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GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO DESENVOLVIMENTO RURAL EMPRESA CATARINENSE DE PESQUISA AGROPECUÁRIA E EXTENSÃO RURAL DE SANTA CATARINA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE ITAJAÍ ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITAJAÍ

PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS
Antônio Amauri Silva Júnior

PROMED – Projeto Plantas Medicinais

Estação Experimental de Itajaí Rodovia Antônio Heil, Km 06, C.P. 277 Fone: (047) 346-5244, Fax: (047) 346-5255 88.301-970 Itajaí – SC - Brasil

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INDICE
PROMED – Projeto Plantas Medicinais......................................................................................................................................1 AÇAFRÃO-DA-ÍNDIA.................................................6 ACARIÇOBA................................................................7 ACARIÇOBA-MIÚDA..................................................7 AGRIÃO-DO-BREJO....................................................7 AGUAPÉ........................................................................8 AGUAPÉ........................................................................8 AIPO...............................................................................8 ALCACHOFRA.............................................................9 ALECRIM....................................................................10 ALFACE-D’ÁGUA.....................................................11 ALFAVACA-ANISADA.............................................12 ALFAVACA-CHINESA..............................................13 ALFAVACA-DA-HORTA..........................................13 ALFAVACA-DO-MATO............................................14 ALFAZEMA................................................................14 AMBROSIA.................................................................15 AMORA-PRETA.........................................................16 AMORA-DO-MATO...................................................16 ANDRADE..................................................................16 ANIL............................................................................17 ARNICA-DO-MATO..................................................17 ARNICA-DO-CAMPO................................................18 ARRUDA.....................................................................18 ARTEMÍSIA................................................................19 ARTEMÍSIA-ROMANA.............................................20 ASSA-PEIXE...............................................................20 AVELOZ......................................................................21 AVENCA.....................................................................22 AZEDINHA-DA-HORTA...........................................22 BABOSA-DE-BOTICA...............................................23 BABOSA-DE-PAU......................................................24 BABOSA-DE-SOCOTRA...........................................25 BABOSA......................................................................25 BABOSA......................................................................25 BALIERA.....................................................................25 BÁLSAMO-ALEMÃO................................................26 BÁLSAMO-BRANCO................................................26 BALSAMINA..............................................................26 BARBA-DE-VELHO...................................................27 BARDANA..................................................................27 BEIJO-DE-FRADE......................................................28 BELDROEGA..............................................................29 BOLDÃO.....................................................................30 BOLDO-CIDREIRA....................................................30 BOLDO-DO-REINO ...................................................30 BOLSA-DE-PASTOR..................................................31 BORRAGEM...............................................................32 BUCHA........................................................................32 BUVA...........................................................................33 BUXO...........................................................................33 CABAÇA.....................................................................33 CABACINHO-DO-NORTE........................................34 CÁLAMO-AROMÁTICO...........................................34 CALÊNDULA..............................................................35 CAMAPU.....................................................................36 CAMOMILA................................................................36 CAMOMILA-RAULIVEIRA......................................38 CANA-DE-MACACO.................................................38 CANA-DO-BREJO......................................................39 CANA-DE-MACACO.................................................39 CANAMBAIA.............................................................40

3 CANELA-CHEIROSA................................................40 CANFRINHO...............................................................41 CAPIM-LIMÃO...........................................................41 CAPUCHINHA............................................................42 CARAJURÚ.................................................................43 CARDO-DE-SANTA-MARIA....................................43 CARQUEJA.................................................................44 CARQUEJA.................................................................45 CARQUEJA.................................................................45 CARURÚ-DA-ANGOLA............................................46 CARVALHO-EUROPEU............................................46 CATINGA-DE-MULATA...........................................46 CAVALINHA..............................................................47 CELIDÔNIA................................................................47 CENTELHA.................................................................48 CHAPÉU-DE-COURO................................................49 CHAPÉU-DE-COURO................................................49 CIDRÃO.......................................................................50 CIDREIRA...................................................................51 CINAMOMO...............................................................51 CINERÁRIA................................................................52 CIPÓ-CABELUDO......................................................52 CIPÓ-CHUMBO..........................................................53 CIPÓ-MIL-HOMENS..................................................53 CITRONELA...............................................................54 COENTRO...................................................................54 COLÔNIA....................................................................55 CONFREI.....................................................................56 CORDÃO-DE-FRADE................................................57 CORONHA..................................................................57 DENTE-DE-LEÃO......................................................58 DOIS-AMORES...........................................................59 ELIXIR-PAREGÓRICO..............................................59 EMBAÚBA..................................................................60 ENDRO........................................................................60 ERVA-CIÁTICA..........................................................61 ERVA-CIDREIRA.......................................................61 ERVA-DE-BICHO.......................................................62 ERVA-DE-BICHO.......................................................63 ERVA-DE-COLÉGIO..................................................64 ERVA-DE-PASSARINHO..........................................64 ERVA-SANTA............................................................65 ERVA-DE-SANTA-MARIA.......................................65 ERVA-LANCETA.......................................................66 ERVA-TOSTÃO..........................................................67 ESPINHEIRA-SANTA................................................67 ESQUELETO...............................................................68 ESTÉVIA.....................................................................69 ESTRAGÃO.................................................................70 FÁFIA..........................................................................70 FEDEGOSO.................................................................71 FEL-DE-ÍNDIO............................................................71 FIGO-DA-ÍNDIA.........................................................72 FORTUNA...................................................................73 FUNCHO......................................................................73 GELOL.........................................................................75 GENGIBRE..................................................................75 GERVÃO-ROXO.........................................................76 GRANDIÚVA..............................................................76 GUAÇATONGA..........................................................77 GUACO........................................................................78 GUINÉ..........................................................................79 HORTELÃ-BRANCA.................................................80 HORTELÃ-COMUM..................................................81 HORTELÃ-DO-MATO...............................................81

4 HORTELÃ-SILVESTRE.............................................82 HORTELÃ-VERDE.....................................................82 HORTELÃ-VIQUE......................................................82 INCENSO.....................................................................83 INSULINA...................................................................83 IPÊ-ROXO...................................................................84 JACATUPÉ..................................................................85 JALAPA.......................................................................85 JAMBUAÇÚ................................................................86 JOÁ-DE-CAPOTE.......................................................86 JOÃO-GOMES............................................................87 JURUBEBA.................................................................88 JURUBEBA.................................................................88 LÁGRIMA-DE-NOSSA-SENHORA..........................89 LINÁRIA......................................................................89 LÍNGUA-DE-VACA...................................................90 LÍRIO-DO-BREJO.......................................................90 LOSNA.........................................................................91 LOURO........................................................................92 MALVA-CHEIROSA..................................................93 MALVA-COMUM......................................................93 MALVA-CRESPA.......................................................94 MALVA-DE-BOTICA................................................94 MALVAÍSCO..............................................................95 MAMÃOZINHO-DO-MATO......................................95 MANJERICÃO............................................................95 MANJERONA.............................................................96 MARACUTANGO......................................................96 MARCELA-DO-CAMPO............................................97 MARGARIDÃO-AMARELO.....................................97 MARIA-PRETA...........................................................98 MASTRUÇO................................................................99 MELANCIA-DA-PRAIA............................................99 MELÃO-DE-SÃO-CAETANO...................................99 MELHORAL..............................................................101 MENTRASTO............................................................102 MIL-FOLHAS............................................................103 MIMO-DE-VÊNUS...................................................104 MIRRA.......................................................................104 MURTA-DE-CHEIRO...............................................105 MUSSAMBÊ..............................................................105 OFICIAL-DA-SALA.................................................105 ORA-PRO-NOBIS-GRANDE...................................106 ORA-PRO-NOBIS-MIÚDA......................................106 ORÉGANO................................................................107 ORIZA........................................................................107 PARIPAROBA...........................................................108 PATA-DE-VACA......................................................109 PEGA-PEGA..............................................................109 PEIXINHO.................................................................110 PENICILINA..............................................................110 PERIQUITINHO........................................................110 PERPÉTUA................................................................111 PICÃO-PRETO..........................................................111 PINHÃO-BRANCO...................................................112 PINHÃO-ROXO........................................................113 PIXIRICA...................................................................113 POEJO-DA-HORTA..................................................114 PRESUNTO-COM-OVOS.........................................115 QUEBRA-PEDRAS...................................................115 QUEBRA-PEDRAS...................................................116 QUEBRA-PEDRAS...................................................116 QUITOCO..................................................................117 RAIZ-FORTE.............................................................117 ROSA-DE-PORCELANA.........................................117

5 RUBIM.......................................................................118 SABUGUEIRO..........................................................118 SABUGUEIRO..........................................................119 SAIÃO........................................................................119 SALSAPARRILHA...................................................120 SÁLVIA.....................................................................120 SÁLVIA-DO-RIO-GRANDE....................................122 SEGURELHA............................................................122 SELAGINELA...........................................................123 SENE..........................................................................123 SENSITIVA...............................................................124 SERPILHO.................................................................124 SETE-SANGRIAS.....................................................125 SUMARÉ-DA-PRAIA...............................................125 SUMARÉ-DO-MATO...............................................125 SURUCUÍNA.............................................................126 TABOA......................................................................126 TAJUJÁ......................................................................127 TANCHAGEM-MAIOR............................................127 TINGE-OVOS............................................................129 TIRIRICA...................................................................129 TOMILHO..................................................................130 URTIGA.....................................................................130 URUCUM..................................................................131 VALERIANA.............................................................132 VASSOURINHA.......................................................133 VASSOURINHA-DE-BOTÃO..................................133 VERBASCO...............................................................134 VERBENA.................................................................134 VETIVER...................................................................135 VINAGREIRA...........................................................135 VIOLETA-AFRICANA.............................................136 YACON......................................................................136 ZEDOÁRIA................................................................137 GLOSSÁRIO..............................................................139 BIBLIOGRAFIA CITADA........................................141

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AÇAFRÃO-DA-ÍNDIA
NOME CIENTÍFICO: Curcuma longa L. FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberiaceae. SINONÍMIA: Açafrão-da-terra, açafroeiro-da-índia, cúrcuma, curcumã, batatinha-amarela, gengibre-dourada, mangarataia. HABITAT: Espécie tropical alóctone, originária da Índia e da ilha de Java onde ocorre em campinas de montanha, e introduzida há alguns séculos no Brasil, crescendo subespontaneamente em áreas aluviais e ruderais. FITOLOGIA: Planta herbácea, rizomatosa, de vegetação anual e rizomas perenes. Cresce cerca de 1,30m. As folhas são grandes, 30 a 40cm de comprimento por 15 a 20cm de largura, glabras, com pecíolo tão comprido quanto o limbo. São oblongo-lanceoladas, reunidas na base, acuminada no ápice, oblíquo-nervadas e emanam um perfume agradável, quando amassadas. No inverno catarinense, as folhas secam totalmente e os rizomas voltam a brotar na primavera. O rizoma principal é robusto, com 10 a 12cm de comprimento por 2,0 a 3,0cm de espessura, piriforme, ovóide, carnudo, com ramificações rizomatosas sésseis secundárias laterais com cerca de 1cm de diâmetro, compridas, também tuberizadas, porém mais finas e menos carnudas, cilíndricas. A película externa dos rizomas secundários pode ser cor de palha ou acizentados, porém internamente apresentam forte coloração laranja. Ainda na superfície aparecem marcas circulares a intervalos de 2 a 4cm, resultado das cicatrizes deixadas pelas raízes caducas. A raiz principal tuberosa emite muitas raízes laterais, algumas das quais emitem folhas e podem dar origem a outra planta independente. A senescência das folhas, que culmina no inverno, é decorrente da retranslocação de nutrientes para os rizomas. Inflorescência cilíndrica ou longo-ovóide, com cerca de 12 a 15cm de comprimento e 4 a 6cm de diâmetro. As brácteas são membranosas, lanceoladas-obtusas, cor esbranquiçada ou esverdeada. As flores são amareladas, com cálice tubular, longo-pedunculadas, dispostas em espigas compridas, com brácteas côncavas verde-pálidas, sendo que as superiores com uma mancha rósea . O fruto é uma cápsula bivalve, 3-locular. SOLO: Prefere solos virgens, de mata, ou então os areno-argilosos, profundos, bem drenados e soltos. O pH do solo deve estar em torno de 6,5. Solos compactos ou pesados, retardam a rizomatização e dão origem à rizomas tortos e escabrosos. Para melhorar a aeração e a textura do solo, utiliza-se cinza de casca de arroz, adubação orgânica e/ou areia. CLIMA: Cresce espontaneamente em altitudes das regiões tropicais, onde o clima é temperado e úmido, e as estações são bem definidas. Por ser uma planta rústica, tolera climas mais quentes, mas não causticantes. Sob fortes insolações a planta reduz o crescimento e ostenta uma coloração verde-pálido. A planta é muito sequiosa por chuva. Períodos de estiagem retardam ou paralisam o crescimento da planta. AGROLOGIA • Espaçamento: 1,20 x 0,5m. • Propagação: rizomas novos, plantados inteiros ou em segmentos com pelo menos dois meristemas. Uma planta matriz gera cerca de 10 rizomas-semente. A brotação dos rizomas para plantio inicia em setembro. • Substrato: a muda pode ser produzida em areia, vermiculita ou outro material poroso. Manter o substrato úmido. O plantio direto do rizoma a campo resulta em atraso na emergência e desuniformidade no estande. • Aclimatação: cobre-se o viveiro de mudas com sombrite 50%. • Plantio: outubro. O tranplante é feito quando a muda atinge 20 a 25cm de altura.


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Nutrição: a planta é nitrófila, sendo que os sintomas de deficiência de nitrogênio podem aparecer a partir do terceiro mês após o cultivo. Doença: o fungo da antracnose (Colletotrichum curcuma) causa lesões necróticas nas folhas, iniciando pelas mais velhas. Colheita: inicia após o secamento das folhas, ou seja, 9 a 10 meses de ciclo. Normalmente ocorre em meados de julho, coincidindo com a senescência completa da parte aérea. A retirada dos rizomas do solo deve ser cuidadosa a fim de se evitar cortes e rompimento excessivo do rizoma. Rizomas colhidos tardiamente tornam-se duros e fibrosos. Rendimento: 1,1kg de rizomas por planta. Em cultivos comerciais bem conduzidos, é possível obter-se até 9t/ha de rizomas (182). Pós-colheita: os rizomas velhos são utilizados para novo plantio. Os novos são lavados em água potável, são retiradas as raízes laterais, cortados em rodelas, desidratados e moídos. O pó deve ser conservado prerencialmente em recipientes de vidro escuro, para evitar a degradação (fotólise) dos pigmentos e metabólitos aromáticos.

PARTES UTILIZADAS: Rizomas ovóides e os cilíndricos. FITOQUÍMICA: Curcumina, cineol, felandreno e corantes naturais (93). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É colerética (133), colagoga, hipoglicemiante (261), resolutiva, diurética, excitante, cordial, estomáquica, antidiarréica, antiescorbútica, antiespasmódica, emenagoga (445), litotríptica, cicatrizante de feridas (93) e antioxidante. INDICAÇÕES: Indicada para amenorréia, dismenorréia, distensões abdominais e peitorais, reumatalgias (445), hepatite, sarampo, má circulação, hematêmese, epistaxia e hematuria. Micoses de pele podem ser combatidas esfregando-se o rizoma sobre a parte afetada (1) FORMAS DE USO • Geral: 3 a 9g/xícara, em decocção (445). • Infusão: 1 colher das de café de cúrcuma em pó em 1 xícara das de chá de água quente. Abafar e filtrar. Tomar 2 vezes ao dia. • Corante: adicionar 20g do açafrão em pó em 100ml de água filtrada ou destilada. Agitar e deixar sedimentar. Eliminar a água. Repetir por três vezes. Secar em estufa ou em forno o sedimento final, não passando de 100 oC. Após seco, o pó é macerado em álcool de cereais por 7 dias. Filtrar e usar a solução para colorir alimentos e bebidas (294). TOXICOLOGIA: Em doses altas pode causar embriaguez, sono e delírio (93). OUTRAS PROPRIEDADES • O sabor é levemente pungente e amargo. Ao ser cozido, os rizomas exalam um forte aroma que lembra casca descascada de laranja doce e gengibre. • É utilizada em culinária e na indústria alimentícia como condimento, corante natural e aromatizante. • É o principal componente do “curry”- condimento indiano. • Os corantes naturais são utilizados em tinturaria e para colorir ungüentos e óleos medicinais. • Os rizomas são comestíveis e fornecem fécula comparável à da araruta e da mandioca. • Ao ser desidratada e moída, o pó da cúrcuma não deve ser armazenado em recipientes plásticos, sobretudo sacos plásticos, pois os princípios ativos reagem com o material, o qual adquire consistência pegajosa.

ascendente. As plantas são bem mais precoces e apresentam um sabor agradável. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. de preferência em solo arenoso. orbiculares peltadas. suco ou in natura. multi-anual. Folhas pecioladas. CLIMA: A planta é nativa de regiões de clima ameno. Preparada em pasta.30 x 0. perene. glabra. morféia e afecções tuberculosas (93). • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. dispostas em umbelas irregulares. pinatisectas com 11 a 15 folíolos opostos. • Propagação: segmentos nodais. Também indicada para o tratamento de erisipelas. margem denteada. e ápice acuminado. na forma de saladas. As flores são brancas ou amarelopálidas. HABITAT: Espécie autóctone que medra em terrenos uliginosos. ACARIÇOBA NOME CIENTÍFICO: Hydrocotyle bonariensis Lam. terrenos sombrios e várzeas úmidas. tornando-se muito fibrosa e com desenvolvimento deficientes sob altas temperaturas. reniformes. FITOLOGIA: Planta herbácea. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A raiz é diurética e desobstruente do fígado. peitoral e antisséptica das vias respiratórias. diurética. Fruto elíptico e achatado. Também indicada para o tratamento de erisipelas. • Hidroponia: a planta é altamente produtiva através do sistema hidropônico. com os nós radicantes. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. • Aclimatação: as mudas produzidas por estacas devem ser sombreadas até o seu pleno enraizamento. • Propagação: sementes e estacas radicantes. É espécie pioneira de restinga litorânea. Encontra-se na natureza associada à Sporobulus ou Iresine portulacoides e Paspalum vaginatum (259). enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. e Schl. 242). Folhas longo-pecioladas. subcilíndrico. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática. Pode-se plantar o ano todo e m regiões cujo inverno não é muito rigoroso. • Propagação: sementes e segmentos do rizoma. prostrada e rizomatosa. anti-hidrópica e emética em doses mínimas (93). purgativa (257). dunas. • Produtividade: 300t/ha. SOLO: A planta é encontrada em solos arenosos. flexuosa de caule verde-avermelhado. serve como masticatório (283). As folhas. oco. ricos em matéria orgânica humosa. SOLO: Desenvolve-se bem em solos úmidos ou até mesmo os uliginosos. FITOLOGIA: Erva de caule rasteiro. obovados a oblongos. • Plantio: outono e primavera. Peciolulo anguloso. AGRIÃO-DO-BREJO NOME CIENTÍFICO: Nasturtium siifolium R. à beira de charcos. escrófulas. estipuladas. pequenas. numerosas. sésseis. com a formação de folhas maiores. As flores são brancas. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. SOLO: Prefere solos úmidos a encharcados.Br. INDICAÇÕES: O suco da planta combate sardas e outras manchas dérmicas (257). com 30 a 40cm de altura. palmadas. serve como masticatório (283). crenadas. glabras. aperiente. ACARIÇOBA-MIÚDA NOME CIENTÍFICO: Hydrocotyle leucocephala Cham. paludosa. um pouco pilosa. lagoas e várzeas úmidas do sul do Brasil. axilares e irregulares. desobstruente do fígado e dos rins. pequenas. de caule delgado. precoces e suculentas. INDICAÇÕES: O suco da planta combate sardas e outras manchas dérmicas (257). com pintas ou manchas castanho-avermelhadas dispostas notadamente na base do folíolo. pouco pilosas. ocorrendo ao longo de todo o litoral. CLIMA: Espécie de clima tropical a subtropical. medindo 20 a 30cm de altura e 4 a 6cm de diâmetro. pubescentes. luzidios.3 x 0.3 x 0. erva-capitão-da-miúda. diariamente irrigada. É heliófita e higrófita.30m.3m.20m. em altas doses são tóxicas (93. para facilitar a colheita de rizomas de melhor qualidade. . Preparada em pasta. • Irrigação: fornecimento regular de água à planta assegura a obtenção de plantas viçosas. em hidroponia. fibrosas e manchadas. sífilis. FAMÍLIA BOTÂNICA: Brassicaceae. uliginosos e ácidos. • Plantio: é feito diretamente a campo. É umbrófita. Em quantidades maiores passa a ser emética (93). • Colheita: inicia dois meses após o plantio. O enraizamento pode ser feito em areia. • Plantio: o ano todo. orelha-de-onçarasteira. praias. FORMAS DE USO: Xarope. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Podem ser feitas até 6 colheitas ao ano. compostas. Folhas alternas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. dispostas em umbelas simples com 20 a 30 flores.7 CLIMA: Prefere regiões de clima tropical e subtropical. emética. longo-pedunculadas. com 15 a 20 nervuras radiadas. As sementes podem ser postas a germinar em substrato organo-mineral. crenadas. FITOLOGIA: Planta herbácea. sífilis. originando folhas amareladas. escrófulas. vegetando em áreas alagadas. SINONÍMIA: Cicuta-falsa. as vezes glabra. glabros. TOXICOLOGIA: Não deve ser utilizadas pelas gestantes (257). morféia e afecções tuberculosas (93). podendo extender-se ao longo da nervura principal. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. mais saudáveis e suculentas. discretamente sulcado longitudinalmente. Solos secos retardam o crescimento e afetam a qualidade da planta. grossas. pequena. base obtusa. OUTRAS PROPRIEDADES: O rizoma branco tem aroma e sabor de salsa. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Béquica. SINONÍMIA: Erva-capitão.

aguapé-decordão. verdes. cilíndricos. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. orelha-de-veado. pavoã. e Apium graveolens L. suculenta. medindo 20 a 25cm de altura. murere. • Consórcio: Pistia stratiotes. podendo medir 4 a 10cm de comprimento. muriru. verde- . com um pH até 4. contendo sementes subcilíndricas. atingindo 60cm de altura. ondulado e um pouco acuminado. baroneza. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. SINONÍMIA: Aipo-d'água. glabros. Toleram águas salgadas por curtos períodos. ETNOTERAPÊUTICAS: Sedante e INDICAÇÕES: A decocção ou a maceração das folhas em água é utilizada para combater a hepatite. cortinas e outros artesanatos trançados • Indicada como adubo verde pois os minerais da planta. Filódios sésseis ou peciolados. cheio de parênquima esponjoso que determina a flutuação. O rápido crescimento e disseminação pode constituir-se em obstáculo à navegação. murerê. que são colocados diretamente na água. As flores são violáceas. camalote. colhereira. Talos carnosos. aguapé-de-canudo. As folhas são luzidias. escuras e foscas. verde-brilhante. rígido. 7% de anidrido fosfórico. particularmente nas plantas à deriva. PROPRIEDADES vesicatória (342). OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é ótima forrageira (93). O limbo é orbicular. que permite a plena flutuação da planta. Tem a capacidade de retirar metais pesados da água (209). estriado. • Densidade: 1 planta para cada 40m 2 de lâmina d'água. com perigônio tubiforme. PROPRIEDADES anafrodisíaca (169). A viabilidade das sementes pode chegar a 15 anos. oco. mureré-de-flor-roxa. Pseudo-caules cilíndricos. murumuru. ramificado. AIPO NOME CIENTÍFICO: Apium australe Thou. glabro. FITOLOGIA: Planta herbácea. É normalmente cultivado em hortas. carnosos. mas com provável origem amazônica. procurando-se povoar lagos e açudes com água de boa qualidade. além de conferir um ótimo sabor à carne dos animais. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. • Produção: 480t/ha/ano (242).0.200 plantas em 4 meses (209). mururéde-canudo. através do raleamento das colônias. A planta tolera níveis elevados de acidez. que corresponde a 1% do peso verde da planta. à guisa de ilhas. Typha angustifolia e Acorus calamus. OUTRAS PROPRIEDADES • É depurativa e termoreguladora da água. em condições desfavoráveis à germinação (209). porém estas não germinam dentro da água. formado internamente por parênquima esponjoso. flutuante ou parcialmente submersa. Em áreas sombreadas o limbo tende a ser mais oblongo. deve-se conter a expansão do cultivo. com água parada ou corrente. • Consórcio: Pistia stratiotes. além de ser refrescante. principalmente livre de metais pesados. ápio. murure. • As raízes atuam como incubadoras de ovos de peixes. alternos. lisos. Azolla caroliniana. Constatou-se experimentalmente que a partir de duas mudas de aguapé. obtém-se 30 brotamentos em 23 dias. obtuso no ápice e com pecíolo basal inflado. A mucilagem de aplica sobre furúnculos e abcessos. rainhados-lagos HABITAT: Espécie autóctone da região amazônica. As flores. contém 28. pareci. celeri. orelha-de-veado. ou 1. medindo cerca de 18 a 22cm de diâmetro. • As folhas são utilizadas na confecção de esteiras. polisperma. jacintod'água. SINONÍMIA: Aguapé-de-baraço. rainha-dos-lagos. Fruto botuliforme. pois a planta só floresce quando ocorre o enraizamento no solo. murumuru. Pode ser feita por sementes. principalmente livre de metais pesados.8% de soda. procurando-se povoar lagos e açudes com água de boa qualidade. Habita em ambientes aquáticos. AGROLOGIA • O uso medicinal da planta deve prever o cultivo agroecológico. 12% de cal. crescendo espontaneamente do Rio de Janeiro até a Argentina. muito ramificadas e azuladas. Na Europa é encontrado até 100m de altitude. AGROLOGIA • Ambiente: O uso medicinal da planta só deve ser feito quando se pratica o cultivo agroecológico. mureru. ocorrendo em áreas úmidas (182). Filódios ("folhas") aéreos com grande pecíolo cilíndrico. lírio-d’água. ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente e dispostos em roseta. são azuis ou lilacinas e estão reunidas em espigas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Pontederiaceae. FITOLOGIA: Planta herbácea. • Pode ser usada para a purificação de águas poluídas. aquática. cilíndrico. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. 1. de caule ereto. mureru-orelha-de-veado.) Solms FAMÍLIA BOTÂNICA: Pontederiaceae.59% de magnésia (93). Forma grandes colônias flutuantes. através de divisão dos talos.28% de nitrogênio e 0. SINONÍMIA: Aguapé-de-flor-roxa. orquídea-d'água. muriru. flutuantes ou emergentes. carnosa. O fruto é uma cápsula seca. com cerca de 1mm de diâmetro. Semente ovóide. anual ou bianual. aquática. Raízes compridas. 21% de cloro. mureré-orelhade-veado. cordas. Eichhornia azurea. • É forrageira muito apreciada por bovinos e suínos. dama-do-lago. salsão. • Propagação: segmentos do pseudo-caule (talo simpodial) e sementes. aipo-doce. com 3 lóculos. baroneza. camalote. dama-dolago.7% de potassa. 1. Azolla caroliniana. • Devido a alta taxa de disseminação da espécie. aipodos-pântanos. cadeiras. nervada. jacinto-d'água. e irrigadas diariamente. que vegeta em todo Brasil. com cerca de 60 a 80cm e 1cm de espessura. glabro e fistuloso. As sementes devem ser semeadas em bandejas de isopor ou canteiros. escura. para não afetar a qualidade das folhas e a oxigenação da água.8 AGUAPÉ NOME CIENTÍFICO: Eichhornia azurea Kunth. mas que se disseminou para os subtrópicos. mureru. perfumada. HABITAT: Espécie autóctone. ereta. aipo-do-rio-grande. O limbo é orbicular ou espatiforme. A profundidade da área alagada não pode ser demasiada. AGUAPÉ NOME CIENTÍFICO: Eichhornia crassipes (Mart. em número de 4 a 15. parecí. incluso no perianto. que ao nascerem se alimentam delas. em rios e lagos. A infusão das flores é utilizada como febrífuga e diurética (169). • Propagação: vegetativa. Eichhornia crassipes. mureru-de-flor-roxa. grandes e dispostas em espigas que reúnem 10 a 12 flores. Typha angustifolia e Acorus calamus.

carnosas. contusões. A semeadura pode ser feita em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. As folhas são pinatífidas. • Adubação: aplicar 4 a 5kg/m 2 de composto orgânico ou estrume animal bem curtido. málico. diurética e anti-hidrópica. limoneno. perfumes e sabonetes (163). • Plantio: março. As sementes produzem cerca de 2% de óleo essencial leve (163). aperitiva. sobretudo a septoriose. cumárico. antitérmica. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Folha: resolutiva e peitoral (341). caféico. Cercospora apii. em jejum . podendo atingir até 10cm de diâmetro. Desenvolve-se bem à temperatura de 20 a 25oC. antiescorbútica (283). FITOLOGIA: Planta herbácea perene ou bisanual que cresce cerca de 1m de altura. expectorante. fenol cristalizado. Solos pesados e com drenagem deficiente dificultam as trocas gasosas ao nível de raiz. hepatite. antiartrítica. gota e litíase vesicular (257). • Tratamento de sementes: para evitar-se a transmissão de doenças. doces. Das folhas. • Tintura: 5 a 25ml/dia. eudesmol. originária do norte da África. favorecem à ocorrência de doenças. depurativa. sob a forma de saladas (68). guaiacol. Para a bronquite asmática. afetando o metabolismo radicial e predispondo a planta às doenças. emenagoga (salada) (215). quando se deseja as folhas e/ou as raízes. cujas sintomas foliares são manchas circulares oleosas e depois castanhas. 50 a 200ml/dia (341). não tolerando geadas e temperaturas acima de 30oC. febrífuga. A raiz é indicada para cálculos do fígado e icterícia (271). úlceras de difícil cicatrização. bem drenados e nunca ácidos. Tomar 3 xícaras ao dia (257). carnosas na base. que infecta as folhas. estão dispostas em umbelas compostas. Adubar. revela a presença de óleo essencial contendo apiosídeo. TOXICOLOGIA: Não deve ser utilizada por pessoas portadoras de inflamações renais (257) e diabéticos. sendo utilizados em saladas. ALCACHOFRA NOME CIENTÍFICO: Cynara scolymus L. e algumas viroses (182). antiinflamatória. pequenas e numerosas. bronquite asmática. disenteria. • Cataplasma: aplicar 2 vezes ao dia a folha sobre a região afetada (ferimentos e contusões). gonorréia. com cinco folíolos ovais e as superiores sésseis. xiquímico. hepatite. que são estreitos. cumarinas (sesilina. Após o tranplante. anti-reumática (271). preferencialmente frescas. Altas temperaturas resultam em abortamento de flores e. verdes ou vermelhas. folhas e sementes. ou 50 a 60 dias após a semeadura. as basais longo pecioladas. a Septoria apii. ácidos glicérico. licores. A germinação ocorre entre 8 e 12 dias . pentosanas.3m. que formam uma roseta basal. • O pecíolo carnoso e as raízes carnosas são comestíveis. as sementes devem ser tratadas termicamente em água aquecida a 50oC. o florescimento e a frutificação. com 10g/m2 de nitrato de cálcio. resultando em doenças que afetam as folhas. sésseis ou curtamente pedunculadas. • O óleo essencial é amarelo-claro. • Doenças: a planta é sensível ao excesso de umidade no solo e no ar. ferimentos. cresce a inflorescência . Desenvolve-se bem nas regiões serranas e planaltos. a semeadura pode ser feita durante todo o ano. retenção de urina. afecções febris). cachofra. SINONÍMIA: Alcachofra-hortense. sedanolídeo. FITOQUÍMICA: A composição da espécie semelhante. glabro. dividida em 3 a 4 vezes (nefrite. HABITAT: Espécie alóctone. ou no segundo ano. mal drenados e/ou encharcados a planta apresenta as folhas da saia caídas e com . açúcares. castanho-esverdeado. • Irrigação: a planta deve ser irrigada diariamente. Em regiões de clima ameno. As flores. com três folíolos menores e mais estreitos. ácido palmítico e óleo resina (341). antiasmática e antianêmica (68). • O consumo regular da planta reduz a eliminação de potássio do organismo humano. carminativa. que causa podridão da raiz. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Raiz e semente: estomáquica. tônica (257).9 escuras. colite. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da asma úmida. 30 a 40 dias após o plantio. É feito quando a muda apresenta 6 a 7 folhas definitivas. fumárico. sesquiterpenos. sendo indicada principalmente para atletas (257). PARTES UTILIZADAS: Raízes. • Pó: raízes secas e moídas polvilhadas 2 vezes ao dia sobre úlceras rebeldes (68). ricos em matéria orgânica e bem drenados. constituem-se em excelente condimento. Podem também ocorrer a Phoma apiicola. nefrite. adoçar com mel e tomar diariamente pela manhã. pinatífidas. • Colheita: ocorre 5 a 6 meses após a emergência. quando associadas à pluviosidade excessiva. vulnerária. suborbicular. anidrido sedanólico. brancacento. glicólico. pubescentes. entre elas. SOLO: Tem preferência por solos sílico-argiloso-calcários. repetindo-se a cada 2 meses. tartárico. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. catarro pulmonar (341). usado para aromatizar alimentos. • As folhas desidratadas e pulverizadas.um capítulo de flores roxas com grandes brácteas inermes ou subinermes. • Propagação: sementes. • Rendimento: até 800kg/ha de sementes (182). ferúlico.6 x 0. laringite. • Infuso ou decôcto: ⇒ 2. flavonóides (apiína). FORMAS DE USO: • Infusão: 1 colher das de sopa de raízes ou folhas verdes/litro d'água. que causam o secamento das folhas. enquanto muda. manitol. se for a sementes. • Elixir. excitante. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (disenteria. bronquite. brancas. com espinhos curtos ou subinermes nos segmentos.5%. O caule é estriado ou sulcado. O fruto é um esquizocarpo subgloboso. que reúne 6 a 12 raios desiguais. irrigar nos primeiros 10 dias e durante os períodos de estiagem. ⇒ 25g de raiz ou sementes para 1 litro de água. OUTRAS PROPRIEDADES • As sementes um forte aroma. selineno. que origina podridões. durante 20 a 30 mintas. Prefere solos de reação neutra. decompostas. vinho ou xarope: 20 a 100ml/dia (341). Prefere solos arenosos ou areno-siltosos. ⇒ 30g de folhas em 1 litro de água. muito grandes. afecções febris (68). curvo. alcalinizante. Bacterium carotovorum. em forma de cesta. SOLO: Na Europa é encontrado em solos alagados e salgados (182). Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (laringite e bronquite) • Suco das folhas: 1 xícara ao dia. CLIMA: É uma espécie de clima subtropical. químico. isopimpenelina e appigravina) (257). • Extrato fluido: 1 a 5ml/dia. Em solos pesados. colites e anemias). persistente e picante. Apium graveolens.

500m de altitude (96). ácido clorogênico. hemorróidas. SINONÍMIA: Alecrim-da-horta. com pêlos estelares na face inferior. prostatite. A planta tende a floresce o ano todo e pode viver 8 a 10 anos. depurativa. lenhosa. Época favorável de estaquia: antes ou depois de uma florada intensa. As flores são atrativas de abelhas. AGROLOGIA • Espaçamento: 1.000ppm. podendo não ocorrer a formação de sementes. 100 a 130 dias após o plantio. esteróides. O fruto é do tipo aquênio. • • As folhas fornecem matéria corante amarela que serve para tingir lã e algodão (93). distúrbios digestivos e hepáticos (271) e o raquitismo. ácido fosfórico e silícico (93) . hepática. conferindo uma coloração esbranquiçada. É sensível ao vento e temperaturas muito baixas. Em regiões quentes e úmidas. divisão de touceiras e mergulhia. • Irrigação: só deverá ser feita se ocorrer um período significativo de estiagens. por ser rica em ferro.50 x 0. rozmarim. com cerca de 15cm de comprimento. invertase e coalho. Em regiões quentes ou de baixa altitude.) (288). olente. pois as regas abundantes são prejudiciais ao conteúdo de óleos essenciais da planta. ramificada. Não tolera solo ácidos. debilidade cardíaca (68). Quando obtidas de sementes.2 x 1. na face superior o tom é verde-escuro. antiinflamatória. diminutas. • Propagação: sementes e rebentos das raízes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Colerética (133). sesquiterpenos. C e D. com uma frequência de 4 a 5 por planta matriz. As flores são hermafroditas. podem ser utilizadas como coagulante do leite (237). plantar em março a abril. subsésseis. inulina.70m. ácido indol-butírico. carminativa (145). AGROLOGIA • Espaçamento: 1. o florescimento é prejudicado. • Propagação: sementes.5 a 1. • Plantas daninhas: a planta não tolera competição com outras plantas. seco. potássio. magnésio. perenifólia. antidiabética. colicistite. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta atividade específica sobre bactérias Gram-positivas (Staphylococcus aureus. antiesclerosante. cinaropicrina. • Plantio: outubro a novembro. cardiotônica (68). afetando a produção de folhas e o florescimento. • Produção de sementes: janeiro. fermentos inulase. estomáquica. flavonóides. Os ramos são tetragonais quando jovens e pubescentes. hepatite.8m de altura. eupéptica. quando a muda foi obtida de estacas ou mergulhia. alecrim-rosmarino. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (hepatite. Bacillus subtilis e sarcina sp. opostas. Utilizar substrato orgânico aerado. A produção de mudas via sementes é feita em bandejas de isopor. dificultando a perda de água. Apresenta sabor muito peculiar. quando as mudas apresentarem 4 a 6 folhas. nefrite. CLIMA: É de clima temperado quente. fósforo. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores (cachopa) são utilizadas como hortaliça. que cresce de 0. entre o norte da África e sul da Europa. SOLO: As qualidades aromáticas são mais pronunciadas quando a planta cresce em solo calcário. após as refeições (257). elimina cálculos biliares e ácido úrico e aumenta a ação antitóxica do organismo (257). reunidas em inflorescências axilares e terminais. O enraizamento demora 3 a 4 semanas após a estaquia. ALECRIM NOME CIENTÍFICO: Rosmarinus officinalis L. TOXICOLOGIA: Pode reduzir a lactação na mulher (257). Tomar 1 xícara do chá 4 vezes ao dia. casca de arroz tostada e húmus vegetal.10 senescência precoce. na fabricação do queijo. As folhas encanoadas para baixo protegem os estômatos dorsais. como a cinarase. B3. inteiras. Noites quentes favorecem o crescimento vegetativo da planta. Utiliza-se as ponteiras dos ramos. lineares. uretrite. . É heliófita. com célula grande (tipo tomate). o uso de fito-hormônios acelera o enraizamento. dias longos e com bastante luminosidade. de formato ovóide. A produção de óleo essencial é maior no verão do que no inverno (182). • Substrato: casca de arroz tostada.0m. prisão de ventre (145). perene. à base de vermiculita. Os rebentos surgem normalmente ao final do ciclo da planta. sódio. B1. o teor de princípios ativos é reduzido e o crescimento da planta é restrito. A planta está plenamente aclimatada ao Brasil. vermiculita e a areia lavada (20). • As proteinases presentes nos extratos das inflorescências. que pode até não ocorrer. Auxiliar no tratamento da obesidade. Bacillus cereus. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da arterioesclerose. FITOQUÍMICA: Cinarina. ácido caféico (257). anti-reumática e febrífuga (215). FORMAS DE USO • Infusão: 2 colheres das de sopa de folhas frescas picadas em 1 litro d'água quente. PARTES UTILIZADAS: Folhas. enquanto períodos chuvosos ou com nevoeiro reduzem os princípios. • Plantio: setembro. alecrim-dejardim. As margens das folhas são recurvadas para a face inferior. libanotis. A planta vegetativa ou florida é muito ornamental. (145). antianêmica. alecrim-de-cheiro. • Florescimento: novembro a dezembro. cinarisídeo. vitaminas A. manganês. bilabiadas. icterícia (294). CLIMA: Produz melhor em regiões serranas do Brasil. estaquia. em clima temperado-quente (temperaturas entre 5 e 30 oC). alecrinzeiro. antiofídica. ervada-graça. hipotrigliceridêmica. Utiliza-se também a alporquia ou mergulhia de ramos. hipotensora (283). rosmarino. Folhas sésseis. coriáceas. colagoga. cálcio. pouco fértil em nutrientes. alecrim-rosmarinho. azul-claras a esbranquiçadas. As mudas são transplantadas com um porte de 20 a 25cm. na dose de 1. arenoso e bem drenado. raízes e flor (cachopa). ou seja. Umidade elevada e clima muito frio reduzem o teor das essências da planta. B2. sendo cultivada em hortas e jardins. FITOLOGIA: lanta semi-arbustiva. • Colheita das folhas: ocorre após a colheita da cachopa de flores. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. taninos. colicistite e arteriosclerose) • Salada: utilizar as brácteas cruas ou cozidas temperadas com sumo de limão (68). As estacas podem ser tratadas com IBA. antiasmática. HABITAT: O alecrim vegeta espontaneamente em terrenos pedregosos e arenosos no litoral dos países mediterrânicos. É encontrado até 1. ferro. hipocolesterêmica. • Decocção: 30g de folhas para 1 litro de água . desbastando-se todas as folhas nos 2/3 basais. diurética (257).

canfeno. Tomar 1 xícara das de chá em intervalos de 6 horas (257). Vegeta em água puras. 3 colheres das de sopa (128).4% na sumidades floridas (96). matérias resinosas e pépticas (341). incognita (171). quando então as folhas tornam-se amareladas. ácido nicotínico (145) e colina. Apresenta 4. eupéptica. O mel produzido a partir de sua flores é reputado como sendo da mais alta qualidade alimentar e medicinal. coar e tomar 1 xícara de chá três vezes ao dia (145). cânfora.. SINONÍMIA: Erva-de-santa-luzia. pudins e biscoitos. astenia. antisséptica. atua como incenso (odorizante e abascanto). • • • TOXICOLOGIA: Em altas doses é tóxico. mururé-pagé. úlceras (68). canforáceo e algo picante. gota (128) clorose. úlceras. calmante. frigidez.5%. antireumática. lentilhad’água. antiespasmódica. anti-reumática. repolhinho-d’água. esfriar e misturar à água da banheira. nevralgias. pagé. histeria. saladas. béquica. é embriotóxico em cobaias (105). HABITAT: Espécie autóctone encontrada em rios e lagoas ricas em matéria orgânica. FAMÍLIA BOTÂNICA: Araceae. taninos. Filtrar e adoçar com mel. poliuria. Pode ser utilizado também o óleo essencial. Xarope: ⇒ 20 a 10ml/dia (341) ⇒ Deixar macerar 10 xícaras das de cafezinho de folhas secas em ½ litro de álcool de cereais ou aguardente. ⇒ 1 colher das de chá em 1 xícara de água quente. alcalóides. • • • • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Folhas sem ramos. misturado com um pouco de água (257). frangos. eupéptica. • É utilizada em perfumaria e cosmética (sabonete. cineol. tônica. excitante (215). estomacal (294). gastralgia. bronquite. emenagoga. depurativa (93). escrófulas. carminativa. de moscas e borboletas. prostático. Tomar 1 colher a cada 3 horas (257). calmante (68). isquemia. balsâmica. valerianato de bornila. o crescimento é lento. edema. nervosismo (215). INDICAÇÕES: É indicada para o tratamento de problemas respiratórios. sobretudo de carne. impotência. cicatrizante (o pó das folhas). Coar. depressão. filtrar e conservar em vasilhame escuro. tonificante do útero. vulnerária. Tomar uma colher das de chá 3 vezes ao dia. Extrato fluído: 1 a 5ml/dia. feridas. por 10 a 15 dias (tratamento para hemorróidas) (258). intestinais e renais. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 1 xícara (tipo cafezinho) de folhas secas ou frescas em 1/2 litro d'água. Padrões comerciais: o óleo essencial deve ter. lineol (9). 2. colesterol. O amarelecimento das folhas e secamento dos ramos podem ser conseqüência de infecções por fungos Fusarium spp. ⇒ 15 g de folhas para 1 litro de água fervente. Pode ser utilizada também a quantidade de 30 a 60g de folhas por litro de vinho. Doenças: as raízes podem ser invadidas por Meloidogyne javanica e M. Tintura: ⇒ 50g d e folhas secas em 1 litro de álcool. Banho: ferver 3 xícaras das de chá de folhas em 1 litro de água por 5 minutos. A planta pode tornar-se virulenta. flor-d'água. estendendo-se pelo verão e outono. cansaço físico e mental. ⇒ Para ½ litro de xarope. contusões (9). Não tolera água salgada. anti-hipertensora. colagoga. ALFACE-D’ÁGUA NOME CIENTÍFICO: Pistia stratiotes L. hemorróidas (257). ⇒ Deixar macerar 10 xícaras das de cafezinho de folhas secas em ½ litro de álcool de cereais ou aguardente. dispepsia atônica. Na indústria se utilizam ramos verdes com folha e sumidades. colhidas na primavera. Desenvolvimento: Por ser uma planta lenhosa. eucaliptol e circol (163). FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo borneol (9 a 18%) (93). flavonóides (257). vasodilatadora. Staphylococcus aureus e três raças de Listeria monocytogenes (132). feridas. • O óleo de alecrim é parasiticida (294). Pó: as folhas secas podem ser pulverizadas e utilizadas como cicatrizantes. dextrogira. estimulante da fecundidade feminina. antidepressiva. Colheita das folhas: após o início do florescimento.11 • • Seleção genética: espécimes de hábito prostrado devem ser eliminados devido a péssima arquitetura.5 a 6% de cinzas e 1. são utilizadas como condimento em culinária. enxaqueca. afecções hepáticas. eucaliptol. Decôcto: a 2. de 50 a 200ml/dia. adicionar o suco de 4 xícaras das de cafezinho. no mínimo. pasta. Extrato da planta. odontalgia.5% de ésteres e 10% de borneol (96). . antisséptica. misturado com um pouco de água (257). ⇒ 5 a15g de folhas por litro se água fervente (283). antiasmática e antigripal (283). indigestão. ácido rosmarínico. febrífuga (271). principalmente. paralisias (93). antidiabética (145). α-pineno. sudorífica. desodorante e tônico capilar) • Desidratada e pulverizada. tomando-se 2 a 3 cálices ao dia (283). acetato de bornila. aperiente (257). pela predisposição em ser infectada por microorganismos do solo e sujeira. Tomar uma colher das de chá 3 vezes ao dia. Produção de sementes: não ocorre formação de sementes no Litoral de Santa Catarina. entre eles a "água de colônia" (93). • A planta é melífera. Florescimento: ocorre mais intensamente a partir de agosto a dezembro. afecções cefálicas. saponinas. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia Vinho: macerar 1 xícara e meia das de chá de folhas em 1 litro de vinho tinto durante 10 dias. As folhas. • A planta é utilizada como condimento. coqueluche. Alelopatia: a planta é alelopata positiva com a sálvia (Salvia officinalis). convalescença. peixes. a partir da dose de 52mg/dia. queda de cabelo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante digestiva.4 a 2% de óleo essencial nas folhas e 1. • As sementes contém um óleo essencial cor âmbar utilizado na preparação de cosméticos. guisados. gôlfo. insônia e torcicolo (1). Pode causar gastroenterite e/ou nefrite (385). Tomar 1 cálice antes das refeições (128). quando as plantas já tem mais de 1m de altura. estomáquica (341). Tomar diariamente 40 gotas diluídas em um copo de água. cardiotônica. Depois de fria. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial apresenta forte atividade contra Salmonella sp. barrentas e até poluídas e paradas. entorse. celulite. desintérico (258) e abortivo (145). Deixar em maceração por 5 dias. • É repelente de pragas caseiras. rugas. vertigem (145). OUTRAS PROPRIEDADES • O sabor das folhas e das sumidades floridas é intensamente aromático. narcótica.

obliquamente campanulada. Folhas curto-pecioladas. OUTRAS PROPRIEDADES PARTES UTILIZADAS: Folhas. constituem ótima forragem para porcos (93). estendendo-se até o outono. A medida em que ocorre o super-povoamento da espécie. nunca ferver a alfavaca. A inflorescência é do tipo espadice amarelada. decocto. contraída no centro e aberta e quase orbicular em cima. FORMAS DE USO • Cataplasma: folhas contusas sobre tumores (externamente). O fruto é uma cápsula seca com quatro sementes. com até 30cm de comprimento. nitrato de potássio.58%). fendidas ou inteiras no ápice. anis. perene. ácido resinoso. sais de fósforo e cálcio (93). Possui inúmeras raízes imersas. suculentos e pubescentes quando novos. gibosa e fechada em baixo. pode resultar em acúmulo de princípios acres. INDICAÇÕES: É utilizada no tratamento de diabetes insípida. O aroma é mais pronunciado em regiões de temperaturas mais altas. anisatum L. que é arredondado ou subtruncado. antidiabética. emoliente (93). suco e pó das folhas (242). verticais.58%). óleo e graxas de produtos diversos. extratos não nitrogenados (2. perene. enfermidades da bexiga e rins (32). Inflorescências terminais. inviabilizando a qualidade da água. quando então é renovada. ALFAVACA-ANISADA NOME CIENTÍFICO: Ocimum basilicum var.5m. anti-hemorroidária e desinflamatória de erisipela (9). azurea. diurética (32). Não tolera períodos de estiagem e produz bem em regiões de umidade relativa elevada. com 15 a 20cm em altura. CLIMA: É uma espécie subtropical. de ramos quadrangulares. obovado-cuneadas até ovadas. hematúria. alfavaca-do-rio-grande-do-sul. • Adubação: adubar com fertilizante orgânico no plantio (3 a 5kg/m2) e a cada dois meses. • Colheita de folhas: verão até o outono. para eliminar os cristais picantes. anti-hemorroidária. Utilizar o sumo ou o xarope. ricos em matéria orgânica e levemente ácidos. flutuante. ao atingirem a coloração castanha. antiartrítica. farinoso. vivípara. mais ou menos vilosa exteriormente. mais ou menos cotonosa-pubescente nas duas páginas e com longos pêlos na base. • Consórcio: Eichhornia crassipes e E. anti-sifilítica. As folhas são emergentes. HABITAT: Espécie autóctone. antiasmática (242). sésseis. ramificada. macerado. e cilíndricos e lenhosos. matéria graxa (0. Um hectare da planta inteira fornece 269kg de nitrogênio. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. mas também em áreas ruderais e terrenos abandonados. longo-pedunculadas. • Poda: ao final das colheitas eliminam-se galhos secos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. hidropisias. celulose (3. doentes e deficientes. úmidos.12 FITOLOGIA: Planta herbácea aquática. axilares. glabras. também pequena. • Plantio: todo ano. • Produção: 90t/ha de folhas e raízes (93). ovadolanceoladas. Typha angustifolia e Acorus calamus. próprios das aráceas.14%). sulcados. amarelo-pálidas. • Florescimento: ocorre notadamente no verão. É esciófita. ocorre também uma redução da área foliar das plantas e senescência fisiológica. cinzas (2. brancas. inflorescência e raízes. espatuladas. as quais são facilmente perdidas. • • • • • As plantas. óleo de pingue. • Raleio: a planta tende a formar super-populações. SOLO: A planta prospera bem em solos bem drenados. • Propagação: sementes e estacas herbáceas. • Nutrição: torna-se clorótica após períodos prolongados de chuva. AGROLOGIA • Densidade: 1 muda/10m2 de água. Fruto tipo baga elipsóide ou ovóide.0 x 0. Utilizada como adubo verde. estolonífera. As mudas são produzidas em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. 447kg de potássio e 99kg de fósforo. SINONÍMIA: Alfavaca-do-reino. medindo 4 a 6cm de comprimento. são utilizadas para retirar nódoas de roupa. • Produção de sementes: as sementes devem ser colhidas quando as cápsulas estiverem verde-amareladas. caule. . gregária. hérnias infantis (242). FITOQUÍMICA: As folhas contém água (90. As folhas cozidas. cobrindo toda a superfície d’água e dificultando as trocas gasosas. urinas sangüineas. contendo numerosas sementes oblongas ou obovóides de textura rugosa e albúmen abundante.52%). manjericão-cheiroso. as masculinas reunidas em verticilos na parte superior e as femininas solitárias na parte inferior do espadice. Solos encharcados são detrimentais à planta. opostas. que cresce espontaneamente em pastos e subosques do Sul do Brasil. expectorante. que é protegido pela espata. fasciculadas. O super-povoamento de áreas restritas e com a água parada. substâncias gomosas e albuminosas. • Plantio: outono e primavera. fasciculadas. Azolla caroliniana. tumores causados por erisipela. com pericarpo fino.12%). ocorre deiscência total das sementes. côncavas e dispostas em roseta espiralada e compacta. A planta é acentuadamente nitrófila. • Colheita: ano todo. PARTES UTILIZADAS: Folhas. acaule. estrangúria e oftalmias (93). • Pragas: é normalmente atacada por formigas. crenado-serradas do terço inferior em direção ao ápice. filiformes. antidisentérica. com 4 a 10cm de comprimento. anti-herpética. nervuras 7 a 13 flabeladas. • Pó: mistura-se 1 colherinha do pó da folha seca com mel e toma-se várias vezes ao dia (sífilis) (32). com nitrogênio (5g de uréia/planta). proteína bruta (1. dispostas em rácimos paniculados longos. FITOLOGIA: Planta arbustiva. fibrosas que emitem fibrilas capiliformes. As raízes servem de substrato para a postura de ovos de peixes. verde-pálido e saliente-nervadas na página inferior. hemoptises. Também utilizada como planta ornamental de aquários e lagoas. formando verticilos de seis flores lilases.16%). deixadas alguns dias dentro de um balde d’água para liberarem o princípio acre. A cultura é mantida até o terceiro ano. • Propagação: multiplica-se facilmente por mudas que se formam na extremidade dos estolões. de temperaturas amenas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É maturativa. As flores são pequenas. alfavaca-gaúcha. • Outras: infuso. verde-claro ou brancacenta. esponjosas.

basílico-comum. os pêlos glandulares tornam-se murchos. As sementes são antiblenorrágicas (93). constituídos de 1 a 5 células de paredes celulares espessas. carminativa. verde-claras. quando novo. folhalarga-dos-cozinheiros. SINONÍMIA: Alfavaca-cravo. erva-real. sudorífica. p-cimeno. canelinha. menor o porte da planta. Os não glandulares são unisseriados. apud 364). PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. uma alongada. Os pêlos peltados não possuem segmentação celular na cabeça. A planta atinge 40 a 50cm de altura. Na Índia a planta é perene. • Doenças: a planta é imune ao nematóide Meloidogyne incognita (14). FORMAS DE USO: 6 a 12g/dia. respectivamente (364). Não se adapta bem aos solos encharcados e pouco férteis. • Alelopatia: a planta é muito enfolhada. e no preparo de uma bebida árabe refrescante (93). Por ocasião da maturação.6 a 0. remédio-de-vaqueiro HABITAT: Espécie alóctone. hipocolesterolêmica.400µg. OUTRAS PROPRIEDADES • É condimentar e utilizada na fabricação de licores. Fruto do tipo cápsula seca contendo 4 sementes subglobosas e rugosas. antiespasmódica (283). manjericão. antidiabética. com sementes pequenas. O caule e os ramos são quadrangulares. aparecem como pontinhos claros. crenado-serradas. originária do Egito. latifolium. Quanto mais baixa a temperatura. que encerra eugenol (45 a 70%). tem ação bactericida (Suresh et al. espiciformes e melíferas. e primavera. quiôiô. béquica. • Florescimento: ocorre a partir de janeiro. febrífuga e oftálmica (364). Os capitados são compostos de uma célula basal. areno-argilosos. AGROLOGIA: Espaçamento: 2. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É antisséptica bucal (261). cujo porte atinge até 2. em verticilos curtos. FITOLOGIA: Planta arbustiva. que inicia no verão e estende-se por todo o outono. estomática. A alfavaca exala um delicado aroma de limão que declina para cheiro de suor. resfriado e insolação. quadrangular. anticefalálgica e diaforética. que infecta o coqueiro-da-bahia (29). hipotensora (271). utilizadas em mistura de pães e bolos. perene. Cresce espontaneamente na Índia e na África. O óleo essencial das folhas (0. • Produção de sementes: a planta é altamente produtora de sementes. manjericão-de-molho. ricos em matéria orgânica e bem drenados. SOLO: Prefere solos de aluvião.8% de óleo essencial. • A planta é também utilizada como tempero e no preparo de licores. simples ou ramificados. α-pineno e β-pineno (444). pilosos quando novos e muito ramificados. opostas. glandulosas e pubescentes em ambas as faces. vivaz. FITOLOGIA: Planta herbácea ramificada. carvacrol. manjericão-cheiroso. agudas na base. HABITAT: Espécie alóctone africana introduzida e aclimatada no Brasil desde o tempo do Brasil-colônia. porém adapta-se bem ao clima subtropical.. que vistas contra a luz. A concentração de óleos essenciais decresce com a expansão e idade das folhas (441).5m de altura por 3m de diâmetro de copa. diurética (215). exceto as raízes. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato da planta tem ação fungitóxica (28). pontudos. peltados ou escamados. CLIMA: Espécie de clima tropical. Fruto tipo aquênio. As folhas são revestidas de pêlos glandulares e não glandulares em ambos os lados. As flores são brancas a levemente rosadas. dispostas em inflorescências tipo cachos terminais. em se tratando de estacas. basílico-grande. resultando num alto índice de sombreamento que inibe o crescimento de plantas próximas. limoneno. nas concentrações de 150µg e 2. desmaios e enxaquecas nervosas (283). particularmente sobre o fungo Phytophthora palmivora. • Propagação: sementes e estacas dos ramos. situados sobre as nervuras e margens das folhas. As flores são amarelos-esverdeadas. As sementes são antiblenorrágicas (93). As mudas são transplantadas aos 40 a 50 dias após a semeadura ou 60 dias após a estaquia. diurética. ALFAVACA-DA-HORTA NOME CIENTÍFICO: Ocimum basilicum L. INDICAÇÕES: A planta é utilizada no tratamento da paralisia e moléstias nervosas (93). Prefere insolação média (esciófita). 80). • Colheita: inicia aos seis meses após o plantio. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. laxativa. estendendo-se até agosto. quando as mudas são originárias de sementes. SINONÍMIA: Alfavaca-doce. A densidade de pêlos glandulares decresce com a maturação da folha. da ponta em direção à base do limbo. FITOQUÍMICA: A planta contém 0. A essência da planta é utilizada como anticefálica e febrífuga. Caule pubescente. retos ou curvos. . ocimeno. lenhosa. O óleo da planta apresenta ação protetora contra fungos de grãos armazenados (26. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. pecioladas ovado-oblongas. acuminadas. manjericão-de-folha-larga. permeáveis.0 x 2. estimulante. anual no Brasil. A maior densidade é verificada nas regiões meristemáticas. ovais. que suporta a cabeça formada de quatro células. pretas e oblongas. Deve ser feita no início do florescimento. alfavaca-da-américa. var. metil-eugenol (20%). basilicão. • É insetífuga. Na face dorsal da folha pode-se distinguir covinhas onde se alojam gotas de essência. carminativa e béquica.96g/ml) inibe o crescimento das bactérias Fonsecaea pedrosoi e Cryptococcus neoformans. manjericão-doscozinheiros. O extrato da planta tem ação fungitóxica sobre alguns fungos fitopatogênicos. As inflorescências são terminais ou axilares. Índia e sul da Ásia. na forma de decôcto ou inalação (444). O eugenol. alfavaca-de-vaqueiro. manjericão-doce. principal componente da planta. OUTRAS PROPRIEDADES • As sementes são comestíveis e nutritivas. estimulante. As folhas são opostas. glabras. longo-pecioladas. Toda a planta apresenta um forte aroma. Os glandulares são capitados. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de vertigens. translúcidos. mas não tolera ventos frios e geadas. Folhas simples. basílico-doce. ALFAVACA-CHINESA NOME CIENTÍFICO: Ocimum gratissimum L.0m. canfeno. labiadas. A planta está amplamente adaptada ao Brasil.13 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Aromática. • Plantio: outono.

alfa e gamaterpineno. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. com destaque para o linalol (68. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica. tônica (145). eretos. mascadas. serrada ou duplamente serrada. cólica abdominal e catarro intestinal. • Os brotos da planta podem ser consumidos como salada (145). É encontrada até 1. rombo-lanceoladas ou lanceoladas. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene de ramos e folhas brancacentas-tomentosas. brácteas castanhas. estreitas.5cm de largura. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia. béquica. unisseminado).800m de altitude. SINONÍMIA: Lavanda. que causa galhas nas raízes e redução na produção de folhas (14. CLIMA: Desenvolve-se bem em regiões tropicais e subtropicais. glabro. . unilocular. ⇒ 10 a 15g de folhas e/ou flores em 1 litro de água. FORMAS DE USO • Cataplasma: folhas frescas amassadas com álcool (feridas e úlceras). Deixar 6 horas em repouso. cineol. Os ramos são nus. cimeno. Corola branca com lábio superior bilobado e inferior com lobos laterais tringulares e mediano em forma de colher. • Plantio: outono e primavera. PARTES UTILIZADAS: Folhas. saponina (145). • Poda: a poda da inflorescência retarda a senescência da planta em 30 dias (13). É cultivada em jardins e hortas do Brasil. febrífuga (68). estimulante (93). mirceno. diaforética. • Infusão: ⇒ 10g de folhas em ½ litro de água fervente. antiemética. • Propagação: sementes e pedaços de ramos radicantes. β-cariofileno. afecções gastrointestinais e renais. sudorífica. ereta. indeiscente. resfriado. estragol.6m x 0.21kg/m2 de folhas e 0.4%.1 e 0. • Propagação: é feita via semente e por estacas de plantas adultas. FITOQUÍMICA: 1-8-cineole. lavândula. balsâmica e vermífuga. estomatite. coar e tomar 1 copo 3 vezes ao dia (145). metil-cinamato (220). lavande. As folhas são verdeacizentadas. Combate as afecções das vias respiratórias. sp. FORMAS DE USO: Infusão: 10g de folhas em ½ litro de água. enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. tomentosos e simples. • Plantio: deve ser feito no início do período mais chuvoso do ano. Inflorescência axilar. • Mulching: O uso de filme de polietileno sobre o solo reduz a incidência de invasoras e aumenta a produção. Flores subsésseis. irregularmente distribuídos. • Tintura: macerar durante uma semana 20g de folhas frescas em 80ml de álcool de cereais. excitante (341). lactógena e anti-reumática (9). As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. As mudas são tranplantadas quando apresentarem cerca de 6 folhas definitivas. inteiras e lanceoladas. A planta é bastante sensível ao nematóide Meloidogyne javanica. SOLO: Prefere solos úmidos e poucos ácidos. analgésica (294). elíptico. • Pragas: sensível ao ataque de vaquinhas (Diabrotica spp. Fruto do tipo carcerulídeo (seco. fenchona. que cresce em solos calcários áridos das regiões montanhosas das costas marítimas européias. INDICAÇÕES: As folhas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antisséptica das vias respiratórias. Flores azul-violáceas dispostas em espigas terminais interrompidas. • Doenças: a planta é eventualmente infectada por Botrytis cinerea. metilchavicol. AGROLOGIA: Espaçamento: 0. microscopicamente (209). emenagoga. fosco. bem drenados.6m em altura. antiespasmódica. amigdalite. geraniol. estomática. citronelol. Folhas opostas. canfeno. HABITAT: Espécie alóctone mediterrânica. limoneno. Aráez e Tsai relatam um conteúdo de óleo essencial de 0. gengivite. carminativa.30m. que cresce de 0. • Colheita: 3 meses após o plantio.14 AGROLOGIA • Espaçamento: 0. disúria. diurética. cicatrizante. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. Coar e pingar 30 gotas em 1 copo de água e tomar 2 ou 3 vezes ao dia. • Rendimento médio: 1.). aromática. • Produção de sementes: as sementes devem ser colhidas quando as cápsulas verdes declinarem para pálido. timol (9). com pêlos longos e espessos. Fazer bochechos ou gargarejos para afecções bucofaringeanas (68). O óleo de alfavaca é usado como sedativo em crises nervosas e para combater a insônia. são úteis para afecções da garganta. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente em campos. pouco ramificado. culinária. cruzadas em pares. bosques e subosques do sul do Brasil. linalol. verde-intensa. medindo até 6cm de comprimento por 2. alfa-terpineol. por aumentar a temperatura do solo (107). Colhe-se pouco antes do florescimento. faringite. bronquite. citral. • Florescimento: a planta floresce no verão e outono. emarginado e piloso. Externamente pode ser usada para feridas ulcerosas e afecções do bico do seio (145). liso e reticulado. debilidade nervosa. largas. As sementes são postas a germinar em substrato organomineral. como rapé e repelentes de insetos (360). preto. com caule quadrangular. cálice com cinco dentes. afta (68). principalmente em períodos excessivamente chuvosos ou com nevoeiros e Fusarium oxysporium f. cinamato de metila. ALFAZEMA NOME CIENTÍFICO: Lavandula officinalis L.17% de óleo essencial.4 x 0. enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. cânfora. É esciófita. ⇒ Decocção: ⇒ Ferver 10 a 15g de folhas em 1 litro de água. • Florescimento: dezembro a fevereiro. glandulosa.3 a 0. eugenol. antidiarréica (sementes). OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo essencial é utilizado em cosmética. ALFAVACA-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Hyptis brevipes Poit. perfumes. basilici. alfa e beta-pineno. com cerca de 30 a 60cm de altura. metil-eugenol (441).40m. peitoral. respectivamente (430). embora possa ser plantada o ano todo. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. em glomérulos globosos. base atenuada em pecíolo curto. taninos. densamente aglomeradas. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. borneol.50%). 202). lineares ou oblongo-lanceoladas. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia. antidisentérica.

5 a 2ml/dia.15 corola com cinco lóbulos e dois lábios.4m. indústria de vernizes nobres e medicina (paralisia da língua. atonia dos nervos encéfaloraquidianos (93). apoplexia. além de ser insetífugo.3m x 0. diurética (283). • Produção de sementes: não ocorre. geraniol. cloroses. cumarina. odorífera. As estacas podem ser enraizadas em solo. antianêmica (93). cravo-da-roça. ftiríase. colagoga. ramificando-se muito na maturidade. as inferiores. indutora do sono (145). descongestionante (435). • Colheita: é feita até 3 vezes ao ano. A planta não suporta solos úmidos. • Colheita: 4 meses após o plantio. • Pessoas propensas à úlceras. A planta não se adapta à regiões úmidas e/ou em solos compactados. enxaqueca (257). FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: ⇒ 1%. antiemética (9). terpin-4-ol. leucorréia. bronquite (294). lisa. INDICAÇÕES: Indicada ainda para o tratamento da anúria. preferencialmente. vermífuga. Desenvolve-se bem como esciófita. Tomar 1 xícara das de chá 3 a 4 vezes ao dia (257). havendo necessidade de sombreamento e irrigação por nebulização. acetato de linalilo (283). As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. artemija. antiinflamatória.6 x 0. tinha e picada de insetos (383). béquica. nerol (145). ⇒ • • • 10g ou 2 colheres de folhas secas picadas em ½ litro. cineol. O caule é cilíndrico. veterinária. peitoral. em perfumaria. Porém desenvolvese melhor em solos de textura média e férteis. opostas. acetato de lavandulilo. artemisia. atua sobre o reumatismo (145). paralisia. vertigem. sendo quebrada com baixas temperaturas ou alternância de temperaturas (209). antiespasmódica. causando sonolência (257). ⇒ 2 a 4g/litro de água (435). CLIMA: É de clima subtropical. outono e verão. excitante do sistema nervoso. • Doenças: o crescimento da planta é muito lento. amaurose. areia ou vermiculita. (145). FITOLOGIA: Planta herbácea ereta. quando jovem. síncopes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa. oftálmica (341). sésseis. neurose cardíaca (271). Apresenta um perfume suave muito agradável. não devem exagerar na administração de preparados à base de alfazema (145). cariofileno (257) eucaliptol. para se evitar a desidratação dos tecidos. HABITAT: Espécie autóctone do continente americano. cefalalgia. simples. monóica. fortemente argilosos e ácidos. TOXICOLOGIA • Em altas doses pode ser depressiva do sistema nervoso. FITOQUÍMICA: Óleo volátil. nas condições tropicais e subtropicais. ⇒ 8g da planta/litro d'água ou 1 colher das de sopa de folhas picadas em ½ litro d'água. SINONÍMIA: Absinto-selvagem. fígado e baço. CLIMA: A planta é de clima temperado com umidade relativa do ar baixa. gonorréia. escrofulose. Em fricções. borneol. não tolerando porém períodos muito frios e geadas. sendo que condições de temperatura e umidade elevadas predispõem à infecção de fungos vasculares (fusariose). tanino. na primavera. As folhas são curtopecioladas. losna-selvagem. antimicrobiana (257). emenagoga. furfurol. álcoois térmicos. • Aclimatação: O enraizamento de mudas é recalcitrante e lento. Tomar 1 xícara 2 vezes ao dia. antiasmática (215). atua como odorizante e desinfetante de ambientes. nervosismo. estimulante do cérebro. acne. tensão nervosa e muscular. e só ocorre em regiões subtropicais cujo fotoperíodo é longo. lavandulol e αterpineol (275). • Florescimento: é muito raro em condições tropicais. Tintura: 1 a 10ml/dia (341). tônica estomacal. ramosa. Fruto aquênio com uma semente preta. em viveiros. com 3 a 6cm de comprimento. Não tolera solos muito ácidos e encharcados. calmante. com segmentos lanceolados. peluda. • Plantio: março (sementes) e outubro a novembro (estaca). catarro (435). PARTES UTILIZADAS: Flores e folhas. • Alguns fitoquímicos da planta são incompatíveis com sais de ferro e iodo (383). cravorana. quando disponíveis. doenças do estômago. quando em combustão. antisséptica. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. AMBROSIA NOME CIENTÍFICO: Ambrosia tenuifolia L. dispepsia flatulenta. broncorréia). . • O pó das folhas. no início do florescimento. cafalalgia. aerados e pobres. digestiva. algo estriado. utilizado como inseticida. asma. • O esfregaço da planta nas roupas perfuma e protege-as das traças. ambrosia-americana. quatro carpelos. geralmente amarelo (óleo de Aspic). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Produção de sementes: após a maturação.3m. bipinatifidas. As folhas superiores são pinadas. comportando-se até mesmo como semi-halófita. Pluviosidade excessiva e altas temperaturas são drasticamente desfavoráveis à planta. enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. áspero. as sementes apresentam dormência. de 5 a 20ml/dia (341). cicatrizante. Alcolatura: 10g em 2 litros de álcool neutro ou de cereais (antisséptico e cicatrizante). • Florescimento: dezembro a janeiro. linalol. Extrato fluido: 0. As flores masculinas estão dispostas em capítulos pendentes e as femininas. tônica capilar e antileucorréica (294). anti-reumática (271). estão dispostas em rácimos paniculados de 20cm de comprimento. amenorréia. OUTRAS PROPRIEDADES • Da planta obtém-se um óleo. que cresce de 30 a 90cm de altura. parasiticida capilar. carprineira. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. asfixia. tônica dos nervos. cefalalgia. quatro estames inclusos. • Propagação: rebentos de rizoma. SOLO: A planta cresce melhor em solos de origem calcária. calmante. normalmente. Medra em potreiros e áreas ruderais. epilepsia. ou diretamente a campo. SOLO: Adapta-se às mais diversas condições de solo. feridas. flavonóides. cosméticos. cânfora. alternas e menores. • Propagação: estacas da planta matriz ou sementes. É heliófita. • Plantio: início da primavera. bem drenados. tenuamente tomentoso.

principalmente em altitudes acima de 400m.5m. FAMÍLIA BOTÂNICA: Rosaceae. com 12 a 14cm de comprimento e até 7cm de largura. É reputada como sucedânea da quinina (94). Aquece-se até o ponto de xarope (283). quando se faz a mergulhia. como ocorre no estômago dos pássaros frugívoros. pecioladas. inteiras. quando mais velhos. conforme ocorre no estômago de aves frugíferas. peninervadas. sarmentosa. folíolos ovado-cordiformes ou ovado-arredondados. Os acúleos que revestem o caule são grandes e de forma mais ou menos espiralada. • Produção de sementes e frutos: dezembro e janeiro. As sementes só germinam mediante escarificação química com ácidos. antileucorréica e hemostática. CLIMA: Espécie subtropical. dança-de-são-guido (283) e afecções hepáticas (303). febrífuga (271). digestiva. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene que cresce de 1. raízes e frutos. o mesmo acontecendo com o pecíolo. para sementes. ácidos e bastante argilosos. braços e os olhos devem ser protegidos para evitar-se ferimento pelos espinhos. FITOLOGIA: Planta arbustiva. PARTES UTILIZADAS: Folhas. com o pecíolo espinescente. com as gemas sedoso-tomentosas. no sul do Brasil. fracionada em três xícaras diárias. FORMAS DE USO: Xarope: feito à base de infusão das folhas e botões florais (a 10%) misturado ao suco dos frutos maturos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Rosaceae. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente na Mata Atlântica.0 x 1. apoiando-se na vegetação próxima. cordiformes. palmada. OUTRAS PROPRIEDADES • Os ramos são utilizados para o fabrico de cestos para flores e peneiras finas. • Colheita de folhas: o ano todo. TOXICOLOGIA: Durante a época da floração. antidiarréica e antilítica (271). causando a febre do feno. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiespasmódica. urticária.5m. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hemostática. anti-helmíntica (as sementes). tônica (283). podendo atingir 4 a 5m de comprimento. INDICAÇÕES: Indicada para hemoptises. tônica. • Tutoramento: em espaldeiras de três arames superpostos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lauraceae. Prefere temperaturas amenas a quente e alta umidade relativa do ar.5 a 3m de altura. indigestão. 5-foliadas. alternas. estomáquica (283). • Plantio: o ano todo. FORMAS DE USO: 15 a 20g/dia. AMORA-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Rubus imperialis Cham. • Florescimento: novembro e dezembro. • Propagação: sementes e mergulhia. Flores com pétalas brancas. As hastes sarmentosas e o caule são cilíndricos e os mais velhos são revestidos por uma cerosidade branca que pode ser removida com os dedos. formada por flores de pétalas brancas. Medra mesmo nos úmidos. A infrutescência é composta de numerosos frutos tipo drupa. e Sch. sendo o pendúnculo tomentoso e aculeado. A planta é considerada rara e devido à existência de poucos indivíduos e o alto nível de patógenos endógenos. curto e grosso-pedunculadas. SINONÍMIA: Canela-rosa. oblongas ou elípticas. INDICAÇÕES: Indicada para a azia. As mãos. ou novembro a fevereiro. A inflorescência é do tipo panícula. SINONÍMIA: Amora-branca. ANDRADE NOME CIENTÍFICO: Persea major Kopp. de ramos angulosos. As flores verde-amareladas. Os acúleos das folhas localizam-se na nervura central e são recurvados para base da folha. Folhas compostas. raízes e frutos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hipocolesterolêmica (271). infecções nos dedos (271). Os ramos são subangulosos e amarelo-tomentosos quando novos e castanhoescuros e glabros. • Plantio: outono (sementes) e primavera-verão (mergulhia). corre o risco de extinção nas regiões onde ainda ocorre. A inflorescência é multiflora. inflamações da garganta e da boca e hidropisia (271). FITOLOGIA: Árvore grande. pau-andrade. silva-de-são-francisco. • Poda: a planta tem que ser podada periodicamente para facilitar os tratos culturais e a colheita. em decocção. matas secundárias e bosques. erupções na pele. AGROLOGIA • Espaçamento: 2. com até 12m de altura. canela-cedro. de coloração violeta escura. hemorragia nasal (342). armados de acúleos grandes. SOLO: É pouco exigente em solos. antidiabética. sarçamora. antihipertensora. variáveis. cãibras dos intestinos. pouco tomentosos na face dorsal. ferrugíneo-tomentosa. dispostas em panículas piramidais longo-pedunculadas e revestidas . • Propagação: sementes e mergulhia de ramos. o pólen pode vir a ser alergênico em pessoas susceptíveis. As sementes não germinam sem uma escarificação química com ácidos. • Florescimento: outubro a novembro. AGROLOGIA • Espaçamento: 2. finamente arroladas nas duas faces. grosso-dentados. As folhas são peninérveas formadas por 9 folíolos de coloração verde escuro na face ventral e esbranquiçada-tomentosa na face inferior. náuseas. glaucas. • Colheita: inicia-se a partir do segundo ano. anticolesterolêmica. antidisentérica. • Frutificação: novembro a dezembro. arredondadas na base ou obtusas dos dois lados. calmante dos nervos (303). Fruto composto de inúmeras drupas verde-amareladas. ou agudas e subacuminadas no ápice. adstringente. normalmente em condição umbrófila e semi-umbrófila. disposta em panícula subcorimbosa. AMORA-PRETA NOME CIENTÍFICO: Rubus spp. PARTES UTILIZADAS: Folhas. HABITAT: Espécie autóctone que habita a Mata Atlântica.16 PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas. membranosos.0 x 1. silva. glabras ou levemente hirsutas e luzidias na face ventral. lacínias lanceoladas. hemorróidas. perene. A mergulhia deve ser feita a partir da primavera. FITOQUÍMICA: Contém taninos. cãibras do sangue. amora-silvestre. A folhas são esparsas.

esparsamente piloso. SOLO: As plantas crescem mesmo em solos pedregosos. linfoadenite. SINONÍMIA: Cura-tombo. antiálgica e antiinflamatória. epilepsia. margarida. contendo seis a oito sementes pardacentas. lisas e duras. O caule é castanhoavemelhado. caá-chira. compostas de 7 a 15 folíolos opostos. peleáceo. dispostas em rácimos axilares eretos. Submetida à altas temperaturas. carnoso. Tomar 1 a 2 xícaras ao dia (icterícia e hepatite). para odontalgias (68). transforma-se em indigotina. diurética. arenosos e até mesmo em dunas de areia. PARTES UTILIZADAS: Casca do tronco. estomáquica. antiepiléptica. pode ser usada em bochechos. • Plantio: outubro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Cicatrizante (251). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiespasmódica. que cresce 0. A raiz é odontálgica e já foi utilizada como antiofídica (93). e 20 a 25oC no verão. que é o anil (242). ramosa. com cerca de 2 a 3cm de comprimento. A raiz é indicada para coréa.0 x 4. pulverizadas. inteiros. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. quase quadrangular. É reputada como antídoto do mercúrio e do arsênico (93). com cerca de 1cm de diâmetro. Não tolera solos encharcados ou muito argilosos. • As folhas fornecem matéria tintória. As flores são amarelas. timbozinho. O fruto é uma vagem arqueada. Aquênio túrgido. longo-pedunculados. estreitado na base.61% e catequinas 32% (251). guajaná-timbó. enquanto que as estacas em areia ou vermiculita. • Propagação: sementes e brotações da cepa. e as do disco. mais pronunciadamente na dorsal. perene. argilosos e com pouca acidez. • Florescimento: abril a maio. afecções do sistema nervoso e uretrite blenorrágica. pilosas nas duas faces.8 a 1. icterícia. anileira. glabros na face ventral e pubescente na dorsal. acizentado. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. HABITAT: Espécie autóctone da região litorânea brasileira. trilobada no ápice. flavonóides. As folhas são glaucas. pilosas no dorso. anileiraverdadeira. • Plantio: setembro a outubro. verde-glauca. timbó-mirim. Vegeta espontaneamente em pastagens. malmequer-do-brejo. FITOQUÍMICA: Leucoindigodina (93). radicante nos nós. depurativa (68). principalmente em várzeas úmidas e sombrias. altamente tóxico. linear-elípticos ou oblongo-agudos. angulosas ou subcilíndricas. é comum a ocorrência de sementes chochas e fungadas. SOLO: A planta cresce naturalmente em solos profundos. . bananais. emenagoga. • Florescimento: janeiro • Colheita da casca: durante o inverno. ARNICA-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Wedelia paludosa DC. grupo amino e lipídeos.0m de altura. caobi-índigo. prosperando melhor em regiões quentes e pouco pluviosas. seríceo-pubescente. CLIMA: Ocorre em regiões cujas temperaturas giram em torno de 10 a 15oC. • Doenças: em regiões úmidas. FITOQUÍMICA: Esteróides. ANIL NOME CIENTÍFICO: Indigofera suffruticosa Mill. maior e denteado. terrenos abandonados e áreas ruderais. feita com a raiz. no inverno. triterpenos. ciliado. sedativa (257). hepatite (68). OUTRAS PROPRIEDADES • As sementes e raízes. O teor de tanino é de 19. pomares. Receptáculo cônico. • Rendimento: em um hectare obtém-se cerca de 330 a 560kg de anil ou 40g para cada 10kg de folhas (93). cerca de 13. Pecíolo semicilíndrico. Capítulos solitários. com 8mm de comprimento. o qual após aquecido em altas temperaturas dá origem à indigotina substância corante pura que se cristaliza em pequenas agulhas brilhantes de coloração e reflexo cúprico. febrífuga. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. sarnicida (folhas machucadas). a beira de estradas. ao longo da orla marítima. O fruto é uma baga globosa. com corola ligulada. escabiose. Dose mais forte. AGROLOGIA • Espaçamento: 4. prostrada. INDICAÇÕES: É utilizada no tratamento das afecções das vias urinárias. previamente esmagadas. áreas abandonadas e ruderais. • Propagação: sementes e estacas de ramos. caá-obi. axilares. Também indicada para a laringite aguda. CLIMA: É de clima tropical. pequenas.0 x 1. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. saponinas. HABITAT: Espécie alóctone originária das Antilhas e América Central. taninos hidrolizáveis e condensados. • Colheita: inicia 6 a 8 meses após o plantio. Tomar 1 a 2 xícaras por dia (32). conhecida como anil (328). SINONÍMIA: Anil-do-campo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Papilionaceae. mal-me-quer. imparipenadas. As folhas são opostas. caá-chica. taninos catequínicos 18. ⇒ ferver 5g de folhas ou raízes em 1 litro de água.5m. curto-pedunculadas. intoxicações exógenas. com bractéolas decíduas. Brácteas involucrais foliáceas em duas séries. as marginais femininas. abundantes. anileira-da-índia. índigo. obstipação intestinal. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. picão-da-praia. indigueira. O caule é anguloso. • Decocção: ⇒ 15g/dia. As flores são róseas. TOXICOLOGIA: Extrai-se da planta o índigo. muitas hermafroditas. Medra em pastos. vadelia. glabro. corola tubulosa. membranáceas. FITOLOGIA: Planta herbácea. margaridão. curtopecioladas. O sabor do chá é algo salgado. vedélia. tríquetro.17 de um denso tomento sedoso-ferrugíneo ou amarelo-ocre. caá-timbó. FORMAS DE USO • Cataplasma: folhas frescas utilizadas externamente. purgativa (32).7%. providas de dois pequenos lobos laterais e um terminal. • Infusão: 5g/litro de água. cólicas. que cresce 40 a 50cm em altura.0m. erupções da pele (1). com papus ciatiforme. são utilizadas como insetífugas (32).

respectivamente. Forma touceiras de até 1. antinociceptiva (377) e antiálgica (46). 64. Tem preferência pelos solos úmidos. INDICAÇÕES: Indicada para traumatismos. há um decréscimo de 24% no teor de flavonóides totais (166). SINONÍMIA: Arruda-doméstica. p/p). As sementes normalmente são inviáveis ou não se formam. pardas e rugosas por lóculo. alóctone. margem inteira ou crenulada. antilítica. erva-fresca. porém é mascarado pelo forte aroma. afecções do fígado. antiartrítica. ruta-de-cheiro-forte. • Colheita: inicia a partir terceiro mês após o plantio. cerosa. • Colheita: Deve ser feita no inverno.1% em 24. Está amplamente adaptada no Brasil. glabra. Cresce à plena luz e tolera o sombreamento. estreitos. O sabor das folhas é ligeiramente picante. compostas. arrudafedorenta. proliferando-se melhor nos climas tropicais e subtropicais.2% e 91. . de clima temperado seco. diaforética.6 a 1. • A planta apresenta um alto índice de enfolhamento. SOLO: Prefere solos permeáveis e ricos em matéria orgânica. o crescimento vegetativo deve ser contido através de podas e eliminação de ramos radicantes. Períodos de estiagem afetam o crescimento da planta. ramificada apenas no topo. sésseis.5mg/ml do extrato cru das folhas. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. cravinho. As estacas são plantadas diretamente a campo. antibacteriana. cicatrizante. O fruto pentalocular produz uma sementes reniformes. PARTES UTILIZADAS: Folhas. oblongolanceoladas. arruda-dos-jardins. golpes. Mas devido à sua histórica aclimatação no Brasil. alveolado e munido de pêlos sedosos e brancos. SINONÍMIA: Arruda-de-galinha. Já foi até utilizada para tratar a histeria (93). CLIMA: É de clima tropical e subtropical. As folhas são simples. tenras. antinevrálgica (215) e antianêmica (271).5%. quando é maior o teor de flavonóides. OUTRAS PROPRIEDADES • É cultivada como onamental em jardins. agudas e corola de 4 a 5 lobos salientes e rugosos. linear. As folhas são alternas. coqueluche. em sulcos transversais.20m. desenvolve-se bem em ARNICA-DO-CAMPO NOME CIENTÍFICO: Porophylum ruderale [Jack. medindo 0. cerosas. 3-pinatipartidas. pequenos. mediterrânica. de caule ramificado desde a base e lenhoso. FITOLOGIA: Planta subarbustiva polianual.16[17]-dien-19-óico (39) e luteolina (46). inibe o crescimento de Leishmania amazonensis em 45. abrindo-se superior e inferiormente em 4 valvas. triangulares. SOLO: A planta prefere solos férteis.6% (196). alternas. CLIMA: A planta é. Durante o verão e a primavera. saponinas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS Antiinflamatória. couve-cravinho. escoadouros e taludes. glabros e de coloração acizentada-azulada durante o estágio vegetativo. embora tolere alguma sombra. membranáceas. É heliófita. Quando amassadas. nativa da Europa e norte da África. dispostas em corimbos. inflamações na garganta. • Plantio: setembro a outubro. sem clorofila. • Propagação: estacas radicantes. antidisúrica. • Plantio: outono e primavera.1 e 87.3m. FITOQUÍMICA: Diterpenóide kaurane: ácidos ent-kaur-16[17]-en19-óico e ent-kaur-9 [11]. • Propagação: sementes. Não tolera solos ácidos e encharcados. pouco brilhante. arruda-fêmea. principalmente indicada para revestir barrancos.3 x 0. verde-clara. ricos em matéria orgânica. açúcares reduzidos (166). Flor composta por um invólucro cilíndrico contendo filárias lineares unidas e corola constituída de finos tubos de coloração esverdeada ou amarelada. lavouras abandonadas e capoeiras. amigdalite e má digestão. ARRUDA NOME CIENTÍFICO: Ruta graveolens L. 85. Solos pesados e úmidos são desfavoráveis ao crescimento da planta. erva-couvinha. aerados. CLIMA: Espécie de larga adaptação climática. antiinflamatória. areno-silicosos. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral ou diretamente em canteiros. Está perfeitamente aclimatada no Brasil. Cresce notadamente em áreas ruderais. antimicótica (166). alcalóides. 48 e 72 horas. Tolera solos ácidos. ereta.59%. Não tolera geadas. couve-de-veado. • Florescimento: o ano todo. decompostas em 9 a 11 lobos oblongos ou obovados. nem ventos muito frios. A planta exala aroma forte e pouco agradável. O ciclo varia de 100 a 110 dias. arruda-macho. • Florescimento: janeiro a março. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. medindo 4 a 6cm de comprimento por 2 a 3cm de largura. Com clorofila. hepatite. podendo ser utilizada como cobertura de solo. taninos.45 a 0. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática. • Pragas: é suceptível ao ataque de lagartas e pulgões.0m de altura. picão-branco. desde os arenosos aos argilosos e orgânicos. cultivada em jardins e hortas. INDICAÇÕES: Para o tratamento de corrimentos. trombose e hematomas (271). FAMÍLIA BOTÂNICA: Rutaceae. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. terminais ou axilares. machucaduras (215). a inibição foi de 46. ferimentos. encharcados e até os secos. base atenuada e ápice obtuso. cravo-de-urubu. carnosas. pecioladas. por origem. FITOQUÍMICA: Flavonóides (0. e verdeoliva durante o reprodutivo.4 x 0. negro. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. com exceção no inverno.2m de altura. Possui cálice com 4 a 5 sépalas lanceoladas. Inflorescência em capítulos solitários ou em corimbos. levemente alcalino. emenagoga e calmante (93). ruda. flores e lígulas.18 SOLO: Vegeta em todos os tipos de solo. As flores são miúdas e de cor amarelo-esverdeadas. couvinha. febrífuga. ATIVIDADE BIOLÓGICA: 2.] Cass. antidiabética (271). as folhas liberam um olor desagradável. • Poda: por ser uma planta rústica e altamente invasora. pecioladas. soltos. HABITAT: Espécie alóctone. FARMACOLOGIA: Tripanossomicida (39). Fruto tipo aquênio.3.

parasiticida capilar. arrefecimento da pele. óleos voláteis. principalmente). hesperidina. depressão do pulso. rutalidina. 32). através de um mecanismo fototóxico que torna a pele sensível à luz solar (120). varizes. anti-reumática. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-histérica. • Colheita: inicia 3 a 4 meses após o plantio.70 x 0. Cataplasma: varizes e flebite (145). adstringente. artemijo. Xarope: 10 a 40ml/dia. Extrato fluído: 0. lactonas. ⇒ 1 copo de folhas frescas picadas em 1 litro de álcool (sarnicida) (257). 145). Inflorescência terminal paniculada em capítulos isolados ou em espigas axilares laxas. alcalóides. 32. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral. salicilato de metila. • Micropropagação: utilizam-se explantes a partir de segmentos nodais submetidos a assepsia com cloro ativo a 2%. FORMAS DE USO • Infuso: ⇒ 1%. sudorífica (341). verde a verdeavermelhado. rutalinium. As folhas e as sementes têm propriedades antiparasitárias (sarna e piolho) e as sementes são anti-helmínticas (283). cocusaginina.l -1 de benzil amino purina (76). Tintura: ⇒ 2 a 10ml/dia (341). as folhas exalam aroma amargo. pineno e limoneno (raízes. paralisia. flebite. Faz-se duas colheitas ao ano. verde intenso. hiperemia dos órgãos respiratórios. contração da pupila e sonolência (93) . inteiras ou lobuladas. Vermífugo: 20g de folhas/litro de azeite. tremores. Está bem aclimatada ao Brasil. feridas e zumbido no ouvido e incontinência urinária (215). enxaqueca. Parasiticida capilar e sarnicida: 20g de folhas/litro de água quente (283. • Pode-se confeccionar uma vassoura com os ramos e folhas para os parasitas domésticos. metilnonilcetona. estimulante. A germinação ocorre em 10 a 15 dias. reto.30m. rubalinidina (257). bergapteno. hemorróidas. cumarinas. • • • • ⇒ 2 a 3g de folhas secas/litro de água (283. apud 120). Pó: 0.0m de altura.09% (96). O teor de essência da arruda varia de 0. antiepiléptica (435). cineol. artemija. pneumonia (120). conjuntivite (283). convulsões (341). antiespasmódica. ácido salicílico livre. Decocção: ⇒ 100g da planta fresca em ½ litro de água. • • • • • • • TOXICOLOGIA: Doses elevadas do chá podem causar vertigens. edema na língua (257).19 regiões de clima subtropical até tropical. excitante da motilidade uterina (120). Caule liso. Essência: 1 a 7 gotas/dia (341). FARMACOLOGIA: A ação espasmolítica da planta é devida é devida à presença de bergapteno e xantotoxina. rutacridona. as inferiores pinatisectas com segmentos lanceolados e as superiores lanceoladas. Coar. febrífuga (120). hemorragia e aborto em mulheres grávidas. segundo o folclore afro-brasileiro. onicomicose. • É utilizada. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. As estacas enraízam em 60 dias. galhos com folhas e flor. furocumarina. cólicas. rutaretina. losna-brava. SINONÍMIA: Absinto. flor-de-são-joão. sarnicida (257). antitetânica. ⇒ 1 colher das de café de folhas em 1 xícara das de café de água quente. Quando amassadas. enquanto que a dorsal é intensamente alvo-tomentosa. ⇒ ferver durante 5 minutos 2 colheres das de sopa de folhas em ½ litro de água. emenagoga. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Os alcalóides da planta mostraram atividade antimicrobiana (120) e anti-helmínticas (Costa. Lavar os olhos (conjuntivite) (257). analgésica. estupefaciente. Apresenta ainda atividade estimulantes febrífuga e emenagoga (Costa. Os explantes são cultivados em meio MS ½ + 0. As folhas são alternas. PARTES UTILIZADAS: Folhas. gota. salivações. antiasmática (120). fenóis.1mg. hipocondria (435). hidrocarbonetos. • Produção de sementes: os frutos com sementes maturas ficam prontos de novembro a janeiro. rutamarina. • Florescimento: agosto a dezembro. A face ventral é glabrescente. esquiamianina. • Propagação: sementes e estacas dos ramos. ribalinidina (120) . carminativa. heterosídeos antociânicos. Sumo: 3 gotas do sumo em 1 gota de álcool. alvo-tomentoso. de rizoma perene e folhagem anual. secura na garganta. álcool metilnonílico e seus ésteres combinados aos ácidos acético e valeriânico.5 a 2ml/dia. como abascanto. éter metílico do ácido metilantranílico. flavonóides. metilnoilcarbinol. erradicação de oxiúros (294) e ascárides. cineol (145). crescendo cerca de 0.07 a 0. vômitos. É bastante tolerante à seca. chalepeusina. rutina. tranquilizante. FITOQUÍMICA: Hibalactona (da raiz). Quando a propagação é feita por estacas. • Plantio: início do verão. • A planta afasta moscas e combate pulgões. aperitiva.5 a 2g/dia. calmante dos nervos (32).8 a 1. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. Cobrir e deixar macerar por 5 minutos. FITOLOGIA Planta herbácea. OUTRAS PROPRIEDADES • Foi muito utilizada na antigüidade como anafrodisíaca. sendo cultivada em jardins e hortas. 435. Ingerir 2 xícaras das de chá ao dia (257. matérias resinosas e pépticas (341). Tomar 3 vezes ao dia (128). xantotoxina. rutamina. Administrar 2 a 3 colheres das de chá por dia. cilíndrico e multisulcado. Pode causar fitodermatites. com tamanho decrescente em direção ao topo da planta. curto-pecioladas. 145). hemostática. Clister: cozinhar 8 a 10g de folhas por litro de água (parasitas intestinais). dores intestinais. 50 a 200ml/dia (341). INDICAÇÕES: A planta pode ser utilizada no tratamento de otite. Flores verde- . graveliferona. fortificante dos nervos. esperar amornar e aplicar compressas de algodão várias vezes ao dia sobre os olhos (128). dulcite. quercitina. ereta. derrame cerebral. HABITAT: Espécie alóctone de origem asiática. Pingar 2 gotas em cada ouvido (257). dores abdominais. antinevrálgica (271). gastroenterites. É heliófita. losna. enquanto que a metilnonilcetona apresenta ação vesicante. apud 120). deve-se proceder um sombreamento de 70% e prover farta irrigação das mudas. ciática (145). náuseas e vômitos (145). dores epigástricas. ARTEMÍSIA NOME CIENTÍFICO: Artemisia verlotorum Lamotte. aromáticas.

calmante. além de ser ornamental.30m. Apresenta cheiro forte.0 e 6. gastrite. Tomar 2 a 3 xícaras das de café ao dia (cólicas menstruais). INDICAÇÕES: Atua contra as cefalalgia (261). no reumatismo (68). atonia. antinevrálgica. combate também a malária (145). na Ásia. • Propagação: sementes e estacas. insônia (258).UNICAMP . • Florescimento: a partir de novembro. glabra. antianêmica. ácidos e muito compactos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. • Os raminhos secos são colocados em armários e estantes como repelentes de traças (128). PARTES UTILIZADAS: Folhas. afecções uterinas (215). ovalado. FITOLOGIA: Planta herbácea. convulsões e problemas mentais e psíquicos (209). antiepiléptica (283). FITOQUÍMICA: Óleos essenciais (cineol. Tomar 1 a 3 xícaras ao dia (258). formando inúmeros rebentos de raiz. anti-hidrópica. partenolides. HABITAT: Espécie alóctone. nervosismo (283. ⇒ 1 colher das de chá de folhas em 1 xícara das de chá de água quente. antilistênica. mucosidade. Deixar macerar por 15 minutos. estomáquica. coréia (dança-de-sãoguido). Não tolera solos muito úmidos. febrífuga. males do coração e dos nervos (303). convulsões e histeria.3m. Tomar alguns goles durante o dia (calmante e antiespasmódico). Cobrir e deixar macerar por 5 minutos. ansiedade. estendendo-se até janeiro.5 x 0. debilidade eupéptica. SINONÍMIA: Artemigem-dos-jardins. Folhas pinatissectas ou bipinatissectas. TOXICOLOGIA Esta planta torna-se tóxica quando utilizada em doses bem acima das indicadas (145). antileucorréica. PARTES UTILIZADAS: Flores e folhas. • Florescimento: ocorre a partir de outubro. Segundo a Universidade de Campinas . onde a média anual gira em torno de 20 a 24oC. Corola tubular pentalobada. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é inseticida e insetífuga. desagradável e sabor amargo. • Raleio: por ser uma planta altamente prolífica. muito ramificada. É heliófita. glabras ou pouco pubescentes. ácido málico. CLIMA: Embora seja uma espécie de clima temperado quente. pertubações gástricas. enterite. camomila-pequena. Tomar 1 xícara de chá após as refeições (digestivo). ⇒ 1 colher das de sopa em 1 litro de água quente. profundos. afecções biliares e hepáticas. antiinflamatória. antiepiléptica (145).5. bem aerados. FORMAS DE USO • Infuso: ⇒ 15g/litro de água. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é adicionada à bebidas alcoólicas para obter sabor amargo ("bitter"). adapta-se bem às regiões subtropicais e tropicais. TOXICOLOGIA: Pode causar o aborto (258). • Apresenta propriedades inseticidas (32). Apresenta inflorescências em capítulos dispostos em corimbos terminais. ASSA-PEIXE NOME CIENTÍFICO: Vernonia polyanthes Less. . Tomar ½ xícara. glabro. (215). tujona e cetona). tanino e ácido antêmico (145). intoxicações endógenas e exógenas. lombrigas. hipocloridria. carminativa. icterícia. nem por mulheres grávidas ou que amamentam (128). FORMAS DE USO: Infusão: 2 a 3 folhas e 3 a 4 flores em uma xícara das de chá com água. medindo cerca de 1mm de comprimento SOLO: Prefere solos secos e leves. antidiarréica. externamente. originária do Cáucaso. antiespasmódica. ao levantar e ao deitar (tônico circulatório). ⇒ ferver durante 10minutos uma colher de sopa de raízes em ½ litro de água. enxaqueca. piretro-do-cáucaso . PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Depurativa. Cobrir e deixar macerar por 10 minutos. Utilizar 2 a 4 xícaras por dia (283). bisanual ou perene. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. artimijo. O transplante é feito quando as mudas apresentarem 5 a 6 folhas. margaridinha. ARTEMÍSIA-ROMANA NOME CIENTÍFICO: Tanacetum parthenium L. Não deve ser ingerida crua. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. anorexia. pubescentes e membranáceas. monsenhor-amarelo. antiespasmódica e febrífuga (1). circundadas por lígulas brancas. As flores do disco central são amarelas e tubulosas. SOLO: A planta prefere solos areno-silicosos. amenorréia.20 amareladas. • Decocção: ⇒ ferver por 1 minuto 2 colheres das de sopa de flores em ½ litro de água. guaianolides e sesquiterpenos clorados (257). inapetência (68). • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. em janeiro. macela-do-reino. matricária. germacronolides. • Colheita: 6 a 8 meses após o plantio. composta por invólucro campanulado de filárias ovaladas. 32). constipação (242). artemijo.30 x 0. anti-reumática (271). • Compressa: utilizar o decôcto ou o suco das folhas e/ou raízes. • Propagação: rebentos do rizoma. • É uma boa melhoradora da estrutura do solo. emenagoga. o crescimento da população da planta deve ser contido para não invadir outras áreas. CLIMA: A espécie prospera melhor em regiões de temperaturas amenas. emenagoga (93). tônica. vermífuga. que cresce de 60 a 90cm de altura. Pode causar também hepatonefrites. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica (261). 4 vezes ao dia (145). macela-da-serra. ricos em matéria orgânica e com pH entre 6. Schulz-Bip. flores e raízes. FITOQUÍMICA: Óleo essencial rico em cetona. ⇒ ferver durante 15 minutos uma colher das de sopa de raízes em ½ litro de água. INDICAÇÕES: Indicada para a cólica. • Plantio: primavera. Fruto tipo aquênio.SP. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Tomar 2 xícaras das de chá ao dia. amarga e estimulante (242). • Plantio: outono e primavera.

graveto-do-diabo. • Plantio: primavera. mata-verrugas. A rizogênese inicia perimetralmente à base da estaca. quando extraída na escuridão. hemostática (68). antiasmática (392) e antigripal (393). cegaolho. diminutas e raras. • Poda: evitar que os ramos cruzem a área de circulação de pessoas. Ramos verticilados. quase áfilos. SOLO: Desenvolve-se bem em solos pobres. é fosforescente (93). enquanto que as masculinas ocorrem em torno das masculinas. • Propagação: sementes e estacas. gríseopilosas.3mm de comprimento. Devem ser hidratadas em sua base e após enterradas em areia úmida. goma tirucalli. A ingestão do chá das folhas causa um potente efeito diurético e natriurético em ratos (393). porém bem drenados. glicosídeos. à beira de estradas e em terrenos abandonados. dedo-dodiabo. • Florescimento: fevereiro a abril. HABITAT: Espécie alóctone. ramificado e arredondado. FORMAS DE USO • Xarope: 2 folhas picadas em 1 xícara das de café de água. • Infusão ⇒ Como diurético: em um litro de água ferver 6 folhas picadas durante 10 minutos. com capítulos sésseis contendo cerca de 25 flores lilases. Tomar 1 a 3 xícaras por dia (128). coando a seguir. vem sendo estudados como antitumoral (145). • As flores são melíferas. óleo essencial e sais minerais (128). As flores são terminais. proporcionando um mel de alta qualidade. que cresce de 2 a 3m de altura. coral-verde. árvore-de-são-sebastião. gripes fortes. Adultos . CLIMA: É sensível ao frio intenso. intrincados.0m. medindo 2 a 2. O caule é liso. Estacas podem ser enraizadas em areia ou solo leve. É heliófita. SINONÍMIA: Almeidinha. FITOQUÍMICA: Alcalóides. As folhas são agudas. flavonóides (genkwanina e velutina). FARMACOLOGIA: Os glicosídeos extraídos das flores. É xerófila. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais (eugenol). • A casca da raiz. • • ⇒ Para bronquite: 2 folhas cortadas em 1 xícara das de chá de água quente. CLIMA: É heliófita e não tolera geadas. labirinto. tosses rebeldes. contusões e infecções do útero (271). • Compressas: hemostático (257). diterpenos do tipo tigliano (ésteres de forbol) e ingenano (ésteres de ingenol). profundamente 3-sulcada. pubescente e sublenhosa. O fruto é uma cápsula vilosa. ⇒ Como expectorante: infusão com uma xícara de água fervente sobre 2 folhas picadas. Tomar 5 gotas diluídas em água a cada 2 horas. INDICAÇÕES: Indicada para bronquite (392). para hemorróidas pontadas nas costas e no peito. pastagens. FITOLOGIA: Arbusto grande. pau-sobre-pau. • Plantio: em qualquer época do ano. alternas. filiformes. coral-de-são-sebastião. cambará-branco. antilítica. pneumonia (68). • Manejo: qualquer atividade de cultivo feita com a planta deve prever o uso de calçados. pau-liso. margem inteira ou pouco serreada. espinho-de-judeu. As estacas devem ser preparadas no fim da primavera até o início do verão. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta muito rústica. ⇒ ferver por 5 minutos 3 folhas bem picadas em 1 xícara das de chá de água. Suco: tritura-se ou moem-se as folhas. de coloração verde. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. o cultivo deve ser feito em áreas mais agrestes da propriedade. contusões. 3locular. PARTES UTILIZADAS: Seiva (látex). durante 1 a 3 dias (68).21 FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. SOLO: Plenamente adaptada a solos secos e pobres. em banhos. Sementes ovóides e lisas. perene. suculentos. cilíndricos. axilares. coroa-de-Cristo. • Espaçamento: 2. reunindo filárias agudas e coriáceas em invólucro campanulado. SINONÍMIA: Assa-peixe-branco. acrescentar 2 xícaras das de café de açúcar e levar ao fogo até a dissolução do açúcar. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são comestíveis. cerosa e verde-clara na face dorsal. Fruto aquênio. estreitas na base. látex. pecioladas. durante 1 a 3 dias (145). . cambará-guassú.5m. rugosas e ásperas na ventral. anti-hemorroidária (215). perene. afecções do útero (215). 4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato (77). cálculos renais e o uso externo é indicado para combater afecções cutâneas (128). castanho. tomar até 3 xícaras ao dia. lanceoladas. AVELOZ NOME CIENTÍFICO: Euphorbia tirucalli L. oblongo-laneceolado. coar. HABITAT: Espécie autóctone que cresce em descampados. que cresce de 3 a 4m de altura.1 colher das de sopa 2 a 3 vezes ao dia. Inflorescência paniculada. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É béquica. FITOLOGIA: Planta arbustiva grande. aldeídos (145). balsâmica. originária da África. fritadas à milanesa. hidrocarbonetos terpênicos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. chamarrita. roupas que cubram a pele e óculos. Em solos muito úmidos o crescimento é demasiadamente lento. espinho-de-Cristo. Abafar por 10 minutos. dente-de-cão. Coar e tomar a vontade (diurético). diurética (128). Decocção: ⇒ ferver por 15 minutos 6 folhas cortadas em pequenos pedaços. paupelado. cassoneira. expectorante.0 x 2. • Propagação: estacas de ramos. • Colheita: as folhas devem ser colhidas antes do florescimento. capoeiras. árvore-do-lápis.0 x 1. Ferver 5 minutos. pois rompem-se facilmente exsudando látex que pode ser cáustico. lenhoso. Tomar durante o dia (como diurético). resina (257). Coar e aplicar sobre afecções da pele (128). espinhoitaliano. lactescente. PARTES UTILIZADAS: Folha e raiz. cambará-guaçú. árvore-docoral-de-são-sebastião. amarelas ou esverdeadas. • Florescimento: não ocorre em Santa Catarina. AGROLOGIA • Espaçamento: 3. O decôcto da raiz é utilizado. avelós.

antiespasmódico. Por ser altamente caústico. antiasmática (341). que é comprido e caniculado. • Xarope: 20 a 100ml/dia (341). As flores são avermelhadas. emoliente. FITOLOGIA: Planta herbácea. ricos em húmus. antiescorpiônico e ofídio (uso interno). bainha inciso-dentada ou laciniada. ereto. queda de cabelo (257). estimulante (128). dividido e subdividido na orla da fronde. polimorfas. Se o látex atingir os olhos. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de afecções catarrais das vias respiratórias. Produz um látex com propriedades irritantes e cáusticas à pele. purgativo. muito delgadas. em nichos de pedras. Tomam-se 8 a 10 colheres das de sopa por dia. Tomar 2 a 4 xícaras ao dia (257). antireumático. úmidos. cauterizante de verrugas (257). O látex puro pode provocar até uma hemorragia (145). carnosas. colhidos de setembro a maio. semi-amplexicaules. O fruto é uma cápsula lisa e escura contendo sementes triangulares. com os folíolos em forma de cunha larga. Ésteres de forbol são estudados como agentes promotores de tumor. FITOQUÍMICA: Ácido gálico e tânico. pequenas (1. INDICAÇÕES: Indicada empiricamente para o tratamento de neoplasias neuralgia. Proteger contra geadas. O rizoma é fino. asma e gastralgia (77). antivirótico. bronquite (341). levemente ondulada. Raleio: eliminar folhas senescentes e doentes. • É utilizada como ornamental. oblíquo e piloso. As folhas superiores são sésseis. rizomatosa. induzindo a formação do linfoma de Burkitt e carcinoma nasofaringeo (77). perene. originária da Europa. de clima subtropical úmido. As hastes e ramos são marrom-escuros.4 x 0. estacas e esporos. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta ornamental de ambientes sombreados. As folhas são algo glaucas na face dorsal. paredes de poços e principalmente junto à fontes de água. antidiarréica. amarelas. no Brasil. • Extrato fluido: 210ml/dia. • Propagação: perfilhos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Peitoral. de caule fistuloso. SINONÍMIA: Azeda-brava. Tomar 1 colher das de sopa a cada 8 horas (257). Tomar um copo 3 vezes ao dia (145). rouquidão. sagitadas. dores reumáticas. em áreas ruderais sombreadas. dismenorréia. aperiente. pequenas. pode destruir a córnea (257). antidisentérica (215) e antiinflamatória (294). dispostas em panículas terminais e laterais. FAMÍLIA BOTÂNICA: Polypodiaceae. PARTES UTILIZADAS: Folhas e rizomas. com aurículas acuminadas e dirigidas para baixo. com a margem arredondada. O ambiente deve ser sombreado. azedeira. antiasmático. capilarina. pardo-escuros ou negro reluzentes. que atinge 20 a 40cm de altura. caspa. apud 32). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: ⇒ 5%. estriado.22 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O látex. SINONÍMIA: Avenca-cabelo-de-vênus. a planta pode ser utilizada para confecção de moirões e cercas-vivas.2mm). é utilizada como AVENCA NOME CIENTÍFICO: Adiantum capillus-veneris L. freqüentemente avermelhado. Cresce bem em regiões com umidade relativa do ar elevada. mas subespontânea no sul do Brasil. com as nervuras delicadas. Colheita: setembro a janeiro. alternas.40m. HABITAT: A planta é espontânea em Portugal e originária da Ásia. • Tintura: 10 a 50ml/dia. branco e cáustico. ⇒ 1 parte de folha : 100 partes de água. expectorante. carboidratos. friáveis e frescos. soltos. finos. : Doses tóxicas coagulam o sangue. A luz solar direta. quase paralela ao pecíolo. ⇒ 6 gotas de látex do aveloz em 2 litros de água. Irrigação: a planta é muito exigente em umidade. • Propagação: divisão de touceiras. com 3 a 5 soros de esporos situados nas extremidades da face dorsal. lanceoladas-subcordiformes. Plantio: primavera. oblongas ou ovais. sudorífica. CLIMA: A planta é umbrófila e higrófita. o látex precisa ser diluído em água. mucilagem e glicose (294). antibacteriano. AZEDINHA-DA-HORTA NOME CIENTÍFICO: Rumex acetosa L. emenagoga (257). cólica. é resolutivo no tratamento de carcinomas e epiteliomas benignos. compostos fenólicos (257). debilidade das parturientes (283). FORMAS DE USO • Uso externo: romper um cladódio da planta e deixar 1 gota do látex cobrir a verruga ou calo. SOLO: A planta prefere os solos de serrapilheira.8 a 2.30m. HABITAT: Planta alóctone. úmido e quente. azedinha. fungicida. cabelo-de-vênus. A partir do rizoma emergem pendúnculos glabros. e mesmo a meia-luz. causa amarelecimento e definhamento da planta. distúrbios do ovário e da bexiga (271). crenadas. . verrugas. É cultivada em hortas. laringite. divididas 3 a 4 vezes. medindo 20 a 25cm de comprimento por 5 a 8cm de largura. ressecamento da garganta. • Uso interno: ⇒ Até 3 gotas por dia. pardas e luzidias. necessitando de irrigação frequente. com cerca de 10cm de comprimento. que cresce em touceiras. distribuídas em 3 copos d'água (31 1994). meia hora antes das refeições (Leo Manfred. levemente ácidos. OUTRAS PROPRIEDADES • Quando adulta. As folhas são pecioladas. antibiótico. com 20 a 60cm de altura. as inferiores pecioladas. plantados diretamente em canteiros. digestiva (32).3 x 0. 50 a 200ml/dia (341). expectorante (145) e antissifílico (93). A planta definha em solos secos. com tendência a deltóide.. FAMÍLIA BOTÂNICA:Polygonaceae. béquica. principalmente quando nova. duros e muito finos. ⇒ 1 xícara das de cafezinho em 1 litro de água. • • • • • Aclimatação: a planta pode ser cultivada em vasos com substrato orgânico ou pó de xaxim. rubefaciente. AGROLOGIA • Espaçamento: 0.

dispostas em rácimos terminais densos de 30 a 40cm de comprimento. carnosas. Cglicosídeos de flavonas. caraguatá-de-jardim. fenilalanina. • Plantio: ao longo de todo ano. magnésia.000 plantas em 6 meses. apud 179). • Substrato: porosos (areia. • Padrão comercial: teor máximo de cinzas . a temperatura de 25 oC. • Adubação: planta responde bem à adubação fosfatada e potássica. • Micropropagação: estimula-se as brotações axilares e a formação de brotos adventícios mediante a decapitação dos renovos. oxalato de cálcio. polissacarídeos.7m. Cresce em áreas semidesérticas e em locais pedregosos e semi-áridos. mudas que se formam lateralmente à cepa. aviário. leucina e ácido pantotênico). As folhas jovens são retas e agudas. Cada folha matura atinge 420 a 450g por folha. As brotações são facilmente enraizadas com IBA e meio MS modificado. • Adubação: adubar os canteiros com 2 a 3kg/m 2 de cama de • • • HABITAT: Espécie alóctone tropical. casca de arroz tostada. com pedicelos menores que as brácteas.4%. vitamina C. sabor amargo e coloração vítrea. T. curtos e espaçados. com 50cm de comprimento por 6 a 9cm de largura e 3cm de espessura na base. teor máximo de água . aminoácidos livres (alanina. As flores são tubulosas. emodina antrona. quercitina. quando o escapo floral está seco. na forma de salada ou de sopas. ou Aloe barbadensis Mill. ácido sulfúrico e óxido de manganês (93). • Florescimento: agosto a setembro. A propagação por sementes é muito lenta. CLIMA: A planta é de clima tropical a subtropical. FITOQUÍMICA: Ácido silícico (41%). piridoxina. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. diurética (179). • Propagação: estolões. emodina 8-0-β-D-glucopiranosídeo. e também do Mediterrâneo. sem acidez. entouceirada. A planta tolera solos pobres. perene. partindo de 5 brotos decapitados (270). ácidos oxálico. As folhas são antissépticas e refrigerantes (93). O rendimento é de 2. observa-se um rebrote acentuado. FARMACOLOGIA: Os polissacarídeos inibem em 5 semanas o crescimento de tumores (sarcoma 180) (Ito e Hidaka. vermiculita ou a mistura de deles) • Aclimatação: as mudas devem ser enraizadas em viveiro. das Ilhas de Socotra. gota. crisofanol emodina. vulgaris. aloe emodina. densas. babosa-medicinal. para as condições do Litoral Catarinense. atingindo 50 a 60cm de comprimento. febrífuga (128). antiescorbútica. purpureum (189). var. Pragas: é comum a ocorrência de coleópteros (Diabrotica spp. de cor amarelada. e nem sempre é possível a obtenção de sementes. tartárico e málico. • Irrigação: deve ocorrer apenas durante os períodos de estiagem. produzindo uma liquefação do conteúdo intestinal. Apresenta incompatibilidade com águas minerais e não deve ser preparada ou servida em recipientes de cobre (179). afecções do fígado (32). caraguatá. • Rendimento: 100kg/ha no primeiro ano. potassa (15%). . Tomar 4 a 5 xícaras ao dia. Em condições de estresse. marginadas por espinhos triangulares. coberto com sombrite 70%. podendo chegar a 400 a 1. amarelos. catamenial. antinevrálgicas.20m de altura. erva-de-azebre. BABOSA-DE-BOTICA NOME CIENTÍFICO: Aloe vera L. INDICAÇÕES: É indicada para a icterícia.0 x 0. sílico-argiloso. rumex acetosa polissacarídeo RA-P (179). É fortemente heliófita e xerófila. manchadas. aloés. permeável e solto. Ventos frios predispõem à ocorrência de avermelhamento generalizado nas folhas. Derivados de antraquinona: 1. neutralizadora da ação das substâncias acres e purgativa. β-sitosterol. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 10g de raízes para 1 litro de água. soda. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são comestíveis. barbosa. litíase e reumatismo não devem ingerir a planta. Florescimento: não ocorre nas condições do Litoral Catarinense. cloro. babosa. TOXICOLOGIA: A planta provoca diarréia em animais e o pólen é alergênico.000kg/ha no quinto ou sexto ano. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato aquoso de caule e folhas apresenta atividade hipoglicêmica e antimicótica contra Trichophyton granulosum. de 2 a 4cm de comprimento. nem sementes. O excesso de água nas raízes pode provocar deterioração das raízes. acídula. Os pacientes com artrite. Colheita: ocorre 3 a 4 meses após o plantio. As folhas. antiasmática (32). Apresentam internamente um parênquima mucilaginoso. pendentes. côncavas na parte superior e convexas na inferior. nepodina. Derivados de hidroxiantraquinonas e hidroxiantronas. com cerca de 10cm de altura.23 • Plantio: março a abril e setembro. Canárias e da Madeira. Optar pela irrigação por nebulização. alumina. • Suco: tomar 1 colher de sopa do suco das folhas por hora (32). • A raiz fornece matéria tintorial de cor vermelha. rizomatosa. noroeste da África e das margens do Mar Vermelho. O controle é feito com iscas envenenadas de raiz de tajujá ou frutos verdes de cabaça. gypseum e T. Não tolera geadas. SOLO: Prefere solo bem drenado. suculenta. Transplantar as mudas quando apresentarem 15 a 20cm de altura ou 4 a 6 folhas.8-dihidroxiantraquinona. FITOLOGIA: Planta arbustiva.12% (96) PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. • Produção de sementes: não há formação de frutos. neposídeo. crisofanol-8-0-β-D-glucopiranosídeo. glauco-esverdeadas uniformes. de caule curto. sinuoso-serradas. afta e inflamações da vesícula biliar (128). FAMÍLIA BOTÂNICA: Aloeaceae. óxido de ferro. O contato das folhas com o solo úmido favorece o apodrecimento das mesmas. ácido fosfórico (5%). vitexina.). O teor de gel e polipeptídeos é maior nas folhas maturas do que nas jovens (443). lanceoladas. são ensiformes. taninos. sobre uma haste simples ou ramificada. fiscion. ⇒ 50 a 100g para 1 litro de água. dispostas em roseta. Está amplamente adaptada ao Brasil. Colhe-se apenas as folhas mais desenvolvidas. cal (17%). fiscion I-0-β-D-glucopiranosídeo. As raízes são antidiarréicas (283). • Colheita: deve ser feita preferencialmente ao final da floração. O parênquima das folhas tem aroma nauseabundo. O cultivo pode durar até o décimo ano (239). SINONÍMIA: Aloé. estimulando os movimentos peristálticos (189). erva-babosa. medindo 50 a 1. de modo a permitir a manutenção do substrato uniformemente úmido ao longo do dia. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É uma planta laxante. Os derivados glicosídicos do tipo crisofanol dificultam a reabsorção de eletrólitos e água.

PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tonificante do bulbo capilar. É indicada também em períodos pós-operatórios. hepática. eczemas. tônico capilar e do aparelho digestivo. muito comum na Serra do Mar. queimaduras e queda de cabelo) (145). FITOQUÍMICA: Glicosídeos antraquinônicos (aloína . mucilagem polissacarídica. • Resina: é a mucilagem após a secagem. quentes. resina. coando-se logo a seguir. despida da cutícula. comuns na síndrome dos olhos secos. tumores. podem ser usadas como supositório nas retites hemorroidais (258). hipocondria. dores reumáticas (258). fortalecedor imunológico. regeneradora da pele (128). oftálmica (32). • Florescimento: novembro a janeiro. entorses. aloeferon (cicatrizante).4m. Indicado para a calvície incipiente (341).3% do gel fresco). pentosana e ácidos urônicos (434). As folhas são coriáceas. • Tintura: utilizam-se 2. BABOSA-DE-PAU NOME CIENTÍFICO: Philodendron martianum Engl.60g/dia (purgante e emenagogo) (32). FARMACOLOGIA: Cicatrizante e eutrófica (69). vulnerária. feridas. • Era usada para embalsamar múmias. bactericida. ascendente. Utilizar em compressas e massagens nas contusões. febrífuga e revulsiva (93).2g do pó dissolvido em água com açúcar. Deixa-se em maceração em recipiente fechado durante 7 dias. ácido aloínico e pícrico. prisão de ventre.purgativo). livre de polpa. pode ser transformado em pó. • Substrato: 70% de pó de xaxim ou casca de arroz tostada. • Alcoolatura: 50g de folhas descascadas. • Propagação: sementes e estacas.5% de água (239). TOXICOLOGIA: Contra-indicada para crianças (internamente). queimaduras de sol.24 PARTES UTILIZADAS: Folhas. O glucomanan e o polimanactato. conforme vários experimentos realizados em Chernobyl.30 a 0. mucilagem e aloína e diluído em água estéril. Usam-se 5 a 10 gotas como eupéptica e 20 a 40 gotas como laxativo (257). polpa e seiva. OUTRAS PROPRIEDADES: É planta ornamental para ambientes sombreados. entorses e dores reumáticas. teve forte ação antiálgica e antiinflamatória. A recuperação dos pacientes iniciou no segundo dia do tratamento (32O).2 a 0. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Antibacteriana e Apresenta forte atividade sobre Pseudomona responsável pelas otites e infecções urinárias (69). CLIMA: Desenvolve-se melhor em regiões subtropicais. na Rússia (239). asma. Utilizar o gel sobre queimaduras e afecções da pele 3 vezes ao dia. barbalodina. são úteis no tratamento de câncer e queimaduras causadas por radiação nuclear. aloetina. catártica. Aplicar sobre os cabelos secos. Contém cerca de 20 a 30% de aloína na matéria seca (96). vulnerária. oftalmias. vitaminas E e C (257). OUTRAS PROPRIEDADES • A polpa. colerética. É umbrófita. panarícios (93). • Cataplasma: retirar a película verde que reveste o parênquima gelatinoso. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Laxante (260).15g/dia (tônico. enxaguando em seguida (uso externo em inflamações. diminuindo também o eritema.1 a 0. que deve ser seco ao fogo ou ao sol. erisipelas. umbrófila. estomáquica (257). macerada ao açúcar ou mel. com algumas gotas de limão e uma pitada de sal. Cada planta contém em média 5 bulbos. • Colheita: inicia 2 a 3 anos após o plantio. vermífuga.5g da resina em 100ml de álcool a • • 70oGL. contidos no gel. adstringente. taninos (145). • As fibras das folhas são utilizadas na fabricação de cordoalha. estomáquico. A aplicação tópica do gel foi feita duas vezes ao dia. Não tolera geadas. constitui alimento de certos povos asiáticos. • Suco: uso interno como anti-helmíntico.8 x 0. Obtém-se a resina cortando-se transversalmente a base das folhas e deixando-se penduradas por 1 ou 2 dias para escorrer o sumo. aeruginosa. tônica eupéptica (145). fungicida. adensadas em roseta. Tomar 0. emoliente. resolutiva. com rizoma cauliforme curto. • Plantio: ano todo. A folha. linfatismo. como laxante. Poção: ½ g de folhas secas ou 1 colher das de chá da polpa em 1 copo de água (uso interno como tônico eupéptica e laxativo).02 a 0. semi-herbácea. despida da cutícula. . congestão do fígado e da cabeça (32). antiinflamatória e emoliente (258). tensão nervosa. analgésica. antisséptica. galactose. brilhantes. salicatos. mulheres grávidas e catamênicas (metrorragia) e indivíduos com hemorróida (257. trituradas com 250ml de álcool e 250ml de água. INDICAÇÕES: É indicada para a queda de cabelos. Quando bem seco. tuberculose pulmonar. localizadas nas axilas das folhas. cicatrizante da pele e das mucosas. AGROLOGIA • Ambiente: a planta deve ser cultivada em ambientes sombrios. porque aumenta a oxigenação da pele (145). deixando por trinta minutos. FORMAS DE USO • Pó: 0. As raízes são eficazes para as cólicas (93). largolanceoladas. A polpa é antioftálmica. O gel filtrado. • Tintura: triturar 50g de folhas descascadas com 250ml de álcool e 250ml de água. FAMÍLIA BOTÂNICA: Araceae. aloquilodina. Gel: bater uma folha de babosa no liqüidificador. utilizar recipientes com capacidade mínima de 5 litros. antifúngica. aloe-emodina. laxativo e antihelmíntico. FITOLOGIA: Planta epífita. contusões. Os princípios ativos aumentam com a idade da planta (99). contendo um suco claro e gomoso. Filtra-se e completa-se o volume restante para 1 litro. Inflorescências em número de duas e em forma de bastão. com pecíolo entumecido como um pseudo-bulbo de orquidáceas. esteira e tecidos grosseiros. manchas de pele (mancha senil) (145). lactato de magnésio. 0. limbo com cerca de 30 a 40cm. Se cultivada em vasos. Pode provocar nefrite (32). nervura central saliente em ambas as faces e imersas apenas na extremidade. hidratante e condicionador do cabelo. • Espaçamento: 0. é um supositório calmante para retites hemorroidais (32). 258). • Supositório: a folhas. emenagoga. • O suco da planta é inseticida (93). glucomanos (0. em solos ricos em matéria orgânica e bem aerados. epífita. O gel contém 99. HABITAT: Espécie autóctone nativa da mata Atlântica. protegidos de vento. SINONÍMIA: Babosa-de-árvore. inflamações da pele (9). adicionadas de 30% de húmus de minhoca. Deve ser usada na forma de compressas e massagens. na proporção de 40:1. Coar.

SOLO: Prefere solos arenosos. caraguatá. TOXICOLOGIA: É contra-indicada no período menstrual. erisipelas e retites hemorroidais (283). nos estados hemorroidários. queimaduras. • Aclimatação: as mudas devem ser enraizadas em viveiro. Indicada para bronquite e tuberculose pulmonar incipiente (polpa macerada em mel por 10 dias). agudas. peitoral. medindo cerca de 5 a 10cm de comprimento por 2 a 3cm de largura.1g do pó. oftalmia.5m. antioftálmica. Os ramos jovens são glabros ou sutilmente tomentosos. coberto com sombrite 70%. • Propagação: separação de mudas que se formam ao lado da planta matriz. serradas. de caule bífido e curto. verde-azuladas. FITOQUÍMICA: Aloína. com 3mm de diâmetro.05 a 0.2g do pó. distante 5cm dos ápices. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Em doses menores é tônica. Pode ainda ser encontrada no interior. . lanceoladas a oblongo-lanceoladas. FARMACOLOGIA: Cicatrizante e eutrófica. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aloeaceae PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes a Aloe vera e A. antihelmíntica (283). dispepsia atônica. aperiente. sésseis. matérias resinosas (341). originária da África do Sul. revulsiva. • Florescimento: ocorre de novembro a dezembro. aloés. antifúngica. O enraizamento é muito lento. guabiraba. vermiculita ou a mistura de deles). em cachos não ramificados. PARTES UTILIZADAS: Folhas. laxa na base. AGROLOGIA • Espaçamento: 3. com espinhos cartilaginosos. finas e arqueadas do que a espécie A. ereta.25 BABOSA-DE-SOCOTRA NOME CIENTÍFICO: Aloe arborescens Mill. • Poda: eliminar os ramos inferiores que tem predisposição a tocar o solo. eczemas.5m de altura. linear-lanceoladas. babosa. • Colheita: a partir do segundo ano. estomáquica. crescendo até mesmo sobre areias quartzosas enriquecidas de matéria orgânica. FITOLOGIA: Arbusto perene de arquitetura esgalhada caótica.7m. de modo a permitir a manutenção do substrato uniformemente úmido ao longo do dia. vera. aromáticas. quase em roseta. As folhas são ensiformes. dentadas. demorando entre 40 a 50 dias. balieira-cambará.15 a 0. em capoeiras úmidas. Inflorescência corimbosa terminal. colagoga. carnosas. março-abril. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aloeaceae. Succotrina. vulnerária. Reitz (341) relata as seguintes administrações: • Como eupéptica: 0. FORMAS DE USO A babosa em pó deve ser utilizada em pequenas doses (0.5 x 3. Em doses maiores é purgante (341). ATIVIDADE BIOLÓGICA: Antibacteriana e Apresenta forte atividade sobre Pseudomona responsável pelas otites e infecções urinárias (69).3 a 0. em doses maiores (0.23mM (221). maria-milagrosa. ápice voltado para dentro ou liradas. O enraizamento dos ramos pode ser facilitado através da imersão de ramos com 10cm de comprimento. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes a Aloe vera e A. alóe-candelabro. anti-hemorroidária. As flores apresentam corola campanulada branca e pequena. atenuadas na base. (69). medindo cerca de 3 a 7cm de comprimento.1 a 0. ou Aloe succotrina Lam. que cresce de 1. panarícios. • Propagação: sementes e estacas de ramos. nas hemorragias uterinas. As folhas são fortemente escabroso-verrucosas na face ventral. • Como purgativo: 0. erva-baleeira.3 a 0. caramoneirado-brejo. aeruginosa. porém não encharcados e/ou compactados.5g do pó ou 1. vermelhos. Succotrina. queda do cabelo (aplicação tópica do sumo). FAMÍLIA BOTÂNICA: Aloeaceae. As flores são tubulares e de coloração avermelhada na base com o bordo livre esverdeado. SOLO: A planta adapta-se bem a solos pobres. insuficiência hepática (341). CLIMA: A espécie é de clima tropical e subtropical quente. • Como drástico: 0. BABOSA NOME CIENTÍFICO: Aloe saponaria. setembro (mudas de estacas).5 a 2. casca de arroz tostada. resolutivas. maria-preta. SINONÍMIA: Baleeira. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. camarinha. • Plantio: primavera. É fortemente heliófita (400). • Colheita: 1 ano após o plantio. HABITAT: Espécie autóctone que medra nas restingas marítimas. erva-babosa. BABOSA NOME CIENTÍFICO: Aloe harlana. tumores. FITOLOGIA: Planta herbácea. atonia gástrica. Frutos subglobosos. BALIERA NOME CIENTÍFICO: Cordia verbenaceae DC. utilizando-se substratos porosos (areia. SINONÍMIA: Alóe. verdeescuras. muito ramoso. na predisposição ao aborto e nas nefrites (341).5 a 2.6g) como purgante e emenagogo (283). aloinose. • Florescimento: julho a setembro. Faz-se um desbaste das folhas basais da muda antes de enraizá-la em substrato. com 40 a 70cm de altura. FAMÍLIA BOTÂNICA: Boraginaceae.20g) como tônico eupéptica. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. catinga-de-barão.5ml da tintura. dispostas em haste central. emoliente. golpes (emplastros). antidartrosa. emenagoga.0 x 0. aloeresinotanol. pois provoca congestionamento dos órgãos pélvicos. suculenta perene. emodina. em solução de ácido indol-butírico a 1. Optar pela irrigação por nebulização. • Raleio: as brotações laterais deve ser eliminadas ou utilizadas como material de propagação. úmidos e pouco ácidos. longas. As folhas são mais curtas. impinges. engorgitamento do fígado e do baço (cataplasmas). • Plantio: março (mudas de sementes). laxativo e anti-helmíntico. erva-balieira. HABITAT: Espécie alóctone.

• A planta é hospedeira natural de Pseudomonas solanacearum • (6). feridas gangrenosas. antiartrítica e anti-reumática (128). e Sessé. sublenhosa. originária da China. caule cilíndrico. flor-da-abissínia. FORMAS DE USO • Infusão: 3 folhas cortadas em pedaços pequenos em 1 xícara das de chá de água fervente. do tipo cimeira-corimbosa. ramificadas. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de osteoartrose e transtornos afins (361). 2 a 3 vezes ao dia. machucaduras (68). É heliófita e xerófita. inflamações gastrintestinais e da pele e nas cefaléias. TOXICOLOGIA: O suco da planta tem um princípio acre tóxico. analgésica (222). HABITAT: Espécie alóctone originária da África do Sul. • Colheita: um ano após o plantio. e folhas. grossas e com sabor levemente ácido. Índia e Malásia. • Poda: a capação do pendão floral induz a planta a ramificar-se intensamente. Aplicar sobre locais doloridos e juntas inflamadas. • Alcolatura: amassar 50 folhas em ½ litro de álcool neutro. • Os citricultores utilizam a planta como atrativa de pragas (128). suculentas. lanceoladas. maravilha. diariamente. As folhas são cilíndricas. são terminais. Japão. suculento.25m. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Cataplasma: amassar 1 punhado de folhas frescas com 1 colher das de sopa de glicerina. com numerosas flores vistosas. areno-siltosos e bem drenados.0m de altura. FITOLOGIA: Planta perene. HABITAT: Espécie alóctone. FORMAS DE USO • In natura: na forma de saladas (para inflamações gastrintestinais). ciúmes. cacto-japonês. Hamet. CLIMA: Espécie de clima tropical seco. Manter o substrato sempre úmido. onde cresce subespontaneamente. sesquiterpenos e taninos hidrolisáveis (73). principalmente em terrários. avermelhado e pontuado. Emoliente. PROPRIEDADES balsâmica. O suco pode ser aplicado topicamente sobre a pele inflamada (257). • Tintura: triturar 30 folhas em 100ml de álcool de cereais 70 graus e 50ml de álcool. FITOLOGIA: Planta herbácea com 30 a 90cm de altura. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Estender sobre 1 pano e aplicar na parte afetada (128). suculenta. • Propagação: mudinhas que se formam das folhas que caem. FAMÍLIA BOTÂNICA: Crassulacea. BÁLSAMO-BRANCO NOME CIENTÍFICO: Sedum dendroideum Moc. melindre. INDICAÇÕES: Usada no tratamento de contusões. maria-sem-vergonha. PARTES UTILIZADAS: Folhas suculentas in natura. que atinge 30 a 40cm de altura. FAMÍLIA BOTÂNICA: Balsaminaceae. • Colheita: após 1.5 a 1. de 0. As flores são amarelas-intensas e dispostas em panículas. não-me-toques. verticiladas ou esparsas. • Propagação: a partir de estacas de caule e ramos. aumentando a produção de folhas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória. O caule é cilíndrico. Deixar macerar por 5 dias. serradas. com exceção dos encharcados. As folhas inferiores são opostas e as superiores alternas. alcalóides piperidínicos. SINONÍMIA: Cacto-da-abissínia. Coar e tomar de 1 a 3 xícaras ao dia (reumatismo). 7. eretas. com manchas verde-arroxeadas transversais. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: cicatrizante (257) e vulnerária (68). SOLO: A planta adapta-se a quase todos os tipos de solo. acuminadas. Macerar por 1 semana. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas. sobretudo de jardins do tipo "rochoso". BÁLSAMO-ALEMÃO NOME CIENTÍFICO: Kalanchoe tubiflora R. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. casca de arroz ou vermiculita. canaliculadas na parte inferior. beijo-de-frade. mas amplamente adaptada ao Brasil. A rusticidade da planta é tamanha que consegue crescer até mesmo em cima de telhados de casas. obovado-espatuladas. • Substrato: areia. As folhas são opostas. OUTRAS PROPRIEDADES • Suas folhas são utilizadas como condimento de sopa. epilepsia.30m. glabras. Coar e tomar 20 gotas ou 1 colher das de café diluídas em água. glabra. úlceras (271). SINONÍMIA: Bálsamo-do-jardim. Tomar ½ copo 3 vezes ao dia. OUTRAS PROPRIEDADES: planta é ornamental.5 ano de ciclo. As inflorescências. conjuntivite. suspiro. alcoolismo e problemas na coluna (271).4'-dihidroxi-5metoxiisoflavona e 7.26 FITOQUÍMICA: Artemetina (128). na axila dos quais nascem pseudobulbilhos reprodutivos. BALSAMINA NOME CIENTÍFICO: Impatiens balsamina L. suculenta. fofos. e daigremotianina Cicatrizante e FITOQUÍMICA: Mucilagens. FITOQUÍMICA: Daigredorigenina (CASTILHOS et al. acuminadas. • Suco: bater no liqüidificador 10g das folhas com 1½ copo de leite.4'-dihidroxi-5-metilisoflavona (223).3 x 0.4m x 0. carnosas. 1996). triterpenos. • Plantio: primavera • Irrigação: somente em períodos de forte estiagem. Abafar por 10 minutos. agitando de vez em quando. vermelho-alaranjadas. HABITAT: Espécie alóctone. tendo no ápice 3 a 5 pequenos lobos. glabro ou pubescente e pouco ramificado. ereta. torções. • Os frutos são comestíveis e muito apreciados pelos pássaros. • Plantio: outono e primavera. verdesalmão. com 6 a 12cm de ETNOTERAPÊUTICAS: OUTRAS PROPRIEDADES . SOLO: Prefere solos secos. originária de Madagascar. É ornamental. FAMÍLIA BOTÂNICA: Crassulaceae.

de caule robusto. FAMÍLIA BOTÂNICA: Bromeliaceae. carrapicho-grande. esféricos. Quando maturas. medindo até 3 a 4m. orelha-gigante. varizes. no combate às hérnias (341). catártica e diurética (445). originária do Japão. castanho-avermelhado-claro ou cinza castanho. • Aclimatação: as estacas devem ser estabelecidas em ambiente sombreado (sombrite 70%). AGROLOGIA: • Propagação: sementes ou ramos filiformes com 20 a 30cm de comprimento.800m (96). como enchimento de travesseiros. O mesmo substrato pode ser utilizado para o enraizamento das estacas. A qualidade das raízes colhidas é proporcional a boa textura e estrutura do solo. • Propagação: sementes e estacas. com irrigação por nebulização. FORMAS DE USO: 15 a 30g/xícara (445).5mm de largura. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomacal (271). samambaia. amenorréia. var. • Cultivada em estufas como planta ornamental. As flores. O fruto é uma cápsula tomentosa. erva-dos-tinhosos. • Plantio: outono e primavera. flavonóides. colagoga (24) e anti-reumática (93). aerados. purpúreo. brancas e variegadas. A planta não se desenvolve bem em solos secos e compactos. SINONÍMIA: Bardana-maior. solitárias. • Florescimento: verão. • Aclimatação: os segmentos vegetativos devem ser colocados sobre ramos de árvores ou arbustos grandes. sob luz difusa.8m de altura. antihemorroidária. As sementes são cápsulas reticuladas. espiculosos. na Europa. cinzento e revestido de pêlos brancos. numerosas.20m. No Brasil. labaça. com cinco valvas elásticas que. apresentam cores variadas: vermelhas. esteróides triterpênicos (24). ereto. orelha-de-gigante. canelado. SOLO: Prefere os solos areno-argilosos. apresenta coloração castanha e desenvolve-se notadamente axial. rodeados de brácteas verdes. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. como à pleno sol. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. Cresce de 0. • Cataplasmas e banhos: para úlceras e hemorróidas. intermitente e diária. cresce subespontaneamente nos campos. pediceladas. estalam liberando com explosão as sementes. róseas. quando nova e subarbustiva ao reproduzir-se. Apresenta folhas alternas. denticuladas. filiforme. próximo a regatos. axilares. O fruto é do tipo aquênio. verdeescuras e glabras na face ventral e cinzento-claras e aveludadas na face dorsal. axilares e com espora curta. terminadas em ponta.3m x 0. SOLO: A planta é encontrada em solos úmidos e ricos em matéria orgânica. fina e comprida.7 a 1. com 5 a 6mm de comprimento por 2.2 a 2. . bienal. muito pequenas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. pubescente-cotonosa. férteis.27 comprimento por 1. utilizando substrato organo-mineral.pega-massa. CLIMA: A planta cresce melhor sob temperaturas amenas e com boa pluviosidade ou umidade relativa. que é carnuda. A planta desenvolve-se tanto à sombra. FITOLOGIA: Espécie desprovida de raiz. ramoso. Ocorre até a altitude de 1. normalmente sésseis. pecioladas. Sua aclimatação é tamanha. os quais facilitam também a colheita. onde cresce espontaneamente ao longo de estradas. A raiz. prismático-arredondada. OUTRAS PROPRIEDADES • Pode ser utilizada como substrato antichoque para embalagens de produtos frágeis ou quebráveis. FITOQUÍMICA: Compostos fenólicos. BARDANA NOME CIENTÍFICO: Arctium lappa L. OUTRAS PROPRIEDADES • São cultivadas como ornamentais.5cm de largura. Flores amarelas. PARTES UTILIZADAS: Folhas. Durante o período reprodutivo as folhas tornam-se declinantes. As sementes são vermífugas (271). • O suco do caule é de sabor acre e ardente. longo-elíptico ou obovado. INDICAÇÕES: Indicada para o engorgitamento do fígado. TOXICOLOGIA: O suco do caule é considerado tóxico. profundos. Folhas lineares. SINONÍMIA: Barba-de-pau. Não suporta altas temperaturas e geadas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. As folhas atingem grande porte (40 x 25cm) antes do florescimento. colchões e almofadas. • É muito utilizada na armação de presépios de Natal. coberto por várias manchas pretas e papilhos. soltos e com boa drenagem para permitir o aprofundamentos das raízes. FORMAS DE USO • Supositórios (para hemorróidas): contundir os filamentos com manteiga de cacau. sub-bosques e áreas ruderais. pergamasso. suculenta e comprida. de caule pêndulo. caule e ramos. dores e inflamações no reto (215). HABITAT: Espécie autóctone epífita que cresce sobre os ramos de árvores das matas e potreiros. • Suco adstringente: filamentos contusos. sopé de morros e encostas de pasto nativo (445). úlceras (271). Flores azuladas a arroxeadas. carrapicho-decarneiro. em áreas rurais. cumarina. FITOLOGIA: Planta herbácea. emética. • Irrigação: irrigar nos primeiros dias após a instalação dos segmentos. distocia (445) e fraqueza em geral. • Colheita: inicia aos 2 anos após a implantação. No primeiro ano a planta forma uma raiz axial grossa. HABITAT: Espécie alóctone. major. INDICAÇÕES: É indicada para disfagia. Semear em bandejas de isopor. gobô. as inferiores cordiformes e superiores ovaladas. ácido resinoso aromático e resina mole preto-esverdeada (93). as cápsulas aderem-se facilmente à roupa das pessoas e aos pêlos dos animais. ao se abrirem. que a planta é considerada planta invasora. BARBA-DE-VELHO NOME CIENTÍFICO: Tillandsia usneoides L. agrupadas em corimbos frouxos de volumosos capítulos pedunculados. Temperaturas abaixo de 10 oC afetam o crescimento da planta (209). PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. • Também utilizada. além das folhas grandes.

originária da África. O plantio pode também ser feito sobre camalhões com 30 a 40cm de altura. deiscente apenas de um lado. enfermidades da pele (257). ao ser tocado. gota. várias vezes ao dia. micose de unhas. fuquinona. sobre a cabeça de bebês com crosta (128). e ricos em matéria orgânica. O caule é ramificado. queda de cabelo. PARTES UTILIZADAS: Raízes de um ano. antitumoral. pode ocorrer em clareiras naturais ou feitas pelo homem. sarna. humificado. Adoçar com mel após esfriar. vermelhas. as laterais são lanceoladas. tônica (93). com uma cerda em cada reentrância. anti-reumática. maria-sem-vergonha. Tomar 3 xícaras ao dia (depurativo). As flores. • Substrato: para facilitar a formação de raízes uniformes e vigorosas. em decocção ou esmagada. Em áreas de mata fechada. as demais obovadas. contusões (68).8cm de comprimento. com 4 9cm de comprimento e 2. glabras nas duas faces. perene. mucilagem. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia. O fruto é uma cápsula glabra. antiinflamatória. taninos. artrose. O pecíolo atinge até 6cm de comprimento. hidropisia (32). diaforética. A planta apresenta um teor de cinzas de 12. hepática. para não haver prejuízo para o teor de princípios ativos. antes do florescimento. amigdalites. Altas temperaturas prejudicam o crescimento e afetam a formação de raízes suculentas. rutina. bronquite (93).50 x 0.28 CLIMA: Prefere temperaturas médias anuais de 16 a 22 oC (96). Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (145). acetato e palmitato de diidrofuquinona (257). pedicelos glabros providos de pequenas brácteas lanceoladas na base. FAMÍLIA BOTÂNICA: Balsaminaceae. gastrite. antibiótica. crenadoserreada. SINONÍMIA: Beijo-turco. cicatrizante no tratamento de furúnculos. diurética. anti-herpética (32).5% de cinzas e as raízes até 46% de inulina (96). FITOLOGIA: Planta herbácea alóctone. cefalalgia. fitosterina (144). cistite. cálculo renal e biliar (145). provido de esparsos pêlos glandulares. É heliófita. de margem plana. frieiras. Uso externo: usar o decôcto das raízes ou infusão das folhas para aplicar compressas ou massagens (145). Abafar por 15 minutos. estimulante do sistema nervoso. O estigma é denteado. óleos fixos. Coar e tomar 3 xícaras ao dia. debilidade hepática (33). Compressas: fazer decocção com 20g de raízes frescas em 1 litro de água. • Propagação: sementes. fósforo e ferro. em terrenos abandonados e em barrancos úmidos que orlam as estradas. FORMAS DE USO • Geral: 3 a 10g por xícara. A semeadura é feita diretamente a campo. • Plantio: outono e primavera. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia. róseas ou brancas. úlceras da garganta. anti-sifilítica (33). escrofulose. longamente pecioladas. BEIJO-DE-FRADE NOME CIENTÍFICO: Impatiens sultani Hooker. solitárias ou 2 a 3 em pedúnculos comuns. taraxasterol. O decôcto em dose mais forte age como antídoto para mercúrio (68). glicosídeos. originária da ilha de Zanzibar. carminativa. estomáquica. com o dobro do comprimento da pétala. O sabor dos aquênios é pungente. ⇒ 10g de folhas em ½ litro de água fervente. com cerca de 1. antidispéptica. para aplicações externas tópicas (444 e 1997). colerética. ⇒ ferver por 15 minutos 2 colheres das de sopa de raiz em ½ litro de água. Aplicar topicamente 3 a 4 vezes ao dia. sultana. As folhas inferiores são alternas e as superiores quase verticiladas. A lâmina é ovóide-lanceolada. • Colheita: as raízes são colhidas entre 100 e 140 dias. cardiotônica. enfermidades cardíacas. ⇒ 10g de raízes por litro de água. gastrite. . analgésica. cálculo nefrítico. robusto. erupções do sarampo. adicionado de substrato orgânico. As raízes devem ser colhidas antes de iniciar o florescimento. mas com camadas umedecidas de solo. ápice acuminado e base estreita em direção ao pecíolo. Sua distribuição é irregular e descontínua. terpenóide (arctiopicrina). suculento. verde. Filtrar e aplicar com algodão. diurético e para dores reumáticas). a posterior ou labelo com mais de 1cm de comprimento. polifenóis. Cresce até mesmo em locais rochosos. béquica (445). ⇒ ferver por 10 minutos 1 colher das de chá de raiz em 1 xícara das de chá de água.30m. compostos poliacetilênicos (trainaeno. • • • OUTRAS PROPRIEDADES • A raiz cozida é alimentícia. INDICAÇÕES: Útil para o resfriado. lanceolada e provida de esporão muito delgado em toda a sua extensão. crosta láctea. anti-sifilítica. flavonóides. aquênios e folhas secas. beijo-de-freira. úlceras. acnes e terçol (257). derivados fenólicos (arctiina). SOLO: A planta é encontrada em solos úmidos. O cálice reúne três sépalas. fora das refeições (diabetes. abcesso. o fruto explode abruptamente liberando longe as sementes e enroscando-se sobre si mesmo. ⇒ ferver 1 colher das de sopa de folhas em 1 litro de água. açúcares.0 5cm de largura. descongestionante do estômago (215) e desintoxicante (incluindo metais pesados). vitaminas C e B. revigorante sexual. comichão. freqüentemente emarginada no ápice e alada na parte central do dorso. Corola com a pétala posterior ou estandarte obovado-orbicular. Colhem-se as sementes e raízes no inverno e as folhas na primavera. prisão-de-ventre. membranácea quando seca e subcarnosa quando verde. mas expostos aos raios solares. tônica capilar. abcessos. O sabor adocicado da raiz é devido a inulina (145). antidiarréica (294). ácido palmítico. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo inulina. minerais à base de cálcio. a semeadura deve ser feita em trincheiras profundas (50 a 60cm) preenchidas com solo leve e solto. HABITAT: Espécie alóctone. Quando maturo. sendo muito nutritiva.5% (93) ou 6 a 10. ácido úrico (271). antídoto de envenenamento por mercúrio (68). Freqüentemente ocorre ao longo das estradas. As sementes são providas de pelos suculentos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Depurativa. Cresce subespontaneamente na zona da mata pluvial da encosta atlântica no sul do Brasil. cilíndrico e cresce de 30 a 60cm em altura. cólicas hepáticas (283). tinha. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. África. Infusão: ⇒ 1 colher das de sopa de folhas e flores secas picadas em 1 litro de água. Tomar 3 xícaras ao dia (257). furunculose. • Florescimento: primavera-verão. para a obtenção de raízes mais vigorosas. elasticamente. anti-hemorroidária. Tomar metade pela manhã e metade à noite (acne). flores. são glabras. β-eudesmol. • Decocção: ⇒ ferver 10g de raízes em ½ litro de água. ⇒ ferver por 20 minutos 4 colheres das de sopa de raiz em 1 litro de água. hipoglicemiante. doenças venéreas. emoliente. enotetrainaeno e pentainaeno). anestésica contra picadas de insetos e aranhas (145). As flores são colhidas no segundo ano do ciclo. mas que se encontra disseminada em todo o mundo. • As folhas e brotos novos também são comestíveis.

FARMACOLOGIA: A solução etanólica da planta a 30% v/v. Em 1g de sementes encontram-se cerca de 2. carnosa. hepáticas (68). A planta é esciófita e seletiva higrófita. hemorróidas. INDICAÇÕES: Indicada para infecções urinárias (257). feridas e impetigo. pois as plantas podem acumular oxalatos em níveis tóxicos. cilíndrico. liso e glabro.3m x 0.doença que se caracteriza por nódulos necróticos sobre o dorso da língua e nas bordas da boca. OUTRAS PROPRIEDADES • O suco do caule é de sabor acre e ardente. mais suculentas e de porte ereto.0m de altura. O melhor índice de germinação ocorre a 20 oC e a 70 a 85% de umidade no solo (209). B1 (0. CLIMA: Espécie de clima temperado quente. na dose de 0. O caule é verde ou avermelhado. brilhantes. que adaptou largamente em todo o Brasil. bredo-deporco. beldroega-verdadeira. beldroega-de-comer. em saladas e ensopados. com predominância no verão. SOLO: Prefere solos leves. mantendo-se viva durante vários dias mesmo se as raízes forem cortadas. crescendo até 1. noradrenalina e o bioflavonóide liquiritina. FORMAS DE USO • Suco: 100g/dia das folhas amassadas para a obtenção de suco (combate áscaris e oxiurus). lenticulares. sativa. PP (0. emenagoga. Na. caroteno (2. Semear em bandejas de isopor. FAMÍLIA BOTÂNICA: Portulacaceae.). pequenas. As flores são amarelas ou alaranjadas. oftálmica. sésseis. disenteria bacilar. com sépalas desiguais. fósforo (39mg). É heliófita. com deiscência transversal. cicatrizante (257). . originária da Grécia e da China. planas. • Decocção: 250g/dia da planta verde (disenteria e disúria) (444). • Propagação: sementes. antipirética.000 sementes por planta (209). • Colheita: ocorre cerca de 2 meses após a emergência. a base é atenuada. anual. em 5 dias. Sob luz plena. desintoxicante. vitaminas C (25mg). diuréticas e emenagogas (93). As sementes podem permanecer dormentes no solo por 19 anos (242). Emplastros da folha verde são usados para o tratamento da mastite. erisipelas e disúria. diurética. (o suco das folhas). são muito susceptíveis à Diabrotica spp. FITOQUÍMICA: Mucilagens (257). recuperou totalmente. carnosas. bosques. glabras e sedosas. a planta apresenta hábito prostrado. K. A variedade botânica "sativa" é ereta. O fruto é uma cápsula globosa ou ovóide (pixídeo). normalmente prostrada. • Florescimento: durante o ano inteiro. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. polispérmica que se abre transversalmente. no verão. que atacam folhas e flores. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Mucilaginosa. crescendo subespontaneamente em áreas ruderais. salada-de-negro. A temperatura mínima para a germinação é de 12 oC. catártica. úlceras (93). aplicado sempre pela manhã. caule e ramos podem ser utilizados como alimento. tônica (68). • Colheita: 3 a 4 meses após o plantio. antibacteriana. glabra. Em solos pobres e pesados a produção é bem menor. flores e sementes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emética. beldroega-vermelha. As folhas inferiores são opostas e as superiores alternas. pombas acometidas por diftoviruela . torna-se ereta e menos produtiva. com folhas maiores e mais suculentas.61% de água e 2. hemoptises. 444). depurativa. furúnculos. campos cultivados e em ambientes férteis em geral. oftalmias. antiescorbútica (32). É altamente resistente a períodos de estiagem. O tratamento deve durar 3 a 5 dias. devido a sua boa palatabilidade e constituição nutritiva.03mg). e diurética. Tomar 1 colher das de sopa por hora. medindo 5 a 6mm de diâmetro. sem pedúnculos.3m. A planta contém 92. Em muitos locais a planta é considerada planta invasora de lavouras. que cresce de 10 a 20cm de altura e formando moitas densas com até 80cm de diâmetro. PARTES UTILIZADAS: Folhas. pequenas. As folhas são usadas como estancadoras de hemoptises e as sementes são anti-helmínticas (283).2mg). especialmente no verão. férteis e úmidos.500 a 3. vulnerária (341).4mg). var.29 CLIMA: A planta cresce melhor sob temperaturas amenas e com boa pluviosidade ou umidade relativa alta. Mg. utilizando substrato organo-mineral. As sementes são numerosas. HABITAT: Planta alóctone. • A planta é invasora e indicadora de solos férteis. caule e ramos. portulaca. axilares ou dispostas em cachos terminais. O uso de antibióticos demandaria 20 a 30 dias para que ocorrem sinais de recuperação (315). O mesmo substrato pode ser utilizado para a estaquia. • A planta é ornamental. laxante. suculenta.1ml/animal. capoeiras. O sabor é ácido-amargo e refrescante • Infusão: 50 a 100mg para 1 litro de água quente. ora-pro-nobis. ácidos salicílico (283). cólicas nefríticas. • Propagação: sementes e estacas. (ferrugem) e Albugo portulacae. • Produção de sementes: até 10.20m. antes do florescimento. FITOLOGIA: Planta herbácea. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. cuja germinação é de cerca de 96%. BELDROEGA NOME CIENTÍFICO: Portulaca oleraceae L.40 x 0. sésseis. B2 (0.500 U. caaponga. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas. enterite. TOXICOLOGIA: O consumo da planta na forma de saladas não deve ser excessivo. beldroegapequena. porcelana. verdolaga.000 sementes. enquanto que à meia-luz. TOXICOLOGIA: O suco do caule é considerado tóxico. Tomar 4 a 5 xícaras por dia (32). • Plantio: primavera. ramificada. lactogênica. carurú-de-porco. estriadas e granuladas. SINONÍMIA: Beldroega-da-horta. Puccinia sp. • Pragas e doenças: as variedades européias. Também utilizada como tratamento auxiliar de picadas de animais peçonhentos (1.I. oxálico e nicotínico.. leucorréia. mas adapta-se bem ao subtropical até o tropical. ovaladas e suculentas. preto-lustrosas. PARTES UTILIZADAS: Folhas.24% de substância protéicas (Storer e Lewis apud 93). • Plantio: pode ser semeada o ano todo. amarelo-esverdeado (imaturo) a pardo (maturo). antiescorbútica. queimaduras (32). o ápice truncado e as nervuras inconspícuas. sais de Ca (103mg).

onde é cultivada em jardins e hortos medicinais.07 a 1. As flores são hermafroditas. Apresenta ramos decumbentes a eretos. A inflorescência é racimosa. • O suco das folhas. espiraladas. verde-pálidas.0m. utilizando bambus. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas. tomentosas e muito aromáticas. hotelãgrossa. com flores zigomorfas. ou chupar 3 a 6 balas por dia (258). frágil. O uso infantil prevê o socamento das folhas em mel (444). sorgo. curto pecioladas. boldo. pentâmeras. Folhas mais graúdas que o boldo-doreino. agrupadas em inflorescências racimosas compridas. SINONÍMIA: Boldo-baiano. opostas. AGROLOGIA • Espaçamento: 2. Tomar uma colher de sopa de xarope 3 a 5 vezes ao dia. São opostas. • Florescimento: junho a julho. malvariço. Só floresce na região Sul do Brasil. Apresenta folhas suculentas. eucalipto. influenza. hortelã-pimenta. curto pecioladas. preparado à base de 0. malvão. cariofileno. densamente hirsutos. pentâmeras. quadrangular. diclamídeas. • Propagação: estacas do caule e ramos. agrupadas em inflorescências racimosas compridas. além de incrementar o teor de óleo essencial em 23 a 86% e o teor de mentol no óleo (194). grossas. semi-suculentos. • Xarope: juntar 30 a 40 folhas frescas e aquecer com 100ml de água e 150 a 200g de açúcar e coar. pequenas. em relação às plantas não adubadas.8 x 0. crenadas. pirexia diaforética. FORMAS DE USO • Folhas: mastigação das folhas frescas (rouquidão e inflamação da boca e garganta). As folhas são opostas. • Colheita: inicia 5 a 6 meses após o plantio. diclamídeas. o que demora cerca de 30 a 40 dias. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. Atinge de 20 a 50cm em altura. é muito vulnerável às ventanias. porém sem aroma e sem sabor amargo. etc. béquica. hortelã-grande. • Utilizada em culinária como condimento.] Andr. hortelã-graúda. fortemente zigomorfas. • Florescimento: setembro a outubro. • Adubação: adubo à base de nitrogênio. As folhas apresentam sabor amargo e odor característico. Pseudomonas aeruginosa. malva-amarga. sete-dores. PROPRIEDADES Boldo-do-reino. Quando cultivado em áreas pouco . ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes ao • Colheita de folhas: o ano todo. malva-santa. BOLDO-DO-REINO NOME CIENTÍFICO: Coleus barbatus Benth ou Plectranthus barbatus Andr. ou Plectranthus grandis. apresenta forte ação alelopática negativa à germinação de sementes de alface (LEAL e SILVA 1997). O caule é semi-lenhoso na base. asma (185). • Plantio: setembro. SINONÍMIA: Erva-cidreira. bergamoteno. falso-boldo. normalmente chochas. hortelã-homem. O fruto é uma cápsula com 3 sementes. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Os extratos são ativos contra Escherischia coli. grossas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. carnosas.4m. • Doença: a planta é muito sensível a Phythophthora sp. FITOQUÍMICA: Contém mucilagens e óleo essencial rico em timol (257). boldo-do-brasil. • Substrato: vermiculita ou casca de arroz tostada. OUTRAS PROPRIEDADES • O sabor é picante e não amargo e o aroma é forte. antibacteriana. Enraizar em substrato organo-mineral.0 x 2. frágeis. orégano-orelhão. com até 25cm de comprimento por 12cm de largura. A base das estacas devem ser imersas em uma solução cúprica ou benomil. Fusarium avenaceum e Fusarium decencellulare (185). frágeis. ou administração perlingual das folhas socadas com um pouco de sal. coriza. fósforo e potássio aumenta a produção de folhas em 18 a 79%. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. boldo-chileno. grossas. erva-cidreira. PARTES UTILIZADAS: Folhas. malva. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. FITOLOGIA: Planta arbustiva. Pode ser utilizada uma bordadura periférica em torno do plantio. SINONÍMIA: Alumã. hemoptises e epistaxes (444). CLIMA: Planta de clima subtropical. As flores são hermafroditas. bronquite (226). • Quebra-ventos: por ser uma planta de caule e ramos muito frágeis. balsâmica. antifebril. malvarisco. azuladas. INDICAÇÕES: É usada no tratamento da rouquidão. hortelã-graúda. boldo-do-chile. herbácea. boldo-de-jardim. peitoral e antiinflamatória da boca e garganta (258). quadrangulares. • Propagação: estacas da planta matriz. Preparam-se balas com o xarope. mas perfeitamente aclimatada no Brasil. ereta a semi-prostrada. As sementes são inviáveis. FITOLOGIA: Planta perene. boldo-falso. • Aclimatação: o enraizamento das estacas deve ser feito em ambiente sombreado (sombrite 50%) e irrigação intermitente por nebulização. Pode-se também fazer a inalação do vapor oriundo de decocção. antitussígena.0g de folha/ml de água. Candida albicans. até a formação de raízes na estaca. com até 12cm de comprimento por 8cm de largura. de margem serrada. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. ovadooblongas. Enraizamento lento e sujeito à infecções de fungos de solo. pouco fibroso. tapete-de-oxalá. Caule ereto. fortemente zigomorfas. ovado-oblongas. setesangrias. perene. azul-violáceas intensas. BOLDO-CIDREIRA NOME CIENTÍFICO: Coleus amboinicus ou Plectranthus amboinicus [Lour. azul-violáceas. carvacrol. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antisséptica bucal e da garganta (261). HABITAT: Espécie alóctone de origem africana. • Podem ser utilizados 10-16g/dia de folhas frescas submetidas à decocção e extração do suco. hortelã-gorda. • Adubação: 1kg de cama de aviário por cova de plantio. pilosas em ambas as faces. boldo-nacional. pilosas em ambas as faces. hirsuto. boldosilvestre.30 BOLDÃO NOME CIENTÍFICO: Coleus grandis Benth. Não tolera geadas. hipertermia. cumeno e α-terpineol (185). • Plantio: primavera. α-humuleno. Staphylococcus aureus. de margem serrada.

barbatusol. (32). exceto as raízes.31 ensolaradas. Contém ainda forskolina. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Esta planta é um poderoso adstringente. • Sumo: amassar 2 folhas frescas em 1 copo e completar com água. ciclobutatusina (447). antiescorbútica (342).500 sementes por planta. ouvidos supurados. estomáquica (326). As folhas do caule são alternas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Brassicaceae. inapetência. cariocal (257). TOXICOLOGIA: O uso de doses elevadas pode provocar irritação da mucosa do estômago (258). foscas. Sementes cilíndricas ou elipsóides. hematuria. tônica e diurética (444). FORMAS DE USO • 30g de folhas por litro (215) ou 50 a 90g/dia.0 x 0. insônia (68) e ressaca alcoólica (257). distúrbios intestinais (206). tanino. Tomar 20 a 40 gotas durante os sintomas ou até 3 vezes ao dia. anti-reumática. visando obter-se maior resistência aos patógenos de solo. FARMACOLOGIA: A ação anticancerígena da planta foi verificada em camundongos que receberam injeção intraperitonial de 0. FITOLOGIA: Planta herbácea. profundamente pinati-fendidas. de caule florífero ereto. terrenos baldios e a beira das estradas. hemorragia nasal e uterina. SINONÍMIA: Erva-do-bom-pastor.14g/kg/dia do extrato da planta. • Florescimento: final de inverno. Em regiões tropicais só ocorre em altitudes. • Enxertia: pode ser enxertado com outras espécies do gênero Plectranthus. em áreas agrícolas.300m de altitude. As folhas basais formam uma roseta. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. erupções. em diarréias (224). amplexicaules. ácidos málico. na dose de 20kg/ha de cloreto de potássio (269). vulnerária. FITOQUÍMICA: Óleo essencial rico em guaieno e fenchona. • Decocção: ferver algumas folhas. São utilizadas estacas de 20 a 25cm de comprimento de ramos maturos da planta. CLIMA: É de clima temperado e subtropical. • Suco: tomado em jejum. panacéia. colina e tiramina (444). blenorragia. com sulcos longitudinais. sésseis. cancros (215). colerética. há menor produção de folhas e o aroma é menos pronunciado. • Colheita: junho a julho. • Plantio: setembro. barbatusina (326). eczema. • Propagação: sementes. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas. • Produção de sementes: 4. potássio. A temperatura de germinação deve ser menos de 15oC (242). hiposecretora gástrica (258). FITOQUÍMICA: Bursina (342). crescendo espontaneamente em terrenos não áridos. Tomar 2 a 3 vezes ao dias (258). cardioativa (206). anual. colagoga. Inflorescência terminal ou axilar racemosa com numerosas flores brancas e pequenas. • Colheita: inicia 6 meses após o plantio.3% (96).6m. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. carminativa. HABITAT: Planta alóctone originária da Europa. 30g em um copo de água (blenorragia) BOLSA-DE-PASTOR NOME CIENTÍFICO: Capsella bursa-pastoris Moench. cálculos biliares. polimórficas. presença de nitratos e luz (209). barbatol. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Os alcalóides e flavonóides existentes na planta apresentaram um elevado potencial antibiótico. não é viável em larga escala devido à pouca produção de sementes.1% de óleo essencial e folhas secas ao ar 0. antiinflamatória. hepática. antidispéptica (260) tônica. Colher antes do florescimento para obter-se maior teor de metabólitos secundários. mirosina (93). saponosídeo. SOLO: É muito pouco exigente em fertilidade do solo. castanhas a castanhas avermelhadas. quando maturas. • Propagação: estaquia. Ocorre até 2. desenvolvendo-se bem nos arenosos e argilosos. . secante (242). A germinação é facilitada pelo frio.2%. As folhas caulinares são menores. antiemética. em decocção (444). destacam-se a iohimbina e a ergocristina. sombrear as estacas e irrigar 2 a 3 vezes ao dia. amareladas a alaranjadas quando imaturas.000 a 4. Observou-se uma inibição em 50 a 80% no crescimento das células tumorais de Ehrlich. INDICAÇÕES: Indicada para a fadiga do fígado. edema nefrítico. Embora possa se reproduzir por sementes. Entre os alcalóides. úlceras. cicluria e anúria (444). crescendo de 30 a 40cm de altura. coceiras. As folhas frescas contém 0. Esfriar e usar em banhos antes de dormir (insônia) (68). PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. hemostática. anti-sifilítica. administrado durante 258 dias. dores. debilidade orgânica. cítrico e fumárico. Fruto síliqua triangular. Solos encharcados impedem o crescimento da planta. FARMACOLOGIA: O extrato cru das folhas apresenta atividade antiviral. É subespontânea no sul do Brasil. inflamações. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. dartros. com largo espectro antimicrobiano. antiálgica (257). acético. pouco partidas. • Florescimento: só floresce no sul do Brasil ou em latitudes menores acima de 700m (96). feridas. obstipação. com as margens irregularmente serradas. cólica e congestão do fígado. INDICAÇÕES: Indicada para hemoptises. metrorragia. e entre os flavonóides. • Plantio: abril a maio. hepatite. sendo repetida de 4 em 4 meses. jardins. epistaxe. O extrato aquoso da planta a 0. • Adubação: a planta mostra uma resposta favorável à adubação potássica. Utilizar substrato à base de areia. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hipotensora. antidisentérica (128). A substância responsável pela inibição do tumor foi o ácido fumárico (218). calmante.3 x 0. colenol (206). resultou numa completa inibição de hepatocarcinogênese em camundongos (219). anti-hipotensora (215). ovadas ou linear-lanceoladas. • Aclimatação: para um enraizamento uniforme e rápido.2m. a flavona diosmina (126). • Infusão: 20 a 30g de folhas para 1 litro de água. FORMAS DE USO • Alcoolatura: 20g da planta fresca em 100ml de álcool. vermiculita ou casca de arroz tostada. de margem serrada.

As folhas são pecioladas. CLIMA: Espécie de clima tropical.5% no caule e 2. antiinflamatória (380). gota (283). azuis. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. utilizar irrigação localizada.30m. Podem ser utilizadas cercas ou tutores de bambu e arame. Flores numerosas. • Colheita: ocorre 3 a 4 meses após o plantio. resfriado. Fruto oblongo. agudas. fruta-dos-paulistas.800m de altitude (383). cilíndrico ou trígono. até 35cm centímetro de comprimento. grossa. altas temperaturas e pluviosidade excessiva. varicela. cobertas de pêlos ásperos e mucilaginosos. ovais. dentadas. de caule pentagonal. malato cálcico. sarampo.4 x 0. • Plantio: abril a maio. • Propagação: sementes. axilares. quase sésseis. abcessos e picadas de insetos (321).32 • • Cataplasma: planta fresca. Folhas frescas. Flores amarelas. hirsutas. Não tolera frio intenso. • Substrato: 30% de húmus de minhoca e 70% de vermiculita. ardor da bexiga. deixar até duas plântulas por cova. TOXICOLOGIA: Todas as formas de preparo do chá devem ser filtradas para eliminar os pelos da planta. Cresce espontaneamente em terrenos incultos. quingombô-grande. verde-escuras. febres graves. porém não deve ser encharcado. ⇒ 15g de flores por xícara de água. as masculinas dispostas em rácimos axilares reunindo 5 a 15 flores. a maior concentração de ácido araquídico e tetracosanóico. anti-hidrópica (215). é apropriado o cultivo sob plástico transparente. esfregão. FITOQUÍMICA: Tanino. SOLO: Desenvolve-se melhor em solos humosos. nas folhas superiores. antigripal (93). Porém. bucha-dos-pescadores. sobretudo nas sementes. SOLO: É exigente em fertilidade e umidade no solo. ácidos silícicos (1. • Cultivo protegido: devido à alta susceptibilidade da planta às doenças e às pragas. diurética (128). afecções pulmonares (435). ligeiramente pendentes. muito ramificada e coberta de pêlos longos e rígidos. • Plantio: a semeadura pode ser feita diretamente a campo. Os frutos são compostos de quatro aquênios. escarlatina. queimaduras (32). nitrato de potássio (179). SINONÍMIA:Borracha. • Raleio: após a germinação. inflamações. rugosas. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas podem ser consumidas como salada. debilidade geral. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. anti-reumática (271). • Em pó. Solos argilosos permitem um crescimento rápido e maior produção de flores. em covas com 3 a 4 sementes. borracha-chimarrona. edemas. que atinge cerca 10 a 15m de comprimento. resina. É feito na primavera. FITOLOGIA: Planta trepadeira herbácea. caule e folhas e sementes. • É melífera. tumores e queimaduras) (32). béquicas. • Colheita ⇒ folhas: inicia 50 dias após o plantio. O cataplasma das folhas cozidas aliviam tumores. lobos agudos ou acuminados. sementes e óleos essenciais. rajado com 10 linhas longitudinais verde mais escuras. adaptando-se ao subtropical quente. ásperas nas duas páginas. longopedunculados. podem ser usadas como condimento. originária da África. INDICAÇÕES: A infusão das folhas é utilizada em febres biliosas. Neste caso. bem drenados. Os estames são negros. ocorre em plantas cultivadas em solo arenoso (161). As flores femininas solitárias.) Roem. HABITAT: Espécie alóctone. FITOLOGIA: Planta herbácea anual sedosa-híspida que cresce até 60cm de altura. borrage. e curto. SINONÍMIA: Bucha-dos-paulistas. afecções do coração (215). foligem. • Cataplasma: uso tópico das folhas cozidas sobre acessos de gota (283). emoliente. dispostas em estrela. A muda é transplantada 30 dias após a semeadura. sudorífica. BUCHA NOME CIENTÍFICO: Luffa cylindrica (L. • Florescimento: agosto. CLIMA: A planta cresce melhor durante invernos secos e com boa exposição ao sol. nas inferiores. mas que cresce subespontaneamente por todo o Brasil em terrenos baldios. com 5 pétalas soldadas entre si. . rubéola (38). sem molhar as folhas. sobre cercas e caramanchões. mucilagem (30%). misturadas com outras ervas e em sopas. cinzentas ou pardo-claras. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Lactogênica (semente). As sementes miúdas. OUTRAS PROPRIEDADES: É hospedeira do parasita Cystopus candidus (93).2% nas folhas) γ-linoléico. pomares. afecções pulmonares. machucadas (abscessos. Sementes pretas. BORRAGEM NOME CIENTÍFICO: Borago officinalis L. HABITAT: Espécie alóctone de origem da Síria. afecções do fígado. dispostas em cimeiras escorpióides terminais. PARTES UTILIZADAS: Flores. cujo sabor lembra pepino fresco. • Tutoramento: é feito para evitar-se o pisoteio de ramas e folhas e para facilitar tratos culturais e a colheita. As mudas são preparadas em bandejas de isopor de célula grande. anti-reumática. • Capina: o solo deve ser mantido livre de plantas daninhas durante o desenvolvimento inicial da planta. herpes e litíase. 5-palmatilobadas. rugosas e com ala circundante. É encontrada até 1. pleurisia. • Propagação: sementes. Não tolera geadas. inchaço das pernas (93). FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. enfisema. laxante. FORMAS DE USO • Infuso: ⇒ 20 a 30g de folhas e flores por litro de água (435). contusa (áreas doloridas e inflamadas) Gargarejos: 30g em 1 litro de água (afecções da garganta) (32). araquídico e tetracosanóico (161). FAMÍLIA BOTÂNICA: Boraginaceae. cordial (32). • O infuso das folhas é utilizado para aromatizar bebidas alcoólicas (163). com pecíolo longo. antidiarréica (38) e depurativa. citrato de potássio (93) e saponídeo. Apresenta haste ereta. As folhas são alternas. inflamações nos rins e da bexiga. dispostos no fundo do cálice.

sementes: 120 dias após o plantio.3 x 0. com nervuras salientes na face dorsal. margaridinha-do-campo. purgativa (283). pubescentes enquanto novas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. corrimento. As folhas são curto-pecioladas. Caracteriza-se por seu crescimento muito lento.162. verde-escuras e revestidas de cutícula luzidia na página superior e verde-claras na inferior. FORMAS DE USO • Infusão ou decôcto: para hemorróidas. quando novos. chapéus. • Pó: preparar a partir da planta seca. INDICAÇÕES: Útil para o tratamento de afecções urinárias (oligúria. cabeça-de-romeiro. As folhas são antianêmicas (215). plainas. luvas de massagem. cuieteseira porongo. pubescente. pubescentes. e as folhas. SINONÍMIA: Cabaça-amargosa. as inferiores oblanceoladas e irregularmente serreadas. OUTRAS PROPRIEDADES • A madeira. com tons castanhos. capetiçoba. persistentes. catiçoba. um pouco aromática e com gavinhas bífidas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. FITOLOGIA: Planta herbácea trepadeira ou prostrada. em áreas ruderais. com até 30cm de largura. vermífuga. buxeína e parabuxina (283). clorose (215) e ascite (242). erva-lanceta. antidiarréica (68) e anti-sifilítica (271). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. úlceras (68). pequenas. prisão de ventre. O caule é grosso e anguloso. anúria). FITOLOGIA: Arbusto ou árvore pequena. micções noturnas involuntárias e para evitar a queda do cabelo (215).2m de altura. FITOQUÍMICA: Alcalóide . PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes e a polpa do fruto são purgativas. OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos. purgativas (242. As sementes são eméticas. as superiores lineares e inteiras. cordiformes. que atinge até 8m de altura e 40cm de diâmetro de tronco. ereta. voadeira. homogênea e dura. INDICAÇÕES: O caule e as folhas são indicados para o fígado. É utilizada em marchetaria. diarréias e afecções urinárias. TOXICOLOGIA: Por encerrar um alcalóide semelhante à estricnina. A semeadura pode ser feita diretamente a campo. Utilizar topicamente em feridas e úlceras PARTES UTILIZADAS: Raízes. considerada muito nobre. CABAÇA NOME CIENTÍFICO: Lagenaria vulgaris Ser. As folhas são opostas. amenorréia. réguas. • Plantio: setembro. caule. sudorífica. são comestíveis após decocção. vulnerária. temperados com margarina. em sulcos transversais ao canteiro. cuia.. é de cor amarela. cocombro. as masculinas com uma bráctea e as femininas com 4. • O fruto seco é utilizado como esfregão ou esponja vegetal. depurativa. verminoses. O fruto é uma cápsula coriácea coroada pelos estiletes persistentes. aerados. lavouras. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. palmilhas de sapato e artesanato em geral. para a fabricação de instrumentos de sopro. a planta é considerada tóxica. • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. muito compacta. dentadas. cabaçapurunga. contendo sementes trígonas lisas (93). dispostas em panículas com pequenos capítulos brancacentos. e pastagens. cabos de utensílios. areno-argilosos. multiramoso. HABITAT: Planta autóctone da América tropical. • Tintura ou Alcoolatura: 4g/dia (283). • Propagação: sementes. hidragogas e antiapopléticas. É utilizada para combater afecções intestinais de aves (93). medindo cerca de 10 a 13cm de comprimento.6 a 1. rabo-deraposa. cestos. apétalas. salpeixinho. capiçoba. feridas. folhas e sementes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Laxativa. ábacos. sal e pimenta.902 a 1. As . taquera.33 ⇒ ⇒ frutos verdes: 80 dias após o plantio. Folhas alternas. Inflorescências terminais e axilares. BUXO NOME CIENTÍFICO: Buxus sempervirens L. anti-hemorroidária. pentes. férteis. até ficar reduzida a 2/3 (sudorífica). É heliófita. É encontrada normalmente em jardins e cemitérios. FORMAS DE USO • Decocção: 40g de folhas secas em 1 litro de água.30m. rabo-de-foguete. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. hidropisia e distúrbios hepáticos (271). medindo 0. cabaço-amargoso. 5-8 nervadas. purgativa (342). devendo ser utilizada sob orientação de profissional credenciado. originária da Europa e Ásia e aclimatada no Brasil. FAMÍLIA BOTÂNICA: Buxaceae.buxina (93). FITOLOGIA: Planta herbácea anual. caule estriado e densamente folioso. 93) e vermífugas. monóicas reunidas em glomérulos de 12 ou mais flores. • O esqueleto seco do fruto é matéria prima para a confecção de chinelos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. dispostas nos ápices dos ramos e na axila das folhas. torno. mas prefere solos revolvidos. estatuetas (93) e bolar de bilhar (283). com densidade de 0. SINONÍMIA: Acatóia. inflamação da próstata e testículos. antiasmática (215). glabras. subinteiras ou com 3 lóbulos pouco pronunciados. HABITAT: Espécie alóctone. enxota. coriáceas. Os ramos são tetrágonos e eretos. As flores são alvas. CLIMA: Adapta-se à temperaturas tropicais e subtropicais. INDICAÇÕES: Indicada para o combate à amebas e giárdias (271). SOLO: Adapta-se à maioria dos solos. BUVA NOME CIENTÍFICO: Erigeron bonariensis L. crescendo espontaneamente à beira de estradas. anti-reumática e anti-sifilítica (93). fétidas. • Cultivada em jardins como sebe ou esculturas vegetais.

INDICAÇÕES: Utilizados também no tratamento de amenorréia. é suculento e comestível. D. A planta é heliófita. CABACINHO-DO-NORTE NOME CIENTÍFICO: Luffa operculata [L. Já foi utilizada. cucurbitacina D. drásticos. OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos novos são comestíveis (380). comprimidas. liso. • Nutrição: a planta é nitrófila. apressam os partos e curam frieiras. grandes. afuchês. escandente.] Cogn. ovóide. Não assoar o nariz. bucha-dos-paulistas. purgativos (93). PARTES UTILIZADAS: Frutos. FORMAS DE USO • Colutório (para sinusite): 1 colher das de café de cloreto de sódio puro em uma xícara das de chá de água. INDICAÇÕES: As folhas. SINONÍMIA: Abobrinha-do-norte. Gavinhas bífidas. • Propagação: sementes. • Colheita: 4 a 5 meses após o plantio. • Propagação: sementes. na forma de cataplasmas. verde quando CÁLAMO-AROMÁTICO NOME CIENTÍFICO: Acorus calamus L. Quando tutorada. Os frutos contém um princípio amargo chamado buchinina (179). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os frutos são emenagogos (128). inflamações genito-urinárias e oftálmicas. 179). peças de artesanato. vomitivos. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. Repetir até no máximo 5 dias (257). campanuladas. CLIMA: Por ser uma planta originária de regiões quentes. 5-7-palmadas ou poligonais. densamente vilosa. Colocar nas narinas 1 a 2 gotas de manhã e à noite. obovadas. As sementes tem efeito antihelmíntico (1). a planta lança raízes aéreas a partir dos nós. antissinusíticos (215). margem levemente apiculada. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. F. TOXICOLOGIA: A folha seca tem efeito abortivo (179). emoliente e maturativa (93). • Plantio: setembro. FAMÍLIA BOTÂNICA: Araceae. buchinha-do-norte. quando verde e pequeno. O uso da planta deve ser feito sob orientação profissional. cuias para chimarrão. hidropisia clorose (94. Esfriar e pingar uma gota na narina (9). OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é considerada ornamental devido às suas vigorosas folhas. atenuada. com 6 a 12cm de comprimento e 8 a 20cm de largura. SOLO: A planta é bastante rústica. clorose e obstrução das vísceras (93). Deixar e maceração por 5 dias e coar. G e H. e na forma de clisteres para combater a melancolia. glabra na face ventral e glabrescente na dorsal. Doses abusivas podem causar fortes diarréias acompanhadas de náuseas e graves cólicas (93). base recortada. esternutatórios.34 flores são brancas. em badejas de isopor ou outro recipiente. compridas e vilosas. cabacinho. a planta não se adapta à regiões com temperaturas baixas ou sujeitas a ventos frios. aerados e ricos em matéria orgânica. o fruto pode ser utilizado para o preparo de vasilhames. TOXICOLOGIA: Doses abusivas podem resultar em hemorragias mortais. abelhas. solitárias ou subsolitárias. hidragogos. aquecidas e aplicadas topicamente. Descascar a buchinha e retirar um pedaço fino com 1cm2 de área e colocar na solução salina. cordi-reniformes. ápice agudo ou acuminado. • Florescimento: por ser uma espécie de fotoperíodo curto. depois glabra. expectorantes. maracás e berimbaus. oblongas. de corola profundamente partida com os segmentos mucronados. feridas. As sementes são numerosas e pardas. purga-de-bucha. para o tratamento de pernas inchadas. verde-escuras na página inferior. vermífugos. não floresce e frutifica na região sul do Brasil. necessitando de uma adubação em cobertura com nitrogênio. O fruto é uma baga crustácea. imaturo e amarelo quando maturo. com ápice agudo. SINONÍMIA: Ácoro-verdadeiro. brancacenta e depois amarelada. E. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA: Moluscicida. vegetando ao longo de ramas que atingem até 8m de comprimento. A polpa do fruto pode causar inflação das mucosas. de caule 5anguloso ou não. As flores são monóicas. Proceder a semeadura em substrato organo-mineral. ascite. cabacinha. atingindo até 40cm de comprimento. O fruto é tipo baga. anti-herpéticos. hematomas. purga-dospaulistas. escabrosas. indeiscente. que proporciona mudas uniformes e mais saudáveis. O plantio pode ser feito diretamente a campo. adstringentes. podendo ainda ser utilizado como isca atrativa para a vaquinha (Diabrotica spp. Folhas longo-pecioladas. reduzindo a incidência de doenças e facilitando a colheita dos frutos. FITOLOGIA: Planta sarmentosa. angulosas. cucurbitacina B. drástica. anual. vistosas flores e aos frutos polimorfos. descongestionantes nasais. folhas e sementes. axilares. estendendo-se por até 1m de comprimento. • Colutório: ferver 1g do fruto em água. mole. quando em concentrações de 1. precedidas por sintomas similares aos da cólera morbus (93). úlceras. B. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A polpa dos frutos é amarga. O mesocarpo é branco e esponjoso. cana-cheirosa. • Plantio: outubro. As sementes são brancas. pimenta-das- . C. deixar que o fluxo escorra naturalmente. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 4m. gipsogenina e luperosídeos A. isocucurbitacina B. FITOQUÍMICA: M-carboxifenil alanina. • O fruto.000ppm contra Biomphalaria straminea (389) e estimulante de útero de ratas (36).). • O parênquima fibroso constitui matéria prima para a limpeza de panelas. 101. capa-de-bode. antidiabéticos e antissépticos. amareladas e solitárias. purgativa (sementes). • Depois de maturo e retirada toda a polpa com as sementes. • Tutoramento: a planta desenvolve-se melhor quando tutorada. polimorfa. buchinha. As sementes são antinefríticas e purgativas (283). PARTES UTILIZADAS: Fruto verde. marginadas e com até 2cm de diâmetro longitudinal. mas cresce melhor em solos bem drenados. embora possam ser produzidas mudas em bandejas de isopor.

As flores abrem ao nascer do sol e fecham ao entardecer. originária das Ilhas Canárias e de Portugal. colina. deixando por 15 minutos.5 a 2. As flores surgem na extremidade da haste e têm 4 a 5cm de diâmetro. CLIMA: Temperaturas noturnas muito elevadas reduzem o tamanho das flores.5m de comprimento por 1.000m de altitude (182). oxigenada e não estagnada. malmequer-do-campo. Deve ser mantida sempre úmida. eugenol. Deixar esfriar e adicionar arroz em pó até obter uma massa consistente. diretamente no campo ou em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. O princípio amargo é a acorina. noduloso. As folhas contém menor teor de princípios ativos. maravilhas. • ⇒ Banho de imersão: ferver por 30 minutos 3 colheres das de sopa do rizoma seco em 1 litro de água fria. SOLO: Prefere solos pouco ácidos. cespitosa. acorina (glicosídeo). em escapo semelhante a folha. A areia é o substrato mais adequado para o enraizamento. contendo 2 a 3 sementes (97. composta de asarona (80%). É heliófita e higrófita. Necessita de no mínimo 4 horas diária de luz.20m. A secagem no sol é inviável pois é demorada.3m. Os rizomas devem ser enterrados entre 5 a 10cm de profundidade. maravilha. calêndula-das-boticas. verde-claro internamente e amarelado por fora. As pétalas que formam o disco central são tubulosas. O cultivo da planta em áreas paludosas ou uliginosas deve prever o uso de água não contaminada. febrífugos. Aplicar a massa sobre o rosto previamente limpo. AGROLOGIA • Espaçamento mínimo entre plantas: 0. As folhas são ensiformes ou lineares. compridas. antieméticos (283). As plantas que frutificam são diplóides ou tetraplóides. Microsporum gypseum. aperientes. • É utilizado também no preparo de licores e doces. mucilagem. heterosídeos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. • Propagação: sementes. adaptando-se aos subtropicais amenos. É planta heliófita. • Colheita: inicia a partir de dois anos após o plantio. O cultivo nas regiões litorâneas é o mais indicado. é curvo. com 1. As folhas são inteiras ou ligeiramente denteadas. FITOLOGIA: Planta herbácea. podendo ser cultivada todo o ano em regiões quentes. calamina (alcalóide cristalizado) (283) e vitamina C (294). Cortar segmentos de 2 a 3cm para o plantio. sendo que no Brasil está bastante aclimatada e cultivada em jardins e hortos medicinais. um glicosídeo composto e viscoso (182). • O rizoma é utilizado na conservação de peliça. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os rizomas são excitantes.0cm de largura. sobretudo em períodos úmidos.4 x 0. Coar. profundos e permeáveis. • Florescimento: só ocorre quando o rizoma está completamente coberto com água (182). ácidos cáprico e palmítico. mal-me-quer-dos-jardins. • Plantio: março a abril. no verão ou outono.200kg dessecados por hectare. terpenos. produzindo um fruto piramidal. Permanecer em imersão por 20 minutos. alternas. hexâmeras. ovais ou lanceoladas. Resiste à estiagem e à geada. originária da Índia e da Europa. TOXICOLOGIA: Não se deve consumir o rizoma sem ter sido desidratado (182). • Doenças: o surgimento de manchas esbranquiçadas nas folhas indica a infecção fúngica. devendo ser usados apenas como material de propagação. sesquiterpenos e essência. Promove o relaxamento. acoretina (resina) metilamina. adoçar com mel e tomar após as refeições (digestivo). livre das raízes. aromáticos. aromática. As folhas superiores apresentam certa pubescência. para haver uma boa fixação da planta. tipo aquênio. O rizoma é cilíndrico. O caule é robusto. • Plantio: outono e primavera. • Propagação: divisão do rizoma. malmequeres. acaule. • O óleo essencial do rizoma é matéria prima para a indústria de perfumarias. malmequer. várzeas úmidas ou alagadas e a beira de riachos e açudes. As raízes são amarelo-claras e fasciculadas. a temperatura de 32oC. Pode ser utilizada as várzeas inundadas da cultura do arroz. perene. eretas. É cultivada em todo o mundo. espatuliforme. 182). cosméticos e dentifrícios. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato da planta inibe a germinação e o crescimento das hifas dos fungos dérmicos Epidermophyton floccosum. SOLO: Prefere solos férteis. INDICAÇÕES: Aplicado externamente em forma de compressas como coadjuvante no tratamento de tumores ganglionares (294). férteis. verrucária. com cerca de 4mm de comprimento. para depois serem desidratados em estufa. Os rizomas muito velhos e grossos são muito fibrosos. É encontrada crescendo subespontaneamente em áreas com água parada. Vegeta espontaneamente até 1. cineol e cânfora. O seu odor é desagradável.0 a 1. HABITAT: Espécie alóctone. provido de protuberância no dorso e crenado na face ventral. FITOLOGIA: Planta herbácea anual que cresce 30 a 60cm de altura. O botão central das flores é envolto por 15 a 20 lígulas amarelas ou alaranjadas. paludosa ou aquática. Retirar com água morna (294). anticatarrais. reunidas em feixe na base. Máscara tonificante: ferver por 10 minutos 2 colheres das de sopa de cálamo em pó para um copo de água. serpeante. • Rendimento: cerca de 2. à noite. • Pós-colheita: os rizomas devem ser lavados e submetidos à retirada de todas as raízes. amido.20 x 0. Coar e adicionar à água da banheira. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. margarida-dourada. OUTRAS PROPRIEDADES • O rizoma apresenta odor agradável e sabor amargo e adocicado. maravilha-dos-jardins. As flores normalmente são estéreis. malmequeramarelo. CLIMA: A planta é de clima temperado.35 HABITAT: Espécie alóctone. . laxantes e diuréticos suaves (294). bem drenados. 3-angulado. CALÊNDULA NOME CIENTÍFICO: Calendula officinalis L. tanino. digestivos. Tricophyton mentagrophytes e Tricophyton rubrum (193). alfa-pineno. PARTES UTILIZADAS: Rizoma dessecado. invaginantes. O fruto. ricos em matéria orgânica. grosso. FORMAS DE USO • Decocção: ⇒ Ferver por 5 minutos 1 colher das de chá de pó de cálamo para uma volume de água de um copo. • O pó do rizoma é insetífugo ou inseticida (182). tônicos. bem-me-quer-de-todos-os-meses. ereto. mal-me-quer. as vezes tombado e anguloso. Espadice cilíndrico. antes de deitar. permitindo a degradação enzimática (182). FITOQUÍMICA: Óleo volátil. úmidos. metil-eugenol. canfeno. SINONÍMIA: Bem-me-quer. úmidos a encharcados. Flores amarelo-castanhas.

4 x 0. fissuras de mama. artritismo. óleo essencial. A tintura é diluída em água na proporção de 1:1 ou 1:2. estreptocócitos (gênero de bactérias estreptocóceas. As folhas são alternas. proteínas e vitaminas A e C (9). internamente. Toma-se1xícara das de chá antes das refeições principais. bate-testa. antiinflamatória. tonificante da pele (acne). Tomar ½ xícara de manhã e ½ xícara à noite. CAMOMILA NOME CIENTÍFICO: Chamomilla recutita [L. lançadas na brasa. frutos e raízes. SINONÍMIA: Balãozinho.2 a 0. eczema seborréico do couro cabeludo. A semeadura é feita em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. escorbuto. poderosa antisséptica (283). pubescentes ou não. • Plantio: a semeadura é feita em março e o transplante em abril. ardem como nitro e as flores. O excesso de pluviosidade afeta drasticamente a produção de sementes dando origens à lotes desuniformes e de baixa qualidade. • Os capítulos da planta são utilizados para perfumar sopas e guisados. Melhoramento genético: observa-se uma grande variação de genótipos .3% de essência (96). • As folhas. solitárias. inflamações purulentas. dermatite por monília. pastagens e áreas ruderais. saponinas (antiviral). no máximo. anti-herpética e narcótica. Filtrar com pano e espremer. inflamações piogênicas e broncopneumonia). • Tanto as folhas quanto o caule são utilizados como tempero. sobre um pano limpo e aplicadas sobre o ferimento ou acne. taninos (145) e calendulina. anti-reumática. estimulante do aparelho gênito-urinário. esteróis. As flores contém 0. vulnerária. antiespasmódica. Tomar ½ xícara de manhã e ½ xícara à noite (257).36 • • • • Florescimento: verão a outono. camapum. crosta láctea. calos e pólipos e. higrina. Colheita: A colheita inicia dois meses após o plantio e pode se prolongar por mais 2 meses. do fígado (9). erva-noiva-do-perú. adstringente. brotoeja. Tomar 3 vezes ao dia.flores com pétalas amarelas até laranja. Três xícaras ao dia atua como desintoxicante. revolvidos. amarelas. CLIMA: Adapta-se às regiões de clima subtropical e tropical.4m • Propagação: sementes e rizoma. FITOQUÍMICA: Carotenóides. Aplicar topicamente sobre a pele e umbigo do recém-nascido. glabra. para a higienização (128). FORMAS DE USO • Pomada e tintura: usar folhas e flores. analgésica. • OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é ornamental. O fruto verde é laxativo e diurético (242). e Physalis angulata L. no escuro. úlceras. vasodilatadora (257). • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. FAMÍLA BOTÂNICA: Solanaceae. afecções nervosas. ⇒ Acne: 1 colher das de chá de flores em 1 xícara das de chá de água quente. É utilizado para atenuar as rugas e atua como emoliente (294). FITOQUÍMICA: Fisalina. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento externo tópico de gengivite. fungicida (145). cumarinas (257). emenagoga. antiinflamatória (9). queimaduras. Deixar descansar por 5 minutos. liberam eletrecidade estática (283). • As flores são utilizadas em cosmética e em farmácia. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. cistite e icterícia (242). Usar topicamente 3 a 4 vezes ao dia. • Infusão: ⇒ Atividade emenagoga: 2 colheres das de sopa de flores em ½ litro de água. Fruto baga globosa. cicatrizante. mucilagens. se colhidas semanalmente (257). hepatoprotetora. ⇒ Como desintoxicante: ferver 3 colheres (chá) de flores secas em 3 xícaras (chá) de água. icterícia (68) e feridas cancerosas (215). antiemética. CAMAPU NOME CIENTÍFICO: Physalis pubescens L. Não aceita solos compactos e muito ácidos. oftálmica. SOLO: Prefere solos férteis. foliculite. • • Óleo: macerar 20g de flores em 250g de óleo de oliva durante 10 dias. Physalis peruviana L. vulvovaginite (tricomoniase e candidíase). acne. antiabortiva. antiescorbútica. bucho-de-rã. camaru. sudorífica. desobstruente. emoliente. • Cataplasma: folhas e flores tenras são socadas e empastadas. antiviral. que cresce espontaneamente em reboleiras em solos cultivados. sublenhosa na base.. aerados e soltos. PARTES UTILIZADAS: Folhas. INDICAÇÕES: O chá das folhas é utilizado para a inflamação da bexiga. medindo 30 a 50cm de altura. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Excitante. São comercializados os capítulos inteiros ou somente as lígulas alaranjadas (96). antialérgica (215) e resolutiva (68). com laivo marrom-claro na base das pétalas. do baço e dos ouvidos. • Hidroalcoolatura: macerar 1 colher das de sopa de flores em 1 xícara das de chá de álcool 70 graus diluído em 2 xícaras das de chá de álcool. embalado por cálice concrescente. Produção de sementes: a época de produção de sementes não deve coincidir com os períodos chuvosos do ano. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. oftalmias. Obtém-se uma produtividade média de flores de 720 kg/ha. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. longo-pecioladas. Padrão comercial: as flores podem conter 8 a 10% de água e 10% de cinzas. bactericida. • As flores podem ser utilizadas como inseticida natural (257). verrugas. tropeína. bem drenados. colagoga. pomares. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. para úlceras gastrintestinais. ⇒ Atividade geral: 2 colheres das de sopa de flores em uma xícara das de chá. ácidos fenólicos. em dias quentes.] Rauschert FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae . ferimentos abertos (145). Suco das folhas: aplica-se sobre calos. Os indivíduos com pétalas laranja são os mais ricos em metabólitos secundários. algumas espécies causadoras de angina. É esciófita. PARTES UTILIZADAS: Flores. Abafar por 5 minutos. • As flores são usadas como corante na indústria alimentícia. Flores axilares. caule e folhas secas. flavonóides. ácidos graxos livres. joá-de-capote. medindo 4 a 6cm de comprimento. sudorífica. iniciando 8 dias antes da menstruação. muito ramificada. verrugas e pólipos (145).

3-metilamil angelato. turjone. luteolina. nerulidol. FITOLOGIA: Planta herbácea. frutose. 5isopropil-2-propil-2-ciclohexeno-1. ρ-cimeno.6-dimetilfenil)-2-butano1. branca. macela.000 sementes. 5-(3-furil)2-metil1-pentano-3-ol (lepalol). ereta. carotonacetonas homólogas. Em 1g de sementes são encontradas cerca de 3. tanino. mirtenol. farnesol. 5-(3-furil)2-metil-1-pentano-3 (lepalona). ácido 3. de corola ligulada. FITOQUÍMICA: Camazuleno (27. para um rendimento de óleo essencial de 0.11. farneseno.3 dil-1-|z|- . éster dihidromatricana. xantoxilina. αbisabolol.4-Ddihidroxicinâmico (ácido cafêico). epicatecol. (ácido siríngico). limoneno. A planta não suporta estiagens prolongadas e chuvas copiosas. hidróxisonobilina. férteis e bem permeáveis.6. Não tolera acidez. ácidos graxos e salicílico. 1. α-trans-pinocarvone. A melhor faixa de pH ocorre em torno de 6 a 7.4-dimetil-7isopropiazuleno). É heliófita. éster camomila II. lactona sesquiterpena linear. bem como ele decresce com o tempo de armazenamento (Walenciak e Korzeniowski. ácido gálico. ácido 2. α-cubebeno. α-bisabolol (antiinflamatório . crisoeriol. quercetina-3galactotosídeo (hiperina. 3-careno. Padrão comercial: o teor mínimo de essência é de 0. 2metilbutil-2-metilburato.1. As temperaturas médias anuais devem estar abaixo de 20oC (96). isoarmnetina-7-glucosídeo. Cálcio. axilarina. As cinzas não podem exceder a 14% (96). sabineno. crisoplenol.cumárico). αcadineno. herniarina. As lígulas são tridentadas no ápice. βpineno. As mudas são preparadas em canteiros ou bandejas de isopor. matricarina. glabra. ácido clorogênico. β-bourdeno. margaça-das-boticas. esteróides. • PARTES UTILIZADAS: Somente os capítulos florais secos. n-butanol.3-dil-1-(|Z|-2’-metil2’-butenoato)-3-isobutirato. ε-1-(2. angelato isoamil (isopentil). trans-β-farneseno. benzoato etílico. hiperosídeo). Tolerase até 5% de pedúnculos e/ou outras partes da planta. espinacetina. isoamil butirato. muito ramificada. Não tolera excesso de calor. 3metilideno-4-oxipentil angelato. camomila-comum. nobilina.5-dihidroxibenzóico (ácido gentísico). de corola tubulosa e amarela. eucanabinolida. • Florescimento: inicia a partir dos 85 dias após a semeadura.2%) (96). actinomorfas. apigenina7-glucosídeo(3’’. 6-hidróxi-luteolina7-glucosídeo. • Colheita: é feita quando as flores estão completamente abertas. etil fenilacetato. Inflorescência em capítulos. camomilol.3’4’pentametil. ácido 3-(2-hidroxifenil)-2propenóico (ácido ο. eupaletina. decanoato etílico. • Doenças: é comum a ocorrência de doenças fúngicas (Alternaria sp.10-epoxinobilina. hidrocarbonatos.7. ‘Lipophiles flavon’. colina. α-terpineno. canfeno. caempferol. O uso de polímeros hidroabsorventes evita a desidratação de sementes recém-emergentes. • Adubação verde: utilizando-se Mucuna aterrina + Crotalaria spectabilis aumenta-se significantemente o teor de camazuleno em até 35. Flores centrais hermafroditas. tanino catequina. camomila-daalemanha. βmirceno.4’hexametil.86% (96). apud 91). principalmente no período de amadurecimento das flores.7-dimetóxiquercetina. ácido 2. com dois tipos de flores agrupadas em corimbo. isobutil isobutirato. utilizando substrato mineral-orgânico. α-ρ-dimetilisterina. como a camomila-romana. Densidade de semeadura: 0.3’’)-diacetato. eupatoletina. camomila-vulgar. guaiazuleno (1. soltos. 63-dimetóxiquercetina.7. A semeadura direta no campo é possível em solos bem preparados. nem secas prolongadas. B-cariofileno. com baixa incidência de ervas daninhas e com irrigação sistemática. camomilinha. αbisabololóxido C. com lacíneas linear-filiformes. galactose. manssanilha. heterosídeos. cumarina. mirtenal. Quando as lígulas começam a se curvar para baixo. quercetagetina3. apigenina-7-apiosigluosídeo (apiína). • Alelopatia: é alelopata positiva com a carqueja e a couve. geraniol. bornil acetato. pinocamfona. jaceidina. α-muroleno. ácido 4-metoxibenzóico (ácido anísico).17%. monóica. germacreno-D.3-D-dihidroxicinâmico(ácido antenóblico). 3-deidronobilina. AGROLOGIA • Espaçamento: 25 x 25cm. (-)-butano. • Época de semeadura: março a abril. luteolina-7-ramnoglucosídeo. Apresenta aroma forte e agradável. quercetagetina 3. • Nutrição: máxima produção de flores e óleo essencial é obtida com a formulação N-P-K 1:1:1. patuletina. vermelho aldeído crimson. éster camomila I. 5-isopropil-2-propil-2ciclohexeno-1. palmitato etílico. • Propagação: sementes. esfatulenol.β-selineno.6. α-trans-pinocarveol. 2. quercetina-3-rutinosídeo (rutina). As sementes não devem ser enterradas pois são fotoblásticas positivas. crisosplentina. iniciando um sutil murchamento.6. luteolina-7-glucosídeo. matricina. 3-epinobilina. São apenas pressionadas sobre o solo para o início da germinação. As flores marginais são femininas. é indicativo que o ponto de colheita já foi ultrapassado. α-pineno. As folhas são alternas.3’ tetrametil. furfurol. 4-isopropenil benzaldeído. Ácidos orgânicos: aminoácidos. ácido 3-(4-hidroxifenil)-2 propenóico (ácido-ρ-cumárico). hexilacetato. ácido ascórbico. calameno. isobutil-2metilbutirato. com baixa umidade relativa do ar. O teor de camazuleno nas flores depende da origem e idade das flores. porém decresce o α-bisabolol (96). Fruto tipo aquênio e cilíndrico. crisoeriol-7glucosídeo. 6. Flavonóides: apigenina. luteolina-4’-glucosídeo. Terpenóides: antemol. maçanilha. apigenina-7-glucosídeo (2’’. • Rendimento: 886kg/ha de capítulos florais. 2-metilbutil butirato. • Plantas daninhas: a planta não suporta a concorrência com plantas invasoras. bisaboleno. α-copaeno. butil angelato. quercetrina. vitamina C (145). com até 50cm de altura. marcela-galega. A semeadura deve ser feita em períodos do ano em que o franco desenvolvimento e maturação não coincida com temperaturas altas. α-bisabololóxido B. Ocorre em altitudes de até 160m. ácido 3-hidróxi-2-metilideno (ácido butírico angelato). ácido linoléico.8-cineole. α-metilbutil isobutirato. anual. borneol. apigenina-7-(6’’-ο-acetilato) glucosídeo. ácido benzóico 4hidroxi-3-metoxi (ácido vanílico). β-damascenona. quercetagetina-3. matricária. camomila-dos-alemães. patuletina-7-glucosídeo. zigomorfas. 6-metóxicaempferol. ácido metacrílico e ésteres. ciscariofileno. HABITAT: Espécie alóctone. 1. isobutil isovalenianato.2%).5.4-dihidroxibezóico.500 a 4. ácido cáprico. ácido caprílico. O oco dos receptáculos é uma das particularidades que a distingue de outras espécies similares. ácido antêmico. apigenina-7-glucosídeo (apigetrina). Para fora do Brasil a tolerância é de 2%. SOLO: Francos. A auto-semeação ocorre a partir do segundo ano. verde-claros e lisos na face ventral. quercetina-7-glucosídeo (quercimeritrina). fósforo e enxofre são os nutrientes que maximizam a produção de flores e óleos essenciais (297). cariofilenepóxido.5g/m2. camomila-legítima. camazuleno. quercetina. matricina.37 SINONÍMIA: Camomila-alemã. ácido ferúlico. humuleno. α-bisabololóxido A. 2-metilidenopropano-1.4’’)-diacetato. CLIMA: A planta cresce melhor em clima temperado.7. α-bisaboloneóxido A. bi a tripinatissectas. nem com invernos muito rigorosos. Ocorre 3 a 4 meses após a semeadura.3’. cis-en-yn-dicicloéter. trans-α-farneseno. B-copaeno. ácido málico.) por ocasião do florescimento. hexilbutirato. azuleno. isoarmnetina. ácido 3-hidroxi-4metoxicinâmico (ácido isoferúlico). glicose.4%. que cresce espontaneamente em áreas de campos e bosques abertos das regiões mediterrânicas e de clima temperado. β-bisaboleno. 4-isopropenil tolueno. 2-metilbutil-2-metil propionato.

nodoso. assaduras. anti-reumática. gota. gengivite. ácido oleico. íntegras ou algumas penatífidas com 1 a 3 segmentos pequenos. FITOLOGIA: Rizoma carnoso e ramificado. HABITAT: Espécie autóctone que vegeta nos campos e vales do Sul do Brasil. CLIMA: Prefere regiões onde as temperaturas são amenas (20 a 25oC. propil angelato. brancacento ou verde-claro e piloso. que se desdobra. luzidias.38 2’metil-2’-butenoato-3-isobutirato. tanino. sedativa suave. o florescimento ocorre outubro a março. O pecíolo é grossocarnoso em prolongamento à nervura média. iniciando uma semana antes da data prevista para a menstruação (emenagogo). lumbago. Tomar 3 a 4 xícaras de chá ao ia. mas que se adaptou bem às regiões tropicais e subtropicais. brancacentas e com numerosas radicelas fibrosas. Folhas com 5 a 7cm de comprimento. afecções de pele (pústulas e fístulas). feridas. FITOQUÍMICA: Saponinas e óleos essenciais (93). umbeliferona. cicatrizante. • Loção: deixar em banho-maria durante 3 horas 1 xícara das de café de flores em 1 copo de azeite. ácido dihidrocinâmico. INDICAÇÕES: É indicada para inflamações oftálmicas. afta. As folhas simples. agitando 1 vez ao dia. O fruto é um aquênio com cerca de 2mm de comprimento. lisas. • Tintura: 10 a 30ml/dia. carminativa. antiasmática. ubacaia. Pode ser também usado topicamente em dores de ouvido e nevralgias (128). lanceoladas. sésseis. arredondadas no ápice. lanceoladas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória tópica (260). tônica. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. Tomar 3 xícaras das de chá ao dia (digestivo. Mulheres grávidas ou em lactação devem evitar o uso. em apigetina e glicose (319). náuseas (32). estreitas. cerótico oleico e linólico. Compromete a eficácia da radiografia em pessoas doentes (385). com cerca de 20 a 30cm de comprimento e 10 a 14cm de largura. escopoletol.3m. ubacayá. PARTES UTILIZADAS: Flores (preferencilamente) e folhas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: febrífuga e hepática (271). Papo de 4mm de palhetas lanceoladas. alternas. ácido salisílico. cistites (91). interiormente brancoavermelhado e exteriormente revestido de escamas pardacentas. ereta. com aristas longas. 2-metilpropil 3metil butirato. inapetência e úlceras (68). • Vinho: macerar por 5 dias 3 xícaras das de chá de flores em 1 litro de vinho branco. sobretudo durante o florescimento. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. mais ou menos eretos.3 x 0. . fibrosos. FORMAS DE USO • Infuso: ⇒ 3%. afetam a qualidade do produto colhido. jacuanga. eupéptica. SINONÍMIA: Caatinga. anti-hemorroidária. CANA-DE-MACACO NOME CIENTÍFICO: Costus spiralis Rosc. • O chá das flores é utilizado para clarear o cabelo (145). 1-nérveas. invaginantes. afecções nervosas. obovadas ou elípticas. matérias resinosas e pépticas (341) e apigenina (3 a 9%). jacuanga. com 30 a 35cm de altura. calmante (68). ⇒ 5g do pó por litro (435). aperiente. 2metilpropil butirato. diarréia infantil. Esfriar e coar. • Pó: 2 a 6g/dia. SOLO: A planta desenvolve-se melhor em solos neutros. pilosas. emoliente. enjôos. xilose (91). 7-glucosídeo escopoletina. Coar e tomar 1 cálice 3 vezes ao dia. média anual) e não ocorra excesso de pluviosidade. As raízes são filiformes. vermífuga (215) e emética (435). longo pendunculados. • Elixir. espiraladas. doenças do útero e do ovário. ácido tíglico e ésteres. limbo deltóide de cor alaranjada. cólicas em geral (341). polissacarídeos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Costaceae. de 10 a 13cm de comprimento e com brácteas ovadas. grandes. maturativa (341). jacuacanga. A semeadura é feita em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. antihistérica. oftalmias. antiinflamatória. FITOLOGIA: Planta herbácea perene ou anual. quando então a deiscência é muito forte. • Plantio: setembro a outubro. • Propagação: sementes. sedativo e emenagogo). • Florescimento: quando a semeadura é feita em agosto. OUTRAS PROPRIEDADES • A essência da camomila é azulada e tem sabor amargo. A inflorescência é uma espiga terminal multiflora. emenagoga. aluviais e ricos em matéria orgânica. Pode ocorrer rinite alérgica em pessoas sensíveis à camomila (145). antialérgica (128). mialgias (145). estomáquica. poliacetileno. por hidrólise. inteiras. triacontano. ciática. pacová. cefalalgias. 50 a 200ml/dia (uso interno). ramnose. 2-metil-2-propil angelato. fitorina. enxaquecas. tiamina. niacina. CAMOMILA-RAULIVEIRA NOME CIENTÍFICO: Helenium alternifolium Spreng et Cabrera. As flores são róseas. antiespasmódica. embaraços gástricos. sudorífica (145). Coar e aplicar topicamente sobre assaduras e queimaduras do sol. estomatite. cor de carmim. Para combater afecções bucais. Fruto cápsula polisperma contendo sementes oblongas. cana-do-mato. OUTRAS PROPRIEDADES: As flores são muito vistosas. Não se desenvolve em solos ácidos. colina. paco-caatinga. Estomáquica. 2-metilpropil 2-metil butirato. analgésica. um tanto espessas. de 7mm de comprimento. taraxasterol. • Produção de sementes: os capítulos devem ser colhidos ao iniciar o murchamento das lígulas. insônia. verde-escuras na página superior e mais claras e com nervura média saliente na inferior. cana-branca. frágeis. carnoso. 5% (uso externo) (341). indigestões. emarginadas no ápice. com perda de sementes. TOXICOLOGIA: Atóxica em pessoas saudáveis. ácido fenólico. Brácteas em número de 20 a 25. porém antes das flores adquirirem coloração castanha. Possui 8 a 10 lígulas com cerca de 1cm de comprimento. HABITAT: Espécie autóctone. ⇒ colher das de sopa de flores em 1 caneca de água quente. antisséptica. Colmo suculento. Chuvas frequentes. vinho e xarope: 40 a 120ml/dia (341). periná. inositose. imbricadas. queimaduras de sol (128). protetora solar. abertos e lanceolados. antigripal (294). • Compressa ou ablução anal: para hemorróidas (145). agudas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. podendo ser utilizadas em arranjos florísticos. fazer bochechos com o infuso. de corola tubulosa e cálice avermelhado. Inflorescência em capítulos solitários terminais. antidispéptica (32). ácido palmítico. ⇒ 10 a 15g de flores em 1 litro de água fervente. Abafar por 10 minutos. ácido péctico. ácido sinápico. originária do Brasil equatorial. antinevrálgica. álcool perílico.

FITOQUÍMICA: Acido oxálico.5cm de diâmetro. glabro. tônico e emenagogo (32). emenagoga (257). HABITAT: Espécie autóctone que habita as matas tropicais. periná. TOXICOLOGIA: Deve-se evitar o uso continuado da planta. O suco das hastes é depurativo. • Infusão: para dores nefríticas. higrófita e esciófita. • A planta é ornamental em jardins. anti-reumática (9) e depurativa (93). FORMAS DE USO • Suco: das hastes (gonorréia ). inflamações da uretra (93). emoliente. tônica. A semeadura é feita em bandejas de isopor com substrato organomineral e as estacas podem ser enraizadas em areia umedecida. reunindo 30 a 32 pedúnculos florais.5m. Quando exposta totalmente ao sol. antiinflamatória dos rins e bexiga (32). • Plantio: primavera. Usar topicamente em contusões e inchaços (32). PARTES UTILIZADAS: Rizoma.0 a 6. CANA-DE-MACACO NOME CIENTÍFICO: Dichorysandra thyrsiflora Mik. O sumo fresco do colmo é indicado para disúria. previamente secos e transformados em pó (hérnia) • Ungüento: folhas untadas com sebo. ubacayá. • Colheita: inicia aos 16 meses após o plantio. espiraladas. alternas. bordos lisos. antidiabética. febrífugo e emenagogo (93).5cm de largura. O fruto é capsular. • Propagação: sementes. marianinha. FAMÍLIA BOTÂNICA: Costaceae. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O rizoma é diurético. • Plantio: setembro a outubro. invaginantes. . nodoso. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. HABITAT: Espécie autóctone que habita a mata Atlântica. hidropisia. • Propagação: rebentos do rizoma e estacas. OUTRAS PROPRIEDADES • O caule fornece um suco refrescante e nutritivo. bainha pilosa e tenuamente avermelhada nas bordas. três sépalas côncavas de coloração violeta-clara externamente e branca internamente. As flores dispões-se em panículas de 10 a12cm de comprimento. estomáquica. • A planta é ornamental em jardins. diaforético. envolvidas por brácteas escamosas cor de carmim. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. vermiculita ou casca de arroz tostado. bainha invaginante. flor-da-paixão. com 2 a 2. de norte a sul do Brasil. com sementes arrredondadas no ápice. paco-caatinga. sendo que na face ventral ocorrem duas listras longitudinais de cor cinza-prateada em cada lado da margem das folhas jovens. dura e cilíndrica. CLIMA: É planta esciófita. sendo utilizado como refresco. que cresce 70 a 80cm de altura. FAMÍLIA BOTÂNICA: Comelinaceae. cana-roxa. sendo dois deles mais compridos. casca e hastes. resolvente de tumores. As folhas são oblongo-lanceoladas.20m de altura. SOLO: Prefere solos úmidos e humosos. INDICAÇÕES: Para o tratamento de leucorréia. diaforético. O enraizamento pode ser feito em substrato à base de areia. PARTES UTILIZADAS: Colmo e folhas. As folhas são alternas. O caule é ereto. picada de insetos e catarro (9). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. tônico. insuficiência cardíaca. medindo cerca de 2 a 3mm de comprimento. • Florescimento: ano todo. Por ser ornamental. gonorréia. febrífuga. o crescimento é lento e a planta é mais suceptível a doenças. antilítica (215). antilítica. O enraizamento ocorre em 25 a 30 dias. CANA-DO-BREJO NOME CIENTÍFICO: Costus spicatus Jack. cana-do-mato.7 x 0. As folhas medem 17 a 25cm de comprimento por 5. pode resultar no surgimento de urólitos. aplicadas topicamente como resolventes de tumores. é comumente encontrada em jardins. verde-escuras. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. sífilis e gonorréia (32). pois sendo rica em oxalato de cálcio. • Suco do caule: para atenuar arterioesclerose. albuminúria. SINONÍMIA: Cana-de-macaco. folhas. CLIMA: Espécie tropical. PARTES UTILIZADAS: Colmo e folhas. OUTRAS PROPRIEDADES • O rizoma apresenta aroma semelhante a violeta (Viola odorata). SINONÍMIA: Cana-do-brejo. diaforética. • O suco dos rizomas é levemente ácido e mucilaginoso. calmante das excitações nervosas e do coração. FITOQUÍMICA: As hastes contém ácido oxálico (93). aterosclerose. enquanto que nas velhas só ocorre uma mancha de cor creme-pálida na base da nervura central. mucosidade da bexiga. ubacaia. lavar feridas e diminuir as excitações nervosas e do coração (93). • Cataplasma: utilizam-se o rizoma e/ou as hastes. anti-sifilítica. As flores são compostas de três pétalas violáceas com a base branca.39 SOLO: Prefere solos úmidos e férteis. aperitiva.0 a 1. FORMAS DE USO • Cataplasmas: folhas frescas e contusas. Sw. com 6 estames. oblongas. nervura central proeminente na face dorsal. • Decocção: 50g de hastes ou rizoma em 1 litro de água (leucorréia).0 x 0. taninos e matérias pécticas (9). amenorréia e arterioesclerose (215). jacuacanga. É higrófila. mantido sempre umedecido. de haste rígida. Flores amarelas dispostas em espiga terminal de 5 a 8cm. com porte de 1. glabras. dores nefríticas. rebentos do rizoma e estacas do caule.5m. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. polisperma. INDICAÇÕES: As hastes são indicadas para a leucorréia e afecções renais (257). nefrites. canaroxa-do-brejo. inulina. embora tolere solos pobres. • Colheita: 8 a 10 meses após o plantio.

cujas mudas espontâneas que se formam podem também ser aproveitadas para o plantio. Folhas afetadas devem ser removidas e a planta pulverizada com um fungicida cúprico. FITOQUÍMICA: aninos. galactagoga. As flores são verde-amareladas. A semeadura é feita em bandejas de isopor de células grandes ou em saquinhos plásticos perfurados. antisséptica. • Doença: é comum a ocorrência do fungo patogênico Colletotrichum dichorisandrae. SINONÍMIA: Canela-da-china. onde o lençol freático possa estar ao alcance das raízes. com rugas finas e lenticelas transversas. febres gástricas e biliosas (271). com cerca de 7 a 8m de altura e com tronco de 20 a 25cm de diâmetro. verde-claro. facilitando o pegamento da muda. AGROLOGIA • Ambiente: as mudas devem ser enraizadas em substrato de xaxim e/ou húmus e estabelecidas em ambiente sombreado (bosque. O fruto é uma baga ovóide apiculada. hipertensora suave (9). coriáceas. febres adinâmicas. digestiva (128). glabra e pálida. aerados e silicosos. tintura e Alcoolatura. CLIMA: É de clima tropical. pouco ácidos. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é ornamental em áreas sombreadas de jardins. alternas. antes das refeições (tônico e digestivo). fragrante e aromático. em número de 2 a 5 por cimeira. A germinação. safrol. SINONÍMIA: Cabelo-de-anjo. A germinação ocorre em 40 a 50 dias. FORMAS DE USO • 1 a 3g/xícara (445) na forma de infusão. luzidias. A estaquia é feita em areia umedecida. pubescentes. • Plantio: outono e primavera. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cactaceae. Neste caso. SOLO: Prefere solos bem drenados. • Vinho: macerar durante 30 dias 30g de casca em 500ml de vinho licoroso. CLIMA: É subtropical e esciófita. ocorrendo sobre ramos inferiores de árvores antigas. escrófulas. PARTES UTILIZADAS: Hastes e folhas. marmitol. sub-cilíndrico. borneol (93). terminal e axilar. adstringente. A casca é de cor cinza-castanho. herbáceo. FITOLOGIA: Planta epífita de caule pêndulo. A casca é espessa. aromática (283). Desenvolve-se numa faixa de temperatura de 20 a 30oC. respiração ofegante. Poderão ser utilizadas árvores como base do agroepifitismo da planta. A casca da raiz contém cânfora (93). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante digestivo. paralisia da língua e enxaquecas (93). • Plantio: deve ser feito nas estações mais chuvosas do ano. à beira de riachos. 3-nervada. cardiotônica (294) tônica. ovário livre. CANELA-CHEIROSA NOME CIENTÍFICO: Cinnamomum Cynamomum cassia Blume. Não possui pétalas. oblongas. em substrato orgânico ocorre em 30 a 40 dias. menos no inverno. O odor é delicado. mas adapta-se bem ao subtropical. As folhas são simples. O sabor é excitante. antileucorréica e catamenial (93). mucilagem. de folhas persistentes. preta. crioulceração (445). O perianto é 6-lobado. • Colheita: inicia no segundo ano após o plantio. canela-da-índia. Os ramos são cilíndricos ou tetrágonos somente no ápice. amido. túnel de sombrite 70% ou mais). estacas dos ponteiros e mudas obtidas na mata. ripsalis. composto de 4 a 5 artículos medindo 4 a 8cm de comprimento por 3 a 4mm de espessura. PARTES UTILIZADAS: Artículos. pequenas. • Colheita: inicia a partir do quarto ano. • Colheita: inicia após um ano de cultivo. • Propagação: sementes. doenças atônicas do estômago. tosses. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emoliente. diurética e anti-reumática (93). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Indicada para o tratamento de úlceras. AGROLOGIA • Espaçamento: 3. doce e pungente. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lauraceae. • A poda apical da planta permite uma arquitetura mais compacta. contendo substrato organomineral. calafrios. Flores terminais campanuladas de cor creme. choques.5m. HABITAT: Espécie alóctone originária do Ceilão.40 SOLO: Prefere solos úmidos. lagoas ou açudes. FITOLOGIA: Árvore perene. dismenorréia. Fruto tipo baga de cor branco-hialina. responsável pela formação de grandes áreas necróticas nas folhas. amenorréia. carminativa. Evitar áreas alagadas ou uliginosas.5 x 3. anti-reumática. acuminada. influenza. minerais (2 a 4%). ligeiramente áspera. zeylanicum Blume e . INDICAÇÕES: É utilizada para dores estomacais. flores as folhas. com 8mm de comprimento. 8 a 15cm de comprimento por 3 a 4cm de largura. felandreno e ácido cinâmico (9). Os pássaros são os principais disseminadores da espécie. • Propagação: sementes. Coar e tomar 1 cálice duas vezes ao dia. vômitos nervosos. hemorragias de partos. antiescorbútica. • Plantio: ano todo. • Propagação: sementes. baixa e esgalhada. AGROLOGIA • Ambiente: procurar instalar as plantas em áreas baixas. extremidades frias. escorbuto. A inflorescência é uma panícula cimosa. 6 estames. elípticas-ovaladas ou oblongolanceoladas. carbureto terpênico (283). brotações do rizoma e segmentos nodais. CANAMBAIA NOME CIENTÍFICO: Rhypsalis capilliformis Weber. com 1 lóculo. pecioladas. base subaguda a arrredondada. pressão baixa. aldeído cinâmico (65 a 75%). A planta é nitrófila e não tolera solos secos e compactados. piolhicida. diarréia. A folha contém 75% de eugenol e 3% de aldeído cinâmico. crescendo espontaneamente em altitudes de até 2. A semeadura é feita em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. • Espaçamento: 1. conambaia. humosos. ulcerações da gengiva e da mucosa da boca (294). glabra.000m (93). PARTES UTILIZADAS: Casca da árvore. HABITAT: Encontra-se disseminada por toda mata atlântica subtropical. com pouca umidade. com exceção do inverno.7m. caneleira. eugenol (5%). metrorragias. antiespasmódica.0 x 0. procurar amarrar as mudas sobre ramos sombreados que tenham musgos sobre a casca.

• Florescimento: é esporádico. cimbopogonol. metileugenol. ésteres. nerol. • Doenças: as folhas são eventualmente acometidas pela ferrugem parda. aerados e bem drenados. facilita a infecção dos fungos Aspergillus sp. capim-cidreira. Encontram-se ainda alguns flavonóides como a luteolina. • Dos frutos se obtém a cera de canela. . β-cadineno. gerânico e capróico. sésseis. • Colheita: inicia aos 6 meses após o plantio. muito ramosa e aromática. (55). A secagem a 30oC. cetonas. longo-pecioladas. antiepiléptica. compactados e muito úmidos afetam a produção e a qualidade das folhas. aldeídos como o isovaleraldeido e decilaldeido (120) .2 a 0. compotas e doces. distúrbios neurológicos e cardíacos (128). erva-cidreira. capim-cidró. porém não encharcados.. capimciri. Abafar por 15 minutos. É feito diretamente a campo. • Doenças: a planta sensível à patógenos que atacam as raízes e vasos condutores. durante 1 hora. Inflorescência terminal paniculada em capítulos isolados ou em espigas axilares laxas. a beira de estradas e em áreas aluviais. mas prefere solos com bom teor de umidade. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática (257). SINONÍMIA: Canforeira. com nós bem demarcados. com os segmentos lineares e numerosos. que afeta a produção e qualidade das folhas. cimbopogona. caféico. mentona. hexacosan-1-ol. • Plantio: ano todo. • Propagação: divisão de touceira cujas folhas são previamente podadas.2%. bordo liso. pouco ácidos. Penicilium sp.0cm de largura. canfeno. capim-de-cheiro. FITOQUÍMICA: As folhas contém aldeídos.10 a 95. α e β-pineno. CLIMA: É heliófita. curtos. geraniol. As folhas são glandulosas. iso-orientina. borneol. • Colheita: inicia após quatro meses do plantio e é feita três a quatro vezes ao ano. são amplexicaule. TOXICOLOGIA: A planta é embriotóxica e abortiva ( 227. São ricas em óleos essenciais que contém αoxobisaboleno. O conteúdo de citral varia de 86. sidró. mingau. PARTES UTILIZADAS: Folhas e ramos. É muito sensível à estiagem. grama cidreira. contusões e hemorragia uterina (271). CAPIM-LIMÃO NOME CIENTÍFICO: Cymbopogon citratus [DC. capim-cheiroso. inseticida e repelente). ácidos. canfinho. enxaguar com o infuso de canela. saponinas álcoois (cimeropogonol e cimpogonol) e alcalóides (145). PARTES UTILIZADAS: Folhas. de 30 a 40cm de comprimento por 3 a 10cm de largura por 0. capim-marinho. • A essência é utilizada na indústria de perfumaria. Solos ácidos. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais e derivados de cânfora (257).7 x 0. limoneno. feridas.] Stapf. fencona. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. com 2 a 3cm de comprimento. Cresce subespontaneamente em todo o Brasil. • Propagação: rebentos da raiz e estacas caulinares radicantes. citronélico. linalol.. citral (antiespasmódico.. ocorrendo no verão. car-3-eno. Após lavar a cabeça. mirceno (analgésico).5m. isopulegol.5 a 2. • Plantio: outubro a novembro. que medem cerca de 60 a 100cm de comprimento por 1. FITOLOGIA: Planta semi-arbustiva. O caule é cilíndrico é lenhoso na base. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. HABITAT: Espécie alóctone de origem indiana.0m em altura e forma touceiras de perfilhos ao nível do solo. embora favorável a menor perda de óleos voláteis. farnesol. citrol (mistura dos aldeídos neral e geraniol). capim-cidrão. humuleno. eventualmente formadas. arrozdoce. p-cumárico. • Produção de sementes: não se constatou a formação de sementes viáveis no Estado de Santa Catarina. sesquiterpenos e terpenos. capim-sidró. Cladosporium sp. ocimeno. Apresenta textura áspera ao tato e permanece mais ereta que a citronela. As estacas devem ter sua base imersa em solução de benomil a 0. terpinoleno. vervena. antimicrobiano. CLIMA: É de clima temperado quente ou subtropical ameno e heliófita. linear-lanceoladas. que cresce cerca de 1. acetato de nerol. INDICAÇÕES: Utilizada no álcool para dores musculares. • A casca é comercializada em pedaços ou rolos. Por isso. 228).25% (55). citronelal. patchuli-falso. alternas. CANFRINHO NOME CIENTÍFICO: Artemisia camphorata L.. Rhyzopus sp. Utilizada externamente.41 • Infusão piolhicida: ferver 2 xícaras das de chá de água e derrame sobre 2 paus de canela em uma vasilha. usada para o fabrico de velas. ácidos acético.) FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae. nervura central grossa e caniculada. FORMAS DE USO: Alcolatura: macerar as folhas na cachaça ou álcool de cereais. As folhas são recobertas por uma fina camada de cera e exalam olor de limão. que cresce 30 a 50cm de altura. chá-de-estrada. Se o inverno for quente. SINONÍMIA: Capim-catinga. geranial. capim-santo. dipenteno. paralelinérveas. terpineol. picadas de insetos (257). são estéreis. Apresenta rizomas semi-subterrâneos. As folhas. acetato de geraniol. áspera nas duas faces. As folhas são muito aromáticas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. O florescimento é raro e as flores. rizoma e raízes frescas ou secas. OUTRAS PROPRIEDADES • O pó da casca serve como condimento de quentão. βsitosterol (155).40m. preferencialmente próxima dos cursos de água. perene. cespitosa. FITOLOGIA: Planta herbácea. e Alternaria sp. deve-se secar lentamente à baixas temperaturas (35 a 40oC).0 x 0. ascendente. pinatisectas. cineol. desaconselhável para gestantes e pessoas febris (444). boa parte do aroma é perdido. • Secagem: com a secagem. casca de arroz tostada (60%). • Substrato: o enraizamento das estacas é feito em uma mistura de vermiculita (40%). Secar o cabelo e passar um pente fino (294). luteolina-7-O-β-D-glicosídeo. para prevenir da incidência de patógenos vasculares. estolonífera. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. capim-cidrilho. cortante. perene. curau. Trichoderma sp. α-canforeno. SOLO: Adapta-se aos mais distintos tipos de solo. calmante e antinevrálgica (271). não ocorre.8cm de espessura (445). cimbopogenol. Não tolera geadas.

resfriado. sendo que o rendimento de ácido erúcico é maior quando a colheita de sementes ocorre na lua nova. mentagrophyres e Microsporium canis) (234). diurética. gastralgias. amarelolaranja ou vermelhas. ataxia. axilares. de caule carnoso. FITOQUÍMICA: Ácido erúcico (72). O óleo essencial apresenta atividade antibacteriana e antimicótica. neuralgias. inicialmente única. frutos e flores. • Doença: Pseudomonas cihorii (146). A infusão do rizoma se usa para clarear os dentes e é tônica (23). cujas ramagens prostradas crescem 2-3m de comprimento. capuchinha-de-flores-grandes. que cresce de 30 a 40cm em altura. • Adubação: aplicar 2 a 3kg de cama de aviário por m 2 de canteiro. cólicas menstruais e intestinais (o mirceno atua nos nervos dos órgãos). capuchinho. sedação e defecação (120). A semeadura é feita diretamente a campo. antibiótica natural. separando-se depois em três aquênios. • Infusão: ⇒ 4 xícaras (tipo cafezinho) de folhas frescas ou secas picadas em 1 litro de água. aromática e ardente. Inicia 2 meses após o plantio. com 5 sépalas coloridas e distintas e 5 pétalas ovado-obtusas. campanuladas. longo-pecioladas. com máculas mais escuras e esporão cilíndrico curto. frágil. O efeito analgésico é atribuído ao mirceno (119). entorse. lumbago. • Florescimento: início de agosto a novembro. chagas. • Irrigação: a planta apresenta uma alta capacidade de retirada de água do solo. • Colheita de frutos: outubro a dezembro. tosse. também conhecido como óleo de Lorenzo. HABITAT: Espécie autóctone das regiões tropicais de altitude. • A planta é indicada para proteção de encostas. Os frutos secos são purgativos (93). As folhas são alternas. hipotensora (258). • Plantas daninhas: não tolera a concorrência com ervas invasoras. febrífuga (179). As flores são irregulares. nastúrio. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiescorbútica (341. béquica. mirosina (enzima). agrião-grande-do-peru. estomáquica (257). antiespasmódica e analgésica. T. a infusão passa a ser bebida refrigerante. • Ungüento: esmagar 1 xícara das de chá de rizomas em 1 colher das de sopa de óleo de coco. espasmo intestinal (352). e que infectam sementes de cereais (Aspergillus e Penicillium) (40). glucotropaeolina . perda de postura. tais como eczema e psoríase (32). úlceras. ansiedade (294). em canteiros. Os extratos etanólicos apresentam atividade contra os áscaris. capuchinha-grande. anticonvulsionante. FARMACOLOGIA: Tem ação na diminuição da atividade motora. antidiarréica. especialmente dos campos altos e pedregosos do Peru (341). orbiculares. contusões. Coar e fazer massagens tópicas para nevralgias e reumatismos (128) TOXICOLOGIA: Doses concentradas pode provocar aborto (258). FAMÍLIA BOTÂNICA: Tropaeolaceae. de pericarpo espesso e carnoso. glabro e cilíndrico. • As folhas picadas e acondicionadas em saches. SOLO: Prefere solos ricos em matéria orgânica. béquica. O óleo essencial da planta tem ação fungistática sobre alguns fungos dermatogênicos humanos (Trichophyton rubrum. calmante. servem para aromatizar roupas e repelir insetos (294). vitamina C (257). • Servida fria. contém o ácido erúcico. solitárias. baixar demasiadamente a pressão e causar desmaios. • Plantio: março e setembro. no aumento do período de sono. ativadora da circulação do sangue (271).5 x 0. flor-de-sangue. anti-reumática. ATIVIDADE BIOLÓGICA: As folhas demonstram atividade antimutagênica em Salmonella tryphimurium TA 98. ⇒ 10g de folhas secas em ½ litro de água quente. miorrelaxante (145). sudorífica. INDICAÇÕES: Também usada para dores estomacais. • A planta fornece óleo essencial usado em perfumaria. sedativa. escrofulose e demais afecções de pele (257). tensão muscular e cefaléia. O óleo tem ação irritante sobre a pele de animais. feridas. cada um contendo uma semente. 5-7 costada. antidisentérica e antiálgica (120). CLIMA: Embora a planta seja de clima subtropical de altitude. mastruço. ácido graxo utilizado no tratamento da adrenomieloneuropatia (72). vômitos. distúrbios renais (258). estimulante. O extrato da planta apresenta forte ação bactericida sobre o vibrião do cólera (78). antiespasmódica. quando comparada a colheita na lua cheia (72). FITOLOGIA: Planta herbácea rasteira bienal. às vezes dobradas. mastruço-do-peru. longo-pedunculadas.42 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Bactericida em conjuntivites (363). peltinervadas. . OUTRAS PROPRIEDADES • A essência é amarelada. devido ao sistema radicular vigoroso e agregador. chagas-da miúda. • Propagação: sementes. expectorante. na dose de 140mg/dia. cinco-chagas. O sombreamento da planta reduz a produção de sementes e do ácido erúcico. ácido tropaeolínico. CAPUCHINHA NOME CIENTÍFICO: Tropaeolum majus L. é repelente de mosquitos e serve como desodorante natural. expectorante. passando até mesmo por esciófita. O hidrolato das folhas provoca um quadro de hipocinesia. O fruto é uma cápsula 3-coca. chagas-de-flores-grandes. resinas. aperiente. Tomar 1 xícara 2 a 3 vezes ao dia (258). 5-lobadas. bradipnéia. tônico capilar (294). Tomar xícaras ao dia (145). digestiva.que dá origem à compostos sulfurados antibióticos. liberando-a ao ambiente na forma de gutação. sapatinho-do-diabo. por 3 meses. indigestão. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. capucina. mirosina e óleos sulfurados (93). 32). depurativa (128). anti-histérica (215). além de permitir uma ótima cobertura de solo. coleária-dos-jardins. tônica. O óleo das sementes. globosa. O extrato acuoso demonstra um efeito ansiolítico. PARTES UTILIZADAS: Caule. agriãomaior-da-índia. digestiva. Altas temperaturas de verão (acima de 28 oC) são prejudiciais ao desenvolvimento vegetativo da planta. Se consumidas à noite. aromática. barrancos e estradas. folhas. diminuiu os níveis de colesterol de 22 voluntários (179) . eczemas (179). analgésica suave. curculiare. administrado na forma de cápsulas. óleo essencial. catarro. carminativa. depurativa. INDICAÇÕES: Usada ainda para o combate à caspa (215). cochlearia-dos-jardins. FORMAS DE USO • Decôcto ou inalação: 10 a 20g/dia de folhas e/ou raízes (444). a planta adapta-se bem às regiões tropicais.3m. úmidos e aerados. SINONÍMIA: Agrião-do-méxico. verde-clarobrancacento. • As folhas constituem-se ótima forragem para elefantes. O óleo essencial. conjuntivite.

HABITAT: Espécie autóctone que cresce nas matas tropicais. Flores violetas. OUTRAS PROPRIEDADES • Os botões florais são comestíveis. profundamente lobadas. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma espécie muito sensível às bacterioses. • Doenças: em regiões de alta pluviosidade. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. cardo-de-nossa-senhora. serralha-de-folhas-pintadas. triterpenos. Raiz aprumada e grossa. verde. ereto. apresentando sabor acre e picante. guajuru-piranga. antes que as flores abram totalmente. alongada. As estacas são enraizadas em areia mantida sempre úmida. coriáceos. • Plantio: outono (sementes) e primavera (estacas). reduzir o volume de água à metade (257). • Pó: frutos secos. São grandes (30 a 50cm de comprimento). • Espaçamento: 1. cumarinas.0 x 0. As folhas são pecioladas. aguda em ambos os lados e com uma nervura média saliente nas valvas. cardoleiteiro. com brácteas coriáceas terminadas em espinho. brilhante ou matizado de amarelo. brilhantes. ramos cilíndricos e glabros enquanto jovens. • Colheita: inicia após o quarto mês após o plantio. alcalóides. profundos e permeáveis. diarréias sangüíneas e entero-colites (93). dispostas em panículas terminais piramidais. • Tutoramento: é feito com fios de arame dispostos horizontal e paralelamente entre si. A planta encerra antibióticos naturais de largo espectro (380). CARDO-DE-SANTA-MARIA NOME CIENTÍFICO: Silybum marianum (L. piranga. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. de arquitetura escandente. pseudoindicanas. depois tetrágonos. medindo 3 a 4cm de diâmetro. com irrigação por gotejamento. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia (32). ⇒ 4 colheres das de sopa de folhas picadas ou 2 de sementes em 1 litro de água. É heliófita. antidisentérica (271). HABITAT: Espécie alóctone. • A planta é fitoprotetora de pragas da macieira. impigem. carajirú. • Florescimento: primavera.50m. CLIMA: É de clima tropical a subtropical. e subespontaneamente em áreas ruderais. Flores campanuladas.43 as folhas e flores provocam o sono (294). SOLO: Prefere solos férteis. 42. INDICAÇÕES: É utilizada para o tratamento de feridas (9). As folhas formam uma roseta basal. a beira de caminhos e em áreas nitrófilas.5 x 0. Cresce subespontaneamente em capoeiras. terminais. cardo-mariano. a espécie pode ser usada como bordadura periférica para proteção de espécie vegetais susceptíveis às pragas. glabra e castanha-ferrugínea. O fruto é uma cápsula linear.) Gaertn. pecioladas. bixina. O fruto é um aquênio grande. quinonas. • Propagação: só ocorre via sementes. Caule cilíndrico. arenosos. que proliferam-se em solos úmidos. É heliófita e seletiva higrófita (365). sulcado. • Plantio: outono. • Os bichos da seda que comem suas folhas. que destrói toda a folhagem. inflamações do útero e dos ovários. taninos. Inflorescência em capítulos hemisféricos solitários. conjuntivite.. antileucêmica. 3-deoxiantociianidina. cólicas intestinais. discolores ou concolores.3 a 1. com as margens onduladas orladas de espinhos amarelos e cílios. róseolilacinas. verdes. originária das regiões mediterrânicas. FITOLOGIA: Planta herbácea anual ou bianual. antidiarréica. guarajuru. • Propagação: sementes e estacas de ramos. • Pragas: A planta é muito vulnerável ao ataque de Diabrotica sp. desinfetante (130). de caule. emoliente. fornecem matéria corante vermelho-escura ou vermelho-tijolo. mescladas com branco ao longo da nervura. sobretudo as secundárias. antidiabética. • A planta pode ser usada em paisagismo e jardinagem. glabro.8m de altura. reticuladovenosos. lenticelados-verrucosos e estriados. antiinflamatória (425). preto. tubulosas. medindo cerca de 18 a 20cm de comprimento. oajuru-piranga. saponinas. cardo-santo. o cultivo em regiões muito pluviosas deve ser feito em estufas plásticas. produzem seda vermelha. de folíolos oblongolanceolados. crajirú. semelhante à alcaparra. oajuru. carajurina. frouxa. 173). ferro assimilável e cianocobalamina (9). compostas. depois de fermentadas. Para uso interno. FITOQUÍMICA: Ácido anísico. guajuru. com cerca de 0. orla de matas e restingas. china. FAMÍLIA BOTÂNICA: Bignoniaceae. alternas. que são semeadas em bandejas de isopor em substrato areno-orgânico. . robusto. pariri. • É muita atrativa de lepidópteros. enfermidades da pele de diferentes origens. • As flores são utilizadas como salada ornamental. chica. FORMAS DE USO • Suco: tomar 1 colher de sopa em intervalos de 2 horas.. e B. genipina (379. Tomar 3 a 4 xícaras das de chá ao dia.7m. cicatrizante. Cresce espontaneamente em solos arenosos e pedregosos.) Verlot. Neste particular. trifolioladas. flavonóides. encimado por um papilho de pelos denticulados. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae.0m de altura. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. • Colheita: inicia 7 a 8 meses após o plantio. besouros e moscas brancas. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas. antianêmica (9). cipócruz. CARAJURÚ NOME CIENTÍFICO: Arrabidea chica (H. pariri. FITOLOGIA: Planta trepadeira perene. SINONÍMIA: Cardo-branco. CLIMA: É de clima temperado quente ou subtropical de altitude. • Infusão: ⇒ 40 a 50g em 1 litro de água. é comum a ocorrência de Erwinia sp. • A planta é melífera e ornamental (93). carajurina. SINONÍMIA: Cajuru. Repele pulgões. Tomar ½ g em ½ copo de água.. presos a moirões com até 1. contendo sementes ovóides (93). sinuadas ou dentadas. cipó-pau. cultivadas. coá-piranga. glabros nas duas faces. É encontrada até 700m de altitude (383). que causa a podridão das plantas. na França. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente.

digestiva. colagoga. quina-de-condamine. astenia. raiz. dióica. . diurética. glabra. A inflorescência é do tipo capítulo. aperiente. • Florescimento: novembro a janeiro. vassoura-de-botão. Na Bolívia a planta é usada como inseticida (179). Fruto tipo aquênio. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônica amarga (eupéptica). Na Argentina é utilizada para curar a impotência masculina e esterelidade feminina (242). diurética (294). terrenos secos e pedregosos. evita o enjôo (383). o chá pode causar queimaduras nas mucosas das vias digestivas. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. tenífuga (145). cacaia-amarga. obesidade (257). quase sempre aglomerados sésseis. antidispéptica.0 x 0. beira de estradas. O espaçamento entre fileiras pode ser de 70cm e entre plantas de 12cm. inibindo o crescimento de Trypanosoma cruzi. má-circulação (271) e angina. PARTES UTILIZADAS: Ramos alados com flores. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É tônica. antigripal (144) e aromática (242). 2 colheres das de sopa de folhas em ½ litro de água. campos. É também usada para cálculos biliares. Não é recomendado o uso por crianças. Tomar 1 a 2 xícaras após as refeições e ao se deitar. com alas seccionadas alternadamente. flavanonas. exceto galhos grossos (além de 7mm). AGROLOGIA • Espaçamento: 1. glabro. Inodora. feridas e úlceras (uso externo). A parte aérea contém α e β-pineno. • As folhas trituradas são apreciadas pelo gado e as sementes são apreciadas pelas aves. hipoglicêmica. anti-hidrópica. germacreno-D. carqueja-amargosa. glandulosa. ésteres terpênicos. Manter irrigação por nebulização de 2 a 3 minutos. Das sementes obtém-se uma tintura útil no tratamento de moléstias da uretra. álcoois sesquiterpênicos. flavonóides. SINONÍMIA: Bacanta. analgésica (179). afecções do baço. Caracteriza-se por possuir 3 alas no caule. vômitos e diarréias. febrífuga (179). depurativa. As folhas são muito reduzidas e ovais. vassoureira. antianêmica (215). carqueja-amarga. Tomar em pequenos goles. FITOQUÍMICA: O óleo essencial contém monoterpenos (nopineno. perene. B e C. lactonas sesquiterpênicas e tricotecenos. nepetina e quercetina (179). flavonas. podendo então ser tóxica (209). FITOQUÍMICA: Óleo essencial. • Aclimatação: as estacas devem ser plantadas em vermiculita. • Vinho: macerar 20g de folha de cardo-de-santa-maria e 5g de cravo-da-índia em 1 litro de vinho branco.44 • Produção de sementes: deve ser feita em regiões com baixa umidade relativa do ar e com baixos índices pluviométricos. e até 5 horas. estomáquica. Possui caule lenhoso. • Infusão forte: 60g em 1 litro de água. carque. hispidulina. ingerida 8 dias antes de uma viagem. sudorífica. linear. levemente nervadas. SOLO: Embora prefira solos úmidos e expostos ao sol. • Propagação: sementes. A melhor estaca é aquela obtida da parte basal ou mediana dos ramos (267). ribanceiras de rio e áreas ruderais em geral. casca de arroz ou vermiculita. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. HABITAT: Espécie autóctone que ocorre em pastos. antireumática. É moluscicida. fraqueza intestinal (215). em intervalos de 2 a 3 horas durante o dia. • Rendimento: 150 a 250g de matéria seca por planta (106). forte e duradouro. FARMACOLOGIA: Atividade hipoglicemiante. diurética (383). Pode acumular muito nitrato nas folhas. TOXICOLOGIA: Em doses excessivas. sementes. Não se deve utilizar quando de problemas renais. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 10g de talos em ½ litro de água fervente. saponinas (145).800m de altitude (96). luteolina. fenólicos. digestiva e aperiente (294). a noite. antiinflamatória. diterpeno do tipo eupatorina. má digestão. • Produção de sementes: a maturação de sementes ocorre janeiro/fevereiro. Indicada ainda para o tratamento da icterícia e afecções hepáticas (294). Favorece a digestão de alimentos ricos em gordura. Ocorre até 2. produz também em áreas agrestes (solos secos e pedregosos). É heliófita (211). dilactonas A.40m. ATIVIDADE BIOLÓGICA: As lactonas diterpênicas são ativas contra Schistosoma mansonii. Coar e tomar 1 cálice após as refeições. de coloração amarela. e cobertas com sombrite 70%. • Alelopatia: protege e estimula o crescimento da camomila. gota. INDICAÇÕES: Indicada para distúrbios cardiovasculares e hepáticos e. alcalóides. cacália-amara. inflamação das vias urinárias. tiririca-de-babado. gastroenterites (179). antidiabética (32). úlcera e gastrite. colerética. bacórida. cortando-se apenas os dois terços finais da parte aérea. Tomar 150ml. CARQUEJA NOME CIENTÍFICO: Baccharis trimera Less. deixando a cepa para rebrote. do útero e também das hemorróidas (93). Aplicar externamente sobre locais afetados. durante 5 dias. FORMAS DE USO • Decocção: ferver por 5 minutos. matéria orgânica estranha e terra (96). INDICAÇÕES: Indicada para anorexia. obtendo-se rendimentos de cerca de 950kg/ha (149). CLIMA: A planta desenvolve-se melhor em climas amenos. histamina. As sementes só podem ser utilizadas segundo prescrição médica (383). • Colheita: as hastes são colhidas quatro meses após o plantio. vermífuga. tiririca-de-bêbado. Compostos específicos: apigenina. OUTRAS PROPREDADES • O sabor das folhas é amargo. tiramina (383). hepatoprotetora. cacália-amarga. quando floridas. silimarina. também em solos úmidos. alado em sua extensão. antibiótica. vassourinha. chagas venéreas e até mesmo a lepra (32). • Padrão comercial: planta inteira. hipocolesterolêmica. hipertensora. • É ornamental em jardins ensolarados. vassoura. que cresce até 90cm de altura. colagoga. fígado e da bexiga (144). hepatoprotetora e antiinflamatória (130). azia. icterícia. silidianina (162). rebentos e por estacas. gastrite (267). PARTES UTILIZADAS: Folhas. estimulante hepática (128). antidiarréica. antiasmática. três vezes ao dia (145) ⇒ 1 xícara das de cafezinho em ½ litro de água. • As folhas novas são utilizadas como saladas e as raízes e os capítulos são preparados por cozedura em água. carquejol e acetato de carquejilo) (257).

sésseis. salvigenina. hepática. SOLO: Tolera bem os solos ácidos. alecrim-do-campo. passando a cinza. sendo também resistente à seca e tolerante à geada. ramosa. HABITAT: Espécie autóctone. Controla a impotência masculina e a esterelidade feminina (179. .5 a 3. Medra em campos abandonados. em solos de aluvião e/ou humosos. espatulenol. As alas são contínuas ou interrompidas. glabro. articulina. monóica. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. medindo 1. vassourinha. agrupam-se em capítulos sésseis ao longo dos ramos superiores. TOXICOLOGIA: O extrato aquoso da planta é abortifaciente. dispostas em capítulos axilares. com ápice agudo e base atenuada. margem inteira ou irregularmente 1-3-5-7 denteadas.5m. • Florescimento: primavera • Colheita: inicia a partir do primeiro ano após o cultivo.3m. responsáveis pela ação fotossintética. febrífuga (242) e aperiente (68). FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. SINONÍMIA: Carqueja-doce. genkwanina. Inflorescência díclina. O caule é fibroso a lenhoso.3 a 2. vassoureira. Fruto tipo aquênio. FITOQUÍMICA: Nerolidol. quando ingerido por 10 a 15 dias. eupéptica. • É utilizada para conferir sabor a licores e refrigerantes. γ-elemeno. βguaieno. alongado. cilca.0m. causador da esquistossomose.3 x 1. eupéptica. O óleo essenial contém α-pineno. ocorrendo principalmente no sul do Brasil. com altura variando entre 0. Quando amassadas. com flores masculinas e femininas esbranquiçadas. oleanólico e crisosapônico. de 4 a 5mm de comprimento e de largura. ação letal sobre o molusco Biomplalaria glabrata. FITOQUÍMICA: A parte aérea contém ácidos α e β-resínicos. Porém. a beira de estradas e em áreas nativas abertas. pobres. Coar e tomar 2 xícaras das de chá ao dia (128). 283). jaceidina. que cresce de 1. SOLO: Desenvolve-se em solos saibrosos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. ATIVIDADE BIOLÓGICA: As lactonas diterpênicas existentes na planta apresentam atividade contra cercárias de Schistosoma mansoni. OUTRAS PROPRIEDADES: É resinosa e amarga. diéster malonato acetato. Tomar 1 cálice antes das refeições (257). glabras. luteolina. pobres e até compactados. acetato de articulina. 160).45 • Vinho digestivo: macerar 1 colher das de sopa de hastes em ½ copo de aguardente por 5 dias. antianêmica (93) e depurativa. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente no sul do Brasil. diurética. o extrato da planta inteira causou a morte de cobaias (301). Pode ser cortada toda a parte aérea. protozoário causador da doença de Chagas (209). capoeiras e áreas de vegetação rala. atingem porte mais avantajado. prisão-de-ventre. • Aclimatação: as estacas devem ser sombreadas sob sombrite 70% e mantidas úmidas sob nebulização intermitente.4'-dimetilapigenina. Misturar o macerado filtrado a uma garrafa de vinho branco.0cm de comprimento por 3 a 4mm de largura. as folhas exalam aroma acre. carquejinha. δ-cadineno e aroma dendreno (159. simétricas e com corola pentadentada. lanceolada. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônica. aparentando espigas soltas e cujo conjunto aparenta uma panícula. com 1mm de comprimento (209). É feita de janeiro a fevereiro. INDICAÇÕES: Indicada para enfermidades do baço. dióica. ereta. CLIMA: A planta adapta-se a uma ampla variação térmica e luminosa. As folhas são alternas. Em solos humosos e úmidos. As masculinas pouco menores. áfilos ou com folhas são rudimentares. por ser de origem subtropical. antidiarréica. simples. mansoni. uninérveas. muito enfolhada. entouceirada. febrífuga. O enraizamento é feito em substrato à base de areia.5 a 1. Decocção: ferver por 5 minutos 1 colher das de café de folhas secas ou em pó em 1 xícara das de chá de água. resínico. As flores. anticolesterolêmica (179). inicialmente verde. cis-cariofileno. antireumática. tônica.. o crescimento é mais exuberante. CARQUEJA NOME CIENTÍFICO: Bacharis articulata [Lam. discretamente tomentosa na face dorsal. verdes. • OUTRAS PROPRIEDADES • Substitui o lúpulo na produção de cerveja de baixa qualidade. absintina. enjôos (257). glutinosa. PARTES UTILIZADAS: Folhas e ramos. bacchotricuneatina A. Administrado em cobaias. • Propagação: sementes e estacas. Flor feminina campanulada. e inibem o crescimento do Trypanosoma cruzi. mas que sejam drenados. lupeol e chondrillasterol.5 x 1. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. vassoura. jaceosidina. É tolerante à geada e à seca. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. antisséptica. do fígado. fosca. dispepsias atônica e debilidade orgânica (93). Caule e ramos trialados. que é hospedeiro intermediário do S. muito ramificado. em número de 35 a 40 e brancas. pois a cepa proporciona um bom rebrote. antidiabética. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Digestiva.] Person.0m de altura. PARTES UTILIZADAS: Ramos alados. ácidos e arenosos. curtopedicelados. • Plantio: outono (sementes) e primavera (estacas). santonina. em campos. 7. CARQUEJA NOME CIENTÍFICO: Baccharis dracunculifolia DC. casca de arroz tostada e/ou vermiculita. FITOLOGIA: Planta arbustiva. • Plantio: outubro. Nas flores foram encontrados o barticulidiol. verde intenso. estimulante da fertilidade feminina. da bexiga. antiespasmódica. quercetina. globulol e palustrol (372). cerosas e sutilmente aromáticas. SINONÍMIA: Alecrim-de-vassoura. acacetina. cirsimaritina. persistentes. • Colheita: inicia a partir do primeiro ano de cultivo. amarelocastanho. CLIMA: Prefere climas mais amenos. Aquênio glabro com poucas cerdas. • Propagação: segmentos de rizoma e estacas de ramos maturos. Adapta-se à luz plena ou meia-luz.

Doença: Oidium quercinum. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. frouxos. • Salada: alimento e fitoterápico. Neste época. crista-de-galo. • A madeira. com linhas vermelhas. febres intermitentes. barris e vasilhames diversos. açúcar não cristalizável. AGROLOGIA . agudas. • Colheita: inicia-se 6 a 8 meses após o plantio. potássio e magnésio. Frutos tipo aquênio. erva-de-são-marcos. • • • Espaçamento: 5 x 5m. sendo que os amentos masculinos são finos. recoberto em sua terça parte pelo capitel. inapetência. PARTES UTILIZADAS: Folhas. com segmentos lanceolados e pinatipartidos. Apresenta o caule cilíndrico. com uma flor na axila de cada bráctea. • Adubação: 3 a 4kg/m2 de cama de aviário. atenuadas. erva-lombrigueira. eretos e densos. • • • CARURÚ-DA-ANGOLA NOME CIENTÍFICO: Amaranthus spp. tanaceto. hemorragia passiva e úlceras atônicas (283).4m. Marrocos e Ásia Menor. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. Plantio: outono. As flores são tubulosas. O fruto é um utrículo ovóide. bredo-rabaça. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. HABITAT: Espécie alóctone de origem africana. tanásia.5m. As sementes devem ser postas a germinar em saquinhos plásticos ou recipientes com um mínimo de 400ml de capacidade. membranosas. pinati-fendidas ou sinuadolobadas. As flores são monóicas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Fagaceae. que crescem até 15cm de comprimento. ácido gálico. onduladas. Flores densas e diminutas. Folhas alternas. cansaço físico (68). luzidias e pretas. distúrbios gástricos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. palma. Pragas: lagarta Podalia chrysocoma e coleóptero Loxopyga flavo-lineata. esculturas. Cresce 0. As folhas são alternas. carurúdo-mato. pubescente no ápice.2m em altura. amido. retiram-se as brotações que se formam a partir do rizoma. óleo graxo. crescendo de 1.2m de altura. • Florescimento: final de setembro. serrados. longo pedunculado. HABITAT: Espécie alóctone originária da Europa. eretos. CLIMA: É de clima temperado. subrugoso. resina. ramos tortuosos. Colheita: as folhas são colhidas no terceiro ano após o plantio. ramosos. carurú-crista-de-galo. subsésseis. tasneira.6 a 1. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é utilizada para varrer as casas em áreas rurais. com nervuras salientes. lagos. e os frutos antidiarréicos e antidiabéticos (93). As sementes germinam em 8 a 10 dias.400m de altitude. • Propagação: sementes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A casca é adstringente e febrífuga. Foi introduzida no Brasil pelos colonizadores europeus. adaptando-se porém ao clima subtropical. • Plantio: primavera (estacas) ou outono (sementes). SINONÍMIA: Atanásia. adaptando-se ao cultivo em jardins. A planta seca no inverno para rebrotar na primavera. As mudas são transplantadas quando apresentarem 4 a 6 folhas definitivas. Suporta geadas mas não tolera estiagens. FITOLOGIA: Planta herbácea perene que forma tufos de numerosos caules. glabras 1-3 pinatífidas. FITOLOGIA: Árvore com porte de 30 a 35m de altura. é utilizada na confecção de móveis antigos. canelado e folhosos. Propagação: sementes. erva-contra-vermes. atanásia-das-boticas. pecioladas. CARVALHO-EUROPEU NOME CIENTÍFICO: Quercus alba L. reunidas em espigas eretas dispostas em panículas piramidais. oblongas. Inflorescência em capítulos corimbosos terminais amarelos. amerlo-esverdeados.0 a 1. • Propagação: sementes e divisão de touceiras. Flores femininas dispostas em espigas. raiz e talos. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. FORMAS DE USO: Infusão e decocção: 10g de folhas e talos por ½ litro de água. CATINGA-DE-MULATA NOME CIENTÍFICO: Tanacetum vulgare L. agudos e pecíolo alado. sendo que cada flor é guarnecida por um capitel que se desenvolve na floração. (283). margens dos caminhos e terrenos baldios e até 1.4 x 0. A planta é muito aromática. afecções febris.46 INDICAÇÕES: Debilidade orgânica. INDICAÇÕES: Indicada para a atrofia mesentérica das crianças. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hepática (32) e estomática. goma. FORMAS DE USO • Suco: tomar algumas colheres das de sopa ao dia. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. pipas. contendo substrato organomineral. angulosos. • Plantas daninhas: não suporta concorrência com outras plantas. FITOQUÍMICA: Contém tanino (9 a 12%). A raiz é diurética (93) e febrífuga de largo espectro (215). com segmentos obtusos. Tomar 2 xícaras ao dia. membranosas. casca fendida. Raiz oblíqua e ramificada. • Plantio: março-abril. contendo sementes lenticulares. costado e glanduloso.0 x 0. não tendo as exteriores estames. erva-dos-vermes. pectina (93). celulose. HABITAT: Espécie alóctone européia que é encontrada crescendo junto aos charcos. amareladas. glabras. Folhas ovado-lanceoladas. Fruto com 2 a 3cm de comprimento e 2cm de diâmetro. FITOLOGIA: Planta herbácea de caule sulcado. considerada de primeira qualidade. medindo 14 a 16cm de comprimento por 6 a 8cm de largura. SINONÍMIA: Bredo. OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos constituem-se ótimo alimento para suínos a até para o homem. • O óleo é utilizado na indústria de perfumaria. tanatos de cálcio. PARTES UTILIZADAS: Frutos e folhas.

As folhas são escamosas e se formam na bainha. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-helmíntica. As flores têm ação estupefaciente sobre os insetos (93). . isoquercitina. sais de potássio. antiulcerogênica (355). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Muito diurética. ereto. como hemostático (341). AGROLOGIA • Ambiente: procurar instalar as plantas em várzeas com lençol freático bem próximo à superfície ou em áreas normalmente úmidas da propriedade • Espaçamento: 0.47 PARTES UTILIZADAS: Folhas. como diurético e até 500ml/dia. PARTE UTILIZADA: Hastes e brotos verdes. injetada na veia de animais. • Pó: 1 a 3g/dia. O caule é fistuloso. rabo-de-rato. rizomatosa. erva-dos-calos. Colheita: inicia 5 a meses após o plantio. causa inflamação no tubo digestivo. • Loções: 50 a 60g da planta em 1 litro de água. inflamações dos dutos lacrimais. áspero. em decocção (445). remineralizante (341) e adstringente. vasos de cobre e metais em geral. ⇒ 1 xícara das de cafezinho da planta em 1 litro de água. 50 a 200ml/dia. Nas hemorragia internas e menstruações excessivas. lactonas sesquiterpênicas (partenolídeo). INDICAÇÕES: Indicada para úlceras varicosas e aftas (externamente). como remineralizante. obesidade (257). lixa-vegetal. é usado como abrasivo de madeira. Usar externamente em feridas e úlceras. erva-das-taperas. ceruda. febre puerperal. saponinas e alcalóides (257). feridas. Fazer duas abluções diárias (32). resina. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de dores articulares e musculares (128). menstruação. feridas (32). ácido gálico. ereto. com numerosas folhas nos nós. TOXICOLOGIA: O uso em excesso pode resultar em deficiência de vitamina B1 em razão das tiaminases. tanino. que cresce em várzeas úmidas. hemoptises. • Xarope: 20 a 100ml/dia (diurético) (341). antiblenorrágica. Caule fistuloso. provoca convulsões semelhantes às da hidrofobia. Estas são ramificadas e não produzem esporângios. A essência da planta. As sumidades floridas contém 0. problemas renais. CAVALINHA NOME CIENTÍFICO: Equisetum hiemale L. picada de insetos. quelidônia-maior. contusão. As inflorescências são tóxicas (257). tomar 1 copo em jejum e 2 copos meia hora antes das principais refeições (257). OUTRAS PROPRIEDADES • Os brotos novos que emergem do rizoma podem ser consumidos como aspargos. paralisia do coração e morte (93). • Devido ao alto teor de sílica das células. FITOQUÍMICA: Ácido tanásico. erva-andorinha. verde-escuro. antinevrálgica (271) e digestiva. mas sob meia-sombra o pseudo-caule alonga-se até 2m e se torna fino e suculento. quelidônia. bronquite (215). grossos. porém não compactados ou com aeração deficiente. ventosidades. perene. Cresce cerca de 40 a 60cm. afecções renais. que são simples. milho-decobra. figatil.4 x 0. glicose (355). hipertensão de origem renal (341). béquica (215). • Banhos vaginais: 20 a 30g da planta por litro de água. dor de dente e parasitoses (1). FAMÍLIA BOTÂNICA: Papaveraceae. • Tintura: 10 a 50ml/dia (diurético). ácidos cítrico. flavonóides (flavona eupatilina). até 20g/dia. • É planta ornamental e insetífuga. HABITAT: Planta autóctone sul-americana. • É utilizada como condimentar em alguns países (omeletes e pudins). febrífuga. mercúrio. tanacetona (257). canfol. conjuntivite.. metrorragia. tônica. Tomar 3 a 4 xícaras das de chá ao dia (problemas renais). A planta inteira contém cerca de 9. carenado-sulcado. vermífuga. butírico e oxálico. • Propagação: rebentos dos rizomas e segmentos nodais. à beira de regatos e em áreas paludosas. entouceirada. iodina. úlceras cancerosas (271). tuiona. pterígio. rígido. fluxos sangüíneos hemorroidários. estimulante (93).1 a 0. escabroso. aerofagia. erva-dasverrugas. • Hidroponia: os segmentos nodais são facilmente enraizados em areia irrigada com fluxo intermitente de água. antiinflamatória antibacteriana.64% de cinzas. anti-reumática. hemostática. SOLO: Prefere solos úmidos.6% de óleo essencial e 7. SINONÍMIA: Cola-de-cavalo. afecções da próstata. FAMÍLIA BOTÂNICA: Equisetaceae. • Compressas: renovam-se em intervalos de 15 minutos (oftalmias). pertubações gástricas. rígido. influenza e disenteria (1). • Infuso ou decocção: ⇒ 5%. sulcado finamente. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia. hematúria. Alta capacidade de rebrote a partir do rizoma castanho-escuro. grandequelidônia. • Infusão: 10g da planta por litro de água quente. • • cimento-amianto. como hemostático. FITOQUÍMICA: Ácido silícico. OUTRAS PROPRIEDADES • Planta aromática e amarga. FORMAS DE USO • Geral: 9 a 15g/xícara. O chá da planta tem sabor neutro a amargo. FITOLOGIA: Planta herbácea. bainha cilíndrica e inflorescência em espiga apiculada. emenagoga (257). O pegamento das mudas ocorre em 20 a 30 dias. entorse. tiaminases. Plantio: outubro a novembro. e as que começam a brotar quando os esporos estão maduros. em telhas de CELIDÔNIA NOME CIENTÍFICO: Chelidonum majus L.3m. afecções pulmonares. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (afecções renais e edema generalizado). esteróis. Produz dois tipos de hastes: as que formam esporângios. que se estende por vários metros no solo. rabo-de-cavalo. epistaxe. vitamina C. edema. campferol. utilizar 30 a 40g para 1 litro de água. sem ramo algum. luteolina. podendo resultar em espasmos violentos. erva-canudo. anti-histérica. Para a obesidade. aromática. Tolera bem os solos medianamente ácidos e encharcados. SINONÍMIA: Celidônia-maior. verdeescuro. antiasmática. • Suco: substitui a infusão e o decôcto. sem os esporângios. TOXICOLOGIA: Possui elementos tóxicos como o ácido tanásico e a tanacetona (257).22% de cinzas (96). resinas.

excitante. germacreno D e β-cariofileno (204. A haste é erguida. thankunisídeo. . acne (215). diurética. • Colheita: seis meses após o plantio. FITOQUÍMICA: Quelidonina. antiespasmódica. Repetir o tratamento até a extirpação. A seiva é de coloração alaranjado-sedosa e apresenta sabor picante. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. com flores amarelas. oftalmias. hipotensora (215). TOXICOLOGIA: O uso interno é desaconselhável pois pode provocar estomatite e gastroenterite. purgativa. cãibras no estômago. siliquiforme com arilo arqueado de coloração preta. lobos arredondados. • A planta é considerada ornamental. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. • Oleos essenciais: cânfora. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. Folhas longo-pecioladas. cairussú. de sabor acre e muito amargo e de aroma desagradável.) Urban e Centella erecta Fern. 32). náuseas. betulínico e isobrâmico.5 x 0. diarréia. • Os açúcares: glicose. quelidoxantina e ácido quelidônico (93). madecassosídeo. ramosa. enraizando nos nós. rasteira.48 HABITAT: Espécie alóctone mediterrânica européia. calmante e lenificante da angina do peito (1. calos. • Plantio: é feito diretamente a campo. • Sapogeninas: ácidos asiático. capoeiras e capoeirões. icterícia (raiz). vivaz. panos (32). que cresce subespontanemente em locais úmidos de áreas ruderais. apud 204). brancas ou arroxeadas. oléico. Fruto tipo cápsula linear. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de húmus de minhoca. dificuldade de respirar. queleritrina. É irritante para os olhos. • Plantio: primavera. arenosos e ricos em matéria orgânica. inflamação da vesícula biliar. enfaixando o local. thankúnico e isotankúnico. úmidos. • Adubação: adubar com estrume animal. • Florescimento: outubro a abril. • Consórcio: cultivar outras plantas de maior porte para proporcionar luz difusa sobre a celidônia. de contorno arredondado. superfície glabra e de coloração amarelo-parda.2 a 0. óleo essencial (257). Tomar 1 xícara ao dia (32). formigações no corpo. planos na face ventral ou da comissura. ramificada e revestida de pelos brancos e articulados. FITOQUÍMICA • Ácidos: linoléico. Caule estolonífero. aerados e férteis.3m. Não tolera solos pesados. cefalalgia. Os frutos são cremocarpos.2mm de espessura (209). acre e nauseabundo. FITOLOGIA: Planta herbácea. cáustica. resinas. madecássico. duas sépalas e muitos estames. sanguinarina. aflição. com quatro pétalas. encharcados e ácidos. cicatrizante. pinatissectas. circular ou um pouco alongado. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. • Infusão: 5g de folhas para 1 litro de água. causando obscuridade visual. SOLO: A planta cresce em qualquer tipo de solo. É esciófita.5mm de largura e 1. arredondadas e com a haste glabra. metanol. isothankunisídeo. dor no peito. As folhas são alternas. alóctone. FORMAS DE USO • Cataplasma: amassar ou moer um punhado de folhas frescas e aplicar sobre o calo ou verruga. CLIMA: Prefere temperaturas amenas e regiões de pouca pluviosidade. verrugas (257). • Alcalóide: hidrocotilina. pé ou pata-de-cavalo. brahmosídeo. brâmico. SOLO: Prefere solos areno-silicosos. manchas. com a formação de rizoma e raízes adventícias. no outono ou primavera.3m. arredondadas e a haste pilosa. Inflorescência em cimeira umbeliforme. A inflorescência é tipo umbela. bem drenados. perene. As flores apresentam pétalas triangulares. E áreas sombreadas as folhas são menos fibrosas. que cresce espontaneamente em áreas ruderais sombrias. formados por dois mericarpos achatados.500m de altitude. hepatite (271) e gota (294). Em solos úmidos a folha torna-se alongada e a haste pilosa. com 3 a 4 flores. depressão. patinha-de-mula. vômitos.3 x 0. centelosídeo. angústia. burro ou mula. óleo alil mostarda e grandes quantidades de trans-β-farneseno. Ocorre até 1. ereta. centóico. arabinose. O resíduo (essência) pode ser aplicado topicamente sobre verrugas. com base reentrante e margens crenado-denteadas. lignocérico. O látex deve ser utilizado antes da floração. CLIMA: A planta adapta-se as mais variadas condições climáticas e tolera o sombreamento. As sementes são esverdeadas. • Glicosídeo: asiaticosídeo. icterícia. Em solos compactados ou pouco úmidos as folhas tornam-se coriáceas.3m. porém desenvolve-se melhor nos úmidos. SINONÍMIA: Cairuçú-asiático. de cor verde na face ventral e verde-azulado na dorsal. • Triterpenos: asiaticosídeo. com cerca de 4mm de comprimento por 4. • Essência: ferver 1 colher das de sopa de folhas secas em 1 xícara das de chá de água até que ocorra a total evaporação da água. indocentóico. • Outros: ρ-cimol. rizomas e estolões. INDICAÇÕES: Usada no tratamento de úlceras escrofulosas. estomatite e gastroenterite. mucilagem. Em doses abusivas a planta é tóxica. OUTRAS PROPRIEDADES • A seiva da planta apresenta um látex amarelo-alaranjado. FITOLOGIA: Planta herbácea. originária da Ásia. escorbúticas e de feridas velhas. O uso interno deve ser feito segundo prescrição médica. • Vitamina: ácido ascórbico. albuminas. • Propagação: sementes e divisões de raízes. AGROLOGIA • Espaçamento 0. ardor nos olhos. colerética. HABITAT: Espécie alóctone. frutose e ramnose. esteárico cêntico. centélico. Salgues. protopina. cineol e n-dodecano. na quantidade de 2 a 3kg/m2. • Florescimento: verão. axilar. CENTELHA NOME CIENTÍFICO: Centella asiatica (L. PARTES UTILIZADAS: Utiliza-se toda a parte aérea e as raízes . crescendo de 0. α-pineno. à noite (128). laxativa (294). • Propagação: sementes. pouco pubescente. campos e lavouras abandonados. • Substância amarga: velarina. Evitar o contato com os olhos (257). tônica hepática e biliar. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Sedativa tópica (257). cáustico. palmítico. matas secundárias. com 5 a 11 segmentos ovados. antiasmática. radicante. anti-hidrópica (93). glabras. corcel.

O cultivo em áreas convencionais (solo CHAPÉU-DE-COURO NOME CIENTÍFICO: Echinodorus macrophyllus (Kunth. em períodos secos. Plantio: outono e primavera. nevralgias. gota. FAMÍLIA BOTÂNICA: Alismataceae. SOLO: Prefere terrenos uliginosos. eczema. • • • • enxuto ou drenado). esférica. convalescença. ácidos e com algum teor de matéria orgânica. • Cataplasma: aplicado topicamente.5m em altura. antiofídica. Infrutescência morulada. arterioesclerose. • Pó: tomar 0. erva-de-bugre. lepra (93). A produção de mudas via sementes pode ser feita pelo sistema "floating". um pouco achatado e com listras salientes. que rendilham totalmente as folhas. emoliente. Florescimento: ocorre na primavera e no verão. lagos. argilosos. Aplicação tópica (68). demorando 50 a 60 dias. estimulante do metabolismo das gorduras. doenças do aparelho urinário e genital femininos. A ação indiscriminada de herbicidas e as drenagens tem levado a redução drástica do número de indivíduos. diurética. Fruto tipo aquênio. Colheita: outubro a fevereiro. FITOQUÍMICA: Taninos. lepra e psoríase (204). incluindo o Brasil. sendo encontrada nas margens dos rios. amarga. tônica. antidiarréica. erva-do-pântano. doenças renais e das vias urinárias (257). várzeas e pântanos. estendendo-se a subtropical. chá-mineiro. laxante. SINONÍMIA: Chá-de-campanha. ampliadora da capacidade de memorização (257). FORMAS DE USO • Infusão ou decocção: 20g de folhas verdes por litro de água. úlceras. apoiadas em hastes florais de 70 a 120cm de altura. inicialmente. coriáceas. anti-sifilítica. desintoxicante. • • PARTES UTILIZADAS: Folhas e rizoma. epistaxe. anti-hipertensora (215). As nervuras são salientes e as bordas maiores são curvadas em forma . açudes. varizes. adstringente e antiofídica (68). Esperar 15 a 20 minutos e tomar um novo banho. na forma de decôcto e infusão (1). edemas. debilidade orgânica. 5-11 nervadas. dismenorréia. chá-de-pobre. antinevrálgica. lúpus. anti-reumática (257). icterícia. fusiforme. verde. coriáceas. antibacteriana. antiinflamatória. áreas de arrozeira ou em lagos ou açudes de pouca profundidade de água. congonhado-brejo. antiartrítica (242). Apresenta folhas simples.49 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Vulnerária (133).5g/dia (diurético e ativador do metabolismo das gorduras) (257). resulta em plantas raquíticas e enrosetadas. • Tintura: tomar 1 colher das de sopa a cada 8 horas (257). furunculose. OUTRAS PROPRIEDADES: Pode ser utilizada como cobertura de solo. • Loção: amassar em um pilão dois punhados da planta picada e por em infusão em ½ litro de água fervente. SINONÍMIA: Aguapé. As folhas são simples. secando as folhas mais vigorosas para rebrotar algum tempo depois. distúrbios hepáticos (271). ovadas ou cordiformes. Tomar um banho morno e em seguida friccionar energicamente a loção com um pano sobre a área afetada. Abafar por 10 minutos. com 8 a 9 flores. O rizoma é rasteiro. com 11 a 13 nervuras e cerca de 30 a 40cm de diâmetro. faringite. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. hermafroditas. ácido úrico. Propagação: sementes. AGROLOGIA: • Ambiente: as plantas devem ser cultivadas em várzeas alagadas. A planta é altamente suceptível ao estresse hídrico. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Depurativa. eretas. hérnia. grandes. congonha-do-brejo. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são apropriadas para o consumo do gado. oblongo-lanceoladas ou cordiformes. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. anti-sifilítica (93). quando matura. CHAPÉU-DE-COURO NOME CIENTÍFICO: Echinodorus grandiflorus (Cham. constipação. hematêmese.) Mich.) Mitcheli. Espaçamento: 1. anti-hidrópica. • Cataplasma: rizoma seco e triturado. substituindo a grama comum. amigdalite. lagos. autóctone da América Tropical. Originariamente encontrava-se abundantemente nas várzeas alagadiças. para contusões. na forma de massa. longo-pecioladas. longo-pecioladas. que cresce cerca de 1. anticelulítica. amenorréia. canais de drenagem e baixadas pantanosas. dispostas em panículas verticiladas. Pragas: afídeos. erva-do-brejo. A bandeja é então colocada a flutuar em recipientes com uma lâmina de água de 3 a 5cm. cicatrizante. • A planta é depuradora de águas contaminadas e ornamental em lagos e aquários. A germinação das sementes é lenta.0 x 0. (68) ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivo (123). dermatoses. antilítica. e Schlech. diurética. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia. hipotérmica e galactógena (1). mas não suporta o pisoteio. castanha. disúria. congestão hepática. serve como cataplasma para o tratamento de hérnias. inteiras. e larvas de gafanhoto. rebentos e brotações de verticilos florais. Apresenta caule triangular e glabro. Desenvolve-se melhor como esciófita. gengivite e feridas crônicas. basais. grosso e carnoso. trímeras. As flores são brancas. FORMAS DE USO • Geral: 30 a 40g/dia. com pecíolo sulcado longitudinalmente. torceduras e furúnculos. O conteúdo de princípios ativos não é alterado em função do ambiente aquátil ou seco (390). que consiste em utilizar bandejas de isopor em cujas células são afixadas (no fundo) mechas de algodão sobre as quais as sementes serão colocadas. anti-reumática. com folhas diminutas e menor produção total de folhas. antidepressiva. inteiras.7m. eretas ou flutuantes. chá-de-campanha. triterpenos e flavonóides (257. fraturas. 390). FAMÍLIA BOTÂNICA: Alismataceae. sarampo. grandes. estomatite. chá-de-mineiro. erva-do-pântano. ereta. INDICAÇÕES: Utilizada na terapia de escrófulas. TOXICOLOGIA: Em doses elevadas o extrato da planta tem um leve efeito narcótico (204). INDICAÇÕES: Útil para erupções de pele (uso interno). antileucorréica (204). erva-do-brejo. HABITAT: Espécie paludosa. O rizoma. CLIMA: É de clima tropical. antinefrítica. HABITAT: Espécie autóctone que cresce à beira de rios.

INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de gota. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são antireumáticas.667 planta/ha (431). FITOLOGIA: Planta arbustiva que cresce cerca de 3m de altura. infecções das vias respiratórias (145). sedante (446). febrífuga. • Tintura: tomar 1 colher das de sopa a cada 8 horas (257). cidrilha. dermatoses e furúnculos (145). As flores são brancas. erva-cidreira. azuladas ou purpúreas no seu interior. FITOQUÍMICA: Citral. • Plantio: novembro e dezembro. convém injetar água na bolsa de alporquia utilizando uma injeção com agulha. AGROLOGIA • Ambiente: as plantas devem ser cultivadas em várzeas alagadas. retirando-se 1/3. FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae. Tomar 4 a 5 xícaras do chá por dia. sais minerais e iodo (145). que consiste em utilizar bandejas de isopor em cujas células são afixadas (no fundo) mechas de algodão sobre as quais as sementes serão colocadas. antiartríticas e anti-sifilítica (93). rebentos e brotações de verticilos florais. • Colheita: outubro a fevereiro. A bandeja é então colocada a flutuar em recipientes com uma lâmina de água de 3 a 5cm. removendo-se a casca. tônica. verde quando imaturo e castanho. variou de 0. com 6 a 8cm de comprimento. • Florescimento: ocorre na primavera e no verão. isosafrole. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia. cidró. 34) e antihistérica (283).95%. cidrilho. Fruto tipo aquênio. ácido úrico. quando maturo. carvona. SOLO: Prefere terrenos uliginosos. linalool. nas folhas jovens. áreas de arrozeira ou em lagos ou açudes de pouca profundidade de água. Peru e Argentina. tanino. • Doenças: a planta é afetada por viroses e deficiências nutricionais (Mg). demorando 50 a 60 dias. argilosos. o sistema radicular pode atrofiar-se. inteiras. recobrir o ramo com esfagno ou musgo encharcado com água. dermatoses. CLIMA: É de clima tropical. SINONÍMIA: Cedrina. (1997). 3-4 verticiladas. antimalárica. adstringentes. Isolar a alporquia com um filme plástico e amarrar as extremidades com barbante. limoneno. hermafroditas e dispostas em panícula verticilada. Não tolera solos ácidos (93). etileugenol. . alcalóides. O enraizamento deve ocorre em 40 dias. verde-amareladas. resulta em plantas raquíticas e enrosetadas. vegetando em campos secos e abertos. geraniol. As flores são brancas.5cm. flavonóides e triterpenos (257). digestiva. hidropisia. Desenvolve-se melhor como esciófita. depurativas. excitante (403. FITOQUÍMICA: Contém saponina (biodetergente que elimina as toxinas do sangue e dos rins). • Pragas: afídeos. O conteúdo de princípios ativos não é alterado em função do ambiente aquátil ou seco (390). Faz-se um corte anelar em volta do ramo. A alporquia é feita em ramos novos com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. preferencialmente. É heliófita. As folhas são curto-pecioladas. a máxima concentração de óleo essencial ocorre no mês de março (Chile). felandreno. formando panícula piramidal. ligeiramente laxativas. bem drenados e aerados. • Gargarejos: utiliza-se a decocção para afecções bucofaringeanas. sálvia-limão. subsésseis. carminativa. α-pineno. HABITAT: Espécie alóctone. ácidos e com algum teor de matéria orgânica. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. Por ser muito susceptível a nematóides.50 de chapéu. A parte do ramo que ficará sob o solo. • Propagação: sementes. dispostas em espigas frouxas verticiladas. e larvas de gafanhoto. inflamações da garganta. em períodos secos. O cultivo em áreas convencionais (solo enxuto ou drenado). O rizoma é indicado para a hidrofobia (93). • Propagação: mergulhia e alporquia. pecioladas. • Rendimento: cada 100kg de folhas fornece cerca de 150g de essência contendo citral e verbenona (283). salva-limão. emenagoga. metilheptona. A concentração do óleo essência. estimulante. p-cimol. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Cardíaca. antiespasmódica. glicosídeos iridóides (179) e verbenona (93).0 x 0. escabrosa na face ventral e glandulosaspunctuadas na dorsal. Sobre o anelamento e uns 4 a 5cm acima dele. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm.3 litros/ha. ervaluísa. limoneno. agudas. estendendo-se a subtropical. citronelol. antes do ramo ser colocado em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. que rendilham totalmente as folhas. que conferem às folhas uma coloração amarelada mesclada de verde. • Infusão: 20g de folhas verdes em 1 litro de água. afecções do fígado e úlceras. CLIMA: Espécie de clima subtropical a temperado. Retira-se o substrato sob água corrente. • Emplastro: rizoma macerado e aplicado topicamente sobre hérnia. diuréticas. PARTES UTILIZADAS: Folhas.14 a 0. O ramo é então cortado abaixo da bolsa de alporquia. Segundo VOGEL et al. FORMAS DE USO • Decocção: 20g de folhas em 1 litro de água. por ocasião do florescimento.7m. Se houver um período de estiagem prolongado. bócio. com folhas diminutas e menor produção total de folhas. No Chile adota-se uma população de 6. β-pineno. A planta é altamente suceptível ao estresse hídrico. litíase. antiofídicas (257). • Espaçamento: 1. PARTES UTILIZADAS: Folhas. medindo 4 a 6cm de comprimento. Os ramos são escabrosos e estriados. nefrite. atingindo uma produção de 27. • Colheita: as folhas são colhidas. as folhas caírem e a planta perecer. multifloras. contendo uma semente. A germinação das sementes é lenta. secando as folhas mais vigorosas para rebrotar algum tempo depois. oval-lanceoladas. O fruto é um bi-aquênio. axilares. pequenas. serradas na metade superior. deixando o lenho exposto numa faixa de 0. AGROLOGIA • Espaçamento: 2 x 2m. • Plantio: outono e primavera. terpineol. CIDRÃO NOME CIENTÍFICO: Aloysia triphylla [L' Hérit] Britt. A produção de mudas via sementes pode ser feita pelo sistema "floating". para não danificar as raízes e procede-se um raleio de folhas do ramos. originária do Chile.

Inflorescência em densas e numerosas panículas amentíferas. FARMACOLOGIA: Depressora do sistema nervoso central e prolongadora do sono. SOLO: É encontrada naturalmente em solos empobrecidos (35). • Plantio: outono (sementes) e primavera-verão (estacas). é tônica e afrodisíaca (340). i. sucosos e hialinos. (446). porém. glabérrimas. • Aclimatação: as mudas devem ser colocadas sob sombrite 70% e irrigação intermitente por nebulização até que haja um completo pegamento. viuvinha. É heliófita. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas e as flores apresentam um perfume muito agradável. principalmente no Sul. • Licor: deixar macerar por 3 dias 70 folhas frescas em 500ml de álcool 90o e 500ml de água destilada. SINONÍMIA: Abrigo-do-senhor. Folhas simples. normalmente cilíndrico (35). FITOQUÍMICA: Ácido fumárico. • Frutificação: janeiro a abril (329). melancolia. O teste foi realizado com ratos administrados com infusão da folhas e talos. sendo usadas como condimento e aproveitadas pela indústria. Substrato: húmus de minhoca (40%) e pó de xaxim (60%). Com base nos metabólitos secundários encontrados na família Chloranthaceae. Folíolos peciolulados. acuminados. Os extratos acuosos mostraram-se inativos como anti-hipertensivos e como ansiolíticos (437).p. PARTES UTILIZADAS: Amentilhos e folhas. Amentos ovais ou elípticos. lirío-da-índia. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática. ocorrendo. antimicrobiana. dor de cabeça e zumbido no ouvido (294). são aproveitados pela indústria do vime. Abafar por 5 minutos. sombreiro. hortelã-do-brejo. Flores reunidas em tirsos axilares amplos. Folhas pecioladas. • Propagação: sementes e estacas de ramos com cerca de 1 a 2cm de espessura. e semeadas em bandejas de isopor de célula grande contendo substrato organo-mineral. doenças do ovário. antidiarréica e antidisentérica (271). • O ramos. aduzem pétalas brancas e tubo estaminal . Caule ereto. CINAMOMO NOME CIENTÍFICO: Melia azedarach L. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. • Colheita: inicia a partir do terceiro ano após o plantio. β-sitoesterol glicosídeo (166). cháde-índio. doces e bebidas. hipocondria. coar. ovadolanceolados. mas podendo chegar a 11. Sua distribuição é descontínua e muito irregular. mais freqüentemente.51 INDICAÇÕES: Indicada para doenças nervosas. chá-de-bugre. tendo sido verificada uma densidade de até 2750/ha. • Rendimento: 116kg/ha de folhas (35). medindo 12 a 14cm de comprimento por 3 a 5cm de largura. ventricosas. serrilhadas. Tomar 1 cálice após as refeições (294). oblongo-lanceoladas. Em Santa Catarina é original da Floresta Ombrófila Densa Montana. antifúngica. Juntar 300g de açúcar e casca de 1 limão. Vedar a garrafa e após 20 dias. que cresce nas matas primárias e secundárias da Encosta Atlântica. lilás-dachina. lilás-das-antilhas. quando novos. CLIMA: Ocorre em regiões tropicais até subtropicais. FORMAS DE USO • Infusão: 2 colheres das de chá de folhas em 1 xícara das de café de água quente. É cultivada no Brasil como árvore de sombra. jasmim-azul. afecções do coração (283). FAMÍLIA BOTÂNICA: Chlorantaceae. FAMÍLIA BOTÂNICA: Meliaceae. finamente moídos. jasmim-de-soldado. carnudas. alelopática e inseticida (176).2cm de diâmetro na altura do peito. lilás-da-índia. sesquiterpeno lactona HB-15 e HB-8. flor-deviúva. luzidias. Frutos de formato irregular.5m de altura por 54. antiinflamatória. e as femininas racemosas. INDICAÇÕES: Cefalalgias (340). jasmim-de-viúva. • É cultivada como ornamental em muitos países. em área de Floresta Ombrófila Densa Submontana. opostas. Com base nos metabólitos secundários encontrados na família Chloranthaceae. a planta é promissora quanto às atividades: antimicrobiana. • Adubação: aplicar até 5kg de cama de aviário por cova de plantio. • Florescimento: outubro a março. chá-de-soldado. HABITAT: Espécie autóctone. árvore-santa. erva-de-bugre. solitárias. originária da Ásia. sendo que as flores masculinas são axilares. Na forma de vinho.83g/kg. erva-almíscar. cidrão. O limite austral de sua ocorrência é o município de Palhoça (340). contendo uma semente preta. FITOLOGIA: Arbusto dióico com cerca de 4 a 5m de altura e 5 a 10cm de diâmetro. com aroma de limão. pequenas. FARMACOLOGIA: O extrato bruto hidroalcoólico da planta demonstrou atividade analgésica. canela-cânfora. paraíso. alelopática e inseticida. de margens onduladas e cicatrizadas. Pecíolo curtíssimo. Ramos com entrenós de 5 a 10cm e escamas. em Ilhota . nervuras paralelas numerosas e distintas. As sementes devem ser retiradas dos frutos completamente maturos. FITOLOGIA: Planta arbórea que atinge 8 a 10m de altura. antifúngica. frieiras. cinamão.SC (35). Quando abertas. flexíveis. Tomar à noite para a insônia. afecções estomacais (340). nas planícies costeiras do quaternário e vales estreitos íngremes. mático. opostos. HABITAT: Espécie alóctone. doenças pulmonares e urinárias e feridas em geral (271). As partes aérea apresentaram propriedades antimutagênicas. hortelã-silvestre. a planta é promissora quanto às atividades: antitumoral. mas com um bom teor de matéria orgânica que imobiliza parte do alumínio tóxico. lilases quando em botão. quase em fase de fermentação. próxima a regatos. erva-soldado. ou fasciculados. numerosos e apoiados na base por uma bráctea forte. em extratos acuosos (50mg) contra Salmonella typhimurium TA98 (293). sabonete-de-soldado. margem serreadas. bi-tripinadas. erva-de-soldado. Preparar covas de 40 x 40 x 50cm de profundidade. febrífuga (93). analética. Para as estacas utilizar areia ou vermiculita. • As folhas são utilizadas como condimento de carne e no preparo de saladas. CIDREIRA NOME CIENTÍFICO: Hedyosmum brasiliense Martius. SINONÍMIA: Ambar-vegetal. sésseis e entremeados de pequenas brácteas triangulares (93). As sementes são fotoblásticas positivas. de bordos serreados ou subíntegros. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato bruto hidroalcoólico da planta demonstrou atividade antibacteriana. na concentração de 0.

rastejanteaderente sobre o tronco de árvores. erva-teresa. • Colheita: inicia a partir do terceiro ano de cultivo. glabra. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. conjuntivite. É heliófita. É utilizada interna ou externamente. sendo utilizada como sombra natural. As folhas são estomáquicas. soros dispostos em série de ambos os lados da nervura principal. A casca da raiz é catártica. • Propagação: sementes e estacas. quase prateadas. reunindo 10 a 12 flores amarelo-intensas.5m do solo. OUTRAS PROPRIEDADES • A madeira. inchaço das pálpebras (128) e catarata (93). taninos e mucilagens (128). emética. grossas e pecioladas. castanho e glabro. INDICAÇÕES: Para olhos irritados e cansados. CIPÓ-CABELUDO NOME CIENTÍFICO: Polypodium vaccinifolium Langs. de cor amarela-brancacenta ou rósea. antidiarréicas. As folhas são branco-cinéreas. e Fischer. anti-histéricas. aveludadas. CINERÁRIA NOME CIENTÍFICO: Senecio cineraria DC. com 60 a 80cm de altura. segmentos oblongo-obtusos. Inflorescência terminal em capítulos. • As folhas são insetífugas de pulgas. 2-3 lobados. FITOQUÍMICA: Alcalóides (jacobina). as estéreis arredondado-oblongas. As árvores escolhidas como hospedeiras devem ser impregnadas.5m do solo. com algodão. revestido de escamas flageliformes. TOXICOLOGIA: Os frutos são abortivos (212). Evitar terrenos muito inçados. resistente à umidade e ao cupim. a cerca de 1. INDICAÇÕES: O cozimento da casca é utilizado para lavar feridas e combater doença de pele de crianças (212). solda. sobretudo sobre caule de árvores com casca escabrosa. é flexível. Coar e aplicar sobre as pálpebras em compressas mornas. matérias aromáticas e pépticas (341). até que haja o pegamento das mudas. Abafar por 5 a 15 minutos. tomentosas. fácil de trabalhar e envernizar. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Descongestionante. folhas e cascas são parasiticidas (271). traças e carunchos do milho. As folhas são subsésseis. FAMÍLIA BOTÂNICA: Polypodiaceae. FITOQUÍMICA: Taninos. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. marcenaria. com barbante macio. com 2 a 3 lóculos monospérmicos. subcoriáceas. pequenas. TOXICOLOGIA: A planta contém alcalóides pirrolizidínicos que são hepatotóxicos (140). sobretudo do sul do Brasil. • Os frutos maduros são comestíveis e utilizados para o preparo de whisky nos E. • As flores são ornamentais e melíferas (212). SOLO: Bem drenado e solto. SINONÍMIA: Erva-silvina. cabos de ferramenta. AGROLOGIA • Ambiente: esta espécie deve ser cultivada como epífita. as férteis liguladas. da mistura esporo+substrato. A semeadura e o enraizamento dos rebentos são feitos em substrato organomineral. HABITAT: Espécie alóctone européia. Drupa obovada. Restabelece o fluxo sangüíneo e acalma as dores (294). Colheita: seis meses após o plantio. • Plantas daninhas: eliminar outras plantas epífitas e líquens que crescem sobre a casca. CLIMA: Prefere temperaturas amenas. • Plantio: outono e primavera. estimulante e febrífuga. capoeirões ou mesmo em arbustos grandes e árvores isoladas. febrífugas. eméticos. inteiras. . flavonóides. instrumentos musicais. Caule lenhoso na base e bastante ramificado no ápice. silvina. no verão. sob irrigação intermitente por nebulização. anti-histérica e emenagoga (93). Existem inúmeras variedades botânicas. densa e branco-tomentosa. pinatipartidas ou pinatisectas.52 violáceo a roxo-escuro. palitos de fósforo e carroceria. amarelo-escura quando madura. É cultivada em jardins. Os esporos são coletados de folhas maturas de plantas matrizes e pulverizados sobre uma pasta de argila misturada com húmus ou turfa. anti-helmíntica. As sementes. • Plantio: primavera. FITOLOGIA: Planta epífita de caule epígeo. a cerca de 1. Sementes alongadas (212). • É ornamental.4m. eméticas. emenagogas e resolventes de tumores (212). AGROLOGIA • Espaçamento: 0.A e vinho na China. rebentos e estacas. que se caracterizam pelo polimorfismo das folhas. O local de crescimento deve ser sombreado e umedecido freqüentemente. com esfregaços circuncaules. com cerca de 1cm de largura. • Propagação: esporos e segmentos do rizoma. anti-helmínticos. anti-sifilíticas. AGROLOGIA • Espaçamento: 5 x 5m. comprido. Não sobrevive em solos ácidos. • • Plantas daninhas: a planta não suporta a concorrência. • Propagação: sementes. • Colheita: inicia a partir do segundo ano de epifitismo. obtusas. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. As sementes secas e as folhas contusas são anti-reumáticas e antinevrálgicas. • Florescimento: setembro a novembro. • Plantio: primavera. caixotaria. • Sumo: espremer 3 xícaras das de chá de folhas e flores frescas em 1 pano. em marchetaria. Fruto aquênio. antes das flores desabrocharem.U. durante 15 minutos (olhos cansados e conjuntivite). Os segmentos de rizoma são afixados sobre a casca da árvore. As árvores cortadas rebrotam a partir do cepo remanescente.8 x 0. Aplicar o suco nas pálpebras inchadas com chumaço de algodão (128). soldinha. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. dispostas em corimbos compactos e grandes. HABITAT: Espécie autóctone que medra sobre o tronco e ramos de árvores da mata Atlântica litorânea ou em sub-bosques. antiespasmódica. enquanto que o enraizamento das estacas é feito em vermiculita. as vezes avermelhada. antiinflamatória (128). FORMAS DE USO • Infusão: 1 colher das de sopa de folhas e flores em 1 copo de água fervente. tônica. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os frutos são purgativos.

líquens e parasitas. varizes. • Extrato fluido: 0. fios-de-ouro. volúveis. dura. medindo cerca de 1mm de diâmetro.5m. • Colheita: primavera e verão. subcoriáceas. arredondadas. CIPÓ-MIL-HOMENS NOME CIENTÍFICO: Aristolachia triangularis Cham. aristoláquia. reticulado e manchado. É muito suceptível à geadas. Fruto capsular. trepadeira. amigdalite e rouquidão (32). icterícia. diarréias sangüíneas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. A raiz é escabrosa externamente. brancas ou trigueiras. quando presentes. antiinflamatória renal (215). com casca grossa.25 a 1ml/dia. antinefrítica. solitária. cipó-matacobras. eupéptica. laringite. hematúria (341). procura um hospedeiro compatível. emoliente. catarros crônicos. cicatrizante. jarrinha. CIPÓ-CHUMBO NOME CIENTÍFICO: Cuscuta racemosa Mart. sob sombra. volúvel.25 a 1g/dia.5cm. milhomens. deltóide-triangulares. amarelo-avermelhadas. cipódourado. secos. capa-homem. tinge-ovos. nutrindo-se diretamente de plantas hospedeiras. antidiarréica. • Xarope: 20 a 100ml/dia (341). de preferência do gênero Citrus. Os haustórios substituem-nas na retirada de nutrientes dos vasos condutores de hospedeiros. ciliadas. glabras. • Desenvolvimento: após a emergência. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aristolochiaceae. AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo deve ser feito sobre arbustos ou pequenas árvores hospedeiras não tóxicas. hepática. . de modo a receberem luz difusa. balsâmica (342). expectorante. cassaú. Também indicada para furúnculos. • Propagação: sementes e ramos de plantas matrizes. • Plantio: início da primavera. antiflogística. palmatinervadas tamanho variável. uniflora. estimulado pela luz. espaguete. fiosde-ovos. As plantas hospedeiras devem ter os ramos isentos de outros organismos epífitos ( Polypodium spp. antiblenorrágica. aromática. algo rígidas. • Tintura: 1 a 5ml/dia. finas. esciófita. amarelada a castanha. As flores são pequenas. sub-cordadas na base. sapato-de-judeu. FITOQUÍMICA: Taninos e glicosídeos (294). • Propagação: sementes e estacas do caule e ramos lenhosos. • Plantio: outono (sementes) e primavera-verão (estacas). perigônio em forma de jarra com até 3cm de extensão. hemostática. fixando haustórios e iniciando o parasitismo. xirimbeira. áfilas. • Xarope: 20 a 100ml/dia (342). agudas ou obtusas. pouco agradável. estriada e rugosa. volúvel. Flores pequenas. lesões cardíacas e dilatação das veias (271).). jarra. FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: 2. frieiras. FORMA DE PREPARO • Infuso ou decôcto: ⇒ 0. PARTES UTILIZADAS: Toda planta. angina. gota. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. são rudimentares (escamas).53 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É béquica. perene. FAMÍLIA BOTÂNICA: Convolvulaceae. ⇒ Purgante suave: ferver 1 colher das de café de caule em 1 xícara das de café de água por 3 minutos. glabras. O fruto é uma cápsula ovóide. glabros e envoltos pelo cálice. calungo. As sementes devem ser postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. Coar e beber à noite (294). Euphorbia milli e outras. cassaiú. estomáquica (242). em decôcto. coqueluche. autóctone. SINONÍMIA: Aletria. mil-homens-do-rio-grande. que também serve para as estacas caulinares. hemoptises. Folhas pecioladas. capa-homens. escarros sangüíneos.7 x 0. hermafroditas. HABITAT: A planta é parasita por excelência. 50 a 200ml/dia. Os ramos utilizados como meio de propagação são colocados entre a galhagem das plantas hospedeiras.5%. papo-de-galo. amarelas (são ricas em carotenóides). ricos em húmus e quase alcalinos. Semente polimórfica. anti-reumática (271). tendo na base do lábio superior uma mancha orbicular alaranjada. glabra e áspera. Exala um aroma forte e de sabor amargo. diurética. Eugenia e algumas mirtáceas nativas. existindo apenas enquanto a planta procura por um hospedeiro. diurética. erva-de-chumbo. SINONÍMIA: Angelicó. Hibiscus.5% . parasita. levemente violáceas dorsalmente. o caule filamentar. Suspeita-se que o pó do caule seja bactericida (242). formada de vergônteas lisas. Ocorre sobre árvores e arbustos. aletria-de-pau. Devem ser enterradas até 1. purgativa. cipó-milongue. com ângulos inferiores laterais arredondado-obtusos. Parasita normalmente espécies de Hibiscus. rachaduras e coceiras na pele (215). para úlceras e feridas. As raízes são efêmeras. amarga. como cicatrizante (342). cuscuta. Caso não encontrar num período de até 5 dias. jarro. antidisentérica (341). com sementes escuras achatadas. CLIMA: Espécie tropical. alternas. subgloboso e elíptico. afecções da garganta. em gargarejos. Caule glabro. laxante suave e detergente natural (294). FITOLOGIA: Planta herbácea aclorofilada. • Tintura: 5 a 25ml/dia. reumatismo. fosca. INDICAÇÕES: Utilizada internamente para cólicas hepáticas. cerosas e glabras. SOLO: Úmidos. musgos. As folhas. dura e amarela internamente. aristoloquia-mil-homens. nativa das mata Atlântica e encontrada em roças abandonadas. hemoptise. leves.50 a 200ml/dia (internamente) e a 5% (externamente) (342). abcessos internos. et Schl. a plântula definha e morre (209). ypê-mirim HABITAT: Espécie autóctone. drenados. FITOLOGIA: Planta sarmentosa. cipó-de-chumbo. ypé-mi. culhão-de-maroto. adstringente e balsâmica. congestões pulmonares (342). glabra. até 11cm de comprimento e 8cm de largura. perfeitas. abcessos externos irritações e queimaduras leves na pele (294). mais escuras interiormente. Inflorescência axilar. Externamente é utilizada. ou em pó. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de bronquite. • Adubação: 5kg/m2 de húmus de minhoca. papo-de-peru. dispostas em glomérulos ou cimeiras. bronquite (215). com corola campanulada 5-lobadas. As sementes germinam a partir de 15 oC e com bom teor de umidade no solo. • Pó: 0.

3%).8%). formigamento do corpo. AGROLOGIA • Ambiente: a planta pode ser cultivada em áreas de barranco. estriado e cilíndrico. gota (169). Há informações que relatam um teor de 65% para geraniol e 35% de citronelal (128). • Rendimento: 1 tonelada de folhas frescas fornece 7kg de óleo de citronela (93 FITOQUÍMICA: Sabineno (1. anti-reumática. A raiz axial é cônica. epilepsia. pinatisectas. providos de 3 a 8 brácteas filiformes. anti-histérica. • Espaçamento: 1. FITOLOGIA: Planta herbácea. afecções cutâneas. emenagoga. coroados pelos dentes do cálice. Tutoramento: a planta deve ser tutorada em caramanchões.5 x 1. diurética. latadas baixas. pouco ramificado. antisséptica. fazer uma adubação em cobertura com 10g/planta de sulfato de amônio. cistite. emenagoga.7%). sesquiterpenos: nerolidol. recomenda-se que sejam colocadas palhadas. diaquênios. 5% (externamente).6%). OUTRAS PROPRIEDADES: • O óleo de citronela é aromático. αcadinol (1. As folhas inferiores são pinadas e as superiores bi-pinadas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Bactericida (Candida albicans. antiinflamatória. cimbiferina. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-helmíntica. Inflorescência em panículas linear-oblongas. elemicina (7. cubebina. sedativa.50m de altura. Florescimento: dezembro. diterpenos: kaur. composta de espigas pequenas e escuras e espiguetas esverdeadas. • Plantio: é feito diretamente a campo no outono e primavera. As folhas dos perfilhos devem ser cortadas deixando-se uma cepa de 20 a 25cm de comprimento. em umbelas compostas de 3 a 5 raios. S. escabrosas em ambas as faces com perfume de eucalipto. tônica.30 a 1. erguido. com sabor de limão. com os segmentos verde-brilhantes. estomáquica. citronelol (10. xarope e elixir: 20 a 100ml/dia. cassaunina.6%).5%). convulsões. em lugares úmidos. linalol (1. • Repelente de insetos (mosquitos. Colheita: inicia cerca de 10 a 12 meses após o plantio. • Pó: 1 a 5g/dia. B. FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: 2. largos. borrachudos.6%). Acredita-se que o aroma da planta afaste serpentes (341). de caule glabro. do fígado e do coração (257). ciática (271).1%). Existem indícios sobre o efeito carcinogênico do ácido aristolóquico em animais e humanos (Pharmazeutische Zeitung. Podem ser feitos 3 a 4 cortes ao ano. atonia uterina. braços adormecidos. antipirética (via oral). perpendicular e fibrosa. • Colheita: inicia após 4 a 5 meses de cultivo. mirceno (0. malária. ao longo de valas de drenagem. O extrato das raízes inibe o crescimento de Staphylococcus aureus.6%). • Vinho. hidropisia. aristidínico. crescendo em clareiras. apud 179). Tanto a planta quanto o fruto CITRONELA NOME CIENTÍFICO: Cymbopogon nardus Rendl. são globosos. de colmo ereto e nodoso. • Utilizado na fabricação de perfumes e cosméticos. agudas.5%). antinevrálgica sudorífica. cespitosa. quase esféricos. β-elemeno (0. matérias resinosas e taninos (341). febres de malária (128). estimulante. C.2%). isopulejol (2.4%). FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. . frieiras. amenorréia. ou telas de nylon. testículos inflamados (215).54 • Mulching: para que não ocorra adensamento do solo.4%).7%). traças e formigas). • Extrato alcoólico: segmentos do caule contusos e macerados em álcool para aplicação tópica em mordida de serpentes. α-ylangeno. flatulência. INDICAÇÕES: Indicada para doenças venéreas. aristoloquina. Fazer irrigação sempre que ocorrer um período superior a 3 dias sem chuvas. HABITAT: Espécie alóctone originária de Sri Lanka. na Ásia. à beira de rios. incidência de plantas daninhas e seja mantida a umidade e a temperatura estável no solo. depurativa do sangue. esteróides: ácidos aristolóquico (179). amarelo pálido. para se evitar o pisoteio e melhorar a qualidade do produto colhido.4%). incisos e denteados.5%. δ-cadineno (0. FITOLOGIA: Planta herbácea anual que cresce de 40 a 50cm. Após cada corte. SINONÍMIA: Culantro. (179). num raio de 50cm em torno de cada planta. epidermis. cimbífero e aristínico. cloroses. α-copaeno e γ-elemeno. 50 a 200ml/dia (internamente). alternas. verde-claras. estimulante dos rins. cereus. amenorréia. • • • • PARTES UTILIZADAS: Raízes e caule. febrífuga. asseverando o uso popular em feridas e inflamações da pele (179). anorexia. • A polpa da planta é utilizada na fabricação de papel resistente (93). com 25 a 30cm de comprimento. FARMACOLOGIA: O extrato aquoso do córtex apresenta atividade antimicótica de células vegetais (381). sudorífica e carminativa (93). CLIMA: Prefere regiões com alta precipitação pluviométrica e quentes. aperiente. anestésica (341). acetato de geranil (4. • Tintura: 5 a 25ml/dia (341). As flores são álveas. citronelal (34. FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae. arredondados ou arredondadoscuneiformes. cascas de arroz ou outra cobertura morta inerte e leve sobre o solo. hinokinina. TOXICOLOGIA: A planta é abortiva (169). medindo 3-4mm de diâmetro.3m. limoneno (3. • Adubação: aplicar 2 a 3kg/planta de cama de aviário no plantio. na orla de regatos e lagoas ou como bordadura lateral de caminhos e periférica de outros plantios. As mudas são retiradas cortando-se verticalmente a base da touceira e desmembrandose cada perfilho. antiofídica e antiaracnídica (169). O extrato aquoso do lenho apresenta ainda atividade antiviral contra o vírus da Herpes simplex (155). erodíveis ou muito inclinadas. com as folhas decumbentes. elemol (3. COENTRO NOME CIENTÍFICO: Coriandrum sativum L. geranial (1. crescendo 1. As folhas que rodeiam as umbelas são semelhantes às do funcho. eugenol (1%). tropicalis).5%). Forma touceiras altas. Irrigação: deve ser feita diariamente durante 10 dias após o plantio. Folhas compostas. antiespasmódica. erva-percevejo. lignanos: galbacina. • Propagação: perfilhos da touceira. perene. invaginantes. febrífuga. Os frutos. glabras. Cultivada no Brasil em hortas. FITOQUÍMICA: Alcalóides: alantoína. eczema seco e orquite. HABITAT: Espécie originária das regiões mediterrânicas (Europa Meridional) e da Ásia. neral (28. germacreno-D (0.

pecioladas.25m. OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos possuem um odor suave. FITOLOGIA: Planta herbácea. jardineira. após as refeições (257). Ventos fortes normalmente causam acamamento das plantas. Tomar 3 vezes ao dia. É esciófita. Frutos colhidos imaturos escurem. • Espaçamento: 1. antiespasmódicos. doce e penetrante. medindo 50 a 60cm de comprimento por 12 a 15cm de largura. óleo essencial e pó dos frutos. • Conservação: as folhas podem ser conservadas em refrigeração. É heliófita. A semeadura do coentro. cana-do-brejo. péssimo odor e pouco teor de óleos. com porte de 1. As sementes germinam em 7 a 14 dias (182). CLIMA: É de clima tropical. Burtt & R. • Os frutos são utilizados no preparo de perfumes. paco-seroca. utilizadas para carnes. gim pães. lanceolado-oblongas. achocolatados. flor-do-paraíso. semelhante a percevejo. vermífugos (271) e INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de afecções gastrintestinais. quando em excesso. • Nutrição: é comum o surgimento de deficiência de fósforo ou nitrogênio em bandejas contendo substrato poroso. febrífugos (215).14% de linalol (430). estomáquicos. contendo 11 a 17% de proteínas e 11 a 20% de matéria graxa (93). com capacidade mínima de 400ml. febre quartã (93). • Plantio: outono e primavera. As sementes devem ser postas a germinar em recipientes ou saquinhos plástico perfurados.4% de óleo essencial. licores. terpinol. sopas e cozidos. • Colheita: ocorre 50 a 60 dias após a germinação das sementes. O fósforo e o potássio incrementam o teor de princípios ativos do coentro. Obtém-se uma produtividade de sementes de aproximadamente 1 a 2t/ha. geraniol. Solos orgânicos e adubações orgânicas pesadas podem mostrar o mesmo efeito do nitrogênio.L. têm baixa conservação. cana-do-mato. sem acidez e férteis. cimeno e limoneno.20m. estendendo-se ao longo do verão. FORMAS DE USO • Geral: 15 a 20g/dia em decocção. HABITAT: Espécie alóctone originária da Ilha de Java. d-linalol. que podem ser plantadas diretamente a campo. As folhas e flores tem aroma similar ao de percevejos. Frutos demasiadamente maturos. noz-moscada. borneol.) B. afeta drasticamente a produção de frutos. Após 10 minutos. Colhem-se os frutos quando 60% deles adquirirem uma coloração de palha seca ou quando a planta estiver quase seca e/ou as sementes iniciam um bronzeamento. cardamomo-falso. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. PARTES UTILIZADAS: Os frutos para fins medicinais e aromáticos. • Rendimento: 363g de frutos/planta e 0. • Usada na preparação de fármacos visando corrigir o odor desagradável de certos medicamentos.40 x 0. secos portanto. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo coriandrol. Escapos floríferos medindo 30 a 50cm. proporcionando um grande efeito paisagístico e protetor de margens fluviais e lacustres. bem drenados.5 x 1. secamento de ramos e folhas. pode ser feita em agosto. peixes. lírio-desanto-antônio. enquanto que Braun et al. SINONÍMIA: Alpinia. geranioleno (163) e taninos (9). pineno.2 a 58. FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberaceae. contendo substrato organomineral. Para se evitar um crescimento muito luxuriante da planta. carnes. profundos. antiinflamatórios. • Propagação: sementes e brotações do rizoma. acuminadas. Isto acontece devido ao ciclo demorado das plântulas quando em substrato poroso e quando a irrigação é abundante. coar e beber aos poucos durante o dia (294). agudas na base ou arredondadas. O conteúdo de óleo essencial no fruto é de 0. relatam 70 a 80% (430). • As folhas são condimentares. o que ocasionaria um acamamento e redução do teor de metabólitos secundários. desinfetantes intestinais. em regiões livres de geada. O sabor é peculiar e adocicado-picante. tônicos gastrointestinais. A semeadura pode ser feita direta a campo ou em bandejas de isopor.8% de linalol. depurativos (257). sudoríficos (9). • Outros: alcoolato. cervejas. terpineno. as raízes.5 a 1. As folhas são glabras. não tolerando sombreamento. excitantes. • Infusão: ⇒ 3 a 5g de frutos maduros por xícara de chá de água fervente. embora adapte-se bem nos subtropicais quentes. A germinação ocorre em cerca de 8 a 10 dias. conservas e embutidos. ácidos acético e oxálico (257). acidez estomacal.5 a 1% (163). • Propagação: sementes. tinturas. AGROLOGIA • Ambiente: poderão ser aproveitadas várzeas naturalmente úmidas ou à beira de regatos. anti-histéricos (93). Sm. as folhas frescas. estimulantes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os frutos são carminativos. cardamomo-do-mato. As mudas recém-formadas apresentam um crescimento lento. como hortaliça cozida. suspender a irrigação e/ou adubações nitrogenadas.55 exalam um cheiro desagradável. quando em excesso (257). CLIMA: Tolera bem tanto o frio como o calor e até mesmo períodos de seca. • Ervas daninhas: a planta é suceptível à concorrência com plantas invasoras. Pino e Borges relatam um teor de 49. Pode ser usada também topicamente. macaçá. antissépticos. • Doença: O fungo Fusarium oxysporium causa apodrecimento das raízes e do colo. retardando a colheita e a maturação. com flores brancas e róseas. racham e germinam espontaneamente como planta invasora. fígado (294). estômago dilatado (294). de caule folioso. que evola progressivamente a medida que o material é seco. contendo 68. • Florescimento: julho a novembro. caem facilmente. • O resíduo da destilação dos frutos dá origem à tortas forrageiras. lagoas e açudes. cardamomo. O nitrogênio. • Decocção: ferver 2 colheres das de chá de frutos em ½ litro de água durante 5 minutos.48% (93) ou de 0. descongestionantes do antipútridos. O florescimento espontâneo ocorre a partir de agosto. como condimento. saladas.8m de altura. Chuvas prolongadas na fase de frutificação são altamente prejudiciais.M. Na semeadura direta campo são dispendidos 15 a 25kg/ha de sementes. . TOXICOLOGIA: Pode causar lesões renais. COLÔNIA NOME CIENTÍFICO: Alpinia zerumbet (Pers. picadas de cobra (pó) e dores histéricas (215).

vitaminas A. decrescentes da base para o ápice. mucilaginosa. tanino. arginina. desintoxicante. decrescentes da base para o ápice. B1. SOLO: Cresce melhor em solos ricos em matéria orgânica. grande-consolda. treolina. Pode-se adicionar um pouco de glicerina à pasta (258). • • Propagação: divisão de touceiras. Adubação: incorporar 2 a 3kg de cama de aviário por cova. citado em 145). lábios secos ou rachados (294). anticancerígena. rutina e dois derivados glicosídicos do kaempferol (289). ferro. antidiarréica. folhas e sementes. anti-histérica. pouco onduladas. fenilamina. consolda-menor. prolina. icterícia. regulariza a pressão arterial (32). língua-de-vaca. tirosina. histidina. caule de 40 a 60cm. vermífuga (65). antibacteriana em conjuntivites (363). A raiz é escura externamente e alva internamente. antidisentérica. Hipertensos devem tomar o chá à guisa de água. Colheita: As folhas são colhidas a cada dois meses. tuberculose. Rendimento: A planta produz cerca de 150 folhas por ano. mas tolera os períodos de seca. antianêmica. bronquite (128). cálcio. C. Tolera a meia-sombra. zinco. consólida-maior. . Ocorre até 1. queimaduras. Após cada corte de folhas. Aplicar sobre as partes afetadas. orelha-de-burro. áspera e pilosa. nas raízes. alcalóides pirrolizidínicos (sinfitina e equimidina). a partir de um ano de cultivo. colina. manganês. FITOQUÍMICA: Ácido galo-tânico. levemente onduladas. anti-hemorroidária.60 a 2. CONFREI NOME CIENTÍFICO: Symphytum officinalis L. Renovação: embora a raiz da planta sobrevive até 40 anos de idade. na primavera e verão. cortes (258). Indicada ainda para hematúria. sinfitocinoglossina (283). aplicar 10g de nitrato de cálcio por planta. consólida. estacas e pedaços de rizomas da planta matriz. A raiz. de rizoma grosso e raízes fusiformes. mais pecioladas quanto mais próximas do solo. Colheita: inicia após um ano de cultivo. a cultura deve ser renovada a cada 5 a 6 anos. Florescimento: ocorre no verão. oco. catequina. INDICAÇÕES: Para o tratamento de úlceras (93) e gastralgias (65). furúnculos. Nutrição: planta desenvolve-se melhor a quando suprida com nitrogênio e cálcio. que envolve fluxo sangüíneo e vasoconstrição (289). pois as folhas novas são tóxicas. brancas. no final do outono até o final do inverno. úlceras (271). consoldamaior. Folhas ovado-agudas. Plantio: deve coincidir com períodos crescente de temperatura e umidade. anti-reumática (145).). Contém 9. anguloso e alado. areia).56 • • • Plantio: todo o ano. antidiabética. SINONÍMIA: Capim-roxo-da-rússia. amarga. vulnerária. que cresce em terrenos e relvados úmidos. destacando-se os minerais. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é muito ornamental. vivaz. laxante. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. áspero. Produção de sementes: não se constatou a formação de sementes viáveis. irritações na pele e dores nos olhos. bloqueio neuromuscular. B12. tônica. As raízes e os rizomas são coletadas só após o quarto ano. mas adapta-se aos subtropicais e até os tropicais. HABITAT: Espécie alóctone. Flores grandes. mucilagens. pirrolizidina.80m. no plantio. hemoptises (93). FARMACOLOGIA: Produz depressão do sistema nervoso central. ramoso. CLIMA: É originária de clima temperado. que é responsável pela hidratação e cicatrização de uma ferida em apenas um dia (ungüento da folha). nas costas e nos músculos. Elimina sardas. antiinflamatória. A planta encerra o alcalóide alantoína (257). mecanismos responsáveis pelo controle da patofisiologia das doenças coronarianas.06% (96). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hemostática. FITOQUÍMICA: Flavonóides. antileucêmica (32). Cultivada no Brasil em jardins e hortas. ácido pantotênico. cálcio. inibição da musculatura lisa (Vandelinde et al. que é a parte mais utilizada. estimulante da motilidade intestinal e antiulcerogênica (289). infundibuliformes. É citado como o vegetal mais rico em vitaminas e sais minerais. erva-do-cardeal. triptofano. antiedematosa (Gadelha e Menezes) e inibição da secreção gástrica (Hsu apud 120). fraturas e afecções ósseas. É higrófita. FORMAS DE USO • Alcoolatura: misturar 1 parte de sumo das folhas em 5 partes de álcool. leite-vegetalda-rússia. calmante e depurativa (68). raiz e folhas adultas. pêndulas e dispostas no ápice dos ramos em cimeiras geminadas curtas e escorpióides. fósforo (145). vemiculita. béquica e expectorante (145). alantoína (Walter Accorsi. orelhas-de-asno. diurética (260). isoleucina. originária da Ásia. arinina. melonina. Utilizam-se substratos leves e porosos para o enraizamento (casca de arroz tostada. ereto. sedativa (261). • Cataplasma: amassar as folhas até ponto de pasta e aplicar sobre o ferimento. valina. epicatequina. • • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Rizoma. mineralizante. As folhas superiores são sésseis.500m de altura. Adubação: 3 a 4kg/m2 de cama de aviário e 100g/m 2 de fosfato natural. O fruto é composto de quatro aquênios lisos e vernicosos. soltos e com um bom teor de umidade. Atua como indutor da produção calcária (257). cicatrizante (258).8 x 0.44 a 0. ferro. consolda. orelhade-vaca. feridas. tubulosas. PARTES UTILIZADAS: Rizomas. FORMAS DE USO • Infusão: 1 folha média por litro de água. minerais e ácido fólico. Cozida em vinho. INDICAÇÕES: Favorece a restauração de tecidos ulcerados. fósforo e zinco (32). antiasmática. combate a hemoptise e regula os fluxos sangüíneos. Doenças: as raízes são susceptíveis a fungos do solo. cistina. leucina. Os flavonóides existentes na planta promovem relaxamento vascular e inibição da atividade da proteína kinase e da fosfodiesterase nucleotídeo cíclica. todas são oval-agudas ou oblongo-lanceoladas. lasiocarpina. espinhas. resina. intoxicações gerais. FAMÍLIA BOTÂNICA: Boraginaceae. consólida-do-cáucaso. FITOLOGIA: Planta herbácea cespitosa. B2. manganês. acuminadas. cujo teor de cinzas é de 9. adstringente (283). TOXICOLOGIA: É abortiva (93).06% de cinzas (93). acuminadas. O teor de alantoína varia de 0.50% nas folhas (no verão) a 0. debilidade. A raiz é emoliente. hepatite (68). gastrite e senilidade prematura. confrey. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-hipertensiva.55%. cefalalgias. normaliza a atividade sexual e mantém a pigmentação natural do cabelo (145). fasciculadas. ou oblongolanceoladas. enquanto as demais.

debilidade orgânica geral em crianças (68). carminativa. • Propagação: sementes.8m de altura e 2 a 3cm de diâmetro.. febrífuga. Decôcto: ferver por 5 minutos 1 colher das de chá de rizoma em 1 xícara das de chá de água. heterosídeos cianogênicos e saponínicos.57 • • Emplastro: esmagar as folhas em água morna e aplicar sobre o ferimento 2 vezes ao dia. FITOLOGIA: Planta herbácea anual e sublenhosa de caule quadrangular. Tomar 3 vezes ao dia. oligúria. OUTRAS PROPRIEDADES • A raiz é adocicada e mucilaginosa. antiartrítica. leonuro. inflamações broncopulmonares. colocar o emplastro dentro de um pano antes de aplicar (257). corindiba. antiasmática. pelo alto teor protéico e pela alta produção de massa verde. liso. resultando em grande perda de sementes. e fraqueza em adultos. inicialmente. problemas digestivos (xarope das flores). apud 120) e causam relaxamento dose-dependente em preparação uterina (Rae et al. aumentam o inotropismo cardíaco in vitro (Calixto et al. hemorragias uterinas. • Plantio: agosto a setembro. na maturação. ácidos orgânicos. lactonas sesquiterpênicas (leonitina e trimetoxicumarina) (257). 6 a 7 semanas após a emergência das sementes. aveludado-pubescente. É heliófita. 50 a 200ml/dia (uso interno e externo) (341). As flores são pediceladas. graves lesões hepáticas (258) e carcinogênicas (145). cuneadas ou subcordiformes na base. desenvolve-se melhor e solos humosos. • É branqueadora de roupas (93). guarnecidas por brácteas espinhosas. CORONHA NOME CIENTÍFICO: Dioclea violacea M. porém amplamente disseminada pelos estados litorâneos do Brasil. com cerca de 5 a 10cm de comprimento. dispostas em rácimos multiflorais densos. As folhas do confrei tem uma pubescência irritante à pele. tornam-se rígidas na maturação. subtomentosas. micunã. cauda-de-leão. ocorrendo espontaneamente em dezembro. flucoside leonotina (283). verticilados. ⇒ 20g/litro. CLIMA: A planta vegeta melhor em clima quente e em áreas ensolaradas. rubim. devido aos alcalóides pirrolizidínicos. carne e mel de animais cronicamente contaminados pode também resultar em efeitos deletérios ao homem (140). • Obtém-se da planta uma tinta vermelha para o tingimento de peles e lãs. elefantíase incipiente (283). FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: ⇒ 2. com 1. olho-de-boi. SOLO: Prefere solos francos. Para úlceras internas. rubim-de-bola. maleita (120) e para a eliminação do ácido úrico (257). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônica. cordão-de-são-francisco. • É muito utilizada como forrageira.0 x 0. No caso de contusões e inchaços. béquica. antiespasmódica. • Colheita: novembro a dezembro. estimulante. diurética (283). HABITAT: Planta herbácea anual originária da África tropical e da Índia. O ponto de colheita das sementes é atingido quando pelo menos metade do agrupamento de cápsulas adquire a coloração castanha. cordão-de-frade-verdadeiro.5 e 1. úlceras. SINONÍMIA: Catinga-de-mulata. várias vezes ao dia (145). ⇒ 2 folhas maturas em 2 copos de água quente. FAMÍLIA BOTÂNICA: Papilionaceae. antitérmica (120). OUTRAS PROPRIEDADES • É usada para clarear roupas e repele insetos e roedores em grãos armazenados (257). metrorragia. SINONÍMIA: Cipó-de-imbiri. antinevrálgica e amarga (68). • • TOXICOLOGIA: O uso interno pode resultar em irritações gástricas. balsâmica. Cálice com 8 dentes. coração-defrade. ou seja. Tomar 3 xícaras ao dia (bronquite e tosse). . cordão-de-frade-pequeno. Compressa: usar o decôcto das folhas sobre feridas e queimaduras. manchada. • Florescimento: irregular. de 4 a 6cm de diâmetro. FARMACOLOGIA: O chá e o extrato hidroalcoólico relaxam a musculatura lisa. O consumo de leite.5%. unissulcado longitudinalmente em cada face. e castanho. apud 120). FITOQUÍMICA: Óleo volátil perfumado. ricos em matéria orgânica. anúria. • Xarope: 10 a 50ml/dia (341). AGROLOGIA • Espaçamento: 1. anti-reumática. antiasmática. anti-hemorrágica uterina. verdes. tomar 1 xícara em jejum e após as refeições (128).4m.. de pericarpo fosco. vulnerária (341). dispepsia. feridas (341). glabro. taninos. coroanha. Após a maturação das sementes. peitoral. Cápsulas demasiadamente maturas apresentam deiscência natural muito forte. que também são mutagênicos e pneumotóxicos. pau-de-praga. nem sombra. Encerram 4 frutos pretos trapezóides. CORDÃO-DE-FRADE NOME CIENTÍFICO: Leonotis nepetaefolia (L. Infusão ou Tisana: ⇒ 30g de folhas por litro de água (435). Utiliza-se também em banhos (257). com cálice pulverulento e corola bilabiada (lábio superior maior que o inferior). mucunã-assú.) W. O Ministério da Saúde do Brasil proíbe o uso interno do confrei (273). PARTES UTILIZADAS: Planta florida. As folhas são opostas. As cápsulas que constituem o capítulo globoso. ferindo facilmente a pele das pessoas. tolonga. ovadas até ovado-deltóides. simples ou ramificado. Não tolera geadas.T. pó-de-mico. em sulcos. A semeadura é feita diretamente a campo. antidisúrica (215). pode ocorrer uma certa dormência inicial das mesmas. Cada globo reúne em média 70 a 80 flores. Tomar 1 xícara das de chá 3 a 4 vezes ao ia. INDICAÇÕES: Usada para banhos em crianças debilitadas. formando capítulos globosos separados. finamente crenadas. • Produção de sementes: a colheita de sementes ocorre de janeiro a fevereiro. A ocorrência da planta está curiosamente vinculada à ocupação humana. sudorífica. estomáquica. gomas. vermelha ou laranja-amarelada. Aiton FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. por ocasião do início do florescimento. verde-escuras na face ventral e claras ou prateadas na dorsal. onde cresce subespontaneamente como invasora de terrenos cultivados e estritamente os ruderais. mucilagens. • Tintura: 5 a 25ml/dia. (257). Por ser nitrófila.

anti-hemorroidária. exsudando látex branco. pomares e áreas ruderais. chicórialouca. altos níveis de ferro.20m de largura. alcalinizante. as folhas e a planta tornam-se pequenas. quase rentes ao chão.45% de compostos nitrogenados e 0. O fruto é uma vagem séssil. Rizoma vertical. com 12 a 14cm de comprimento e 5 a 6cm de largura. diretamente no campo. antihemorrágica. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônico. originária de Portugal. não muito úmidos. liguladas. fistuloso. provitamina A. inulina. pois a falta de luz retarda ou inibe a germinação (sementes fotoblásticas). p-oxifenilacético e tartárico (145). Indicada ainda para a epilepsia (215). FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. glabras. sais minerais (notadamente potássio). diurética (257). Folhas em roseta basilar densa. taraxaco. vitaminas B e C (257). Irriga-se duas vezes ao dia. com cerca de 2 a 3cm de diâmetro e até 1cm de espessura. PARTES UTILIZADAS: Rizoma. pectina. óleorresina e carotenóides (128). relógio-dos-estudantes. triangulares ou oblongos. A parte aérea é anual. espesso. taraxacosídeo. com o hilo preto. As folhas contém 9. lactescente. SINONÍMIA: Alface-de-cão. • Florescimento: ocorre no início da primavera.200 sementes. febrífuga. com pelo menos 15cm de altura e 1. O teor de cinzas deve ser inferior a 10% (96). DENTE-DE-LEÃO NOME CIENTÍFICO: Taraxacum officinale Weber. estriado. acaule. Depositam-se as sementes sobre o solo e as comprime para maior aderência ao mesmo. FITOLOGIA: Trepadeira de grande porte. Folhas pecioladas. FITOQUÍMICA: Látex. óleo essencial e ácidos dioxinâmico. folhas e inflorescência. com o caule flexuoso. Fruto aquênio cinzento-azulado.000 a 1. antidiarréica. colerética. INDICAÇÕES: Previne o derrame e remove as seqüelas do derrame. abruptamente agudos no ápice e arredondados na base. contendo 3 a 4 sementes achatadas. AGROLOGIA • Ambiente: a planta deve ser cultivada em canteiros nivelados. soda e potassa (283). minerais de cobre (209). lactucopicrina. monocéfalo. húmus de minhoca ou 5 a 6kg/m2 de estrume de gado. radiados. As raízes contém taraxacina. • Castração: para uma melhor produção de raízes. expectorante. que cresce de 5 a 30cm em altura e cuja raiz pivotante amarelada pode atingir até 40cm. . quase glabros na face inferior e um pouco pubescente na superior. ovado-oblongos. que devem ser sempre submetidas ao calor. sudorífica. • Plantio: primavera.20 x 0. hipocolesterolêmica. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiescorbútica. • Produção de sementes: 1g de sementes contém 900 a 1. revestida por uma densa pilosidade ferrugínea. O solo deve ser bem preparado. antiinflamatória. runcinado-pinatífitas ou pinatipartidas. eliminando-se torrões e restos de plantas. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. alface-de-côco. castanho-avermelhadas. formando uma armação globóide que se rompe facilmente com o vento. Inflorescência violáceas com a base do estandarte amarela. desobstruente das vísceras abdominais (283). colina. Sob temperaturas mais altas. os laterais quase sésseis e o apical longo peciolulado. Flores amarelointenso. A abertura das flores ocorre em dias ensolarados.20m. oblongas ou lanceoladas. resultando na disseminação das sementes. anódina. principalmente como planta invasora de hortas. É esciófita. antidiarréica. • Plantio: outono. donde partem simultaneamente as folhas e os escapos floríferos. As sementes pré-germinadas são plantadas diretamente no campo. oblongo-fusiforme. cobalto. • Adubação: incorporar ao solo 2 a 3kg/m 2 de cama de aviário. incisados ou denteado-acuminados. frango. Um grama de sementes contém 900 a 950 sementes. salada-de-toupeira. • Tutoramento: para evitar-se o pisoteio e facilitar o manejo da planta. em goles (215). Faz-se a pré-germinação das sementes em uma bandeja com água. radicais. disposto sobre um comprido pedúnculo radical de cerca de 15 a 30cm. castanho-escuro e esbranquiçada no corte. glabro ou araquináceo. radite-bravo.58 HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul.350kg de raízes frescas ou 220 a 297kg/ha de raízes secas (93). colagoga (145). depurativa. formando um grande capítulo com invólucro duplo de brácteas externas mais curtas voltadas para baixo. resina e derivados triterpênico (96). • Padrão comercial: as raízes: devem medir até 30cm de comprimento e ter 5 a 20mm de diâmetro. dente-de-leão-dosjardins. • Propagação: sementes. coroa-de-monge. oco. coriácea. PARTES UTILIZADAS: Sementes. agudos. HABITAT: Espécie alóctone. • Rendimento: 1. antilítica biliar. soprão. utilizar cercas ou armações de arame para a condução da planta. • Alelopatia: a planta libera etileno. segmentos ou lobos desiguais. sendo o terminal mais amplo. fitosterol. • Propagação: sementes. É encontrada até 2. recoberto por densa pubescência castanha. A planta contém ainda alcalóides. hepática. sedosos. composta por três folíolos grandes. Tomar apenas uma xícara ao dia. níquel. hipoglicemiante. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. em covas. com os segmentos laterais virados para a base. • Colheita: inicia-se cerca de dois meses após a semeadura e é feita durante o ano todo (folhas) ou do outono ao inverno (raízes). aperiente. • Espaçamento: 0. ereto. As sementes não devem ser enterradas. tanino. meristemas da cepa e divisão de touceiras. levulina. anti-reumática (242). podendo afetar a fisiologia de plantas companheiras (209). disposta em rácimos eretos. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. cespitosa. vegetando desde as regiões equatoriais até as subtropicais. taraxerol. calmante nervoso (215) e parasiticida (94).000m de altitude (91). Cresce subespontaneamente em todo Brasil. As raízes contém até 25% de inulina. a partir das primeiras horas da manhã. laxativa. deve-se eliminar o pendão floral. duras. terminando com papilhos de pêlos brancos. pois o transplante de mudas interfere na formação da raiz. mas a subterrânea é perene. polimorfas. anti-hipertensiva. tônica.73% de carboidratos 2. cilíndrico. amargosa. chicória-silvestre. taraxasterol. vernicosas. mas encontra-se disseminada desde as regiões glaciais até o Equador.62% de matéria graxa (93). CLIMA: É de clima temperado. quartilho.: FORMAS DE USO • Infusão: até 1g do pó da semente por xícara de água. OUTRAS PROPRIEDADES: É utililizada como formicida (94). com cerca de 1cm de diâmetro. antianêmica (68).

• Vinho: 1 colher das de raízes em ½ copo de vinho tinto seco. dificulta o crescimento de plantas invasoras. picão. PARTES UTILIZADAS: Folhas. é calicida e anti-hemorrágico (93). conhecido como "café de chicória". ósseas. • Cultivada em jardins como planta ornamental. inclusas num grande invólucro bilobado vermelho até purpúreo. inteiras. sarda. enquanto que as estacas são enraizadas em areia. por aumentar a lactação e a qualidade do leite. tez. prisão de ventre (215). FAMÍLIA BOTÂNICA: Piperaceae. cuneadas na base. • Adubação: 3kg/planta de húmus de minhoca e 100g/planta de fosfato natural. Adubação: 2kg/planta de cama de aviário. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae.6m. quase fistulosos e com poucas folhas. As estacas devem ser enraizadas em vermiculita ou casca de arroz tostada. medindo até 7cm de comprimento por 4cm de largura. Utilizar estacas com cerca de 3 a 5mm de espessura e 20cm de comprimento. HABITAT: Planta subarbustiva perene autóctone do Brasil equatorial. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas. piorréia. úlceras de mau caráter. retém mais umidade e mantém estável a temperatura do solo. Tomar ½ xícara antes das refeições (desintoxicante hepático e depurativo). • As raízes. evita o adensamento do solo. • A planta também é forrageira. icterícia. umedecidas intermitentemente através de nebulização. gota. pequenas (1. • • • PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O extrato da raiz e o látex são vomitivos. A planta é xerófila e adapta-se bem a solos pobres. no centro. Flores diminutas. A base das estacas deve ser raspada com faca para permitir uma maior absorção de água. carnosas. SOLO: Desenvolve-se melhor em solos humosos ou ricos em matéria orgânica. afecções hepáticas (145). muito ramificada. leves e férteis. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. INDICAÇÕES: Indicada ainda para o tratamento de doenças de pele (93). O fruto é uma cápsula mais larga que comprida (9 x 7cm). especialmente para coelhos. • Plantio: agosto a setembro. INDICAÇÕES: Utilizada para o tratamento de sífilis. carneiros e vacas. biliares. plástico preto e outros materiais inertes. arbustiva. paludismo. Tipos de cobertura: casca de arroz. agudas ou acuminadas. FITOLOGIA: Subarbusto de caule e ramos nodosos. cárie dentária (68). CLIMA: Prefere regiões quentes e úmidas. • Suco: bater no liqüidificador 4 folhas.5m. ovadas. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato . • Salada: raízes e folhas novas podem ser consumidas cruas como estimulante da digestão. Colheita: inicia a partir do quinto mês após o cultivo. celulite. estimulante digestiva (128) e carminativa (271). água (1 copo) e gotas de limão (145). DOIS-AMORES NOME CIENTÍFICO: Pedilanthus tithymaloides Poit. organo-mineral. As sementes são ovóide-agudas. torradas e moídas. sapatinhodo-diabo. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Tomar 1 cálice antes das refeições (aperiente) (257). única. ELIXIR-PAREGÓRICO NOME CIENTÍFICO: Piper calosum L. arteriosclerose. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. Deixar macerar 10 dias. SINONÍMIA: Óleo elétrico. truncada na base e no ápice. As flores são vermelhas.10 x 0. Folhas alternas. oblongo-acuminadas.59 fortificante dos nervos (215). com a forma de um sapato. colesterol. FITOLOGIA: Planta perene. dão origem a um produto sucedâneo do café. SINONÍMIA: Dois-irmãos. o uso da planta deve ser feito sob orientação de um profissional habilitado OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é utilizada como cerca-viva e em renques. FORMAS DE USO • Macerado: deixar macerar por 1 dia 1 colher das de chá de raízes em 1 xícara das de chá de água. astenia. prevenção de derrames. vermiculita e/ou casca de arroz tostadas. • Propagação: sementes e estacas dos ramos. ácido úrico. A decocção de toda a planta é eficiente contra a amenorréia (93). FORMAS DE USO: Utiliza-se externamente. porosos.5mm). sapatinho-de-judeu. amareladas. obstipação. Além disso. • As flores fritas constituem um ótimo manjar.8 x 0. O látex. Os ramos são suculentos. • Propagação: sementes e estacas. Tomar 2 a 3 colheradas do suco ao dia (32). onduladas nas margens. as flores masculinas são numerosas e dispõem-se na circunferência e a feminina. alternas. As folhas são curto-pecioladas. renais e vesicais. coriáceas. O uso interno só deve ser feito mediante orientação médica. verrugas e para regenerar carne dilacerada. reumatismo. lactescente. • Mulching: é utilizada para evitar-se a contaminação das folhas basais com resíduos de solo. obtusas ou recurvadas no ápice. glabras. em abrigos cobertos com sombrite 70%. conforme a dose. obesidade. SOLO: A planta adapta-se a quase todos os tipos de solo. palha seca. pequena. sapatinho-dos-jardins.0 a 1. • Decocção: tomar 2 ou mais xícaras ao dia. oblongas. com nervura central saliente na face dorsal. porém não tolera os muito ácidos e encharcados. varizes e verruga. escarros hemoptóicos. flores e as raízes podem ser consumidas como hortaliça. É esciófita. • A planta é apícola. TOXICOLOGIA: Por encerrar látex cáustico e tóxico. acidose (242). Em regiões subtropicais o crescimento é muito lento. Plantio: primavera. 3-coca. aperiente. constipações. HABITAT: Espécie autóctone originária da Amazônia. dispostas em espigas carnosas. cáustico enérgico e acre. reunidas em cimeiras terminais densas. • Colheita: inicia um ano após o plantio. câncer. suculenta crescendo até 2m de altura. e as sementes também são comestíveis. As folhas exalam aroma de noz-moscada. com as nervuras proeminentes na face ventral. pele.

É uma planta típica de matas ciliares úmidas.20m de altura. sobretudo os úmidos. ambaitinga. com estrias e nervos. especialmente a Atlântica. Tomar 3 vezes ao dia (distúrbios respiratórios e mal de Parkinson). O suco da raiz é utilizado no tratamento de úlceras cancerosas (215). SOLO: Adapta-se a quase todos os tipos de solo. medindo cerca de 4mm. Os frutos são mais largos que os do funcho (Foeniculum vulgare). EMBAÚBA NOME CIENTÍFICO: Cecropia glaziouii Snethlage. É cultivada no Brasil em jardins e hortas. a parte livre é ovado-aguda. As folhas são largas. funcho-bastardo. antileucorréica. imbaubão. figueira-de-surinam. quatro em cada uma das espatas. • Pragas: as folhas da planta são freqüentemente atacadas por lagartas e formigas-cortadeiras. pirrolina. As folhas são adstringentes. . alcalóides e taninos (145). oligúria. na face dorsal. antihidrópica (68). É glabra. Os receptáculos femininos são cilíndricos. com cerca de 3cm de comprimento. CLIMA: Prefere o clima quente e úmido. A planta cresce melhor em solos aluviais. digestivas. semelhante ao mamoeiro. raiz. Ventos e chuvas fortes causam acamamento das planta. contendo substrato organo-mineral. além de prejudicar a frutificação. árvore-da-preguiça. cólicas hepáticas (32).0. tenras. que medra em terrenos baldios e searas. diurética. MODO DE USO • Suco: ⇒ extrair o suco da raiz e diluir 1 colher das de sopa em 1 xícara de água. é utilizado topicamente em úlceras gangrenosas e cancerosas. oligo e poli catequinas). hemostáticas tópicas (9). ibaituga. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. bem drenados. que é cáustico. divididas em lacínias filiformes. de 30cm de diâmetro. rouquidão e afecções da garganta (271). um tanto sinuosos. A semeadura é feita em saquinhos plásticos ou recipientes perfurados. É heliófita.60 FITOQUÍMICA: Maticina. • Poda: através do corte apical da planta. arredondadas. oco. As folhas são 3-pinatisectas. pau-de-lixa. antigripal e reguladora do ritmo cardíaco (215). HABITAT: Espécie alóctone mediterrânea. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cecropiaceae. Períodos de estiagem aceleram o ciclo da planta.5 a 7. frutos e brotos (uso interno) e látex (uso externo). glaucescente e apresenta o caule estriado de branco e verde. ibaíba. As nervuras primárias e secundárias da face dorsal são avermelhadas. hipotensora. comestíveis. à guisa de asas. uretrite. catarro nasal. HABITAT: Planta arbórea perene autóctone. As flores amarelas possuem cinco pétalas inteiras recurvadas para o lado de dentro. fresca. antidiarréicas. • O tronco é utilizado como estiva de barcos. verrugas e úlceras gangrenosas (145). prostatite. semelhante ao figo. a face ventral é escabrosa e áspera e a dorsal alvo-tomentosa. FITOLOGIA: Planta herbácea anual que atinge até 1. Cresce entre 12 a 15m de altura. citral. FITOLOGIA: Árvore perene de tronco reto. • Uso tópico: pingar 5 gotas do látex em feridas. torém. esgalhado. O látex. flavonóides. cordiformes. INDICAÇÕES: É ainda utilizada para o tratamento de bronquite. ambaíba. Estão dispostas em 4 a 8 umbelas com 15 a 40 raios desiguais. em 2 xícaras de água. estas externamente tomentosas. O fruto é um diaquênio com uma semente marrom. peltadas acima do centro. cobertos com leve tomento alvo. antiblenorrágica (32). OUTRAS PROPRIEDADES • A casca pode ser utilizada para curtir o couro e a madeira fornece matéria prima para o preparo de carvão (128). antiblenorrágico e diurético (93). mirceno. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. estimulante do músculo cardíaco (271). antiasmática. proantocianidinas (mono. SINONÍMIA: Ambahú. baibeira. expectorante (145). incisivo. Tomar um gole de hora em hora (32). suporta bem períodos de frio. visíveis com lente e. hepática. com pelo menos 400ml de capacidade. odontálgico. pastagens. imbaíba. ⇒ ferver 2 folhas em 1 litro de água. aperiente e antisséptica (271). coqueluche (257). Embora seja de clima sul-mediterrânico. Apresenta 4 receptáculos femininos. • Decocção: ⇒ 20g de raiz para 1 litro de água. • Produz fruto comestível. diurética. e com pH entre 6. SOLO: Prefere solos francos. picante. jamborandina. Solos muito argilosos dificultam as trocas gasosas e predispõem à doenças. férteis. cardiotônica (257). anti-hipertensiva (235). A raiz axial é delgada e as secundárias esbranquiçadas. e medula branca. SINONÍMIA: Aneto. ambati. vulnerária. mal de Parkinson (68) e diarréia. enquanto os arenosos facilitam à ocorrência de nematóides e deficiências nutricionais. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da cistite. é portanto. ENDRO NOME CIENTÍFICO: Anethum graveolens L. Tomar 3 xícaras ao dia (hipotensora e diurética). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. ambaú. pecioladas e se dilatam na base em uma ampla bainha. Pode-se colher até 100% das folhas da árvore. de outubro a março. anúria. heliófita. aparecendo também em pomares. inteiriços. PARTES UTILIZADAS: Folhas. que se reproduz precocemente em detrimento da produção de sementes. caixeta. • Propagação: sementes. obtém-se o perfilhamento da planta e a redução da sua estatura. levemente alcalinos e porosos. até 600m de altitude (182). • Plantio: ano todo. Solos encharcados são prejudiciais. ⇒ 1 folha nova. piperetina. Sobre sua superfície dispõe-se 3 costelas dorsais e duas marginais. que são colhidas dos frutos. safrol e taninos (9) PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O fruto é acre. béquica nervosa. tolerando até os solos ácidos e argilosos. CLIMA: A planta vegeta espontaneamente em regiões onde a temperatura média de verão é inferior a 20oC (182). verrugas e chagas crônicas (145). beira de estradas e capoeiras. divididas em 8 a 9 lobos unidos pelos dois terços a partir da base. chavicina. • Colheita: um ano após o plantio. os masculinos são numerosos. quando matura. ambaí. A planta não suporta sombreamento. FITOQUÍMICA: Glicosídeos (orientina). Bater em liqüidificador. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia (32). imbaúba. umbaúba. atenuante. antidiabética.

por ser muito prolífera. As flores são amarelas com as sépalas abertas. SOLO: Prefere solos arenosos e humosos. cidrilha. diretamente no campo ou em bandejas de isopor contendo substrato orgânico poroso. com estolhos rastejantes e compridos. melitéia. • Florescimento: agosto a setembro. dispende-se cerca de 1. aerofagia e meteorismo. podem provocar ferimentos em pessoas e animais. ânsia de vômito. As sementes são colhidas através do corte das umbelas. Coar. FITOQUÍMICA: Óleo essencial. • As folhas são mais anisadas e amaras. • Tutoramento: em regiões onde são comuns ventos fortes. As sementes contém cerca de 3 a 4% de óleo essencial (163). antiemética. com os ramos eretos. soluços. estomacal. hipnótica. a planta pode se tornar infestante. Fruto aquênio. antihemorroidária (93) e cicatrizante (271). saladas e pepinos em conservas. peixes e conservas de hortaliças. • Cuidados gerais: em regiões de clima mais ameno. tanino e carvona. ERVA-CIÁTICA NOME CIENTÍFICO: Ranunculus repens L. insônia (128). FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. que cresce espontaneamente em áreas montanhosas e submontanhosas do sul e centro da Europa. • Florescimento: ocorre aos 90 dias após a semeadura. • Plantio: deve ser feito no início da primavera. É subespontânea no sul do Brasil. por serem contundentes. aromática.25m. Quando ocorre sombreamento.. depurativa. a medida que a cor dos frutos declina para castanho. antidiarréica (271) e antisséptica. as plantas devem ser tutoradas verticalmente com varas de bambu com 1. • Propagação: sementes. ou de aluvião. estimulante. São utilizadas picadas nos molhos brancos.ferver em ¼ de litro de água. Em semeadura direta são necessários 6 a 7kg de sementes para o plantio de 1 hectare. fresco e pouco picante.3 x 0. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. FARMACOLOGIA: A planta mostrou forte atividade antiinflamatória em ratos (Dal Magro. melissaverdadeira. limonete. AGROLOGIA • Espaçamento :0.5 x 0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Ranunculaceae. pois ocorre cruzamento interespecífico. Abafar por 5 minutos e coar. doces. Para o plantio em sementeiras. resina. SINONÍMIA: Chá-da-frança. flores e folhas. citado por CECHINEL et al. mata-boi. utilizadas como condimento e na preparação de licores. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-reumática. fendidos e denteados. resolutiva (93). • Colheita: ocorre 4 a 5 meses após a semeadura. HABITAT: Espécie alóctone. É indicado para o resfriado (294) OUTRAS PROPRIEDADES • As sementes possuem um odor agradável e forte.12kg de sementes (182). A colheita de sementes em períodos chuvosos diminui sua qualidade fitoquímica e a conservação. durante 5 minutos. • Ervas daninhas: manter a cultura livre de concorrência. A semeadura pode ser feita diretamente a campo ou em badejas de isopor contendo substrato organomineral.61 AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Coar e tomar 1 xícara das de chá antes de cada amamentação (para favorecer a lactação e contra gases intestinais) ⇒ 1 colher das de sopa de sementes (para ânsia de vômito) ⇒ 4 colheres das de café de sementes. aperiente (257). um pedaço de canela e uma colher das de café de folha de eucalipto. Quando a luminosidade é plena.7m. • Produção de sementes: outubro-novembro. ervacidreira-verdadeira. SINONÍMIA: Erva-do-monge. Os frutos. FORMAS DE USO: Cataplasma: folhas contusas. • Propagação: sementes.5 a 1. aplicadas topicamente sobre as articulações (215). 1996). hiperacidez estomacal. PARTES UTILIZADAS: Sementes. ranúnculo-rasteiro. TOXICOLOGIA: As folhas são muito tóxicas. 1996). • Nutrição: a planta é nitrófila. Semeia-se no outono. do tipo craspédio. matérias nitrogenadas. • Plantio: maio a junho. As folhas são 3-sectas com os segmentos peciolados. ATIVIDADE BIOLÓGICA: A planta apresentou atividade bactericida contra Salmonella typhymurium (Dal Magro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa. citronela-menor. rente ao solo. sendo portanto necessária adubação orgânica no plantio e nitrogenada em cobertura. durante 5 minutos: ⇒ 1 colher das de café de sementes. CLIMA: É de clima temperado. mas adapta-se ao subtropical ameno. O retardamento da colheita resulta em perda de princípios ativos e deiscência espontânea das sementes. É heliófita. FORMAS DE USO • Decocção . adoçar com mel e beber antes das refeições (digestivo) • Vinho: ferver em ¼ de litro de vinho tinto 1 colher das de café da semente do endro. ERVA-CIDREIRA NOME CIENTÍFICO: Melissa officinalis L. Coar e tomar com suco de limão (soluços) ⇒ 2 colheres das de café de sementes. diurética (144). citado por CECHINEL et al. de setembro a dezembro. FITOLOGIA: Planta vivaz. não podendo ser usadas internamente. • Secagem: as sementes devem ser desidratadas à temperaturas nunca superior a 37oC (182). liso nas faces. mucilagem. Não tolera solos ácidos e compactados. pubescente ou hirsuta. melissa-romana. digestiva. . a planta apresenta-se prostrada. INDICAÇÕES: Utilizada para o tratamento de cólicas. resfriado (294). lactogênica (294). a planta assume uma arquitetura tipo moita. Evitar o plantio simultâneo e próximo de funcho. sendo o médio mais comprido. antiespasmódica. disposto em glomérulos radialmente espinhosos e pontiagudos. PARTES UTILIZADAS: Folhas. HABITAT: Originária das regiões boreais temperadas. • Rendimento: 500 a 700kg/ha (163). melissa.3m.

peninervadas. pensicáriaurente. com flores pequenas (2 a 3mm de comprimento). persicária. menos a raiz. cresce melhor à meia-sombra. resfriado. tenesmo. em saquinhos plásticos ou recipientes perfurados contendo substrato organo-mineral. apiculada. tosse. problemas nervosos (257). digestiva. histerismo. à beira de riachos e lagoas. quando é vegetativa. pineno. inicialmente. Possui ócreas de 12 a 16mm de altura. OUTRAS PROPRIEDADES • Melífera. debilidade geral. hipocondria. ramificado a partir da base. afecções gástricas. cãibras intestinais.20m. áreas paludosas rasas. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de estrume de gado. • Lavagens intestinais com o infuso (tenesmo e diarréia de sangue) • Bochechos: dores de dente. radicante nos nós. Embora não seja planta esciófita. A planta é exigente em umidade no solo e devido a isso. persicária-mordaz. dores nos olhos. A planta fresca tem 0. estimulante. • Pragas: deve-se proceder o controle às formigas. má circulação sangüínea. • Aromatizante em culinária (saladas de hortaliças e frutas. Quando colhida após o florescimento da planta. citronelal (30 a 40%) (280). icterícia. lineares ou subfiliformes. brilhante. tipo espigas gêmeas ou subracemosas. • Renovação da cultura: após o terceiro ano.800kg/ha de folhas desidratadas (182). É heliófita. FAMÍLIA BOTÂNICA: Polygonaceae. linalol e geraniol.1%. com folhas pequenas. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. sementes e estacas dos ramos. ERVA-DE-BICHO NOME CIENTÍFICO: Polygonum hydropiper Michaux. na primavera até início do verão. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo citral (20 a 30%). Cresce até 1m de altura. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. petincobe. Cresce espontaneamente em áreas uliginosas. cefalalgias. pimenta-aquática. caataiá. FARMACOLOGIA: O citral e o citronelal tem efeito sedativo. Locais muito sombreados reduzem o aroma das folhas. • Quando jovem. porém obtém-se um maior índice de pegamento e mudas de maior qualidade produzido-as em ambiente sombreado (sombrite 50 a 70%). É encontrada até 1. Tomar 1 xícara das de chá 4 vezes ao dia (257). CLIMA: É planta típica de climas temperados. quando a propagação é feita por sementes e setembro. ricos em matéria orgânica. pericardite. rizomatosa e vivaz. de textura média e com bom teor de umidade. ereto. pimenta-d’água. estomáquica. diarréia de sangue. insônia. Folhas alternas. com pecíolo invaginante. além de haver um declínio no aroma das folhas. ⇒ 1 xícara das de cafezinho de folhas verdes picadas para ½ litro de água.200m de altitude (383). de secção quadrangular. limoneno. reticulada dorsalmente. O extrato cru das folhas apresenta atividade antiviral. revestida pelo perigônio (199). ramificado. eretas. profundos. As flores são brancas. ovais. CLIMA: É de clima temperado. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. A segunda colheita ocorre 45 dias após a primeira. onde a temperatura gira em torno de 20oC. onde é cultivada. • Propagação: divisão de rizomas. 0. fígado e intestino (32). a planta emana um suave e agradável perfume de limão. • Colheita: quatro a cinco meses após o plantio. O fruto é uma núcula triangular-globosa. emenagoga (283). composto ou húmus de minhoca. de caule ascendente. sendo que o teor de cinzas varia de 10 a 12% (96). enxaquecas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Calmante. carminativa. adpresso-pilósulas.014 a 0. A folha apresenta um forte sabor apimentado. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 25 a 50g de folhas por litro de água. subsésseis. catária. gastralgia. desmaios. artralgia. Folhas grandes. paralisia. várzeas úmidas e sujeitas à inundação. cataia. citronelol. HABITAT: Espécie autóctone. pimenta-do-brejo. antinevrálgica. Ventos frios e geadas são deletérias à planta. espasmolítico e bactericida (280). tônica dos nervos. • Plantio: outono. especialmente na região sul do Brasil.000m de altitude (96). em diarréias (224). de coloração verde-avermelhado e glabro. • Rendimento: 10 a 15t/ha de parte aérea ou cerca de 1. capetiçoba. Cresce espontaneamente em locais sombrios e úmidos. Seu crescimento é variável conforme às condições de solo e luminosidade. Insolações excessivas torna a planta raquítica. mas varia entre 30 a 60cm de altura e 40 a 60cm de diâmetro de moita. Ocorre até 1. SOLO: Prefere solos férteis.62 norte da África e Ásia. para dores de estômago. pálidas e arroxeadas. succínico e resinas. períodos de estiagem causam amarelecimento e redução no tamanho das folhas. estreito-lanceoladas. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (283). clorogênico (257). Inflorescência terminal e axilar. catala. carenado-serreadas. SINONÍMIA: Acataia. • Folhas frescas: aplicar sobre os olhos. INDICAÇÕES: Usada no tratamento de feridas. as folhas podem apresentar um aroma semelhante ao percevejo (283). negra. antiespasmódica. capetiçoba. . O sabor é adocicado e um pouco amargo. potincoba. erva-pulgueira. O caule dispõem-se em tufo. capitiçoba.15% de óleo essencial e as folhas secas. O transplante é feito quando as mudas apresentam 10 a 15cm de altura. caxumba. FITOLOGIA: Planta herbácea perene.80 x 0. verde-claras. persicária-do-brasil. com 8 a 12cm de comprimento. omelete e molhos) e no preparo de licores. • Suco: mistura-se um pouco de sal às folhas contusas (caxumba) • Cataplasma: aplica-se sobre o ventre. antidispéptica (93) e hipotensora. Aplicar 5g/m2 de uréia aos 40 dias após o transplante. drenados. epilepsia. opostas. O plantio dos rizomas pode ser feito diretamente a campo. nervuras salientes. pecíolo com 3 a 5mm. com perigônio 5-partido formado por tépalas branco-esverdeadas. Já está completamente adaptada ao Brasil. valas de drenagem. arrotos. desenvolvendo-se bem em água fria (199) . cordial. odontalgias. ácidos caféico. e depois glabrascentes. capiçoba. atenuadas nas duas extremidades. fistuloso. As folhas são de um verde intenso na face ventral e verde-claras na face dorsal. vertigem (32) e catarros crônicos (93). hermafroditas. cerdosas na parte superior e glabrascentes quando velhas. para inflamações. • Florescimento: não se constatou o florescimento desta espécie no Litoral Catarinense. delgado (3 a 4mm de espessura). tanino. do continente americano. sedativa. palpitação do coração. lanceoladas pecioladas.

antidiarréica sangüínea. • Plantio: ano todo. em infusão. saponinas. Deve ser feita em pleno florescimento. afecções renais. esparsas. Esfriar. antialérgica. • Colheita: ocorre 1 mês após o plantio. varizes. adstringente. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antidisentérica. vermicida. INDICAÇÕES: Utilizada nos casos de paralisia e congestão cerebral (242). As folhas são verdes. retenções de urina (283). antocianinas. FORMAS DE USO • Geral: 30g/dia. róseo ou avermelhado. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (145). ramificado. quando maturo. Ferver por 5 minutos. revulsiva. rebentos do rizoma e estacas do caule. com manchas avermelhadas ou castanhas. • Clíster: 20g para 1 litro de água (hemorróida e congestões cerebrais) (32). diarréias sangüineas (93). Por ser uma planta higrófita. aerados e humosos. Fazer ablução da região anal várias vezes ao dia. • Decocção: ferver por 10 minutos 100g de planta seca em 2 litros de água.30m. PARTES UTILIZADAS: Folhas e ramos. principalmente antes e após à evacuação. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. as mudas desidratam-se muito rapidamente. • Infusão ⇒ 3 colheres das de sopa da planta fresca em 1 litro de água. úlceras. quase sésseis. como cicatrizante. Para erisipela utilizar 30g para 1 litro de água. quando imaturo. cumarina (145) e nitrato de potássio (128). FAMÍLIA BOTÂNICA: Polygonaceae. disenteria bacteriana (145). ornado na base com ócreas ciliadas e membranosas com 1. adaptando-se também ao subtropical. antiblenorrágica. hemostática. compostos fenólicos. ou em terrenos com uma pequena lâmina de água. A semeadura pode ser feita diretamente a campo. simples. necessitando de cobertura dos rebentos para reduzir a radiação e a temperatura. As flores são rosadas. Tomar 3 xícaras das de chá ao ⇒ dia (257). antiartrítica. com os nós proeminentes. ferver e deixar esfriar. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é melífera. formadas por 5 tépalas. Tomar 1 a 2 xícaras ao dia (32). de úmidos à encharcados. crescendo em terrenos úmidos. anti-hemorroidária (283). AGROLOGIA • Ambiente: a planta deve ser cultivada em áreas úmidas. medindo cerca de 2mm de comprimento. As folhas consumidas pelo gado conferem um sabor desagradável ao leite (257). ⇒ 10g para 1 litro de água. cicatrizante. Deve ser feita em pleno florescimento. ERVA-DE-BICHO NOME CIENTÍFICO: Polygonum persicaria L. colerética. com 3 a 4cm de comprimento. antraquinonas. edemas. cilíndrica. o crescimento da planta deve ser contido através de podas regulares e capinação das plantas guachas.63 SOLO: Prefere solos argilo-arenosos. glicosídeo. ⇒ 10g de erva em ½ litro de água. • Colheita: ocorre 1. luteolina. litíase. ⇒ 3 colheres das de sopa da erva em ½ litro de água. com base e ápice acuminados. liso. glabro. a partir de setembro. • Podas: devido à sua alta prolificidade. antiinflamatória (145). fragilidade capilar. acético. butírico (257). FITOLOGIA: Planta herbácea. a lanço. as mudas desidratam-se muito rapidamente. ácidos gálico. • Propagação: sementes. e atroavermelhada. rutina. massageando levemente. menopausa. persicarina. medindo 40 a 60cm de altura. liso. Também conhecida pelos nomes populares de Polygonum hydropiper. malônico e poligônico. enterite e indigestão. congestões cerebrais. o crescimento da planta deve ser contido através de podas regulares e capinação das plantas guachas. estrangúria. • Compressa: ⇒ 3 colheres das de sopa da planta seca em ½ litro de água quente. estimulante. • Espaçamento: 0. emenagoga (271). coar e fazer ablução anal por 30 minutos. SOLO: Prefere solos úmidos. • Infusão ⇒ 3 colheres das de sopa da planta fresca em 1 litro de água. estimulante. Caule ereto.30 x 0. • Florescimento: primavera e verão. Tomar 3 xícaras das de chá ao . Embeber em gaze e aplicar sobre o ferimento. FITOQUÍMICA: Quercitina. glabro. antitérmica. por algumas horas (257). • Podas: devido à sua alta prolificidade. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: vulnerária e odontálgica (242). Inflorescência racimosa espiciforme. Adstringente. antisséptica. elíptico-alongadas. PARTES UTILIZADAS: Folhas. FORMAS DE USO • Geral: 30g/dia. INDICAÇÕES: Útil também para o tratamento de febres malignas. anual. homeotensora vascular.30 x 0. finamente alveolado e de coloração ocre. HABITAT: Espécie originária da Europa e subespontânea no Brasil. Repetir 3 vezes ao dia (257). iso-hametina. ou reumatismo. brilhante. erisipela (257). compacta. mas não encharcados. Esfriar e aplicar topicamente em reumatismo e ferida (145). Tolera os solos ácidos.30m. diurética. sífilis (32). SINONÍMIA: Persicária-de-pé-vermelho. medindo 10 a 14cm de comprimento por 3cm de largura. alternas. A semeadura pode ser feita diretamente a campo. flores e ramos. O fruto é uma núcula lenticular. • Florescimento: o ano todo. TOXICOLOGIA: A planta é abortiva e contra-indicada para mulheres em menstruação. de textura crustácea. taninos. CLIMA: É de clima temperado quente.5 a 2cm de comprimento. em infusão. cilíndrico. vaso-constritora e depurativa. necessitando de cobertura dos rebentos para reduzir a radiação e a temperatura. rebentos do rizoma e estacas do caule. ⇒ 50g de erva seca em 1 litro de água. a partir de setembro. Por ser uma planta higrófita.5 mês após o plantio. • Utilizada na indústria da cana para refinar e condensar o açúcar (257). • Propagação: sementes. a lanço. persicariol. anti-reumática (257).

com base cuneiforme e ápice arredondado. • Suco: utilizam-se as folhas para cálculos urinários. gripes fortes e intermitentes. • Florescimento: dezembro a abril. picadas.4m. FORMAS DE USO • Infusão e decocção: utilizam-se as folhas para afecções respiratórias e reumatismo. o ramo deve ser raspado com uma faca para expor o tecido vivo. antiasmática e anti-hipotensora (215). ricos em matéria orgânica e úmidos. Decocção: ferver por 10 minutos 100g de planta seca em 2 litros de água. Após. lisa. heliófita ou esciófita. Pecíolo com 0. SINONÍMIA: Erva-de-veado. As flores aduzem coloração violácea a azul-claro. por algumas horas (257). • Plantio: abril e outubro. polyrhizus. As sementes podem ser germinadas em alginato hidratado. sossoia. com flores em tríades que se dispõe em pares. sudorífica. O Estado de Santa Catarina é o limite austral de sua ocorrência (334). como cicatrizante. as sementes ou mudas devem ser implantadas sobre ramos jovens de árvores.. e as superiores alternas. Esfriar e aplicar topicamente em reumatismo e ferida (145). FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. úlceras externas (215). INDICAÇÕES: Indicada para bronquite. principalmente antes e após à evacuação. ou reumatismo. massageando levemente. saçóia. antidiabética. medindo 40 a 80cm de altura. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. medindo 12 a 25cm. erva-grossa. utilizam-se as raízes para febres e como adstringente e tônico. emoliente. Ocorre parasitando árvores expostas. encontrada na mata pluvial atlântica. As folhas consumidas pelo gado conferem um sabor desagradável ao leite (257). Folhas alternas ou opostas. finos.4 x 0. Fazer ablução da região anal várias vezes ao dia. verdes. trepadores. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. medindo 2mm de diâmetro. CLIMA: É de clima tropical. feridas. pneumonia. ferver e deixar esfriar.64 ⇒ dia (257). tônica. ovaladas. Esfriar. catarros pulmonares. erva-do-diabo. anticancerígena (271). Após a germinação. caquizeiros. CLIMA: É de clima subtropical. coqueluche (257). diurética. adaptando-se ao subtropical. fumobravo. purpúrea. Externamente. terrenos abandonados. Flores amarelo-esverdeadas. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. subcoriáceas. feridas (68) e elefantíase (242). emitindo raízes adventícias que se prendem na planta hospedeira e lançam novos rebentos vegetativos ou reprodutivos. caule pubescente. Hospedeiros preferenciais: Citrus. • TOXICOLOGIA: A planta é abortiva e contra-indicada para mulheres em menstruação.7 a 1. ingazeiros. vulnerária. numerosos. Compressa: ⇒ 3 colheres das de sopa da planta seca em ½ litro de água quente. É feita no início do florescimento. • Polinização: entomófila • Colheita: inicia a partir do segundo ano após o início do parasitismo. As folhas são sésseis. Para facilitar o parasitismo. capoeiras e pastagens da área de mata pluvial da Encosta Atlântica. podendo ser até quase branca. • Cataplasmas: folhas frescas.B. Para erisipela utilizar 30g para 1 litro de água. lavar em água corrente e deixar secar. úlceras. com pétalas espatuladas. • • ERVA-DE-PASSARINHO NOME CIENTÍFICO: Struthanthus polyrhizus Mart. Clíster: 20g para 1 litro de água (hemorróida e congestões cerebrais) (32). antilítica. flexuosos. anti-sifilítica (68). FITOLOGIA: Planta herbácea. as plântulas são afixadas no ramo hospedeiro com fita crepe ou similar. ERVA-DE-COLÉGIO NOME CIENTÍFICO: Elephantopus mollis H. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia (145). O suco fresco das folhas combate cálculos urinários. paniculadas. As sementes podem ser semeadas em sulcos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Loranthaceae. protegidos por brácteas foliáceas grandes. O fruto é uma pseudobaga ovóide ou elipsóide. béquica (257). fumo-da-mata. • Propagação: sementes. joão-bolão. Os haustórios são estruturas rizomórficas que penetram no tecido do hospedeiro para retirar a seiva elaborada. SOLO: Pouco exigente quanto aos tipos de solo e o grau de fertilidade. medindo 3 a 5cm comprimento por 2 a 3cm de largura. afecções da pele. frieiras e distúrbios da idade crítica (271). • Propagação: sementes. ereto-divaricadas. suaçu-caá.0mm. suaçúcaá. hemostática. diretamente em canteiros. perene. Porém cresce mais abundantemente e vigorosamente em solos revolvidos. antireumática. Inflorescências terminais. lisos. suçuaia. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta parasita. suculenta. HABITAT: Espécie autóctone. Cresce espontaneamente em bosques. como cicatrizante (68). no segundo ano do ciclo. glabra. para facilitar a germinação. febrífuga. béquica e resolutiva (242). as basais enrosetadas. suçaiá. Embeber em gaze e aplicar sobre o ferimento. INDICAÇÕES: Bronquite. adstringente. ⇒ 10g para 1 litro de água. mas principalmente árvores de pomares de Citrus. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anticatarral. suçauaiá. ⇒ 10g de erva em ½ litro de água. pubescentes. afecções uterinas. Devem ser tratadas com ácido clorídrico 1N. língua-de-vaca. • Colheita: 3 meses após o plantio. • Frutificação: verão e outono. var. sutilmente nervadas.K. suaçuaia. cardiotônica. Inflorescência corimbiforme. Ramos subcilíndricos. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. parasita. ⇒ 50g de erva seca em 1 litro de água. . A raiz é utilizada para o tratamento de febres astênicas (57 e 211). durante 2 minutos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. sob luz difusa. reunindo capítulos sésseis. medindo até 1cm de comprimento. coar e fazer ablução anal por 30 minutos. pé-de-elefante. • Florescimento: primavera-verão. Repetir 3 vezes ao dia (257). Indicada para abrandar o calor da menopausa (271). Ferver por 5 minutos. Tomar 1 a 2 xícaras ao dia (32). ⇒ 3 colheres das de sopa da erva em ½ litro de água.

terrenos baldios. var. FITOLOGIA: Planta subarbustiva anual ou vivaz. ácidos butírico e salicílico (257). Portugal. sobretudo no verão. ovaladas. cicatrizante. fortemente aromáticas. sulcado longitudinalmente por sulcos rasos e verdes. • Doenças: A planta é susceptível à Cercospora sp. et Hook) Troncoso. 1% nas sementes). oblongo-lanceoladas. opostas. carnes e ensopados.760m de altitude (179). antiulcerosa. pequenas e com suave perfume balsâmico. erva-vomiqueira. vainilina (139) e alcalóides (Smolenski. glicol. superiores). Noctacosano. com sal. cineol. balsâmica. e as sumidades apresentam aroma desagradável. anticancerígena (271). histamina. com pubescência rala e curta. • Plantio: outubro a dezembro. no verão. formada por numerosas flores brancas. As folhas menores reúnem em fascículos axilares.5% de ascaridol (154). cólicas. aromática. fenóis. quenopodina. béquica (167). insônia (68). Cresce espontaneamente em áreas de aluvião de rios. Ocorre até 2. antiasmática. que são extremamente numerosas na planta. que causa prejuízos à produção de folhas e sementes. uma planta nitrófila.5 x 1. mentrei. cineol. N-heptacosano. erva-formiga. pecioladas (as da base) e sésseis e glandulosas (folhas . muito olorosa. hidrocarbonetos. béquica (215) e anticancerígena (271). dores de estômago. erva-embrósia. distúrbios renais. emoliente (120). antisséptica tópica (261). SINONÍMIA: Ambrisina. ambrosina. O fruto é um utrículo globular. N-hentriacontano. chá-dosjesuítas. sudorífica. caacica. FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae. uzaidela. mentruz. antigripal. erva-das-cobras. É utilizada também para o tratamento de angina. safrole. erva-das-lombrigas. afecções da pele. antiinflamatória. contusões (258). xerofíticos e subxerofíticos (87). ácidos orgânicos. localizada nas das folhas superiores à guisa de uma longa panícula. vulnerária. HABITAT: Espécie autóctone das regiões tropicais da América. mata-cobra. brilhantes. antiespasmódica. Frutos tipo aquênio. Inflorescência racimosa espiciforme solitária. contendo ácidos graxos. menstruço. ambrosia. INDICAÇÕES: As folhas são utilizadas em cataplasma em qualquer tumor.5% nas folhas. O uso de nitrato de potássio a 0. mata-cabra. Argentina. A estaquia é feita ao final do inverno e início da primavera. trevo-de-santa-luzia. ambrosia-doméxico. antipalúdica. 3-0-glicosídeo de quercitina. As folhas são alternas. sobretudo do México. mentraz.79%). digestiva. Itália e Turquia (255). muito ramificado. É. Se adapta bem em terrenos argilosos. denteadas. cravinho-do-campo. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de resfriados. antinevrálgica (215) e anti-hemorroidária (9). • Florescimento: verão. ambrosídeo. apresenta maior teor de ascaridol. ácidos e compactos. membranoso.5m. erva-de-bicho. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. antiespasmódica. erva-formigueira. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene que cresce cerca de 2. p-cimeno (179). sedativa. arenosos. e glandulífera na face dorsal. encanoadas.5 x 0.. estimulante (242). afecções discrósicas do aparelho digestivo (242). • Florescimento: fevereiro a maio. Apresenta folhas lisas. quenopódio. carveno (46%). PARTES UTILIZADAS: Folhas. terpenos. • Propagação: sementes e estaquia. A semeadura pode ser feita em bandejas de isopor de células grandes. pectina. diurética (258). β-pineno. apud 18). erva-ambrosia. ambrósia. carminativa (179). chenopodosídeos A e B. O cozimento das folhas. cravinho-do-mato. geminadas ou em panículas terminais. erva-pomba-rota. anti-reumática. linomeno. Quando colhida no estádio de frutos. p-cimol.3m. salicilato de metila. glandular-pubescente. SOLO: A planta vegeta subespontaneamente em solos férteis e/ou ricos em matéria orgânica. lombrigueira. anticancerosa. Tolera solos halógenos (209). peitoral. verde ou púrpura. ascendente. canudo. corrimento vaginal. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais (0. taninos. limoneno. tremor da vista. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica. purgante. lisas.10m de altura. santonina. pacote. OUTRAS PROPRIEDADES: É utilizada para aromatizar o chimarrão. intercalados por faixas esbranquiçadas ou rosadas. diaforética. ambrósia-do-méxico. ambrosioides. iso-hametina (209). ramoso-subespinescente. erva-santa.2% e alternância de temperaturas (20 a 30 oC) maximiza o índice de germinação das sementes (353). As sementes são diminutas. medindo 3 a 9cm de comprimento por 1 a 4cm de largura. apazote. equimoses. FAMÍLIA BOTÂNICA: Chenopodiaceae. sumidades florais e frutos. A planta contém 1. dimetilsulfóxido. glabro. δ-terpineol. Índia. chá-do-méxico. México. As folhas são pronunciadamente aromáticas. • Plantio: agosto a setembro. Não se adapta a solos muito úmidos. canforáceas e amargas. amebicida. • Colheita: novembro a janeiro. antifúngica (353). kaempferol rhamnosídeo. betaína. infecções pulmonares. PARTES UTILIZADAS: Folhas. verdepálido. ésteres. charcos e subespontaneamente em lavouras. erva-mata-pulga.3 a 0.5m. erva-do-méxico.5% de óleo essencial e 64. • Germinação: 82 a 97%. (351) e tuberculose (32). erva-mata-pulgas. tônica (283). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O óleo essencial da planta está incluído na farmacopéia da Espanha. gastralgias (18) e para lavagem de feridas e úlceras (215). erva-lombrigueira. anserina-vermífuga. de caule ereto. vermífuga (Ascaris e Oxyuris). matruz. hortas e jardins. dispepsias. contendo substrato organo-mineral. chenopodium saponina A. methadieno. Inflorescência em glomérulo de flores muito pequenas verdeamareladas. contendo ascaridol (principalmente nas sementes). mastruço. eupéptica (130). eucaliptol. N-docosano. desincha pernas gotosas (164). mastruz. • Colheita: inicia a partir do segundo ano. A planta é usada como estomáquica. ervapomba-rola. A semeadura pode ser feita diretamente em sulcos de canteiros ou em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. hidrocarbonetos sesquiterpênicos (52). FITOQUÍMICA: Óleo essencial (1. chá-da-espanha. Outro princípio ativo importante é o anetol (éster fenólico) (Sousa Brito apud 130).65 ERVA-SANTA NOME CIENTÍFICO: Aloysia gratissima (Gill. cetonas. pretas e lustrosas.0 a 2. mentrusto. álcoois. aritasona. pinocarvona. má circulação do sangue. mentrasto. palpitações do coração. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. com até 1. • Reprodução: via sementes. erva-vomigueira. portanto. cânfora. sais minerais (313). espasmos musculares. ERVA-DE-SANTA-MARIA NOME CIENTÍFICO: Chenopodium ambrosioides L. antigripal. com os bordos mais ou menos sinuosos.

ancilostomose e picada de animais peçonhentos. glabras. estomáquica (257). em adultos.. hemorragia interna. Tem sido observada uma ação carcinogênica da planta em ratas (201). agudas. doenças. sublenhoso. • Tanto as folhas quanto as flores são insetífugas (pulgas e percevejos). não se verificou qualquer efeito antiparasiticida (214). Sementes podem induzir tumores no estômago (Kapadia et al. CLIMA: É uma espécie subtropical. 3-metoxibelzaldeído e acetofenona (Torres. chilensis .5ml por via oral). de ossos e glomerulares de caráter reversível em suínos (Melito et al. Pode-se obter a essência através de destilação. em cefalalgia. antireumática. frieiras. as inferiores. • Sumo: Obter 2 a 4 colheres das de sopa do sumo das folhas e misturar a 1 xícara das de chá de leite. transtornos visuais. sésseis. antiespasmódica (209). ascendentes. tomar óleo de rícino para facilitar a expulsão dos vermes (32). Brácteas firmes. com sementes. com 20 a 30 flores tubulosas e amarelas. citado por 209) e as raízes diterpenos com esqueleto labdâmico e clerodânico. arnicasilvestre. problemas cardíacos e respiratórios.66 úlceras (120). Tomar 1 vez ao dia. tosse convulsiva e derrame interno de sangue (271). em áreas rurais. quercitina e glicosídeo . O produto é triturado. Crianças devem tomar metade da dose (258). A essência pode ser utilizada na proporção de 1 a 3 partes para 1. antiinflamatória. podendo causar a morte. O produto macerado pode ser usado na forma de compressas. de 5 a 8cm de comprimento e 6 a 12mm de largura. adaptando-se até aos compactados. 136). A dose letal de ascaridol em ratos é de 0. ⇒ 20 a 30g da planta verde em 1litro de água. Somente crianças acima de 5 anos poderão receber o produto. Tomar 1 gole de hora em hora. as superiores gradativamente menores em direção à base. 366). lavouras abandonadas. . como inseticida (32). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Apresenta as mesmas propriedades da Arnica montana. macela-miúda. SINONÍMIA: Arnica. O óleo essencial da planta pode causar náuseas. • Plantio: primavera. à beira de estradas e em campos nativos. É abortiva e contra-indicada para menores de 2 anos (258). estimulante respiratória (122). FARMACOLOGIA: Atividades antiulcerosa (66. usadas como temperos e em guisados e sopas (240).. Pedicelos de 2 a 4mm. O uso do óleo extraído por arraste de vapor. tem atividade antiparasitária. pobres e ácidos.30m. antitumoral e antiviral (120). tomar 3 xícaras ao dia (283). anti-helmíntica. lanceta. marcela-miúda. antimalárica (415). vulnerária. cilíndrico. taquicardia. arnica-do-brasil.075mg/kg. arnica-brasileira. varizes (215). inverso-lanceoladas. • Colheita: 4 a 5 meses após o plantio. Induz lesões hepáticas.que atua reduzindo a fragilidade dos vasos sangüíneos (257). béquica e odontálgica (215). nas doses de 240 a 420mg/kg de peso vivo.2m de altura. fraqueza das articulações. paralisia. pruridos. É costume. presente na planta. Medra espontaneamente em áreas de roça. apud 209). O uso interno deve ser orientado por profissional da área. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. HABITAT: Espécie autóctone do sul do Brasil. lençóis e travesseiros. FITOLOGIA: Planta herbácea. Tomar 1 xícara das de chá em intervalos de 6 horas (257) . Compostos existentes na planta inibem o desenvolvimento de fungos de solo e de insetos como a Scrobipalpula absoluta (traça do tomateiro) e Spodoptera frugiperda (lagarta do cartucho do milho) (209).000 partes de água. É heliófita. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O ascaridol. As panículas atingem 20 a 30cm. FORMAS DE USO • Cataplasma: misturar 1 xícara (tipo cafezinho) de vinagre e uma colher (tipo sopa) de sal e amassar a planta nesta mistura até obter uma papa. apud 120). anti-hemorrágica (271). não flexuoso. FITOQUÍMICA: As folhas contém flavonóides (Costa. lineares ou. mostra-se eficaz na erradicação de diversas parasitoses intestinais (88). capoeiras. surdez. anual. cãibras (9). lesões hepáticas e renais. doenças do estômago (242). nervosas e indigestões (215). INDICAÇÕES: Usada em contusões. O caule é simples. no final do verão. Apresenta atividade antifúngica (208) e antibacteriana contra Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus (358). glabras. levemente aromática. em sulcos. ou até mesmo colocar a planta seca sob colchões. vômitos. Papo brancacento. • • ERVA-LANCETA NOME CIENTÍFICO: Solidago chilensis Meyen var. Não obstante. Com o uso das folhas pulverizadas. as externas pequenas e lanceoladas. espiga-de-ouro. em capítulos densos. com 10 a 15 lígulas de formato similar. • Propagação: sementes e estolhos. • Óleo essencial: diluir 1ml do óleo da planta em 30ml de óleo de castor.80 a 1. erva-lanceta. traumatismo (257). glabro ou levemente piloso. rabo-de-rojão. A decocção das folhas produz um inseticida natural. esmagado e adicionado de água quente (infuso). traumatismos ósseos. Amarga. Fruto aquênio de 1mm. As espigas são comestíveis. apud 120) O ascaridol pode resultar. abluções e banhos. As folhas são numerosas. • Suco: misturar 1 copo da planta picada. lineares. preferindo temperaturas amenas. Utilizada também para o tratamento da doença conhecida como dança-de-são-guido (283). • Florescimento: março a abril.4 x 0. Após. em doses elevadas. 330). durante 3 dias seguidos (vermífugo). varizes. depressão do sistema nervoso. TOXICOLOGIA: Em alta dose é extremamente tóxica. a variação do conteúdo de metabólitos secundários e a variabilidade genética da espécie dificulta a padronização dos tratamentos clínicos. em 2 copos de leite e bater no liqüidificador. • Infusão: ⇒ Adicionar 1 xícara (tipo cafezinho) da planta fresca com sementes em 1/2 litro de água. feridas. ⇒ 10g de folhas em 1 litro de água. devido a parada respiratória (165) OUTRAS PROPRIEDADES • Na Colômbia as folhas são usadas como condimento. Tomar 1 copo de suco por dia. sapé-macho. inteiras ou pouco denteadas. administrado em dose única (1. varrer os cômodos da casa com vassoura feita de ramos da planta. sobretudo para áscaris e ancilostomas (45. Aplicar o cataplasma sobre a afecção e enfaixar. glabro. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. SOLO: A planta se adapta à maioria dos solos do sul do Brasil. A semeadura pode ser feita diretamente a campo. Pode produzir efeitos tóxicos por acumulação (255.FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. de 0. prostração e até a morte.

com umidade de média à alta. amido. béri-béri. diclamídeas. Caule muito ramificado. dorsalmente. espinho-de-deus.40m • Propagação: sementes (antocarpo gomoso que prende-se às roupas e pêlos) e rizoma. cálculo biliar. resistente e pegajoso.4 x 0. lanceoladas. e meia-sombra. ESPINHEIRA-SANTA NOME CIENTÍFICO: Maytenus ilicifolia Mart. • Colheita: verão. deixando o lenho exposto numa faixa de 0. coromilho-do-campo. extrato líquido e tintura. pau-josé. O fruto é uma baga pequena. var. adapta-se bem ao subtropical. A planta apresenta crescimento muito lento sob altas temperaturas e radiação solar. ocorrendo principalmente na faixa litorânea. para o preparo de cataplasmas para a picada de cobras (93). ilhas. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. Tolera solos levemente ácidos. removendo-se a casca. em número de 1 a 2 por fruto. coriáceas. sais inorgânicos (nitratos) e lipídeos (93). tangará. alporquia. avermelhada. antileucorréica. curto-pecioladas. bivalva. fosco. margens inteiras ou serrilhadas (folhas novas). Não tolera solos muito úmidos e quentes. desobstruente. dispepsia. formando touceiras densas com perfilhos oriundos das raízes. • Plantio: outono • Florescimento: outubro a fevereiro. alternas. Sob sombra. FITOQUÍMICA: Boerhavina. 7 ou 9). persistentes. OUTRAS PROPRIEDADES: As flores e as folhas servem como enchimento de travesseiros. nas axilas das folhas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Os ramos crescem de 50 a 70cm de comprimento. É uma planta rara em Santa Catarina. Se houver um período de estiagem prolongado. externamente e amareladas internamente. simples. muito ramificado. tem sabor picante. SINONÍMIA: Cancerosa. areno-argilosos. Semente elipsóide. uretrite. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. permeáveis e bem aerados são os mais indicados. amarelas ou branco-esverdeadas. diurética (93). A semeadura pode ser feita diretamente em sulcos. Após. PARTES UTILIZADAS: Raízes. perene. congorça. cistite. Fruto tipo cápsula. As folhas são redondas. cancorosa. É heliófita. humosos. sombra-de-touro. verde ventralmente e argêntea. sésseis. as plantas acumulam maiores teores de nitrogênio. piriforme. liso. convém injetar água na bolsa de alporquia . mergulhia e por rebentos das raízes. pouco espesso. Faz-se um corte anelar em volta do ramo. O excesso de radiação solar retarda o crescimento da planta e as folhas tornam-se um pouco pálidas. levemente amarga. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A raiz é peitoral. sobretudo do sul do Brasil. verde-acizentado. icterícia (32). retenção de urina. coberta por um arilo branco. FORMAS DE USO: Decôcto: deixa-se a planta ferver em água durante 10 a 15 minutos. anúria. antinefrítica (32) e anti-hidrópica (283). SINONÍMIA: Agarra-pinto. bredo-de-porco. amareloesverdeadas. A alporquia é feita em ramos novos com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. glabras.67 FORMAS DE USO: Infusão. Isolar a alporquia com um filme plástico e amarrar as extremidades com barbante. avermelhadas. opostas. glabro e tortuoso A raiz é arroxeada por fora e branca por dentro. Em locais altos. dispostas em panículas terminais de aspecto difuso. • Propagação: ocorre via sementes. agrupadas 3 a 20 em inflorescência tipo fascículo. O número de espinhos dos bordos foliares é sempre ímpar (5. batata-de-porco. principalmente a raiz. SOLO: Desenvolve-se bem em solos pobres. recobrir o ramo com esfagno ou musgo encharcado com água. ERVA-TOSTÃO NOME CIENTÍFICO: Boerhavia diffusa Willd. ápice obtuso ou arredondado. afecções hepáticas (283). espesso. maiteno. substâncias pécticas e gomosas. ou em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. antiblenorrágica. FAMÍLIA BOTÂNICA: Nyctaginaceae. originária da América tropical. cuja ocorrência é mais generalizada nos sub-bosques úmidos. anisofólias. cancorosa-de-sete-espinhos. bosques e beira de estradas.0m). arenosos e pedregosos. Flores muito pequenas. de preferência úmidos. lenhoso.5cm. diffusa. com temperaturas amenas. peninérveas. multicaule. Tomam-se 4 a 5 xícaras ao dia (32). Caule sublenhoso na parte inferior e herbáceo nas partes jovens. solidônia. inicialmente amarelo-esverdeado passando a alaranjado e depois a vermelho. áreas ruderais. ereto. FITOLOGIA: Planta subarbórea. só vegeta à beira de cursos d’água. castanho-amarelado. glabras ou pouco pubescente. Plantas que crescem diretamente sob a luz solar acumulam maiores teores de taninos do que aquelas sob sombra. OUTRAS PROPRIDADES: A planta. tangaracá. erva-cancerosa. boro e silício (334). potássio. limãozinho. CLIMA: Prefere clima subtropical. hemoptise. celidônia. As flores são vermelhas e brancas. Em Santa Catarina é encontrada principalmente no Planalto e na mata Atlântica de altitude. tapar e deixar esfriar. pega-pinto. com 20 a 25cm de comprimento. amarra-pinto. ovalado-cordiformes ou reniformes. Sobre o anelamento e uns 4 a 5cm acima dele. campanuladas. engorgitamento do baço. hepatite. simples. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. em canteiros. HABITAT: Espécie autóctone. nas beiradas de matas de araucária. congestão hepática. verde-escuras e brilhantes na face ventral e verde-claras e foscas na dorsal. margens com vários pares de dentes espinhosos e ápice agudo. É utilizada. marteno. Raízes fortes e numerosas. coberto de pêlos glandulosos. cancrosa. apresentando estrias longitudinais que a diferenciam das outras espécies do gênero. beldroega-grande. pentâmeras. seco. FAMÍLIA BOTÂNICA: Celastraceae. As folhas são inteiras. oblongas.5 a 3. actinomorfas. salva-vidas. que ocorre em capoeiras. albuminúria (271). ácido boerhávico e resinoso. capões e em matas ciliares onde o solo é rico em matéria orgânica. antidispéptica. INDICAÇÕES: As raízes são utilizadas no tratamento da vesícula biliar. reunindo 3 a 6 flores. hermafroditas. nervosismo (215). ramificado. rasteira. SOLO: Os solos profundos. base arredondada. em decocção. raramente com os bordos lisos. espinheira-divina. de pequeno porte (1. CLIMA: Embora seja de clima tropical. matéria sacarina. ovóide.

A decocção das folhas é usada para lavar feridas. antiinflamatória. emenagoga (22). flavonóides. A semeadura pode ser feita em bandejas de isopor de células grandes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antidispéptica. congoaronina. maitolidina). contendo substrato organo-mineral. açúcares livres e sais de ferro. deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm. FAMÍLIA BOTÂNICA: Convolvulaceae. acnes. sialogoga (179). analgésica. A parte do ramo que ficará sob o solo. sódio. cardeal. • Decocção: 30g de folhas picadas em ½ litro de água. preparada em decocção. Plantio: outono-inverno (sementes).p. por via oral é usada como febrífuga (169). hiperacidez. congorosina A e B. com limbo filiforme. primavera. . • • • • • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Folhas. As sementes perdem a viabilidade rapidamente se não forem armazenadas em geladeira. crescendo subespontaneamente em bosques. maitenoquinona). Pragas: procurar combater as formigas cortadeiras de folhas.600 vezes superiores aquelas utilizadas normalmente por uma pessoa. triterpenos quinóides e dímeros (maitensina. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. Semeadura: 1. AIB).6% (256). • Tintura: 2 colheres das de sopa a cada 8 horas (257) TOXICOLOGIA: Pode reduzir a produção de leite em mulheres lactentes (385). CA9kb e V79 (179). prímula. mesmo após 120 dias. Ainda indicada para a atonia gástrica. salasperônico e salicílico. A administração por via oral de infusos e liofilizados de folhas. sem afetar o seu desenvolvimento. campainha-vermelha. O protetor persiste por um mínimo de 16 meses após a coleta da planta. ramificado. taninos. desinfetante (215). β-29-diol D. a 25oC. para o melhor pegamento.) requer o uso de reguladores de crescimento rizogênicos (ANA. mucilagens. corriola. cicatrizante. vulnerária. antiácida. em temperaturas de 20 a 30OC. cálcio e enxofre (257). O conteúdo de taninos pode chegar a 4. apud 130). Utilizada no tratamento de câncer do estômago (93). isopristemerina III. Folhas simples. antitumoral e antiulcerosa em ratas com úlceras induzidas por indometacina. via oral e intraperitonial. corda-de-viola. O tratamento de voluntários humanos portadores de úlceras e dispepsia com a espinheira-santa revelou uma recuperação estatisticamente superior ao grupo que não recebeu o tratamento com a planta (Carlini. Retira-se o substrato sob água corrente. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. diurética. volúvel. febrífuga (380). maitenina maitanbutina. antiespasmódica. folhas. Aclimatação: as mudas necessitam de cobertura de sombrite 70% e irrigação intermitente. reguladora da fertilidade. permite o sombreamento parcial da espinheira-santa. na forma aguda. lactonas (maitanprina. abcisionando as folhas nas primeiras semanas. O índice de germinação em areia. positivo e negativo. fixadoras nitrogênio e de rápido crescimento. pomares. primavera-grande. Consórcio: o consórcio com árvores leguminosas rústicas. O ramo é então cortado abaixo da bolsa de alporquia.. de caule cilíndrico. microestacas. O enraizamento deve ocorre em 40 dias. As mudas recém-plantadas apresentam um crescimento lento. carminativa. habilitando-a como vulnerária (17). A planta apresenta atividade diurética. 85% de umidade). antimicrobiana. renais e intestinais e afecções de pele de origem intestinal (68). A casca do tronco é utilizada como anticancerígena. FARMACOLOGIA : A pristimerina e a maitenina possuem atividade antitumoral comprovada (130). diurética fraca (257). Colheita: deve iniciar só após o segundo ano de cultivo. a espinheira-santa apresentou um marcante efeito protetor de úlceras induzidas por indometacina e reserpina. ilicifolina. Esfriar e aplicar topicamente em feridas (145).p. Produção de sementes: os frutos devem ser colhidos bem maduros. As sementes contém 10 a 12% de óleo fixo (93). maytenóico. hortos e áreas de lavoura. Tomar antes das principais refeições. antiulcerogênica (260). adstringente. flor-de-cardeal.. HABITAT: Espécie autóctone da América tropical. varia de 42 a 72% (376). retirando-se 1/3. INDICAÇÕES: Eficiente no combate de úlceras pépticas e gastrite crônica. FORMAS DE USO • Infusão: 2 colheres das de sopa de folhas secas picadas ou 12 folhas frescas grandes em 1 litro de água. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato da planta inibe o desenvolvimento de microorganismos Gram. antes do ramo ser colocado em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. Padrão comercial: folhas limpas. SINONÍMIA: Boa-tarde. Em condições ambientais cai para 28% (354). clorogênico. campainha. laxativa. Repicagem: Após a formação das primeiras 3 a 4 folhas. maitansina). O índice de germinação das sementes mantém-se em 85%. cafeína (179). estomáquica. após esfriar. atropcangorosina A. analgésica. Deve-se retirar a mucilagem que envolve a semente. AIA. diterpenos (dispermol. meristemas. cipó-esqueleto. isotingenona III. ESQUELETO NOME CIENTÍFICO: Ipomoea quamoclit L. pinatisectas. gastralgias. antitumoral. tingenona. δ-amirina. friedooleanan-5-en-3. etc. A germinação ocorre num período de 15 a 35 dias. tônica e balsâmica (145). eczemas. maitomprina. em câmara fria (5 oC. glabro e crescendo cerca de 3 a 4m de comprimento. • Compressas: ferver 10 folhas em ½ litro de água. friedooleanan-29-ol-3-ona D. liso. contraceptiva. para não danificar as raízes e procede-se um raleio de folhas do ramos.000 sementes pesam cerca de 99g. procedendo-se apenas uma colheita/ano e retirando-se apenas 50% das folhas por planta. Segundo resultados da Central de Medicamentos do Brasil (CEME). O extrato das folhas (300mg/kg) reduz sensivelmente as ulcerações gástricas em estômago de cobaias (71). não mostrou qualquer efeito tóxico em doses de até 1. em ratas administradas com a infusão e liofilizado da planta. FITOQUÍMICA: Ácidos tânico. Ferver e. afecções hepáticas. as mudas são repicadas para saquinhos plásticos com capacidade mínima de 400ml. maitambutina. O extrato aquoso é abortifaciente em ratas grávidas (100mg/kg i. Micropropagação: A propagação via explantes (estacas. do extrato aquoso (179). Florescimento: agosto a novembro. herpes (145). tomar 3 xícaras ao dia (úlcera interna). O efeito é comparável a cimetidina e ranitidina. isentas de fungos e matéria orgânica estranha (96). utilizando-se 170mg/kg i. pristimerina.68 utilizando uma injeção com agulha. Externamente utilizada com sucesso no tratamento de feridas (380). primavera (rebentos). de preferência por nebulização. ansamacrólidos tipo maitanosídeos.) e citotóxica em células Leuk-P 388. ao ponto de se abrirem naturalmente. antiasmática. antisséptica. glucosídeos. ulcerações..

com corola tubulosa. SINONÍMIA: Caá-eé. A raiz abranda as cefaléias (271). esteviobiosídeo). D. estévia-doce. ESTÉVIA NOME CIENTÍFICO: Stevia rebaudiana (Bertoni) Hemsley. anticárie. (213) quercetina glicosídeos. caá-ehé. palha seca. A colheita de sementes ocorre de fevereiro a maio. regulador da pressão arterial nos hipertensos. calmante (271). AGROLOGIA • Espaçamento: 0.69 cujo conjunto lembra o arcabouço das costelas. • Tutoramento: podem ser utilizadas redes de nylon ou arame ou cercas. que retardam o florescimento e aumentam o teor de esteviosídeo (257). • Adoçante: 1 colher das de sopa de folhas verdes de estévia por copo de bebida. tosse espasmódica. D. . atenuadora da fadiga e da depressão (257). que se abre em forma de estrela. hipoglicêmica. que infecta folhas e hastes. • Plantio: agosto a setembro. contraceptiva. desiguais. folhas e sementes. FITOLOGIA: Planta subarbustiva de 30 a 50cm de altura. Colheita: ocorre 4 meses após o plantio. INDICAÇÕES: Indicada para a insônia (271). edulcorantes steviosídeos (esteviosídeo. glabro. G. CLIMA: A planta prefere climas amenos e dias longos. Tomar 6 a 8 xícaras das de chá ao dia.7% de rebaudiosídeo e 0. SOLO: Prefere solos úmidos. OUTRAS PROPRIEDADES: Planta ornamental de inusitada beleza. cujas raízes e rizomas são perenes e a parte aérea é anual. antiobésica (128). carvacrol. Além disso. FITOQUÍMICA: β-amirina acetato. plástico preto e outros materiais inertes. FARMACOLOGIA: Edulcorante. Poda: feita para a retirada dos ramos que encostam no solo e para aumentar a produtividade. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É antidiabética (142). em tubo alongado de 3 a 5cm de comprimento. O óleo essencial contém álcool benzílico. Inflorescência do tipo dicásio. steviolbiosina (57). detergentes (93). α e γ-cadineno. O extrato das folhas contém 81% de esteviosídeo. que • • causa a podridão do colo. clameneno. • Colheita: dezembro a março. O fruto é uma cápsula septífraga 4-loculada. atro-tomentosas. cardiotônica. borneol. Pseudomonas aeruginosa (179). Mulching: é utilizada para evitar-se a contaminação das folhas basais com resíduos de solo. O caule é ereto. Tipos de cobertura: casca de arroz. cortando-se ramos com folhas a 5cm do solo. reunindo flores de corola hipocraterimorfa escarlate. ⇒ 1 colher da de chá de folhas em 1 copo de água quente. livres e verde. • Repicagem: é feita para a seleção de mudas mais uniformes e vigorosas. centaureidina. As folhas são opostas. sésseis ou subsésseis. • Plantio: primavera. Tomar 2 xícaras ao dia (antidiabético). capoeiras e áreas ruderais do sul do Brasil. estomáquica (93). contendo 4 sementes. Colhe-se normalmente 1. hipotensiva. B.3 x 0. As sementes são semeadas em sulcos e covas. serradas com 3 a 4 cm de comprimento. Utilizam-se 25 a 30g de sementes/m2. diurética e refrigerante (128). Cálice com 5 sépalas. rebaudiosídeos A. Tomar 1 copo ao dia (refrigerante) (128). dificulta o crescimento de plantas invasoras e retém mais umidade no solo. rebaudiosina. apigenina-4-O-β-Dglucosídeo. bisaboleno. anetol. estão dispostas em capítulos terminais. oblongas a ovaladas.6% de rebauduosídeo C (67). 17. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 4 xícaras das de cafezinho em 1 litro de água. com papus formado de cerdas que permitem a dispersão pelo vento. C. • Doenças: a planta é infectada pelo fungo Salecetium relfsii. Produção de sementes: as sementes devem ser armazenadas em geladeira ou câmara fria e seca. hermafrodita. alvas. F. HABITAT: Espécie autóctone. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. daucosterol. E. ⇒ 1 colher das de chá de folhas para 1 xícara das de chá de água quente. para manter a viabilidade. O tratamento deve ser monitorado por um médico. A flor é isomorfa. pneumonia. Contém ainda dulcosídeo A e B.500a 2. As flores. As inflorescências devem ser eliminadas para se obter mais de um corte por ano. • Semeadura: maio a junho. bem ramificado. • • • • PARTES UTILIZADAS: Folhas e hastes secas. analgésica e calmante (242). secando no inverno rebrotando a partir de agosto. esterbinas A. Deve ser feita no início do florescimento. filtrar e juntar o suco de 1 limão e gelo. Saccharomyces cerevisae. cosmosiina. ovalado. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta constitui-se em excelente adoçante natural não calórico. E e vários outros terpenos flavonóides (179). tônico estimulante das funções cerebrais. laxativas. dulcosídeo. kah'e. Abafar por 15 minutos. gota. Abafar por 15 minutos. foscas. É heliófita. pedra na bexiga e nos rins. 179).5m. originária do Mato Grosso do Sul e do Paraguai. contusão (242) e as sementes são utilizadas no tratamento de bronquites e tuberculose. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Antimicrobiana contra Candida albicans. inchação.30m. As sementes são ovóides. Rendimento: a planta pode ser produtiva até 6 anos. ásperas. e pela Rizoctonia solani. pubescente e pardo. O fruto é do tipo aquênio aristado. com 5 lobos triangulares. Proteus vulgaris. antifertilidade e anticáries (130. Florescimento: janeiro a março. PARTES UTILIZADAS: Raiz. INDICAÇÕES: As folhas são úteis para o combate de escrófula (93). depurativas do sangue. cefalalgia. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O pó da raiz é esternutatório e anticefalálgico. austroinulina e seus derivados 6 e 7 acetilados. B. dulcosina. α-bergamoteno. É feita em julho. no verão. As sementes apresentam um baixo poder germinativo (2 a 5%). que cresce subespontaneamente em campos. H. antiofídicas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. caá-heê.5 x 0. antiespasmódica. • Propagação: sementes e mudas colhidas no campo. com poder adoçante 152 vezes maior que a sacarose (67). • Propagação: sementes e estacas. com tons castanhos.500kg/ha (257). As folhas são anti-reumáticas. férteis e frescos. calacoreno. C. β-bouboneno. liso.

Pode ser cultivada em túneis de plástico cobertos com sombrite 60%.6%) (93). Goiás e norte de Minas Gerais. glabros ou discretamente pubescente e ramoso. sativa). • Produção de sementes: fevereiro a maio. A renovação do plantio é feita com a divisão da touceiras para a obtenção de novas mudas • Secagem: as folhas devem ser secas no escuro. • Plantio: outono e primavera. celulósicos. a secagem deve ser feita em estufas com temperatura controlada a 40 oC. respectivamente. SINONÍMIA: Carango-sempre-viva. • Vegetação plena: setembro-novembro. FITOLOGIA: Planta herbácea. causada pelo fungo Uromyces platensis e nematóide.0 x 0. sopas. Utilizam-se também segmentos de nós do caule para o enraizamento tipo estaquia. Folhas opostas. Os segmentos nodais são enraizados em areia ou vermiculita. inodora) e estacas (var. • • Utilizado para aromatizar vinagre. frutos do mar. considerada o rei das ervas condimentares (163). dracunculus var. Prefere solos úmidos. que possuem um baixo índice de germinação. SOLO: Prefere solos férteis. O óleo de estragão é utilizado em perfumaria e na fabricação de licores e picles (163). • Propagação: sementes (var. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. purê de batata com ovos. • Doenças: ferrugem. Flores pequenas. As raízes atingem 2 a 3m em comprimento por 7 a 10cm de espessura. as raízes são mais produtivas (247). para que se preserve a coloração verde (163). INDICAÇÕES: Alivia a cólica menstrual. Mato Grosso. PARTES UTILIZADAS: Folhas. corango-sempre-viva. reunindo flores amareladas. ou seja. • Rendimento: 95g (colheita no primeiro ano) ou 160g de pó da raiz/planta (colheita no segundo ano). FORMAS DE USO • Infusão: 1 colher das de sobremesa de folhas em 1 xícara das de chá de água quente. Existem duas variedades botânicas. carnosas. • Florescimento: outono-inverno. brancacentas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Aceae HABITAT: Espécie alóctone de origem européia. quando novas.0% (163). cilíndricos e glabros. A semeadura pode ser feita em bandejas de isopor de células grandes. • Pó ou fragmentadas: como condimento.5 a 1. vermífuga. • Plantio: outono (sementes) e primavera (segmentos nodais). SOLO: Solos arenosos facilitam a colheita e a limpeza de raízes. amarelo-esbranquiçados. CLIMA: Espécie de clima tropical. embora possa adapta-se ao subtropical. ramosos. Não tolera acidez e solos compactados ou muito argilosos. a A. FITOQUÍMICA: Óleo essencial (0. mais férteis. molhos. tomentosas em ambas as faces. Abafar por 5 minutos. cerca de 4 meses após o cultivo ou quando as plantas atingirem cerca de 60 a 70cm de altura. É heliófita. mantidas sempre umedecidas.. PARTES UTILIZADAS: Raízes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É estimulante (93). sativa. carnes de aves. contendo substrato organo-mineral. peixes grelhados. • Colheita: embora as raízes já possam ser colhidas no terceiro ano. inseto minador que escava galerias ao longo do parênquima da folha. coar e adoçar com mel. É cultivada em muitos países e ainda pouco cultivada no Brasil. • Pragas: a planta é eventualmente atacada por Lyriomyza sp. lagostas. Inflorescência racemosa compostas de capítulos pedunculados. utilizada em conservas e em pastas de mostarda. Apresenta caule nodoso. ou lineaeres-lanceoladas. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. sésseis. dracunculoides. pois a planta parece não produz sementes no Brasil. quando jovem. . curto-pecioladas. carneiro. as superiores inteiras e as inferiores tri-fendidas no ápice. ereto. bem drenados. • Colheita: é feita no verão. • Cultivo protegido: devido às características de alta pluviosidade do sul do Brasil. Colhem-se ramos enfolhados com até 30cm de comprimento. 1. A semente é normalmente importada. Fruto tipo aquênio (94). mas tolera temperaturas subtropicais.7m de altura. medindo 5 a 10cm de comprimento por 1 a 4cm de largura. As folhas são alternas. estéreis.0 a 2.3%). em áreas bem arejadas e com baixa umidade relativa. omeletes e suco de tomate. globosos. as plantas devem ser cultivadas abrigadas da chuva e da radiação excessiva. inodora. ou A. porém em solos argilosos. crescendo 0. glabras. CLIMA: É de clima temperado. de caules eretos. o clímax dos princípios ativos é atingido aos 7 anos de ciclo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. dracunculus var. carminativa. creme de ovos. É muito rara a sua ocorrência natural em Santa Catarina. paratudo.900 e 3.3m em altura. É heliófita e não tolera alta umidade relativa do ar e pluviosidade excessiva. Não se observa uma variação significativa no teor de β-ecdisone nas colheitas feitas no primeiro ou segundo ano (279). emenagoga e aperiente (294). linear-lanceoladas. • Propagação: reproduz-se espontaneamente por sementes. Tomar 1 xícara após as refeições (294).70 ESTRAGÃO NOME CIENTÍFICO: Artemísia dracunculus L. O teor do óleo essencial pode chegar a 0.4m. que é quase inodora e de pouco valor comercial e a A. Em regiões muito úmidas.5m. na reprodução. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas tem um sabor picante e aromático agradável e são condimentares. É seletiva higrófita (401). terpenos (15 a 20%) e aldeído-p-metoxilcinâmico (0. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • É um dos melhores aromatizantes de alimentos com restrição de sal. FÁFIA NOME CIENTÍFICO: Pfaffia glomerata (Spreng) Pedersen. contendo anetol (60 a 75%).5 a 0. cujo agente é Meloidogyne javanica (262). obovado-lanceoladas. tendo sido encontrada apenas em Porto União (401). aerados. acuminadas. solitários ou geminados. dispostas em panículas alongadas composta de espigas axilares. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente nas barrancas do rio Paraná.200kg/ha. vivaz. coloração ocre.5 a 0. Cresce cerca de 2. As estacas com folhas são postas a germinar em areia.6 x 0.

flacidez da pele. cicatrizante interno e externo (128). antiasmática. mata-pasto. SINONÍMIA: Acumã. boldo-de-goiás. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. germânio (oxigenação celular). pomares e áreas ruderais. Aplicar topicamente em ferimentos como cicatrizante (128). sarampo (111). • Propagação: sementes. FEDEGOSO NOME CIENTÍFICO: Cassia occidentalis L. As folhas são alternas. SINONÍMIA: Fedegoso-verdadeiro. anti-reumática. alcalóides e glicosídeos cianogênicos. Folíolos glabros. CLIMA: Cresce espontaneamente subtropicais. INDICAÇÕES: Estimula a oxigenação celular e a circulação coronariana. (145) e β-ecdisona (246). mamangá. com base arredondada. colagoga. xantonas (Wader e Kudav). até mesmo os ácidos. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento de dores gastrointestinais. grandes no início do crescimento e pequenas. pajamarioba. figatil. sitolesterol. labirintite. desobstruentes e diuréticas (242). pouco lenhosa. tendo ação contra a malária (130). tuberculose. oftálmica. É heliófita em regiões tropicais e SOLO: Adapta-se à maioria dos solos. Não tolera o encharcamento. Coar e tomar em jejum. ou ainda em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. Ferver. apud 120). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antitumoral.8m de altura. • Propagação: sementes. dada a facilidade de enraizamento. favorece a produção do estrogênio. A raiz é bastante amarga. secar.5 a 1. subarbustiva. glabros. • Plantio: agosto a outubro. doenças venéreas. em rácemos com poucas flores pediceladas. depois de tostadas são utilizadas como sucedâneas do quinino (242). ácidos cáprico. apud 120). atua sobre moléstias do aparelho digestivo. HABITAT: Espécie alóctone. palmítico. quase linear. FORMAS DE USO • Decocção: 10g da raiz em 1 litro de água. FEL-DE-ÍNDIO NOME CIENTÍFICO: Vernonia condensata Baker. capoeirões. alumã.8-di-hidroxi-antraqinona (Costa). elípticos-acuminados. PARTES UTILIZADAS: Flores. ativa a memória. hipocolesterolêmica. moer e misturar 1 colher das de sobremesa do pó com leite. Tomar 2 a 3 vezes ao dia (tônico geral). • Cápsulas: tomar 1 cápsula a cada 6 horas (145). com 4 a 5 pares de folíolos. leucemia. antiespasmódica. aluman.. vulnerária. cujos lóculos.7m. achatada. As sementes. depurativa. ansiolítica e anticancerígena. com uma semente cada. Coar e tomar 1 colher das de café diluída em água. 10g de casca. amarelas. O enraizamento das estacas pode até ser feito diretamente no campo. queimaduras (suco). • Pó: picar a raiz. febrífuga (130). atividade FORMAS DE USO • Decocção: ferver por 30 minutos. formam protuberâncias avermelhadas em contraste com o verde. Coar e beber 2 xícaras de chá ao dia (febres intermitentes). em ½ litro de água. tararucu. TOXICOLOGIA: As sementes são tóxicas. sarnicida (379). sem tornar o peixe tóxico (294). AGROLOGIA • Espaçamento: 2 x 1. tônica geral (279). antidiabética.20 x 0. boldojaponês. febre biliosa. tônica. lavapratos. Tomar 2 xícaras 1 vez ao dia. As raízes são vermicidas. • Colheita: 5 a 6 meses após o plantio. eczema e erisipela (94). mangerioba. • Ungüento: misturar 1 colher das de chá do pó ou 1 colher das de sopa do extrato hidroalcoólico em 3 colheres de vaselina. • Plantio: setembro a outubro. alantoína (cicatrizante). artrite e artrose (145) e diminui os tremores em pessoas em pessoas idosas (128). β-glucopiranosil oleanolato (279). • Pó da semente: juntar 5g de sementes em pó em 1 copo de água. coar e tomar em jejum (verminose e amarelão). quando da formação de touceira e diferenciação floral. afrodisíaca. • Pó da raiz: moer 3 raízes até obter pó fino. FAMÍLIA BOTÂNICA: Fabaceae. formando touceiras compactas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória. estimula a força muscular. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é ictiocida. aperiente. pela manhã (prisão de ventre) (294). compostas. perfilhos e brotações do caule. tranquilizante. Ferver. paripinadas. de origem africana. antídoto de venenos. medindo cerca de 12 a 15cm. HABITAT: Espécie autóctone que medra em pastagens. saponinas. Fruto tipo vagem. paludismo. glicosídeos antraquinônicos. As sementes podem ser semeadas diretamente a campo. leucocitogênica. doenças hepáticas. . Inflorescência axilar e terminal. FITOLOGIA: Arbusto perene que cresce de 2 a 3m em altura. folha-de-pagé. áreas ruderais e na restinga do sul do Brasil. ramificada. exalando um aroma desagradável enquanto fresca. As folhas são purgativa e emenagogas. desidratar. arenosos e argilosos. sudorífica. FITOQUÍMICA: 1. de coloração avermelhada. em sulcos ou covas. laxante. • Florescimento: março. paramarioba. maioba. estrias. 2 a 3 vezes ao dia (estimulante). estigmasterol. As folhas são alternas. antiasmática. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. FARMACOLOGIA: As folhas apresentam antiinflamatória (Sadique et al. FITOLOGIA: Planta perene. mirístico. esteárico e oléico (Alencar et al. manjerioba. que medra subespontaneamente nas matas secundárias. capoeiras. miorrelaxante. medindo 1.5m. árvore-de-pinguço. erupções cutâneas. Caule e ramos lisos. ácido crisofânico (379). antiinflamatória. imunoestimulante. emodina (294). ácido pfáfico (inibidor de tumores e células malignas).71 FITOQUÍMICA: Rubrosterone. folhas e sementes. antiherpética. • Extrato hidroalcoólico: 3 colheres das de sopa do pó em 100ml de álcool de cereais a 70 graus e 50ml de água destilada. purgativa (120). Macerar por 5 dias. ácido oleanólico. heparém. delgada. emenagoga antianêmica (semente). ibixuma. anti-reumática. inflamações uterinas (130). rabarbarina. terrenos baldios. ecdisterona.

durante 3 dias. mucilaginosas e antidiarréicas (93). O fruto é digestivo. ereto. FARMACOLOGIA: A solução etanólica da planta a 30% v/v. laterais ou terminais. • Propagação: sementes. 0. na forma de cataplasmas. pincelar a cicatriz de inserção com uma pasta cúprica. O uso de antibióticos demandaria 20 a 30 dias para que ocorrem sinais de recuperação (315). a nível mundial. colerética (294) e analgésica. perdendo também os espinhos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Cardiotônico. saponinas. • Plantio: abril a maio. diurético. TOXICOLOGIA: Não se aconselha o uso prolongado da planta. pombas acometidas por diftoviruela . na dose de 0. por romperem facilmente os artículos. ⇒ Diurético: ferver por minutos 4 folhas em 1 litro de água. afecções hepáticas. 37% de substâncias glicogênicas. com 6 a 9cm de diâmetro e de cor amareloouro ou amarelo-laranja. medindo menos de 3mm. formando um ângulo de 30o com o solo. • Doenças: a planta pode ser infectada por bactérias (Erwinia carotovora) que causam deterioração aquosa dos artículos (252). caducas. amarelo brancacentos. angina e da circulação. com pouca pluviosidade. Os cladódios.5 x 2m. para a produção de fitoterápicos antiprostáticos. taninos. palma. antes das refeições (128). figueira-da-barbária. FITOQUÍMICA: A polpa dos frutos contém 47% de água. gomas. As flores são sésseis. sacarínicas. Tomar 1 colher das de café da tintura diluída em água. com cerca de 30 a 50cm de comprimento. espinescente. Na época do florescimento. hermafroditas. • Tintura: macerar 1 colher das de sopa de folhas em 1 xícara das de chá de álcool neutro a 70 graus. A planta tem sido utilizada como matéria prima. figueira-do-inferno. 20 a 25cm de largura e 2 a 3cm de espessura. com 5 a 9cm de comprimento.doença que se caracteriza por nódulos necróticos sobre o dorso da língua e nas bordas da boca. A planta é heliófita e xerófita. do estômago e do baço. aperiente. bem drenados e aerados. as folhas novas que se formam são bem menores que as originais. ovadooblongos. • Florescimento: outubro a novembro. após as refeições. 7% de proteínas. além de ser utilizada como tônica para pele seca e para a limpeza de pele (294). avermelhadas. atingindo 5 a 6m de altura. Os artículos e os ovários podem ser enraizados em areia. PARTES UTILIZADAS: rutos e artículos. INDICAÇÕES: Utilizada para regimes de emagrecimento. O ovário é vivíparo. • Quebra-ventos: em regiões onde haja ventos muito fortes. principalmente quando ocorre deficiência de boro no solo. • Frutificação: fevereiro a abril. figueira-do-diabo.2% e. diurética. é comum a quebra de grande parte dos artículos. PARTES UTILIZADAS: Folhas. albuminóides e resinas (93). SINONÍMIA: Cacto. enterrando-se 2/3 dos mesmos. As flores são adstringentes. SOLO: Prefere os silicosos ou areno-silicosos. 6% de sementes. AGROLOGIA • Espaçamento: 2. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é melífera e apropriada para a formação de cercas-vivas. FIGO-DA-ÍNDIA NOME CIENTÍFICO: Opuntia ficus-indica Mill. Colheita: inicia-se a partir dos 6 a 8 meses após o plantio. Poda: para melhorar a produção de folhas. vermelha. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais. A medida que os artículos envelhecem. em 5 dias. são maturativos. A área de proteção do quebra-ventos é cerca de 10 vezes maior que a altura do quebra-vento. solitárias. após secar. Fruto baga ovóide. artículos e ovários. bastante próximas ou telas de sombrite. sais solúveis. CLIMA: Prefere o clima tropical quente. nitrogenadas solúveis e insolúveis e gomosas. FITOLOGIA: Arbusto perene. desfavoráveis à planta. iniciando a partir de maio. deprimido. As folhas são indivisas. Tomar ao natural. Dispor o artículo de forma inclinada. Colhe-se de abril a maio.72 • • • • Doenças: é sensível aos nematóides do solo. superpostos uns aos outros. de cor verde-claro. com sua base de inserção mais aprofundada. subuladas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cactaceae. Tolera temperaturas negativas de 6 a 8oC (93). Estes pode ser constituídos de um renque de árvores. HABITAT: Planta alóctone originária do México. quase inteiriços e completamente lenhosos. Coar e guardar num frasco hermético. tuna. Os artículos atingem o ponto de transplante em até dois meses. Florescimento: é sazonal. figueira-da-índia. INDICAÇÕES: Os frutos são úteis no tratamento de febres gástricas biliosas e úlceras de mau caráter (93). estimulante medular e anti-reumático (215). sangüínea. FORMAS DE USO • Decocção ⇒ Hepático: ferver por 5 minutos 1 folha em 1 xícara das de chá de água. desintoxicante hepática (128). profundos. composto de artículos ou segmentos carnosos. munidos de espinhos com até 2cm de comprimento. Tomar morno pela manhã e à noite. e para a ressaca alcoólica (271). Os artículos ou cladódios contém glicosídeos. fastio (294). nulas. As flores são utilizadas no tratamento de doenças cardíacas. imergir a base dos artículos em solução de benomil a 0. • Tratamento dos artículos: para prevenir eventuais infecções com Erwinia carotovora. A propagação via sementes é muito morosa.02% de lipídeos. tornando-se imprescindível a instalação de quebra-ventos. Tomar a vontade. que são utilizados principalmente para o tratamento preventivo da prostatite ou de tumores benignos da próstata. recuperou totalmente. achatados. procede-se a capação das inflorescências. ramoso. Contém ainda substâncias pécticas.1ml/animal. antiescorbútico. ⇒ Antidiarréico: ferver por 5 minutos 1 folha em 1 copo de água. espatulados. colagoga. sem adoçar.8% de cinzas e 0. Regiões com ventos muito fortes são . obtusos nas duas extremidades. umbilicado no ápice e contendo numerosas sementes comprimidas. A planta não suporta solos muito úmidos e pesados. flavonóides e lactonas sesquiterpênicas (128). amarelo-esverdeada. devido a lenta germinação das sementes (40 a 50 dias) e ao crescimento muito lento da plântula. emolientes e hidratantes. tornam-se cilíndricos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antidiarréica. fasciculados. comprimidos.

funchobastardo. furúnculos (283). pêndulas. emoliente. antisséptica (73). tamanha foi a sua aclimatação. A frutificação não ocorre devido ao abortamento das flores.4m. resolutiva. suculentas. úlceras digestivas (93). de caule ereto. quercetina 3-0-α-arabinopiranosil (1→2)-α-Lramnopiranosídeo. brilhantes. afecções respiratórias (na forma de xarope). entre as refeições (úlceras e gastrites) (257). FUNCHO NOME CIENTÍFICO: Foeniculum vulgare [Mill. longo-pecioladas. afzelina (356). paratudo. contusões. • Cataplasma: aquecer a folha e colocar sobre o local afetado (furúnculos e dores de cabeça). Apresenta ainda atividade analgésica (104). alternas. Adoçar com mel e tomar 2 xícaras ao dia. cilíndrico. Tomar duas vezes ao dia. quercitrina. Foi introduzida no Brasil na época da colônia e se tornou subespontânea em todo país. As folhas são opostas. aniz. xerófila e heliófita. fiolho-doce. Possui caule tubular. antilítica (271). HABITAT: Espécie alóctone. as inferiores simples. monopétalas. vulnerária. ovalado-crenadas. brilhante e compacto. xarope. O fruto apresenta carpelos escamosos que se tornam folículos polispermos. folha-de-pirarucú. FAMÍLIA BOTÂNICA: Apiaceae. falso-anis. picada de insetos. glicosídeos (quercitina). incluso em invólucro papiráceo. abcesso. tuberculose pulmonar (32). divididas e subdivididas em segmentos capiliformes . INDICAÇÕES: Usada também para febre. após serem colhidas. Vegeta espontaneamente em colinas secas e terrenos baldios e até mesmo como planta invasora. O infuso pode ser utilizado externamente para o tratamento da pele (294). antidiabética. é subespontânea em todos os países tropicais. CLIMA: Espécie de clima tropical. pronunciadamente aromática. Deve-se renovar a planta no campo a cada 2 a 3 anos. As folhas ou segmentos dela podem ser plantados diretamente a campo. anis. estomatite (73). fiolho. enxaqueca (128). mel. gastrites. • Plantio: ano todo. carnosas. roda-da-fortuna. flegmão e oftalmia congestiva. As flores são hermafroditas. fiolho-de-florena. marmelada. dispostas em espigas terminais. na fase vegetativa e até 1.73 FORMAS DE USO: Infusão: 1 colher das de sopa de flores em ¼ de litro de água quente. hemostática. OUTRAS PROPRIEDADES • O fruto pode ser aproveitado para o preparo de doces finos. • Suco: bater no liqüidificador 1 folha com 1 xícara de água. geléias. em condições sombreadas por até 30 dias. funcho-doce. folha-dafortuna. sobretudo no litoral dos continentes e ilhas. Cresce subespontaneamente em áreas ruderais. antiinflamatória externa tópica e diurética. refrigerante intestinal. espessas. tem tendência de ser infestante. que produz uma roseta de folhas. • Colheita: Inicia-se 3 a 4 meses após o plantio. SINONÍMIA: Aneto-odorante. • Constitui-se em ótima cobertura de solo. tônica pulmonar (68). • Propagação: folhas e segmentos das crenas das folhas. • Florescimento: primavera. É cultivada no Brasil em jardins e hortas. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta atividade antifúngica e antibacteriana (274. no inverno. ingurgitamento linfático. depurativa. FORMAS DE USO • Geral: 20 a 40g/dia. FAMÍLIA BOTÂNICA: Crassulaceae. FITOQUÍMICA: Mucilagem. erva-doce.0 x 0. calo. finóquio. coqueluche.40m na reprodutiva. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Bactericida. As folhas. • Desenvolvimento: por ser muito prolífica. FITOLOGIA: Planta sublenhosa perene que cresce 60cm em altura. originária das regiões mediterrânicas e da Ásia ocidental. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é ornamental. Abafar por 15 minutos. e 20 dias no verão. glabras. orelha-de-monge. as superiores 3-lobadas. mantém sua vitalidade. antiartrítica (356). FARMACOLOGIA: O extrato aquoso. folha-da-costa. protetora cutânea contra leishmaniose. • A planta é forrageira e serve como aceiro (é quase incombustível) e cerca-viva (93). antialérgica (188) e antiinflamatória (316). fazer uma pasta com a folha e colocar sobre a região machucada (cicatrizante). embora vegete bem à sombra. passas. • Os artículos podem ser consumidos fritos ou cozidos. frieira. • A mucilagem que há nos cladódios pode ser utilizada como fixadora em tintas à cal ou como aderente em caldas cúpricas. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz (em condições nativas) ou bienal (em cultivo). taninos. Com 100kg de frutos se produz 9 litros de álcool. além de aumentar a produção de ácido nítrico. preferindo locais com resíduos orgânicos. erva-da-costa. Obtém-se de 15 a 20 plântulas a partir de uma única folha. As folhas tornam-se cloróticas e avermelhadas no inverno e apresentam altíssima capacidade de manutenção da turgescência. ramoso. edemas erisipelosos das pernas. verde com estrias azuis. Em queimaduras ou outros ferimentos. etanólico ou o suco demonstra atividade imunosupressiva e imunoestimulante. impetigo. afta. diurética. saião. verde-azulado-escuras. SOLO: Cresce bem em solos arenosos e pedregosos. cicatrizante (283). em regiões temperadas e baixas. mesmo após serem explantadas. Obtémse ainda. SINONÍMIA: Coirama. cefalalgias. verde-pálidas ou amarelo-avermelhadas. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. • O fruto é composto de 28 a 32% de casca e 68 a 72% de polpa comestível. queimadura. na forma de suco. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas. cálculo renal (68). Apresenta forte ação inibidora seletiva sobre a proliferação e expressão do receptor IL-2Rα em linfócitos. ácidos isocítrico e 1málico (9) e briofilina. carnoso. FORTUNA NOME CIENTÍFICO: Kalanchoe pinnata [Lam. manteiga e queijo de tuna. Formam-se brotações em cada enseada lobular da folha. mosqueado de púrpura. • Adubação: em solos com pouca matéria orgânica é importante a aplicação de adubo orgânico. feridas. óleo combustível e aguardente. cilíndrico e glabro. aniz-doce. É nitrófila. 356). folha-grossa. HABITAT: Espécie alóctone originária das Molucas ou ilha Maurício. em ratos. sais minerais (257). tubulosas. Devido a sua fácil disseminação e aclimatação. calmante para erisipela. através dos frutos.] Gaertner. de 2 a 3kg/m 2.] Pers. verruga.

por 1 dias (diurético). semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. resolutiva (32).0m de altura. d-limoneno. Quando o solo é bem preparado. Tomar várias vezes ao dia. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes são diuréticas. • Óleo essencial: 1 a 3 gotas/dia (341). enquanto que o excesso de nitrogênio à reduz. • Vinho medicinal: macerar 30g de sementes por 10 dias em 1 litro de vinho. em infusão. matérias resinosas e pécticas (341). O fósforo e o potássio favorecem à produção de sementes. que pode ser controlado com jatos de água ou pulverização com uma emulsão de sabão ou decôcto de arruda. • Extrato fluido: 1 a 5ml/dia. sem torrões e com poucas ervas daninhas. Semeia-se de março até meado de abril. em decocção ou na forma triturada em infusão com água quente (444) ou 3 a 10g (445). antieméticas. INDICAÇÕES: As sementes são indicadas para constipações estomacais e intestinais. fenono. manifestada por lesões necróticas castanhas sobre as folhas. intervalos de ½ hora. CLIMA: Adapta-se aos mais diferentes climas. Caso contrário.para flatulência. • Pragas: a mais comum que infesta a planta é o pulgão. . principalmente quando o verão é quente. • Propagação: a planta se reproduz via sementes. aleurona (283). ácidos málico. Dar à criança nos intervalos do aleitamento (para cólicas).0 a 6. landreno (163). andreno. amarelas. estragol. a campo. A Sclerotinia sp. anetoleno. pineno. • Óleo volátil: 1 a 10 gotas • Alcoolato: 1 a 3ml/dia. cilíndricas axiais. lactogênicas. as quais tombam com facilidade. Sementes. diarréias fétidas (144). TOXICOLOGIA: O uso de mais de 20g/litro pode ser convulsionante (257). 50 a 200ml/dia (341). acamamento e à infecção de fungos de solo. contendo cerca de 50 a 60% de anetol (96). • Nutrição: o excesso de nitrogênio dá origem à plantas muito altas. Quando a semeadura é feita diretamente no campo. emenagogas. erva-de-santa-maria ou cinamomo. embora o temperado seja o mais favorável.como digestivo. • Florescimento: primavera e verão. folhas e raízes são expectorantes. ⇒ 10g da semente em 1 litro de água. invade as raízes e os tecidos vasculares causando secamento de hastes e morte da planta.5%. impigem. quando então encerra cerca de 11. normalmente em dezembro.6%. • Tintura: 5 a 25ml/dia. dipenteno. dores de hérnia (445). A colheita dos frutos secos redunda em grande perda dos mesmos. profundo. sucínico e tânico. O teor de óleo essencial do fruto varia de 2. Inflorescência tipo umbela composta de 7 a 20 subumbelas menores. O fruto cresce até o atingir o peso de 11. fencone. ⇒ 1 xícara das de cafezinho de frutos secos em ½ litro de água. raízes sementes.0%. FORMAS DE USO • Geral: 3 a 6g de sementes por xícara de chá. A raiz contém ácido málico. anetol (60% do óleo). Tomar 1 xícara após as refeições. originando progênies com características distintas dos materiais originais. antiespasmódicas (cólicas de crianças). ocorre quando o fruto ainda está verde. • Doenças: as doenças mais freqüentes que ocorre são a Murcha de Fusarium e a Mancha de Alternaria. Porém não suporta solos muito úmidos. Regiões muito chuvosas são desaconselháveis para o plantio. metil-chavicol. SOLO: Prefere solos com pH próximo à neutralidade. PARTES UTILIZADAS: Frutos.3 a 2. Ventos fortes favorecem o tombamento das plantas. sais minerais. açúcar. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. ⇒ 60 a 100g/litro de água.74 muito estreitos. O solo deve ser areno-argiloso. • Infusão: ⇒ 2. folhas verdes e a cepa carnuda. de formato oval a oblongo. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia (32). por dia (283). a 3%. • Produção de sementes: as sementes são colhidas quando adquirem coloração verde-amarelada e apresentam consistência dura. foeniculina. É heliófita. Rendimento: 700 a 1. pois ocorre um atraso ou paralisação da germinação.9mg. estomáquicas. mucilagem. composto de dois aquênios (mericarpos) de 3 a 4mm de comprimento por 1 a 2mm de largura. estimulante (294). vitaminas A. sob temperaturas baixas. • Plantas invasoras: o funcho não suporta concorrência com outras plantas. • Hibridação: deve-se evitar plantios de funcho próximo aos do coentro. A semeadura não deve ser feita em épocas muito frias. Fruto oblongo. azia e olhos inflamados (128). Flores hermafroditas.para estimular a secreção do leite materno. Quando maduros. • Plantio: abril a maio. duas horas antes das refeições . • Colheita: inicia aos 5 meses após o plantio. cansaço oftálmico (294). • Pragas: é mais comum a ocorrência de pulgões que infestam as umbelas. fineno. carminativas e aperientes (445). pois favorecem à ocorrência de várias doenças que afetam principalmente os vasos condutores e o florescimento. Pecíolos longos com bainhas envolventes. fosfórico. achatado de um lado e convexo no outro. Coar e tomar 1 cálice antes de dormir (257). favorecendo também à ocorrência de doenças. A planta cresce cerca de 1. Quanto maior o ponto de solidificação. funchona. pois estas espécies podem cruzar-se entre si. Mudas já formadas. pode-se semear diretamente em sulcos. dispende-se cerca de 8 a 10kg de sementes por hectare (163). inicialmente verde-azulado. O excesso de chuva por ocasião da frutificação resulta em podridão das sementes. pentâmeras. óleo essencial. B e C. Tomar 1 xícara das de chá em intervalos de 6 horas . oftálmicas (341). cerca de 11.5 x 0. felandreno. melhor é a qualidade do óleo (96).30m. O maior acúmulo de óleo essencial. afecções das vias urinárias (215). pois predispõem as plantas a fungos de solo e vasculares. glabro.000kg/ha de sementes. dismenorréias. antidiarréicas. predispondo ao enfolhamento excessivo. antidispépticas. antidiarréicas e eméticas (271). os diaquênios adquirem coloração pardo-amarelado. intervalos de 4 horas . tônicas (257). FITOQUÍMICA: O fruto contém óleo essencial. • Pó da semente: 1 a 4g. flores e frutos. aduzem sintomatologia de deficiência de fósforo. com estrias longitudinais. • Decocção: ⇒ ferver por 5 minutos 1 colher das de chá de sementes em 100ml de água. Os solos argilosos dificultam o crescimento da planta e retém muita umidade. ⇒ ferver 15g de raiz em 1 litro de água. • Pó: 1 a 5g/dia. O óleo essencial solidifica-se entre 3 e 6 graus centígrados. cólicas (32). fértil e permeável.9µl de óleo essencial (44).

antiinflamatória. tônica. articulados. balas. cólicas do estômago e GELOL NOME CIENTÍFICO: Poligala paniculata L. PARTES UTILIZADAS: Raízes. preferindo temperaturas acima de 16. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É expectorante. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. antinevrálgica (271). antiulcerativa. antidiarréica. Semear as mudas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. deve-se cobri-los com solo para evitar-se o ressecamento e a perda de princípios ativos. Caule subramoso. preta.5oC.] Roscoe FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberiaceae. glabra e castanho-clara. estacas de ramos. INDICAÇÕES: Indicada para resfriados (445). rizomatosa. SOLO: A planta cresce em quase todos os tipos de solo. HABITAT: Espécie alóctone de origem sul-asiática (Malásia.4m de altura. • As sementes são utilizadas como aromatizante de peixe. Inflorescência em espiga terminal elipsóide. revulsiva. magaratáia. Transplanta-se a muda dois meses após o plantio dos rizomas.000m de altitude (209). odontálgica. timutubarba-de-são-pedro. As folhas são dísticas. béquica (145). • As folhas são utilizadas em saladas e como tempero de feijão branco. vassourinha. O decôcto da parte aérea é diurético. pois o sistema radicular estabelece um forte vínculo com o solo. medindo 0. náusea. sulforafane (anticancerígeno). A superfície do rizoma é esverdeada-creme.50 x 0. guarnecida de escamas imbricadas. HABITAT: Espécie autóctone que medra espontaneamente em campos nativos. desinfetante (294). As raízes. principalmente os argilosos. azeitonas. mudas obtidas a campo e. quando retiradas do solo. carnosos. alternas. As sementes são raras e quase sempre inférteis. picles. obtusas e invaginantes. salames. amarelo-esverdeadas. arrozinho. Sua ocorrência é pouco intensa. O fruto é uma cápsula loculicida oblonga. sendo que externamente é mais fibrosa. eupéptica. antibiótica. amarelecem e secam. que é efêmero ao ar livre. polígola. mangaratá. traumatismo. carnosas e cilíndricas. INDICAÇÕES: Útil para o tratamento de contusões e dores musculares (271). antidepressiva. ramificado. exalam um forte aroma de salicilato de metila. dificultando a extração da planta a campo. glabras.2m.75 OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é aromática e tem sabor picante e doce. quando então as folhas senescem. porém foi introduzida e aclimatada em muitos países tropicais. brilhante. cineol (257). alongadas. de folhagem anual e rizomas multianuais e raízes adventícias. vermiculita ou outro material mais poroso. revestida por pêlos. antioxidante. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes são aromáticas. antinevrálgica. terminais e axilares. bolos. mangarataia. sialogoga. resina. SOLO: Seco e bem drenado. medindo 20 a 25cm de comprimento por 1 a 2cm de largura. doces. Mudas obtidas a campo devem ser bem desenterradas. A planta é antiblenorrágica. SINONÍMIA: Gengivre. • Propagação: segmentos de rizomas. com três lóculos. anticancerígena. Plantar os pedaços de rizoma distanciados 10cm entre si. Já foi reputada como eficaz como antiofídica (93). zingerona. • Colheita: 4 a 5 meses após o plantio. antiemética (445). Ocorre de 0 a 2. vitaminizante (68). áreas abandonadas e planícies litorâneas.0m de altura. As raízes são brancacentas. expectorante e emético (242). gingibre. É altamente tolerante à seca. onde é cultivada. pivotantes. É heliófita. antiálgica. β-bisaboleno. FITOLOGIA: Planta herbácea. SINONÍMIA: Alcaçuz-de-santa-catarina. GENGIBRE NOME CIENTÍFICO: Zingiber officinale [Willd. ápex agudo. mangaratiá. sopas. sialogoga.50m. β-felandreno. • Propagação: sementes. estomática. antisséptica (128). O florescimento é um fenômeno raro. com brácteas persistentes. Cada segmento de rizoma deve ter pelo menos um meristema ou "olho". bromil. citrol (145) e carboidratos (9). • Amontoa: quando ocorrer afloramento ou exposição dos rizomas em formação. FITOLOGIA: Planta herbácea. • Colheita: 8 a 9 meses após o plantio. Flores zigomorfas. lingüiça. São sésseis. anti-reumática (ação externa). anti-reumática. CLIMA: Prefere regiões de clima tropical. em valas. cilíndrico. maçãs assadas. • Plantio: agosto a setembro. mais raramente. • Florescimento: novembro a julho. rugosa com vários anéis castanho-claro. pastelaria e confeitaria. Fruto tipo capsular. PARTES UTILIZADAS: Rizomas. aperiente. barba-de-são-pedro. • Plantio: abril a maio. estimulante gastrintestinal (257) e cerebral. delgados. frutas em calda biscoitos. subsésseis na bainha. CLIMA: É de clima subtropical. . principalmente em solos compactados. longo pendunculadas dispostas em rácimos simples. irregularmente ramificados. carminativa. afrodisíaca (93) e antiasmática (9). Cresce até mesmo em solos ácidos. rouquidão (257). utilizando-se como substrato a areia. com as extremidades algumas vezes guarnecidas de brotações meristemáticas. • As sementes inteiras ou em pó são utilizadas em panificação. As mudas são preparadas em canteiros protegidos ou em caixas. estreitas. FITOQUÍMICA: Gingerol. de preferência arenosos ou arenosiltosos. As flores são brancas ou róseas. lábio púrpura com manchas amarelas. irregulares. a beira de estradas.3 a 1. Índia e China). bengue. O caule é foliáceo e ereto. reptantes.2 a 0. alecrim-de-santa-catarina. antitrombótica. contendo sementes azuladas. emética e diurética (271). Sementes cilíndricas. canfeno. excitante. citral.2 x 0. hermafroditas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. perfumes e cosméticos. • O óleo essencial é usado na fabricação de licores. ereta. • Produtividade: 20t/ha de rizomas frescos (96). Os rizomas são vigorosos. ciática. enjôo. FAMÍLIA BOTÂNICA :Polygalaceae. antigripal (215). zingibereno (bactericida). que cresce de 0. linear-lanceoladas. A textura é quebradiça. É heliófita. As folhas basais são verticiladas e as superiores. anti-hemorrágica. lineares ou lanceolado-lineares e curto pecioladas.

prisão-de-ventre. erisipela. uregão. SINONÍMIA: Candiúba.20m de altura. estimulante das funções gastrointestinais (32). Tomar 4 xícaras das de chá ao dia. discretamente tomentosos. sudorífica (63). capoeiras. Coar a aplicar topicamente em ferimentos e cortes TOXICOLOGIA: O uso externo indevido e/ou abusivo pode provocar queimaduras. orgibão. beribéri. como sebe. gervão-azul. gervão-folha-de-verônica. matas de altitude. gerbão. . machucaduras e feridas). • Xarope: misturar o rizoma ralado com um xarope de mel (257). beirada de matas. com bom teor de matéria orgânica e bem drenados. estimula à postura de ovos (93). antioxidante. • • PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. estarquitafina. dispepsia atônica. anticatarral (9) e antilítica (271). nevralgias e hemorróidas). Espigas terminais de 20 a 30cm de comprimento. antibacteriana. tônica eupéptica. anti-reumática. amigdalite (68). eczema. inibidora da secreção gástrica. rinchão. Extratos alcoólicos apresentam atividade sedante ou ataxia. contendo 1 semente com tegumento membranáceo. Plantio: março a abril. • O decôcto das folhas apresenta propriedades inseticidas (68). SOLO: Prefere solos arenosos. sedante. dextrina e ácido salicílico (9). dicótoma. chá-do-brasil. crindiúva. hentriacontano. antiasmática. AGROLOGIA • Ambiente: por ser planta muito rústica. esbranquiçado. antiespasmódica (179). pau-de-pólvora. N-dotriacontano. inchaço do baço. gurindiba. distúrbios nervosos. tumores. dores estomacais e ânsia de vômito). de caule e ramos angulosos. crenadas. • Suco: moer e extrair o suco de um rizoma. O efeito antipirético da planta foi constatado com o decréscimo de até 8.] Vahl. αespinasterol. laxante (68). aguarapondá. FORMAS DE USO • Geral: 3 a 9g/dia diarréia (445). emenagoga. febrífuga. tafetalina. vassourinhade-botão. HABITAT: Espécie autóctone que ocorre em pastagens. debilidade orgânica. Fruto artrocarpáceo. perene. • Fabricação de bebidas (gengibeer. ou em bandejas de isopor. OUTRAS PROPRIEDADES • Chips para halitose (para mascar). orindiba. Atinge até 1. • Propagação: sementes. CLIMA: É de clima tropical a subtropical. bolos e bolachas. rouquidão. N-pentriacontano. FARMACOLOGIA: Os extratos aquosos das folhas e ramos frescos apresentam atividade espasmogênica in vitro. composto por dois carcerulídeos castanho-claros ou escuro. cerca-viva ou separação de culturas. verbena.) Blume. urgebão. náuseas. paralisia. urgervão. detersiva. afecções renais e gástricas. catarros crônicos (93) e halitose. GRANDIÚVA NOME CIENTÍFICO: Trema micrantha (L. anti-hepatotóxica. hepática (raízes). sésseis. amebíase. • Pó: para vômitos. ipolamida. pé-de-moleque e cocada nordestina. medindo cerca de 6 a 7cm de comprimento e 3cm de largura. vermífuga. Fazer fricções tópicas (reumatismo). Nas doses de 700 a 1000mg/kg se observa a anestesia. corola 5-simpétalas. • O pó é usado como condimento no preparo de biscoitos. em sulcos. As folhas são opostas. N-nonacosano. coatidiba. • Espaçamento: 1.5m. embora possam ser utilizadas estacas da planta matriz. FORMAS DE USO • Infusão: 20g de folhas em 1 litro de água. citral. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. INDICAÇÕES: Indicada para doenças crônicas do fígado. FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae. SINONÍMIA: Aguará-podá. anti-hipertensiva. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia. adoçada com mel (tosse. conhaque). béquica. gervão. contusões. dopamina. orindeúva. orindiuva. Na República Dominiicana foi verificada a presença de ácido cianídrico nas folhas (93). FITOLOGIA: Planta subarbustiva.4 oC na temperatura retal (Rodrígues. cefaléias e vitiligo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Ulmaceae. coatiudiba. Colheita: outubro a março. hipnose ou perda de reflexo da postura. quadrangulares e pubescentes. • Cataplasma: usam-se as folhas e as raízes frescas. ip. furúnculos (215). hispidulina. ⇒ ferver 1 colher das de chá do rizoma triturado em 1 xícara das de chá de água. ramosa e uniforme em sua arquitetura. pastagens e áreas ruderais. cólera morbus. apud 179). • Utilizada na ração de aves. ácidos clorogênico.0 x 0.5 litro de álcool. escutelareína (179). em subosques. antiemética. diurética. As sementes podem ser semeadas diretamente a campo. que medra na floresta pluvial Atlântica. pode ser utilizada em áreas muito acidentadas e erodíveis. OUTRAS PROPRIEDADES • O chá das folhas tem sabor semelhante ao chá-da-índia. asma brônquica. antidiarréica. verbenalina. edemas artríticos e reumáticos. ervão. em íleo de cobaias. bronquite e cólicas) (145).76 intestino (145). periquiteira. ovado-agudas. cicatrizante (raiz). antidisentérica. • Suco: cicatrizante externo (68). nas doses de 100 a 1000mg/kg. áreas ruderais e na vegetação de restinga do litoral. contendo substrato organo-mineral. vulnerária. curindiba. cafêico e ursólico. via intraperitonial e atividade vasodilatadora em ratas. úlceras (93). anti-hemorroidária. verbena-azul. • Preparo do quentão. bronquite (9). antipirética. taleira. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Analgésica. asma. pioneira. • Rizoma fresco: mascar .um pedaço (rouquidão. broncorréia pulmonar. orinduíba. Tomam-se 3 a 4 xícaras ao dia (32). antiinflamatória. contusas (contusões. FITOQUÍMICA: Verbascosídeo (63). γaminobutírico. feridas. gervãolegítimo. • Tintura: 100g do rizoma moído em 0. fridelina. As flores são azuladas. resfriado (32). antiartrítica. geraniol. • Cataplasma: moer ou ralar um pedaço do rizoma e aplicar num pano sobre o local afetado (reumatismo e traumatismos na coluna vertebral e articulações. GERVÃO-ROXO NOME CIENTÍFICO: Stachytarpheta jamaicensis [L. • Decocção: ⇒ ferver 50g do rizoma em 1 litro de água. a beira de caminhos. machucaduras. indutora da motilidade intestinal (405). hepatite (68).

acuminada. Fruto tipo baga. CLIMA: É de clima tipicamente tropical. gaimbim. ovóide. de curta viabilidade (241). Umbelas axilares sésseis. marmelada-vermellha. verde quando imaturo e alaranjado-claro. via intragástrica e uma inibição da atividade secretora gástrica (37). FARMACOLOGIA: O extrato etanólico das folhas apresenta atividade antitumoral em ratos na dose de 100mg/kg i. Cresce preferencialmente na floresta pluvial da Encosta Atlântica. glabra. vulnerária. herpes.5%) (350). língua-de-tiú. cascas e raízes. PARTES UTILIZADAS: Folhas. uassatonga. SOLO: Prefere solos porosos. calmante e diaforética. inequiláteras. várzeas. CLIMA: Espécie de clima tropical a subtropical. cafezeiro-bravo. biciclo-germacreno. pequena (cerca de 3mm de diâmetro). além de saponinas. • Propagação: sementes. hemostática. gaibim. As sementes são postas a germinar em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. guassatonga. É encontrada em altitudes de até 2. guaçatunga-branca. porém adapta-se até mesmo em solos secos e pobres. pau-de-lagarto. marmelinho-docampo. cafébravo. sarna. guaçatunga-preta. fruta-de-saíra. mas pode chegar até 20m de altura por 0. Tem a casca cinéreo-pardacenta. espinhas).77 FITOLOGIA: Planta perene. perenifólia ou semidecídua. cardiotônica. O óleo da planta combate as lombrigas (233). var. guaçutunga. Os frutos amadurecem em setembro até dezembro. FITOQUÍMICA: As folhas contém diterpenos (casearia clerodeno I a VI e casearina A a R). sylvestris. úlceras dérmicas (151).000m (213). na dose de 57. A casca é utilizada para febres perniciosas e inflamatórias. profundos. hidropisia. Apresenta 5 a 8 nervuras laterais. pombeiro. que habita as beiradas de Mata Atlântica. seletiva higrófita.000 unidades (241). exalando um forte aroma. lanceoladas até ovadas ou elípticas. antiobésica. • As folhas são ótimas forrageiras. medindo cerca de 8 a 10cm de comprimento 3 a 4cm de largura. vassatunga. inchaço das pernas (215). • Colheita: inicia ao final do segundo ano de cultivo. OUTRAS PROPRIEDADES • A madeira é utilizada para a fabricação de pólvora. ∆ e δ-cadineno e espatulenol (291). cafezinho-do-mato. anti-sifilítica (215). saritã. ásperas. É heliófita. densa e minusculamente pelúcido-glanduloso-punctatas. óleo essencial (2. α-copaeno. SOLO: Prefere solo do tipo calcário e ricos em húmus. erva-de-pontada. língua-delagarto. pioia. PARTES UTILIZADAS: Folhas. cardiotônica (271). ocorre entre 20 a 30 dias (241). alcalóides.p. paralisia (169). antipirética (183). FAMÍLIA BOTÂNICA: Flacourtiaceae. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 3. cafezeiro-domato. pau-de-bugre. A tintura e o óleo essencial das folhas demonstram atividade GUAÇATONGA NOME CIENTÍFICO:Casearia sylvestris Swartz. em áreas úmidas. • Plantio: março. café-do-diabo. vassitonga. afrodisíaca. anti-reumática. pitumba-de-folha-miúda. SINONÍMIA: Apiá-açonoçú. As sementes são postas a germinar em areia sempre umedecida. erva-dapontada. alternas. café-de-fraile. A infusão da raiz e folhas é usada como depurativa. prurido (145). fungicida (128). INDICAÇÕES: Usada no tratamento de doenças de pele. guaçutonga. febre. resina. picada de insetos. Os ramos novos tem folhas com nervuras ferrugíneo-pubescentes e os adultos glabras. dores do peito e do corpo (391). HABITAT: Espécie autóctone. sífilis (32) e aids (imunoestimulante). erva-de-pontada. cujo poder germinativo é baixo. anti-sifilítica e antiespasmódica (169). capoeiras e em capões. aftas. • Propagação: sementes e estacas de ramos. apud 179). que apresenta aroma agradável e com alto teor de terpenos e ácido capróico (391). • Florescimento: novembro a fevereiro. • Produção de sementes: 1kg de sementes contém cerca de 135. eczema. glabro. guaçatunga. úlceras estomacais (294). • Plantio: agosto a outubro. Os criadores de gado utilizam as folhas para a expulsão da placenta pós-parto (31). A germinação das sementes demora de 4 a 6 meses (241). caimbim. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A planta é depurativa. pioneira. FITOLOGIA: Planta arbórea perene que cresce em média de 2 a 6m de altura. A frutificação ocorre de março a maio. antisifilíticas e anti-reumáticas (242). diarréias. amarelo e comestível. O extrato etanólico a 70% das folhas secas demonstra atividade antiulcerosa em ratas. além de ser aproveitável para carvão e lenha (241). varre-forno. sapinho (128). antidiarréica (93). pecioladas. sagitada. pióia. Folhas curto-pecioladas. ricos em matéria orgânica. guaçatunga-falsa. O fruto é uma cápsula ovóide-globosa. carvalhinho. liso. agudas até longoacuminadas no ápice. β-cariofileno. rugosa e . anestésica tópica em lesões da pele (Panizzate e Silva. quando maturo. inflamações. petumba. picadas de cobra (externamente). Após a germinação. quacitunga. erva-de-lagarto. eupéptica. tanino. de base arredondada. estreitas e arredondadas na base com até 14cm de comprimento e 5cm de largura. persistentes. A planta cresce de 3 a 10m de altura. contendo 2 a 6 sementes em arilo lanoso. • Produção de sementes: 1kg de sementes contém cerca de 84. cicatrizante (barba. anticolesterolêmica. chá-de-frade.4m de diâmetro na base (213).000 unidades. em cachos pequenos. com flores amareladas. normalmente consorciada a cipós. chá-de-são-gonçalinho. chá-de-bugre. As flores são pequenas e esverdeadas. de caule estriado e marrom-escuro. • As flores são melíferas. A emergência das sementes. estimulante da circulação. caroba. erva-de-guaçatunga-falsa.5mg/kg. nervuras salientes. com tronco de 20 a 35cm de diâmetro. flavonóides (179). arbórea. encostas suaves e até pedregosas. cambroé. heliófita ou esciófita (213). estralador. Inflorescências axilares. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. antiofídica (350). germacreno-D.5m. anti-herpética (145) antiulcerogênica. borda serreada. • Colheita: inicia a partir do segundo ano após o plantio. ereta. bugre-branco. antisséptica. αhumuleno. erva-de-bugre. antiartrítica (341). antocianosídeo (145). as plântulas são repicadas para saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. contra o sarcoma 180 (191). β e ∆-elemeno. baga-de-pomba. estimulando a produção de leite (344) com pequenas fendas quase superficiais (lenticelas). antimicrobiana. antiobésica. serreado-denteadas ou subinteiras. reumatismo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. paratudo. • Florescimento: julho a novembro. vermelha quando madura. As mudas são transplantadas quando atingirem 20 a 25cm de altura. ramificada. vacatunga. diurética.

É esciófita. a planta exibe coloração verde-escura e fosca. • Florescimento: esporádico. calmante (215). tônica. odor semelhante ao cedro e é amargo. artrite (145) e albuminúria (215). FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. O limbo mede 8 a 15cm de comprimento por 6 a 9cm de largura. com 1. • Aclimatação: as estacas devem ser protegidas com sombrite 70% até a brotação vigorosa. antiasmática (258). As bractéolas são uninerves. ciliadas e de ápice agudo e oblongo. (346). O extrato aquoso da planta apresenta atividade frente ao veneno de Bothrops jararaca e o óleo essencial teve um efeito inibidor dos processos induzidos pelo veneno de Bothrops alternatus (350). medindo 3mm de comprimento.quando se usam as folhas frescas. • Doenças: podem ocorrer manchas cinzas com halos arroxeados nas folhas. • Propagação: é feita por estacas do caule e ramos. ácidos entkaur-16-eno-19-óico e namoilgrandiflórico. • Adubação: responde bem à adubação orgânica. castanhos e glabros. O FORMAS DE USO • Infuso ou decôcto: ⇒ 5%. para facilitar a colheita e para obtenção de matéria prima saudável e limpa. peitoral (Dias da Rocha. normalmente no inverno até a primavera. pentangular. erva-cobre. • Substrato: enraizar em substrato à base de húmus de minhoca e vermiculita. Coar e aplicar topicamente (picada de insetos). sudorífica. béquica (179). iniciando 16 meses após o plantio. Fruto tipo aquênio. • Elixir. para que não ocorra dispersão das sementes. tacos. GUACO NOME CIENTÍFICO: Mikania glomerata Sprengel. antiespasmódica (324). FITOLOGIA: Planta subarbustiva. PARTES UTILIZADAS: Folhas ou planta florida frescas ou secas.2m de altura. apud 169). expectorante. As folhas não podem apresentar manchas. providas de contorno oval. sendo a margem dos lobos lisa. É encontrada desde 50 a 500m de altitude (57). • Tintura: 10 a 50ml/dia. Não pode ocorrer material estranho na amostra (96).5 x 1. de ápice acuminado e base arredondada ou subcordiforme. estigmasterol. apud 179). A inflorescência é do tipo panícula tirsóide que alcança 30cm de comprimento. FARMACOLOGIA Não se constatou nenhuma atividade diurética e hipotensora. trepadeira. 50 a 200ml/dia (341).0m. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul que cresce espontaneamente em matas primárias. em torno. perene. Obtém-se em média 3t/ha de material seco. cineol. de ramos lenhosos. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta ainda antibacteriana contra Bacillus subtilis (83. antinevrálgica. guaco-liso. flavonóides. micânia. • Tutoramento: o cultivo exige tutoramento vertical em espaldeiras de arame. O papus é composto de 30 cerdas variando de amarelo-palha a rosada. guape. e o pecíolo 3 a 7cm de comprimento. guaco-de-cheiro. arqueadas. mantê-las em sombrite 50 ou 30%. ⇒ 10g de folhas frescas ou secas em 200ml de água quente. compostos sesquiterpênicos e diterpênicos. • Produção de sementes: os aquênios devem ser colhidos antes do secamento completo da panícula. O preparado deve ser mantido em locais frescos e em frascos escuros (128). antiinflamatória. trilobadas. • Pragas: as mudas novas recém plantadas a campo são muito sensíveis ao ataque de vaquinha ou patriota (Diabrotica spp. anti-reumática. uaco. Quando cultivada à sombra. Corola infundibuliforme provido de 5 lacíneas triangulares. Solos compactados ou mal drenados retardam o crescimento. A DL50 em ratos foi estimada em 1792g do extrato seco/kg (Amarante e Silva. opostas. guaco-verdadeiro. FITOQUÍMICA: Cumarinas (324).925 (291). de cor verde intenso. antisséptica das vias respiratórias. Depois de eliminadas todos os resíduos florais. febrífuga. atividade CLIMA: Espécie de clima tropical e subtropical. . Tomar 2 xícaras por dia da infusão para úlceras e problemas digestivos. cicatrizante (257). SOLO: Prefere solos areno-argilosos e úmidos. as sementes devem ser armazenadas em câmara fria ou geladeira. 128). As folhas são pecioladas. ácido cinamoilgrandiflórico. cilíndricos. A estaca deve ter 5 gemas e 1 par de folhas (322). glabras. lineares ou brácteas liguladas. são aquinquinervadas na base. em várzeas sujeitas à inundação e à beira dos rios. • Plantio: ano todo. • Padrão comercial: comercializam-se folhas com ramos finos e inflorescência nova. aromáticas. hipotensora . tábuas para assoalho.). Estacas mais herbáceas (ponteiras) devem ser hidratadas previamente por 1 hora (114). estigmast-22en-3-ol (308). Sua densidade é de 0. guaco-trepador. cipó-sucuriju. cipó-catinga. INDICAÇÕES: Indicada para a gota. As mudas são tranplantadas quando atingem cerca de 30cm de altura. antigripal e antiofídica (215. emoliente. estriados. anti-reumática (271). causadas por fungos. AGROLOGIA • Espaçamento: 1.78 cicatrizante em ratas (Scavone. as folhas remanescentes devem ser cortadas transversalmente com tesoura. Plantas adubadas com 60g de sulfato de amônia. enquanto que à plena luz as folhas são luzidias e de coloração verde-limão. OUTRAS PROPRIEDADES • O tronco fornece madeira útil para marcenaria e carpintaria. embora seu efeito broncodilatador tenha sido confirmado (346). 250g de superfosfato simples e 20g de cloreto de potássio produzem seis vezes mais biomassa que plantas não adubadas (324). capoeirões. • Alcolatura: macerar por 5 dias 20g de folhas em ½ copo de álcool neutro. membranáceas à coriáceas. O peso dos ramos não deve exceder ao das folhas. saponina. 407). capoeiras. SINONÍMIA: Cipó-caatinga. Posteriormente. picadas de inseto. tanino. lenha e carvão (241). guacosídeo (257). tosse rebelde. resina. • Compressa: ferver durante 10 minutos 30g de folhas de guaçatonga com 10g de folhas de confrei em 1 litro de água. coraçãode-jesus. eugenol e esteróis (145). terrenos de aluvião. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Broncodilatadora (260). apud 179). Para que haja um melhor enraizamento das estacas. podendo ser utilizada na construção civil. TOXICOLOGIA: Os extratos aquosos das folhas demonstram atividade sobre a musculatura lisa uterina de ratas podem explicar a sua ação abortiva. Coar e aplicar compressas sobre eczemas (145). piloso ou levemente glabro. erva-de-cobra. borneol. orla de matas. • Colheita: feita ao final do inverno. rouquidão. • Extrato fluido: 2 a 10ml/dia. coqueluche. diurética. • O óleo essencial apresenta coloração amarelo citrino. xarope e vinho: 20 a 100ml/dia (341). Esfriar e aplicar com algodão sobre o ferimento.

álcool docosílico. Tomar 1 a 2 colheres das de sopa 2 a 3 vezes ao dia. O extrato aquoso de folhas atua como estimulante uterino débil em ratas. reduzir a dose à metade (258). i. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. na dose de 1g/kg. FARMACOLOGIA: Anticonvulsionante e analgésica (130). vômitos e diarréia. saponinas. oncolítica (179). no inverno. sublenhosa quando adulta. erva-depipi. acetato de isoarborinol. O extrato etanólico (50%) de folhas frescas. SINONÍMIA:Amansa-senhor. asma e bronquite: fazer o decôcto de 15 a 20 folhas de guaco em 100ml de água. agudas ou acuminadas no ápice. antiofídica. difeniltrisulfeto. tipi-verdadeiro. raizde-guiné. compostos de enxofre: 2-hidroxi-5-etil-trisulfeto de benzilo. na dose de 6. devido à cumarina (238) FORMAS DE USO • Infusão: adicionar 2 xícaras (tipo cafezinho) de folhas frescas a 1/2 litro de água. delgada. erva-pipi. • Xarope ⇒ tosses em geral: 4 xícaras das de cafezinho de sumo de folhas frescas em ½ litro de xarope. antimicrobiana e antiinflamatória (128). lipídeos: ácidos linoléico. piorréia. mucura-caá. distúrbios pulmonares. tem forte olor balsâmico. Cresce subespontaneamente em potreiros. Apresenta odor forte que lembra alho. • Adubação: incorporar 1kg/cova de cama de aviário.25g/kg. anticárie. perene. depurativa. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anticoagulante. sudorífica. tipi. antiespasmódica. cólera. guiné. O extrato GUINÉ NOME CIENTÍFICO: Petiveria alliacea L. . O princípio tóxico é conhecido como petiverina (179). ⇒ crises de tosse. ⇒ reumatismo: fazer fricções sobre áreas doloridas. antitumoral. estreitadas na base. diurética. INDICAÇÕES: É indicada para cistite. vários tipos de câncer (179). A raiz contém 1. impotência (130). em delgadas espigas bracteadas terminais. Colheita: inicia a partir dos 10 meses após o plantio. antissinusítica (303) estimulante (32). anticonvulsionante. atipim. anticancerígena. Não se constatou efeito antitumoral dos extratos etanólicos e aquosos das folhas secas em cobaias portadores de sarcoma 37 e 180. anti-histérica. oftálmica (215). Anualmente reaplicar adubação nitrogenada em cobertura. antiasmática. analgésica. com 6-8mm de comprimento. adicionar folhas de poejo e gengibre ralada (1 colher de chá). observando-se um incremento de 69 a 78% da coagulação anormal de sangue e transminase glutamato-piruvato (305). trisulfeto de benzilo. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas verdes são quase inodoras. aos 30 e 90 dias após o plantio. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. ou na forma de extrato alcoólico ou decocto.9-cumarinas. CLIMA: A planta é de clima tropical e subtropical. terpenóides (isoarborinol. membranosas. benzilhidroxietiltrisulfitos. oléico. porém deve ser fresco e drenado. (130). clareiras e áreas ruderais do sul do Brasil.2. anti-reumática. transstilbeno. odontálgica. fridelino e ácido benzóico (116). pinitol. compridos. SOLO: Adapta-se a quase todo tipo de solo. dores reumáticas e de cabeça (373). inibindo o edema podal produzido por carragenina em ratas. cinamato de isoarborinol). jardins. e as contorções induzidas por ácido acético. palmítico. inflamações da boca e garganta e gengivite (257). Após. antineoplásica. Para as crianças. na primavera. É desaconselhável para crianças com idade inferior a 1 ano e mulheres em menstruação (145). erva-tipi. quando nova. trans N-4-metilprolina. abortifaciente. Induz a contração da musculatura lisa. na dose de 200mg/kg. Tomar 1 xícara das de chá 4 vezes aos dia (problemas respiratórios). via intragástrica em ratos. É preventiva da cárie dental (130). As flores são sésseis. afrodisíaca. alternas. quando o uso é abusivo (258). elípticas. macrólido (antitumoral). desinfetante. ácidos urônicos. via oral. • Propagação: sementes e estacas. paralisia. pipi. estimula a atividade fagocítica e não possui atividade antitumoral (348). quase eretos ou ascendentes. doenças do útero. cinamato de isoarborinol. A fração não saponificável.8 x 0. lignocérico e esteárico. ⇒ picada de cobra: tomar várias vezes ao dia (145). guiné-tipi. Tomar 1 colher das de sopa a cada 4 ou 6 horas (257). Adubar com nitrato de cálcio. antivenérea. antiartrítica. A via tópica foi mais pronunciada que a oral. PARTES UTILIZADAS: Raízes (mais comum) e folhas (tumores). tritiolaniacina. pinitol e β-sisterol. porém quando secas. A semente contém isotiocianatos voláteis.p. com característico odor de alho. de ramos delgados.79 guaco apresenta atividade relaxante sobre a musculatura lisa respiratória de cobaias. • A planta é melífera • É utilizada contra picada de insetos e cobras (257). oblongas ou obovais. nonadecanóico. β-sitosterol. 3. pequeno. na dose de 10g/kg. antigripal.40m. juntar 150 a 200g de açúcar ou rapadura e dissolver. caá. O enraizamento das estacas é demorado e com baixo índice de pegamento. cobrir e deixar esfriar. As sementes são postas a germinar em substrato organo-mineral.4-tritiolan. originária das matas da América tropical. demonstra uma fraca atividade analgésica em teste de contorção com ácido acético (119). inteiras. Folhas curtamente pecioladas. afecções da pele (uso externo). dismenorréia. tritiolano e cumarinas (379).5-difenil 1. cuneiforme. vermífuga. pequenas. falta de memória (215). • • PARTES UTILIZADAS: Raízes e folhas. lupenona (8). O decôcto das folhas apresenta atividade antiinflamatória e analgésica. com 4 a 8cm de comprimento e 3-4cm de largura. O extrato etanólico das raízes. polifenóis e taninos (382). erva-de-guiné. sudorífica. acetato de isoarborinol. escassamente pubescentes ou glabras. É esciófita. administrado topicamente ou oralmente em cobaias demonstrou um efeito inibidor de dermatites induzidas por óleo de cróton e em granuloma induzido por pelet de algodão. Fruto capsular. FITOQUÍMICA: Triterpenos: isoarborinol. Esteróides. carcinoma de Erlich e adenocarcinoma mamário (129). alvo-verdolengas. As mudas são transplantadas quando atingem cerca de 20cm de altura ou 6 a 8 folhas definitivas. FAMÍLIA BOTÂNICA:Phytolaccaceae. HABITAT: Espécie autóctone. TOXICOLOGIA: Pode causar taquicardia. ereta. emenagoga. • Suco: 2 folhas frescas batidas com água (1 copo) em liqüidificador. lactona sesquiterpênica. Plantio: maio e outubro. na dose de 33ml/litro (134). 0. O extrato metanólico da raiz apresenta atividade profilática e terapêutica no tratamento de doenças hepáticas em ratas. na dose de 10g/planta. Alcalóides: alantoína. resfriado.5ml/cobaia demonstra atividade estimulante de fagocitose (113). alantoína. cerca de 1m de altura. N-metil-4-metoxi-trans-prolina.

hortelã-de-folha-redonda. Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder 8% (96). HORTELÃ-BRANCA NOME CIENTÍFICO: Mentha rotundifolia L. utilizando o decôcto das folhas (59). hortelã-miúda. dilatação cardíaca e lesões renais.p. hortelã-de-tempero. perda de peso. Suporta baixas temperaturas. associadas a pouca precipitação determinam menor teor de óleos essenciais (96). • Nutrição: a planta extrai por hectare cerca de 170kg de nitrogênio. • Propagação: divisão de rizomas. aumento dos níveis de transminases e nitrogênio urêico. A atividade estimulante do sistema reticoendotelial e antimicrobiana está associada ao benzil-2hidroxietilsulfeto . Tomar um copo pela manhã. 306). Tolera altas temperaturas. PARTES UTILIZADAS: Folhas frescas e verdes. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. ⇒ Câncer: 30g/litro. hortelã-cultivada. com ataxia dos membros posteriores. • Adubação: aplicar no plantio 4 a 5kg de estrume de gado ou composto. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa (133). Fazendo-se um palito da raiz. carbamatos e alguns organoclorados. Musca domestica e mosquitos) e atividade repelente de traça da roupa (174. hortelã-do-brasil. corre-se o risco de utilizar-se sementes oriundas de polinizações clandestinas oriundas de outras espécies de hortelãs. O extrato alcoólico das folhas mostra atividade nematicida contra Meloidogyne spp. via oral. crenadas ou denteadas. SINONÍMIA: Erva-boa. Temperaturas muito altas. O tratamento é indicado para o câncer (154). 30 dias após o plantio. . e as sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. CLIMA: Embora seja de clima temperado. SOLO: Leve e poroso. estacas radicantes e sementes. braquicardia.000mm ao ano. • Inalações: utiliza-se a raiz (303). Aplicar. bem distribuídas. em cobaias foi de 1637mg/kg (298) e via intraperitonial é de 1. HABITAT: Espécie alóctone. em canteiros.3m. • Florescimento: dezembro e janeiro.80 cru. 348). • Irrigação: proceder periodicamente. hortelã-depanela. pubescentes. 348) e tóxica ao gado. As folhas tem aroma suave que lembra maçã. de 10g/kg (348). calmante (215) e antiemética. • Colheita de sementes: Embora a planta floresça e produza sementes no sul do Brasil. hortelã-pimenta-rasteira. hortelã-das-hortas. não se constatou atividade anticândida e sim contra Epidermophyton floccosum. A infusão das folhas não foi ativa contra o protozoário Trichomonas vaginalis. É heliófita. ao meio-dia e a noite. hortelã-de-leite. hortelãcomum. Mycobacterium tuberculosis e Candida albicans (411). pois a planta é exigente em umidade no solo. in vitro (282). Animais que consomem diariamente folhas da planta tornam-se débeis. a produção de sementes é desuniforme e reduzida. hortelã-da-horta. A necropsia dos animais mostrou atrofia muscular com fragmentação e hialinização de fibras. Além disso. As flores são alvas. • Alcolatura: macerar por 3 dias 4 colheres das de sopa de raiz em pó em 2 xícaras das de chá de álcool. Coar. para uma produção de 4t de matéria fresca (96). menta-maçã. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato etanólico (50%) demonstra atividade antibacteriana contra vários microorganismos Gram negativos e atividade antimicótica contra vários patógenos de plantas. O extrato aquoso de folhas mostrou-se efetivo contra Epidermophyton floccosum. Repetir a adubação a cada corte. incorporado na vaselina suave.3mg). mas não as geadas. vermífuga. principalmente devido a presença de tiofenos (336).4 x 0. mentrasto. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. O macerado hidroalcoólico das folhas não inibe o crescimento de bactérias que causam infecções na pele. Não foi verificada ação genotóxica do decôcto em células reprodutivas de cobaia macho e nem a morte dos animais com a dose única. • Compressa: folhas contusas aplicadas topicamente sobre cefalalgias e reumatismo. hortelã-cheirosa. hortelã-de-cheiro. 130kg de cálcio e 17kg de magnésio. Usar em bochechos e gargarejos (257). hortelã-defolha-miúda. TOXICOLOGIA: A planta é abortiva (124. • Plantas invasoras: proceder a capinação até que a hortelã cubra o solo por inteiro. FITOLOGIA: Planta herbácea perene de porte rasteiro-ascendente. estimulante.1mg) (41. ou Mentha suaveolens. A DL50 de um extrato i. trato digestivo (60) e infecções respiratórias (59). fértil e com bom teor de matéria orgânica.18% e o teor de mentol deve estar além de 50% (96). • Plantio: março a maio.. 25kg de fósforo. hortelã-rasteira.7g/kg. desde que não ocorra estresse hídrico. doses abusivas podem resultar em imbecilidade. poejo. Não obstante. hortelã-de-cavalo. afasia e até a morte (93). com as folhas fortemente enrugadas. Tomar 3 xícaras ao dias (8). • Renovação da cultura: é feita a cada 3 a 4 anos. arredondadas. O leite produzido pelas vacas que ingerem a folha adquire sabor de alho (47). tônica. 290kg de potássio. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. adapta-se bem à regiões subtropicais com precipitação de 1. dispostas em espigas verticiladas. FORMAS DE USO • Decocção: ⇒ 1 pedaço de raiz com 2 folhas para 1 ½ xícara das de chá. aromática. originária da Europa. Escherichia coli (CIM: 50mg) e Candida albicans (CIM: 3. não causou qualquer tipo de irritação à pele (158). • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos. FITOQUÍMICA: O teor de óleos essenciais na planta fresca varia de 0. • Rendimento: 2 a 3 cortes por ano ou cerca de 4t/ha de planta fresca (96). Os efeitos produzidos pela ingestão de Petiveria alliacea em ovinos (caquexia muscular distrófica) são similares aos sintomas de intoxicação com pesticidas organofosforados. mucosas (58). OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é usada como inseticida e repelente de insetos (179).059 a 0. • Sumo: bater no liqüidificador 25 a 30 folhas com 1 litro de água fria. atividade inseticida contra insetos adultos (Cimex lectularius. 15g de nitrogênio/m2. Staphylococcus aureus (CIM: 6. hortelã-chinesa. anti-reumática. Coar e usar em massagens tópicas (dores reumáticas) (128).composto que apresenta atividade contra Bacillus subtilis (CIM: 3mg). hortelã-de-horta. desidratação. aplicase topicamente em áreas odontálgicas (32).300 a 2. O óleo essencial das folhas demonstrou atividade supressora da alimentação na fase larvária de alguns insetos fitopatógenos (Attagenus piceus).

Utilizar húmus de minhoca ou estrume animal.5 x 0. Fruto tipo aquênio. antiespasmódica. • Florescimento: fevereiro a março. • Propagação: estaquia ou divisão de rizomas. dispostas em espigas terminais. • Plantio: outono e primavera. não devendo se estender além de 15 dias. vômitos. em pares cruzados. tricomonicida (261). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa (133).25m. riachos. Flores lilases ou azuladas. FORMAS DE USO Infusão. A colheita pode na primavera. • Bala: separar 800g de açúcar. . cólica uterina. limoneno e cânfora. • Adubação: orgânica. antisséptica. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo mentol. estomáquica. colocar numa xícara.5cm de largura. serreadas. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. tanino. na forma de glomérulos globosos. mentrasto e poejo. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. bem curtido. Caule arroxeado. com 30 a 60cm de altura. junto com as refeições. deixar esfriar e coar. no Brasil. verdeescuras e crespas. com pubescência adpressa. hortelãrasteira. exceto como vermífugo). ansiolítica (406). hortelã-pimenta. FORMAS DE USO • Antiparasitário com alho: amassar 3 a 4 folhas frescas de hortelã e 1 dente de alho. SINONÍMIA: Fazendeiro. revestida de glândulas que liberam óleo essencial aromático que lembra a hortelã-levante ou alevante. hortelã-comum. Servir às crianças 1 vez ao dia. arenosilicosos e ricos em matéria orgânica. durante 5 dias (combate giárdias. na quantidade de 2 a 3kg/m 2. e as sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. hortelã-de-tempero. Tomar 3 vezes ao dia. cálculos biliares. Colocar a água e o açúcar para ferver até atingir o ponto de bala. flavonóides e heterosídeos da luteolina e apigenina (257). icterícia. tricomoníase urogenital (406). digestiva. hortelã-das-hortas. Cresce subespontaneamente em jardins e fundo de quintal. escassa na parte inferior e notória na superior. • Colheita: inicia-se 2 a 3 meses após o plantio. pois a planta é ávida por umidade no solo. Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder 8% (96). colagoga (258). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. amebicida. é a que melhor se adaptou ao Brasil. quadrangular. (especialmente de origem nervosa). • Propagação: segmentos de ramos radicantes ou sementes. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de esterco de curral. colerética. TOXICOLOGIA: O uso prolongado ou a ingestão antes de dormir. PARTES UTILIZADAS: Folhas. atonia digestiva. por 5 a 10 dias (antiparasitárias). Adicionar o sumo (antiparasitária e expectorante). • Pó: triturar folhas secas e peneirar. Apresenta porte ereto quando novo a semi-prostrado quanto em reprodução.3m. PARTES UTILIZADAS: Folhas. respectivamente. bananais e pomares. em 3 doses. HABITAT: Espécie autóctone de origem mediterrânica-européia.81 INDICAÇÕES: Indicada para a prisão-de-ventre e feridas (215). opostas. hortelã-da-horta. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. giardicida. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. em 1 litro de água. • Infusão: colocar 5 ou 10g de folhas picadas. De todas as mentas. anti-reumática e galactagoga (271). SOLO: Prefere os solos aerados. rizomatosa. Tomar 1 xícara das de chá 3 vezes ao dia (uso interno. vermífuga (257). 250ml de água filtrada e o sumo da hortelã. FITOLOGIA: Planta herbácea. Folhas verde-intensas. palpitação. verão e outono. É também a mais popular e a mais bem aclimatada das mentas. • Plantas daninhas: eliminar o inço desde o início do cultivo. Folhas opostas. acrescentar água fervente. refresco e salada. CLIMA: A planta desenvolve-se melhor em temperaturas amenas. mentona. e as sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. em canteiros. medindo 4 a 6cm de comprimento por 2 a 2. dismenorréia e odontalgias (32). lagoas. pineno. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de diarréia sangüínea. um pouco ramificado. HORTELÃ-COMUM NOME CIENTÍFICO: Mentha x villosa Huds. reunindo flores densamente aglomeradas de corola alva. Para que ocorra o florescimento. A planta pode ser considerada esciófita. tampar. Misturar 1 colher das de café do pó com mel. úmidos. Colhe-se quando cerca de 60 a 70% das plantas estiverem floridas. timpanite como HORTELÃ-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Hyptis brevipes Poit. O caule é simples. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. mentofurana. de base atenuada. com 10cm de comprimento cada segmento. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. secas ou frescas. FARMACOLOGIA: O óleo essencial apresenta atividade relaxante sobre o músculo intestinal (406). em regiões de inverno rigoroso. estimulante. principalmente à beira de canais. tônica geral. ramificado. vivaz. bem drenados. margem serreada ou duplamente serreada. pode resultar em insônia (258). em canteiros. expectorante. amebas e lombrigas). há necessidade de um fotoperíodo mínimo de 12 horas. • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos. Inflorescência axilar. • Plantio: ano todo. pecíolo curto. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada na alimentação como condimento • Na indústria obtém-se uma essência utilizada aromatizante de perfumes. por 7 dias. oval-lanceoladas. Medra em regiões uliginosas marítimas do sul do Brasil. de limbo rômbico-lanceolado. • Irrigação: deve ser periódica. podendo ser anual. SINONÍMIA: Hortelã-chinesa. doces e bebidas. 1/2 hora antes do café da manhã. ácidos orgânicos. várzeas. • Folhas in natura: ingerir 10 a 16 folhas por dia. hortelã-brava.3 x 0. Metade da dose para as crianças (258). tremedeiras.

PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas. PROPRIEDADES hortelã-comum. pimenta-do-japão. stigmasterol. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de esterco de curral. cólica. • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos. Ilha da Madeira até o Cabo da Boa Esperança. Micrococcus luteus. ovadas.82 • Colheita: 100 dias após o plantio. hortelã-das-hortas. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial apresenta ação antibacteriana contra Bacillus subtilis. hortelã-pimenta-japonesa. a planta é nativa da Europa. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Folhas subsésseis. PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas. esparsamente tomentosas em ambas as faces. segmentos dos ramos radicantes. glabras as do caule. antiasmática e antigripal (120). da Inglaterra à Bulgária. base cuneada. O caule é quadrangular. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-helmíntica. tétano. OUTRAS PROPRIEDADES • Juntamente com a Mentha piperita. rizomatosa. As folhas são sésseis ou quase sésseis. • Utilizada como forragem. e as sementes são postas a germinar em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. Corola pequena e violácea. originária da Europa. é a principal fonte óleo essencial volátil utilizado pela indústria e laboratórios. cilíndrico-cônicas.5cm de . • Plantas daninhas: o cultivo deve ser mantido completamente livre de inços. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. hortelã-japonesa. Inflorescência em espigas cilíndricas frouxas. Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder 8% (96). úmidos. desigualmente serrilhadas.3m. Cálice viloso-tomentoso. • Produção de sementes: embora ocorra o florescimento. ramificado. bracteiformes todas as próximas da inflorescência dispostas em verticilo irregular. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. gastralgias. mas cresce na forma selvagem nas montanhas da Europa Ocidental. • É utilizada no preparo culinário de quibe. em canteiros. esbranquiçado. Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder a 8% (96). • Plantio: outono e primavera. HABITAT:Embora a sinonímia popular atribua ser de origem brasileira. próxima a regatos. FITOLOGIA:Planta herbácea polianual de caule cotonoso. hortelã-de-leite. • Colheita: 3 a 4 meses após o plantio. ereto ou prostrado e radicante. Cresce espontaneamente em áreas aluviais. Não tolera solos ácidos. hortelãmenta- HORTELÃ-VERDE NOME CIENTÍFICO: Mentha spicata L. canforada. HABITAT: Espécie alóctone. menta. à FITOLOGIA: Planta herbácea perene. ou em saquinhos de plástico perfurados contendo substrato organo-mineral. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Anti-helmíntica (93). no Cashimir (93). hortelã-da-preta. hortelã-da-amazônia. morros e áreas nitrófilas. porém adapta-se ao subtropical e até o tropical. em canteiros. lanceoladas ou oblongas. que cresce de 10 a 50cm em altura. bem drenados. As folhas apresentam sabor pungente e causam sensação de frescor. ácido oleanólico (120). com 3 a 7cm de comprimento por 1. No inverno ocorre um declínio das folhas. compactas ou com falhas na base. calmante (257). a produção de sementes é insignificante e desuniforme. Inflorescência em espiga terminal. SINONÍMIA: Levante. que se tornam cloróticas e quase sem aroma. SOLO:Desenvolve-se melhor em solos humosos. pecioladas. Ocorre até 1. • Plantio: ano todo. HABITAT: Planta alóctone originária do Japão. HORTELÃ-VIQUE NOME CIENTÍFICO: Mentha arvensis L. exceção ao inverno. ereto. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae SINONÍMIA: Hortelã-comum. • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos. • Propagação: divisão de rizomas. OUTRAS PROPRIEDADES • Usada também para aromatizar cerveja e como forragem. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. um pouco mais longas. FITOLOGIA: Planta herbácea.6m x 0. sitosterol. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. onde cresce como planta ruderal (93).4m. pubescentes ou tomentosas por cima e por baixo alvotomentosas. béquica. em verticilos aproximados ou os do extremo inferior todos separados. FITOQUÍMICA: Linalol. CLIMA:É de clima temperado. ovado-lanceoladas. aromática. PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas. Rizoma rastejante. ao final da primavera e início do verão. Eicherischia coli. Aspergillus oryzae e Serratia marcescens (407). INDICAÇÕES: Utilizada para a bronquite. Cachemir. perene. Os segmentos vegetativos devem ser plantados diretamente a campo. pulegona e fenóis (257). fenol e pulegon (93). otalgias e dores de garganta (120). • Florescimento: dezembro. mentol. As folhas são opostas. • Propagação: divisão de rizomas e estacas. ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes HORTELÃ-SILVESTRE NOME CIENTÍFICO: Mentha sylvestris L. alevante. Cálice áspero e glabro com dentes linear-subulados. FITOQUÍMICA: Mentol. de caule ereto. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de esterco de curral. SINONÍMIA: Hortelã-do-campo.000m de altitude.0 a 2. antiespasmódica.

irritação na pele e cefalalgia). trips e mosca branca (15). Repele ainda ácaros. dentadas ou crenadas. • Rendimento de óleo essencial: 130kg/ha (206). O teor de mentol pode variar de 50 a 70 % (257) ou 75 a 80% (93). As folhas são largo-ovaladas. • Padrão comercial: o óleo deve ter mais de 50% de mentol e um teor mínimo de 1% de óleos etéreos. utilizada na forma de infusão ou decocção. aromático. exceto as raízes. insulina- .6m de altura. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. Em regiões de fotoperíodo curto não há formação de sementes e quando ocorre. SOLO: Prefere solos leves. FITOLOGIA: Arbusto semi-herbáceo. antisséptica (260). FITOQUÍMICA: A planta produz óleo essencial que contém Lmentol (65 a 68%). analgésica. 444). CLIMA: Espécie de clima temperado quente. FORMAS DE USO • Geral: 12 a 20g por xícara. PARTES UTILIZADAS: Folhas.2 a 1. cólicas e diarréia. • Colheita: inicia um ano após o plantio.5m de altura. Desenvolve-se melhor à meia-sombra. quando disponíveis. febrífuga (15). brancas ou lilases. anil-trepador. INDICAÇÕES: Utilizada externamente para malária.Br. Aplicar compressas e fazer massagens (257). quando a planta apresenta cerca de 0.) N. prurido. róseo-creme e perfumadas. L-mentona. caavurana-de-cunhan. As flores são numerosas. causada pelo fungo Puccinia menthae. resolutiva. Llimoneno. erupções do sarampo. CLIMA: A planta é de clima subtropical e heliófita. Os rizomas são plantados diretamente a campo. vermífuga. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia (antivomitivo). As flores são pequenas. arenosos. branco-pubescente e espessas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Não tolera solos ácidos. umuravumba. originária da África do Sul. inchaços. conjuntivite. Apresentam um forte aroma de mentol. de 5 a 7cm. A primeira colheita ocorre quatro meses após o plantio. que voltam a brotar na primavera. densas. • Propagação: via rizomas. • Doença: pode ocorrer a ferrugem. antiblenorrágica. compacto. A cultura é renovada a cada 5 anos. metil-acetato. HABITAT: Espécie alóctone. são numerosas. afecções da garganta. anestésica e analgésica tópica suave (1. As estacas devem ser colhidas no início da primavera. Adubar a cada 4 meses com nitrato de cálcio. durante a estação seca.E. angina. com a espessura de um lápis. colerética. • Plantio: outubro. pois suas folhas sujam-se facilmente de solo. • Florescimento: dezembro a janeiro. • Propagação: sementes e estacas. INCENSO NOME CIENTÍFICO: Tetradenia riparia (Hochst. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. SOLO: Desenvolve-se bem em solos arenosos a argilosos e férteis.20 x 0. longas. • Desenvolvimento: durante o inverno a parte aérea regride. tosse. • Infusão: 4 a 6g de folhas frescas por xícara das de chá. Podem ser feitos até 3 cortes por ano.000 plantas/ha). após 50 a 60 dias. antisséptica e estomáquica. • Tintura: 60g de folhas frescas em 100ml de álcool (para coceiras. INSULINA NOME CIENTÍFICO: Cissus sicyoides L. devem ser semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. podendo definhar totalmente. as margens são serradas. • Colheita: deve ser feita pouco antes ou até o pleno florescimento. perspirante.30 x 1. cipó-dachina.83 largura. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antidiarréica. dores em geral (15). de 1. dor de cabeça. As sementes. • Pode ser utilizada em saches como repelentes de traças.20m (250. edema de beribéri. as sementes podem ser estéreis.. afídeos. ramificado. podendo chegar até 2m. A inflorescência é uma verticilo capitato-axilar. atua como odorizante de ambientes. aerados e com um bom teor de matéria orgânica. É resistente ao frio. diabetil. SINONÍMIA: Achite. produzindo luxuriante vegetação. SINONÍMIA: Limonete. TOXICOLOGIA: Não deve ser usada por lactentes e crianças pois pode causar dispnéia e asfixia (385). A reprodução por sementes é condicionada ao fotoperíodo. gorgulho que infesta o feijão (440). Não pode haver pedaços de caule com diâmetro superior a 5mm e o teor de cinzas não deve exceder 8% (91). artralgia. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da febre. decíduo. pluma-de-névoa. rinite. cipó-pucá. FAMÍLIA BOTÂNICA: Vitaceae. antiespasmódica (445). descongestionante nasal (257). • Adubação: 2kg/m2 de húmus de minhoca e 100g/m 2 de fosfato natural. mas também podem ser segmentados em pedaços menores. antiemética. cipó-puci. restando apenas os rizomas. pequenas. 5g/planta. • Florescimento: julho a agosto. multifloro. coriza. gastroenterite. dor-de-cabeça. cortina-japonesa. Bruchidae). recurvadas e dispostas acima da folhagem. abcessos dentais. dispepsia. O fruto é uma pequena noz lisa e ovóide.0m. faringite. moída e queimada. Devem ser enraizadas em vermiculita e dispostas sob sombrite 70% e irrigação por nebulização. OUTRAS PROPRIEDADES • Quando é desidratada. pecioladas. revulsiva. • Poda: os ramos baixeiros devem ser eliminados. cujo rebrote é intenso e rápido. L-α-pineno. Emplastros da folha verde e inalação são também utilizados (444) ou 3 a 6g por xícara (445). compactados e muito úmidos. para posteriormente serem transplantados como muda a campo. resfriado. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa (133). • Plantio: abril a maio. Os ramos extirpados podem ser aproveitados como estacas-matrizes para novos plantios. e enraizados em substrato organo-mineral. paniculadas. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial da planta apresenta forte atividade contra Zabrotes subfasciatus (Col. utilizando-se aquelas mais retilíneas. porém não tolera solos ácidos e encharcados. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. As inflorescências.

contendo inúmeras sementes aladas. Flores roxo-claras. • Adubação: incorporar na cova de plantio 2 a 3kg de cama de aviário. sendo utilizada em arborização urbana. antinevrálgica e antisifilítica (215). antidiabética (271). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Sudorífica. FITOQUÍMICA: Lapachol (257). Flavonóides: cianidina. delfinidina 3-O-β-D-glucosídeo e delfinidina-3rhamnosídeo (179). depurativa. quinonas e compostos fenólicos nas folhas e antocianinas nos frutos (348). renais e de ovários e para a epilepsia. obovóides. Apresentam 4 pétalas. • Colheita: inicia-se no quarto mês após o transplante. • Plantio: primavera. A semeadura deve ser feita de fevereiro a abril. cálcio. • Propagação: estacas dos ramos. taninos.5m. • Floração: outubro a fevereiro. que cresce cerca de 6m de comprimento. SINONÍMIA: Cabroe. com 4 a 6mm de comprimento. silício. roliço. As mudas são transplantadas quando atingem um porte de 20 a 25cm de altura. FAMÍLIA BOTÂNICA: Bignoniaceae. antiblenorrágica (93). peúva. que ocorre em solos úmidos das depressões e matas de encostas suaves. ipê-tabaco. esteróis. fósforo e potássio (9). acuminado. . ipê-uva-roxa. peúva-roxa. catarros da uretra e úlceras gástricas (271). hipotensora. As flores são perfeitas. hepáticos. a planta tem que ser conduzida em espaldeiras. disco em forma de copa. acuminadas ou mesmo arredondadas no ápice. delfinidina-3-O-βD-glucosídeo. Folhas digitadas. (98). iniciando a rizogênese já aos 3 dias. com cerca de 30 a 35cm de comprimento. antiinflamatória. seu crescimento tem que ser controlado e limitado aos tutores. atividade anticonvulsionante e depressiva do sistema nervoso central (53. • Nutrição: durante o inverno. PARTES UTILIZADAS: Folhas. 134. OUTRAS PROPRIEDADES: É hospedeira do fungo Meliola juruana. O extrato metanólico da planta apresenta atividade antibacteriana contra Bacillus sp. As folhas amassadas servem para furúnculos. que atinge 25 a 30m de altura e o tronco 0. nas doses de 250 a 500mg/kg (127). principalmente devido ao lapachol (257). pau-d'arco-roxo. agudas. manganês. delfinidina.6 a 0. INDICAÇÕES: Atribui-as à planta propriedades curativas do câncer. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. longo-pecioladas. agudoserrilhado.84 vegetal. doenças do útero e ovário. enquanto que as folhas aquecidas são utilizadas em abcessos e gânglios inflamados (179). PARTES UTILIZADAS: Casca e folhas. As folhas são pecioladas. estendidas. Le Grand e Wondergem (apud 169) comprovaram atividade antibacteriana sobre Bacillus subilis. Corola tubulosa-afunilada. As gavinhas são opostas às folhas e raízes. as vezes polígamas. pálidas. 195. para não ser pisoteada ou ser contaminada de terra. com 7 a 10mm de diâmetro. HABITAT: Espécie autóctone da Mata Atlântica e Equatorial. ácido tânico e lapáchico e sais alcalinos (93). com 5 a 6cm de comprimento. OUTRAS PROPRIEDADES • Contém material corante própria para tingir seda e algodão. antimicrobiana. penta ou heptafoliada. Inicia já no segundo ano de vida. • Produz madeira rija. casca de arroz tostada ou outro substrato poroso. pouco ramificada (331). glabras ou pubescentes. Pode ser também enraizada em areia. inflamacões artríticas. • Propagação: sementes. Folíolo oblongo. vegetando próximo aos cursos de água. coceiras. • Colheita: inicia a partir do terceiro ano. em saquinhos plásticos com capacidade mínima de 400ml. ipê. FITOQUÍMICA: Esteróis. As sementes são solitárias. em água. dispostas em panículas terminais. Manter o substrato sempre úmido e drenado. antiinflamatória. medindo de 4 a 12cm de comprimento por 3 a 9cm de largura. com 6 a 8 folhas. A germinação ocorre em um período de 10 a 15 dias (344). opostas. 102. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato etanólico da folha possui atividade antibacteriana e atividade antibacteriana (134). alcalóides. decídua. O enraizamento das estacas é muito rápido. anti-reumática. Fruto tipo cápsula. • Florescimento: setembro a fevereiro. Aminoácidos. • Pragas: a planta é muito susceptível à Diabrotica spp. negras. Descreve-se para esta planta uma forte estimulação uterina em ratas. FITOLOGIA: Planta arbórea. proeza-japonesa. açúcares. Observou-se também um efeito anticonvulsivo através do extrato aquoso das folhas e talos em cobaias submetidas a eletrochoques e pentilentetrazol. INDICAÇÕES: Indicada para problemas respiratórios. HABITAT: Espécie autóctone.0 x 0. e mesmo tutorado lança raízes aéreas pêndulas com até 1m de comprimento. uva-domato. própria para uso externo. antitumoral (257). radicante. tinta-dos-gentios. ovado-cordiformes. ipeúva-roxa. simples. lactonas sesquiterpênicas e luteolina. • Tutoramento: devido ao hábito trepador. As folhas novas adquirem uma coloração clorótica generalizada. ipê-de-flor-roxa. O caule é reptante. Utilizada em construção naval. • Poda: devido ao grande vigor da planta. preventiva de derrame (9). FITOLOGIA: Planta escandente perene. estomáquica e anti-hemorroidária (1). inflamações na garganta (215). glabro. Bagas subglobosas ou ovóides. cianidina-3-rhamnosil-arabinosídeo. ipê-preto. pedunculadas. Também indicada para o tratamento de úlceras. AGROLOGIA • Espaçamento: 4 x 4m. atenuado na base. principalmente nas mudas em formação. é comum o surgimento de sintomas de deficiência de Fe. FARMACOLOGIA: A decocção das folhas e talos não mostrou atividade bronco-dilatadora em cobaias que receberam histamina e acetil-colina (70). cianidina-3-arabinosídeo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. Sais de magnésio. ipê-mirim. em substrato organo-mineral. IPÊ-ROXO NOME CIENTÍFICO: Tabebuia avellanedae Lorenz ex Grisebach. perene. antiinfecciosa. truncadas ou cordiforme na base. uva-brava. saponinas. dispostas em cimeiras corimbiformes. com asas brilhantes e esbranquiçadas e núcleo castanho. 348).8m de espessura. • A árvore é ornamental.

lisas. cujo amido é sucedâneo da araruta. em áreas ruderais. yacatupé (tupi = batata de casca fina). cilíndrico. maravilha-de-forquilha. SOLO: É nitrófila. Não tolera invernos rigorosos e ventos frios. Do polvilho extrai-se a jacatupina (93). perene (batata) que. o terminal rombóide. alcança 3m de altura e produz grandes túberas subterrâneas. lanceoladas. róseas. verde. FAMÍLIA BOTÂNICA: Nictaginaceae. • As raízes. As sementes são semeadas diretamente a campo. O caule é ramificado. lingüiça vegetal. Cresce espontaneamente em áreas próximas a cursos d’água. inflorescências e cálices. e prejudicial na fase adulta. Espécie que corre o risco de desaparecer. as raízes atingem maiores proporções. sobretudo do México.1%. flor-das-quatro-horas. devido a erosão genética e extrativismo. erva-de-santa-catarina. • Produção de sementes: a planta apresenta uma grande produção de vagens. FAMÍLIA BOTÂNICA: Papilonaceae. FITOQUÍMICA: Água 87. ocorre quase 5 meses (em julho) após o florescimento. algo achatado. moles. O fruto é do tipo legume. ovóide. mais ou menos glabro. adocicado. Flores hipocrateriformes de invólucro parecendo cálice. que é crítica na fase de mudas. boas-noites. raladas e misturadas ao leite.85 JACATUPÉ NOME CIENTÍFICO: Pachyrhizus bulbosus Kurz. jalapabastarda. à guisa de maçã. procede-se a extirpação de todas as inflorescências. inteiras. permanecendo abertas e perfumosas durante toda a noite. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. com chuvas bem distribuídas. glabras. proteína 1. O não tutoramento da plantas faz com que a planta se proste. brancas ou mescladas. que é tóxica a insetos e para a erradicação de ratos (93). PROPRIEDADES diurética (93). é consumida em fatias. inseticidas e raticidas (93).12%. As folhas são simples. HABITAT: Planta autóctone da Floresta Amazônica.5m. JALAPA NOME CIENTÍFICO: Mirabilis jalapa L. bonina. uma batata fresca pesa cerca de 330g. beijos-defrade. os laterais assimétricos.0 x 0. SOLO: Prefere solos leves. • As folhas e caules são forrageiras muito apreciadas pelo gado. CLIMA: É de clima tropical. • No exterior. amarelas. jalapa-comprida. escura externamente e branca internamente. . CLIMA: Planta de clima equatorial a tropical. contendo um aquênio ou antocarpo.6%. ovais. linear. Se as túberas não forem arrancadas. • Rendimento: o rendimento de túberas chega a 10t/ha (93). acessos febris e nefrites (93). nativa das regiões tropicais. preto. jalapa-do-mato. é usada para o preparo de saladas exóticas e sofisticadas. como os pecíolos. jalapa-falsa. TOXICOLOGIA: As sementes encerram rotenona. ETNOTERAPÊUTICAS: Antitussígena e INDICAÇÕES: Indicada para doenças das vias urinárias. ricos em matéria orgânica e permeáveis. As sépalas são vermelhas.0x 0. A maturação das vagens é demorada e desuniforme. FITOLOGIA: Planta herbácea. As flores abrem-se ao entardecer. feijão-jacatupé. beijo-de-frade. soltos.05%. boa-morte. com flores alvas. que é também pubérula. maravilha-vermelha. pó-de-arroz. de 0. contraído entre as sementes.32%. herbáceo. fibra 0. falsa-jalapa. bom-dia. menores que as folhas. à guisa de lingüiça. A batata apresenta casca fina e produz farinha fina e branca.56% de proteínas. Ramos novos pubérulos. OUTRAS PROPRIEDADES • Raiz comestível com sabor de coco-da-bahia.1%. medindo 10 a 12cm de comprimento por 5 a 8cm de largura. • Adubação: incorporar 2 a 3kg/cova de cama de aviário. matéria graxa 0. • No México. maravilha. maravilha-branca. • Capação: para aumentar a produção de túberas. FITOLOGIA: Planta herbácea trepadeira. O cultivo praticamente inexiste. bons-dias. boa-noite. servem para amaciar as mãos. boinoite. que é muito pequena. belas-noites. • As sementes são tóxicas. contendo 21. bastante enfolhada. yeticopé (tupi = raiz semelhante a um nabo). PARTES UTILIZADAS: Túbera. As túberas são colhidas quando ocorre o secamento completo das folhas. pigmentado de vermelho-violáceo nas áreas expostas ao sol. comestíveis. quando tutorada. As flores são brancas e vistosas. • Plantio: outubro. reunidas 2 a 3 sobre pequenos nódulos inseridos na raque. Cresce subespontaneamente em todo Brasil. se considerar-se que pode chegar a 15kg. facilitando a infecção de fungos nas vagens e sementes. açúcares 5. podem sobreviver no solo por muitos anos. A colheita das sementes deve anteceder o período das chuvas. contendo 6 a 8 sementes avermelhadas por vagem. purga-de-nabiça. Nas condições de cultivo do Litoral Catarinense. ou quando o dia estiver nublado. no final de inverno. terrenos baldios e jardins. glabro. suculenta. de 10 a 15cm de comprimento e 2cm de largura.. dispondo-se 2 a 3 por cova. adaptando-se aos subtropicais. • Propagação: sementes. • Colheita: ocorre 8 a 9 meses após o plantio. para evitar a ocorrência de fungos.10m de altura. que demoram cerca de dois meses para maturar. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. É esciófita. • Tutoramento: evita problemas fitossanitários às folhas e às vagens e facilita os tratos culturais e a colheita.60 a 1.78% e sais minerais 0. semelhante ao fruto da pimenta-do-reino. SINONÍMIA: Batata-de-purga. preferindo solos humosos e úmidos.5m. agrupadas em cimos terminais. O teor de matéria seca obtido foi de 15. Pode ser consumida cozida com sal ou açúcar. volúvel. A raiz tuberosa é espessa. As folhas são longopeciolados. SINONÍMIA: Feijão-batata. dentadas e opostas. erva-triste. ereta. Rácimos axilares. HABITAT: Espécie alóctone. liso. suculento e com os nós entumescidos. crua. polianual. para ser conservada por um ano • O polvilho tem sabor suave e doce. de pericarpo rugoso. Em áreas ensolaradas e quentes. feijão-de-batata. • Pode ser defumada. cordiformes com 3 folíolos grandes. • Pragas: A planta é altamente suceptível à Diabrotica spp. mais ou menos pubérulos. Fruto cariopse.

Capação: extirpando-se todos os botões florais. negros. estimulante (242) e antiescorbútica (424). jambú-açú. maçã-do-perú. var. SINONÍMIA: Abecedaria. agrião-do-brasil. Inflorescência em capítulo globoso. É cultivada em jardins e ocorre subespontaneamente em áreas ruderais. pimenteira. ésteres amirínicos. agrião. cordiformes ou ovóides. O caule é cilíndrico e radicante nas partes basais. que podem ser plantadas diretamente a campo. prostrada. Pode-se utilizar o suco das flores. desinfetante (120). agrião-do-norte. A planta é ainda indicada para o tratamento de cólicas abdominais. febrífuga. mata-fome. usado diariamente para dores de ouvido (257). afinina. erva-de-malaca. typica. acre. em sulcos ou covas. antiasmática. . Aquênios quase envolvidos em páleas membranosas. Apresenta arquitetura ramificada e de constituição semicarnosa. Tomar 1 a 2 xícaras ao dia (32). narcótica. • O espilanton. emenagoga. pimenteira-do-pará. emeto-catárquica.) Murr. bucho-de-rã. jambú-rana. • O caule e a raiz são uma das maiores fontes de potassa vegetal. sinuosas e denteadas.86 • • • • • • Propagação: sementes e raízes tuberosas. lactonas sesquiterpênicas. estomáquica (257). A raiz tuberosa produz um líquido amarelo rico em bradicinina. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada na culinária amazônica para o preparo de "pato ao tucupi"e a bebida "tacacá" (209). JAMBUAÇÚ NOME CIENTÍFICO: Spilanthes acmella (L. botão-de-ouro. e o sumo das folhas. primavera ou verão. anti-sifilítica. • Florescimento: julho a fevereiro. afecções bucais e da garganta e cálculos da bexiga (120). Encontra-se disseminada por todo mundo. flavonóides (379). antigripal. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. com 20 a 30cm de altura. quando macerado em limão até formar pasta mole (257). antidisentérica. pouco brilhantes. odontálgica (93). PARTES UTILIZADAS: Flores e raízes. HABITAT: Espécie autóctone. • Propagação: divisão de rizomas. jambú-assú. agrião-bravo. elípticos. (130). • Plantio: outono e primavera. A planta cresce espontaneamente em terrenos úmidos e ácidos. pois o lagarto teiú cava o solo para comer a raiz sempre que é picado de cobra. sialogoga. bronquite e tuberculose (Berg. Colheita: inicia a partir do segundo ano de cultivo. saponinas. JOÁ-DE-CAPOTE NOME CIENTÍFICO: Nicandra physaloides [L. com cerca de 1cm de diâmetro. serve para eliminar sardas e panos do rosto. que é uma amida do ácido não saturado. FORMAS DE USO: Infusão. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A raiz é drástica. CLIMA: É originária de regiões tropicais até tropicais. É considerada rara em Santa Catarina (402). 257). por ocasião do florescimento. FITOQUÍMICA: Amidas acetilênicas. • Colheita: inicia a partir do terceiro mês após o plantio. pingando-o dentro do duto auditivo e deixando 15 minutos. apud 130).] Gaertn. agrião-do-mato. As sementes são semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral e as estacas radicantes e rizomas podem ser plantados diretamente a campo. esteróis. quando cozidas são comestíveis. Flores e raízes são ainda indicadas para lenir dores de ouvido (32). é uma substância picante. tapando com algodão. Plantio: outono. antiespasmódica. agriãozinho. lanterna-da-china. É subespontânea da Mata Pluvial da Encosta Atlântica. mas não necessariamente alagada. Adubação: 1 a 2kg/planta de cama de aviário. com pedúnculos longos e flores amarelas. joá. repetir 2 a 3 vezes • Infuso: 10g de raiz para 1 litro de água. quintilho. apud 120). TOXICOLOGIA: A raiz é tóxica e as sementes são consideradas extremamente venenosas. excitante. antileucorréica e anti-herpética. Flores e raízes são diuréticas (32). espilantol. digestiva. É provável que a planta seja antiofídica. INDICAÇÕES: O amido. HABITAT: Espécie autóctone. sumo e masticatório. jambuassú. alagados e até fortemente argilosos.3m. AGROLOGIA • Ambiente: Procurar implantar o cultivo em áreas mais úmidas da propriedade. béquica. sementes e estacas dos ramos radicantes. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. agrião-do-pará. originária do Peru. antidiarréica. Florescimento: ocorre no verão e outono. FITOQUÍMICA: A raiz contém um produto resinóide de fécula e muita potassa. apud 120). FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas novas. Se demorar passar a dor. As folhas são opostas. • Espaçamento: 0. TOXICOLOGIA: O extrato aquoso induziu contrações abdominais e o extrato hexânico provocou convulsões tônico-crônicas e morte (Moreira et al. que cresce espontaneamente na Amazônia e subespontaneamente em todo Brasil. • Também utilizada na forma de salada. antidispéptica (9). porém tem mostrado boa adaptação em climas subtropicais quentes. antiinflamatória. pimenta-d'água. carminativa. coqueluche. juá-de-capote. triterpenóides (Mukharya e Ansari. bexiga. muito apreciado como ingrediente de dentifrícios (168). SINONÍMIA: Balãozinho. Escorrer e pingar novamente. mastruço. espilantina. PARTES UTILIZADAS: Folhas e capítulos. repetindo 2 a 3 vezes. que é abundante.4 x 0. As flores quentes e untadas com óleo são maturativas (283). jambú. apigenina-7neohesperosídosídeo. muito forte. fitosterina e colina (9. FORMAS DE USO • Suco: pingar 2 a 3 gotas do suco do caule ou da raiz no conduto auditivo. antianêmica. Uma análise da parte aérea revelou a presença de apigenina-7-glicosídeo. incrementa-se o tamanho da raiz. decocção. longo-pecioladas e membranáceas. cicatrizante. quercitina-3-glicosídeo e rutina (43) PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É analgésica tópica. INDICAÇÕES: Indicada para problemas hepáticos. que posteriormente tornam-se pardacentas. anti-hidrópica. Tolera bem solos ácidos. SOLO: A planta prefere solos úmidos e aerados.

4 x 0. OUTRAS PROPRIEDADES • O fruto é usado para matar mosca (402). como cicatrizante (257). alternas ou geminadas. • Consórcio: utilizar plantas que possam sombrear parcialmente. O fruto é uma cápsula septífraga. Semente comprimida. medindo de 40 a 50cm de comprimento. mariangome. ovado-oblongas. castanho-clara a amarelada. major-gomes. carurú. tosse. maria-gombi. sementes e as folhas. irregularmente serrado-dentadas. que cresce 30 a 40cm de altura. verdeclaras. quando novo e castanho-claro quando maturo. lisa. ou seja. JOÃO-GOMES NOME CIENTÍFICO: Talinum paniculatum (Jack). bredo.6 a 1. ora-pro-nobis-miúdo. glabra. azul-clara ou violácea. diurética e midriática (93). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. às vezes púrpura. castanhoamarelado. axilares e apresentam cálice membranáceo. ramificado. gastralgia e tuberculose pulmonar (444). inflorescência. crasso e esverdeado. medindo 10 a13cm de comprimento por 5 a 7cm de largura. erva-gorda. • Florescimento: maio e outubro a novembro. bredo-major-gomes. As sementes são semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. medindo 2 a 3mm de diâmetro. cicatrizante. em doses mínimas (242). com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. elípticas ou oblanceoladas. esverdeado. • Propagação: sementes. carnosa. dispostas em panículas compostas cujas flores só abrem sob luz plena.87 FITOLOGIA: Planta herbácea anual. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiescorbútica (a raiz). OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas podem ser consumidas na forma de salada e refogados. PARTES UTILIZADAS: Folhas. béquica. labrobró-dejardim. ovóide deiscente. Abaixo de 10 oC não ocorre germinação. • Alelopatia: a planta inibe o crescimento de outras espécies vizinhas. ramosíssima e glabra. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. As flores são isoladas. As folhas são longopecioladas. • Cataplasma: usar folhar frescas. cilíndrico. frutos e raízes. Sementes novas apresentam um certo grau de dormência que pode ser eliminada com a luz. • Pragas: sensível à Diabrotica spp. 5-lobados. róseas. Corola campanulada. Inflorescência do tipo panícula terminal aberta. • Plantio: outono e primavera. simples ou ramoso. que cresce de 0. glabras. As folhas maiores concentram-se na parte basal da planta. bem drenados e de textura média. emoliente. refrigerante (68) e calicida. medindo 5 a 7cm de comprimento por 3 a 4cm de largura. orbiculares. Caule carnoso. pomares e à beira de matas. • Colheita de folhas: a partir de 80 a 90 dias após a emergência. CLIMA: Vegeta melhor no inverno e floresce em outubro. manjogome. curto-pecioladas ou sésseis. É esciófita. glabro. beldroega-miúda. Uma planta produz até 1. FAMÍLIA BOTÂNICA: Portulacaceae. na forma de infusão (cascas da raiz) ou caldo (das folhas) (444). língua-de-vaca. HABITAT: Planta autóctone da América. vulnerária. lisas. manjongomes. com anteras amarelas. folhas e sementes. com 3 valvas contendo sementes pretas. FITOQUÍMICA: Mucilagens e sais minerais. podendo tornar-se invasora em regiões de clima mais ameno. ereto. estupefaciente. maria-gorda. • Colheita de sementes: fevereiro a março. quebra-tigela.000 sementes (209). e tem propriedades similares a Atropa beladona. lisas. As folhas servem para a extração de calos.500 sementes por planta (209). As sementes são emenagogas (93). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A seiva é calmante.3m. Índice médio de germinação: 30 a 35%. INDICAÇÕES: As folhas e sementes são utilizadas no tratamento de feridas. Sementes velhas germinam mesmo sem luz. longamente pediceladas. medrando em todo Brasil. mucilaginosa. permitindo a produção de folhas mais suculentas e desenvolvidas. cortes. • Plantio: outono e primavera. TOXICOLOGIA: Os frutos são tóxicos. • Propagação: gemas da cepa. alternas (as inferiores). mata-calos. porém adapta-se ao subtropical. SINONÍMIA: Beldroega-grande. • Colheita das raízes: junho a agosto. ocorrendo em número progressivamente menor em direção à . brilhante. geralmente avermelhado. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. As flores são pequenas. marrom-alaranjado-purpúrea. suculenta. A raiz é tuberosa. glabras e finamente estriadas. diretamente em canteiros. com nervuras inconspícuas. diaforética. agudas. O fruto é uma baga (solanídeo). • Produção de sementes: 500 a 3. neurastenia. carirú. • Decocção: 20g de raízes por litro de água. brilhantes. bunda-mole. lenticulares. sobretudo potássio (257).30 x 0. suborbicular ou obovada. Gaertn. com tegumento crustáceo. areno-silicosos e com alto teor de matéria orgânica. podendo ser feita durante todo o ano. globosa. mariagomes. glabra. verde-claro. inhá-gome. maria-bombi. opostas (as superiores).0m de altura. joão-gordo. FORMAS DE USO • Geral: 20 a 30g/dia. membranáceas. SOLO: Prefere solos úmidos. diurética. contendo várias gemas meristemática. maria-mole. obovadas. As sementes podem ser semeadas em sulcos. • Produção de semente: dezembro a janeiro. mariangombi. maria-gombe. carne-gorda. reticulado. medindo cerca de 3cm de comprimento. labrobró. A planta é prolífera. Em ambiente sombreado. ereta. CLIMA: É de clima tropical. anguloso. as folhas podem medir 16cm de comprimento por 8cm de largura. • Florescimento: outubro a novembro . benção-dedeus. carnosas e grossas. As raízes são utilizadas no tratamento de escorbuto (68). em áreas ruderais. manjongome. com pericarpo membranáceo. Não tolera solos ácidos ou encharcados. Caule ereto. SOLO: Desenvolve-se melhor em solos ricos em matéria orgânica. maria-gorda. PARTES UTILIZADAS: As raízes tuberosas. A temperatura ótima ocorre aos 25oC (209). As folhas são inteiras. com 4 lóculos. depurativa (257). brilhante. • Adubação: 2kg/planta de cama de aviário. inflamações tópicas (68). • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio.30m.

crescendo até 1. mucilagens e ácidos orgânicos (128). FORMAS DE USO • Infusão: das folhas e frutos (afecções hepáticas. elípticas ou lanceoladas. • Florescimento: inicia na primavera e estende-se até o outono. jurubeba-branca. diuréticos. capoeiras. As raízes e frutos são desobstruentes do fígado e do baço (93). juuna. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são cicatrizantes e a raiz é tônica digestiva e antianêmica (128). em panículas abertas. amargos e tônicos (242). febrífugos (68). verde nas planta novas e verdeacizentado nas plantas adultas. que atinge 1. arenosos. coincidindo. oblongas. com 1cm de diâmetro. jurubebinha. • Colheita: inicia-se seis meses após o plantio. lavouras perenes e capoeiras. HABITAT: Espécie autóctone da América do Sul. tumores abdominais e uterinos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes e frutos são antidiabéticos. atonia gástrica. úlceras. O fruto é uma baga globosa.5 x 1. medindo 2 a 3cm de diâmetro. de clima subtropical. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da hepatite. Inflorescência terminal. isoladas. desobstruentes. Caule ramificado. CLIMA: É heliófita e seletiva higrófita (402). simples. reunindo flores com corola membranosas com cinco lobos ovalado-triangulares. brancas ou levemente azuladas. feridas. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. ⇒ Anemia: macerar por 10 dias numa panela de ferro hermética. convalescença. • Pragas: é muito comum a incidência de Diabrotica spp. medindo 3 a 4mm de diâmetro. cistite. SINONÍMIA: Jubeba. • Propagação: sementes. febres intermitentes. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. jurubeba-do-sul. estomacais e do baço (128). INDICAÇÕES: Os frutos são usados para o tratamento de distúrbios hepáticos. velame. • Propagação: sementes e rebentos das raízes da planta matriz. SINONÍMIA: Jurubeba. dispepsia atônica. Filtrar e tomar 1 cálice antes das refeições. febres e debilidade em geral). Inflorescência em cimeiras terminais e laterais. soltos e úmidos. inapetência. Ocorre como planta ruderal. juvena. jurupeba. engurgitamento do fígado e do baço. febres intermitentes. A planta é reputada ainda como diurética. anemia. • Colheita: a partir de outubro. alvo-tomentosas na face dorsal. algo brilhante. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. clareiras. margem inteira. densamente espinhoso. FITOLOGIA: Planta perene. FORMAS DE USO • Vinho: ⇒ Descongestionante do fígado: macerar por 10 dias 30 frutos verdes e 2 fragmentos de canela em 1 litro de vinho licoroso. aperientes. amarelada. PARTES UTILIZADAS: Raiz. As sementes são semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral e os rebentos de raízes devem ser aclimatados sob sombrite 70% e irrigação. Cresce espontaneamente em áreas abertas. polimórficas. Tomar 1 ou 2 cálices ao dia. juribeba. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. PARTES UTILIZADAS: Raízes. HABITAT: Planta autóctone do sul do Brasil. áreas onde foram feitas queimadas. agudas.5m de altura. bilocular. • Cataplasmas: das folhas (uso externo.5m. folhas e frutos. alaranjado. jurubeba-velame. medindo 1cm de diâmetro. em estufa plástica. glabro. corimbosas. Aclimatar as mudas em estufa plástica coberta com sombrite 50%. sutilmente sinuadas. bosques e áreas ruderais. JURUBEBA NOME CIENTÍFICO: Solanum paniculatum L. FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae. CLIMA: É uma planta tipicamente tropical e heliófita. tumores e abcessos internos). São cultivadas como ornamentais. incorporada na cova. bem drenados e com um bom teor de matéria orgânica. liso. alaranjado. • Suco: das raízes ou frutos (cistite. pouco ramificado.88 • • São plantas forrageiras muito herbívoros domésticos. . reunindo flores pequenas azulada ou violácea.5m de altura. ereta. • Plantio: março a abril. inteiras. icterícia. SOLO: Prefere solos leves. doenças infecciosas. alternas. campos abandonados. anti-hidrópica. var. As folhas são pecioladas. atonias gástricas (294) e catarro da bexiga (215). colagogos. glabra. folhas e frutos. devido aos alcalóides e esteróides que contém (68). SOLO: Tolera quase todos os tipos de solo. anti-hidrópicos. embora prefira os arenoso. profundamente sinuadas e sublobadas. jupeba. catarro na bexiga (271) e impaludismo (242). As sementes são semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral.5 a 2. FITOQUÍMICA: Jurubidina (aminoalcalóide esteroidal concentrado no fruto verde). ocorrendo das Guianas até o sudeste brasileiro. Não tolera ventos frios e geadas. A semente é comprimida. colagoga e colerética (215). debilidade orgânica (68). O caule é cilíndrico. abcessos internos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae. inermes. de preferência com a florada. em feridas e úlceras) (68). Folhas pecioladas. alvo-pubescente e armado de acúleos curvos. com tegumento crustáceo. A raiz apresenta sabor amargo. • Plantio: março a abril. TOXICOLOGIA: O uso da planta não deve ser prolongado. jurubebaverdadeira. normalmente ovaladas. ásperas.5m.5 x 1. arbustiva e ereta. Solanum fastigiatum Willd. apreciadas por animais JURUBEBA NOME CIENTÍFICO. antidispépticos (271). antianêmicos. • Florescimento: setembro a março. com exceção do caule. ovalada a elíptica. pomares e terrenos abandonados. solitárias. acicularium Dunal. O fruto é um solanídeo globoso. AGROLOGIA • Espaçamento:1. inerme. 1 xícara das de chá de raiz picada e 1 colher das de sopa de casca de laranja amarga em 1 litro de vinho branco licoroso. crescendo espontaneamente em pastagens. glabrescente. escamosas. resinas.

TOXICOLOGIA: A ingestão das folhas. à semelhança da espécie “boca-de-leão” e amarelas.000kg/ha (93). monóica. As flores femininas são unifloras. HABITAT: Planta alóctone originária das regiões setentrionais. HABITAT: Espécie alóctone que é cultivada em todas as partes do mundo. contas-de-nossa-senhora.30 x 0. .89 • Decocção: ⇒ Tônico digestivo: ferver 2 pedaços pequenos de raiz. molduras. em sulcos. CLIMA: Prefere temperaturas mais amenas. antidiarréicos (445). lombalgia (257). rosários.000 a 12.8%. localizadas na extremidade apical da espiga. Alcança cerca de 30 a 35cm de altura e emite vários rebentos a partir das raízes. persistente em crianças (445). branco-acizentadosazulados. em 1 xícara das de chá de água. disúria e acrodinia (1. A formação abundante de estolões deve ser contida para evitar a densificação de indivíduos. sais minerais 7. sendo própria para a alimentação de convalescentes e para a panificação. permite um crescimento vigoroso do rizoma. abcesso pulmonar (93). Os frutos. substâncias gomosas e dextrona 1. glabras e alternas. • Propagação: rebentos de raízes. Tomar 2 a 3 vezes ao dia. arginina. ricos em matéria orgânica e bem drenados. As raízes crescem horizontalmente e são de coloração creme. juntar 1 copo de mel e misturar bem. ⇒ Também pode ser usado em gargarejos (128). LÁGRIMA-DE-NOSSA-SENHORA NOME CIENTÍFICO: Coix lacryma-jobi L. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de cama de aviário.7%. Um quilograma de sementes contém cerca de 4.7%. capim-de-contas. reumatismo. As folhas são lineares. tirosina. • Plantas daninhas: eliminar o inço desde o tranplante até o final do ciclo. de rizoma rasteiro e vigoroso. com pericarpo grosso e duro. As flores masculinas são numerosas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae. perene. anti-hidrópicos. • Produção de sementes: 2. ramoso. inchaço e males dos rins. As folhas LINÁRIA NOME CIENTÍFICO: Linaria vulgaris Spr. em torno da planta. sitosterol e dimetil-glicosídeo (1. ácido resinoso 0. amplexicaule. casca de arroz. analépticos. e internamente antiasmáticos e diuréticos (444). biurá. em forma de fita. É cultivada em jardins. etc. medindo 5mm de comprimento por 4mm de diâmetro. • Os frutos são utilizados em artesanato para a confecção de pulseiras. O caule é ereto. evita o adensamento do solo. do tipo cariopse. pelo alto conteúdo de proteína e lipídeos (93). Após este período. o florescimento ocorre de outubro a dezembro. coixenolide. O fruto maturo é facilmente abcisionado pela planta. • Propagação: sementes. • As sementes fornecem fécula opcional para a indústria da cervejaria. resina amarela e mole 0. PARTES UTILIZADAS: Grãos maturos. bem picados. SOLO: Prefere solos férteis. semeadas diretamente a campo. muito diuréticos e nutritivos. • Plantio: setembro a outubro. depurativos.5 a 3cm de largura. • Colheita: abril a maio. As mudas são transplantadas quando apresentam um porte de 15cm de altura. lanceoladasacuminadas. plástico preto ou outra cobertura inerte sobre o solo. braceletes. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. emolientes.4%. SINONÍMIA: Biuri. FORMAS DE USO: 10 a 30g/xícara na forma de pó ou decocção do fruto tostado (444). grisáceas.000kg/ha (93). usados externamente são anti-reumáticas e excitantes. Aplicar topicamente. FAMÍLIA BOTÂNICA: Escrofulariaceae. embora a ocorrência esparsa de frutos maturos se verifique na maior parte do período quente do ano. bifloras. aminoácidos. O amido da cariopse é levemente doce.2m. capim-de-rosário. FITOQUÍMICA: Celulose 62%. por tempo prolongado. auriculadas. É comumente encontrada como planta ruderal nos países de origem e colonizados. e colmos. afecções catarrais (271). óleo pingue verde-claro 0. proteínas.3%. amido 8.1%. coixol. • As folhas podem ser utilizadas como forrageira. FITOLOGIA: Planta herbácea. Coar e misturar o suco de ½ limão. 444). capim-demissanga. evitando ainda a germinação de plantas daninhas. • Plantio: outono. cortinas.1%. água 14%. com as margens onduladas e escabrosas. solitárias. com 1 a 2m de altura. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Os frutos são antileucorréicos. • Mulching: o uso de palhas. são ovais. Coar. nitrogênio 0. Os rebentos devem ser aclimatados em túnel de sombrite 70% até o pleno pegamento das mudas. INDICAÇÕES: Os frutos fortalecem o baço e são utilizados no tratamento de enterite crônica. As folhas são alternas. apendicite. lisina. As flores são labiadas. É nitrófila. em duas tonalidades. A inflorescência é uma panícula de espiguetas axilares eretas. 444).000 sementes. parcialmente ocultas pela bainha das folhas. • Adubação: 2kg/m2 de húmus de minhoca. 4%. lágrimas-dejob. com uma produção de 59. É heliófita. tem resultado em intoxicação de bovinos (209). pneumonia lombar. oco e com raízes adventícias na base. lustrosos. mantém a umidade e uniforme a temperatura do solo. beribéri.0 x 0. perene. litíases urinárias. com uma média anual em torno de 20 a 22oC. perolados. retirar as mudas do túnel para não estiolarem. rosário-de-nossa-senhora. com tamanho entre 5 a 10cm. • Produz uma farinha de alto valor nutritivo. lipídeos. com 20 a 35cm de comprimento por 1. capiá. 2. glabro. albumina 2. primavera e verão. colares.1% glúten. envolvidas por um duro invólucro. • Florescimento: quando o plantio é feito em setembro. açúcares 0. ⇒ Cicatrizante: ferver 1 colher das de sopa de folhas bem picadas em 1 copo de água até reduzir à metade. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada no sul da China para a fabricação de esteiras e artesanatos trançados.500 a 3. A frutificação é bastante desuniforme.65% (93). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. edemas. ovóide-cônico As flores são monóicas. Não se verifica a formação de frutos no Estado de Santa Catarina. dispostas na base da espiga. FITOLOGIA: Planta herbácea. leucina. tônicos.15m. lisas.

caso contrário a planta torna-se raquítica e com folhas amareladas. membranácea. A decocção das folhas é utilizada como vulnerária (12). Adapta-se tanto à luz direta como a meia-sombra. A planta é esciófita. durante 4 dias. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato etanólico a 95% administrado em ratos via intragástrica. atenuado-acuminadas no ápice. glabro. lírio-do-vale. desobstruente (68). liso. lágrima-de-moça. gramados. FITOLOGIA: Planta herbácea rizomatosa. verde-claro. insônia (32). • Florescimento: agosto a janeiro. CLIMA: É de clima tropical a subtropical. de 15 a 35cm de altura. lanceoladas. PARTES UTILIZADAS: Folhas e inflorescências. sanguineira. SOLO: Prefere solos francos. piri. ligeiramente pêndulo quando jovem. sinuada. LÍRIO-DO-BREJO NOME CIENTÍFICO: Hedychium coronarianum Koenig.25m. porém naturalizada nas Américas. antiblenorrágica. verde-escuras. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. Folhas sésseis. com a base pinatífida e atenuada. cilíndrico. passando a alaranjado. com lígula acuminada. lágrima-de-napoleão. • Plantio: abril a agosto. elíptico. a beira de estradas e áreas ruderais. . PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. áfilo. paraquedinha. entouceirada com 1. lágrima-de-vênus.90 • • Raleio: durante o desenvolvimento da planta matriz. A sementes são ovaladas e avermelhadas. de cor branca. O transplante é feito quando as mudas tiverem 4 a 6 folhas definitivas. Fruto tipo baga deiscente. erva-de-sangue. alagados ou com irrigação abundante. jasmim. erupções cutâneas de origem sifilítica. verde inicialmente. paraqueda. ocorre um grande rebrote de plântulas dos rizomas. oblanceolado-espatuladas. com bráctea oblonga. • Colheita: 3 a 4 meses após o plantio. nas folhas (121. nas partes aéreas. de base angustada. borboleta-amarela. tosses. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Peitoral e béquica (93). língua-de-vaca-miúda. jasmim-borboleta.5 a 2. medindo cerca de 3mm de comprimento. As folhas são sésseis. inundadas. fumo-do-mato. HABITAT: Espécie alóctone. tapira. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores são utilizadas em tinturaria. formado por 3 séries de filárias linear-lanceoladas. emenagoga. • Xarope: utilizam-se as sementes torradas como base de xarope para tosse (215). gengibre-branco. AGROLOGIA • Ambiente: O cultivo deve ser feito em várzeas úmidas.] Polak. que habita as matas litorâneas do sul do Brasil.0 a 1. palustre. SINONÍMIA: Buglossa. AGROLOGIA • Espaçamento : 0.0m de altura. béquica. emarginada.4m. biflora. FITOLOGIA: Planta herbácea em forma de roseta. úmidos e soltos. com tubo longo e lobos lineares. ou em áreas úmidas da Mata Atlântica e nas planícies litorâneas. SINONÍMIA: Bastão-de-são-josé. entre 0 e 800m de altitude (179). matas. Espiga densa. que são semeadas em canteiros. ao longo de sulcos transversais ou em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. especialmente em áreas de baixadas. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira em floração. LÍNGUA-DE-VACA NOME CIENTÍFICO: Chaptalia nutans [L. antigripal e sedativa (242). trifacetado. • A planta apresenta atividade mata-mosca (89). flor-de-lis. tumores linfáticos e obstipação intestinal (68). escalda-mão. tônica. com dorso e bainha pubescente. FITOQUÍMICA: Ácido parasórbico. SOLO: A planta desenvolve-se melhor em solos encharcados e com bom teor de matéria orgânica. jasmim-do-brejo. rosulado-basilares. napoleão. Tanto as raízes quanto as folhas são úteis contra a úlcera (179). Corolas brancas. os quais devem ser eliminados ou utilizados na produção de novas mudas. vigorosa. Os aquênios são fusiformes. Tomar 3 a 5 xícaras ao dia (febres e obstipação intestinal). com um lóbulo terminal tão grande que forma a maior parte da folha. obtusa. por dia. terminando em um capítulo discóide. lírio-branco. CLIMA: A plante prefere regiões de clima tropical a subtropical. • Propagação: sementes. finamente tomentoso. narciso. Colheita: ocorre 3 a 4 meses após o plantio. • Infusão: 1 a 2 colheres das de chá em 1 xícara de água quente dermatoses. e prunasina. na dose de 100mg/kg. com o caule ereto e avermelhado na base. afecções das vias urinárias. pubescentes. Indicada para dores musculares. costa-branca. INDICAÇÕES: Tem sido usada para o tratamento de catarro pulmonar. Tomar 3 a 5 xícaras ao dia. enfolhado. FORMAS DE USO • Cataplasma: as folhas são colocadas sobre a testa (cefalalgia e insônia). ciliolada. É indicada para a diarréia. Pode ser usado internamente ou em banhos herpética (68). originária do Himalaia e Nepal. golpes e torceduras. olímpia. • Decocção: ferver por 10 minutos 1 a 2 colheres das de chá de folhas ou raízes para 1 xícara de água. com 25 a 40cm de comprimento e 5 a 6cm de largura. 141). cistite e icterícia (89). perene. cardamomo-do-mato. As flores são compostas por um invólucro cilíndrico-campanulado. • Espaçamento : 1. afecções das vias urinárias. plana. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente em bosques. contendo muitas sementes envoltas em mucilagem vermelha. glabra na página ventral. labaça. catarros pulmonares. acaule com 20 a 25cm de altura. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de cama de aviário. medindo 2 a 3cm de comprimento por 1. dermatoses e cefalalgia (257). As raízes são usadas pelos indígenas da Costa Rica para combater as lombrigas intestinais.25 x 0. chamama. FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberaceae. borboleta. com alta umidade relativa do ar. ásperas. Escapo floral comprido. anti-herpética. 3α-hidroxi-5metilvalerolactona.0 x 0. esverdeadas e com margem avermelhadas. medindo cerca 7 a 15cm de comprimento por 3 a 5cm de largura. não demonstrou atividade antimalárica contra Plasmodium berghei (50).5cm de largura.

absinto. profundos e com pH alcalino (acima de 6. do aroma. grande-absíntio. Vegeta espontaneamente em solos secos e pedregosos. lactonas sesquiterpênicas (128) e nitratos (182). artemísia. antidiabética (257). vermífuga. o sabor é extremamente amargo. aperiente. pilosas (pêlos em forma de “T”). anti-hidrópica. É heliófita. óleo essencial contendo absintina (amargo). febrífuga. ereto. envenenamento. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O rizoma é béquico (93). As flores são amarelas. eupéptica. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. originária da Ásia Central.50m. INDICAÇÕES: Auxilia no tratamento da nevralgias. FITOLOGIA Planta herbácea vivaz. distúrbios digestivos e hepáticos (257). A planta cresce 0. FITOQUÍMICA: Tanino flobafênicos. anti-histérica (32). tuberculose (388). tônica. SINONÍMIA: Absíntio. áspero. Europa mediterrânica e norte da África. tísica (32). cólicas.000m de altitude (182). fenóis. alcalóides. de caule ramificado. tujona (anti-helmíntico e convulsionante). Poda: ralear as touceiras sempre que houver alta densidade de perfilhos.1:10. Utilizar 1 a 2kg/m2 de húmus de minhoca ou estrume animal. tubulosas. losma. estimulante. flores brancas. • A flor é muito ornamental e perfumada. sobretudo no verão. enquanto que por propagação vegetativa é na primavera. • • • • • PARTES UTILIZADAS: Rizoma e flores. convalescença. A melhor época de plantio. Doenças: a planta é suceptível à doenças vasculares fúngicas. bem drenados. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. • • • • • LOSNA NOME CIENTÍFICO: Artemisia absinthium L.5). felandreno. antidiarréica. Florescimento: é condicionado pelas temperaturas invernais. pois as sementes são muito pequenas. de cor verde-prateada e sulcos longitudinais. antigripal. Regiões muito pluviosas são desaconselháveis ao cultivo comercial. A planta possui um forte odor peculiar e um sabor amargo.8 x 0. HABITAT: Espécie alóctone. umidade máxima . divisão de touceiras ou de estacas da planta matriz. proporção mínima de folhas e flores em relação a caule e ramos . Aclimatação: as mudas oriundas de estacas ou mesmo de rebentos.1:1 (96). Plantio: primavera. enquanto que aquelas oriundas de sementes são tranplantadas aos 3 meses após a emergência. mas bem aclimatada no Brasil. FORMAS DE USO: • Cataplasma: aplicar a folha quente sobre locais doloridos do ventre. O plantio deve ser feito o mais breve possível para evitar-se a desidratação das mudas. conseqüentemente. Adubação: deve-se evitar o uso excessivo de matéria orgânica. Colheita: inicia após o segundo ano de cultivo. Padrões comerciais: conteúdo mínimo de essência . estomáquica (388). mau hálito. dispostas em capítulos de forma hemisférica. absíntio-comum. ventosidades. antiemética. flor-de-diana.4 a 1. Quando ocorrem invernos quentes.91 • Propagação: sementes. camazuleno (257). Apresenta uma boa resistência às doenças foliares. embora vegete em subtropicais. As folhas são recortadas. álcool tuílico (163). Cresce bem em solos pedregosos. acinto. Pragas: A espécie é muito resistente às pragas. suspender irrigações e evitar-se solos pesados. Em cada capítulo podem ocorrer 30 a 40 flores. ácidos tuiônico. sucínico e palmítico. A germinação ocorre entre 20 a 30 dias. • Infusão: . As folhas próximas das inflorescências são subsésseis e lanceoladas. antidisentérica (435) e antisséptica (182). a partir do segundo ano de cultivo. Tolera o sombreamento mas não resiste à geada. peneirados. hepática (68). excitante. no acme do florescimento. tônico e anti-reumático (242) e as flores cardiotônicas. artabsina (amargo). ervados-cem-gostos. isovaleriânico. índice de amargor . isotujona. anabsintina (93). citronela-maior. amarga. alvina. • Propagação: feita através de sementes. desde o nível do mar até 2. tripinatisectas (as radiais) e bipinatisectas (as caulinares). eupéptica. acintro. • As flores constituem-se matéria-prima para a fabricação de perfumes. escrófulas. espessura máxima de ramos e caule . grande-absinto. Colheita: ocorre no verão. atonia digestiva (435).0m e tende a formar moitas. amargosa. areno-argilosos. cinza-esverdeadas ventralmente e brancoprateadas dorsalmente.0. não ocorre o florescimento no Sul do Brasil. sintro. pendunculadas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emenagoga. acinto. losnabranca. málico. rebentos e pedaços do rizoma. antipirética. colagoga. O cultivo tem que ser feito em solos úmidos naturalmente ou com irrigação abundante. As • • • PARTES UTILIZADAS: Sumidades floridas (preferencialmente) e folhas. devem ser enraizadas em túneis com sombrite 70% e irrigação intermitente por nebulização. catequinas (388). erva-dos-vermes. Renovação da cultura: embora a planta possa viver até 20 anos. losna. erva-santa. A planta tem ação insetífuga sobre algumas pragas. gotasamargas. O uso abusivo de fertilizantes afeta a formação do óleo essencial e. OUTRAS PROPRIEDADES • Fornece fibras têxteis e celulose para o fabrico de papel. teneno. • Os rizomas fornecem fécula comestível e industrial (93). cinzas até 8%. cardineno. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O rizoma apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivo (123). sementes devem ser semeadas em bandejas de isopor contendo substratos organo-minerais. enquanto que os rizomas e rebentos podem ser plantados diretamente a campo. CLIMA: Prefere o clima temperado. a cultura deve ser eliminada e reimplantada a cada 3 a 5 anos. pireno. pois ocorre um declínio natural da planta a partir do quinto ano (182). pendentes e de aroma forte e agradável. meteorismo e inapetência (68).20%. Plantio: mudas oriunda de estacas ou rebentos são transplantadas com 2 meses de aclimatação.7mm. resinas. Além de exalar um forte odor. moles. aluína. O máximo teor de princípios ativos na planta coincide com o período de florescimento (96). Neste particular.000. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor. quando se utiliza a propagação por sementes é ao final do verão. SOLO: Prefere solos naturalmente férteis. plana na parte superior. tônico e aromático. para assegurar um melhor pegamento. bem curtido e solarizado.12%. losna-maior.

coar. phaleratus). Adicionar à ração do animal 1 colher das de chá para gatos ou 2 colheres das de chá para cães de porte médio (128). Desenvolve-se bem em regiões em que as temperaturas médias anuais estão abaixo de . taninos e princípios amargos e aromáticos (294). FORMAS DE USO • Infuso: 1 folha de louro picada em 1 xícara das de chá de água fervente. amenorréia. pequenas. Também pode ser aplicada topicamente em articulações inflamadas. SOLO: Profundos. estimulante estomacal. com sépalas petalóides. pode ser usada a semente dos frutos. loureiro-de-molho. carminativa. lanceoladas. bronquite (257). loureiro-depresunto. O caule é glabro. é tóxico (257). • Colheita: inicia a partir do terceiro ano de cultivo. gases. picada de insetos (380). Se houver um período de estiagem prolongado. brilhantes na parte superior e baça na inferior. anti-hemorroidária. sudorífica (93). A infusão elimina parte da toxidez (68). persistentes.5cm. retirando-se 1/3. Faz-se um corte anelar em volta do ramo. loureiro-dos-poetas. branco-amareladas. especialmente piolhos. Vinho: macerar por 5 dias 20g de folhas ou flores secas em 1 litro de vinho tinto e 2 cálices de aguardente. onduladas nos bordos. • Poda: os ramos basais. loureiro-nobre. Folhas verde-escuras. sempre-verde. dispepsia. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta apresenta odor peculiar e sabor amargo e aromático. nevralgia. O enraizamento deve ocorre em 40 dias. Tomar 1 cálice após as refeições. HABITAT: Espécie alóctone. antireumática. medianamente férteis e ricos em matéria orgânica. perene. de cor negra. calmante (294). lanceoladas. • Plantio: outubro a novembro. agudas. recobrir o ramo com esfagno ou musgo encharcado com água. vinhos). cânfora. A alporquia é feita em ramos novos com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lauraceae. deixando o lenho exposto numa faixa de 0. ⇒ 30 a 50g por litro de água ou vinho (435). onde o crescimento é muito lento (182). Retira-se o substrato sob água corrente. Cresce em ravinas das montanhas mediterrânicas. sedativa.5 x 2. convém injetar água na bolsa de alporquia utilizando uma injeção com agulha. Adultos . deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm. O suco da planta não deve ser ingerido. Fruto tipo baga. adicionar gotas • • • • • TOXICOLOGIA: Doses excessivas podem causar convulsões e pertubações da consciência (absintismo . Flores dióicas ou hermafroditas. Pseudoaonidium trilobitiformes) e besouros (Cratosomus pterygomalis. Sobre o anelamento e uns 4 a 5cm acima dele. Procurar manter a planta com um porte de até 3 a 4m. Xarope: colocar um punhado de folhas e flores picadas em 1 xícara das de cafezinho de água fervente. Torna amargo o leite das mulheres que amamentam. • Propagação: alporquia. originária da Ásia Menor. glabras. nas irritações gástricas e nas propensões à congestão cerebral (93). Massagem: friccionar as folhas sobre as partes afetadas (antireumático). C. loureiro-de-apolo. coriáceas. antidispéptica (283). cujas larvas atuam como broca do caule e ramos (93). loureiro-comum. Tintura: misturar 2 xícaras das de café de álcool de cereais com 1 xícara de água e 1 punhado da erva picada. Tomar 1 colher das de sopa em intervalo de 1 hora (32). adicionar 1 xícara de mel e homogeneizar. Isolar a alporquia com um filme plástico e amarrar as extremidades com barbante. úlceras (32). 4 a 6 por umbela na axila das folhas. óleo essencial (93). anúria. ramos eretos. FITOLOGIA: Planta arbórea. madeira amarelo-pálida. licores. pecioladas. dióica. alternas. Abafar por 10 minutos. antes do ramo ser colocado em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral.92 ⇒ 20g de folhas ou flores secas em 1 litro de água. localizados até a altura de 1m devem ser eliminados ou utilizados para a produção de mudas. mergulhia e rebentos da raiz. coar. • As folhas dessecadas são utilizadas em alguns países como condimento de carne (182). • Aromatizante em bebidas amargas (vermute.1 colher das de chá 3 vezes ao dia (257). prisão-de-ventre. por ser tóxico. Contra-indicada para gestantes e indivíduos de temperamento bilioso ou sangüíneo. pedunculadas. • Pragas: a planta é eventualmente atacada por cochonilhas (Chrysomphalus aonidium. O uso não deve ser prolongado porque pode destruir os glóbulos vermelhos (215). bem drenados. louro-de-apolônio. Filtrar. • Frutificação: não se constatou a formação de frutos em Santa Catarina. Pode viver de 60 a 70 anos (182). tuberculatus. É encontrado em altitudes de até 1. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antimicrobiana em conjuntivites (363). anti-reumática (271). para não danificar as raízes e procede-se um raleio de folhas do ramos. Vermífugo para cães e gatos: triturar um punhado de flores e folhas.fungo que forma uma camada pulverulenta negra sobre as folhas e sua ocorrência é facilitada pela presença de pulgões. Deixar em maceração por 7 dias. O óleo essencial. Abafar. astenia e fadiga. LOURO NOME CIENTÍFICO: Laurus nobilis L. • A planta é utilizada também em cosmética e veterinária.degeneração irreversível do sistema nervoso central). sobretudo a tujona.200m (182). ovóides. crianças . Deve ser feita também uma poda apical quando a planta atingir uma altura que seja inconveniente para a colheita de folhas. FITOQUÍMICA: Laurostearina. dispepsia atônica (283). A parte do ramo que ficará sob o solo. amornar. removendo-se a casca. • Florescimento: final do verão. oleína. antisséptica (182).5m. Não se adapta às regiões tropicais.1 colher das de sopa 3 vezes ao dia. PARTES UTILIZADAS: Folhas sem pecíolo (verão) e frutos (outubro a novembro). insônia (294). As bebidas alcoólicas à base da planta são consideradas nocivas à saúde. Tomar 1 colher das de café diluída em água. • Doenças: a mais comum é a fumagina . O ramo é então cortado abaixo da bolsa de alporquia. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de eczemas. em locais sombrios e margem dos cursos de água. CLIMA: É planta típica de regiões temperadas. coar e armazenar em vidro escuro. AGROLOGIA • Espaçamento : 2. aromáticas. de 2 a 10m de altura. C. Em regiões favoráveis. 18oC. • A planta passa por insetífuga. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. SINONÍMIA: Loureiro. loureiro-vulgar. lourocomum. de casca lisa e preta.

que é de clima subtropical. Ferver por 10 minutos. prefere temperaturas amenas no verão. sem excessos.93 de limão. Inflorescência axilar. • Adubação: 0. As flores são pequenas. CLIMA: A planta prefere temperaturas amenas e chuvas bem distribuídas. utilizando-os para a produção de novas mudas. simples. Flores pentâmeras. fibroso e bastante ramificado. HABITAT: Espécie alóctone originária do Sul da África. Cresce subespontaneamente na região centro-sul do Brasil. com tegumento ceroso. FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae. cujas folhas devem ser desbastadas a 1/3. A semeadura da infrutescência dá origem à germinação de tufos de plântulas. HABITAT: Espécie alóctone originária da África. superficialmente lobadas. • Plantio: outono. Usado para o tratamento de articulações inflamadas e para afugentar moscas. As folhas apresentam aroma muito intenso. para que a planta escape dos períodos chuvosos e/ou quentes do início do verão. Apresenta uma certa tolerância às estiagens. calmante. As mudas são transplantadas quando apresentam 4 a 6 folhas definitivas. Pecíolo canaliculado. MALVA-COMUM NOME CIENTÍFICO: Malva parviflora L. palmatilobadas. pubescentes e aromáticas. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. Verões muito quentes e chuvosos apressam a senescência total da planta. FORMAS DE USO: Infusão e xarope. • Propagação: estacas de ramos. quando queimadas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Geraniaceae. perfumando e desinfetando o ambiente. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas podem ser utilizadas como condimento em culinária. frutos e sementes. Evita-se . malvisco. com flores solitárias ou agrupadas. cascas de arroz ou outra cobertura morta inerte e leve sobre o solo. emoliente e usada em infecções da garganta e brônquios (257). bianual ou perene (conforme as condições ambientais). que deve ser combatido em todos os estádios de crescimento da malva. Óleo medicinal:1 punhado de folhas secas em 1 xícara das de café de óleo de amêndoas ou azeite. com o dobro do comprimento do limbo. Pode ser propagada também por estacas. alvas ou lilacinas. orbiculares. pecioladas. estipuladas. • • • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Folhas. • As folhas. Deixar em banho-maria por 2 horas. pilosas. As estacas tem que ser aclimatadas sob proteção de sombrite de 70% de sombra e irrigação intermitente por nebulização. peltadas. Não tolera solos ácidos. Europa e Ásia. creneladas e medindo até 9cm de diâmetro. As folhas são alternas. nematódeos e viroses.7m. ou casca de arroz tostadas ou areia lavada. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada na indústria de perfumaria. • Plantio: outubro. borrachudos e pernilongos (258). lateralmente comprimida. glabros. ricos em óleo essencial. Decocção: 2 punhados de folha de louro picada em ½ de água. cordiformes. jardineira. Desbaste: deve-se retirar o excesso de ramos da planta mãe. subereta. pequenas. silicosos a francos. multi-anual. SINONÍMIA: Gerânio-cheiroso. são matéria prima para o preparo de uma manteiga parasiticida. que lembra rosas. malvarosa. de coloração cinza-amarelada ou ocre. discóide. SOLO: A planta prefere solos bem drenados. pouco abundantes. CLIMA: A planta. com 5 a 6cm de diâmetro. • Os frutos. também que os ramos e folhas próximos ao solo sejam contaminados por resíduos de solo. coar. também utilizada para lenir dores nas articulações (294).7x 0. Suco: diluir 3 gotas do suco das folhas em uma xícara de água (amenorréia). Óleo essencial: fazer fricções localizadas em áreas nevrálgicas e reumáticas. • Propagação: infrutescência. O cultivo de primavera tem que ser o mais precoce possível. foscos. formado por 10 mericarpos reniformes. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. sem acidez. aerados. ricos em matéria orgânica. Regiões muito pluviosas são prejudiciais à planta. cujas raízes são altamente exigentes em oxigênio. Aplica-se topicamente sobre úlceras (32). malvaísco. aerados e bem drenados. 5g de nitrato de cálcio por planta. Plantas daninhas: a planta não tolera competição com o inço. gerânio-crespo. É Adstringente e aromática. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. SINONÍMIA: Malva. atuam à guisa de incenso. verde-claras. coar e fazer a ablução dos pés (para combater os maus odores). com lobos pinatífidos. recomenda-se que sejam colocadas palhadas. prateado e glabro. • Doenças: o fungo da ferrugem (Puccinia malvacearum). incidência de plantas daninhas e seja mantida a umidade e a temperatura estável no solo. dispostas em umbela. principalmente em marinadas e molhos. Geléia: amassam-se os frutos e misturam-se com mel. Tomar 1 xícara das de chá em jejum e ½ hora antes das refeições (eupéptica).0 x 0. profundos. Guardar em refrigeração. Florescimento: novembro.5kg de húmus de minhoca por planta. Utilizar substrato à base de vermiculita. brancas com listas róseas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante. úmidos e muito menos os encharcados. dotada de pêlos macios. FITOLOGIA: Planta semi-arbustiva. Folhas alternas. num raio de 50cm em torno de cada planta.5m. O caule é cilíndrico. malva-de-botica. crenadas. que favorecem à ocorrência de doenças. Semente reniforme. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. com pétalas mais comprida que as sépalas. A geada é altamente prejudicial. Aplicar 40 dias após o plantio. dificultando o raleio. MALVA-CHEIROSA NOME CIENTÍFICO: Pelargonium graveolens Art. Cresce cerca de 40cm de altura. malva-de-cheiro. estrelados e bifurcados. pediceladas. reticulados. castanhoavermelhado. • É repelente de insetos. Fruto do tipo esquizocarpo. • Mulching: para que não ocorra adensamento do solo. SOLO: Prefere os areno-silicosos. Colheita: inicia a partir do 6 a 7 meses após o plantio.

HABITAT: Espécie alóctone que cresce espontaneamente em toda a Europa Central e Setentrional. malva-grande. malva-rosa.94 • • • Pragas: vaquinhas (Diabrotica spp. malva-verde. Folhas com pêlos ásperos. tosse. tipo aquênios esquizocarpo. das vias respiratórias. com 5 a 7 lóbulos. furúnculo. ereto ou prostrado-ascendente. antisséptica. As flores são colhidas antes da antese. com 50 a 80cm de altura. pubescente na base. amarelos quando maturos e com uma semente por fruto (422). férteis. permeáveis. Usar 3 a 6 vezes ao dia. FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae. Cálice pentâmero. rosa-violáceo a azul. afta. bronquite. malválico e estercúlico (209). ocasionalmente anual ou perene. em campos abandonados. • Pragas e doenças: a planta é extremamente sensível a Diabrotica spp. afecções catarrais (271). • Compressas: aplica-se a infusão sobre furúnculos e abcessos. Os carpelos das flores transformam-se em 10 a 12 frutos . ácido malválico e estercúlico (209). grandes e membranosas. AGROLOGIA • Espaçamento: 70 x 0. hemorróida. Tomar durante 30 dias (emagrecimento) (145). malva-vulgar.0 e 6. adoçar com mel e tomar 3 xícaras das de café por dia (tosse). • Padrões comerciais: cinzas . Ocorre até 1. Ásia Ocidental e Central e oeste da Índia. longopecioladas. calmante (283). mal-dasboticas.) e pulgões. malva-de-folha-redonda. INDICAÇÕES: É indicada para o tratamento de irritação da garganta. MALVA-DE-BOTICA NOME CIENTÍFICO: Malva silvestris L. CLIMA: Não tolera temperaturas muito elevadas. oftálmica. • Decôcto: 2 colheres das de chá de flores em 1 xícara de água. ao longo de estradas. Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. bordos recortados. FITOQUÍMICA: Mucilagens e taninos (436). devido a liberação de ferro da gema. São administradas várias xícaras por hora para a expectoração do catarro e desinflamação das vias respiratórias (283). profundos. faringite. Florescimento: primavera e verão. com estípulas denteadas.até 16%. rosamarinha. • Gargarejos e bochechos: fazer infusão com 10g de folhas secas em um copo de água. • As folhas e ramos prestam-se como forragem. estomatite. As flores são fasciculadas e em número de 3 a 7. A raiz é dura e fibrosa. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita. 8 a 10cm de comprimento por 10 a 13cm de largura. PARTES UTILIZADAS: Folhas. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organomineral. e a ferrugem (Puccinia malvacearum). FITOQUÍMICA: Ácidos graxos insaturados. • Propagação: sementes. acne rosácea.500m de altitude (96). a planta comporta-se como anual e seu porte tende a reduzir sensivelmente. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de estrume de gado. MALVA-CRESPA NOME CIENTÍFICO: Malva crispa L. gengivite. As flores devem ter 15 a 20% de mucilagem (96). especialmente no cultivo de final de primavera-verão. emoliente. asma. crescem nas axilas das folhas. cordiforme-orbiculatas. mas macios ao tato. palmatinérveas. • Infusão: 2 colheres das de sopa de folhas em ½ litro de água quente. antiinflamatória das vias respiratórias. fazendo que a planta se torne nanica e com crescimento lento. malva-branca. bactericida. simples e tuberculoso na base. SINONÍMIA: Hera-de-são-simão. oxalato de cálcio (27).5 (182). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emoliente. Em regiões de frio rigoroso ou verão muito quente. antiinflamatória (209). • Aves que ingerem as sementes e folhas põe ovos com a clara em tom rosado. Inalações são indicadas para dor de ouvido e das pálpebras (215). OUTRAS PROPRIEDADES • Na Grécia é consumida como hortaliça. malva-pequena. óleo essencial volátil. medianamente soltos. lixeiras e solos ricos em nitrogênio. a fim de se evitar o ataque de pragas.40m. que são vetores de viroses. causada por ácidos graxos insaturados. flores e raízes. na Argélia. nervosismo. em gargarejos para afecções das mucosas da boca e laringe e para as halitoses. É heliófita. Ferver por 10 minutos. inodoras e mucilaginosas. com algumas nervuras mais escuras. Apresenta caule pubescente. antocianinas. calmante. laxativa. obesidade (145). As flores são béquicas (93). inflamações das vias digestivas e urinárias. Folhas com mais de uma mancha provocada por Puccinia malvacearum são rejeitadas. malva-maior. • Colheita: inicia-se 6 meses após o plantio. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Peitoral. divisão de touceiras e por estaquia. rosa-chinesa. rosa. É planta tipicamente ruderal. malva-selvagem. Desenvolve-se melhor em temperaturas amenas de clima temperado a subtropical. béquica. INDICAÇÕES: A infusão é utilizada no tratamento de úlceras. obstipação dos olhos e picada de insetos (1). TOXICOLOGIA • A planta tem propensão a acumular nitratos em níveis tóxicos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Semelhantes à Malvacomum e Malva-de-botica. mantidas sempre úmidas. na primavera. ricos em matéria orgânica. para manter-se integridade das pétalas. com calículo tem três brácteas. lanceoladas. malvasilvestre. composto ou húmus de minhoca. matérias pécticas e resinosas. SOLO: Prefere solos bem drenados. em entulhos. hipoglicemiante (145). • Plantio: outono. raízes e flores. malva. FORMAS DE USO • Tisana: 60g de raízes cozida em 1 litro de água. com 5 pétalas soltas. PARTES UTILIZADAS: Folhas secas. FORMAS DE USO: 9 a 15g/dia. As mudas devem ser produzidas preferencialmente em abrigos telados. em decocção (444). FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae. Medra subespontaneamente no Sul do Brasil. refrescante e adstringente. abcesso. O pH do solo deve ser mantido entre 6. com as flores ainda em botão. colite. secos e indeiscentes. coar. odontálgica (215) e peitoral (444). expectorante. FITOLOGIA: Planta herbácea bienal. • Florescimento: final da primavera até início do verão. malva-de-casa.

antidiarréica. necessitando de proteção contra ventos fortes ou mesmo os predominantes. Não suporta geadas. flores escarlates. põe ovos com a clara rosada. utilizando-se 2kg/m 2 de cama de aviário. de origem asiática. mantidas sempre úmidas. excitante. incorporada na cova de plantio. manjericão-doce. pineno. SINONÍMIA: Malva-de-colibri. opostas. com lenho mole e 2. Adubar em demasia aumenta o vigor da planta em detrimento do aroma das folhas. • Colheita: inicia no segundo ano após o plantio PARTES UTILIZADAS: Raízes e flores. mamoeirinho. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. digestiva. contendo substrato organo-mineral.6 a 1. 0. devido a retranslocação de ferro da gema. Semear em saquinhos plásticos com capacidade de 400ml.5m. var. eugenol. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringentes (flores) e antiflogísticas (raiz) (93).0 x 1. Anti-hidrópica. sudorífica e antireumática (9). com um sulco dorsal sobre o pecíolo. cineol. AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo pode ser implantado na periferia da propriedade. metil-chavicol. peninervados. FITOLOGIA Planta herbácea perene. carminativa. • A mucilagem é adocicada. . SINONÍMIA: Barrigudo. taninos (93). deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm.0 x 0. • Propagação: estacas de ramos e mergulhia. quando maturo. ricos em matéria orgânica e permeáveis. vômitos. subdigitada. pilosos quando novos. Flores dióicas. quando consomem as folhas e as sementes. HABITAT: Espécie alóctone. FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae.0 a 2. • Quebra-ventos: os ramos da planta rompem-se facilmente do caule. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organomineral. medindo 30 a 40cm de comprimento por 20 a 25cm de largura. • Colheita: inicia-se 6 a 8 meses após o plantio. Folhas cordadas. com sabor pouco adocicado. Caule e ramos quadrangulares. Em semeadura direta são gastos cerca de 5kg de sementes para o plantio de 1 hectare. medindo 15 a 20cm de comprimento por 10cm de diâmetro. FAMÍLIA BOTÂNICA: Caricaceae. com as nervuras dorsais proeminentes. muito ramificados. basilicão. Fruto tipo aquênio.2m. verde-amareladas. sendo que as sumidades floridas frescas. OUTRAS PROPRIEDADES: • O fruto é comestível. com oito lobos lanceolados. não tolerando baixas temperaturas. estragol. sobretudo da Índia. • Plantio: setembro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica. americanum. dismenorréias. cânfora. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: purgativa (215). lobada. pretas e oblongas. CLIMA Prefere clima subtropical até o temperado quente. É cultivada no Brasil em hortas e jardins. Inflorescência axilar. amarelas. anti-helmíntica e digestiva.0m de altura. ervareal. ácido linoléico e cimoleno (163). • Rendimento: as folhas produzem 24 a 30kg de óleo/ha. em regiões livre de geadas. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. peitoral. mamão-macho. • Propagação: estacas de ramos jovens e sementes. ou primavera. tônica (68). O segundo corte pode ser feito dois meses após o primeiro. MAMÃOZINHO-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Carica quercifolia Solm. SOLO Adapta-se melhor aos solos férteis. jaracatiá. As folhas frescas possuem cerca de 0.2 x 1.5m de altura. 5 carpelos. à beira de caminhos ou em áreas acidentadas. emenangoga. longo-pecioladas. que cresce cerca de 0. cólicas intestinais. • Espaçamento: 2. • Adubação: é feita no plantio.5m. linalol. Folhas glabras. umbuzeiro. antisséptica (128). FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. MALVAÍSCO NOME CIENTÍFICO: Malvaviscus arboreus Cav. A inflorescência é do tipo cimeira espiciforme. As estacas podem ser enraizadas em areia ou vermiculita. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. muito ramificada. • Propagação: sementes. e as flores são brancas e labiadas. alfavacão. Fruto verde quando imaturo e alaranjado. diurética. com sementes pequenas. geraniol. cinoleno. Fruto tipo baga subglobosa. junto a cerca. citronelol. verde-claras. A parte do ramo que ficará sob o solo. glabras. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. Invólucros de 7 a 9 divisões lineares. • Plantio: outono. • Secagem: as folhas devem ser secas em estufas a 40 a 45oC. lisos. INDICAÇÕES: Indicada ainda para a atonia gastrointestinal. FITOQUÍMICA: Timol. mamãozinho. béquica. (163). úmido. febrífuga.3% de óleo essencial. com caule liso e ereto. afecções urinárias e respiratórias. As folhas são simples. antiespasmódica. SINONÍMIA: Alfavaca. alfavaca-doce. faringite. • A estipe é matéria prima para a obtenção de doce semelhante ao coco. FITOLOGIA: Árvore pequena. às vezes trilobadas. devido à ação dos ácidos malválico e estercúlico. verde-escuras na face ventral e verde-pálido na ventral. MANJERICÃO NOME CIENTÍFICO: Ocimum basilicum L. de crescimento ereto.45% (96). elíptico-lanceoladas. cortando a planta até 2/3 de sua altura. • Colheita: inicia três meses após o plantio. hemostática (215). FITOLOGIA: Planta arbustiva ou arboreta ramosa com 2 a 4m de altura. pauciflora.95 OUTRAS PROPRIEDADES • As aves. estomatite. amigdalite. gengivite e afta (68).

aumentar a produção e a qualidade de folhas e frutos.17 a 7. FITOLOGIA: Planta herbácea. maracujá-comum. carnes. na base seca (277). dor de cabeça. recheio de frangos. • Raleio: quando houver uma densidade de folhas muito elevada.35% (96). aperiente. maracujá-suspiro. pouco piloso. • Propagação: segmentos de caules radicantes.1% (317). omeletes e saladas.96 FORMAS DE USO • Infusão: 2 xícaras três vezes ao dia (uso interno). atua como digestiva. Não tolera temperaturas abaixo de 10 oC (96). multi-anual (em regiões quentes). SINONÍMIA: Flor-da-paixão. OUTRAS PROPRIEDADES • Utilizada como condimento de peixe. Esta infusão. • Rendimento: 1. de 20 a 30cm de altura. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. Sementes escuras. MANJERONA NOME CIENTÍFICO: Origanum majorana L. axilares. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor de célula grande contendo substrato organomineral. Folhas pequenas. verdeacizentadas na parte ventral e aveludada na dorsal. medindo 10 a 15cm de comprimento por 7 a 9cm de largura. com 10 a 14cm de diâmetro. astenia (294).51%).0. brilhante na face ventral e pálida na dorsal.16 a 10. Fruto ovóide ou piriforme.200 a 7. • Colheita: inicia 60 a 70 dias após o plantio. há tendência da planta definhar e as folhas se tornarem cada vez menores. e úmido.0cm de comprimento. oblongo-obtusas.61g. O teor de óleo essencial varia de 0. CLIMA: Prefere clima quente. . • Plantio: março a abril. Neste caso. O conteúdo médio de cissabinenohidrato é de 36. • Decocção: fazer gargarejo e boxexo. pastéis e molho para macarronadas. as folhas tornam-se pequenas e o crescimento da planta é lento. peciolada. sistema nervoso. anti-reumática (271). sílica nos intestinos (271). maracujá-doce. porém mais compridas. fraqueza do músculos. Apresenta sobre o pecíolo 2 a 4 glândulas sésseis dispostas em pares. dispostas em espigas axilares. retirar os ramos em excesso e proceder novo plantio. semi-prostrada. opostas. no Brasil. bem drenados e com pH na faixa de 5. maracujá-grande. radicante quando encosta no solo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Passifloriaceae. quando imaturo.58 a 21.000kg/ha. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. mirceno (1. • Utilizada em molhos. • Plantio: setembro. corniculadas. do Oriente Médio até a Índia. A planta fresca contém 0. alvacentas por fora e encarnadas por dentro. em média (317). α-terpineno (0. Não resiste à geadas (96).3 x 0. frangos. antiespasmódica. agudas. Sépalas subcarnosas. para afecções bucofaringeanas (68).83 a 38. É cultivada em hortas. OUTRAS PROPRIEDADES • É uma planta melífera. Adicionar o decôcto coado na água da banheira (banho tônico) (294). As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. É. com temperaturas variando entre 26 a 27oC. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. maracujá-derefresco. Em regiões muitos quentes. verde. • Decocção: ferver 100g de folhas em 1 ½ litro de água. glabro e discretamente alado. HABITAT: Planta autóctone da América tropical. sedativa e analgésica (294). com cerca de 9 a 10cm de comprimento e 5 a 6cm de largura.3m. Pétalas semelhantes às sépalas. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de feridas. • É componente do Licor “Chartreuse” e confere sabor especial ao creme de abacate com açúcar (163). Flores rosadas. • Tutoramento: é feito com o objetivo de facilitar os tratos culturais. FITOLOGIA: Planta herbácea. peixes. maracujá-melão.0% de óleo essencial (96). glabro.5 a 2. no entanto. SOLO: Desenvolve-se melhor em solos ricos em matéria orgânica. maracujá-silvestre. Caule lenhoso na base. SOLO: Prefere solos leves. linalol (3. Flores pendentes. de caule ligeiramente quadrangular. pequenas e ovais. medindo 1. divisão de touceiras e sementes. sudorífica. queimaduras. FORMAS DE USO • Infusão: 1 colher das de sopa de manjerona para 1 xícara das de chá de água quente. quadrangular. 3 a 4 vezes ao dia. amarelo-alaranjado. maracujáamarelo. O rendimento de folhas e flores desidratadas por planta é de 8. tomada após as refeições. FITOQUÍMICA: Sabineno (5. pecioladas. • Florescimento: 70 a 80 dias após o plantio.62%) e 4-terpineol (28. • Padrões comerciais: a planta seca pode ter 0. emenagoga (93). bem drenados.40%). • Propagação: sementes. unifloros. tônica. bem distribuídas.10 a 1. com precipitação de 800 a 1. resfriado. cultivado em todo o Brasil.14%) (277).7 a 3. maracujá-mamão. Folhas oval-oblongas.86%). cólicas e incontinência dos instintos sexuais (215). • É melífera. quando maturo.5m. γ-terpineno (14. É anual em regiões de clima temperado. • As sementes controlam as larvas de Culex e Aedes aegypti. maracujá. Adoçar com mel e tomar ao longo do dia (calmante). AGROLOGIA • Espaçamento: 1. sendo que o teor médio de óleo essencial na planta é de 1.2%.20% de óleos essenciais e as sumidades floridas cerca de 0.5 x 1.750mm/ano. formando touceiras. setembro. condimentar e insetífuga. • Adubação: 3kg/m2 de cama de aviário. insônia. maracujá-açú. passiflora.55. CLIMA: Prefere regiões com temperaturas temperadas e verões quentes. verde externamente e avermelhadas internamente. livres de alumínio tóxico. HABITAT: É originária do nordeste da África. glabras. digestiva (128). ocorrendo espontaneamente até a latitude sul de São Paulo. MARACUTANGO NOME CIENTÍFICO: Passiflora alata Dryand. ricos em matéria orgânica. maracujá-comprido. trepadeira. 30 dias após o plantio.5 a 6.19 a 8. Pedúnculos florais solitários. pizza. Corona de fauce filamentosa e multisseriada.93%).15 a 0.2 a 0. Abafar por 10 minutos. Aplicar 10g por planta de nitrato de cálcio. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS :Antisséptica. reaplicando posteriormente em intervalos de dois meses.

femininas. à beira de estradas.7. Não obstante.84% de óleo essencial (96). 395). PARTES UTILIZADAS: Flores e folhas. ereta. papus branco. anti-herpética. FORMAS DE USO • Infusão: 2 xícaras das de cafezinho em ½ litro de água. girassol-mexicano.8% (253).5 e 5%) inibem a germinação de sementes de alface. Esta espécie distingue-se da A. macelinha. α-terpineno. inapetência. antiasmática. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. hipocolesterolêmica. macela-do-sertão. CLIMA: Espécie de clima subtropical. MARGARIDÃO-AMARELO NOME CIENTÍFICO: Tithonia diversifolia A. vivaz. A raiz contém compostos acetilênicos (179). As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. ésteres de coleriantina. OUTRAS PROPRIEDADES: Os frutos são comestíveis e utilizados para o preparo de sucos. Porém.8tetrametoxiflavona (268) e kawapirona (200). 5. disfunções gástricas e digestivas. antiinflamatória. Padrão comercial: o resíduo máximo por incineração é de 14% (96).97 • • • Capina: manter as plantas livres de concorrência com as invasoras. 2. terrenos baldios.8-trimetoxiflavona. glabro e pardo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Eupéptica (327). etc. marcela-do-campo. SOLO: Desenvolve-se em solo arenoso. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas e flores são calmantes. sésseis. antiespasmódica e antiinflamatória (155. quercitina. monoterpenos (257). ápice copioso-ramoso.7. mas estimulam o crescimento da planta (423). inibiu o crescimento de Staphylococcus aureus e na concentração de 166. raminhos ascendentes. • Plantio: janeiro a fevereiro. Em condições de estiagem prolongada. Encerra ainda luteolina. óxido de cariofileno. • Travesseiros: quando preenchidos com as flores. tamarixetina. teor de umidade das sementes: 10. anódina (242) e antiepiléptica (215).7-dimetileter. antiálgica. Extrato hexânico das flores. FITOQUÍMICA: Óleo essencial: 1-8-cineol. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. antisséptica. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Antimicrobiana (180). doces. heliófita. A flor e a parte aérea contém flavonóides: isonafaliina. patentes. galangina. PARTES UTILIZADAS: Sumidades florais abertas. alnustina. Tomar 6 xícaras das de chá ao dia (257). emenagoga. quando as plantas estão em pleno florescimento.5. borneol. Capítulos numerosos. Colheita: inicia 8 a10 meses após o plantio. TOXICOLOGIA: Apresenta ação genotóxica e moluscicida contra Biompharlaria glabrata em concentrações de 100ppm. reunidos em panículas corimbosas. antiinfecciosa. a propagação vegetativa pode ser feita visando a multiplicação de genótipos superiores e a produção de mudas uniformes e saudáveis. isognafaliina. As sumidades floridas dessecadas têm 0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. • Alelopatia: extratos acuosos das flores (1. A planta é ramificada. antiespasmódica. antihelmíntica. • As flores fornecem matéria tintorial para a lã. sedativa (395). disenteria (68). • Adubação: a planta é bastante rústica sendo pouco exigente em fertilidade e umidade de solo. tênue-alvo-tomentoso. além de ser mutagênica (115). de corola tubulosa. monóica. derivados da fenilpirona e morina. 7-hidroxi-3. • Florescimento: outono. antiflogística (179). quercetagetina. carrapichinho-de-agulha. Gray. SINONÍMIA Camomila-nacional. em ratos. A fração polissacarídica da planta.019mg/ml.7 a 0. tônica. Folhas distantes. 3. alternas. excitante. losuado-mato. adstringente. inibiu Pseudomonas aeruginosa (229. favorecem o sono (68). macela-amarela. as folhas adquirem coloração acizentada. cariofileno. Germinação: 68%.8trimetoxiflavona. que cresce 40 a 80cm de altura. aplicada via intraperitonial. medindo 8 a 10cm de comprimento por 1. cariatina. antiedematogênica externa e interna (394). Apresenta atividade relaxante da musculatura lisa. mirceno. sedante. INDICAÇÕES: Na Venezuela a planta é usada para a impotência (179). INDICAÇÕES: Para a insônia e dores em geral (215).] Lam. de caule cilíndricos. Flores amarelodouradas. chá-de-lagoa. na dose de 0. 4 ou 5. lineares a lanceoladas. febrífuga. de corola filiforme. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores são utilizadas para o enchimento de travesseiros e almofadas. δ-cadineno. desinfetantes e diuréticas. SINONÍMIA: Boldo-japonês. calmante para problemas digestivos (257). carminativa. • Colheita: 3 meses após o plantio. FARMACOLOGIA: Imunoestimulante (331). Fruto aquênio.33mg/l (extrato aquosos). canfeno. macela. quercitina-3-metiléter 7-diglicosídeo (54). 180. marcelinha. MARCELA-DO-CAMPO NOME CIENTÍFICO: Achyrocline satureioides [DC. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. 230). cefalalgias. antidiarréica (68). colagoga. amarga. inteiras. antidiabética. quercetina 3. macela-da-terra. atividade analgésica e antiinflamatória (115).5cm de largura. desenvolve-se melhor em solos férteis e com bom teor de umidade. marcela. germacreno-D e α-pineno. paina. galangina-3-metiléter. as centrais hermafroditas. ácido caféico e cafeoilcalerianina (137). pedregoso. denso-agregados com dois tipos de flores. α-himachaleno (367). demonstra atividade imunoestimulante e aumenta a atividade fagocitária. As sementes e a raiz são vermífugas (215). HABITAT: Espécie alóctone que cresce subespontaneamente em pastos nativos. . argiloso e mesmo em áreas semi-halófitas próximas ao mar. macela-docampo. antitumoral.5. areias e capoeiras. alata por possuir caule liso. aperiente. Ácidos polifenólicos e ésteres: ácido clorogênico e isoclorogênico.5m • Propagação: via sementes. estomáquica. Fenilpironas: italidipirona e 23-metil-6-0-desmetil auricepirona A parte aérea contém sesquiterpenos. tamarixetina 7-glucosídeo. protocatequilcalerianina. as flores marginais.

verde e ereto. pimenta-de-rato. Tomar 3 xícaras ao dia (excitação nervosa. As folhas são inteiras ou com vários recortes. mas variando de 100 a 1000 sementes (209) ou até 178. anti-reumática. • Plantio: primavera. narcótica (209). antihipertensiva. antiinflamatória. carachichu. apud 179). anual. • Propagação: sementes. estacas radicantes e sementes. sué. antiartrítica. medindo 3 a 6cm de comprimento. SOLO: Exige solo fértil (é nitrófila). escrófulas. O fruto é uma baga (solanídeo) verde. MARIA-PRETA NOME CIENTÍFICO: Solanum americanum Mill. escorbuto. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organomineral. FITOLOGIA: Planta herbácea. por mecanismo muscarínico e musculotrópico. diaforética (68). cólicas. • Propagação: brotações dos ramos. • Florescimento: maio a junho. brilhante. dartros. dispõe-se em umbelas com 3 a 10 flores com até 1cm de diâmetro. Porém. reconstituinte (179). ATIVIDADE BIOLÓGICA: A decocção das folhas tem ação antibiótica sobre Staphylococcus aureus (62). com cerca de 30 a 70cm altura. ovais. em média. Tomar após às refeições. com 2. cólica e afecções urinárias (68). pastos. úlcera gástrica (179). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiespasmódica. cólicas.3m. FITOQUÍMICA: Solanina. Folhas esparsas. • • • • Plantio: outono. paludismo. pimenta. aguaraquiá-açú. depurativa. Colheita: ano todo.0m de altura por 4m de diâmetro de copa.. quando imatura. acne. FARMACOLOGIA: A infusão das folhas apresentou atividade hipoglicemiante em ratas (Victoria. erva-de-bicho. amarga e nauseabunda. apud 179). Apresenta caule liso. Os ramos são radicantes sem mesmo encostar no solo.000. podendo chegar até 3. leucorréia.98 FITOLOGIA: Arbusto perene semi-herbáceo. caraxiocu.6m de altura. dermatite. alvas e curtamente pedunculadas. pedregosos e depauperados. podendo atingir níveis tóxicos aos animais (209). na dose de 640mg e frente ao cloreto de bário. desigualmente lobadas. verdeescuras. abcesso. quase trapedozais. rutina. FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae. reticulada. furúnculo. irritadas e dolorosas.0-2. caaxixá. . apud 179) e Cryptococcus neoformans (Cooney et al. • As folhas são preparadas cozidas ou fritas com ovos (179). Florescimento: quase todo o ano. pimenta-de-cachorro. doloridas e lesionadas (68).1%). HABITAT: Espécie autóctone que medra em áreas agrícolas. gastralgia. vulnerária. feridas e úlceras (uso tópico das folhas contusas). caraxixá. É heliófita. afrodisíaca e analgésica (242). OUTRAS PROPRIEDADES • Os frutos maturos são comestíveis. pústulas. grandes. amigdalite. A viabilidade no solo é de 8 anos (242). glabra e fosca. Inflorescências terminais ou laterais com flores amarelas vistosas em capítulos grandes. sedativa. analgésica. inflamações. caraxixu. febrífuga. eczema (93). Internamente para o tratamento de asma. queimaduras (32). emoliente. diarréias. asparagina. mineralizante.0m.0 a 1. humoso e com teor de umidade. A maturação dos aquênios é muito lenta e coincide com rebrote intenso do caule. amarelo-clara. obovóide. áreas intumescidas. A fruta fresca é usada como antiparasitária (2) INDICAÇÕES: Indicada para o uso externo no tratamento de ptiríase versicolor ou pano branco (128). SINONÍMIA: Aguarágua. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento de distúrbios hepáticos e gástricos. PARTES UTILIZADAS: Folhas. aguaraquiá. aperiente. erisipela. acuminadas. em viveiro. alternas. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. • Produção de sementes: julho-agosto. Produção de sementes: 500 por planta. excitação nervosa. ereto. pecioladas.3mm de diâmetro. nevralgias. que é matéria prima para a produção de hormônios esteroidais (179). A polpa contém 50 a 100 sementes pequenas e arredondadas. catarros e afecções urinárias). simples. exantema. AGROLOGIA • Espaçamento : 2. maria-pretinha. com 1. apud 179). anemia. em média. maria-preta. panarício. A decocção e a maceração hidroalcoólica das folhas tem atividade sobre Candida albicans (Victoria. solamargina (86 e 87). podendo servir de matéria prima para geléias. Abafar por 10 minutos. dermatoses. espasmolítica. calmante (215). distúrbios digestivos e ginecológicos e hemorróidas (1). • Doenças: as folhas mais velhas são geralmente infectadas por antracnose.5 x 2. cirrose. calmante. pimenta-de-galinha. PARTES UTILIZADAS: Folhas. CLIMA: Adapta-se do tropical ao temperado. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. Pode-se utilizar o decôcto para fazer a ablução de áreas inflamadas. guaraquinha. crises hepáticas. pouco pilosa. meningite. ovalado-orbiculares e pubescentes. erva-moura. terror noturno (215). diurética. psoríase. tinha e vaginite.4 x 0. As flores. TOXICOLOGIA: Os frutos verdes são tóxicos (68). guaraquim. as vezes inteiras. frente a acetilcolina. gastrite. araxixu. espasmos vesicais (93). nas doses de 320 a 640mg (Cruz. Semente comprimida. e negra quando matura. A planta tem habilidade em acumular nitratos. medindo 8 a 10mm de diâmetro. • A planta pode ser hospedeira de nematóides do gênero Rotylenchus e Meloidogyne (209). As sementes são geralmente chochas. sobretudo México e Costa Rica. FORMAS DE USO: Infusão: 1 folha por xícara de água quente. bosques e áreas ruderais das regiões tropicais da América. FORMAS DE USO • Cataplasmas: folhas frescas aplicadas topicamente (dermatoses e lesões dérmica) • decocção: ferver 1 colher das de chá de folhas em 1 xícara das de chá de água. vigoroso. expectorante. erva-mocó. Também contém solasodina (0. ramificado. é encontrada até mesmo em solos secos. Os frutos quando secam retém as sementes (209). A solanina tem uma DL50 de 42mg/kg por via intraperitonial (41). ramificado.

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MASTRUÇO
NOME CIENTÍFICO: Coronopus didymus L. Smith FAMÍLIA BOTÂNICA: Brassicaceae. SINONÍMIA: Erva-de-santa-maria, erva-formigueira, vomiqueira, mastruz, mentrusto, mentruz. erva-

SINONÍMIA: Arrebenta-boi, arrebenta-cavalo, baba, babá, bagade-espinho, gogoia, joá-vermelho, juá-ti, juá-vermelho, matacavalo, mingola. HABITAT: Espécie autóctone que medra ao longo da faixa litorânea brasileira, ocorrendo em pastos, áreas abandonadas, à margem das estradas e cercas das planícies litorâneas. FITOLOGIA: Planta herbácea anual, que cresce cerca de 50 a 60cm de altura, cujo caule e folhas são revestidos por grandes e numerosos espinhos recurvados para baixo. O caule é ramificado, cilíndrico e lenticilado. As folhas são longo-pecioladas, pentalobadas, membranáceas, medindo 13 a 15m de comprimento por 10 a 11cm de largura. Sobre o pecíolo e nervura principal, ocorrem alguns espinhos, sobretudo na face dorsal, que são maiores. As flores, com estrutura pentâmera, estão reunidas extraaxilarmente em grupos de quatro, com pedicelos espinhosos. A corola é formada por 5 lobos cuneados e agudos e brancos. O cálice é 5-lobado, verde-claro e ostensivamente armado. Os frutos (solanídeos) tem formato esférico ou levemente achatado na base. Quando novos apresentam coloração verde rajado com verdeescuro. Quando maturos, adquirem tonalidades uniformes laranjavermelho, medindo 3,0 a 3,5cm de diâmetro. Encerra, além das 200 a 250 sementes, uma substância semi-esponjosa, algo prateada de sabor muito doce. As sementes são reniformes, discóides, comprimidas, aladas, amareladas ou ocre, glabra, brilhante, reticulada, com tegumento coriáceo. CLIMA: Espécie de clima tropical a subtropical. É heliófita. SOLO: Prefere solos soltos, arenosos, medianamente úmidos e pouco ácidos. AGROLOGIA • Espaçamento: 0,80 x 0,5m. • Propagação: sementes. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. • Plantio: setembro. • Adubação: 2kg/m2 de cama de aviário. • Florescimento: outubro a novembro. • Colheita: ocorre no verão, aos 100 a 120 dias após a emergência. • Produção de sementes: cada planta produz entre 300 e 3.000 sementes (209). PARTES UTILIZADAS: Frutos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Indicada para o tratamento de manchas de pele (panos), urticária (283; 32), tuberculose mesentérica e edemas nos membros inferiores (93). TOXICOLOGIA: As sementes são tóxicas. As vacas ao ingerirem o fruto (com as sementes), quando não morrem, transmitem pelo leite as propriedades tóxicas (283). OUTRAS PROPRIEDADES • A polpa do fruto é comestível. • Os frutos são usados para envenenar baratas.

FITOLOGIA: Planta herbácea anual, prostrada, de caule ramificado horizontalmente a partir do colo, crescendo cerca de 40 a 50cm de comprimento. As folhas são alternas, verde intensas, glabras, pinatisectas, com 3 a 7 pares de segmentos laterais e um terminal, sendo que cada segmento se desdobra em 2 a 5 lobos. As folhas basais são curto pecioladas e as terminais sésseis. Inflorescência em rácimos cilíndricos, reunindo flores muito pequenas, cuja corola é formada por 4 pétalas hialinas. O fruto é uma síliqua indeiscente, composta de duas valvas. As sementes são oblongo-reniformes, unissulcada, castanho-amarelada. CLIMA: É originária de regiões temperadas quentes, mas adapta-se bem às subtropicais. É heliófita. SOLO: Todo tipo, bem drenado, preferindo aqueles de textura média e férteis. AGROLOGIA • Espaçamento: 0, 30 x 0,30cm. • Propagação: sementes. São semeadas diretamente em sulcos transversais de canteiros. • Plantio: outono. A planta não se desenvolve bem no verão. • Adubação: 2kg/m2 de composto orgânico ou húmus de minhoca. • Colheita: inverno e primavera. FITOQUÍMICA: Óleos essenciais, que contém um composto sulfurado que age como antibiótico natural (128). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante da digestão, vermífuga, expectorante (128), estimulante das glândulas salivares, vesicatória dérmica, anti-hidrópica (435), diurética (215), excitante, peitoral e antiescorbútica (93). INDICAÇÕES: Para o tratamento de hemorróidas, febres palustres e intermitentes (242), afecções respiratórias, dores musculares (128), bronquite, afecções renais e do estômago, raquitismo contusões (215), hipertrofia do coração e ciática (435). FORMAS DE USO • Vinho: macerar por 5 dias 50g de folhas e talos picados (em local escuro), em uma garrafa de vinho branco seco, hermética. Filtrar. Tomar 3 cálices por dia, em intervalos de 4 horas (expectorante). • Salada: usar folhas novas como estimulante da digestão. • Cataplasma: preparar em pilão ou liqüidificador uma pasta de talos e folhas. Espalhar numa gaze e aplicar topicamente em dores musculares • Infusão: 10g de folhas em 1 litro de água quente. Tomar 3 xícaras ao dia (128). OUTRAS PROPRIEDADES: Utilizada como aromatizante de bebidas alcoólicas.

MELÃO-DE-SÃO-CAETANO
NOME CIENTÍFICO: Momordica charantia L. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. SINONÍMIA: Erva-de-lavadeira, erva-de-são-caetano, erva-de-sãovicente, fruto-de-cobra, fruto-de-negro, melãozinho.

MELANCIA-DA-PRAIA
NOME CIENTÍFICO: Solanum capsicoides All. FAMÍLIA BOTÂNICA: Solanaceae.

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HABITAT: Espécie alóctone originária da Ásia, mas que se tornou cosmopolita, crescendo subespontaneamente em quase todo o Brasil, em terrenos baldios e áreas ruderais. FITOLOGIA: Planta herbácea, anual, alóctone, monóica, escandente, muito ramificada, delicada, com caule estriado, quadrangular, pubescentes, medindo 2 a 3m de comprimento. Possui folhas alternas, membranáceas, palmatífidas, longopecioladas, levemente hirsuta na página superior e densamente na inferior sub-orbiculares, com 5 a 7 lobos ovalado-oblongos, estreitados na base, denteados ou lobulados, com lóbulos mucronadas. Apresenta gavinhas simples, finas, longas e pubescentes. As flores são axilares, solitárias, longo-pedunculados, unisexuais e amarelas, dispostas em cachos ou corimbos. Fruto tipo cápsula que se abre em três valvas, escabroso externamente, verdeamarelado, quando imaturo e alaranjado, quando maturo, contendo sementes envolvidas por arilo vermelho de sabor adocicado. As sementes são ovalado-elípticas, foscas, glabras, escabrosas, castanho-amareladas, medindo 0,6 a 1,0cm de comprimento por 3 a 4mm de espessura. A planta tem cheiro desagradável e os frutos são amargos. CLIMA: Apresenta uma ampla faixa de adaptação térmica e luminosa. Em pleno verão, sob intensa radiação solar, a planta torna-se mais raquítica e os frutos menores. Desenvolve-se melhor em fotoperíodo curto. SOLO: Prefere solos úmidos, não encharcados, aerados e humosos. AGROLOGIA • Espaçamento : 1,0 x 0,4m. • Propagação: sementes. Pode-se semear diretamente no campo, porém a formação de mudas em bandejas de isopor permite o estabelecimento de mudas mais vigorosas e uniformes. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. • Plantio: setembro. • Tutoramento: permite a colheita de frutos de melhor qualidade. Existem várias opções de tutores, desde aqueles feitos de bambu e arame, dispostos vertical ou horizontalmente, até redes plásticas, que são as mais indicadas. Para tanto, a malha pode ser de 10 a 15cm. Pode-se também fazer o plantio ao longo de cercas. • Consórcio: devido ao grande vigor da planta, ela tende a ocupar todos os espaços disponíveis, comportando-se como invasora e atrofiadora de outras espécies em consórcio. • Florescimento: primavera e verão . • Frutificação: ocorre no verão. À medida que finda o ciclo da planta, o tamanho do fruto também decresce. • Colheita: 3 a 4 meses após o plantio, no verão. Os frutos são colhidos semi-verdes, antes de se abrirem. PARTES UTILIZADAS: Frutos, hastes, folhas e arilo das sementes. FITOQUÍMICA: Momordicina (alcalóide), momordipicrina, ácido mormódico (257), β-alanina, fenilalanina, β-amirina, arginina, lignano-calceolariosídeo, α-caroteno epóxido, β-caroteno, esteróide-charantina, criptoxantina, triterpenos-momordicina, taraxerol, momorcharisídeos A e B, diosgenina, p-cimeno, ácido gentísico, momordica charantia lectina, momordica aglutinina, fator citostático de momordica, inibidor de tripsina momordica, neroldiol, V-insulina, P-insulina, β-sitosterol, derivados de stigmasterol, 5-hidroxitriptamina, verbascócido, vicina e o alcalóide zeatina (179). O fruto é rico em polissacarídeos, que contém 16% de ácido galacturônico. As sementes encerram os aminoácidos ácido glutâmico (42,15%) e glicina (18,56%) (187). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Aperitiva, estomáquica, febrífuga, vermicida, emenagoga, (352), hipotensora, cicatrizante (as folhas pulverizadas), hipoglicêmica (infusão das folhas), laxante, anti-helmínticos (frutos) antipirética, colerética, antidiabética, antimicótica, rubefaciente, anti-reumática, antiflatulenta, afrodisíaca, depurativa do sangue (179), supurativa, anticarbunculosa (93), emoliente, adstringente da cútis (299), purgativas (folhas), antifebrífugos e antipalúdicos (frutos na forma de geléia ou xarope) (152). Os frutos cozidos são utilizados como vomitivos e antivenéreos. Os mesmos, já maduros, em forma de cataplasmas, são hemostáticos. De todos os usos da espécie, o mais importante é sua ação hipoglicemiante. O fruto é antileucorréico, anti-reumático, anticatarral e purgativo (257), anti-hemorroidário (242), emeto-catárquico, vermífugo e estomáquico (120). O suco das folhas é emético e purgante e a raiz é adstringente. INDICAÇÕES: É indicada para o tratamento de enfermidades hepáticas (352). Preparada por cozimento, é utilizada para colite. A decocção das folhas é utilizada para tratamento de infecções da pele. A infusão forte é utilizada para escabiose, picadas de insetos, malária, pruridos e úlceras malignas. O suco das folhas é utilizado para mordida de serpentes e afecções biliares (179). A planta inteira é utilizada contra e resfriado (233), cólicas abdominais, queimaduras, hemorróidas (especialmente a raiz) (257), sarna, dartro, furúnculo, eczema (32), dores de ouvido, catarata (271), enxaquecas (120), embaraços gástricos, morféia, menstruações difíceis e cravos. As folhas e frutos são utilizados na cura do gogo das aves (93). FARMACOLOGIA: Apresenta atividade antitumoral em Sarcoma 180, antimutagênica, androgênica, antilipolítica, antihipercolesterolêmica, antiviral contra o vírus da estomatite vesicular, antitumoral da leucemia L-1210. Inibe a glucose-oxidase e radicais livres (179), imunomoduladora (120). A administração de charantina (50mg/kg) em coelhos, causou um decréscimo gradual no nível de açúcar no sangue em 42% após quatro horas de sua administração. Após cinco horas, o decréscimo foi de 28%. A charantina mostrou ser mais potente do que a tolbutamida como hipoglicemiante. O fruto maduro, em grandes quantidades, tem efeito purgativo drástico, tanto que seu uso na medicina popular é considerado como perigoso (Hurst, apud 179). Diversos trabalhos tratam da atividade hipoglicemiante dos frutos. O extrato alcoólico a 95%, na dose de 3ml/kg por via oral, já resulta em efeito hipoglicemiante. O princípio responsável por esta atividade é o polipeptídeo P (ou V-insulina), isolado a partir dos frutos, sementes e cultura de tecidos, e aplicado por via subcutânea, tanto em animais quanto em humanos (207). O suco da polpa de Momordica charantia diminui os níveis de glicose em ratas normais. O efeito foi mais pronunciado com o extrato metanólico do suco da polpa isento de saponinas. O suco da polpa também teve um efeito hipoglicêmico significativo em ratas normais alimentadas com glicose, quando o extrato foi administrado 45 minutos antes da administração da glicose. O extrato de sementes e da planta inteira demonstraram um pequeno mas consistente aumento nos níveis de glicose em ratas normais. Os resultados indicam a presença de compostos hipoglicêmicos-sapogênicos e a atividade provavelmente medida seja por uma melhoria no sistema da atividade secretora da insulina de células β, ou melhorando a ação da insulina (11, 179). As sementes, em doses de 3 mg/animal, em intubação gástrica, em coelhos tratados com estreptozotocina, possui uma atividade anti-hiperglicemiante (205). O extrato aquoso das folhas inibe consideravelmente o aumento da atividade do guanilato ciclase induzida por fatores químicos carcinogênicos. O extrato alcoólico a 70%, via intraperitonial, inibe o sistema nervoso central. (179). O extrato aquoso do fruto, in vitro, possui uma atividade citotóxica dose-dependente sobre os linfócitos leucêmicos em humanos. Menciona-se também, que o sumo do fruto é citotóxico in vitro, para os leucócitos humanos leucêmicos (ED 50= 0,16G/kg) e os

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linfócitos humanos normais (ED50 = 0,35g/kg). Também evidenciase a atividade citostática e antiviral de uma fração cromatográfica de um extrato do fruto, pela inibição da síntese protéica (179). ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato etanólico do fruto apresenta atividade antibacteriana contra Staphylococcus aureus, Bacillus sp., Micrococcus luteus, Shigella flexneri (245), Candida albicans, Shigella, P. aeruginosa, Salmonella, Eschirichia coli e Staphylococcus aureus. O suco apresenta efeito antimicótico, espermatogênico e espermicida, além de atividade anti-helmíntica. O extrato etanólico a 95% possui, in vitro, uma atividade antihelmíntica poderosa contra áscaris, e, aplicado em bezerros, na dose de 1,75 g/kg por via oral durante 20 dias, provoca uma diminuição acentuada na formação dos espermatozóides. Administrado durante 60 dias, o extrato provoca lesões testiculares e atrofia os espermatozóides. Outros trabalhos relatam atividade espermicida in vitro. O extrato aquoso das sementes possui uma atividade anti-helmíntica in vitro (179) FORMAS DE USO • Infusão: 10g de folhas secas por litro de água (leucorréia, menstruações difíceis e cólicas causadas por vermes). A infusão do fruto é útil contra hemorróidas. • Ungüento: arilo contuso misturado com vaselina (tumores, furúnculos e carbúnculos) • Suco: machucar as folhas verdes em óleo de amêndoas doces (queimadura). O suco puro pode ser aplicado sobre a sarna (32). TOXICOLOGIA: Pode ter ação teratogênica (233). É abortivo em ratas à doses de 8 mg/kg por via intraperitonial. In vitro, é um inibidor da síntese protéica. É descrita como uma planta tóxica e abortiva (333). No sul da Flórida tem ocorrido vários casos de crianças que ficaram doentes após terem consumido os frutos maduros de Momordica charantia. Alguns autores indicam que meia colherada do sumo do fruto maduro pode matar um bezerro grande em 16 horas, depois de apresentar vômitos e diarréia (352). Além do mais, o efeito tóxico experimentado com o sumo de Momordica charantia sobre ratas e coelhos, tem causado a morte de crianças, apresentando vômitos e severos efeitos purgativos (84). Constatou-se ainda lesões testiculares em cães e alterações sobre os parâmetros sangüineos em suínos (120). As sementes contém compostos tóxicos, não devendo ser ingeridas em grandes quantidades (209). OUTRAS PROPRIEDADES • As hastes fornecem fibras macias para o enchimento de colchões, almofadas e estofados, bem como para a indústria do papel. • O fruto quando novo é comestível, sobretudo na forma de picles e salada. Mas pode ser frito e cozido. O sabor amargo pode ser eliminado escaldando o fruto. O arilo da semente é adocicado, podendo ser consumido in natura. Os pássaros apreciam muito o arilo. • Das sementes obtém-se um óleo para a produção de alguns cosméticos. • O fruto é um ótimo substituto do lúpulo, na preparação da cerveja. • As folhas e as hastes, trituradas, servem para alvejar roupas e tirar nódoas (93) . • A planta pode ser utilizada como ornamental em pergolados, cercas e caramanchões. • O extrato aquoso das folhas possui elevada atividade inseticida (179).

MELHORAL
NOME CIENTÍFICO: Justicia pectoralis Jacq. var. stenophylla Leonar. FAMÍLIA BOTÂNICA: Acanthaceae. SINONÍMIA: Cerebril, chambá, peristrofe, cerebril, carpinteiro, cerebril, carpinteiro, erva-de-santo-antonio, pingo-de-ouro, anador, trevo-do-pará, trevo-cumarú. HABITAT: Espécie alóctone, nativa das regiões tropicais da América. É difícil encontrá-la na forma espontânea. Cresce subespontaneamente em subosques das regiões baixas do Caribe (179). FITOLOGIA: Planta herbácea perene, muito ramificada, de caule reptante, puberulento, ereto, decumbente ou ascendente, pouco ramificado, comumente radicante, formando touceiras de perfilhos. A planta cresce de 20 a 40cm em altura. As folhas são inteiras, opostas, lanceoladas a ovado-lanceoladas, longo-atenuadas, base aguda, verde-claras, curto-pecioladas e persistentes, com 3-7cm de comprimento. A inflorescência é do tipo espiga terminal, curta, dicótoma, glanduloso-pubescente, filiforme. As brácteas e bractéolas são cerdosas e as flores são lilases, pequenas e são muito espaçadas entre si. Cápsula comprimida, estipitada. AGROLOGIA • Espaçamento : 0,4 x 0,4m. • Propagação: perfilhos da planta matriz e estacas. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as os perfilhos são enraizados em saquinhos de plásticos contendo substrato organo-mineral. • Plantio: primavera. • Adubação: 2kg/m2 de cama de aviário. • Taxa de crescimento: 0,15cm/dia ou 0,15g/dia de matéria seca (307). • Florescimento: julho a agosto. Durante o inverno as folhas tornam-se arroxeadas. • Colheita: inicia-se 6 a 8 meses após o plantio. PARTES UTILIZADAS Folhas e ramos. FITOQUÍMICA: Entre os mais importantes constituintes estão os esteróis, mucilagens, óleo essencial (8), os lignanos (naftalido lignano) e saponinas. Em algumas variedades tem sido encontradas aminas aromáticas, triptaminas, quempferol, esteróis, ácido salicílico e álcool alifático (379). O extrato aquoso liofilizado das folhas contém os aminoácidos fosfoserina, hidroxiprolina, treonina, serina, asparagina, prolina, glicina, alanina, ácido alfaaminobutírico, valina, isoleucina, leucina, fenilalanina, ornitina e lisina (225; 418). Contém cumarinas, flavonóides, betaína, βsisterol (265), ácidos palmítico, esteárico (49), N-metiltriptamina, N,N-dimetiltriptamina, umbeliferona, swertiajaponina, 2"-Orhamnosil-swertiajaponina, swertisina, vascina (179), alcalóides indólicos (264) e hidroxifenil propiônico (117). Do extrato etanólico obteve-se um lignano chamado justicidina B (197). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Analgésica, antiinflamatória (307), broncodilatadora (261), sedante nervoso, peitoral (351), expectorante, peitoral, febrífuga, béquica, cicatrizante, afrodisíaca (130), anti-reumática (179), catamenial, adstringente, anti-hemorrágica das vias urinárias e tranquilizante. Além da cumarina, a umbeliferona e a swertisina conferem a planta propriedades sedativas e relaxante da musculatura lisa, além de atividade antibacteriana (302). INDICAÇÕES: Indicada para gastralgias, cortes e catarros brônquicos, gota, enfermidades do fígado (179), infecções das vias respiratórias, dermatites, feridas, aftas (130), insônia e afecções

nhentriacontano. Produz 0. Semeia-se a lanço. adapta-se bem à meia-sombra. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. ferimentos abertos. dimetóxi-ageratocromeno. analgésica (260). antagonista da serotonina e redutor da atividade espontânea (Garcia. emenagoga (258). mesmo com apenas duas folhas definitivas (209). o que corresponde a 10g/kg por via oral. saponinas. β-bisaboleno. contusões.06 (96). PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. O teor de óleo essencial varia de 0.02 a 0. princípios amargos e taninos. catinga-de-barrão. ou em bandejas de isopor. mentraz. mentraço. α-humuleno. fazer a ablução dos pés ou das mãos MENTRASTO NOME CIENTÍFICO: Ageratum conyzoides L. maria-preta. O suco fresco da planta também é indicado para hemorragias pós-parto. erva-desanta-lúcia. com cerca de 40 a 60cm de altura. além de perfumar e suavizar o cabelos e combater a caspa. estimulante (242). Embora heliófita. porém cresce mais intensamente em áreas férteis e/ou com solo revolvido Não medra em solos encharcados ou muito arenosos. mucilagens. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. A DL50 por via endovenosa em ratos é de 1. diminuindo a inflamação e a dor após a primeira semana de tratamento (254). eugenol. As folhas são opostas. com cílios nos ângulos. TOXICOLOGIA: Em altas doses é alucinógeno (130. precoceno (cumarina). FORMAS DE USO • Alcoolatura: utilizar uma xícara das de cafezinho da planta fresca para cada 5 xícaras de álcool. aos 80 a 90 dias do ciclo. É normalmente encontrada em áreas agrícolas como invasora de plantas de lavoura. A decocto das folhas é indicado para lenir cólicas menstruais. antidisentérica. Também apresenta atividade inseticida contra Triboleum castaneum e Musca domestica e uma débil ação sobre Schistosoma mansoni (179). mirceno. sendo o suco aquoso liofilizado classificado como não tóxico (314). ou seja. conyzoides. porém não suporta geadas. embora possa ser feito o ano todo. cadina-1. cicatrizante.3. infecções das vias urinárias (145). citronelol. n-heptacosano. Florescimento: maio a novembro. largamente ovadas. β-bourboneno. • Externo: suco e decocção (banhos) . revestidas de pelos glandulosos em ambas as faces. B e C). Corola tubiforme Os aquênios são miúdos. antimicrobiana (Staphylococus aureus). colhida por ocasião do florescimento. picão-roxo. FARMACOLOGIA: Apresenta eficácia clínica para a artrite. sabineno. ageratocromeno. erva-maria. composto por 3 séries de filárias lanceoladas. flavonóides (eupalestina). α-tujeno.7 a 2% de óleos essenciais que contém α e β-pineno. ssp. bem como o extrato da matéria seca. Colheita: a planta é colhida no início da diferenciação floral. cromonas. HABITAT: Espécie autóctone. cuneadas ou subcordiforme na base. limoneno. lilases. crenadas. carminativa (283). nnonacasona. originária da América do Sul. visando a produção de mudas mais uniformes. elemol. com exceção das raízes.16 entre a planta fresca e seca. cólicas flatulênicas e uterinas. mucilaginosa. quercetina. erva-de-são-josé. pecioladas. Os lignanos e as saponinas possuem efeitos inibidores da fertilidade em mulheres. tônica (179). sabinenohidrato. FITOQUÍMICA: A planta contém resinas. celestina. diurética. O transplante ocorre 40 dias após a semeadura. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. beriberi (283). com um ótimo entre 25 e 30oC (209). pretos. dihidrometoxiencecalina. erva-de-são-joão. fridelina. carminativa. decocção e sumo. aperiente (145) e antiblenorrágica (93). FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA: Promove um decréscimo da capacidade exploratória e da conduta agressiva em roedores (135). 5-equinados. Em condições adversas. antiinflamatória. Ocorre de 0 a 3. catinga-de-borrão. adaptando-se tanto às regiões quentes e frias. que promovam sombra. A inflorescência é um corimbo terminal que reúne 30 a 50 botões. combater resfriados (258). O arilo das sementes é utilizado para combater o gogo das aves (93). SOLO: A planta adapta-se a quase todo tipo de solo. silvestre e ruderal. E-β-farneseno. antiespasmódica.4-diene. alcalóides vaso-constritores. nerolidol. α e γ-terpineno. catinga-de-bode. α-terpineol. febrífuga. A germinação ocorre a partir de 10oC. • Plantio: março a abril. α-copaeno. ácido hidrociânico (257). quando amassadas. erva-de-santa-luzia. 1-8 cineole. O exocarpo do fruto contém fitomelano (179). As folhas exalam um olor suave. metileugenol. • • • Consórcio: plantas de maior estatura. O caule é ereto.3m x 0.102 nervosas (303). α-gurjuneno. quando a ocorrência de gramíneas é reduzida. Nas folhas o teor é de 0. Apresenta ainda efeito sedante.344mg/kg. spathulenol. 3-nervadas na base e medindo cerca de 7 a 9cm de comprimento. epóxido de cariofileno. a planta floresce prematuramente. flavonóides (ageconiflavona A. hemostática e relaxante da musculatura lisa. vasodilatadora. • Decocção: cozinhar a planta inteira e despejar o chá morno numa vasilha. alcalóides pirrolizidínicos (equinatina e licopsamina). a campo. são usados para o tratamento da rinite alérgica e sinusite. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Aromática. . antidiarréica. mentruz. nobiletina. 379). amenorréia.000m de altitude (209). cilíndrico. estigmasterol. na forma de instilação. ATIVIDADE BIOLÓGICA: A folha apresenta atividade nematicida (Meloidogyne incognita). γ e δ-elemeno. Tomar 10 gotas em água 2 vezes ao dia ou aplicar em massagens tópicas (reumatismo e artrose). γ e δ-cadineno. são-joão. β. n-ticarcontano. Útil também para o tratamento de pneumatose do tubo digestivo. citado por 179). Em seguida. relaxante da musculatura lisa. lideroflavona. • Propagação: sementes. benzofuranas (145). verde ou púrpura. encecalina (125). aromática. agudas no ápice. linalol. anti-reumática. artroses (179). germacrenoD. CLIMA: É de clima tropical. β-sisterol. sesquifelandreno. ocimeno. terpinoleno. α e β-felandreno. As sementes são fotoblásticas positivas. INDICAÇÕES: O suco fresco da planta. Colhe-se no inverno. É ruderal infestante que ocorre disseminada em todo mundo. α-bergamoteno. favorecem o crescimento luxuriante da planta. antibacteriano. com ínvólucro campanulado. β-cariofileno. Observou-se por eletroencefalografia que o decôcto da planta produz efeitos neurotróficos (349). sobretudo no inverno. cisβ-ocimeno. catinga-de-barão. dihidroencecalina. O naftalídeo lignano tem sido associado com atividade antidepressiva e antiarrítmica (379) FORMAS DE USO • Interno: infusão. piloso. As flores são hermafroditas. ρcimeno. adineno. amarga. α-cubebeno. SINONÍMIA: Camará-opela. benzaldeído.

amarga. A partir de 1. cânfora (145). mil-em-rama. alternas. com cálice tubular. estomáquica. eupéptica. adstrição. • Florescimento: dezembro a março. antiinflamatória. antidispéptica. OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo da planta protege grãos armazenados contra a ação de fungos (80). anti-hemorroidária. em número de cinco. mil-ramas. • Na Malásia é utilizada como forragem para caprinos. O teor médio de óleo essencial. Os rizomas podem ser plantados diretamente a campo. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. taludes. composto ou húmus de minhoca. tubiflora. herbácea. é de 0. 0. sumidades floridas e rizoma. aromática (283). Muito encontrada em hortas e jardins. aquiléa. feridas. • Adubação: 2 a 3kg/m2 de estrume de gado. de cepa oblíqua com rizoma delgado e fibroso. • Além de ser infestante por excelência em solos revolvidos e férteis. erva-do-carpinteiro. pineno. Distingue-se da A. que servem como mudas para plantio. A planta emite inúmeros perfilhos. atroveran. escarlatina. ao final do verão. devido a presença do precoceno (257). • Apresenta atividade contra insetos hemípteros. hemostática. emenagoga. pulmonares e dérmicas. especialmente na primavera.8% (96).41% nas folhas e 1. varizes (257). beira de estradas e do mar e até mesmo sobre dunas. Tintura: 1 xícara das de cafezinho da planta fresca para 5 xícaras de álcool. • Plantio: ano todo. diurética. Se pretende-se colher as folhas. cefalalgia (145). adinamia. anticelulítica (128). na primavera. levante. • É melífera. as plantas tendem a regredir vegetativamente. Desenvolve-se melhor durante a primavera e outono. • Propagação: estacas. antibiótica (294) e antisséptica. • Raleio: quando a densidade de rebentos é muito grande. trombose cerebral. A planta é mais pronunciadamente aromática em maiores altitudes (294). florais dispostos em grupos aplainados. Brevipalpus phoenicis e Phyllocoptruta oleivora). • Colheita: ocorre seis meses após o plantio.30m. fitoparasitas de espécies de Citrus. úlcera interna. lactonas (257). que se enraíza formando novas cepas. eczema. abcesso. ou ainda na forma de compressa (reumatismo e artrose). A inflorescência é do tipo corimbo. É tolerante a períodos de estiagem. ponta-livre. e verde-escura. Neste caso. É também hospedeira do fungo Cystopus brasiliensis (93). devido ao azuleno. erva-das-damas. FITOLOGIA: É planta perene.500m de altitude. cineol. escarros • • • • • FORMAS DE USO: Infusão e tintura (444). As flores são pedunculadas e pequenas. pode abrigar nematóides (Meloidogyne. ervacarpinteira. achileína (182) aquineína.500kg de planta fresca. Tomar 1 xícara de chá em intervalos de 4 horas (cólicas menstruais).67% nas flores. • Rendimento: em condições favoráveis de clima e solo pode produzir no primeiro ano até 5. erva-das-cortadelas. afecções urinárias. Não se adapta à regiões com excesso de precipitações. taninos e glicosídeos amargos.5 a 0. alopecia. SOLO: Prefere solos areno-argilosos. erva-dos-golpes. SINONÍMIA: Alevante. expectorante. Tomar 4 a 5 xícaras por dia. (258). diarréia. Cataplasmas: aplicar sobre as articulações doloridas (145). vulnerária. restabilizante da circulação sangüínea (93). Em algumas regiões a planta desenvolve-se até mesmo sobre dunas de areia (182). Climas úmidos favorecem o aparecimento de doenças e reduzem os princípios ativos. erva-de-são-joão. anador. macelão. derivados terpênicos e sesquiterpênicos. mil-ramos. ácido aquilêico (93). erva-dos-cortadores. formando pequenos capítulos . deve-se optar pelo raleio e plantio de novas mudas. CLIMA: É uma planta de clima temperado quente a subtropical. • A planta é hospedeira de um ácaro (Amblyseius newsami) que preda ácaros (Panonychus citri. cicatrizante (257).103 com o chá durante 20 minutos. FITOQUÍMICA: Óleo essencial com azulenos. permeáveis. chegando à 12. aquiléia-mil-folhas. erva-dos-carpinteiros. férteis e bem drenados e não ácidos. queimaduras.. As flores centrais são de cor cremeclaro e as lígulas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. vivaz. milefólia. milfólio. especialmente no sul do Brasil. tujona. erva-dos-soldados. 2 vezes ao dia. pronto-alívio. flavonóides (epigenol e tuteolol). moschata por possuir as folhas estreitas. pêlo-de-carneiro. colerética (145). distúrbios nervosos (283). anticelulítica. erva-doscarreteiros. Tolera solos pobres em nutrientes mas não suporta solos encharcados. aquiléia-milflores. durante a florada. milfolhada. mil-em-ramas. de cor azulada. antihelmíntica. Utilizar 30 a 50g da planta in natura ao dia. PARTES UTILIZADAS: Folhas. novalgina. esbranquiçado ou purpúreo. • Produção de sementes: não há formação de sementes nas condições do Litoral Catarinense. HABITAT: Planta alóctone. sementes e divisão de rizomas. TOXICOLOGIA: A planta contém alcalóides pirrolizidínicos que são hepatotóxicos (140). A colheita de flores é feita em plena antese. milefólio. européia. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Tônica. Os caules aéreos crescem 30 a 70cm de altura. • Doenças: em solos muito argilosos é comum a ocorrência de bacteriose nas folhas da saia da planta. antiespasmódica. erva-de-cortadura. muares e bovinos. O teor de óleos essenciais é de 0. anti-hemorrágica (68). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. pestana-de-vênus. sobretudo em novembro. peninérveas. Infusão: ⇒ Adicionar 1 xícara das de cafezinho da planta seca picada em 1/2 litro de água. opostas. amenorréia.18% no caule. Tomar 3 a 4 vezes ao dia (artrose) (257). INDICAÇÕES: Usada também para debilidade geral. excitante. cólicas menstruais. marcelão. botão-de-prata. Ocorre até 2. erva-de-cortaduras. estas devem ser colhidas antes do florescimento. prazer-das-damas. Folhas pecioladas. erva-dobom-deus. adstringente. MIL-FOLHAS NOME CIENTÍFICO: Achillea millefolium L. erva-dosmilitares. mil-folhada. Pó: colocar 1 colher das de café do pó em um copo com água ou suco de frutas. com base no peso seco. anti-reumática.500kg no terceiro ano (182). ou fazer massagens locais (reumatismo/artrose). carminativa. Prefere a luz plena. hepática. borneol. salvação-do-mundo.4 x 0.000m de altitude apresenta porte menor e maior teor de óleos essenciais (96). • É utilizada no Nordeste brasileiro para aromatizar roupas brancas. ⇒ 20g da planta por litro de água. brancas. Cresce em pastagens. aquiléia. Pratylenchulus e Rotylenchus) e o vírus do enrugamento foliar do tabaco (209). erva-carpinteiro. verde-claras. Diluir 10 gotas em água e tomar duas vezes ao dia (cólicas).

neutros à alcalinos e aerados. • Espaçamento: 3 x 2m. glandular. oftalmias (uso tópico) e inflamações da garganta e dos olhos (215). aurora. febre intestinal e intermitente. 2 vezes ao dia (varizes). cobrilo com palhas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Colheita: inicia aos 14 a 15 meses após o plantio. AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo pode ser feito à beira de regatos. Não tolera solos encharcados.3m. após o secamento do orvalho. Não tolera solos ácidos. de caule redondo. OUTRAS PROPRIEDADES • É utilizada como planta ornamental. ramificada. medem 2 a 3cm de comprimento. A germinação ocorre de 6 a 10 dias. graxa-de-soldado. sarna. As flores são sésseis. associadas com Plantago catharinea. Folhas verde-pálidas na dace ventral e glauca na dorsal. bem drenados. com tubo estaminal medindo 8 a 9cm de comprimento e corola com 14 a 15cm de diâmetro. aglomeradas em espigas axilares ou terminais. em jejum. • Loções. sobretudo em arborização de avenidas. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. O limbo é lanceolado ou ovado-oblongo. SOLO: Prefere solos férteis. São curto-pecioladas e o tamanho diminui da parte basal para a apical. manchas. ápice acuminado e base obtusa. • Compressas ou cataplasmas: aplicar a planta fresca sobre o local afetado (feridas e úlceras). retirar o sumo e aplicar sobre ferimentos e ulcerações (257). Perianto fendido junto à base. hemorragias uterinas e dos pulmões. firmeza-dos-homens. numerosas. • Ablução: macerar 100g de flores e 100g de folhas durante 1 dia em 2 litros de água. muito aromática e medindo 15 a35cm de altura. sucoso. brincos-de-vênus. ⇒ 1 a 2 colheres das de sopa da planta seca em 1 xícara de água. adapta-se bem ao clima subtropical e até ao tropical. gota. brilhante. psoríase. aquecer. adstringente (215) e oftálmica (271). formando 3 a 7 lóbulos. graxa-deestudante. Em média. avermelhado quando maturo. Fruto dorsalmente achatado. • Adubação: 3kg/m2 de cama de aviário. FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae. É heliófita. O aroma da planta lembra a erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides). com crenas largas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória.8mm de diâmetro. Epidendrum mosenii e outras espécies halófitas. • A planta é fitoestimulante na produção de óleos essenciais de espécies companheiras aromáticas (68) • A indústria utiliza a planta na fabricação de licores e aromatizantes (294). espesso. podem ser usadas contra brocas e fungos. parques e jardins. Evitar a ação do sol na epiderme molhada com o suco da planta fresca. sem ferver. lagoas. • Constitui-se em excelente substrato de composto biodinâmico. SOLO: Prefere solos arenosos. • Propagação: sementes. • Plantio: setembro a outubro. • Propagação: estacas dos ramos. • Mulching: para evitar-se o contato das folhas com o solo. resfriado. FITOLOGIA: Planta arbustiva grande ou árvore pequena. crenado. • As folhas são muito apreciadas pelos coelhos (93). O contato direto das folhas com a umidade do solo favorece à ocorrência da Cercospora sp. brincos. por conferir lustro ao couro. hepática e expectorante). Esquentar em fogo brando durante 30 minutos. grandes.4 x 0. Flores vermelhas. Tomar 1 a 2 xícaras das de chá ao dia (como emenagoga. Folhas ovaladas. CLIMA: Embora seja de clima temperado quente. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 20g de folhas em 1 litro de água. ascendente. Tomar 4 a 5 xícaras por dia (145). PARTES UTILIZADAS: Flores. incontinência urinária. crescendo sobre dunas baixas estabilizadas. ⇒ 25 a 30g da planta por litro de água (283). Há possibilidade de intoxicação de animais domésticos. diurética. casca de arroz ou plástico preto. Após. greta. • As folhas maceradas. As mudas são transplantadas 40 dias após a emergência. pampoela. FAMÍLIA BOTÂNICA: Chenopodiaceae. . Smilax sp. insônia. pleuris. fomentações e cataplasmas: utiliza-se externamente para afecções dérmicas e machucaduras • Pó: folhas e flores secas e pulverizadas para o tratamento de feridas recalcitrantes (32). anafrodisíaca. ácidos e compactados. amor-dos-homens. • Sumo: lavar a planta. multiramosa. cercas e estradas. SINONÍMIA: Amor-de-homens. Deve-se colher durante os períodos mais secos do ano. TOXICOLOGIA: É contra-indicada para mulheres em lactação (145).104 e vômitos sangüineos. pampulha. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. anual. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores fornecem uma tinta escarlate utilizada em culinária e como cosmético para a pintura das sobrancelhas. • Plantio: primavera. Semente com cerca de 1mm de diâmetro. • Colheita: 4 a 5 meses após o plantio. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e aclimatadas sob telado de sombrite com 70% de sombra. • Florescimento: fevereiro a março. e aplicar na área afetada por 15 minutos (hemorróida) (145). golpes. papoula. Tomar 2 xícaras pela manhã. Aplicar compressas mornas no local afetado. mucosidades (32). FITOLOGIA: Planta herbácea. contusões. (salsaparrilha-da-praia). • Substrato: as folhas são ótimas para compostagem. dores de estômago e de dente e mucosidade intestinal (271). sutilmente cordadas na base. acne. • Decocção: 2 colheres das de sopa (10g) de flores em ½ litro de água. e outra à noite. HABITAT: Ocorre em áreas de restinga. INDICAÇÕES: Indicadas para insônia (120). • Utilizada como graxa vegetal de sapatos. rosa-da-china. MIMO-DE-VÊNUS NOME CIENTÍFICO: Hibiscus rosa-sinensis L. crenadas. hibisco. medindo cerca de 0. MIRRA NOME CIENTÍFICO: Chenopodium sp. HABITAT: Planta originária da China e aclimatada em todo Brasil. ereta quando jovem.

Após este período. cilíndrico. cresce subespontaneamente nas regiões setentrionais. SINONÍMIA: Beijo-fedorento. originária da América Central. longo-pecioladas.5kg/planta de cama de aviário. • Plantio: outono e primavera. MURTA-DE-CHEIRO NOME CIENTÍFICO: Murraya paniculata (L. de origem asiática (Japão) e polinésica (Austrália e Polinésia). erva-de-paina. murta-dos-jardins. • Propagação: sementes e estacas. utilizando algodão embebido na alcolatura. verde-escuros. pentâmeras. brilhantes. são rubefacientes. Inflorescência terninal. neutros. flor-de-sapo. INDICAÇÕES: As raízes são úteis contra a bronquite e o sumo das folhas serve para otites supuradas e lavagem de feridas (9).105 preferencialmente entre as 9:00 e 11:00h da manhã. SOLO: Prefere solos úmidos. sete-sangrias. . arenosos. CLIMA: Prefere regiões de clima ameno. falsa-erva-de-rato. perfumadas.0 a 1. capitão-da-sala. cega-olho. ipecacuanha-brava. cavalheiro-da-sala.4m. • Hospeda o fungo Phoma murrayae (93). aerados. murta. • A planta é ornamental. sob irrigação por nebulização. obtusos. Folhas imparipenadas. ereta. SINONÍMIA: Jasmim-laranja. • A madeira é amarela. As folhas são estimulantes. • Adubação: 0. As folhas e brácteas são revestidas de glândulas oleíferas que exalam um aroma desagradável.7 x 0. mussambê-de-espinho.6m de altura. SOLO: Profundos. que proporcionem um certo grau de sombreamento. FITOLOGIA: Planta semi-arbustiva. em pares. palmatipartidas. livres de doenças e resíduos. simples e ovaladas. FITOLOGIA: Planta arbustiva grande ou pequena árvore. Folhas basais alternas. algodãozinho-do-mato. Adstringente. O fruto é uma síliqua cilíndrica que mede de 7 a 12cm. As flores apresentam pétalas ovaladas e filetes violáceos. Fazer massagens sobre áreas doloridas do corpo. • Propagação: sementes. ETNOTERAPÊUTICAS: É aromática e MUSSAMBÊ NOME CIENTÍFICO: Cleome spinosa L. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e as sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. que cresce de 1. antiblenorrágicas e antileucorréicas (271). Caule reto.7mm de diâmetro. PARTES UTILIZADAS: Casca e folhas. SINONÍMIA: Algodãozinho-do-campo. produzir as mudas sob telado de sombrite a 70% de sombra. murta-de-jardim. brancas. Fruto tipo baga ovóide. Evitar colher em dias com neblina ou com muita umidade. PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. quando contusas e aplicadas sobre a pele. Cresce espontaneamente à margem dos rios. erva-de-satã. As folhas são utilizadas em feridas e para orquites (271). nervuras proeminentes na face dorsal. reunindo flores isoladas na base das brácteas foliares. composta de folíolos ovais-elípticos. muçaimbê. dona-joana. medindo 7 a 9cm de diâmetro.) Jack. • Colheita: inicia-se a partir do 4 mês após o tranplante. entorses. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. HABITAT: Espécie alóctone. durante 10 dias. cega-olhos. ipecacuanha-falsa. mussambé-miúdo. pesada e muito dura. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é ornamental em jardins. FITOQUÍMICA: Brassicina (9). jasmim-murta. brejo-fedorento. capitão-de-sala. com a parte basal lenhosa. espinhenta. sete-marias. Em ambos os casos. OFICIAL-DA-SALA NOME CIENTÍFICO: Asclepias curassavica L. Na parte superior do caule encontram-se brácteas foliares. No Brasil. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asclepidaceae. erva-leiteira. semelhante a um caracol. fosca. sésseis e curto-pecioladas. dispostas em cimeiras axilares. OUTRAS PROPRIEDADES • As flores fornecem essência aromática para perfumaria. ervade-rato. perene. • Plantio: outono. ramosa. FORMAS DE USO: Alcolatura: deixar macerar 50g de folhas frescas em 1 litro de álcool. PARTES UTILIZADAS: Folhas. Ocorrem acúleos de extremidade curva. FAMÍLIA BOTÂNICA: Capparidaceae. porosos. CLIMA: É de clima subtropical úmido. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas e flores são tônicas digestivas e a raiz é béquica e antiasmática (9). onde a média anual não passe dos 20oC. murta-daíndia. A planta inteira é excitante do aparelho digestivo e vulnerária (242). • Adubação: 1kg/planta de composto orgânico ou húmus de minhoca • Florescimento: março a abril. bem drenados e ricos em matéria orgânica. Semente globosa. FAMÍLIA BOTÂNICA: Rutaceae. compacta. As folhas. Flores pequenas. acuminado. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. perene. INDICAÇÕES: Indicada para contusões. torcicolo e nevralgias em geral. muçambé-de-sete-folhas. na base das folhas e brácteas. HABITAT: Espécie alóctone. É esciófita e higrófita. medindo cerca de 1cm de comprimento por 0. chibança. férteis e pouco ácidos. camará-bravo. • A casca é utilizada em cosmética e fornece corante preto. É cultivada em jardins. castanho-escura e glabra. estimulante (93) e tônica (271). As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. PROPRIEDADES analgésica tópica. ipecacuanha-das-antilhas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antiofídica. taraitaia. utilizada em parques e jardins externos. coar e armazenar em recipiente de vidro escuro. brancos ou róseos. que cresce de 3 a 5m de altura. mussambê-miúdo. • Consórcio: o cultivo poderá ser feito com outras culturas de porte maior. É heliófita. • Colheita: inicia a partir do terceiro ano de cultivo.

dispostas em rácimos terminais. longo-pedunculadas. cilíndrico. com porte menor. dispensando adubações. adaptando-se mesmo nos argilosos. luzidias. As flores apresentam pétalas vermelhas e petalóides amarelo-alaranjados. deiscente. com cerca de 1. SINONÍMIA: Cacto-rosa. sílico-siltosos. • É melífera e ornamental. HABITAT: Espécie alóctone.0 a 1. • Pragas: é atacada pela lagarta Papilio teratii. rosa-madeira. acuminadas. margaridinha-leiteira. cicatrizante e nutritiva. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. A asclepiadina é um veneno convulsivo dos músculos lisos e do coração. pode ser utilizada para o enchimento de almofadas e travesseiros. castanho-escuro ou pretos. • É hospedeira do fungo Uromyces Hovei (93). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: hidratante. tônico cardiovascular em doses mínimas. vermífugas. de consistência sedosa. armado de inúmeros acúleos fortes. febrífugas.106 leiterinha. CLIMA: Desenvolve-se bem tanto em regiões tropicais até em temperadas quentes. pálidas na face dorsal. Aclimatar as mudas sob tela de sombrite 50% de sombra. crescendo espontaneamente em pastos. ramoso e lenhoso. anti-hemorroidárias. lanceoladas. com espinhos. Diaspis cordiae e pelo pulgão Aphis nerii (93). jumbela. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita. groselhados-barbados. além de já ter sido utilizada em cordoaria. inodoras. Folhas opostas. quase sésseis. é hemostática (93). • Plantio: março a abril. antileucorréicas e antiblenorrágicas. causando sérias inflamações oftálmicas. mas também se adapta às subtropicais. Folhas subpecioladas. escandente de ramos longos. convulsões. SOLO: É pouco exigente. FITOLOGIA: Arbusto perene. É de mucilaginosa. FITOLOGIA: Planta perene. As folhas são lanceoladas. membranáceas. oblongo-lanceoladas. • Adubação: a planta é muito rústica. queimaduras. colocado sobre uma isca (banana). obovóides-achatadas. antidiarréicas. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento ferimentos e úlceras internas e externas. FITOQUÍMICA: Asclepiadina (93). medindo 6 a 7cm de comprimento e contendo muitas sementes castanhas. ORA-PRO-NOBIS-MIÚDA NOME CIENTÍFICO: Peireskia aculeata Mill. margaridinha. paina-de-seda. PARTES UTILIZADAS: Folhas e frutos maduros. CLIMA: Em regiões tropicais chega a atingir um porte arbóreo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O látex é purgativo. originária da Argentina. obtusa. • Propagação: sementes. Não tolera solos muito úmidos e ácidos.6 x 0. As sementes apresentam germinação muito lenta e o crescimento das plântulas também é muito demorado. ácidos e úmidos. • Plantio: primavera. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. arritmia cardíaca e parada cardíaca. • Pode ser utilizada como cerca-viva. medindo cerca de 10 a 12cm de comprimento. raízes e látex. O fruto é uma cápsula fusiforme. a beira de estradas e áreas ruderais. sêca e pulverizada. As raízes são bernicidas (242). INDICAÇÕES: As folhas machucadas são usadas sobre as feridas para cicatrização rápida. São atribuídas às raízes propriedades sudoríficas. axilares e no ápice da planta. articulado e ramoso. • Colheita: inicia a partir do segundo ano de cultivo. groselheira-das-antilhas. A ingestão de 1g da planta por kg de peso vivo. lactescente. Caule cilíndrico. A planta inteira. antiasmáticas. groselha-das-antilhas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cactaceae. quiabento. O fruto é uma baga periforme. OUTRAS PROPRIEDADES • Produz frutos comestíveis. lisas na face ventral e áspera na dorsal. • A penugem que envolve as sementes. • Serve de porta-enxerto para outras espécies de cactáceas (93). bem drenados e profundos. • Florescimento: setembro a fevereiro. podem ser consumidas como salada.4m. ciliadas. contendo 4-5 sementes pretas. TOXICOLOGIA: O látex é cáustico. de 2-3cm de comprimento. com cerca de 3cm de comprimento. • Colheita: 3 a 4 meses após o plantio. • Propagação: estacas de ramos e sementes. PARTES UTILIZADAS: Folhas. trepadeira-limão. • A planta e as flores são bastante ornamentais. quase glabras. ORA-PRO-NOBIS-GRANDE NOME CIENTÍFICO: Peireskia grandiflora Haw. 8-10 fasciculados. paininha. • Espaçamento : 1. 3-angulosa. suculentos. É heliófita e xerófita. reflexos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cactaceae.5 x 1. ereto. SINONÍMIA: Groselha-da-américa. é um eficiente raticida (192). . glabra. OUTRAS PROPRIEDADES • Os caules fibrosos podem ser utilizados como matéria prima para a fabricação do papel. SOLO: Prefere solos leves. mané-mole. mataolho. como cerca-viva.30m de altura. quando as mudas apresentam 8 a 10 folhas definitivas. Inflorescência em umbelas bracteadas. O látex cauteriza verrugas (271). As raízes são indicadas para combater o panarício (93). HABITAT: Espécie autóctone da América Latina. emético.5m. lisas. ricas em proteína. de caule arbóreo. bilocular. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. Compressas das folhas são indicadas para úlceras e feridas carnosas. aguadas em ambas extremidades. As flores são rosa-escuro com anteras amareloouro. AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo pode ser feito na periferia da propriedade. com até 4cm de diâmetro. O macerado do caule prova nos animais de sangue quente parada da respiração. O látex é indicado para hiposistolia cardíaca e astenia vascular. pecioladas. é suficiente para causar a morte em animais (242). paina-de-sapo. • As folhas. • O látex da planta.

numerosas. vulnerária (93). opostas. aperiente.3 litros/ha). É heliófita. com as margens grosseiramente duplo-dentadas. liso e ovóideoblongo. AGROLOGIA • Ambiente: devido a vegetação muito luxuriante e cerrada e aos numerosos espinhos. Flores dispostas em verticilos paucifloros. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas emolientes e os frutos são expectorantes e anti-sifilíticos (93). violetacastanho. • Florescimento: março a abril.13 a 9. é aconselhável instalar o plantio ao longo de cercas. seco. inteiras.17 a 9. • Propagação: sementes. hermafroditas. afetando o desenvolvimento e a produção de óleos. SINONÍMIA: Oregão. alivia queimaduras de pele e recupera a pele (128). curto-pecioladas. AGROLOGIA • Espaçamento :1.35%) (277). saladas (de tomate) e carnes. O fruto é do tipo baga. É utilizada externamente como anti-reumática (283). FORMAS DE USO • Infusão: 1 colher das chá de folha em 1 xícara das de chá de água quente. • Inalação: Ferver em ½ litro de água 2 colheres das de sopa de orégano. pré-plantio e prometrina (50% .52 a 29. quadrangular. inteiras. são emolientes (128). • A planta pode ser utilizada como cerca viva. aveludadas. timol (0. aromáticas. bem drenados e de natureza calcária. HABITAT: Espécie alóctone. Coar. • Vinho: macerar durante 8 dias 50g de orégano em 1 litro de vinho branco seco. Apresentam um aroma muito forte. originária da Índia. OUTRAS PROPRIEDADES: Tempero de pizza. pequeno e amarelo. FITOLOGIA: Planta herbácea. Chuvas em excesso são prejudiciais. Coar e tomar 2 cálices ao dia (estimulante do apetite). CLIMA: Prefere clima quente e úmido. com brácteas grandes. Fruto seco. ponta subaguda. FITOQUÍMICA: Sabineno (3.35cm (40. Coar e enxaguar os cabelos previamente limpos para eliminar a caspa (294). As touceiras podem ser plantadas diretamente a campo.55%). são • • • • Plantio: outono e primavera. base cuneada.07%). ovadas. adoçar com mel (digestivo e menstruações difíceis). cariofileno (15. As sementes são postas a germinar em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. sopas. durante 10 minutos. cis-β-ocimeno (0.3 a 1. sob irrigação por nebulização. As flores. cobertas com um tomento amarelado fosco e glândulas de óleo em ambas as faces.0m. • Decocção: ferver 30g de orégano em 1 litro de água.0 x 1. ORIZA NOME CIENTÍFICO: Pogostemon cablin [Blanco] Benth. ricos em matéria orgânica e bem drenados. em canteiros. Abafar por 10 minutos.0m. refogados.107 glabras.2 litros/ha) e pendimetalin (33%3 litros /ha). angu e omeletes. antisséptica. patchouli. Em regiões subtropicais o crescimento é lento e não ocorre o florescimento. patchouly Pellet. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas e frutos são suculentos e ricos em proteínas. expectorante.76%). antiespasmódica. SOLO: Prefere solos aluviais. SOLO: Prefere solos leves. carminativa. As flores abrem-se pela manhã e fecham-se a tarde. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita e aclimatadas sob telado de sombrite a 70% de sombra. patchuli. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É excitante. planas. As folhas são ovadas. em pós-plantio (448). HABITAT: Espécie alóctone. Rendimento: 0. Cálice campanulado. reunidas em espigas e estas em corimbos dispostos em panículas amplas.70 x 0. Os ramos são radicantes. onde cresce espontaneamente em colinas expostas.2 x 1. quando ocorre o florescimento. SOLO: Prefere solos férteis. dispostas em pequenas panículas terminais. rasteira ou decumbente.27 a17. digestiva. em compressas. lenhoso na base. areno-siltosos e ricos em matéria orgânica. CLIMA: Espécie de clima subtropical. SINONÍMIA: Patcholi.64kg/planta (277) ou de 8 a 17t/ha (357). de pratos à parmiggiana. • Colheita: inicia 8 a 10 meses após o plantio. Colheita: ocorre no verão. As folhas são lisas. podendo ser utilizadas como salada.5m. originária da Ásia e Europa Ocidental. Herbicida: trifluralina (48% . com flores cor creme-amareladas. • Adubação: 2kg/planta de composto orgânico ou 1kg/planta de cama de aviário. p-cimeno (0. grosso. pecioladas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. carvacrol (368) e terpineol (93). Inflorescências curtas. vivaz. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene que cresce de 0. INDICAÇÕES: Abranda inflamações.25 a 28. adaptando-se ao subtropical. carnosas e verde-escuras. ou P. sutilmente pontuado-pilosas. • Plantio: primavera. PARTES UTILIZADAS: Folhas. quase que inexpugnável. parasiticida e tônica (294). • Propagação: estacas de ramos novos. INDICAÇÕES Indicada para eliminar a caspa. ORÉGANO NOME CIENTÍFICO: Origanum vulgare L. O caule ereto. sob irrigação por nebulização. pentâmeras. Fazer inalação dos vapores (resfriados). FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. fortemente aromáticas e medindo 5 a 10cm de comprimento por 3 a 7cm de largura. As flores apresentam-se em glomérulos com espigas compostas. Fruto tetraquênio. mais ou menos racemosas. estacas e divisão de touceiras. Não se adapta a solos muito úmidos e ácidos. tratar menstruações difíceis e combater resfriados (294). ramificado no dossel superior. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. .24%). As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita sob telado de sombrite a 70% de sombra. • Espaçamento : 2.816 plantas/ha). com 5 dentes subiguais e corola bilabiada. CLIMA: É de clima temperado. É planta heliófita.

SOLO: Cresce melhor em solos humosos. 3 a 4cm de comprimento. influenza. Tomar 1 cálice antes das principais refeições como estimulante da digestão (128). debilidade orgânica e afecções urinárias. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Odontálgica. OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo essencial da planta. resolutiva. esverdeada quando nova e preta ao final. βpatchouleno. com 6 a 7cm de comprimento. coriza. As folhas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Piperaceae. caapeba-verdadeira. de pecíolo glabro. O excesso de exposição solar degrada os cromopigmentos da folha. mantidas sempre umedecidas. • Propagação: sementes.5 a 2. Fruto tipo baga.108 • • • Propagação: estacas de ramos. anidrido cinâmico. desobstruente. medindo 10 a 25cm de diâmetro. amassadas. Não prospera bem em solos arenosos ou muito argilosos. halitoses. pariparobina. CLIMA: Espécie pan-tropical. sob telado de sombrite 70% e irrigação. Prefere o clima tropical ou subtropical quente e úmido. chavicina. náuseas. A insolação excessiva resulta em amarelecimento e paralisação do crescimento das mudas. diurética. SINONÍMIA: Aguaxima. mas não • • • PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. eretas. béquica. capoeiras e capoeirões. • Vinho: macerar durante 15 dias 2 colheres das de sopa de raiz em 1 garrafa de vinho branco.) Miq. andróginas e minúsculas. Adubação: 1kg de húmus de minhoca ou composto orgânico e 100g de fosfato natural por planta. • Irrigação: deve ser diária. capeva. trígona. caapeba-do-norte. febrífuga. em número de 2 a 6. malária (130). sob tela de sombrite 70%.0kg/planta de composto orgânico bem curtido. tosse e dispepsia (444). FORMAS DE USO • Infusão ou suco: 1 colher das de sopa das folhas em ½ litro de água (insuficiência hepática). obtido por destilação. abcessos e furúnculos (68). piperatina e piperina (9) e o carotenóide prolicopeno (0. turbinada.5 a 1. vermífuga. sudorífica (68). α-bulneseno. com pontuações translúcidas glandulosas. casca. lençol-de-santa-bárbara. malvaísco. úmidos e frescos. Folhas longo-pecioladas. malvaísco. PROPRIEDADES demulcente (445). compostos fenólicos. na forma de pó. FITOQUÍMICA: Óleo essencial. afecções do aparelho digestivo (257). diarréia (445). • Colheita: inicia a partir do segundo ano após o plantio. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor com substrato organo-mineral.0m. necessitando de uma consorciação com espécies mais altas e de maior cobertura vegetal. • Plantio: primavera e outono. detersiva. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. brevemente acuminado no ápice. jaguarandi. na primavera e verão. emoliente (9) e antiasmática (271). 4. vômitos. Também ocorre em áreas ruderais. de 1. PARIPAROBA NOME CIENTÍFICO: Potomorphe umbellata (L. ETNOTERAPÊUTICAS: Antibacteriana e INDICAÇÕES: A planta é utilizada no tratamento de dor-decabeça. exalam aroma de hortelã. podendo resultar em necrose progressiva da mesma. dores musculares. ápice agudo.5 a 9g/xícara (445). antiescorbútica. FARMACOLOGIA: Possui atividade analgésica. PARTES UTILIZADAS: Raiz. benzaldeído. gastralgias. pariparoba. cadineno. vaginado-alado. antiinflamatória externa e interna (119). urinárias e das vias respiratórias. folhas. É considerada planta rara em Santa Catarina. rebentos de raiz e estacas de ramos e caule. Plantas daninhas: por ter um crescimento lento. outubro e dezembro. anti-reumática. é imperioso que se faça um bom controle dos inços desde o plantio. • Suco: uso tópico sobre queimaduras (68). É nitrófila. Plantio: outubro a novembro. fastio. álcool patchouli (445). embaladas em saches. a cada três meses. • Consórcio: a planta é muito vulnerável ao plantio a céu aberto. jamborandina. catajé. vulnerária (93). sobretudo de fósforo e magnésio. sendo que o limite austral de ocorrência é a Serra do Tabuleiro (177) FITOLOGIA: Planta arbustiva. quando ele ocorre. cólicas. anti-hipertensiva (215). exceto as raízes. As estacas são enraizadas em substrato arenoso ou à base de vermiculita. .23%) (281). • As folhas pulverizadas. febre. cosméticos e sabonetes.5m de altura. Readubar anualmente. que apresenta uma ampla adaptação térmica. distúrbios gástricos. capeba. atividade mutagênica e antimalárica (120). α-guaieno. esteróides e mucilagens (128). INDICAÇÕES: Utilizada em queimaduras.5 x 1. nervuras aveludadas na face dorsal. bronquite. amentilhos e sementes. Fazer aplicações tópicas sobre furúnculos e abcessos. resfriado. É tolerante à acidez do solo. malvarisco. • Florescimento: março a junho. malvarisco. ⇒ raízes para febres. Nutrição: é comum ocorrer sintomas de deficiências nutricionais. estomáquica (257). As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita. colagoga. • Adubação: 0. reguladora da menstruação. capeua. puberulento e bainha desenvolvida. caá-peuá. é utilizado na fabricação de perfumes. FITOQUÍMICA: A planta contém 45% de óleo volátil rico em cânfora (93) eugenol. • Linimento: triturar as sementes com óleo de linhaça. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente nas beiradas da Mata Atlântica. até o pleno estabelecimento das mudas a campo. 11 a 13peltinérvia. infarto das vísceras abdominais. FORMAS DE USO: 6 a 12g/xícara. úlceras (215). azias. As flores dispõem-se em espigas axilares. Colheita: inicia 12 a 14 meses após o plantio. machucaduras (120). caapeba. infusão ou decôcto (444). aplicando-se 10g de fosfato de amônio por planta. As folhas são colhidas antes do florescimento. É heliófita ou esciófita e seletiva higrófita. insuficiências hepáticas (128). tônica. Flores sésseis.usar: ⇒ casca do tronco para afecções respiratórias. jaborandimanso. perene. atonia estomacal. α-terpineno. protegem as roupas do ataque de insetos. debilidade orgânica em geral. sob temperaturas baixas. do tipo serrapilheira. dispostas em umbelas sobre um pedúnculo axilar glabro. antihemorroidária. hepáticas. carminativa. O limbo é profundamente cordado na base. • Decocção . emoliente. eructações. membranoso.

à beira de estradas e em terrenos baldios. Flores axilares ou terminais. à beira das estradas. CLIMA: Adapta-se desde às regiões tropicais até as subtropicais frias. SINONÍMIA: Bauínia. OUTRAS PROPRIEDADES • Planta ornamental de ruas. Folíolos ovais. com acúleos gêmeos na axila foliar. por 56 dias (276). setembro. bronquite. É indicada para afecções renais e urinárias. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta atividade hipoglicêmica com a dose de 3g/dia de folhas. que atinge até 8m de altura. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (68). glabras. composto ou húmus de minhoca. PATA-DE-VACA NOME CIENTÍFICO: Bauhinia forficata Link. medindo 40 a 50cm de altura. • A madeira é utilizada para caixotaria. grande ou arbórea. SOLO: Adapta-se aos mais distintos tipos de solos. tônica (68). glicosídeos (257). As sementes são postas a germinar em saquinhos plásticos com capacidade de 300 a 400ml. As sementes são postas a germinar em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. férteis e drenados. Ferver por 3 minutos. compostas. disfunções gástricas e hepáticas. nos casos de poliúria ou urina solta. moléstias da pele (179). uretrite (68). miriró. tanino (flobatênicos e pirogálicos) e minerais (145). divididas acima do meio. ovais ou lanceoladas. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. A planta é caducifolia no inverno. adicionar 500g de calcário dolomítico por cova. É tolerante à seca. • Plantio: março a abril. carrapicho-beiço-de-boi.109 OUTRAS PROPRIEDADES • Os índios utilizam os frutos (bagas) como alimento. pouco divergentes. SINONÍMIA: Amores-do-campo. ou grossos. Fruto tipo vagem. depurativa (145). além de impedir o aparecimento de açúcar na urina. o que favorece a fixação em animais e pessoas. • Colheita: 2 a 3 meses após o plantio. • Decocção: ferver 1 a 2 colheres das de chá de folhas em 1 xícara das de chá de água. glabros ou pubescente. Tomar 3 xícaras ao dia (145). HABITAT: Espécie autóctone que ocorre espontaneamente na floresta pluvial Atlântica e subespontaneamente em pastagens. CLIMA: Embora seja de clima temperado. brancas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. mas tolera um certo sombreamento. • Florescimento: janeiro a março. segmentada. avenidas e jardins. contribuindo com a disseminação das sementes. inflamação do pênis. pubescentes e mais claros na face dorsal. Acúleos quase sempre gêmeos. diurética. Fruto tipo legume. Se o solo for ácido. adicionados a 100g/cova de superfosfato natural.30 x 0. dores estomacais e dos membros. perene. tomentosa. • Padrão comercial: folhas isentas de matéria orgânica. rebrotando a partir de outubro. vales aluviais.100 unidades (241). ⇒ 2 xícaras das de cafezinho da folha picada em ½ litro de água ou 1 folha picada por xícaras de chá. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Hipoglicemiante (antidiabética). capoeiras. ácidos orgânicos. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 1 folha em 1 xícara das de chá de água. . goma. • Propagação: sementes. • Pó: feito com casca e folhas secas. pata-de-burro. unha-de-boi. Fazer a decocção de 1 colher das de sopa do pó em 1 xícara de água. rutina e quercitina). cujos tomentos apresentam a extremidade em forma de gancho. pendulares. • Adubação: 5kg/cova de estrume de gado. alamedas. Cresce subespontaneamente no sul do Brasil. Tem ramos frágeis. com a forma típica de 9 nervos. finos. lenha e obras leves (241). Cresce espontaneamente em áreas ruderais. • Do lenho obtém-se carvão de boa qualidade (93). tônica renal (68). FITOQUÍMICA: Flavonóides (campferol. mororó. ou acuminadas na base. hepática. medindo 8 a 9cm de comprimento. FITOLOGIA: Planta arbustiva. Solos ácidos e úmidos são desfavoráveis à planta. heterosídeos cianogênicos e saponínicos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cesalpinaceae. AGROLOGIA • Espaçamento: 3. flores (purgativo). de caule pubescente. INDICAÇÕES: A planta tem a propriedade peculiar de reduzir a excreção de urina. casco-de-vaca. com exceção aos salinos. decídua. marmelada-de-cavalo. pecioladas. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. mirorá.) Schinz et Thell. É heliófita. • Colheita: feita dois anos após o plantio. flores. PEGA-PEGA NOME CIENTÍFICO: Desmodium canum (Gml. adapta-se à regiões mais quentes. obtusas ou um pouco agudas. trifolioadas. • Propagação: sementes. SOLO: Exige solos profundos. Inflorescência terminal em rácimos com cerca de 12cm de comprimento com várias flores lilases. FAMÍLIA BOTÂNICA: Caesalpiniaceae. folhas. antidiarréica. estomáquica. compostas de dois folíolos unidos pela base. Os fruto maturam em maio a junho. regularizando a glicemia sangüínea. prisão de ventre (215) e elefantíase (68). Folhas alternas. ascendente ou prostrada. ora ligeiramente curvos para dentro.5 x 3. mucilagem. a partir de novembro. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antiblenorrágica. purgativa. pastos. febrífuga e béquica (271). em viveiro. unha-de-anta. PARTES UTILIZADAS: Cascas.30m. Tomar ½ a 1 xícara de chá ao dia (257). linear. ora uniformemente retos. arredondadas ou subcordiformes. • Produção de sementes: 1kg de sementes contém 15. Tomar 4 a 6 xícaras de chá ao dia (diabetes). cistite. pata-de-boi. • Plantio: março a abril. INDICAÇÕES: Afecções renais. medindo 15 a 25cm de comprimento por 2cm de largura. laxante. • As folhas são comestíveis. unha-devaca. membranáceas. diurética (257). sobretudo da Diabetes melittus (385).5m. feridas e úlceras (271). em pomares e hortos abandonados. lenho e raízes. contendo substrato organo-mineral. Folhas alternas. campos. A germinação ocorre entre 15 e 25 dias e o poder germinativo é inferior a 30% (241).

tomentosa. CLIMA: A planta desenvolve-se melhor em regiões temperadas e subtropicais. Embora cosmopolita. É encontrada associada a Schinus terebinthifolius.5m. cabeça-branca. quadrangular a cilíndrico. FORMAS DE USO: 9 a 15g/dia. dunas estabilizadas. perpétua-do-brasil. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Béquica e emoliente. crescendo em áreas de restinga. dominando sobre outras próximas. com nós entumescidos. • Adubação: 0. • Plantio: outono e primavera. • Florescimento: ano todo. SOLO: Prefere solos úmidos. ao longo de matas ciliares e em áreas ruderais. • Raleio: no auge do crescimento. Lythraea brasiliensis e Guapira opposita. Inflorescência em glomérulos de flores densamente agrupadas. areia e/ou casca de arroz.0kg de composto orgânico ou húmus de minhoca por planta. É cultivada em jardins. pode ocorrer danos às folhas por geada. As flores são creme ou levemente rosadas. oblongas. brilhante. axilares e sésseis. perene. ricos em matéria orgânica. • Propagação: brotações de rizoma. originária da Turquia. língua-de-vaca. com pedúnculo medindo 1 a 10cm de comprimento. • Propagação: sementes e segmentos nodais de ramos. de base lenhosa. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae.0cm de diâmetro. variando desde as regiões tropicais às subtropicais. perpétua. a planta tende a perfilhar em demasia.0mm de largura. HABITAT: Espécie autóctone que ocorre principalmente ao longo do litoral brasileiro. AGROLOGIA • Espaçamento : 0.6cm de comprimento por 1. que são enraizados em substrato organo-mineral. pouco pubescentes e apresentam um NOME CIENTÍFICO: Alternanthera pungens H. abrigados do radiação solar direta. Semente oblonga a ovalada. É heliófita e seletiva xerófita (401). ervanço. nateira. peixe-de-pobre. • Espaçamento : 1. • É considerada uma espécie ornamental de grande vivacidade. pouco ácidos e aerados. peixe-frito. declivosas ou sujeitas à erosão. pode ser utilizada em áreas acidentadas. • Colheita: inicia aos 3 meses após o plantio. lembram cheiro de peixe frito.0mm de comprimento por 1. sálvia-peluda. As sementes apresentam um baixo índice de germinação. castanho-avermelhada e levemente ondulada (209).K. orelha-de-cordeiro. globosos ou oblongos.110 policromismo acentuado na faixa do vermelho. As folhas são elípticas. SOLO: Prefere solos bem drenados. verde-prateadas ou cinza-esverdeada. Os frutos são utrículos uniseminados. lambarizinho. .6 a 2. peixinhofrito. Os frutos são utrículos indeiscentes com 1mm de comprimento. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. aproveitando-os para a produção de novas mudas. espessas. pouco ácidos e arenosos. SINONÍMIA: Lambari. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. FITOLOGIA: Planta herbácea. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. à milanesa. PROPRIEDADES béquicas (93).60m de altura. inclusos entre a tépala e a sépala. adaptando-se bem ao subtropical. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta muito rústica. que cresce de 20 a 40cm em altura. SINONÍMIA: Anador.B. inclusive plantas daninhas. Tem demonstrado uma alta capacidade de adaptação em temperaturas subtropicais. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. HABITAT: Espécie alóctone.) Kuntze var. com tamanhos distintos e curtamente pecioladas. ricos em matéria orgânica e úmidos. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta jovem pode ser utilizada pelo gado. em altitudes acima de 600m. orelha-delebre. O limite austral da planta é a Ilha de Santa Catarina (401). acuminadas. • Quando fritas. CLIMA: Espécie de clima tropical. • Plantio: outubro a novembro. É resistente às baixas temperaturas de inverno. com cerca de 1. Não tolera geadas. Os segmentos nodais são enraizados em substratos à base de vermiculita. O caule é anguloso e estriado. com cerca de 1. • As folhas desidratadas atuam como excelente isolante térmico. inteiras. As folhas basais são curto pecioladas. Em regiões subtropicais. ereta ou subprostrada que atinge 1. periquitinho-de-espinho HABITAT: Espécie autóctone da América tropical e subespontânea em vários continentes. caaponga. ocorre numa frequência baixa nas regiões onde medra. brasiliana. Para evitar o declínio progressivo da touceira. perpétua-do-mato. sendo pouco recomendadas. carrapichinho. alongadas. sempre-viva. suborbiculares ou largamente ovadas. CLIMA: Apresenta uma ampla faixa de adaptação climática. • Poda: a planta apresenta um crescimento muito luxuriante na primavera e verão. SOLO: Desenvolve-se em solos enxutos. As folhas são opostas. ETNOTERAPÊUTICAS: As flores são PEIXINHO NOME CIENTÍFICO: Stachys lanata L. Uso semelhante à Sálvia officinalis. sálvia. O limite austral da planta é a Zona da Mata Branca. mucronados. as superiores subsésseis ou sésseis. quebra-panela. com caules radicantes. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são utilizadas na alimentação.3m. SINONÍMIA: Acônito-do-mato. quando novas tornando-se branca quando matura. podendo causar um declínio no tamanho de folhas e facilitar à ocorrência de doenças.5 x 0.5 x 1. em decocção (444). embora também possam ser verdes. rasteira. É planta nitrófila. Sudoeste da Ásia e Cáucaso.5 a 1. PERIQUITINHO PENICILINA NOME CIENTÍFICO: Alternanthera brasiliana (L. com ápices obtusos. aerados. A planta pode ter seu crescimento controlado através de podas de formação e condução. carrapichinho-do-mato. de rápido crescimento e com grande capacidade de cobertura de solo. entoucerada. ostensivamente pilosas. ralear os perfilhos. • Doenças: altamente suceptível a nematóides. As flores estão agrupadas em espigas capituliformes. na Bacia do rio Paraná (401).

erva-pilão. Aclimatar as estacas radicantes sob tela de sombrite 50 a 70%. piolho-de-padre. coambi. SINONÍMIA: Carrapicho. HABITAT: Espécie alóctone originária da Índia que cresce em solos arenosos e/ou pobres. com corola tubular. 1. 5-dihidroxi-6. preferindo-se a última. diurética. com ramificação dística. A decocção ou infusão das folhas são eupépticas. Isto permite 3 a 4 gerações por ano (209). perpétua-roxa. pico-pico. palhadas diversas ou plástico preto sobre o solo. suspiro. mas ocorre espontaneamente principalmente na primavera e verão. anual. pretos. cuambú. • Propagação: sementes. FITOLOGIA: Planta herbácea anual.8-cineol. • Adubação: 1 a 2kg/m2 de cama de aviário. 5-dentadas. Folhas opostas. tônica. alcanfor. manter o cultivo totalmente livre de inços. limoneno. adstringente (130). as superiores nem sempre divididas. tuyona. Semente cor de café. O óleo essencial contém canfeno. AGROLOGIA: • Espaçamento : 0. muito duráveis. suspiro-roxo. • Colheita: inicia-se a partir do terceiro mês após o plantio. otites (130). carrapicho-de-duas-pontas. dispostas em capítulos esféricos ou alongadas. • Plantio: outono ou primavera. diarréia infantil e problemas de dentição em crianças (179). desiguais. férteis. febrífuga. São semeadas diretamente a campo. OUTRAS PROPRIEDADES: É utilizada como ornamental de beirada de canteiros.3 x 0. • Espaçamento: 0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. FORMAS DE USO: Folhas e flores. PERPÉTUA NOME CIENTÍFICO: Gomphrena globosa L. descongestionantes. PICÃO-PRETO NOME CIENTÍFICO: Bidens pilosa L. FITOLOGIA: Planta herbácea. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante (93). picacho-negro. 7metilenedioxiflavonol 3-0-β-D glucosídeo (130). tranquilizante. picão. • Propagação: sementes e estacas dos ramos radicantes. carrapicho-cuambu. α-cimeno. para que as folhas fiquem livres de solo aderente. Após o plantio. emenagoga. serrados. comprimido. O suco fresco das folhas é tônico. • Plantas daninhas: evitar áreas muito inçadas. que são derivados glicosídeos da .3m.5 x 0. hepáticas e indicadas para distúrbios renais. dos quais logrou-se identificar a gomfrerina I e II. Capítulos de flores tubulares e radiadas. FITOQUÍMICA: Esteróides. Não devem ser enterradas além de 1cm de profundidade. mirceno. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. e estados nervosos do coração (215). áreas ruderais e em áreas agrícolas como planta infestante de lavouras. betanidina e isobetanidina. pequenas e bracteadas. úmidos e revolvidos. erva-picão. com segmentos ovais a lanceolados. os interiores mais compridos que o invólucro. erva-de-picão. picacho. de ramos dicotômicos. • É altamente ornamental em jardins. que são fotoblásticas positivas. Caule quadrangular. • Produção de sementes: cada planta produz 3. amarantóide-violeta. verão e outono. com 2 a 7cm de comprimento. acetato de bornilo. aromática e eupéptica (1). inteiras. que ocorre espontaneamente a beira de estradas. paratudo. saponinas. 3-divididas. picão-do-campo. OUTRAS PROPRIEDADES • Fornece matéria corante violeta. ⇒ 10g por litro de água. picão-preto. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. própria para colorizar alguns alimentos (93). FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. oftálmica.4 x 0.111 AGROLOGIA • Ambiente: pode ser cultivada em vasos ou em canteiros à guisa de horta. muito ramificada. ramos articulares e pubescente. INDICAÇÕES: Utilizada para afecções do sistema respiratório (257). as superiores alternas. que cresce de 30 a 50cm em altura. distúrbios gastrointestinais e hepáticos. perfeitas. furacapa. • Adubação: 2 a 3kg/m 2 de húmus de minhoca ou esterco de gado. o ápice é coroado por 2 a 4 saliências que permitem a aderência do fruto às roupas e pêlos. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A planta inteira é indicada para transtornos gástricos. SOLO: Prefere os areno-argilosos. borneol. em bosques e sub-bosques. glabra ou algo pubescente. cuambri. • Florescimento: verão e outono. fura-capa. diuréticas. HABITAT: Espécie autóctone da América tropical. Invólucro campanulado com flores do disco perfeitas. paconca. Contém ainda 4. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 20g de flores por litro de água (257). inodoras. Fruto ovóide. amarelas. acetato de elemol. carrapicho-agulha. carrapicho-de-agulha. • Mulching: utilizar casca de arroz. αterpinol. terpinoleno. sumo e pó. avermelhadas ou roxas. CLIMA: A planta desenvolve-se bem em climas quentes e frios. macela-do-campo. carrapicho-picão. A parte aérea é diurética e emoliente. • Colheita: inicia-se a partir do terceiro mês após o plantio. eudesmol e azuleno (179). elíptico-lanceoladas e pilosas. Folhas opostas. curcumeno.3m.000 sementes. todas prontamente viáveis após a maturação. colunar-fusiformes. béquica (215). linalol. • Decocção. antiflogísticas. Aquênios planos. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (32). amarga. pecioladas. PARTES UTILIZADAS: Folhas. As flores são longipecioladas.000 a 6. devem ser semeadas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral e aclimatadas em viveiros.3m. FITOQUÍMICA: A planta contém 7 pigmentos. antiespasmódica. leucoantocianinas e alcalóides. liso. com 30 a 80cm de altura. SINONÍMIA: Amaranto-globoso. pcimeno. • Propagação: sementes. lisa e brilhante. agudos ou acuminados. enraizando em saquinhos plásticos contendo substrato organo-mineral. • Colheita: inverno. α-pineno. cosmopolita. ereta. imortal. • Plantio: outono. hepáticos e intestinais. goambú. • Florescimento: primavera.

timol. o decocto das folhas é útil contra infecções do estômago e rins e para a angina. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Purgativa.3'-dimetoxi-7-0-α-Lramnopiranosil-(1→6)-β-D-glucopiranose e quercetin-3. o suco mitiga odontalgias. inflamações da boca e da garganta. INDICAÇÕES: As folhas trituradas são utilizadas como cataplasmas sobre feridas e tumores. demonstra atividade anti-helmíntica. oftalgias e otorrinalgias. anticefalálgica (120). amarelo quando maduro. O fruto contém glutina. leveduras e dermatófitos (48). antibiótica (145). • Nas Filipinas é utilizada no preparo de uma bebida denominada "sinitsit". • Gargarejo: usar a infusão para amigdalite e faringite.64% de substâncias nitrogenadas. ⇒ 1 xícara das de cafezinho da planta picada em ½ litro de água. sílica. de 3 a 4m de altura e caule grosso. estimulante. assaduras e picadas de insetos (145). 23. tranquilizante. poliacetilenos (ação fungicida e bactericida) (31 1994). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É hipoglicemiante drástica (153. ATIVIDADE BIOLÓGICA: A fenilheptatriina existente na planta. antiprotozoária (295) e microbiana in vitro frente às bactérias Gram-positivas.112 FITOQUÍMICA: Hidrocarbonetos e fitosteróis. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. na . FARMACOLOGIA: Antiulcerosa (16). desobstruente do fígado. Pode ser também utilizado em gargarejos (afecções bucais). taninos. antileucorréica (93) e hepatoprotetora. anti-reumática (215). contusas. 8. hemorróidas. pinhão-de-purga. hemorragia pós-parto. caducifolia. PINHÃO-BRANCO NOME CIENTÍFICO: Jatropha curcas L.86% de óxido de cálcio. colesterol (345). palminérvias. Determinou-se na matéria sêca da planta.3-diin-5-en-7-ol-acetato).43% de sílica (93). Depois de frio. policatilenos (ação cercaricida). faringite. pinhão. ácido-pcumárico. chalconas. Aplica-se topicamente na forma de compressas em feridas e úlceras (68). fungos. semente e óleo da semente. glicosídeos de aurona (179) ácido salicílico. Rhizoctonia solani. palmítico. mucilaginosa. antiescorbútica (209). De vários órgão da planta exsuda um látex branco e acre. candineno. úlceras gastroduodenais (179). fazer abluções ou compressas tópicas. mandobiguaçú. 13.04% de mineral. utilizando-se as flores cozidas com açúcar (Duke. FITOQUÍMICA: As sementes contém 50 a 60% de óleo. OUTRAS PROPRIEDADES • Na África é utilizada pelos nativos negros como salada. apud 120). Banho: utilizar a infusão 2 vezes ao dia (vulnerário e antiséptico). icterícia. 6. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia (hepatite. O chá das folhas é utilizado para o tratamento de constipação nasal. TOXICOLOGIA: É atóxica para seres humanos porém é altamente tóxica para alguns insetos e larvas (Martinez. quercetina. esteárico. pleurisia crônica e lombrigas (154). glabras. a infusão da planta abranda cólicas. • • • Decocção: ferver 10 colheres das de chá de folhas em 1 litro de água. • Compressas: utilizar o suco ou a infusão em feridas. α-felandreno. 48. PARTES UTILIZADAS: Folhas. béquica. A fração mineral contém 36. icterícia. antiemética. toxoalbumina (curcina). pulgões e coleópteros (209). sais de potássio. antipirética. úlceras. pequenas. peão. dores osteoarticulares (92).69% de ácido fosfórico e 1. hidropisia. okanina3-glicosídeo. • Colheita: inicia 2 a 3 anos após o plantio. esteróis. apud 179). As raízes combatem cefaléias. as sementes tostadas são colocadas sobre cortes. linoléico. 2. contendo substrato organo-mineral. O extrato aquoso da planta inteira tem ação hipoglicemiante em ratos com hiperglicemia induzida por aloxano (325) e hipotensiva (Nas. INDICAÇÕES: O óleo é utilizado para o tratamento de dermatites (Oblitas Poblete.62% de lipídicas. Utiliza-se ainda para resfriados.77% de óxido de potássio.24%. A planta apresenta ação hipoglicemiante comprovada por via oral (414). irritação interna.71% de fibrosa e 11. emenagoga. amarga. 17. Apresenta atividade in vitro contra Plasmodium berghei e Plasmodium falciparum. ácido málico e curcina (154). ésteres. Flores unissexuadas. odontálgica (a raiz). flavonóides. catártica. luzes artificiais ultravioletas e fluorescentes branca (439). FITOLOGIA: Planta arbórea. antihemorroidária (179). mirístico e araquídico (Costa. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. Os poliacetilenos existentes na planta. contraceptiva (379). agentes da malária (51). sem o embrião. manduri-graça. compostos cianogênicos (130). cicatrizante. • Propagação: sementes. Suco: obtido de folhas frescas. pinhão-dosbarbados. SINONÍMIA: Maduri-graça. nodoso. dispostas em inflorescência pauciflora. ácido nicotínico. cálcio e fósforo (257). As folhas são alternas. pião. drástica. amarelo-esverdeadas. antidiarréica (as flores) (285). As sementes inteiras contém 26% de óleo e as sementes descascadas e frescas 36. As folhas mastigadas controlam aftas. mucilagem e bioflavonóides (145). • Plantio: outono e primavera. As sementes são postas a germinar em saquinhos de plástico perfurados. vermífuga. fenilacetileno (1-fenil-1. 266). Banhos com o chá da planta controlam irritações da pele (266). viroses. apud 130). dois glicosídeos (flavona matoxilado . são torradas e. Sementes escuras. antisséptica. fungos e fibroblastos humanos em presença de luz solar. longopecioladas. fenilheptatriino. Tomar 1 xícara das de chá a cada 4 horas.3'dimetoxi-7-0-β-D-glucopiranose) (51). As sementes produzem um óleo emético e drástico (93). α-pineno. triterpenos.o composto mais fotoativo. antidiabética e antiinflamatória (130). um princípio sacarino. as sementes. emética. coriáceo. antiartrítica. grandes. vermífuga. pinhão-do-paraguai. goma. pinhão-manso. diurética. antiinflamatória. sialogoga (68). hepatite (9). antidisentérica. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 1 colher das de sopa da erva em ½ litro de água fervente. ácido tânico. amigdalite (68) e engorgitamento das glândulas mamárias (93). diabete e verminose). hemostática. com capacidade mínima de 300ml. alcalóides. base cordada e ápice curtamente acuminado. elipsóides e oblongas.99% de não-nitrogenadas. tônica do sangue (266). expectorante (285). sapogeninas. colhida antes do florescimento. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. lactescente. depurativa (345). especialmente o fenilheptatriino . rubefaciente (folhas). febrífuga. • É ótima forragem para coelhos.43% de ácido silícico. Fruto tipo cápsula. indigestão (153). vulnerária. ácidos oléico. membranosas. taninos. gastroenterite. citado por 179). e serve de antídoto em casos de envenenamento (285). são fototóxicos para as bactérias. • A planta é hospedeira de vários nematóides. aminas. limoneno. apud 179). distúrbios hepáticos.quercetin-3.

FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiasmática (as flores). As bebidas alcoólicas constituem-se em antídotos dos efeitos tóxicos (130). 442). coma e morte (Horiuchi et al. utilizadas para a sinusite. O extrato etanólico da raiz. por ser estimulante da musculatura uterina (329). FITOQUÍMICA: Flavonóides. Pétalas obovadas de cor púrpura escura. O fruto é uma cápsula ovóide ou subglobosa.. 5 pétalas livres. TOXICOLOGIA: A planta é abortiva (351). diurética (351). em matas secundárias. peão-pagé. O óleo das sementes induz o aparecimento de tumores de pele. parasitoses. TOXICOLOGIA: O embrião da semente pode levar à cegueira. • Decocção das folhas para banhos e aplicação externa.4-βepoxijatrophatriona. jatropina. glabrescentes na face dorsal. Extratos etanólicos a 95% das raízes apresentaram atividade antitumoral em ratos portadores de leucemia P-338. A folha contém histamina. anti-helmíntica (folhas) (179). como ungüento para curar picadas de insetos e. • A planta constitui-se em excelente suporte para a baunilha (Vanilla aromatica). apud 120) e estimulante da musculatura lisa. apud 120). como purgante (130). antibacteriana (120). com 1cm de diâmetro. vomitiva. hipotensão. em ratos. O extrato acuoso da folha (15µg/ml) mostrou-se ativo contra Plasmodium falciparum. O óleo da semente. vomitiva (o óleo da semente). provoca náuseas. • Propagação: sementes. saponaretina e vitexina (81. Colheita: inicia 1 a 2 anos após o plantio. As raízes e sementes contém terpenos e lignanos. estanca hemorragias (112). jatropha-factor G-2. causador da malária (156. As sementes não devem ser utilizadas (303). pinhão-de-purga. A atividade é atribuída a jatrofona (217). palmadas. mordida de animais peçonhentos. peão-curador. 3-sulcadas. mamoninha. É ainda utilizada para transtornos gastrintestinais e hepáticos. manfuí-guaçú.4-δ apoxijatrophatriona. via intraperitonal. • Ungüento preparado com o látex. FITOLOGIA: Planta anual com cerca de 1. O extrato etanólico da raiz (95%) apresenta atividade citotóxica in vitro (217). pinhão-do-paraguai. Outras espécies de Jatropha apresentaram atividade antibroncoconstritora. • • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. FARMACOLOGIA: Observou-se efeito hipoglicemiante in vivo em ratas tratadas com dexametasona (Llanes et al.. • Plantio: outono e primavera. antiinflamatória. peão-roxo. pião-caboclo. hipo-reflexia. γ-butiri-lactona-2-piperonilida.. raiz-de-teú. causa irritação na pele (4). taninos. vulnerária. composta de flores monóicas. Substâncias específicas: apigenina. Casos graves resultam em espasmos musculares. pecioladas. SINONÍMIA: Batata-de-teú. nefríticas e hepáticas e para úlceras gastrintestinais (303). contendo substrato organo-mineral. 217. obstruções das vias abdominais e gripes fortes (120).3. Cálice 5-lobado. 425. erva-purgante. Os extratos acuosos e etanólicos da planta inteira apresentam atividade moluscicida frente a Bulinus globulus (3).0mg/ml). atividade moluscicida contra Biompholaria glabrata (179). torpor. 12-desoxi-16-hidroxiphorbol. PINHÃO-ROXO NOME CIENTÍFICO: Jatropha gossypiifolia L. hemorragia anal e interna. dores abdominais. sarcoma 180 e WM 256 e adcarcinoma pulmonar de Lewis. vômitos. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente em por toda mata Atlântica sul-brasileira. jalopão. diarréias e depressão do sistema respiratório e cardiovascular. OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo das sementes pode ser utilizado na fabricação de sabões duros e como combustível para iluminação. prasanthalina. 351). pinhão-bravo. devido às alucinações que produz.5m de altura. Schvarstman. prisão-deventre e constipação nasal. jadaina. 329). iso-vitexina e taninos. capoeirões e capoeiras. pião-roxo.5m. ciliadas ou glandulíferas na margem. anti-hidrópica e antitérmica (120). derivativa (93). FAMÍLIA BOTÂNICA: Melastomaceae. antidiabética. jatropholonas A e B. purgante. ramificada. carcinoma de Walker.0mg/ml (329). FORMAS DE USO • Decocção das folhas e sementes. antagoniza as convulsões induzidas por estrecnina. sendo que as sementes contém curcina.113 forma de chá ou com leite. separando-se facilmente em carpelos 2-valvos (120. Apresenta atividade antibiótica contra Microsporum cani e Microsporum gypseum. inibição dos tumores em disco da batata (LC50=3. Inflorescência em cimeira contraída. anticatarral. alcalóides. com 8 a 12 estames. • Óleo: 10 a 12 gotas. Os ramos e caule apresentam atividade antimicrobiana in vitro contra Escherischia coli (85). diurética (425). uma proteína tóxica e ésteres diterpênicos de forbol (49). FARMACOLOGIA:Apresenta atividade hemostática (KoneBamba et al. em instilação nasal. úlceras dérmicas e escoriações (130). glabras. laxante. 2-δhidroxijatrofona. Flores femininas dispostas nas partes baixas da inflorescência com estigma bifurcado. CLIMA: Cresce espontaneamente em regiões tropicais. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. O contato com a planta pode provocar severas reações alérgicas e a seiva pode causar dermatites (124). atividade sobre o vírus citomegalo e Sindbis.0 a 1. O látex é utilizado sobre feridas (120). • É utilizada na fixação de dunas e como cercas-vivas (93). anti-reumática. 2. A dose letal média. as masculinas na parte superior. INDICAÇÕES: É útil para o tratamento de feridas. 3 a 5 partidas ou lobadas. 3. A planta é ainda utilizada para cólicas estomacais.4-δ-epoxi-jatrofona. 3. embora adapte-se as subtropicais. vitexina. antiartrítica. O fruto contém uma semente escura com pintas negras. desidratação. in vitro do extrato etanólico utilizando Artemia salina foi de 1. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O diterpeno apresenta atividade antiprotozoaria . . antiarrítmica. O extrato das folhas é inativo (2). saponinas e histamina. pubescentes. purgante. Ahmed e Adam. dermatites. PIXIRICA NOME CIENTÍFICO: Leandra purpurascens Cogn. truncada em ambos os extremos. jatrofona. O extrato etanólico das folhas apresenta atividade depressora do sistema nervoso central (via intraperitonial) e uma leve ação anticonvulsionante em ratos com convulsões induzidas por metrazol. DL 50. apud 179). álcoois alifáticos de cadeia larga e palmitona (81). aplicado topicamente.3-bishidroximetil-6naftaleno. HABITAT: Espécie de origem americana que cresce em terrenos ermos.5 x 1. Folhas alternas. Os ramos contém lignanos. As mudas podem ser preparadas semeando-se em bandejas de isopor ou saquinhos plásticos. em baixa altitude.

mas também com ação paralisante sobre o bulbo raquidiano (294). embaraço gastrointestinal. • Colutório: ferver por 2 colheres das de sopa da planta em ½ litro de água. proporciona até 6 cortes ao ano e facilita a colheita. balsâmica. catarro.114 FITOLOGIA: Planta arbustiva.5cm de diâmetro. acuminadas. fenol. Tomar 1 a 2 xícaras por dia. SOLO: Prefere os solos areno-humosos e úmidos. presente na planta. poejo-das-hortas. • Propagação: ramos radicantes e rizoma da planta matriz. Solos ácidos são prejudiciais à planta. INDICAÇÕES: Indicada para debilidade do sistema nervoso. ereta. É esciófita. Fruto tipo baga. Colheita: é dificultada. acidez do estômago. analgésica. prostrada. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. se tomado 10 minutos antes das refeições. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são usadas para regular o rítimo cardíaco. • Plantio: outono e primavera. com cerca de 60 a 100cm de altura. Os rebentos podem ser enraizados em substrato organo-mineral. composta de flores lilases. quase negra. Em solos arenosos a planta tende a amarelar e o crescimento é pouco vigoroso. todos axilares. perene. em numerosos verticilos. As extremidades do ramos é avermelhada ou arroxeada. diaforética. resfriado. A inflorescência é racimosa. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia. ou ainda 1 a 2g da planta seca por xícara das de chá. coqueluche. • Decôcto: ferver 1 a 2 colheres das de chá em 1 xícara das de chá. flavonóides. . juntamente com o suco de 1/2 limão. infecções urinárias e genitais e externamente são utilizadas no tratamento de moléstias de pele (215). As folhas são longo-pecioladas. O cálice é viloso. digestiva (294). Desenvolvimento: no inverno as plantas revestem densamente o solo à guisa de gramados. devem ser deixados fermentar por até 3 dias. obtusas ou subagudas. A planta exala um aroma peculiar. vivaz. eupéptica. vermífuga (93).3 a 0. óleo essencial de poleganona (94%). multifloros. perfurando-se apenas os pontos de plantio da muda. • É utilizada para o preparo de licores (163). que são plantados diretamente em canteiros. fermentações. bronquite (68). no inverno. estomáquica. Flores alvopubérulas dispostas em panículas terminais agrupadas nas extremidades dos ramos. antidiarréica (32). A pulegona. os dois inferiores mais estreitos. Hidroponia: é bastante indicada para o cultivo hidropônico. • • • • PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. giardicida. As folhas medem cerca de 8 a 10cm de comprimento por 2 a 3cm de largura. originária da Europa. hidropisia (32). TOXICOLOGIA: Não deve ser utilizada por lactentes e crianças pois pode causar dispnéia e asfixia. etc. béquica. carvacrol. acetato de metila (257). tanino. Fazer bochechos (294). FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. suculenta. FITOQUÍMICA: Pulegona. tubuloso. SOLO: As mudas desenvolvem-se melhor em solos adubados com matéria orgânica e com um bom teor de umidade. O infuso. PARTES UTILIZADAS: Folhas e frutos. antiespasmódica. piperitenona. aromáticas. colhidos maduros.3 x 0. poejo-real. Coar e adicionar 1 copo de vinagre. com a goela fechada por pêlos coniventes. anestésica. presente na planta. bem curtido. arroto. Mulching: para facilitar a colheita de ramos e folhas de melhor qualidade. Popularmente é também utilizada como hipocolesterolêmica. timol e eugenol (120). adaptando-se também ao tropical. emenagoga. Os frutos. • Pó ou xarope: tomar 3 vezes ao dia (vermes). lançando raízes a intervalos de 1 a 2cm. dores reumáticas. lisos. A solução hidropônica indicada é a mesma utilizada para a alface. com irrigação diária. o solo pode ser coberto com uma cobertura inerte (filme plástico preto. Utilizar 2 a 3kg/m2 de húmus de minhoca ou estrume animal. cineol (145). SINONÍMIA: Erva-de-são-lourenço. lanceoladas. pilosa ou glabrescente que cresce de 10 a 50cm em altura. Adubação: a planta responde bem à adubação orgânica. perene. pubescentes em ambas as faces. no inverno. violácea.). HABITAT: Espécie alóctone. • Propagação: sementes e rebentos da raiz. Tomar 3 xícaras ao dia (68). O caule é cilíndrico e muito viloso. pelo crescimento das folhas que crescem rente ao solo. CLIMA: É de clima subtropical.3m. ⇒ 15g de folhas e flores em 1 litro de água. Tal medida evita o crescimento de ervas daninhas e mantém a umidade do solo. redondo-ovaladas. sublabiado. carvona. crescendo subespontaneamente em solos úmidos. lavar as sementes em uma peneira. sob água corrente. pubescente. expectorante. hortelã-da-folha-miúda. (68). mentona-piperitona. insônia (145). mentol. especialmente nos três primeiros meses (258). FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ colocar 20g da planta fresca em 1 litro de água ou 4 a 5g por xícara das de chá. opostas. • Consórcio: O cultivo da pixirica juntamente com espécies de maior porte. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta afugenta pulgas e mosquitos. enquanto que ao final do inverno as plantas tornam-se mais eretas e ocorre a diferenciação floral a partir da primavera. antisséptica (258). POEJO-DA-HORTA NOME CIENTÍFICO: Mentha pulegium L. bastante compactos. Colhe-se 2 a 3 meses após o plantio. anti-hidrópica (257). opostas. é tóxica. antigripal (145). amebicida e tônica (1). é contra-indicado para grávidas. que proporcionem alguma sombra. base obtusa ou arredondada. O caule é extremamente radicante. afetando principalmente o fígado (145). curtamente pecioladas. (385). cicatrizante. abrigados sob sombrite a 70% de sombra. borneol.80 x 0. estimula as funções gástricas (258). palha. casca de arroz. enjôo. • • Plantio: primavera e outono. O borneol. em altas doses. FITOLOGIA: Planta herbácea. Após. Carpelos ovóides. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. As folhas são pequenas. medindo cerca de 0. pois melhora a qualidade do produto colhido. dipenteno. Semear em bandejas de isopor contendo substrato orgânico. denticuladas ou quase inteiras. porém há muito tempo adaptada às condições brasileiras. com duas nervuras principais originárias de uma mediana. com 5 dentes desiguais.4m. trichomonicida. poejo. Apagar o fogo e abafar por 15 minutos. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. permite que a planta desenvolva-se melhor. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Carminativa. menta-selvagem.

litíases renais. e as femininas. tônica. 178. Esta operação de raleio proporciona a obtenção de novas mudas para plantio. ascendente.3 x 0. Semeia-se diretamente em canteiros. SINONÍMIA: Anador. adstringente. • Triterpenos: lupeol-acetato e lupeol. estilos curtíssimos. saúde-da-mulher. isolintetralina. HABITAT: Espécie autóctone. nirfilina. 79. de glândulas livres e orbiculadas. que devem ser colhidas antes de sua completa maturação. hepatoprotetora (417). 210. 438). estradiol. antinefrítica (8). 130. glabras. solitárias. desobstruente. • Plantio: primavera. pecíolo com metade do tamanho do limbo pinatinervado. viveiros. filalvina. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. • Benzenóides: salicilato de metila. 9. nirtetralina. na primavera. purgativa. antivirótica. 118. arrebenta-pedra. arredondados. pomares. 82. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. vitamina C. var. As mudas devem ser enraizadas e aclimatadas antes de serem tranplantadas a campo. filtetralina. • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. em bordadura de canteiros de jardins. antisséptica. K. geranina. areia.30 x 0. filantidina. fortificante do estômago (242). nirurinetina. FITOLOGIA: Planta herbácea. periquitinho. As flores são diminutas. relaxante muscular (258). 374. • Propagação: segmentos dos ramos radicantes e divisão de ramos da cepa. curto-pediceladas nos dois sexos. SOLO: Prefere solos com alguma umidade. mas adapta-se às áreas ensolaradas. furosina. B. galato de etila. ácido salicílico. com estípulas. com 6 sementes retorcidas longitudinalmente. SINONÍMIA: Arranca-pedras. com diminutas estrias transversais. fura-parede. saudade-da-mulher. colhendo-se a planta inteira. com as glândulas co-implantadas na base. hidroxinirantina. afecções do fígado. pecioladas. As folhas são simples. eriodictiol-7-α-Lramnosídeo. de coloração amarelo-pálido. 386. ao longo do ano. barro. geraniina. resistente e avermelhado As folhas são simples. 420. latryrroides (H. sésseis e glomeradas. Pode-se obter mudas coletadas em áreas ruderais. • Alcalóides indolizidínicos: nirunina filantina.25m. pequenas. 198. cimol. FAMÍLIA BOTÂNICA: Amaranthaceae. linalol. 24-isopropil-colesterol. Coluna estaminal inteira. triacontan-1-ol. de ramos finos. variegadas em tonalidades de verdes. rutina. 398. . • Raleio: o excesso de brotação dos ramos deve ser contido para não resultar em declínio da planta matriz.) G. HABITAT: Espécie autóctone do continente americano. 64. pedras e pedaços de plantas diferentes. com 3 anteras. aspirina. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. hiporilantina. filesterina. • Propagação: sementes. taninos. • Alcalóides: norsecurina. cineol. antilítica (68). PARTES UTILIZADAS: Folhas. hirtetralina. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. • Padrão comercial: planta inteira isenta de insetos. verão ou outono. nirurina. anticancerígena (130). hipoglicemiante (130) anti-hipertensora. • Lipídeos: ácido ricinoléico. muito pequenas. FITOQUÍMICA • Lignanos: lintetralina. filnirurina. quebra-pedra-branco. hepatite-B (426. nirurina. opostas. saxífraga. isoquercitrina. As folhas e as sementes são tônicas e febrífugas (93). 21. antiinfecciosa das vias urinárias (9. medianamente férteis e pouco ácidos. 399. • Esteróides: β-sitosterol. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética (9. com râmulos peniformes. sudorífica.2m. filtetrina e hidroxilignanos. 397. ervapombo. nativa das regiões tropicais do Brasil. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. radicante. esverdeadas. saponinas. Webster. principalmente em planícies litorâneas. isolariciresinoltrimetil éter. 318. • Alcanos: triacontan-1-al. 184. • Terpenos: cimeno. INDICAÇÕES: É usada no tratamento da diabetes. disenteria (311). localizadas nas axilas dos folíolos. ereta. alternas. filanto. conami. antiblenorrágica. com porte de 20 a 50cm de altura. costadas. seco-4hidroxilintetralina.) R. • Alcalóides pirrozilidínicos: norsecurinina. inteiras. erva-pombinha. quebra-panela. cólicas OUTRAS PROPRIEDADES: A planta pode ser utilizada como ornamental. vivaz. fisetina-41-0-β-D-glucosídeo. elípticas. amoena (Lem. ETNOTERAPÊUTICAS: Antiálgica e CLIMA: Adapta-se a uma ampla faixa de temperatura. nirurim. dispõem-se em espigas axilares. mais largas na metade ou em baixo. ovaladas. 4-metoxinorsecurinina. • Crescimento espontâneo: verão. nor-ent securinina. hipofilantina. 130). crescendo até mesmo em rachaduras de calçadas. 4-metoxi-norsecurina. multi-ramosa. anti-hidrópica (215). nitrantina. linoléico e linolênico. securimina. quercitrina. dotriancontanóico. monóicas. PROPRIEDADES antiinflamatória. ssp. citostática. 290. filocrisina. As flores. 410. 384). kaempferol-4-0-α-L-ramnosídeo. niruside. Cápsulas deprimidas. 421. gelato de metila e de etila. Br. Fruto suborbicular contendo 1 semente avermelhado-castanha (401). Desenvolve-se melhor à sombra. • Colheita: inicia aos 5 a 6 meses após o plantio. espinhosas. membranáceas e glabras. • Outros: dibenzilbutirolactona. filantina. jardins e áreas ruderais. constituindo-se em invasora de hortas. 396. nitretalina. Esta espécie caracteriza-se pela folha assimétrica de base achatada. periquito-ameno. quercitina. 190. QUEBRA-PEDRAS NOME CIENTÍFICO: Phyllanthus niruri L. Colhe-se preferencialmente as ponteiras da planta. ninurinetim. • Pragas: formigas e lagartas. 332. medindo cerca de 20 a 25cm de altura. sedante. filocrisina. 359. Cálice frutígero com lacínias estreitas e obovais. que são enraizados em substrato organo-mineral ou implantados diretamente em canteiros. kinokinina. estomáquica. ácido repandusínico. aperiente (145). glochidona. desde as temperadas até as tropicais.) Smith e Downs. O caule é cilíndrico. ácido elágico (5.115 PRESUNTO-COM-OVOS NOME CIENTÍFICO: Althernanthera ficoidea (L. • Flavonóides: astragalina. as masculinas gêmeas. 2-lobos. nirantina. L. menos as raízes. xantoxilina. flantine. limoneno. É esciófita. revirados no ápice. • Adubação: 3kg/m2 de estrume de gado ou composto orgânico. Tolera solos pobres. entnorsecurinina. 64). Parece desenvolver-se melhor em regiões tropicais.

Frutos esquizocarpos. diurética (103). Tomar 3 a 5 xícaras ao dia (68). quando postas ao sol. estouram à guisa de pipoca. As mudas devem ser enraizadas e aclimatadas antes de serem tranplantadas a campo. erva-pombinha. Ferver. Os ramos que partem do caule apresentam fileiras de folhas. elípticas. As mudas devem ser enraizadas e aclimatadas antes de serem tranplantadas a campo. antimicrobiana contra Pastereulla pestis e Staphyllococus aureus (90). febre palustre. As sementes. coriáceos. verificando sua ação preventiva na formação de cálculo renal. ⇒ ferver 10 a 20g da planta em 1 litro de água. Verificou-se que o extrato aquoso da planta inibe a o vírus tipo-1 da imunodeficiência (HIV-1-RT) in vitro (304). INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento da glicosúria (242). atividade analgésica e QUEBRA-PEDRAS NOME CIENTÍFICO: Phyllanthus urinaria L. bem como litogênica (56). globosos. apud 79). muito curto-pecioladas. O extrato etanólico demonstra atividade antiviral contra o vírus da hepatite B (410). Inflorescência monóica e axilar. CLIMA: Desenvolve-se bem em regiões tropicais e subtropicais. glabros. ⇒ Diabetes: 75g/litro. afecções da próstata (32). avermelhado na base e verde nas partes jovens. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. lembrando uma folha pinada.8cm de largura. Pode-se obter mudas coletadas em áreas ruderais. férteis. litotríptica e diurética (93). • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. HABITAT: Espécie autóctone que vegeta espontaneamente em áreas ruderais. niruri ou P. ereta. amareladas. 369.2m. • Padrão comercial: planta inteira isenta de insetos. feridas. esverdeado a amarelado. Tomar 3 xícaras ao dia (8).5cm de comprimento por 0. jardins. tenellus. base e ápice arredondados. inibidora ACE. que devem ser colhidas antes de sua completa maturação. β-sitosterol (370). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. ao longo do ano. O chá concentrado das folhas atua como emético (378). HABITAT: Espécie autóctone do Brasil. antiictérica. sem pedúnculo. medindo 1. As flores são diminutas. as vezes perene. cistite (128). analgésica (10. O caule é glabro e normalmente púrpura. contusões. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é utilizada externamente como inseticida de pulgas e piolhos (154). ácido gálico. inibidora da transcriptase reversa do HIV (332). • Pragas: formigas. levemente comprimido e espiculado. flavonóis e ácidos fenólicos (138). pedras e pedaços de plantas diferentes. afecções urinárias. mas nunca encharcados e muito ácidos. da pele. muito comum na região Sul. ATIVIDADE BIOLÓGICA: A decocção da planta. gangrenas. • Infusão: ⇒ colocar 1 xícara das de cafezinho da planta fresca picada em 1/2 litro de água. Produz frutos maiores que a espécie P. Para a eliminação do cálculo renal. FORMAS DE USO • Decocção: ⇒ ferver durante10 minutos 10g da planta picada em 1 litro de água. flavonas. Semeia-se diretamente em canteiros. antihepatotóxica e antagonista endotelino (186). aerados. antiespasmódica (79). Tomar 3 xícaras ao dia (8). capoeiras e bosques. • Propagação: sementes. Pode-se obter mudas coletadas em áreas ruderais. esterol. 3-sulcados. que devem ser colhidas antes de sua completa maturação. O pó da planta inteira. inapetência (68). na dose de 1mg/ml revelou efeito nematicida contra Toxocara canis (210). curto-pecioladas. icterícia (290). monóicas e solitárias nas axilas. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. Tomar várias vezes ao dia. resistente. durante 3 semanas. As folhas caulinares são rudimentares (escamas). campesterol (Niero. diurética (94). infecções pulmonares. lisas. preferencialmente no verão. Ocorre em áreas ruderais. margem lisa. antiálgica (369). hemorragias. estigmasterol. amenorréia (184). catarros vesicais.0 a . dispostas alternadamente. com 40 a 60cm de altura.30 x 0. ⇒ colocar 2 plantas inteiras em ½ litro de água. ⇒ Câncer: 40g/litro. SOLO: Prefere solos revolvidos.116 renais. areia. 170). proeminentemente dispostas em duas fileiras. colhendo-se a planta inteira. de sépalas esbranquiçadas e diminutas. TOXICOLOGIA: Abortiva e purgativa em altas doses (257). FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. com tegumento crustáceo. no mínimo (145). colhendo-se a planta inteira. Caule cilíndrico. ⇒ Diurese: 35g/litro. Tomar 3 xícaras ao dia. da boca e da garganta (64). FARMACOLOGIA: Antiinflamatória. hortas e em áreas agrícolas. ao longo do ano. ⇒ Distúrbios renais: 30g/litro. globoso. albuminúria (242). via intragástrica revelou efeito antihepatotóxica em ratas e anti-hipercolesterolêmica (421). suspendendo por duas semanas o uso do decocto após 10 dias de tratamento contínuo (relaxamento dos ureteres). antidiabética. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. SINONÍMIA: Arrebenta-pedra. com flores apétalas. Fruto tipo cápsula. na dose de 200mg/kg. FAMÍLIA BOTÂNICA: Euphorbiaceae. que cresce de 20 a 30cm em altura. barro. • Florescimento: abril a agosto. Tomar 2 xícaras ao dia.30 x 0. Semeia-se diretamente em canteiros. Sementes cuneiformes. ácido úrico. Tomar 1 xícara das de chá 6 vezes ao dia (258). • Crescimento espontâneo: verão. As folhas são alternas. • Crescimento espontâneo: primavera. • Colheita: ocorre 2 a 3 meses após o plantio. É umbrófita.6 a 0. tomar o chá a vontade durante o dia. QUEBRA-PEDRAS NOME CIENTÍFICO: Phyllanthus tenellus Roxb. antitumoral (130). hipertensão arterial (130). simétricas. • Propagação: sementes. de coloração cstanho-clara. gota (145). 1. antialérgica (420). A ação analgésica e relaxante muscular dos alcalóides favorecem a eliminação de urólitos (258). úlceras. verde. A Central de Medicamentos do Brasil (CEME) realizou testes clínicos e préclínicos com a planta. FITOQUÍMICA: Terpeno (148). glabras. • Pragas: formigas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória. São reportadas ainda ação antihiperglicêmica (184).2m. FARMACOLOGIA: Apresenta antiinflamatória (370. 79).

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• Padrão comercial: planta inteira isenta de insetos, areia, barro, pedras e pedaços de plantas diferentes. • • Florescimento: janeiro a abril. Colheita: 160 a 180 dias após o plantio.

PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. PARTES UTILIZADAS: Planta inteira. FITOQUÍMICA: Flavonóides, taninos, esterol, cumarina, triterpeno, benzenóide (292; 375; 433), rutina (10), β-amirina (339), ácido elágico (386), quercitina (318), β-sitosterol (371), alcalóides e substâncias amargas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antibacteriana, purificante do fígado e demulcente. Utilizada nas infecções urinárias e da garganta, impetigo, conjuntivite, enterite, diarréia, marasmo infantil, eczema infantil da boxexa, aftas, artralgia, edema nefrítico, mordida de centopéia e cobra, febre, oftalmia e doenças hepato-biliares. A planta apresenta forte ação antiinflamatória e antiálgica (371). FARMACOLOGIA: Apresenta atividade antiinflamatória, analgésica (10; 318) antilipoxigenase (339), inibidora da aldose redutase (386), inibidora ACE e antialérgica (420). ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato hexânico da planta apresentou forte atividade antimicrobiana contra Eischerichia coli, Proteus vulgaris, Salmonella typhymurium, Shigella flexneri, Klebsiella pneumoniae, Vibrio parahacmolyticus, Staphylococcus aureus (100). FORMAS DE USO: 8 a 16g/dia, na forma de decocção ou 20 a 40g/dia utilizando as folhas verdes na forma de suco misturado com um pouco de sal, para gargarejos.

PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As raízes são carminativas, resolutivas e digestivas. Em banho, atua como estimulante (32). A infusão das raízes é diurética (242). A planta é ainda anti-reumática e béquica (257). INDICAÇÕES: Indicada para a bronquite (257), afecções hepáticas, metrite, resfriado e dores do corpo (271).

RAIZ-FORTE
NOME CIENTÍFICO: Armoracia rusticana G.M. Sch. FAMÍLIA BOTÂNICA: Brassicaceae. SINONÍMIA: Creem. FITOLOGIA: Planta herbácea perene, com cerca de 40 a 50cm de altura. Folhas oblongas, creneladas, espessas, brilhantes, verdeescuras, medindo 30 a 35cm de comprimento por 8 a 10cm de largura. As folhas caulinares são lanceoladas, alongadas, denteadas ou recortadas. As flores são brancas, tetrâmeras. SOLO: A planta adapta-se a maioria dos solos, porém nunca em solos arenosos estéreis e argilosos compactados ou com camadas de adensamento. Prefere solos de aluvião, soltos, levemente úmidos, férteis e friáveis. AGROLOGIA • Espaçamento : 30cm. • Propagação: divisão da cepa, rebentos da raiz. Os propágulos de raiz devem ter cerca de 12 a 15cm de comprimento e a espessura de um lápis. O topo do propágulo é cortado horizontalmente, enquanto a base, em bisel. São plantados à profundidade de 10 a 12cm. Embora possam ser plantados diretamente em canteiros, é recomendável produzir as mudas em viveiros telados, enraizando os propágulos em substrato organo-mineral. Evita-se, desta forma, a ocorrência precoce de lagartas que comem os brotos novos. • Época de plantio: outono-inverno. • Adubação: embora a planta seja grande extratora de nutrientes do solo, não há necessidade de adubações pesadas ou freqüentes. Por ser perene, deve-se fazer uma adubação no verão, compensando as estiagens com irrigação. Incorporar ao solo 3kg de cama de aviário ou 5kg de composto ou húmus de minhoca ou estrume de curral, associado à 100g/m 2 de superfosfato natural. • Produção: 1.500 a 3.000kg/ha (263). PARTES UTILIZADAS: Raízes e folhas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antisséptica, laxativa, vermífuga, diurética por excelência (128) e antiescorbútica (93). OUTRAS PROPRIEDADES • Condimento, sobretudo de frutos do mar e carnes frias. • O sabor torna-se menos picante quando agregada ao creme de leite. • Os japoneses utilizam na forma de pó no sashimi.

QUITOCO
NOME CIENTÍFICO: Pterocaulon virgatum DC. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. SINONÍMIA: Alecrim-das-paredes, barbaço, barbasco, branqueja, calção-de-velho, calças-de-velho, tingui, verbasco-do-brasil. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente o sul do Brasil, em locais úmidos, terrenos baldios e até à beira das estradas. FITOLOGIA: Planta herbácea ou sublenhosa, perene, ereta, que cresce até 2,5m de altura. Caule anguloso, cilíndrico, com densa pubescência lanuginosa, lenhoso na base e fibroso nas partes superiores, dotado de alas membranáceas verdes. As folhas são alternas, membranáceas, pilosas em ambas as faces, sésseis, lanceoladas, oblongas, estreitas, denteadas e decurrentes, medindo 8 a 12cm de comprimento por 2 a 3cm de largura. As flores são esbranquiçadas, quando novas, castanho, quando maturas, dispostas em capítulos subglobosos, denso-corimbosos, paniculados, sésseis, providos de brácteas involucrais estreito-lanceoladas e brancopubescentes. O fruto é um aquênio miúdo, subgloboso, de cerdas moles, contendo várias sementes. CLIMA: A planta é de clima subtropical. Prefere temperaturas amenas. É heliófita. SOLO: Desenvolve-se em quase todos os tipos de solos, de preferência os úmidos, arenosos e ácidos. AGROLOGIA: Ambiente: por ser uma espécie muito rústica, pode ser implantada nos solos mais pobres e acidentados da propriedade. • Espaçamento : 0,8 x 0,4m. • Propagação: sementes. Semear em bandejas de isopor com substrato organo-mineral. • Plantio: setembro e março a abril.

ROSA-DE-PORCELANA
NOME CIENTÍFICO: Nicolaia elatior. FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberiaceae. SINONÍMIA: Bastão-do-imperador, flor-da-rendenção. HABITAT: Originária das Ilhas Célebe, Sunda e Java.

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FITOLOGIA: Planta herbácea, de caule foliáceo, rizomatosa, que cresce de 2 a 4m de altura. Folhas longo-pecioladas, lanceoladooblongas, glabras, acuminadas, agudas na base ou inequiláteroarredondado, medindo 60 a 80cm de comprimento por 15 a18cm de largura. Escapo floral com 70 a 80cm de comprimento, culminado por um capítulo adensado piramidal de cerca de 10cm de comprimento. Escamas verdes, obtusas, ovadas, frouxas. Brácteas externas vermelhas, carnosas, cerosas, ovadas, agudas. Brácteas internas estreitas, lanceolado-oblongas. Fruto cápsula cônicoirregular de 2cm de diâmetro. Semente preta revestida por arilo hialino. CLIMA: Tropical úmido. É heliófita. SOLO: Fértil, textura média, bem drenado, rico em matéria orgânica AGROLOGIA • Espaçamento : 2,5 x 2,5m. • Propagação: sementes e rebentos do rizoma. As sementes são semeadas em substrato organo-mineral, enquanto que os rebentos podem ser plantados diretamente a campo. • Plantio: primavera e verão. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário associada a 100g de fosfato natural. • Florescimento: outubro a maio. • Colheita: inicia a partir do segundo ano após o cultivo. PARTES UTILIZADAS: Rizomas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Indicada para o reumatismo e dores musculares. OUTRAS PROPRIEDADES: As flores são consideradas uma das mais belas do mundo. • • • • • Espaçamento : 0,8 x 0,3m. Propagação: sementes, que podem ser semeadas diretamente a campo. A germinação espontânea das sementes ocorre de março a junho. Florescimento: inicia a partir de julho. Colheita: inverno. Produção de sementes: início de agosto.

PARTES UTILIZADAS: Folhas e flores. FITOQUÍMICA: Flavonóides (0,58 a 1,11%), taninos (0,78 a 1,24%), leonurina e óleo essencial (257). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Febrífuga, estomáquica, anti-reumática, antidiarréica, febrífuga, eupéptica, béquica, aperiente, antiemética (68) antiasmática (209), antiemética (242), diurética, anti-hemorroidária, antiinflamatória interna e externa, anti-hipertensora (215) e vermífuga (271). INDICAÇÕES: Usada no tratamento da gastroenterite, afecções do estômago e intestino, resfriado, gripe, inapetência, cólicas intestinais (68), dores varicosas, cardiopatias, úlceras (271) embaraço gástrico, irritação do estômago e intestino, gripe intestinal, febre palustre (93), erisipela e doenças de pele (215). As flores, que tem aroma de óleo de bacalhau, são usadas para o tratamento de bronquite e coqueluche (258). FARMACOLOGIA: Não se constatou a atividade antibacteriana, antiúlcera e antiedemática do extrato etanólico liofilizado (338). FORMAS DE USO E FORMAS DE USO • Alcoolatura: misturar 2 xícaras das de café de álcool e uma xícara das de café de água com 1 punhado da erva fresca picada. Deixar em maceração por 7 dias, agitando com frequência. Coar e armazenar em vidro escuro. Tomar uma colher das de café do preparado diluído em água. Pode ser também aplicada em articulações inflamadas. • Infusão: colocar 20g de folhas ou flores secas em 1/2 litro de água. Tomar 3 vezes ao dia. • Uso externo: friccionar as folhas frescas sobre as partes afetadas (anti-reumático). • Xarope: colocar um punhado de folhas e flores picadas em uma xícara das de cafezinho de água fervente e abafar. Coar, adicionar 2 xícaras das de cafezinho de açúcar e homogeneizar. Adultos - 1 colher das de sopa 3 vezes ao dia; crianças - 1 colher das de chá 3 vezes ao dia (257). OUTRAS PROPRIEDADES: A planta é insetífuga.

RUBIM
NOME CIENTÍFICO: Leonurus sibiricus L. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. SINONÍMIA: Amor-deixado, ana-da-costa, macaé, cardíaca, cháde-frade, coração-de-frade, cordão-de-frade-menor, cordão-de-sãofrancisco, erva-das-lavadeiras, erva-de-macaé, erva-do-santo-filho, erva-dos-santos-filhos, erva-dos-zangões, erva-macaé, estrela, joãomagro, lavandeira, lavanderia, lavantina, levantina, mamangava, mané-magro, mané-turé, marroio, pasto-de-abelha, pau-pra-tudo, quinino-dos-pobres, santos-filhos, sertão, totanga. HABITAT: Espécie alóctone, originária da Sibéria. A planta está amplamente disseminada no sul do Brasil, ocorrendo subespontaneamente como invasora de lavouras, pomares, roças e capoeiras, principalmente em solos argilosos. FITOLOGIA: Planta herbácea anual, com cerca de 1,0 a 1,20m de altura, caule e ramos quadrangulares e pubescentes como as folhas e inflorescências. Folhas opostas, simples, linear-lanceoladas, até leve ou profundamente trilobadas, base longo-cuneiformes, decurrente pelo pecíolo, lobos mais ou menos longo-acuminados, os laterais apenas reduzidos e dentiformes. As flores são pequenas, axilares, sésseis e fasciculadas, róseas, com lobos do cálice espiniforme. CLIMA: É de clima temperado, porém adapta-se bem às regiões subtropicais. Tolera o sombreamento. SOLO: Prefere solos úmidos e argilosos, com boa fertilidade. AGROLOGIA

SABUGUEIRO
NOME CIENTÍFICO: Sambucus nigra L. FAMÍLIA BOTÂNICA: Caprifoliaceae. SINONÍMIA: Sabugo-negro, sabugueirinho, sabugueiro-da europa, sabugueiro-negro. HABITAT: Espécie autóctone, de origem eurásica. Cresce subespontaneamente em áreas ruderais. FITOLOGIA: Arbusto ou arvoreta perene que cresce de 3 a 4m, de caule esverdeado no primeiro ano e posteriormente fibroso e endurecido. É ramificada, verrucoso-pardacenta, dotada de medula branca e com lenticelas na casca. As folhas são opostas, imparipenadas, compostas de 5 a 7 folíolos ovado-acuminados e denteados, glabras. Inflorescência cimeira-corimbiforme de flores esbranquiçadas, hermafroditas, actinomorfas, terminais e perfumadas. Fruto tipo baga, globulosa, preta, luzidia, contendo 3 sementes pequenas. O suco do fruto é vermelho-sangue.

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SOLO: Prefere solos ricos em matéria orgânica e bem drenados. AGROLOGIA • Espaçamento : 2,0 x 2,0m. • Propagação: rebentos das raízes da planta matriz e estacas. Em ambos os casos, enraizar em substrato organo-mineral e aclimatar em viveiro com sombrite 50 a 70%, com irrigação diária. As mudas são muito suculentas, murchando facilmente se forem deixadas ao sol. • Plantio: outono, verão e primavera. • Adubação: 3 a 4kg/cova de plantio de cama de aviário, misturada com 100g de fosfato natural. Repetir anualmente. • Florescimento: o ano todo. As flores abortam antes da formação de frutos, no Litoral de Santa Catarina. • Colheita: inicia-se 8 meses após o plantio, podendo, a partir daí, ser feita durante todos os meses do ano. • Padrões comerciais: folhas e flores comercializadas separadamente e isentas de impurezas. PARTES UTILIZADAS: Flores, folhas, cascas e raízes. FITOQUÍMICA: Colina, rutina, quercitina, sambunigrina, taninos, mucilagem e vitamina C (9). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: É sudorífica, béquica, depurativa, expectorante, diurética, emoliente, laxativa, antiespasmódica (283), antigripal, anti-hidrópica (271), febrífuga, anti-reumática e cicatrizante (128). As flores são eméticas e catárticas, porém quando secas perdem a propriedade laxante. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento do resfriado e angina (271). A casca, a raiz e as folhas são indicadas para o tratamento de retenção de urina, inflamações superficiais da pele. As folhas são úteis contra a hemorróida. As flores são indicadas para enfermidades eruptivas (sarampo, catapora, escarlatina, rubéola). O fruto purifica o sangue e limpa os rins (32). Indicada ainda para abcessos, arteriosclerose, cistite, bronquite, epistaxe, gota, frieira, obstipação, oftalmias, terçolho e tabagismo. As folhas são indicadas no tratamento de furúnculo, erisipela, queimadura (93). FORMAS DE USO • Uso interno: 8g de flores em 1 litro de água; 10 a 15g de folhas, cascas ou raízes em 1 litro de água. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia. • Uso externo: 30g de flores em 1 litro de água; 50g de folhas, cascas ou raízes (32). OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas apresentam ação inseticida (93). • Os galhos fornecem matéria corante, amarela, escura ou verdemaçã (380). • As flores são utilizadas em camadas alternadas para a conservação da maçã e para conferir aroma de moscatel em vinho branco. • A medula do caule é empregada em microscopia para o preparo de cortes de precisão em experimentos de física eletrostática. • Os frutos são comestíveis, podendo ser utilizados no preparo de bebidas vinosas, doces e sopas. • Das sementes se extrai um óleo de uso industrial (283). • A planta é ornamental. HABITAT: Espécie autóctone, originária do sul do Brasil. Ocorre espontaneamente em orlas ou clareiras de matas, em capoeiras ou vegetação secundária. FITOLOGIA: Planta arbustiva ou arvoreta, perene, ramificada, com cerca de 4 a 6m de altura, em média, mas que pode atingir até 10m de altura e diâmetro na base do caule de 10 a 25cm (331). Folhas compostas, alternas, pinatífidas, glabras, apresentando 7 a 13 folíolos ovado-acuminados e denteados. As flores são alvas, aromáticas, dispostas em umbelas paniculadas. O gineceu é composto por 5 lóculos. O fruto é uma baga de coloração roxa, quando matura. CLIMA: É de clima subtropical à temperado ameno. É heliófita e higrófita. SOLO: Prefere solos profundos, bem drenados, férteis e ricos em matéria orgânica. AGROLOGIA • Espaçamento: 3 x 3m. • Propagação: sementes e estacas de ramos. Semear em saquinhos plásticos perfurados, com capacidade de 300 a 400ml, contendo substrato organo-mineral. As estacas podem ser enraizadas em areia ou vermiculita, mantidas sempre úmidas. • Plantio: outono, primavera e verão. As mudas são transplantadas do viveiro para o campo após 60 dias de aclimatação. • Florescimento: novembro a dezembro. • Colheita: cerca de 6 meses a partir do plantio, por ocasião da floração. As cascas são colhidas após a florada. PARTES UTILIZADAS: Folhas, flores, frutos e raízes. FITOQUÍMICA: Colina, rutina, quercitina, sambunigrina, taninos, mucilagem, vitamina C, lupeol, cicloartenol, estigmasterol, isoquercitinas e sambicianina (257). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são febrífugas, sudoríficas, anti-reumáticas, antiasmáticas, béquicas, antiobésicas, depurativas (344), maturativa, purgativas, drásticas, eméticas e emenagogas. As flores são sudoríficas, excitantes, diaforéticas, anti-reumáticas (93), febrífugas e anti-hipertensiva. Os frutos são peitorais. A casca da raiz é drástica. A planta apresenta ainda propriedades cicatrizantes, emolientes, diuréticas, béquicas e antiespasmódicas (257). INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de hidropisia, sarampo, ascites (casca), resfriados (257), catarros, males do estômago, coração, pulmão, rins e fígado, dores de dente e de ouvido (344) OUTRAS PROPRIEDADES • Melífera e ornamental. • As folhas são insetífugas (93).

SAIÃO
NOME CIENTÍFICO: Kalanchoe gastonis-bonieri Ha. et Pe. FAMÍLIA BOTÂNICA: Crassulaceae. SINONÍMIA: Jarancim, fortunão, folha-de-costa, erva-da-costa, planta-da-vida, folha-grossa, orelha-de-monge. HABITAT: Espécie alóctone, originária de Madagascar. Prefere as regiões litorâneas, locais úmidos, sombreados, crescendo melhor sobre detritos orgânicos em decomposição. FITOLOGIA: Planta suculenta perene que cresce 40 a 60cm em altura. As folhas são grandes, lanceoladas, opostas, frágeis, com

SABUGUEIRO
NOME CIENTÍFICO: Sambucus australis Chamisso e Schechltendal. FAMÍLIA BOTÂNICA: Caprifoliaceae SINONÍMIA: Acapora, sabugueiro-do-rio-grande, sabugo-negro, sabugueirinho.

Não vegeta bem em solos muito úmidos e ácidos. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. colina. impotência e abcessos (1. • Adubação: 1. • Florescimento: a partir de maio. Tanto o rebento como as estacas obtidas de mergulhia ou da cepa. sábia. cistite (68). salvamenor. dependendo da espécie. • Plantio: primavera. de cor marfim. salsa-americana.5m de altura. alternas. estimulante digestivo e do metabolismo em geral e desintoxicante (1). Smilax spinosa. essência. HABITAT: Espécie autóctone. SOLO: Prefere solos bem drenados e aerados. japecanga. zarza.3 a 0. japicanga. CLIMA: A planta é heliófita. amido. sarsaparrilha. ereto. ramificado. Ocasionalmente são encontrados flavonóides (130). As raízes são colhidas sem que ocorra danos ao rizoma. inhapicanga. Em geral. muito duras. em solos calcários. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Vulnerária. com flores amarelas e tubo róseo-avermelhado. estaquia ou rebento. encontrada com certa frequência no Litoral Catarinense.6m de altura. Espécies de sombra definham quando crescem sob luz solar direta. tropical. perene.5m. Os ramos se renovam todo . salva. anti-reumática (32). Semear em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organomineral. que atingem alguns metros. FITOLOGIA: Subarbusto lenhoso na base. formando tubérculos. Dos lóbulos marginais do limbo formamse brotações de novas plantas. SÁLVIA NOME CIENTÍFICO: Salvia officinalis L. salva-dos-jardins.) FAMÍLIA BOTÂNICA: Smilacaceae. Os segmentos de crenas podem ser enraizados diretamente em canteiros ou em saquinhos plásticos perfurados.120 cerca de 30 a 40cm de comprimento por 10cm de largura. acuminadas. sudorífica. salva-da-catalunha. com um diâmetro de 3 a 5mm. salva-das-farmácias. As raízes atingem cerca de 2m de comprimento. antileprosa. sais minerais. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. salveta. Não há formação de sementes. esbranquiçado. depurativa do sangue. FITOQUÍMICA: Glicídeos. chá-da-grécia. engorgitamento linfático e inchações erisipelosas das pernas. de 0.. FORMAS DE USO: 15 a 20g/dia. diurética (283). • Propagação: sementes. em decocção (444). FITOLOGIA: Planta trepadeira ou prostrada. salva-dasboticas. exantemas. • Propagação: brotações das crenas das folhas da planta matriz. salsa-cerca-onça. resina acre. quadrangular. glabras. polimórficas. As raízes são brancas internamente e avermelhadas externamente. desde as margens do Mediterrâneo até 800m de altitude (182). salva-ordinária. saponosídeos. Também encontrada em matas secundárias. • Colheita: ocorre após 2 a 3 anos de cultivo. HABITAT: Espécie alóctone que cresce espontaneamente no sul da Europa. faz-se necessário um tutoramento vertical ou horizontal. localizadas nas axilas das folhas ou brácteas. linfadenopatia. nhupicanga. crenadas e espiraladas. As folhas mais velhas são recurvadas. tolera bem períodos de estiagem. No Brasil é cultivada em hortas e jardins. OUTRAS PROPRIEDADES: As raízes desidratadas apresentam um aroma agradável pouco pronunciado e sabor amargo e amargo. SOLO: A planta prefere solos úmidos. grande-salva. O sabor das raízes é amargo. antisifilítica (215). Apresenta caule ramoso e tomentosopubescente. colina e acetilcolina (379). frieiras e queimaduras. INDICAÇÕES: Utilizada para doenças de pele (257). localizados nas articulações. Cresce espontaneamente em áreas umbrosas. SINONÍMIA: Chá-da-europa. flatulência. TOXICOLOGIA: É irritante para as mucosas (283). PARTES UTILIZADAS: Raízes compridas e flexíveis que crescem do rizoma. salsa-de-espinho. chá-da-frança. salsa-japecanga. cordiformes na base. adicionado de 100g de fosfato natural. em solos úmidos ou próximo de cursos de água. mucilaginoso e acre. • Plantio: primavera e verão. as salsaparrilhas contém três saponinas: salsaponina.0kg/planta de composto orgânico. frescos. tornando-se clorótica e com crescimento retardado. O suco da planta é eficaz para calos. de caule cilíndrico e com poucos espinhos A planta atinge cerca de 1. As flores são dióicas. • Colheita: inicia a partir de 4 a 5 meses de cultivo.. esteróides. bem ensolarados e declivosos. desde que haja boa cobertura de copa de árvores. O rizoma ramifica-se copiosamente e forma hastes subterrâneas prolongadas. SALSAPARRILHA NOME CIENTÍFICO: Smilax spp. soltos. salva-mansa. • Rendimento: até 8kg de raízes por planta (182). INDICAÇÕES: As folhas secas e tostadas são úteis para cefaléias. Poderão ser utilizados tutores vivos. SINONÍMIA: Esporão-de-galo. devem ser aclimatados em viveiros com sombrite 70 % de sombra e enraizados em substrato organo-mineral. sarza. jupicanga. sitosterol. úlceras (215). perdurando até agosto. salsa-do-campo. emoliente. francos e ricos em matéria orgânica. Temperaturas altas com umidade do ar elevada. flexíveis.8 x 0. PARTES UTILIZADAS: Folhas. mergulhia. estigmasterol (182). Recentemente tem sido descrita a existência de derivados do ácido glutâmico. verde-azuladas amarelo-esbranquiçadas. Semente um pouco achatada. ácido úrico. aromático. CLIMA: A planta é tipicamente tropical. Inflorescências terminais ramificadas. além disso féculas e uma essência (154). Fruto tipo baga contendo três sementes. antiartrítica (68). nativa da Mata Atlântica. favorecem ao crescimento da planta. japecanga-verdadeira. Caule cilíndrico glabro. Recorta-se as folhas entre as crenas. Smilax japecanga Griseb. perilina e esmilasaponina. raiz-da-china. diarréia. resolutiva. febrífuga. formando uma moita lenhosa na base. nefrite. etc. (Smilax campestris Griseb. com nervuras longitudinais ligadas entre si por uma rede secundária de nervuras reticuladas. tanino. 444). tais como árvores de raízes axiais e tronco fino e não muito liso. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante. furúnculos. refrigerante e tônica pulmonar. eczema. gota. enfermidades venéreas (32). multianual. bi-seriadas. • Tutoramento: para melhor condução da planta. ornado de espinhos recurvados e geminados. A planta pode ser umbrófita a heliófita. AGROLOGIA • Espaçamento: 2 x 2m. ervasanta. As folhas são coriáceas. porém não suporta baixas temperaturas. dispostas em umbelas. inhapecanga. cicatrizante.

vulnerária. eupéptica. A alporquia é feita em ramos novos com cerca de 1 a 2cm de diâmetro. diabetes. estriado. para não danificar as raízes e procede-se um raleio de folhas do ramos. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. sangramento das gengivas e aftas) • Gargarejos e bochechos: utilizar infusão ou tintura. • Doenças: a mais comum que ocorre é a fusariose (Fusarium sp). • Dentifrício: friccionar os dentes com as folhas frescas. antisséptica (257). cânfora. • Plantio: outono (propagação por sementes) e primavera (propagação vegetativa). • Xarope expectorante: 7g de pó da planta em 100g de mel. • Colheita: é iniciada a partir do quinto mês após o plantio. vômitos. curtamente pediceladas. apud 287). • Florescimento: verão até o outono.121 ano. • As flores são melíferas. Tomar 1 xícara das de chá seis vezes ao dia. cicatrizante (folhas e flores). PARTES UTILIZADAS: Ramos e folhas novas e sumidades recém floridas. esteróis. antiespasmódica. deve ser raspada ou anelada numa extensão de 1 a 2cm. esparsas. emenagoga. leucorréia. catarro crônico (435). engurgitamento (93). removendo-se a casca. cardiotônica. Readubar cada colheita feita. • Decocção: 50g de folhas e flores em 1 litro de água. OUTRAS PROPRIEDADES • As cinzas ajudam a clarear os dentes. deixando o lenho exposto numa faixa de 0. diurética. enfisema. béquica. responsável pela murcha e secamento progressivo da planta. mergulhia. INDICAÇÕES: Usada também para o tratamento de astenia nervosa (283). crises nervosas e neuróticas. saponina. ácido ursólico. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 10g de folhas e flores em 1 litro de água. Isolar a alporquia com um filme plástico e amarrar as extremidades com barbante. α e β-pineno (287). taninos (257). adicionado de 100 a 200g de fosfato natural. α-humuleno. • Rendimento: 200g de folhas por touceira (182). opostas. edema. Possui odor e sabor quentes. em períodos secos. ovais. asma. estomatites) (257). acuminadas. Tomar 4 a 5 colherinhas ao dia (145). em local escuro. TOXICOLOGIA: É atóxica nas doses usuais. traqueobronquite. É heliófita.7 x 0. escrófulas (32). gripe. verde-esbranquiçadas. ácido rosmarínico (145). retirando-se 1/3. Nesta situação. • Substrato: para se evitar prováveis infecções de fungos vasculares e bacterioses. diaforética. Tomar 1 cálice pequeno após cada refeição (283). que germinam em cerca de 15 dias. convém injetar água na bolsa de alporquia utilizando uma injeção com agulha. A mergulhia consiste em enterrar um dos ramos flexíveis e basais da planta matriz para que ao longo de 30 a 40 dias possa enraizar. A partir do 2o ano é possível fazer 2 cortes/ano. balsâmica. • Utilizada ainda como insetífuga doméstica. Cálice pubescente. dores reumáticas. . FITOQUÍMICA: Óleo essencial . antes do ramo ser colocado em saquinhos plásticos perfurados contendo substrato organo-mineral. estimulante do sistema nervoso (93). aromáticas. bactericida.0. O óleo essencial da planta apresenta atividade contra Bacillus subtilus. bem drenado e rico em matéria orgânica. É sensível a ventos frios. perfilhos e estacas da planta matriz. excitante. impotência. bacteriostática. tônica (145). A planta contém 1. cefalalgias. doenças de pele (externamente). ⇒ 2 xícaras das de cafezinho de folhas secas por litro de água. além de dificultar o enraizamento e desenvolvimento da planta. inflamações da garganta (257). nervina. atenuadora da transpiração (283). aromatizante bucal (32). tabagismo e picadas de insetos (1). depressão. cordiformes. canforáceos e aromáticos. Tomar 4 a 5 xícaras ao dia (145). resfriado. que contém 1. Flores azulvioláceas. adstringente.200 sementes. (294). • Desenvolvimento: as folhas adquirem coloração verde-intenso nos períodos chuvosos e acizentada. tomar 1 xícara das de chá antes e após o almoço. aftas. convalescença. porém as gestantes devem evitá-la. febre reumática. digestiva. Tomar 1 colher das de chá 10 a 15 minutos antes das refeições (mau hálito. úlcera (145).3 a 2. expectorante. antioxidante (Beckstrom-Sterberg. resolutiva e colerética (1) . ATIVIDADE BIOLÓGICA: É ativa contra bactéria Gram-positivas e negativas (287). estomatite. Se houver um período de estiagem prolongado.8cineol. borneol. Indicada em loções para feridas e em banhos para escrófulas (32). durante 5 dias.3m. Faz-se um corte anelar em volta do ramo. Colhe-se um pouco antes da antese das flores. gengivites. frigidez. A planta é muito sensível a nematóides. medindo 4 a 5cm de comprimento por 2cm de largura. CLIMA: Prefere temperaturas amenas. • Tintura: amassar um punhado de folhas de sálvia e deixar em maceração em 2 xícaras das de café de álcool de cereais e 1 xícara de água. Um grama de sementes contém 300 a 1. permeáveis. antidiarréica. Retira-se o substrato sob água corrente. astenia. um pouco amargos. carminativa. Folhas oblongas. • Adubação: 2 a 3kg/planta de húmus de minhoca ou composto orgânico. flavonóides. cariofileno. mau hálito. hipoglicemiante. pecioladas (as inferiores). A parte do ramo que ficará sob o solo. Doses elevadas podem aumentar a pressão arterial (294). • Propagação: sementes. Escherischia coli e Serratia marcescens (407). faringite. patês de queijo e molhos e para aromatizar vinagres. Solos ácidos favorecem à ocorrência de Fusarium sp. Em caso de vômitos. alvejante dental. Micrococcus luteus. levemente alcalinos. desinfetantes e higienizadores bucais (287).45% (286). algo pubescentes. aftas. antiinflamatória. α-tujona e outros terpenos. sudorese excessiva dos pés (294). levemente crenadas e reticuladas. côncavas e caducas. sésseis (as superiores). As regiões mais propícias para a produção são encontradas no sul do Brasil. campanulado. 4 vezes ao dia (mau hálito. areno-argilosos. SOLO: O solo indicado é o fértil. A planta não se adapta à regiões quentes e muito pluviosas. divisão de touceiras. Sobre o anelamento e uns 4 a 5cm acima dele. amigdalite. picantes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante.5% de óleo essencial e 8 a 12% de cinzas (96). • Muito utilizada como tempero de carnes. dispostas em verticilos com 4 a 8 flores munidas de brácteas opostas. pães. anti-reumática.5cm. • Vinho: macerar durante 8 dias 80g de folhas em 1 litro de vinho de Samos. recobrir o ramo com esfagno ou musgo encharcado com água. alporquia. • O óleo essencial pode ser usado como ingrediente de cosméticos.. deve-se suspender a irrigação e eliminar as plantas afetadas. A sálvia pode viver de 8 a 10 anos (182). peixes. bilabiado (3 dentes no lábio superior e 2 dentes no inferior). O ramo é então cortado abaixo da bolsa de alporquia. O enraizamento deve ocorre em 40 dias. A semeadura é feita em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. o substrato para a produção de mudas deve ser bem aerado e solarizado. entorse. Filtrar. fungicida. O uso de fitohormônios pode acelerar o enraizamento de estacas da planta.

na dose de 1. geranial (4. arenosos. alecrim-selvagem. antiasmática (257). relaxante nervosa. relaxante do sistema nervoso.6%).0g/kg.92) e β-cariofileno (26. podendo-se proceder até 3 colheitas por ano. bracteadas e reunidas em capítulos.4%). hipnótica.1%). capitão-do-mato.1%). lipiona. A raiz é axial a atinge 30 cm de comprimento. na dose de 32g/kg. germacreno D (2%).] N. FORMAS DE USO: Infusão: 1 colher das de sopa de folhas frescas para cada ½ litro de água. salva-limão. Enraizar as estacas em substrato organo-mineral. com exocarpo. cidreira-falsa. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é melífera • Utilizada em culinária. citronelol (5. lima ou menta. eugenol (0.000ppm (408). trans-ocimeno (0. o teor de essência nas folhas secas é de 0. chá-deestrada. chá-de-pedestre. colite e dores reumáticas (303). FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. indigestão. olentes. taninos iridóides. alecrim-do-mato. flavonóides e alcalóides desconhecidos (175). 1.7%). carminativa. Os efeitos tóxicos causados pela administração do óleo essencial tais como diarréia. β-cariofileno (6%). que afeta a qualidade das folhas e a produção. TOXICOLOGIA: A infusão das folhas e flores não produziu a mortalidade de ratos.E. alcanfor. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário. alecrim-do-campo. solitárias ou raras vezes em pares. que proporcionam também um incremento de salivação e calor. Prefere regiões subtropicais. antidiarréica (130). erva-cidreirabrasileira. óxido de cariofileno (2. cidrila. in vitro (61). mais pelífera e glandulosa na face dorsal.24%. As flores são hermafroditas.800m (179). • Plantio: setembro a dezembro. próxima a rios e lagos. As flores aparecem na periferia das inflorescências. • Doenças: em épocas muito chuvosas ou com umidade relativa alta. recuperação pós-parto (179). opostas. erva-cidreira. chá-da-febre. mesmo em doses superiores a 67g/kg (179). cubenol (0. que cresce em áreas ruderais e sub-bosques do sul do Brasil. Tomar 4 a 6 xícaras das de chá ao dia (257).8-cineol. É frágil. só foram verificados em doses muito altas (255).1%). ricos em matéria orgânica. 2. retilíneo ou curvo. As folhas apresentam atividade contra fungos fitopatogênicos (Dreschlera oryzae. SINONÍMIA: Alecrim.1%).2%). sálvia. fortificante cerebral. salva. Os extratos etanólicos das folhas frescas por via intragástrica em ratos. ansiolítica (56). Inflorescências axilares.8%). cujo enraizamento ocorre em duas semanas. sabineno.2%. cidreira. cidreira-crespa. chá-dorio-grande-do-sul. cidreira-brava. limoneno (0. Apresenta ainda atividade citostática e redutora do tônus intestinal (120). O alto conteúdo de alcanfor no óleo essencial habilita a planta a qualidade de bom expectorante e mitigante de transtornos respiratórios (179). • Poda: devido ao crescimento muito vigoroso.20m. antigripal (120). A infusão aquosa das folhas não demonstrou atividade sedante ou hipnótica ou ainda potencializadora do sono em ratos. antidiarréica. estomáquica. metildecilcetona. Segundo 96. metilheptenona (5. erva-cidreira-do-campo. com ramos engalhados. FARMACOLOGIA: Hipnótica e ansiolítica (56).3%). emenagoga (299). optandose pela estaquia. bordos serrilhados. róseo-violáceas. cidró. neral (23%). catarro. O óleo essencial. ereta quando jovem e arqueado-penduladas quando adultas. indutora do sono (9). metiloctil-cetona. digestiva. fluxo vaginal. antiabortiva. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. acetato de citronelol.4%). allo-aromadendreno (2. formando moitas de 1. as plantas devem ser conduzidas através de podas de formação e limpeza. Não se recomenda para os hipotensos (257). são fortemente zigomorfas. peitoral.5 a 2m de altura. flatulência. As folhas são oblongoagudas. piperitona. I-octen-3-ol (0. cidreira-melissa. antisséptica e anti-hemorroidária. com 2 a 7cm de comprimento e com forte aroma de limão. peninervas. ocorre o fungo da ferrugem (Puccinia alba). A produção de sementes é irregular e escassa. cujo teor médio é de 1.2%). pedunculadas. antiemética. sudorífica. quando encostam no solo. contendo principalmente geraniol (29. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Béquica. Ex Britt. α e β-pineno. antidispéptica (179). cimol. Os ramos novos são pubescentes e os velhos glabros e radicantes. Streptococcus pyogenes e Salmonella typhi. cólica. butirato de geranilo (0. HABITAT: Espécie autóctone de regiões neotropicais.2%). salsa-brava. isobutilato de geranilo (0. cis-α-bisaboleno (2. estomatite. atenuando transtornos digestivos e cólicas. borneol (2. dores musculares.5 x 1.6%). SOLO: Vegeta preferencialmente em solos de aluvião. antiartrítica. A tintura das folhas apresenta atividade antimicrobiana contra Staphylococcus aureus (62). Brown. expectorante.5%). cilíndricos e sulcados. Streptococcus pneumoniae. A atividade adstringente e anti-séptica justificam seu uso efetivo no tratamento pós-parto (312). FITOLOGIA: Planta arbustiva ou subarbustiva perene.122 SÁLVIA-DO-RIO-GRANDE NOME CIENTÍFICO: Lippia alba [Mill. morfética. afecções hepáticas. CLIMA A planta não tolera regiões frias ou muito quentes. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial das folhas possui atividade contra Trichophyton mentagrophytes.62%). citronelal (0. chá-de-tabuleiro. FITOQUÍMICA: Saponinas (93). mirceno. utilizando extratos etanólicos a 50% por via intravenosa (58). cidrilha. Ocorre em altitudes de até 1. náusea. • Colheita: 5 a 6 meses após o plantio. SEGURELHA NOME CIENTÍFICO: Satureja hortensis L.4%). O macerado hidroalcoólico das folhas atua contra Staphylococcus aureus.1%).2%). sedante gastrointestinal. e Wils. analgésica. sálvia-da-gripe. salva-do-brasil. diaforética. axiais. p-cimeno. salva-brava. calmante. α-terpineol (Hegnauer. acizentados. sedativa (408). Neurospora crassa (58) e tem um efeito peitoral. linalol (1. nerol (1. • Reguladores de crescimento: pode-se aumentar o peso a área foliar com pulverizações com etrel. Constatou-se atividade citotóxica em cachorros. apud 179).2%). antidiabética. camará. náuseas e vômitos. reúne geraniol (34. cidreira-capim. O fruto é uma cápsula seca. • Propagação: ocorre tanto via sementes como por estacas dos ramos. cidrão. erva-cidreira-falsa. dihidrocarvona. falsa-melissa. O caule é muito ramificado. Fusarium moniliforme) e insetos de grãos armazenados (174). PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades floridas. afecções da pele e das mucosas. . desintoxicante. INDICAÇÕES: Indicada para o resfriado. Candida albicans. anti-hipertensora. ácidos fenólicos (8) e α-cubebeno (120). As propriedades analgésicas da planta devem-se aos óleos essenciais. antiespasmódica em cólicas hepáticas (151). citral. laringite. copaeno (0. FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae. chá-de-frade. apresentam atividade analgésica. do útero e dos nervos (32). enfermidades venéreas.

algumas rasteiras. FITOLOGIA: Planta arbustiva. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. com cerca de 6 a 8cm de comprimento.123 HABITAT: Espécie originária das regiões mediterrânicas e sudeste asiático. α-terpineno (3. SINONÍMIA: Jericó. FITOQUÍMICA: γ-terpineno (40. • O aroma da planta lembra o tomilho. assemelhando-se. depurativa e vermífuga (271). utilizando-se nebulizadores ou micro-aspersores. Não se adapta à regiões muito úmidas. SOLO: Prefere solos leves.32%) (430). perenes. PARTES UTILIZADAS: Folhas e sumidades. PROPRIEDADES hemostática. OUTRAS PROPRIEDADES • O óleo essencial é amarelo claro. É encontrada crescendo próxima de fontes de águas e áreas úmidas em geral. salame e lingüiça • É componente do licor francês Chartreuse. pcimeno (9.. β-cariofileno (2.81%). perene. As folhas são linear-lanceoladas. bronquite.500kg/ha de folhas dessecadas (182). lava-pratos. • Propagação: sementes. algumas delas. • Colheita: 80 a 90 dias após a semeadura. HABITAT: Espécie autóctone que habita os extratos mais baixos da Mata Atlântica. areno-argilosos.3% de óleo essencial (430). É heliófita. sendo necessário cerca de 1kg de sementes para o plantio de 1 hectare (182). contendo 7 a 9 sementes. aromática. FAMÍLIA BOTÂNICA: Selaginelaceae. SENE NOME CIENTÍFICO: Cassia angustifolia Vahl. sobretudo em pratos pesados (patês e queijos). AGROLOGIA • Ambiente: o cultivo destas espécies deve ser feito sob sombreamento. férteis e sem acidez. • Rendimento: 0. Digestiva (128). • Colheita: 5 a 6 meses após o plantio. FORMAS DE USO: 9 a 15g/dia. que cresce cerca de 30cm de altura. • Plantio: outono e primavera.20m.5m • Propagação: sementes e estacas. em rácimos curtos. bracteoladas. inteiras. ricos em matéria orgânica. ereta e glabra. elípticos.5m de altura. Fruto tipo folículo. contendo substrato organo-mineral. ou excesso de luminosidade. O enraizamento dos rebentos deve ser feito em viveiros cobertos com sombrite 70% e submetidos a irrigação intermitente por nebulização. PARTES UTILIZADAS: Folíolos. aerados. hemorragias gastrintestinais. ricos. As folha contém 1% de óleo essencial (163). hematuria. As estacas são enraizadas em areia ou vermiculita.2 x 0.4 x 0. É um dos componentes da água de colônia (163). SOLO: A planta desenvolve-se melhor em solos soltos. CLIMA: É de clima tropical. • Doença: eventualmente pode ocorrer a infecção de Rhizoctonia sp. com o lábio superior plano ou levemente côncavo e o inferior trilobado. dispostas em panículas terminais. • Adubação: 1kg/planta de húmus de minhoca adicionado de 200g de fosfato natural. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Laxante. SELAGINELA NOME CIENTÍFICO: Selaginela spp. A umidade deve ser mantida sempre alta. Aquênios ovóides e lisos. . Poderão ser cultivadas em canteiros ou em vasos de xaxins.2m. que causa deterioração das raízes. PARTES UTILIZADAS: Toda a planta. pubescente-pulvurulenta. herbáceas. As flores são pequenas. Um grama de sementes contém cerca de 1. • Florescimento: dezembro e março. coriáceos. corimbiformes. Folhas pinadas. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. porém é mais amarga e penetrante. • Plantio: abril. Apresentam rizoma reptante. glabros e vernicosos na face superior e amarelado pubescente na inferior. úmidos.500 sementes.500 a 2.15%). arenoargilosos. HABITAT: Espécie alóctone originária do Egito. amargo e utilizado na indústria de carnes enlatadas. AGROLOGIA • Espaçamento: 0.83kg/m2 e 0. Corola branca ou lilacina com o tubo do tamanho do cálice. Pode-se obter uma produção de 1. bilabiada. Flores amarelo-claro. • Colheita: os folíolos devem ser colhidos antes do florescimento. as mudas devem ser produzidas em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. com um glândula pequena entre cada par de folíolos. grossamente pontuado-glandulosas na duas páginas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cesalpinaceae. pé-de-papagaio. • Propagação: esporos e rebentos do rizoma. SINONÍMIA: Fedegoso-do-rio-de-janeiro.7 x 0. O cultivo em estufas aquecidas favorece o pegamento e crescimento das plantas.27%). CLIMA: Planta de clima tropical úmido. obtuso-acuminados. em decocção. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: estimulante e antiespasmódica (93). rijas ou tenras. com 1. compostas de dois pares de folíolos ovado-oblíquos. Readubar anualmente. ramosa desde a base. Para a obtenção de plantas uniformes e mais saudáveis. umedecidas. carvacrol (33. Cálice regular ou sublabiado. emitindo estolhos longos. É planta umbrófila. porosos. bem drenados e profundos. outras eretas. mamangá. contendo substrato organo-mineral. em bosques. lineares ou pinatisectas. • Plantio: setembro. reniformes. picles e em perfumaria. porosos e levemente ácidos. a musgos ou a samambaias. Plantas infectadas devem ser erradicadas. ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente e INDICAÇÕES: Indicada para doenças pulmonares. tosse. em verticilos paucifloros axilares. • Espaçamento : 0. Não tolera regiões frias e secas. interiores de abrigos. onde predomina a sombra e a umidade. asma.2 a 1. hemoptises. prolapso retal e leucorréia. SOLO: Prefere solos ricos em matéria orgânica ou com serrapilheira. viveiros telados ou casas. FITOLOGIA: Espécies muito primitivas. • A planta é utilizada como aromática e condimentar. Folhas verde-escuras.90%). Semear em bandejas de isopor de células grandes. que crescem até 30cm de altura.

com cerca de 1cm de diâmetro. aerados e permeáveis. planta-ursa. • Florescimento: novembro a fevereiro. nem invernos rigorosos. astenia. vergonha. resina e saponosídeo (93). AGROLOGIA • Espaçamento : 0. resolutivas (242).8 x 0. palhas não resinosas e casca de arroz. miúdas e obtusas. embora com menor eficiência. distúrbios gástricos. Poderão ser também utilizados. • Propagação: estacas radicantes dos ramos. prisão de ventre (32). ocorrendo a emergência em 2 a 4 semanas (209). medindo 30 a 40cm de altura. amarelo-esverdeadas. de 10 a 30cm de altura. As folhas são utilizadas externamente como antitumorais e antileucorréicas. parasiticida. diurética. juquiri-rasteiro. polimorfa. contendo sementes lenticulares. antisséptica. • Adubação: 3kg/m2 de húmus de minhoca. depurativas. digestiva.500m de altitude. malícia-roxa. silico-argilosos. fadiga. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiespasmódica. eméticas e antidiftéricas.124 INDICAÇÕES: Elimina manchas brancas do corpo (271). TOXICOLOGIA: A casca. para evitar o crescimento de inços. jardins. queda de cabelo. inebriação. INDICAÇÕES: Externamente é utilizada em banhos para curar tumores e na forma de cataplasma para escrófulas (93). de coloração vermelho-castanho. nãome-toques. • Raleio: quando a planta estiver muito densamente formada pelos ramos radicantes. tomilho. moléstias do útero (271). erva-viva. diarréia. antiblenorrágicas. longo-pecioladas. o plástico recebe um corte em forma de cruz. setembro. mas que se tornou cosmopolita em todo o mundo. SOLO: É encontrada em diferentes condições de solo. malícia. SINONÍMIA: Arranhadeira. FITOLOGIA: Planta herbácea sarmentosa. HABITAT: Espécie alóctone da Europa. tanino. Os frutos apresentam-se aglomerados. • Produção de sementes: uma planta pode produzir até 700 sementes (242).25m. Semear em bandejas de isopor. perene. iuquiri. estimulante. angina e para desinchar as pernas (215). Utilizadas internamente. bronquite. CLIMA: A planta. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: A casca é vermífuga e as raízes são irritantes. afecções reumáticas articulares. SINONÍMIA: Erva-ursa. • Plantio: setembro. As flores formam capítulos terminais róseos. coqueluche. ramosa. em solos áridos. Não tolera altas temperaturas. meteorismo. • Propagação: sementes. FITOQUÍMICA: Óleo essencial contendo timol e carvacrol (283). Indicada para afecções hepáticas. Apresenta a peculiaridade de fechar os folíolos imediatamente após o toque ou na ausência de luz. • É cultivada como ornamental em alguns países europeus. feridas supuradas.25 x 0. inteiras. enquanto que o extrato alcoólico das raízes tem efeito oposto (93). emolientes. Apresenta hastes caulinares finas. é munido de acúleos recurvados nas axilas e espinhos isolados nos entrenós. asma. é de clima subtropical úmido. granulações da faringe (242). foscas. Não tolera solos ácidos. malíciadas-mulheres. compostas de folíolos lineares. O índice de germinação varia de 60 a 80%. juquer. É esciófita. malícia-de-mulher. dores reumáticas. anti-reumáticas. cicatrizante.5m. é tóxica. causando hematuria em animais que as comem. artrite. ascendente nas extremidades superiores. manter a umidade do solo e evitar sujeiras nas folhas e ramos. serpão. Inflorescência axilar e apical. vermífuga. HABITAT: Planta autóctone da América Tropical. As folhas são aromáticas. juquiri. lilases e densos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. que podem ser plantadas diretamente em canteiros cobertos com sombrite 70%. semelhantes ao feijão. vergonhosa. epistaxe. SOLO: A planta prefere solos úmidos. • A planta pode ser utilizada como adubo verde. úlceras cancerosas. de glomérulos globosos. Nos pontos onde serão colocadas as mudas. . serve para o tratamento de inflamações da boca e garganta. que enriquecem o solo com nitrogênio. purgativas. timosilvestre. são amargo-tônicas. obstipação e tosse (1). AGROLOGIA • Espaçamento: 0. As folhas são reputadas como tóxicas. contendo substrato organo-mineral. antes do plantio. eriçados de espinhos. INDICAÇÕES: É indicada par o tratamento dos distúrbios do sistema nervoso simpático. Em gargarejos. com cerca de 5cm de comprimento. Frutos tipo vagem. OUTRAS PROPRIEDADES • As raízes apresentam cheiro desagradável. Tanto as folhas quanto as flores são altamente aromáticas. PARTES UTILIZADAS: Sumidades floridas e folhas. • Colheita: inicia 3 a 4 meses após o plantio. FORMAS DE USO: Infusão e cataplasmas. vulnerária (283). • Mulching: o canteiro pode ser revestido com um plástico preto. alternas. serpol. planas. deve ser raleada e os ramos extirpados podem ser utilizados para a produção de novas mudas. O caule. em alta dose. FAMÍLIA BOTÂNICA: Mimosaceae. ricos em matéria orgânica. aglomerados radialmente (craspédio). • Plantio: março a abril. Folhas pequenas. cor de granada. • As raízes são simbiontes com bactérias nitrificadoras. porém é exigente em umidade. morre-joão. expectorante. mais ou menos densos e arredondados. que cresce em bosques. FITOLOGIA: Planta subarbustiva. pubescente. A raiz é delgada e lenhosa. convalescença. constipação de crianças de colo (283). dorme-dorme. prostradas. de comportamento esciófita. dormideira. reumáticas e articulares. hemostática e tônica (1). campos e áreas ruderais. carminativa. CLIMA: Desenvolve-se bem em regiões tropicais e subtropicais. SENSITIVA NOME CIENTÍFICO: Mimosa pudica L. caá-eó. É encontrada até 2. O extrato alcoólico das folhas tem a propriedade de SERPILHO NOME CIENTÍFICO: Thymus serpyllum L. Vegeta sobremaneira nas margens de cursos de água e em terrenos alagadiços. sarna (32). com as hastes cobertas de espinhos. odontálgicas e desobstruente do fígado (215). serpil. vivaz. antibiótica (93). prostrada. Ocorre como planta invasora em hortas. colagogas (93). purgativas.

Inflorescência em forma de corimbo. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta pode ser utilizada em ornamentação de terrários ou envasadas. Utilizar uma mistura de pó de xaxim (30%). balsamona. A face dorsal é mais hirsuta e clara que a superior. pecioladas. diaforética. SUMARÉ-DA-PRAIA NOME CIENTÍFICO: Epidendrum mosenii Rchb.3 x 0. levemente enriquecidos de matéria orgânica. gramados. Semear em bandejas de isopor de células grandes com substrato organo-mineral. antiobésica (215). com flores de coloração avermelhada ou violácea. • Propagação: sementes. Apresenta crescimento ereto e ramificado. Pétalas e sépalas levemente onduladas. CLIMA: Desenvolve-se melhor em regiões tropicais e subtropicais. FITOQUÍMICA: Glicosídeos. • Tratos culturais: a planta é bastante rústica. capoeiras. agrupados densamente e em grande número formando grandes touceiras de belo efeito decorativo. hortas. administrado intraperitonial ou oralmente. HABITAT: Espécie autóctone que vegeta sobre pedras. SINONÍMIA: Orquídia-da-praia. SOLO: Prefere solos úmidos. porosos e bem drenados. SINONÍMIA: Guanxuma-vermelha.3m. grande. principalmente na área vegetada de dunas baixas. a beira de estradas e em áreas agrícolas abandonadas. FITOQUÍMICA: Flavonóides e terpenóides (143). SETE-SANGRIAS NOME CIENTÍFICO: Cuphea cartaginensis Jacq. Labelo amarelo emoldurado de vermelho. de ápice e base agudos.8m. fortemente recurvadas.3m • Propagação: sementes e divisão de rizoma. FORMAS DE USO • Infusão: 10g da planta por litro de água (283). Ocorre 100 a 110 dias após o plantio. lanceoladas. Analgésica. palpitações cardíacas. • Decocção: 50g em 1 litro de água. quintais. A DL50 é de 100m/kg (143). sedativa e tônica (128). • Florescimento: verão. hipocolesterolêmica (68). ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivo (123).2m de altura. brejosos e arenosos. com escapos florais revestidos de brácteas muito desenvolvidas. . furúnculos. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. FITOLOGIA: Pseudo-bulbos de 50 a 100cm. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antiinflamatória e cicatrizante. FAMÍLIA BOTÂNICA: Lythraceae. afecções da pele (32). erva-desangue. semeadas em bandeja de isopor contendo substrato organo-mineral. anti-hipertensiva. pastagens. • Colheita: inicia a partir do segundo ano. doenças venéreas. A planta é halófita. SOLO: Cresce melhor em solos arenosos. SUMARÉ-DO-MATO NOME CIENTÍFICO: Cyrtopodium puntactum Lindl. antiobésica (271). FITOQUÍMICA: Glicosídeos. Do ápice da cada haste partem 6 a 8 folhas alternas. elíptico-acuminadas. • Pode ser utilizada como estabilizadora de areias de restinga. árvores vivas ou mortas na vegetação de restinga e na Mata Atlântica. Fruto tipo cápsula contendo 6 a 8 sementes. Inflorescências axilares em pequenos cachos. com 1. Em solos argilosos o crescimento é muito lento e a planta tende a amarelecer. húmus de minhoca (30%) e vermiculita (40%). cola-de-sapateiro. diurética. FAMÍLIA BOTÂNICA: Orchidaceae. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. rabo-de-tatu. FAMÍLIA BOTÂNICA: Orquidaceae.0 x 0. • Colheita: ano todo. causou inibição significativa e dose dependente das contorções abdominais induzidas pelo ácido acético em camundongos. dispensando maiores cuidados. espiques de palmeiras. HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente na restinga catarinense.125 ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial da planta apresenta forte atividade contra Staphylococcus aureus. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. com duas pétalas dorsais menores que as outras. cardiotônica (32). Tomar 4 a 5 xícaras ao dia (68). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Depurativa do sangue. ou em solos leves. PARTES UTILIZADAS: Colmos. Caule avermelhado revestido de pilosidade glandulosa purpúrea. Promove a limpeza dos intestinos e rins (215). HABITAT: Espécie autóctone que cresce espontaneamente em áreas ruderais. sumaré-da-pedra. FARMACOLOGIA: O extrato metanólico do colmo. Suas folhas são opostas. • Substrato: deve ser bem poroso. • Plantio: todo o ano. feridas. Aplicar na forma de loções sobre feridas supuradas e sarnas (32). áreas de aluvião. Lóbulos laterais bastante grandes e eretos. campos. O lóbulo médio é curto e largo. SINONÍMIA: Bisturi-do-mato. Os segmentos de rizomas podem ser plantados diretamente a campo ou em vasos. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. especialmente a primavera. A planta cresce 30 a 50cm. amarelas salpicadas de máculas vermelhas arredondadas. • Florescimento: verão até o outono. com as margens intensamente encrespadas e finamente creneladas. longamente acuminadas. febrífuga e anti-sifilítica. bisturi-vegetal. INDICAÇÕES: Indicada para arteriosclerose. É heliófita.3 x 0. PARTES UTILIZADAS: Toda planta. lanceta-milagrosa. úlceras. eczema. • Plantio: início da primavera. Macbr. Escherschia coli e Candida albicans (362). chiagari. FORMAS DE USO: Decocção: ferver 1 a 2 colheres das de chá da planta em 1 xícara das de chá. sumaré-do-pau. de 50cm de comprimento por 4cm de largura. anti-reumática.

lembra um grande charuto de coloração castanho-avermelhada. tabua. TABOA NOME CIENTÍFICO:Typha dominguensis Persoon. Uma única planta produz até 17. apicais. enegrecendo em reação com sais de ferro.3 x 0.0cm de diâmetro.0 e nível de água de 15 a 40cm. antilítica. canais de drenagem e áreas uliginosas em geral. SOLO: Adapta-se a diferentes tipos de solo. é azulada. É característica e exclusiva da Floresta Pluvial da Encosta Atlântica (343). mas tolera até solos secos. landim. • • • • • PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: O suco dos bulbos é cicatrizante (93). FITOQUÍMICA: Wedelolactona (323. cicatrizante. formado por um invólucro campanulado em torno de duas séries de filárias com pilosidade esbranquiçada.0 a 8. • Colheita: dois meses após a emergência. tangaracá. SINONÍMIA: Agrião-do-brejo. Substrato: deve ser bem poroso. tabu. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Imunoestimulante inespecífica. partasana. paineira-de-flecha. tabebuia. quebra-pedra.5 a 3m de altura. Prefere solos úmidos e pouco ácidos. doenças infecciosas (257). Fruto filamentoso. obovóide. alagados e semihalógenos. INDICAÇÕES: Utilizada no tratamento de abcessos. cravo-bravo. de rizoma rasteiro. Utilizar uma mistura de pó de xaxim (30%). Colheita: inicia a partir do segundo ano. FITOLOGIA: Planta herbácea paludosa. dispensando maiores cuidados. exposta ao ar. coacica. oco.000 flores (209). áspero. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. SINONÍMIA: Bucha. pau-de-lagoa. paneira-de-brejo. represas. • Florescimento: inicia na primavera. glabras.3m.4m. húmus de minhoca (30%) e vermiculita (40%). • Produção de sementes: a colheita de sementes ocorre de outubro a dezembro. margens inteiras ou ligeiramente denticulada. paina. suricuína.] Hassk. Tratos culturais: a planta é bastante rústica. de coloração avermelhado-castanho. • A planta é hospedeira alternativa de Meloidogyne incognita (242). No Brasil ocorre sobretudo nas regiões quentes. espadana.8 a 8. frutificando num período de cerca de 100 dias após a emergência. HABITAT: Espécie autóctone da América Latina. Folhas invaginantes na base da planta. SURUCUÍNA NOME CIENTÍFICO: Eclipta alba [L. oblongo-lanceoladas. medindo cerca de 40 a 50m de altura. ervabotão. sífilis e elefantíase (93). assemelha-se a um fino pó dourado. medindo 8 a 10cm de comprimento por 2cm de largura. castanho.000 sementes (242). Porém prefere solos com alto teor de matéria orgânica. Flores em capítulos subglobosos.1. Haste floral ereta. Os segmentos de rizomas e perfilhos podem ser plantados diretamente a campo ou em vasos. Flores dispostas em densos e condensados rácimos espiciformes cilíndricos. Estimula a síntese de interferon. medindo 10 a 20cm de comprimento e 2cm de diâmetro. tuberculose e hemoptises. OUTRAS PROPRIEDADES • A seiva é usada como cola em geral. 427).7 x 0. Esta propriedade da planta é utilizada para o tingimento de cabelos encanecidos. • Plantio: agosto. SOLO: Vegeta desde em solos arenosos.126 • Propagação: sementes e rebentos novos da cepa. totora. Espiga masculina mais fina e disposta separadamente e acima da feminina. com pH variando de 4. quando contata o solo úmido. depurativa do sangue. furúnculos e epiteliomas. Folhas opostas. de formato cilíndrico. béquica e antitumoral (271). O pólen. Os conhecimentos populares de outrora indicavam a planta para o combate à lepra. Flores em capítulos cônicos isolados ou pareados. ácido tânico. cilíndrico. eczemas e icterícia (242). base cuneadas e extremidade aguda. coriáceas. longo-lineares.ervanço. laxativa (242). sucurima. muito ramoso. na mesma haste floral. FITOLOGIA: Planta herbácea anual. de ereta a prostrada. Fruto aquênio. tifa. Uma inflorescência feminina pode reunir até 200. simples. CLIMA: É de clima tropical e subtropical quente. coatiá. Plantio: todo o ano. • Propagação: sementes. antiasmática e anti-hemorrágica (9). palustre e lacustre. pH 6. silvestre.7m de comprimento por 2 a 3cm de largura. É antiinflamatória. Não tolera baixas temperaturas. rugosotuberculado. surucuína e óleo essencial (93). tangará. pimentad'água. sésseis (as superiores) ou curtopecioladas (as inferiores). É heliófita e higrófita seletiva. • A tintura é utilizada em tatuagem (93). com cerca de 1. Semear diretamente em sulcos transversais de canteiros. grossas e esponjosas internamente. moléstias pulmonares. capim-de-esteira. com 0. lanceta. paineira-dobrejo. turfosos até argilosos. . • As fibras secas do bulbo são utilizadas à guisa de agulhas. FAMÍLIA BOTÂNICA:Thyphaceae. • As flores são ornamentais. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. Florescimento: primavera. pluméria. originária da Ásia. fosco. acuminadas. nicotina (9). antiofídica (427). tomando ½ xícara das de chá duas vezes ao dia (257). de caule lenhoso na base e herbáceo nas extremidades. FORMAS DE USO: Decocção: 10 a 20g da planta em 1 xícara das de chá de água. A inflorescência feminina. paneira-do-brejo. radicante nos nós. glabra. É tolerante a salinidade (199). que cresce espontaneamente em várzeas alagadas. taboinha. adstringente antiasmática (93). paina-de-flecha. que neutraliza "in vitro" o veneno da jararaca e atua como hepatoprotetora quando ocorre administração tóxica de medicamentos para o fígado (257). brancos. com 1 a 1. brejos. catarro.5 a 1. esponjosos e macios. erva-lanceta. HABITAT: Espécie alóctone. verde-avermelhado. INDICAÇÕES: Útil no tratamento da bronquite (93). perene. erva-de-botão. verde. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. cilíndrica. OUTRAS PROPRIEDADES • A seiva do caule. usado como fitoterápico. quando a planta está adulta. especialmente a primavera. antilítica. lisas. CLIMA: Vegeta em regiões tropicais e temperadas. O xarope é indicado para combater a coqueluche e tosses rebeldes (32). É cosmopolita por excelência. erva-de-esteira. pilogênica. tabuca. Semear em bandejas de isopor de células grandes com substrato organomineral.

tomba. • Os brotos novos são alimento de alguns peixes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. HABITAT: Espécie autóctone das matas ciliares e de restinga que cresce preferencialmente em grotas úmidas. de outubro a fevereiro. antinevrálgica. jardins. SINONÍMIA: Abobrinha-do-mato. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é altamente atrativa de vaquinhas (Diabrotica spp). denteados ou sublobados. dartros. feridas. mas seu principal efeito é como drástica. desobstruente do fígado e do baço. chegando atingir 2m de comprimento e 20cm de espessura. antiinflamatória. tanchagem. encerrando proteínas (teor semelhante aos grão de milho) e cerca de 45% de amido. • Colheita: inicia no segundo ano de cultivo. melão-de-são-caetano. azougue-dos-pobres. Produção: até 7. • Os filamentos (painas) são utilizados para o enchimento de almofadas e travesseiros. purga-de-caboclo. embora difícil de branquear. Ocorre prolificamente também em áreas ruderais sombreadas e úmidas dos trópicos.000kg/ha de rizomas (209). Consórcio: Pistia stratiotes ou Acorus calamus. • • • • • PARTES UTILIZADAS: Rizoma e pólen seco. As folhas são pecioladas. A planta se estabelece em locais úmidos e seus ramos crescem em direção à luz. 2-3 axilares nas folhas. • As fibras da planta dão origem a um papel muito resistente. desintoxicante. Os rizomas são plantados diretamente a campo. furúnculos. sendo conhecidos como aspargo dos cossacos. emética. dismenorréia. anti-hidrópica e purgativa. O amido. transagem. • Os rizomas cozidos são comestíveis. erisipelas. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta rústica. dores estomacais. atonia gastrointestinal . ana-pimenta. • Alguns criadores de gado cortam as raízes em rodelas. Tomar 4 a 6 xícaras ao dia. previamente processado. HABITAT: Planta alóctone européia. Colheita: inicia a partir do segundo ano de cultivo. agudos. quando sêca (93). mantidas umedecidas. úlceras. depurativa. sangramento nasal. fruta-de-gentio. • As folhas são utilizadas para a confecção de esteiras e artesanato trançado. A raiz é tuberosa. ovóide. para o preparo de bolos doces muito apreciados (93). cabeça-de-negro. As sementes podem ser postas a germinar em recipientes com água ou em substrato encharcado. Florescimento: a partir do segundo ano após o plantio. absorvendo metais pesados. anti-sifilítica. membranosas. dá origem a um polvilho comestível. linfagites crônicas. PARTES UTILIZADAS: Em geral são utilizadas as raízes tuberosas. • A planta pode ser matéria prima para a obtenção de gás metano. esponjosa e amarelada. pregas. • O rizoma é utilizado. secam e misturam-nas à ração de milho para a engorda (93). tayuyá. permitindo quatro cortes de folhas ao ano. 3 a 5 lobadas. grandes. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário adicionado de 100g de fosfato natural. normalmente subindo encostas e despenhadeiros. TAJUJÁ NOME CIENTÍFICO: Cayaponia tayuia M. manchas do rosto. caiapó. pomares. tansagem-maior. • Propagação: sementes e brotações da túbera. lobos ovais-oblongos. hemorragia uterina funcional (445). inclusive cobre. É invasora de áreas cultivadas. purga-degentio. Cresce subespontaneamente em todo Brasil. INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de aftas e inflamações dérmicas (uso externo). • Espaçamento: 3 x 2. A aplicação do decôcto na forma de compressas e abluções atua como emoliente e tônico (68). TOXICOLOGIA: A cucurbitacina. antidisentérica. FORMAS DE USO: Decocção: 10 partes de raiz para 1. contusões e luxações. INDICAÇÕES: Utilizada nas dermatoses. é tóxica. • Florescimento: dezembro a março. dispepsias. É antireumática. de agosto a fevereiro. As flores são brancoesverdeadas. taiuiá-de-frutaenvenenada. afecções das vias urinárias e debilidade geral (68). gramados e pastagens. diurética. FITOQUÍMICA: Amido e alcalóides (cucurbitacina).000m de altitude. • O pólen é inflamável e sucedâneo do licopódio em pirotecnia.5m. emenagoga (215). purga-de-pai-joão. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Muitas bulas relatam mais de 100 propriedades fitoterápicas da planta. palmadas. ciática (32). capitão-do-mato. • Grandes aglomerados de tabôa predispõem à proliferação de mosquitos (209). OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é depuradora de água poluídas (68). quando a raiz não está sêca. de caule sulcado e de raízes perenes e folhas anuais. dores abdominais durante o puerpério.127 • Propagação: sementes e segmentos de rizomas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cucurbitaceae. o principal alcalóide. ana-pinta. antidiarréica. implantar o cultivo em áreas acidentadas e declivosas. tansagem. transage. hemoptises. que medra em solos áridos. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. emoliente e tônica (68). raiz-de-bugre. eczemas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Plantaginaceae SINONÍMIA: Plantagem. antianêmica. mas também podem ser utilizadas as folhas e ramos. tranchás. FORMAS DE USO • Geral: 5 a 10g/dia (445).000 partes de água (32). TANCHAGEM-MAIOR NOME CIENTÍFICO: Plantago major L. As brotações da túbera são enraizadas em areia ou vermiculita. na Austrália. Plantio: primavera. • Os brotos novos podem ser ingeridos crus ou cozidos. • Decocção: ferver 1 a 2 colheres das de chá do rizoma para 1 xícara de água. calmante das dores (32). FITOLOGIA: Planta trepadeira alta. servindo como isca natural para o controle da praga. hematuria. sobretudo a tilápia. É encontrada até 2. . • Plantio: setembro. dilatação do estômago (93) e paralisia (215). tranchagem. O fruto é um pepônio. Com um hectare de tabôa pode-se produzir cerca de 605 milhões de BTU por ano. avermelhado e liso.

• Infusão das sementes: adicionar 1 colher das de sopa de sementes em 1 copo de água fervente. melitosídeo e geniposídeo. glicose. INDICAÇÕES: Usada no tratamento de inflamações bucofaringeanas. conjuntivite aguda. β-sitosterol. • Propagação: sementes. • Plantio: inverno ou primavera. descongestionante. existente na planta. ácidos galacturônicos. A viabilidade da semente no solo é de até 60 anos (242). Um produto comercial à base de Plantago (Metamucil) diminui significativamente os níveis de colesterol sérico comparado com um placebo (Anderson et al. enxaquecas. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia. angina. disúria. ereta. monoterpenos asperulosídeo. Os compostos polifenólicos existentes nas folhas de Plantago major. donde parte uma cabeleira de raízes fasciculadas. apud 179).. planteose. vulnerária. brancas e uniformes. ricos em matéria orgânica e com boa umidade. ácido sinárgico. sangramento de gengivas (242). Contém ainda tanino. verbascosídeo e siringina. obstipação. ⇒ 30g de folhas para 1 litro de água. plantamajosídeo. sinusite. PARTES UTILIZADAS: Folhas. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Adstringente. elípticas. Uma mescla de polifenóis de Plantago major causa inibição do efeito carcinogênico de nitrosodimetilamina (203). ácidos benzóico. anti-hemorrágica. amirina e catapol. • Cataplasma: colocar as folhas frescas amassadas sobre feridas (cicatrizante). em doses de 500mg/kg. fissura no bico dos seios. emoliente. sustentada por uma haste floral comprida. ácido hidroxicinâmico e polifenóis. oftálmica. • Pragas: a planta é muito atacada por formigas. 3-nervadas.4%. afecções hepáticas (150). purgativa. FORMAS DE USO • Geral: 15 a 20g/dia (folhas) ou 9 a 15g/dia (sementes) em decocção. Extratos aquosos apresentam ação antiinflamatória em cobaias (203). ovado-elípticas. expectorante. vitaminas A. tão longo quanto a lâmina. edema necrótico. oleanólico e cítrico.40 x 0. verão e outono. apud 179). As flores são muito pequenas (1 a 2mm de comprimento). anti-hemorroidária (93). SOLO: Prefere solos arenosos. antes do florescimento. parotidite. faringite. Escherichia coli e Staphylococcus aureus (337). marrom-avermelhadas. sedativa (209). diurética (145). as quais apresentam um período inicial de dormência. radiais à cepa. ou levemente onduladas. frutose e óleos voláteis e fixos (179). de deiscência transversal. em jejum. rhamnose. glabras. anual ou polianual. castanho-claro a escuro. gastrite crônica. ovóide.128 FITOLOGIA: Planta herbácea. distúrbios renais. plantajosídeo. com cerca de 2. Foram determinados os seguintes metabólitos: triterpenos β e γ-amirina.9 e 2. aucubina.000 sementes por planta. Produtos comerciais à base da planta mostram-se efetivos contra hemorróidas. • Produção de sementes: 14. β-lipoproteínas e triglicerídeos sangüíneos (250). com bordas lisas. Para afecções bucofaringeanas: fazer vários gargarejos durante o dia (145). A germinação espontânea ocorre na primavera. lignanos 3. na floração). estriado. estrogênica. Deixar 1 noite em maceração e tomar no dia seguinte. O uso tópico da folhas tem atividade sobre intoxicação por plantas venenosas (Duckett. varizes. medindo 15 a 35cm de altura. cerca de 1mm de comprimento. prostatite. laxante suave (sementes). ATIVIDADE BIOLÓGICA: O plantamajosídeo..5dihidroxicinamato de metila. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia (32). feridas e cortes (209) disenteria. dérmicas. ácidos cumárico. ferúlico e cafêico. e também as folhas. cistite. traqueobronquite. • Colheita: é feita no inverno. A mucilagem das sementes contém galactose. acaule. gastrintestinais e das vias respiratórias (258). uretrite crônicas (145). • Florescimento e frutificação: primavera. digestiva. cilíndrica. espessas. estomatite. flavonóides baicaleína. flebite. tratados com Plantago durante 2 a 29 meses. • Gargarejo: 60g de folhas para 1 litro de água (32). enxofre e citrato de potássio (145). antipirética. suco (primavera. antipirética. Também útil para o tratamento do paludismo. apigenina. nepetina.5cm de espessura. administradas à cobaias com arteriosclerose. psoríase. sais minerais. febres intestinais. Semear diretamente em sulcos transversais de canteiros. Forma um cepa amarelada. Em 13 pacientes com hiperlipoproteinemia.25m. béquica. plantamosídeo. Os cremes feitos da planta são usados em massagens em mulheres frígidas e como afrodisíaca (233). vivaz. catalpol. Emplastros das folhas são úteis para furunculoses e queimaduras. Os ácidos hidroxicinâmicos são. apendicite crônica (215). analgésica. mas desenvolve-se bem em regiões subtropicais. bordos anguloso. xilose. FITOQUÍMICA: Contém mucopolissacarídeos. carnosa. reduziram os lipídeos totais. plantabiose. escutelareína. glicosídeos de aucubina. mas também prosperam em solos compactados. os responsáveis pela ação antiinflamatória da planta (249). observou-se uma redução de colesterol de 16. metilcatalpol. depurativa. pectina. antitabagismo (215). cólica infantil. picadas de insetos e câncer. um pouco brilhante. filoquinona. cicatrizante. CLIMA: É de clima temperado. colesterol. p-hidroxibenzóico. • Infusão: ⇒ colocar uma xícara das de cafezinho de folhas frescas picadas em ½ litro de água.. com tegumento crustáceo. litíase urinária (409). Fruto tipo pixídeo. demonstra atividade antibacteriana sobre sete bactérias fitopatogênicas. hematuria. Pecíolo acanalado. salicílico. hispidulina. antiinflamatória (258). no auge do desenvolvimento. . Tem-se registrado ainda as seguintes atividades em diferentes partes da planta: antiviral. anti-hemorrágica. além de ser a substância responsável pela fitoproteção da própria planta (179). apud 179). epistaxe. amigdalite. FARMACOLOGIA: As sementes são classificadas como laxantes que promovem volume no intestino. loliólido. arabinose. além de conterem as mucilagens de ação laxante suave. sacarose. que pode atingir até 35cm e possuem numerosos pêlos. resolutiva (294) e emenagoga. apud 179). luteolina. raiz (todo ano) e sementes maduras (estação seca). 2mm de diâmetro. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. antidiarréica (folha). contendo até 30 sementes marrom-opacas. como laxante suave (258). Possui folhas basais. úlceras intestinais. tônica. alcalóides indicaína e plantagoína. antireumática (68). Inflorescência em espiga. com nervuras salientes. hepática. sais de potássio. • Padrão comercial: teor de aucubosídeo entre 1. catarro.9% e de triglicerídeos de 52% (Danielsson et al. acne. ⇒ 10g de folhas secas em 1 litro de água fervente. anti-hipercolesterolêmica. na planta seca (96). C e K. provavelmente. Ocorre 3 a 4 meses após o plantio. resfriado. diminuindo a dor e o sangramento (Moesgaard et al. Tomar 1 xícara de chá a cada 6 horas para o tratamento de infecções bucofaringeanas e 1xícara a cada 8 horas para problemas gastrintestinais (258). resolutiva e agente da litíase renal (179).

. erva-de-cachos. antiescorbútica e depurativa. TIRIRICA NOME CIENTÍFICO: Cyperus rotundus L.8m de altura. verdes. entumecido a cada segmento. friáveis. simples. vomitiva. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Moluscicida. muito ramificada. Semear em bandejas de isopor com substrato orgânico. tintureira.0 x 0. lenhoso na base e carnoso. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. alcoolatura ou extrato fluido da raiz são indicados para dermatoses e orquites. CLIMA: Desenvolve-se bem em climas tropicais e subtropicais. Bochechos e gargarejos com o decôcto das folhas são indicados para afecções buco-faringeanas (271). anti-reumáticas e anti-sifilíticas. que é vetor de Schistosoma mansoni (Haraguchi et al. composta de 5 tépalas brancas. junçaaromática. Semente lenticular. tiririca-comum. Raiz napiforme. caruru-selvagem. capoeiras e terrenos férteis abandonados. Inflorescência formada por 4 a 6 espigas desiguais. As folhas contusas são reputadas eficientes na cura das úlceras malignas e o cancro (93). Fruto baga subglobosa. Ocorre desde o nível do mar até 1. glabra. do grupo da betacianinas. É heliófita. Espiguetas pardo-avermelhadas. ovaladas a orbiculares. provoca vômitos e narcotiza o paciente. brilhante. glabro. Tem sido reportado casos de choque anafilático com sementes de tanchagem (179). ápice agudo. fazer o plantio sobre camalhões. Em doses elevadas. subglobosa. Fazer gargarejos para afecções bucofaringeanas (68). CLIMA:Adapta-se as mais variadas condições climáticas. • Propagação: sementes e tubérculos. após submetidas à decocção. ex Schmidt. brancos internamente. antireumática. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é ornamental. lineares. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas podem ser usadas em saladas e sopas. • Herbicidas: quando se deseja coletar a tiririca em áreas inçadas. acizentado. • Plantio: outubro. castanho-avermelhados ou escuros. revolvidos e areno-argilosos. • Os frutos já foram utilizados no passado para enfeitar e colorir doces. fruto-de-pombo.10m. vinhos e xaropes. A phytolacina é tóxico-convulsionante (93). As folhas são longas. mas tem preferência por solos férteis. vermelho-purpúrea quando maturo. esponjosos. elíptico-ovaladas. convulsões e morte (242). medindo 15 a 18cm de comprimento. triangular e púrpura. (383). raiz e folhas. formando tubérculos tenros. resinosos. margem crenulada. FAMÍLIA BOTÂNICA: Phytolaccaceae. apud 209). com núcleo esponjoso. FITOLOGIA: Planta herbácea ou subarbustiva. medindo 1. carenadas e numerosas. com eixo alado. ocorrendo no Brasil principalmente nas regiões nordeste e sudeste. SOLO: Desenvolve-se nos mais diferentes tipos de solo. lisa. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. • Propagação: sementes. verde e às vezes manchado de vermelho. • Adubação: 2 a 3kg de cama de aviário/m2. lisa. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória e analgésica tópica (271). faces convexas. Caule delgado e tríquetro. carurude-porco. Os frutos contém pequena quantidade de alguns componentes tóxicos (209). SINONÍMIA: Capim-dandá. As folhas contusas são drásticas. utilizado para tingir plumas e vestimentas de índios. são comestíveis.uma reação alérgica. sobretudo áreas ruderais. que cresce de 20 a 30cm de altura. erva-pombinha. cilíndricos. A raiz é purgativa. liso. • Capação: todos os pendões florais devem ser eliminados no início de seu desenvolvimento para não disseminarem a semente para outras áreas. erva-do-canadá. HABITAT: Espécie autóctone das Américas. • Os frutos são muito apreciados pelas aves em geral. • Colheita: 6 meses após o plantio. TINGE-OVOS NOME CIENTÍFICO: Phytolacca thyrsiflora Fenzl. INDICAÇÕES: A tintura. • Florescimento: ano todo. ovóides-oblongos. marando. sementes e as raízes são tóxicas. FITOQUÍMICA: A raiz e o fruto encerram phyitolacina. rosetiforme. A planta contém ainda saponinas e phytolacagenina. • Espaçamento: 0. Para facilitar a colheita dos tubérculos. O fruto é um aquênio 3angular. TOXICOLOGIA: O pólen é um dos maiores propagadores da polinose . diarréia. As folhas são diuréticas e vulnerárias (242). contendo uma semente por carpelo. radiando de uma haste delicada. Flores monoclamídeas. glabra. Inflorescência em rácemos espiciforme. tipi. O fruto verde é um purgativo enérgico (93). com cerca de 4 a 5mm de diâmetro. carurú-guassú. dispostas em fascículos umbeliformes curtos. Não tolera solos ácidos e compactados. caruru-de-cacho. o seu cultivo deverá ser feito em áreas marginais e isoladas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Cyperaceae. com cerca de 30 a 50cm de comprimento por 2 a 4mm de largura. quase filiformes. Duas horas após a ingestão. cupieiro. Durante o inverno a planta não se desenvolve. cebolinha. SINONÍMIA: Caruru-açu. multicaule. . As saponinas apresentam forte atividade contra Biomphalaria glabrata. ocorre ânsia de vômito. Rizoma filiforme e tuberoso. • Plantio: primavera.50m. PARTES UTILIZADAS: Frutos.2 x 0. • Os frutos contém um corante. nervuras proeminentes na face dorsal. TOXICOLOGIA: As folhas. enquanto que os frutos encerram phytolaína e ácido fitolácico. • Os pássaros são ávidos pelas sementes. espasmos.80m de altura (209). Cresce subespontaneamente em áreas ruderais. Folhas alternas.5 a 1. erva-doscachos-da-índia. AGROLOGIA • Ambiente: por ser uma planta muito rústica e infestante. róseas ou lilases. base decorrente. HABITAT: Planta alóctone mundialmente adaptada a todos os ambientes terrestres. erva-daamérica. assegurar-se do não uso de herbicidas na planta. verão e outono. Caule cilíndrico. de sabor amargo e doce-aromático.129 • Decocção: ferver 60g de folhas e/ou raízes em 1 litro de água. no topo. • É ornamental e fixadora de dunas. erva-côco. erva-de-laca. caruru-bravo. • As folhas e os brotos jovens. É feita naturalmente pelos pássaros. e as sementes phytolaceína (93). glabra. SOLO: Cresce subespontaneamente em solos férteis e humosos. mechoacan-do-canadá. preta.

FAMÍLIA BOTÂNICA: Lamiaceae. • Propagação: divisão de touceiras. . Quanto maior a luminosidade. urtiga-vermelha. Renovação da cultura: após o segundo ou terceiro ano de cultivo. pineno. tosse convulsa. com os bordos virados para baixo. antileucorréica (32). sarna. α-ciperone. Rendimento: 40t/ha de rizomas e tubérculos (242). Colheita: é feita durante todo o ano. antidiarréica (32). e sudorífica. desodorizante. antiinflamatória. 108). antidiarréica. estaquia. Neste caso. antisséptica. SINONÍMIA: Arçã. parasitoses. Florescimento: outubro a novembro. com boa exposição solar. antiblenorrágica. da flora mediterrânica. aperiente. • Infusão: uso interno . glandulosas. (383). FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. lanceoladas ou lineares. hortaliças. com maior número de ramos e brotações vigorosas (231). As estacas devem ser enraizadas em vermiculita. anti-sifilítica (271) e afrodisíaca (242). úlceras dérmicas. arenosos. tomilho-vulgar. PARTES UTILIZADAS: Sementes. TOMILHO NOME CIENTÍFICO: Thymus vulgaris L.4m. dispepsia. FAMÍLIA BOTÂNICA: Urticaceae. diurética (294).10g de folhas por litro de água. amenorréia e catarros crônicos (32). retirar as cepas e obter novas mudas. estimulante. carvacrol (283). A planta não suporta solos úmidos e argilosos. revulsiva. rasteiro. borneol. náusea e vômitos (444). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Balsâmica. mergulhia e sementes. emenagoga. poejo. meteorismo. Um grama de sementes possui cerca de 4. urtiga-brava. Forma uma moita de caule tortuoso.400m de altura. timo. diaforética. urtiga-maior. INDICAÇÕES: Indicada ainda para a coqueluche. INDICAÇÕES: Indicada para. até mesmo em colinas áridas. esteróis (278). segurelha. gota. de ramos acizentados. preservativo de alimentos (109. halitose. tônica. Plantio: primavera (propagação vegetativa) e outono (sementes). FITOQUÍMICA: Timol.000m de altitude (96). vermífuga (93). tomentosas e esbranquiçadas dorsalmente. • • • • • • • PARTES UTILIZADAS: Rizomas livres de raízes filamentosas e detritos. sobretudo em marinadas. urtiga-mansa. 110. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O óleo essencial da planta apresenta forte atividade contra Staphylococcus aureus.130 • • • Alelopatia: a planta é forte alelopata da germinação e crescimento de espécies herbáceas. Plantas daninhas: a planta não tolera qualquer tipo de concorrência. Teores decrescentes de umidade no solo acentuam a cerosidade sobre a folhas e o conteúdo de óleos essenciais (231). antihelmíntica (257). emenagoga. por ocasião do florescimento. Cresce espontaneamente em bosques e subosques. PARTES UTILIZADAS: Sementes. sobretudo a alface (75). anti-helmíntica (283) excitante das funções circulatórias e cerebrais. antimicrobiano. depressão nervosa (294). antigripal. prados. CLIMA: Adapta-se aos mais variados clima da Terra. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. adstringente. dismenorréia. sumidade florida e folhas. problemas respiratórios. convalescença. a beira de cursos de água e em locais úmidos e sombreados. HABITAT: Espécie alóctone européia que cresce em estado selvagem em terrenos secos e quentes. axilares ou terminais. saponósidos e vitaminas B1 e C (182). Cálice tubuloso com 5 dentes. SINONÍMIA: Cansanção. cicatrizante. FITOQUÍMICA: Essência 0. FORMAS DE USO • Decocção: 1 colher das de chá de sementes para cada xícara de água. Padrão comercial: o teor de cinzas não deve ser maior que 14% (96). cujas temperaturas giram em torno de 20 o C (182). pó ou em pílulas (444). peixes. Adubação: O uso de fertilizante mineral debilita a planta.5 x 0. eretos e compactos. ciperol. É encontrada até 2. Corola gamopétala. que cresce de 15 a 30cm de altura. mantida sempre umedecida. estomáquica. anemia. béquica. em tintura. antidispéptica (444). retardante da senelidade. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. 257). na forma de decôcto. fastio. sésseis. carminativa. gastralgia. sinusite. bem drenados. O sabor é algo picante e levemente amargo. álcoois. que prefere solos mais pobres. Folhas pequenas (até 6mm de comprimento). pequenas. colerética. hemolítica. lumbago. atonia do tubo digestivo. Fortemente aromática. angina. Tomar 1 xícara das de chá 2 a 3 vezes aos dia. afecções da garganta (303). amido e óleo essencial (0. arçanha. A planta é heliófita e não tolera regiões de pluviosidade elevada. OUTRAS PROPRIEDADES • Condimento. fortificante (215). linalol. triterpenóides. FORMAS DE USO: 8 a12g/dia. cólicas. HABITAT: É autóctone da América tropical. muito ramificado. porém os produtos de maior qualidade são obtidos em regiões temperadas quentes. Escherschia coli e Candida albicans (362). astenia. SOLO: Exige solos soltos. maior o número de glândulas de óleos essenciais e as plantas tornam-se mais eretas. anti-reumática.4% (40% de cetonas sesquiterpênicas ciperona). Colheita: ocorre dois anos após o plantio. uso externo . prosperando até 3. profundos.5-1. lenhoso. tônico capilar.] Gaudich. ftiríase. pois reduzem o crescimento e afetam a formação dos metabólitos secundários. Fruto composto de 4 aquênios. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antioxidante. dores abdominais. urtigão.40g/litro (32. hidrocarbonetos. sem problemas de acidez. antiespasmódica. sumidade florida e folhas. a qualidade das plantas decai sensivelmente. tomilhoordinário. carnes e queijos. em reduzido número de indivíduos. mas preferencialmente no verão.2%) contendo cipereno. resina. cimol. tanino (257). cineol e L-αpineno (1).000 a URTIGA NOME CIENTÍFICO: Urera baccifera [L.000 sementes (96). cimeno. formando glomérulos de 3 flores que parecem capítulos globosos. bilabiada. 5. Flores brancas à rosadas. • Utilizado na indústria perfumista e de licores. opostas.

OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas. cosmosiina.0 a 4. glabras. persistentes. As flores femininas são globosas. antianêmica. bija. histamina.3mg. hidrocefalia (435).0 x 4. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário associada a 200g de fosfato natural. • Os frutos maduros são consumidos pelos pássaros. FAMÍLIA BOTÂNICA: Bixaceae. assimétrica. 58. cordiformesacuminadas.3 e 2. luteína e zeaxantina. enurese. Apresenta um rizoma subterrâneo. caroteno. flavonóides: apigenina-7-bissulfato. O transplante é feito quatro meses após a semeadura. HABITAT: Espécie autóctone do Brasil tropical. • Plantio: outono e primavera. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral. PARTES UTILIZADAS: Folhas da planta jovem (todo ano). diurética. depurativa. elípticas. úmidos e fofos. inteiras. anti-hidrópica. revestida de espinhos moles e inofensivos. hortas e hortos. A frutificação ocorre no verão e outono. As folhas são alternas. galactagoga. medindo 2mm de diâmetro e contendo uma semente com forma e tamanho semelhante à núcula. magnésio. em armazenamento (241). vitamina C. longo-pecioladas. • Doenças: as folhas podem ser infectadas pelo fungo Cercospora bixae.5 x 1. nor-bixina. amenorréia (179). colorau. URUCUM NOME CIENTÍFICO: Bixa orellana L. podem ser consumidas pelo gado. AGROLOGIA • Espaçamento: 4. orucu. As estacas são enraizadas em vermiculita.0m). longo-pecioladas. com casca pardacenta e copa densa arredondada. luteolin-7-bissulfato e luteolin-7-0-β-D-glucosídeo e isoscutelareína. Fruto tipo núcula. CLIMA: Desenvolve-se melhor em regiões de clima ameno. • Produção de sementes: 1kg de sementes contém cerca de 22. Inflorescência em cimas escorpióides. roséo-claras. edema. respectivamente. embora inerme na parte teminal. β-caroteno. pois é de clima subtropical de altitude. urucuuba. SOLO: Prefere solos ricos em matéria orgânica. geranil geraniol. anti-reumática. silício. estriado.L-1 (80%). menopausa. de porte mediano (3. bastante ramificada. hirsutas. psoríase e urticária (1). disúria (32). diterpenos: farnesilacetona. FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. anti-sifilítica (215). de tronco curto. urucuzeiro. ovário súpero e estigma em forma de pincel. em panículas terminais. grandes. geranil octadeconoato. cálcio. Para a formação de calos. • Micropropagação: a partir de sementes esterelizadas e germinadas in vitro. férteis. Os melhores índices de entumescimento foram obtidos com o meio MS completo suplementado com AIA 0. picadas. As flores masculinas são globosas. com dentes triangulares. ápice acuminado e base cordada.L-1 e KIN 1mg. úlceras. hipoaletina-8bisulfato. sementes e raiz.0m de altura. • Plantio: março a abril. É cultivada em jardins. • Cuidados: por apresentar espiculosidades muito urticantes. obtém-se explantes de ápices e segmentos de hipocótilos. dispostas em ramos carnosos e róseos.0mg. contendo 30 a 40 sementes revestidas de arilo vermelho-seríceo. misturadas com outra forragem. A bixina é avermelhada e insolúvel em água e a nor-bixina é solúvel. erisipela (59). metil-bixina. achicote. vitamina C (128) e orelina (9). bem drenados. leucorréia. urucu. tanino. castanho quando maturo. que também pode ser utilizado para o enraizamento dos rebentos. comprimida. ovaladas-elípticas. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário associada a 150g de fosfato natural. geranil formato. • Propagação: sementes e estacas. SOLO: Prefere solos profundos. FITOQUÍMICA: Nitrato de potássio (435). achote. achiote. • As fibras do caule e ramos são muito resistentes. areno-argilosos e ricos em matéria orgânica. queda de cabelos. 236). revestida de pêlos urticantes sobre as nervuras. antidiabética (257). enrugadas na face ventral. É heliófita. ramificado. sendo as da base cordiformes. • Colheita: inicia a 6 a 8 meses após o plantio. SINONÍMIA: Açafrão-da-terra. braços e mãos ao realizar qualquer atividade junto a planta. FITOQUÍMICA: Carotenóides: bixina.L-1. As sementes têm viabilidade superior a 6 meses. As folhas são alternas. ciática. . na primavera e início do verão. A melhor poliferação de brotos (4 a 5 por explante) baseou-se nos mesmos reguladores e respectivas concentrações verificadas para calos (310). potássio. afta. mas que pode atingir até 10m de altura nas regiões de origem. com muito estames. 0. benzenóide: ácido gálico (179). epistaxe. uru-uva. medindo 10 a 20cm de comprimento por 8 a 15cm de largura. ácidos fórmico e gálico. • Colheita: inicia 12 a 14 meses após o plantio. CLIMA: É de clima equatorial e tropical e heliófita. • Florescimento: outubro a fevereiro. A germinação ocorre em 10 a 20 dias. adstringente (435) e revulsiva. As sementes são postas a germinar em saquinhos de plástico perfurados contendo substrato organo-mineral. acetilcolina. com corola formada por 5 pétalas. criptoxantina. suculento. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Antiinflamatória (179). INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento de gota. O caule é ereto. verde ou vermelho-pálida ou roxo-escura. hemostática. no verão. proteger o corpo.000 unidades. TOXICOLOGIA: As sementes são tóxicas. rizoma e raízes (outono). O transplante das mudas para o campo ocorre após 3 a 4 meses da semeadura (241). ovóide. pecíolos e sobre cada ruga ventral. • Frutificação: março a maio. • Propagação: sementes e rebentos. afecções de pele (257). As flores são róseas. anúria. Fruto cápsula ovóide ou cônica com 3 a 5cm de comprimento. Readubar anualmente. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. grande. anti-hemorroidária. PARTES UTILIZADAS: Folhas. podendo ser utilizadas em cordoaria (209). infecções micóticas da pele. ATIVIDADE BIOLÓGICA: A planta é inativa como moluscicida. minúsculas (2mm de diâmetro). com perigônio carnoso. antimicrobiana e antimicótica (19. diarréia. tintória. que cresce de 1. feridas.0m. açafroa. a melhor concentração de AIA e KIN foi. murchas.131 FITOLOGIA: Planta arbustiva perene. • Florescimento: ocorre a partir do segundo ano após o transplante. trans-bixina. monóica e dióica. tinha.5m. enxofre (1).5 a 3. vermelho e aculeado na base. açafroeira-da-terra.

cicatrizante (raiz). • Mulching: cobrir o solo com plástico preto. O extrato hidroalcoólico inibe a prostaglandina sintetase em concentrações de 750µg/ml (419). hipotensora. taludes e nas orlas de bosques. Imediatamente após a colheita. antipirética. As sementes são anticolesterolêmicas (244). peitoral. aplicado intraperitonialmente em rata. nenhum sinal de toxicidade aparente. alóctone. demonstrou atividade hipoglicêmica significativa (284. • Pragas: é suceptível ao ataque de Diabrotica spp. • Plantio: outono. Nos países de origem pode atingir até 2m em altura. As sementes são usadas para o tratamento da diabetes (284). metanol. na dose de 1g. • Reprodução: perfilhos da planta matriz. quando previamente machucadas. com barbelas curtas. valeriana-menor. A decocção das folhas induz à contração do útero de rata (179). várias raízes divergentes. A tinta do urucu é um antídoto de ácido cianídrico. Também indicadas para a endocardite. FORMAS DE USO • Infusão: 10 a 15g por litro de água (32). com 3 a 25 folíolos lineares. PARTES UTILIZADAS: Rizoma e raízes. Flores róseas ou brancas. quando a planta estiver em senescência natural ou seca • Colheita: outono a inverno. antitumoral (232). Forma uma cepa curta da qual partem. com rizoma estolonífero. fistulosa e que origina seis a dez pares de folhas opostas. Cresce espontaneamente em valas. Corola tubuloso-infundibuliforme. As folhas são indicadas para bronquite e faringite (9). laxante (215). queijos. valerianasilvstre. antidiarréica. VALERIANA NOME CIENTÍFICO: Valeriana officinalis L. • Espaçamento : 0. os rizomas e as raízes devem ser lavados rapidamente e postos a secar em temperaturas inferiores a 40oC. refrigerante (a polpa). antidisentérica. pericardite. • Adubação: 3 a 4kg/m2 de húmus de minhoca associado a 200g de fosfato natural. recomenda-se cultivar as plantas sob cultivo protegido. inteiros ou dentados. afrodisíaca (sementes trituradas) e antídoto de ácido cianídrico (93). antiinflamatória. Plantar as mudas sobre camalhões com até 25cm de altura. laxante. . erva-dos-gatos ervade-são-jorge. hemostática (179). antibiótica (294). sesquiterpenos. O extrato clorofórmico por intubação gástrica. antiinflamatória. É encontrada até 2. provocou redução da atividade motora e um aumento da diurese. hepatotoxicidade e incremento aparente do nível de insulina (179 OUTRAS PROPRIEDADES • A polpa fornece um corante e condimento natural . O extrato aquoso da semente. polianual. alcalóides (1). • Extrator alcalino: utiliza-se uma solução hidroalcoólica amoniacal para retirar o arilo. dispostas em corimbo. TOXICOLOGIA: A casca da semente demonstra efeito tóxico aos pâncreas e fígado. béquica. ATIVIDADE BIOLÓGICA: Os extratos etanólicos do fruto e folhas mostram atividade antibacteriana in vitro sobre Staphylococcus aureus. diurética.. • É utilizada para colorir carnes congeladas. antiepiléptica. 416). Embeber em chumaço de algodão e aplicar topicamente em áreas parasitadas por sarna e piolhos. FARMACOLOGIA: O extrato aquoso administrado em ratas. FITOLOGIA: Planta herbácea vivaz. 32). obtém-se o corante culinário mais comum em todo o mundo. FAMÍLIA BOTÂNICA: Valerianaceae. • Florescimento: não ocorre florescimento nas condições do Litoral Catarinense. antiasmática.0%) e valérico. hermafroditas. • Irrigação: utilizar o sistema de gotejamento. A haste é roliça. tônica.132 PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Expectorante e digestiva (sementes). • Tintura: deixar macerar por 8 dias 20g de pó da semente em 100ml de álcool 70o. As sementes são utilizadas no tratamento de queimaduras de pele (93). • Misturada à substâncias amiláceas em pó. na dose de 400mg/kg demonstrou atividade anti-secretora gástrica. Tomar 1 litro por dia do macerado. antihistérica (232). O pó é utilizado para combater sarna e piolho. depurativa. manteiga e outros víveres (380). se observou pancreotoxicidade. A planta atinge 30 a 40cm de altura por 30 a 40cm de diâmetro de copa. apud 169). são indicadas para curar panos (infecção micótica). Deixar macerar 1 dia em vidro escuro. aplicada em cachorro. antiprotozoária. sem sinais de toxidez. podem ser aplicadas topicamente em queimaduras (179). durante 10 dias (244). Fruto aquênio drupáceo. em cachorro. palha ou casca de arroz. • Extrato lipossolúvel: extrai-se o arilo da semente com solventes orgânicos (acetona. que podem ser enraizados em substrato organo-mineral ou em areia hidropônica. AGROLOGIA • Ambiente: para evitar-se problemas fitossanitários e obter-se rizomas de alta qualidade. flavonóides. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Sedativa (133). vulnerária (folhas). antidepressiva (294). cera e seda (93). Aplicar aos 40 e 70 dias após o plantio 8g/planta de nitrato de cálcio. antiespasmódica. FITOQUÍMICA: Ácido iso-valérico (0. triterpenos. dotado de raízes fibrosas e fusiformes. evapora-se e o resíduo é misturado a um óleo vegetal. HABITAT: Espécie alóctone que habita as florestas úmidas e planícies pantanosas da Europa.4 x 0. iridoides. valeriana-selvagem. • Doenças: em regiões de alta pluviosidade é comum a ocorrência de fungos e bactérias de solo que causam podridões nas raízes e colo da planta. As sementes. horizontalmente. acompanhado de hiperglicemia e aparente aumento de insulina (Morrison. cardiotônica. ligeiramente narcótica (93). lanceolados ou elípticos. também utilizada para colorizar chocolates. A semente não provoca em ratas. calmante (283). moderadora do apetite. pinuladas. estimulante. afecções do estômago e obstipação intestinal (68). adstringente (335). INDICAÇÕES: A infusão a frio dos renovos é usada para inflamações nos olhos.a bixina. • Macerado a frio: 30 a 35 sementes por litro de água fria. anti-hemorrágica (68). anticonvulsiva. contendo apenas uma semente. sob cultivo protegido. SINONÍMIA: Erva-de-amassar.000m de altitude (383). • O pó resultante da trituração das sementes é repelente de insetos e colorizante do corpo (179) e de artesanato cerâmico. etanol). esbranquiçadas. o colorau. oca. erva-de-gato. antineurálgica (435). vermífuga. Escherichia coli (157) e Salmonella typhi (Cáceres. A decocção das folhas é usada para o sarampo. O pó do arilo das sementes é utilizado em gargarejos para o tratamento de amigdalites e afecções bucais. encontrado na mandioca-brava (9. • Colheita: cerca de 12 meses após o plantio.1 a 2.3m. estomáquica. apud 120). porém. amassadas. pouco aromáticas. com estrias e listas. As folhas. glomérulos ou espigas curtas.

As sementes apresentam formato irregular. pecioladas. sendo o extrato etanólico mais ativo que o acuoso (179). antiflatulenta. hermafroditas. coceiras. que cresce de 0. Ao serem secas. uralgias. himenoxinas. áfila. poaiapreta.52mg/kg p. apresenta atividade antitumoral (296). dentadas. O ácido scopadúlcico. ⇒ 15 a 20g/litro de água (283). FITOLOGIA: Planta herbácea. OUTRAS PROPRIEDADES: Utilizada nas áreas rurais. manitol e glicose. chagas. poaia-rosário. 7-0-βD-glucoronídeo de friedelina. TOXICOLOGIA: Doses abusivas podem resultar em cefaléia. FITOLOGIA: Planta subarbustiva perene. vermífuga (120). • Plantio: outono. FAMÍLIA BOTÂNICA: Scrophulariaceae. As raízes contém manitol. ramificada. verde-claro. com cerca de 1. antidiabética. noradrenalina (404). vicenina e vitexina (179). no primeiro momento. αamirina. areno-siltosos. revitalizante (120). infecção urinária (120). Ocorre em áreas ruderais e de lavoura. ramosa. cansaço intelectual. vassourinha.) prolongaram o tempo de sono em ratos induzidos por pentobarbital. O scopaduldiol tem propriedades inibidoras da ATP gástrica H+/K+ (181). na forma de feixe. diurética. tupeiçava.o.0m em altura. com a base atenuada e o ápice agudo verdes. tônica. dulciol. principalmente devido aos flavonóides e glutinol. benzoxazolina. A amelina. peninérveas. peitoral. Corola sulcos . AGROLOGIA • Espaçamento: 0. catarros pulmonares (271). infusão e suco. medindo 3cm e comprimento por 1cm de largura. corrente-roxa. FARMACOLOGIA: Extratos da planta apresentaram atividade antiinflamatória e analgésica em ratos (147. hipnótica. lisa. cólicas (294). cólicas. O caule é delgado. tetragonal. afecções gastrointestinais. scutelareína. bronquite. digestões lentas. exalam um aroma peculiar e desagradável. obovadas ou oval-lanceoladas. mucilagem (9). taninos. vassourinha-miúda. scopadúlcico A. denticuladas e concrescidas na base. brotoeja. antisséptica (130). O fruto é uma cápsula septicida globosa. ganha-aqui-ganhaacolá.5 a 1. vassourinha-debotão. reticulada. hepática. É indicado para a depressão (294). antiblenorrágica. Componentes saponificáveis: triacontano. apigenina. vassourinha-molfina. adstringente. SINONÍMIA: Cordão-de-frade. HABITAT: Espécie autóctone que medra nas terras baixas dos trópicos. mirístico e linoleico. emoliente. HABITAT: Espécie autóctone que cresce em restingas. ereta. anual. internamente. tem mostrado eficácia no tratamentos de alguns tipos de diabetes (209). vassoura-botão. scoparinol. 119). azeite viscoso. cilíndrica. As flores. deiscência apical e numerosas sementes muito pequenas. Apresenta atividade depressora (120). INDICAÇÕES: É indicada para ansiedade. SINONÍMIA: Coerana-branca. vaginite. vassourinha-mofina. vassourinha-tupiçaba. alcalóide e triterpeno. As flores são alvas.F. primavera e verão. Ramos tetrágonos. nevrose cardíaca (93). Os extratos etanólicos e acuosos da planta (0. antioftálmica. que contém dulcinol. glabras. sem acidez. amareladas a castanho-claras e brilhantes. membranácea. emética (179). fitoquímico presente na planta. passando a amargo e aromático. paludismo. com a nervura média saliente. carminativa e antipirética (1). ATIVIDADE BIOLÓGICA: Apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivo (123). axilares e terminais. ifflaónico. com lóbulos e numerosos tricomas brancos. antilítica. feridas e contusões (271). CLIMA: Espécie de ampla adaptação climática. É heliófita. emenagoga (300). SOLO: Prefere os solos férteis. anticefalálgica. depurativa. aperiente. subuladas. pernas inflamadas e varizes (303). Coar e tomar 1 cálice 3 vezes ao dia. expectorante. reunidas em inflorescências globosas. Meyer. Semear diretamente em transversais de canteiros ou em bandejas de isopor. leves e úmidos. sabor picante.) G. anticonceptiva. VASSOURINHA-DE-BOTÃO NOME CIENTÍFICO: Borreria verticillata (L. tupixaba. poaia-falsa. pentâmeras. reumatismo (380). • Florescimento: primavera e verão.0 a 2. ternadas. FAMÍLIA BOTÂNICA: Rubiaceae. pupeiçava. vassourinha-cheirosa. tupixava. constipações (179). bilocular. tapixaba. cordãozinho-de-frade. de cor creme-escura. distúrbios da menopausa. ácido betulínico. bilabiada.133 calmante de neurastenia e psicoastenia. para as casas. 404. anti-hemorroidária (9). vassoura. FITOQUÍMICA: Adrenalina. Ácidos graxos: esteárico. glabros ou pilosos. FORMAS DE USO • Infusão: ⇒ 5 a15g de raiz por litro (435). se originam das axilas das folhas. poaia-comprida. dores de ouvido (215). scoparol. verticiladas. INDICAÇÕES: Febres intermitentes. 4 sépalas partidas. capoeiras e campos abertos. FORMAS DE USO: Decocção. multifloras em pares. erisipela. com a base lenhosa.0mm de diâmetro. • Propagação: sementes. vassourinha-doce. ácidos gentísico. composto organofosforilado. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estomáquica. • As folhas apresentam forte sabor amargo. tupiçaba. mucolítica.30 x 0. • Vinho: macerar por 8 dias 25g de raiz em 1 litro de vinho branco.W. β-sitosterol e dulcilona. glabras. glabra. antiasmática. com 40 a 60cm de altura. béquica. anguloso e sublenhosos na parte basal e herbáceo na superior. afecções cutâneas e catarrais. insônia (232). Apresenta duas sépalas. depressão nervosa. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raízes. vertigem e alterações na visão e audição. obtido da planta. corola rotácea branca. parasitas da pele. glabra. tapeiçaba. • Colheita: 100 a 110 dias após a emergência. Folhas lineares ou lanceoladas. coixol. com entrenós curtos. antigripal (271). machucados. odontálgica (93). planícies do litoral e em áreas ruderais. • O aroma da planta atrai gatos. corrimento vaginal. scopárico. febrífuga. antiespasmódica.20m. amelina. Bainha da estípula glabra ou levemente pubérula. dulcinóico. São pequenas. OUTRAS PROPRIEDADES • As raízes frescas possuem. VASSOURINHA NOME CIENTÍFICO: Scoparia dulcis L. falsa-poaia. perpétua-do-mato. Outros compostos: acacetina. influenza. curtamente pecioladas. encontrada principalmente em regiões tropicais. As folhas são quase caulescentes. opostas. duríssima. erva-botão. B e C.

amplexicaules. Apresentam sabor amargo. hemoptises. amarelas. pouco ramificada.6m. muito ramosa. O fruto é uma cápsula oblonga. cezarinha. calças-de-velha. dispõem-se esparsamente ao longo de espigas finas e compridas. FORMAS DE USO • Decocção: ferver por 10 minutos 50g de verbena em 1 litro de água. digestiva. crescendo 30 a 40cm de altura. que cresce de 1. • • Florescimento: maio a outubro. crescendo nos campos. FAMÍLIA BOTÂNICA: Verbenaceae. ex Spreng ssp. FAMÍLIA BOTÂNICA: Buddlejaceae. A germinação das sementes é muita baixa. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. • Plantio: outono e primavera. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Diurética. FITOLOGIA: Planta arbustiva. que podem ser semeadas diretamente em canteiros ou em bandejas de isopor. TOXICOLOGIA: A planta é ictiocida. amarelado-ferrugíneo ou avermelhado. associado com 50g/planta de fosfato natural.0kg/planta de húmus de minhoca. PARTES UTILIZADAS: Folhas e raiz. medindo até 40cm de comprimento. • Colheita: inicia 4 a 6 meses após o plantio. angulosa. calça-develho. • Mulching: utilizar plástico preto. INDICAÇÕES: Útil no tratamento de bronquite (257). friáveis. calçãovelho. stachyoides Cham. VERBASCO NOME CIENTÍFICO: Buddleya brasiliensis Jacq. FORMAS DE USO: Decocção: ferver 1 a 2 colheres da chá das folhas ou raízes em 1 xícara das de chá de água.134 hipocraterimorfa. • Florescimento: é contínuo ao longo do ano. CLIMA: É de clima tropical e subtropical. vassourinha. As flores são campanuladas. hermafroditas. aftas. citrina e óleos essenciais (294). sedativa. males do estômago. FITOQUÍMICA: Verbenina. glabra. • Colheita: inicia 6 a 7 meses após o plantio. tetrâmeras. depurativa. CLIMA: É de clima temperado quente. carro-santo. antiasmática e calmante (93). HABITAT: Espécie autóctone. com cerca de 15 a 20cm de comprimento por 5 a 8cm de largura. quase sésseis.7 x 0. catarro (32) e contusões (68). anti-reumática. FITOLOGIA: Planta herbácea a subarbustiva. As estacas podem ser enraizadas com o mesmo substrato. capoeirinhas. calmante do sistema nervoso. diurética. lactogênica. antinefrítica e antilítica vesicular (271). podendo também ser tóxica (93). SOLO: Desenvolve-se melhor em solos férteis e revolvidos. OUTRAS PROPRIEDADES: Em animais é usada para a lavagem dos olhos e tratamento de pisaduras em eqüinos (209). expectorante. • Adubação: 1. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. INDICAÇÕES: Indicada para erisipela e varizes (9). INDICAÇÕES: Indicada para o tratamento da celulite (294). recortadas. cotonosotomentoso. antiartrítica. potreiros estradas e áreas ruderais. adstringente. O fruto é uma cápsula subglobosa ou subcilíndrica. calção-de-velha. neutros. VERBENA NOME CIENTÍFICO: Verbena officinalis L. cilíndrico na base. As flores. de caule e ramos finos. FITOQUÍMICA: Emetina. Caule quadrangular. beira de riachos e orla de matas. PARTES UTILIZADAS: Folhas. arenosos e argilosos.66 a 5. béquica (257). ricos em matéria orgânica e bem drenados. hemostática. Folhas opostas. . • Propagação: estacas da planta mãe e sementes. verbasco-brasileiro. contendo numerosas sementes cilíndricas. • Plantio: ano todo. palhas ou casca de arroz sobre o solo. normalmente encontrada na encosta atlântica. anódina (32).8 x 0. A concentração bactericida mínima variou de 0. sudorífica. O decôcto pode ser utilizado em abluções para contusões (68). sobretudo de altitude. Semear em bandejas de isopor contendo substrato organo-mineral.4m. ereta. dispostas em cimeiras capituliformes de 3 a 4 flores. lisas e castanhas. antigripal (215). lanceoladas. esplenite e gangrena (271). decurrentes. antiálgica (68). vassoura. tingui-da-praia. afecções do fígado. alado-subtetrágonos nas partes jovens. A semente é linear a oblonga. antiofídica (342). inteiras.0 x 0. pequenas.25mg/ml (309). Emética (242). estimulante do apetite. purpúreo-nigrescente. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. barbasco-do-brasil. polianual. de ramos eretos. em torno de cada planta. verbasco-do-brasil. ereta. febrífuga. Semear em substrato organo-mineral. rugosas. SINONÍMIA: Barbasco. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia. barrasco. • Plantio: outono. adaptando-se ao subtropical. As folhas são opostas. raízes e flores. SOLO: Prefere solos férteis. calção-de-velho. albolanoso-pubescentes e salientes nervadas na inferior. pequenas e lilacinas. um dos alcalóides encontrados na ipeca (242). INDICAÇÕES: Utilizada para o tratamento de dermatoses (309). sedoso-pubescentes na página superior. É heliófita. glabra ou levemente pubérula. anti-reumática (294).80m de altura. ATIVIDADE BIOLÓGICA: O extrato alcoólico das flores apresentou atividade bactericida contra Staphylococus aureus. • Propagação: sementes. • Propagação: sementes. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Emoliente. mas adapta-se aos solos ácidos. SINONÍMIA: Erva-de-fígado. quadrangulares.7m. doenças pulmonares (93). coriácea. irregularmente serreadas.0 a 1. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: antidisentérica (309) e anti-hemorroidária (9). e Schlecht. anti-hemorroidária. Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. É heliófita. medulosos. Coar e tomar ao longo do dia para o tratamento da celulite. peitoral.

• As raízes são altamente fixadoras de dunas e barrancos à beirario. volátil. denteados. edulis FAMÍLIA BOTÂNICA: Malvaceae SINONÍMIA: Azedinha. eretas. Fruto tipo cápsula. composta de numerosos rácimos espiciformes. capim-de-cheiro. SINONÍMIA: Grama-cheirosa. lineares. vetiverina. revestidos de epiderme amarelo-pálido. • O óleo de vetiver é usado para aromatizar dentifrícios e sorvetes e para prepara perfumes. chapéus. flexíveis. As raízes são aromáticas. drenados e com bom teor de matéria orgânica. oxalato de potássio e (9). autógomo. Inflorescência em panícula ampla. glabro. Contém 0. de andróforo avermelhado. AGROLOGIA • Espaçamento : 1. Cálice vermelho e muito carnoso. tônica. esponjosas e castanhas.0cm. estreitas. compostas de 2 flores e reunidas em grupos de 2 a 3. vermelho-escuro.5% de óleo essencial amarelo-claro. terminal. 0.600mm e temperaturas de 18 a 35 oC. FITOLOGIA: Planta herbácea perene. ereta. A planta é regulada pelo fotoperíodo. Pétalas de 4 a 5cm. e resistente aos nematódeos e à antracnose.7m x 0. • Produção de sementes: a maturação do fruto e colheita de sementes ocorre em julho. de lobos agudos. Glumas coriáceas. sendo as inferiores inteiras e ovadas e as superiores profundamente 3 a 5 palmati-lobadas (lobos estreitos). vinhos (vinho de rosela). Os segmentos de rizoma ou perfilhos podem ser plantados diretamente a campo. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: As folhas são resolutivas (cataplasma) antiescorbútica. CLIMA: Tropical e heliófita.2 a 3. Fruto cariopse oblonga. com mácula mais escura na base do pedúnculo também vermelho. rosela.3% de carboidratos. • Propagação: sementes e estacas de ramos despidos das folhas. livre entre as glumelas. diurética e emoliente (9. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. . às vezes dobradas.8% de cinzas e gossipetina. As estacas podem ser enraizadas em vermiculita. 5-nervadas.5 % de água. também cresce em solos arenosos e até em dunas. inodoras. SOLO: Embora a planta prefira solos humosos e úmidos. espinescentes sobre uma das palhas e ciliadas sobre a outra. tendo os inferiores mais de 20 raios. ácido vetivérico. com uma grande glândula na base da nervura mediana. O fruto contém 86. com cerca de 1. axilares. 8 a 12 verticilados. Apresenta caule avermelhado. biombos. marmeladas. A raiz é aperitiva. das nevralgias (93). capim-vetiver. As folhas são alternas. carminativa e anti-histérica (271).8m de altura. vetivenil. 5locular. var. prestando ao preparo de geléias.3% de lipídeos. FITOQUÍMICA: Vetivenes. amarga e tônica (93). • As folhas são utilizadas para a fabricação de artesanatos diversos (esteiras.5 a 1. • Adubação: 1kg/planta de cama de aviário associada a 50g/planta de superfosfato triplo. quando novas. • Colheita: 1 ano após o plantio. de rizomas lenhosos. fortemente aromático. róseas. esponjosos. Semear em bandejas de isopor de células grandes contendo substrato organo-mineral. As sementes são diuréticas. quiabo-azedo. antisséptica. SOLO: Profundos. amargo e picante (93). HABITAT: Espécie alóctone originária da Índia. longo-pecioladas. glabras. para perfumar roupas. quiabo-de-angola. INDICAÇÕES: Indicada para enxaqueca (271). grama-das-índias. denominado Verbena.5 a 2.0m. VINAGREIRA NOME CIENTÍFICO: Hibiscus sabdariffa L. escabrosas e serradas na margem. • O rizoma seco da planta é utilizado preso ao cabelo para perfumar ou em saches. cônico-ovóide e estrigoso. • Doenças: A planta é sensível ao fungo Rizoctonia sp. calmante das enxaquecas. estomáquica.6m • Propagação: sementes e divisão de rizomas. PARTES UTILIZADAS: Rizomas. • Florescimento: abril a junho.2 x 1. xaropes e vinagres. 10. agudas. PARTES UTILIZADAS: Folhas. esverdeada. tônicas e afrodisíacas. febrífuga.1% de proteínas. OUTRAS PROPRIEDADES • A planta é excelente insetífuga de pragas domésticas (baratas e traças). quiabo-róseo. leques. VETIVER NOME CIENTÍFICO: Vetiveria zizanioides Stapf. As sementes estão no ponto de maturação completa quando o fruto capsular encontra-se seco e iniciando a deiscência. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante. CLIMA: A planta requer uma distribuição de chuva entre 800 a 1. cespitosa. sésseis. antiinflamatória (128) e febrífuga. que afeta sobremaneira a reprodução. • Plantio: outono e primavera. Folhas mais ou menos basilares. carurú-daguiné. patcholi. frutos e raízes. Flores solitárias. de 13 a 30cm. toldos. • As folha são forrageira. fortemente aromáticos. vetivedol. (294). que é um pigmento (93). Espigas formadas por espiguetas violáceas. OUTRAS PROPRIEDADES • Aromatizante de café • Utilizada na fabricação de licor. INDICAÇÕES: Para o tratamento de hemorragias e aumento da resistência orgânica (128). • Plantio: deve ser feito em fotoperíodo crescente e no início da estação das chuvas. HABITAT: Planta alóctone originária da África oriental tropical. FITOQUÍMICA: Ácido oxálico.135 • Infusão: 4 colheres das de sopa de verbena em 1 litro de água quente. FITOLOGIA: Arbusto anual. cônica. cestos). lisas. • Colheita: 8 a 10 meses após o plantio. FAMÍLIA BOTÂNICA: Poaceae. Abafar por 5 minutos. As mudas obtidas a partir do rizoma devem ter as folhas cortadas para evitar a transpiração excessiva. 2. invaginantes no caule. carurú-azedo. com até 70cm de comprimento. avermelhadas. 257). 0. azeda-da-guiné. pardacentos. quiabo-roxo. compridos e muito finos. diaforética. ramoso e cresce 1. OUTRAS PROPRIEDADES • O fruto é alimentar.

longipecioladas. verde-escuras. • Adubação: 3 a 4kg/m2 de composto orgânico ou húmus de minhoca. YACON NOME CIENTÍFICO: Polymnia sonchifolia Poep. antigripal (435). areno-argilosos e com pH em torno de 6. foliáceas. FITOQUÍMICA: Ácido salicílico. (283). mistura bem e aplicar sobre a pele irritada. robusta. munida de numerosas radicelas fibrosas. Atua como vomitiva (294). crenuladas. inflamações da garganta (257) e do ovário. Tomar 3 xícaras ao dia (32). Pedúnculos glabros. oblongas. expectorante.136 • • • • As folhas são consumidas. obtusas. AGROLOGIA • Espaçamento: 1. 1. FORMAS DE USO • Infusão: 10g de flores ou 20g de folhas em 1 litro de água. violeta-de-cheiro. Endl. Ásia Ocidental e África. na forma de salada. PARTES UTILIZADAS: Pétalas da flor. Equador e Peru em altitudes de 900 a 2. face dorsal pálida. inflamações da boca e das gengivas. Cresce 10-20cm de altura. SOLO: Prefere solos bem drenados. após o florescimento. Acrescentar 1 colher das de chá de glicerina. peitoral (257). crescendo em prados. originária da Europa. as dos estolões do ano anterior reniformes. Coar e misturar. OUTRAS PROPRIEDADES • As folhas são cristalizáveis para o preparo de doces.90m. As folhas. cicatrizante. Os capítulos são laxos. ovais-cordiformes ou reniformes. • Decocção: ferver por 10 minutos 1 colher das de sopa de raiz em ¼ de litro de água. por 1m de base . sendo cultivado na Colômbia. os frutíferos deitados.2m. acaule. esbranquiçadas. nervosismo e depressão circulatória e respiratória. relvados. FITOLOGIA: Planta herbácea ou vivaz. recurvados na parte superior. as caulinares deltóides. As fibras dos caules são utilizados no ramo têxtil. tenuamente gríseo-tomentosa. preto. folhas. calmante. e mucilagem (294). saponosídeo. corimbosospaniculados. • Plantio: outono e primavera. com a parte superior do caule ligeiramente híspida.5%. resfriado. • Florescimento: inverno-primavera. purgativa (as raízes). ereta. HABITAT: Espécie alóctone. polisperma. De 147kg de hastes são obtidas 900g de fibras limpas. 3-4mm de comprimento e disco com 16-18mm de diâmetro. AGROLOGIA • Espaçamento : 0. respectivamente. e são diuréticas. depurativa (303). invólucro com 5-6 sépalas. vitamina C. Estigma em gancho agudo. afecções dos olhos e intoxicações. As folhas são dispostas em roseta. CLIMA: A planta prefere regiões de clima temperado a subtropical. pele irritada (294). unilocular. vivazes. Em regiões muito úmidas. salicilato de metila. • Colheita: inicia 4 a 5 meses após o plantio. fazer o tratamento com benlate a 0. As sépalas são ovais-obtusas. laxativa (283). 30 a 40 dias após o transplante.400m (74). SOLO: Prefere solos aerados. com amido de arroz até obter uma pasta macia. HABITAT: Planta herbácea perene originária dos Andes. violácea. As raízes são utilizadas para as cólicas menstruais (303). para evitar a infecção de fungos nos tubérculos. soltos. mas alguns cultivos são feitos a mais de 3. emética (raiz e folhas) (93). Raízes nodosas. É encontrada até 1. Cálice e corola com 5 sépalas e pétalas. Apresentam cor violácea intensa e são suavemente aromáticas. • A essência serve para perfumar doces. com estolões alongados. • É planta ornamental.0. Cresce melhor à meia-sombra e aprecia o frio. partindo de uma cepa. • Máscara: ferver durante 10 minutos 2 colheres da de sopa de folhas e 4 colheres das de chá de flor em ½ litro de água. • As flores conferem sabor delicado às saladas. violeta-roxa. sedativa e diurética. O fruto é do tipo aquênio. As folhas são membranáceas. emoliente.4m de altura. rizomas pesando 60 a 80g e gemas axilares. polínia. ainda quente. pubescente. verde em cima. • Propagação: divisão de touceiras ou por estolões já enraizados. As flores surgem na extremidade de pedúnculos que partem também da cepa e apresentam um perfume muito suave. tônicas e afrodisíacas. radicantes e floríferos. sendo que as interiores são lanceoladas e pilosas. raízes e sementes. viola-roxa. defluxos (283). na quantidade de 5g/planta.000kg/ha de 4-14-8 + Zn. • Propagação: tubérculos inteiros. enquanto que as sementes são consumidas torradas. palha. caramelos e bolos. casca de arroz ou plástico preto sobre o solo. ricos em húmus e úmidos. sarampo. FITOLOGIA: Planta semi-arbustiva anual.1% e oxicloreto de cobre a 0. As folhas são radicais.3 x 0. após decocção são comestíveis e utilizadas como tempero. violeta. charnecas e bosques abertos. Pode ser feita uma adubação em cobertura com nitrato de cálcio. • Mulching: utilizar. diaforética (32). SINONÍMIA: Batata-diet. com as lígulas amarelas. violetaperfumada. Coar e beber aos goles. em torno da planta. As gemas devem ser enraizadas em vermiculita ou areia. com 15cm de comprimento. Cápsula subglobosa. escoriações. coqueluche. violeta-européia. gemas e rizomas. associados a 100g de fosfato natural. FAMÍLIA BOTÂNICA: Asteraceae. O suco coagula látex de plantas fornecedoras de borracha. • Adubação: 2. obovóide. com o pecíolo alado e o limbo rubro-pardo. polimorfa. quando misturadas ao leite de cabra (257). • Plantio: os propágulos são plantados em camalhões com 30 a 40cm de altura. As flores são anticancerígenas (271). violetacomum. viola. O infuso pode ser utilizado em compressas para escoriações. sob prévia cocção. Rizoma espesso. Aplicam-se 40kg/ha de nitrogênio em duas aplicações (428). Os rizomas e tubérculos podem ser plantados diretamente a campo. INDICAÇÕES: Também utilizada para a bronquite. VIOLETA-AFRICANA NOME CIENTÍFICO: Viola odorata L. ramosas. afecções cutâneas (303). pubescente.750m. TOXICOLOGIA: Altas doses do rizoma e sementes causam severas gastroenterites.000 de altitude (383). PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Béquica e sudoríficas (flores).8-2. antiespasmódica. • Também utilizada em perfumarias e indústria de cosméticos.40 x 0. SINONÍMIA: Amor-perfeito. FAMÍLIA BOTÂNICA: Violaceae. violina. ácido tânico (257). as inferiores profundamente lobadas.

FAMÍLIA BOTÂNICA: Zingiberiaceae. • O tubérculo tem sabor de pêra e melão.137 • • • • • Desenvolvimento: a planta cresce cerca de 1m em quatro meses. FITOQUÍMICA: Os rizomas produzem óleo essencial (1. Para melhorar a aeração e a textura do solo. O rizoma principal é cônico. • Florescimento: março • Colheita dos rizomas: julho a agosto. adubação orgânica e/ou areia. • Adubação: 0. as túberas devem ser lavadas. FORMAS DE USO • 3 a 6g/dia na forma de decôcto. INDICAÇÕES: Indicada para a prevenção e tratamento da úlcera gástrica. Sob fortes insolações a planta reduz o crescimento e ostenta uma coloração verde-pálido. cineol. Estes. curcumina. existente nos tricomas foliares (199) e fitoalexinas (413). tolera climas mais quentes. onde cresce espontaneamente em florestas decíduas úmidas. anti-reumática.5m de altura. pó ou pílulas. zedoalactona A e B ( 412). • Propagação: pedaços de rizomas novos com 1 a 2 meristemas. pois inibe a secreção ácida. febrífuga. SOLO: Prefere solos virgens. A planta é muito . no entanto. Consome-se também na forma de pó ou chips. retardam a rizomatização e dão origem à rizomas tortos e escabrosos. em 10 dias (432). distúrbios menstruais e gastrintestinais (412). antes das principais refeições (para normalizar o colesterol) • Tintura: 1 colher das de sopa do pó em 100ml de álcool de cereal a 70 graus e 50ml de água. D-canfeno. com cerca de 1. e as estações são bem definidas. vômitos. FITOLOGIA: Planta herbácea perene.5% m/v) reduziu os níveis de açúcar no sangue de ratos diabéticos de 348 para 214mg/dl. podendo vir a deteriorar em 2 a 3 dias. em jejum. A fratura do rizoma é compacta e córnea devido à goma de amido que se forma. • Doença: Coletotrichum curcumis. antioxidativa e antihepatotóxica (387). As flores são amareladas e as brácteas esverdeadas com as pontas cor-de-rosa. sendo bastante consumida no oriente na forma in natura. AGROLOGIA • Espaçamento: 0. OUTRAS PROPRIEDADES • • ZEDOÁRIA NOME CIENTÍFICO: Curcuma zedoaria [Berg] Roscoe ou C. com 50-80cm. Dcânfora. Contém ainda guaieno. Tomar 1 colher das de café diluído em um pouco de água.8 x 0. que é uma forma de oligofrutano (131). após 8 meses de cultivo. PARTES UTILIZADAS: Rizomas cilíndricos e os ovóides.5. álcool sesquiterpênico e zingibereno.0 a 1. Exala um aroma que lembra a sálvia e o alecrim. cólicas. antidispéptica (387). por sua vez. O yacon. tuberoso. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Indicada para o tratamento do diabetes e do colesterol (428). acumula a inulina. hipocolesterolêmica. mantida umedecida. antiasmática. resfriados.5kg/planta de cama de aviário associada a 50g de superfosfato triplo.5%) composto principalmente de α-pineno. Folhas inteiras. • Infusão: ⇒ Problemas hepáticos: 1 colher das de café do pó ou três fatias pequenas em 1 xícara das de chá de água quente.5kg/planta (sem adubação ou preparo de camalhões. PROPRIEDADES ETNOTERAPÊUTICAS: Estimulante aromático. problemas pulmonares e dermatoses (128). Para prolongar a conservação do material colhido. e nas condições do litoral Catarinense). • Pó: 1 colher das de sobremesa do pó diluído em água ou suco. Por ser uma planta rústica. bem drenados e soltos. Abafar por 15 minutos. Colheita: ocorre 10 a 12 meses após o plantio. HABITAT: Espécie alóctone. de manhã. TOXICOLOGIA: Mulheres que se encontram nos três primeiros meses de gravidez não devem ingerir a zedoária. Tomar 2 a 3 colheres das de sopa ao dia (adultos) ou metade (crianças). OUTRAS PROPRIEDADES • Estudos fitoquímicos demonstram a possibilidade de obtenção de frutanos . FARMACOLOGIA: Colerética. principalmente devido à presença de ácido ent-kaurenóico. tosse. Pós-colheita: as raízes são muito perecíveis em regiões com alta umidade relativa. com nervuras secundárias púrpuras ao longo da nervura mediana da face superior. profundos. Deixar macerar por 5 dias. Juntar 2 colheres das de sopa de mel. Coar. Solos compactos ou pesados. vermífuga. mas não causticantes. e antes da principais refeições. Secagem: O conteúdo de frutanos tende a baixar consideravelmente com a esposição das túberas à radiação solar (429). aeruginosa RoxB. utiliza-se cinza de casca de arroz. cortadas em fatias de 0.3 a 1. Florescimento: abril a maio. afecções urinárias (271). amido e resina (128). originária da Índia. Em São Paulo obteve-se uma produtividade de até 100t/ha de túberas e 1. que posteriormente dão origem à novas plantas. D-borneol. 0. de mata.3cm de espessura e postas a desidratar em estufa de ar forçado a 45 a 50oC. FARMACOLOGIA: O extrato aquoso das folhas (infusão. Tomar 1 a 2 xícaras ainda morno. • O tubérculo é rico em fibras indigestíveis (199). • Plantio: outubro. onde o clima é temperado e úmido. Coar. ou então os areno-argilosos. Períodos de estiagem retardam ou paralisam o crescimento da planta. Também útil para o tratamento de distúrbios hepáticos (387). hepatite. oblongo-lanceoladas. regulador das funções hepáticas. Enraizar em areia. Pragas: a planta é altamente resistente às pragas. estomáquica. ⇒ Problemas pulmonares: 2 colheres das de sopa do pó ou fatias pequenas em 1 xícara das de chá de água. originam estruturas de reservas de formato piriforme. É indicada para estimular a digestão e regularizar o fígado (128). CLIMA: Cresce espontaneamente em altitudes das regiões tropicais.000kg/ha de folhas secas (428) ou um peso médio por tubérculo de 100 a 500g e um rendimento por planta acima de 5kg (172). FITOQUÍMICA: A maioria das raízes e tubérculos de armazenamento acumulam amido. O pH do solo deve estar em torno de 6. emenagoga. sequiosa por chuva. Abafar por 10 minutos. crescendo a partir do rizoma antes das folhas.4cm. antes das principais refeições. digestiva e renal (128). o qual emite outros rizomas secundários da grossura de um dedo. com cerca de 5cm de comprimento. A inflorescência é cilíndrica. Produção: 3. Coar. restauradora e antiflatulenta (1).açúcares não assimiláveis pelo trato digestivo (272).

que após ser seco e moído dá origem a uma farinha aromática de cor creme clara. É cultivada também como ornamental.138 • • • • • • • O corte transversal do rizoma aduz uma coloração azulada. quente e suavemente canforáceo. Pode ser utilizada em cosmética e culinária (387). pungente. É especialmente utilizada na indústria de essências ou aromas para bebidas. . O sabor é amargo. Tanto o rizoma quanto o produto processado são fotossensíveis. Possui um odor agradável que lembra a cânfora e o alecrim.

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GLOSSÁRIO
Abscesso: Inchação causada por formação de pus ou acúmulo deste numa cavidade. Adenite: Inflamação das glândulas. Adstringente: Agente que diminui ou impede a secreção ou absorção causando sensação de secura e aspereza na boca. Afecção: Doença. Agrologia: Fitotécnica ou técnica de cultivo das plantas.Ex.: Hidroponia. Alcalinizante: Neutraliza os ácidos. Alergênica: Causadora de alergias. Alóctone: Que não é nativa do país; exótica. Amenorréia: Ausência de menstruação. Ancilose: Diminuição ou privação do movimento numa articulação. Ancilostomíase: Verminose intestinal. Aneurisma: Tumor formado no trajeto de uma artéria. Angina: Inflamação intensa das mucosas da face, laringe e traquéia. Antiemético: Que previne vômito. Anti-herpético: Indicado no tratamento do herpes. Antilítico: Dissolve os cálculos. Aperiente: Que estimula o apetite. Aquênio: Fruto simples provido de uma só semente ligada ao pericarpo num só ponto.Característico da família das compostas, mas encontrado em outras. Astenia: Debilidade geral do corpo. Atonia: Diminuição ou ausência de tensão muscular. Autóctone: Nativa do país. Bacteriostático: Antisséptico, que impede o desenvolvimento de bactérias. Baga: Fruto simples carnudo, frequentemente com várias sementes. Bainha: Prolongamento do pecíolo ou do limbo da folha que envolve o caule até ao nó de inserção. Balsâmica: Que possui perfume comparado ao bálsamo: que conforta. Basilar: No sentido anatómico, órgão que está inserido na base ou próximo. Béquica: Que tem efeito contra a tosse. Bienal: Diz-se de um vegetal que normalmente necessita de dois anos para realizar o seu ciclo vegetativo.Primeiro ano: nascimento e crescimento; segundo ano: frutificação e morte. Bífido: Dividido em duas partes por uma fenda bastante profunda. Bolbo: Dilatação na base de uma planta formada por folhas ou escamas repletas de reservas nutritivas. Bráctea: Folha modificada, muito pequena e de coloração viva, em cuja axila nasce uma flor ou uma inflorescência. Bulbo: Caule subterrâneo ou aéreo, cuja parte inferior termina por grande gema mais ou menos compacta, suculenta, formada por escamas ou porções achatadas sobre um eixo muito curto.Ex.: Cebola. Caduca: Diz-se geralmente da folhagem, mas também das peças florais que caem ao terminar as suas funções, por oposição às persistentes. Cálice: O mais externo dos invólucros florais. Calículo: Conjunto de brácteas na base de um cálice ou de um capítulo com o aspecto de pequenas sépalas, constituindo uma espécie de cálice suplementar mais externo. Caloso: Que apresenta calosidades, ou sejam dilatações localizadas, separadas umas das outras por pequenas depressões. Canelado: Caracterizado pela presença de saliências paralelas, separadas por sulcos regulares. Capítulo: Inflorescência indefinida constituída por flores sésseis, muito próximas uma das outras, diretamente inseridas numa dilatação do caule. Cápsula: Fruto seco formado por um certo número de cavidades interiores que se abrem para liberar as sementes. Carcinoma: Tumor maligno constituído por células epiteliais. Cardialgia: Dor aguda no coração. Carena: Pétala de flor com forma de quilha de navio. Caulescente: Provido de um caule aéreo bem visível, em contraposição a acaule. Caulinar: Que tem relação com caule aéreo. Caulinar: Que tem relação com caule aéreo. Ciliado: Portador de cilios. Cladódio: Orgão com função e aparência de uma folha, mas que é um ramo curto e achatado. Colagoga: Que facilita a secreção da bilis. Colerética: Que aumenta a produção de bilis. Colite: Inflamação do intestino grosso. Colmo: Caule aéreo nodoso e oco, exceto nos nós. Colo: Região de transição entre o caule e a raiz. Cordial: Que tem efeito favorável para o coração. Coriáceo: Que tem consistência áspera, lembrando a do couro. Corimbo: Inflorescência com pedicelos desiguais, permitindo que as flores fiquem todas à mesma altura. Cosmopolita: Largamente distribuído sobre o globo terrestre. Crenada: Folha com recorte arredondado no bordo. Cuneiforme: Diz-se de todos os órgãos com a forma de cunha. Decorrente: Limbo de uma folha ou de um pecíolo cuja base se prolonga pelo pecíolo e pelo caule, tornando-se alado. Deprimido: Achatado. Dermatose: Nome genérico para doenças da pele. Detersivo: Que serve para limpar feridas e chagas (purificador). Diaforético: Que provoca e favorece a sudorese (transpiração). Diaquénio: Aquênios germinados e suportados por um pedúnculo comum bifurcado na extremidade. Digitada: Com a forma de uma mão. Dióica: Planta que apresenta os sexos separados em indivíduos distintos. Disfunção: Disturbio. Dismenorréia: Menstruação difícil e dolorosa (cólicas). Dispepsia: Dificuldade de digerir. Dispnéia: Dificuldade de respirar. Dístico: Aplica-se a todos os órgãos vegetais dispostos ou ordenados em ambos os lados de um eixo comum ou em duas filas regulares. Drupa: Fruto carnudo cuja semente está encerrada num invólucro consideravelmente lenhificado e resistente chamado caroço. Edema: Acúmulo patológico de líquido proveniente do sangue. Emenagoga: Que faz vir a menstruação. Emético: Que provoca vômito. Emoliente: Medicamento que alivia as dores de uma superfície interna e irritada. Enterite: Inflamação intestinal. Epistaxe: Derramamento de sangue pelas fossas nasais. Epitelioma: Tumor epitelial. Escapo: Pedúnculo sem folhas que parte de um boldo, etc. Escorpióide: Em forma de cauda de escopião. Escudo: Gema destacada do seu suporte com um fragmento de casca para efeitos de enxertia de borbulha. Espadice: Inflorescência em espiga com o eixo carnudo e que está envolvida por uma grande bráctea. Espasmolítico: Antiespasmódico. Espiciforme: Cujo aspecto exterior se assemelha a uma espiga. Esquizocarpo: Fruto simples, seco, de ovário pluricarpelar. Estomatite: Inflamação da mucosa da boca. Eupéptico: Estomáquico. Febrífugo: Combate a febre. Filiforme: Fino e comprido como um fio. Fistuloso: Que tem canal interior. Fitologia: O mesmo que botânica. Fitoquímico: Química vegetal.Ex.: Curcumina, rutina, etc.

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Fitoterapia: Tratamento das doenças com emprego de remédios de origem vegetal, isto é, por meio de drogas vegetais secas ou partes vegetais recém-colhidas e seus extratos naturais. Foliáceo: Que tem forma e a função de uma folha. Folículo: Fruto seco deiscente que que se abre na maturação por uma única fenda longitudinal. Folíolo: Divisão de uma folha composta. Fusiforme: Em forma de fuso, dilatado na parte média e afilado nas duas extremidades. Galactagogo: Agente que provoca ou aumenta a secreção do leite. Gastrite: Inflamação do estômago. Gavinha: Ramos com folhas muito pequenas como as da vinha. Gema: Formação vegetal que contém um esboço de um ramo floral. Geminados: Órgãos agrupados dois a dois, sem serem opostos, constituindo um par. Gengivite: Inflamação das gengivas. Glabro: Orgão vegetal desprovido de pelos. Glauco: de cor verde-clara. Habitat: Características ecológicas do lugar específico habitado pela planta.Ex: Ruderal, aquática, altitude, etc. Hemostático: Agente que auxilia no controle de hemorragias. Hepático: Estimula e protege as funções do fígado. Hepatite: Inflamação do fígado. Herbáceo: Que tem a consistência e o porte de erva. Hermafrodita: Diz-se de uma flor que tem órgãos de ambos os sexos. Híbrido: Exemplar proveniente do cruzamento de espécies. Imparipenada: Folha composta com número ímpar de folíolos. Impingem: Moléstia de pele, contagiosa, aguda, caracterizada pela formação de vesículas. Inapetência: Falta de apetite. Indeiscente: Diz-se de um fruto que não se abre na maturação. Inflorescência: Modo de disposição das flores sobre o caule. Invólucro: Coroa de brácteas livres ou aderentes. Labelo: Pétala interna, maior e mais vistosa da flor das Orquidáceas. Labiado: Com a forma de um lábio. Lanceolada: Folha em forma de lança. Látex: Produto da excreção de certos vegetais nas zonas dilaceradas. Lentícula: Pequena abertura no tecido suberoso da casca das árvores para permitir a circulação do ar. Lígula: Pequena lingueta membranosa, geralmente incolor. Limbo: Porção laminar, ampliada, dos órgãos foliáceos. Lirada: Diz-se de uma folha com recortes profundos, constituindo lóbulos progressivamente maiores à medida que se aproximam da extremidade superior do limbo. Litíase: Formação de cálculos nas vias biliares ou urinária. Lóculo: Divisão da cavidade interna do ovário, da antera ou do fruto. Margem: Bordo de um órgão. Melífera: Diz-se de uma flor que produz néctar. Monóico: Diz-se de um vegetal com flores unissexuais. Monospérmico: Diz-se de um fruto com uma só semente ou um pistilo com um só óvulo. Mucilagem: Substância amorfa de natureza polissacarídica que, na presença de água, origina soluções viscosas e não-adesivas. Mucronado: Que apresenta uma pequena ponta terminal. Nefrite: Inflamação dos rins. Nervura: Prolongamento dos vasos condutores da seiva proveniente do caule. Nevralgia: Dor no trajeto de um nervo. Nitrófila: Planta exigente em nitrogênio ou matéria orgânica humificada. Oblongo: Mais comprido do que largo e arredondado nas extremidades. Obovado: Que tem a forma de ovo invertido. Ócrea: Espécie de pequena bainha que, partindo da base do pecíolo, rodeia o caule. Óleo essencial: Óleo volátil de composição complexa, responsável pelo aroma das flores e outras partes vegetais (plantas aromáticas). Otite: Infecção de ouvido. Palmada: Recortada em vários segmentos divergentes, dispostos como os dedos de uma mão aberta. Palmatífida: Folha cujas divisões se prolongam até o meio do limbo. Papila: Nome dado a pequenas saliências distribuídas pela superfície de um órgão. Parênquima: Tecido vegetal com células vivas e paredes celulósicas. Pecíolo: A parte da folha que suporta o limbo. Pedúnculo: Pequena ramificação do caule que suporta uma flor. Peitoral: Que tem ação terapêutica nos pulmões. Perene: Diz-se de um vegetal cuja parte aérea subsiste vários anos (árvores).Ex: Alecrim, Espinheira-santa, etc. Periforme: Em forma de pêra. Pistilada: Diz-se de uma flor que apenas possui órgãos femininos. Plântula: Embrião da planta contido na semente ou acabado de germinar. Princípio ativo: Composto químico encontrado na planta medicinal, responsável pelo seu poder terapêutico. Prostatite: Inflamação da próstata. Pubescente: Coberto de pêlos curtos e macios. Radicante: Que produz raízes. Radicela: Raiz secundária muito fina. Radícula: Parte do embrião de uma semente que, após a germinação,dará a raiz. Reniforme: Em forma de rim. Resolutiva: Que cura uma inflamação sem dor nem supuração. Reticulado: Marcado por nervuras que se entrecruzam em todos os sentidos. Reumatismo: Inflamação dolorosa nos músculos e articulações. Rinite: Inflamação da mucosa nasal. Rizoma: Caule subterrâneo com folhas escamiformes e frequentemente substâncias de reserva. Rizomatosa: Planta que apresenta rizoma (caule subterrâneo ou rastejante, que espalha raízes para a terra e folhas para cima). Rubefaciente: Que provoca vermelhidão. Ruderal: Diz-se das plantas que habitam as cercanias das habitações humanas. Seiva: Líquido nutritivo que circula no vegetal. Sépala: Peça do cálice, primeiro invólucro floral. Séssil: Orgão vegetal desprovido de pedúnculo. Sialagogo: Que provoca a salivação. Sinonímia: Nomes populares das plantas (sinônimos). Ex.: Cúrcuma - açafrão da terra. Subespontânea: Diz-se da planta que foi introduzida em uma região que não é de sua origem, adaptando-se tão bem como se fosse nativa. Sudorífero: Provoca transpiração. Teratogênese: Anormalidades do feto. Toxicologia: Tratado dos tóxicos.Ex.: Hipotensora, alergênica, etc. Vermifugo: Expulsa ou destrói os vermes. Vesicatória: Substância que produz vesículas. Vulnerária: Medicamento que se aplica as pessoas feridas ou que sofreram queda.

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