. ⇒ 3 colheres das de sopa da erva em ½ litro de água. Esfriar. podendo ser até quase branca. hemostática. diurética. • Propagação: sementes. lavar em água corrente e deixar secar.B. subcoriáceas. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. sob luz difusa. Embeber em gaze e aplicar sobre o ferimento. as plântulas são afixadas no ramo hospedeiro com fita crepe ou similar. suaçuaia.

A estaquia é feita ao final do inverno e início da primavera. verdepálido. menstruço.10m de altura. Frutos tipo aquênio. formada por numerosas flores brancas. sudorífica. antiespasmódica. vainilina (139) e alcalóides (Smolenski. histamina. encanoadas. diurética (258).5 x 1. anserina-vermífuga. erva-vomiqueira. mata-cobra. pinocarvona. muito ramificado. sobretudo do México. mastruço. pectina. safrole.0 a 2. ascendente. Inflorescência racimosa espiciforme solitária. hortas e jardins. cólicas. Apresenta folhas lisas. ovaladas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O óleo essencial da planta está incluído na farmacopéia da Espanha. mentrasto. mata-cabra. matruz. arenosos. O fruto é um utrículo globular. ácidos butírico e salicílico (257). eucaliptol. cicatrizante. antipalúdica. localizada nas das folhas superiores à guisa de uma longa panícula. gastralgias (18) e para lavagem de feridas e úlceras (215). • Propagação: sementes e estaquia. estimulante (242). Outro princípio ativo importante é o anetol (éster fenólico) (Sousa Brito apud 130). INDICAÇÕES: As folhas são utilizadas em cataplasma em qualquer tumor. erva-das-cobras. antigripal. salicilato de metila. glicol. erva-ambrosia. palpitações do coração. uma planta nitrófila. béquica (215) e anticancerígena (271). kaempferol rhamnosídeo. carnes e ensopados. O uso de nitrato de potássio a 0. ambrósia. dores de estômago. ésteres. cineol. caacica. ERVA-DE-SANTA-MARIA NOME CIENTÍFICO: Chenopodium ambrosioides L. contendo ácidos graxos. com sal. As folhas menores reúnem em fascículos axilares. vermífuga (Ascaris e Oxyuris). no verão. lombrigueira. trevo-de-santa-luzia. OUTRAS PROPRIEDADES: É utilizada para aromatizar o chimarrão. taninos. erva-do-méxico. superiores). béquica (167). antiespasmódica. chá-do-méxico. emoliente (120). canforáceas e amargas. apresenta maior teor de ascaridol. p-cimol. de caule ereto. tremor da vista. mentrei. corrimento vaginal. FITOLOGIA: Planta subarbustiva anual ou vivaz. purgante. anticancerosa. antisséptica tópica (261). contusões (258).65 ERVA-SANTA NOME CIENTÍFICO: Aloysia gratissima (Gill. diaforética. infecções pulmonares. balsâmica. ambrosina. geminadas ou em panículas terminais. cineol. mentraz. canudo. hidrocarbonetos sesquiterpênicos (52). membranoso. dimetilsulfóxido. cânfora. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene que cresce cerca de 2. Tolera solos halógenos (209). FITOQUÍMICA: Óleo essencial (1. ácidos orgânicos. chenopodium saponina A. 1% nas sementes). fenóis. • Colheita: inicia a partir do segundo ano. má circulação do sangue. Ocorre até 2. β-pineno.5% de óleo essencial e 64. ácidos e compactos. sulcado longitudinalmente por sulcos rasos e verdes. carminativa (179). e as sumidades apresentam aroma desagradável. erva-embrósia. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de resfriados. O cozimento das folhas.3m.5% de ascaridol (154). quenopodina. 3-0-glicosídeo de quercitina. sedativa. (351) e tuberculose (32). Portugal. digestiva. • Plantio: outubro a dezembro. erva-mata-pulgas. peitoral. sobretudo no verão. que causa prejuízos à produção de folhas e sementes. PARTES UTILIZADAS: Folhas. • Plantio: agosto a setembro. sais minerais (313). mastruz. eupéptica (130). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. PARTES UTILIZADAS: Folhas. As folhas são alternas. contendo ascaridol (principalmente nas sementes). fortemente aromáticas. opostas. erva-de-bicho. anti-reumática. Inflorescência em glomérulo de flores muito pequenas verdeamareladas. • Germinação: 82 a 97%. uzaidela. erva-das-lombrigas. lisas.5 x 0. A semeadura pode ser feita diretamente em sulcos de canteiros ou em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. erva-formiga. pequenas e com suave perfume balsâmico. carveno (46%). ambrosídeo. methadieno. A planta é usada como estomáquica. com pubescência rala e curta. Cresce espontaneamente em áreas de aluvião de rios. δ-terpineol. equimoses. Não se adapta a solos muito úmidos. com até 1. vulnerária. linomeno. N-heptacosano. medindo 3 a 9cm de comprimento por 1 a 4cm de largura. charcos e subespontaneamente em lavouras. FAMÍLIA BOTÂNICA: Chenopodiaceae. N-hentriacontano. México. A planta contém 1. contendo substrato organo-mineral. verde ou púrpura. que são extremamente numerosas na planta. erva-mata-pulga. apud 18). SOLO: A planta vegeta subespontaneamente em solos férteis e/ou ricos em matéria orgânica. • Florescimento: verão. N-docosano. distúrbios renais. betaína. A semeadura pode ser feita em bandejas de isopor de células grandes. ambrosioides. et Hook) Troncoso. cravinho-do-mato. p-cimeno (179). anticancerígena (271). pretas e lustrosas. dispepsias. var. • Doenças: A planta é susceptível à Cercospora sp. antinevrálgica (215) e anti-hemorroidária (9). • Colheita: novembro a janeiro..3 a 0. ervapomba-rola. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. iso-hametina (209). muito olorosa. denteadas. antigripal. Noctacosano. FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae.760m de altitude (179). É. hidrocarbonetos. Quando colhida no estádio de frutos. • Reprodução: via sementes. erva-pomba-rota. Itália e Turquia (255). antiinflamatória. desincha pernas gotosas (164). espasmos musculares. álcoois. afecções discrósicas do aparelho digestivo (242). brilhantes. cetonas. aromática. ambrosia. quenopódio. intercalados por faixas esbranquiçadas ou rosadas. oblongo-lanceoladas. erva-vomigueira. ramoso-subespinescente. sumidades florais e frutos. afecções da pele. antifúngica (353). antiasmática. pecioladas (as da base) e sésseis e glandulosas (folhas . As folhas são pronunciadamente aromáticas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica. erva-lombrigueira.2% e alternância de temperaturas (20 a 30 oC) maximiza o índice de germinação das sementes (353). chenopodosídeos A e B. chá-da-espanha. xerofíticos e subxerofíticos (87). SINONÍMIA: Ambrisina. santonina.5% nas folhas. e glandulífera na face dorsal. HABITAT: Espécie autóctone das regiões tropicais da América. pacote.5m.5m. tônica (283). erva-formigueira. portanto. Argentina. glabro. limoneno. com os bordos mais ou menos sinuosos. É utilizada também para o tratamento de angina. ambrósia-do-méxico. • Florescimento: fevereiro a maio. As sementes são diminutas. Índia. terpenos. mentruz.79%). antiulcerosa. Se adapta bem em terrenos argilosos. apazote. glandular-pubescente. mentrusto. cravinho-do-campo. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais (0. ambrosia-doméxico. amebicida. erva-santa. chá-dosjesuítas. insônia (68). aritasona. terrenos baldios.

30m. Somente crianças acima de 5 anos poderão receber o produto. quercitina e glicosídeo . INDICAÇÕES: Usada em contusões. durante 3 dias seguidos (vermífugo). glabro ou levemente piloso. lineares ou. vômitos. lavouras abandonadas. béquica e odontálgica (215). A semeadura pode ser feita diretamente a campo. • Tanto as folhas quanto as flores são insetífugas (pulgas e percevejos). Tomar 1 gole de hora em hora. espiga-de-ouro.FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. Apresenta atividade antifúngica (208) e antibacteriana contra Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus (358).075mg/kg. As folhas são numerosas. • Propagação: sementes e estolhos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Apresenta as mesmas propriedades da Arnica montana. 366). nas doses de 240 a 420mg/kg de peso vivo. depressão do sistema nervoso. rabo-de-rojão. usadas como temperos e em guisados e sopas (240). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Com o uso das folhas pulverizadas. Aplicar o cataplasma sobre a afecção e enfaixar. tem atividade antiparasitária. administrado em dose única (1. cãibras (9). Tomar 1 xícara das de chá em intervalos de 6 horas (257) . É abortiva e contra-indicada para menores de 2 anos (258). antimalárica (415). A dose letal de ascaridol em ratos é de 0.000 partes de água. apud 120). chilensis . macela-miúda. . sapé-macho. ⇒ 10g de folhas em 1 litro de água. ascendentes. • Sumo: Obter 2 a 4 colheres das de sopa do sumo das folhas e misturar a 1 xícara das de chá de leite. a variação do conteúdo de metabólitos secundários e a variabilidade genética da espécie dificulta a padronização dos tratamentos clínicos. capoeiras. Induz lesões hepáticas. Compostos existentes na planta inibem o desenvolvimento de fungos de solo e de insetos como a Scrobipalpula absoluta (traça do tomateiro) e Spodoptera frugiperda (lagarta do cartucho do milho) (209). varizes. prostração e até a morte. varizes (215). em adultos. Pode produzir efeitos tóxicos por acumulação (255. com 20 a 30 flores tubulosas e amarelas. Tomar 1 copo de suco por dia. adaptando-se até aos compactados. doenças. glabras. FORMAS DE USO • Cataplasma: misturar 1 xícara (tipo cafezinho) de vinagre e uma colher (tipo sopa) de sal e amassar a planta nesta mistura até obter uma papa. frieiras. Após. agudas. ou até mesmo colocar a planta seca sob colchões. anti-hemorrágica (271). Amarga. Tem sido observada uma ação carcinogênica da planta em ratas (201). as externas pequenas e lanceoladas. Brácteas firmes. lineares. em doses elevadas. estomáquica (257). ancilostomose e picada de animais peçonhentos. Papo brancacento. Pode-se obter a essência através de destilação. sobretudo para áscaris e ancilostomas (45. abluções e banhos. nervosas e indigestões (215). no final do verão. as inferiores. • Óleo essencial: diluir 1ml do óleo da planta em 30ml de óleo de castor. É heliófita. com 10 a 15 lígulas de formato similar. apud 120) O ascaridol pode resultar. de 5 a 8cm de comprimento e 6 a 12mm de largura. estimulante respiratória (122). em áreas rurais. Utilizada também para o tratamento da doença conhecida como dança-de-são-guido (283). HABITAT: Espécie autóctone do sul do Brasil. SOLO: A planta se adapta à maioria dos solos do sul do Brasil. O óleo essencial da planta pode causar náuseas. lençóis e travesseiros. As panículas atingem 20 a 30cm. pobres e ácidos.. presente na planta. • Infusão: ⇒ Adicionar 1 xícara (tipo cafezinho) da planta fresca com sementes em 1/2 litro de água. SINONÍMIA: Arnica. • Suco: misturar 1 copo da planta picada. O uso interno deve ser orientado por profissional da área. transtornos visuais. • Florescimento: março a abril. levemente aromática. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. glabras. esmagado e adicionado de água quente (infuso). A essência pode ser utilizada na proporção de 1 a 3 partes para 1. tosse convulsiva e derrame interno de sangue (271). sublenhoso. hemorragia interna.5ml por via oral). erva-lanceta. As espigas são comestíveis. em 2 copos de leite e bater no liqüidificador. podendo causar a morte. Sementes podem induzir tumores no estômago (Kapadia et al. as superiores gradativamente menores em direção à base. arnica-do-brasil. taquicardia. traumatismo (257). O caule é simples. É costume. antiespasmódica (209). feridas. TOXICOLOGIA: Em alta dose é extremamente tóxica. em capítulos densos. FITOLOGIA: Planta herbácea.2m de altura.4 x 0. • Plantio: primavera. varrer os cômodos da casa com vassoura feita de ramos da planta.80 a 1. 330). lanceta. arnicasilvestre. antireumática. tomar óleo de rícino para facilitar a expulsão dos vermes (32). Fruto aquênio de 1mm. anti-helmíntica. de ossos e glomerulares de caráter reversível em suínos (Melito et al. 136). 3-metoxibelzaldeído e acetofenona (Torres. paralisia. O produto macerado pode ser usado na forma de compressas. sésseis.que atua reduzindo a fragilidade dos vasos sangüíneos (257). glabro. antiinflamatória. traumatismos ósseos. não se verificou qualquer efeito antiparasiticida (214). Medra espontaneamente em áreas de roça. com sementes. arnica-brasileira. mostra-se eficaz na erradicação de diversas parasitoses intestinais (88). FITOQUÍMICA: As folhas contém flavonóides (Costa. Não obstante. FARMACOLOGIA: Atividades antiulcerosa (66. em sulcos. à beira de estradas e em campos nativos. inteiras ou pouco denteadas. pruridos. fraqueza das articulações. • Colheita: 4 a 5 meses após o plantio. O uso do óleo extraído por arraste de vapor. devido a parada respiratória (165) OUTRAS PROPRIEDADES • Na Colômbia as folhas são usadas como condimento.. surdez. Tomar 1 vez ao dia. doenças do estômago (242). marcela-miúda. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O ascaridol. não flexuoso. vulnerária. preferindo temperaturas amenas. citado por 209) e as raízes diterpenos com esqueleto labdâmico e clerodânico. CLIMA: É uma espécie subtropical. O produto é triturado. tomar 3 xícaras ao dia (283). Pedicelos de 2 a 4mm. A decocção das folhas produz um inseticida natural. apud 209). • • ERVA-LANCETA NOME CIENTÍFICO: Solidago chilensis Meyen var. problemas cardíacos e respiratórios. anual. Crianças devem tomar metade da dose (258). em cefalalgia. como inseticida (32). cilíndrico. lesões hepáticas e renais.66 úlceras (120). ⇒ 20 a 30g da planta verde em 1litro de água. inverso-lanceoladas. antitumoral e antiviral (120). de 0.

marteno. dispostas em panículas terminais de aspecto difuso. coberta por um arilo branco. FITOQUÍMICA: Boerhavina. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Flores muito pequenas. pentâmeras. SOLO: Os solos profundos. simples. areno-argilosos. potássio. humosos. perene. var. apresentando estrias longitudinais que a diferenciam das outras espécies do gênero. levemente amarga. tapar e deixar esfriar. originária da América tropical. Os ramos crescem de 50 a 70cm de comprimento. arenosos e pedregosos. SOLO: Desenvolve-se bem em solos pobres. 7 ou 9). com 20 a 25cm de comprimento. ovóide. hepatite. tangaracá. Raízes fortes e numerosas. Isolar a alporquia com um filme plástico e amarrar as extremidades com barbante. peninérveas. limãozinho. diffusa. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul.4 x 0. avermelhadas. fosco. cálculo biliar. extrato líquido e tintura. Caule sublenhoso na parte inferior e herbáceo nas partes jovens. nas axilas das folhas. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. alternas. glabras ou pouco pubescente. ilhas. Semente elipsóide. diclamídeas. afecções hepáticas (283). O fruto é uma baga pequena. persistentes. congestão hepática. icterícia (32). espinho-de-deus. cistite. maiteno. sésseis. substâncias pécticas e gomosas. anisofólias. recobrir o ramo com esfagno ou musgo encharcado com água. boro e silício (334). de pequeno porte (1. desobstruente. Sob sombra. É heliófita. ereto. e meia-sombra.67 FORMAS DE USO: Infusão. antileucorréica. • Colheita: verão. glabro e tortuoso A raiz é arroxeada por fora e branca por dentro. sais inorgânicos (nitratos) e lipídeos (93). antinefrítica (32) e anti-hidrópica (283). dorsalmente. espinheira-divina. convém injetar água na bolsa de alporquia . adapta-se bem ao subtropical. retenção de urina. PARTES UTILIZADAS: Raízes. erva-cancerosa. tem sabor picante. SINONÍMIA: Agarra-pinto. hemoptise. espesso. formando touceiras densas com perfilhos oriundos das raízes. INDICAÇÕES: As raízes são utilizadas no tratamento da vesícula biliar. pau-josé. Tomam-se 4 a 5 xícaras ao dia (32). congorça. permeáveis e bem aerados são os mais indicados. albuminúria (271). FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. salva-vidas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Nyctaginaceae. sobretudo do sul do Brasil. hermafroditas. simples. bivalva. em decocção. • Plantio: outono • Florescimento: outubro a fevereiro. reunindo 3 a 6 flores. amareloesverdeadas. OUTRAS PROPRIDADES: A planta. anúria. principalmente a raiz. As folhas são redondas. CLIMA: Embora seja de clima tropical. antiblenorrágica. sombra-de-touro. Não tolera solos muito úmidos e quentes. FORMAS DE USO: Decôcto: deixa-se a planta ferver em água durante 10 a 15 minutos. SINONÍMIA: Cancerosa. Se houver um período de estiagem prolongado. com umidade de média à alta. nas beiradas de matas de araucária. verde-escuras e brilhantes na face ventral e verde-claras e foscas na dorsal. em número de 1 a 2 por fruto. curto-pecioladas. Sobre o anelamento e uns 4 a 5cm acima dele. mergulhia e por rebentos das raízes. solidônia. multicaule. O excesso de radiação solar retarda o crescimento da planta e as folhas tornam-se um pouco pálidas. cancorosa. OUTRAS PROPRIEDADES: As flores e as folhas servem como enchimento de travesseiros. cancorosa-de-sete-espinhos. seco. capões e em matas ciliares onde o solo é rico em matéria orgânica. de preferência úmidos.0m). bosques e beira de estradas. para o preparo de cataplasmas para a picada de cobras (93). coberto de pêlos glandulosos. É utilizada. beldroega-grande. As flores são vermelhas e brancas. ácido boerhávico e resinoso. Faz-se um corte anelar em volta do ramo. CLIMA: Prefere clima subtropical. A alporquia é feita em ramos novos com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. oblongas. inicialmente amarelo-esverdeado passando a alaranjado e depois a vermelho. removendo-se a casca. dispepsia. Após. diurética (93). castanho-amarelado. que ocorre em capoeiras. alporquia. verde ventralmente e argêntea. liso. margens com vários pares de dentes espinhosos e ápice agudo. glabras. amarelas ou branco-esverdeadas. Em Santa Catarina é encontrada principalmente no Planalto e na mata Atlântica de altitude. nervosismo (215). em canteiros.5 a 3. margens inteiras ou serrilhadas (folhas novas). ERVA-TOSTÃO NOME CIENTÍFICO: Boerhavia diffusa Willd. uretrite. As folhas são inteiras. piriforme. ramificado. O número de espinhos dos bordos foliares é sempre ímpar (5. amido. • Propagação: ocorre via sementes. Fruto tipo cápsula. A semeadura pode ser feita diretamente em sulcos. antidispéptica. tangará. pouco espesso. pega-pinto. FAMÍLIA BOTÂNICA: Celastraceae. lenhoso. engorgitamento do baço. lanceoladas. áreas ruderais. cuja ocorrência é mais generalizada nos sub-bosques úmidos. HABITAT: Espécie autóctone. ou em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. cancrosa. ápice obtuso ou arredondado. celidônia. Plantas que crescem diretamente sob a luz solar acumulam maiores teores de taninos do que aquelas sob sombra. campanuladas. coromilho-do-campo. verde-acizentado. batata-de-porco. rasteira. opostas. bredo-de-porco. matéria sacarina. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A raiz é peitoral. muito ramificado. resistente e pegajoso. base arredondada. ESPINHEIRA-SANTA NOME CIENTÍFICO: Maytenus ilicifolia Mart. deixando o lenho exposto numa faixa de 0. coriáceas. FITOLOGIA: Planta subarbórea. avermelhada. béri-béri. agrupadas 3 a 20 em inflorescência tipo fascículo. com temperaturas amenas.40m • Propagação: sementes (antocarpo gomoso que prende-se às roupas e pêlos) e rizoma. só vegeta à beira de cursos d’água. externamente e amareladas internamente. ocorrendo principalmente na faixa litorânea. A planta apresenta crescimento muito lento sob altas temperaturas e radiação solar.5cm. ovalado-cordiformes ou reniformes. Em locais altos. É uma planta rara em Santa Catarina. as plantas acumulam maiores teores de nitrogênio. actinomorfas. Caule muito ramificado. Tolera solos levemente ácidos. amarra-pinto. raramente com os bordos lisos.

antiinflamatória. FAMÍLIA BOTÂNICA: Convolvulaceae. analgésica. Esfriar e aplicar topicamente em feridas (145). liso. desinfetante (215). renais e intestinais e afecções de pele de origem intestinal (68). corda-de-viola. Segundo resultados da Central de Medicamentos do Brasil (CEME). abcisionando as folhas nas primeiras semanas. febrífuga (380). pomares. O protetor persiste por um mínimo de 16 meses após a coleta da planta. AIB). não mostrou qualquer efeito tóxico em doses de até 1. em ratas administradas com a infusão e liofilizado da planta. por via oral é usada como febrífuga (169). taninos. FARMACOLOGIA : A pristimerina e a maitenina possuem atividade antitumoral comprovada (130). isopristemerina III. com limbo filiforme.p. • Tintura: 2 colheres das de sopa a cada 8 horas (257) TOXICOLOGIA: Pode reduzir a produção de leite em mulheres lactentes (385). tomar 3 xícaras ao dia (úlcera interna).600 vezes superiores aquelas utilizadas normalmente por uma pessoa. ramificado. friedooleanan-29-ol-3-ona D. antisséptica. Deve-se retirar a mucilagem que envolve a semente. glabro e crescendo cerca de 3 a 4m de comprimento. As mudas recém-plantadas apresentam um crescimento lento. lactonas (maitanprina. Consórcio: o consórcio com árvores leguminosas rústicas.6% (256). permite o sombreamento parcial da espinheira-santa. mesmo após 120 dias. diurética fraca (257). carminativa. flavonóides. SINONÍMIA: Boa-tarde. do extrato aquoso (179). procedendo-se apenas uma colheita/ano e retirando-se apenas 50% das folhas por planta. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antidispéptica. ESQUELETO NOME CIENTÍFICO: Ipomoea quamoclit L. ansamacrólidos tipo maitanosídeos. Ferver e. etc. Semeadura: 1. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. cipó-esqueleto. Tomar antes das principais refeições. microestacas. a 25oC. FITOQUÍMICA: Ácidos tânico. Plantio: outono-inverno (sementes). δ-amirina. maitambutina. hiperacidez. clorogênico. salasperônico e salicílico. açúcares livres e sais de ferro. Padrão comercial: folhas limpas. Externamente utilizada com sucesso no tratamento de feridas (380). maitenoquinona). ilicifolina. meristemas. friedooleanan-5-en-3. O extrato das folhas (300mg/kg) reduz sensivelmente as ulcerações gástricas em estômago de cobaias (71). de preferência por nebulização. para o melhor pegamento. cicatrizante. glucosídeos. antitumoral. mucilagens. pinatisectas.. INDICAÇÕES: Eficiente no combate de úlceras pépticas e gastrite crônica. cálcio e enxofre (257). O extrato aquoso é abortifaciente em ratas grávidas (100mg/kg i. maitansina). Repicagem: Após a formação das primeiras 3 a 4 folhas. O conteúdo de taninos pode chegar a 4. Folhas simples. O efeito é comparável a cimetidina e ranitidina. O índice de germinação em areia. O ramo é então cortado abaixo da bolsa de alporquia. • Compressas: ferver 10 folhas em ½ litro de água. isentas de fungos e matéria orgânica estranha (96). prímula. O enraizamento deve ocorre em 40 dias. • • • • • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Folhas. A parte do ramo que ficará sob o solo. em temperaturas de 20 a 30OC. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. retirando-se 1/3. .000 sementes pesam cerca de 99g. hortos e áreas de lavoura. antiasmática. isotingenona III.. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato da planta inibe o desenvolvimento de microorganismos Gram. campainha. sem afetar o seu desenvolvimento. deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm. congoaronina. sódio. preparada em decocção. vulnerária. antitumoral e antiulcerosa em ratas com úlceras induzidas por indometacina.68 utilizando uma injeção com agulha. diterpenos (dispermol. diurética. analgésica. campainha-vermelha. maytenóico. de caule cilíndrico. cardeal. maitenina maitanbutina. folhas.. antiulcerogênica (260). para não danificar as raízes e procede-se um raleio de folhas do ramos. Em condições ambientais cai para 28% (354). Pragas: procurar combater as formigas cortadeiras de folhas. primavera (rebentos). em câmara fria (5 oC. adstringente. Florescimento: agosto a novembro. ulcerações. na forma aguda. As sementes perdem a viabilidade rapidamente se não forem armazenadas em geladeira. herpes (145). acnes. cafeína (179). eczemas. Produção de sementes: os frutos devem ser colhidos bem maduros. contraceptiva. habilitando-a como vulnerária (17). CA9kb e V79 (179). FORMAS DE USO • Infusão: 2 colheres das de sopa de folhas secas picadas ou 12 folhas frescas grandes em 1 litro de água. após esfriar. afecções hepáticas. A germinação ocorre num período de 15 a 35 dias. volúvel. atropcangorosina A. via oral e intraperitonial. primavera. laxativa.p. apud 130). as mudas são repicadas para saquinhos plásticos com capacidade mínima de 400ml. utilizando-se 170mg/kg i. corriola. Colheita: deve iniciar só após o segundo ano de cultivo.) requer o uso de reguladores de crescimento rizogênicos (ANA. A decocção das folhas é usada para lavar feridas. O tratamento de voluntários humanos portadores de úlceras e dispepsia com a espinheira-santa revelou uma recuperação estatisticamente superior ao grupo que não recebeu o tratamento com a planta (Carlini. β-29-diol D. varia de 42 a 72% (376). estomáquica. a espinheira-santa apresentou um marcante efeito protetor de úlceras induzidas por indometacina e reserpina. As sementes contém 10 a 12% de óleo fixo (93). tônica e balsâmica (145). maitomprina. A administração por via oral de infusos e liofilizados de folhas. maitolidina). O índice de germinação das sementes mantém-se em 85%. triterpenos quinóides e dímeros (maitensina. ao ponto de se abrirem naturalmente. pristimerina. A planta apresenta atividade diurética. Retira-se o substrato sob água corrente. antes do ramo ser colocado em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. AIA. sialogoga (179). 85% de umidade). primavera-grande. A semeadura pode ser feita em bandejas de isopor de células grandes. positivo e negativo. fixadoras nitrogênio e de rápido crescimento. crescendo subespontaneamente em bosques. Aclimatação: as mudas necessitam de cobertura de sombrite 70% e irrigação intermitente. antimicrobiana.) e citotóxica em células Leuk-P 388. antiespasmódica. emenagoga (22). Ainda indicada para a atonia gástrica. reguladora da fertilidade. contendo substrato organo-mineral. flor-de-cardeal. gastralgias. Utilizada no tratamento de câncer do estômago (93). antiácida. tingenona. Micropropagação: A propagação via explantes (estacas. A casca do tronco é utilizada como anticancerígena. • Decocção: 30g de folhas picadas em ½ litro de água. congorosina A e B. HABITAT: Espécie autóctone da América tropical.

OUTRAS PROPRIEDADES: Planta ornamental de inusitada beleza. cosmosiina. antiobésica (128). B. tosse espasmódica. Tomar 1 copo ao dia (refrigerante) (128). pubescente e pardo. no verão. HABITAT: Espécie autóctone. O tratamento deve ser monitorado por um médico. centaureidina. secando no inverno rebrotando a partir de agosto.30m. • Plantio: agosto a setembro. α e γ-cadineno. Tomar 6 a 8 xícaras das de chá ao dia. filtrar e juntar o suco de 1 limão e gelo. D. palha seca. antiofídicas. Cálice com 5 sépalas. carvacrol. ⇒ 1 colher das de chá de folhas para 1 xícara das de chá de água quente. 17. • • • • PARTES UTILIZADAS: Folhas e hastes secas. (213) quercetina glicosídeos. Produção de sementes: as sementes devem ser armazenadas em geladeira ou câmara fria e seca. FITOQUÍMICA: β-amirina acetato.5m. Inflorescência do tipo dicásio. estévia-doce. caá-heê. plástico preto e outros materiais inertes. com 5 lobos triangulares. Florescimento: janeiro a março. reunindo flores de corola hipocraterimorfa escarlate. hipotensiva. gota. rebaudiosídeos A. Mulching: é utilizada para evitar-se a contaminação das folhas basais com resíduos de solo. As folhas são anti-reumáticas. • Propagação: sementes e estacas. Pseudomonas aeruginosa (179). OUTRAS PROPRIEDADES: A planta constitui-se em excelente adoçante natural não calórico. para manter a viabilidade. E. Abafar por 15 minutos. antifertilidade e anticáries (130. • Semeadura: maio a junho. anetol.500a 2. com tons castanhos. rebaudiosina. As inflorescências devem ser eliminadas para se obter mais de um corte por ano. E e vários outros terpenos flavonóides (179). F. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É antidiabética (142). com poder adoçante 152 vezes maior que a sacarose (67). serradas com 3 a 4 cm de comprimento. • Plantio: primavera. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Antimicrobiana contra Candida albicans. PARTES UTILIZADAS: Raiz. SINONÍMIA: Caá-eé. edulcorantes steviosídeos (esteviosídeo. detergentes (93). A colheita de sementes ocorre de fevereiro a maio. livres e verde. Colhe-se normalmente 1. hermafrodita. capoeiras e áreas ruderais do sul do Brasil. . • Propagação: sementes e mudas colhidas no campo. cardiotônica. α-bergamoteno. e pela Rizoctonia solani. atro-tomentosas. 179). anticárie. • Tutoramento: podem ser utilizadas redes de nylon ou arame ou cercas.500kg/ha (257). H. O caule é ereto. C. austroinulina e seus derivados 6 e 7 acetilados. depurativas do sangue. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O pó da raiz é esternutatório e anticefalálgico. oblongas a ovaladas. borneol. INDICAÇÕES: As folhas são úteis para o combate de escrófula (93). estomáquica (93). A raiz abranda as cefaléias (271). • Doenças: a planta é infectada pelo fungo Salecetium relfsii. A flor é isomorfa. regulador da pressão arterial nos hipertensos. dulcosina. C. bisaboleno. tônico estimulante das funções cerebrais. Deve ser feita no início do florescimento. foscas. kah'e. Poda: feita para a retirada dos ramos que encostam no solo e para aumentar a produtividade. Proteus vulgaris. Contém ainda dulcosídeo A e B. INDICAÇÕES: Indicada para a insônia (271). que retardam o florescimento e aumentam o teor de esteviosídeo (257). pneumonia. β-bouboneno. bem ramificado. calacoreno. As sementes apresentam um baixo poder germinativo (2 a 5%). cortando-se ramos com folhas a 5cm do solo. Tipos de cobertura: casca de arroz. calmante (271). O extrato das folhas contém 81% de esteviosídeo. sésseis ou subsésseis. em tubo alongado de 3 a 5cm de comprimento. contendo 4 sementes. Saccharomyces cerevisae. esteviobiosídeo). desiguais.3 x 0. dulcosídeo. CLIMA: A planta prefere climas amenos e dias longos. clameneno. liso. hipoglicêmica. contraceptiva. FARMACOLOGIA: Edulcorante. G. que • • causa a podridão do colo. estão dispostas em capítulos terminais. que cresce subespontaneamente em campos. B. cujas raízes e rizomas são perenes e a parte aérea é anual. férteis e frescos. diurética e refrigerante (128). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. É heliófita. Abafar por 15 minutos.6% de rebauduosídeo C (67). ásperas. com corola tubulosa. O fruto é do tipo aquênio aristado. D. Além disso. As sementes são ovóides. cefalalgia. esterbinas A.69 cujo conjunto lembra o arcabouço das costelas. glabro. com papus formado de cerdas que permitem a dispersão pelo vento. antiespasmódica. • Adoçante: 1 colher das de sopa de folhas verdes de estévia por copo de bebida. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. dificulta o crescimento de plantas invasoras e retém mais umidade no solo. laxativas. Utilizam-se 25 a 30g de sementes/m2. contusão (242) e as sementes são utilizadas no tratamento de bronquites e tuberculose. Rendimento: a planta pode ser produtiva até 6 anos. pedra na bexiga e nos rins. O fruto é uma cápsula septífraga 4-loculada. O óleo essencial contém álcool benzílico. SOLO: Prefere solos úmidos. Tomar 2 xícaras ao dia (antidiabético). ⇒ 1 colher da de chá de folhas em 1 copo de água quente.7% de rebaudiosídeo e 0. • Colheita: dezembro a março. analgésica e calmante (242). As flores. As folhas são opostas. As sementes são semeadas em sulcos e covas. ESTÉVIA NOME CIENTÍFICO: Stevia rebaudiana (Bertoni) Hemsley. que infecta folhas e hastes. ovalado. apigenina-4-O-β-Dglucosídeo. caá-ehé. que se abre em forma de estrela. É feita em julho. steviolbiosina (57). alvas. atenuadora da fadiga e da depressão (257). folhas e sementes. inchação. originária do Mato Grosso do Sul e do Paraguai.5 x 0. daucosterol. Colheita: ocorre 4 meses após o plantio. • Repicagem: é feita para a seleção de mudas mais uniformes e vigorosas. FITOLOGIA: Planta subarbustiva de 30 a 50cm de altura. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 4 xícaras das de cafezinho em 1 litro de água. AGROLOGIA • Espaçamento: 0.

aerados. sativa. purê de batata com ovos. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente nas barrancas do rio Paraná.900 e 3. Abafar por 5 minutos. as raízes são mais produtivas (247). O teor do óleo essencial pode chegar a 0. coloração ocre. A renovação do plantio é feita com a divisão da touceiras para a obtenção de novas mudas • Secagem: as folhas devem ser secas no escuro. pois a planta parece não produz sementes no Brasil.5m. Inflorescência racemosa compostas de capítulos pedunculados. glabras. carnes de aves. É cultivada em muitos países e ainda pouco cultivada no Brasil. emenagoga e aperiente (294). obovado-lanceoladas. embora possa adapta-se ao subtropical. Utilizam-se também segmentos de nós do caule para o enraizamento tipo estaquia. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. carneiro. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. na reprodução. mais férteis. SINONÍMIA: Carango-sempre-viva. solitários ou geminados. As estacas com folhas são postas a germinar em areia. • Colheita: é feita no verão. ou seja. causada pelo fungo Uromyces platensis e nematóide. carminativa. Fruto tipo aquênio (94). • Cultivo protegido: devido às características de alta pluviosidade do sul do Brasil. CLIMA: Espécie de clima tropical. SOLO: Prefere solos férteis. Cresce cerca de 2. • Plantio: outono (sementes) e primavera (segmentos nodais). FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. contendo anetol (60 a 75%).70 ESTRAGÃO NOME CIENTÍFICO: Artemísia dracunculus L. inodora. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. o clímax dos princípios ativos é atingido aos 7 anos de ciclo. molhos. tendo sido encontrada apenas em Porto União (401). Apresenta caule nodoso. CLIMA: É de clima temperado.3%). • Propagação: sementes (var. que possuem um baixo índice de germinação. contendo substrato organo-mineral. As raízes atingem 2 a 3m em comprimento por 7 a 10cm de espessura. • Produção de sementes: fevereiro a maio. dispostas em panículas alongadas composta de espigas axilares. sopas. mas tolera temperaturas subtropicais. dracunculus var. acuminadas. as superiores inteiras e as inferiores tri-fendidas no ápice. • • Utilizado para aromatizar vinagre. • Rendimento: 95g (colheita no primeiro ano) ou 160g de pó da raiz/planta (colheita no segundo ano). para que se preserve a coloração verde (163). Os segmentos nodais são enraizados em areia ou vermiculita. FITOLOGIA: Planta herbácea. considerada o rei das ervas condimentares (163). Existem duas variedades botânicas. linear-lanceoladas.0 x 0. cilíndricos e glabros. que é quase inodora e de pouco valor comercial e a A. A semente é normalmente importada. • Plantio: outono e primavera. ereto. 1. quando novas. FORMAS DE USO • Infusão: 1 colher das de sobremesa de folhas em 1 xícara das de chá de água quente. dracunculus var. sativa). • É um dos melhores aromatizantes de alimentos com restrição de sal. PARTES UTILIZADAS: Raízes. • Pragas: a planta é eventualmente atacada por Lyriomyza sp. amarelo-esbranquiçados. estéreis. Mato Grosso. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aceae HABITAT: Espécie alóctone de origem européia. sésseis. • Pó ou fragmentadas: como condimento. utilizada em conservas e em pastas de mostarda. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É estimulante (93). . É heliófita e não tolera alta umidade relativa do ar e pluviosidade excessiva..0 a 2. quando jovem. • Vegetação plena: setembro-novembro. porém em solos argilosos. inseto minador que escava galerias ao longo do parênquima da folha. • Doenças: ferrugem. Não se observa uma variação significativa no teor de β-ecdisone nas colheitas feitas no primeiro ou segundo ano (279). SOLO: Solos arenosos facilitam a colheita e a limpeza de raízes. creme de ovos. celulósicos. FÁFIA NOME CIENTÍFICO: Pfaffia glomerata (Spreng) Pedersen. carnosas. As folhas são alternas. respectivamente. dracunculoides. crescendo 0. omeletes e suco de tomate. lagostas. a secagem deve ser feita em estufas com temperatura controlada a 40 oC. A semeadura pode ser feita em bandejas de isopor de células grandes.4m.6 x 0. reunindo flores amareladas. ramosos. medindo 5 a 10cm de comprimento por 1 a 4cm de largura. PARTES UTILIZADAS: Folhas. curto-pecioladas. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas tem um sabor picante e aromático agradável e são condimentares. paratudo. ou lineaeres-lanceoladas. Folhas opostas. cerca de 4 meses após o cultivo ou quando as plantas atingirem cerca de 60 a 70cm de altura. Prefere solos úmidos.0% (163).3m em altura. Colhem-se ramos enfolhados com até 30cm de comprimento. • Propagação: reproduz-se espontaneamente por sementes. coar e adoçar com mel. Não tolera acidez e solos compactados ou muito argilosos. Flores pequenas. brancacentas. É muito rara a sua ocorrência natural em Santa Catarina. Goiás e norte de Minas Gerais. mantidas sempre umedecidas. FITOQUÍMICA: Óleo essencial (0.7m de altura. ou A. inodora) e estacas (var. Pode ser cultivada em túneis de plástico cobertos com sombrite 60%.6%) (93). em áreas bem arejadas e com baixa umidade relativa. de caules eretos.5 a 0. a A. Tomar 1 xícara após as refeições (294). O óleo de estragão é utilizado em perfumaria e na fabricação de licores e picles (163). Em regiões muito úmidas. vermífuga. corango-sempre-viva. frutos do mar. terpenos (15 a 20%) e aldeído-p-metoxilcinâmico (0. É heliófita. • Colheita: embora as raízes já possam ser colhidas no terceiro ano. • Florescimento: outono-inverno. cujo agente é Meloidogyne javanica (262). INDICAÇÕES: Alivia a cólica menstrual. vivaz. globosos.200kg/ha. tomentosas em ambas as faces. glabros ou discretamente pubescente e ramoso.5 a 0. bem drenados. É seletiva higrófita (401).5 a 1. peixes grelhados. as plantas devem ser cultivadas abrigadas da chuva e da radiação excessiva.

10g de casca. manjerioba. Coar e tomar em jejum. FITOLOGIA: Planta perene. ansiolítica e anticancerígena. Folíolos glabros. tararucu. atividade FORMAS DE USO • Decocção: ferver por 30 minutos. INDICAÇÕES: Estimula a oxigenação celular e a circulação coronariana. Inflorescência axilar e terminal. cujos lóculos. heparém. Aplicar topicamente em ferimentos como cicatrizante (128). paludismo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antitumoral. desidratar. ramificada.5 a 1. antidiabética. estrias. • Pó da semente: juntar 5g de sementes em pó em 1 copo de água. rabarbarina. pouco lenhosa. tendo ação contra a malária (130). • Cápsulas: tomar 1 cápsula a cada 6 horas (145). FITOQUÍMICA: 1. quando da formação de touceira e diferenciação floral. mata-pasto. FEDEGOSO NOME CIENTÍFICO: Cassia occidentalis L. mangerioba. colagoga. oftálmica. alcalóides e glicosídeos cianogênicos. As sementes. ou ainda em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. medindo cerca de 12 a 15cm. folhas e sementes. ácido crisofânico (379). Fruto tipo vagem. Ferver. até mesmo os ácidos. esteárico e oléico (Alencar et al. sudorífica. (145) e β-ecdisona (246). inflamações uterinas (130). FARMACOLOGIA: As folhas apresentam antiinflamatória (Sadique et al. ativa a memória. achatada. ecdisterona. Tomar 2 a 3 vezes ao dia (tônico geral). FORMAS DE USO • Decocção: 10g da raiz em 1 litro de água. • Plantio: setembro a outubro. A raiz é bastante amarga. quase linear. doenças hepáticas. • Pó da raiz: moer 3 raízes até obter pó fino. ácido pfáfico (inibidor de tumores e células malignas). mirístico. com base arredondada. em rácemos com poucas flores pediceladas. HABITAT: Espécie autóctone que medra em pastagens. eczema e erisipela (94). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória. de coloração avermelhada. secar. mamangá. imunoestimulante. antiespasmódica. anti-reumática. pela manhã (prisão de ventre) (294). formam protuberâncias avermelhadas em contraste com o verde. germânio (oxigenação celular). febre biliosa. queimaduras (suco). desobstruentes e diuréticas (242). amarelas. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento de dores gastrointestinais.7m. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. tônica geral (279). glabros. com 4 a 5 pares de folíolos. TOXICOLOGIA: As sementes são tóxicas. depois de tostadas são utilizadas como sucedâneas do quinino (242). com uma semente cada. PARTES UTILIZADAS: Flores. antiherpética. Tomar 2 xícaras 1 vez ao dia. febrífuga (130). alantoína (cicatrizante). . • Ungüento: misturar 1 colher das de chá do pó ou 1 colher das de sopa do extrato hidroalcoólico em 3 colheres de vaselina. dada a facilidade de enraizamento. • Plantio: agosto a outubro. antiinflamatória. β-glucopiranosil oleanolato (279). SINONÍMIA: Fedegoso-verdadeiro. atua sobre moléstias do aparelho digestivo. antiasmática. árvore-de-pinguço. saponinas. figatil. • Pó: picar a raiz. tranquilizante. de origem africana. capoeiras. palmítico.8m de altura. estimula a força muscular. sitolesterol. grandes no início do crescimento e pequenas. em ½ litro de água. As folhas são alternas. antídoto de venenos. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. erupções cutâneas. pomares e áreas ruderais. Caule e ramos lisos. subarbustiva. miorrelaxante. formando touceiras compactas. leucemia. folha-de-pagé. O enraizamento das estacas pode até ser feito diretamente no campo.5m. cicatrizante interno e externo (128). apud 120).71 FITOQUÍMICA: Rubrosterone. CLIMA: Cresce espontaneamente subtropicais. ácido oleanólico. compostas. • Propagação: sementes. tuberculose. moer e misturar 1 colher das de sobremesa do pó com leite. depurativa. que medra subespontaneamente nas matas secundárias. emenagoga antianêmica (semente). 2 a 3 vezes ao dia (estimulante). HABITAT: Espécie alóctone. doenças venéreas. Coar e tomar 1 colher das de café diluída em água.20 x 0. sarampo (111). • Extrato hidroalcoólico: 3 colheres das de sopa do pó em 100ml de álcool de cereais a 70 graus e 50ml de água destilada. vulnerária. aluman. As folhas são purgativa e emenagogas. As raízes são vermicidas. Macerar por 5 dias. capoeirões. AGROLOGIA • Espaçamento: 2 x 1. Não tolera o encharcamento. antiasmática. FAMÍLIA BOTÂNICA: Fabaceae. • Florescimento: março. As folhas são alternas. As sementes podem ser semeadas diretamente a campo. áreas ruderais e na restinga do sul do Brasil. FEL-DE-ÍNDIO NOME CIENTÍFICO: Vernonia condensata Baker.8-di-hidroxi-antraqinona (Costa). laxante. glicosídeos antraquinônicos. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é ictiocida. flacidez da pele. • Colheita: 5 a 6 meses após o plantio. boldojaponês. delgada. emodina (294). artrite e artrose (145) e diminui os tremores em pessoas em pessoas idosas (128). Ferver. É heliófita em regiões tropicais e SOLO: Adapta-se à maioria dos solos. em sulcos ou covas. anti-reumática. pajamarioba. ibixuma. maioba. xantonas (Wader e Kudav). leucocitogênica. sarnicida (379). exalando um aroma desagradável enquanto fresca. paripinadas. sem tornar o peixe tóxico (294). ácidos cáprico. paramarioba.. labirintite. terrenos baldios. Coar e beber 2 xícaras de chá ao dia (febres intermitentes). favorece a produção do estrogênio. coar e tomar em jejum (verminose e amarelão). perfilhos e brotações do caule. FITOLOGIA: Arbusto perene que cresce de 2 a 3m em altura. afrodisíaca. boldo-de-goiás. • Propagação: sementes. purgativa (120). elípticos-acuminados. tônica. hipocolesterolêmica. aperiente. apud 120). medindo 1. SINONÍMIA: Acumã. alumã. estigmasterol. arenosos e argilosos. lavapratos.

devido a lenta germinação das sementes (40 a 50 dias) e ao crescimento muito lento da plântula. quase inteiriços e completamente lenhosos. tornam-se cilíndricos. As flores são sésseis. Colhe-se de abril a maio. • Tintura: macerar 1 colher das de sopa de folhas em 1 xícara das de chá de álcool neutro a 70 graus. saponinas. espatulados. Poda: para melhorar a produção de folhas. afecções hepáticas. flavonóides e lactonas sesquiterpênicas (128). Regiões com ventos muito fortes são . vermelha. sacarínicas. Tolera temperaturas negativas de 6 a 8oC (93). aperiente. bastante próximas ou telas de sombrite. FITOQUÍMICA: A polpa dos frutos contém 47% de água. A medida que os artículos envelhecem. SINONÍMIA: Cacto. Tomar a vontade. ramoso. Os artículos ou cladódios contém glicosídeos. colagoga. figueira-da-barbária.5 x 2m. perdendo também os espinhos. taninos. iniciando a partir de maio. pombas acometidas por diftoviruela . PARTES UTILIZADAS: rutos e artículos.8% de cinzas e 0. com sua base de inserção mais aprofundada. Fruto baga ovóide. sangüínea. deprimido. ⇒ Antidiarréico: ferver por 5 minutos 1 folha em 1 copo de água. 0. nitrogenadas solúveis e insolúveis e gomosas. fasciculados. achatados. amarelo brancacentos. Dispor o artículo de forma inclinada. angina e da circulação. medindo menos de 3mm. e para a ressaca alcoólica (271). desintoxicante hepática (128). ⇒ Diurético: ferver por minutos 4 folhas em 1 litro de água. SOLO: Prefere os silicosos ou areno-silicosos. As flores são adstringentes. diurético. figueira-do-inferno. tornando-se imprescindível a instalação de quebra-ventos. colerética (294) e analgésica. ereto. A planta não suporta solos muito úmidos e pesados. • Propagação: sementes. subuladas. procede-se a capação das inflorescências. nulas. comprimidos. pincelar a cicatriz de inserção com uma pasta cúprica. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais. são maturativos. fastio (294). de cor verde-claro. O fruto é digestivo. composto de artículos ou segmentos carnosos. albuminóides e resinas (93). a nível mundial. antes das refeições (128). desfavoráveis à planta. As flores são utilizadas no tratamento de doenças cardíacas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cactaceae. com 6 a 9cm de diâmetro e de cor amareloouro ou amarelo-laranja. AGROLOGIA • Espaçamento: 2. FORMAS DE USO • Decocção ⇒ Hepático: ferver por 5 minutos 1 folha em 1 xícara das de chá de água. diurética. por romperem facilmente os artículos. sem adoçar. • Tratamento dos artículos: para prevenir eventuais infecções com Erwinia carotovora. Estes pode ser constituídos de um renque de árvores. avermelhadas. Colheita: inicia-se a partir dos 6 a 8 meses após o plantio. 6% de sementes. com cerca de 30 a 50cm de comprimento. INDICAÇÕES: Utilizada para regimes de emagrecimento. FARMACOLOGIA: A solução etanólica da planta a 30% v/v. com pouca pluviosidade. emolientes e hidratantes. Contém ainda substâncias pécticas. Os artículos atingem o ponto de transplante em até dois meses. umbilicado no ápice e contendo numerosas sementes comprimidas. TOXICOLOGIA: Não se aconselha o uso prolongado da planta. Florescimento: é sazonal. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é melífera e apropriada para a formação de cercas-vivas. • Frutificação: fevereiro a abril. munidos de espinhos com até 2cm de comprimento. na dose de 0. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Cardiotônico. tuna. para a produção de fitoterápicos antiprostáticos. profundos. A planta é heliófita e xerófita. • Doenças: a planta pode ser infectada por bactérias (Erwinia carotovora) que causam deterioração aquosa dos artículos (252). O uso de antibióticos demandaria 20 a 30 dias para que ocorrem sinais de recuperação (315). superpostos uns aos outros. A propagação via sementes é muito morosa. em 5 dias. CLIMA: Prefere o clima tropical quente. caducas. principalmente quando ocorre deficiência de boro no solo. formando um ângulo de 30o com o solo. solitárias. Tomar morno pela manhã e à noite. amarelo-esverdeada. artículos e ovários. recuperou totalmente.1ml/animal. além de ser utilizada como tônica para pele seca e para a limpeza de pele (294). antiescorbútico. FIGO-DA-ÍNDIA NOME CIENTÍFICO: Opuntia ficus-indica Mill. figueira-do-diabo. Na época do florescimento. durante 3 dias. ovadooblongos. laterais ou terminais. • Florescimento: outubro a novembro. • Quebra-ventos: em regiões onde haja ventos muito fortes. figueira-da-índia. enterrando-se 2/3 dos mesmos. INDICAÇÕES: Os frutos são úteis no tratamento de febres gástricas biliosas e úlceras de mau caráter (93). as folhas novas que se formam são bem menores que as originais. espinescente. FITOLOGIA: Arbusto perene. que são utilizados principalmente para o tratamento preventivo da prostatite ou de tumores benignos da próstata. sais solúveis. HABITAT: Planta alóctone originária do México. palma. Tomar 1 colher das de café da tintura diluída em água. estimulante medular e anti-reumático (215). Tomar ao natural. após as refeições. na forma de cataplasmas. 7% de proteínas. com 5 a 9cm de comprimento.doença que se caracteriza por nódulos necróticos sobre o dorso da língua e nas bordas da boca.02% de lipídeos. hermafroditas. obtusos nas duas extremidades. após secar. gomas. bem drenados e aerados. • Plantio: abril a maio.72 • • • • Doenças: é sensível aos nematóides do solo. O ovário é vivíparo. 20 a 25cm de largura e 2 a 3cm de espessura. 37% de substâncias glicogênicas. é comum a quebra de grande parte dos artículos. A planta tem sido utilizada como matéria prima. Coar e guardar num frasco hermético. imergir a base dos artículos em solução de benomil a 0. As folhas são indivisas. atingindo 5 a 6m de altura. PARTES UTILIZADAS: Folhas. Os artículos e os ovários podem ser enraizados em areia. mucilaginosas e antidiarréicas (93). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antidiarréica. A área de proteção do quebra-ventos é cerca de 10 vezes maior que a altura do quebra-vento.2% e. Os cladódios. do estômago e do baço.

xerófila e heliófita. • Os artículos podem ser consumidos fritos ou cozidos. Possui caule tubular. diurética. tem tendência de ser infestante. É cultivada no Brasil em jardins e hortas. aniz. • Propagação: folhas e segmentos das crenas das folhas. saião. contusões. Vegeta espontaneamente em colinas secas e terrenos baldios e até mesmo como planta invasora. HABITAT: Espécie alóctone. funcho-doce. feridas. ácidos isocítrico e 1málico (9) e briofilina. O infuso pode ser utilizado externamente para o tratamento da pele (294). erva-doce. Em queimaduras ou outros ferimentos.] Pers. cilíndrico e glabro. tamanha foi a sua aclimatação. verde-pálidas ou amarelo-avermelhadas. antilítica (271). As flores são hermafroditas. protetora cutânea contra leishmaniose. O fruto apresenta carpelos escamosos que se tornam folículos polispermos. mosqueado de púrpura. folha-de-pirarucú. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz (em condições nativas) ou bienal (em cultivo). anis. Obtémse ainda. originária das regiões mediterrânicas e da Ásia ocidental. As folhas. em ratos. picada de insetos. alternas. quercitrina. resolutiva. mesmo após serem explantadas. úlceras digestivas (93). É nitrófila. fiolho-doce. FORTUNA NOME CIENTÍFICO: Kalanchoe pinnata [Lam. mel. de caule ereto. FORMAS DE USO • Geral: 20 a 40g/dia. Com 100kg de frutos se produz 9 litros de álcool. • Colheita: Inicia-se 3 a 4 meses após o plantio. fazer uma pasta com a folha e colocar sobre a região machucada (cicatrizante). xarope. glabras. as inferiores simples. ingurgitamento linfático. afta. As folhas são opostas. finóquio. incluso em invólucro papiráceo. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta atividade antifúngica e antibacteriana (274. antidiabética. de 2 a 3kg/m 2. 356). • A planta é forrageira e serve como aceiro (é quase incombustível) e cerca-viva (93).40m na reprodutiva. furúnculos (283). na fase vegetativa e até 1. Adoçar com mel e tomar 2 xícaras ao dia. longo-pecioladas. Obtém-se de 15 a 20 plântulas a partir de uma única folha. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é ornamental. divididas e subdivididas em segmentos capiliformes . gastrites. glicosídeos (quercitina). cefalalgias. pêndulas. brilhante e compacto. antialérgica (188) e antiinflamatória (316). em regiões temperadas e baixas.] Gaertner. espessas. através dos frutos. Apresenta forte ação inibidora seletiva sobre a proliferação e expressão do receptor IL-2Rα em linfócitos. folha-dafortuna. refrigerante intestinal. • A mucilagem que há nos cladódios pode ser utilizada como fixadora em tintas à cal ou como aderente em caldas cúpricas. monopétalas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Bactericida. Apresenta ainda atividade analgésica (104). afecções respiratórias (na forma de xarope). dispostas em espigas terminais. estomatite (73). depurativa. carnoso. taninos. tuberculose pulmonar (32). Foi introduzida no Brasil na época da colônia e se tornou subespontânea em todo país. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. as superiores 3-lobadas.0 x 0. na forma de suco. Formam-se brotações em cada enseada lobular da folha. INDICAÇÕES: Usada também para febre. manteiga e queijo de tuna. antiinflamatória externa tópica e diurética. além de aumentar a produção de ácido nítrico. embora vegete bem à sombra. é subespontânea em todos os países tropicais.73 FORMAS DE USO: Infusão: 1 colher das de sopa de flores em ¼ de litro de água quente. vulnerária. calmante para erisipela. emoliente. OUTRAS PROPRIEDADES • O fruto pode ser aproveitado para o preparo de doces finos. fiolho. edemas erisipelosos das pernas. preferindo locais com resíduos orgânicos. abcesso. flegmão e oftalmia congestiva. • Cataplasma: aquecer a folha e colocar sobre o local afetado (furúnculos e dores de cabeça). Devido a sua fácil disseminação e aclimatação. no inverno. sobretudo no litoral dos continentes e ilhas. CLIMA: Espécie de clima tropical. erva-da-costa. A frutificação não ocorre devido ao abortamento das flores. FITOLOGIA: Planta sublenhosa perene que cresce 60cm em altura. Cresce subespontaneamente em áreas ruderais. antiartrítica (356). afzelina (356). • Plantio: ano todo. roda-da-fortuna. FAMÍLIA BOTÂNICA: Crassulaceae. As folhas tornam-se cloróticas e avermelhadas no inverno e apresentam altíssima capacidade de manutenção da turgescência. etanólico ou o suco demonstra atividade imunosupressiva e imunoestimulante. verde com estrias azuis. paratudo. funchobastardo. passas. aniz-doce. verde-azulado-escuras. • Suco: bater no liqüidificador 1 folha com 1 xícara de água. cálculo renal (68). fiolho-de-florena. sais minerais (257).4m. queimadura. folha-grossa. Deve-se renovar a planta no campo a cada 2 a 3 anos. verruga. que produz uma roseta de folhas. pronunciadamente aromática. coqueluche. mantém sua vitalidade. hemostática. SOLO: Cresce bem em solos arenosos e pedregosos. calo. enxaqueca (128). brilhantes. após serem colhidas. orelha-de-monge. • Florescimento: primavera. • Constitui-se em ótima cobertura de solo. • Desenvolvimento: por ser muito prolífica. FUNCHO NOME CIENTÍFICO: Foeniculum vulgare [Mill. em condições sombreadas por até 30 dias. FITOQUÍMICA: Mucilagem. cicatrizante (283). suculentas. HABITAT: Espécie alóctone originária das Molucas ou ilha Maurício. tubulosas. • Adubação: em solos com pouca matéria orgânica é importante a aplicação de adubo orgânico. quercetina 3-0-α-arabinopiranosil (1→2)-α-Lramnopiranosídeo. óleo combustível e aguardente. antisséptica (73). SINONÍMIA: Coirama. FARMACOLOGIA: O extrato aquoso. SINONÍMIA: Aneto-odorante. frieira. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas. ramoso. carnosas. geléias. • O fruto é composto de 28 a 32% de casca e 68 a 72% de polpa comestível. entre as refeições (úlceras e gastrites) (257). falso-anis. marmelada. tônica pulmonar (68). folha-da-costa. impetigo. Tomar duas vezes ao dia. ovalado-crenadas. cilíndrico. As folhas ou segmentos dela podem ser plantados diretamente a campo. Abafar por 15 minutos. e 20 dias no verão.

melhor é a qualidade do óleo (96). inicialmente verde-azulado.5 x 0.5%. mucilagem. andreno. foeniculina. . predispondo ao enfolhamento excessivo. funchona. • Florescimento: primavera e verão. estimulante (294).000kg/ha de sementes. duas horas antes das refeições . • Decocção: ⇒ ferver por 5 minutos 1 colher das de chá de sementes em 100ml de água. pineno. A raiz contém ácido málico. cerca de 11. Pecíolos longos com bainhas envolventes. matérias resinosas e pécticas (341). • Infusão: ⇒ 2. tônicas (257).como digestivo.para flatulência. TOXICOLOGIA: O uso de mais de 20g/litro pode ser convulsionante (257). B e C. • Extrato fluido: 1 a 5ml/dia. O fruto cresce até o atingir o peso de 11. Rendimento: 700 a 1. as quais tombam com facilidade. CLIMA: Adapta-se aos mais diferentes climas. quando então encerra cerca de 11. • Propagação: a planta se reproduz via sementes. Tomar 1 xícara após as refeições. pode-se semear diretamente em sulcos. metil-chavicol. principalmente quando o verão é quente. fineno. Quando o solo é bem preparado. sais minerais. pois predispõem as plantas a fungos de solo e vasculares. anetoleno. aleurona (283). antidiarréicas e eméticas (271). Quando a semeadura é feita diretamente no campo. É heliófita. achatado de um lado e convexo no outro.0 a 6. O teor de óleo essencial do fruto varia de 2. • Hibridação: deve-se evitar plantios de funcho próximo aos do coentro. lactogênicas. fenono. a 3%. impigem. Flores hermafroditas. sob temperaturas baixas. fosfórico.para estimular a secreção do leite materno. sem torrões e com poucas ervas daninhas. resolutiva (32). ⇒ 60 a 100g/litro de água. A Sclerotinia sp. estragol. folhas e raízes são expectorantes.74 muito estreitos. • Pragas: é mais comum a ocorrência de pulgões que infestam as umbelas. d-limoneno. • Vinho medicinal: macerar 30g de sementes por 10 dias em 1 litro de vinho. dores de hérnia (445). por 1 dias (diurético). landreno (163). carminativas e aperientes (445). a campo. PARTES UTILIZADAS: Frutos. Regiões muito chuvosas são desaconselháveis para o plantio. oftálmicas (341). Quanto maior o ponto de solidificação. açúcar. pois ocorre um atraso ou paralisação da germinação. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes são diuréticas. intervalos de ½ hora. • Plantas invasoras: o funcho não suporta concorrência com outras plantas. intervalos de 4 horas . Tomar 4 a 5 xícaras ao dia (32). • Produção de sementes: as sementes são colhidas quando adquirem coloração verde-amarelada e apresentam consistência dura. • Pó da semente: 1 a 4g. felandreno. Ventos fortes favorecem o tombamento das plantas. Inflorescência tipo umbela composta de 7 a 20 subumbelas menores. Tomar 1 xícara das de chá em intervalos de 6 horas . AGROLOGIA • Espaçamento: 0. composto de dois aquênios (mericarpos) de 3 a 4mm de comprimento por 1 a 2mm de largura. estomáquicas. O óleo essencial solidifica-se entre 3 e 6 graus centígrados. Tomar várias vezes ao dia. pois favorecem à ocorrência de várias doenças que afetam principalmente os vasos condutores e o florescimento. Sementes. azia e olhos inflamados (128). anetol (60% do óleo).0%. diarréias fétidas (144). em infusão. originando progênies com características distintas dos materiais originais. cansaço oftálmico (294). embora o temperado seja o mais favorável. óleo essencial. por dia (283). folhas verdes e a cepa carnuda. SOLO: Prefere solos com pH próximo à neutralidade. amarelas. erva-de-santa-maria ou cinamomo. • Pó: 1 a 5g/dia. ácidos málico. O fósforo e o potássio favorecem à produção de sementes. FITOQUÍMICA: O fruto contém óleo essencial. • Tintura: 5 a 25ml/dia. • Pragas: a mais comum que infesta a planta é o pulgão. os diaquênios adquirem coloração pardo-amarelado. cilíndricas axiais.30m. dipenteno. que pode ser controlado com jatos de água ou pulverização com uma emulsão de sabão ou decôcto de arruda. invade as raízes e os tecidos vasculares causando secamento de hastes e morte da planta. Porém não suporta solos muito úmidos. O maior acúmulo de óleo essencial. manifestada por lesões necróticas castanhas sobre as folhas. ocorre quando o fruto ainda está verde. pentâmeras. • Plantio: abril a maio. Caso contrário. Quando maduros. aduzem sintomatologia de deficiência de fósforo. emenagogas. antiespasmódicas (cólicas de crianças). fencone. normalmente em dezembro. INDICAÇÕES: As sementes são indicadas para constipações estomacais e intestinais. flores e frutos. Os solos argilosos dificultam o crescimento da planta e retém muita umidade. glabro.9µl de óleo essencial (44). A colheita dos frutos secos redunda em grande perda dos mesmos.9mg. dismenorréias. antidispépticas. enquanto que o excesso de nitrogênio à reduz. de formato oval a oblongo. semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. sucínico e tânico. dispende-se cerca de 8 a 10kg de sementes por hectare (163). cólicas (32).0m de altura. Mudas já formadas. Fruto oblongo. afecções das vias urinárias (215). vitaminas A. favorecendo também à ocorrência de doenças. • Colheita: inicia aos 5 meses após o plantio.3 a 2. fértil e permeável. • Óleo essencial: 1 a 3 gotas/dia (341). A semeadura não deve ser feita em épocas muito frias. 50 a 200ml/dia (341). Dar à criança nos intervalos do aleitamento (para cólicas). contendo cerca de 50 a 60% de anetol (96). com estrias longitudinais. antidiarréicas. • Doenças: as doenças mais freqüentes que ocorre são a Murcha de Fusarium e a Mancha de Alternaria. A planta cresce cerca de 1. pois estas espécies podem cruzar-se entre si. O solo deve ser areno-argiloso. ⇒ 1 xícara das de cafezinho de frutos secos em ½ litro de água. acamamento e à infecção de fungos de solo. em decocção ou na forma triturada em infusão com água quente (444) ou 3 a 10g (445). antieméticas. Semeia-se de março até meado de abril. • Óleo volátil: 1 a 10 gotas • Alcoolato: 1 a 3ml/dia. raízes sementes. Coar e tomar 1 cálice antes de dormir (257). • Nutrição: o excesso de nitrogênio dá origem à plantas muito altas.6%. O excesso de chuva por ocasião da frutificação resulta em podridão das sementes. ⇒ ferver 15g de raiz em 1 litro de água. profundo. FORMAS DE USO • Geral: 3 a 6g de sementes por xícara de chá. ⇒ 10g da semente em 1 litro de água.

• Plantio: abril a maio. O decôcto da parte aérea é diurético. antiulcerativa. SOLO: Seco e bem drenado. vermiculita ou outro material mais poroso. sialogoga. brilhante. barba-de-são-pedro. frutas em calda biscoitos. articulados. onde é cultivada. • As folhas são utilizadas em saladas e como tempero de feijão branco. preta. antiemética (445). estreitas. sulforafane (anticancerígeno).0m de altura. mangarataia. béquica (145). São sésseis. É heliófita. GENGIBRE NOME CIENTÍFICO: Zingiber officinale [Willd. anti-reumática. maçãs assadas. citrol (145) e carboidratos (9). É altamente tolerante à seca.] Roscoe FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberiaceae. antinevrálgica. contendo sementes azuladas. alecrim-de-santa-catarina. • As sementes inteiras ou em pó são utilizadas em panificação.2 a 0. Cada segmento de rizoma deve ter pelo menos um meristema ou "olho". áreas abandonadas e planícies litorâneas.2m. pastelaria e confeitaria. subsésseis na bainha. FITOLOGIA: Planta herbácea. porém foi introduzida e aclimatada em muitos países tropicais. mudas obtidas a campo e. salames. polígola. náusea. Sementes cilíndricas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. irregulares. canfeno. CLIMA: Prefere regiões de clima tropical. antiálgica. • Plantio: agosto a setembro.2 x 0. timutubarba-de-são-pedro.5oC. • Amontoa: quando ocorrer afloramento ou exposição dos rizomas em formação. traumatismo. bolos. enjôo. . gingibre. desinfetante (294). • Florescimento: novembro a julho. anti-reumática (ação externa). anti-hemorrágica. cilíndrico. As raízes são brancacentas. deve-se cobri-los com solo para evitar-se o ressecamento e a perda de princípios ativos. aperiente. • Colheita: 8 a 9 meses após o plantio. perfumes e cosméticos. de folhagem anual e rizomas multianuais e raízes adventícias. guarnecida de escamas imbricadas. quando retiradas do solo. utilizando-se como substrato a areia. As folhas são dísticas. que cresce de 0. As flores são brancas ou róseas. Sua ocorrência é pouco intensa. rouquidão (257).75 OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é aromática e tem sabor picante e doce. vassourinha.3 a 1.50m. estimulante gastrintestinal (257) e cerebral. Plantar os pedaços de rizoma distanciados 10cm entre si. • As sementes são utilizadas como aromatizante de peixe. dificultando a extração da planta a campo. O fruto é uma cápsula loculicida oblonga. com as extremidades algumas vezes guarnecidas de brotações meristemáticas. O florescimento é um fenômeno raro. • Produtividade: 20t/ha de rizomas frescos (96). com três lóculos. antiinflamatória. mais raramente. principalmente em solos compactados. FAMÍLIA BOTÂNICA :Polygalaceae. rugosa com vários anéis castanho-claro. Transplanta-se a muda dois meses após o plantio dos rizomas. quando então as folhas senescem. antisséptica (128). antidiarréica. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes são aromáticas. bromil. • O óleo essencial é usado na fabricação de licores. cineol (257).50 x 0. lineares ou lanceolado-lineares e curto pecioladas. balas. que é efêmero ao ar livre. SINONÍMIA: Gengivre. antibiótica. amarelo-esverdeadas. Fruto tipo capsular. anticancerígena. antinevrálgica (271). glabras. zingerona. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. pivotantes. mangaratá. exalam um forte aroma de salicilato de metila. sendo que externamente é mais fibrosa. terminais e axilares. Já foi reputada como eficaz como antiofídica (93). Os rizomas são vigorosos. Semear as mudas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. picles. estacas de ramos.000m de altitude (209). ereta. estomática. doces. rizomatosa. lingüiça. pois o sistema radicular estabelece um forte vínculo com o solo. expectorante e emético (242). INDICAÇÕES: Indicada para resfriados (445). Ocorre de 0 a 2. antioxidante. β-felandreno. afrodisíaca (93) e antiasmática (9). SOLO: A planta cresce em quase todos os tipos de solo. delgados. com brácteas persistentes. citral. revestida por pêlos. glabra e castanho-clara. A textura é quebradiça. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É expectorante. zingibereno (bactericida). linear-lanceoladas. Caule subramoso. mangaratiá. odontálgica. As sementes são raras e quase sempre inférteis. a beira de estradas. emética e diurética (271). resina. Mudas obtidas a campo devem ser bem desenterradas. irregularmente ramificados. • Colheita: 4 a 5 meses após o plantio. eupéptica. de preferência arenosos ou arenosiltosos. alongadas. medindo 20 a 25cm de comprimento por 1 a 2cm de largura. FITOLOGIA: Planta herbácea. ramificado. vitaminizante (68). Inflorescência em espiga terminal elipsóide. hermafroditas. A superfície do rizoma é esverdeada-creme. As raízes. É heliófita. cólicas do estômago e GELOL NOME CIENTÍFICO: Poligala paniculata L. SINONÍMIA: Alcaçuz-de-santa-catarina. principalmente os argilosos. O caule é foliáceo e ereto. Índia e China). • Propagação: segmentos de rizomas. PARTES UTILIZADAS: Rizomas. preferindo temperaturas acima de 16. PARTES UTILIZADAS: Raízes. FITOQUÍMICA: Gingerol. magaratáia. carnosos. arrozinho. alternas. medindo 0. revulsiva. carminativa. HABITAT: Espécie autóctone que medra espontaneamente em campos nativos. Flores zigomorfas. em valas. HABITAT: Espécie alóctone de origem sul-asiática (Malásia. excitante. amarelecem e secam. CLIMA: É de clima subtropical. antidepressiva. tônica. As mudas são preparadas em canteiros protegidos ou em caixas. carnosas e cilíndricas. reptantes. β-bisaboleno. • Propagação: sementes.4m de altura. longo pendunculadas dispostas em rácimos simples. antitrombótica. obtusas e invaginantes. Cresce até mesmo em solos ácidos. lábio púrpura com manchas amarelas. azeitonas. A planta é antiblenorrágica. sialogoga. ápex agudo. antigripal (215). INDICAÇÕES: Útil para o tratamento de contusões e dores musculares (271). sopas. ciática. As folhas basais são verticiladas e as superiores. bengue.

perene. quadrangulares e pubescentes. estimulante das funções gastrointestinais (32). • Tintura: 100g do rizoma moído em 0. discretamente tomentosos. SINONÍMIA: Aguará-podá. • Utilizada na ração de aves. FAMÍLIA BOTÂNICA: Ulmaceae. vermífuga. nevralgias e hemorróidas). detersiva. machucaduras e feridas). periquiteira. SINONÍMIA: Candiúba. furúnculos (215). debilidade orgânica. em subosques. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia. hipnose ou perda de reflexo da postura. antiasmática. áreas ruderais e na vegetação de restinga do litoral. asma brônquica. Na República Dominiicana foi verificada a presença de ácido cianídrico nas folhas (93). vassourinhade-botão. hepatite (68). esbranquiçado. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. adoçada com mel (tosse. rouquidão. • Propagação: sementes. pastagens e áreas ruderais. feridas. dopamina. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Analgésica. sésseis. béquica. bronquite (9). GERVÃO-ROXO NOME CIENTÍFICO: Stachytarpheta jamaicensis [L. N-pentriacontano. gervão-azul. AGROLOGIA • Ambiente: por ser planta muito rústica. sudorífica (63). corola 5-simpétalas. anti-hepatotóxica. . Plantio: março a abril. composto por dois carcerulídeos castanho-claros ou escuro. náuseas. dispepsia atônica. HABITAT: Espécie autóctone que ocorre em pastagens. γaminobutírico. afecções renais e gástricas. medindo cerca de 6 a 7cm de comprimento e 3cm de largura. laxante (68). anti-hipertensiva. prisão-de-ventre. resfriado (32). • O pó é usado como condimento no preparo de biscoitos. conhaque). antidisentérica. paralisia. citral. SOLO: Prefere solos arenosos. • Espaçamento: 1. • • PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes.) Blume. taleira. inibidora da secreção gástrica. • Xarope: misturar o rizoma ralado com um xarope de mel (257).20m de altura. As sementes podem ser semeadas diretamente a campo. antibacteriana. sedante. • Decocção: ⇒ ferver 50g do rizoma em 1 litro de água. Espigas terminais de 20 a 30cm de comprimento. fridelina. distúrbios nervosos. estarquitafina. em sulcos. estimula à postura de ovos (93). Tomar 4 xícaras das de chá ao dia. orindeúva. pioneira. ovado-agudas. cerca-viva ou separação de culturas. úlceras (93). gervão-folha-de-verônica. apud 179). • Suco: moer e extrair o suco de um rizoma. antiinflamatória. ip. beirada de matas. FITOQUÍMICA: Verbascosídeo (63). catarros crônicos (93) e halitose. amebíase.0 x 0. eczema. febrífuga. cafêico e ursólico. erisipela. antipirética. • Cataplasma: moer ou ralar um pedaço do rizoma e aplicar num pano sobre o local afetado (reumatismo e traumatismos na coluna vertebral e articulações. gervão. contusões. anti-hemorroidária. uregão.4 oC na temperatura retal (Rodrígues. GRANDIÚVA NOME CIENTÍFICO: Trema micrantha (L. asma.76 intestino (145). • Preparo do quentão. como sebe. broncorréia pulmonar. As folhas são opostas. • Suco: cicatrizante externo (68).5 litro de álcool. ⇒ ferver 1 colher das de chá do rizoma triturado em 1 xícara das de chá de água. orindiuva. vulnerária. anticatarral (9) e antilítica (271). FORMAS DE USO • Infusão: 20g de folhas em 1 litro de água. hentriacontano. ervão. pode ser utilizada em áreas muito acidentadas e erodíveis. capoeiras. amigdalite (68). indutora da motilidade intestinal (405). a beira de caminhos. edemas artríticos e reumáticos. tônica eupéptica. via intraperitonial e atividade vasodilatadora em ratas. antidiarréica. ipolamida. ou em bandejas de isopor. Tomam-se 3 a 4 xícaras ao dia (32). bolos e bolachas.] Vahl. nas doses de 100 a 1000mg/kg. crindiúva. cólera morbus. • Pó: para vômitos. verbena. verbena-azul. contusas (contusões. anti-reumática. ramosa e uniforme em sua arquitetura. orinduíba. Colheita: outubro a março. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. contendo 1 semente com tegumento membranáceo. coatidiba. com bom teor de matéria orgânica e bem drenados. orgibão. O efeito antipirético da planta foi constatado com o decréscimo de até 8. urgebão. rinchão. urgervão. • O decôcto das folhas apresenta propriedades inseticidas (68). gervãolegítimo. Atinge até 1. Fruto artrocarpáceo. bronquite e cólicas) (145). dores estomacais e ânsia de vômito).um pedaço (rouquidão. que medra na floresta pluvial Atlântica. ácidos clorogênico. • Fabricação de bebidas (gengibeer. coatiudiba. Coar a aplicar topicamente em ferimentos e cortes TOXICOLOGIA: O uso externo indevido e/ou abusivo pode provocar queimaduras. As flores são azuladas. Extratos alcoólicos apresentam atividade sedante ou ataxia. hepática (raízes). OUTRAS PROPRIEDADES • Chips para halitose (para mascar). crenadas. cicatrizante (raiz). gurindiba. verbenalina. αespinasterol. beribéri. • Cataplasma: usam-se as folhas e as raízes frescas. orindiba. Nas doses de 700 a 1000mg/kg se observa a anestesia. pé-de-moleque e cocada nordestina. • Rizoma fresco: mascar . antiespasmódica (179). emenagoga. em íleo de cobaias. pau-de-pólvora. N-nonacosano. contendo substrato organo-mineral. dicótoma. machucaduras. escutelareína (179).5m. diurética. OUTRAS PROPRIEDADES • O chá das folhas tem sabor semelhante ao chá-da-índia. INDICAÇÕES: Indicada para doenças crônicas do fígado. FORMAS DE USO • Geral: 3 a 9g/dia diarréia (445). Fazer fricções tópicas (reumatismo). hispidulina. gerbão. antiartrítica. de caule e ramos angulosos. curindiba. geraniol. embora possam ser utilizadas estacas da planta matriz. antiemética. FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae. CLIMA: É de clima tropical a subtropical. inchaço do baço. tafetalina. dextrina e ácido salicílico (9). aguarapondá. matas de altitude. tumores. antioxidante. chá-do-brasil. FARMACOLOGIA: Os extratos aquosos das folhas e ramos frescos apresentam atividade espasmogênica in vitro. N-dotriacontano. cefaléias e vitiligo.

• As folhas são ótimas forrageiras. em áreas úmidas. PARTES UTILIZADAS: Folhas. paratudo. var. dores do peito e do corpo (391). A germinação das sementes demora de 4 a 6 meses (241). quacitunga. caroba. ocorre entre 20 a 30 dias (241). seletiva higrófita. pau-de-bugre. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. vulnerária. antisséptica. inchaço das pernas (215). picadas de cobra (externamente). α-copaeno. cascas e raízes. Os frutos amadurecem em setembro até dezembro. apud 179). exalando um forte aroma. flavonóides (179). tanino. sífilis (32) e aids (imunoestimulante). germacreno-D. vermelha quando madura. erva-de-guaçatunga-falsa. β e ∆-elemeno. • Propagação: sementes e estacas de ramos. amarelo e comestível. ∆ e δ-cadineno e espatulenol (291). que habita as beiradas de Mata Atlântica. anticolesterolêmica. cambroé. úlceras dérmicas (151). de base arredondada. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 3. vassitonga. cicatrizante (barba. pioia. gaimbim. estimulando a produção de leite (344) com pequenas fendas quase superficiais (lenticelas). αhumuleno. café-do-diabo. diurética. • Florescimento: julho a novembro. antocianosídeo (145). reumatismo. profundos. marmelada-vermellha. As sementes são postas a germinar em areia sempre umedecida. resina. estreitas e arredondadas na base com até 14cm de comprimento e 5cm de largura. Fruto tipo baga. • As flores são melíferas. herpes. • Plantio: agosto a outubro. anti-reumática. As flores são pequenas e esverdeadas. OUTRAS PROPRIEDADES • A madeira é utilizada para a fabricação de pólvora. erva-de-lagarto. agudas até longoacuminadas no ápice. língua-delagarto. Cresce preferencialmente na floresta pluvial da Encosta Atlântica. sapinho (128). anti-sifilítica e antiespasmódica (169). perenifólia ou semidecídua. erva-dapontada. antimicrobiana. úlceras estomacais (294). Inflorescências axilares. sarna. PARTES UTILIZADAS: Folhas. chá-de-são-gonçalinho. glabro. guaçatunga-falsa. • Florescimento: novembro a fevereiro. rugosa e . CLIMA: É de clima tipicamente tropical. Os ramos novos tem folhas com nervuras ferrugíneo-pubescentes e os adultos glabras. cafezeiro-bravo. além de saponinas. A infusão da raiz e folhas é usada como depurativa. • Colheita: inicia ao final do segundo ano de cultivo. em cachos pequenos. pitumba-de-folha-miúda. várzeas.5%) (350). antipirética (183). calmante e diaforética. A planta cresce de 3 a 10m de altura. hemostática. encostas suaves e até pedregosas. capoeiras e em capões. guaçatunga. alcalóides. antisifilíticas e anti-reumáticas (242). borda serreada. afrodisíaca. pombeiro. na dose de 57. biciclo-germacreno. lanceoladas até ovadas ou elípticas. cardiotônica (271).000m (213). Após a germinação. densa e minusculamente pelúcido-glanduloso-punctatas. fungicida (128). anestésica tópica em lesões da pele (Panizzate e Silva. café-de-fraile. que apresenta aroma agradável e com alto teor de terpenos e ácido capróico (391). SOLO: Prefere solos porosos. CLIMA: Espécie de clima tropical a subtropical. ramificada. persistentes. espinhas). • Produção de sementes: 1kg de sementes contém cerca de 84. sagitada. cafébravo. antiobésica. HABITAT: Espécie autóctone. carvalhinho. anti-herpética (145) antiulcerogênica. pióia. nervuras salientes. antiobésica. picada de insetos. É heliófita.000 unidades. eupéptica.77 FITOLOGIA: Planta perene. ovóide. As mudas são transplantadas quando atingirem 20 a 25cm de altura. Umbelas axilares sésseis. uassatonga. • Plantio: março. arbórea. cardiotônica. O óleo da planta combate as lombrigas (233). vassatunga. febre. pequena (cerca de 3mm de diâmetro). diarréias. guaçatunga-branca. saritã.4m de diâmetro na base (213). • Colheita: inicia a partir do segundo ano após o plantio. bugre-branco. cafezeiro-domato. FARMACOLOGIA: O extrato etanólico das folhas apresenta atividade antitumoral em ratos na dose de 100mg/kg i. glabra. Os criadores de gado utilizam as folhas para a expulsão da placenta pós-parto (31). prurido (145). O fruto é uma cápsula ovóide-globosa. de caule estriado e marrom-escuro. fruta-de-saíra. Folhas curto-pecioladas. estralador. paralisia (169). O extrato etanólico a 70% das folhas secas demonstra atividade antiulcerosa em ratas. com flores amareladas. liso. óleo essencial (2. A frutificação ocorre de março a maio. guassatonga. SINONÍMIA: Apiá-açonoçú. hidropisia. guaçutonga. • Produção de sementes: 1kg de sementes contém cerca de 135. caimbim. antidiarréica (93). com tronco de 20 a 35cm de diâmetro. marmelinho-docampo. inequiláteras. β-cariofileno. chá-de-frade. chá-de-bugre. SOLO: Prefere solo do tipo calcário e ricos em húmus. heliófita ou esciófita (213). pau-de-lagarto. além de ser aproveitável para carvão e lenha (241). INDICAÇÕES: Usada no tratamento de doenças de pele. estimulante da circulação. verde quando imaturo e alaranjado-claro.000 unidades (241). vacatunga. língua-de-tiú. As sementes são postas a germinar em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. aftas. cafezinho-do-mato. varre-forno. alternas. cujo poder germinativo é baixo. erva-de-pontada. erva-de-bugre.5m. A tintura e o óleo essencial das folhas demonstram atividade GUAÇATONGA NOME CIENTÍFICO:Casearia sylvestris Swartz. serreado-denteadas ou subinteiras. normalmente consorciada a cipós. porém adapta-se até mesmo em solos secos e pobres. pioneira. gaibim.5mg/kg. FITOLOGIA: Planta arbórea perene que cresce em média de 2 a 6m de altura. via intragástrica e uma inibição da atividade secretora gástrica (37). antiofídica (350). antiartrítica (341). sylvestris. medindo cerca de 8 a 10cm de comprimento 3 a 4cm de largura. ereta. anti-sifilítica (215). contendo 2 a 6 sementes em arilo lanoso. Apresenta 5 a 8 nervuras laterais. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. de curta viabilidade (241). quando maturo. • Propagação: sementes. ásperas. inflamações. FAMÍLIA BOTÂNICA: Flacourtiaceae. É encontrada em altitudes de até 2. mas pode chegar até 20m de altura por 0. guaçatunga-preta. ricos em matéria orgânica. contra o sarcoma 180 (191). A casca é utilizada para febres perniciosas e inflamatórias. eczema. acuminada. FITOQUÍMICA: As folhas contém diterpenos (casearia clerodeno I a VI e casearina A a R).p. guaçutunga. pecioladas. as plântulas são repicadas para saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. erva-de-pontada. petumba. A emergência das sementes. Tem a casca cinéreo-pardacenta. baga-de-pomba. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A planta é depurativa.

Plantas adubadas com 60g de sulfato de amônia. • Pragas: as mudas novas recém plantadas a campo são muito sensíveis ao ataque de vaquinha ou patriota (Diabrotica spp. enquanto que à plena luz as folhas são luzidias e de coloração verde-limão. FITOQUÍMICA: Cumarinas (324). diurética. resina.). tônica. guaco-liso. As bractéolas são uninerves. • Compressa: ferver durante 10 minutos 30g de folhas de guaçatonga com 10g de folhas de confrei em 1 litro de água. antisséptica das vias respiratórias. Quando cultivada à sombra. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. estigmast-22en-3-ol (308). eugenol e esteróis (145). xarope e vinho: 20 a 100ml/dia (341). tacos. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. tosse rebelde. antinevrálgica. Solos compactados ou mal drenados retardam o crescimento. As mudas são tranplantadas quando atingem cerca de 30cm de altura. providas de contorno oval. O peso dos ramos não deve exceder ao das folhas. estriados. Depois de eliminadas todos os resíduos florais. trilobadas. anti-reumática. Estacas mais herbáceas (ponteiras) devem ser hidratadas previamente por 1 hora (114). compostos sesquiterpênicos e diterpênicos. ⇒ 10g de folhas frescas ou secas em 200ml de água quente. podendo ser utilizada na construção civil.78 cicatrizante em ratas (Scavone.925 (291). TOXICOLOGIA: Os extratos aquosos das folhas demonstram atividade sobre a musculatura lisa uterina de ratas podem explicar a sua ação abortiva. medindo 3mm de comprimento. lineares ou brácteas liguladas. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. expectorante. calmante (215). • Doenças: podem ocorrer manchas cinzas com halos arroxeados nas folhas. béquica (179). O extrato aquoso da planta apresenta atividade frente ao veneno de Bothrops jararaca e o óleo essencial teve um efeito inibidor dos processos induzidos pelo veneno de Bothrops alternatus (350). apud 169). (346). causadas por fungos. GUACO NOME CIENTÍFICO: Mikania glomerata Sprengel. apud 179). • Propagação: é feita por estacas do caule e ramos. flavonóides. • Alcolatura: macerar por 5 dias 20g de folhas em ½ copo de álcool neutro. É encontrada desde 50 a 500m de altitude (57). febrífuga. guaco-de-cheiro. Não pode ocorrer material estranho na amostra (96). • Substrato: enraizar em substrato à base de húmus de minhoca e vermiculita. glabras. hipotensora . A estaca deve ter 5 gemas e 1 par de folhas (322). cipó-catinga. 128). capoeirões. • Produção de sementes: os aquênios devem ser colhidos antes do secamento completo da panícula. mantê-las em sombrite 50 ou 30%. são aquinquinervadas na base. perene. • Tintura: 10 a 50ml/dia. coqueluche. lenha e carvão (241). • Padrão comercial: comercializam-se folhas com ramos finos e inflorescência nova. arqueadas. • Extrato fluido: 2 a 10ml/dia. membranáceas à coriáceas. para facilitar a colheita e para obtenção de matéria prima saudável e limpa. micânia. erva-cobre. É esciófita. INDICAÇÕES: Indicada para a gota. terrenos de aluvião. Obtém-se em média 3t/ha de material seco. tábuas para assoalho. Para que haja um melhor enraizamento das estacas. embora seu efeito broncodilatador tenha sido confirmado (346). Coar e aplicar topicamente (picada de insetos). • Adubação: responde bem à adubação orgânica. guape. SINONÍMIA: Cipó-caatinga. aromáticas. O limbo mede 8 a 15cm de comprimento por 6 a 9cm de largura. A DL50 em ratos foi estimada em 1792g do extrato seco/kg (Amarante e Silva. pentangular. As folhas não podem apresentar manchas. tanino. O papus é composto de 30 cerdas variando de amarelo-palha a rosada. erva-de-cobra.0m. e o pecíolo 3 a 7cm de comprimento. PARTES UTILIZADAS: Folhas ou planta florida frescas ou secas. 250g de superfosfato simples e 20g de cloreto de potássio produzem seis vezes mais biomassa que plantas não adubadas (324). cineol. em torno. estigmasterol. O preparado deve ser mantido em locais frescos e em frascos escuros (128). antiinflamatória. • Elixir. antigripal e antiofídica (215. • Tutoramento: o cultivo exige tutoramento vertical em espaldeiras de arame. cicatrizante (257). iniciando 16 meses após o plantio. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta ainda antibacteriana contra Bacillus subtilis (83. OUTRAS PROPRIEDADES • O tronco fornece madeira útil para marcenaria e carpintaria. de cor verde intenso. cilíndricos. Tomar 2 xícaras por dia da infusão para úlceras e problemas digestivos. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul que cresce espontaneamente em matas primárias. • Plantio: ano todo.5 x 1. a planta exibe coloração verde-escura e fosca.2m de altura. picadas de inseto. com 1. SOLO: Prefere solos areno-argilosos e úmidos. apud 179). 50 a 200ml/dia (341). Coar e aplicar compressas sobre eczemas (145). Posteriormente. guacosídeo (257). guaco-trepador. Sua densidade é de 0. capoeiras. Esfriar e aplicar com algodão sobre o ferimento. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Broncodilatadora (260). em várzeas sujeitas à inundação e à beira dos rios. guaco-verdadeiro. FARMACOLOGIA Não se constatou nenhuma atividade diurética e hipotensora. Fruto tipo aquênio. as folhas remanescentes devem ser cortadas transversalmente com tesoura. anti-reumática (271). • O óleo essencial apresenta coloração amarelo citrino. trepadeira. borneol. . rouquidão. atividade CLIMA: Espécie de clima tropical e subtropical. opostas. O FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: ⇒ 5%.quando se usam as folhas frescas. as sementes devem ser armazenadas em câmara fria ou geladeira. A inflorescência é do tipo panícula tirsóide que alcança 30cm de comprimento. orla de matas. As folhas são pecioladas. peitoral (Dias da Rocha. ciliadas e de ápice agudo e oblongo. • Colheita: feita ao final do inverno. cipó-sucuriju. • Florescimento: esporádico. 407). normalmente no inverno até a primavera. antiespasmódica (324). antiasmática (258). uaco. artrite (145) e albuminúria (215). de ápice acuminado e base arredondada ou subcordiforme. emoliente. sendo a margem dos lobos lisa. castanhos e glabros. coraçãode-jesus. • Aclimatação: as estacas devem ser protegidas com sombrite 70% até a brotação vigorosa. sudorífica. saponina. para que não ocorra dispersão das sementes. ácidos entkaur-16-eno-19-óico e namoilgrandiflórico. de ramos lenhosos. ácido cinamoilgrandiflórico. Corola infundibuliforme provido de 5 lacíneas triangulares. piloso ou levemente glabro. odor semelhante ao cedro e é amargo.

Induz a contração da musculatura lisa. acetato de isoarborinol. A via tópica foi mais pronunciada que a oral. difeniltrisulfeto. • Adubação: incorporar 1kg/cova de cama de aviário. É desaconselhável para crianças com idade inferior a 1 ano e mulheres em menstruação (145). • Xarope ⇒ tosses em geral: 4 xícaras das de cafezinho de sumo de folhas frescas em ½ litro de xarope. na dose de 200mg/kg. O extrato etanólico das raízes. depurativa. É esciófita. N-metil-4-metoxi-trans-prolina. cinamato de isoarborinol. elípticas. trisulfeto de benzilo. falta de memória (215). quando o uso é abusivo (258). O decôcto das folhas apresenta atividade antiinflamatória e analgésica. 3. Tomar 1 colher das de sopa a cada 4 ou 6 horas (257). pinitol. benzilhidroxietiltrisulfitos. guiné. antiartrítica. demonstra uma fraca atividade analgésica em teste de contorção com ácido acético (119). porém deve ser fresco e drenado. Adubar com nitrato de cálcio. FARMACOLOGIA: Anticonvulsionante e analgésica (130). sudorífica.40m.25g/kg. observando-se um incremento de 69 a 78% da coagulação anormal de sangue e transminase glutamato-piruvato (305). ou na forma de extrato alcoólico ou decocto. tem forte olor balsâmico. A raiz contém 1. Não se constatou efeito antitumoral dos extratos etanólicos e aquosos das folhas secas em cobaias portadores de sarcoma 37 e 180. guiné-tipi. dismenorréia. asma e bronquite: fazer o decôcto de 15 a 20 folhas de guaco em 100ml de água.79 guaco apresenta atividade relaxante sobre a musculatura lisa respiratória de cobaias. de ramos delgados. O extrato etanólico (50%) de folhas frescas. A semente contém isotiocianatos voláteis. via oral. lactona sesquiterpênica. quando nova. Anualmente reaplicar adubação nitrogenada em cobertura. emenagoga. cerca de 1m de altura. distúrbios pulmonares. erva-tipi. porém quando secas. antivenérea. na dose de 10g/planta. • Propagação: sementes e estacas. Tomar 1 xícara das de chá 4 vezes aos dia (problemas respiratórios). adicionar folhas de poejo e gengibre ralada (1 colher de chá). macrólido (antitumoral). FITOQUÍMICA: Triterpenos: isoarborinol. antissinusítica (303) estimulante (32). clareiras e áreas ruderais do sul do Brasil. erva-pipi. O enraizamento das estacas é demorado e com baixo índice de pegamento. As mudas são transplantadas quando atingem cerca de 20cm de altura ou 6 a 8 folhas definitivas. perene. doenças do útero. PARTES UTILIZADAS: Raízes (mais comum) e folhas (tumores). oftálmica (215). • • PARTES UTILIZADAS: Raízes e folhas. acetato de isoarborinol. no inverno. Após. juntar 150 a 200g de açúcar ou rapadura e dissolver. antineoplásica. . escassamente pubescentes ou glabras. raizde-guiné. ácidos urônicos. anti-histérica. vômitos e diarréia. paralisia. pinitol e β-sisterol. lupenona (8). Esteróides. na primavera. • A planta é melífera • É utilizada contra picada de insetos e cobras (257). compostos de enxofre: 2-hidroxi-5-etil-trisulfeto de benzilo. As flores são sésseis. originária das matas da América tropical. Para as crianças. atipim. na dose de 33ml/litro (134). anti-reumática. inteiras. oléico. INDICAÇÕES: É indicada para cistite. i. (130). HABITAT: Espécie autóctone. O extrato metanólico da raiz apresenta atividade profilática e terapêutica no tratamento de doenças hepáticas em ratas. mucura-caá. via intragástrica em ratos. β-sitosterol. SOLO: Adapta-se a quase todo tipo de solo. FAMÍLIA BOTÂNICA:Phytolaccaceae. trans N-4-metilprolina. caá.p. membranosas.9-cumarinas. ereta. lipídeos: ácidos linoléico. A fração não saponificável. analgésica.4-tritiolan. Plantio: maio e outubro. pipi. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. cinamato de isoarborinol). devido à cumarina (238) FORMAS DE USO • Infusão: adicionar 2 xícaras (tipo cafezinho) de folhas frescas a 1/2 litro de água. quase eretos ou ascendentes. na dose de 10g/kg. antigripal. ⇒ crises de tosse. terpenóides (isoarborinol. aos 30 e 90 dias após o plantio. estreitadas na base. dores reumáticas e de cabeça (373). O extrato GUINÉ NOME CIENTÍFICO: Petiveria alliacea L. saponinas. carcinoma de Erlich e adenocarcinoma mamário (129). antiasmática. na dose de 1g/kg. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas verdes são quase inodoras. antiofídica. desinfetante. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anticoagulante. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. jardins. ⇒ picada de cobra: tomar várias vezes ao dia (145). ⇒ reumatismo: fazer fricções sobre áreas doloridas. O princípio tóxico é conhecido como petiverina (179). na dose de 6. polifenóis e taninos (382). 0. alvo-verdolengas. antimicrobiana e antiinflamatória (128). antiespasmódica. Colheita: inicia a partir dos 10 meses após o plantio. agudas ou acuminadas no ápice. oblongas ou obovais. É preventiva da cárie dental (130). anticancerígena. administrado topicamente ou oralmente em cobaias demonstrou um efeito inibidor de dermatites induzidas por óleo de cróton e em granuloma induzido por pelet de algodão.5-difenil 1. alantoína. com 4 a 8cm de comprimento e 3-4cm de largura. fridelino e ácido benzóico (116). antitumoral. Apresenta odor forte que lembra alho. com 6-8mm de comprimento. compridos. em delgadas espigas bracteadas terminais. O extrato aquoso de folhas atua como estimulante uterino débil em ratas. cólera. CLIMA: A planta é de clima tropical e subtropical. inflamações da boca e garganta e gengivite (257). abortifaciente. tritiolano e cumarinas (379). Alcalóides: alantoína. Cresce subespontaneamente em potreiros.5ml/cobaia demonstra atividade estimulante de fagocitose (113). cobrir e deixar esfriar. erva-depipi. afecções da pele (uso externo). Tomar 1 a 2 colheres das de sopa 2 a 3 vezes ao dia. erva-de-guiné. pequenas. sublenhosa quando adulta. Folhas curtamente pecioladas. vários tipos de câncer (179). FITOLOGIA: Planta subarbustiva. alternas. oncolítica (179). impotência (130). diurética. álcool docosílico. odontálgica. anticárie. estimula a atividade fagocítica e não possui atividade antitumoral (348). Fruto capsular. TOXICOLOGIA: Pode causar taquicardia. inibindo o edema podal produzido por carragenina em ratas. e as contorções induzidas por ácido acético. reduzir a dose à metade (258). com característico odor de alho. tritiolaniacina. piorréia. SINONÍMIA:Amansa-senhor. lignocérico e esteárico. • Suco: 2 folhas frescas batidas com água (1 copo) em liqüidificador. tipi-verdadeiro. resfriado. palmítico. afrodisíaca. anticonvulsionante. delgada. cuneiforme. sudorífica. nonadecanóico. transstilbeno. vermífuga.8 x 0.2. tipi. pequeno.

hortelã-de-leite. O extrato aquoso de folhas mostrou-se efetivo contra Epidermophyton floccosum. ao meio-dia e a noite. vermífuga. FORMAS DE USO • Decocção: ⇒ 1 pedaço de raiz com 2 folhas para 1 ½ xícara das de chá. doses abusivas podem resultar em imbecilidade. • Rendimento: 2 a 3 cortes por ano ou cerca de 4t/ha de planta fresca (96). afasia e até a morte (93). O óleo essencial das folhas demonstrou atividade supressora da alimentação na fase larvária de alguns insetos fitopatógenos (Attagenus piceus). FITOQUÍMICA: O teor de óleos essenciais na planta fresca varia de 0. HABITAT: Espécie alóctone. 306). 30 dias após o plantio. Tomar um copo pela manhã. estacas radicantes e sementes. ⇒ Câncer: 30g/litro. hortelã-chinesa. Usar em bochechos e gargarejos (257). hortelã-de-cavalo. hortelã-rasteira. pubescentes. Repetir a adubação a cada corte. • Florescimento: dezembro e janeiro. não causou qualquer tipo de irritação à pele (158). O extrato alcoólico das folhas mostra atividade nematicida contra Meloidogyne spp. FITOLOGIA: Planta herbácea perene de porte rasteiro-ascendente. 25kg de fósforo. aplicase topicamente em áreas odontálgicas (32). em cobaias foi de 1637mg/kg (298) e via intraperitonial é de 1. O macerado hidroalcoólico das folhas não inibe o crescimento de bactérias que causam infecções na pele. Aplicar. Musca domestica e mosquitos) e atividade repelente de traça da roupa (174. Os efeitos produzidos pela ingestão de Petiveria alliacea em ovinos (caquexia muscular distrófica) são similares aos sintomas de intoxicação com pesticidas organofosforados.p. HORTELÃ-BRANCA NOME CIENTÍFICO: Mentha rotundifolia L. • Compressa: folhas contusas aplicadas topicamente sobre cefalalgias e reumatismo. • Renovação da cultura: é feita a cada 3 a 4 anos.300 a 2. SOLO: Leve e poroso. tônica. hortelã-cultivada.18% e o teor de mentol deve estar além de 50% (96). originária da Europa. hortelãcomum. A infusão das folhas não foi ativa contra o protozoário Trichomonas vaginalis. dilatação cardíaca e lesões renais. desidratação. Tomar 3 xícaras ao dias (8). e as sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. hortelã-de-folha-redonda. 290kg de potássio. Coar. via oral. • Inalações: utiliza-se a raiz (303). hortelã-cheirosa. Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder 8% (96). • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos. incorporado na vaselina suave. arredondadas. bem distribuídas. As folhas tem aroma suave que lembra maçã. Temperaturas muito altas. • Irrigação: proceder periodicamente..3m. principalmente devido a presença de tiofenos (336). com as folhas fortemente enrugadas. adapta-se bem à regiões subtropicais com precipitação de 1.1mg) (41. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa (133). CLIMA: Embora seja de clima temperado. de 10g/kg (348). hortelã-de-horta. A DL50 de um extrato i. Não obstante.000mm ao ano. • Colheita de sementes: Embora a planta floresça e produza sementes no sul do Brasil. Mycobacterium tuberculosis e Candida albicans (411). perda de peso. hortelã-miúda. • Sumo: bater no liqüidificador 25 a 30 folhas com 1 litro de água fria. Fazendo-se um palito da raiz. Coar e usar em massagens tópicas (dores reumáticas) (128). . TOXICOLOGIA: A planta é abortiva (124. crenadas ou denteadas.059 a 0. mucosas (58). • Nutrição: a planta extrai por hectare cerca de 170kg de nitrogênio. • Propagação: divisão de rizomas. O leite produzido pelas vacas que ingerem a folha adquire sabor de alho (47). carbamatos e alguns organoclorados. A atividade estimulante do sistema reticoendotelial e antimicrobiana está associada ao benzil-2hidroxietilsulfeto . atividade inseticida contra insetos adultos (Cimex lectularius. Além disso. 15g de nitrogênio/m2. a produção de sementes é desuniforme e reduzida. utilizando o decôcto das folhas (59). OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é usada como inseticida e repelente de insetos (179). ou Mentha suaveolens. trato digestivo (60) e infecções respiratórias (59). braquicardia. corre-se o risco de utilizar-se sementes oriundas de polinizações clandestinas oriundas de outras espécies de hortelãs. O tratamento é indicado para o câncer (154). Staphylococcus aureus (CIM: 6. • Adubação: aplicar no plantio 4 a 5kg de estrume de gado ou composto. É heliófita. pois a planta é exigente em umidade no solo. hortelã-pimenta-rasteira. hortelã-depanela. • Plantas invasoras: proceder a capinação até que a hortelã cubra o solo por inteiro. aromática. mentrasto. 130kg de cálcio e 17kg de magnésio. A necropsia dos animais mostrou atrofia muscular com fragmentação e hialinização de fibras. calmante (215) e antiemética. 348). dispostas em espigas verticiladas. com ataxia dos membros posteriores. SINONÍMIA: Erva-boa. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. em canteiros. 348) e tóxica ao gado. anti-reumática. para uma produção de 4t de matéria fresca (96). in vitro (282). AGROLOGIA • Espaçamento: 0.3mg). Animais que consomem diariamente folhas da planta tornam-se débeis. poejo. • Plantio: março a maio. mas não as geadas.4 x 0. hortelã-de-cheiro. hortelã-defolha-miúda.80 cru. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato etanólico (50%) demonstra atividade antibacteriana contra vários microorganismos Gram negativos e atividade antimicótica contra vários patógenos de plantas. associadas a pouca precipitação determinam menor teor de óleos essenciais (96). hortelã-da-horta. hortelã-de-tempero. Escherichia coli (CIM: 50mg) e Candida albicans (CIM: 3. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. hortelã-das-hortas. desde que não ocorra estresse hídrico. aumento dos níveis de transminases e nitrogênio urêico.composto que apresenta atividade contra Bacillus subtilis (CIM: 3mg). Não foi verificada ação genotóxica do decôcto em células reprodutivas de cobaia macho e nem a morte dos animais com a dose única. hortelã-do-brasil.7g/kg. menta-maçã. • Alcolatura: macerar por 3 dias 4 colheres das de sopa de raiz em pó em 2 xícaras das de chá de álcool. não se constatou atividade anticândida e sim contra Epidermophyton floccosum. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas e verdes. fértil e com bom teor de matéria orgânica. Suporta baixas temperaturas. estimulante. Tolera altas temperaturas. As flores são alvas.

antiespasmódica. • Irrigação: deve ser periódica. bananais e pomares. • Folhas in natura: ingerir 10 a 16 folhas por dia. • Bala: separar 800g de açúcar. hortelãrasteira. digestiva. limoneno e cânfora. em canteiros. de base atenuada. podendo ser anual. revestida de glândulas que liberam óleo essencial aromático que lembra a hortelã-levante ou alevante. hortelã-pimenta. vivaz. pecíolo curto. secas ou frescas. ramificado. em 1 litro de água. . ansiolítica (406). e as sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. 250ml de água filtrada e o sumo da hortelã. amebicida. icterícia. bem curtido. flavonóides e heterosídeos da luteolina e apigenina (257). hortelã-das-hortas. serreadas. dismenorréia e odontalgias (32). (especialmente de origem nervosa). tampar. mentrasto e poejo. Misturar 1 colher das de café do pó com mel. hortelã-comum. em 3 doses. não devendo se estender além de 15 dias. tremedeiras. na forma de glomérulos globosos. principalmente à beira de canais. acrescentar água fervente. opostas. estomáquica. cólica uterina. Fruto tipo aquênio. giardicida. tônica geral. em canteiros. O caule é simples. vômitos. por 5 a 10 dias (antiparasitárias). INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de diarréia sangüínea. hortelã-da-horta. colagoga (258). verão e outono. • Plantio: ano todo. verdeescuras e crespas. medindo 4 a 6cm de comprimento por 2 a 2. 1/2 hora antes do café da manhã. palpitação. com 10cm de comprimento cada segmento. escassa na parte inferior e notória na superior. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. pineno. margem serreada ou duplamente serreada. junto com as refeições. Cresce subespontaneamente em jardins e fundo de quintal. FARMACOLOGIA: O óleo essencial apresenta atividade relaxante sobre o músculo intestinal (406). mentofurana. hortelã-brava. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de esterco de curral. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo mentol. De todas as mentas. respectivamente. • Propagação: segmentos de ramos radicantes ou sementes. lagoas. pois a planta é ávida por umidade no solo. Colocar a água e o açúcar para ferver até atingir o ponto de bala. estimulante. amebas e lombrigas). hortelã-de-tempero. A colheita pode na primavera. oval-lanceoladas. de limbo rômbico-lanceolado. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada na alimentação como condimento • Na indústria obtém-se uma essência utilizada aromatizante de perfumes. riachos. Flores lilases ou azuladas. com pubescência adpressa. TOXICOLOGIA: O uso prolongado ou a ingestão antes de dormir. SINONÍMIA: Fazendeiro. • Florescimento: fevereiro a março. • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. HABITAT: Espécie autóctone de origem mediterrânica-européia. antisséptica. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Infusão: colocar 5 ou 10g de folhas picadas.3m.81 INDICAÇÕES: Indicada para a prisão-de-ventre e feridas (215). Caule arroxeado. FORMAS DE USO Infusão. • Propagação: estaquia ou divisão de rizomas.5 x 0. em pares cruzados. atonia digestiva. várzeas.25m. tanino. cálculos biliares. Folhas verde-intensas. doces e bebidas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. • Pó: triturar folhas secas e peneirar. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. Servir às crianças 1 vez ao dia. FITOLOGIA: Planta herbácea. Para que ocorra o florescimento. Inflorescência axilar. vermífuga (257). • Adubação: orgânica. há necessidade de um fotoperíodo mínimo de 12 horas. exceto como vermífugo). FITOLOGIA: Planta herbácea perene. por 7 dias. • Plantio: outono e primavera. colocar numa xícara. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. no Brasil. SOLO: Prefere os solos aerados. Adicionar o sumo (antiparasitária e expectorante). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. um pouco ramificado. Apresenta porte ereto quando novo a semi-prostrado quanto em reprodução. CLIMA: A planta desenvolve-se melhor em temperaturas amenas. expectorante. em regiões de inverno rigoroso. HORTELÃ-COMUM NOME CIENTÍFICO: Mentha x villosa Huds. tricomonicida (261). • Plantas daninhas: eliminar o inço desde o início do cultivo. e as sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral.5cm de largura. Folhas opostas. tricomoníase urogenital (406). PARTES UTILIZADAS: Folhas. colerética. durante 5 dias (combate giárdias. é a que melhor se adaptou ao Brasil. reunindo flores densamente aglomeradas de corola alva. na quantidade de 2 a 3kg/m 2. Utilizar húmus de minhoca ou estrume animal. úmidos. Medra em regiões uliginosas marítimas do sul do Brasil. Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder 8% (96). • Colheita: inicia-se 2 a 3 meses após o plantio. refresco e salada. anti-reumática e galactagoga (271). dispostas em espigas terminais. Tomar 1 xícara das de chá 3 vezes ao dia (uso interno. SINONÍMIA: Hortelã-chinesa. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa (133). arenosilicosos e ricos em matéria orgânica. bem drenados. pode resultar em insônia (258). Tomar 3 vezes ao dia. É também a mais popular e a mais bem aclimatada das mentas. mentona. deixar esfriar e coar. FORMAS DE USO • Antiparasitário com alho: amassar 3 a 4 folhas frescas de hortelã e 1 dente de alho.3 x 0. timpanite como HORTELÃ-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Hyptis brevipes Poit. com 30 a 60cm de altura. quadrangular. Metade da dose para as crianças (258). ácidos orgânicos. Colhe-se quando cerca de 60 a 70% das plantas estiverem floridas. A planta pode ser considerada esciófita. PARTES UTILIZADAS: Folhas. rizomatosa.

HORTELÃ-VIQUE NOME CIENTÍFICO: Mentha arvensis L. em canteiros. mentol. Aspergillus oryzae e Serratia marcescens (407). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Cálice áspero e glabro com dentes linear-subulados. úmidos. HABITAT: Planta alóctone originária do Japão. ereto. Inflorescência em espigas cilíndricas frouxas. • Utilizada como forragem. PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas. um pouco mais longas. rizomatosa. e as sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. hortelã-pimenta-japonesa. • É utilizada no preparo culinário de quibe. PROPRIEDADES hortelã-comum. que cresce de 10 a 50cm em altura. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial apresenta ação antibacteriana contra Bacillus subtilis. otalgias e dores de garganta (120). é a principal fonte óleo essencial volátil utilizado pela indústria e laboratórios. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. hortelã-da-preta. FITOLOGIA: Planta herbácea. • Produção de sementes: embora ocorra o florescimento. ácido oleanólico (120). pimenta-do-japão. Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder 8% (96). lanceoladas ou oblongas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-helmíntica. exceção ao inverno. alevante. gastralgias. PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas. ramificado. ovadas. O caule é quadrangular. esparsamente tomentosas em ambas as faces.000m de altitude. glabras as do caule. pubescentes ou tomentosas por cima e por baixo alvotomentosas. FITOQUÍMICA: Mentol. HABITAT: Espécie alóctone. Ocorre até 1. SINONÍMIA: Levante. perene.3m. HABITAT:Embora a sinonímia popular atribua ser de origem brasileira. hortelã-da-amazônia. esbranquiçado. hortelã-japonesa. As folhas são sésseis ou quase sésseis. Rizoma rastejante. aromática. à FITOLOGIA: Planta herbácea perene. tétano. calmante (257). Corola pequena e violácea. sitosterol. Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder a 8% (96). a produção de sementes é insignificante e desuniforme. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. Não tolera solos ácidos. stigmasterol.0 a 2. As folhas são opostas. • Propagação: divisão de rizomas. bem drenados. canforada. fenol e pulegon (93). pulegona e fenóis (257). onde cresce como planta ruderal (93). pecioladas. porém adapta-se ao subtropical e até o tropical. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de esterco de curral. morros e áreas nitrófilas. hortelãmenta- HORTELÃ-VERDE NOME CIENTÍFICO: Mentha spicata L. hortelã-de-leite. de caule ereto. ereto ou prostrado e radicante. • Plantas daninhas: o cultivo deve ser mantido completamente livre de inços. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de esterco de curral. cólica. Cachemir. desigualmente serrilhadas. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae SINONÍMIA: Hortelã-comum. menta. Folhas subsésseis. • Florescimento: dezembro. antiespasmódica. • Propagação: divisão de rizomas e estacas. bracteiformes todas as próximas da inflorescência dispostas em verticilo irregular. que se tornam cloróticas e quase sem aroma. no Cashimir (93). • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos. INDICAÇÕES: Utilizada para a bronquite.82 • Colheita: 100 dias após o plantio. ao final da primavera e início do verão. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. em verticilos aproximados ou os do extremo inferior todos separados. a planta é nativa da Europa. No inverno ocorre um declínio das folhas. OUTRAS PROPRIEDADES • Usada também para aromatizar cerveja e como forragem. originária da Europa. ou em saquinhos de plástico perfurados contendo substrato organo-mineral. FITOQUÍMICA: Linalol. cilíndrico-cônicas. FITOLOGIA:Planta herbácea polianual de caule cotonoso. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. hortelã-das-hortas. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. da Inglaterra à Bulgária. Eicherischia coli. • Plantio: ano todo. CLIMA:É de clima temperado. OUTRAS PROPRIEDADES • Juntamente com a Mentha piperita. • Colheita: 3 a 4 meses após o plantio.4m. em canteiros. Inflorescência em espiga terminal.5cm de . ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes HORTELÃ-SILVESTRE NOME CIENTÍFICO: Mentha sylvestris L. com 3 a 7cm de comprimento por 1. As folhas apresentam sabor pungente e causam sensação de frescor. próxima a regatos. Ilha da Madeira até o Cabo da Boa Esperança. base cuneada. SINONÍMIA: Hortelã-do-campo. Cresce espontaneamente em áreas aluviais. PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-helmíntica (93). SOLO:Desenvolve-se melhor em solos humosos. segmentos dos ramos radicantes. ovado-lanceoladas. béquica. mas cresce na forma selvagem nas montanhas da Europa Ocidental. Micrococcus luteus. compactas ou com falhas na base. antiasmática e antigripal (120). • Plantio: outono e primavera. • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos.6m x 0. Cálice viloso-tomentoso.

30 x 1. compactados e muito úmidos. atua como odorizante de ambientes. L-mentona. antiemética. descongestionante nasal (257). Aplicar compressas e fazer massagens (257). OUTRAS PROPRIEDADES • Quando é desidratada. quando a planta apresenta cerca de 0. SOLO: Prefere solos leves. róseo-creme e perfumadas. ramificado. FAMÍLIA BOTÂNICA: Vitaceae. tosse. umuravumba. Llimoneno. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa (133). aromático. perspirante. • Tintura: 60g de folhas frescas em 100ml de álcool (para coceiras. • Florescimento: dezembro a janeiro. analgésica.0m. febrífuga (15). angina. recurvadas e dispostas acima da folhagem.. • Colheita: deve ser feita pouco antes ou até o pleno florescimento. colerética. Bruchidae). • Propagação: via rizomas. As folhas são largo-ovaladas. SINONÍMIA: Limonete. dor de cabeça. compacto. as margens são serradas. • Propagação: sementes e estacas. cipó-puci. • Infusão: 4 a 6g de folhas frescas por xícara das de chá. abcessos dentais. dentadas ou crenadas. porém não tolera solos ácidos e encharcados. 5g/planta. trips e mosca branca (15). Desenvolve-se melhor à meia-sombra.20 x 0. antiblenorrágica. inchaços. Devem ser enraizadas em vermiculita e dispostas sob sombrite 70% e irrigação por nebulização. INSULINA NOME CIENTÍFICO: Cissus sicyoides L. brancas ou lilases. Podem ser feitos até 3 cortes por ano. coriza. quando disponíveis. A inflorescência é uma verticilo capitato-axilar. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antidiarréica. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. O fruto é uma pequena noz lisa e ovóide. decíduo. Em regiões de fotoperíodo curto não há formação de sementes e quando ocorre. A cultura é renovada a cada 5 anos. Os ramos extirpados podem ser aproveitados como estacas-matrizes para novos plantios. Emplastros da folha verde e inalação são também utilizados (444) ou 3 a 6g por xícara (445). anil-trepador. podendo definhar totalmente. cipó-pucá. originária da África do Sul. artralgia. arenosos. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia (antivomitivo). densas. vermífuga. gorgulho que infesta o feijão (440). O teor de mentol pode variar de 50 a 70 % (257) ou 75 a 80% (93). irritação na pele e cefalalgia). As sementes. • Doença: pode ocorrer a ferrugem. insulina- . pois suas folhas sujam-se facilmente de solo. mas também podem ser segmentados em pedaços menores. e enraizados em substrato organo-mineral. dor-de-cabeça. Apresentam um forte aroma de mentol. restando apenas os rizomas. Repele ainda ácaros.) N. branco-pubescente e espessas. produzindo luxuriante vegetação.6m de altura. L-α-pineno. As flores são pequenas. antisséptica (260). • Pode ser utilizada em saches como repelentes de traças. INDICAÇÕES: Utilizada externamente para malária. Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder 8% (91). cujo rebrote é intenso e rápido. • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos. edema de beribéri. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da febre. Os rizomas são plantados diretamente a campo. pecioladas. Não tolera solos ácidos. A reprodução por sementes é condicionada ao fotoperíodo. longas.000 plantas/ha). SOLO: Desenvolve-se bem em solos arenosos a argilosos e férteis. podendo chegar até 2m. faringite. caavurana-de-cunhan. PARTES UTILIZADAS: Folhas. paniculadas. As inflorescências. revulsiva. • Desenvolvimento: durante o inverno a parte aérea regride. É resistente ao frio. As flores são numerosas. pluma-de-névoa. TOXICOLOGIA: Não deve ser usada por lactentes e crianças pois pode causar dispnéia e asfixia (385). afídeos. prurido. • Plantio: abril a maio. cipó-dachina. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial da planta apresenta forte atividade contra Zabrotes subfasciatus (Col. cólicas e diarréia. após 50 a 60 dias. Adubar a cada 4 meses com nitrato de cálcio. conjuntivite. resolutiva. antisséptica e estomáquica. causada pelo fungo Puccinia menthae. SINONÍMIA: Achite.E. exceto as raízes.5m de altura. diabetil. multifloro. rinite. • Poda: os ramos baixeiros devem ser eliminados. para posteriormente serem transplantados como muda a campo. afecções da garganta. anestésica e analgésica tópica suave (1. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. • Rendimento de óleo essencial: 130kg/ha (206). que voltam a brotar na primavera. CLIMA: A planta é de clima subtropical e heliófita. cortina-japonesa. CLIMA: Espécie de clima temperado quente. utilizada na forma de infusão ou decocção. com a espessura de um lápis. • Plantio: outubro. são numerosas. FITOQUÍMICA: A planta produz óleo essencial que contém Lmentol (65 a 68%). aerados e com um bom teor de matéria orgânica. INCENSO NOME CIENTÍFICO: Tetradenia riparia (Hochst. • Colheita: inicia um ano após o plantio. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. metil-acetato. A primeira colheita ocorre quatro meses após o plantio. gastroenterite. 444). As estacas devem ser colhidas no início da primavera. de 5 a 7cm. • Florescimento: julho a agosto. HABITAT: Espécie alóctone. devem ser semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral.Br. utilizando-se aquelas mais retilíneas. pequenas.2 a 1. FORMAS DE USO • Geral: 12 a 20g por xícara. • Adubação: 2kg/m2 de húmus de minhoca e 100g/m 2 de fosfato natural. resfriado. dores em geral (15).83 largura. dispepsia. de 1.20m (250. antiespasmódica (445). durante a estação seca. moída e queimada. FITOLOGIA: Arbusto semi-herbáceo. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. erupções do sarampo. as sementes podem ser estéreis.

cianidina-3-arabinosídeo. em água. esteróis. perene. • Colheita: inicia a partir do terceiro ano. vegetando próximo aos cursos de água. casca de arroz tostada ou outro substrato poroso. inflamações na garganta (215). radicante. As sementes são solitárias. As gavinhas são opostas às folhas e raízes. anti-reumática. Flores roxo-claras. acuminado. agudas. com asas brilhantes e esbranquiçadas e núcleo castanho. • Produz madeira rija. com cerca de 30 a 35cm de comprimento. hipotensora. • Propagação: sementes.84 vegetal. opostas. truncadas ou cordiforme na base. iniciando a rizogênese já aos 3 dias. pau-d'arco-roxo. peúva-roxa. As mudas são transplantadas quando atingem um porte de 20 a 25cm de altura. uva-brava. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. coceiras. ipeúva-roxa. 102. renais e de ovários e para a epilepsia. açúcares. • Nutrição: durante o inverno. FARMACOLOGIA: A decocção das folhas e talos não mostrou atividade bronco-dilatadora em cobaias que receberam histamina e acetil-colina (70). FITOQUÍMICA: Esteróis. as vezes polígamas. para não ser pisoteada ou ser contaminada de terra. HABITAT: Espécie autóctone da Mata Atlântica e Equatorial. glabras ou pubescentes. preventiva de derrame (9). com 7 a 10mm de diâmetro. (98). O enraizamento das estacas é muito rápido. • Poda: devido ao grande vigor da planta. • Florescimento: setembro a fevereiro. ipê-uva-roxa. e mesmo tutorado lança raízes aéreas pêndulas com até 1m de comprimento. Flavonóides: cianidina. pálidas. penta ou heptafoliada. quinonas e compostos fenólicos nas folhas e antocianinas nos frutos (348). Descreve-se para esta planta uma forte estimulação uterina em ratas. em substrato organo-mineral. As folhas são pecioladas. peúva.5m. simples. Le Grand e Wondergem (apud 169) comprovaram atividade antibacteriana sobre Bacillus subilis. ipê-mirim. Aminoácidos. INDICAÇÕES: Indicada para problemas respiratórios. Fruto tipo cápsula. silício. tinta-dos-gentios. glabro. pedunculadas. • A árvore é ornamental. ipê. As flores são perfeitas. que ocorre em solos úmidos das depressões e matas de encostas suaves.8m de espessura. Manter o substrato sempre úmido e drenado. lactonas sesquiterpênicas e luteolina. negras. 134. antitumoral (257). ipê-tabaco. • Pragas: a planta é muito susceptível à Diabrotica spp. ácido tânico e lapáchico e sais alcalinos (93). disco em forma de copa. OUTRAS PROPRIEDADES: É hospedeira do fungo Meliola juruana. fósforo e potássio (9). FITOLOGIA: Planta arbórea. ipê-preto. Também indicada para o tratamento de úlceras. sendo utilizada em arborização urbana. principalmente nas mudas em formação. Corola tubulosa-afunilada. com 5 a 6cm de comprimento. INDICAÇÕES: Atribui-as à planta propriedades curativas do câncer. FITOLOGIA: Planta escandente perene. • Floração: outubro a fevereiro. roliço. antiblenorrágica (93). delfinidina. com 4 a 6mm de comprimento. acuminadas ou mesmo arredondadas no ápice. ovado-cordiformes. depurativa. 195.6 a 0. hepáticos. A semeadura deve ser feita de fevereiro a abril. delfinidina 3-O-β-D-glucosídeo e delfinidina-3rhamnosídeo (179). uva-domato. OUTRAS PROPRIEDADES • Contém material corante própria para tingir seda e algodão. enquanto que as folhas aquecidas são utilizadas em abcessos e gânglios inflamados (179). antiinflamatória. Bagas subglobosas ou ovóides. taninos. catarros da uretra e úlceras gástricas (271). dispostas em panículas terminais. ipê-de-flor-roxa. alcalóides. contendo inúmeras sementes aladas. • Adubação: incorporar na cova de plantio 2 a 3kg de cama de aviário. • Propagação: estacas dos ramos. pouco ramificada (331). SINONÍMIA: Cabroe. com 6 a 8 folhas. FITOQUÍMICA: Lapachol (257). atividade anticonvulsionante e depressiva do sistema nervoso central (53. Folíolo oblongo. antinevrálgica e antisifilítica (215). 348). que cresce cerca de 6m de comprimento. Observou-se também um efeito anticonvulsivo através do extrato aquoso das folhas e talos em cobaias submetidas a eletrochoques e pentilentetrazol. As folhas amassadas servem para furúnculos. antiinflamatória. HABITAT: Espécie autóctone. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. proeza-japonesa. manganês. • Tutoramento: devido ao hábito trepador. A germinação ocorre em um período de 10 a 15 dias (344). • Colheita: inicia-se no quarto mês após o transplante.0 x 0. principalmente devido ao lapachol (257). saponinas. a planta tem que ser conduzida em espaldeiras. cálcio. que atinge 25 a 30m de altura e o tronco 0. atenuado na base. antiinfecciosa. PARTES UTILIZADAS: Casca e folhas. O extrato metanólico da planta apresenta atividade antibacteriana contra Bacillus sp. longo-pecioladas. é comum o surgimento de sintomas de deficiência de Fe. agudoserrilhado. obovóides. decídua. As folhas novas adquirem uma coloração clorótica generalizada. estomáquica e anti-hemorroidária (1). inflamacões artríticas. nas doses de 250 a 500mg/kg (127). O caule é reptante. delfinidina-3-O-βD-glucosídeo. . própria para uso externo. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato etanólico da folha possui atividade antibacteriana e atividade antibacteriana (134). dispostas em cimeiras corimbiformes. antimicrobiana. seu crescimento tem que ser controlado e limitado aos tutores. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. cianidina-3-rhamnosil-arabinosídeo. • Plantio: primavera. IPÊ-ROXO NOME CIENTÍFICO: Tabebuia avellanedae Lorenz ex Grisebach. medindo de 4 a 12cm de comprimento por 3 a 9cm de largura. Inicia já no segundo ano de vida. doenças do útero e ovário. estendidas. Pode ser também enraizada em areia. em saquinhos plásticos com capacidade mínima de 400ml. Sais de magnésio. Utilizada em construção naval. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Sudorífica. Folhas digitadas. Apresentam 4 pétalas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Bignoniaceae. antidiabética (271). PARTES UTILIZADAS: Folhas.

o terminal rombóide. CLIMA: Planta de clima equatorial a tropical. cordiformes com 3 folíolos grandes. como os pecíolos. algo achatado. no final de inverno. Cresce subespontaneamente em todo Brasil. A colheita das sementes deve anteceder o período das chuvas. que é crítica na fase de mudas. preto. maravilha-branca. SOLO: É nitrófila.10m de altura. bons-dias. purga-de-nabiça. A raiz tuberosa é espessa. • Adubação: incorporar 2 a 3kg/cova de cama de aviário. moles. • As raízes. maravilha-de-forquilha. FAMÍLIA BOTÂNICA: Papilonaceae. herbáceo. PARTES UTILIZADAS: Túbera. SOLO: Prefere solos leves.56% de proteínas. HABITAT: Planta autóctone da Floresta Amazônica. bonina. as raízes atingem maiores proporções. facilitando a infecção de fungos nas vagens e sementes. à guisa de maçã. inflorescências e cálices. yacatupé (tupi = batata de casca fina). lanceoladas. escura externamente e branca internamente. servem para amaciar as mãos. • As sementes são tóxicas. Flores hipocrateriformes de invólucro parecendo cálice. • Pode ser defumada. glabro. TOXICOLOGIA: As sementes encerram rotenona. ou quando o dia estiver nublado. é consumida em fatias. CLIMA: É de clima tropical. linear. mais ou menos pubérulos. bastante enfolhada. proteína 1. é usada para o preparo de saladas exóticas e sofisticadas. Em áreas ensolaradas e quentes. flor-das-quatro-horas. comestíveis. procede-se a extirpação de todas as inflorescências. SINONÍMIA: Batata-de-purga. jalapa-comprida. que demoram cerca de dois meses para maturar. FITOQUÍMICA: Água 87. A maturação das vagens é demorada e desuniforme. cilíndrico. lisas. O teor de matéria seca obtido foi de 15. As sépalas são vermelhas. reunidas 2 a 3 sobre pequenos nódulos inseridos na raque. à guisa de lingüiça. devido a erosão genética e extrativismo. com flores alvas. erva-triste. belas-noites. que é muito pequena. adocicado. • Tutoramento: evita problemas fitossanitários às folhas e às vagens e facilita os tratos culturais e a colheita. volúvel. As flores abrem-se ao entardecer. Se as túberas não forem arrancadas. podem sobreviver no solo por muitos anos. FITOLOGIA: Planta herbácea trepadeira. FAMÍLIA BOTÂNICA: Nictaginaceae. crua. boa-noite. para ser conservada por um ano • O polvilho tem sabor suave e doce. beijo-de-frade. jalapabastarda.0 x 0. ETNOTERAPÊUTICAS: Antitussígena e INDICAÇÕES: Indicada para doenças das vias urinárias. As folhas são longopeciolados. Rácimos axilares. • No México.6%. feijão-jacatupé.78% e sais minerais 0. beijos-defrade. menores que as folhas. inseticidas e raticidas (93). de 10 a 15cm de comprimento e 2cm de largura. SINONÍMIA: Feijão-batata. PROPRIEDADES diurética (93). semelhante ao fruto da pimenta-do-reino. maravilha-vermelha.0x 0. terrenos baldios e jardins. • Produção de sementes: a planta apresenta uma grande produção de vagens. de 0. cujo amido é sucedâneo da araruta. os laterais assimétricos. O caule é ramificado. jalapa-do-mato. que é também pubérula. FITOLOGIA: Planta herbácea. matéria graxa 0. As túberas são colhidas quando ocorre o secamento completo das folhas. falsa-jalapa. . inteiras. O cultivo praticamente inexiste. sobretudo do México.5m. Pode ser consumida cozida com sal ou açúcar. ovais. com chuvas bem distribuídas. ricos em matéria orgânica e permeáveis. jalapa-falsa. uma batata fresca pesa cerca de 330g. açúcares 5. maravilha. yeticopé (tupi = raiz semelhante a um nabo). ocorre quase 5 meses (em julho) após o florescimento. • As folhas e caules são forrageiras muito apreciadas pelo gado. mais ou menos glabro. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. quando tutorada. OUTRAS PROPRIEDADES • Raiz comestível com sabor de coco-da-bahia. ereta. alcança 3m de altura e produz grandes túberas subterrâneas. pigmentado de vermelho-violáceo nas áreas expostas ao sol. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. erva-de-santa-catarina. O fruto é do tipo legume. amarelas. O não tutoramento da plantas faz com que a planta se proste. As folhas são simples. acessos febris e nefrites (93). que é tóxica a insetos e para a erradicação de ratos (93). contendo 21. em áreas ruderais. nativa das regiões tropicais. • Rendimento: o rendimento de túberas chega a 10t/ha (93). contraído entre as sementes. • Plantio: outubro.. boa-morte. feijão-de-batata. As flores são brancas e vistosas. soltos. contendo um aquênio ou antocarpo. JALAPA NOME CIENTÍFICO: Mirabilis jalapa L. e prejudicial na fase adulta. Ramos novos pubérulos. brancas ou mescladas.05%. As sementes são semeadas diretamente a campo. bom-dia. perene (batata) que. para evitar a ocorrência de fungos. agrupadas em cimos terminais. ovóide. raladas e misturadas ao leite. preferindo solos humosos e úmidos. • Colheita: ocorre 8 a 9 meses após o plantio. dispondo-se 2 a 3 por cova.1%. medindo 10 a 12cm de comprimento por 5 a 8cm de largura. de pericarpo rugoso.12%. boas-noites. boinoite. É esciófita. fibra 0. verde.32%.1%. lingüiça vegetal. adaptando-se aos subtropicais. permanecendo abertas e perfumosas durante toda a noite. • Pragas: A planta é altamente suceptível à Diabrotica spp.5m. se considerar-se que pode chegar a 15kg. róseas. Não tolera invernos rigorosos e ventos frios. Cresce espontaneamente em áreas próximas a cursos d’água. Espécie que corre o risco de desaparecer. liso. polianual. HABITAT: Espécie alóctone. suculenta. dentadas e opostas.60 a 1. contendo 6 a 8 sementes avermelhadas por vagem.85 JACATUPÉ NOME CIENTÍFICO: Pachyrhizus bulbosus Kurz. • Capação: para aumentar a produção de túberas. • Propagação: sementes. glabras. Fruto cariopse. Do polvilho extrai-se a jacatupina (93). pó-de-arroz. suculento e com os nós entumescidos. • No exterior. A batata apresenta casca fina e produz farinha fina e branca. Nas condições de cultivo do Litoral Catarinense.

em sulcos ou covas. • Também utilizada na forma de salada. quando cozidas são comestíveis. sumo e masticatório. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A raiz é drástica. pois o lagarto teiú cava o solo para comer a raiz sempre que é picado de cobra. agrião. mas não necessariamente alagada. com 20 a 30cm de altura. Capação: extirpando-se todos os botões florais. jambú. agrião-do-norte. A raiz tuberosa produz um líquido amarelo rico em bradicinina. PARTES UTILIZADAS: Folhas e capítulos. usado diariamente para dores de ouvido (257). mastruço. muito apreciado como ingrediente de dentifrícios (168). INDICAÇÕES: Indicada para problemas hepáticos. longo-pecioladas e membranáceas. pimenteira. maçã-do-perú.4 x 0. antiasmática. primavera ou verão. É cultivada em jardins e ocorre subespontaneamente em áreas ruderais. decocção. agrião-do-brasil. prostrada. Pode-se utilizar o suco das flores. juá-de-capote. Aquênios quase envolvidos em páleas membranosas. AGROLOGIA • Ambiente: Procurar implantar o cultivo em áreas mais úmidas da propriedade. béquica. TOXICOLOGIA: A raiz é tóxica e as sementes são consideradas extremamente venenosas. febrífuga. var. afecções bucais e da garganta e cálculos da bexiga (120). As sementes são semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral e as estacas radicantes e rizomas podem ser plantados diretamente a campo. anti-sifilítica. antidisentérica. Adubação: 1 a 2kg/planta de cama de aviário. • O espilanton. negros. jambú-assú. anti-hidrópica. O caule é cilíndrico e radicante nas partes basais. jambuassú. pingando-o dentro do duto auditivo e deixando 15 minutos. 257). saponinas. quercitina-3-glicosídeo e rutina (43) PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É analgésica tópica. mata-fome. Tolera bem solos ácidos. fitosterina e colina (9. bucho-de-rã. agrião-do-mato. sialogoga. SOLO: A planta prefere solos úmidos e aerados. emeto-catárquica. porém tem mostrado boa adaptação em climas subtropicais quentes. SINONÍMIA: Balãozinho. é uma substância picante. incrementa-se o tamanho da raiz. antidispéptica (9). cicatrizante. INDICAÇÕES: O amido. odontálgica (93). coqueluche. • Espaçamento: 0. As folhas são opostas. elípticos. alagados e até fortemente argilosos. Flores e raízes são diuréticas (32). PARTES UTILIZADAS: Flores e raízes. espilantina. É provável que a planta seja antiofídica. quintilho. por ocasião do florescimento. que cresce espontaneamente na Amazônia e subespontaneamente em todo Brasil. HABITAT: Espécie autóctone. tapando com algodão. antidiarréica. FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae. Plantio: outono. que podem ser plantadas diretamente a campo. antiinflamatória. FORMAS DE USO: Infusão. jambú-rana. FORMAS DE USO • Suco: pingar 2 a 3 gotas do suco do caule ou da raiz no conduto auditivo.86 • • • • • • Propagação: sementes e raízes tuberosas. Uma análise da parte aérea revelou a presença de apigenina-7-glicosídeo. A planta cresce espontaneamente em terrenos úmidos e ácidos. originária do Peru. agriãozinho. apud 120). quando macerado em limão até formar pasta mole (257). CLIMA: É originária de regiões tropicais até tropicais. • Plantio: outono e primavera. HABITAT: Espécie autóctone. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada na culinária amazônica para o preparo de "pato ao tucupi"e a bebida "tacacá" (209). digestiva. Apresenta arquitetura ramificada e de constituição semicarnosa. É considerada rara em Santa Catarina (402). As flores quentes e untadas com óleo são maturativas (283).) Murr. typica. repetir 2 a 3 vezes • Infuso: 10g de raiz para 1 litro de água. joá. acre. afinina. TOXICOLOGIA: O extrato aquoso induziu contrações abdominais e o extrato hexânico provocou convulsões tônico-crônicas e morte (Moreira et al. Se demorar passar a dor. antileucorréica e anti-herpética. cordiformes ou ovóides. A planta é ainda indicada para o tratamento de cólicas abdominais. SINONÍMIA: Abecedaria. pouco brilhantes.3m. JOÁ-DE-CAPOTE NOME CIENTÍFICO: Nicandra physaloides [L. apud 120). JAMBUAÇÚ NOME CIENTÍFICO: Spilanthes acmella (L. • Propagação: divisão de rizomas. pimenteira-do-pará. com cerca de 1cm de diâmetro. erva-de-malaca. antiespasmódica. muito forte. apigenina-7neohesperosídosídeo. flavonóides (379). • Colheita: inicia a partir do terceiro mês após o plantio. Florescimento: ocorre no verão e outono. antigripal. com pedúnculos longos e flores amarelas. agrião-bravo. agrião-do-pará. botão-de-ouro. bexiga. pimenta-d'água. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. sementes e estacas dos ramos radicantes. (130). serve para eliminar sardas e panos do rosto. estimulante (242) e antiescorbútica (424). lactonas sesquiterpênicas. desinfetante (120). • O caule e a raiz são uma das maiores fontes de potassa vegetal. que é abundante. e o sumo das folhas. repetindo 2 a 3 vezes. carminativa. FITOQUÍMICA: A raiz contém um produto resinóide de fécula e muita potassa. É subespontânea da Mata Pluvial da Encosta Atlântica. Flores e raízes são ainda indicadas para lenir dores de ouvido (32). Inflorescência em capítulo globoso.] Gaertn. antianêmica. Escorrer e pingar novamente. sinuosas e denteadas. FITOQUÍMICA: Amidas acetilênicas. excitante. que posteriormente tornam-se pardacentas. ésteres amirínicos. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas novas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. • Florescimento: julho a fevereiro. jambú-açú. lanterna-da-china. esteróis. espilantol. narcótica. Tomar 1 a 2 xícaras ao dia (32). apud 130). que é uma amida do ácido não saturado. bronquite e tuberculose (Berg. estomáquica (257). emenagoga. Encontra-se disseminada por todo mundo. triterpenóides (Mukharya e Ansari. Colheita: inicia a partir do segundo ano de cultivo. .

curto-pecioladas ou sésseis. mariangome. • Plantio: outono e primavera. SOLO: Desenvolve-se melhor em solos ricos em matéria orgânica. com anteras amarelas. e tem propriedades similares a Atropa beladona. manjongomes. FITOQUÍMICA: Mucilagens e sais minerais. vulnerária. diurética e midriática (93). longamente pediceladas. medindo 2 a 3mm de diâmetro. Abaixo de 10 oC não ocorre germinação. medrando em todo Brasil. joão-gordo. geralmente avermelhado. maria-gorda. AGROLOGIA • Espaçamento: 0.30m. castanhoamarelado.000 sementes (209). obovadas. em áreas ruderais. pomares e à beira de matas. Semente comprimida. As folhas são inteiras. podendo tornar-se invasora em regiões de clima mais ameno. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. maria-gombe. as folhas podem medir 16cm de comprimento por 8cm de largura. major-gomes. marrom-alaranjado-purpúrea. frutos e raízes. ereto. carirú. bredo-major-gomes. Em ambiente sombreado. maria-gombi. manjongome. • Adubação: 2kg/planta de cama de aviário. alternas (as inferiores). Caule ereto. As folhas servem para a extração de calos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiescorbútica (a raiz). verdeclaras. azul-clara ou violácea. agudas. brilhante. como cicatrizante (257). esverdeado. diretamente em canteiros. em doses mínimas (242). Inflorescência do tipo panícula terminal aberta. Sementes novas apresentam um certo grau de dormência que pode ser eliminada com a luz. anguloso. simples ou ramoso. mariagomes. mucilaginosa. INDICAÇÕES: As folhas e sementes são utilizadas no tratamento de feridas. com tegumento crustáceo. As flores são pequenas. podendo ser feita durante todo o ano. ou seja. contendo várias gemas meristemática. com nervuras inconspícuas. • Produção de semente: dezembro a janeiro. PARTES UTILIZADAS: Folhas. cortes. maria-bombi. As sementes podem ser semeadas em sulcos. glabra. neurastenia. As sementes são semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. 4 x 0. TOXICOLOGIA: Os frutos são tóxicos. que cresce 30 a 40cm de altura. glabras. benção-dedeus. gastralgia e tuberculose pulmonar (444). • Decocção: 20g de raízes por litro de água. que cresce de 0. permitindo a produção de folhas mais suculentas e desenvolvidas. mariangombi. bem drenados e de textura média. ramificado. Caule carnoso. com 3 valvas contendo sementes pretas. labrobró-dejardim. glabra. carnosa. brilhantes. Sementes velhas germinam mesmo sem luz. porém adapta-se ao subtropical.6 a 1. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas podem ser consumidas na forma de salada e refogados. diurética. maria-mole. As folhas são longopecioladas. O fruto é uma baga (solanídeo). • Produção de sementes: 500 a 3. CLIMA: É de clima tropical. róseas. O fruto é uma cápsula septífraga. quebra-tigela. brilhante. Gaertn. medindo cerca de 3cm de comprimento. tosse. depurativa (257). A temperatura ótima ocorre aos 25oC (209). carnosas e grossas. 5-lobados. • Propagação: gemas da cepa. emoliente. CLIMA: Vegeta melhor no inverno e floresce em outubro. glabras e finamente estriadas. ovóide deiscente. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A seiva é calmante. medindo 5 a 7cm de comprimento por 3 a 4cm de largura. • Cataplasma: usar folhar frescas. carne-gorda. diaforética. • Consórcio: utilizar plantas que possam sombrear parcialmente. FORMAS DE USO • Geral: 20 a 30g/dia. estupefaciente. castanho-clara a amarelada. ovado-oblongas. labrobró. lisas. cicatrizante. As flores são isoladas. carurú. É esciófita. béquica. dispostas em panículas compostas cujas flores só abrem sob luz plena. verde-claro. • Colheita de folhas: a partir de 80 a 90 dias após a emergência. ramosíssima e glabra. reticulado. • Colheita de sementes: fevereiro a março. Uma planta produz até 1. PARTES UTILIZADAS: As raízes tuberosas. às vezes púrpura. HABITAT: Planta autóctone da América. suculenta. bredo. mata-calos. lisas. cilíndrico. crasso e esverdeado. JOÃO-GOMES NOME CIENTÍFICO: Talinum paniculatum (Jack). Corola campanulada.0m de altura. refrigerante (68) e calicida. • Florescimento: outubro a novembro . Não tolera solos ácidos ou encharcados. manjogome.30 x 0. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. As sementes são emenagogas (93). com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. com pericarpo membranáceo. ereta. glabro. As raízes são utilizadas no tratamento de escorbuto (68). A planta é prolífera. Índice médio de germinação: 30 a 35%. OUTRAS PROPRIEDADES • O fruto é usado para matar mosca (402). axilares e apresentam cálice membranáceo. lenticulares. quando novo e castanho-claro quando maturo. com 4 lóculos.500 sementes por planta (209). suborbicular ou obovada. globosa. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. beldroega-miúda. orbiculares. maria-gorda. medindo 10 a13cm de comprimento por 5 a 7cm de largura. As folhas maiores concentram-se na parte basal da planta. alternas ou geminadas. língua-de-vaca.87 FITOLOGIA: Planta herbácea anual. • Colheita das raízes: junho a agosto. opostas (as superiores). • Pragas: sensível à Diabrotica spp. lisa. SINONÍMIA: Beldroega-grande. inflamações tópicas (68). inflorescência.3m. FAMÍLIA BOTÂNICA: Portulacaceae. na forma de infusão (cascas da raiz) ou caldo (das folhas) (444). bunda-mole. medindo de 40 a 50cm de comprimento. A raiz é tuberosa. folhas e sementes. • Propagação: sementes. SOLO: Prefere solos úmidos. sementes e as folhas. membranáceas. • Plantio: outono e primavera. ocorrendo em número progressivamente menor em direção à . elípticas ou oblanceoladas. • Florescimento: maio e outubro a novembro. erva-gorda. sobretudo potássio (257). ora-pro-nobis-miúdo. • Alelopatia: a planta inibe o crescimento de outras espécies vizinhas. inhá-gome. irregularmente serrado-dentadas. areno-silicosos e com alto teor de matéria orgânica.

PARTES UTILIZADAS: Raízes. inerme. agudas. TOXICOLOGIA: O uso da planta não deve ser prolongado. profundamente sinuadas e sublobadas. verde nas planta novas e verdeacizentado nas plantas adultas.5m. clareiras. áreas onde foram feitas queimadas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes e frutos são antidiabéticos. alaranjado. densamente espinhoso. arbustiva e ereta. com 1cm de diâmetro. crescendo espontaneamente em pastagens. alvo-tomentosas na face dorsal. jurubeba-do-sul. FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae. amarelada. amargos e tônicos (242). margem inteira. anemia. HABITAT: Planta autóctone do sul do Brasil. jurubeba-branca.5 x 1. jurubebaverdadeira.5m de altura. atonias gástricas (294) e catarro da bexiga (215). devido aos alcalóides e esteróides que contém (68). pouco ramificado. var. reunindo flores com corola membranosas com cinco lobos ovalado-triangulares. INDICAÇÕES: Os frutos são usados para o tratamento de distúrbios hepáticos. São cultivadas como ornamentais. ovalada a elíptica. medindo 2 a 3cm de diâmetro. em estufa plástica. • Propagação: sementes e rebentos das raízes da planta matriz. antidispépticos (271). • Colheita: a partir de outubro. FITOQUÍMICA: Jurubidina (aminoalcalóide esteroidal concentrado no fruto verde). solitárias. • Colheita: inicia-se seis meses após o plantio. Tomar 1 ou 2 cálices ao dia. • Propagação: sementes. sutilmente sinuadas. • Florescimento: inicia na primavera e estende-se até o outono. liso. debilidade orgânica (68).88 • • São plantas forrageiras muito herbívoros domésticos. jurubeba-velame. feridas. O fruto é uma baga globosa. glabro. arenosos. alaranjado. inapetência. em feridas e úlceras) (68). alternas. crescendo até 1. cistite. O fruto é um solanídeo globoso. elípticas ou lanceoladas. oblongas. jurupeba.5m de altura. • Cataplasmas: das folhas (uso externo. glabra. antianêmicos. bilocular. As folhas são pecioladas. tumores abdominais e uterinos. acicularium Dunal. com exceção do caule. febres e debilidade em geral). ásperas. brancas ou levemente azuladas. doenças infecciosas. anti-hidrópica. ⇒ Anemia: macerar por 10 dias numa panela de ferro hermética. Folhas pecioladas. A planta é reputada ainda como diurética. A raiz apresenta sabor amargo. estomacais e do baço (128). embora prefira os arenoso. ereta. FORMAS DE USO • Infusão: das folhas e frutos (afecções hepáticas. colagoga e colerética (215). Cresce espontaneamente em áreas abertas. Caule ramificado. em panículas abertas.5 a 2. de clima subtropical. • Pragas: é muito comum a incidência de Diabrotica spp. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. SINONÍMIA: Jurubeba. medindo 3 a 4mm de diâmetro. febrífugos (68). FITOLOGIA: Planta perene. corimbosas. inermes. velame. isoladas. icterícia. Filtrar e tomar 1 cálice antes das refeições. folhas e frutos. coincidindo. folhas e frutos. apreciadas por animais JURUBEBA NOME CIENTÍFICO. Não tolera ventos frios e geadas.5 x 1. • Plantio: março a abril. febres intermitentes. abcessos internos.5m. simples. A semente é comprimida. anti-hidrópicos. diuréticos. com tegumento crustáceo. Inflorescência terminal. normalmente ovaladas. juvena. colagogos. escamosas. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. FORMAS DE USO • Vinho: ⇒ Descongestionante do fígado: macerar por 10 dias 30 frutos verdes e 2 fragmentos de canela em 1 litro de vinho licoroso. bosques e áreas ruderais. algo brilhante. capoeiras. polimórficas. • Suco: das raízes ou frutos (cistite. . soltos e úmidos. aperientes. reunindo flores pequenas azulada ou violácea. convalescença. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. dispepsia atônica. As sementes são semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral e os rebentos de raízes devem ser aclimatados sob sombrite 70% e irrigação. juribeba. CLIMA: É uma planta tipicamente tropical e heliófita. glabrescente. ocorrendo das Guianas até o sudeste brasileiro. que atinge 1. CLIMA: É heliófita e seletiva higrófita (402). Aclimatar as mudas em estufa plástica coberta com sombrite 50%. jurubebinha. inteiras. JURUBEBA NOME CIENTÍFICO: Solanum paniculatum L. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da hepatite. de preferência com a florada. engurgitamento do fígado e do baço. As raízes e frutos são desobstruentes do fígado e do baço (93). incorporada na cova. campos abandonados. 1 xícara das de chá de raiz picada e 1 colher das de sopa de casca de laranja amarga em 1 litro de vinho branco licoroso. desobstruentes. AGROLOGIA • Espaçamento:1. O caule é cilíndrico. FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae. SOLO: Tolera quase todos os tipos de solo. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. As sementes são semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. atonia gástrica. SINONÍMIA: Jubeba. mucilagens e ácidos orgânicos (128). medindo 1cm de diâmetro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são cicatrizantes e a raiz é tônica digestiva e antianêmica (128). jupeba. Inflorescência em cimeiras terminais e laterais. alvo-pubescente e armado de acúleos curvos. • Florescimento: setembro a março. tumores e abcessos internos). Solanum fastigiatum Willd. lavouras perenes e capoeiras. juuna. resinas. febres intermitentes. SOLO: Prefere solos leves. • Plantio: março a abril. catarro na bexiga (271) e impaludismo (242). bem drenados e com um bom teor de matéria orgânica. PARTES UTILIZADAS: Raiz. úlceras. pomares e terrenos abandonados. Ocorre como planta ruderal. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene.

⇒ Cicatrizante: ferver 1 colher das de sopa de folhas bem picadas em 1 copo de água até reduzir à metade. ovóide-cônico As flores são monóicas. lustrosos. persistente em crianças (445). perene. glabro. contas-de-nossa-senhora.1%. perene. evita o adensamento do solo.500 a 3. anti-hidrópicos. água 14%. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. A formação abundante de estolões deve ser contida para evitar a densificação de indivíduos. • Propagação: rebentos de raízes. mantém a umidade e uniforme a temperatura do solo. Os rebentos devem ser aclimatados em túnel de sombrite 70% até o pleno pegamento das mudas. • Plantas daninhas: eliminar o inço desde o tranplante até o final do ciclo. inchaço e males dos rins. • Plantio: outono. • As sementes fornecem fécula opcional para a indústria da cervejaria. O caule é ereto. É nitrófila. FITOQUÍMICA: Celulose 62%. Alcança cerca de 30 a 35cm de altura e emite vários rebentos a partir das raízes. FORMAS DE USO: 10 a 30g/xícara na forma de pó ou decocção do fruto tostado (444). resina amarela e mole 0. lipídeos. à semelhança da espécie “boca-de-leão” e amarelas.1% glúten. A inflorescência é uma panícula de espiguetas axilares eretas. braceletes. ácido resinoso 0. FITOLOGIA: Planta herbácea. FITOLOGIA: Planta herbácea. FAMÍLIA BOTÂNICA: Escrofulariaceae. Coar e misturar o suco de ½ limão.1%.7%. O fruto maturo é facilmente abcisionado pela planta. beribéri. PARTES UTILIZADAS: Grãos maturos. primavera e verão. Os frutos.000 sementes. usados externamente são anti-reumáticas e excitantes. sais minerais 7. É cultivada em jardins. capim-de-rosário. arginina. em 1 xícara das de chá de água.30 x 0.000 a 12. lombalgia (257). • As folhas podem ser utilizadas como forrageira. solitárias. É comumente encontrada como planta ruderal nos países de origem e colonizados. pneumonia lombar. semeadas diretamente a campo. em sulcos. As folhas são lineares. • Produção de sementes: 2. biurá. o florescimento ocorre de outubro a dezembro. 444). lisas. perolados. lisina. analépticos. As folhas LINÁRIA NOME CIENTÍFICO: Linaria vulgaris Spr. As folhas são alternas.000kg/ha (93). sitosterol e dimetil-glicosídeo (1. • Florescimento: quando o plantio é feito em setembro. glabras e alternas. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. casca de arroz. SOLO: Prefere solos férteis.5 a 3cm de largura. de rizoma rasteiro e vigoroso. cortinas. abcesso pulmonar (93). com tamanho entre 5 a 10cm. CLIMA: Prefere temperaturas mais amenas.15m. tônicos. com as margens onduladas e escabrosas. tirosina. rosários. monóica. coixol.4%. As raízes crescem horizontalmente e são de coloração creme. evitando ainda a germinação de plantas daninhas. TOXICOLOGIA: A ingestão das folhas. do tipo cariopse. óleo pingue verde-claro 0. plástico preto ou outra cobertura inerte sobre o solo.2m. embora a ocorrência esparsa de frutos maturos se verifique na maior parte do período quente do ano. medindo 5mm de comprimento por 4mm de diâmetro. são ovais. juntar 1 copo de mel e misturar bem. reumatismo. Um quilograma de sementes contém cerca de 4. antidiarréicos (445). Tomar 2 a 3 vezes ao dia. 444). com uma produção de 59. envolvidas por um duro invólucro. INDICAÇÕES: Os frutos fortalecem o baço e são utilizados no tratamento de enterite crônica. amido 8. em torno da planta. oco e com raízes adventícias na base. HABITAT: Espécie alóctone que é cultivada em todas as partes do mundo. Não se verifica a formação de frutos no Estado de Santa Catarina. leucina. substâncias gomosas e dextrona 1. lágrimas-dejob. auriculadas.0 x 0. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada no sul da China para a fabricação de esteiras e artesanatos trançados. depurativos. branco-acizentadosazulados.8%. nitrogênio 0. Aplicar topicamente. permite um crescimento vigoroso do rizoma. tem resultado em intoxicação de bovinos (209). parcialmente ocultas pela bainha das folhas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae. e internamente antiasmáticos e diuréticos (444). • Mulching: o uso de palhas. • Plantio: setembro a outubro. 2. dispostas na base da espiga. • Propagação: sementes. O amido da cariopse é levemente doce. com uma média anual em torno de 20 a 22oC. HABITAT: Planta alóctone originária das regiões setentrionais. apendicite. localizadas na extremidade apical da espiga. etc.000kg/ha (93). litíases urinárias. .89 • Decocção: ⇒ Tônico digestivo: ferver 2 pedaços pequenos de raiz. • Adubação: 2kg/m2 de húmus de minhoca. albumina 2. colares. muito diuréticos e nutritivos. retirar as mudas do túnel para não estiolarem. por tempo prolongado. A frutificação é bastante desuniforme. Após este período.7%. afecções catarrais (271). capim-de-contas. Coar. SINONÍMIA: Biuri. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de cama de aviário. • Os frutos são utilizados em artesanato para a confecção de pulseiras. As flores femininas são unifloras. • Produz uma farinha de alto valor nutritivo.3%. lanceoladasacuminadas. As mudas são transplantadas quando apresentam um porte de 15cm de altura. bifloras. com 20 a 35cm de comprimento por 1. coixenolide. proteínas.65% (93). em duas tonalidades. sendo própria para a alimentação de convalescentes e para a panificação. emolientes. capim-demissanga. em forma de fita. As flores masculinas são numerosas. edemas. grisáceas. ricos em matéria orgânica e bem drenados. açúcares 0. e colmos. LÁGRIMA-DE-NOSSA-SENHORA NOME CIENTÍFICO: Coix lacryma-jobi L. É heliófita. As flores são labiadas. rosário-de-nossa-senhora. amplexicaule. capiá. 4%. pelo alto conteúdo de proteína e lipídeos (93). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os frutos são antileucorréicos. molduras. com 1 a 2m de altura. disúria e acrodinia (1. ⇒ Também pode ser usado em gargarejos (128). bem picados. ramoso. • Colheita: abril a maio. aminoácidos. com pericarpo grosso e duro.

FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberaceae. SOLO: Prefere solos francos. entouceirada com 1. inundadas. Corolas brancas. cistite e icterícia (89). AGROLOGIA • Ambiente: O cultivo deve ser feito em várzeas úmidas. terminando em um capítulo discóide. Fruto tipo baga deiscente. liso. tônica. CLIMA: É de clima tropical a subtropical. narciso. ao longo de sulcos transversais ou em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. PARTES UTILIZADAS: Folhas e inflorescências. gengibre-branco. labaça. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores são utilizadas em tinturaria. insônia (32). • Espaçamento : 1. matas. verde-claro. Folhas sésseis. catarros pulmonares. cilíndrico. tumores linfáticos e obstipação intestinal (68). afecções das vias urinárias. passando a alaranjado. lágrima-de-vênus. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira em floração. alagados ou com irrigação abundante. • Infusão: 1 a 2 colheres das de chá em 1 xícara de água quente dermatoses.5 a 2. não demonstrou atividade antimalárica contra Plasmodium berghei (50). biflora. formado por 3 séries de filárias linear-lanceoladas. ocorre um grande rebrote de plântulas dos rizomas. com um lóbulo terminal tão grande que forma a maior parte da folha. especialmente em áreas de baixadas. na dose de 100mg/kg. medindo cerca de 3mm de comprimento. antiblenorrágica. chamama. A sementes são ovaladas e avermelhadas. medindo cerca 7 a 15cm de comprimento por 3 a 5cm de largura. As flores são compostas por um invólucro cilíndrico-campanulado. com lígula acuminada. Espiga densa.0 a 1. • Florescimento: agosto a janeiro. Tanto as raízes quanto as folhas são úteis contra a úlcera (179).0m de altura. 141). medindo 2 a 3cm de comprimento por 1. atenuado-acuminadas no ápice. com o caule ereto e avermelhado na base. obtusa. • Propagação: sementes. que são semeadas em canteiros. a beira de estradas e áreas ruderais. nas partes aéreas. napoleão. com a base pinatífida e atenuada. Escapo floral comprido. dermatoses e cefalalgia (257). Tomar 3 a 5 xícaras ao dia (febres e obstipação intestinal). • Decocção: ferver por 10 minutos 1 a 2 colheres das de chá de folhas ou raízes para 1 xícara de água. lírio-branco. Os aquênios são fusiformes. golpes e torceduras. sinuada. caso contrário a planta torna-se raquítica e com folhas amareladas. áfilo. palustre. ou em áreas úmidas da Mata Atlântica e nas planícies litorâneas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. Adapta-se tanto à luz direta como a meia-sombra. erupções cutâneas de origem sifilítica. tapira. perene. verde-escuras. borboleta. trifacetado. lágrima-de-moça. com 25 a 40cm de comprimento e 5 a 6cm de largura. As raízes são usadas pelos indígenas da Costa Rica para combater as lombrigas intestinais. de base angustada. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. e prunasina. SINONÍMIA: Bastão-de-são-josé.] Polak. de cor branca. desobstruente (68). úmidos e soltos.25 x 0. É indicada para a diarréia. paraqueda.0 x 0. Pode ser usado internamente ou em banhos herpética (68). lírio-do-vale. com alta umidade relativa do ar. CLIMA: A plante prefere regiões de clima tropical a subtropical. Tomar 3 a 5 xícaras ao dia. contendo muitas sementes envoltas em mucilagem vermelha. com bráctea oblonga. emenagoga. olímpia. A decocção das folhas é utilizada como vulnerária (12). emarginada. borboleta-amarela. lágrima-de-napoleão. O transplante é feito quando as mudas tiverem 4 a 6 folhas definitivas. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente em bosques. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. escalda-mão. membranácea. flor-de-lis. jasmim-borboleta. por dia. língua-de-vaca-miúda. SOLO: A planta desenvolve-se melhor em solos encharcados e com bom teor de matéria orgânica.25m. rosulado-basilares. entre 0 e 800m de altitude (179). paraquedinha. HABITAT: Espécie alóctone. vigorosa. As folhas são sésseis. béquica. piri. • A planta apresenta atividade mata-mosca (89). jasmim-do-brejo. fumo-do-mato. elíptico. gramados. pubescentes.4m. costa-branca. • Plantio: abril a agosto. acaule com 20 a 25cm de altura. com tubo longo e lobos lineares. jasmim. com dorso e bainha pubescente. tosses. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato etanólico a 95% administrado em ratos via intragástrica. originária do Himalaia e Nepal. FITOQUÍMICA: Ácido parasórbico. FORMAS DE USO • Cataplasma: as folhas são colocadas sobre a testa (cefalalgia e insônia). INDICAÇÕES: Tem sido usada para o tratamento de catarro pulmonar. ciliolada. enfolhado. A planta é esciófita. anti-herpética. esverdeadas e com margem avermelhadas. afecções das vias urinárias. • Colheita: 3 a 4 meses após o plantio. LÍNGUA-DE-VACA NOME CIENTÍFICO: Chaptalia nutans [L. durante 4 dias. que habita as matas litorâneas do sul do Brasil. ásperas. de 15 a 35cm de altura. erva-de-sangue. nas folhas (121. cardamomo-do-mato. 3α-hidroxi-5metilvalerolactona. lanceoladas. ligeiramente pêndulo quando jovem. FITOLOGIA: Planta herbácea em forma de roseta. os quais devem ser eliminados ou utilizados na produção de novas mudas. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de cama de aviário. Indicada para dores musculares. FITOLOGIA: Planta herbácea rizomatosa.90 • • Raleio: durante o desenvolvimento da planta matriz. . finamente tomentoso. antigripal e sedativa (242). LÍRIO-DO-BREJO NOME CIENTÍFICO: Hedychium coronarianum Koenig. glabro. • Xarope: utilizam-se as sementes torradas como base de xarope para tosse (215). Colheita: ocorre 3 a 4 meses após o plantio. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Peitoral e béquica (93).5cm de largura. oblanceolado-espatuladas. sanguineira. plana. SINONÍMIA: Buglossa. verde inicialmente. glabra na página ventral. porém naturalizada nas Américas.

mau hálito. antigripal. O uso abusivo de fertilizantes afeta a formação do óleo essencial e. devem ser enraizadas em túneis com sombrite 70% e irrigação intermitente por nebulização. pendentes e de aroma forte e agradável. Apresenta uma boa resistência às doenças foliares. ervados-cem-gostos. antidisentérica (435) e antisséptica (182). escrófulas. alcalóides. INDICAÇÕES: Auxilia no tratamento da nevralgias. alvina. absinto. Plantio: primavera. • • • • • LOSNA NOME CIENTÍFICO: Artemisia absinthium L.0m e tende a formar moitas. isotujona. no acme do florescimento. CLIMA: Prefere o clima temperado. acintro. losna-maior. As flores são amarelas. suspender irrigações e evitar-se solos pesados. moles. Colheita: inicia após o segundo ano de cultivo. tônico e anti-reumático (242) e as flores cardiotônicas. FORMAS DE USO: • Cataplasma: aplicar a folha quente sobre locais doloridos do ventre. embora vegete em subtropicais. originária da Ásia Central. atonia digestiva (435). tujona (anti-helmíntico e convulsionante). tubulosas. teneno. O máximo teor de princípios ativos na planta coincide com o período de florescimento (96). colagoga. grande-absinto. rebentos e pedaços do rizoma. • Infusão: . As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor. As folhas são recortadas.000. As • • • PARTES UTILIZADAS: Sumidades floridas (preferencialmente) e folhas. málico. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. losnabranca. Renovação da cultura: embora a planta possa viver até 20 anos. resinas. Florescimento: é condicionado pelas temperaturas invernais. mas bem aclimatada no Brasil. Regiões muito pluviosas são desaconselháveis ao cultivo comercial. O cultivo tem que ser feito em solos úmidos naturalmente ou com irrigação abundante. a partir do segundo ano de cultivo.0. • As flores constituem-se matéria-prima para a fabricação de perfumes. grande-absíntio. Padrões comerciais: conteúdo mínimo de essência . FITOQUÍMICA: Tanino flobafênicos. amarga. amargosa.91 • Propagação: sementes. SOLO: Prefere solos naturalmente férteis. pois as sementes são muito pequenas. Pragas: A espécie é muito resistente às pragas. envenenamento. As folhas próximas das inflorescências são subsésseis e lanceoladas. Neste particular. isovaleriânico. erva-santa. Doenças: a planta é suceptível à doenças vasculares fúngicas. quando se utiliza a propagação por sementes é ao final do verão. antipirética. excitante. Quando ocorrem invernos quentes. aperiente. A melhor época de plantio. Tolera o sombreamento mas não resiste à geada. enquanto que por propagação vegetativa é na primavera. flor-de-diana. cardineno. umidade máxima . FITOLOGIA Planta herbácea vivaz. gotasamargas. áspero. camazuleno (257). A planta tem ação insetífuga sobre algumas pragas. losma. anabsintina (93). tísica (32). Europa mediterrânica e norte da África. vermífuga. felandreno.12%. Além de exalar um forte odor. pilosas (pêlos em forma de “T”). tuberculose (388). sementes devem ser semeadas em bandejas de isopor contendo substratos organo-minerais. O plantio deve ser feito o mais breve possível para evitar-se a desidratação das mudas. erva-dos-vermes. acinto. A germinação ocorre entre 20 a 30 dias. flores brancas. sobretudo no verão. ácidos tuiônico. divisão de touceiras ou de estacas da planta matriz. HABITAT: Espécie alóctone. o sabor é extremamente amargo. estimulante. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O rizoma apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivo (123). sucínico e palmítico. não ocorre o florescimento no Sul do Brasil.8 x 0. SINONÍMIA: Absíntio. ereto. óleo essencial contendo absintina (amargo).5). Em cada capítulo podem ocorrer 30 a 40 flores. Adubação: deve-se evitar o uso excessivo de matéria orgânica. eupéptica. • • • • • PARTES UTILIZADAS: Rizoma e flores. cólicas. antiemética. tônica. cinza-esverdeadas ventralmente e brancoprateadas dorsalmente. índice de amargor . bem drenados. antidiarréica. artemísia. do aroma. Aclimatação: as mudas oriundas de estacas ou mesmo de rebentos. desde o nível do mar até 2.7mm. acinto. Colheita: ocorre no verão. Vegeta espontaneamente em solos secos e pedregosos. sintro. cinzas até 8%. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O rizoma é béquico (93). plana na parte superior. aluína. A planta cresce 0. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emenagoga.4 a 1. de cor verde-prateada e sulcos longitudinais. citronela-maior. artabsina (amargo). a cultura deve ser eliminada e reimplantada a cada 3 a 5 anos. ventosidades. dispostas em capítulos de forma hemisférica. Plantio: mudas oriunda de estacas ou rebentos são transplantadas com 2 meses de aclimatação. antidiabética (257). pireno. fenóis. profundos e com pH alcalino (acima de 6. espessura máxima de ramos e caule . areno-argilosos. Cresce bem em solos pedregosos. febrífuga. proporção mínima de folhas e flores em relação a caule e ramos . convalescença. peneirados. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae.1:1 (96). bem curtido e solarizado. tônico e aromático. meteorismo e inapetência (68). álcool tuílico (163). de caule ramificado. catequinas (388). enquanto que aquelas oriundas de sementes são tranplantadas aos 3 meses após a emergência. pendunculadas. • Os rizomas fornecem fécula comestível e industrial (93). Utilizar 1 a 2kg/m2 de húmus de minhoca ou estrume animal.1:10. anti-hidrópica.000m de altitude (182). A planta possui um forte odor peculiar e um sabor amargo. estomáquica (388). • A flor é muito ornamental e perfumada. É heliófita. losna. tripinatisectas (as radiais) e bipinatisectas (as caulinares). OUTRAS PROPRIEDADES • Fornece fibras têxteis e celulose para o fabrico de papel. enquanto que os rizomas e rebentos podem ser plantados diretamente a campo. pois ocorre um declínio natural da planta a partir do quinto ano (182). para assegurar um melhor pegamento. eupéptica.50m.20%. conseqüentemente. hepática (68). absíntio-comum. distúrbios digestivos e hepáticos (257). anti-histérica (32). lactonas sesquiterpênicas (128) e nitratos (182). • Propagação: feita através de sementes. Poda: ralear as touceiras sempre que houver alta densidade de perfilhos.

OUTRAS PROPRIEDADES • A planta apresenta odor peculiar e sabor amargo e aromático. A infusão elimina parte da toxidez (68). • As folhas dessecadas são utilizadas em alguns países como condimento de carne (182). anti-hemorroidária. Flores dióicas ou hermafroditas. madeira amarelo-pálida. de 2 a 10m de altura. crianças . coar e armazenar em vidro escuro. C. Filtrar. • Propagação: alporquia. Retira-se o substrato sob água corrente. phaleratus). Deve ser feita também uma poda apical quando a planta atingir uma altura que seja inconveniente para a colheita de folhas. O óleo essencial. óleo essencial (93). originária da Ásia Menor. bronquite (257).1 colher das de sopa 3 vezes ao dia. • Doenças: a mais comum é a fumagina . dispepsia. CLIMA: É planta típica de regiões temperadas. Folhas verde-escuras. Pode viver de 60 a 70 anos (182).degeneração irreversível do sistema nervoso central).fungo que forma uma camada pulverulenta negra sobre as folhas e sua ocorrência é facilitada pela presença de pulgões. Faz-se um corte anelar em volta do ramo. astenia e fadiga. brilhantes na parte superior e baça na inferior. adicionar gotas • • • • • TOXICOLOGIA: Doses excessivas podem causar convulsões e pertubações da consciência (absintismo . taninos e princípios amargos e aromáticos (294). gases. pedunculadas. branco-amareladas. A alporquia é feita em ramos novos com cerca de 1 a 2cm de diâmetro.92 ⇒ 20g de folhas ou flores secas em 1 litro de água. Desenvolve-se bem em regiões em que as temperaturas médias anuais estão abaixo de . HABITAT: Espécie alóctone.5 x 2. Sobre o anelamento e uns 4 a 5cm acima dele. LOURO NOME CIENTÍFICO: Laurus nobilis L. Se houver um período de estiagem prolongado. Tomar 1 colher das de sopa em intervalo de 1 hora (32). lanceoladas. amenorréia. ovóides. sedativa. medianamente férteis e ricos em matéria orgânica. antidispéptica (283). Adicionar à ração do animal 1 colher das de chá para gatos ou 2 colheres das de chá para cães de porte médio (128). SOLO: Profundos. úlceras (32). • A planta passa por insetífuga.200m (182). estimulante estomacal. Abafar por 10 minutos. pecioladas. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. nevralgia. Pseudoaonidium trilobitiformes) e besouros (Cratosomus pterygomalis. • Frutificação: não se constatou a formação de frutos em Santa Catarina. Em regiões favoráveis. coar. loureiro-de-molho. Tomar 1 cálice após as refeições. amornar. persistentes. loureiro-dos-poetas. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de eczemas. 18oC. As bebidas alcoólicas à base da planta são consideradas nocivas à saúde. mergulhia e rebentos da raiz. FITOQUÍMICA: Laurostearina. para não danificar as raízes e procede-se um raleio de folhas do ramos. picada de insetos (380). adicionar 1 xícara de mel e homogeneizar. SINONÍMIA: Loureiro. É encontrado em altitudes de até 1. Também pode ser aplicada topicamente em articulações inflamadas. O caule é glabro. ramos eretos. tuberculatus. Não se adapta às regiões tropicais. nas irritações gástricas e nas propensões à congestão cerebral (93). 4 a 6 por umbela na axila das folhas. Vinho: macerar por 5 dias 20g de folhas ou flores secas em 1 litro de vinho tinto e 2 cálices de aguardente. Deixar em maceração por 7 dias. de cor negra. Adultos . coar. anti-reumática (271). deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm. onde o crescimento é muito lento (182). Contra-indicada para gestantes e indivíduos de temperamento bilioso ou sangüíneo. Cresce em ravinas das montanhas mediterrânicas. loureiro-depresunto. Isolar a alporquia com um filme plástico e amarrar as extremidades com barbante. vinhos). dispepsia atônica (283). por ser tóxico. Vermífugo para cães e gatos: triturar um punhado de flores e folhas. carminativa. localizados até a altura de 1m devem ser eliminados ou utilizados para a produção de mudas. Tomar 1 colher das de café diluída em água. cujas larvas atuam como broca do caule e ramos (93). antes do ramo ser colocado em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. loureiro-vulgar. • Aromatizante em bebidas amargas (vermute. Xarope: colocar um punhado de folhas e flores picadas em 1 xícara das de cafezinho de água fervente. • Poda: os ramos basais. O ramo é então cortado abaixo da bolsa de alporquia.5cm. • Plantio: outubro a novembro. agudas. Abafar. dióica. loureiro-de-apolo. antisséptica (182). especialmente piolhos. pequenas. loureiro-comum. perene. retirando-se 1/3. de casca lisa e preta. • Florescimento: final do verão. removendo-se a casca. cânfora. glabras. • A planta é utilizada também em cosmética e veterinária. oleína. convém injetar água na bolsa de alporquia utilizando uma injeção com agulha. • Pragas: a planta é eventualmente atacada por cochonilhas (Chrysomphalus aonidium. Torna amargo o leite das mulheres que amamentam. Procurar manter a planta com um porte de até 3 a 4m. prisão-de-ventre. ⇒ 30 a 50g por litro de água ou vinho (435). onduladas nos bordos. FORMAS DE USO • Infuso: 1 folha de louro picada em 1 xícara das de chá de água fervente. deixando o lenho exposto numa faixa de 0. recobrir o ramo com esfagno ou musgo encharcado com água. Fruto tipo baga. lourocomum. sudorífica (93).1 colher das de chá 3 vezes ao dia (257). antireumática. sempre-verde. O uso não deve ser prolongado porque pode destruir os glóbulos vermelhos (215). anúria. coriáceas. louro-de-apolônio. O enraizamento deve ocorre em 40 dias. A parte do ramo que ficará sob o solo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antimicrobiana em conjuntivites (363). aromáticas. O suco da planta não deve ser ingerido. Massagem: friccionar as folhas sobre as partes afetadas (antireumático).5m. bem drenados. AGROLOGIA • Espaçamento : 2. licores. em locais sombrios e margem dos cursos de água. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lauraceae. Tintura: misturar 2 xícaras das de café de álcool de cereais com 1 xícara de água e 1 punhado da erva picada. • Colheita: inicia a partir do terceiro ano de cultivo. lanceoladas. FITOLOGIA: Planta arbórea. com sépalas petalóides. PARTES UTILIZADAS: Folhas sem pecíolo (verão) e frutos (outubro a novembro). C. sobretudo a tujona. loureiro-nobre. pode ser usada a semente dos frutos. é tóxico (257). alternas. insônia (294). calmante (294).

As folhas são alternas. subereta. cordiformes. Verões muito quentes e chuvosos apressam a senescência total da planta. Suco: diluir 3 gotas do suco das folhas em uma xícara de água (amenorréia). malva-de-cheiro. castanhoavermelhado. com flores solitárias ou agrupadas. Aplica-se topicamente sobre úlceras (32). Pode ser propagada também por estacas. Apresenta uma certa tolerância às estiagens. • Doenças: o fungo da ferrugem (Puccinia malvacearum).5m. Plantas daninhas: a planta não tolera competição com o inço. discóide. ricos em óleo essencial. que deve ser combatido em todos os estádios de crescimento da malva. O cultivo de primavera tem que ser o mais precoce possível. atuam à guisa de incenso. gerânio-crespo. MALVA-COMUM NOME CIENTÍFICO: Malva parviflora L. Pecíolo canaliculado. utilizando-os para a produção de novas mudas. formado por 10 mericarpos reniformes. borrachudos e pernilongos (258). SINONÍMIA: Gerânio-cheiroso. de coloração cinza-amarelada ou ocre.7x 0. Usado para o tratamento de articulações inflamadas e para afugentar moscas. também utilizada para lenir dores nas articulações (294). SINONÍMIA: Malva. que favorecem à ocorrência de doenças. aerados. para que a planta escape dos períodos chuvosos e/ou quentes do início do verão. FORMAS DE USO: Infusão e xarope.0 x 0. Regiões muito pluviosas são prejudiciais à planta. peltadas. prateado e glabro. coar e fazer a ablução dos pés (para combater os maus odores). orbiculares. Florescimento: novembro. cujas raízes são altamente exigentes em oxigênio. • Mulching: para que não ocorra adensamento do solo. multi-anual. Ferver por 10 minutos. A geada é altamente prejudicial. ricos em matéria orgânica. Folhas alternas. Evita-se . As mudas são transplantadas quando apresentam 4 a 6 folhas definitivas. frutos e sementes. FITOLOGIA: Planta semi-arbustiva. Fruto do tipo esquizocarpo. Decocção: 2 punhados de folha de louro picada em ½ de água. • É repelente de insetos. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. profundos. • Os frutos. que é de clima subtropical. Cresce subespontaneamente na região centro-sul do Brasil. alvas ou lilacinas. dispostas em umbela. Cresce cerca de 40cm de altura. recomenda-se que sejam colocadas palhadas. Desbaste: deve-se retirar o excesso de ramos da planta mãe. CLIMA: A planta prefere temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas. O caule é cilíndrico.93 de limão. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. Utilizar substrato à base de vermiculita. Deixar em banho-maria por 2 horas. são matéria prima para o preparo de uma manteiga parasiticida. glabros. malvisco. crenadas. pequenas. Europa e Ásia. úmidos e muito menos os encharcados. bianual ou perene (conforme as condições ambientais). • Adubação: 0. • As folhas. Geléia: amassam-se os frutos e misturam-se com mel. Guardar em refrigeração. malva-de-botica. num raio de 50cm em torno de cada planta. creneladas e medindo até 9cm de diâmetro. Inflorescência axilar. sem excessos.5kg de húmus de minhoca por planta. Óleo medicinal:1 punhado de folhas secas em 1 xícara das de café de óleo de amêndoas ou azeite. com lobos pinatífidos. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. dotada de pêlos macios. pilosas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. malvarosa. A semeadura da infrutescência dá origem à germinação de tufos de plântulas. Não tolera solos ácidos. Colheita: inicia a partir do 6 a 7 meses após o plantio. dificultando o raleio. Óleo essencial: fazer fricções localizadas em áreas nevrálgicas e reumáticas. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada na indústria de perfumaria. que lembra rosas. Tomar 1 xícara das de chá em jejum e ½ hora antes das refeições (eupéptica). principalmente em marinadas e molhos. pediceladas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Geraniaceae. lateralmente comprimida. malvaísco. CLIMA: A planta. cujas folhas devem ser desbastadas a 1/3.7m. As estacas tem que ser aclimatadas sob proteção de sombrite de 70% de sombra e irrigação intermitente por nebulização. prefere temperaturas amenas no verão. sem acidez. ou casca de arroz tostadas ou areia lavada. SOLO: A planta prefere solos bem drenados. • • • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Folhas. verde-claras. 5g de nitrato de cálcio por planta. FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae. SOLO: Prefere os areno-silicosos. palmatilobadas. HABITAT: Espécie alóctone originária do Sul da África. silicosos a francos. reticulados. calmante. brancas com listas róseas. estipuladas. As folhas apresentam aroma muito intenso. pubescentes e aromáticas. jardineira. quando queimadas. coar. estrelados e bifurcados. com o dobro do comprimento do limbo. superficialmente lobadas. foscos. • Propagação: estacas de ramos. • Plantio: outubro. • Propagação: infrutescência. aerados e bem drenados. também que os ramos e folhas próximos ao solo sejam contaminados por resíduos de solo. HABITAT: Espécie alóctone originária da África. com 5 a 6cm de diâmetro. Aplicar 40 dias após o plantio. simples. Semente reniforme. nematódeos e viroses. pouco abundantes. perfumando e desinfetando o ambiente. • Plantio: outono. com tegumento ceroso. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas podem ser utilizadas como condimento em culinária. com pétalas mais comprida que as sépalas. É Adstringente e aromática. emoliente e usada em infecções da garganta e brônquios (257). incidência de plantas daninhas e seja mantida a umidade e a temperatura estável no solo. Flores pentâmeras. MALVA-CHEIROSA NOME CIENTÍFICO: Pelargonium graveolens Art. fibroso e bastante ramificado. As flores são pequenas. pecioladas. cascas de arroz ou outra cobertura morta inerte e leve sobre o solo.

medianamente soltos. • Compressas: aplica-se a infusão sobre furúnculos e abcessos. ao longo de estradas. A raiz é dura e fibrosa. estomatite. CLIMA: Não tolera temperaturas muito elevadas. Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. abcesso. malva-pequena.) e pulgões. • Infusão: 2 colheres das de sopa de folhas em ½ litro de água quente. FITOQUÍMICA: Mucilagens e taninos (436). Cálice pentâmero. secos e indeiscentes. antisséptica. antiinflamatória das vias respiratórias. longopecioladas. das vias respiratórias. antiinflamatória (209). amarelos quando maturos e com uma semente por fruto (422). emoliente. afecções catarrais (271). profundos. pubescente na base. Folhas com pêlos ásperos. Inalações são indicadas para dor de ouvido e das pálpebras (215). composto ou húmus de minhoca.5 (182). colite. rosa. na Argélia. furúnculo. malva-de-folha-redonda. Os carpelos das flores transformam-se em 10 a 12 frutos . PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emoliente.500m de altitude (96). PARTES UTILIZADAS: Folhas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Peitoral. tipo aquênios esquizocarpo. oxalato de cálcio (27).94 • • • Pragas: vaquinhas (Diabrotica spp. malva-vulgar. SOLO: Prefere solos bem drenados. lanceoladas. em campos abandonados. em decocção (444). hemorróida. rosamarinha. INDICAÇÕES: É indicada para o tratamento de irritação da garganta. que são vetores de viroses. FITOLOGIA: Planta herbácea bienal. a fim de se evitar o ataque de pragas. calmante (283). malva-rosa. TOXICOLOGIA • A planta tem propensão a acumular nitratos em níveis tóxicos. fazendo que a planta se torne nanica e com crescimento lento. obstipação dos olhos e picada de insetos (1). raízes e flores. malva. na primavera. férteis. É heliófita. óleo essencial volátil. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes à Malvacomum e Malva-de-botica. As flores devem ter 15 a 20% de mucilagem (96). especialmente no cultivo de final de primavera-verão. com 50 a 80cm de altura. e a ferrugem (Puccinia malvacearum). FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae. com calículo tem três brácteas. coar. crescem nas axilas das folhas. As flores são colhidas antes da antese. malva-selvagem. malvasilvestre. a planta comporta-se como anual e seu porte tende a reduzir sensivelmente. ereto ou prostrado-ascendente. Medra subespontaneamente no Sul do Brasil. As flores são béquicas (93). rosa-violáceo a azul. malva-branca.até 16%. INDICAÇÕES: A infusão é utilizada no tratamento de úlceras. gengivite. HABITAT: Espécie alóctone que cresce espontaneamente em toda a Europa Central e Setentrional. ricos em matéria orgânica. PARTES UTILIZADAS: Folhas secas. malva-verde. Apresenta caule pubescente. simples e tuberculoso na base. malva-de-casa. afta. laxativa. • Aves que ingerem as sementes e folhas põe ovos com a clara em tom rosado. É planta tipicamente ruderal. • Gargarejos e bochechos: fazer infusão com 10g de folhas secas em um copo de água. refrescante e adstringente. béquica. FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae. inodoras e mucilaginosas. matérias pécticas e resinosas. Tomar durante 30 dias (emagrecimento) (145). Ferver por 10 minutos. Ocorre até 1. calmante. malválico e estercúlico (209). mal-dasboticas.0 e 6. com algumas nervuras mais escuras. rosa-chinesa. FITOQUÍMICA: Ácidos graxos insaturados. São administradas várias xícaras por hora para a expectoração do catarro e desinflamação das vias respiratórias (283). inflamações das vias digestivas e urinárias. • Pragas e doenças: a planta é extremamente sensível a Diabrotica spp. devido a liberação de ferro da gema. adoçar com mel e tomar 3 xícaras das de café por dia (tosse). asma. expectorante. • Propagação: sementes. As flores são fasciculadas e em número de 3 a 7. com estípulas denteadas. O pH do solo deve ser mantido entre 6. As mudas devem ser produzidas preferencialmente em abrigos telados. bordos recortados. • Colheita: inicia-se 6 meses após o plantio. • Florescimento: final da primavera até início do verão. MALVA-CRESPA NOME CIENTÍFICO: Malva crispa L. ácido malválico e estercúlico (209). Semear em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. ocasionalmente anual ou perene. em entulhos. lixeiras e solos ricos em nitrogênio. para manter-se integridade das pétalas. MALVA-DE-BOTICA NOME CIENTÍFICO: Malva silvestris L. hipoglicemiante (145). FORMAS DE USO: 9 a 15g/dia. permeáveis. Em regiões de frio rigoroso ou verão muito quente. causada por ácidos graxos insaturados. mas macios ao tato. Florescimento: primavera e verão. AGROLOGIA • Espaçamento: 70 x 0. mantidas sempre úmidas. malva-maior. com 5 pétalas soltas. 8 a 10cm de comprimento por 10 a 13cm de largura. SINONÍMIA: Hera-de-são-simão. em gargarejos para afecções das mucosas da boca e laringe e para as halitoses. grandes e membranosas. FORMAS DE USO • Tisana: 60g de raízes cozida em 1 litro de água. antocianinas. acne rosácea. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de estrume de gado. odontálgica (215) e peitoral (444). Usar 3 a 6 vezes ao dia. com 5 a 7 lóbulos. bactericida. flores e raízes. • Decôcto: 2 colheres das de chá de flores em 1 xícara de água. • Plantio: outono. nervosismo. bronquite. palmatinérveas.40m. Folhas com mais de uma mancha provocada por Puccinia malvacearum são rejeitadas. Desenvolve-se melhor em temperaturas amenas de clima temperado a subtropical. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita. OUTRAS PROPRIEDADES • Na Grécia é consumida como hortaliça. divisão de touceiras e por estaquia. tosse. oftálmica. Ásia Ocidental e Central e oeste da Índia. obesidade (145). • Padrões comerciais: cinzas . malva-grande. faringite. • As folhas e ramos prestam-se como forragem. com as flores ainda em botão. cordiforme-orbiculatas.

• Rendimento: as folhas produzem 24 a 30kg de óleo/ha. HABITAT: Espécie alóctone. longo-pecioladas. peninervados. cinoleno. Adubar em demasia aumenta o vigor da planta em detrimento do aroma das folhas. • A mucilagem é adocicada. à beira de caminhos ou em áreas acidentadas.2 x 1. ou primavera. As folhas são simples. Em semeadura direta são gastos cerca de 5kg de sementes para o plantio de 1 hectare. As folhas frescas possuem cerca de 0. manjericão-doce. Invólucros de 7 a 9 divisões lineares. Folhas glabras. gengivite e afta (68). medindo 15 a 20cm de comprimento por 10cm de diâmetro. basilicão. devido a retranslocação de ferro da gema. AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo pode ser implantado na periferia da propriedade. béquica. peitoral. tônica (68). com as nervuras dorsais proeminentes. elíptico-lanceoladas. taninos (93). linalol. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringentes (flores) e antiflogísticas (raiz) (93). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: purgativa (215). • Colheita: inicia no segundo ano após o plantio PARTES UTILIZADAS: Raízes e flores. anti-helmíntica e digestiva. A parte do ramo que ficará sob o solo. sudorífica e antireumática (9). que cresce cerca de 0. incorporada na cova de plantio. • Colheita: inicia três meses após o plantio. FITOLOGIA Planta herbácea perene. mamãozinho. citronelol. com caule liso e ereto. amarelas. 0. devido à ação dos ácidos malválico e estercúlico. lobada. CLIMA Prefere clima subtropical até o temperado quente. • Secagem: as folhas devem ser secas em estufas a 40 a 45oC. estragol. FITOLOGIA: Planta arbustiva ou arboreta ramosa com 2 a 4m de altura. SINONÍMIA: Malva-de-colibri. pineno. As estacas podem ser enraizadas em areia ou vermiculita. geraniol. Caule e ramos quadrangulares. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. com um sulco dorsal sobre o pecíolo. antidiarréica. pilosos quando novos. em regiões livre de geadas. com sabor pouco adocicado. verde-escuras na face ventral e verde-pálido na ventral. emenangoga. • Adubação: é feita no plantio. • Propagação: estacas de ramos e mergulhia. faringite. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae.2m.95 OUTRAS PROPRIEDADES • As aves. metil-chavicol. amigdalite. FAMÍLIA BOTÂNICA: Caricaceae. INDICAÇÕES: Indicada ainda para a atonia gastrointestinal. mantidas sempre úmidas. carminativa. deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm. não tolerando baixas temperaturas. lisos. vômitos. Fruto tipo baga subglobosa. cineol. • Propagação: sementes.6 a 1. Fruto verde quando imaturo e alaranjado. Fruto tipo aquênio. . cortando a planta até 2/3 de sua altura. necessitando de proteção contra ventos fortes ou mesmo os predominantes. • A estipe é matéria prima para a obtenção de doce semelhante ao coco.3% de óleo essencial. sendo que as sumidades floridas frescas. americanum. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. var. FITOQUÍMICA: Timol. • Espaçamento: 2. utilizando-se 2kg/m 2 de cama de aviário. pretas e oblongas. ricos em matéria orgânica e permeáveis. com oito lobos lanceolados. verde-claras.0 a 2. SINONÍMIA: Barrigudo. hemostática (215). cólicas intestinais. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. ácido linoléico e cimoleno (163). OUTRAS PROPRIEDADES: • O fruto é comestível. excitante. com lenho mole e 2. quando consomem as folhas e as sementes. subdigitada. mamoeirinho. com sementes pequenas. pauciflora.0m de altura. Flores dióicas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica. de origem asiática. às vezes trilobadas. opostas. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organomineral. medindo 30 a 40cm de comprimento por 20 a 25cm de largura. • Propagação: estacas de ramos jovens e sementes. junto a cerca. úmido. FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae. alfavaca-doce.5m.0 x 1. põe ovos com a clara rosada. • Plantio: outono. (163).0 x 0. MAMÃOZINHO-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Carica quercifolia Solm. alfavacão. MALVAÍSCO NOME CIENTÍFICO: Malvaviscus arboreus Cav. FITOLOGIA: Árvore pequena. muito ramificada. Semear em saquinhos plásticos com capacidade de 400ml. antisséptica (128). digestiva. • Colheita: inicia-se 6 a 8 meses após o plantio. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. É cultivada no Brasil em hortas e jardins. • Quebra-ventos: os ramos da planta rompem-se facilmente do caule. eugenol. A inflorescência é do tipo cimeira espiciforme. de crescimento ereto. estomatite. Folhas cordadas. flores escarlates. e as flores são brancas e labiadas. muito ramificados. contendo substrato organo-mineral. diurética.5m. MANJERICÃO NOME CIENTÍFICO: Ocimum basilicum L. O segundo corte pode ser feito dois meses após o primeiro. mamão-macho. dismenorréias. Inflorescência axilar. SOLO Adapta-se melhor aos solos férteis. Não suporta geadas. antiespasmódica. SINONÍMIA: Alfavaca. Anti-hidrópica.5m de altura. • Plantio: setembro. afecções urinárias e respiratórias. ervareal. 5 carpelos. febrífuga. umbuzeiro. glabras. jaracatiá. sobretudo da Índia.45% (96). quando maturo. cânfora. verde-amareladas. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores.

axilares. atua como digestiva. mirceno (1. sílica nos intestinos (271). • Utilizada em molhos. Pedúnculos florais solitários. cólicas e incontinência dos instintos sexuais (215). tônica. astenia (294).0. resfriado. • Decocção: fazer gargarejo e boxexo. SINONÍMIA: Flor-da-paixão.7 a 3.96 FORMAS DE USO • Infusão: 2 xícaras três vezes ao dia (uso interno). com cerca de 9 a 10cm de comprimento e 5 a 6cm de largura. verde. A planta fresca contém 0.1% (317). brilhante na face ventral e pálida na dorsal. • Padrões comerciais: a planta seca pode ter 0. opostas. FORMAS DE USO • Infusão: 1 colher das de sopa de manjerona para 1 xícara das de chá de água quente. SOLO: Prefere solos leves. Não tolera temperaturas abaixo de 10 oC (96). Adoçar com mel e tomar ao longo do dia (calmante). multi-anual (em regiões quentes). glabras. na base seca (277). setembro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS :Antisséptica. sudorífica. em média (317). pouco piloso. É anual em regiões de clima temperado.5 a 6. glabro.62%) e 4-terpineol (28. unifloros. • As sementes controlam as larvas de Culex e Aedes aegypti. oblongo-obtusas.86%). dispostas em espigas axilares. do Oriente Médio até a Índia. Fruto ovóide ou piriforme. FITOLOGIA: Planta herbácea. FITOLOGIA: Planta herbácea. peixes. condimentar e insetífuga. • Decocção: ferver 100g de folhas em 1 ½ litro de água. antiespasmódica.000kg/ha. pizza. medindo 10 a 15cm de comprimento por 7 a 9cm de largura. • Propagação: sementes. maracujá.5 x 1. SOLO: Desenvolve-se melhor em solos ricos em matéria orgânica. há tendência da planta definhar e as folhas se tornarem cada vez menores. Abafar por 10 minutos. quando imaturo. Pétalas semelhantes às sépalas. trepadeira. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. Não resiste à geadas (96). medindo 1. Flores pendentes. porém mais compridas. semi-prostrada. Folhas oval-oblongas.10 a 1. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. passiflora. • Raleio: quando houver uma densidade de folhas muito elevada. verde externamente e avermelhadas internamente. alvacentas por fora e encarnadas por dentro. frangos. insônia.83 a 38. Sépalas subcarnosas. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor de célula grande contendo substrato organomineral. fraqueza do músculos. no entanto. Sementes escuras. Neste caso.17 a 7. maracujá-comum. 30 dias após o plantio. maracujá-mamão.3m. γ-terpineno (14. pecioladas. digestiva (128). com precipitação de 800 a 1.55. cultivado em todo o Brasil. corniculadas. aumentar a produção e a qualidade de folhas e frutos. as folhas tornam-se pequenas e o crescimento da planta é lento. quadrangular. CLIMA: Prefere regiões com temperaturas temperadas e verões quentes. maracujáamarelo. no Brasil.5m. maracujá-comprido.0cm de comprimento. • Rendimento: 1. α-terpineno (0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Passifloriaceae. retirar os ramos em excesso e proceder novo plantio.3 x 0. glabro e discretamente alado. reaplicando posteriormente em intervalos de dois meses. linalol (3. maracujá-açú. Aplicar 10g por planta de nitrato de cálcio.51%). . INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de feridas. peciolada. Em regiões muitos quentes. maracujá-silvestre. quando maturo. dor de cabeça.16 a 10. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Flores rosadas. maracujá-doce. maracujá-derefresco. HABITAT: É originária do nordeste da África. de caule ligeiramente quadrangular. • Adubação: 3kg/m2 de cama de aviário.40%).93%).20% de óleos essenciais e as sumidades floridas cerca de 0. • Florescimento: 70 a 80 dias após o plantio. e úmido. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores.15 a 0.35% (96). amarelo-alaranjado. maracujá-melão. Caule lenhoso na base. divisão de touceiras e sementes. OUTRAS PROPRIEDADES • Utilizada como condimento de peixe. bem drenados. Esta infusão.58 a 21. O teor de óleo essencial varia de 0. bem distribuídas. • É melífera. É.14%) (277). sendo que o teor médio de óleo essencial na planta é de 1. com temperaturas variando entre 26 a 27oC. carnes. tomada após as refeições. Corona de fauce filamentosa e multisseriada.2 a 0.2%. ricos em matéria orgânica. formando touceiras. MANJERONA NOME CIENTÍFICO: Origanum majorana L. para afecções bucofaringeanas (68). anti-reumática (271).5 a 2. Folhas pequenas. recheio de frangos. ocorrendo espontaneamente até a latitude sul de São Paulo. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. FITOQUÍMICA: Sabineno (5. • Tutoramento: é feito com o objetivo de facilitar os tratos culturais. sedativa e analgésica (294). de 20 a 30cm de altura. sistema nervoso. queimaduras. HABITAT: Planta autóctone da América tropical. • Propagação: segmentos de caules radicantes. pequenas e ovais. verdeacizentadas na parte ventral e aveludada na dorsal. omeletes e saladas. O rendimento de folhas e flores desidratadas por planta é de 8. OUTRAS PROPRIEDADES • É uma planta melífera. É cultivada em hortas. maracujá-suspiro. • Plantio: março a abril. emenagoga (93). livres de alumínio tóxico. agudas. maracujá-grande. bem drenados e com pH na faixa de 5.19 a 8. CLIMA: Prefere clima quente. pastéis e molho para macarronadas. • É componente do Licor “Chartreuse” e confere sabor especial ao creme de abacate com açúcar (163).750mm/ano. Apresenta sobre o pecíolo 2 a 4 glândulas sésseis dispostas em pares. aperiente. com 10 a 14cm de diâmetro. MARACUTANGO NOME CIENTÍFICO: Passiflora alata Dryand. • Plantio: setembro. radicante quando encosta no solo. Adicionar o decôcto coado na água da banheira (banho tônico) (294). 3 a 4 vezes ao dia.61g.0% de óleo essencial (96).200 a 7. • Colheita: inicia 60 a 70 dias após o plantio. O conteúdo médio de cissabinenohidrato é de 36.

inapetência. vivaz. adstringente. FITOQUÍMICA: Óleo essencial: 1-8-cineol. tênue-alvo-tomentoso. Ácidos polifenólicos e ésteres: ácido clorogênico e isoclorogênico. quando as plantas estão em pleno florescimento. colagoga. cefalalgias. macelinha. aplicada via intraperitonial. TOXICOLOGIA: Apresenta ação genotóxica e moluscicida contra Biompharlaria glabrata em concentrações de 100ppm. tamarixetina 7-glucosídeo. A raiz contém compostos acetilênicos (179). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas e flores são calmantes. antitumoral. macela-do-sertão. excitante. 3. demonstra atividade imunoestimulante e aumenta a atividade fagocitária. areias e capoeiras.8tetrametoxiflavona (268) e kawapirona (200). Encerra ainda luteolina. marcelinha. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Eupéptica (327). As sumidades floridas dessecadas têm 0. medindo 8 a 10cm de comprimento por 1. • Alelopatia: extratos acuosos das flores (1. Não obstante. MARCELA-DO-CAMPO NOME CIENTÍFICO: Achyrocline satureioides [DC. 2. mas estimulam o crescimento da planta (423). Fenilpironas: italidipirona e 23-metil-6-0-desmetil auricepirona A parte aérea contém sesquiterpenos.5. α-terpineno. doces. denso-agregados com dois tipos de flores. Folhas distantes. em ratos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. teor de umidade das sementes: 10. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. disfunções gástricas e digestivas. heliófita. OUTRAS PROPRIEDADES: Os frutos são comestíveis e utilizados para o preparo de sucos. quercetina 3. estomáquica. papus branco. germacreno-D e α-pineno. antiespasmódica. marcela-do-campo. febrífuga. A flor e a parte aérea contém flavonóides: isonafaliina. que cresce 40 a 80cm de altura. antiedematogênica externa e interna (394). Extrato hexânico das flores. galangina-3-metiléter. ereta. antiinfecciosa. glabro e pardo. galangina. argiloso e mesmo em áreas semi-halófitas próximas ao mar. HABITAT: Espécie alóctone que cresce subespontaneamente em pastos nativos. Apresenta atividade relaxante da musculatura lisa. disenteria (68). as flores marginais. etc. de corola tubulosa. na dose de 0. antidiarréica (68). 7-hidroxi-3. FORMAS DE USO • Infusão: 2 xícaras das de cafezinho em ½ litro de água. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores são utilizadas para o enchimento de travesseiros e almofadas. 180. isognafaliina. macela. Tomar 6 xícaras das de chá ao dia (257). girassol-mexicano. óxido de cariofileno. derivados da fenilpirona e morina. antiinflamatória. mirceno. calmante para problemas digestivos (257).019mg/ml. canfeno. quercetagetina. A planta é ramificada.7. inibiu o crescimento de Staphylococcus aureus e na concentração de 166. FARMACOLOGIA: Imunoestimulante (331). cariatina. borneol. ésteres de coleriantina. • As flores fornecem matéria tintorial para a lã. . aperiente.5m • Propagação: via sementes. Colheita: inicia 8 a10 meses após o plantio. Capítulos numerosos. MARGARIDÃO-AMARELO NOME CIENTÍFICO: Tithonia diversifolia A. • Plantio: janeiro a fevereiro. femininas.33mg/l (extrato aquosos). patentes. SINONÍMIA Camomila-nacional. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. chá-de-lagoa.] Lam. sedante. emenagoga.8-trimetoxiflavona. PARTES UTILIZADAS: Flores e folhas. reunidos em panículas corimbosas. favorecem o sono (68). desenvolve-se melhor em solos férteis e com bom teor de umidade. anti-herpética. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. sésseis. desinfetantes e diuréticas. Porém. δ-cadineno. CLIMA: Espécie de clima subtropical. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. atividade analgésica e antiinflamatória (115). inteiras. quercitina.5cm de largura. alternas. Padrão comercial: o resíduo máximo por incineração é de 14% (96). à beira de estradas. Esta espécie distingue-se da A. inibiu Pseudomonas aeruginosa (229. lineares a lanceoladas. carrapichinho-de-agulha. protocatequilcalerianina. antiflogística (179). ápice copioso-ramoso.7-dimetileter. Flores amarelodouradas. amarga. Gray. de corola filiforme. INDICAÇÕES: Na Venezuela a planta é usada para a impotência (179). ATIVIDADE BIOLÓGICA: Antimicrobiana (180). antisséptica. 5. cariofileno. antiasmática. macela-da-terra. além de ser mutagênica (115). 395). de caule cilíndricos.84% de óleo essencial (96). Germinação: 68%.97 • • • Capina: manter as plantas livres de concorrência com as invasoras. alnustina. macela-amarela. α-himachaleno (367). SOLO: Desenvolve-se em solo arenoso. macela-docampo. • Florescimento: outono. sedativa (395). Fruto aquênio. 4 ou 5. hipocolesterolêmica. PARTES UTILIZADAS: Sumidades florais abertas. • Colheita: 3 meses após o plantio. losuado-mato. ácido caféico e cafeoilcalerianina (137). raminhos ascendentes. • Travesseiros: quando preenchidos com as flores. 230). marcela. INDICAÇÕES: Para a insônia e dores em geral (215). tônica. antidiabética. anódina (242) e antiepiléptica (215). as folhas adquirem coloração acizentada. monóica. carminativa.5 e 5%) inibem a germinação de sementes de alface. A fração polissacarídica da planta. as centrais hermafroditas.5. pedregoso. monoterpenos (257). antihelmíntica.8trimetoxiflavona. paina. alata por possuir caule liso. quercitina-3-metiléter 7-diglicosídeo (54). SINONÍMIA: Boldo-japonês.8% (253). tamarixetina.7. a propagação vegetativa pode ser feita visando a multiplicação de genótipos superiores e a produção de mudas uniformes e saudáveis. antiespasmódica e antiinflamatória (155. As sementes e a raiz são vermífugas (215).7 a 0. Em condições de estiagem prolongada. antiálgica. • Adubação: a planta é bastante rústica sendo pouco exigente em fertilidade e umidade de solo. terrenos baldios.

Apresenta caule liso. MARIA-PRETA NOME CIENTÍFICO: Solanum americanum Mill. dartros. estacas radicantes e sementes. antihipertensiva. Porém. pimenta-de-rato. bosques e áreas ruderais das regiões tropicais da América. tinha e vaginite. TOXICOLOGIA: Os frutos verdes são tóxicos (68).0m de altura por 4m de diâmetro de copa. erva-de-bicho. com cerca de 30 a 70cm altura. paludismo. erva-mocó. carachichu. febrífuga. com 1. quando imatura. por mecanismo muscarínico e musculotrópico. ereto. em média. pústulas. na dose de 640mg e frente ao cloreto de bário. • Propagação: brotações dos ramos. medindo 8 a 10mm de diâmetro. escrófulas. sobretudo México e Costa Rica. diurética. A planta tem habilidade em acumular nitratos. Semente comprimida. e negra quando matura. pedregosos e depauperados. FARMACOLOGIA: A infusão das folhas apresentou atividade hipoglicemiante em ratas (Victoria. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. • Florescimento: maio a junho. glabra e fosca. aperiente. ramificado. cólicas.0m. • As folhas são preparadas cozidas ou fritas com ovos (179). catarros e afecções urinárias). solamargina (86 e 87). depurativa. A maturação dos aquênios é muito lenta e coincide com rebrote intenso do caule. erva-moura. O fruto é uma baga (solanídeo) verde. sedativa.98 FITOLOGIA: Arbusto perene semi-herbáceo. obovóide. Folhas esparsas. anti-reumática. Inflorescências terminais ou laterais com flores amarelas vistosas em capítulos grandes. • A planta pode ser hospedeira de nematóides do gênero Rotylenchus e Meloidogyne (209).3m. . erisipela. PARTES UTILIZADAS: Folhas.1%). aguaraquiá. caraxixá. maria-pretinha. Internamente para o tratamento de asma. anual. aguaraquiá-açú. apud 179) e Cryptococcus neoformans (Cooney et al. apud 179). anemia. • Produção de sementes: julho-agosto. cólica e afecções urinárias (68). A decocção e a maceração hidroalcoólica das folhas tem atividade sobre Candida albicans (Victoria. ATIVIDADE BIOLÓGICA: A decocção das folhas tem ação antibiótica sobre Staphylococcus aureus (62). escorbuto. FORMAS DE USO: Infusão: 1 folha por xícara de água quente. Produção de sementes: 500 por planta.6m de altura. FITOQUÍMICA: Solanina. A polpa contém 50 a 100 sementes pequenas e arredondadas. caraxixu. guaraquim. pecioladas. nas doses de 320 a 640mg (Cruz. OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos maturos são comestíveis. • Propagação: sementes. podendo atingir níveis tóxicos aos animais (209). As folhas são inteiras ou com vários recortes. A viabilidade no solo é de 8 anos (242). acne.3mm de diâmetro. pimenta-de-cachorro. ovalado-orbiculares e pubescentes. inflamações. apud 179). amigdalite. SINONÍMIA: Aguarágua. narcótica (209). Abafar por 10 minutos. • Doenças: as folhas mais velhas são geralmente infectadas por antracnose. gastrite. antiinflamatória. alvas e curtamente pedunculadas. antiartrítica.0 a 1. caaxixá. queimaduras (32). emoliente. • Plantio: primavera.0-2. irritadas e dolorosas. brilhante. furúnculo. doloridas e lesionadas (68). Pode-se utilizar o decôcto para fazer a ablução de áreas inflamadas. Os frutos quando secam retém as sementes (209). Florescimento: quase todo o ano. PARTES UTILIZADAS: Folhas. • • • • Plantio: outono. verde e ereto. SOLO: Exige solo fértil (é nitrófila). desigualmente lobadas. úlcera gástrica (179). amarga e nauseabunda. é encontrada até mesmo em solos secos. eczema (93). exantema. FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae. pimenta. FITOLOGIA: Planta herbácea. Também contém solasodina (0. expectorante. em viveiro. vulnerária. vigoroso. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiespasmódica.000. que é matéria prima para a produção de hormônios esteroidais (179). caraxiocu. podendo chegar até 3. maria-preta. A solanina tem uma DL50 de 42mg/kg por via intraperitonial (41). guaraquinha. grandes. verdeescuras. reconstituinte (179).. pimenta-de-galinha. podendo servir de matéria prima para geléias. distúrbios digestivos e ginecológicos e hemorróidas (1). cirrose.4 x 0. calmante (215). amarelo-clara. simples. As flores. Colheita: ano todo. reticulada. HABITAT: Espécie autóctone que medra em áreas agrícolas. calmante. analgésica. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Tomar 3 xícaras ao dia (excitação nervosa. pouco pilosa. panarício. ramificado. com 2. diarréias. As sementes são geralmente chochas. dermatite. crises hepáticas. quase trapedozais. dermatoses. AGROLOGIA • Espaçamento : 2. mas variando de 100 a 1000 sementes (209) ou até 178. terror noturno (215). acuminadas. A fruta fresca é usada como antiparasitária (2) INDICAÇÕES: Indicada para o uso externo no tratamento de ptiríase versicolor ou pano branco (128). diaforética (68). FORMAS DE USO • Cataplasmas: folhas frescas aplicadas topicamente (dermatoses e lesões dérmica) • decocção: ferver 1 colher das de chá de folhas em 1 xícara das de chá de água. asparagina. rutina. mineralizante. gastralgia. pastos. ovais. espasmos vesicais (93). medindo 3 a 6cm de comprimento. dispõe-se em umbelas com 3 a 10 flores com até 1cm de diâmetro. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento de distúrbios hepáticos e gástricos. abcesso. cólicas. áreas intumescidas. as vezes inteiras. leucorréia. araxixu. feridas e úlceras (uso tópico das folhas contusas). Os ramos são radicantes sem mesmo encostar no solo. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organomineral. alternas. apud 179). É heliófita. frente a acetilcolina. CLIMA: Adapta-se do tropical ao temperado. em média.5 x 2. humoso e com teor de umidade. excitação nervosa. Tomar após às refeições. sué. psoríase. espasmolítica. afrodisíaca e analgésica (242). meningite. nevralgias.

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MASTRUÇO
NOME CIENTÍFICO: Coronopus didymus L. Smith FAMÍLIA BOTÂNICA: Brassicaceae. SINONÍMIA: Erva-de-santa-maria, erva-formigueira, vomiqueira, mastruz, mentrusto, mentruz. erva-

SINONÍMIA: Arrebenta-boi, arrebenta-cavalo, baba, babá, bagade-espinho, gogoia, joá-vermelho, juá-ti, juá-vermelho, matacavalo, mingola. HABITAT: Espécie autóctone que medra ao longo da faixa litorânea brasileira, ocorrendo em pastos, áreas abandonadas, à margem das estradas e cercas das planícies litorâneas. FITOLOGIA: Planta herbácea anual, que cresce cerca de 50 a 60cm de altura, cujo caule e folhas são revestidos por grandes e numerosos espinhos recurvados para baixo. O caule é ramificado, cilíndrico e lenticilado. As folhas são longo-pecioladas, pentalobadas, membranáceas, medindo 13 a 15m de comprimento por 10 a 11cm de largura. Sobre o pecíolo e nervura principal, ocorrem alguns espinhos, sobretudo na face dorsal, que são maiores. As flores, com estrutura pentâmera, estão reunidas extraaxilarmente em grupos de quatro, com pedicelos espinhosos. A corola é formada por 5 lobos cuneados e agudos e brancos. O cálice é 5-lobado, verde-claro e ostensivamente armado. Os frutos (solanídeos) tem formato esférico ou levemente achatado na base. Quando novos apresentam coloração verde rajado com verdeescuro. Quando maturos, adquirem tonalidades uniformes laranjavermelho, medindo 3,0 a 3,5cm de diâmetro. Encerra, além das 200 a 250 sementes, uma substância semi-esponjosa, algo prateada de sabor muito doce. As sementes são reniformes, discóides, comprimidas, aladas, amareladas ou ocre, glabra, brilhante, reticulada, com tegumento coriáceo. CLIMA: Espécie de clima tropical a subtropical. É heliófita. SOLO: Prefere solos soltos, arenosos, medianamente úmidos e pouco ácidos. AGROLOGIA • Espaçamento: 0,80 x 0,5m. • Propagação: sementes. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. • Plantio: setembro. • Adubação: 2kg/m2 de cama de aviário. • Florescimento: outubro a novembro. • Colheita: ocorre no verão, aos 100 a 120 dias após a emergência. • Produção de sementes: cada planta produz entre 300 e 3.000 sementes (209). PARTES UTILIZADAS: Frutos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Indicada para o tratamento de manchas de pele (panos), urticária (283; 32), tuberculose mesentérica e edemas nos membros inferiores (93). TOXICOLOGIA: As sementes são tóxicas. As vacas ao ingerirem o fruto (com as sementes), quando não morrem, transmitem pelo leite as propriedades tóxicas (283). OUTRAS PROPRIEDADES • A polpa do fruto é comestível. • Os frutos são usados para envenenar baratas.

FITOLOGIA: Planta herbácea anual, prostrada, de caule ramificado horizontalmente a partir do colo, crescendo cerca de 40 a 50cm de comprimento. As folhas são alternas, verde intensas, glabras, pinatisectas, com 3 a 7 pares de segmentos laterais e um terminal, sendo que cada segmento se desdobra em 2 a 5 lobos. As folhas basais são curto pecioladas e as terminais sésseis. Inflorescência em rácimos cilíndricos, reunindo flores muito pequenas, cuja corola é formada por 4 pétalas hialinas. O fruto é uma síliqua indeiscente, composta de duas valvas. As sementes são oblongo-reniformes, unissulcada, castanho-amarelada. CLIMA: É originária de regiões temperadas quentes, mas adapta-se bem às subtropicais. É heliófita. SOLO: Todo tipo, bem drenado, preferindo aqueles de textura média e férteis. AGROLOGIA • Espaçamento: 0, 30 x 0,30cm. • Propagação: sementes. São semeadas diretamente em sulcos transversais de canteiros. • Plantio: outono. A planta não se desenvolve bem no verão. • Adubação: 2kg/m2 de composto orgânico ou húmus de minhoca. • Colheita: inverno e primavera. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais, que contém um composto sulfurado que age como antibiótico natural (128). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante da digestão, vermífuga, expectorante (128), estimulante das glândulas salivares, vesicatória dérmica, anti-hidrópica (435), diurética (215), excitante, peitoral e antiescorbútica (93). INDICAÇÕES: Para o tratamento de hemorróidas, febres palustres e intermitentes (242), afecções respiratórias, dores musculares (128), bronquite, afecções renais e do estômago, raquitismo contusões (215), hipertrofia do coração e ciática (435). FORMAS DE USO • Vinho: macerar por 5 dias 50g de folhas e talos picados (em local escuro), em uma garrafa de vinho branco seco, hermética. Filtrar. Tomar 3 cálices por dia, em intervalos de 4 horas (expectorante). • Salada: usar folhas novas como estimulante da digestão. • Cataplasma: preparar em pilão ou liqüidificador uma pasta de talos e folhas. Espalhar numa gaze e aplicar topicamente em dores musculares • Infusão: 10g de folhas em 1 litro de água quente. Tomar 3 xícaras ao dia (128). OUTRAS PROPRIEDADES: Utilizada como aromatizante de bebidas alcoólicas.

MELÃO-DE-SÃO-CAETANO
NOME CIENTÍFICO: Momordica charantia L. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. SINONÍMIA: Erva-de-lavadeira, erva-de-são-caetano, erva-de-sãovicente, fruto-de-cobra, fruto-de-negro, melãozinho.

MELANCIA-DA-PRAIA
NOME CIENTÍFICO: Solanum capsicoides All. FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae.

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HABITAT: Espécie alóctone originária da Ásia, mas que se tornou cosmopolita, crescendo subespontaneamente em quase todo o Brasil, em terrenos baldios e áreas ruderais. FITOLOGIA: Planta herbácea, anual, alóctone, monóica, escandente, muito ramificada, delicada, com caule estriado, quadrangular, pubescentes, medindo 2 a 3m de comprimento. Possui folhas alternas, membranáceas, palmatífidas, longopecioladas, levemente hirsuta na página superior e densamente na inferior sub-orbiculares, com 5 a 7 lobos ovalado-oblongos, estreitados na base, denteados ou lobulados, com lóbulos mucronadas. Apresenta gavinhas simples, finas, longas e pubescentes. As flores são axilares, solitárias, longo-pedunculados, unisexuais e amarelas, dispostas em cachos ou corimbos. Fruto tipo cápsula que se abre em três valvas, escabroso externamente, verdeamarelado, quando imaturo e alaranjado, quando maturo, contendo sementes envolvidas por arilo vermelho de sabor adocicado. As sementes são ovalado-elípticas, foscas, glabras, escabrosas, castanho-amareladas, medindo 0,6 a 1,0cm de comprimento por 3 a 4mm de espessura. A planta tem cheiro desagradável e os frutos são amargos. CLIMA: Apresenta uma ampla faixa de adaptação térmica e luminosa. Em pleno verão, sob intensa radiação solar, a planta torna-se mais raquítica e os frutos menores. Desenvolve-se melhor em fotoperíodo curto. SOLO: Prefere solos úmidos, não encharcados, aerados e humosos. AGROLOGIA • Espaçamento : 1,0 x 0,4m. • Propagação: sementes. Pode-se semear diretamente no campo, porém a formação de mudas em bandejas de isopor permite o estabelecimento de mudas mais vigorosas e uniformes. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. • Plantio: setembro. • Tutoramento: permite a colheita de frutos de melhor qualidade. Existem várias opções de tutores, desde aqueles feitos de bambu e arame, dispostos vertical ou horizontalmente, até redes plásticas, que são as mais indicadas. Para tanto, a malha pode ser de 10 a 15cm. Pode-se também fazer o plantio ao longo de cercas. • Consórcio: devido ao grande vigor da planta, ela tende a ocupar todos os espaços disponíveis, comportando-se como invasora e atrofiadora de outras espécies em consórcio. • Florescimento: primavera e verão . • Frutificação: ocorre no verão. À medida que finda o ciclo da planta, o tamanho do fruto também decresce. • Colheita: 3 a 4 meses após o plantio, no verão. Os frutos são colhidos semi-verdes, antes de se abrirem. PARTES UTILIZADAS: Frutos, hastes, folhas e arilo das sementes. FITOQUÍMICA: Momordicina (alcalóide), momordipicrina, ácido mormódico (257), β-alanina, fenilalanina, β-amirina, arginina, lignano-calceolariosídeo, α-caroteno epóxido, β-caroteno, esteróide-charantina, criptoxantina, triterpenos-momordicina, taraxerol, momorcharisídeos A e B, diosgenina, p-cimeno, ácido gentísico, momordica charantia lectina, momordica aglutinina, fator citostático de momordica, inibidor de tripsina momordica, neroldiol, V-insulina, P-insulina, β-sitosterol, derivados de stigmasterol, 5-hidroxitriptamina, verbascócido, vicina e o alcalóide zeatina (179). O fruto é rico em polissacarídeos, que contém 16% de ácido galacturônico. As sementes encerram os aminoácidos ácido glutâmico (42,15%) e glicina (18,56%) (187). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Aperitiva, estomáquica, febrífuga, vermicida, emenagoga, (352), hipotensora, cicatrizante (as folhas pulverizadas), hipoglicêmica (infusão das folhas), laxante, anti-helmínticos (frutos) antipirética, colerética, antidiabética, antimicótica, rubefaciente, anti-reumática, antiflatulenta, afrodisíaca, depurativa do sangue (179), supurativa, anticarbunculosa (93), emoliente, adstringente da cútis (299), purgativas (folhas), antifebrífugos e antipalúdicos (frutos na forma de geléia ou xarope) (152). Os frutos cozidos são utilizados como vomitivos e antivenéreos. Os mesmos, já maduros, em forma de cataplasmas, são hemostáticos. De todos os usos da espécie, o mais importante é sua ação hipoglicemiante. O fruto é antileucorréico, anti-reumático, anticatarral e purgativo (257), anti-hemorroidário (242), emeto-catárquico, vermífugo e estomáquico (120). O suco das folhas é emético e purgante e a raiz é adstringente. INDICAÇÕES: É indicada para o tratamento de enfermidades hepáticas (352). Preparada por cozimento, é utilizada para colite. A decocção das folhas é utilizada para tratamento de infecções da pele. A infusão forte é utilizada para escabiose, picadas de insetos, malária, pruridos e úlceras malignas. O suco das folhas é utilizado para mordida de serpentes e afecções biliares (179). A planta inteira é utilizada contra e resfriado (233), cólicas abdominais, queimaduras, hemorróidas (especialmente a raiz) (257), sarna, dartro, furúnculo, eczema (32), dores de ouvido, catarata (271), enxaquecas (120), embaraços gástricos, morféia, menstruações difíceis e cravos. As folhas e frutos são utilizados na cura do gogo das aves (93). FARMACOLOGIA: Apresenta atividade antitumoral em Sarcoma 180, antimutagênica, androgênica, antilipolítica, antihipercolesterolêmica, antiviral contra o vírus da estomatite vesicular, antitumoral da leucemia L-1210. Inibe a glucose-oxidase e radicais livres (179), imunomoduladora (120). A administração de charantina (50mg/kg) em coelhos, causou um decréscimo gradual no nível de açúcar no sangue em 42% após quatro horas de sua administração. Após cinco horas, o decréscimo foi de 28%. A charantina mostrou ser mais potente do que a tolbutamida como hipoglicemiante. O fruto maduro, em grandes quantidades, tem efeito purgativo drástico, tanto que seu uso na medicina popular é considerado como perigoso (Hurst, apud 179). Diversos trabalhos tratam da atividade hipoglicemiante dos frutos. O extrato alcoólico a 95%, na dose de 3ml/kg por via oral, já resulta em efeito hipoglicemiante. O princípio responsável por esta atividade é o polipeptídeo P (ou V-insulina), isolado a partir dos frutos, sementes e cultura de tecidos, e aplicado por via subcutânea, tanto em animais quanto em humanos (207). O suco da polpa de Momordica charantia diminui os níveis de glicose em ratas normais. O efeito foi mais pronunciado com o extrato metanólico do suco da polpa isento de saponinas. O suco da polpa também teve um efeito hipoglicêmico significativo em ratas normais alimentadas com glicose, quando o extrato foi administrado 45 minutos antes da administração da glicose. O extrato de sementes e da planta inteira demonstraram um pequeno mas consistente aumento nos níveis de glicose em ratas normais. Os resultados indicam a presença de compostos hipoglicêmicos-sapogênicos e a atividade provavelmente medida seja por uma melhoria no sistema da atividade secretora da insulina de células β, ou melhorando a ação da insulina (11, 179). As sementes, em doses de 3 mg/animal, em intubação gástrica, em coelhos tratados com estreptozotocina, possui uma atividade anti-hiperglicemiante (205). O extrato aquoso das folhas inibe consideravelmente o aumento da atividade do guanilato ciclase induzida por fatores químicos carcinogênicos. O extrato alcoólico a 70%, via intraperitonial, inibe o sistema nervoso central. (179). O extrato aquoso do fruto, in vitro, possui uma atividade citotóxica dose-dependente sobre os linfócitos leucêmicos em humanos. Menciona-se também, que o sumo do fruto é citotóxico in vitro, para os leucócitos humanos leucêmicos (ED 50= 0,16G/kg) e os

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linfócitos humanos normais (ED50 = 0,35g/kg). Também evidenciase a atividade citostática e antiviral de uma fração cromatográfica de um extrato do fruto, pela inibição da síntese protéica (179). ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato etanólico do fruto apresenta atividade antibacteriana contra Staphylococcus aureus, Bacillus sp., Micrococcus luteus, Shigella flexneri (245), Candida albicans, Shigella, P. aeruginosa, Salmonella, Eschirichia coli e Staphylococcus aureus. O suco apresenta efeito antimicótico, espermatogênico e espermicida, além de atividade anti-helmíntica. O extrato etanólico a 95% possui, in vitro, uma atividade antihelmíntica poderosa contra áscaris, e, aplicado em bezerros, na dose de 1,75 g/kg por via oral durante 20 dias, provoca uma diminuição acentuada na formação dos espermatozóides. Administrado durante 60 dias, o extrato provoca lesões testiculares e atrofia os espermatozóides. Outros trabalhos relatam atividade espermicida in vitro. O extrato aquoso das sementes possui uma atividade anti-helmíntica in vitro (179) FORMAS DE USO • Infusão: 10g de folhas secas por litro de água (leucorréia, menstruações difíceis e cólicas causadas por vermes). A infusão do fruto é útil contra hemorróidas. • Ungüento: arilo contuso misturado com vaselina (tumores, furúnculos e carbúnculos) • Suco: machucar as folhas verdes em óleo de amêndoas doces (queimadura). O suco puro pode ser aplicado sobre a sarna (32). TOXICOLOGIA: Pode ter ação teratogênica (233). É abortivo em ratas à doses de 8 mg/kg por via intraperitonial. In vitro, é um inibidor da síntese protéica. É descrita como uma planta tóxica e abortiva (333). No sul da Flórida tem ocorrido vários casos de crianças que ficaram doentes após terem consumido os frutos maduros de Momordica charantia. Alguns autores indicam que meia colherada do sumo do fruto maduro pode matar um bezerro grande em 16 horas, depois de apresentar vômitos e diarréia (352). Além do mais, o efeito tóxico experimentado com o sumo de Momordica charantia sobre ratas e coelhos, tem causado a morte de crianças, apresentando vômitos e severos efeitos purgativos (84). Constatou-se ainda lesões testiculares em cães e alterações sobre os parâmetros sangüineos em suínos (120). As sementes contém compostos tóxicos, não devendo ser ingeridas em grandes quantidades (209). OUTRAS PROPRIEDADES • As hastes fornecem fibras macias para o enchimento de colchões, almofadas e estofados, bem como para a indústria do papel. • O fruto quando novo é comestível, sobretudo na forma de picles e salada. Mas pode ser frito e cozido. O sabor amargo pode ser eliminado escaldando o fruto. O arilo da semente é adocicado, podendo ser consumido in natura. Os pássaros apreciam muito o arilo. • Das sementes obtém-se um óleo para a produção de alguns cosméticos. • O fruto é um ótimo substituto do lúpulo, na preparação da cerveja. • As folhas e as hastes, trituradas, servem para alvejar roupas e tirar nódoas (93) . • A planta pode ser utilizada como ornamental em pergolados, cercas e caramanchões. • O extrato aquoso das folhas possui elevada atividade inseticida (179).

MELHORAL
NOME CIENTÍFICO: Justicia pectoralis Jacq. var. stenophylla Leonar. FAMÍLIA BOTÂNICA: Acanthaceae. SINONÍMIA: Cerebril, chambá, peristrofe, cerebril, carpinteiro, cerebril, carpinteiro, erva-de-santo-antonio, pingo-de-ouro, anador, trevo-do-pará, trevo-cumarú. HABITAT: Espécie alóctone, nativa das regiões tropicais da América. É difícil encontrá-la na forma espontânea. Cresce subespontaneamente em subosques das regiões baixas do Caribe (179). FITOLOGIA: Planta herbácea perene, muito ramificada, de caule reptante, puberulento, ereto, decumbente ou ascendente, pouco ramificado, comumente radicante, formando touceiras de perfilhos. A planta cresce de 20 a 40cm em altura. As folhas são inteiras, opostas, lanceoladas a ovado-lanceoladas, longo-atenuadas, base aguda, verde-claras, curto-pecioladas e persistentes, com 3-7cm de comprimento. A inflorescência é do tipo espiga terminal, curta, dicótoma, glanduloso-pubescente, filiforme. As brácteas e bractéolas são cerdosas e as flores são lilases, pequenas e são muito espaçadas entre si. Cápsula comprimida, estipitada. AGROLOGIA • Espaçamento : 0,4 x 0,4m. • Propagação: perfilhos da planta matriz e estacas. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as os perfilhos são enraizados em saquinhos de plásticos contendo substrato organo-mineral. • Plantio: primavera. • Adubação: 2kg/m2 de cama de aviário. • Taxa de crescimento: 0,15cm/dia ou 0,15g/dia de matéria seca (307). • Florescimento: julho a agosto. Durante o inverno as folhas tornam-se arroxeadas. • Colheita: inicia-se 6 a 8 meses após o plantio. PARTES UTILIZADAS Folhas e ramos. FITOQUÍMICA: Entre os mais importantes constituintes estão os esteróis, mucilagens, óleo essencial (8), os lignanos (naftalido lignano) e saponinas. Em algumas variedades tem sido encontradas aminas aromáticas, triptaminas, quempferol, esteróis, ácido salicílico e álcool alifático (379). O extrato aquoso liofilizado das folhas contém os aminoácidos fosfoserina, hidroxiprolina, treonina, serina, asparagina, prolina, glicina, alanina, ácido alfaaminobutírico, valina, isoleucina, leucina, fenilalanina, ornitina e lisina (225; 418). Contém cumarinas, flavonóides, betaína, βsisterol (265), ácidos palmítico, esteárico (49), N-metiltriptamina, N,N-dimetiltriptamina, umbeliferona, swertiajaponina, 2"-Orhamnosil-swertiajaponina, swertisina, vascina (179), alcalóides indólicos (264) e hidroxifenil propiônico (117). Do extrato etanólico obteve-se um lignano chamado justicidina B (197). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Analgésica, antiinflamatória (307), broncodilatadora (261), sedante nervoso, peitoral (351), expectorante, peitoral, febrífuga, béquica, cicatrizante, afrodisíaca (130), anti-reumática (179), catamenial, adstringente, anti-hemorrágica das vias urinárias e tranquilizante. Além da cumarina, a umbeliferona e a swertisina conferem a planta propriedades sedativas e relaxante da musculatura lisa, além de atividade antibacteriana (302). INDICAÇÕES: Indicada para gastralgias, cortes e catarros brônquicos, gota, enfermidades do fígado (179), infecções das vias respiratórias, dermatites, feridas, aftas (130), insônia e afecções

TOXICOLOGIA: Em altas doses é alucinógeno (130. adineno. favorecem o crescimento luxuriante da planta. antiinflamatória. sabinenohidrato. nnonacasona. ρcimeno. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. Também apresenta atividade inseticida contra Triboleum castaneum e Musca domestica e uma débil ação sobre Schistosoma mansoni (179). fridelina. estimulante (242). saponinas. As folhas exalam um olor suave. embora possa ser feito o ano todo. mucilaginosa. α-gurjuneno. com cerca de 40 a 60cm de altura. conyzoides. amenorréia. α-humuleno. dihidroencecalina. nobiletina. cilíndrico. 379).7 a 2% de óleos essenciais que contém α e β-pineno. Os lignanos e as saponinas possuem efeitos inibidores da fertilidade em mulheres. β. γ e δ-cadineno. As folhas são opostas. Ocorre de 0 a 3. n-heptacosano. Em condições adversas. analgésica (260). composto por 3 séries de filárias lanceoladas. princípios amargos e taninos. .344mg/kg. • Externo: suco e decocção (banhos) . Florescimento: maio a novembro. FORMAS DE USO • Alcoolatura: utilizar uma xícara das de cafezinho da planta fresca para cada 5 xícaras de álcool. bem como o extrato da matéria seca. INDICAÇÕES: O suco fresco da planta. decocção e sumo. mesmo com apenas duas folhas definitivas (209). sesquifelandreno. que promovam sombra. α-terpineol. • Propagação: sementes.02 a 0. 5-equinados. Corola tubiforme Os aquênios são miúdos. quercetina. A inflorescência é um corimbo terminal que reúne 30 a 50 botões. largamente ovadas. originária da América do Sul. contusões. estigmasterol. As flores são hermafroditas. verde ou púrpura. cisβ-ocimeno. alcalóides pirrolizidínicos (equinatina e licopsamina). • • • Consórcio: plantas de maior estatura. são-joão. beriberi (283). HABITAT: Espécie autóctone. adapta-se bem à meia-sombra. ou seja. β-sisterol. benzofuranas (145). O naftalídeo lignano tem sido associado com atividade antidepressiva e antiarrítmica (379) FORMAS DE USO • Interno: infusão. nhentriacontano. germacrenoD. Em seguida. quando amassadas. spathulenol. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. cromonas. Nas folhas o teor é de 0. β-bisaboleno. pretos. ssp. mentruz. na forma de instilação. erva-de-são-josé.4-diene. epóxido de cariofileno. sabineno. FITOQUÍMICA: A planta contém resinas. antiespasmódica. a campo. elemol. E-β-farneseno. mentraz. catinga-de-borrão.102 nervosas (303). O teor de óleo essencial varia de 0. α-copaeno. A germinação ocorre a partir de 10oC. Útil também para o tratamento de pneumatose do tubo digestivo. vasodilatadora. erva-desanta-lúcia. mirceno. Colheita: a planta é colhida no início da diferenciação floral. benzaldeído. emenagoga (258). α e β-felandreno. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. β-cariofileno.3. picão-roxo. artroses (179). sendo o suco aquoso liofilizado classificado como não tóxico (314). quando a ocorrência de gramíneas é reduzida.16 entre a planta fresca e seca. • Plantio: março a abril. ATIVIDADE BIOLÓGICA: A folha apresenta atividade nematicida (Meloidogyne incognita). carminativa. α e γ-terpineno. limoneno. ocimeno. O exocarpo do fruto contém fitomelano (179). citronelol. encecalina (125). O transplante ocorre 40 dias após a semeadura. Apresenta ainda efeito sedante. Colhe-se no inverno. diminuindo a inflamação e a dor após a primeira semana de tratamento (254). tônica (179). porém não suporta geadas. cuneadas ou subcordiforme na base. celestina. • Decocção: cozinhar a planta inteira e despejar o chá morno numa vasilha. antagonista da serotonina e redutor da atividade espontânea (Garcia. com um ótimo entre 25 e 30oC (209). infecções das vias urinárias (145). O caule é ereto. visando a produção de mudas mais uniformes. CLIMA: É de clima tropical. 3-nervadas na base e medindo cerca de 7 a 9cm de comprimento. eugenol. dimetóxi-ageratocromeno. aperiente (145) e antiblenorrágica (93). amarga. crenadas. α-bergamoteno. O arilo das sementes é utilizado para combater o gogo das aves (93). revestidas de pelos glandulosos em ambas as faces. antimicrobiana (Staphylococus aureus). nerolidol. precoceno (cumarina). α-tujeno. antidiarréica. combater resfriados (258). catinga-de-barão. além de perfumar e suavizar o cabelos e combater a caspa. A DL50 por via endovenosa em ratos é de 1. lilases. ácido hidrociânico (257). com ínvólucro campanulado. cicatrizante. pecioladas. alcalóides vaso-constritores. aos 80 a 90 dias do ciclo. mucilagens. a planta floresce prematuramente. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Aromática. ferimentos abertos. 1-8 cineole. γ e δ-elemeno. As sementes são fotoblásticas positivas. hemostática e relaxante da musculatura lisa. anti-reumática. antibacteriano. n-ticarcontano. dihidrometoxiencecalina. lideroflavona.06 (96). cólicas flatulênicas e uterinas. Semeia-se a lanço. piloso. flavonóides (eupalestina). É ruderal infestante que ocorre disseminada em todo mundo. com cílios nos ângulos. com exceção das raízes. A decocto das folhas é indicado para lenir cólicas menstruais. relaxante da musculatura lisa. O suco fresco da planta também é indicado para hemorragias pós-parto.3m x 0. SOLO: A planta adapta-se a quase todo tipo de solo. erva-de-santa-luzia. α-cubebeno. metileugenol. linalol. Observou-se por eletroencefalografia que o decôcto da planta produz efeitos neurotróficos (349). agudas no ápice. Tomar 10 gotas em água 2 vezes ao dia ou aplicar em massagens tópicas (reumatismo e artrose). FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA: Promove um decréscimo da capacidade exploratória e da conduta agressiva em roedores (135). Embora heliófita. adaptando-se tanto às regiões quentes e frias. aromática. o que corresponde a 10g/kg por via oral. Produz 0. são usados para o tratamento da rinite alérgica e sinusite. diurética. FARMACOLOGIA: Apresenta eficácia clínica para a artrite. catinga-de-bode. B e C). porém cresce mais intensamente em áreas férteis e/ou com solo revolvido Não medra em solos encharcados ou muito arenosos. ageratocromeno. É normalmente encontrada em áreas agrícolas como invasora de plantas de lavoura. sobretudo no inverno. erva-de-são-joão. flavonóides (ageconiflavona A. β-bourboneno. terpinoleno. citado por 179). AGROLOGIA • Espaçamento : 0. mentraço. erva-maria. febrífuga. fazer a ablução dos pés ou das mãos MENTRASTO NOME CIENTÍFICO: Ageratum conyzoides L.000m de altitude (209). maria-preta. silvestre e ruderal. catinga-de-barrão. antidisentérica. SINONÍMIA: Camará-opela. ou em bandejas de isopor. carminativa (283). colhida por ocasião do florescimento. cadina-1.

derivados terpênicos e sesquiterpênicos.500kg de planta fresca. sementes e divisão de rizomas. mil-ramos.500m de altitude. milefólia. eczema. úlcera interna. pêlo-de-carneiro. CLIMA: É uma planta de clima temperado quente a subtropical. Se pretende-se colher as folhas. antibiótica (294) e antisséptica. especialmente no sul do Brasil. abcesso. aromática (283). composto ou húmus de minhoca. • É utilizada no Nordeste brasileiro para aromatizar roupas brancas. cefalalgia (145). tujona. Tintura: 1 xícara das de cafezinho da planta fresca para 5 xícaras de álcool. prazer-das-damas. O teor de óleos essenciais é de 0. escarlatina. As flores centrais são de cor cremeclaro e as lígulas. aquiléia-mil-folhas. Tolera solos pobres em nutrientes mas não suporta solos encharcados. cânfora (145). colerética (145). anti-reumática. milfólio. aquiléa. afecções urinárias. • A planta é hospedeira de um ácaro (Amblyseius newsami) que preda ácaros (Panonychus citri. • Na Malásia é utilizada como forragem para caprinos.41% nas folhas e 1. é de 0. • Doenças: em solos muito argilosos é comum a ocorrência de bacteriose nas folhas da saia da planta. chegando à 12. Em algumas regiões a planta desenvolve-se até mesmo sobre dunas de areia (182). atroveran. levante. erva-das-cortadelas. cólicas menstruais. erva-das-damas. antiinflamatória. opostas. A inflorescência é do tipo corimbo.. pode abrigar nematóides (Meloidogyne. excitante. aquiléia-milflores. escarros • • • • • FORMAS DE USO: Infusão e tintura (444). Diluir 10 gotas em água e tomar duas vezes ao dia (cólicas). • Plantio: ano todo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônica. Cataplasmas: aplicar sobre as articulações doloridas (145). anti-hemorroidária. na primavera.5 a 0. Tomar 4 a 5 xícaras por dia. Infusão: ⇒ Adicionar 1 xícara das de cafezinho da planta seca picada em 1/2 litro de água. eupéptica. • É melífera. milefólio. Pratylenchulus e Rotylenchus) e o vírus do enrugamento foliar do tabaco (209). verde-claras. européia. varizes (257). taludes. (258). formando pequenos capítulos . ou ainda na forma de compressa (reumatismo e artrose). feridas. mil-em-ramas.18% no caule. Distingue-se da A. fitoparasitas de espécies de Citrus. • Além de ser infestante por excelência em solos revolvidos e férteis. em número de cinco. Pó: colocar 1 colher das de café do pó em um copo com água ou suco de frutas. Tomar 1 xícara de chá em intervalos de 4 horas (cólicas menstruais). sumidades floridas e rizoma. macelão. pineno. as plantas tendem a regredir vegetativamente. salvação-do-mundo.000m de altitude apresenta porte menor e maior teor de óleos essenciais (96). Muito encontrada em hortas e jardins. É também hospedeira do fungo Cystopus brasiliensis (93). INDICAÇÕES: Usada também para debilidade geral. A planta emite inúmeros perfilhos. pestana-de-vênus. vivaz. • Florescimento: dezembro a março.8% (96). queimaduras. anti-hemorrágica (68). ao final do verão. tubiflora.67% nas flores. 0. anticelulítica. adinamia. antidispéptica. erva-do-carpinteiro. ⇒ 20g da planta por litro de água. vulnerária. pulmonares e dérmicas. É tolerante a períodos de estiagem. botão-de-prata. Cresce em pastagens. erva-de-são-joão. taninos e glicosídeos amargos. ervacarpinteira. OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo da planta protege grãos armazenados contra a ação de fungos (80). MIL-FOLHAS NOME CIENTÍFICO: Achillea millefolium L. ácido aquilêico (93). sobretudo em novembro. hepática. Prefere a luz plena. • Raleio: quando a densidade de rebentos é muito grande. erva-dosmilitares. novalgina. brancas. beira de estradas e do mar e até mesmo sobre dunas. erva-dos-cortadores. pronto-alívio.4 x 0. mil-ramas.103 com o chá durante 20 minutos. O teor médio de óleo essencial. milfolhada. A colheita de flores é feita em plena antese. • Apresenta atividade contra insetos hemípteros. SINONÍMIA: Alevante. muares e bovinos. especialmente na primavera. antihelmíntica. moschata por possuir as folhas estreitas. • Colheita: ocorre seis meses após o plantio. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. que servem como mudas para plantio. aquiléia. carminativa. com base no peso seco. antiespasmódica. flavonóides (epigenol e tuteolol). Desenvolve-se melhor durante a primavera e outono. florais dispostos em grupos aplainados. estas devem ser colhidas antes do florescimento. distúrbios nervosos (283). peninérveas. erva-dos-carpinteiros. diurética. cineol. permeáveis. HABITAT: Planta alóctone. • Propagação: estacas. que se enraíza formando novas cepas. Climas úmidos favorecem o aparecimento de doenças e reduzem os princípios ativos.500kg no terceiro ano (182). • Produção de sementes: não há formação de sementes nas condições do Litoral Catarinense. • Rendimento: em condições favoráveis de clima e solo pode produzir no primeiro ano até 5. Tomar 3 a 4 vezes ao dia (artrose) (257). com cálice tubular. anador. cicatrizante (257). mil-folhada. amarga.30m. ponta-livre. lactonas (257). achileína (182) aquineína. erva-dos-golpes. A partir de 1. borneol. erva-dobom-deus. ou fazer massagens locais (reumatismo/artrose). Os caules aéreos crescem 30 a 70cm de altura. mil-em-rama. FITOQUÍMICA: Óleo essencial com azulenos. adstringente. anticelulítica (128). Os rizomas podem ser plantados diretamente a campo. erva-de-cortadura. As flores são pedunculadas e pequenas. alternas. Brevipalpus phoenicis e Phyllocoptruta oleivora). erva-dos-soldados. FITOLOGIA: É planta perene. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. A planta é mais pronunciadamente aromática em maiores altitudes (294). esbranquiçado ou purpúreo. erva-de-cortaduras. durante a florada. Utilizar 30 a 50g da planta in natura ao dia. Não se adapta à regiões com excesso de precipitações. Folhas pecioladas. e verde-escura. de cor azulada. de cepa oblíqua com rizoma delgado e fibroso. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de estrume de gado. férteis e bem drenados e não ácidos. 2 vezes ao dia. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. Ocorre até 2. devido a presença do precoceno (257). marcelão. trombose cerebral. herbácea. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. estomáquica. amenorréia. deve-se optar pelo raleio e plantio de novas mudas. PARTES UTILIZADAS: Folhas. erva-carpinteiro. adstrição. devido ao azuleno. diarréia. alopecia. restabilizante da circulação sangüínea (93). expectorante. erva-doscarreteiros. emenagoga. TOXICOLOGIA: A planta contém alcalóides pirrolizidínicos que são hepatotóxicos (140). Neste caso. hemostática.

FITOLOGIA: Planta arbustiva grande ou árvore pequena. aquecer. adapta-se bem ao clima subtropical e até ao tropical. • Espaçamento: 3 x 2m. sobretudo em arborização de avenidas. greta. O aroma da planta lembra a erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides). brincos-de-vênus. contusões. graxa-deestudante. anafrodisíaca. com tubo estaminal medindo 8 a 9cm de comprimento e corola com 14 a 15cm de diâmetro. com crenas largas. Epidendrum mosenii e outras espécies halófitas. SOLO: Prefere solos arenosos. A germinação ocorre de 6 a 10 dias. e outra à noite. golpes. ascendente. casca de arroz ou plástico preto. • Adubação: 3kg/m2 de cama de aviário. mucosidades (32). lagoas. As mudas são transplantadas 40 dias após a emergência. • Propagação: estacas dos ramos. neutros à alcalinos e aerados. ⇒ 1 a 2 colheres das de sopa da planta seca em 1 xícara de água. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória. associadas com Plantago catharinea. gota. graxa-de-soldado. • Mulching: para evitar-se o contato das folhas com o solo. ápice acuminado e base obtusa. • Propagação: sementes. Folhas ovaladas. incontinência urinária. febre intestinal e intermitente. Folhas verde-pálidas na dace ventral e glauca na dorsal. Flores vermelhas. diurética. sarna. crescendo sobre dunas baixas estabilizadas. 2 vezes ao dia (varizes). Esquentar em fogo brando durante 30 minutos. • Plantio: primavera. espesso. É heliófita. insônia. • Constitui-se em excelente substrato de composto biodinâmico. formando 3 a 7 lóbulos. • Plantio: setembro a outubro. de caule redondo. pleuris. Não tolera solos encharcados. ramificada. grandes. Fruto dorsalmente achatado. parques e jardins. • Decocção: 2 colheres das de sopa (10g) de flores em ½ litro de água. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e aclimatadas sob telado de sombrite com 70% de sombra. dores de estômago e de dente e mucosidade intestinal (271). aglomeradas em espigas axilares ou terminais. • As folhas maceradas. . SOLO: Prefere solos férteis. brincos. pampoela. hibisco. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. O limbo é lanceolado ou ovado-oblongo. • Ablução: macerar 100g de flores e 100g de folhas durante 1 dia em 2 litros de água. • Sumo: lavar a planta. manchas. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 20g de folhas em 1 litro de água. Perianto fendido junto à base.4 x 0. papoula. adstringente (215) e oftálmica (271). O contato direto das folhas com a umidade do solo favorece à ocorrência da Cercospora sp. medindo cerca de 0. ⇒ 25 a 30g da planta por litro de água (283). TOXICOLOGIA: É contra-indicada para mulheres em lactação (145). retirar o sumo e aplicar sobre ferimentos e ulcerações (257). numerosas. brilhante. muito aromática e medindo 15 a35cm de altura. HABITAT: Ocorre em áreas de restinga. FAMÍLIA BOTÂNICA: Chenopodiaceae. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. Há possibilidade de intoxicação de animais domésticos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae. AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo pode ser feito à beira de regatos. podem ser usadas contra brocas e fungos. após o secamento do orvalho. ereta quando jovem. medem 2 a 3cm de comprimento. • A planta é fitoestimulante na produção de óleos essenciais de espécies companheiras aromáticas (68) • A indústria utiliza a planta na fabricação de licores e aromatizantes (294). INDICAÇÕES: Indicadas para insônia (120). Após. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores fornecem uma tinta escarlate utilizada em culinária e como cosmético para a pintura das sobrancelhas. cercas e estradas. sutilmente cordadas na base. MIMO-DE-VÊNUS NOME CIENTÍFICO: Hibiscus rosa-sinensis L. Deve-se colher durante os períodos mais secos do ano. resfriado. firmeza-dos-homens. FITOLOGIA: Planta herbácea. anual. oftalmias (uso tópico) e inflamações da garganta e dos olhos (215). avermelhado quando maturo. (salsaparrilha-da-praia). CLIMA: Embora seja de clima temperado quente. Não tolera solos ácidos. • Florescimento: fevereiro a março.8mm de diâmetro. Tomar 4 a 5 xícaras por dia (145). rosa-da-china. Tomar 2 xícaras pela manhã. por conferir lustro ao couro.3m. • As folhas são muito apreciadas pelos coelhos (93).104 e vômitos sangüineos. amor-dos-homens. As flores são sésseis. MIRRA NOME CIENTÍFICO: Chenopodium sp. • Utilizada como graxa vegetal de sapatos. Semente com cerca de 1mm de diâmetro. glandular. psoríase. hemorragias uterinas e dos pulmões. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada como planta ornamental. Aplicar compressas mornas no local afetado. • Loções. fomentações e cataplasmas: utiliza-se externamente para afecções dérmicas e machucaduras • Pó: folhas e flores secas e pulverizadas para o tratamento de feridas recalcitrantes (32). multiramosa. e aplicar na área afetada por 15 minutos (hemorróida) (145). pampulha. Evitar a ação do sol na epiderme molhada com o suco da planta fresca. SINONÍMIA: Amor-de-homens. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. crenado. hepática e expectorante). • Substrato: as folhas são ótimas para compostagem. sem ferver. aurora. • Compressas ou cataplasmas: aplicar a planta fresca sobre o local afetado (feridas e úlceras). Smilax sp. cobrilo com palhas. sucoso. • Colheita: inicia aos 14 a 15 meses após o plantio. ácidos e compactados. acne. Em média. PARTES UTILIZADAS: Flores. Tomar 1 a 2 xícaras das de chá ao dia (como emenagoga. bem drenados. • Colheita: 4 a 5 meses após o plantio. São curto-pecioladas e o tamanho diminui da parte basal para a apical. crenadas. em jejum. HABITAT: Planta originária da China e aclimatada em todo Brasil.

HABITAT: Espécie alóctone. são rubefacientes. • Adubação: 1kg/planta de composto orgânico ou húmus de minhoca • Florescimento: março a abril. capitão-da-sala. • Plantio: outono.105 preferencialmente entre as 9:00 e 11:00h da manhã. erva-leiteira. FAMÍLIA BOTÂNICA: Rutaceae. palmatipartidas. • Consórcio: o cultivo poderá ser feito com outras culturas de porte maior. estimulante (93) e tônica (271). castanho-escura e glabra. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asclepidaceae. camará-bravo. utilizada em parques e jardins externos.7mm de diâmetro. antiblenorrágicas e antileucorréicas (271). originária da América Central. Em ambos os casos. cega-olhos. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores fornecem essência aromática para perfumaria. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antiofídica. CLIMA: Prefere regiões de clima ameno. ereta. que cresce de 1. É heliófita. As folhas. entorses. algodãozinho-do-mato. pesada e muito dura. ipecacuanha-falsa. Cresce espontaneamente à margem dos rios. • A planta é ornamental.4m. que cresce de 3 a 5m de altura. ipecacuanha-brava. ETNOTERAPÊUTICAS: É aromática e MUSSAMBÊ NOME CIENTÍFICO: Cleome spinosa L. muçambé-de-sete-folhas. perfumadas. cega-olho. SINONÍMIA: Algodãozinho-do-campo. onde a média anual não passe dos 20oC. acuminado. • A casca é utilizada em cosmética e fornece corante preto.0 a 1. murta-dos-jardins. livres de doenças e resíduos. verde-escuros. brejo-fedorento. nervuras proeminentes na face dorsal. INDICAÇÕES: As raízes são úteis contra a bronquite e o sumo das folhas serve para otites supuradas e lavagem de feridas (9). em pares. • A madeira é amarela. na base das folhas e brácteas. murta-daíndia. falsa-erva-de-rato. composta de folíolos ovais-elípticos. • Adubação: 0. bem drenados e ricos em matéria orgânica. mussambê-miúdo. A planta inteira é excitante do aparelho digestivo e vulnerária (242). sésseis e curto-pecioladas. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. As flores apresentam pétalas ovaladas e filetes violáceos.6m de altura. murta-de-jardim. INDICAÇÕES: Indicada para contusões. Inflorescência terninal. perene. Após este período. ramosa. MURTA-DE-CHEIRO NOME CIENTÍFICO: Murraya paniculata (L. sete-marias. PARTES UTILIZADAS: Folhas. longo-pecioladas. mussambê-de-espinho. que proporcionem um certo grau de sombreamento. • Hospeda o fungo Phoma murrayae (93). torcicolo e nevralgias em geral. durante 10 dias. CLIMA: É de clima subtropical úmido. Fruto tipo baga ovóide. FAMÍLIA BOTÂNICA: Capparidaceae. reunindo flores isoladas na base das brácteas foliares. PARTES UTILIZADAS: Casca e folhas. aerados. cavalheiro-da-sala. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas e flores são tônicas digestivas e a raiz é béquica e antiasmática (9). obtusos. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. Na parte superior do caule encontram-se brácteas foliares. dona-joana. • Plantio: outono e primavera. espinhenta. de origem asiática (Japão) e polinésica (Austrália e Polinésia). erva-de-satã. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. arenosos. jasmim-murta. dispostas em cimeiras axilares. FITOLOGIA: Planta arbustiva grande ou pequena árvore. simples e ovaladas. murta. FORMAS DE USO: Alcolatura: deixar macerar 50g de folhas frescas em 1 litro de álcool. produzir as mudas sob telado de sombrite a 70% de sombra. • Colheita: inicia a partir do terceiro ano de cultivo. • Propagação: sementes e estacas. muçaimbê. As folhas são utilizadas em feridas e para orquites (271). medindo cerca de 1cm de comprimento por 0. Flores pequenas. medindo 7 a 9cm de diâmetro. Semente globosa. brancos ou róseos. coar e armazenar em recipiente de vidro escuro. No Brasil. • Propagação: sementes. Adstringente. porosos. cresce subespontaneamente nas regiões setentrionais. Caule reto. Folhas basais alternas. É cultivada em jardins. brilhantes. As folhas são estimulantes. chibança. Fazer massagens sobre áreas doloridas do corpo. ervade-rato. Evitar colher em dias com neblina ou com muita umidade. Ocorrem acúleos de extremidade curva. cilíndrico. O fruto é uma síliqua cilíndrica que mede de 7 a 12cm. férteis e pouco ácidos. quando contusas e aplicadas sobre a pele.7 x 0. HABITAT: Espécie alóctone. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. • Colheita: inicia-se a partir do 4 mês após o tranplante. mussambé-miúdo. fosca. SINONÍMIA: Beijo-fedorento. com a parte basal lenhosa. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é ornamental em jardins. sete-sangrias. compacta. Folhas imparipenadas. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. semelhante a um caracol. As folhas e brácteas são revestidas de glândulas oleíferas que exalam um aroma desagradável. erva-de-paina. perene. SINONÍMIA: Jasmim-laranja. capitão-de-sala. OFICIAL-DA-SALA NOME CIENTÍFICO: Asclepias curassavica L. ipecacuanha-das-antilhas.5kg/planta de cama de aviário. SOLO: Profundos. pentâmeras. brancas. FITOLOGIA: Planta semi-arbustiva. sob irrigação por nebulização. neutros. SOLO: Prefere solos úmidos. FITOQUÍMICA: Brassicina (9). PROPRIEDADES analgésica tópica. É esciófita e higrófita.) Jack. flor-de-sapo. . taraitaia. utilizando algodão embebido na alcolatura.

• Colheita: 3 a 4 meses após o plantio. PARTES UTILIZADAS: Folhas e frutos maduros. As folhas são lanceoladas. groselha-das-antilhas. . quase sésseis. paininha.106 leiterinha. 8-10 fasciculados. • Espaçamento : 1. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. TOXICOLOGIA: O látex é cáustico. suculentos. com espinhos. originária da Argentina. Diaspis cordiae e pelo pulgão Aphis nerii (93). bem drenados e profundos. lisas na face ventral e áspera na dorsal. de consistência sedosa. inodoras. ácidos e úmidos. Folhas subpecioladas. groselhados-barbados. com porte menor. é hemostática (93). Compressas das folhas são indicadas para úlceras e feridas carnosas. • É hospedeira do fungo Uromyces Hovei (93). ORA-PRO-NOBIS-MIÚDA NOME CIENTÍFICO: Peireskia aculeata Mill. rosa-madeira. emético. deiscente. HABITAT: Espécie alóctone. raízes e látex.30m de altura. • A planta e as flores são bastante ornamentais. com até 4cm de diâmetro. ciliadas. • Pode ser utilizada como cerca-viva. As flores são rosa-escuro com anteras amareloouro.5 x 1. O látex é indicado para hiposistolia cardíaca e astenia vascular. • A penugem que envolve as sementes.6 x 0. Aclimatar as mudas sob tela de sombrite 50% de sombra. Folhas opostas. lactescente. É de mucilaginosa. CLIMA: Desenvolve-se bem tanto em regiões tropicais até em temperadas quentes. como cerca-viva. antileucorréicas e antiblenorrágicas. acuminadas. ricas em proteína. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento ferimentos e úlceras internas e externas. FITOQUÍMICA: Asclepiadina (93). cicatrizante e nutritiva. reflexos. FITOLOGIA: Planta perene. glabra. obtusa. quiabento. ramoso e lenhoso. com cerca de 1. margaridinha. antiasmáticas. armado de inúmeros acúleos fortes. SINONÍMIA: Groselha-da-américa. INDICAÇÕES: As folhas machucadas são usadas sobre as feridas para cicatrização rápida. OUTRAS PROPRIEDADES • Produz frutos comestíveis. longo-pedunculadas. sílico-siltosos. lisas. convulsões. pálidas na face dorsal. vermífugas. 3-angulosa. paina-de-seda. mas também se adapta às subtropicais. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: hidratante. febrífugas. HABITAT: Espécie autóctone da América Latina. lanceoladas. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. A asclepiadina é um veneno convulsivo dos músculos lisos e do coração. medindo cerca de 10 a 12cm de comprimento. medindo 6 a 7cm de comprimento e contendo muitas sementes castanhas. • O látex da planta. A ingestão de 1g da planta por kg de peso vivo. cilíndrico. jumbela. • Pragas: é atacada pela lagarta Papilio teratii. a beira de estradas e áreas ruderais. aguadas em ambas extremidades. PARTES UTILIZADAS: Folhas. • As folhas. de 2-3cm de comprimento. margaridinha-leiteira. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cactaceae. A planta inteira. trepadeira-limão. As sementes apresentam germinação muito lenta e o crescimento das plântulas também é muito demorado. oblongo-lanceoladas. com cerca de 3cm de comprimento. SOLO: Prefere solos leves. • Serve de porta-enxerto para outras espécies de cactáceas (93). CLIMA: Em regiões tropicais chega a atingir um porte arbóreo. causando sérias inflamações oftálmicas. contendo 4-5 sementes pretas. ORA-PRO-NOBIS-GRANDE NOME CIENTÍFICO: Peireskia grandiflora Haw. dispostas em rácimos terminais. axilares e no ápice da planta.5m. ereto. membranáceas. • Adubação: a planta é muito rústica. É heliófita e xerófita. Caule cilíndrico. SOLO: É pouco exigente. bilocular. O macerado do caule prova nos animais de sangue quente parada da respiração. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O látex é purgativo. castanho-escuro ou pretos. antidiarréicas. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. • Plantio: março a abril. Não tolera solos muito úmidos e ácidos. paina-de-sapo. FITOLOGIA: Arbusto perene. obovóides-achatadas. mané-mole. crescendo espontaneamente em pastos. As raízes são bernicidas (242). pode ser utilizada para o enchimento de almofadas e travesseiros. quando as mudas apresentam 8 a 10 folhas definitivas. articulado e ramoso. SINONÍMIA: Cacto-rosa. podem ser consumidas como salada.4m. OUTRAS PROPRIEDADES • Os caules fibrosos podem ser utilizados como matéria prima para a fabricação do papel. • Propagação: sementes. O fruto é uma baga periforme. • Colheita: inicia a partir do segundo ano de cultivo. • Plantio: primavera. AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo pode ser feito na periferia da propriedade. mataolho. arritmia cardíaca e parada cardíaca. além de já ter sido utilizada em cordoaria. queimaduras.0 a 1. Inflorescência em umbelas bracteadas. • Florescimento: setembro a fevereiro. sêca e pulverizada. é um eficiente raticida (192). pecioladas. colocado sobre uma isca (banana). dispensando adubações. luzidias. tônico cardiovascular em doses mínimas. • É melífera e ornamental. São atribuídas às raízes propriedades sudoríficas. O fruto é uma cápsula fusiforme. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cactaceae. As flores apresentam pétalas vermelhas e petalóides amarelo-alaranjados. anti-hemorroidárias. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita. escandente de ramos longos. As raízes são indicadas para combater o panarício (93). O látex cauteriza verrugas (271). groselheira-das-antilhas. • Propagação: estacas de ramos e sementes. de caule arbóreo. é suficiente para causar a morte em animais (242). quase glabras. adaptando-se mesmo nos argilosos.

0m. de pratos à parmiggiana. antisséptica. grosso.35%) (277). Os ramos são radicantes.76%). base cuneada. carnosas e verde-escuras. timol (0. Fruto tetraquênio.5m. expectorante. SOLO: Prefere solos leves. As flores. patchuli. aveludadas. numerosas. digestiva. SOLO: Prefere solos férteis. Colheita: ocorre no verão. As folhas são ovadas. vivaz. cariofileno (15. são emolientes (128).52 a 29. CLIMA: Espécie de clima subtropical. com flores cor creme-amareladas. reunidas em espigas e estas em corimbos dispostos em panículas amplas. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene que cresce de 0. angu e omeletes. vulnerária (93). SINONÍMIA: Patcholi. adoçar com mel (digestivo e menstruações difíceis). quadrangular. com 5 dentes subiguais e corola bilabiada. estacas e divisão de touceiras. • A planta pode ser utilizada como cerca viva. Coar e enxaguar os cabelos previamente limpos para eliminar a caspa (294). • Plantio: primavera. O fruto é do tipo baga.3 litros/ha). sopas. INDICAÇÕES: Abranda inflamações. aromáticas. É utilizada externamente como anti-reumática (283). HABITAT: Espécie alóctone. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas e frutos são suculentos e ricos em proteínas. As touceiras podem ser plantadas diretamente a campo. HABITAT: Espécie alóctone. patchouly Pellet.35cm (40. As flores apresentam-se em glomérulos com espigas compostas. podendo ser utilizadas como salada. • Propagação: estacas de ramos novos. onde cresce espontaneamente em colinas expostas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. Chuvas em excesso são prejudiciais.107 glabras. FITOQUÍMICA: Sabineno (3. inteiras. originária da Ásia e Europa Ocidental. Fazer inalação dos vapores (resfriados).2 x 1. antiespasmódica. planas. CLIMA: Prefere clima quente e úmido. em canteiros. ORIZA NOME CIENTÍFICO: Pogostemon cablin [Blanco] Benth. É planta heliófita. originária da Índia. Não se adapta a solos muito úmidos e ácidos. fortemente aromáticas e medindo 5 a 10cm de comprimento por 3 a 7cm de largura. O caule ereto. em compressas. mais ou menos racemosas. As folhas são lisas. liso e ovóideoblongo. p-cimeno (0. FORMAS DE USO • Infusão: 1 colher das chá de folha em 1 xícara das de chá de água quente.3 a 1. aperiente. pré-plantio e prometrina (50% . violetacastanho. parasiticida e tônica (294). Rendimento: 0. sob irrigação por nebulização. SOLO: Prefere solos aluviais. OUTRAS PROPRIEDADES: Tempero de pizza.17 a 9. bem drenados e de natureza calcária. . PARTES UTILIZADAS: Folhas. cobertas com um tomento amarelado fosco e glândulas de óleo em ambas as faces. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. com as margens grosseiramente duplo-dentadas. Fruto seco. Em regiões subtropicais o crescimento é lento e não ocorre o florescimento. • Florescimento: março a abril. pentâmeras. quase que inexpugnável. pequeno e amarelo. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. com brácteas grandes.2 litros/ha) e pendimetalin (33%3 litros /ha). É heliófita. ou P. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae.816 plantas/ha). areno-siltosos e ricos em matéria orgânica.24%). afetando o desenvolvimento e a produção de óleos. SINONÍMIA: Oregão. rasteira ou decumbente. hermafroditas. • Colheita: inicia 8 a 10 meses após o plantio. quando ocorre o florescimento. tratar menstruações difíceis e combater resfriados (294). pecioladas. em pós-plantio (448). carminativa. são • • • • Plantio: outono e primavera. dispostas em pequenas panículas terminais. AGROLOGIA • Espaçamento :1. INDICAÇÕES Indicada para eliminar a caspa. adaptando-se ao subtropical.0 x 1.55%). Abafar por 10 minutos. refogados. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita sob telado de sombrite a 70% de sombra. sutilmente pontuado-pilosas. carvacrol (368) e terpineol (93). saladas (de tomate) e carnes. • Inalação: Ferver em ½ litro de água 2 colheres das de sopa de orégano. Coar e tomar 2 cálices ao dia (estimulante do apetite).70 x 0. Herbicida: trifluralina (48% . Inflorescências curtas. durante 10 minutos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É excitante. é aconselhável instalar o plantio ao longo de cercas. Flores dispostas em verticilos paucifloros. Coar. inteiras. seco. opostas.25 a 28. ponta subaguda. lenhoso na base. ovadas.27 a17. • Decocção: ferver 30g de orégano em 1 litro de água.13 a 9. ORÉGANO NOME CIENTÍFICO: Origanum vulgare L. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas emolientes e os frutos são expectorantes e anti-sifilíticos (93). ramificado no dossel superior. alivia queimaduras de pele e recupera a pele (128).0m. sob irrigação por nebulização. • Espaçamento : 2. • Propagação: sementes. AGROLOGIA • Ambiente: devido a vegetação muito luxuriante e cerrada e aos numerosos espinhos. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e aclimatadas sob telado de sombrite a 70% de sombra.07%). • Vinho: macerar durante 8 dias 50g de orégano em 1 litro de vinho branco seco.64kg/planta (277) ou de 8 a 17t/ha (357). • Adubação: 2kg/planta de composto orgânico ou 1kg/planta de cama de aviário. Cálice campanulado. curto-pecioladas. CLIMA: É de clima temperado. As flores abrem-se pela manhã e fecham-se a tarde. FITOLOGIA: Planta herbácea. Apresentam um aroma muito forte. patchouli. ricos em matéria orgânica e bem drenados. cis-β-ocimeno (0.

jamborandina.23%) (281). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Odontálgica. α-guaieno. • Florescimento: março a junho. emoliente (9) e antiasmática (271). • Plantio: primavera e outono. desobstruente. aplicando-se 10g de fosfato de amônio por planta. brevemente acuminado no ápice. outubro e dezembro. vermífuga. necessitando de uma consorciação com espécies mais altas e de maior cobertura vegetal. cólicas.5m de altura. sendo que o limite austral de ocorrência é a Serra do Tabuleiro (177) FITOLOGIA: Planta arbustiva.5 a 1. As folhas são colhidas antes do florescimento. fastio. dispostas em umbelas sobre um pedúnculo axilar glabro. com pontuações translúcidas glandulosas. antiescorbútica. vulnerária (93). Também ocorre em áreas ruderais. • Adubação: 0. amassadas. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente nas beiradas da Mata Atlântica. • As folhas pulverizadas. infarto das vísceras abdominais. antiinflamatória externa e interna (119). lençol-de-santa-bárbara. é imperioso que se faça um bom controle dos inços desde o plantio. α-bulneseno. βpatchouleno. SOLO: Cresce melhor em solos humosos. eructações. estomáquica (257). antihemorroidária. jaborandimanso.5 a 2. piperatina e piperina (9) e o carotenóide prolicopeno (0. É tolerante à acidez do solo. na forma de pó. PARTES UTILIZADAS: Raiz. capoeiras e capoeirões. • Consórcio: a planta é muito vulnerável ao plantio a céu aberto. até o pleno estabelecimento das mudas a campo. • Irrigação: deve ser diária. Fruto tipo baga. trígona. dores musculares. exalam aroma de hortelã. medindo 10 a 25cm de diâmetro. úmidos e frescos. sob temperaturas baixas. • Vinho: macerar durante 15 dias 2 colheres das de sopa de raiz em 1 garrafa de vinho branco. sudorífica (68). em número de 2 a 6. náuseas. esteróides e mucilagens (128). Readubar anualmente. PROPRIEDADES demulcente (445). Adubação: 1kg de húmus de minhoca ou composto orgânico e 100g de fosfato natural por planta. A insolação excessiva resulta em amarelecimento e paralisação do crescimento das mudas.5 a 9g/xícara (445). PARIPAROBA NOME CIENTÍFICO: Potomorphe umbellata (L. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita. Prefere o clima tropical ou subtropical quente e úmido. eretas. capeua. As flores dispõem-se em espigas axilares. mas não • • • PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. α-terpineno.5 x 1. • Suco: uso tópico sobre queimaduras (68). úlceras (215). atonia estomacal. anti-hipertensiva (215). FAMÍLIA BOTÂNICA: Piperaceae. pariparoba. catajé. É nitrófila. cosméticos e sabonetes. febrífuga. a cada três meses. de pecíolo glabro. malvaísco. embaladas em saches. É considerada planta rara em Santa Catarina. azias. Nutrição: é comum ocorrer sintomas de deficiências nutricionais. colagoga. atividade mutagênica e antimalárica (120). emoliente. cadineno. vaginado-alado. FITOQUÍMICA: A planta contém 45% de óleo volátil rico em cânfora (93) eugenol. FORMAS DE USO: 6 a 12g/xícara. • Colheita: inicia a partir do segundo ano após o plantio. sob tela de sombrite 70%. febre. caá-peuá. perene. podendo resultar em necrose progressiva da mesma. anti-reumática.usar: ⇒ casca do tronco para afecções respiratórias. urinárias e das vias respiratórias. tônica. na primavera e verão. hepáticas. rebentos de raiz e estacas de ramos e caule. béquica. benzaldeído. que apresenta uma ampla adaptação térmica. As estacas são enraizadas em substrato arenoso ou à base de vermiculita. ETNOTERAPÊUTICAS: Antibacteriana e INDICAÇÕES: A planta é utilizada no tratamento de dor-decabeça. • Linimento: triturar as sementes com óleo de linhaça. O limbo é profundamente cordado na base. infusão ou decôcto (444). distúrbios gástricos. protegem as roupas do ataque de insetos. puberulento e bainha desenvolvida. É heliófita ou esciófita e seletiva higrófita. malvaísco. detersiva. . O excesso de exposição solar degrada os cromopigmentos da folha. caapeba-do-norte. FORMAS DE USO • Infusão ou suco: 1 colher das de sopa das folhas em ½ litro de água (insuficiência hepática). carminativa. 3 a 4cm de comprimento. Não prospera bem em solos arenosos ou muito argilosos. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. CLIMA: Espécie pan-tropical. • Decocção . gastralgias. INDICAÇÕES: Utilizada em queimaduras. capeva. SINONÍMIA: Aguaxima.0m. bronquite. malvarisco. de 1. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. tosse e dispepsia (444).0kg/planta de composto orgânico bem curtido. Flores sésseis. FITOQUÍMICA: Óleo essencial. resolutiva. Tomar 1 cálice antes das principais refeições como estimulante da digestão (128). sob telado de sombrite 70% e irrigação.) Miq. FARMACOLOGIA: Possui atividade analgésica. halitoses. OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo essencial da planta. Plantas daninhas: por ter um crescimento lento. afecções do aparelho digestivo (257). diarréia (445). amentilhos e sementes. anidrido cinâmico. ápice agudo. Folhas longo-pecioladas. chavicina. sobretudo de fósforo e magnésio. malária (130). machucaduras (120). nervuras aveludadas na face dorsal. obtido por destilação. diurética. influenza. casca. ⇒ raízes para febres. vômitos. capeba. coriza. debilidade orgânica e afecções urinárias. membranoso. é utilizado na fabricação de perfumes.108 • • • Propagação: estacas de ramos. 4. As folhas. mantidas sempre umedecidas. Colheita: inicia 12 a 14 meses após o plantio. Fazer aplicações tópicas sobre furúnculos e abcessos. abcessos e furúnculos (68). resfriado. exceto as raízes. do tipo serrapilheira. debilidade orgânica em geral. malvarisco. folhas. caapeba-verdadeira. • Propagação: sementes. reguladora da menstruação. com 6 a 7cm de comprimento. pariparobina. compostos fenólicos. caapeba. andróginas e minúsculas. quando ele ocorre. esverdeada quando nova e preta ao final. 11 a 13peltinérvia. Plantio: outubro a novembro. turbinada. insuficiências hepáticas (128). jaguarandi. álcool patchouli (445).

medindo 40 a 50cm de altura. carrapicho-beiço-de-boi. nos casos de poliúria ou urina solta. divididas acima do meio. lenho e raízes. ora uniformemente retos. dores estomacais e dos membros. Folhas alternas. glabros ou pubescente. diurética. antidiarréica. Inflorescência terminal em rácimos com cerca de 12cm de comprimento com várias flores lilases. Fazer a decocção de 1 colher das de sopa do pó em 1 xícara de água. diurética (257). adapta-se à regiões mais quentes. feridas e úlceras (271). por 56 dias (276). Solos ácidos e úmidos são desfavoráveis à planta. • Propagação: sementes. Fruto tipo vagem. glabras. pecioladas. casco-de-vaca.5 x 3. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta atividade hipoglicêmica com a dose de 3g/dia de folhas. flores. contendo substrato organo-mineral. ou acuminadas na base.30 x 0. arredondadas ou subcordiformes. perene. adicionar 500g de calcário dolomítico por cova. A planta é caducifolia no inverno. mucilagem. ora ligeiramente curvos para dentro. medindo 8 a 9cm de comprimento. PARTES UTILIZADAS: Cascas. purgativa. sobretudo da Diabetes melittus (385). goma. além de impedir o aparecimento de açúcar na urina.5m. adicionados a 100g/cova de superfosfato natural. férteis e drenados. composto ou húmus de minhoca. contribuindo com a disseminação das sementes. ácidos orgânicos. hepática. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antiblenorrágica. pata-de-boi. heterosídeos cianogênicos e saponínicos. Se o solo for ácido. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. com exceção aos salinos. PEGA-PEGA NOME CIENTÍFICO: Desmodium canum (Gml. Os fruto maturam em maio a junho. As sementes são postas a germinar em saquinhos plásticos com capacidade de 300 a 400ml. Fruto tipo legume. Tomar ½ a 1 xícara de chá ao dia (257). pubescentes e mais claros na face dorsal. Flores axilares ou terminais. • Plantio: março a abril. com a forma típica de 9 nervos. lenha e obras leves (241). pastos. . ⇒ 2 xícaras das de cafezinho da folha picada em ½ litro de água ou 1 folha picada por xícaras de chá. uretrite (68). Folíolos ovais. miriró. alamedas. FITOLOGIA: Planta arbustiva. marmelada-de-cavalo. pouco divergentes. INDICAÇÕES: A planta tem a propriedade peculiar de reduzir a excreção de urina. CLIMA: Embora seja de clima temperado. • Florescimento: janeiro a março. • Propagação: sementes. SOLO: Exige solos profundos. ou grossos. HABITAT: Espécie autóctone que ocorre espontaneamente na floresta pluvial Atlântica e subespontaneamente em pastagens. bronquite. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hipoglicemiante (antidiabética). ascendente ou prostrada. • Padrão comercial: folhas isentas de matéria orgânica. Cresce subespontaneamente no sul do Brasil. pendulares. linear. A germinação ocorre entre 15 e 25 dias e o poder germinativo é inferior a 30% (241). que atinge até 8m de altura. SOLO: Adapta-se aos mais distintos tipos de solos. tônica renal (68). mororó. mirorá. em pomares e hortos abandonados. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. segmentada. estomáquica. Ferver por 3 minutos. Acúleos quase sempre gêmeos. medindo 15 a 25cm de comprimento por 2cm de largura. a partir de novembro. flores (purgativo). • Decocção: ferver 1 a 2 colheres das de chá de folhas em 1 xícara das de chá de água. • Pó: feito com casca e folhas secas. • Adubação: 5kg/cova de estrume de gado. obtusas ou um pouco agudas. decídua. unha-de-boi. cistite. Tomar 4 a 6 xícaras de chá ao dia (diabetes). • Produção de sementes: 1kg de sementes contém 15. tônica (68). PATA-DE-VACA NOME CIENTÍFICO: Bauhinia forficata Link.) Schinz et Thell. compostas de dois folíolos unidos pela base. mas tolera um certo sombreamento. rutina e quercitina). FAMÍLIA BOTÂNICA: Cesalpinaceae. rebrotando a partir de outubro. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor com substrato organo-mineral.100 unidades (241). FAMÍLIA BOTÂNICA: Caesalpiniaceae. É heliófita. finos. à beira de estradas e em terrenos baldios. membranáceas. setembro. SINONÍMIA: Amores-do-campo. grande ou arbórea. trifolioadas. • Do lenho obtém-se carvão de boa qualidade (93). compostas. Tomar 3 xícaras ao dia (145). É tolerante à seca. em viveiro. Folhas alternas. depurativa (145). avenidas e jardins. • Plantio: março a abril. pata-de-burro. capoeiras. Cresce espontaneamente em áreas ruderais. FITOQUÍMICA: Flavonóides (campferol. folhas. ovais ou lanceoladas. vales aluviais. brancas. inflamação do pênis. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 1 folha em 1 xícara das de chá de água. disfunções gástricas e hepáticas. o que favorece a fixação em animais e pessoas. campos. cujos tomentos apresentam a extremidade em forma de gancho. • Colheita: feita dois anos após o plantio. tanino (flobatênicos e pirogálicos) e minerais (145). moléstias da pele (179). Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (68). CLIMA: Adapta-se desde às regiões tropicais até as subtropicais frias. laxante. OUTRAS PROPRIEDADES • Planta ornamental de ruas. INDICAÇÕES: Afecções renais. SINONÍMIA: Bauínia. com acúleos gêmeos na axila foliar. de caule pubescente. glicosídeos (257). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. unha-devaca. • A madeira é utilizada para caixotaria. Tem ramos frágeis. É indicada para afecções renais e urinárias.30m. unha-de-anta. à beira das estradas. febrífuga e béquica (271). regularizando a glicemia sangüínea. tomentosa. • As folhas são comestíveis. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. prisão de ventre (215) e elefantíase (68).109 OUTRAS PROPRIEDADES • Os índios utilizam os frutos (bagas) como alimento. AGROLOGIA • Espaçamento: 3.

carrapichinho-do-mato.5 a 1. com cerca de 1. língua-de-vaca. caaponga. • Florescimento: ano todo. quebra-panela. globosos ou oblongos. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta muito rústica. nateira. • As folhas desidratadas atuam como excelente isolante térmico.B. em altitudes acima de 600m. sálvia. inteiras. • É considerada uma espécie ornamental de grande vivacidade. axilares e sésseis. SINONÍMIA: Acônito-do-mato. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Béquica e emoliente. pode ocorrer danos às folhas por geada. HABITAT: Espécie alóctone. Embora cosmopolita.K. inclusos entre a tépala e a sépala. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio.5m. orelha-delebre. sálvia-peluda. • Colheita: inicia aos 3 meses após o plantio. ao longo de matas ciliares e em áreas ruderais. As flores estão agrupadas em espigas capituliformes. ereta ou subprostrada que atinge 1. brilhante. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. rasteira.110 policromismo acentuado na faixa do vermelho. entoucerada. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. Os frutos são utrículos indeiscentes com 1mm de comprimento. pode ser utilizada em áreas acidentadas. ervanço. . lembram cheiro de peixe frito. com pedúnculo medindo 1 a 10cm de comprimento. adaptando-se bem ao subtropical. perpétua. É planta nitrófila. • Propagação: sementes e segmentos nodais de ramos. podendo causar um declínio no tamanho de folhas e facilitar à ocorrência de doenças. As sementes apresentam um baixo índice de germinação. aerados. lambarizinho. crescendo em áreas de restinga. Tem demonstrado uma alta capacidade de adaptação em temperaturas subtropicais. ricos em matéria orgânica e úmidos.6 a 2.60m de altura. de base lenhosa. É heliófita e seletiva xerófita (401). areia e/ou casca de arroz. pouco ácidos e arenosos.0mm de comprimento por 1. O limite austral da planta é a Zona da Mata Branca. CLIMA: Apresenta uma ampla faixa de adaptação climática.5 x 1. É encontrada associada a Schinus terebinthifolius. com caules radicantes. SINONÍMIA: Lambari. com cerca de 1. tomentosa. sempre-viva. oblongas. as superiores subsésseis ou sésseis. Inflorescência em glomérulos de flores densamente agrupadas. com tamanhos distintos e curtamente pecioladas.0mm de largura. Os segmentos nodais são enraizados em substratos à base de vermiculita. a planta tende a perfilhar em demasia. ocorre numa frequência baixa nas regiões onde medra. que são enraizados em substrato organo-mineral. • Plantio: outubro a novembro. SOLO: Prefere solos bem drenados. Semente oblonga a ovalada. quadrangular a cilíndrico. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são utilizadas na alimentação. perene. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. na Bacia do rio Paraná (401). • Poda: a planta apresenta um crescimento muito luxuriante na primavera e verão. • Espaçamento : 1. pouco pubescentes e apresentam um NOME CIENTÍFICO: Alternanthera pungens H. O caule é anguloso e estriado. peixe-frito. cabeça-branca. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. dunas estabilizadas. peixinhofrito. espessas. As folhas basais são curto pecioladas. perpétua-do-brasil. acuminadas. sendo pouco recomendadas. SINONÍMIA: Anador. • Raleio: no auge do crescimento. PROPRIEDADES béquicas (93).5 x 0. variando desde as regiões tropicais às subtropicais. É cultivada em jardins. de rápido crescimento e com grande capacidade de cobertura de solo.6cm de comprimento por 1. embora também possam ser verdes.0cm de diâmetro. Uso semelhante à Sálvia officinalis. As flores são creme ou levemente rosadas. Em regiões subtropicais. O limite austral da planta é a Ilha de Santa Catarina (401). declivosas ou sujeitas à erosão. A planta pode ter seu crescimento controlado através de podas de formação e condução. com nós entumescidos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. perpétua-do-mato. carrapichinho. • Propagação: brotações de rizoma. CLIMA: Espécie de clima tropical. As folhas são elípticas. dominando sobre outras próximas. É resistente às baixas temperaturas de inverno. HABITAT: Espécie autóctone que ocorre principalmente ao longo do litoral brasileiro. aproveitando-os para a produção de novas mudas. • Plantio: outono e primavera. brasiliana. • Doenças: altamente suceptível a nematóides. Lythraea brasiliensis e Guapira opposita. suborbiculares ou largamente ovadas. mucronados.) Kuntze var. quando novas tornando-se branca quando matura. PERIQUITINHO PENICILINA NOME CIENTÍFICO: Alternanthera brasiliana (L. inclusive plantas daninhas. CLIMA: A planta desenvolve-se melhor em regiões temperadas e subtropicais. peixe-de-pobre. • Adubação: 0. SOLO: Desenvolve-se em solos enxutos. ricos em matéria orgânica. ostensivamente pilosas. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta jovem pode ser utilizada pelo gado. As folhas são opostas. Sudoeste da Ásia e Cáucaso. SOLO: Prefere solos úmidos. ETNOTERAPÊUTICAS: As flores são PEIXINHO NOME CIENTÍFICO: Stachys lanata L. • Quando fritas. ralear os perfilhos. abrigados do radiação solar direta. em decocção (444). alongadas.0kg de composto orgânico ou húmus de minhoca por planta. à milanesa. periquitinho-de-espinho HABITAT: Espécie autóctone da América tropical e subespontânea em vários continentes. Para evitar o declínio progressivo da touceira. que cresce de 20 a 40cm em altura. pouco ácidos e aerados.3m. com ápices obtusos. verde-prateadas ou cinza-esverdeada. originária da Turquia. FITOLOGIA: Planta herbácea. FORMAS DE USO: 9 a 15g/dia. orelha-de-cordeiro. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. Não tolera geadas. castanho-avermelhada e levemente ondulada (209). Os frutos são utrículos uniseminados.

aromática e eupéptica (1). pecioladas. • Florescimento: verão e outono.111 AGROLOGIA • Ambiente: pode ser cultivada em vasos ou em canteiros à guisa de horta. HABITAT: Espécie alóctone originária da Índia que cresce em solos arenosos e/ou pobres. béquica (215). • Produção de sementes: cada planta produz 3. úmidos e revolvidos. perfeitas. imortal. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. amarantóide-violeta. suspiro-roxo. Contém ainda 4. oftálmica. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A planta inteira é indicada para transtornos gástricos. perpétua-roxa. acetato de bornilo. FITOLOGIA: Planta herbácea. otites (130). FITOQUÍMICA: A planta contém 7 pigmentos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. lisa e brilhante. febrífuga. o ápice é coroado por 2 a 4 saliências que permitem a aderência do fruto às roupas e pêlos. INDICAÇÕES: Utilizada para afecções do sistema respiratório (257). • Propagação: sementes. que ocorre espontaneamente a beira de estradas. • Florescimento: primavera. tranquilizante. cuambri. amarelas. picão-preto. Após o plantio. suspiro. betanidina e isobetanidina. Capítulos de flores tubulares e radiadas. ⇒ 10g por litro de água. muito duráveis. que são fotoblásticas positivas. αterpinol. macela-do-campo. diurética. leucoantocianinas e alcalóides. amarga. picacho-negro. mirceno. todas prontamente viáveis após a maturação. 5-dentadas. Folhas opostas. que cresce de 30 a 50cm em altura. São semeadas diretamente a campo. as superiores nem sempre divididas. cuambú. 1. furacapa. carrapicho-de-duas-pontas. • Plantas daninhas: evitar áreas muito inçadas. Fruto ovóide. CLIMA: A planta desenvolve-se bem em climas quentes e frios. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 20g de flores por litro de água (257). erva-pilão. FORMAS DE USO: Folhas e flores. SINONÍMIA: Carrapicho. piolho-de-padre. inodoras. e estados nervosos do coração (215). áreas ruderais e em áreas agrícolas como planta infestante de lavouras. A parte aérea é diurética e emoliente. própria para colorizar alguns alimentos (93). alcanfor. com 2 a 7cm de comprimento. fura-capa. picacho. • É altamente ornamental em jardins. carrapicho-agulha. carrapicho-picão. em bosques e sub-bosques. tuyona. HABITAT: Espécie autóctone da América tropical.4 x 0. O suco fresco das folhas é tônico. férteis. coambi. comprimido. de ramos dicotômicos. hepáticas e indicadas para distúrbios renais. glabra ou algo pubescente. distúrbios gastrointestinais e hepáticos.000 sementes. emenagoga. paconca. elíptico-lanceoladas e pilosas. ereta. agudos ou acuminados. com ramificação dística.8-cineol. diarréia infantil e problemas de dentição em crianças (179). • Decocção. erva-de-picão.000 a 6. pretos. picão. goambú. Aclimatar as estacas radicantes sob tela de sombrite 50 a 70%. O óleo essencial contém canfeno. os interiores mais compridos que o invólucro. borneol. para que as folhas fiquem livres de solo aderente.3m. desiguais. Isto permite 3 a 4 gerações por ano (209). erva-picão. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. dispostas em capítulos esféricos ou alongadas. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. mas ocorre espontaneamente principalmente na primavera e verão. • Propagação: sementes e estacas dos ramos radicantes. OUTRAS PROPRIEDADES • Fornece matéria corante violeta. • Plantio: outono ou primavera. diuréticas. cosmopolita.3 x 0. pequenas e bracteadas. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. com segmentos ovais a lanceolados.5 x 0. colunar-fusiformes. palhadas diversas ou plástico preto sobre o solo. carrapicho-cuambu. inteiras. acetato de elemol. terpinoleno. • Colheita: inicia-se a partir do terceiro mês após o plantio. AGROLOGIA: • Espaçamento : 0. • Plantio: outono. liso. as superiores alternas. picão-do-campo. curcumeno. PARTES UTILIZADAS: Folhas. descongestionantes. sumo e pó. Não devem ser enterradas além de 1cm de profundidade. As flores são longipecioladas. PERPÉTUA NOME CIENTÍFICO: Gomphrena globosa L. pcimeno.3m. • Mulching: utilizar casca de arroz. • Espaçamento: 0. Caule quadrangular. • Propagação: sementes. 7metilenedioxiflavonol 3-0-β-D glucosídeo (130). com corola tubular. Semente cor de café. OUTRAS PROPRIEDADES: É utilizada como ornamental de beirada de canteiros. antiflogísticas. adstringente (130). antiespasmódica. que são derivados glicosídeos da . Aquênios planos. preferindo-se a última. SINONÍMIA: Amaranto-globoso. limoneno. eudesmol e azuleno (179). FITOQUÍMICA: Esteróides. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de cama de aviário. manter o cultivo totalmente livre de inços. ramos articulares e pubescente. • Colheita: inverno. PICÃO-PRETO NOME CIENTÍFICO: Bidens pilosa L. Folhas opostas. α-cimeno. anual. 5-dihidroxi-6. enraizando em saquinhos plásticos contendo substrato organo-mineral. hepáticos e intestinais. α-pineno. devem ser semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral e aclimatadas em viveiros. serrados. pico-pico. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante (93). avermelhadas ou roxas. com 30 a 80cm de altura.3m. SOLO: Prefere os areno-argilosos. saponinas. paratudo. • Adubação: 2 a 3kg/m 2 de húmus de minhoca ou esterco de gado. 3-divididas. linalol. carrapicho-de-agulha. A decocção ou infusão das folhas são eupépticas. verão e outono. tônica. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (32). Invólucro campanulado com flores do disco perfeitas. dos quais logrou-se identificar a gomfrerina I e II. • Colheita: inicia-se a partir do terceiro mês após o plantio. muito ramificada.

As sementes inteiras contém 26% de óleo e as sementes descascadas e frescas 36. base cordada e ápice curtamente acuminado. amarelo-esverdeadas. A fração mineral contém 36. demonstra atividade anti-helmíntica. quercetina.43% de ácido silícico. Rhizoctonia solani. • Compressas: utilizar o suco ou a infusão em feridas. policatilenos (ação cercaricida). são torradas e. úlceras gastroduodenais (179). SINONÍMIA: Maduri-graça. emética. Banhos com o chá da planta controlam irritações da pele (266). pinhão-do-paraguai. icterícia. vulnerária. peão. Sementes escuras. pião. alcalóides. longopecioladas. pinhão-de-purga. diurética. antiinflamatória. sílica. Suco: obtido de folhas frescas. O chá das folhas é utilizado para o tratamento de constipação nasal. febrífuga. assaduras e picadas de insetos (145). α-pineno. antidiarréica (as flores) (285). • • • Decocção: ferver 10 colheres das de chá de folhas em 1 litro de água. especialmente o fenilheptatriino . anti-reumática (215). apud 130).quercetin-3. indigestão (153). antidisentérica. dores osteoarticulares (92). INDICAÇÕES: As folhas trituradas são utilizadas como cataplasmas sobre feridas e tumores. contendo substrato organo-mineral.62% de lipídicas. apud 179). TOXICOLOGIA: É atóxica para seres humanos porém é altamente tóxica para alguns insetos e larvas (Martinez. e serve de antídoto em casos de envenenamento (285). são fototóxicos para as bactérias. desobstruente do fígado. colhida antes do florescimento. poliacetilenos (ação fungicida e bactericida) (31 1994). utilizando-se as flores cozidas com açúcar (Duke.64% de substâncias nitrogenadas. compostos cianogênicos (130). 2. As raízes combatem cefaléias. dois glicosídeos (flavona matoxilado . irritação interna. 17. na . INDICAÇÕES: O óleo é utilizado para o tratamento de dermatites (Oblitas Poblete. A planta apresenta ação hipoglicemiante comprovada por via oral (414). FITOQUÍMICA: As sementes contém 50 a 60% de óleo. o suco mitiga odontalgias. depurativa (345). palminérvias. glicosídeos de aurona (179) ácido salicílico. faringite. OUTRAS PROPRIEDADES • Na África é utilizada pelos nativos negros como salada. mucilagem e bioflavonóides (145). FARMACOLOGIA: Antiulcerosa (16). Flores unissexuadas. 6. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. O extrato aquoso da planta inteira tem ação hipoglicemiante em ratos com hiperglicemia induzida por aloxano (325) e hipotensiva (Nas. úlceras. Pode ser também utilizado em gargarejos (afecções bucais). amigdalite (68) e engorgitamento das glândulas mamárias (93). flavonóides. taninos.04% de mineral. glabras. antidiabética e antiinflamatória (130). agentes da malária (51). • Propagação: sementes. Banho: utilizar a infusão 2 vezes ao dia (vulnerário e antiséptico). hemostática. semente e óleo da semente. mandobiguaçú. limoneno. fungos e fibroblastos humanos em presença de luz solar. expectorante (285). diabete e verminose). odontálgica (a raiz). dispostas em inflorescência pauciflora. 13. tônica do sangue (266). goma. chalconas. taninos. ácido tânico. pinhão-dosbarbados. • É ótima forragem para coelhos. antiescorbútica (209). AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. luzes artificiais ultravioletas e fluorescentes branca (439). lactescente. PINHÃO-BRANCO NOME CIENTÍFICO: Jatropha curcas L. O fruto contém glutina. ácido-pcumárico.99% de não-nitrogenadas. as sementes. leveduras e dermatófitos (48). nodoso. Fruto tipo cápsula. Utiliza-se ainda para resfriados. Tomar 1 xícara das de chá a cada 4 horas.o composto mais fotoativo. Depois de frio. As sementes produzem um óleo emético e drástico (93).86% de óxido de cálcio. Determinou-se na matéria sêca da planta. • Colheita: inicia 2 a 3 anos após o plantio. caducifolia. estimulante. • Plantio: outono e primavera. 8. Apresenta atividade in vitro contra Plasmodium berghei e Plasmodium falciparum. a infusão da planta abranda cólicas. sais de potássio. pequenas. esteárico.3'-dimetoxi-7-0-α-Lramnopiranosil-(1→6)-β-D-glucopiranose e quercetin-3. citado por 179). pinhão. com capacidade mínima de 300ml. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Purgativa. elipsóides e oblongas. antihemorroidária (179). 266). De vários órgão da planta exsuda um látex branco e acre. amarga. ésteres. anticefalálgica (120). As folhas mastigadas controlam aftas. • Nas Filipinas é utilizada no preparo de uma bebida denominada "sinitsit". sem o embrião. sialogoga (68). coriáceo.77% de óxido de potássio. um princípio sacarino. triterpenos. mirístico e araquídico (Costa. candineno. grandes. distúrbios hepáticos.3'dimetoxi-7-0-β-D-glucopiranose) (51). colesterol (345).24%. apud 120). membranosas. fazer abluções ou compressas tópicas. antibiótica (145). o decocto das folhas é útil contra infecções do estômago e rins e para a angina.69% de ácido fosfórico e 1. inflamações da boca e da garganta. antiemética. aminas. antisséptica. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 1 colher das de sopa da erva em ½ litro de água fervente. tranquilizante. cicatrizante. rubefaciente (folhas). cálcio e fósforo (257). ATIVIDADE BIOLÓGICA: A fenilheptatriina existente na planta. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. esteróis. 48. okanina3-glicosídeo. antiartrítica. PARTES UTILIZADAS: Folhas. emenagoga. de 3 a 4m de altura e caule grosso. apud 179). catártica. vermífuga. palmítico. as sementes tostadas são colocadas sobre cortes. mucilaginosa. pinhão-manso.43% de sílica (93). contraceptiva (379). fenilacetileno (1-fenil-1. pleurisia crônica e lombrigas (154). ácido nicotínico. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia (hepatite. α-felandreno. vermífuga. ácido málico e curcina (154).3-diin-5-en-7-ol-acetato). 23. fungos. hemorróidas. drástica. hepatite (9). ácidos oléico. hemorragia pós-parto. amarelo quando maduro.71% de fibrosa e 11. hidropisia. Os poliacetilenos existentes na planta. sapogeninas. timol. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É hipoglicemiante drástica (153. antiprotozoária (295) e microbiana in vitro frente às bactérias Gram-positivas. ⇒ 1 xícara das de cafezinho da planta picada em ½ litro de água. béquica. As folhas são alternas. toxoalbumina (curcina). gastroenterite. viroses. As sementes são postas a germinar em saquinhos de plástico perfurados. oftalgias e otorrinalgias. pulgões e coleópteros (209). • Gargarejo: usar a infusão para amigdalite e faringite. icterícia. antileucorréica (93) e hepatoprotetora. manduri-graça. antipirética. linoléico. fenilheptatriino. • A planta é hospedeira de vários nematóides.112 FITOQUÍMICA: Hidrocarbonetos e fitosteróis. FITOLOGIA: Planta arbórea. contusas. Aplica-se topicamente na forma de compressas em feridas e úlceras (68).

• É utilizada na fixação de dunas e como cercas-vivas (93). Extratos etanólicos a 95% das raízes apresentaram atividade antitumoral em ratos portadores de leucemia P-338. O óleo das sementes induz o aparecimento de tumores de pele. O extrato etanólico da raiz (95%) apresenta atividade citotóxica in vitro (217). vomitiva (o óleo da semente).3. embora adapte-se as subtropicais. • Ungüento preparado com o látex.5m. como ungüento para curar picadas de insetos e. As mudas podem ser preparadas semeando-se em bandejas de isopor ou saquinhos plásticos. É ainda utilizada para transtornos gastrintestinais e hepáticos. com 1cm de diâmetro. A atividade é atribuída a jatrofona (217). Os extratos acuosos e etanólicos da planta inteira apresentam atividade moluscicida frente a Bulinus globulus (3). pinhão-do-paraguai.4-δ-epoxi-jatrofona. peão-curador. carcinoma de Walker. hemorragia anal e interna. saponinas e histamina. 351). 12-desoxi-16-hidroxiphorbol. anti-helmíntica (folhas) (179). O extrato etanólico da raiz. nefríticas e hepáticas e para úlceras gastrintestinais (303).5 x 1. O contato com a planta pode provocar severas reações alérgicas e a seiva pode causar dermatites (124). jatropholonas A e B. diarréias e depressão do sistema respiratório e cardiovascular. erva-purgante. INDICAÇÕES: É útil para o tratamento de feridas. 442). AGROLOGIA • Espaçamento: 1. PIXIRICA NOME CIENTÍFICO: Leandra purpurascens Cogn. apud 179). em baixa altitude. torpor. prisão-deventre e constipação nasal. Os ramos contém lignanos.4-δ apoxijatrophatriona.113 forma de chá ou com leite. Pétalas obovadas de cor púrpura escura. Ahmed e Adam. antidiabética. sarcoma 180 e WM 256 e adcarcinoma pulmonar de Lewis. 425. 2-δhidroxijatrofona. pecioladas. dores abdominais. antagoniza as convulsões induzidas por estrecnina.0mg/ml). . O fruto é uma cápsula ovóide ou subglobosa. FITOLOGIA: Planta anual com cerca de 1. As sementes não devem ser utilizadas (303). TOXICOLOGIA: O embrião da semente pode levar à cegueira. diurética (351). causador da malária (156. Folhas alternas. como purgante (130). 2.0mg/ml (329). PINHÃO-ROXO NOME CIENTÍFICO: Jatropha gossypiifolia L. aplicado topicamente. glabrescentes na face dorsal. hipo-reflexia. antibacteriana (120). palmadas. pião-caboclo. derivativa (93). jatropha-factor G-2. FARMACOLOGIA: Observou-se efeito hipoglicemiante in vivo em ratas tratadas com dexametasona (Llanes et al. vitexina. em instilação nasal. hipotensão. mordida de animais peçonhentos.. Inflorescência em cimeira contraída. A dose letal média. contendo substrato organo-mineral. Casos graves resultam em espasmos musculares. antiarrítmica.4-βepoxijatrophatriona. prasanthalina. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiasmática (as flores). vulnerária. dermatites. úlceras dérmicas e escoriações (130). 329). em matas secundárias. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. estanca hemorragias (112). Cálice 5-lobado. FARMACOLOGIA:Apresenta atividade hemostática (KoneBamba et al. Os ramos e caule apresentam atividade antimicrobiana in vitro contra Escherischia coli (85). jatropina. pião-roxo. • A planta constitui-se em excelente suporte para a baunilha (Vanilla aromatica). raiz-de-teú. mamoninha. 5 pétalas livres. causa irritação na pele (4). As raízes e sementes contém terpenos e lignanos. apud 120) e estimulante da musculatura lisa. por ser estimulante da musculatura uterina (329). γ-butiri-lactona-2-piperonilida. • Propagação: sementes. FORMAS DE USO • Decocção das folhas e sementes. FAMÍLIA BOTÂNICA: Melastomaceae.. O extrato etanólico das folhas apresenta atividade depressora do sistema nervoso central (via intraperitonial) e uma leve ação anticonvulsionante em ratos com convulsões induzidas por metrazol..3-bishidroximetil-6naftaleno. jadaina. vômitos. O extrato acuoso da folha (15µg/ml) mostrou-se ativo contra Plasmodium falciparum. peão-roxo. anticatarral. iso-vitexina e taninos. Apresenta atividade antibiótica contra Microsporum cani e Microsporum gypseum. O fruto contém uma semente escura com pintas negras. Flores femininas dispostas nas partes baixas da inflorescência com estigma bifurcado. O óleo da semente. 217. anti-reumática. peão-pagé. pinhão-bravo. glabras. álcoois alifáticos de cadeia larga e palmitona (81). truncada em ambos os extremos. antiinflamatória. vomitiva. pubescentes. FITOQUÍMICA: Flavonóides. 3. • Decocção das folhas para banhos e aplicação externa.5m de altura. • Óleo: 10 a 12 gotas. laxante. O látex é utilizado sobre feridas (120). CLIMA: Cresce espontaneamente em regiões tropicais.0 a 1. diurética (425). atividade sobre o vírus citomegalo e Sindbis. uma proteína tóxica e ésteres diterpênicos de forbol (49). atividade moluscicida contra Biompholaria glabrata (179). devido às alucinações que produz. ciliadas ou glandulíferas na margem. Colheita: inicia 1 a 2 anos após o plantio. jatrofona. Schvarstman. composta de flores monóicas. 3-sulcadas. com 8 a 12 estames. A planta é ainda utilizada para cólicas estomacais. TOXICOLOGIA: A planta é abortiva (351). 3 a 5 partidas ou lobadas. as masculinas na parte superior. Outras espécies de Jatropha apresentaram atividade antibroncoconstritora. desidratação. OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo das sementes pode ser utilizado na fabricação de sabões duros e como combustível para iluminação. em ratos. parasitoses. anti-hidrópica e antitérmica (120). ramificada. purgante. utilizadas para a sinusite. HABITAT: Espécie de origem americana que cresce em terrenos ermos. Substâncias específicas: apigenina. pinhão-de-purga. DL 50. O extrato das folhas é inativo (2). antiartrítica. • Plantio: outono e primavera. As bebidas alcoólicas constituem-se em antídotos dos efeitos tóxicos (130). • • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. purgante. provoca náuseas. A folha contém histamina. 3. inibição dos tumores em disco da batata (LC50=3. manfuí-guaçú. sendo que as sementes contém curcina. SINONÍMIA: Batata-de-teú. coma e morte (Horiuchi et al. obstruções das vias abdominais e gripes fortes (120). via intraperitonal. taninos. alcalóides. jalopão. capoeirões e capoeiras. saponaretina e vitexina (81. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O diterpeno apresenta atividade antiprotozoaria . separando-se facilmente em carpelos 2-valvos (120. in vitro do extrato etanólico utilizando Artemia salina foi de 1. apud 120). HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente em por toda mata Atlântica sul-brasileira.

especialmente nos três primeiros meses (258). lavar as sementes em uma peneira. pilosa ou glabrescente que cresce de 10 a 50cm em altura. em altas doses.3 x 0. Colhe-se 2 a 3 meses após o plantio. Tal medida evita o crescimento de ervas daninhas e mantém a umidade do solo. . • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. antidiarréica (32). TOXICOLOGIA: Não deve ser utilizada por lactentes e crianças pois pode causar dispnéia e asfixia. CLIMA: É de clima subtropical. Fruto tipo baga. SOLO: Prefere os solos areno-humosos e úmidos. • Plantio: outono e primavera. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. O caule é cilíndrico e muito viloso. Colheita: é dificultada. trichomonicida. permite que a planta desenvolva-se melhor. vivaz. hidropisia (32). estimula as funções gástricas (258). Os frutos. SINONÍMIA: Erva-de-são-lourenço. PARTES UTILIZADAS: Folhas e frutos. anti-hidrópica (257). Popularmente é também utilizada como hipocolesterolêmica. adaptando-se também ao tropical. é contra-indicado para grávidas. As folhas medem cerca de 8 a 10cm de comprimento por 2 a 3cm de largura. com duas nervuras principais originárias de uma mediana. base obtusa ou arredondada. em numerosos verticilos. devem ser deixados fermentar por até 3 dias. curtamente pecioladas. diaforética. casca de arroz. que proporcionem alguma sombra. • • Plantio: primavera e outono. O borneol. sob água corrente. pelo crescimento das folhas que crescem rente ao solo. abrigados sob sombrite a 70% de sombra. Adubação: a planta responde bem à adubação orgânica. INDICAÇÕES: Indicada para debilidade do sistema nervoso. Os rebentos podem ser enraizados em substrato organo-mineral. resfriado. mentona-piperitona. Semear em bandejas de isopor contendo substrato orgânico. fenol. expectorante. que são plantados diretamente em canteiros. óleo essencial de poleganona (94%). Após. Apagar o fogo e abafar por 15 minutos. sublabiado. poejo-real. poejo. multifloros. mas também com ação paralisante sobre o bulbo raquidiano (294). estomáquica. proporciona até 6 cortes ao ano e facilita a colheita. tanino. (68). prostrada. Fazer bochechos (294). no inverno. lisos. O cálice é viloso. com irrigação diária. balsâmica. • Decôcto: ferver 1 a 2 colheres das de chá em 1 xícara das de chá. porém há muito tempo adaptada às condições brasileiras. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são usadas para regular o rítimo cardíaco. A planta exala um aroma peculiar. A inflorescência é racimosa. Tomar 3 xícaras ao dia (68). suculenta. eupéptica. palha. Em solos arenosos a planta tende a amarelar e o crescimento é pouco vigoroso. no inverno. béquica. infecções urinárias e genitais e externamente são utilizadas no tratamento de moléstias de pele (215). perene. carvacrol. aromáticas. com 5 dentes desiguais. poejo-das-hortas. As folhas são longo-pecioladas. hortelã-da-folha-miúda. • Consórcio: O cultivo da pixirica juntamente com espécies de maior porte. carvona. • Propagação: sementes e rebentos da raiz. redondo-ovaladas. os dois inferiores mais estreitos. ereta. emenagoga. mentol. cicatrizante. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa. bastante compactos. As folhas são pequenas. todos axilares. violácea.5cm de diâmetro. etc. quase negra. acetato de metila (257). menta-selvagem. • É utilizada para o preparo de licores (163). A pulegona.4m. perfurando-se apenas os pontos de plantio da muda. (385). presente na planta.3 a 0. FITOQUÍMICA: Pulegona. é tóxica. Solos ácidos são prejudiciais à planta. vermífuga (93). colhidos maduros. com cerca de 60 a 100cm de altura. pubescentes em ambas as faces. piperitenona. acuminadas. SOLO: As mudas desenvolvem-se melhor em solos adubados com matéria orgânica e com um bom teor de umidade. • Colutório: ferver por 2 colheres das de sopa da planta em ½ litro de água. opostas. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ colocar 20g da planta fresca em 1 litro de água ou 4 a 5g por xícara das de chá. fermentações. pubescente. digestiva (294). dores reumáticas.3m.80 x 0. antiespasmódica. lançando raízes a intervalos de 1 a 2cm. acidez do estômago. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. HABITAT: Espécie alóctone. Hidroponia: é bastante indicada para o cultivo hidropônico. obtusas ou subagudas. Carpelos ovóides. O caule é extremamente radicante. ⇒ 15g de folhas e flores em 1 litro de água. tubuloso. analgésica. pois melhora a qualidade do produto colhido. lanceoladas. coqueluche. antisséptica (258). Mulching: para facilitar a colheita de ramos e folhas de melhor qualidade. A solução hidropônica indicada é a mesma utilizada para a alface. POEJO-DA-HORTA NOME CIENTÍFICO: Mentha pulegium L. anestésica. Utilizar 2 a 3kg/m2 de húmus de minhoca ou estrume animal. dipenteno. originária da Europa. denticuladas ou quase inteiras. giardicida. Flores alvopubérulas dispostas em panículas terminais agrupadas nas extremidades dos ramos. o solo pode ser coberto com uma cobertura inerte (filme plástico preto. borneol. se tomado 10 minutos antes das refeições. ou ainda 1 a 2g da planta seca por xícara das de chá. • Pó ou xarope: tomar 3 vezes ao dia (vermes). OUTRAS PROPRIEDADES • A planta afugenta pulgas e mosquitos.114 FITOLOGIA: Planta arbustiva. crescendo subespontaneamente em solos úmidos. cineol (145). As extremidades do ramos é avermelhada ou arroxeada. FITOLOGIA: Planta herbácea. bronquite (68). juntamente com o suco de 1/2 limão. timol e eugenol (120). arroto. opostas. • • • • PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. afetando principalmente o fígado (145). insônia (145). composta de flores lilases. amebicida e tônica (1). Desenvolvimento: no inverno as plantas revestem densamente o solo à guisa de gramados. presente na planta. enjôo. O infuso. flavonóides. • Propagação: ramos radicantes e rizoma da planta matriz. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. enquanto que ao final do inverno as plantas tornam-se mais eretas e ocorre a diferenciação floral a partir da primavera. Coar e adicionar 1 copo de vinagre. perene. Tomar 1 a 2 xícaras por dia. com a goela fechada por pêlos coniventes. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia.). medindo cerca de 0. catarro. bem curtido. É esciófita. embaraço gastrointestinal. antigripal (145).

) R. filtetralina. nirtetralina. flantine. Semeia-se diretamente em canteiros. com estípulas. 359.) Smith e Downs. Cápsulas deprimidas.30 x 0. mais largas na metade ou em baixo. filocrisina. antilítica (68). FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. com 3 anteras. • Triterpenos: lupeol-acetato e lupeol. solitárias. antiblenorrágica. É esciófita. • Alcalóides indolizidínicos: nirunina filantina. latryrroides (H. 118. 399. vivaz. nativa das regiões tropicais do Brasil. colhendo-se a planta inteira. 386. • Propagação: sementes. taninos. filalvina. principalmente em planícies litorâneas. eriodictiol-7-α-Lramnosídeo. As flores são diminutas. Colhe-se preferencialmente as ponteiras da planta. hipoglicemiante (130) anti-hipertensora. anti-hidrópica (215). SINONÍMIA: Anador. afecções do fígado. ssp. SINONÍMIA: Arranca-pedras. ninurinetim. que são enraizados em substrato organo-mineral ou implantados diretamente em canteiros. 198. e as femininas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética (9. 4-metoxi-norsecurina. nitrantina. kaempferol-4-0-α-L-ramnosídeo. 332. ácido repandusínico.115 PRESUNTO-COM-OVOS NOME CIENTÍFICO: Althernanthera ficoidea (L. pecíolo com metade do tamanho do limbo pinatinervado. PROPRIEDADES antiinflamatória. sésseis e glomeradas. 396. vitamina C. hipofilantina. L. . saúde-da-mulher. com diminutas estrias transversais. isolariciresinoltrimetil éter. pecioladas. nirurina. areia. ao longo do ano. Parece desenvolver-se melhor em regiões tropicais. • Lipídeos: ácido ricinoléico. • Flavonóides: astragalina. dispõem-se em espigas axilares. 190. K. As flores. barro. monóicas. medianamente férteis e pouco ácidos. 384). hidroxinirantina. ereta. revirados no ápice. tônica. aspirina. 4-metoxinorsecurinina. antivirótica. filtetrina e hidroxilignanos. com as glândulas co-implantadas na base. mas adapta-se às áreas ensolaradas. nirurim. medindo cerca de 20 a 25cm de altura. Coluna estaminal inteira. • Plantio: primavera. 290. ovaladas. var. • Alcalóides: norsecurina. espinhosas. • Benzenóides: salicilato de metila. saxífraga. saponinas. • Colheita: inicia aos 5 a 6 meses após o plantio. gelato de metila e de etila. elípticas. 318. triacontan-1-ol. estradiol. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. nirurinetina. galato de etila. Tolera solos pobres. 24-isopropil-colesterol. esverdeadas.2m. com porte de 20 a 50cm de altura. estomáquica. 82. 21. hepatite-B (426. de glândulas livres e orbiculadas. verão ou outono. 130. fisetina-41-0-β-D-glucosídeo. desobstruente. linoléico e linolênico. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. filanto. FITOQUÍMICA • Lignanos: lintetralina. • Terpenos: cimeno. 210. periquitinho. nor-ent securinina. • Raleio: o excesso de brotação dos ramos deve ser contido para não resultar em declínio da planta matriz. 79. B. ETNOTERAPÊUTICAS: Antiálgica e CLIMA: Adapta-se a uma ampla faixa de temperatura. cineol. fura-parede. 2-lobos. ácido salicílico. as masculinas gêmeas. niruside. 9. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. Esta espécie caracteriza-se pela folha assimétrica de base achatada. 64. geranina. HABITAT: Espécie autóctone. antisséptica. INDICAÇÕES: É usada no tratamento da diabetes. Fruto suborbicular contendo 1 semente avermelhado-castanha (401). localizadas nas axilas dos folíolos. QUEBRA-PEDRAS NOME CIENTÍFICO: Phyllanthus niruri L. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. antinefrítica (8). hepatoprotetora (417). menos as raízes. hirtetralina. dotriancontanóico. disenteria (311). 410. kinokinina. variegadas em tonalidades de verdes. relaxante muscular (258). • Alcalóides pirrozilidínicos: norsecurinina. saudade-da-mulher. 184. filantidina. 398. fortificante do estômago (242). adstringente. ascendente. aperiente (145). seco-4hidroxilintetralina. linalol. cólicas OUTRAS PROPRIEDADES: A planta pode ser utilizada como ornamental. ervapombo. cimol. quebra-pedra-branco. • Padrão comercial: planta inteira isenta de insetos. filantina. 374. Pode-se obter mudas coletadas em áreas ruderais. quebra-panela. citostática. glochidona. que devem ser colhidas antes de sua completa maturação. filocrisina. • Propagação: segmentos dos ramos radicantes e divisão de ramos da cepa. hiporilantina. jardins e áreas ruderais. • Crescimento espontâneo: verão. de ramos finos. securimina. constituindo-se em invasora de hortas. isoquercitrina. em bordadura de canteiros de jardins. arrebenta-pedra. nirfilina. • Alcanos: triacontan-1-al. 420. filnirurina. 178. Desenvolve-se melhor à sombra. Webster. na primavera.25m. viveiros. limoneno. estilos curtíssimos. costadas. nirurina. anticancerígena (130). filesterina. SOLO: Prefere solos com alguma umidade. pomares. curto-pediceladas nos dois sexos. nitretalina. HABITAT: Espécie autóctone do continente americano. com râmulos peniformes. • Esteróides: β-sitosterol. pedras e pedaços de plantas diferentes. purgativa. nirantina. xantoxilina. sedante. geraniina. entnorsecurinina. 397. antiinfecciosa das vias urinárias (9. Esta operação de raleio proporciona a obtenção de novas mudas para plantio. quercitina. desde as temperadas até as tropicais. O caule é cilíndrico. multi-ramosa. PARTES UTILIZADAS: Folhas. isolintetralina. rutina. • Outros: dibenzilbutirolactona. 421. inteiras. furosina. sudorífica. arredondados. • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. Cálice frutígero com lacínias estreitas e obovais. amoena (Lem. muito pequenas. pequenas. resistente e avermelhado As folhas são simples. As folhas e as sementes são tônicas e febrífugas (93). 130). de coloração amarelo-pálido. glabras. 64). conami.) G. alternas. FITOLOGIA: Planta herbácea. 438). As mudas devem ser enraizadas e aclimatadas antes de serem tranplantadas a campo. • Adubação: 3kg/m2 de estrume de gado ou composto orgânico. opostas. periquito-ameno. com 6 sementes retorcidas longitudinalmente. Br.3 x 0. radicante. crescendo até mesmo em rachaduras de calçadas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. quercitrina. ácido elágico (5. As folhas são simples. litíases renais. membranáceas e glabras. • Pragas: formigas e lagartas. erva-pombinha.

glabras. base e ápice arredondados. férteis. ATIVIDADE BIOLÓGICA: A decocção da planta. mas nunca encharcados e muito ácidos. QUEBRA-PEDRAS NOME CIENTÍFICO: Phyllanthus tenellus Roxb. Sementes cuneiformes. verificando sua ação preventiva na formação de cálculo renal. na dose de 200mg/kg. diurética (94). flavonas. resistente. proeminentemente dispostas em duas fileiras. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. ⇒ Câncer: 40g/litro. ⇒ colocar 2 plantas inteiras em ½ litro de água. O caule é glabro e normalmente púrpura. ⇒ Distúrbios renais: 30g/litro. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. amareladas. globosos. medindo 1. Inflorescência monóica e axilar. • Pragas: formigas. sem pedúnculo. 3-sulcados. infecções pulmonares. suspendendo por duas semanas o uso do decocto após 10 dias de tratamento contínuo (relaxamento dos ureteres). na dose de 1mg/ml revelou efeito nematicida contra Toxocara canis (210). cistite (128). Ocorre em áreas ruderais. coriáceos. FITOQUÍMICA: Terpeno (148). • Propagação: sementes. glabros. feridas. avermelhado na base e verde nas partes jovens. febre palustre. Pode-se obter mudas coletadas em áreas ruderais. CLIMA: Desenvolve-se bem em regiões tropicais e subtropicais. Ferver. antiictérica. São reportadas ainda ação antihiperglicêmica (184).0 a . ácido úrico. FORMAS DE USO • Decocção: ⇒ ferver durante10 minutos 10g da planta picada em 1 litro de água. 1. inibidora ACE. • Florescimento: abril a agosto. O extrato etanólico demonstra atividade antiviral contra o vírus da hepatite B (410). Semeia-se diretamente em canteiros. • Propagação: sementes. As folhas são alternas. com flores apétalas. colhendo-se a planta inteira. 79). da boca e da garganta (64). esverdeado a amarelado. HABITAT: Espécie autóctone que vegeta espontaneamente em áreas ruderais. jardins. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. ⇒ ferver 10 a 20g da planta em 1 litro de água. hortas e em áreas agrícolas. antiespasmódica (79). úlceras. • Pragas: formigas. barro. niruri ou P. ao longo do ano. catarros vesicais. hipertensão arterial (130). gota (145).6 a 0. afecções urinárias. ácido gálico. Tomar várias vezes ao dia.30 x 0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. antialérgica (420). As flores são diminutas. curto-pecioladas. margem lisa. tenellus. afecções da próstata (32). estouram à guisa de pipoca. quando postas ao sol. via intragástrica revelou efeito antihepatotóxica em ratas e anti-hipercolesterolêmica (421). Pode-se obter mudas coletadas em áreas ruderais. TOXICOLOGIA: Abortiva e purgativa em altas doses (257). verde. no mínimo (145). Tomar 3 xícaras ao dia. antiálgica (369). Caule cilíndrico. As folhas caulinares são rudimentares (escamas). ⇒ Diurese: 35g/litro. que cresce de 20 a 30cm em altura. 170). FITOLOGIA: Planta herbácea anual.8cm de largura. estigmasterol. areia. flavonóis e ácidos fenólicos (138). bem como litogênica (56). de coloração cstanho-clara. • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é utilizada externamente como inseticida de pulgas e piolhos (154). ao longo do ano. antidiabética. O pó da planta inteira. • Infusão: ⇒ colocar 1 xícara das de cafezinho da planta fresca picada em 1/2 litro de água. SINONÍMIA: Arrebenta-pedra. Tomar 3 a 5 xícaras ao dia (68). contusões. monóicas e solitárias nas axilas.2m. O chá concentrado das folhas atua como emético (378). Semeia-se diretamente em canteiros. É umbrófita. muito comum na região Sul. Tomar 3 xícaras ao dia (8). amenorréia (184). Frutos esquizocarpos.30 x 0. levemente comprimido e espiculado. esterol.116 renais. inibidora da transcriptase reversa do HIV (332). simétricas.5cm de comprimento por 0. lembrando uma folha pinada. que devem ser colhidas antes de sua completa maturação. globoso. elípticas. As sementes. pedras e pedaços de plantas diferentes. Fruto tipo cápsula. • Crescimento espontâneo: primavera. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória. icterícia (290). preferencialmente no verão. A ação analgésica e relaxante muscular dos alcalóides favorecem a eliminação de urólitos (258). Verificou-se que o extrato aquoso da planta inibe a o vírus tipo-1 da imunodeficiência (HIV-1-RT) in vitro (304). muito curto-pecioladas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. apud 79). FARMACOLOGIA: Antiinflamatória. litotríptica e diurética (93). lisas. antitumoral (130). inapetência (68). analgésica (10. que devem ser colhidas antes de sua completa maturação. colhendo-se a planta inteira. Tomar 3 xícaras ao dia (8). • Padrão comercial: planta inteira isenta de insetos. as vezes perene. de sépalas esbranquiçadas e diminutas. FARMACOLOGIA: Apresenta antiinflamatória (370. durante 3 semanas. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia. diurética (103). atividade analgésica e QUEBRA-PEDRAS NOME CIENTÍFICO: Phyllanthus urinaria L. campesterol (Niero. dispostas alternadamente. A Central de Medicamentos do Brasil (CEME) realizou testes clínicos e préclínicos com a planta. ⇒ Diabetes: 75g/litro. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento da glicosúria (242). HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. da pele. Produz frutos maiores que a espécie P. • Crescimento espontâneo: verão. 369. capoeiras e bosques. aerados. Tomar 1 xícara das de chá 6 vezes ao dia (258). gangrenas.2m. SOLO: Prefere solos revolvidos. com 40 a 60cm de altura. ereta. albuminúria (242). Os ramos que partem do caule apresentam fileiras de folhas. antihepatotóxica e antagonista endotelino (186). As mudas devem ser enraizadas e aclimatadas antes de serem tranplantadas a campo. Tomar 2 xícaras ao dia. erva-pombinha. antimicrobiana contra Pastereulla pestis e Staphyllococus aureus (90). tomar o chá a vontade durante o dia. com tegumento crustáceo. Para a eliminação do cálculo renal. hemorragias. β-sitosterol (370). As mudas devem ser enraizadas e aclimatadas antes de serem tranplantadas a campo.

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• Padrão comercial: planta inteira isenta de insetos, areia, barro, pedras e pedaços de plantas diferentes. • • Florescimento: janeiro a abril. Colheita: 160 a 180 dias após o plantio.

PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. FITOQUÍMICA: Flavonóides, taninos, esterol, cumarina, triterpeno, benzenóide (292; 375; 433), rutina (10), β-amirina (339), ácido elágico (386), quercitina (318), β-sitosterol (371), alcalóides e substâncias amargas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antibacteriana, purificante do fígado e demulcente. Utilizada nas infecções urinárias e da garganta, impetigo, conjuntivite, enterite, diarréia, marasmo infantil, eczema infantil da boxexa, aftas, artralgia, edema nefrítico, mordida de centopéia e cobra, febre, oftalmia e doenças hepato-biliares. A planta apresenta forte ação antiinflamatória e antiálgica (371). FARMACOLOGIA: Apresenta atividade antiinflamatória, analgésica (10; 318) antilipoxigenase (339), inibidora da aldose redutase (386), inibidora ACE e antialérgica (420). ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato hexânico da planta apresentou forte atividade antimicrobiana contra Eischerichia coli, Proteus vulgaris, Salmonella typhymurium, Shigella flexneri, Klebsiella pneumoniae, Vibrio parahacmolyticus, Staphylococcus aureus (100). FORMAS DE USO: 8 a 16g/dia, na forma de decocção ou 20 a 40g/dia utilizando as folhas verdes na forma de suco misturado com um pouco de sal, para gargarejos.

PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes são carminativas, resolutivas e digestivas. Em banho, atua como estimulante (32). A infusão das raízes é diurética (242). A planta é ainda anti-reumática e béquica (257). INDICAÇÕES: Indicada para a bronquite (257), afecções hepáticas, metrite, resfriado e dores do corpo (271).

RAIZ-FORTE
NOME CIENTÍFICO: Armoracia rusticana G.M. Sch. FAMÍLIA BOTÂNICA: Brassicaceae. SINONÍMIA: Creem. FITOLOGIA: Planta herbácea perene, com cerca de 40 a 50cm de altura. Folhas oblongas, creneladas, espessas, brilhantes, verdeescuras, medindo 30 a 35cm de comprimento por 8 a 10cm de largura. As folhas caulinares são lanceoladas, alongadas, denteadas ou recortadas. As flores são brancas, tetrâmeras. SOLO: A planta adapta-se a maioria dos solos, porém nunca em solos arenosos estéreis e argilosos compactados ou com camadas de adensamento. Prefere solos de aluvião, soltos, levemente úmidos, férteis e friáveis. AGROLOGIA • Espaçamento : 30cm. • Propagação: divisão da cepa, rebentos da raiz. Os propágulos de raiz devem ter cerca de 12 a 15cm de comprimento e a espessura de um lápis. O topo do propágulo é cortado horizontalmente, enquanto a base, em bisel. São plantados à profundidade de 10 a 12cm. Embora possam ser plantados diretamente em canteiros, é recomendável produzir as mudas em viveiros telados, enraizando os propágulos em substrato organo-mineral. Evita-se, desta forma, a ocorrência precoce de lagartas que comem os brotos novos. • Época de plantio: outono-inverno. • Adubação: embora a planta seja grande extratora de nutrientes do solo, não há necessidade de adubações pesadas ou freqüentes. Por ser perene, deve-se fazer uma adubação no verão, compensando as estiagens com irrigação. Incorporar ao solo 3kg de cama de aviário ou 5kg de composto ou húmus de minhoca ou estrume de curral, associado à 100g/m 2 de superfosfato natural. • Produção: 1.500 a 3.000kg/ha (263). PARTES UTILIZADAS: Raízes e folhas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antisséptica, laxativa, vermífuga, diurética por excelência (128) e antiescorbútica (93). OUTRAS PROPRIEDADES • Condimento, sobretudo de frutos do mar e carnes frias. • O sabor torna-se menos picante quando agregada ao creme de leite. • Os japoneses utilizam na forma de pó no sashimi.

QUITOCO
NOME CIENTÍFICO: Pterocaulon virgatum DC. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. SINONÍMIA: Alecrim-das-paredes, barbaço, barbasco, branqueja, calção-de-velho, calças-de-velho, tingui, verbasco-do-brasil. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente o sul do Brasil, em locais úmidos, terrenos baldios e até à beira das estradas. FITOLOGIA: Planta herbácea ou sublenhosa, perene, ereta, que cresce até 2,5m de altura. Caule anguloso, cilíndrico, com densa pubescência lanuginosa, lenhoso na base e fibroso nas partes superiores, dotado de alas membranáceas verdes. As folhas são alternas, membranáceas, pilosas em ambas as faces, sésseis, lanceoladas, oblongas, estreitas, denteadas e decurrentes, medindo 8 a 12cm de comprimento por 2 a 3cm de largura. As flores são esbranquiçadas, quando novas, castanho, quando maturas, dispostas em capítulos subglobosos, denso-corimbosos, paniculados, sésseis, providos de brácteas involucrais estreito-lanceoladas e brancopubescentes. O fruto é um aquênio miúdo, subgloboso, de cerdas moles, contendo várias sementes. CLIMA: A planta é de clima subtropical. Prefere temperaturas amenas. É heliófita. SOLO: Desenvolve-se em quase todos os tipos de solos, de preferência os úmidos, arenosos e ácidos. AGROLOGIA: Ambiente: por ser uma espécie muito rústica, pode ser implantada nos solos mais pobres e acidentados da propriedade. • Espaçamento : 0,8 x 0,4m. • Propagação: sementes. Semear em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. • Plantio: setembro e março a abril.

ROSA-DE-PORCELANA
NOME CIENTÍFICO: Nicolaia elatior. FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberiaceae. SINONÍMIA: Bastão-do-imperador, flor-da-rendenção. HABITAT: Originária das Ilhas Célebe, Sunda e Java.

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FITOLOGIA: Planta herbácea, de caule foliáceo, rizomatosa, que cresce de 2 a 4m de altura. Folhas longo-pecioladas, lanceoladooblongas, glabras, acuminadas, agudas na base ou inequiláteroarredondado, medindo 60 a 80cm de comprimento por 15 a18cm de largura. Escapo floral com 70 a 80cm de comprimento, culminado por um capítulo adensado piramidal de cerca de 10cm de comprimento. Escamas verdes, obtusas, ovadas, frouxas. Brácteas externas vermelhas, carnosas, cerosas, ovadas, agudas. Brácteas internas estreitas, lanceolado-oblongas. Fruto cápsula cônicoirregular de 2cm de diâmetro. Semente preta revestida por arilo hialino. CLIMA: Tropical úmido. É heliófita. SOLO: Fértil, textura média, bem drenado, rico em matéria orgânica AGROLOGIA • Espaçamento : 2,5 x 2,5m. • Propagação: sementes e rebentos do rizoma. As sementes são semeadas em substrato organo-mineral, enquanto que os rebentos podem ser plantados diretamente a campo. • Plantio: primavera e verão. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário associada a 100g de fosfato natural. • Florescimento: outubro a maio. • Colheita: inicia a partir do segundo ano após o cultivo. PARTES UTILIZADAS: Rizomas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Indicada para o reumatismo e dores musculares. OUTRAS PROPRIEDADES: As flores são consideradas uma das mais belas do mundo. • • • • • Espaçamento : 0,8 x 0,3m. Propagação: sementes, que podem ser semeadas diretamente a campo. A germinação espontânea das sementes ocorre de março a junho. Florescimento: inicia a partir de julho. Colheita: inverno. Produção de sementes: início de agosto.

PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. FITOQUÍMICA: Flavonóides (0,58 a 1,11%), taninos (0,78 a 1,24%), leonurina e óleo essencial (257). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Febrífuga, estomáquica, anti-reumática, antidiarréica, febrífuga, eupéptica, béquica, aperiente, antiemética (68) antiasmática (209), antiemética (242), diurética, anti-hemorroidária, antiinflamatória interna e externa, anti-hipertensora (215) e vermífuga (271). INDICAÇÕES: Usada no tratamento da gastroenterite, afecções do estômago e intestino, resfriado, gripe, inapetência, cólicas intestinais (68), dores varicosas, cardiopatias, úlceras (271) embaraço gástrico, irritação do estômago e intestino, gripe intestinal, febre palustre (93), erisipela e doenças de pele (215). As flores, que tem aroma de óleo de bacalhau, são usadas para o tratamento de bronquite e coqueluche (258). FARMACOLOGIA: Não se constatou a atividade antibacteriana, antiúlcera e antiedemática do extrato etanólico liofilizado (338). FORMAS DE USO E FORMAS DE USO • Alcoolatura: misturar 2 xícaras das de café de álcool e uma xícara das de café de água com 1 punhado da erva fresca picada. Deixar em maceração por 7 dias, agitando com frequência. Coar e armazenar em vidro escuro. Tomar uma colher das de café do preparado diluído em água. Pode ser também aplicada em articulações inflamadas. • Infusão: colocar 20g de folhas ou flores secas em 1/2 litro de água. Tomar 3 vezes ao dia. • Uso externo: friccionar as folhas frescas sobre as partes afetadas (anti-reumático). • Xarope: colocar um punhado de folhas e flores picadas em uma xícara das de cafezinho de água fervente e abafar. Coar, adicionar 2 xícaras das de cafezinho de açúcar e homogeneizar. Adultos - 1 colher das de sopa 3 vezes ao dia; crianças - 1 colher das de chá 3 vezes ao dia (257). OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é insetífuga.

RUBIM
NOME CIENTÍFICO: Leonurus sibiricus L. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. SINONÍMIA: Amor-deixado, ana-da-costa, macaé, cardíaca, cháde-frade, coração-de-frade, cordão-de-frade-menor, cordão-de-sãofrancisco, erva-das-lavadeiras, erva-de-macaé, erva-do-santo-filho, erva-dos-santos-filhos, erva-dos-zangões, erva-macaé, estrela, joãomagro, lavandeira, lavanderia, lavantina, levantina, mamangava, mané-magro, mané-turé, marroio, pasto-de-abelha, pau-pra-tudo, quinino-dos-pobres, santos-filhos, sertão, totanga. HABITAT: Espécie alóctone, originária da Sibéria. A planta está amplamente disseminada no sul do Brasil, ocorrendo subespontaneamente como invasora de lavouras, pomares, roças e capoeiras, principalmente em solos argilosos. FITOLOGIA: Planta herbácea anual, com cerca de 1,0 a 1,20m de altura, caule e ramos quadrangulares e pubescentes como as folhas e inflorescências. Folhas opostas, simples, linear-lanceoladas, até leve ou profundamente trilobadas, base longo-cuneiformes, decurrente pelo pecíolo, lobos mais ou menos longo-acuminados, os laterais apenas reduzidos e dentiformes. As flores são pequenas, axilares, sésseis e fasciculadas, róseas, com lobos do cálice espiniforme. CLIMA: É de clima temperado, porém adapta-se bem às regiões subtropicais. Tolera o sombreamento. SOLO: Prefere solos úmidos e argilosos, com boa fertilidade. AGROLOGIA

SABUGUEIRO
NOME CIENTÍFICO: Sambucus nigra L. FAMÍLIA BOTÂNICA: Caprifoliaceae. SINONÍMIA: Sabugo-negro, sabugueirinho, sabugueiro-da europa, sabugueiro-negro. HABITAT: Espécie autóctone, de origem eurásica. Cresce subespontaneamente em áreas ruderais. FITOLOGIA: Arbusto ou arvoreta perene que cresce de 3 a 4m, de caule esverdeado no primeiro ano e posteriormente fibroso e endurecido. É ramificada, verrucoso-pardacenta, dotada de medula branca e com lenticelas na casca. As folhas são opostas, imparipenadas, compostas de 5 a 7 folíolos ovado-acuminados e denteados, glabras. Inflorescência cimeira-corimbiforme de flores esbranquiçadas, hermafroditas, actinomorfas, terminais e perfumadas. Fruto tipo baga, globulosa, preta, luzidia, contendo 3 sementes pequenas. O suco do fruto é vermelho-sangue.

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SOLO: Prefere solos ricos em matéria orgânica e bem drenados. AGROLOGIA • Espaçamento : 2,0 x 2,0m. • Propagação: rebentos das raízes da planta matriz e estacas. Em ambos os casos, enraizar em substrato organo-mineral e aclimatar em viveiro com sombrite 50 a 70%, com irrigação diária. As mudas são muito suculentas, murchando facilmente se forem deixadas ao sol. • Plantio: outono, verão e primavera. • Adubação: 3 a 4kg/cova de plantio de cama de aviário, misturada com 100g de fosfato natural. Repetir anualmente. • Florescimento: o ano todo. As flores abortam antes da formação de frutos, no Litoral de Santa Catarina. • Colheita: inicia-se 8 meses após o plantio, podendo, a partir daí, ser feita durante todos os meses do ano. • Padrões comerciais: folhas e flores comercializadas separadamente e isentas de impurezas. PARTES UTILIZADAS: Flores, folhas, cascas e raízes. FITOQUÍMICA: Colina, rutina, quercitina, sambunigrina, taninos, mucilagem e vitamina C (9). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É sudorífica, béquica, depurativa, expectorante, diurética, emoliente, laxativa, antiespasmódica (283), antigripal, anti-hidrópica (271), febrífuga, anti-reumática e cicatrizante (128). As flores são eméticas e catárticas, porém quando secas perdem a propriedade laxante. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento do resfriado e angina (271). A casca, a raiz e as folhas são indicadas para o tratamento de retenção de urina, inflamações superficiais da pele. As folhas são úteis contra a hemorróida. As flores são indicadas para enfermidades eruptivas (sarampo, catapora, escarlatina, rubéola). O fruto purifica o sangue e limpa os rins (32). Indicada ainda para abcessos, arteriosclerose, cistite, bronquite, epistaxe, gota, frieira, obstipação, oftalmias, terçolho e tabagismo. As folhas são indicadas no tratamento de furúnculo, erisipela, queimadura (93). FORMAS DE USO • Uso interno: 8g de flores em 1 litro de água; 10 a 15g de folhas, cascas ou raízes em 1 litro de água. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia. • Uso externo: 30g de flores em 1 litro de água; 50g de folhas, cascas ou raízes (32). OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas apresentam ação inseticida (93). • Os galhos fornecem matéria corante, amarela, escura ou verdemaçã (380). • As flores são utilizadas em camadas alternadas para a conservação da maçã e para conferir aroma de moscatel em vinho branco. • A medula do caule é empregada em microscopia para o preparo de cortes de precisão em experimentos de física eletrostática. • Os frutos são comestíveis, podendo ser utilizados no preparo de bebidas vinosas, doces e sopas. • Das sementes se extrai um óleo de uso industrial (283). • A planta é ornamental. HABITAT: Espécie autóctone, originária do sul do Brasil. Ocorre espontaneamente em orlas ou clareiras de matas, em capoeiras ou vegetação secundária. FITOLOGIA: Planta arbustiva ou arvoreta, perene, ramificada, com cerca de 4 a 6m de altura, em média, mas que pode atingir até 10m de altura e diâmetro na base do caule de 10 a 25cm (331). Folhas compostas, alternas, pinatífidas, glabras, apresentando 7 a 13 folíolos ovado-acuminados e denteados. As flores são alvas, aromáticas, dispostas em umbelas paniculadas. O gineceu é composto por 5 lóculos. O fruto é uma baga de coloração roxa, quando matura. CLIMA: É de clima subtropical à temperado ameno. É heliófita e higrófita. SOLO: Prefere solos profundos, bem drenados, férteis e ricos em matéria orgânica. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. • Propagação: sementes e estacas de ramos. Semear em saquinhos plásticos perfurados, com capacidade de 300 a 400ml, contendo substrato organo-mineral. As estacas podem ser enraizadas em areia ou vermiculita, mantidas sempre úmidas. • Plantio: outono, primavera e verão. As mudas são transplantadas do viveiro para o campo após 60 dias de aclimatação. • Florescimento: novembro a dezembro. • Colheita: cerca de 6 meses a partir do plantio, por ocasião da floração. As cascas são colhidas após a florada. PARTES UTILIZADAS: Folhas, flores, frutos e raízes. FITOQUÍMICA: Colina, rutina, quercitina, sambunigrina, taninos, mucilagem, vitamina C, lupeol, cicloartenol, estigmasterol, isoquercitinas e sambicianina (257). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são febrífugas, sudoríficas, anti-reumáticas, antiasmáticas, béquicas, antiobésicas, depurativas (344), maturativa, purgativas, drásticas, eméticas e emenagogas. As flores são sudoríficas, excitantes, diaforéticas, anti-reumáticas (93), febrífugas e anti-hipertensiva. Os frutos são peitorais. A casca da raiz é drástica. A planta apresenta ainda propriedades cicatrizantes, emolientes, diuréticas, béquicas e antiespasmódicas (257). INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de hidropisia, sarampo, ascites (casca), resfriados (257), catarros, males do estômago, coração, pulmão, rins e fígado, dores de dente e de ouvido (344) OUTRAS PROPRIEDADES • Melífera e ornamental. • As folhas são insetífugas (93).

SAIÃO
NOME CIENTÍFICO: Kalanchoe gastonis-bonieri Ha. et Pe. FAMÍLIA BOTÂNICA: Crassulaceae. SINONÍMIA: Jarancim, fortunão, folha-de-costa, erva-da-costa, planta-da-vida, folha-grossa, orelha-de-monge. HABITAT: Espécie alóctone, originária de Madagascar. Prefere as regiões litorâneas, locais úmidos, sombreados, crescendo melhor sobre detritos orgânicos em decomposição. FITOLOGIA: Planta suculenta perene que cresce 40 a 60cm em altura. As folhas são grandes, lanceoladas, opostas, frágeis, com

SABUGUEIRO
NOME CIENTÍFICO: Sambucus australis Chamisso e Schechltendal. FAMÍLIA BOTÂNICA: Caprifoliaceae SINONÍMIA: Acapora, sabugueiro-do-rio-grande, sabugo-negro, sabugueirinho.

eczema. tornando-se clorótica e com crescimento retardado. Cresce espontaneamente em áreas umbrosas. Recentemente tem sido descrita a existência de derivados do ácido glutâmico. grande-salva.8 x 0. Os segmentos de crenas podem ser enraizados diretamente em canteiros ou em saquinhos plásticos perfurados. Inflorescências terminais ramificadas. desde as margens do Mediterrâneo até 800m de altitude (182). Temperaturas altas com umidade do ar elevada. ereto. salva-das-farmácias. SALSAPARRILHA NOME CIENTÍFICO: Smilax spp. acuminadas. sarsaparrilha. FITOLOGIA: Subarbusto lenhoso na base. salsa-cerca-onça. de caule cilíndrico e com poucos espinhos A planta atinge cerca de 1. nefrite. Poderão ser utilizados tutores vivos. sais minerais. japecanga. verde-azuladas amarelo-esbranquiçadas. SOLO: A planta prefere solos úmidos.5m de altura. salva-mansa. com um diâmetro de 3 a 5mm. diurética (283).5m. amido. polimórficas. SÁLVIA NOME CIENTÍFICO: Salvia officinalis L.. colina e acetilcolina (379). Smilax japecanga Griseb. Semear em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organomineral. PARTES UTILIZADAS: Folhas. flatulência. antileprosa. em solos calcários. • Plantio: primavera. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. • Plantio: primavera e verão. colina.. PARTES UTILIZADAS: Raízes compridas e flexíveis que crescem do rizoma. quadrangular. localizados nas articulações. porém não suporta baixas temperaturas. mergulhia. As raízes atingem cerca de 2m de comprimento. salsa-do-campo. muito duras. Em geral. salsa-de-espinho. bem ensolarados e declivosos. SOLO: Prefere solos bem drenados e aerados. ornado de espinhos recurvados e geminados. As flores são dióicas. engorgitamento linfático e inchações erisipelosas das pernas. Espécies de sombra definham quando crescem sob luz solar direta. tanino. dispostas em umbelas. frieiras e queimaduras. Não há formação de sementes. Ocasionalmente são encontrados flavonóides (130). ácido úrico. cistite (68).3 a 0. soltos. frescos. nhupicanga. resolutiva. em solos úmidos ou próximo de cursos de água. localizadas nas axilas das folhas ou brácteas. salsa-americana. alternas. tais como árvores de raízes axiais e tronco fino e não muito liso. As raízes são colhidas sem que ocorra danos ao rizoma. Fruto tipo baga contendo três sementes. • Adubação: 1. FORMAS DE USO: 15 a 20g/dia. mucilaginoso e acre. tropical. estimulante digestivo e do metabolismo em geral e desintoxicante (1). anti-reumática (32). Tanto o rebento como as estacas obtidas de mergulhia ou da cepa. encontrada com certa frequência no Litoral Catarinense. ramificado. refrigerante e tônica pulmonar. perene. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante. • Propagação: sementes. adicionado de 100g de fosfato natural. furúnculos. Não vegeta bem em solos muito úmidos e ácidos. formando tubérculos. sábia. emoliente. flexíveis. faz-se necessário um tutoramento vertical ou horizontal. 444). cordiformes na base. glabras. raiz-da-china. salva-da-catalunha. salsa-japecanga. O suco da planta é eficaz para calos. HABITAT: Espécie alóctone que cresce espontaneamente no sul da Europa. As folhas mais velhas são recurvadas. • Tutoramento: para melhor condução da planta. salva-dos-jardins. nativa da Mata Atlântica. OUTRAS PROPRIEDADES: As raízes desidratadas apresentam um aroma agradável pouco pronunciado e sabor amargo e amargo. gota. CLIMA: A planta é heliófita. antiartrítica (68). febrífuga. sarza. • Colheita: inicia a partir de 4 a 5 meses de cultivo.0kg/planta de composto orgânico. CLIMA: A planta é tipicamente tropical. salvamenor. As folhas são coriáceas. perilina e esmilasaponina. chá-da-grécia. devem ser aclimatados em viveiros com sombrite 70 % de sombra e enraizados em substrato organo-mineral. de 0. saponosídeos. INDICAÇÕES: Utilizada para doenças de pele (257). estaquia ou rebento. AGROLOGIA • Espaçamento: 2 x 2m. desde que haja boa cobertura de copa de árvores.120 cerca de 30 a 40cm de comprimento por 10cm de largura. • Rendimento: até 8kg de raízes por planta (182). ervasanta. japecanga-verdadeira. crenadas e espiraladas. Dos lóbulos marginais do limbo formamse brotações de novas plantas. SINONÍMIA: Chá-da-europa. de cor marfim. Smilax spinosa. Os ramos se renovam todo . que atingem alguns metros. úlceras (215). esteróides. esbranquiçado. salva. O rizoma ramifica-se copiosamente e forma hastes subterrâneas prolongadas. chá-da-frança. perdurando até agosto. depurativa do sangue. bi-seriadas. No Brasil é cultivada em hortas e jardins. • Colheita: ocorre após 2 a 3 anos de cultivo. além disso féculas e uma essência (154). exantemas. O sabor das raízes é amargo. HABITAT: Espécie autóctone. Também encontrada em matas secundárias. estigmasterol (182). salva-dasboticas. A planta pode ser umbrófita a heliófita. japicanga. formando uma moita lenhosa na base. antisifilítica (215). SINONÍMIA: Esporão-de-galo. sudorífica. • Propagação: brotações das crenas das folhas da planta matriz. jupicanga. As raízes são brancas internamente e avermelhadas externamente. resina acre. salva-ordinária. FITOLOGIA: Planta trepadeira ou prostrada. (Smilax campestris Griseb. Caule cilíndrico glabro. multianual. francos e ricos em matéria orgânica. impotência e abcessos (1. zarza. essência. TOXICOLOGIA: É irritante para as mucosas (283). AGROLOGIA • Espaçamento : 0. com flores amarelas e tubo róseo-avermelhado. com nervuras longitudinais ligadas entre si por uma rede secundária de nervuras reticuladas. Apresenta caule ramoso e tomentosopubescente. dependendo da espécie. inhapecanga. cicatrizante. em decocção (444). salveta. etc. diarréia. linfadenopatia. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Vulnerária. tolera bem períodos de estiagem.6m de altura. enfermidades venéreas (32). Semente um pouco achatada. inhapicanga. favorecem ao crescimento da planta.) FAMÍLIA BOTÂNICA: Smilacaceae. INDICAÇÕES: As folhas secas e tostadas são úteis para cefaléias. FITOQUÍMICA: Glicídeos. aromático. as salsaparrilhas contém três saponinas: salsaponina. • Florescimento: a partir de maio. Recorta-se as folhas entre as crenas. sitosterol.

que germinam em cerca de 15 dias. Possui odor e sabor quentes. cariofileno. adstringente. depressão.8cineol. febre reumática. recobrir o ramo com esfagno ou musgo encharcado com água. 4 vezes ao dia (mau hálito. um pouco amargos. diabetes. esteróis. Isolar a alporquia com um filme plástico e amarrar as extremidades com barbante. A sálvia pode viver de 8 a 10 anos (182). deixando o lenho exposto numa faixa de 0. • Tintura: amassar um punhado de folhas de sálvia e deixar em maceração em 2 xícaras das de café de álcool de cereais e 1 xícara de água. Tomar 1 xícara das de chá seis vezes ao dia. deve-se suspender a irrigação e eliminar as plantas afetadas. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. em períodos secos. curtamente pediceladas. expectorante. areno-argilosos. crises nervosas e neuróticas. Flores azulvioláceas. edema. bem drenado e rico em matéria orgânica. balsâmica. Sobre o anelamento e uns 4 a 5cm acima dele. hipoglicemiante. amigdalite.200 sementes. resolutiva e colerética (1) . antes do ramo ser colocado em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. taninos (257). saponina. leucorréia. dores reumáticas. tabagismo e picadas de insetos (1). • Dentifrício: friccionar os dentes com as folhas frescas. Solos ácidos favorecem à ocorrência de Fusarium sp. convém injetar água na bolsa de alporquia utilizando uma injeção com agulha. Indicada em loções para feridas e em banhos para escrófulas (32). tomar 1 xícara das de chá antes e após o almoço. atenuadora da transpiração (283). • Muito utilizada como tempero de carnes. peixes. enfisema. Em caso de vômitos. • O óleo essencial pode ser usado como ingrediente de cosméticos. INDICAÇÕES: Usada também para o tratamento de astenia nervosa (283). resfriado. doenças de pele (externamente). sangramento das gengivas e aftas) • Gargarejos e bochechos: utilizar infusão ou tintura. ácido ursólico. • Decocção: 50g de folhas e flores em 1 litro de água. A partir do 2o ano é possível fazer 2 cortes/ano. deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm. durante 5 dias. . Tomar 1 cálice pequeno após cada refeição (283). Tomar 4 a 5 colherinhas ao dia (145). sésseis (as superiores). É heliófita. que contém 1. cicatrizante (folhas e flores). aromatizante bucal (32). asma. Um grama de sementes contém 300 a 1. fungicida. • Substrato: para se evitar prováveis infecções de fungos vasculares e bacterioses. mergulhia. antidiarréica. aromáticas. antioxidante (Beckstrom-Sterberg. • Utilizada ainda como insetífuga doméstica. opostas. • Doenças: a mais comum que ocorre é a fusariose (Fusarium sp). PARTES UTILIZADAS: Ramos e folhas novas e sumidades recém floridas. tônica (145). nervina. Escherischia coli e Serratia marcescens (407). antiespasmódica. vulnerária. astenia. Folhas oblongas. Retira-se o substrato sob água corrente. retirando-se 1/3. anti-reumática. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. algo pubescentes. dispostas em verticilos com 4 a 8 flores munidas de brácteas opostas. convalescença. campanulado.. Cálice pubescente. eupéptica. • Plantio: outono (propagação por sementes) e primavera (propagação vegetativa). entorse. OUTRAS PROPRIEDADES • As cinzas ajudam a clarear os dentes. Colhe-se um pouco antes da antese das flores. estimulante do sistema nervoso (93). pecioladas (as inferiores). A planta é muito sensível a nematóides. bactericida.3m. ATIVIDADE BIOLÓGICA: É ativa contra bactéria Gram-positivas e negativas (287). A alporquia é feita em ramos novos com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. verde-esbranquiçadas. aftas. adicionado de 100 a 200g de fosfato natural. (294). cordiformes. em local escuro.5% de óleo essencial e 8 a 12% de cinzas (96).0. O óleo essencial da planta apresenta atividade contra Bacillus subtilus. α-humuleno. Doses elevadas podem aumentar a pressão arterial (294). aftas. SOLO: O solo indicado é o fértil. cânfora. catarro crônico (435). responsável pela murcha e secamento progressivo da planta. inflamações da garganta (257). Nesta situação. impotência. côncavas e caducas. Tomar 1 colher das de chá 10 a 15 minutos antes das refeições (mau hálito. faringite. alvejante dental. gripe. estomatite. porém as gestantes devem evitá-la. As regiões mais propícias para a produção são encontradas no sul do Brasil. esparsas. frigidez. • Vinho: macerar durante 8 dias 80g de folhas em 1 litro de vinho de Samos. sudorese excessiva dos pés (294). medindo 4 a 5cm de comprimento por 2cm de largura. • Florescimento: verão até o outono. bacteriostática. A planta não se adapta à regiões quentes e muito pluviosas. diurética. CLIMA: Prefere temperaturas amenas. engurgitamento (93). carminativa. • Rendimento: 200g de folhas por touceira (182). mau hálito. picantes. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 10g de folhas e flores em 1 litro de água. borneol. flavonóides. Faz-se um corte anelar em volta do ramo. além de dificultar o enraizamento e desenvolvimento da planta. FITOQUÍMICA: Óleo essencial .7 x 0. ⇒ 2 xícaras das de cafezinho de folhas secas por litro de água.121 ano. O ramo é então cortado abaixo da bolsa de alporquia. divisão de touceiras. antisséptica (257). emenagoga.5cm. bilabiado (3 dentes no lábio superior e 2 dentes no inferior). béquica. • Colheita: é iniciada a partir do quinto mês após o plantio. permeáveis. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia (145). • As flores são melíferas. diaforética.45% (286). • Adubação: 2 a 3kg/planta de húmus de minhoca ou composto orgânico. pães. A parte do ramo que ficará sob o solo. patês de queijo e molhos e para aromatizar vinagres. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante. estomatites) (257). o substrato para a produção de mudas deve ser bem aerado e solarizado. desinfetantes e higienizadores bucais (287). digestiva. O uso de fitohormônios pode acelerar o enraizamento de estacas da planta. • Desenvolvimento: as folhas adquirem coloração verde-intenso nos períodos chuvosos e acizentada. acuminadas. ovais. É sensível a ventos frios. estriado. cefalalgias. traqueobronquite. apud 287). Micrococcus luteus. α-tujona e outros terpenos. removendo-se a casca. • Propagação: sementes. gengivites. A planta contém 1. Readubar cada colheita feita. canforáceos e aromáticos. TOXICOLOGIA: É atóxica nas doses usuais. excitante. vômitos. • Xarope expectorante: 7g de pó da planta em 100g de mel. Se houver um período de estiagem prolongado. alporquia. Filtrar. antiinflamatória. ácido rosmarínico (145). perfilhos e estacas da planta matriz. O enraizamento deve ocorre em 40 dias. cardiotônica. A semeadura é feita em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. levemente alcalinos. levemente crenadas e reticuladas. escrófulas (32). úlcera (145). para não danificar as raízes e procede-se um raleio de folhas do ramos.3 a 2. α e β-pineno (287).

antidiarréica (130). FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae. citronelal (0. ácidos fenólicos (8) e α-cubebeno (120). • Doenças: em épocas muito chuvosas ou com umidade relativa alta. allo-aromadendreno (2.7%). HABITAT: Espécie autóctone de regiões neotropicais. geranial (4. O macerado hidroalcoólico das folhas atua contra Staphylococcus aureus. salva-do-brasil.4%). I-octen-3-ol (0. antiespasmódica em cólicas hepáticas (151). SEGURELHA NOME CIENTÍFICO: Satureja hortensis L. alecrim-selvagem. erva-cidreira-do-campo. FORMAS DE USO: Infusão: 1 colher das de sopa de folhas frescas para cada ½ litro de água. cidreira-melissa. limoneno (0. As folhas são oblongoagudas. Os extratos etanólicos das folhas frescas por via intragástrica em ratos. flatulência. • Plantio: setembro a dezembro. α-terpineol (Hegnauer.1%). cujo teor médio é de 1. butirato de geranilo (0. Prefere regiões subtropicais. só foram verificados em doses muito altas (255). atenuando transtornos digestivos e cólicas. alcanfor. emenagoga (299). falsa-melissa. Candida albicans. O fruto é uma cápsula seca. optandose pela estaquia.122 SÁLVIA-DO-RIO-GRANDE NOME CIENTÍFICO: Lippia alba [Mill. antisséptica e anti-hemorroidária. dores musculares. metiloctil-cetona. bracteadas e reunidas em capítulos. antiabortiva. cólica. • Colheita: 5 a 6 meses após o plantio. Streptococcus pyogenes e Salmonella typhi. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Béquica. cimol. peitoral.92) e β-cariofileno (26. diaforética. mesmo em doses superiores a 67g/kg (179). SINONÍMIA: Alecrim. Streptococcus pneumoniae. salva-brava. cidreira-brava. Brown. na dose de 32g/kg. sedativa (408). chá-deestrada. Ocorre em altitudes de até 1. do útero e dos nervos (32). o teor de essência nas folhas secas é de 0. cidrilha. arenosos. O caule é muito ramificado. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. cidrila. anti-hipertensora. róseo-violáceas. lima ou menta. carminativa. erva-cidreira. ansiolítica (56). citronelol (5. A infusão aquosa das folhas não demonstrou atividade sedante ou hipnótica ou ainda potencializadora do sono em ratos. fortificante cerebral. contendo principalmente geraniol (29. acizentados. formando moitas de 1. Constatou-se atividade citotóxica em cachorros. borneol (2. antiasmática (257).8-cineol. antigripal (120). dihidrocarvona. • Propagação: ocorre tanto via sementes como por estacas dos ramos. apud 179). sedante gastrointestinal. salsa-brava.3%). INDICAÇÕES: Indicada para o resfriado. apresentam atividade analgésica. recuperação pós-parto (179). relaxante do sistema nervoso. citral. As propriedades analgésicas da planta devem-se aos óleos essenciais. ocorre o fungo da ferrugem (Puccinia alba). Apresenta ainda atividade citostática e redutora do tônus intestinal (120). calmante.2%). cujo enraizamento ocorre em duas semanas.6%). β-cariofileno (6%). A produção de sementes é irregular e escassa. • Poda: devido ao crescimento muito vigoroso. lipiona. Os ramos novos são pubescentes e os velhos glabros e radicantes. ereta quando jovem e arqueado-penduladas quando adultas.24%. que cresce em áreas ruderais e sub-bosques do sul do Brasil. mais pelífera e glandulosa na face dorsal. peninervas. cis-α-bisaboleno (2. indutora do sono (9).5 a 2m de altura. cubenol (0. cidreira-crespa. neral (23%). Enraizar as estacas em substrato organo-mineral. desintoxicante. quando encostam no solo. . reúne geraniol (34. As flores são hermafroditas. axiais. FARMACOLOGIA: Hipnótica e ansiolítica (56). afecções hepáticas. bordos serrilhados. que proporcionam também um incremento de salivação e calor. 2.2%). Inflorescências axilares. antidispéptica (179). náusea. catarro. metildecilcetona.E. próxima a rios e lagos.1%). chá-da-febre. acetato de citronelol.2%). relaxante nervosa. com 2 a 7cm de comprimento e com forte aroma de limão. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae.0g/kg. óxido de cariofileno (2. isobutilato de geranilo (0.8%).4%). capitão-do-mato. cidró. A tintura das folhas apresenta atividade antimicrobiana contra Staphylococcus aureus (62). Ex Britt. copaeno (0. flavonóides e alcalóides desconhecidos (175). com ramos engalhados. ricos em matéria orgânica. salva-limão. antidiabética. antidiarréica.1%). utilizando extratos etanólicos a 50% por via intravenosa (58). TOXICOLOGIA: A infusão das folhas e flores não produziu a mortalidade de ratos.20m. chá-dorio-grande-do-sul. A raiz é axial a atinge 30 cm de comprimento. Neurospora crassa (58) e tem um efeito peitoral. SOLO: Vegeta preferencialmente em solos de aluvião. Não se recomenda para os hipotensos (257). morfética. podendo-se proceder até 3 colheitas por ano. A atividade adstringente e anti-séptica justificam seu uso efetivo no tratamento pós-parto (312). Segundo 96.2%). que afeta a qualidade das folhas e a produção. chá-de-pedestre. É frágil. estomáquica. digestiva. indigestão. hipnótica. cidreira-falsa. sudorífica. salva. sabineno. in vitro (61). OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é melífera • Utilizada em culinária.800m (179). antiartrítica. erva-cidreira-falsa.2%. náuseas e vômitos. Tomar 4 a 6 xícaras das de chá ao dia (257).2%). sálvia. expectorante.] N. na dose de 1. cidreira-capim. • Reguladores de crescimento: pode-se aumentar o peso a área foliar com pulverizações com etrel. CLIMA A planta não tolera regiões frias ou muito quentes. camará. pedunculadas. sálvia-da-gripe. eugenol (0. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial das folhas possui atividade contra Trichophyton mentagrophytes. linalol (1. O alto conteúdo de alcanfor no óleo essencial habilita a planta a qualidade de bom expectorante e mitigante de transtornos respiratórios (179). alecrim-do-mato. enfermidades venéreas. chá-de-tabuleiro. laringite. p-cimeno. cidreira. piperitona. As flores aparecem na periferia das inflorescências. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. colite e dores reumáticas (303). afecções da pele e das mucosas. as plantas devem ser conduzidas através de podas de formação e limpeza. erva-cidreirabrasileira. chá-de-frade. com exocarpo. As folhas apresentam atividade contra fungos fitopatogênicos (Dreschlera oryzae. germacreno D (2%). mirceno. taninos iridóides. fluxo vaginal.5 x 1. α e β-pineno.4%).1%).000ppm (408). alecrim-do-campo. 1. são fortemente zigomorfas. antiemética. cidrão. O óleo essencial. estomatite. metilheptenona (5. solitárias ou raras vezes em pares. FITOQUÍMICA: Saponinas (93).62%).5%). opostas. PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas.1%). FITOLOGIA: Planta arbustiva ou subarbustiva perene. e Wils. olentes. Fusarium moniliforme) e insetos de grãos armazenados (174). analgésica.6%). Os efeitos tóxicos causados pela administração do óleo essencial tais como diarréia. cilíndricos e sulcados. trans-ocimeno (0. retilíneo ou curvo. nerol (1.

hematuria. • Plantio: abril. ereta e glabra. algumas rasteiras. elípticos. que crescem até 30cm de altura. Um grama de sementes contém cerca de 1. arenoargilosos. pubescente-pulvurulenta. salame e lingüiça • É componente do licor francês Chartreuse. areno-argilosos. SELAGINELA NOME CIENTÍFICO: Selaginela spp. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. FITOLOGIA: Espécies muito primitivas. com cerca de 6 a 8cm de comprimento. • Adubação: 1kg/planta de húmus de minhoca adicionado de 200g de fosfato natural.20m. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo essencial é amarelo claro. contendo 7 a 9 sementes. onde predomina a sombra e a umidade. pé-de-papagaio. prolapso retal e leucorréia. perenes. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. As flores são pequenas. úmidos. rijas ou tenras.81%). aerados. bilabiada. em verticilos paucifloros axilares. • O aroma da planta lembra o tomilho. SINONÍMIA: Jericó.2 x 0. É heliófita.123 HABITAT: Espécie originária das regiões mediterrânicas e sudeste asiático. • Doença: eventualmente pode ocorrer a infecção de Rhizoctonia sp. asma.90%). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. bem drenados e profundos. • Colheita: os folíolos devem ser colhidos antes do florescimento. coriáceos. CLIMA: Planta de clima tropical úmido. Para a obtenção de plantas uniformes e mais saudáveis. Flores amarelo-claro. As folha contém 1% de óleo essencial (163).83kg/m2 e 0. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita. HABITAT: Espécie autóctone que habita os extratos mais baixos da Mata Atlântica. assemelhando-se. HABITAT: Espécie alóctone originária do Egito.5m • Propagação: sementes e estacas. • Plantio: setembro. Cálice regular ou sublabiado. compostas de dois pares de folíolos ovado-oblíquos. FITOLOGIA: Planta arbustiva. viveiros telados ou casas.2m. Aquênios ovóides e lisos.32%) (430). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Laxante.500 sementes. férteis e sem acidez. picles e em perfumaria. • Propagação: sementes. bronquite. SOLO: A planta desenvolve-se melhor em solos soltos.500 a 2.27%). AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo destas espécies deve ser feito sob sombreamento. lava-pratos. SENE NOME CIENTÍFICO: Cassia angustifolia Vahl. PARTES UTILIZADAS: Folíolos. SINONÍMIA: Fedegoso-do-rio-de-janeiro. α-terpineno (3. SOLO: Prefere solos ricos em matéria orgânica ou com serrapilheira. Plantas infectadas devem ser erradicadas. sendo necessário cerca de 1kg de sementes para o plantio de 1 hectare (182). Apresentam rizoma reptante. dispostas em panículas terminais. ou excesso de luminosidade. ricos em matéria orgânica. em rácimos curtos. hemoptises. contendo substrato organo-mineral. • Rendimento: 0.. Folhas pinadas. mamangá. ramosa desde a base.3% de óleo essencial (430). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: estimulante e antiespasmódica (93). SOLO: Prefere solos leves. • Plantio: outono e primavera. CLIMA: É de clima tropical. interiores de abrigos. emitindo estolhos longos. algumas delas. glabros e vernicosos na face superior e amarelado pubescente na inferior. a musgos ou a samambaias. com o lábio superior plano ou levemente côncavo e o inferior trilobado. Não se adapta à regiões muito úmidas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cesalpinaceae. utilizando-se nebulizadores ou micro-aspersores. bracteoladas. depurativa e vermífuga (271). obtuso-acuminados. Não tolera regiões frias e secas. com 1. . • Espaçamento : 0. que causa deterioração das raízes.2 a 1. em decocção. Digestiva (128). porém é mais amarga e penetrante.4 x 0. tosse. Corola branca ou lilacina com o tubo do tamanho do cálice. ricos. ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente e INDICAÇÕES: Indicada para doenças pulmonares. Poderão ser cultivadas em canteiros ou em vasos de xaxins. aromática. herbáceas. as mudas devem ser produzidas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. lineares ou pinatisectas. amargo e utilizado na indústria de carnes enlatadas. corimbiformes. A umidade deve ser mantida sempre alta. β-cariofileno (2.5m de altura. PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades.15%). • Colheita: 80 a 90 dias após a semeadura. FORMAS DE USO: 9 a 15g/dia. É planta umbrófila. PROPRIEDADES hemostática. • A planta é utilizada como aromática e condimentar. Semear em bandejas de isopor de células grandes. O enraizamento dos rebentos deve ser feito em viveiros cobertos com sombrite 70% e submetidos a irrigação intermitente por nebulização. FITOQUÍMICA: γ-terpineno (40. FAMÍLIA BOTÂNICA: Selaginelaceae. porosos e levemente ácidos. reniformes. porosos. Fruto tipo folículo. outras eretas.7 x 0. • Propagação: esporos e rebentos do rizoma. Readubar anualmente. Folhas verde-escuras. umedecidas. • Florescimento: dezembro e março. hemorragias gastrintestinais. contendo substrato organo-mineral. O cultivo em estufas aquecidas favorece o pegamento e crescimento das plantas. É um dos componentes da água de colônia (163). grossamente pontuado-glandulosas na duas páginas. sobretudo em pratos pesados (patês e queijos). perene. • Colheita: 5 a 6 meses após o plantio. em bosques. com um glândula pequena entre cada par de folíolos. Pode-se obter uma produção de 1.500kg/ha de folhas dessecadas (182). É encontrada crescendo próxima de fontes de águas e áreas úmidas em geral. inteiras. pcimeno (9. carvacrol (33. As folhas são linear-lanceoladas. que cresce cerca de 30cm de altura.

é munido de acúleos recurvados nas axilas e espinhos isolados nos entrenós. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo timol e carvacrol (283). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiespasmódica. serpão. • Propagação: estacas radicantes dos ramos.25 x 0. nem invernos rigorosos. é tóxica. enquanto que o extrato alcoólico das raízes tem efeito oposto (93). de coloração vermelho-castanho. Utilizadas internamente. • Adubação: 3kg/m2 de húmus de minhoca. As folhas são utilizadas externamente como antitumorais e antileucorréicas.500m de altitude. expectorante. colagogas (93). vivaz. Ocorre como planta invasora em hortas. porém é exigente em umidade. de 10 a 30cm de altura. SENSITIVA NOME CIENTÍFICO: Mimosa pudica L. o plástico recebe um corte em forma de cruz. jardins. que podem ser plantadas diretamente em canteiros cobertos com sombrite 70%. em alta dose. eméticas e antidiftéricas.8 x 0. com cerca de 1cm de diâmetro. miúdas e obtusas. resina e saponosídeo (93). AGROLOGIA • Espaçamento : 0. serpol. resolutivas (242). As flores formam capítulos terminais róseos. purgativas. Frutos tipo vagem. Inflorescência axilar e apical. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. epistaxe. bronquite. dormideira. dores reumáticas. que enriquecem o solo com nitrogênio. coqueluche. com as hastes cobertas de espinhos. fadiga. tomilho. carminativa. antes do plantio. angina e para desinchar as pernas (215). palhas não resinosas e casca de arroz. granulações da faringe (242). cor de granada. • Plantio: março a abril. artrite. antiblenorrágicas. antisséptica.5m. reumáticas e articulares. HABITAT: Planta autóctone da América Tropical. prostrada. ascendente nas extremidades superiores. que cresce em bosques. ramosa. Nos pontos onde serão colocadas as mudas. ricos em matéria orgânica. • Produção de sementes: uma planta pode produzir até 700 sementes (242). cicatrizante. é de clima subtropical úmido. para evitar o crescimento de inços. convalescença. campos e áreas ruderais. aglomerados radialmente (craspédio). Não tolera altas temperaturas. purgativas. • Raleio: quando a planta estiver muito densamente formada pelos ramos radicantes. de comportamento esciófita. vergonha. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. juquiri-rasteiro. odontálgicas e desobstruente do fígado (215). serve para o tratamento de inflamações da boca e garganta. O caule. setembro. Apresenta a peculiaridade de fechar os folíolos imediatamente após o toque ou na ausência de luz. dorme-dorme. nãome-toques. distúrbios gástricos. prostradas.124 INDICAÇÕES: Elimina manchas brancas do corpo (271). As folhas são reputadas como tóxicas. A raiz é delgada e lenhosa. amarelo-esverdeadas. causando hematuria em animais que as comem. silico-argilosos. digestiva. • Propagação: sementes. SINONÍMIA: Arranhadeira. inteiras. inebriação. embora com menor eficiência. de glomérulos globosos. estimulante. contendo substrato organo-mineral. prisão de ventre (32). malícia-de-mulher. SOLO: A planta prefere solos úmidos. foscas. Vegeta sobremaneira nas margens de cursos de água e em terrenos alagadiços. planas. contendo sementes lenticulares. feridas supuradas. diarréia. Indicada para afecções hepáticas. malíciadas-mulheres. malícia. TOXICOLOGIA: A casca. sarna (32). malícia-roxa. Em gargarejos. depurativas. moléstias do útero (271). O extrato alcoólico das folhas tem a propriedade de SERPILHO NOME CIENTÍFICO: Thymus serpyllum L. vermífuga. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A casca é vermífuga e as raízes são irritantes. alternas. mais ou menos densos e arredondados. polimorfa. É esciófita. afecções reumáticas articulares. tanino. longo-pecioladas. • Colheita: inicia 3 a 4 meses após o plantio. CLIMA: A planta. INDICAÇÕES: É indicada par o tratamento dos distúrbios do sistema nervoso simpático. Semear em bandejas de isopor. erva-viva. constipação de crianças de colo (283). manter a umidade do solo e evitar sujeiras nas folhas e ramos. compostas de folíolos lineares. perene. Folhas pequenas. HABITAT: Espécie alóctone da Europa. O índice de germinação varia de 60 a 80%. meteorismo. antibiótica (93). FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. medindo 30 a 40cm de altura. Apresenta hastes caulinares finas. CLIMA: Desenvolve-se bem em regiões tropicais e subtropicais. juquer. obstipação e tosse (1). queda de cabelo. caá-eó. As folhas são aromáticas. iuquiri. semelhantes ao feijão. • É cultivada como ornamental em alguns países europeus. parasiticida. lilases e densos. anti-reumáticas. SOLO: É encontrada em diferentes condições de solo. mas que se tornou cosmopolita em todo o mundo. Não tolera solos ácidos. vergonhosa. Tanto as folhas quanto as flores são altamente aromáticas. • As raízes são simbiontes com bactérias nitrificadoras. • A planta pode ser utilizada como adubo verde.25m. pubescente. SINONÍMIA: Erva-ursa. É encontrada até 2. emolientes. são amargo-tônicas. Poderão ser também utilizados. deve ser raleada e os ramos extirpados podem ser utilizados para a produção de novas mudas. ocorrendo a emergência em 2 a 4 semanas (209). OUTRAS PROPRIEDADES • As raízes apresentam cheiro desagradável. com cerca de 5cm de comprimento. vulnerária (283). juquiri. • Plantio: setembro. úlceras cancerosas. asma. astenia. Os frutos apresentam-se aglomerados. diurética. FORMAS DE USO: Infusão e cataplasmas. serpil. aerados e permeáveis. hemostática e tônica (1). morre-joão. em solos áridos. planta-ursa. eriçados de espinhos. • Florescimento: novembro a fevereiro. INDICAÇÕES: Externamente é utilizada em banhos para curar tumores e na forma de cataplasma para escrófulas (93). PARTES UTILIZADAS: Sumidades floridas e folhas. . timosilvestre. • Mulching: o canteiro pode ser revestido com um plástico preto. FITOLOGIA: Planta herbácea sarmentosa. FAMÍLIA BOTÂNICA: Mimosaceae.

• Florescimento: verão. SINONÍMIA: Orquídia-da-praia. antiobésica (271). Em solos argilosos o crescimento é muito lento e a planta tende a amarelecer. grande. pastagens. FAMÍLIA BOTÂNICA: Orchidaceae. erva-desangue. Semear em bandejas de isopor de células grandes com substrato organo-mineral. ou em solos leves. administrado intraperitonial ou oralmente. • Florescimento: verão até o outono. SINONÍMIA: Guanxuma-vermelha. PARTES UTILIZADAS: Colmos. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. SETE-SANGRIAS NOME CIENTÍFICO: Cuphea cartaginensis Jacq. SUMARÉ-DA-PRAIA NOME CIENTÍFICO: Epidendrum mosenii Rchb. O lóbulo médio é curto e largo. a beira de estradas e em áreas agrícolas abandonadas. palpitações cardíacas. afecções da pele (32). de ápice e base agudos. áreas de aluvião. de 50cm de comprimento por 4cm de largura. levemente enriquecidos de matéria orgânica. • Propagação: sementes. FITOQUÍMICA: Glicosídeos. com as margens intensamente encrespadas e finamente creneladas. sumaré-da-pedra. lanceta-milagrosa. longamente acuminadas. sumaré-do-pau. principalmente na área vegetada de dunas baixas. árvores vivas ou mortas na vegetação de restinga e na Mata Atlântica. eczema. Apresenta crescimento ereto e ramificado. antiobésica (215). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Depurativa do sangue. úlceras. CLIMA: Desenvolve-se melhor em regiões tropicais e subtropicais. • Plantio: todo o ano. A face dorsal é mais hirsuta e clara que a superior. Escherschia coli e Candida albicans (362). FAMÍLIA BOTÂNICA: Lythraceae. elíptico-acuminadas. FITOQUÍMICA: Flavonóides e terpenóides (143). FAMÍLIA BOTÂNICA: Orquidaceae. • Tratos culturais: a planta é bastante rústica. • Decocção: 50g em 1 litro de água. diurética. SINONÍMIA: Bisturi-do-mato. especialmente a primavera. espiques de palmeiras. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. É heliófita. hipocolesterolêmica (68). • Substrato: deve ser bem poroso. Os segmentos de rizomas podem ser plantados diretamente a campo ou em vasos. agrupados densamente e em grande número formando grandes touceiras de belo efeito decorativo. FORMAS DE USO: Decocção: ferver 1 a 2 colheres das de chá da planta em 1 xícara das de chá. campos. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta pode ser utilizada em ornamentação de terrários ou envasadas. rabo-de-tatu.3m • Propagação: sementes e divisão de rizoma.0 x 0. brejosos e arenosos. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. bisturi-vegetal. chiagari. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivo (123). com 1. Caule avermelhado revestido de pilosidade glandulosa purpúrea. • Pode ser utilizada como estabilizadora de areias de restinga. FITOLOGIA: Pseudo-bulbos de 50 a 100cm. PARTES UTILIZADAS: Toda planta. FARMACOLOGIA: O extrato metanólico do colmo. Inflorescências axilares em pequenos cachos. hortas. anti-reumática.8m. • Colheita: inicia a partir do segundo ano. Promove a limpeza dos intestinos e rins (215).3m. Ocorre 100 a 110 dias após o plantio. fortemente recurvadas. causou inibição significativa e dose dependente das contorções abdominais induzidas pelo ácido acético em camundongos. sedativa e tônica (128). Pétalas e sépalas levemente onduladas. FORMAS DE USO • Infusão: 10g da planta por litro de água (283). Utilizar uma mistura de pó de xaxim (30%). A planta cresce 30 a 50cm. húmus de minhoca (30%) e vermiculita (40%).3 x 0. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antiinflamatória e cicatrizante. Inflorescência em forma de corimbo. amarelas salpicadas de máculas vermelhas arredondadas. • Colheita: ano todo. A DL50 é de 100m/kg (143). doenças venéreas. cola-de-sapateiro. porosos e bem drenados. diaforética. furúnculos. pecioladas. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. • Plantio: início da primavera. gramados. com flores de coloração avermelhada ou violácea. INDICAÇÕES: Indicada para arteriosclerose. SOLO: Cresce melhor em solos arenosos. SUMARÉ-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Cyrtopodium puntactum Lindl. Labelo amarelo emoldurado de vermelho. A planta é halófita. com escapos florais revestidos de brácteas muito desenvolvidas.125 ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial da planta apresenta forte atividade contra Staphylococcus aureus. quintais. febrífuga e anti-sifilítica. . Macbr. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente na restinga catarinense. Lóbulos laterais bastante grandes e eretos. anti-hipertensiva. capoeiras. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente em áreas ruderais. com duas pétalas dorsais menores que as outras. semeadas em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. Analgésica.2m de altura. HABITAT: Espécie autóctone que vegeta sobre pedras. Do ápice da cada haste partem 6 a 8 folhas alternas. balsamona. Fruto tipo cápsula contendo 6 a 8 sementes. cardiotônica (32). Suas folhas são opostas.3 x 0. lanceoladas. Aplicar na forma de loções sobre feridas supuradas e sarnas (32). FITOQUÍMICA: Glicosídeos. feridas. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia (68). SOLO: Prefere solos úmidos. dispensando maiores cuidados.

paneira-de-brejo. enegrecendo em reação com sais de ferro. castanho.3m.7m de comprimento por 2 a 3cm de largura. palustre e lacustre. Flores dispostas em densos e condensados rácimos espiciformes cilíndricos. Plantio: todo o ano. OUTRAS PROPRIEDADES • A seiva do caule. • Produção de sementes: a colheita de sementes ocorre de outubro a dezembro. SOLO: Vegeta desde em solos arenosos. • A planta é hospedeira alternativa de Meloidogyne incognita (242). Florescimento: primavera. que neutraliza "in vitro" o veneno da jararaca e atua como hepatoprotetora quando ocorre administração tóxica de medicamentos para o fígado (257).ervanço. tabuca. na mesma haste floral. antilítica. doenças infecciosas (257). originária da Ásia. sésseis (as superiores) ou curtopecioladas (as inferiores). Os segmentos de rizomas e perfilhos podem ser plantados diretamente a campo ou em vasos. de rizoma rasteiro. de coloração avermelhado-castanho. FITOQUÍMICA: Wedelolactona (323. TABOA NOME CIENTÍFICO:Typha dominguensis Persoon. erva-lanceta. tabua. • Florescimento: inicia na primavera. paina. paneira-do-brejo. Os conhecimentos populares de outrora indicavam a planta para o combate à lepra. • As fibras secas do bulbo são utilizadas à guisa de agulhas. simples. Esta propriedade da planta é utilizada para o tingimento de cabelos encanecidos. acuminadas. áspero. lisas. • As flores são ornamentais. frutificando num período de cerca de 100 dias após a emergência. Semear diretamente em sulcos transversais de canteiros. antiofídica (427). exposta ao ar. sífilis e elefantíase (93).] Hassk. que cresce espontaneamente em várzeas alagadas. laxativa (242). medindo 10 a 20cm de comprimento e 2cm de diâmetro. partasana. tabu. Folhas invaginantes na base da planta. lembra um grande charuto de coloração castanho-avermelhada. landim. depurativa do sangue. turfosos até argilosos. perene. húmus de minhoca (30%) e vermiculita (40%). usado como fitoterápico. capim-de-esteira. ácido tânico. verde. É característica e exclusiva da Floresta Pluvial da Encosta Atlântica (343). surucuína e óleo essencial (93). de ereta a prostrada. tangaracá. Fruto filamentoso. espadana. FITOLOGIA: Planta herbácea paludosa. furúnculos e epiteliomas. SURUCUÍNA NOME CIENTÍFICO: Eclipta alba [L. radicante nos nós. dispensando maiores cuidados. INDICAÇÕES: Útil no tratamento da bronquite (93). tifa. É tolerante a salinidade (199). é azulada.7 x 0. paina-de-flecha. SOLO: Adapta-se a diferentes tipos de solo.8 a 8.1. com pH variando de 4. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Imunoestimulante inespecífica. represas. Flores em capítulos subglobosos. de caule lenhoso na base e herbáceo nas extremidades. cravo-bravo. Fruto aquênio. rugosotuberculado. erva-de-botão. tabebuia. • Plantio: agosto. OUTRAS PROPRIEDADES • A seiva é usada como cola em geral. • Colheita: dois meses após a emergência. adstringente antiasmática (93). alagados e semihalógenos. . longo-lineares. pau-de-lagoa. glabras. grossas e esponjosas internamente. ervabotão. A inflorescência feminina.5 a 1. quando a planta está adulta. quando contata o solo úmido. esponjosos e macios.5 a 3m de altura. 427). FORMAS DE USO: Decocção: 10 a 20g da planta em 1 xícara das de chá de água. No Brasil ocorre sobretudo nas regiões quentes. fosco. obovóide. medindo cerca de 40 a 50m de altura. mas tolera até solos secos. oco.3 x 0.0 a 8. brancos. lanceta. margens inteiras ou ligeiramente denticulada. HABITAT: Espécie autóctone da América Latina. Tratos culturais: a planta é bastante rústica. oblongo-lanceoladas. CLIMA: É de clima tropical e subtropical quente. Flores em capítulos cônicos isolados ou pareados. base cuneadas e extremidade aguda. SINONÍMIA: Bucha.000 sementes (242). erva-de-esteira. É heliófita e higrófita seletiva. Colheita: inicia a partir do segundo ano. taboinha. assemelha-se a um fino pó dourado. Porém prefere solos com alto teor de matéria orgânica. eczemas e icterícia (242). Uma única planta produz até 17. sucurima. Haste floral ereta. Prefere solos úmidos e pouco ácidos. AGROLOGIA • Espaçamento : 0.0cm de diâmetro. Substrato: deve ser bem poroso. canais de drenagem e áreas uliginosas em geral. Espiga masculina mais fina e disposta separadamente e acima da feminina. coriáceas. FAMÍLIA BOTÂNICA:Thyphaceae. pH 6. catarro. paineira-dobrejo. cilíndrico. brejos. suricuína. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. pimentad'água. Utilizar uma mistura de pó de xaxim (30%).4m. Estimula a síntese de interferon. Folhas opostas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. Uma inflorescência feminina pode reunir até 200. tuberculose e hemoptises. cilíndrica. verde-avermelhado. silvestre. • • • • • PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O suco dos bulbos é cicatrizante (93). medindo 8 a 10cm de comprimento por 2cm de largura. • A tintura é utilizada em tatuagem (93). É antiinflamatória. com 0. tomando ½ xícara das de chá duas vezes ao dia (257). coatiá. antilítica. • Propagação: sementes. CLIMA: Vegeta em regiões tropicais e temperadas. paineira-de-flecha. Não tolera baixas temperaturas. especialmente a primavera. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento de abcessos. glabra.000 flores (209). coacica. com cerca de 1.126 • Propagação: sementes e rebentos novos da cepa. SINONÍMIA: Agrião-do-brejo. tangará. totora. quebra-pedra. O pólen.0 e nível de água de 15 a 40cm. béquica e antitumoral (271). cicatrizante. antiasmática e anti-hemorrágica (9). apicais. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. de formato cilíndrico. Semear em bandejas de isopor de células grandes com substrato organomineral. O xarope é indicado para combater a coqueluche e tosses rebeldes (32). É cosmopolita por excelência. nicotina (9). HABITAT: Espécie alóctone. moléstias pulmonares. pluméria. com 1 a 1. pilogênica. muito ramoso. formado por um invólucro campanulado em torno de duas séries de filárias com pilosidade esbranquiçada.

anti-sifilítica. As brotações da túbera são enraizadas em areia ou vermiculita. 3 a 5 lobadas. azougue-dos-pobres. Ocorre prolificamente também em áreas ruderais sombreadas e úmidas dos trópicos. inclusive cobre. ana-pimenta. emoliente e tônica (68). chegando atingir 2m de comprimento e 20cm de espessura.127 • Propagação: sementes e segmentos de rizomas. hemoptises.000kg/ha de rizomas (209). tayuyá. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. Consórcio: Pistia stratiotes ou Acorus calamus. FORMAS DE USO • Geral: 5 a 10g/dia (445). É antireumática. tansagem. SINONÍMIA: Abobrinha-do-mato. linfagites crônicas. calmante das dores (32). Produção: até 7. ciática (32). FAMÍLIA BOTÂNICA: Plantaginaceae SINONÍMIA: Plantagem. As sementes podem ser postas a germinar em recipientes com água ou em substrato encharcado. furúnculos. INDICAÇÕES: Utilizada nas dermatoses. • Plantio: setembro. HABITAT: Planta alóctone européia. • Decocção: ferver 1 a 2 colheres das de chá do rizoma para 1 xícara de água. purga-de-pai-joão. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral.5m. de outubro a fevereiro. o principal alcalóide. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Muitas bulas relatam mais de 100 propriedades fitoterápicas da planta. é tóxica. de caule sulcado e de raízes perenes e folhas anuais. Cresce subespontaneamente em todo Brasil. pomares. • Alguns criadores de gado cortam as raízes em rodelas. • Os brotos novos são alimento de alguns peixes. A raiz é tuberosa. • Os filamentos (painas) são utilizados para o enchimento de almofadas e travesseiros. para o preparo de bolos doces muito apreciados (93). sobretudo a tilápia. purga-degentio. • Os rizomas cozidos são comestíveis. tranchagem. • Grandes aglomerados de tabôa predispõem à proliferação de mosquitos (209). contusões e luxações. purga-de-caboclo. diurética. de agosto a fevereiro. taiuiá-de-frutaenvenenada. dores estomacais. desintoxicante. membranosas. mantidas umedecidas. sangramento nasal. • Colheita: inicia no segundo ano de cultivo. hematuria. erisipelas. encerrando proteínas (teor semelhante aos grão de milho) e cerca de 45% de amido. úlceras. desobstruente do fígado e do baço. antidisentérica. antianêmica. • O pólen é inflamável e sucedâneo do licopódio em pirotecnia. • Espaçamento: 3 x 2. tanchagem. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de aftas e inflamações dérmicas (uso externo). palmadas. A aplicação do decôcto na forma de compressas e abluções atua como emoliente e tônico (68). TOXICOLOGIA: A cucurbitacina.000m de altitude. cabeça-de-negro. Plantio: primavera. dispepsias. • • • • • PARTES UTILIZADAS: Rizoma e pólen seco. HABITAT: Espécie autóctone das matas ciliares e de restinga que cresce preferencialmente em grotas úmidas. embora difícil de branquear. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta rústica. quando a raiz não está sêca. denteados ou sublobados. afecções das vias urinárias e debilidade geral (68). dilatação do estômago (93) e paralisia (215). transagem. É invasora de áreas cultivadas. É encontrada até 2. jardins. hemorragia uterina funcional (445). ana-pinta. na Austrália. Com um hectare de tabôa pode-se produzir cerca de 605 milhões de BTU por ano. tomba. TAJUJÁ NOME CIENTÍFICO: Cayaponia tayuia M. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é altamente atrativa de vaquinhas (Diabrotica spp). • A planta pode ser matéria prima para a obtenção de gás metano. Florescimento: a partir do segundo ano após o plantio. grandes. secam e misturam-nas à ração de milho para a engorda (93). raiz-de-bugre. FITOLOGIA: Planta trepadeira alta. tansagem-maior. esponjosa e amarelada. mas também podem ser utilizadas as folhas e ramos. dores abdominais durante o puerpério. pregas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. FITOQUÍMICA: Amido e alcalóides (cucurbitacina). • O rizoma é utilizado. previamente processado. capitão-do-mato. As folhas são pecioladas. • Os brotos novos podem ser ingeridos crus ou cozidos. • Propagação: sementes e brotações da túbera. antiinflamatória. emenagoga (215). O fruto é um pepônio. dá origem a um polvilho comestível. melão-de-são-caetano. avermelhado e liso. PARTES UTILIZADAS: Em geral são utilizadas as raízes tuberosas. feridas. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário adicionado de 100g de fosfato natural. tranchás. . 2-3 axilares nas folhas. TANCHAGEM-MAIOR NOME CIENTÍFICO: Plantago major L. quando sêca (93). absorvendo metais pesados.000 partes de água (32). • As fibras da planta dão origem a um papel muito resistente. Os rizomas são plantados diretamente a campo. servindo como isca natural para o controle da praga. caiapó. • Florescimento: dezembro a março. • As folhas são utilizadas para a confecção de esteiras e artesanato trançado. Tomar 4 a 6 xícaras ao dia. permitindo quatro cortes de folhas ao ano. fruta-de-gentio. dismenorréia. implantar o cultivo em áreas acidentadas e declivosas. emética. dartros. O amido. que medra em solos áridos. agudos. antinevrálgica. depurativa. As flores são brancoesverdeadas. mas seu principal efeito é como drástica. normalmente subindo encostas e despenhadeiros. transage. FORMAS DE USO: Decocção: 10 partes de raiz para 1. gramados e pastagens. A planta se estabelece em locais úmidos e seus ramos crescem em direção à luz. atonia gastrointestinal . sendo conhecidos como aspargo dos cossacos. lobos ovais-oblongos. Colheita: inicia a partir do segundo ano de cultivo. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é depuradora de água poluídas (68). ovóide. antidiarréica. eczemas. anti-hidrópica e purgativa. manchas do rosto.

flavonóides baicaleína. verbascosídeo e siringina. os responsáveis pela ação antiinflamatória da planta (249). Extratos aquosos apresentam ação antiinflamatória em cobaias (203). β-sitosterol. O uso tópico da folhas tem atividade sobre intoxicação por plantas venenosas (Duckett. prostatite. FORMAS DE USO • Geral: 15 a 20g/dia (folhas) ou 9 a 15g/dia (sementes) em decocção. provavelmente. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia. . ácidos galacturônicos. • Produção de sementes: 14. ricos em matéria orgânica e com boa umidade. medindo 15 a 35cm de altura. C e K. filoquinona. As flores são muito pequenas (1 a 2mm de comprimento). salicílico. Pecíolo acanalado. tão longo quanto a lâmina. enxofre e citrato de potássio (145). ⇒ 30g de folhas para 1 litro de água. β-lipoproteínas e triglicerídeos sangüíneos (250). cilíndrica. ⇒ 10g de folhas secas em 1 litro de água fervente. apud 179). Foram determinados os seguintes metabólitos: triterpenos β e γ-amirina. donde parte uma cabeleira de raízes fasciculadas. Os cremes feitos da planta são usados em massagens em mulheres frígidas e como afrodisíaca (233). ATIVIDADE BIOLÓGICA: O plantamajosídeo. Emplastros das folhas são úteis para furunculoses e queimaduras. emoliente. que pode atingir até 35cm e possuem numerosos pêlos. além de conterem as mucilagens de ação laxante suave. nepetina. estrogênica. obstipação. além de ser a substância responsável pela fitoproteção da própria planta (179). antipirética. colesterol. • Propagação: sementes. epistaxe. anti-hemorroidária (93). castanho-claro a escuro. apigenina. rhamnose. sustentada por uma haste floral comprida. depurativa. em jejum. planteose. uretrite crônicas (145).25m. acne. monoterpenos asperulosídeo. plantamajosídeo. 3-nervadas. flebite. alcalóides indicaína e plantagoína. estriado. existente na planta. e também as folhas. hepática. raiz (todo ano) e sementes maduras (estação seca). enxaquecas. plantamosídeo. glicose. apud 179). em doses de 500mg/kg. Em 13 pacientes com hiperlipoproteinemia.. sedativa (209). anti-hipercolesterolêmica. ovóide. resolutiva e agente da litíase renal (179). • Florescimento e frutificação: primavera. 2mm de diâmetro. administradas à cobaias com arteriosclerose. vitaminas A. expectorante. Tomar 1 xícara de chá a cada 6 horas para o tratamento de infecções bucofaringeanas e 1xícara a cada 8 horas para problemas gastrintestinais (258). SOLO: Prefere solos arenosos. com nervuras salientes. • Gargarejo: 60g de folhas para 1 litro de água (32). fissura no bico dos seios. Também útil para o tratamento do paludismo. antes do florescimento. glicosídeos de aucubina. Deixar 1 noite em maceração e tomar no dia seguinte. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. A mucilagem das sementes contém galactose. Tem-se registrado ainda as seguintes atividades em diferentes partes da planta: antiviral. angina. anti-hemorrágica. com tegumento crustáceo. loliólido. luteolina. • Colheita: é feita no inverno. gastrintestinais e das vias respiratórias (258). INDICAÇÕES: Usada no tratamento de inflamações bucofaringeanas. hispidulina. Possui folhas basais.5dihidroxicinamato de metila. com bordas lisas. escutelareína. • Pragas: a planta é muito atacada por formigas. marrom-avermelhadas.9% e de triglicerídeos de 52% (Danielsson et al. béquica. com cerca de 2. carnosa.128 FITOLOGIA: Planta herbácea. apud 179). plantajosídeo. espessas. Contém ainda tanino.4%. pectina. conjuntivite aguda. diurética (145). picadas de insetos e câncer.. CLIMA: É de clima temperado. Uma mescla de polifenóis de Plantago major causa inibição do efeito carcinogênico de nitrosodimetilamina (203). diminuindo a dor e o sangramento (Moesgaard et al. ovado-elípticas. traqueobronquite. • Cataplasma: colocar as folhas frescas amassadas sobre feridas (cicatrizante). Fruto tipo pixídeo. na planta seca (96). ácido sinárgico. • Plantio: inverno ou primavera. Inflorescência em espiga. disúria. brancas e uniformes. digestiva. radiais à cepa. catalpol. sais minerais. vulnerária. hematuria. varizes. melitosídeo e geniposídeo. arabinose. como laxante suave (258). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. apud 179). bordos anguloso. FARMACOLOGIA: As sementes são classificadas como laxantes que promovem volume no intestino. ácidos benzóico. afecções hepáticas (150).40 x 0. antidiarréica (folha). ou levemente onduladas. anual ou polianual. metilcatalpol. psoríase.000 sementes por planta. feridas e cortes (209) disenteria. antiinflamatória (258). cerca de 1mm de comprimento.. plantabiose. resfriado. ferúlico e cafêico. glabras. Os ácidos hidroxicinâmicos são. oftálmica. Ocorre 3 a 4 meses após o plantio. parotidite. xilose. tratados com Plantago durante 2 a 29 meses. demonstra atividade antibacteriana sobre sete bactérias fitopatogênicas. ácido hidroxicinâmico e polifenóis. elípticas. oleanólico e cítrico. antipirética. A germinação espontânea ocorre na primavera. mas também prosperam em solos compactados. litíase urinária (409). antireumática (68). um pouco brilhante. • Infusão: ⇒ colocar uma xícara das de cafezinho de folhas frescas picadas em ½ litro de água. tônica. sinusite. aucubina. amigdalite. contendo até 30 sementes marrom-opacas. frutose e óleos voláteis e fixos (179). dérmicas. na floração). Semear diretamente em sulcos transversais de canteiros. apendicite crônica (215). analgésica.5cm de espessura. catarro. acaule. reduziram os lipídeos totais. Os compostos polifenólicos existentes nas folhas de Plantago major. PARTES UTILIZADAS: Folhas. amirina e catapol. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (32). de deiscência transversal. Escherichia coli e Staphylococcus aureus (337). antitabagismo (215). cistite. edema necrótico. lignanos 3. sacarose. ereta. as quais apresentam um período inicial de dormência. A viabilidade da semente no solo é de até 60 anos (242). Para afecções bucofaringeanas: fazer vários gargarejos durante o dia (145). resolutiva (294) e emenagoga. distúrbios renais. Forma um cepa amarelada. sangramento de gengivas (242). p-hidroxibenzóico. Um produto comercial à base de Plantago (Metamucil) diminui significativamente os níveis de colesterol sérico comparado com um placebo (Anderson et al. sais de potássio. • Padrão comercial: teor de aucubosídeo entre 1. FITOQUÍMICA: Contém mucopolissacarídeos. verão e outono.9 e 2. febres intestinais. Produtos comerciais à base da planta mostram-se efetivos contra hemorróidas. suco (primavera. observou-se uma redução de colesterol de 16. mas desenvolve-se bem em regiões subtropicais. no auge do desenvolvimento. cólica infantil. estomatite. faringite. descongestionante. anti-hemorrágica. purgativa. • Infusão das sementes: adicionar 1 colher das de sopa de sementes em 1 copo de água fervente. ácidos cumárico. úlceras intestinais. gastrite crônica. laxante suave (sementes). cicatrizante. vivaz.

e as sementes phytolaceína (93). A raiz é purgativa. glabra. que é vetor de Schistosoma mansoni (Haraguchi et al.129 • Decocção: ferver 60g de folhas e/ou raízes em 1 litro de água. Para facilitar a colheita dos tubérculos. utilizado para tingir plumas e vestimentas de índios. fruto-de-pombo. TINGE-OVOS NOME CIENTÍFICO: Phytolacca thyrsiflora Fenzl.0 x 0. SINONÍMIA: Capim-dandá. As folhas são diuréticas e vulnerárias (242). AGROLOGIA • Espaçamento: 1. capoeiras e terrenos férteis abandonados. • Plantio: primavera.80m de altura (209). TOXICOLOGIA: O pólen é um dos maiores propagadores da polinose . Durante o inverno a planta não se desenvolve. CLIMA: Desenvolve-se bem em climas tropicais e subtropicais. Tem sido reportado casos de choque anafilático com sementes de tanchagem (179). margem crenulada. • Os frutos são muito apreciados pelas aves em geral. erva-de-cachos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória e analgésica tópica (271). As folhas são longas. Não tolera solos ácidos e compactados. o seu cultivo deverá ser feito em áreas marginais e isoladas. após submetidas à decocção. sobretudo áreas ruderais. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta muito rústica e infestante. nervuras proeminentes na face dorsal. no topo. anti-reumáticas e anti-sifilíticas. caruru-bravo. apud 209). ex Schmidt. Folhas alternas. SOLO: Cresce subespontaneamente em solos férteis e humosos. (383). ATIVIDADE BIOLÓGICA: Moluscicida. provoca vômitos e narcotiza o paciente. tiririca-comum. Ocorre desde o nível do mar até 1. As folhas contusas são drásticas. • É ornamental e fixadora de dunas. • Espaçamento: 0. carenadas e numerosas. verdes. tintureira. liso. revolvidos e areno-argilosos. FITOLOGIA: Planta herbácea ou subarbustiva. lenhoso na base e carnoso. glabra. elíptico-ovaladas. • Os frutos contém um corante. TOXICOLOGIA: As folhas. róseas ou lilases. com núcleo esponjoso. fazer o plantio sobre camalhões. do grupo da betacianinas. com cerca de 30 a 50cm de comprimento por 2 a 4mm de largura. caruru-de-cacho. erva-côco. • Os frutos já foram utilizados no passado para enfeitar e colorir doces. Os frutos contém pequena quantidade de alguns componentes tóxicos (209). Flores monoclamídeas. triangular e púrpura. Semente lenticular. Fruto baga subglobosa. muito ramificada. As folhas contusas são reputadas eficientes na cura das úlceras malignas e o cancro (93). cilíndricos. acizentado. alcoolatura ou extrato fluido da raiz são indicados para dermatoses e orquites. lisa. carurude-porco. SOLO: Desenvolve-se nos mais diferentes tipos de solo. A planta contém ainda saponinas e phytolacagenina. verão e outono. contendo uma semente por carpelo. O fruto é um aquênio 3angular. diarréia. • Propagação: sementes. resinosos. • Florescimento: ano todo. Semear em bandejas de isopor com substrato orgânico. TIRIRICA NOME CIENTÍFICO: Cyperus rotundus L. Espiguetas pardo-avermelhadas. junçaaromática. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. tipi. ovóides-oblongos. glabro. simples. castanho-avermelhados ou escuros. vinhos e xaropes. caruru-selvagem. ocorre ânsia de vômito. PARTES UTILIZADAS: Frutos. Raiz napiforme. convulsões e morte (242). espasmos. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é ornamental. • Os pássaros são ávidos pelas sementes. marando. • As folhas e os brotos jovens. subglobosa. INDICAÇÕES: A tintura. raiz e folhas.uma reação alérgica. radiando de uma haste delicada.50m. • Herbicidas: quando se deseja coletar a tiririca em áreas inçadas. Rizoma filiforme e tuberoso. erva-pombinha. entumecido a cada segmento. vomitiva. com cerca de 4 a 5mm de diâmetro.10m. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cyperaceae. verde e às vezes manchado de vermelho. mechoacan-do-canadá. são comestíveis. FITOQUÍMICA: A raiz e o fruto encerram phyitolacina. quase filiformes. de sabor amargo e doce-aromático. Inflorescência formada por 4 a 6 espigas desiguais. HABITAT: Planta alóctone mundialmente adaptada a todos os ambientes terrestres. É feita naturalmente pelos pássaros. As saponinas apresentam forte atividade contra Biomphalaria glabrata. É heliófita. glabra. faces convexas. lineares. Fazer gargarejos para afecções bucofaringeanas (68). multicaule. • Propagação: sementes e tubérculos. ocorrendo no Brasil principalmente nas regiões nordeste e sudeste.2 x 0. mas tem preferência por solos férteis. assegurar-se do não uso de herbicidas na planta. composta de 5 tépalas brancas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Phytolaccaceae. Cresce subespontaneamente em áreas ruderais. com eixo alado. enquanto que os frutos encerram phytolaína e ácido fitolácico. base decorrente. antiescorbútica e depurativa. Em doses elevadas. rosetiforme. cebolinha. carurú-guassú. erva-de-laca. lisa. Caule cilíndrico. antireumática. brancos internamente. Caule delgado e tríquetro. • Plantio: outubro. • Colheita: 6 meses após o plantio. O fruto verde é um purgativo enérgico (93). dispostas em fascículos umbeliformes curtos. preta. HABITAT: Espécie autóctone das Américas. Duas horas após a ingestão. vermelho-purpúrea quando maturo. • Capação: todos os pendões florais devem ser eliminados no início de seu desenvolvimento para não disseminarem a semente para outras áreas. cupieiro. friáveis. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas podem ser usadas em saladas e sopas. medindo 15 a 18cm de comprimento. • Adubação: 2 a 3kg de cama de aviário/m2. medindo 1. erva-do-canadá.. sementes e as raízes são tóxicas. Bochechos e gargarejos com o decôcto das folhas são indicados para afecções buco-faringeanas (271). ovaladas a orbiculares. Inflorescência em rácemos espiciforme. SINONÍMIA: Caruru-açu. erva-daamérica. brilhante. que cresce de 20 a 30cm de altura.8m de altura. formando tubérculos tenros. CLIMA:Adapta-se as mais variadas condições climáticas. A phytolacina é tóxico-convulsionante (93). esponjosos. . ápice agudo.5 a 1. erva-doscachos-da-índia.

hidrocarbonetos. • Infusão: uso interno . com maior número de ramos e brotações vigorosas (231). tosse convulsa. sarna. segurelha. com boa exposição solar. a beira de cursos de água e em locais úmidos e sombreados. uso externo . HABITAT: É autóctone da América tropical. pó ou em pílulas (444). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Balsâmica. urtigão. anemia. Folhas pequenas (até 6mm de comprimento). maior o número de glândulas de óleos essenciais e as plantas tornam-se mais eretas. SOLO: Exige solos soltos. lanceoladas ou lineares. convalescença. na forma de decôcto. 257). TOMILHO NOME CIENTÍFICO: Thymus vulgaris L. antimicrobiano. Colheita: é feita durante todo o ano. arçanha. urtiga-mansa. A planta é heliófita e não tolera regiões de pluviosidade elevada.4% (40% de cetonas sesquiterpênicas ciperona). anti-helmíntica (283) excitante das funções circulatórias e cerebrais. dores abdominais. Cálice tubuloso com 5 dentes. opostas. problemas respiratórios. α-ciperone. meteorismo. cineol e L-αpineno (1). gota. INDICAÇÕES: Indicada ainda para a coqueluche. a qualidade das plantas decai sensivelmente. em reduzido número de indivíduos. carvacrol (283). triterpenóides. Fortemente aromática. hemolítica. mantida sempre umedecida. astenia. Corola gamopétala. Forma uma moita de caule tortuoso. Quanto maior a luminosidade. tônica.10g de folhas por litro de água. porém os produtos de maior qualidade são obtidos em regiões temperadas quentes. pineno. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. FITOQUÍMICA: Timol. Neste caso. axilares ou terminais. halitose. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial da planta apresenta forte atividade contra Staphylococcus aureus. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antioxidante. 108). sésseis. • Utilizado na indústria perfumista e de licores. antidiarréica (32). emenagoga. por ocasião do florescimento. colerética. diurética (294). Rendimento: 40t/ha de rizomas e tubérculos (242). ciperol. tomilhoordinário.000m de altitude (96). Plantas daninhas: a planta não tolera qualquer tipo de concorrência. Renovação da cultura: após o segundo ou terceiro ano de cultivo. sobretudo em marinadas. úlceras dérmicas.] Gaudich. tomilho-vulgar. até mesmo em colinas áridas. mergulhia e sementes. eretos e compactos. sumidade florida e folhas. amido e óleo essencial (0. bilabiada. Escherschia coli e Candida albicans (362). prados. sumidade florida e folhas. estomáquica. emenagoga. A planta não suporta solos úmidos e argilosos. dispepsia. Adubação: O uso de fertilizante mineral debilita a planta. urtiga-maior.130 • • • Alelopatia: a planta é forte alelopata da germinação e crescimento de espécies herbáceas. béquica. carnes e queijos. de ramos acizentados. da flora mediterrânica. álcoois. O sabor é algo picante e levemente amargo. Padrão comercial: o teor de cinzas não deve ser maior que 14% (96). cimeno. náusea e vômitos (444). tanino (257). PARTES UTILIZADAS: Sementes. anti-sifilítica (271) e afrodisíaca (242).4m. com os bordos virados para baixo. PARTES UTILIZADAS: Sementes. desodorizante. FORMAS DE USO • Decocção: 1 colher das de chá de sementes para cada xícara de água. estimulante. tônico capilar. resina. hortaliças. ftiríase. SINONÍMIA: Cansanção. FORMAS DE USO: 8 a12g/dia. formando glomérulos de 3 flores que parecem capítulos globosos. Tomar 1 xícara das de chá 2 a 3 vezes aos dia. preservativo de alimentos (109. Colheita: ocorre dois anos após o plantio. mas preferencialmente no verão. sinusite. antidispéptica (444). antigripal. FITOQUÍMICA: Essência 0. cujas temperaturas giram em torno de 20 o C (182). pequenas. cólicas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. tomentosas e esbranquiçadas dorsalmente. anti-reumática. peixes. Plantio: primavera (propagação vegetativa) e outono (sementes). aperiente. OUTRAS PROPRIEDADES • Condimento. poejo. bem drenados. cicatrizante.2%) contendo cipereno. Fruto composto de 4 aquênios. retirar as cepas e obter novas mudas. dismenorréia. antidiarréica. Florescimento: outubro a novembro. antisséptica. amenorréia e catarros crônicos (32). • Propagação: divisão de touceiras. É encontrada até 2. antiblenorrágica. fastio. antileucorréica (32). rasteiro. 110. Um grama de sementes possui cerca de 4. e sudorífica. adstringente. estaquia. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. atonia do tubo digestivo. Cresce espontaneamente em bosques e subosques. lumbago. parasitoses. CLIMA: Adapta-se aos mais variados clima da Terra. carminativa.400m de altura. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral.40g/litro (32. urtiga-brava. saponósidos e vitaminas B1 e C (182). gastralgia.000 sementes (96). • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Rizomas livres de raízes filamentosas e detritos. timo. antiespasmódica. angina. SINONÍMIA: Arçã. As estacas devem ser enraizadas em vermiculita. profundos. 5. vermífuga (93). retardante da senelidade. (383). sobretudo a alface (75). HABITAT: Espécie alóctone européia que cresce em estado selvagem em terrenos secos e quentes. borneol. que cresce de 15 a 30cm de altura. depressão nervosa (294). prosperando até 3. em tintura. pois reduzem o crescimento e afetam a formação dos metabólitos secundários. Teores decrescentes de umidade no solo acentuam a cerosidade sobre a folhas e o conteúdo de óleos essenciais (231). sem problemas de acidez. . arenosos. revulsiva. esteróis (278). FAMÍLIA BOTÂNICA: Urticaceae. que prefere solos mais pobres. afecções da garganta (303).5-1. diaforética. linalol. Flores brancas à rosadas. muito ramificado. lenhoso. INDICAÇÕES: Indicada para. antiinflamatória.000 a URTIGA NOME CIENTÍFICO: Urera baccifera [L.5 x 0. glandulosas. cimol. fortificante (215). antihelmíntica (257). urtiga-vermelha.

criptoxantina. misturadas com outra forragem. SINONÍMIA: Açafrão-da-terra. epistaxe. AGROLOGIA • Espaçamento: 4. tinha. • Florescimento: outubro a fevereiro. na primavera e início do verão. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas. bastante ramificada. • Colheita: inicia 12 a 14 meses após o plantio. CLIMA: Desenvolve-se melhor em regiões de clima ameno. úmidos e fofos. As folhas são alternas. • Florescimento: ocorre a partir do segundo ano após o transplante. de porte mediano (3. açafroeira-da-terra.0mg. vitamina C (128) e orelina (9). pois é de clima subtropical de altitude. ATIVIDADE BIOLÓGICA: A planta é inativa como moluscicida. enrugadas na face ventral. hidrocefalia (435). menopausa. vitamina C. estriado. ramificado. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de gota. longo-pecioladas. geranil geraniol. diarréia. sendo as da base cordiformes. • Colheita: inicia a 6 a 8 meses após o plantio. É heliófita. hirsutas. no verão. • Doenças: as folhas podem ser infectadas pelo fungo Cercospora bixae. dispostas em ramos carnosos e róseos. achote. vermelho e aculeado na base. luteolin-7-bissulfato e luteolin-7-0-β-D-glucosídeo e isoscutelareína. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. A melhor poliferação de brotos (4 a 5 por explante) baseou-se nos mesmos reguladores e respectivas concentrações verificadas para calos (310). A frutificação ocorre no verão e outono.0 a 4. Para a formação de calos. roséo-claras. O transplante é feito quatro meses após a semeadura. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário associada a 150g de fosfato natural. uru-uva. geranil octadeconoato. revestida de pêlos urticantes sobre as nervuras. que também pode ser utilizado para o enraizamento dos rebentos. embora inerme na parte teminal. urucu. grande. edema. obtém-se explantes de ápices e segmentos de hipocótilos. TOXICOLOGIA: As sementes são tóxicas. comprimida. suculento. de tronco curto. férteis. a melhor concentração de AIA e KIN foi. urucuzeiro. psoríase e urticária (1). achiote. mas que pode atingir até 10m de altura nas regiões de origem. erisipela (59). infecções micóticas da pele. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário associada a 200g de fosfato natural. • Propagação: sementes e rebentos. O transplante das mudas para o campo ocorre após 3 a 4 meses da semeadura (241). açafroa. ovóide. silício. FAMÍLIA BOTÂNICA: Bixaceae.3mg. As flores são róseas. medindo 2mm de diâmetro e contendo uma semente com forma e tamanho semelhante à núcula. • Propagação: sementes e estacas. tanino. com dentes triangulares. hortas e hortos. revestida de espinhos moles e inofensivos. Inflorescência em cimas escorpióides. amenorréia (179). luteína e zeaxantina. geranil formato. • Produção de sementes: 1kg de sementes contém cerca de 22. URUCUM NOME CIENTÍFICO: Bixa orellana L. bem drenados. proteger o corpo. SOLO: Prefere solos profundos. murchas. Fruto cápsula ovóide ou cônica com 3 a 5cm de comprimento. diurética. com perigônio carnoso. potássio. disúria (32). assimétrica. enurese.L-1 (80%). metil-bixina. antianêmica. elípticas.0 x 4. • Frutificação: março a maio. cálcio. anti-reumática. orucu. As estacas são enraizadas em vermiculita.3 e 2. sementes e raiz. contendo 30 a 40 sementes revestidas de arilo vermelho-seríceo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória (179). em panículas terminais. urucuuba.5 x 1. ovário súpero e estigma em forma de pincel. As flores masculinas são globosas. ovaladas-elípticas. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil tropical.5 a 3. As sementes têm viabilidade superior a 6 meses. medindo 10 a 20cm de comprimento por 8 a 15cm de largura.0m de altura. ciática. β-caroteno. grandes. magnésio.131 FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. • Micropropagação: a partir de sementes esterelizadas e germinadas in vitro. galactagoga. histamina. tintória. As flores femininas são globosas. glabras. CLIMA: É de clima equatorial e tropical e heliófita. cordiformesacuminadas. A germinação ocorre em 10 a 20 dias. pecíolos e sobre cada ruga ventral. FITOQUÍMICA: Nitrato de potássio (435). ápice acuminado e base cordada. persistentes. • Cuidados: por apresentar espiculosidades muito urticantes. anti-hemorroidária.L-1. com corola formada por 5 pétalas. com muito estames. É cultivada em jardins. PARTES UTILIZADAS: Folhas. diterpenos: farnesilacetona. picadas. que cresce de 1.L-1 e KIN 1mg. adstringente (435) e revulsiva. cosmosiina. 58. queda de cabelos. PARTES UTILIZADAS: Folhas da planta jovem (todo ano). Os melhores índices de entumescimento foram obtidos com o meio MS completo suplementado com AIA 0. bija. flavonóides: apigenina-7-bissulfato. colorau. achicote.5m. Apresenta um rizoma subterrâneo. rizoma e raízes (outono). hipoaletina-8bisulfato. minúsculas (2mm de diâmetro). • Os frutos maduros são consumidos pelos pássaros. caroteno. monóica e dióica. antimicrobiana e antimicótica (19. As folhas são alternas. ácidos fórmico e gálico. SOLO: Prefere solos ricos em matéria orgânica. . braços e mãos ao realizar qualquer atividade junto a planta. anti-sifilítica (215). em armazenamento (241). Readubar anualmente. nor-bixina. leucorréia. longo-pecioladas. • As fibras do caule e ramos são muito resistentes. benzenóide: ácido gálico (179). enxofre (1).000 unidades. úlceras. podendo ser utilizadas em cordoaria (209). Fruto tipo núcula. hemostática. 0. feridas. trans-bixina. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. FITOQUÍMICA: Carotenóides: bixina.0m. acetilcolina. • Plantio: outono e primavera. podem ser consumidas pelo gado. afta. com casca pardacenta e copa densa arredondada. anti-hidrópica. areno-argilosos e ricos em matéria orgânica. antidiabética (257). 236). anúria. inteiras. As sementes são postas a germinar em saquinhos de plástico perfurados contendo substrato organo-mineral. castanho quando maturo. • Plantio: março a abril. respectivamente. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. afecções de pele (257). O caule é ereto. verde ou vermelho-pálida ou roxo-escura.0m). A bixina é avermelhada e insolúvel em água e a nor-bixina é solúvel. depurativa.

• Mulching: cobrir o solo com plástico preto. polianual. Nos países de origem pode atingir até 2m em altura. lanceolados ou elípticos. antipirética. As sementes são usadas para o tratamento da diabetes (284). demonstrou atividade hipoglicêmica significativa (284. hepatotoxicidade e incremento aparente do nível de insulina (179 OUTRAS PROPRIEDADES • A polpa fornece um corante e condimento natural . A decocção das folhas induz à contração do útero de rata (179). o colorau.a bixina. antibiótica (294). diurética. • Tintura: deixar macerar por 8 dias 20g de pó da semente em 100ml de álcool 70o. pinuladas. FORMAS DE USO • Infusão: 10 a 15g por litro de água (32). glomérulos ou espigas curtas. A semente não provoca em ratas. erva-de-gato. FITOQUÍMICA: Ácido iso-valérico (0. • Colheita: cerca de 12 meses após o plantio. HABITAT: Espécie alóctone que habita as florestas úmidas e planícies pantanosas da Europa. sesquiterpenos. apud 120). É encontrada até 2. antiasmática. aplicado intraperitonialmente em rata.1 a 2. anti-hemorrágica (68). adstringente (335). • Adubação: 3 a 4kg/m2 de húmus de minhoca associado a 200g de fosfato natural. várias raízes divergentes. dispostas em corimbo. • Doenças: em regiões de alta pluviosidade é comum a ocorrência de fungos e bactérias de solo que causam podridões nas raízes e colo da planta. valerianasilvstre. que podem ser enraizados em substrato organo-mineral ou em areia hidropônica. • Extrator alcalino: utiliza-se uma solução hidroalcoólica amoniacal para retirar o arilo. podem ser aplicadas topicamente em queimaduras (179). sob cultivo protegido. Flores róseas ou brancas. AGROLOGIA • Ambiente: para evitar-se problemas fitossanitários e obter-se rizomas de alta qualidade. alóctone. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Os extratos etanólicos do fruto e folhas mostram atividade antibacteriana in vitro sobre Staphylococcus aureus. . VALERIANA NOME CIENTÍFICO: Valeriana officinalis L. com rizoma estolonífero. • Irrigação: utilizar o sistema de gotejamento.0%) e valérico. antidiarréica. Embeber em chumaço de algodão e aplicar topicamente em áreas parasitadas por sarna e piolhos. pericardite. depurativa. pouco aromáticas. hermafroditas. Escherichia coli (157) e Salmonella typhi (Cáceres. horizontalmente. os rizomas e as raízes devem ser lavados rapidamente e postos a secar em temperaturas inferiores a 40oC. 32). durante 10 dias (244). A haste é roliça.. FARMACOLOGIA: O extrato aquoso administrado em ratas. inteiros ou dentados. valeriana-selvagem. sem sinais de toxidez. antidisentérica. fistulosa e que origina seis a dez pares de folhas opostas. hemostática (179). triterpenos. na dose de 1g. alcalóides (1). com barbelas curtas. antidepressiva (294). palha ou casca de arroz. O extrato clorofórmico por intubação gástrica. com 3 a 25 folíolos lineares. vermífuga. Forma uma cepa curta da qual partem. metanol. ligeiramente narcótica (93). • Reprodução: perfilhos da planta matriz.132 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante e digestiva (sementes). acompanhado de hiperglicemia e aparente aumento de insulina (Morrison. evapora-se e o resíduo é misturado a um óleo vegetal. O pó do arilo das sementes é utilizado em gargarejos para o tratamento de amigdalites e afecções bucais. béquica. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. refrigerante (a polpa). esbranquiçadas. A planta atinge 30 a 40cm de altura por 30 a 40cm de diâmetro de copa. TOXICOLOGIA: A casca da semente demonstra efeito tóxico aos pâncreas e fígado. • Pragas: é suceptível ao ataque de Diabrotica spp. Também indicadas para a endocardite. encontrado na mandioca-brava (9. manteiga e outros víveres (380). O pó é utilizado para combater sarna e piolho. anticonvulsiva. Fruto aquênio drupáceo. na dose de 400mg/kg demonstrou atividade anti-secretora gástrica. iridoides. queijos. • Florescimento: não ocorre florescimento nas condições do Litoral Catarinense. • É utilizada para colorir carnes congeladas. estomáquica. • Macerado a frio: 30 a 35 sementes por litro de água fria. valeriana-menor. recomenda-se cultivar as plantas sob cultivo protegido. As sementes. são indicadas para curar panos (infecção micótica). Imediatamente após a colheita. etanol). aplicada em cachorro. antiinflamatória. cicatrizante (raiz). As folhas são indicadas para bronquite e faringite (9). também utilizada para colorizar chocolates. quando previamente machucadas. antihistérica (232). Corola tubuloso-infundibuliforme. apud 169). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Sedativa (133). Plantar as mudas sobre camalhões com até 25cm de altura. estimulante. • Extrato lipossolúvel: extrai-se o arilo da semente com solventes orgânicos (acetona.4 x 0. oca. antineurálgica (435). INDICAÇÕES: A infusão a frio dos renovos é usada para inflamações nos olhos. antiepiléptica. hipotensora. porém. • Misturada à substâncias amiláceas em pó. 416). quando a planta estiver em senescência natural ou seca • Colheita: outono a inverno. • Espaçamento : 0. peitoral. Tomar 1 litro por dia do macerado. com estrias e listas. contendo apenas uma semente. antiespasmódica. taludes e nas orlas de bosques. dotado de raízes fibrosas e fusiformes. em cachorro. Deixar macerar 1 dia em vidro escuro.3m. afrodisíaca (sementes trituradas) e antídoto de ácido cianídrico (93). cardiotônica. antitumoral (232). nenhum sinal de toxicidade aparente. afecções do estômago e obstipação intestinal (68). O extrato aquoso da semente. O extrato hidroalcoólico inibe a prostaglandina sintetase em concentrações de 750µg/ml (419). se observou pancreotoxicidade. A tinta do urucu é um antídoto de ácido cianídrico. vulnerária (folhas). tônica. cera e seda (93). moderadora do apetite. laxante (215). Aplicar aos 40 e 70 dias após o plantio 8g/planta de nitrato de cálcio. provocou redução da atividade motora e um aumento da diurese. As sementes são utilizadas no tratamento de queimaduras de pele (93). erva-dos-gatos ervade-são-jorge. Cresce espontaneamente em valas. As folhas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Valerianaceae. calmante (283). antiinflamatória. A decocção das folhas é usada para o sarampo. obtém-se o corante culinário mais comum em todo o mundo. amassadas. PARTES UTILIZADAS: Rizoma e raízes. • Plantio: outono. As sementes são anticolesterolêmicas (244). SINONÍMIA: Erva-de-amassar. flavonóides. antiprotozoária.000m de altitude (383). laxante. • O pó resultante da trituração das sementes é repelente de insetos e colorizante do corpo (179) e de artesanato cerâmico.

emoliente. diurética. antidiabética. feridas e contusões (271). subuladas. ramosa. brotoeja. INDICAÇÕES: É indicada para ansiedade. que cresce de 0. coixol. Apresenta atividade depressora (120). poaia-falsa. tetragonal. B e C. poaia-comprida.5 a 1. opostas. deiscência apical e numerosas sementes muito pequenas. noradrenalina (404). glabras. expectorante. influenza. bronquite. scoparol. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivo (123). com entrenós curtos. Ocorre em áreas ruderais e de lavoura. depurativa. medindo 3cm e comprimento por 1cm de largura. apigenina. Coar e tomar 1 cálice 3 vezes ao dia. sem acidez. Ao serem secas. ternadas. hepática. Bainha da estípula glabra ou levemente pubérula. manitol e glicose. leves e úmidos. tupeiçava. planícies do litoral e em áreas ruderais. glabros ou pilosos.0m em altura. internamente.) prolongaram o tempo de sono em ratos induzidos por pentobarbital. FAMÍLIA BOTÂNICA: Scrophulariaceae. vassourinha-mofina. reumatismo (380). pernas inflamadas e varizes (303). ramificada. com 40 a 60cm de altura. tupixaba. constipações (179). vassourinha-molfina. vermífuga (120). Componentes saponificáveis: triacontano. poaiapreta.0mm de diâmetro. areno-siltosos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Rubiaceae. vassoura-botão. cólicas (294). benzoxazolina. composto organofosforilado. glabras. na forma de feixe. perpétua-do-mato. sabor picante.) G. febrífuga. antiblenorrágica.o. encontrada principalmente em regiões tropicais. no primeiro momento. cordãozinho-de-frade. VASSOURINHA NOME CIENTÍFICO: Scoparia dulcis L. • Vinho: macerar por 8 dias 25g de raiz em 1 litro de vinho branco. vassourinha-miúda.W. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. antigripal (271). ácido betulínico. uralgias. Outros compostos: acacetina. anticefalálgica. glabra. nevrose cardíaca (93). corrente-roxa. corola rotácea branca. dentadas. HABITAT: Espécie autóctone que cresce em restingas. ereta. Corola sulcos . FITOQUÍMICA: Adrenalina. As folhas são quase caulescentes. parasitas da pele. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. 7-0-βD-glucoronídeo de friedelina. tupixava. vassourinha. revitalizante (120). Apresenta duas sépalas. se originam das axilas das folhas. exalam um aroma peculiar e desagradável. bilocular. carminativa e antipirética (1). verticiladas. infusão e suco. SOLO: Prefere os solos férteis. • O aroma da planta atrai gatos. glabra. amareladas a castanho-claras e brilhantes. odontálgica (93). passando a amargo e aromático. scutelareína. cólicas. denticuladas e concrescidas na base. de cor creme-escura. hipnótica. vassourinha-tupiçaba. O ácido scopadúlcico. TOXICOLOGIA: Doses abusivas podem resultar em cefaléia. com cerca de 1. Ramos tetrágonos. anguloso e sublenhosos na parte basal e herbáceo na superior. tônica. emenagoga (300). fitoquímico presente na planta. insônia (232). dulciol. com a nervura média saliente. erva-botão. multifloras em pares. bilabiada. falsa-poaia. alcalóide e triterpeno. vassoura. mucilagem (9). vassourinha-debotão. 4 sépalas partidas. Os extratos etanólicos e acuosos da planta (0. OUTRAS PROPRIEDADES: Utilizada nas áreas rurais.0 a 2. pentâmeras. aperiente. axilares e terminais. dores de ouvido (215). FARMACOLOGIA: Extratos da planta apresentaram atividade antiinflamatória e analgésica em ratos (147. pecioladas. cansaço intelectual. catarros pulmonares (271). mucolítica. • As folhas apresentam forte sabor amargo. O fruto é uma cápsula septicida globosa. distúrbios da menopausa. antiespasmódica. scoparinol.133 calmante de neurastenia e psicoastenia. emética (179). São pequenas. áfila. membranácea. principalmente devido aos flavonóides e glutinol. erisipela. tupiçaba. ifflaónico. β-sitosterol e dulcilona.20m. machucados.52mg/kg p. mirístico e linoleico. que contém dulcinol. O scopaduldiol tem propriedades inibidoras da ATP gástrica H+/K+ (181). As raízes contém manitol. vaginite. FITOLOGIA: Planta herbácea. béquica. tapixaba. amelina. peninérveas. tem mostrado eficácia no tratamentos de alguns tipos de diabetes (209). vicenina e vitexina (179). chagas. corrimento vaginal.F. vassourinha-doce. FORMAS DE USO: Decocção. • Colheita: 100 a 110 dias após a emergência. dulcinóico. afecções gastrointestinais. scopadúlcico A. peitoral. reunidas em inflorescências globosas. com a base atenuada e o ápice agudo verdes. ganha-aqui-ganhaacolá. digestões lentas. curtamente pecioladas. vassourinha-cheirosa. É heliófita. ácidos gentísico. com lóbulos e numerosos tricomas brancos. capoeiras e campos abertos. anticonceptiva. duríssima. As sementes apresentam formato irregular. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 5 a15g de raiz por litro (435). É indicado para a depressão (294). infecção urinária (120). • Propagação: sementes. Meyer. ⇒ 15 a 20g/litro de água (283).30 x 0. • Plantio: outono. sendo o extrato etanólico mais ativo que o acuoso (179). azeite viscoso. HABITAT: Espécie autóctone que medra nas terras baixas dos trópicos. αamirina. verde-claro. lisa. As flores. apresenta atividade antitumoral (296). obtido da planta. com a base lenhosa. adstringente. reticulada. anti-hemorroidária (9). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica. pupeiçava. coceiras. Semear diretamente em transversais de canteiros ou em bandejas de isopor. scopárico. antiasmática. hermafroditas. afecções cutâneas e catarrais. anual. taninos. VASSOURINHA-DE-BOTÃO NOME CIENTÍFICO: Borreria verticillata (L. As flores são alvas. CLIMA: Espécie de ampla adaptação climática. obovadas ou oval-lanceoladas. vertigem e alterações na visão e audição. antisséptica (130). antioftálmica. tapeiçaba. poaia-rosário. 404. 119). himenoxinas. Ácidos graxos: esteárico. antiflatulenta. A amelina. SINONÍMIA: Coerana-branca. SINONÍMIA: Cordão-de-frade. antilítica. INDICAÇÕES: Febres intermitentes. para as casas. paludismo. OUTRAS PROPRIEDADES • As raízes frescas possuem. O caule é delgado. Folhas lineares ou lanceoladas. depressão nervosa. cilíndrica. primavera e verão. • Florescimento: primavera e verão.

SINONÍMIA: Erva-de-fígado. sedativa. potreiros estradas e áreas ruderais. calças-de-velha. muito ramosa. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da celulite (294). Emética (242). INDICAÇÕES: Utilizada para o tratamento de dermatoses (309). diurética. verbasco-brasileiro. um dos alcalóides encontrados na ipeca (242). dispõem-se esparsamente ao longo de espigas finas e compridas. verbasco-do-brasil. glabra ou levemente pubérula. INDICAÇÕES: Útil no tratamento de bronquite (257). citrina e óleos essenciais (294). . calmante do sistema nervoso. ricos em matéria orgânica e bem drenados. digestiva. dispostas em cimeiras capituliformes de 3 a 4 flores. crescendo 30 a 40cm de altura.8 x 0. afecções do fígado. anti-hemorroidária. decurrentes. stachyoides Cham. lanceoladas. • Colheita: inicia 4 a 6 meses após o plantio. As flores são campanuladas. É heliófita. estimulante do apetite. doenças pulmonares (93). Apresentam sabor amargo. expectorante. palhas ou casca de arroz sobre o solo. normalmente encontrada na encosta atlântica. carro-santo. febrífuga. • Florescimento: é contínuo ao longo do ano. O fruto é uma cápsula subglobosa ou subcilíndrica. tetrâmeras. irregularmente serreadas.66 a 5. PARTES UTILIZADAS: Folhas. amplexicaules. • Propagação: sementes. antigripal (215). • Propagação: estacas da planta mãe e sementes. SINONÍMIA: Barbasco. antiálgica (68). medindo até 40cm de comprimento. mas adapta-se aos solos ácidos. anódina (32). FORMAS DE USO: Decocção: ferver 1 a 2 colheres da chá das folhas ou raízes em 1 xícara das de chá de água. hermafroditas. e Schlecht. albolanoso-pubescentes e salientes nervadas na inferior. amarelas. As flores. neutros. males do estômago. anti-reumática. FITOQUÍMICA: Verbenina. tingui-da-praia. béquica (257). FITOLOGIA: Planta herbácea a subarbustiva. FORMAS DE USO • Decocção: ferver por 10 minutos 50g de verbena em 1 litro de água. cilíndrico na base. catarro (32) e contusões (68). cotonosotomentoso. calçãovelho.0 a 1. FAMÍLIA BOTÂNICA: Buddlejaceae. vassourinha. • Propagação: sementes. A concentração bactericida mínima variou de 0. FITOLOGIA: Planta arbustiva. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emoliente. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. sobretudo de altitude. • Colheita: inicia 6 a 7 meses após o plantio. É heliófita. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raiz. arenosos e argilosos. raízes e flores. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. Folhas opostas. Semear em substrato organo-mineral. adstringente. VERBASCO NOME CIENTÍFICO: Buddleya brasiliensis Jacq.0 x 0. calção-de-velho. sudorífica. O fruto é uma cápsula oblonga. rugosas.80m de altura. podendo também ser tóxica (93). adaptando-se ao subtropical. que cresce de 1. antiofídica (342). ex Spreng ssp. HABITAT: Espécie autóctone. TOXICOLOGIA: A planta é ictiocida. OUTRAS PROPRIEDADES: Em animais é usada para a lavagem dos olhos e tratamento de pisaduras em eqüinos (209). depurativa. • Plantio: ano todo. • Plantio: outono e primavera. A semente é linear a oblonga. ereta. • Adubação: 1. antinefrítica e antilítica vesicular (271). Caule quadrangular.4m.7m. INDICAÇÕES: Indicada para erisipela e varizes (9). calça-develho. hemostática. inteiras. FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia. glabra. CLIMA: É de clima temperado quente. medulosos. alado-subtetrágonos nas partes jovens. antiartrítica. As estacas podem ser enraizadas com o mesmo substrato. com cerca de 15 a 20cm de comprimento por 5 a 8cm de largura. vassoura. Coar e tomar ao longo do dia para o tratamento da celulite. que podem ser semeadas diretamente em canteiros ou em bandejas de isopor.25mg/ml (309). quadrangulares. antiasmática e calmante (93). recortadas. A germinação das sementes é muita baixa. quase sésseis. VERBENA NOME CIENTÍFICO: Verbena officinalis L. calção-de-velha.7 x 0.134 hipocraterimorfa.0kg/planta de húmus de minhoca. As folhas são opostas. barrasco. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. sedoso-pubescentes na página superior. purpúreo-nigrescente. ereta. de ramos eretos. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. lisas e castanhas. friáveis. lactogênica. CLIMA: É de clima tropical e subtropical. barbasco-do-brasil. esplenite e gangrena (271). capoeirinhas. associado com 50g/planta de fosfato natural. de caule e ramos finos. hemoptises. O decôcto pode ser utilizado em abluções para contusões (68). pequenas e lilacinas. Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. SOLO: Desenvolve-se melhor em solos férteis e revolvidos. FITOQUÍMICA: Emetina. amarelado-ferrugíneo ou avermelhado. crescendo nos campos. SOLO: Prefere solos férteis. pequenas. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato alcoólico das flores apresentou atividade bactericida contra Staphylococus aureus. contendo numerosas sementes cilíndricas. cezarinha. pouco ramificada. em torno de cada planta. beira de riachos e orla de matas. • Plantio: outono. peitoral.6m. angulosa. coriácea. anti-reumática (294). polianual. • Mulching: utilizar plástico preto. • • Florescimento: maio a outubro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antidisentérica (309) e anti-hemorroidária (9). aftas.

sésseis. capim-vetiver. toldos. vetivenil. INDICAÇÕES: Indicada para enxaqueca (271). patcholi.3% de carboidratos. pardacentos. Espigas formadas por espiguetas violáceas. Glumas coriáceas. Os segmentos de rizoma ou perfilhos podem ser plantados diretamente a campo. de andróforo avermelhado. grama-das-índias. terminal. 8 a 12 verticilados. VETIVER NOME CIENTÍFICO: Vetiveria zizanioides Stapf.5 a 1. A raiz é aperitiva. que é um pigmento (93). revestidos de epiderme amarelo-pálido. marmeladas. invaginantes no caule. O fruto contém 86. • As folha são forrageira. 5locular. volátil. cespitosa. quando novas. Folhas mais ou menos basilares. também cresce em solos arenosos e até em dunas. HABITAT: Espécie alóctone originária da Índia. 257).600mm e temperaturas de 18 a 35 oC. composta de numerosos rácimos espiciformes. As raízes são aromáticas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são resolutivas (cataplasma) antiescorbútica. tônica. Fruto tipo cápsula.7m x 0. As sementes estão no ponto de maturação completa quando o fruto capsular encontra-se seco e iniciando a deiscência. • Doenças: A planta é sensível ao fungo Rizoctonia sp. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. • Plantio: outono e primavera. • Florescimento: abril a junho. cônica. diurética e emoliente (9. SOLO: Embora a planta prefira solos humosos e úmidos. drenados e com bom teor de matéria orgânica. esverdeada. estreitas. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é excelente insetífuga de pragas domésticas (baratas e traças). • As raízes são altamente fixadoras de dunas e barrancos à beirario.8m de altura. fortemente aromáticos. das nevralgias (93). quiabo-róseo. quiabo-roxo. livre entre as glumelas. HABITAT: Planta alóctone originária da África oriental tropical. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante. sendo as inferiores inteiras e ovadas e as superiores profundamente 3 a 5 palmati-lobadas (lobos estreitos). longo-pecioladas. que afeta sobremaneira a reprodução. glabras. 0. quiabo-de-angola. SINONÍMIA: Grama-cheirosa. carminativa e anti-histérica (271). Semear em bandejas de isopor de células grandes contendo substrato organo-mineral. diaforética. esponjosas e castanhas. e resistente aos nematódeos e à antracnose. de rizomas lenhosos. ácido vetivérico. vetivedol. • Colheita: 1 ano após o plantio. • Plantio: deve ser feito em fotoperíodo crescente e no início da estação das chuvas. quiabo-azedo. Flores solitárias. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário associada a 50g/planta de superfosfato triplo. OUTRAS PROPRIEDADES • Aromatizante de café • Utilizada na fabricação de licor. para perfumar roupas. com cerca de 1. Apresenta caule avermelhado. fortemente aromático. vetiverina. cestos). espinescentes sobre uma das palhas e ciliadas sobre a outra.135 • Infusão: 4 colheres das de sopa de verbena em 1 litro de água quente. Abafar por 5 minutos. • Colheita: 8 a 10 meses após o plantio. prestando ao preparo de geléias. • As folhas são utilizadas para a fabricação de artesanatos diversos (esteiras. denominado Verbena.3% de lipídeos. agudas. com uma grande glândula na base da nervura mediana. Fruto cariopse oblonga. denteados. avermelhadas. de lobos agudos. • O rizoma seco da planta é utilizado preso ao cabelo para perfumar ou em saches. estomáquica. OUTRAS PROPRIEDADES • O fruto é alimentar. leques. VINAGREIRA NOME CIENTÍFICO: Hibiscus sabdariffa L. • Produção de sementes: a maturação do fruto e colheita de sementes ocorre em julho. chapéus. As estacas podem ser enraizadas em vermiculita. As sementes são diuréticas. escabrosas e serradas na margem. • Propagação: sementes e estacas de ramos despidos das folhas. FITOQUÍMICA: Vetivenes. carurú-azedo. com até 70cm de comprimento.5 a 2. azeda-da-guiné. carurú-daguiné.5% de óleo essencial amarelo-claro. eretas. antiinflamatória (128) e febrífuga. róseas. As mudas obtidas a partir do rizoma devem ter as folhas cortadas para evitar a transpiração excessiva.6m • Propagação: sementes e divisão de rizomas. lisas.2 a 3. As folhas são alternas. lineares. às vezes dobradas. Cálice vermelho e muito carnoso. oxalato de potássio e (9).0m. 2. 10. flexíveis. edulis FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae SINONÍMIA: Azedinha. capim-de-cheiro. • O óleo de vetiver é usado para aromatizar dentifrícios e sorvetes e para prepara perfumes. Pétalas de 4 a 5cm. A planta é regulada pelo fotoperíodo. de 13 a 30cm. . cônico-ovóide e estrigoso. Contém 0. amarga e tônica (93). esponjosos. INDICAÇÕES: Para o tratamento de hemorragias e aumento da resistência orgânica (128). inodoras. compostas de 2 flores e reunidas em grupos de 2 a 3. var. FITOLOGIA: Arbusto anual. glabro. PARTES UTILIZADAS: Folhas. CLIMA: Tropical e heliófita. PARTES UTILIZADAS: Rizomas. compridos e muito finos. com mácula mais escura na base do pedúnculo também vermelho. ereta. antisséptica. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. rosela. tônicas e afrodisíacas. CLIMA: A planta requer uma distribuição de chuva entre 800 a 1.8% de cinzas e gossipetina. FITOQUÍMICA: Ácido oxálico. biombos. axilares. febrífuga. calmante das enxaquecas.1% de proteínas. amargo e picante (93). vinhos (vinho de rosela). ramoso e cresce 1. Inflorescência em panícula ampla. 5-nervadas. 0. SOLO: Profundos. autógomo. tendo os inferiores mais de 20 raios.0cm. frutos e raízes. (294).2 x 1. xaropes e vinagres. vermelho-escuro. FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae.5 % de água. FITOLOGIA: Planta herbácea perene.

munida de numerosas radicelas fibrosas. Cresce melhor à meia-sombra e aprecia o frio. violeta-de-cheiro. • Também utilizada em perfumarias e indústria de cosméticos. emoliente. sob prévia cocção. areno-argilosos e com pH em torno de 6. em torno da planta. para evitar a infecção de fungos nos tubérculos. CLIMA: A planta prefere regiões de clima temperado a subtropical. FORMAS DE USO • Infusão: 10g de flores ou 20g de folhas em 1 litro de água. escoriações. violeta-roxa. As folhas são membranáceas. oblongas. sarampo. FITOLOGIA: Planta semi-arbustiva anual. inflamações da boca e das gengivas. radicantes e floríferos. • As flores conferem sabor delicado às saladas. Ásia Ocidental e África. Cresce 10-20cm de altura. com estolões alongados. As flores surgem na extremidade de pedúnculos que partem também da cepa e apresentam um perfume muito suave. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são cristalizáveis para o preparo de doces. vitamina C. foliáceas. originária da Europa. purgativa (as raízes). caramelos e bolos. Acrescentar 1 colher das de chá de glicerina. ricos em húmus e úmidos. Estigma em gancho agudo. SINONÍMIA: Batata-diet. mistura bem e aplicar sobre a pele irritada. • Plantio: os propágulos são plantados em camalhões com 30 a 40cm de altura. saponosídeo.90m. na forma de salada. YACON NOME CIENTÍFICO: Polymnia sonchifolia Poep. afecções cutâneas (303). longipecioladas. sedativa e diurética. as caulinares deltóides. com as lígulas amarelas. com amido de arroz até obter uma pasta macia. O fruto é do tipo aquênio. ereta.4m de altura. • Decocção: ferver por 10 minutos 1 colher das de sopa de raiz em ¼ de litro de água. recurvados na parte superior. obtusas. palha. ramosas. • Propagação: tubérculos inteiros. polimorfa. invólucro com 5-6 sépalas.000 de altitude (383). Os capítulos são laxos. Atua como vomitiva (294). sendo que as interiores são lanceoladas e pilosas. fazer o tratamento com benlate a 0. com a parte superior do caule ligeiramente híspida. e mucilagem (294). Coar e misturar.40 x 0. • É planta ornamental. e são diuréticas. charnecas e bosques abertos. inflamações da garganta (257) e do ovário. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. verde-escuras. O suco coagula látex de plantas fornecedoras de borracha. ácido tânico (257). FITOQUÍMICA: Ácido salicílico. • Propagação: divisão de touceiras ou por estolões já enraizados. viola.1% e oxicloreto de cobre a 0. • Plantio: outono e primavera. relvados. Equador e Peru em altitudes de 900 a 2. nervosismo e depressão circulatória e respiratória. quando misturadas ao leite de cabra (257). resfriado. obovóide. Apresentam cor violácea intensa e são suavemente aromáticas. • A essência serve para perfumar doces. viola-roxa. TOXICOLOGIA: Altas doses do rizoma e sementes causam severas gastroenterites. rizomas pesando 60 a 80g e gemas axilares. As fibras dos caules são utilizados no ramo têxtil.8-2. violetaperfumada. verde em cima. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. crescendo em prados. As gemas devem ser enraizadas em vermiculita ou areia. laxativa (283). com o pecíolo alado e o limbo rubro-pardo. Pedúnculos glabros. violina.2m. • Máscara: ferver durante 10 minutos 2 colheres da de sopa de folhas e 4 colheres das de chá de flor em ½ litro de água. PARTES UTILIZADAS: Pétalas da flor. 30 a 40 dias após o transplante. É encontrada até 1. cicatrizante. tenuamente gríseo-tomentosa. pele irritada (294). robusta. Pode ser feita uma adubação em cobertura com nitrato de cálcio. Endl. INDICAÇÕES: Também utilizada para a bronquite. emética (raiz e folhas) (93). antigripal (435). polisperma. associados a 100g de fosfato natural. enquanto que as sementes são consumidas torradas. acaule. unilocular. Rizoma espesso. tônicas e afrodisíacas. • Adubação: 2. FITOLOGIA: Planta herbácea ou vivaz. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. FAMÍLIA BOTÂNICA: Violaceae. mas alguns cultivos são feitos a mais de 3. diaforética (32). FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae.400m (74). defluxos (283). SOLO: Prefere solos bem drenados. O infuso pode ser utilizado em compressas para escoriações. polínia. crenuladas. com 15cm de comprimento.3 x 0. as dos estolões do ano anterior reniformes. partindo de uma cepa. As folhas são radicais. face dorsal pálida. calmante. as inferiores profundamente lobadas. soltos. pubescente. depurativa (303). De 147kg de hastes são obtidas 900g de fibras limpas. Raízes nodosas. • Mulching: utilizar. após decocção são comestíveis e utilizadas como tempero. As raízes são utilizadas para as cólicas menstruais (303). SOLO: Prefere solos aerados. 1. vivazes. As folhas. folhas. corimbosospaniculados. por 1m de base . após o florescimento. respectivamente. (283). sendo cultivado na Colômbia.136 • • • • As folhas são consumidas. salicilato de metila. • Florescimento: inverno-primavera. • Adubação: 3 a 4kg/m2 de composto orgânico ou húmus de minhoca. Cápsula subglobosa. Coar e beber aos goles. os frutíferos deitados.750m. peitoral (257).0. 3-4mm de comprimento e disco com 16-18mm de diâmetro. violetacomum. violeta. Os rizomas e tubérculos podem ser plantados diretamente a campo. pubescente. Em regiões muito úmidas. Tomar 3 xícaras ao dia (32). gemas e rizomas. coqueluche. esbranquiçadas. afecções dos olhos e intoxicações. As sépalas são ovais-obtusas. antiespasmódica. preto. casca de arroz ou plástico preto sobre o solo. violeta-européia. VIOLETA-AFRICANA NOME CIENTÍFICO: Viola odorata L. na quantidade de 5g/planta. As flores são anticancerígenas (271). raízes e sementes. Cálice e corola com 5 sépalas e pétalas. As folhas são dispostas em roseta. Aplicam-se 40kg/ha de nitrogênio em duas aplicações (428). violácea. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Béquica e sudoríficas (flores). expectorante. HABITAT: Planta herbácea perene originária dos Andes. ovais-cordiformes ou reniformes. SINONÍMIA: Amor-perfeito. HABITAT: Espécie alóctone. ainda quente.5%.000kg/ha de 4-14-8 + Zn.

As flores são amareladas e as brácteas esverdeadas com as pontas cor-de-rosa. A planta é muito . originam estruturas de reservas de formato piriforme. Exala um aroma que lembra a sálvia e o alecrim.3 a 1.açúcares não assimiláveis pelo trato digestivo (272). SOLO: Prefere solos virgens. FITOQUÍMICA: Os rizomas produzem óleo essencial (1. zedoalactona A e B ( 412). em jejum. onde o clima é temperado e úmido. febrífuga. É indicada para estimular a digestão e regularizar o fígado (128). utiliza-se cinza de casca de arroz. as túberas devem ser lavadas. de manhã. Produção: 3. CLIMA: Cresce espontaneamente em altitudes das regiões tropicais. cineol. Pragas: a planta é altamente resistente às pragas. OUTRAS PROPRIEDADES • Estudos fitoquímicos demonstram a possibilidade de obtenção de frutanos . após 8 meses de cultivo. FORMAS DE USO • 3 a 6g/dia na forma de decôcto. oblongo-lanceoladas. aeruginosa RoxB. Também útil para o tratamento de distúrbios hepáticos (387). o qual emite outros rizomas secundários da grossura de um dedo. Florescimento: abril a maio. e nas condições do litoral Catarinense). existente nos tricomas foliares (199) e fitoalexinas (413). Tomar 2 a 3 colheres das de sopa ao dia (adultos) ou metade (crianças). crescendo a partir do rizoma antes das folhas. Períodos de estiagem retardam ou paralisam o crescimento da planta. digestiva e renal (128). em 10 dias (432). PARTES UTILIZADAS: Rizomas cilíndricos e os ovóides. • O tubérculo é rico em fibras indigestíveis (199). antioxidativa e antihepatotóxica (387). emenagoga.5m de altura. regulador das funções hepáticas.5% m/v) reduziu os níveis de açúcar no sangue de ratos diabéticos de 348 para 214mg/dl. e antes da principais refeições.8 x 0. onde cresce espontaneamente em florestas decíduas úmidas. que posteriormente dão origem à novas plantas. O pH do solo deve estar em torno de 6. O rizoma principal é cônico. podendo vir a deteriorar em 2 a 3 dias. acumula a inulina. A inflorescência é cilíndrica. com cerca de 5cm de comprimento. antidispéptica (387).4cm. Abafar por 15 minutos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Indicada para o tratamento do diabetes e do colesterol (428).000kg/ha de folhas secas (428) ou um peso médio por tubérculo de 100 a 500g e um rendimento por planta acima de 5kg (172).5%) composto principalmente de α-pineno.3cm de espessura e postas a desidratar em estufa de ar forçado a 45 a 50oC. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. retardam a rizomatização e dão origem à rizomas tortos e escabrosos. Coar. álcool sesquiterpênico e zingibereno. adubação orgânica e/ou areia. • O tubérculo tem sabor de pêra e melão. profundos. de mata. cólicas. • Propagação: pedaços de rizomas novos com 1 a 2 meristemas. Pós-colheita: as raízes são muito perecíveis em regiões com alta umidade relativa. Enraizar em areia. pó ou pílulas. • Adubação: 0. Para melhorar a aeração e a textura do solo. O yacon. problemas pulmonares e dermatoses (128). anti-reumática. D-canfeno. ou então os areno-argilosos. ⇒ Problemas pulmonares: 2 colheres das de sopa do pó ou fatias pequenas em 1 xícara das de chá de água. Abafar por 10 minutos. Deixar macerar por 5 dias. pois inibe a secreção ácida. Secagem: O conteúdo de frutanos tende a baixar consideravelmente com a esposição das túberas à radiação solar (429). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante aromático. • Plantio: outubro. FITOQUÍMICA: A maioria das raízes e tubérculos de armazenamento acumulam amido.5kg/planta de cama de aviário associada a 50g de superfosfato triplo. Em São Paulo obteve-se uma produtividade de até 100t/ha de túberas e 1. • Florescimento: março • Colheita dos rizomas: julho a agosto. tolera climas mais quentes. e as estações são bem definidas. mantida umedecida. por sua vez. afecções urinárias (271). com nervuras secundárias púrpuras ao longo da nervura mediana da face superior. Contém ainda guaieno. vômitos. INDICAÇÕES: Indicada para a prevenção e tratamento da úlcera gástrica. Para prolongar a conservação do material colhido. com 50-80cm. Consome-se também na forma de pó ou chips. FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberiaceae. com cerca de 1.0 a 1. originária da Índia. • Doença: Coletotrichum curcumis. Coar. Folhas inteiras. Tomar 1 a 2 xícaras ainda morno. vermífuga. que é uma forma de oligofrutano (131). hepatite. principalmente devido à presença de ácido ent-kaurenóico. • Infusão: ⇒ Problemas hepáticos: 1 colher das de café do pó ou três fatias pequenas em 1 xícara das de chá de água quente. curcumina. cortadas em fatias de 0. antes das principais refeições (para normalizar o colesterol) • Tintura: 1 colher das de sopa do pó em 100ml de álcool de cereal a 70 graus e 50ml de água. Sob fortes insolações a planta reduz o crescimento e ostenta uma coloração verde-pálido. A fratura do rizoma é compacta e córnea devido à goma de amido que se forma.137 • • • • • Desenvolvimento: a planta cresce cerca de 1m em quatro meses. Colheita: ocorre 10 a 12 meses após o plantio. mas não causticantes. 0. bem drenados e soltos.5kg/planta (sem adubação ou preparo de camalhões. tosse. Juntar 2 colheres das de sopa de mel. sequiosa por chuva. OUTRAS PROPRIEDADES • • ZEDOÁRIA NOME CIENTÍFICO: Curcuma zedoaria [Berg] Roscoe ou C. resfriados. FARMACOLOGIA: O extrato aquoso das folhas (infusão. Por ser uma planta rústica. antes das principais refeições. Tomar 1 colher das de café diluído em um pouco de água. distúrbios menstruais e gastrintestinais (412). amido e resina (128). HABITAT: Espécie alóctone. sendo bastante consumida no oriente na forma in natura. restauradora e antiflatulenta (1). TOXICOLOGIA: Mulheres que se encontram nos três primeiros meses de gravidez não devem ingerir a zedoária.5. hipocolesterolêmica. FARMACOLOGIA: Colerética. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. Estes. no entanto. estomáquica. D-borneol. antiasmática. • Pó: 1 colher das de sobremesa do pó diluído em água ou suco. Coar. Solos compactos ou pesados. Dcânfora. tuberoso.

. pungente. Tanto o rizoma quanto o produto processado são fotossensíveis. É cultivada também como ornamental. É especialmente utilizada na indústria de essências ou aromas para bebidas. que após ser seco e moído dá origem a uma farinha aromática de cor creme clara. Pode ser utilizada em cosmética e culinária (387). O sabor é amargo. Possui um odor agradável que lembra a cânfora e o alecrim.138 • • • • • • • O corte transversal do rizoma aduz uma coloração azulada. quente e suavemente canforáceo.

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GLOSSÁRIO
Abscesso: Inchação causada por formação de pus ou acúmulo deste numa cavidade. Adenite: Inflamação das glândulas. Adstringente: Agente que diminui ou impede a secreção ou absorção causando sensação de secura e aspereza na boca. Afecção: Doença. Agrologia: Fitotécnica ou técnica de cultivo das plantas.Ex.: Hidroponia. Alcalinizante: Neutraliza os ácidos. Alergênica: Causadora de alergias. Alóctone: Que não é nativa do país; exótica. Amenorréia: Ausência de menstruação. Ancilose: Diminuição ou privação do movimento numa articulação. Ancilostomíase: Verminose intestinal. Aneurisma: Tumor formado no trajeto de uma artéria. Angina: Inflamação intensa das mucosas da face, laringe e traquéia. Antiemético: Que previne vômito. Anti-herpético: Indicado no tratamento do herpes. Antilítico: Dissolve os cálculos. Aperiente: Que estimula o apetite. Aquênio: Fruto simples provido de uma só semente ligada ao pericarpo num só ponto.Característico da família das compostas, mas encontrado em outras. Astenia: Debilidade geral do corpo. Atonia: Diminuição ou ausência de tensão muscular. Autóctone: Nativa do país. Bacteriostático: Antisséptico, que impede o desenvolvimento de bactérias. Baga: Fruto simples carnudo, frequentemente com várias sementes. Bainha: Prolongamento do pecíolo ou do limbo da folha que envolve o caule até ao nó de inserção. Balsâmica: Que possui perfume comparado ao bálsamo: que conforta. Basilar: No sentido anatómico, órgão que está inserido na base ou próximo. Béquica: Que tem efeito contra a tosse. Bienal: Diz-se de um vegetal que normalmente necessita de dois anos para realizar o seu ciclo vegetativo.Primeiro ano: nascimento e crescimento; segundo ano: frutificação e morte. Bífido: Dividido em duas partes por uma fenda bastante profunda. Bolbo: Dilatação na base de uma planta formada por folhas ou escamas repletas de reservas nutritivas. Bráctea: Folha modificada, muito pequena e de coloração viva, em cuja axila nasce uma flor ou uma inflorescência. Bulbo: Caule subterrâneo ou aéreo, cuja parte inferior termina por grande gema mais ou menos compacta, suculenta, formada por escamas ou porções achatadas sobre um eixo muito curto.Ex.: Cebola. Caduca: Diz-se geralmente da folhagem, mas também das peças florais que caem ao terminar as suas funções, por oposição às persistentes. Cálice: O mais externo dos invólucros florais. Calículo: Conjunto de brácteas na base de um cálice ou de um capítulo com o aspecto de pequenas sépalas, constituindo uma espécie de cálice suplementar mais externo. Caloso: Que apresenta calosidades, ou sejam dilatações localizadas, separadas umas das outras por pequenas depressões. Canelado: Caracterizado pela presença de saliências paralelas, separadas por sulcos regulares. Capítulo: Inflorescência indefinida constituída por flores sésseis, muito próximas uma das outras, diretamente inseridas numa dilatação do caule. Cápsula: Fruto seco formado por um certo número de cavidades interiores que se abrem para liberar as sementes. Carcinoma: Tumor maligno constituído por células epiteliais. Cardialgia: Dor aguda no coração. Carena: Pétala de flor com forma de quilha de navio. Caulescente: Provido de um caule aéreo bem visível, em contraposição a acaule. Caulinar: Que tem relação com caule aéreo. Caulinar: Que tem relação com caule aéreo. Ciliado: Portador de cilios. Cladódio: Orgão com função e aparência de uma folha, mas que é um ramo curto e achatado. Colagoga: Que facilita a secreção da bilis. Colerética: Que aumenta a produção de bilis. Colite: Inflamação do intestino grosso. Colmo: Caule aéreo nodoso e oco, exceto nos nós. Colo: Região de transição entre o caule e a raiz. Cordial: Que tem efeito favorável para o coração. Coriáceo: Que tem consistência áspera, lembrando a do couro. Corimbo: Inflorescência com pedicelos desiguais, permitindo que as flores fiquem todas à mesma altura. Cosmopolita: Largamente distribuído sobre o globo terrestre. Crenada: Folha com recorte arredondado no bordo. Cuneiforme: Diz-se de todos os órgãos com a forma de cunha. Decorrente: Limbo de uma folha ou de um pecíolo cuja base se prolonga pelo pecíolo e pelo caule, tornando-se alado. Deprimido: Achatado. Dermatose: Nome genérico para doenças da pele. Detersivo: Que serve para limpar feridas e chagas (purificador). Diaforético: Que provoca e favorece a sudorese (transpiração). Diaquénio: Aquênios germinados e suportados por um pedúnculo comum bifurcado na extremidade. Digitada: Com a forma de uma mão. Dióica: Planta que apresenta os sexos separados em indivíduos distintos. Disfunção: Disturbio. Dismenorréia: Menstruação difícil e dolorosa (cólicas). Dispepsia: Dificuldade de digerir. Dispnéia: Dificuldade de respirar. Dístico: Aplica-se a todos os órgãos vegetais dispostos ou ordenados em ambos os lados de um eixo comum ou em duas filas regulares. Drupa: Fruto carnudo cuja semente está encerrada num invólucro consideravelmente lenhificado e resistente chamado caroço. Edema: Acúmulo patológico de líquido proveniente do sangue. Emenagoga: Que faz vir a menstruação. Emético: Que provoca vômito. Emoliente: Medicamento que alivia as dores de uma superfície interna e irritada. Enterite: Inflamação intestinal. Epistaxe: Derramamento de sangue pelas fossas nasais. Epitelioma: Tumor epitelial. Escapo: Pedúnculo sem folhas que parte de um boldo, etc. Escorpióide: Em forma de cauda de escopião. Escudo: Gema destacada do seu suporte com um fragmento de casca para efeitos de enxertia de borbulha. Espadice: Inflorescência em espiga com o eixo carnudo e que está envolvida por uma grande bráctea. Espasmolítico: Antiespasmódico. Espiciforme: Cujo aspecto exterior se assemelha a uma espiga. Esquizocarpo: Fruto simples, seco, de ovário pluricarpelar. Estomatite: Inflamação da mucosa da boca. Eupéptico: Estomáquico. Febrífugo: Combate a febre. Filiforme: Fino e comprido como um fio. Fistuloso: Que tem canal interior. Fitologia: O mesmo que botânica. Fitoquímico: Química vegetal.Ex.: Curcumina, rutina, etc.

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Fitoterapia: Tratamento das doenças com emprego de remédios de origem vegetal, isto é, por meio de drogas vegetais secas ou partes vegetais recém-colhidas e seus extratos naturais. Foliáceo: Que tem forma e a função de uma folha. Folículo: Fruto seco deiscente que que se abre na maturação por uma única fenda longitudinal. Folíolo: Divisão de uma folha composta. Fusiforme: Em forma de fuso, dilatado na parte média e afilado nas duas extremidades. Galactagogo: Agente que provoca ou aumenta a secreção do leite. Gastrite: Inflamação do estômago. Gavinha: Ramos com folhas muito pequenas como as da vinha. Gema: Formação vegetal que contém um esboço de um ramo floral. Geminados: Órgãos agrupados dois a dois, sem serem opostos, constituindo um par. Gengivite: Inflamação das gengivas. Glabro: Orgão vegetal desprovido de pelos. Glauco: de cor verde-clara. Habitat: Características ecológicas do lugar específico habitado pela planta.Ex: Ruderal, aquática, altitude, etc. Hemostático: Agente que auxilia no controle de hemorragias. Hepático: Estimula e protege as funções do fígado. Hepatite: Inflamação do fígado. Herbáceo: Que tem a consistência e o porte de erva. Hermafrodita: Diz-se de uma flor que tem órgãos de ambos os sexos. Híbrido: Exemplar proveniente do cruzamento de espécies. Imparipenada: Folha composta com número ímpar de folíolos. Impingem: Moléstia de pele, contagiosa, aguda, caracterizada pela formação de vesículas. Inapetência: Falta de apetite. Indeiscente: Diz-se de um fruto que não se abre na maturação. Inflorescência: Modo de disposição das flores sobre o caule. Invólucro: Coroa de brácteas livres ou aderentes. Labelo: Pétala interna, maior e mais vistosa da flor das Orquidáceas. Labiado: Com a forma de um lábio. Lanceolada: Folha em forma de lança. Látex: Produto da excreção de certos vegetais nas zonas dilaceradas. Lentícula: Pequena abertura no tecido suberoso da casca das árvores para permitir a circulação do ar. Lígula: Pequena lingueta membranosa, geralmente incolor. Limbo: Porção laminar, ampliada, dos órgãos foliáceos. Lirada: Diz-se de uma folha com recortes profundos, constituindo lóbulos progressivamente maiores à medida que se aproximam da extremidade superior do limbo. Litíase: Formação de cálculos nas vias biliares ou urinária. Lóculo: Divisão da cavidade interna do ovário, da antera ou do fruto. Margem: Bordo de um órgão. Melífera: Diz-se de uma flor que produz néctar. Monóico: Diz-se de um vegetal com flores unissexuais. Monospérmico: Diz-se de um fruto com uma só semente ou um pistilo com um só óvulo. Mucilagem: Substância amorfa de natureza polissacarídica que, na presença de água, origina soluções viscosas e não-adesivas. Mucronado: Que apresenta uma pequena ponta terminal. Nefrite: Inflamação dos rins. Nervura: Prolongamento dos vasos condutores da seiva proveniente do caule. Nevralgia: Dor no trajeto de um nervo. Nitrófila: Planta exigente em nitrogênio ou matéria orgânica humificada. Oblongo: Mais comprido do que largo e arredondado nas extremidades. Obovado: Que tem a forma de ovo invertido. Ócrea: Espécie de pequena bainha que, partindo da base do pecíolo, rodeia o caule. Óleo essencial: Óleo volátil de composição complexa, responsável pelo aroma das flores e outras partes vegetais (plantas aromáticas). Otite: Infecção de ouvido. Palmada: Recortada em vários segmentos divergentes, dispostos como os dedos de uma mão aberta. Palmatífida: Folha cujas divisões se prolongam até o meio do limbo. Papila: Nome dado a pequenas saliências distribuídas pela superfície de um órgão. Parênquima: Tecido vegetal com células vivas e paredes celulósicas. Pecíolo: A parte da folha que suporta o limbo. Pedúnculo: Pequena ramificação do caule que suporta uma flor. Peitoral: Que tem ação terapêutica nos pulmões. Perene: Diz-se de um vegetal cuja parte aérea subsiste vários anos (árvores).Ex: Alecrim, Espinheira-santa, etc. Periforme: Em forma de pêra. Pistilada: Diz-se de uma flor que apenas possui órgãos femininos. Plântula: Embrião da planta contido na semente ou acabado de germinar. Princípio ativo: Composto químico encontrado na planta medicinal, responsável pelo seu poder terapêutico. Prostatite: Inflamação da próstata. Pubescente: Coberto de pêlos curtos e macios. Radicante: Que produz raízes. Radicela: Raiz secundária muito fina. Radícula: Parte do embrião de uma semente que, após a germinação,dará a raiz. Reniforme: Em forma de rim. Resolutiva: Que cura uma inflamação sem dor nem supuração. Reticulado: Marcado por nervuras que se entrecruzam em todos os sentidos. Reumatismo: Inflamação dolorosa nos músculos e articulações. Rinite: Inflamação da mucosa nasal. Rizoma: Caule subterrâneo com folhas escamiformes e frequentemente substâncias de reserva. Rizomatosa: Planta que apresenta rizoma (caule subterrâneo ou rastejante, que espalha raízes para a terra e folhas para cima). Rubefaciente: Que provoca vermelhidão. Ruderal: Diz-se das plantas que habitam as cercanias das habitações humanas. Seiva: Líquido nutritivo que circula no vegetal. Sépala: Peça do cálice, primeiro invólucro floral. Séssil: Orgão vegetal desprovido de pedúnculo. Sialagogo: Que provoca a salivação. Sinonímia: Nomes populares das plantas (sinônimos). Ex.: Cúrcuma - açafrão da terra. Subespontânea: Diz-se da planta que foi introduzida em uma região que não é de sua origem, adaptando-se tão bem como se fosse nativa. Sudorífero: Provoca transpiração. Teratogênese: Anormalidades do feto. Toxicologia: Tratado dos tóxicos.Ex.: Hipotensora, alergênica, etc. Vermifugo: Expulsa ou destrói os vermes. Vesicatória: Substância que produz vesículas. Vulnerária: Medicamento que se aplica as pessoas feridas ou que sofreram queda.

BIBLIOGRAFIA CITADA
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