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FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA * Administração Pública e Governo: conceito e objetivos * Evolução dos modelos de administração pública * Os princípios norteadores do serviço público - legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência * Poderes e deveres do administrador público * Transparência, informação e controle social na Administração Pública * Tipos e formas de controle * Controle interno e externo * Contratos administrativos: conceito, características, formalização * Licitações - princípios, obrigatoriedade, dispensa e inexigibilidade, modalidades e procedimentos, fases (Lei n.° 8.883, de 8 de junho de 1994 e complementos) * Regime Jurídico dos Servidores Públicos Federal

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diretamente. 2 – A Administração indireta. material ou Funcional. favores fiscais).A Administração é exercida pelo próprio Estado . 4º do Dec. financiamentos. c) Serviço Público: É toda atividade que a Administração Pública executa. * DE EXECUÇÃO Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 5 . para satisfazer a necessidade coletiva. Funcional designa a natureza da atividade exercida pelos referidos entes . d) Fundações públicas. Comecemos pelo aspecto objetivo. * CONSULTIVOS. XI. que compreende as seguintes categorias de entidades. formal ou orgânico.ÓRGÃOS: * DE DIREÇÃO. incisos X. b) Polícia Administrativa: Compreende toda atividade de execução das chamadas limitações administrativas. que se constitui dos serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e dos Ministérios. c) Sociedades de Economia Mista. podemos elencar as principais características da Administração Pública: a) É uma atividade concreta. nesse sentido. 21. orgânico ela designa os entes que exercem a atividade administrativa . XII e 175). b) Em sentido Objetivo. Órgãos e Agentes Públicos. no sentido que põe em execução a vontade do Estado contida na lei. Quanto ao aspecto subjetivo da Administração Pública. Ainda dentro do aspecto objetivo. b) A sua finalidade é a satisfação direta e imediata dos fins do Estado. sob regime jurídico preponderantemente público (CF. c) Seu regime jurídico é de direito público.Lei 200/67: 1 – Administração direta. vejamos a classificação contida no art. Vejamos o esquema abaixo: ADMINISTRAÇÃO DIRETA .Basicamente temos dois sentidos a dar ao vocábulo Administração Pública (Pietro. 1998. 49-56): a) Em sentido Subjetivo. art. dotados de personalidade jurídica própria: a) Autarquias. Nesse sentido à Administração Pública cabe as seguintes tarefas: a) Fomento: Incentivo à iniciativa de utilidade pública (subvenções. b) Empresas públicas. a Administração Pública é a própria função administrativa que incumbe predominantemente ao Poder Executivo. compreende pessoas jurídicas.

A desconcentração liga-se à hierarquia. * FUNDAÇÕES PÚBLICAS. No âmbito da mesma pessoa jurídica temos: a) Desconcentração: É a distribuição interna de competências. b) Descentralização: É a transferência de execução do serviço ou titularidade do serviço para outras pessoas.ENTIDADES: * AUTARQUIAS. quer seja de direito público. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 6 . que alguma delas tenha sido definitivamente abandonada. quer seja de direito privado. porém. A corrupção e o nepotismo são inerentes a esse tipo de administração. tirar do centro um volume grande de atribuições. para permitir o seu mais adequado e racional desempenho. * EMPRESAS PÚBLICAS. O patrimônio do Estado confunde-se com o patrimônio do soberano e os cargos são tidos como prebendas (ocupações rendosas e de pouco trabalho).A atividade administrativa descentralizada é exercida pessoa distinta do Estado . desconcentrar. Na administração pública patrimonialista. como se fosse uma pirâmide em cujo ápice se situa o Chefe do Poder Executivo. b) Concentração: Ocorre o inverso da desconcentração. Essas modalidades surgiram sucessivamente ao longo do tempo. As atribuições administrativas são outorgadas aos vários órgãos que compõem a hierarquia. Evolução dos modelos de administração pública A evolução da administração pública em nosso país passou por três modelos diferentes: a administração patrimonialista. a) Centralização: É a prestação de serviços diretamente pela pessoa política prevista constitucionalmente.ADMINISTRAÇÃO INDIRETA . a administração burocrática e a administração gerencial. Esses serviços e atividades podem ser prestados pelo Estado de forma centralizada ou descentralizada. não significando. * SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA. sem delegação a outras pessoas. que são formas técnicas de Organização Administrativa. Há uma desconcentração das atividades dos órgãos periféricos para os centrais. Diz-se que a atividade do Estado é centralizada quando ele atua diretamente. ou seja. Sabe-se que a Administração Pública é organizada hierarquicamente. por meio de seus Órgãos. o aparelho do Estado é a extensão do próprio poder do governante e os seus funcionários são considerados como membros da nobreza. dentro da mesma pessoa jurídica. Isto é feito para descongestionar. própria dos Estados absolutistas europeus do século XVIII.

o aperfeiçoamento profissional e um sistema de remuneração estruturado. que serão verificados posteriormente. o formalismo.Reforma Administrativa). a hierarquia funcional. O seu grande problema. A administração pública gerencial apresenta-se como solução para estes problemas da burocracia. conservando seus preceitos básicos. Alguns doutrinadores buscam extrair outros princípios do texto constitucional como um todo. auto referente e incapaz de atender adequadamente os anseios dos cidadãos. que é servir à sociedade. não mais nos processos em si. A administração gerencial constitui um avanço. impessoalidade. Existe uma desconfiança prévia dos administradores públicos e dos cidadãos que procuram o Estado com seus pleitos. procurando-se. e aumentar a governança do Estado. A diferença reside na maneira como é feito o controle. é a possibilidade de se tornar ineficiente. a sua capacidade de gerenciar com efetividade e eficiência. controles rígidos em todos os processos. tornandose peça essencial para o correto desempenho da atividade pública. corre o risco de transformar o controle a ela inerente em um verdadeiro fim do Estado. Com isso. como na admissão de pessoal. a máquina administrativa voltase para si mesmo. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 7 . a meritocracia na carreira pública. com ênfase nos resultados. as avaliações de desempenho. O cidadão passa a ser visto com outros olhos.legalidade. a idéia de carreira pública e a profissionalização do servidor. moralidade. moralidade. por esta razão. Na verdade. como a admissão de pessoal segundo critérios rígidos. perdendo a noção de sua missão básica. portanto. embora possua o grande mérito de ser efetiva no controle dos abusos. isto é. consubstanciando a idéia de poder racional legal. o aumento da qualidade dos serviços e a redução dos custos. ainda. Busca-se desenvolver uma cultura gerencial nas organizações. e não um simples meio para atingir seus objetivos. impessoalidade. por ser considerado seu principal beneficiário. nas contratações do Poder Público e no atendimento às necessidades da população. seriam os princípios implícitos. Priorizase a eficiência da Administração. o gerencialismo apóia-se na burocracia. São princípios inerentes a este tipo de administração a impessoalidade. garantir a autonomia do servidor para atingir tais resultados. para evitar a corrupção. Os controles administrativos funcionam previamente. pois não nega todos os seus métodos e princípios. publicidade e eficiência (este último acrescentado pela Emenda 19198 . A administração burocrática. que passa a concentrarse nos resultados. Os princípios norteadores do serviço público . São sempre necessários.A administração pública burocrática surge para combater a corrupção e o nepotismo do modelo anterior. publicidade e eficiência Na Constituição de 1988 encontram-se mencionados explicitamente como princípios os seguintes: legalidade. o cliente dos serviços prestados pelo Estado. Outros princípios do direito administrativo decorrem classicamente de elaboração jurisprudencial e doutrinária. mas sem romper em definitivo com a administração burocrática.

decorre do princípio da moralidade administrativa. O princípio da moralidade é de difícil tradução verbal talvez porque seja impossível enquadrar em um ou dois vocábulos a ampla gama de condutas e práticas desvirtuadoras das verdadeiras finalidades da Administração Pública. 1992. benéficas ou detrimentosas. c) somente são fixado por norma legislativa. ou melhor. PRINCÍPIO DA MORALIDADE ADMINISTRATIVA Para configurar o princípio da moralidade administrativa e operacionalizá-lo parece melhor adotar o último entendimento.. 5. A probidade. obedecer à Administração era o mesmo que obedecer à lei. cargo. p. LXXUI). exprimia a supremacia da lei sobre os atos e medidas administrativa. não à vontade instável da autoridade. Daí um sentido de garantia. aparecendo como dever. ao se considerar o contexto em que a decisão foi ou será tomada. impessoalidade “traduz a idéia de que a Administração tem que tratar a todos os administrados sem discriminações. b) a Administração só pode editar atos ou medidas que uma nora autoriza. Em geral. mesmo que tal aquisição revista-se de legalidade. PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 8 . Na sua concepção originária esse princípio vinculou-se à separação de poderes e ao conjunto de idéias que historicamente significaram oposição às práticas do período absolutista.. subjetivos sejam os verdadeiros móveis e fins das atividades administrativas. No conjunto dos poderes do Estado traduzia a supremacia do poder legislativo em relação ao poder executivo. Na linguagem comum. Outro é a previsão de sanções a governantes e agentes públicos por atos ou condutas de improbidade administrativa. integridade de caráter. Mediante a submissão da Administração à lei. retidão. que há de caracterizar a conduta e os atos das autoridades e agentes públicos. de regra. 60) Os aspectos apontados acima representam ângulo diversos do intuito essencial de impedir que fatores pessoais. num período de agravamento de problemas sociais.'. numa época de redução de mordomias. no âmbito das atuações. função. honradez. A improbidade administrativa tem um sentido forte de conduta que lese o erário público. certeza jurídica e limitação do poder contido nessa concepção do princípio da legalidade administrativa. probidade equivale a honestidade.. A decisão. e do conjunto de regras de conduta extraídas da disciplina geral norteadora da Administração. que importe em enriquecimento ilícito ou proveito próprio ou de outrem no exercício de mandato. d) a Administração só pode realizar atos ou medidas que a lei ordena fazer. Exemplo: em momento de crise financeira. destoa do contexto. o poder tornava-se objetivado. PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE No entender de Celso Antônio Bandeira de Mello. A ação popular que pode ser proposta por qualquer cidadão (no sentido de detentor de direitos políticos) para anular ato lesivo à moralidade administrativa (art. configura imoralidade efetuar gastos com aquisição de automóveis de luxo para "servir" autoridades. a percepção da imoralidade administrativa ocorre no enfoque contextual. ine. Tornaramse clássicos os quatros significados arrolados pelo francês Eisenmann: a) a Administração pode realizar todos os atos e medidas que não sejam contrários à lei.Uma das decorrências da caracterização de um Estado como Estado de Direito encontrase no princípio da legalidade que informa as atividades da Administração Pública. O princípio em causa não é senão o próprio princípio da legalidade ou isonomia” (Elementos de direito administrativo. emprego público.

123. p. 84).no § 1. Assim. pontualidade. de 04. como o "governo do poder público em público". A Constituição de 1988 alinha-se a essa tendência de publicidade ampla a reger as atividades da Administração. Essas prerrogativas são outorgadas por lei.Concessão e Permissão de Serviços Públicos . DEVERES DO ADMINISTRADOR PÚBLICO -poder-dever de agir. atribuindo a este último vocábulo o sentido de "manifesto(.. Um dos desdobramentos desse princípio encontra-se n o inc. sob tal prisma. A lei impõe ao administrador público alguns deveres: deveres administrativos. Bobbio caracteriza a democracia.1990. Agora a eficiência é princípio que norteia toda a atuação da Administração Pública. Por sua vez. -dever de probidade. -dever de eficiência. para produzir resultados que satisfaçam as necessidades da população. 243-244). Por sua vez.acrescentou o princípio da eficiência aos princípios da Administração enunciados no caput do art. a negligência.Reforma Administrativa . Numa democracia a publicidade é a regra básica do poder e o segredo. invertendo a regra do segredo e do oculto que predominava. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 9 .. a Lei 8. de modo rápido e preciso. Na legislação pátria o termo eficiência já aparecera relacionado à prestação de serviços públicos.'do art. 1986. "visível" (O futuro da democracia. 5. O vocábulo liga-se à idéia de ação. caracteriza o serviço adequado como aquele "que satisfaz as condições de regularidade. 6. uniformidade. o que significa que é extremamente limitado o espaço dos segredos de Estado" (A ruptura totalitária e a reconstrução dos direitos. em nome do Estado. a exceção. Eficiência contrapõe-se a lentidão. modificidade das tarifas". com raras exceções. PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA A Emenda Constitucional 19198 . eficiência.987195 . Associado à Administração Pública.'. parágrafo único. posto que permitem um importante mecanismo de controle 'ex parte populi' da conduta dos governantes. cortesia na sua prestação. continuidade. informações do seu interesse particular ou de interesse coletivo ou geral. persigam a consecução dos fins públicos. a descaso. p. sem distinção de qualquer espécie". atualidade.características habituais da Administração Pública brasileira. segurança. regularidade.'. a omissão . para produzir resultado de modo rápido e preciso. diz que ao 44 usuário fica garantido serviço público compatível com sua dignidade humana. O princípio da publicidade vigora para todos os setores e todos os âmbitos da atividade administrativa. prestado com eficiência. 1988. Celso Lafer pondera que "numa democracia a visibilidade e a publicidade do poder são ingredientes básicos. generalidade. a Lei Orgânica do Município de São Paulo.". dos órgãos públicos. Essas prerrogativas consubstanciam os chamados poderes do administrador público. XXXIII do art. no art. Poderes e deveres do administrador público A ordem jurídica confere aos agentes públicos certas prerrogativas para que estes. conforto e segurança. que reconhece a todos o direito de receber.04. 37.Ao discorrer sobre democracia e poder invisível. o princípio da eficiência determina que a Administração deve agir.

representa um dever de agir. por ser conferido à Administração para o atingimento do fim público. No Direito Privado o poder de agir é uma mera faculdade. devendo ser obrigatoriamente exercidos pelos titulares. DEVER DE PROBIDADE O dever de probidade exige que o administrador público atue sempre em consonância com os princípios da moralidade e honestidade administrativas. -perda da função pública. DEVER DE PRESTAR CONSTAS O dever de prestar contas é decorrência inafastável da função do administrador público. na forma e gradação previstas em lei. -A omissão do agente. sem prejuízo da ação penal cabível. diante de situações que exigem sua atuação. até mesmo. DEVER DE EFICIÊNCIA O dever de eficiência mostra-se presente na necessidade de tornar cada vez mais qualitativa a atividade administrativa. no intuito de se imprimir à atuação do administrador público maior celeridade. que poderá ensejar. responsabilidade civil da Administração. PODER-DEVER DE AGIR Poder-dever de agir significa dizer que o poder administrativo. -Os poderes administrativos são irrenunciáveis. controle. Os atos de improbidade administrativa importarão: -suspensão dos direitos políticos. caracteriza abuso de poder. coordenação. um dever de agir para o agente público.-dever de prestar contas. PODERES ADMINISTRATIVOS É o conjunto de prerrogativas de Direito Público que a ordem jurídica confere aos agentes administrativos para o fim de permitir que o Estado alcance seus fins. -ressarcimento ao erário. etc. -Poder Vinculado -Poder Discricionário -Poder Hierárquico -Poder Disciplinar -Poder Regulamentar -Poder de Polícia Poder Vinculado É aquele de que dispõe a Administração para a prática de atos administrativos em que é mínima ou Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 10 . técnica. no Direito Administrativo é uma imposição. perfeição. -indisponibilidade dos bens. da coletividade. como gestor de bens e interesses alheios.

de modo a evitar restrições desnecessárias. Poder Discricionário É aquele conferido à Administração para a prática de atos dessa natureza. Como resultado do poder hierárquico. nos casos dos atos discricionários motivados (aqueles em que foram declarados pela Administração os motivos que levaram a sua prática). Limites aos Poder Discricionário A doutrina e a jurisprudência modernas enfatizam a tendência de limitação ao poder discricionário da Administração. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 11 . -proporcionalidade. a fim de possibilitar um maior controle judicial dos atos administrativos. É o poder hierárquico que permite à Administração estabelecer tais relações. O princípio da razoabilidade tem por fim aferir a compatibilidade entre os meios e os fins de um ato administrativo. a Administração é dotada da prerrogativa de ordenar. determinantes são também vinculados à existência e legitimidade dos motivos declarados como ensejadores de sua prática. -ao objeto. O princípio da proporcionalidade exige que haja proporcionalidade entre os meios utilizados pelo administrador público e os fins que ele pretende alcançar. controlar e corrigir as atividades de seus órgãos e agentes no seu âmbito interno. Todos os atos administrativos são vinculados quanto: -a competência. -a forma. Poder Hierárquico A hierarquia caracteriza-se pela existência de graus de subordinação entre os diversos órgãos e agentes do Executivo. estabelecendo o motivo e escolhendo (dentro dos limites legais) seu conteúdo. distribuindo as funções de seus órgãos e agentes conforme o escalonamento hierárquico. coordenar. Nesse aspecto. Com base na teoria dos motivos determinantes. assumem relevância os princípios da: -razoabilidade. é aquele em que a Administração dispõe de uma razoável liberdade de atuação. arbitrárias ou abusivas por parte da Administração Pública. podendo valorar a oportunidade e conveniência da prática do ato discricionário. ou seja.inexistente sua liberdade de atuação. A conveniência e a oportunidade formam o núcleo do poder discricionário. os atos administrativos ditos vinculados também o são quanto: -ao motivo. Contudo. -a finalidade.

que é o ato primário a ser regulamentado. concernentes à atuação da Administração. abstratas e impessoais. Temos: -decreto ou regulamento de execução. Poder Regulamentar O denominado Poder Regulamentar decorre da competência diretamente haurida da CF. de ofício ou mediante provocação do interessado. Não confundir o poder disciplinar da Administração com o poder punitivo do Estado. Delegação Significa atribuir ao subordinado competência para a prática de ato que originalmente pertencia ao superior hierárquico. possibilitando a fiel execução da lei a que se referem. A edição de decretos de execução tem como pressuposto a edição de uma lei. passou a existir autorização expressa na CF para que o Presidente da República disponha sobre a organização e funcionamento da Administração Federal. é realizado pelo Poder Judiciário e diz respeito à repressão de crimes e contravenções tipificados nas leis penais. O decreto de execução deve restringir-se aos limites e ao conteúdo da lei.Revisão hierárquica É a prerrogativa conferida ao superior para. -decreto ou regulamento autorizado. O poder punitivo do Estado não é um poder de expressão interna. Decretos de Execução Os decretos de execução costumam ser definidos como regras gerais. -decreto ou regulamento autônomo. explicitando-o. quando não implicar aumento de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 12 . Decretos Autônomos A partir da EC 32/2001. ao Chefe do Poder Executivo. apreciar todos os aspectos de um ato de seu subordinado. editadas em função de uma lei. por meio da qual é conferida ao Poder Executivo a prerrogativa de editar atos normativos gerais e abstratos. para a edição de decretos e regulamentos. Poder Disciplinar É a faculdade que possui a Administração de punir internamente as infrações funcionais de seus servidores e demais pessoas sujeitas à disciplina dos órgão e serviços da Administração. detalhando seus dispositivos. no intuito de mantê-lo ou reformá-lo. É a autorização. Avocação Consiste no poder que possui o superior de chamar para si a execução de atribuições cometidas a seus subordinados.

-etc. A competência para a edição de decretos autônomos (CF artigo 84.Não foi instaurada em nosso ordenamento jurídico um autorização ampla e genérica para a edição de decretos autônomos. nela contida. A jurisprudência no Brasil não admite o regulamento autorizado para a disciplina de matérias reservadas à lei. No entanto. Poder de Polícia Considera-se poder de polícia a atividade da Administração Pública que. -elaboração de lista com medicamentos sujeitos à retenção de receita. Somente existem duas hipóteses de edição de decretos autônomos (delegáveis para Ministros de Estado): -organização e funcionamento da Administração Federal. os limites e os contornos da matéria a ser regulamentada. -modelo de receituário especial. quando não implicar em aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. Regulamento Autorizado Regulamento autorizado (ou delegado) é aquele que complementa disposições da lei em razão de expressa determinação. O regulamento autorizado inova o Direito nas matérias em que a lei lhe confere essa atribuição.despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. IV) pode ser delegada a outras autoridades administrativas. atos de caráter administrativo que tenham sido editados pelo Poder Executivo. deixa ao Poder Executivo a fixação de normas técnicas. estabelecendo as condições. diretamente. diretamente mediante decreto. Princípio da Reserva da Administração O princípio constitucional da reserva da Administração impede a ingerência normativa do Poder Legislativo em matérias sujeitas à exclusiva competência administrativa do Poder Executivo. Os decretos previstos na EC 32/2001 são atos de efeitos internos. no estrito desempenho de suas privativas atribuições institucionais. quando vagos. Notas: 1. como por exemplo: -regras relativas a registro de operações no mercado de capitais. quando a autorização do legislador diz respeito a matérias não reservadas à lei. por lei. limitando ou disciplinando direito. como os Ministros de Estado. para que o Poder Executivo assim o faça. nossa doutrina. quando vagos. Se uma lei autorizar o Poder Executivo a disciplinar tais matérias será inconstitucional por afrontar o princípio da separação dos poderes. e o próprio Poder Judiciário têm admitido a utilização do regulamento autorizado quando a lei. -extinção de cargos ou funções públicas. -estabelecimento de modelos de notas fiscais e outros documentos. Não pode o Poder Legislativo desconstituir. e proceda à extinção de funções ou cargos públicos. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 13 . tenham reflexos para os administrados em geral. embora. dispondo sobre a organização e funcionamento da Administração e a extinção de cargos vagos.

Poder de polícia originário É aquele exercido pelas pessoas políticas do Estado (U. Poder de polícia delegado É aquele executado pelas pessoas administrativas do Estado.E. atividades e direitos individuais. estabelecendo o motivo e escolher. em benefício da coletividade ou do próprio Estado. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 14 . respeitados os direitos do cidadão. dispõe de uma razoável liberdade de atuação. independentemente de ordem judicial. Limites A atuação da polícia administrativa só será legítima se realizada nos estritos termos jurídicos. dentro dos limites legais. à ordem. ainda que prestadores de serviço ao Estado. Poder de polícia é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e o gozo de bens. Não pode ser negada quando o requerente satisfaça os requisitos legais para sua obtenção. à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais e coletivos. A auto-executoriedade consiste na possibilidade que certos aos administrativos ensejam imediata e direta execução pela própria administração.DF.interesse ou liberdade. quanto aos atos e ele relacionados. Licença É o ato administrativo vinculado e definitivo pelo qual a Administração reconhece que o particular detentor de um direito subjetivo preenche as condições para seu gozo. Autorização É o ato administrativo discricionário em que predomina o interesse do particular. regra geral. à disciplina da produção e do mercado. à higiene. Atributos do Poder de Polícia -Discricionariedade -Auto-executoriedade -Coercibilidade A discricionariedade no exercício do poder de polícia significa que a Administração. seu conteúdo. podendo valorar a oportunidade e conveniência de sua prática. as prerrogativas individuais e as liberdades públicas asseguradas na CF e nas leis. em razão de interesse público concernente à segurança. integrantes da chamada Administração Indireta. aos costumes.M). ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público. alcançando os atos administrativos provenientes de tais pessoas. Outorga do poder de polícia para o particular A doutrina não admite a outorga do poder de polícia a pessoas da iniciativa privada. regula a prática de ato ou abstenção de fato.

Não é novidade. As sanções também não se limitam aos dispositivos legais. Tipos e formas de controle Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 15 . A teoria do accountability trata da possibilidade de exigir justificação do agente público por seus atos ou omissões e imputar-lhe algum tipo de sanção. as audiências públicas. em grupo ou por meio de entidades juridicamente constituídas. ação civil pública. dentre as quais passamos a citar: os conselhos sociais (Saúde. Assistência Social. Porém ao povo compete à titularidade do poder. que o Estado ainda possui grandes obstáculos. também é forma de controle o plebiscito. se constitui em um pressuposto fundamental da democracia. sobre o poder político do Estado. incluindo a capacidade de sanção aos agentes políticos. que faz com que mesmo com mais de 500 anos de existência no Brasil. Educação. dentre outros. Idoso. O povo está na legítima condição de detentor do poder e é necessariamente um dos elementos essenciais do Estado. etc) que são conselhos formados pelo poder público e por usuários dos serviços públicos. ação popular. O controle social é uma ferramenta de garantia dos direitos fundamentais de todo cidadão e como tal. Transparência. individualmente. Delmer Dunn afirma que o controle social não se dá somente através de ações de fiscalização e controle institucionalizadas. informação e controle social na Administração Pública Controle social é entendido como um instituto que garante aos cidadãos. O controle social na administração pública pode ser exercido de diversas maneiras. O fato é que precisamos de ações concretas. o orçamento participativo. ou ainda a não recondução nas próximas eleições. que não podem ser somente esperadas dos agentes políticos. isto é. e também a garantia da liberdade individual contra o arbítrio político. pois podem ser também simbólicas. de caráter reputacional. O poder apresenta-se como fenômeno na relação Estado e Direito consubistanciado no monopólio da força por parte do mesmo Estado. sendo quase senso comum. ainda continue falhando. A sociedade precisa trabalhar para que surja então um Estado verdadeiramente útil para todos.A coercibilidade possibilita que as medidas adotadas pela Administração podem ser impostas coativamente ao administrado. mediante a Constituição escrita. A constituição cidadã criou instrumentos para o seu exercício e proteção. pessoa estranha ao Estado (aqui entendido como União. como por exemplo as pessoas jurídicas de caráter público. os conselhos estaduais e a Ordem dos Advogados do Brasil. o poder de fiscalizar dado a toda a sociedade. sua observância é obrigatória para o particular. Estados e Municípios).

emperra a máquina administrativa suspendendo a eficácia do ato até sua análise pelo órgão competente. visto poder o ato tido como irregular poderia ser sobrestado durante a sua consecução. evitando. sistemas de controle sem muita propriedade didática. a fiscalização de concursos públicos e procedimentos licitatórios. objetiva verificar se o ato administrativo está conforme a lei que o regula. perscrutando o enquadramento da instituição no programa de governo e o acompanhamento dos atos de seus dirigentes no desempenho das funções estatutárias. Controle subseqüente ou corretivo (a posteriori) – é o feito após a realização do ato de despesa. formas. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 16 . devendo estes dois últimos.Embora a doutrina utilize tipos. abaixo discorreremos sobre os mais importantes. aprovação e revisão das atividades controladas. ou seja. vejamos: Quanto ao momento em que são realizados Controle preventivo ou prévio (a priori) – é aquele verificado antes da realização da despesa. ou seja. maior dispêndio para o erário. serem provocados. Como ilustração deste tipo de controle. Considerado o mais eficaz. visando aferir se o administrador público alcançou o resultado pretendido da melhor forma e com menos custos para a Administração. Esta modalidade de controle pressupõe faculdades de supervisão. o Contrato de Gestão. É a forma mais comum. Esta modalidade de controle é exercida tanto pela Administração como pelo Legislativo e Judiciário. denotando certa mudança na classificação do controle. exempli gratia. Controle de mérito – este avalia não o ato. orientação. Quanto ao aspecto controlado Controle da legalidade ou legitimidade – decorrente do princípio da legalidade presente no Estado de Direito. Tal modo de controle é o mais antigo. contudo. para o atingimento das finalidades da atividade controlada. segundo vários aspectos. o efeito decursivo da prática dos atos administrativos. Controle concomitante – é efetuado durante a realização da despesa. pois verificar as contas de um gestor terminada sua gestão torna a reparação do dano e a restauração do statu quo ante muito difíceis. contudo. da liquidação da despesa. dentre outros. assim. Quanto ao fundamento utilizado Controle hierárquico – decorre da desconcentração administrativa. mas a atividade administrativa de per si. fiscalização. verbi gratia. mas também a mais ineficaz. Controle finalístico – é o que verifica o escopo da instituição. tem-se as auditorias do Tribunal de Contas. da organização vertical dos órgãos administrativos. disponibilizando meios corretivos para os agentes responsáveis pelo desvio de conduta.

Assim.tem assento no artigo 74. habeas data.Controle de resultados – assemelha-se ao controle finalístico supracitado. não adentrando a seara da oportunidade e conveniência. Este controle tem espeque constitucional no artigo 74. todo cidadão poderá denunciar as irregularidades ao órgão de controle externo para fins de instauração do devido procedimento. incidindo nos contratos de gestão. Vários são os meios postos à disposição do cidadão o exercício deste controle. pelo Poder Judiciário e pelo Legislativo. ação popular. enquanto o indireto está previsto no 70. verifica-se naturalmente que o controle examina. podendo analisar o mérito do ato. Segundo a posição do órgão controlador Controle interno – quando “seu exercício cabe ao mesmo ou outro órgão da mesma administração de que emanou o ato. é exercido pelo Poder Judiciário. encontram-se as seguintes ações constitucionais: mandado de segurança coletivo e individual. em regra. Como exemplo. etc. Quanto à instauração do controle Controle de ofício (ex officio) – é o que se instaura independemente de provocação do administrado ou de qualquer outro órgão pertencente à estrutura do Poder Público. Controle externo – é o que se realiza por órgão estranho ao que emanou o ato ou procedimento administrativo. caput do mesmo Estatuto. § 2o da Lei das Leis. observando a legalidade dos atos emanados do Poder Executivo. devendo ser um auxiliar do controle externo. com um reexame sobre sua conveniência [1] ”. ação civil pública. Dentre eles. Controle por provocação ou externo popular . atuando como articulador entre as ações administrativas e a análise de legalidade. mandado de injunção. visto que o Judiciário só poderá manifestar-se acerca da legalidade. XXXV da Lei Fundamental. O controle direto é albergado no artigo 49. E já que o órgão controlador tem a mesma natureza daquele que emitiu o ato. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 17 . Controle administrativo ou executivo – é o exercido por todos os órgãos sobre as suas respectivas administrações. o mérito do ato. X da Lei Maior. ações de inconstitucionalidade. Controle parlamentar – é exercido pelo Poder Legislativo diretamente ou com o auxílio de uma Controladoria ou Tribunal de Contas. a exemplo daquele realizado pelo Tribunal de Contas. a análise de contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros públicos. Segundo a natureza dos organismos controladores Controle judiciário – encontra respaldo no artigo 5º.

C. inclusive a do rei. o Príncipe Regente D. embora encontremos outras formas [2]. ou seja. No período medieval. na República da Irlanda. hierarquicamente subordinado àquele. (b) as Controladorias têm avançado sistema de fiscalização.. presentes tais controles já aos tempos do Código Indiano de Manu (século XIII a. nas Antigas Grécia (logistas) e Roma (questores) que a atividade de fiscalização do Estado recebeu institucionalização. quando autorizada a decidir sobre a conveniência e Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 18 . foram criados órgãos de controle na França e Inglaterra. os quais delinearam.Do Controle Externo A origem dos órgãos de controle remonta à gênese embrionária dos Estados. possuindo seus membros as mesmas garantias e impedimentos dos membros do Poder Judiciário. Os dois ramos predominantes na atualidade são as Controladorias e os Tribunais de Contas. que examinava toda a atividade estatal. na valoração dos motivos e na escolha do objeto do ato. dentre outros. os atuais modelos de controle: Tribunais de Contas e Controladorias. Este modo caracteriza-se pela marcante presença de um órgão colegiado. os Chambres de Comptes e Exchequer. possuem profundas distinções. respectivamente. Este modo de controle de contas públicas observa proficuamente o mérito ou economicidade do ato administrativo. a origem do controle das contas pública deu-se com a vinda da Família Real para o Brasil. Os estudiosos costumam classificar o controle epigrafado em dois principais sistemas. sucessor do Estado Absolutista. no entanto. pois. Entre nós. As Cortes de Contas surgem nos países de tradição latina. à exceção dos pseudos Estados de Direito. dotadas de competência para análise do mérito do ato administrativo. através da criação do Tribunal de Contas da União. As Controladorias são mais encontradiços nos países de tradição anglo-saxônica. nos Estados Unidos. Hodiernamente. já os Pretórios de Contas são órgãos de decisão coletiva. grosso modo. os doutrinadores são unânimes ao asseverar não haver país democrático sem a presença de um órgão de controle com a missão de fiscalizar e garantia à sociedade a boa gestão do dinheiro público. segundo Hely Lopes: “. em 28 de junho de 1808. a saber: (a) as Controladorias são órgãos monocráticos. servindo de inspiração para as demais gerações. Os Tribunais de Contas e Controladorias tenham o mesmo escopo. algo inimaginável até o período do advento do Estado Moderno. Foi. um Ofício Revisional. em Israel. perante este responsável. consubstancia-se. Referido controle é formado por um órgão monocrático (Controlador-geral.. que.). portanto. João VI lavrou alvará criando o Erário Régio e Conselho de Fazenda. a quem compete observar a legalidade dos atos administrativos. tendo notável desenvolvimento na França. designado pelo Parlamento e. concomitante à instituição da República. difundida na GrãBretanha. Vale observar que o referido controle tomou a feição atual com a iniciativa do pranteado baiano Ruy Barbosa. por Napoleão em 1807. fiscalizar as contas da Administração Pública. É notada também na Antiga China a existência de um órgão fiscalizador da administração financeira. feita pela Administração incumbida de sua prática. chefiado por um censor. revisor).

os Tribunais de Contas tornam-se meros departamentos submetidos ao interesse do Governo. pois refere-se à investidura dos integrantes dos órgãos de controle. à Assembléia Legislativa Estadual ou Câmara de Vereadores. acabará informando a própria localização da instituição como órgão independente ou meramente submetidos ao interesse do Governo. como corolário do princípio da legalidade. as competências funcionais dos Tribunais e Controladorias estão. posição comum nos países de regime ditatorial. mas de colaboração técnica com a respectiva Casa Legislativa. Entrementes. como órgão autônomo e com competências claramente fixadas pela Constituição. na verdade. A forma de indicação de seus membros. A vinculação ao Poder Executivo é hoje opinião minoritária entre as nações. incapazes de fiscalizá-lo. ou seja. assim. Todavia. sem esse componente. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 19 . previstas no Estatuto Maior de cada país. eleitoral e militar. pois o caput do artigo 70 do referido diploma legal prevê a apreciação da legalidade. No tocante à posição do órgão de controle. inclusive no Brasil. investiga a adequação do ato à norma legal. pois. os Tribunais de Contas viram suas competências ser significativamente ampliadas.oportunidade e justiça do ato a realizar”. como é o caso da trabalhista. Cabe abordar a posição de independência e autonomia do órgão de controle externo. economicidade dos atos administrativos da Administração Direta e Indireta. O Tribunal de Contas no Estado Brasileiro exerce o controle externo em auxílio ao Congresso Nacional. sendo esta última a mais encontrada. especialmente junto à Fazenda Pública. existem várias formas de investidura dos membros dos Tribunais e Controladorias. no que atine à autonomia administrativa e funcional. a discussão acerca da posição do órgão controlador até hoje persiste. A exclusividade de competência é facilmente encontrada na maioria dos países que possuem um desenvolvido órgão de controle. a forma geral de indicação segue as mesmas regras adotadas nas indicações de juízes de tribunais superiores dos respectivos países. malgrado alguns destes órgãos originarem-se no Executivo. Executivo ou Legislativo. via de regra. Já o Colégio de Contas analisa a regularidade e conformidade do ato. uma justiça especializada. observa-se constituir pré-requisito para o funcionamento adequado dos órgãos de controle e. à exclusividade de sua competência e à investidura e garantias de seus membros. com o advento da Carta de 1988. formando. portanto. como alhures. Referente à autonomia administrativa e funcional. legitimidade. A posição do órgão de controle vinculado ao Legislativo é a adotada em larga escala na maior parte do mundo. ele pode ser vinculado ao Judiciário. Aqui. Contudo. A problemática maior agora se põe. entendem dever o órgão de controle passar a integrar o corpo da Magistratura. Para os que defendem o vínculo ao Poder Judiciário. não ocupando posição de subordinação ao Parlamento. bem como a situação em que estes executam a tarefa de controle. pois existem defensores para cada posição do referido órgão.

celebra com pessoas físicas ou jurídicas. Contratos administrativos: conceito. segundo regime jurídico de direito público” Características: a) Presença da Administração Pública como Poder Público: nos contratos administrativos. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 20 . públicas ou privadas. p. Poder-se-ia questionar tal forma de investidura que na sua forma pura. 250). ou seja. ela ficará relativamente nivelada com os particulares. características. e parte constitui-se de indicações do Executivo. formalização De acordo com Di Pietro . Exemplo: aos Municípios compete prestar o transporte coletivo urbano (CF. a Administração “aparece com uma série de prerrogativas que garantem a sua posição de supremacia sobre o particular” (Di Pietro. a saber: vitaliciedade. um desafio aos Tribunais de Contas e Controladorias é ajustar-se ao novo modelo do Estado para bem desempenhar sua missão de fiscalizar a boa aplicação dos recursos do orçamento público e ter padrão de avaliação de resultados para dar a sociedade a satisfatória informação que ela espera”. nessa qualidade. poderia ser escorreita. é inegável que a finalidade pública é atingida de forma direta e imediata.. nos quais a Administração figura em condição de superioridade frente aos contratados privados. b) Finalidade pública: o contrato administrativo visa ao interesse público. Por conseguinte. tal como ocorre nas concessões de serviço público. para a consecução de fins públicos. Em outros casos. 30.O Brasil adota o sistema misto. Antonio Roque Citadini. No que concerne às vedações são igualmente adotadas as aplicadas aos Magistrados. porém ao invés de fazê-lo diretamente. V). Nesse caso. os órgãos controladores tiveram suas competências substancialmente alargadas. inamovibilidade e irredutibilidade de subsídio. não só para a boa aplicação do dinheiro público.Contratos administrativos “são ajustes que a Administração. todavia. pois os pretensos representantes do povo nomeiam os Ministros e Conselheiros ao seu talante e da forma mais conveniente. Conforme o citado autor: “. Destarte. Em certos casos. porém. com muita propriedade discorre sobre os desafios que o Controle Externo terá com a volta da política liberal. ainda que somente consiga contemplá-lo indiretamente. Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e autor de livros sobre o controle externo. se a Administração celebrar um contrato de direito privado. passando a observar não apenas a legalidade dos atos como também a sua economicidade.. Tal realidade. as insculpidas no artigo 95. foi desvirtuada. 2003. os órgãos de controle deverão ser considerados instrumentos de suma importância. o Estado Mínimo do ideário francês Laissez Faire. onde parte dos membros são indicados pelo próprio Legislativo. na atual conjuntura. não é a dos contratos administrativos. I a III da Carta Magna. e por ele aprovada. art. os membros do controle gozarão das mesmas inerentes ao Poder Judiciário. com a aprovação do Legislativo. cedendo a prestação dos serviços a particulares. De fato. podem celebrar contrato de concessão. a concessão não visa ao enriquecimento da empresa privada. e sim para a manutenção da ordem jurídica posta pelo Estado de Direito. ou seja. mas ao atendimento das necessidades coletivas. Acerca das garantias.

indicação de recursos orçamentários e licitação”(Di Pietro. as quais são plenamente válidas nos contratos em que a administração figura como parte. total ou parcial. as cláusulas exorbitantes são prerrogativas que permitem à administração: a) modificar unilateralmente os contratos “para melhor adequação às finalidades de interesse público. E mais: a Administração não é inteiramente livre na criação de tais cláusulas. imóveis. VI. modalidades e procedimentos. ninguém teria o interesse de celebrar contratos administrativos Licitações . do contrário. d) aplicar sanções motivadas pela inexecução total ou parcial do ajuste. eis que se atrela ao que impõem as leis. Assim.° 8.666/93). p. 58 da Lei nº 8. 78. em caso de serviço essencial. em razão da supremacia dos interesses públicos sobre os interesses particulares. sob pena de rescisão contratual (arts.883. do seu objeto. deve respeitar o equilíbrio econômico-financeiro. fases (Lei n. que prejudique a execução do contrato (art. Ademais. sendo o interesse público satisfeito de forma indireta. “em razão da pessoa”.666/93. simplesmente as aceita.666/93). não admitidas no edital. existem cláusulas que. respeitados os direitos do contratado”. eis que existem atos e procedimentos rígidos. concessão de sepultura em cemitério). a saber: “avaliação. garantindo-lhe o aumento da remuneração respectiva ou a indenização por despesas já realizadas. e) Natureza “intuito personae”: os contratos administrativos não são celebrados com qualquer pessoa. Coerentemente com essa realidade. b) a alteração social ou a modificação da finalidade ou da estrutura da empresa. e) ocupar. nos caso de infração contratual ou inaptidão do contratante. total ou parcial. de 8 de junho de 1994 e complementos) LICITAÇÃO Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 21 . O contratante não participa da elaboração delas. f) Cláusulas exorbitantes: nos contratos administrativos. motivação. 254). provisoriamente bens móveis. a serem observados pela Administração. c) fiscalizar a execução dos contratos. d) Contrato de adesão: as cláusulas do contrato administrativo são previamente fixadas pela Administração Pública. Daí o sentido da expressão latina “intuito personae”. XI. c) Formalismo: os contratos administrativos exigem a forma escrita. Lei 8. os regulamentos e o princípio da indisponibilidade do interesse público. é o interesse privado do particular contratado que é imediatamente satisfeito (ex. Sempre que a Administração altera ou rescinde o contrato sem culpa do contratante. uma série de trâmites burocráticos. 2003. obrigatoriedade. 72 e 78. a associação do contratado com outrem ou a cessão ou transferência. eles não são celebrados ao mero acaso.princípios. Nos termos do art. sob pena de nulidade do pacto. Observação. autorização pela autoridade competente. são vedadas: a) a subcontratação. isto é. dispensa e inexigibilidade. b) rescindir unilateralmente os contratos. mas com aquelas que demonstraram qualidades especiais no procedimento licitatório.contudo. pois. Trata-se das cláusulas exorbitantes. na hipótese da necessidade de acautelar apuração administrativa de faltas contratuais pelo contratado. Lei 8. no âmbito do direito privado seriam consideradas incomuns ou ilícitas. como pressuposto. pessoal e serviços vinculados ao objeto do contrato. a decisão de celebrar um contrato administrativo tem. bem como na hipótese de rescisão do contrato administrativo.

nas normas e princípios em vigor. serviços. dos Estados. mediante divulgação dos atos praticados pelos administradores em todas as fases da licitação. alienações e locações no âmbito dos Poderes da União. esse princípio vincula os licitantes e a Administração Pública às regras estabelecidas. ressalvadas as hipóteses de dispensa e de inexigibilidade de licitação. A Lei nº 8. ética. # Princípio da Moralidade e da Probidade Administrativa A conduta dos licitantes e dos agentes públicos tem que ser.Conceitos e Princípios Licitação é o procedimento administrativo formal em que a Administração Pública convoca. Os seguintes princípios básicos que norteiam os procedimentos licitatórios devem ser observados. A licitação objetiva garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração. De acordo com essa Lei. # Princípio da Vinculação ao Instrumento Convocatório Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 22 . inciso XXI.666 de 1993. afastando a discricionariedade e o subjetivismo na condução dos procedimentos da licitação. É condição essencial para garantir em todas as fases da licitação. # Princípio da Isonomia Significa dar tratamento igual a todos os interessados. do Distrito Federal e dos Municípios. empresas interessadas na apresentação de propostas para o oferecimento de bens e serviços. dentre outros: # Princípio da Legalidade Nos procedimentos de licitação. estabeleceu normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras. mediante condições estabelecidas em ato próprio (edital ou convite). da Constituição Federal. a celebração de contratos com terceiros na Administração Pública deve ser necessariamente precedida de licitação. os bons costumes e as regras da boa administração. compras. além de lícita. # Princípio da Publicidade Qualquer interessado deve ter acesso às licitações públicas e seu controle. compatível com a moral. de maneira a assegurar oportunidade igual a todos os interessados e possibilitar o comparecimento ao certame ao maior número possível de concorrentes. inclusive de publicidade. # Princípio da Impessoalidade Esse princípio obriga a Administração a observar nas suas decisões critérios objetivos previamente estabelecidos. ao regulamentar o artigo 37.

as fundações públicas. Nada poderá ser criado ou feito sem que haja previsão no ato convocatório.666. levando em consideração aspectos relacionados à capacidade técnica e econômico-financeira do licitante. Quem deve Licitar Estão sujeitos à regra de licitar. É necessário.666. deve ser adotada a modalidade de licitação adequada. O procedimento de licitação objetiva permitir que a Administração contrate aqueles que reúnam as condições necessárias para o atendimento do interesse público. 37. as alienações e locações devem ser contratadas mediante licitações públicas. verificar se há previsão de recursos orçamentários para o pagamento da despesa e se esta se encontrará em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal. NOÇÕES GERAIS O Que é Licitar A execução de obras. Afasta a possibilidade de o julgador utilizar-se de fatores subjetivos ou de critérios não previstos no ato convocatório. as autarquias. os fundos especiais. à qualidade do produto e ao valor do objeto. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 23 . Por que Licitar A Constituição Federal. e alterações posteriores. quando o objeto pretendido referir-se a bens e serviços comuns listados no Decreto nº 3. do serviço ou do bem a ser licitado. mediante realização de pesquisa de mercado. Estados. art. mesmo que em benefício da própria Administração. a prestação de serviços e o fornecimento de bens para atendimento de necessidades públicas. de 1993. prevê para a Administração Pública a obrigatoriedade de licitar. exceto nos casos previstos na Lei nº 8. de 1993. Como Licitar Uma vez definido o objeto que se quer contratar. é necessário estimar o valor total da obra. as empresas públicas.Obriga a Administração e o licitante a observarem as normas e condições estabelecidas no ato convocatório. inciso XXI. ainda. além dos órgãos integrantes da administração direta. prevista na Lei nº 8. # Princípio do Julgamento Objetivo Esse princípio significa que o administrador deve observar critérios objetivos definidos no ato convocatório para o julgamento das propostas.555. Após apuração da estimativa. com prioridade especial para o pregão. as sociedades da economia mista e demais entidades controladas direta e indiretamente pela União. Distrito Federal e Municípios.

três membros. sendo pelo menos dois deles servidores qualificados pertencentes aos quadros permanentes dos órgãos da Administração responsáveis pela licitação. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 24 . os agentes públicos designados pela autoridade de competência. é possível a recondução parcial desses membros. exceto quando se trata de pregão. Pode ser permanente e especial. A comissão de licitação é criada pela Administração com a função de receber. que regulamenta esta modalidade. Será permanente quando a designação abranger a realização de licitações por período determinado de no máximo doze meses. em caráter excepcional e só em convite. ser pregoeiro ou para realizar licitação na modalidade convite. que não está limitado a valores. A investidura dos membros das comissões permanentes não pode exceder a um ano. a comissão pode ser substituída por servidor designado para esse fim. mediante ato administrativo próprio (portaria. tomadas de preços e convite. no mínimo. Os membros da comissão de licitação respondem solidariamente pelos atos praticados. habilitar o licitante e adjudicar o objeto vencedor. receberem a proposta escrita e os lances verbais. Modalidades de Licitação Modalidade de licitação é a forma específica de conduzir o procedimento licitatório. A lei não admite apenas a recondução da totalidade. salvo se posição individual divergente estiver devidamente fundamentada e registrada em ata lavrada na reunião em que tiver sido tomada a decisão. examinar e julgar todos os documentos e procedimentos relativos ao cadastramento de licitantes e às licitações nas modalidades de concorrência. Quando da renovação da comissão para o período subseqüente. o pregoeiro e respectiva equipe de apoio são designados dentre os servidores do órgão ou entidade promotora da licitação para.de 8 de agosto de 2002. analisar a aceitabilidade da proposta e efetuar sua classificação. Nas pequenas unidades administrativas a na falta de pessoal disponível. para integrar comissão de licitação. É constituída por. a partir de critérios definidos em lei. por exemplo). Será especial quando for o caso de licitações específicas. No caso de pregão. O valor estimado para contratação é o principal fator para escolha da modalidade de licitação. dentre outras atribuições. Responsáveis pela licitação Consideram-se responsáveis pela licitação.

Além do leilão e do concurso, as demais modalidades de licitação admitidas são exclusivamente as seguintes: CONCORRÊNCIA Modalidade da qual podem participar quaisquer interessados que na fase de habilitação preliminar comprovem possuir requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução do objeto da licitação. TOMADA DE PREÇOS Modalidade realizada entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. CONVITE Modalidade realizada entre interessados do ramo de que trata o objeto da licitação, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela Administração. O convite é a modalidade de licitação mais simples. A Administração escolhe quem quer convidar, entre os possíveis interessados, cadastrados ou não. A divulgação deve ser feita mediante afixação de cópia do convite em quadro de avisos do órgão ou entidade, localizado em lugar de ampla divulgação. No convite é possível a participação de interessados que não tenham sido formalmente convidados, mas que sejam do ramo do objeto licitado, desde que cadastrados no órgão ou entidade licitadora ou no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores – SICAF. Esses interessados devem solicitar o convite com antecedência de até 24 horas da apresentação das propostas. No convite para que a contratação seja possível, são necessárias pelo menos três propostas válidas, isto é, que atendam a todas as exigências do ato convocatório. Não é suficiente a obtenção de três propostas. É preciso que as três sejam válidas. Caso isso não ocorra, a Administração deve repetir o convite e convidar mais um interessado, enquanto existirem cadastrados não convidados nas últimas licitações, ressalvadas as hipóteses de limitação de mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, circunstâncias estas que devem ser justificadas no processo de licitação. Para alcançar o maior número possível de interessados no objeto licitado e evitar a repetição do procedimento, muitos órgãos ou entidades vêm utilizando a publicação do convite na imprensa oficial e em jornal de grande circulação, além da distribuição direta aos fornecedores do ramo. A publicação na imprensa e em jornal de grande circulação confere ao convite divulgação idêntica à da concorrência e à tomada de preços e afasta a discricionariedade do agente público. Quando for impossível a obtenção de três propostas válidas, por limitações do mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, essas circunstâncias deverão ser devidamente motivada e justificados no processo, sob pena de repetição de convite.
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Limitações de mercado ou manifesto desinteresse das empresas convidadas não se caracterizam e nem podem ser justificados quando são inseridas na licitação condições que só uma ou outra empresa pode atender. PREGÃO É a modalidade licitação em que disputa pelo fornecimento de bens e serviços comuns é feita em sessão pública. Os licitantes apresentam suas propostas de preço por escrito e por lances verbais, independentemente do valor estimado da contratação. Ao contrário do que ocorre em outras modalidades, no Pregão a escolha da proposta é feita antes da análise da documentação, razão maior de sua celeridade. A modalidade pregão foi instituída pela Medida Provisória 2.026, de 4 de maio de 2000, convertida na Lei nº 10.520, de 2002, regulamentada pelo Decreto 3.555, de 2000. O pregão é modalidade alternativa ao convite, tomada de preços e concorrência para contratação de bens e serviços comuns. Não é obrigatória, mas deve ser prioritária e é aplicável a qualquer valor estimado de contratação. Escolha da modalidade de Licitação A escolha das modalidades concorrência, tomada de preços, e convite é definida pelos seguintes limites: Concorrência: Obras e serviços de engenharia acima de R$ 1.500.000,00. Compras e outros serviços acima de R$ 650.000,00. Tomada de Preços Obras e serviços de engenharia acima de R$ 150.000,00 até R$ 1.500.000,00. Convite Obras e serviços de engenharia acima de R$ 15.000,00 até R$ 150.000,00. Compras e outros serviços acima de R$ 8.000,00 até R$ 80.000,00. Quando couber convite, a Administração pode utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência. Quando se tratar de bens e serviços que não sejam de engenharia, a Administração pode optar pelo pregão.

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Dispensa e Inexigibilidade A licitação é regra para a Administração Pública, quando contrata obras, bens e serviços. No entanto, a lei apresenta exceções a essa regra. São os casos em que a licitação é legalmente dispensada, dispensável ou inexigível. A possibilidade de compra ou contratação sem a realização de licitação se dará somente nos casos previstos em lei. Tipos de licitação O tipo de licitação não deve ser confundido com modalidade de licitação. Modalidade é procedimento. Tipo é o critério de julgamento utilizado pela Administração para seleção da proposta mais vantajosa. Os tipos de licitação mais utilizados para o julgamento das propostas são os seguintes: Menor Preço Critério de seleção em que a proposta mais vantajosa para a Administração é a de menor preço. É utilizado para compras e serviços de modo geral e para contratação e bens e serviços de informática, nos casos indicados em decreto do Poder Executivo. Melhor Técnica Critério de seleção em que a proposta mais vantajosa para a Administração é escolhida com base em fatores de ordem técnica. É usado exclusivamente para serviços de natureza predominantemente intelectual, em especial na elaboração de projetos, cálculos, fiscalização, supervisão e gerenciamento e de engenharia consultiva em geral, e em particular, para elaboração de estudos técnicos preliminares e projetos básicos e executivos. Técnica e Preço Critério de seleção em que a proposta mais vantajosa para a Administração é escolhida com base na maior média ponderada, considerando-se as notas obtidas nas propostas de preço e de técnica. É obrigatório na contratação de bens e serviços de informática, nas modalidades tomada de preços e concorrência.

Fases da Licitação Os atos da licitação devem desenvolver-se em seqüência lógica, a partir da existência de determinada necessidade pública a ser atendida. O procedimento tem início com o planejamento e prossegue até a
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assinatura do respectivo contrato ou a emissão de documento correspondente, em duas fases distintas: Fase interna ou preparatória Delimita e determina as condições do ato convocatório antes de trazê-las ao conhecimento público. Fase externa ou executória Inicia-se com a publicação do edital ou com a entrega do convite e termina com a contratação do fornecimento do bem, da execução da obra ou da prestação do serviço.

A Fase Interna Durante a fase interna da licitação, a Administração terá a oportunidade de corrigir falhas porventura verificadas no procedimento, sem precisar anular atos praticados. Exemplo: inobservância de dispositivos legais, estabelecimento de condições restritivas, ausência de informações necessárias, entre outras faltas.

Procedimentos para a abertura de processo licitatório

A fase interna do procedimento relativo às licitações públicas observará a seguinte seqüência de atos preparatórios: solicitação expressa do setor requisitante interessado, com indicação de sua necessidade; aprovação da autoridade competente para início do processo licitatório, devidamente motivada e analisada sob a ótica da oportunidade, conveniência e relevância para o interesse público; estimativa do valor da contratação, mediante comprovada pesquisa de mercado; indicação de recursos orçamentários para fazer face à despesa; verificação da adequação orçamentária e financeira, em conformidade com a Lei de responsabilidade Fiscal, quando for o caso; elaboração de projeto básico, obrigatório em caso de obras e serviços; definição da modalidade e do tipo de licitação a serem adotados. Com o advento da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF, outras exigências foram impostas ao gestor público para promover licitações públicas, em especial quando a despesa se referir à criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa. Nesse caso, são condições necessárias para a efetivação do procedimento licitatório a existência de: estimativa de impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor a despesa e nos dois subseqüentes; declaração do ordenador de despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei
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são despesas irrelevantes aquelas cujo valor não ultrapasse os limites dos incisos I e II do art. nos termos da legislação específica. serviços ou compras.orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. da Lei nº 10. prioridades e metas previstas nesses instrumentos e não infrinja qualquer de suas disposições. a obra ou o serviço estiverem incluídos nas metas estabelecidas no PPA. previstas no programa de trabalho.00. de forma que somadas todas as despesas da mesma espécie.000. salvo nos casos em que for tecnicamente injustificável. o administrador deve estar atento às peculiaridades do objeto e às diferentes exigências da Lei de Licitações na contratação de obras. se for o caso. o fornecimento de bens e serviços sem similaridade ou de marcas. inciso II. Não poderão ser incluídos no objeto da licitação: a obtenção de recursos financeiros para execução de obras e serviços.98. a despesa objeto de dotação específica e suficiente. Pelas LDO`s para 2003 (art.110. de 25 de julho de 2002) e para 2004 (art. ou seja. para obras e serviços de engenharia e R$ 8. as licitações somente poderão ser realizadas quando: houver projeto básico aprovado pela autoridade competente e disponível para exame dos interessados em participar do processo licitatório. definidas para a lei de diretrizes orçamentárias (LDO). exceto nos casos de empreendimentos executados e explorados sob o regime de concessão. No caso de execução de obras e prestação de serviços. de R$ 15.707. os objetivos. características e especificações exclusivas. houver previsão de recursos orçamentários que assegurem o pagamento das obrigações decorrentes de obras ou serviços a serem executadas no exercício financeiro em curso. ou que seja abrangida por crédito genérico. da Lei nº 10. Para a Lei de Responsabilidade Fiscal. qualquer que seja a sua origem. considera-se: adequada com a lei orçamentária anual. existir orçamento detalhado em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários.524. a despesa que se conforme com as diretrizes. por exemplo.000. compatível com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias. ou quando o fornecimento desses materiais e Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 29 . inciso II. realizadas e a realizar. respectivamente. A LRF ressalvou dessas exigências apenas as despesas consideradas irrelevantes.00 para compras e outros serviços.24 da Lei de Licitações. 30 de julho de 2003). não sejam ultrapassados os limites estabelecidos para o exercício. Obras e Serviços Para definir o objeto da licitação. de acordo com o respectivo cronograma de desembolso.

serviços for feito sob o regime de administração contratada. de paredes Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 30 . em contratações de objetos mais comuns. * tarefa. Seu uso se verifica. serviços e instalações necessárias. compreendendo todas as etapas da obra. Nesse regime. com previsão de seus custos atual e final. com ou sem fornecimento de materiais. A empreitada por preço unitário é usada quando se contrata a execução da obra ou serviço por preço certo de unidades determinadas. a contratação é feita sob os seguintes regimes: * empreitada por preço global. concretagem da laje. É empregada com mais freqüência em projetos de maior complexidade. e será realizada sob a forma de: execução direta – quando a Administração utiliza meios próprios. cujas quantidades de serviços e dos materiais relativos às parcelas de maior relevância e do valor significativo são definidas de forma exata no ato convocatório. previsto no ato convocatório. nem tampouco no orçamento apresentado junto à proposta. Esse uso diz respeito à segurança estrutural e operacional e deve ter as características adequadas às finalidades para as quais o objeto que foi contratado. Devem ser atendidos os requisitos técnicos e legais para o uso do objeto. pois seus quantitativos são pouco sujeitos a alterações. revestimento. ou seja. A empreitada por preço global é utilizada quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total. o pagamento deve ser realizado por unidades feitas. o contratado assume inteira responsabilidade pela execução do objeto até a sua entrega ao órgão ou entidade da Administração em condições de ser utilizado. Exemplo: metragem executada das fundações. levando em conta o prazo total da execução. A execução das obras e dos serviços deve ser programada sempre em sua totalidade. Na empreitada por preço unitário. Na empreitada por preço global. quando os quantitativos de materiais empregados são pouco sujeitos a alterações durante a execução da obra ou da prestação de serviços e podem ser aferidos mais facilmente. * empreitada integral. A tarefa é utilizada quando se contrata a mão-de-obra para pequenos trabalhos por preço certo. A empreitada integral é usada quando se pretende contratar o objeto em sua totalidade. execução indireta – quando a Administração contrata com terceiros a execução das obras e dos serviços. cobertura. A empreitada por preço global e a empreitada por preço unitário são os regimes mais utilizados de contratação. por exemplo: fundações. pintura e outras etapas. Na execução indireta. * empreitada por preço unitário. o pagamento deve ser efetuadoapós a conclusão dos serviços ou etapas definidos em cronograma físico-financeiro. estrutura. geralmente.

levantadas. que possam culminar com acréscimos quantitativos além dos limites legais. obrigatoriamente. por exemplo. Um projeto básico bem elaborado para contratação de serviços de manutenção preventiva e corretiva. dele sendo parte integrante. Tem como objeto assegurar a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. e deve ser elaborado segundo as exigências contidas na Lei nº 8. de colocação de piso. O projeto básico Toda licitação de obra ou serviço deve ser precedida da elaboração do projeto básico. Deve ser elaborado com base nas indicações de estudos técnicos preliminares. a realidade da execução da obra ou da prestação de serviços. Possibilita a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução. deve fornecer. para caracterizar a obra ou o serviço. A lei estabelece que o projeto básico deve estar anexado ao ato convocatório. É recomendável que o estabelecimento das quantidades a serem licitadas e contratadas seja o mais exato possível. orçamento detalhado do custo global da obra. dentre outras informações essenciais: Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 31 . com nível de precisão adequado. Projeto básico é o conjunto de elementos necessários e suficientes. ou complexo de obras ou serviços. relativamente as obras. A legislação determina que o projeto básico. fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados. de colocação de gesso. identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra. os quais devem retratar. deve conter os seguintes elementos: desenvolvimento da solução escolhida. A licitação sob o regime de preço unitário é mais indicada quando o objeto incluir o fornecimento de materiais ou serviços com previsão de quantidades ou cujos quantitativos correspondam às previsões reais do projeto básico ou executivo. soluções técnicas globais e localizadas. a Administração deverá fornecer.666 de 1993. de pintura. junto com o ato convocatório. todos os elementos e informações necessárias para que os licitantes possam elaborar suas propostas de preços com total e completo conhecimento do objeto da licitação. subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra. informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos. a fim de evitar distorções na execução de obras ou na prestação de serviços. Independentemente da modalidade adotada. com adequado nível de precisão.

Os valores referidos serão acrescidos de 20% (vinte por cento) para compras. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 32 . com nível máximo de detalhamento possível de todas as suas etapas. com registro na entidade profissional competente. R$ 8. quando for o caso. material mínimo necessário para estoque no local dos serviços. além de ser peça imprescindível para execução de obra ou prestação de serviço. uma vez que este poderá ser desenvolvido concomitantemente com a execução das obras e serviços. de forma detalhada. quinzenal. Deve permitir ao licitante as informações necessárias à boa elaboração de sua proposta. obras e serviços contratados por sociedades de economia mista e empresas públicas. se o projeto básico for falho ou incompleto. No caso. para quaisquer outros serviços. O projeto básico. para obras e serviços de engenharia. quando não puder ser feito no próprio prédio. é o documento que propicia à Administração conhecimento pleno do objeto que se quer licitar. se diária. clara e precisa. Em qualquer licitação de obras e serviços. local de conserto dos equipamentos. Para realização do procedimento licitatório não há obrigatoriedade da existência prévia de projeto executivo. semanal. na data da sua publicação. mensal.detalhamento do objeto. Projeto executivo é o conjunto de elementos necessários e suficientes à realização do empreendimento a ser executado. a licitação deverá prever a elaboração do competente projeto executivo por parte da contratada ou por preço previamente fixado pela Administração.00. O projeto executivo Nas licitações para contratação de obras também é exigido projeto executivo. etc. além de autarquias e fundações qualificadas na forma de agências executivas. No ato convocatório deve ser informado se há projeto executivo disponível. a licitação estará viciada e a contratação não atenderá aos objetivos da Administração.000.00. existência de plantonistas quando for o caso. As obras e serviços limitados aos valores máximos a seguir estão dispensados de licitação e desobrigam o agente público da elaboração do projeto básico. e o local onde possa ser examinado e adquirido. prazo para atendimento às chamadas. a que estará sujeito. horário das visitas de manutenção. mediante regras estabelecidas pela Administração. desde que autorizado pela Administração. equipe mínima/composição da equipe técnica. relação do material de reposição que deverá estar coberto pelo futuro contrato.000. exigência de oficina. periodicidade de visitas. R$ 15.

Quem não pode participar da licitação? Não podem participar. isoladamente ou em consórcio. desde que nas funções de fiscalização. financeira ou trabalhista entre o autor do projeto. econômica. e o licitante ou responsável pelos serviços. pessoa física ou jurídica. da execução da obra. supervisão ou gerenciamento. inclusive as em regime especial. fornecimento e obras. 1o Esta Lei institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. das autarquias e fundações públicas federais. é o regime jurídico Estatutário aplicável aos Servidores Públicos Civis da União. É permitido ao autor do projeto a participação na licitação de obra ou serviços. pessoa física ou jurídica. o Distrito Federal e os Municípios .112/90. apenas na qualidade de consultor ou técnico.há um Estatuto. 2o Para os efeitos desta Lei. Título I Capítulo Único Das Disposições Preliminares Art. o servidor dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsáveis pela licitação. gerente. 3o Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. de responsável pela elaboração de projeto básico ou executivo ou da qual o autor do projeto seja dirigente.União. Art. e das fundações públicas federais. Art. das autarquias. No âmbito de cada pessoa política . Regime Jurídico dos Servidores Públicos Federais Regime jurídico dos servidores públicos é o conjunto de princípios e regras referentes a direitos. A lei que reúne estas regas é denominada de Estatuto e o regime jurídico passa a ser chamado de regime jurídico Estatutário. da licitação. incluindo-se os fornecimentos de bens e serviços a estes necessários. servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público. direta ou indiretamente. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 33 . Considera-se participação indireta a existência de qualquer vínculo de natureza técnica. da prestação dos serviços e do fornecimento de bens necessários à obra ou serviços: o autor de projeto básico ou executivo. e exclusivamente a serviço da Administração. com suas alterações. Esse entendimento é extensivo aos membros da comissão de licitação. responsável técnico ou subcontratado. ou na execução. comercial. de 11/12/1990. A lei 8. os Estados. deveres e demais normas que regem a sua vida funcional. ocupantes de cargos públicos. a empresa. ou controlador. acionista ou detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto.

a quitação com as obrigações militares e eleitorais. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 34 .o gozo dos direitos políticos.97) IV .11. (Incluído pela Lei nº 9.readaptação. § 3o As universidades e instituições de pesquisa científica e tecnológica federais poderão prover seus cargos com professores.515. de acordo com as normas e os procedimentos desta Lei.12. Título II Do Provimento. de 10. Art. 4o É proibida a prestação de serviços gratuitos. Redistribuição e Substituição Capítulo I Do Provimento Seção I Disposições Gerais Art. salvo os casos previstos em lei.o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo. VI . 6o O provimento dos cargos públicos far-se-á mediante ato da autoridade competente de cada Poder. Art. § 1o As atribuições do cargo podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei. para provimento em caráter efetivo ou em comissão. II .(Revogado pela Lei nº 9.527. IV . V .97) V . Remoção. técnicos e cientistas estrangeiros.527. 8o São formas de provimento de cargo público: I .nomeação. Os cargos públicos. acessíveis a todos os brasileiros. III .(Revogado pela Lei nº 9. são criados por lei.aptidão física e mental.Parágrafo único. 5o São requisitos básicos para investidura em cargo público: I .97) Art. III .a nacionalidade brasileira. § 2o Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras. para tais pessoas serão reservadas até 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas no concurso. Art. Vacância. de 10.promoção.12. II . de 20. com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos.a idade mínima de dezoito anos. 7o A investidura em cargo público ocorrerá com a posse.

para cargos de confiança vagos. Seção II Da Nomeação Art.12. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo. serão estabelecidos pela lei que fixar as diretrizes do sistema de carreira na Administração Pública Federal e seus regulamentos.527. VII .527. § 2o Não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado. sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa. podendo ser prorrogado uma única vez.12. 12. 9o A nomeação far-se-á: I .VI .reversão. de 10.12.97) (Regulamento) Art. 10.527. IX . § 1o O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em edital. condicionada a inscrição do candidato ao pagamento do valor fixado no edital. em outro cargo de confiança.recondução.527. de 10. Os demais requisitos para o ingresso e o desenvolvimento do servidor na carreira.97) Parágrafo único. obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade. podendo ser realizado em duas etapas. O concurso público terá validade de até 2 (dois ) anos.12.em caráter efetivo. de 10. conforme dispuserem a lei e o regulamento do respectivo plano de carreira.(Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9. quando indispensável ao seu custeio. por igual período. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 35 . de 10. e ressalvadas as hipóteses de isenção nele expressamente previstas. A nomeação para cargo de carreira ou cargo isolado de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos. VIII .reintegração. interinamente. que será publicado no Diário Oficial da União e em jornal diário de grande circulação. inclusive na condição de interino.aproveitamento. quando se tratar de cargo isolado de provimento efetivo ou de carreira. 13. Seção IV Da Posse e do Exercício Art. 11. II . O servidor ocupante de cargo em comissão ou de natureza especial poderá ser nomeado para ter exercício.em comissão. hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade. (Redação dada pela Lei nº 9. mediante promoção. O concurso será de provas ou de provas e títulos. (Redação dada pela Lei nº 9.97) Art.97) Seção III Do Concurso Público Art. no qual deverão constar as atribuições. Parágrafo único.

15. Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança. VIII.97) § 2o O servidor será exonerado do cargo ou será tornado sem efeito o ato de sua designação para função de confiança. (Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9. § 4o Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação.527. IV. de 10.12. 102.12. a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do servidor. A promoção não interrompe o tempo de exercício. O início. de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 36 . 14. VI. o servidor apresentará ao órgão competente os elementos necessários ao seu assentamento individual.12. III e V do art. por qualquer das partes. as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado. 16. observado o disposto no art.527. ou afastado nas hipóteses dos incisos I. salvo quando o servidor estiver em licença ou afastado por qualquer outro motivo legal.97) Art. § 6o Será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer no prazo previsto no § 1o deste artigo. ressalvados os atos de ofício previstos em lei. de 10. "d".12. (Incluído pela Lei nº 9. Art. A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial. que não poderá exceder a trinta dias da publicação. (Redação dada pela Lei nº 9.os deveres. de 10. de 10. 18. "e" e "f". 17. § 1o A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento. o prazo será contado do término do impedimento. "b".97) § 1o É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício. de 10. Ao entrar em exercício.97) § 4o O início do exercício de função de confiança coincidirá com a data de publicação do ato de designação. Parágrafo único. se não entrar em exercício nos prazos previstos neste artigo. Parágrafo único.12.527.527. Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo.527. de 10. Art. 81. a suspensão. emprego ou função pública.97) § 5o No ato da posse. (Redação dada pela Lei nº 9.97) § 2o Em se tratando de servidor. (Redação dada pela Lei nº 9.12. IX e X do art. (Redação dada pela Lei nº 9.527. (Redação dada pela Lei nº 9.527. de 10. Art. que não poderão ser alterados unilateralmente.97) § 3o À autoridade competente do órgão ou entidade para onde for nomeado ou designado o servidor compete dar-lhe exercício. que esteja na data de publicação do ato de provimento. contados da data da posse. o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo.527. que é contado no novo posicionamento na carreira a partir da data de publicação do ato que promover o servidor.12.97) § 3o A posse poderá dar-se mediante procuração específica. em licença prevista nos incisos I. de 10. hipótese em que recairá no primeiro dia útil após o término do impedimento. (Redação dada pela Lei nº 9.527.12. alíneas "a".

para a retomada do efetivo desempenho das atribuições do cargo. (Incluído pela Lei nº Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 37 . 18. caput (Incluído pela Lei nº 9. V. de 17.97) § 1o Na hipótese de o servidor encontrar-se em licença ou afastado legalmente. O servidor que deva ter exercício em outro município em razão de ter sido removido. de 10. IV . observado o disposto no parágrafo único do art. (Redação dada pela Lei nº 9. o prazo a que se refere este artigo será contado a partir do término do impedimento.270.97) § 2o O disposto neste artigo não se aplica a duração de trabalho estabelecida em leis especiais. de acordo com o que dispuser a lei ou o regulamento da respectiva carreira ou cargo.12. 5 e 4. de 2008 § 2o O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou.527. realizada por comissão constituída para essa finalidade. ou equivalentes. (Redação dada pela Lei nº 11. trinta dias de prazo. de níveis 6.12. de 10.527. requisitado. (Redação dada pela Lei nº 8.527.12. cargos de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores . será submetida à homologação da autoridade competente a avaliação do desempenho do servidor. 29. e somente poderá ser cedido a outro órgão ou entidade para ocupar cargos de Natureza Especial.capacidade de iniciativa. § 1o 4 (quatro) meses antes de findo o período do estágio probatório. II .disciplina.10. incluído nesse prazo o tempo necessário para o deslocamento para a nova sede. de 10. respectivamente. podendo ser convocado sempre que houver interesse da Administração. § 3o O servidor em estágio probatório poderá exercer quaisquer cargos de provimento em comissão ou funções de direção. sem prejuízo da continuidade de apuração dos fatores enumerados nos incisos I a V do caput deste artigo. respeitada a duração máxima do trabalho semanal de quarenta horas e observados os limites mínimo e máximo de seis horas e oito horas diárias. observado o disposto no art.responsabilidade. o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses. contados da publicação do ato. de 17.97) Art. reconduzido ao cargo anteriormente ocupado.97) § 2o É facultado ao servidor declinar dos prazos estabelecidos no caput.12.527.91) § 1o O ocupante de cargo em comissão ou função de confiança submete-se a regime de integral dedicação ao serviço.91) Art. se estável. cedido ou posto em exercício provisório terá.assiduidade. durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo.12. no mínimo. Os servidores cumprirão jornada de trabalho fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos.produtividade.DAS. (Incluído pela Lei nº 8. 19. de 10. no máximo. Ao entrar em exercício.12. dez e. chefia ou assessoramento no órgão ou entidade de lotação.784.12. 20. (Redação dada pela Lei nº 9. redistribuído. 120.270.97) Art. observados os seguinte fatores: (vide EMC nº 19) I . (Parágrafo renumerado e alterado pela Lei nº 9. III .

81.225-45. § 2o A readaptação será efetivada em cargo de atribuições afins. nº 3. de 10. quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria.12.97) § 4o Ao servidor em estágio probatório somente poderão ser concedidas as licenças e os afastamentos previstos nos arts.225-45. até a ocorrência de vaga. o servidor exercerá suas atribuições como excedente. bem assim na hipótese de participação em curso de formação. de 30. 94.527. ou (Incluído pela Medida Provisória nº 2.97) Seção VIII Da Reversão (Regulamento Dec. 21. o readaptando será aposentado. 86 e 96.527.12. 25.644.2001) I .97) Seção VII Da Readaptação Art. (prazo 3 anos vide EMC nº 19) Art. desde que: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.2000) Art. respeitada a habilitação exigida. O servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo adquirirá estabilidade no serviço público ao completar 2 (dois) anos de efetivo exercício.97) Seção V Da Estabilidade Art. de 10.9. § 1o. de 4.2001) II .527. 83. Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.9. 22. 24.12.225-45. (Incluído pela Lei nº 9. de 10. de 4. de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 38 . de 10.12.9. 84. § 1o Se julgado incapaz para o serviço público. 23.(Redação dada pela Lei nº 9.12. na hipótese de inexistência de cargo vago.11. bem assim afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal.por invalidez. Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Lei nº 9. (Revogado pela Lei nº 9. e será retomado a partir do término do impedimento. incisos I a IV. nível de escolaridade e equivalência de vencimentos e. Seção VI Da Transferência Art. O servidor estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar no qual lhe seja assegurada ampla defesa.527.527.no interesse da administração. 95 e 96. de 10.97) § 5o O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts.

Seção X Da Recondução Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 39 . com ressarcimento de todas as vantagens.2001) Art. observado o disposto nos arts. de 4. de 4.2001) Art.2001) § 3o No caso do inciso I. encontrando-se provido o cargo. (Revogado pela Medida Provisória nº 2.225-45.9.2001) § 1o A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação.9. de 4. sem direito à indenização ou aproveitado em outro cargo. 30 e 31. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 27.225-45.225-45.225-45. até a ocorrência de vaga.2001) e) haja cargo vago.9. Seção IX Da Reintegração Art. de 4.2001) b) a aposentadoria tenha sido voluntária.225-45. § 2o Encontrando-se provido o cargo.225-45. ou no cargo resultante de sua transformação.225-45.9.2001) § 5o O servidor de que trata o inciso II somente terá os proventos calculados com base nas regras atuais se permanecer pelo menos cinco anos no cargo.225-45.9. ou.2001) d) a aposentadoria tenha ocorrido nos cinco anos anteriores à solicitação. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial. o seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de origem. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado.9. § 1o Na hipótese de o cargo ter sido extinto. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 4. 28. de 4. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.9. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.2001) § 2o O tempo em que o servidor estiver em exercício será considerado para concessão da aposentadoria. de 4.225-45. Não poderá reverter o aposentado que já tiver completado 70 (setenta) anos de idade. de 4.2001) c) estável quando na atividade.9. de 4. 26. o servidor exercerá suas atribuições como excedente.225-45. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 4. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 4.2001) § 4o O servidor que retornar à atividade por interesse da administração perceberá.4. ainda.2001) § 6o O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo. de 4.9. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.9. inclusive com as vantagens de natureza pessoal que percebia anteriormente à aposentadoria.9. em substituição aos proventos da aposentadoria. posto em disponibilidade.225-45. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.2001) a) tenha solicitado a reversão. o servidor ficará em disponibilidade.9. a remuneração do cargo que voltar a exercer.225-45.9.

Parágrafo único.inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo.12. ou de ofício.Art. Parágrafo único. VIII . observado o disposto no art. Art.527. 29.(Revogado pela Lei nº 9. O órgão Central do Sistema de Pessoal Civil determinará o imediato aproveitamento de servidor em disponibilidade em vaga que vier a ocorrer nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal.527. tendo tomado posse. Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de: I . A vacância do cargo público decorrerá de: I .falecimento. 30.527. 33.exoneração.97) VI . 30. O retorno à atividade de servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento obrigatório em cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado. II . IX . o servidor posto em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal SIPEC. Encontrando-se provido o cargo de origem. de 10.quando não satisfeitas as condições do estágio probatório. de 10. 31.posse em outro cargo inacumulável. A exoneração de cargo efetivo dar-se-á a pedido do servidor. II .readaptação. II . o servidor será aproveitado em outro. 34. de 10. salvo doença comprovada por junta médica oficial. III . VII .promoção.demissão. Capítulo II Da Vacância Art. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 40 .(Revogado pela Lei nº 9. Art.12. 37.12. até o seu adequado aproveitamento em outro órgão ou entidade.97) V .97) Art. 32.aposentadoria. Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade se o servidor não entrar em exercício no prazo legal.reintegração do anterior ocupante.quando. o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido. Parágrafo único. Seção XI Da Disponibilidade e do Aproveitamento Art. IV . Na hipótese prevista no § 3o do art. A exoneração de ofício dar-se-á: I . (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.

12. do Distrito Federal e dos Municípios.Art. para outro órgão ou entidade do mesmo Poder. na hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas. 36.97) I .12. (Incluído pela Lei nº 9.12. entende-se por modalidades de remoção: (Redação dada pela Lei nº 9.a juízo da autoridade competente. Remoção é o deslocamento do servidor. cônjuge. II .12. de 10.vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades.12. de 10.527. de 10. de 10.97) II .interesse da administração.(Incluído pela Lei nº 9. com ou sem mudança de sede. de 10. 37.12. de 10. observados os seguintes preceitos: (Redação dada pela Lei nº 9.12. dos Estados. (Incluído pela Lei nº 9.97) a) para acompanhar cônjuge ou companheiro.12.97) b) por motivo de saúde do servidor.527.12.97) c) em virtude de processo seletivo promovido. a pedido ou de ofício.12. a critério da Administração.97) IV .97) III .527. (Incluído pela Lei nº 9. com prévia apreciação do órgão central do SIPEC.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 41 .97) I . Para fins do disposto neste artigo.equivalência de vencimentos.97) Seção II Da Redistribuição Art. Parágrafo único. condicionada à comprovação por junta médica oficial. (Incluído pela Lei nº 9.527. de 10.a pedido do próprio servidor.527. 35. de 10. de 10.97) I .12. para outra localidade. (Incluído pela Lei nº 9.97) II . (Incluído pela Lei nº 9. que foi deslocado no interesse da Administração.de ofício. de qualquer dos Poderes da União.a pedido. de 10. de 10.manutenção da essência das atribuições do cargo.97) Capítulo III Da Remoção e da Redistribuição Seção I Da Remoção Art. (Incluído pela Lei nº 9. independentemente do interesse da Administração: (Incluído pela Lei nº 9.527.97) III . de 10. de 10. no âmbito do mesmo quadro. companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional.a pedido.527. A exoneração de cargo em comissão e a dispensa de função de confiança dar-se-á: (Redação dada pela Lei nº 9. de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que aqueles estejam lotados. de 10.527.527.527.12. (Revogado pela Lei nº 9. ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pessoal. Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo. também servidor público civil ou militar.527.12.527. (Incluído pela Lei nº 9. no interesse da Administração. Parágrafo único.12.527.527.

(Incluído pela Lei nº 9. de 10.V . (Redação dada pela Lei nº 9. Vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público.527. O disposto no artigo anterior aplica-se aos titulares de unidades administrativas organizadas em nível de assessoria. no caso de omissão. 39. até seu aproveitamento na forma dos arts.12. especialidade ou habilitação profissional.12.97) § 4o O servidor que não for redistribuído ou colocado em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do SIPEC.527. inclusive nos casos de reorganização. 30 e 31.97) § 2o O substituto fará jus à retribuição pelo exercício do cargo ou função de direção ou chefia ou de cargo de Natureza Especial. de 10.527. o servidor estável que não for redistribuído será colocado em disponibilidade.527. nos casos dos afastamentos ou impedimentos legais do titular. (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9.97) Capítulo IV Da Substituição Art. Os servidores investidos em cargo ou função de direção ou chefia e os ocupantes de cargo de Natureza Especial terão substitutos indicados no regimento interno ou.97) § 3o Nos casos de reorganização ou extinção de órgão ou entidade. (Incluído pela Lei nº 9.97) § 1o A redistribuição ocorrerá ex officio para ajustamento de lotação e da força de trabalho às necessidades dos serviços. de 10. impedimentos legais ou regulamentares do titular e na vacância do cargo. nos afastamentos. (Parágrafo renumerado e alterado pela Lei nº 9. paga na proporção dos dias de efetiva substituição.97) § 1o O substituto assumirá automática e cumulativamente.12. hipóteses em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o respectivo período. sem prejuízo do cargo que ocupa. de 10. até seu adequado aproveitamento.12.527.12. (Redação dada pela Lei nº 9.97) VI . Título III Dos Direitos e Vantagens Capítulo I Do Vencimento e da Remuneração Art. de 10.compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais do órgão ou entidade. previamente designados pelo dirigente máximo do órgão ou entidade.527. e ter exercício provisório. 38. 40.527.mesmo nível de escolaridade.12. que excederem o referido período. de 10. de 10.12.97) § 2o A redistribuição de cargos efetivos vagos se dará mediante ato conjunto entre o órgão central do SIPEC e os órgãos e entidades da Administração Pública Federal envolvidos. superiores a trinta dias consecutivos. de 10.12. (Redação dada pela Lei nº 9.12. extinção ou criação de órgão ou entidade. extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade no órgão ou entidade. o exercício do cargo ou função de direção ou chefia e os de Natureza Especial.527. com valor fixado em Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 42 .97) Art. em outro órgão ou entidade. de 10.527. (Incluído pela Lei nº 9.

Parágrafo único.97) Art. § 1o A remuneração do servidor investido em função ou cargo em comissão será paga na forma prevista no art. pelos Ministros de Estado. importância superior à soma dos valores percebidos como remuneração. 61. 41. sem motivo justificado. (Revogado pela Lei nº 11. Parágrafo único. a critério da administração e com reposição de custos.12. Mediante autorização do servidor.4. § 4o É assegurada a isonomia de vencimentos para cargos de atribuições iguais ou assemelhadas do mesmo Poder. 43. em espécie. ausências justificadas. (Incluído pela Lei nº 11. § 5o Nenhum servidor receberá remuneração inferior ao salário mínimo. de 2008) Art.lei.12. de 2008 Art. 44. sendo assim consideradas como efetivo exercício. de 2. serão previamente Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 43 . 93. a ser estabelecida pela chefia imediata. de 10. Remuneração é o vencimento do cargo efetivo. 97. mensalmente. § 2o O servidor investido em cargo em comissão de órgão ou entidade diversa da de sua lotação receberá a remuneração de acordo com o estabelecido no § 1o do art. atualizadas até 30 de junho de 1994.784. (Regulamento) Parágrafo único. O servidor perderá: I . acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. Salvo por imposição legal. 42. Nenhum servidor poderá perceber. § 3o O vencimento do cargo efetivo. Art. poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros.527. Excluem-se do teto de remuneração as vantagens previstas nos incisos II a VII do art. 62. acrescido das vantagens de caráter permanente. e saídas antecipadas. de 2. por membros do Congresso Nacional e Ministros do Supremo Tribunal Federal. As faltas justificadas decorrentes de caso fortuito ou de força maior poderão ser compensadas a critério da chefia imediata. ressalvadas as concessões de que trata o art. 46.a remuneração do dia em que faltar ao serviço.98) (Vide Lei nº 9. As reposições e indenizações ao erário.12.97) II . salvo na hipótese de compensação de horário. a qualquer título.624. é irredutível. até o mês subseqüente ao da ocorrência. Art. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10.4.624.a parcela de remuneração diária.527. 45. (Revogado pela Lei nº 9. no âmbito dos respectivos Poderes. (Incluído pela Lei nº 9.527. ou mandado judicial.97) Parágrafo único. nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento. proporcional aos atrasos. na forma definida em regulamento. (Redação dada pela Lei nº 9.98) Art. ou entre servidores dos três Poderes. a título de remuneração.784. ressalvadas as vantagens de caráter individual e as relativas à natureza ou ao local de trabalho. de 10.

a pedido do interessado. exceto nos casos de prestação de alimentos resultante de decisão judicial. seqüestro ou penhora. Seção I Das Indenizações Art.9.diárias. As vantagens pecuniárias não serão computadas.2001) § 2o Quando o pagamento indevido houver ocorrido no mês anterior ao do processamento da folha.9.225-45. A não quitação do débito no prazo previsto implicará sua inscrição em dívida ativa. de 4.22545. de 4. que for demitido. de 4. nem acumuladas. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.9.225-45.9. de 4.225-45. poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens: I .225-45.transporte. aposentado ou ao pensionista.gratificações. 51. III .9. § 1o As indenizações não se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito. para pagamento. II . terá o prazo de sessenta dias para quitar o débito.9. Além do vencimento. O vencimento. de 4. exonerado ou que tiver sua aposentadoria ou disponibilidade cassada. O servidor em débito com o erário.2001) Parágrafo único. a remuneração e o provento não serão objeto de arresto. Capítulo II Das Vantagens Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.adicionais. 50.ajuda de custo. 48. podendo ser parceladas. a reposição será feita imediatamente.comunicadas ao servidor ativo. provento ou pensão. Art.2001) § 1o O valor de cada parcela não poderá ser inferior ao correspondente a dez por cento da remuneração. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 44 . a tutela antecipada ou a sentença que venha a ser revogada ou rescindida. serão eles atualizados até a data da reposição. 47. nos casos e condições indicados em lei.indenizações.2001) § 3o Na hipótese de valores recebidos em decorrência de cumprimento a decisão liminar. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. no prazo máximo de trinta dias. 49. de 4. sob o mesmo título ou idêntico fundamento. § 2o As gratificações e os adicionais incorporam-se ao vencimento ou provento. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. II . Constituem indenizações ao servidor: I . para efeito de concessão de quaisquer outros acréscimos pecuniários ulteriores. III .225-45. em uma única parcela.2001) Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.2001) Art.

A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que.527. de 10. as despesas extraordinárias cobertas por diárias. fará jus a passagens e diárias destinadas a indenizar as parcelas de despesas extraordinária com pousada. alimentação e locomoção urbana. quando cabível. Art. Parágrafo único. com mudança de domicílio em caráter permanente. 56. de 2006) Subseção I Da Ajuda de Custo Art. 93. 55. § 3o Também não fará jus a diárias o servidor que se deslocar dentro da mesma região metropolitana. Os valores das indenizações estabelecidas nos incisos I a III do art. por meio diverso.(Incluído pela Lei nº 11. A ajuda de custo é calculada sobre a remuneração do servidor.12. (Redação dada pela Lei nº 9.355. No afastamento previsto no inciso I do art. dentro do prazo de 1 (um) ano. Será concedida ajuda de custo àquele que. não se apresentar na nova sede no prazo de 30 (trinta) dias. o servidor não fará jus a diárias. § 2o À família do servidor que falecer na nova sede são assegurados ajuda de custo e transporte para a localidade de origem.97) § 2o Nos casos em que o deslocamento da sede constituir exigência permanente do cargo. bagagem e bens pessoais. 54. (Redação dada pela Lei nº 11. Art. com mudança de domicílio. a qualquer tempo. passar a ter exercício em nova sede. de 10. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 45 . Não será concedida ajuda de custo ao servidor que se afastar do cargo.355. ou quando a União custear. Art. no caso de o cônjuge ou companheiro que detenha também a condição de servidor. 52. de 10. injustificadamente. 57. conforme se dispuser em regulamento. a serviço. de 2006) Art.12.97) § 1o A diária será concedida por dia de afastamento.(Redação dada pela Lei nº 9. compreendendo passagem.97) § 1o Correm por conta da administração as despesas de transporte do servidor e de sua família.IV . em virtude de mandato eletivo. assim como as condições para a sua concessão. 53. afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior. ou reassumi-lo. não podendo exceder a importância correspondente a 3 (três) meses.auxílio-moradia. for nomeado para cargo em comissão. Art. O servidor ficará obrigado a restituir a ajuda de custo quando.527. Subseção II Das Diárias Art. 58. sendo devida pela metade quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede. (Redação dada pela Lei nº 9. contado do óbito. vedado o duplo pagamento de indenização. 51. serão estabelecidos em regulamento. no interesse do serviço. O servidor que. não sendo servidor da União. a ajuda de custo será paga pelo órgão cessionário.12. conforme dispuser em regulamento. vier a ter exercício na mesma sede.527.

(Incluído pela Lei nº 11. de 2006) II . de 2006) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 46 . fica obrigado a restituí-las integralmente.527.355. ou em áreas de controle integrado mantidas com países limítrofes.355. O auxílio-moradia consiste no ressarcimento das despesas comprovadamente realizadas pelo servidor com aluguel de moradia ou com meio de hospedagem administrado por empresa hoteleira. cessionário ou promitente cessionário de imóvel no Município aonde for exercer o cargo. aonde for exercer o cargo em comissão ou função de confiança. 59.355. de 2006) Art. de 2006) VII .355.não exista imóvel funcional disponível para uso pelo servidor. (Incluído pela Lei nº 11.355.o servidor não tenha sido domiciliado ou tenha residido no Município. cuja jurisdição e competência dos órgãos. (Incluído pela Lei nº 11. por qualquer motivo. (Incluído pela Lei nº 11. Subseção IV Do Auxílio-Moradia (Incluído pela Lei nº 11. constituídas por municípios limítrofes e regularmente instituídas. conforme se dispuser em regulamento. (Incluído pela Lei nº 11. 5 e 6. de Ministro de Estado ou equivalentes. 60-A. de 2006) I .o servidor tenha se mudado do local de residência para ocupar cargo em comissão ou função de confiança do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores . Parágrafo único.nenhuma outra pessoa que resida com o servidor receba auxílio-moradia.aglomeração urbana ou microrregião. salvo se houver pernoite fora da sede.o cônjuge ou companheiro do servidor não ocupe imóvel funcional. § 3o. de 2006) Art.355. e (Incluído pela Lei nº 11.355. nos doze meses que antecederem a sua nomeação. de 2006) III . entidades e servidores brasileiros considera-se estendida. O servidor que receber diárias e não se afastar da sede.97) Art. restituirá as diárias recebidas em excesso. incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção. caput Subseção III Da Indenização de Transporte Art. nos últimos doze meses. de 2006) VI . no prazo de 5 (cinco) dias. de 10. desconsiderando-se prazo inferior a sessenta dias dentro desse período. (Incluído pela Lei nº 11.DAS.355. de 2006) IV . níveis 4. hipóteses em que as diárias pagas serão sempre as fixadas para os afastamentos dentro do território nacional. (Incluído pela Lei nº 11. 60-B. no prazo previsto no caput. promitente comprador. 60. 58.355.355. (Incluído pela Lei nº 9. Na hipótese de o servidor retornar à sede em prazo menor do que o previsto para o seu afastamento.o servidor ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha sido proprietário.12. por força das atribuições próprias do cargo. Conceder-se-á indenização de transporte ao servidor que realizar despesas com a utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos. no prazo de um mês após a comprovação da despesa pelo servidor.o Município no qual assuma o cargo em comissão ou função de confiança não se enquadre nas hipóteses do art. em relação ao local de residência ou domicílio do servidor. Conceder-se-á auxílio-moradia ao servidor se atendidos os seguintes requisitos: (Incluído pela Lei nº 11. de 2006) V . de Natureza Especial.

VIII . (Incluído pela Lei nº 11.314 de 2006) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 47 .784. Transcorrido o prazo de 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. relativos ao local ou à natureza do trabalho. 60-E. não será considerado o prazo no qual o servidor estava ocupando outro cargo em comissão relacionado no inciso V.00 (mil e oitocentos reais).gratificação natalina. o parágrafo único do citado art.adicional pela prestação de serviço extraordinário. 61. (Incluído pela Lei nº 11.784. de 2006) IX . No caso de falecimento.adicional pelo exercício de atividades insalubres.12.12. serão deferidos aos servidores as seguintes retribuições. no caso.355. de 2008 § 2o Independentemente do valor do cargo em comissão ou função comissionada.retribuição pelo exercício de função de direção. de 10. (Incluído pela Lei nº 11. além do disposto no caput deste artigo.490.9. função comissionada ou cargo de Ministro de Estado ocupado. de 2008 Parágrafo único.gratificação por encargo de curso ou concurso.800. perigosas ou penosas. III . Além do vencimento e das vantagens previstas nesta Lei. de 2008 § 1o O valor do auxílio-moradia não poderá superar 25% (vinte e cinco por cento) da remuneração de Ministro de Estado. de 2008 Art.o deslocamento tenha ocorrido após 30 de junho de 2006.225-45.2001) IV . (Incluído pela Lei nº 11. exoneração. IX . O auxílio-moradia não será concedido por prazo superior a 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. (Incluído pela Lei nº 11. 60-C. 60-B.527.o deslocamento não tenha sido por força de alteração de lotação ou nomeação para cargo efetivo.outros. não se aplicando.784. (Incluído pela Lei nº 11. os requisitos do caput do art. o auxílio-moradia continuará sendo pago por um mês. de 10. Para fins do inciso VII. (Incluído pela Lei nº 11.adicional de férias. de 4. de 2006) Art. de 2006) Seção II Das Gratificações e Adicionais Art.97) II .adicional noturno.355. de 2007) Parágrafo único.(Revogado pela Medida Provisória nº 2. VI .784. colocação de imóvel funcional à disposição do servidor ou aquisição de imóvel. 60-B desta Lei. gratificações e adicionais: (Redação dada pela Lei nº 9. VII . fica garantido a todos os que preencherem os requisitos o ressarcimento até o valor de R$ 1. (Incluído pela Lei nº 11. O valor mensal do auxílio-moradia é limitado a 25% (vinte e cinco por cento) do valor do cargo em comissão.784. V . de 2008 Art.527.355.VIII . (Redação dada pela Lei nº 9. o pagamento somente será retomado se observados. (Incluído pela Lei nº 11.97) I . (Incluído pela Lei nº 11. 60-D. chefia e assessoramento.

Parágrafo único. 62. A gratificação será paga até o dia 20 (vinte) do mês de dezembro de cada ano. de 10. de 4.624.527. Ao servidor ocupante de cargo efetivo investido em função de direção.97) Parágrafo único.225-45.9. de 4. de 10. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial é devida retribuição pelo seu exercício.527. § 1o O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade deverá optar por um deles. (Redação dada pela Lei nº 9. e o art. Art. Art.12. A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária.225-45. 65.12. por mês de exercício no respectivo ano. O servidor exonerado perceberá sua gratificação natalina.9. proporcionalmente aos meses de exercício. respeitadas as situações constituídas até 8. 66.97) Art. 68. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.1999) Subseção IV Dos Adicionais de Insalubridade.97) Art. A VPNI de que trata o caput deste artigo somente estará sujeita às revisões gerais de remuneração dos servidores públicos federais. Parágrafo único. de 2001. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. Subseção III Do Adicional por Tempo de Serviço Art.(Redação dada pela Lei nº 9.2001) Parágrafo único.3. de 2 de abril de 1998. de 11 de julho de 1994. calculada sobre a remuneração do mês da exoneração. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial a que se referem os arts. (Revogado pela Medida Provisória nº 2.VPNI a incorporação da retribuição pelo exercício de função de direção. A fração igual ou superior a 15 (quinze) dias será considerada como mês integral. Lei específica estabelecerá a remuneração dos cargos em comissão de que trata o inciso II do art. Periculosidade ou Atividades Penosas Art. chefia ou assessoramento. 67. 64. (VETADO). 62-A. 9o. 63.527. radioativas ou com risco de vida. A gratificação natalina corresponde a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que o servidor fizer jus no mês de dezembro. Os servidores que trabalhem com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas.12. Fica transformada em Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada .2001) Subseção II Da Gratificação Natalina Art. Art. § 2o O direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das condições Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 48 . fazem jus a um adicional sobre o vencimento do cargo efetivo.Subseção I Da Retribuição pelo Exercício de Função de Direção. de 10. Chefia e Assessoramento (Redação dada pela Lei nº 9.911.225-45. chefia ou assessoramento. 3o da Lei no 9. 3o e 10 da Lei no 8.

de insalubridade e de periculosidade. será pago ao servidor. Art. um adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração do período das férias. Art. condições e limites fixados em regulamento. A servidora gestante ou lactante será afastada. Em se tratando de serviço extraordinário. Somente será permitido serviço extraordinário para atender a situações excepcionais e temporárias. de modo que as doses de radiação ionizante não ultrapassem o nível máximo previsto na legislação própria. exercendo suas atividades em local salubre e em serviço não penoso e não perigoso. ou ocupar cargo em comissão. Parágrafo único. 71. Parágrafo único. 72. 73. Parágrafo único. Os locais de trabalho e os servidores que operam com Raios X ou substâncias radioativas serão mantidos sob controle permanente. terá o valor-hora acrescido de 25% (vinte e cinco por cento). a respectiva vantagem será considerada no cálculo do adicional de que trata este artigo. O serviço extraordinário será remunerado com acréscimo de 50% (cinqüenta por cento) em relação à hora normal de trabalho. 69. das operações e locais previstos neste artigo. Subseção VII Do Adicional de Férias Art. Art. nos termos. 74. Subseção V Do Adicional por Serviço Extraordinário Art. Na concessão dos adicionais de atividades penosas. Parágrafo único. insalubres ou perigosos. 75. Os servidores a que se refere este artigo serão submetidos a exames médicos a cada 6 (seis) meses. serão observadas as situações estabelecidas em legislação específica. Subseção VIII Da Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 49 . No caso de o servidor exercer função de direção. prestado em horário compreendido entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte. o acréscimo de que trata este artigo incidirá sobre a remuneração prevista no art. chefia ou assessoramento. Haverá permanente controle da atividade de servidores em operações ou locais considerados penosos. Subseção VI Do Adicional Noturno Art. enquanto durar a gestação e a lactação. computando-se cada hora como cinqüenta e dois minutos e trinta segundos. O adicional de atividade penosa será devido aos servidores em exercício em zonas de fronteira ou em localidades cujas condições de vida o justifiquem. 70. Art. 73. Art. respeitado o limite máximo de 2 (duas) horas por jornada. por ocasião das férias.ou dos riscos que deram causa a sua concessão. O serviço noturno. 76. Independentemente de solicitação.

(Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. que podem ser acumuladas. em caráter eventual: (Incluído pela Lei nº 11. de 2007) § 2o A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso somente será paga se as atividades referidas nos incisos do caput deste artigo forem exercidas sem prejuízo das atribuições do cargo de que o servidor for titular.314 de 2006) a) 2. para análise curricular. 77. (Incluído pela Lei nº 11. execução e avaliação de resultado. para correção de provas discursivas. inclusive para fins de cálculo dos proventos da aposentadoria e das pensões. A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso é devida ao servidor que. O servidor fará jus a trinta dias de férias.314 de 2006) § 3o A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso não se incorpora ao vencimento ou salário do servidor para qualquer efeito e não poderá ser utilizada como base de cálculo para quaisquer outras vantagens. (Redação dada pela Lei nº 11. até o máximo de dois Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 50 .314 de 2006) IV .atuar como instrutor em curso de formação.314 de 2006) (Regulamento) I .participar da aplicação. para elaboração de questões de provas ou para julgamento de recursos intentados por candidatos. na forma do § 4o do art.314 de 2006) II .501. (Redação dada pela Lei nº 11.2% (um inteiro e dois décimos por cento). observadas a natureza e a complexidade da atividade exercida.2% (dois inteiros e dois décimos por cento). ressalvada situação de excepcionalidade. observados os seguintes parâmetros: (Incluído pela Lei nº 11.314 de 2006) Capítulo III Das Férias Art. em se tratando de atividade prevista nos incisos III e IV do caput deste artigo.a retribuição não poderá ser superior ao equivalente a 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais. fiscalizar ou avaliar provas de exame vestibular ou de concurso público ou supervisionar essas atividades.o valor da gratificação será calculado em horas.314 de 2006) § 1o Os critérios de concessão e os limites da gratificação de que trata este artigo serão fixados em regulamento. supervisão. 76-A.314 de 2006) III . devidamente justificada e previamente aprovada pela autoridade máxima do órgão ou entidade.314 de 2006) II .314 de 2006) III . que poderá autorizar o acréscimo de até 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais. (Incluído pela Lei nº 11. de 2007) b) 1.501. (Incluído pela Lei nº 11.o valor máximo da hora trabalhada corresponderá aos seguintes percentuais.participar da logística de preparação e de realização de concurso público envolvendo atividades de planejamento. coordenação.participar de banca examinadora ou de comissão para exames orais.(Incluído pela Lei nº 11. de desenvolvimento ou de treinamento regularmente instituído no âmbito da administração pública federal. devendo ser objeto de compensação de carga horária quando desempenhadas durante a jornada de trabalho. quando tais atividades não estiverem incluídas entre as suas atribuições permanentes. (Incluído pela Lei nº 11.314 de 2006) I . (Incluído pela Lei nº 11.314 de 2006) Art. incidentes sobre o maior vencimento básico da administração pública federal: (Incluído pela Lei nº 11. em se tratando de atividades previstas nos incisos I e II do caput deste artigo. 98 desta Lei. (Incluído pela Lei nº 11.

(Incluído pela Lei nº 9. ou por necessidade do serviço declarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade. 78. 7 o da Constituição Federal quando da utilização do primeiro período. 80.12.91) § 5o Em caso de parcelamento.12.97) (Férias de Ministro .Vide) Parágrafo único.por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro. (Incluído pela Lei nº 8. II .97) Art. (Incluído pela Lei nº 9. no caso de necessidade do serviço. de 10.91) § 4o A indenização será calculada com base na remuneração do mês em que for publicado o ato exoneratório. (Incluído pela Lei nº 9. proibida em qualquer hipótese a acumulação.para o serviço militar. 79. ou em comissão. de 10. de 10. de 10.525.períodos. (Incluído pela Lei nº 8.12. 77. na proporção de um doze avos por mês de efetivo exercício.8. (Redação dada pela Lei nº 9.12. de 10. comoção interna. serviço militar ou eleitoral.97) Art.527. (Férias de Ministro . observando-se o disposto no § 1o deste artigo.527.525. de 10.por motivo de doença em pessoa da família. de 10. desde que assim requeridas pelo servidor.527.12.525. de 13. o servidor receberá o valor adicional previsto no inciso XVII do art. III .Vide) § 1° e § 2° (Revogado pela Lei nº 9. por semestre de atividade profissional. O restante do período interrompido será gozado de uma só vez.527.97) Capítulo IV Das Licenças Seção I Disposições Gerais Art. convocação para júri. Conceder-se-á ao servidor licença: I .216. As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública. observado o disposto no art. e no interesse da administração pública.12.8. ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica. IV . Parágrafo único. de 13. § 3o As férias poderão ser parceladas em até três etapas. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 51 .para atividade política. O servidor que opera direta e permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas gozará 20 (vinte) dias consecutivos de férias.12. § 2o É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço.(Redação dada pela Lei nº 9.97) Art. 81. (Revogado pela Lei nº 9. ou fração superior a quatorze dias.97) § 3o O servidor exonerado do cargo efetivo.216. perceberá indenização relativa ao período das férias a que tiver direito e ao incompleto.97) (Férias de Ministro .Vide) § 1o Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 12 (doze) meses de exercício. O pagamento da remuneração das férias será efetuado até 2 (dois) dias antes do início do respectivo período.

de 2009) § 2o (Revogado pela Lei nº 9.527. A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias do término de outra da mesma espécie será considerada como prorrogação. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2010) § 3o O início do interstício de 12 (doze) meses será contado a partir da data do deferimento da primeira licença concedida. (Incluído pela Lei nº 12.269. Art.907. e (Incluído pela Lei nº 12.V . Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 52 . do padrasto ou madrasta e enteado.97) VI . de 2009) § 1o A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário.269. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo.269. Seção II Da Licença por Motivo de Doença em Pessoa da Família Art.para tratar de interesses particulares. na forma do disposto no inciso II do art. de 10. ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional.para capacitação. incluídas as prorrogações. incluídas as respectivas prorrogações. de 2010) Seção III Da Licença por Motivo de Afastamento do Cônjuge Art. 44. de 10.269. consecutivos ou não. § 1o A licença prevista no inciso I do caput deste artigo bem como cada uma de suas prorrogações serão precedidas de exame por perícia médica oficial.para desempenho de mandato classista. sem remuneração. dos pais. mediante comprovação por perícia médica oficial.97) § 2o A licença de que trata o caput.12. concedidas em um mesmo período de 12 (doze) meses.527.269. consecutivos ou não. de 10. de 2010) § 4o A soma das licenças remuneradas e das licenças não remuneradas. poderá ser concedida a cada período de doze meses nas seguintes condições: (Redação dada pela Lei nº 12. de 2010) I . (Incluído pela Lei nº 12. (Redação dada pela Lei nº 9. de 2010) II .12. (Incluído pela Lei nº 12. observado o disposto no art. mantida a remuneração do servidor.527. dos filhos. 83. (Redação dada pela Lei nº 9.por até 60 (sessenta) dias. 82. 84. Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro.12. 204 desta Lei.por até 90 (noventa) dias. não poderá ultrapassar os limites estabelecidos nos incisos I e II do § 2o. VII .97) § 3o É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período da licença prevista no inciso I deste artigo. observado o disposto no § 3o. Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional. (Redação dada pela Lei nº 11.907.

para participar de curso de capacitação profissional. de 10.12.97) § 2o A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição.97) Art. dele será afastado. como candidato a cargo eletivo. Ao servidor convocado para o serviço militar será concedida licença. sem remuneração. chefia. com a respectiva remuneração. afastar-se do exercício do cargo efetivo. de 10. somente pelo período de três meses. Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis. de 10.527. no interesse da Administração. o servidor terá até 30 (trinta) dias sem remuneração para reassumir o exercício do cargo. de 10. a partir do dia imediato ao do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. assessoramento. do Distrito Federal e dos Municípios. o servidor fará jus à licença.§ 1o A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração.12. de 10. § 1o O servidor candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções e que exerça cargo de direção. e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. até o décimo dia seguinte ao do pleito. Concluído o serviço militar.(Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício.97) Art. 90.97) Parágrafo único. assegurados os vencimentos do cargo efetivo.97) Seção VI Da Licença-Prêmio por Assiduidade Da Licença para Capacitação (Redação dada pela Lei nº 9. Parágrafo único. (VETADO).527.12. durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária.12.12. (Revogado pela Lei nº 9.12. por até três meses.527.527. de 10.97) Seção IV Da Licença para o Serviço Militar Art. de qualquer dos Poderes da União. (Redação dada pela Lei nº 9. autárquica ou fundacional. poderá haver exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta. 89. (Redação dada pela Lei nº 9. o servidor poderá.527.527. de 10. civil ou militar.12.527. dos Estados. de 10. 85. 86. § 2o No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja servidor público. 88.97) . 87. arrecadação ou fiscalização.527. O servidor terá direito a licença. Seção V Da Licença para Atividade Política Art. na forma e condições previstas na legislação específica.97) Art.12. (Revogado pela Lei Art. (Redação dada pela Lei nº 9. desde que para o exercício de atividade compatível com o seu cargo. Seção VII Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 53 nº 9.

O servidor poderá ser cedido para ter exercício em outro órgão ou entidade dos Poderes da União.225-45.12.para entidades com até 5.527. nas seguintes hipóteses: (Redação dada pela Lei nº 8. de 17. de 3. de 10. A critério da Administração.12.094.527.12. associação de classe de âmbito nacional. desde que cadastradas no Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado. ainda. sendo a cessão para órgãos ou entidades dos Estados. de 10.000 associados.91) (Regulamento) (Vide Decreto nº 4.12. de 2005) (Regulamento) I . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. sem remuneração.91) § 1o Na hipótese do inciso I. desde que não esteja em estágio probatório. do Distrito Federal ou dos Municípios.9.em casos previstos em leis específicas.12. e por uma única vez. observado o disposto na alínea c do inciso VIII do art.225-45. 102 desta Lei. o ônus da remuneração será do órgão ou entidade cessionária.97) II . no caso de reeleição.001 a 30. de 17.493.270. licenças para o trato de assuntos particulares pelo prazo de até três anos consecutivos. conforme disposto em regulamento e observados os seguintes limites: (Redação dada pela Lei nº 11. de 4.para exercício de cargo em comissão ou função de confiança.9. sindicato representativo da categoria ou entidade fiscalizadora da profissão ou.12. ou do Distrito Federal e dos Municípios. Capítulo V Dos Afastamentos Seção I Do Afastamento para Servir a Outro Órgão ou Entidade Art. podendo ser prorrogada.2001) Parágrafo único. (Inciso incluído pela Lei nº 9.12. (Redação dada pela Lei nº 8.para entidades com 5. dos Estados. 93. (Redação dada pela Lei nº 9. de 4. 92.2001) Seção VIII Da Licença para o Desempenho de Mandato Classista Art. a qualquer tempo.270. a pedido do servidor ou no interesse do serviço.000 associados.2002) (Regulamento) I . mantido o ônus para o Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 54 .12. para participar de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores públicos para prestar serviços a seus membros. federação. dois servidores. poderão ser concedidas ao servidor ocupante de cargo efetivo.91) II .527.527. (Inciso incluído pela Lei nº 9.97) § 2° A licença terá duração igual à do mandato.Da Licença para Tratar de Interesses Particulares Art. É assegurado ao servidor o direito à licença sem remuneração para o desempenho de mandato em confederação. A licença poderá ser interrompida. um servidor. três servidores. (Inciso incluído pela Lei nº 9. de 17.97) § 1o Somente poderão ser licenciados servidores eleitos para cargos de direção ou representação nas referidas entidades. 91.(Redação dada pela Lei nº 8.para entidades com mais de 30. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 10.270.000 associados.97) III . de 10.

355. (Redação dada pela Lei nº 8.investido no mandato de Prefeito. (Incluído pela Lei nº 8. estadual ou distrital. II . de 25.6. III .91) § 4o Mediante autorização expressa do Presidente da República. (Redação dada pela Lei nº 10. será afastado do cargo. perceberá as vantagens de seu cargo.investido no mandato de vereador: a) havendo compatibilidade de horário.tratando-se de mandato federal. optar pela remuneração do cargo efetivo ou pela remuneração do cargo efetivo acrescida de percentual da retribuição do cargo em comissão. nos termos das respectivas normas. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. será afastado do cargo. Orçamento e Gestão.470.12. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.12.470.270.91) § 5º Aplica-se à União.375. ficará afastado do cargo.2002) § 7° O Ministério do Planejamento. Orçamento e Gestão.6. de 17. ficando o exercício do empregado cedido condicionado a autorização específica do Ministério do Planejamento. de 25.cedente nos demais casos. independentemente da observância do constante no inciso I e nos §§ 1º e 2º deste artigo. as disposições dos §§ 1º e 2º deste artigo. Ao servidor investido em mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições: I .91) § 2º Na hipótese de o servidor cedido a empresa pública ou sociedade de economia mista. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. 94. (Redação dada pela Lei nº 8. de 17. de 17.6. de 2006) § 3o A cessão far-se-á mediante Portaria publicada no Diário Oficial da União. o servidor contribuirá para a seguridade social como se em exercício estivesse.270. que receba recursos de Tesouro Nacional para o custeio total ou parcial da sua folha de pagamento de pessoal. exceto nos casos de ocupação de cargo em comissão ou função gratificada. poderá determinar a lotação ou o exercício de empregado ou servidor. para fim determinado e a prazo certo. o servidor do Poder Executivo poderá ter exercício em outro órgão da Administração Federal direta que não tenha quadro próprio de pessoal.470. a entidade cessionária efetuará o reembolso das despesas realizadas pelo órgão ou entidade de origem.2002) § 6º As cessões de empregados de empresa pública ou de sociedade de economia mista. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 55 . em se tratando de empregado ou servidor por ela requisitado. independem das disposições contidas nos incisos I e II e §§ 1º e 2º deste artigo.270. (Redação dada pela Lei nº 11. com a finalidade de promover a composição da força de trabalho dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal.12.2002) (Vide Decreto nº 5. de 2005) Seção II Do Afastamento para Exercício de Mandato Eletivo Art. b) não havendo compatibilidade de horário. (Incluído pela Lei nº 10. (Incluído pela Lei nº 10. § 2o O servidor investido em mandato eletivo ou classista não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato. § 1o No caso de afastamento do cargo. de 25.

afastar-se do exercício do cargo efetivo. § 4o As hipóteses. que serão avaliados por um comitê constituído para este fim. de 2009) § 1o Ato do dirigente máximo do órgão ou entidade definirá. incluído o período de estágio probatório. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 9. O servidor poderá. (Incluído pela Lei nº 11.907. será permitida nova ausência. de 2010) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 56 . Presidente dos Órgãos do Poder Legislativo e Presidente do Supremo Tribunal Federal. os programas de capacitação e os critérios para participação em programas de pós-graduação no País. e que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares ou com fundamento neste artigo.907. nos quatro anos anteriores à data da solicitação de afastamento. ressalvada a hipótese de ressarcimento da despesa havida com seu afastamento. serão disciplinadas em regulamento. O servidor não poderá ausentar-se do País para estudo ou missão oficial. condições e formas para a autorização de que trata este artigo.527.456. de 10. no interesse da Administração. sem autorização do Presidente da República. 96-A.12. somente decorrido igual período. (Vide Decreto nº 3. § 2o Ao servidor beneficiado pelo disposto neste artigo não será concedida exoneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido período igual ao do afastamento. incluído o período de estágio probatório. 96. em conformidade com a legislação vigente.Seção III Do Afastamento para Estudo ou Missão no Exterior Art. com a respectiva remuneração.907. (Redação dada pela Lei nº 12. 95. de 2009) Do Afastamento para Participação em Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu no País Art. § 3o O disposto neste artigo não se aplica aos servidores da carreira diplomática.97) Art. com ou sem afastamento do servidor.907. para participar em programa de pós-graduação stricto sensu em instituição de ensino superior no País. de 2009) § 2o Os afastamentos para realização de programas de mestrado e doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivos no respectivo órgão ou entidade há pelo menos 3 (três) anos para mestrado e 4 (quatro) anos para doutorado. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) § 3o Os afastamentos para realização de programas de pós-doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivo no respectivo órgão ou entidade há pelo menos quatro anos.269. inclusive no que se refere à remuneração do servidor. e finda a missão ou estudo. e desde que a participação não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares para gozo de licença capacitação ou com fundamento neste artigo nos 2 (dois) anos anteriores à data da solicitação de afastamento. § 1o A ausência não excederá a 4 (quatro) anos. de 2000) Seção IV (Incluído pela Lei nº 11. O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere dar-se-á com perda total da remuneração.

527.97) § 2o Também será concedido horário especial ao servidor portador de deficiência.527.527. de 2009) § 6o Caso o servidor não obtenha o título ou grau que justificou seu afastamento no período previsto. de 2007) Art. (Incluído pela Lei nº 11.501. de 10. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. antes de cumprido o período de permanência previsto no § 4o deste artigo. porém.por 1 (um) dia. pais. enteados. ao servidor que desempenhe atividade prevista nos incisos I e II do caput do art. de 2009) § 7o Aplica-se à participação em programa de pós-graduação no Exterior. III . dos gastos com seu aperfeiçoamento. independentemente de compensação de horário. para se alistar como eleitor. na forma do art. Ao servidor estudante que mudar de sede no interesse da administração é assegurada. 76-A desta Lei. § 1o Para efeito do disposto neste artigo. Será concedido horário especial ao servidor estudante. de 10.907.por 8 (oito) dias consecutivos em razão de : a) casamento. (Parágrafo renumerado e alterado pela Lei nº 9. autorizado nos termos do art.12. poderá o servidor ausentar-se do serviço: I . vinculado à compensação de horário a ser efetivada no prazo de até 1 (um) ano. para doação de sangue. 95 desta Lei.12. filhos. exigindo-se. quando comprovada a necessidade por junta médica oficial. de 2009) § 5o Caso o servidor venha a solicitar exoneração do cargo ou aposentadoria. compensação de horário na forma do inciso II do art. 98. companheiro. o disposto nos §§ 1o a 6o deste artigo. quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição. 2o e 3o deste artigo terão que permanecer no exercício de suas funções após o seu retorno por um período igual ao do afastamento concedido. filho ou dependente portador de deficiência física. de 2009) Capítulo VI Das Concessões Art.907. 99. na Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 57 . de 11 de dezembro de 1990. menor sob guarda ou tutela e irmãos. respeitada a duração semanal do trabalho.112. Art. b) falecimento do cônjuge.por 2 (dois) dias.12. deverá ressarcir o órgão ou entidade. (Incluído pela Lei nº 11. a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade. será exigida a compensação de horário no órgão ou entidade que tiver exercício.907. sem prejuízo do exercício do cargo. (Incluído pela Lei nº 9.97) § 4o Será igualmente concedido horário especial. de 10.97) § 3o As disposições do parágrafo anterior são extensivas ao servidor que tenha cônjuge. (Incluído pela Lei nº 9. salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito. aplica-se o disposto no § 5o deste artigo. 47 da Lei no 8. 44. II . (Incluído pela Lei nº 11. 97.907. madrasta ou padrasto. neste caso.§ 4o Os servidores beneficiados pelos afastamentos previstos nos §§ 1o. Sem qualquer prejuízo.

(Redação dada pela Lei nº 11. em qualquer época. exceto para efeito de promoção por merecimento. O disposto neste artigo estende-se ao cônjuge ou companheiro. (Redação dada pela Lei nº 11. 97. em qualquer parte do território nacional. quando autorizado o afastamento.97) c) para o desempenho de mandato classista ou participação de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores para prestar serviços a seus membros. Parágrafo único.97) VIII . à adotante e à paternidade. A apuração do tempo de serviço será feita em dias. são considerados como de efetivo exercício os afastamentos em virtude de: I .527. É contado para todos os efeitos o tempo de serviço público federal. IV .12. 101. até o limite de vinte e quatro meses. de 2009) V . II .527.12.527. III .localidade da nova residência ou na mais próxima. de 10. b) para tratamento da própria saúde. que serão convertidos em anos. por nomeação do Presidente da República. Parágrafo único.907. de 2005) d) por motivo de acidente em serviço ou doença profissional. Art. estadual.desempenho de mandato eletivo federal.97) Art. com autorização judicial. Além das ausências ao serviço previstas no art. em órgão ou entidade dos Poderes da União. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. VI . de 10. municipal ou do Distrito Federal. aos filhos. independentemente de vaga. Municípios e Distrito Federal. inclusive o prestado às Forças Armadas.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 58 . (Revogado pela Lei nº 9.527. considerado o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias.12. dos Estados.licença: a) à gestante. ou enteados do servidor que vivam na sua companhia. bem como aos menores sob sua guarda. 102.júri e outros serviços obrigatórios por lei. em cargo de provimento efetivo. de 10.férias.exercício de cargo em comissão ou equivalente. conforme dispuser o regulamento. 100. matrícula em instituição de ensino congênere.exercício de cargo ou função de governo ou administração.094.12.participação em programa de treinamento regularmente instituído ou em programa de pósgraduação stricto sensu no País. (Redação dada pela Lei nº 9. cumulativo ao longo do tempo de serviço público prestado à União. conforme dispuser o regulamento. Capítulo VII Do Tempo de Serviço Art. e) para capacitação. exceto para promoção por merecimento.missão ou estudo no exterior. conforme dispuser o regulamento. VII . (Redação dada pela Lei nº 9.

Caberá recurso: (Vide Lei nº 12.afastamento para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere. XI . Distrito Federal e Município. II .o tempo de serviço em atividade privada. II . de 2010) III .do indeferimento do pedido de reconsideração. estadual. Cabe pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão.a licença para atividade política.300. 103. municipal ou distrital. O requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os artigos anteriores deverão ser despachados no prazo de 5 (cinco) dias e decididos dentro de 30 (trinta) dias.300.o tempo de licença para tratamento da própria saúde que exceder o prazo a que se refere a alínea "b" do inciso VIII do art. sociedade de economia mista e empresa pública. fundação pública. IX . 102. § 2o Será contado em dobro o tempo de serviço prestado às Forças Armadas em operações de guerra.o tempo de serviço relativo a tiro de guerra. (Redação dada pela Lei nº 12. (Incluído pela Lei nº 9.12.527. 106.97) § 1o O tempo em que o servidor esteve aposentado será contado apenas para nova aposentadoria. em defesa de direito ou interesse legítimo.o tempo de serviço público prestado aos Estados. no caso do art. com remuneração.f) por convocação para o serviço militar.269. de 10. de 2010) Parágrafo único.a licença para tratamento de saúde de pessoal da família do servidor.participação em competição desportiva nacional ou convocação para integrar representação desportiva nacional. 104.das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos. (Vide Lei nº 12. § 3o É vedada a contagem cumulativa de tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um cargo ou função de órgão ou entidades dos Poderes da União. VI . Contar-se-á apenas para efeito de aposentadoria e disponibilidade: I . Estado. 86. não podendo ser renovado. Art. 18. X .o tempo correspondente ao desempenho de mandato eletivo federal. vinculada à Previdência Social. no País ou no exterior. de 2010) I . (Incluído pela Lei nº 9. O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente. anterior ao ingresso no serviço público federal. VII . Capítulo VIII Do Direito de Petição Art. IV . Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 59 . Art. de 10. que exceder a 30 (trinta) dias em período de 12 (doze) meses.deslocamento para a nova sede de que trata o art. § 2o. 105.527. V . É assegurado ao servidor o direito de requerer aos Poderes Públicos.12.97) Art. Municípios e Distrito Federal. autarquia. Art. conforme disposto em lei específica. 107.

116. a juízo da autoridade competente. interrompem a prescrição. não podendo ser relevada pela administração.em 120 (cento e vinte) dias. III . pelo interessado.§ 1o O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão. quando eivados de ilegalidade. da decisão recorrida. São fatais e improrrogáveis os prazos estabelecidos neste Capítulo. 112. Art. 109. Art. e. 111. Para o exercício do direito de petição. São deveres do servidor: I . b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. 114.observar as normas legais e regulamentares. sucessivamente.ser leal às instituições a que servir. prestando as informações requeridas. na repartição. (Vide Lei nº 12. nos demais casos. quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 108. ao servidor ou a procurador por ele constituído. em escala ascendente. é assegurada vista do processo ou documento. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 60 . Art. a contar da publicação ou da ciência. O recurso poderá ser recebido com efeito suspensivo. Art. Parágrafo único. 115. quando cabíveis. A administração deverá rever seus atos.exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. os efeitos da decisão retroagirão à data do ato impugnado. Art. Em caso de provimento do pedido de reconsideração ou do recurso.em 5 (cinco) anos. 113. às demais autoridades. Título IV Do Regime Disciplinar Capítulo I Dos Deveres Art. exceto quando manifestamente ilegais. salvo quando outro prazo for fixado em lei.cumprir as ordens superiores. a qualquer tempo.300. O prazo de prescrição será contado da data da publicação do ato impugnado ou da data da ciência pelo interessado. Art. Art. O pedido de reconsideração e o recurso.atender com presteza: a) ao público em geral. II . V . 110. II . ressalvadas as protegidas por sigilo. O direito de requerer prescreve: I . IV . § 2o O recurso será encaminhado por intermédio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o requerente. O prazo para interposição de pedido de reconsideração ou de recurso é de 30 (trinta) dias. salvo motivo de força maior. de 2010) Art. A prescrição é de ordem pública. ou que afetem interesse patrimonial e créditos resultantes das relações de trabalho. quando o ato não for publicado. Parágrafo único.

participar de gerência ou administração de sociedade privada. companheiro ou parente até o segundo grau civil. em cargo ou função de confiança. o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado. exercer o comércio. em razão de suas atribuições. V .retirar.representar contra ilegalidade. qualquer documento ou objeto da repartição. II .c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública.tratar com urbanidade as pessoas. IX . Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 61 . IX . VII . assegurando-se ao representando ampla defesa.valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem.ser assíduo e pontual ao serviço.2001) I .784.recusar fé a documentos públicos. e de cônjuge ou companheiro. X . sem prévia autorização do chefe imediato.manter conduta compatível com a moralidade administrativa. VIII . exceto na qualidade de acionista. cônjuge.225-45. sem prévia anuência da autoridade competente. III . fora dos casos previstos em lei. XII . XI .cometer a pessoa estranha à repartição. X . 117. VI . personificada ou não personificada. Parágrafo único.guardar sigilo sobre assunto da repartição. comissão. salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau. em detrimento da dignidade da função pública. de 2008 XI . ou a partido político. omissão ou abuso de poder. presente ou vantagem de qualquer espécie.levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. VIII .promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. XII .atuar. Capítulo II Das Proibições Art. VII .receber propina. Ao servidor é proibido: (Vide Medida Provisória nº 2.coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical.opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço. A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada.manter sob sua chefia imediata.9. cotista ou comanditário.ausentar-se do serviço durante o expediente. (Redação dada pela Lei nº 11. de 4. junto a repartições públicas. VI . IV . como procurador ou intermediário.zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público.

recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado.2001) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 62 .97) Parágrafo único. bem como quaisquer empresas ou entidades em que a União. XVII . (Redação dada pela Lei nº 9.gozo de licença para o trato de interesses particulares.527. direta ou indiretamente. fica condicionada à comprovação da compatibilidade de horários. (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9. observada a legislação sobre conflito de interesses. e (Incluído pela Lei nº 11. ainda que lícita. XIV .97) Parágrafo único. salvo quando os cargos de que decorram essas remunerações forem acumuláveis na atividade. § 1o A proibição de acumular estende-se a cargos. dos Territórios e dos Municípios. de 2008 I . sociedades de economia mista da União.exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho.527. de 2008 Capítulo III Da Acumulação Art. do Distrito Federal. A vedação de que trata o inciso X do caput deste artigo não se aplica nos seguintes casos: (Incluído pela Lei nº 11.participação nos conselhos de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a União detenha.XIII .9. exceto em situações de emergência e transitórias. suas subsidiárias e controladas. direta ou indiretamente. O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão.784.utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares. de 10.12. de 10. de 2008 II . de 4. XVIII . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. dispuser legislação específica.aceitar comissão.527.225-45.97) Art. 119.praticar usura sob qualquer de suas formas. empregos e funções em autarquias. emprego ou pensão de estado estrangeiro. é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. dos Estados. na forma do art.784. participação no capital social ou em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros. XIX . a respeito. § 2o A acumulação de cargos.cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa. de 10. O disposto neste artigo não se aplica à remuneração devida pela participação em conselhos de administração e fiscal das empresas públicas e sociedades de economia mista. fundações públicas. 118. 91 desta Lei. (Incluído pela Lei nº 11. observado o que. detenha participação no capital social. empresas públicas. exceto no caso previsto no parágrafo único do art. Ressalvados os casos previstos na Constituição. XV . XVI .12.784.12. § 3o Considera-se acumulação proibida a percepção de vencimento de cargo ou emprego público efetivo com proventos da inatividade. 9o.proceder de forma desidiosa. nem ser remunerado pela participação em órgão de deliberação coletiva.

em ação regressiva. declarada pelas autoridades máximas dos órgãos ou entidades envolvidos. Art. 120. Art. A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor. O servidor vinculado ao regime desta Lei. A responsabilidade administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria.advertência. quando investido em cargo de provimento em comissão. § 3o A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada. penais e administrativas poderão cumular-se.demissão. A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo. III . 128. 125. IV . A responsabilidade civil-administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função. 123. II .destituição de cargo em comissão. Art. sendo independentes entre si. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 63 . 121. penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. 126. Capítulo V Das Penalidades Art. Art. VI .97) Capítulo IV Das Responsabilidades Art.cassação de aposentadoria ou disponibilidade. § 2o Tratando-se de dano causado a terceiros. Art. V .527. os danos que dela provierem para o serviço público. na falta de outros bens que assegurem a execução do débito pela via judicial. salvo na hipótese em que houver compatibilidade de horário e local com o exercício de um deles. São penalidades disciplinares: I . 124. as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais. § 1o A indenização de prejuízo dolosamente causado ao erário somente será liquidada na forma prevista no art. até o limite do valor da herança recebida. 46. O servidor responde civil. 122.Art. ficará afastado de ambos os cargos efetivos.12. responderá o servidor perante a Fazenda Pública. nessa qualidade. As sanções civis.suspensão. 127. que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. Art. que acumular licitamente dois cargos efetivos. Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida. de 10.destituição de função comissionada. doloso ou culposo.(Redação dada pela Lei nº 9.

§ 2o Quando houver conveniência para o serviço.97) Art.revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo. salvo em legítima defesa própria ou de outrem. respectivamente. empregos ou funções públicas. IX . A advertência será aplicada por escrito. ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço. empregos ou funções públicas. (Redação dada pela Lei nº 9. III . 130. 117. 129. recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente. na repartição.incontinência pública e conduta escandalosa. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração. (Incluído pela Lei nº 9. a servidor ou a particular.aplicação irregular de dinheiros públicos. de 10. VII . Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos. Art. 117. V .ofensa física. Art.insubordinação grave em serviço.abandono de cargo. e de inobservância de dever funcional previsto em lei. § 1o Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que. XIII . nos casos de violação de proibição constante do art.acumulação ilegal de cargos. Art. a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa.transgressão dos incisos IX a XVI do art. XII . X .97) Art. que não justifique imposição de penalidade mais grave.improbidade administrativa. O cancelamento da penalidade não surtirá efeitos retroativos. XI .527. II .12. As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados. a autoridade a que se refere o art. cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação. 143 notificará o servidor.inassiduidade habitual.527. regulamentação ou norma interna. por intermédio de sua chefia imediata. VIII .crime contra a administração pública. se o servidor não houver. 133. Parágrafo único. IV .Parágrafo único. nesse período. 131. 132. não podendo exceder de 90 (noventa) dias. praticado nova infração disciplinar. A demissão será aplicada nos seguintes casos: I . incisos I a VIII e XIX. em serviço. para Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 64 .lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional. VI . A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão. após o decurso de 3 (três) e 5 (cinco) anos de efetivo exercício. injustificadamente.12.corrupção. O ato de imposição da penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a causa da sanção disciplinar. de 10.

12.97) II . quando as circunstâncias o exigirem.97) § 1o A indicação da autoria de que trata o inciso I dar-se-á pelo nome e matrícula do servidor.instrução sumária. de 10. no que lhe for aplicável.97) § 4o No prazo de cinco dias. termo de indiciação em que serão transcritas as informações de que trata o parágrafo anterior. a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. e a materialidade pela descrição dos cargos. de 10.12. bem como promoverá a citação pessoal do servidor indiciado. de 10. e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da transgressão objeto da apuração.527. de 10.527. 167. de 10.97) III . (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata. para julgamento. (Incluído pela Lei nº 9. contados da data da ciência e. a ser composta por dois servidores estáveis.97) § 2o A comissão lavrará. (Incluído pela Lei nº 9.12. empregos ou funções públicas em situação de acumulação ilegal. observado o disposto nos arts.527. (Incluído pela Lei nº 9. quando for o caso. de 10. aplicar-se-á a pena de demissão. no prazo de cinco dias. o disposto no § 3o do art.12. apresentar defesa escrita. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão.527.apresentar opção no prazo improrrogável de dez dias. as disposições dos Títulos IV e V desta Lei.527. (Incluído pela Lei nº 9.12. indicará o respectivo dispositivo legal e remeterá o processo à autoridade instauradora.527.97) I . 163 e 164.527. que compreende indiciação.527.12. observando-se.527. para. defesa e relatório.97) § 5o A opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé. (Incluído pela Lei nº 9.12.527. (Incluído pela Lei nº 9. na hipótese de omissão. aplicando-se.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 65 . de 10. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição. até três dias após a publicação do ato que a constituiu.instauração.97) § 7o O prazo para a conclusão do processo administrativo disciplinar submetido ao rito sumário não excederá trinta dias. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão.12. hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo.12. destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos cargos.julgamento. empregos ou funções públicas em regime de acumulação ilegal. de 10. com a publicação do ato que constituir a comissão.12.527.12. (Incluído pela Lei nº 9.97) § 8o O procedimento sumário rege-se pelas disposições deste artigo. subsidiariamente. de 10. das datas de ingresso. dos órgãos ou entidades de vinculação. (Incluído pela Lei nº 9. em que resumirá as peças principais dos autos.97) § 3o Apresentada a defesa. hipótese em que os órgãos ou entidades de vinculação serão comunicados.527. do horário de trabalho e do correspondente regime jurídico. ou por intermédio de sua chefia imediata. opinará sobre a licitude da acumulação em exame. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. de 10. admitida a sua prorrogação por até quinze dias.12. contados do recebimento do processo.97) § 6o Caracterizada a acumulação ilegal e provada a má-fé. (Incluído pela Lei nº 9. cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas seguintes fases:(Redação dada pela Lei nº 9.

138. Art. ou entidade. observando-se especialmente que: (Redação dada pela Lei nº 9. Entende-se por inassiduidade habitual a falta ao serviço. pela indicação precisa do período de ausência intencional do servidor ao serviço superior a trinta dias. implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário.12. indicará o respectivo dispositivo legal. em que resumirá as peças principais dos autos. 140. 132.a indicação da materialidade dar-se-á: (Incluído pela Lei nº 9. 117. Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos. opinará.97) II . Não poderá retornar ao serviço público federal o servidor que for demitido ou destituído do cargo em comissão por infringência do art. 35 será convertida em destituição de cargo em comissão.12. Art.12.97) b) no caso de inassiduidade habitual. X e XI do art. X e XI. Na apuração de abandono de cargo ou inassiduidade habitual. (Incluído pela Lei nº 9.527. VIII.527.12.97) a) na hipótese de abandono de cargo. 137. de 10. por período igual ou superior a sessenta dias interpoladamente.pelas autoridades administrativas de hierarquia imediatamente inferior àquelas mencionadas no inciso anterior quando se tratar de suspensão superior a 30 (trinta) dias. Art. na hipótese de abandono de cargo. também será adotado o procedimento sumário a que se refere o art. 136.527.pelo Presidente da República. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. pelos Presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidor vinculado ao respectivo Poder. de 10. 132. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão. Parágrafo único.527. incisos I. por infringência do art. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 66 . na atividade. Art.12. Art. durante o período de doze meses. falta punível com a demissão.após a apresentação da defesa a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. Art. órgão. Parágrafo único. IV. (Incluído pela Lei nº 9. 141. VIII. 133. de 10.Art. 134. sem causa justificada. sobre a intencionalidade da ausência ao serviço superior a trinta dias e remeterá o processo à autoridade instauradora para julgamento .97) Art.527. (Incluído pela Lei nº 9. incompatibiliza o ex-servidor para nova investidura em cargo público federal. incisos IX e XI. a exoneração efetuada nos termos do art. sem prejuízo da ação penal cabível. nos casos dos incisos IV. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. pela indicação dos dias de falta ao serviço sem causa justificada. pelo prazo de 5 (cinco) anos. 135. As penalidades disciplinares serão aplicadas: I .97) I . II . de 10. por sessenta dias. Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado. 139. durante o período de doze meses. interpoladamente. de 10. Constatada a hipótese de que trata este artigo.

pelo chefe da repartição e outras autoridades na forma dos respectivos regimentos ou regulamentos. poderá ser promovida por autoridade de órgão ou entidade diverso daquele em que tenha ocorrido a irregularidade.527. órgão ou entidade. nos casos de advertência ou de suspensão de até 30 (trinta) dias. de 10. quanto á advertência. 143. As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração. § 2o Os prazos de prescrição previstos na lei penal aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime. quanto à suspensão.III .em 2 (dois) anos. delegada em caráter permanente ou temporário pelo Presidente da República. desde que contenham a identificação e o endereço do denunciante e sejam formuladas por escrito. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata.pela autoridade que houver feito a nomeação. (Incluído pela Lei nº 9. § 4o Interrompido o curso da prescrição. 142. a denúncia será arquivada. assegurada ao acusado ampla defesa. IV . mediante competência específica para tal finalidade. quando se tratar de destituição de cargo em comissão. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão. A ação disciplinar prescreverá: I . quanto às infrações puníveis com demissão. 145. de 2005) § 2o (Revogado pela Lei nº 11. até a decisão final proferida por autoridade competente. § 3o A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição.204. Quando o fato narrado não configurar evidente infração disciplinar ou ilícito penal. 144. no âmbito do respectivo Poder. § 1o O prazo de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou conhecido. por falta de objeto. confirmada a autenticidade.97) Art. § 1o (Revogado pela Lei nº 11.204. Art. II . de 2005) § 3o A apuração de que trata o caput. caput por solicitação da autoridade a que se refere. III . Título V Do Processo Administrativo Disciplinar Capítulo I Disposições Gerais Art. preservadas as competências para o julgamento que se seguir à apuração. o prazo começará a correr a partir do dia em que cessar a interrupção. pelos presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar.em 5 (cinco) anos. Art. Da sindicância poderá resultar: Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 67 .em 180 (cento e oitenta) dias. Parágrafo único.12.

O processo disciplinar será conduzido por comissão composta de três servidores estáveis designados pela autoridade competente. Capítulo III Do Processo Disciplinar Art. O processo disciplinar se desenvolve nas seguintes fases: I . o seu presidente. Parágrafo único. O prazo para a conclusão do processo disciplinar não excederá 60 (sessenta) dias. observado o disposto no § 3o do art. Art. a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo. As reuniões e as audiências das comissões terão caráter reservado. § 2o Não poderá participar de comissão de sindicância ou de inquérito. 149. com a publicação do ato que constituir a comissão.arquivamento do processo. O prazo para conclusão da sindicância não excederá 30 (trinta) dias. Parágrafo único. findo o qual cessarão os seus efeitos. ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. III . podendo a indicação recair em um de seus membros. 146. contados da Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 68 . Art. 152. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. 147. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade. Sempre que o ilícito praticado pelo servidor ensejar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 30 (trinta) dias. (Redação dada pela Lei nº 9. assegurado o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da administração. II .instauração de processo disciplinar. Art. será obrigatória a instauração de processo disciplinar.527.97) § 1o A Comissão terá como secretário servidor designado pelo seu presidente. cassação de aposentadoria ou disponibilidade. III .I . a critério da autoridade superior. 150. pelo prazo de até 60 (sessenta) dias. O processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições. 143. de demissão.12. cônjuge. consangüíneo ou afim. que indicará. podendo ser prorrogado por igual período. dentre eles.aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 30 (trinta) dias. A Comissão exercerá suas atividades com independência e imparcialidade. Parágrafo único. defesa e relatório. ou destituição de cargo em comissão.julgamento.instauração. em linha reta ou colateral. de 10. companheiro ou parente do acusado. 151. que compreende instrução. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo. que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível. sem prejuízo da remuneração.inquérito administrativo. Capítulo II Do Afastamento Preventivo Art. ainda que não concluído o processo. II . Art. 148. Art. até o terceiro grau.

Os autos da sindicância integrarão o processo disciplinar. Na hipótese de o relatório da sindicância concluir que a infração está capitulada como ilícito penal. a autoridade competente encaminhará cópia dos autos ao Ministério Público. quando a comprovação do fato independer de conhecimento especial de perito. Art. objetivando a coleta de prova. § 2o Será indeferido o pedido de prova pericial. Art. produzir provas e contraprovas e formular quesitos. a comissão promoverá o interrogatório do acusado. de modo a permitir a completa elucidação dos fatos. a comissão dedicará tempo integral aos seus trabalhos. 154. § 1o Sempre que necessário. Art. observados os procedimentos previstos nos arts. Art. assegurada ao acusado ampla defesa. até a entrega do relatório final. 157. 155. As testemunhas serão intimadas a depor mediante mandado expedido pelo presidente da comissão. Seção I Do Inquérito Art. 156. quando se tratar de prova pericial. admitida a sua prorrogação por igual prazo. 153. § 2o As reuniões da comissão serão registradas em atas que deverão detalhar as deliberações adotadas. não sendo lícito à testemunha trazê-lo por escrito. arrolar e reinquirir testemunhas. Concluída a inquirição das testemunhas. investigações e diligências cabíveis. quando as circunstâncias o exigirem. e sempre que Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 69 . O depoimento será prestado oralmente e reduzido a termo. quando necessário. Art. Art. § 2o Na hipótese de depoimentos contraditórios ou que se infirmem. cada um deles será ouvido separadamente. a técnicos e peritos. Na fase do inquérito. 159. com o ciente do interessado. como peça informativa da instrução. Parágrafo único. § 1o No caso de mais de um acusado. ficando seus membros dispensados do ponto. Se a testemunha for servidor público.data de publicação do ato que constituir a comissão. ser anexado aos autos. Parágrafo único. proceder-se-á à acareação entre os depoentes. independentemente da imediata instauração do processo disciplinar. recorrendo. com a indicação do dia e hora marcados para inquirição. O inquérito administrativo obedecerá ao princípio do contraditório. § 1o O presidente da comissão poderá denegar pedidos considerados impertinentes. com a utilização dos meios e recursos admitidos em direito. 157 e 158. a expedição do mandado será imediatamente comunicada ao chefe da repartição onde serve. § 1o As testemunhas serão inquiridas separadamente. meramente protelatórios. acareações. a comissão promoverá a tomada de depoimentos. ou de nenhum interesse para o esclarecimento dos fatos. devendo a segunda via. É assegurado ao servidor o direito de acompanhar o processo pessoalmente ou por intermédio de procurador. 158.

facultando-se-lhe. em termo próprio. 162. para apresentar defesa. Parágrafo único. com a assinatura de (2) duas testemunhas. pelo membro da comissão que fez a citação. porém. Art. o prazo para defesa contarse-á da data declarada. a comissão proporá à autoridade competente que ele seja submetido a exame por junta médica oficial. Achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido. de 10. O indiciado que mudar de residência fica obrigado a comunicar à comissão o lugar onde poderá ser encontrado. 160. será formulada a indiciação do servidor. § 1o A revelia será declarada. § 3o O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro. para diligências reputadas indispensáveis. o prazo para defesa será de 15 (quinze) dias a partir da última publicação do edital. Tipificada a infração disciplinar. Na hipótese deste artigo. reinquiri-las. com a especificação dos fatos a ele imputados e das respectivas provas.divergirem em suas declarações sobre fatos ou circunstâncias. publicado no Diário Oficial da União e em jornal de grande circulação na localidade do último domicílio conhecido. § 4o No caso de recusa do indiciado em apor o ciente na cópia da citação. por intermédio do presidente da comissão. da qual participe pelo menos um médico psiquiatra. bem como as circunstâncias agravantes ou atenuantes. § 1o O indiciado será citado por mandado expedido pelo presidente da comissão para apresentar defesa escrita. onde resumirá as peças principais dos autos e mencionará as provas em que se baseou para formar a sua convicção.97) Art. a autoridade instauradora do processo designará um servidor como defensor dativo. bem como à inquirição das testemunhas. § 2o Para defender o indiciado revel. sendo-lhe vedado interferir nas perguntas e respostas. 163. no prazo de 10 (dez) dias. regularmente citado. a comissão elaborará relatório minucioso. Art. § 2o Havendo dois ou mais indiciados. nos autos do processo e devolverá o prazo para a defesa. Art. O incidente de sanidade mental será processado em auto apartado e apenso ao processo principal. § 2o O procurador do acusado poderá assistir ao interrogatório. será promovida a acareação entre eles. Considerar-se-á revel o indiciado que. Quando houver dúvida sobre a sanidade mental do acusado. que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível. Apreciada a defesa. será citado por edital. (Redação dada pela Lei nº 9. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição. 161. § 1o O relatório será sempre conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. § 2o Reconhecida a responsabilidade do servidor. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 70 . 164. o prazo será comum e de 20 (vinte) dias. não apresentar defesa no prazo legal. a comissão indicará o dispositivo legal ou regulamentar transgredido. Art. após a expedição do laudo pericial. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. Art. por termo.12.527. Parágrafo único. 165.

Seção II Do Julgamento Art. Quando a infração estiver capitulada como crime. a autoridade julgadora determinará o registro do fato nos assentamentos individuais do servidor. contados do recebimento do processo. 168. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão. 142. 141. Art. acaso aplicada. ou aposentado voluntariamente. 34. agravar a penalidade proposta. o julgamento caberá à autoridade competente para a imposição da pena mais grave. será remetido à autoridade que determinou a sua instauração. Quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos. 166. o processo disciplinar será remetido ao Ministério Público para instauração da ação penal. Serão assegurados transporte e diárias: I . salvo quando contrário às provas dos autos. § 2o Havendo mais de um indiciado e diversidade de sanções. motivadamente. e ordenará. § 1o Se a penalidade a ser aplicada exceder a alçada da autoridade instauradora do processo. Parágrafo único. Art. este será encaminhado à autoridade competente. § 3o Se a penalidade prevista for a demissão ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade. será responsabilizada na forma do Capítulo IV do Título IV. Extinta a punibilidade pela prescrição.12. de 10.12. O processo disciplinar. § 4o Reconhecida pela comissão a inocência do servidor. no mesmo ato.ao servidor convocado para prestar depoimento fora da sede de sua repartição. 173. O servidor que responder a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido. o julgamento caberá às autoridades de que trata o inciso I do art. abrandá-la ou isentar o servidor de responsabilidade. a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade. de 10. O julgamento acatará o relatório da comissão. 170. No prazo de 20 (vinte) dias. Ocorrida a exoneração de que trata o parágrafo único. 167. se for o caso. que decidirá em igual prazo.97) § 1o O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade do processo. salvo se flagrantemente contrária à prova dos autos. para julgamento.(Redação dada pela Lei nº 9. total ou parcial. Art. 171.527. Verificada a ocorrência de vício insanável. a autoridade instauradora do processo determinará o seu arquivamento. na condição de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 71 . Parágrafo único. (Incluído pela Lei nº 9. § 2o A autoridade julgadora que der causa à prescrição de que trata o art. após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade. Art. § 2o.97) Art. 172. 169. a autoridade julgadora poderá. Art. inciso I do art. a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.Art. com o relatório da comissão. ficando trasladado na repartição.527. o ato será convertido em demissão.

restabelecendo-se todos os direitos do servidor. Da revisão do processo não poderá resultar agravamento de penalidade. A simples alegação de injustiça da penalidade não constitui fundamento para a revisão.aos membros da comissão e ao secretário. 179. Parágrafo único. Na petição inicial.testemunha. Art. Aplicam-se aos trabalhos da comissão revisora. se autorizar a revisão. Art. A comissão revisora terá 60 (sessenta) dias para a conclusão dos trabalhos. denunciado ou indiciado. as normas e procedimentos próprios da comissão do processo disciplinar. que requer elementos novos. 177. Julgada procedente a revisão. O prazo para julgamento será de 20 (vinte) dias. a pedido ou de ofício. ausência ou desaparecimento do servidor. II . 174. 149. Seção III Da Revisão do Processo Art. que. A revisão correrá em apenso ao processo originário. Art. que será convertida em exoneração. Parágrafo único. O requerimento de revisão do processo será dirigido ao Ministro de Estado ou autoridade equivalente. exceto em relação à destituição do cargo em comissão. o requerente pedirá dia e hora para a produção de provas e inquirição das testemunhas que arrolar. Título VI Da Seguridade Social do Servidor Capítulo I Disposições Gerais Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 72 . quando obrigados a se deslocarem da sede dos trabalhos para a realização de missão essencial ao esclarecimento dos fatos. Art. O processo disciplinar poderá ser revisto. O julgamento caberá à autoridade que aplicou a penalidade. ainda não apreciados no processo originário. 181. 180. a revisão será requerida pelo respectivo curador. o ônus da prova cabe ao requerente. No processo revisional. Parágrafo único. § 2o No caso de incapacidade mental do servidor. no curso do qual a autoridade julgadora poderá determinar diligências. 141. na forma do art. Art. quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificar a inocência do punido ou a inadequação da penalidade aplicada. Art. a qualquer tempo. nos termos do art. Parágrafo único. no que couber. 178. qualquer pessoa da família poderá requerer a revisão do processo. contados do recebimento do processo. 176. Deferida a petição. § 1o Em caso de falecimento. 182. será declarada sem efeito a penalidade aplicada. encaminhará o pedido ao dirigente do órgão ou entidade onde se originou o processo disciplinar. 175. Art. Art. a autoridade competente providenciará a constituição de comissão.

proteção à maternidade. ocupante de cargo ou emprego efetivo na administração pública direta. velhice. Os benefícios do Plano de Seguridade Social do servidor compreendem: I . inatividade. b) auxílio-natalidade.5.2003) § 4o O recolhimento de que trata o § 3o deve ser efetuado até o segundo dia útil após a data do pagamento das remunerações dos servidores públicos. Parágrafo único. inclusive. não lhes assistindo. e) licença à gestante. com exceção da assistência à saúde. d) licença para tratamento de saúde. aplicando-se os procedimentos de cobrança e execução dos tributos federais quando não recolhidas na data de vencimento. invalidez. c) salário-família. Os benefícios serão concedidos nos termos e condições definidos em regulamento. sem direito à remuneração. terá suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a licença.5. para esse efeito. II . (Incluído pela Lei nº 10. O Plano de Seguridade Social visa a dar cobertura aos riscos a que estão sujeitos o servidor e sua família. f) licença por acidente em serviço.5.garantir meios de subsistência nos eventos de doença. à adotante e licença-paternidade.2003) § 3o Será assegurada ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração a manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público. Art.2003) § 2o O servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo. A União manterá Plano de Seguridade Social para o servidor e sua família.assistência à saúde. autárquica e fundacional não terá direito aos benefícios do Plano de Seguridade Social. simultaneamente.5. neste período. de 14.quanto ao servidor: a) aposentadoria. de 14.667. g) assistência à saúde. e compreende um conjunto de benefícios e ações que atendam às seguintes finalidades: I . (Redação dada pela Lei nº 10. os benefícios do mencionado regime de previdência. 183. ainda que contribua para regime de previdência social no exterior. inclusive para servir em organismo oficial internacional do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o qual coopere. (Incluído pela Lei nº 10. III . 184. 185.2003) Art. mediante o recolhimento mensal da respectiva contribuição. à adoção e à paternidade. § 1o O servidor ocupante de cargo em comissão que não seja. de 14.667. incidente sobre a remuneração total do cargo a que faz jus no exercício de suas atribuições. no mesmo percentual devido pelos servidores em atividade.667.Art. falecimento e reclusão.667. acidente em serviço. de 14. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 73 . observadas as disposições desta Lei. as vantagens pessoais. (Incluído pela Lei nº 10. computando-se.

Capítulo II Dos Benefícios Seção I Da Aposentadoria Art. a aposentadoria de que trata o inciso III. 40 da Constituição) I . estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante).h) garantia de condições individuais e ambientais de trabalho satisfatórias. cardiopatia grave. III . neoplasia maligna. alienação mental.quanto ao dependente: a) pensão vitalícia e temporária. espondiloartrose anquilosante. com proventos integrais. II . § 1o As aposentadorias e pensões serão concedidas e mantidas pelos órgãos ou entidades aos quais se encontram vinculados os servidores. § 1o Consideram-se doenças graves. 71. tuberculose ativa. observará o disposto em lei Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 74 . se homem. 189 e 224. II .por invalidez permanente. e aos 30 (trinta) se mulher. esclerose múltipla. implicará devolução ao erário do total auferido. O servidor será aposentado: (Vide art. observado o disposto nos arts. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. c) auxílio-reclusão. e outras que a lei indicar. d) assistência à saúde. b) auxílio-funeral. contagiosa ou incurável. nefropatia grave. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. § 2o Nos casos de exercício de atividades consideradas insalubres ou perigosas. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida . a que se refere o inciso I deste artigo. e proporcionais nos demais casos. c) aos 30 (trinta) anos de serviço. 186. moléstia profissional ou doença grave. sem prejuízo da ação penal cabível. d) aos 65 (sessenta e cinco) anos de idade. sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço. doença de Parkinson. b) aos 30 (trinta) anos de efetivo exercício em funções de magistério se professor. e 25 (vinte e cinco) se professora.compulsoriamente. paralisia irreversível e incapacitante. se homem.voluntariamente: a) aos 35 (trinta e cinco) anos de serviço. se homem. cegueira posterior ao ingresso no serviço público. dolo ou má-fé. com proventos integrais. com proventos proporcionais a esse tempo. e aos 25 (vinte e cinco) se mulher.AIDS. e aos 60 (sessenta) se mulher. aos setenta anos de idade. contagiosas ou incuráveis. com base na medicina especializada. "a" e "c". especificada em lei. § 2o O recebimento indevido de benefícios havidos por fraude. hanseníase. bem como nas hipóteses previstas no art.

907. aos 25 (vinte e cinco) anos de serviço efetivo. por esse motivo. que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no art. em valor equivalente ao respectivo provento. Art. Quando proporcional ao tempo de serviço.97) Art. § 2o Expirado o período de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. A aposentadoria compulsória será automática. § 4o Para os fins do disposto no § 1o deste artigo. Parágrafo único. 190. até o dia vinte do mês de dezembro.907. 192. deduzido o adiantamento recebido. (Incluído pela Lei nº 9. O servidor aposentado com provento proporcional ao tempo de serviço se acometido de qualquer das moléstias especificadas no § 1o do art. 186 desta Lei e. 187. 24. 195.527. (Incluído pela Lei nº 11. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 75 .97) Art. São estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidas aos servidores em atividade.12.97) Art. Art. Ao servidor aposentado será paga a gratificação natalina. inclusive quando decorrentes de transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. de 2009) Art. e declarada por ato. for considerado inválido por junta médica oficial passará a perceber provento integral. nos termos da Lei nº 5. o provento não será inferior a 1/3 (um terço) da remuneração da atividade.527. durante a Segunda Guerra Mundial.12. de 10. (Revogado pela Lei nº 9. de 2009) § 5o A critério da Administração. 191. para avaliação das condições que ensejaram o afastamento ou a aposentadoria. § 3o Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial.527. O provento da aposentadoria será calculado com observância do disposto no § 3o do art. serão consideradas apenas as licenças motivadas pela enfermidade ensejadora da invalidez ou doenças correlacionadas. 194.315. o servidor em licença para tratamento de saúde ou aposentado por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento. será concedida aposentadoria com provento integral. de 10. § 1o A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde. 188. (Incluído pela Lei nº 11.907. de 12 de setembro de 1967. (Revogado pela Lei nº 9. por período não excedente a 24 (vinte e quatro) meses. 193. Ao ex-combatente que tenha efetivamente participado de operações bélicas. Art. de 10. 189. A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato. de 2009) Art.específica. § 3o O lapso de tempo compreendido entre o término da licença e a publicação do ato da aposentadoria será considerado como de prorrogação da licença. (Redação dada pela Lei nº 11. com vigência a partir do dia imediato àquele em que o servidor atingir a idade-limite de permanência no serviço ativo.12. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. Art. o servidor será aposentado. e revisto na mesma data e proporção. 41. calculado com base no fundamento legal de concessão da aposentadoria.

III . os representantes legais dos incapazes. O salário-família não está sujeito a qualquer tributo. Parágrafo único. se inválido. Ao pai e à mãe equiparam-se o padrasto. será pago a um e outro. a madrasta e. A licença de que trata o art.a mãe e o pai sem economia própria. Não se configura a dependência econômica quando o beneficiário do salário-família perceber rendimento do trabalho ou de qualquer outra fonte. Art. § 2o O auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor público. se estudante. Consideram-se dependentes econômicos para efeito de percepção do salário-família: I . O auxílio-natalidade é devido à servidora por motivo de nascimento de filho. de acordo com a distribuição dos dependentes. não acarreta a suspensão do pagamento do salário-família. em valor igual ou superior ao salário-mínimo. II . Parágrafo único. de 2009) § 1o Sempre que necessário. 202. o valor será acrescido de 50% (cinqüenta por cento). Art. por nascituro. o salário-família será pago a um deles. 201. Seção III Do Salário-Família Art. 202 desta Lei será concedida com base em perícia oficial. 203. na falta destes. 197. O salário-família é devido ao servidor ativo ou ao inativo. (Redação dada pela Lei nº 11. inclusive pensão ou provento da aposentadoria. inclusive no caso de natimorto. ou do inativo. inclusive os enteados até 21 (vinte e um) anos de idade ou. Art. quando a parturiente não for servidora. Seção IV Da Licença para Tratamento de Saúde Art. com base em perícia médica. Quando o pai e mãe forem servidores públicos e viverem em comum. 198.Seção II Do Auxílio-Natalidade Art. a pedido ou de ofício. em quantia equivalente ao menor vencimento do serviço público. a inspeção médica será realizada na residência do servidor ou no estabelecimento hospitalar onde se encontrar internado. por dependente econômico. Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde.907. mediante autorização judicial. quando separados. viver na companhia e às expensas do servidor. 196.o cônjuge ou companheiro e os filhos. 200. inclusive para a Previdência Social. de qualquer idade. O afastamento do cargo efetivo. 199. nem servirá de base para qualquer contribuição. § 1o Na hipótese de parto múltiplo. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 76 . Art. Art. até 24 (vinte e quatro) anos ou. sem remuneração.o menor de 21 (vinte e um) anos que.

230.12. durante a jornada de trabalho. de 2009) Art. a servidora será submetida a exame médico. 206. dentro de 1 (um) ano. à Adotante e da Licença-Paternidade Art. (Redação dada pela Lei nº 11. § 3o No caso de natimorto. Será concedida licença à servidora gestante por 120 (cento e vinte) dias consecutivos. a servidora lactante terá direito. Art.907. (Incluído pela Lei nº 11.§ 2o Inexistindo médico no órgão ou entidade no local onde se encontra ou tenha exercício em caráter permanente o servidor.907. e não se configurando as hipóteses previstas nos parágrafos do art. nas hipóteses em que abranger o campo de atuação da odontologia. poderá ser dispensada de perícia oficial. (Vide Decreto nº 6. o servidor terá direito à licença-paternidade de 5 (cinco) dias consecutivos. o atestado somente produzirá efeitos depois de recepcionado pela unidade de recursos humanos do órgão ou entidade. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 77 . a uma hora de descanso. O servidor será submetido a exames médicos periódicos. será aceito atestado passado por médico particular. Art. será efetuada por cirurgiões-dentistas. 206-A. (Redação dada pela Lei nº 11.907. salvo antecipação por prescrição médica. de 2009) Art. nos termos e condições definidos em regulamento. O servidor que apresentar indícios de lesões orgânicas ou funcionais será submetido a inspeção médica.527. Art. reassumirá o exercício. § 1o. de 10. a licença terá início a partir do parto. § 4o No caso de aborto atestado por médico oficial. de 2009) (Regulamento). de 2008) § 1o A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação.907. salvo quando se tratar de lesões produzidas por acidente em serviço.97) § 3o No caso do § 2o deste artigo. a servidora terá direito a 30 (trinta) dias de repouso remunerado.690. e se julgada apta. 207. bem como nos demais casos de perícia oficial previstos nesta Lei. decorridos 30 (trinta) dias do evento. 209. que poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora. O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou natureza da doença. Pelo nascimento ou adoção de filhos. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) § 4o A licença que exceder o prazo de 120 (cento e vinte) dias no período de 12 (doze) meses a contar do primeiro dia de afastamento será concedida mediante avaliação por junta médica oficial.907. 208. § 2o No caso de nascimento prematuro. sem prejuízo da remuneração. (Redação dada pela Lei nº 9. A licença para tratamento de saúde inferior a 15 (quinze) dias. na forma definida em regulamento. Art. 204. doença profissional ou qualquer das doenças especificadas no art. Seção V Da Licença à Gestante. Para amamentar o próprio filho. de 2009) § 5o A perícia oficial para concessão da licença de que trata o caput deste artigo. 205. 186. (Redação dada pela Lei nº 11. até a idade de seis meses.

a partir da data do óbito. 212. o servidor acidentado em serviço. § 2o A pensão temporária é composta de cota ou cotas que podem se extinguir ou reverter por motivo de morte. Seção VII Da Pensão Art. 215.vitalícia: a) o cônjuge. d) a mãe e o pai que comprovem dependência econômica do servidor. Configura acidente em serviço o dano físico ou mental sofrido pelo servidor. 217. No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano de idade. com remuneração integral. Art. de 2008) Parágrafo único. os dependentes fazem jus a uma pensão mensal de valor correspondente ao da respectiva remuneração ou provento. § 1o A pensão vitalícia é composta de cota ou cotas permanentes. Será licenciado. Seção VI Da Licença por Acidente em Serviço Art. maior de 60 (sessenta) anos e a pessoa portadora de deficiência. quanto à natureza. b) a pessoa desquitada. prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. o prazo de que trata este artigo será de 30 (trinta) dias. que vivam sob a Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 78 . (Vide Decreto nº 6. que se relacione. Parágrafo único. O servidor acidentado em serviço que necessite de tratamento especializado poderá ser tratado em instituição privada.Art. Art. com as atribuições do cargo exercido. 211. mediata ou imediatamente. 216. À servidora que adotar ou obtiver guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade. 42. Equipara-se ao acidente em serviço o dano: I . à conta de recursos públicos. c) o companheiro ou companheira designado que comprove união estável como entidade familiar. observado o limite estabelecido no art. 214. 213. e) a pessoa designada. Art. O tratamento recomendado por junta médica oficial constitui medida de exceção e somente será admissível quando inexistirem meios e recursos adequados em instituição pública. Art. A prova do acidente será feita no prazo de 10 (dez) dias. As pensões distinguem-se. separada judicialmente ou divorciada. cessação de invalidez ou maioridade do beneficiário.sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. Parágrafo único. II .decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício do cargo. São beneficiários das pensões: I . serão concedidos 90 (noventa) dias de licença remunerada. Art. em vitalícias e temporárias.691. com percepção de pensão alimentícia. que somente se extinguem ou revertem com a morte de seus beneficiários. 210. Por morte do servidor.

II . Parágrafo único. em partes iguais. metade do valor caberá ao titular ou titulares da pensão vitalícia. que comprovem dependência econômica do servidor. 219. c) o irmão órfão. enquanto durar a invalidez. II . enquanto durar a invalidez. 220.desaparecimento no desempenho das atribuições do cargo ou em missão de segurança. qualquer prova posterior ou habilitação tardia que implique exclusão de beneficiário ou redução de pensão só produzirá efeitos a partir da data em que for oferecida.declaração de ausência. 221. exceto se existirem beneficiários da pensão temporária.desaparecimento em desabamento. ressalvado o eventual reaparecimento do servidor. incêndio ou acidente não caracterizado como em serviço. d) a pessoa designada que viva na dependência econômica do servidor. Parágrafo único. § 2o Ocorrendo habilitação às pensões vitalícia e temporária.dependência econômica do servidor. prescrevendo tão-somente as prestações exigíveis há mais de 5 (cinco) anos. nos seguintes casos: I . enquanto durar a invalidez. inundação. se inválidos. sendo a outra metade rateada em partes iguais. pela autoridade judiciária competente. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 79 . ou. Será concedida pensão provisória por morte presumida do servidor. até 21 (vinte e um) anos. hipótese em que o benefício será automaticamente cancelado. Concedida a pensão. se inválida. Não faz jus à pensão o beneficiário condenado pela prática de crime doloso de que tenha resultado a morte do servidor. Art. § 1o A concessão de pensão vitalícia aos beneficiários de que tratam as alíneas "a" e "c" do inciso I deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas "d" e "e". A pensão será concedida integralmente ao titular da pensão vitalícia. decorridos 5 (cinco) anos de sua vigência. conforme o caso. A pensão provisória será transformada em vitalícia ou temporária. § 2o A concessão da pensão temporária aos beneficiários de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso II deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas "c" e "d". § 3o Ocorrendo habilitação somente à pensão temporária. até 21 (vinte e um) anos. entre os titulares da pensão temporária. b) o menor sob guarda ou tutela até 21 (vinte e um) anos de idade. entre os que se habilitarem. ou enteados. o valor integral da pensão será rateado. 218. Art. e o inválido. Art.temporária: a) os filhos. ou. § 1o Ocorrendo habilitação de vários titulares à pensão vitalícia. o seu valor será distribuído em partes iguais entre os beneficiários habilitados. Art. A pensão poderá ser requerida a qualquer tempo. até 21 (vinte e um) anos de idade. III .

À família do servidor ativo é devido o auxílio-reclusão. nos seguintes valores: Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 80 . se não houver pensionista remanescente da pensão vitalícia. III . Ressalvado o direito de opção. em se tratando de beneficiário inválido. 227. Art. na falta destes. Em caso de falecimento de servidor em serviço fora do local de trabalho. O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido na atividade ou aposentado. por meio de procedimento sumaríssimo. IV .a acumulação de pensão na forma do art. 225. Parágrafo único. Art.a maioridade de filho. A critério da Administração. Art. Acarreta perda da qualidade de beneficiário: I . observado o disposto no artigo anterior. As pensões serão automaticamente atualizadas na mesma data e na mesma proporção dos reajustes dos vencimentos dos servidores.da pensão temporária para os co-beneficiários ou. para o beneficiário da pensão vitalícia. 228. 229. o auxílio será pago somente em razão do cargo de maior remuneração. II . Por morte ou perda da qualidade de beneficiário. § 3o O auxílio será pago no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. à pessoa da família que houver custeado o funeral. em valor equivalente a um mês da remuneração ou provento.a cessação de invalidez. a respectiva cota reverterá: I . Art.da pensão vitalícia para os remanescentes desta pensão ou para os titulares da pensão temporária. VI . (Incluído pela Lei nº 11. irmão órfão ou pessoa designada. Seção VIII Do Auxílio-Funeral Art. 222. aos 21 (vinte e um) anos de idade.a renúncia expressa. inclusive no exterior.o seu falecimento. é vedada a percepção cumulativa de mais de duas pensões. autarquia ou fundação pública. de 2009) Art. § 1o No caso de acumulação legal de cargos. 223. II . 224.a anulação do casamento.907. § 2o (VETADO).Art. o beneficiário de pensão temporária motivada por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento para avaliação das condições que ensejaram a concessão do benefício. Se o funeral for custeado por terceiro. este será indenizado. 189. 226. Seção IX Do Auxílio-Reclusão Art. 225. as despesas de transporte do corpo correrão à conta de recursos da União. V . aplicando-se o disposto no parágrafo único do art. quando a decisão ocorrer após a concessão da pensão ao cônjuge.

psicológica e farmacêutica. de 21 de junho de 1993. entidades sem fins lucrativos declaradas de utilidade pública.302 de 2006) I . na ausência de médico ou junta médica oficial. na forma estabelecida em regulamento. em virtude de condenação. avaliação ou inspeção médica. hospitalar. odontológica. (Incluído pela Lei nº 9.97) § 2o Na impossibilidade. por sentença definitiva. sendo certo que os convênios celebrados depois dessa data somente poderão sê-lo na forma da regulamentação específica sobre patrocínio de autogestões. ativo ou inativo. de 10. e seus dependentes ou pensionistas com planos ou seguros privados de assistência à saúde. (Incluído pela Lei nº 11. devidamente justificada.contratar. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias da vigência desta Lei. o servidor terá direito à integralização da remuneração. em flagrante ou preventiva. da aplicação do disposto no parágrafo anterior. convênio com unidades de atendimento do sistema público de saúde. preferencialmente.12. (Incluído pela Lei nº 9. normas essas também aplicáveis aos convênios existentes até 12 de fevereiro de 2006. na forma da Lei n o 8. 230. para a sua realização o órgão ou entidade celebrará. (Redação dada pela Lei nº 11. § 1o Nos casos previstos no inciso I deste artigo. ou mediante convênio ou contrato.12.527. e de sua família compreende assistência médica. quando afastado por motivo de prisão.metade da remuneração. com a comprovação de suas habilitações e de que não estejam respondendo a processo disciplinar junto à entidade fiscalizadora da profissão. bem como para seus respectivos grupos familiares definidos. desde que absolvido. ou ainda na forma de auxílio. mediante ressarcimento parcial do valor despendido pelo servidor. que constituirá junta médica especificamente para esses fins. com entidades de autogestão por elas patrocinadas por meio de instrumentos jurídicos efetivamente celebrados e publicados até 12 de fevereiro de 2006 e que possuam autorização de funcionamento do órgão regulador.dois terços da remuneração. ficam a União e suas entidades autárquicas e fundacionais autorizadas a: (Incluído pela Lei nº 11. pensionistas.celebrar convênios exclusivamente para a prestação de serviços de assistência à saúde para os seus servidores ou empregados ativos.666. indicando os nomes e especialidades dos seus integrantes. ativo ou inativo.I .302 de 2006) § 1o Nas hipóteses previstas nesta Lei em que seja exigida perícia. a ser publicada pelo mesmo órgão regulador. diretamente pelo órgão ou entidade ao qual estiver vinculado o servidor. A assistência à saúde do servidor. aposentados. Capítulo III Da Assistência à Saúde Art.302 de 2006) II . o órgão ou entidade promoverá a contratação da prestação de serviços por pessoa jurídica. durante o afastamento.INSS. ainda que condicional. operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde que possuam autorização de funcionamento do órgão Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 81 .527. a pena que não determine a perda de cargo. enquanto perdurar a prisão. ou com o Instituto Nacional do Seguro Social .97) § 3o Para os fins do disposto no caput deste artigo. § 2o O pagamento do auxílio-reclusão cessará a partir do dia imediato àquele em que o servidor for posto em liberdade. determinada pela autoridade competente. II . mediante licitação. terá como diretriz básica o implemento de ações preventivas voltadas para a promoção da saúde e será prestada pelo Sistema Único de Saúde – SUS. de 10.

12. 239. nem eximir-se do cumprimento de seus deveres. Ao servidor público civil é assegurado.concessão de medalhas. de 9. de 28. II . Art. Art. os seguintes incentivos funcionais. Legislativo e Judiciário.302 de 2006) § 5o O valor do ressarcimento fica limitado ao total despendido pelo servidor ou pensionista civil com plano ou seguro privado de assistência à saúde.93) 9. (Revogado pela Lei nº 9. ficando prorrogado.12. (Revogado pela Art. 233. c) de descontar em folha. diplomas de honra ao mérito. sem ônus para a entidade sindical a que for filiado.99) Título VII Capítulo Único Da Contratação Temporária de Excepcional Interesse Público Art. 231. exceto se a pedido. entre outros.12. no âmbito dos Poderes Executivo.745. o prazo vencido em dia em que não haja expediente.(VETADO) (Incluído pela Lei nº 11.93) Título VIII Capítulo Único Das Disposições Gerais Art. Os prazos previstos nesta Lei serão contados em dias corridos.12. dela decorrentes: a) de ser representado pelo sindicato.302 de 2006) III . Art. (Revogado pela Art.prêmios pela apresentação de idéias. O Dia do Servidor Público será comemorado a vinte e oito de outubro. o direito à livre associação sindical e os seguintes direitos. além daqueles já previstos nos respectivos planos de carreira: I . 232. sofrer discriminação em sua vida funcional. o servidor não poderá ser privado de quaisquer dos seus direitos. Art. Por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política. (Revogado pela Lei nº 8.745. 8. inventos ou trabalhos que favoreçam o aumento de produtividade e a redução dos custos operacionais.01. b) de inamovibilidade do dirigente sindical. até um ano após o final do mandato.93) .regulador. Poderão ser instituídos. (Incluído pela Lei nº 11.745. 237. 8. para o primeiro dia útil seguinte. inclusive como substituto processual. excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. 236. 240. 235.302 de 2006) § 4o (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11.302 de 2006) Capítulo IV Do Custeio Art.745.783. o valor das mensalidades e Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 82 Lei Lei Lei nº nº nº 8. de de de 9. condecoração e elogio. 234. nos termos da Constituição Federal. (Revogado pela Art. 238. (Incluído pela Lei nº 11.93) 9.

12. além do cônjuge e filhos. na qualidade de servidores públicos. Consideram-se da família do servidor. Parágrafo único. os servidores dos Poderes da União. 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. de 10. d) (Revogado pela Lei nº 9.711. inclusive as em regime especial.97) e) (Revogado pela Lei nº 9. de 10. de 1o de maio de 1943. e das fundações públicas. ser exonerados mediante indenização de um mês de remuneração por ano de efetivo exercício no serviço público federal.Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. 242.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 83 . Art. no interesse da Administração e conforme critérios estabelecidos em regulamento.FAS. de 28 de outubro de 1952 . aprovada pelo DecretoLei nº 5. exercidas por servidor integrante de quadro ou tabela de pessoal. Equipara-se ao cônjuge a companheira ou companheiro. cujos contratos não poderão ser prorrogados após o vencimento do prazo de prorrogação. exceto os contratados por prazo determinado. ou pela Consolidação das Leis do Trabalho. considera-se sede o município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício. de 10. ficam extintas na data da vigência desta Lei. § 5o O regime jurídico desta Lei é extensivo aos serventuários da Justiça. Título IX Capítulo Único Das Disposições Transitórias e Finais Art. (Incluído pela Lei nº 9. enquanto não adquirirem a nacionalidade brasileira. regidos pela Lei nº 1. no que couber. § 1o Os empregos ocupados pelos servidores incluídos no regime instituído por esta Lei ficam transformados em cargos.527. Para os fins desta Lei. § 2o As funções de confiança exercidas por pessoas não integrantes de tabela permanente do órgão ou entidade onde têm exercício ficam transformadas em cargos em comissão. na data de sua publicação. Ficam submetidos ao regime jurídico instituído por esta Lei.12. § 4o (VETADO).contribuições definidas em assembléia geral da categoria.12.97) Art. 241. e mantidas enquanto não for implantado o plano de cargos dos órgãos ou entidades na forma da lei. das autarquias. quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e constem do seu assentamento individual. § 7o Os servidores públicos de que trata o caput deste artigo.527. do respectivo órgão ou entidade. dos ex-Territórios. remunerados com recursos da União.452. § 6o Os empregos dos servidores estrangeiros com estabilidade no serviço público.527. § 3o As Funções de Assessoramento Superior . 243. em caráter permanente. passarão a integrar tabela em extinção. poderão. sem prejuízo dos direitos inerentes aos planos de carreira aos quais se encontrem vinculados os empregos. não amparados pelo art. que comprove união estável como entidade familiar.

1998 LEI Nº 8. bem como as demais disposições em contrário. de 11 de dezembro de 1990. e eu. As pensões estatutárias. Art.527. A licença especial disciplinada pelo art. 248. Art. ou por outro diploma legal.97) Art. Art. Até a edição da lei prevista no § 1o do art. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. haverá ajuste de contas com a Previdência Social.§ 8o Para fins de incidência do imposto de renda na fonte e na declaração de rendimentos. de 10.12. Os adicionais por tempo de serviço. 246.° 8. 250.12. O servidor que já tiver satisfeito ou vier a satisfazer.527. (Mantido pelo Congresso Nacional) Art. 253. de 28 de outubro de 1952.1990 e Republicado no D.12.711. serão considerados como indenizações isentas os pagamentos efetuados a título de indenização prevista no parágrafo anterior. do Projeto que se transformou na Lei n. O PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL: Faço saber que o CONGRESSO NACIONAL manteve. 251. 87 a 90.12. Art. 249. 252.112.O. correspondente ao período de contribuição por parte dos servidores celetistas abrangidos pelo art. Para efeito do disposto no Título VI desta Lei. 245. Art.711.97) Art. 243.162. FERNANDO COLLOR Jarbas Passarinho Este texto não substitui o publicado no D.711. de 1952. DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 Partes vetadas pelo Presidente da República e mantidas pelo Congresso Nacional.91) Art.112. das autarquias e das fundações públicas federais". 11 de dezembro de 1990.O.527. 116 da Lei nº 1. Presidente do Senado Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 84 . 247.3. Art. com efeitos financeiros a partir do primeiro dia do mês subseqüente. na forma prevista nos arts. 244.U. de 10. (Redação dada pela Lei nº 8. 184 do antigo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. os servidores abrangidos por esta Lei contribuirão na forma e nos percentuais atualmente estabelecidos para o servidor civil da União conforme regulamento próprio. de 10. (VETADO). já concedidos aos servidores abrangidos por esta Lei. 231. Lei n° 1. dentro de 1 (um) ano. Brasília. de 8. concedidas até a vigência desta Lei. as condições necessárias para a aposentadoria nos termos do inciso II do art. fica transformada em licença-prêmio por assiduidade. de 28 de outubro de 1952. 169o da Independência e 102o da República. ficam transformados em anuênio. aposentar-se-á com a vantagem prevista naquele dispositivo. (Incluído pela Lei nº 9. (Revogado pela Lei nº 9.1. passam a ser mantidas pelo órgão ou entidade de origem do servidor. de 18. que "dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. (Incluído pela Lei nº 9. de 12. Ficam revogadas a Lei nº 1. MAURO BENEVIDES.U. e respectiva legislação complementar.97) § 9o Os cargos vagos em decorrência da aplicação do disposto no § 7 o poderão ser extintos pelo Poder Executivo quando considerados desnecessários.

........... ou 10 (dez) anos interpolados........... nos termos do § 7° do art..........quando ocupante da última classe da carreira............................................ § 2° A aplicação do disposto neste artigo exclui as vantagens previstas no art...... § 2º O custeio da aposentadoria é de responsabilidade integral do Tesouro Nacional..... d) de negociação coletiva................... e) de ajuizamento........ 170° da Independência e 103° da República.. c) ....... a) ............. nos termos da Constituição Federal....................................... 18 de abril de 1991............ Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 85 ......................... acrescida da diferença entre esse e o padrão da classe imediatamente anterior......... 192.......... II ... assistência ou cargo em comissão.................... assessoramento..... § 1° . Art.. 184 do antigo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União............. com a remuneração do padrão correspondente................................................... § 1° Quando o exercício da função ou cargo em comissão de maior valor não corresponder ao período de 2 (dois) anos............. Art.......... b) ...... 66 da Constituição........................... § 2° Os períodos de licença-prêmio já adquiridos e não gozados pelo servidor que vier a falecer serão convertidos em pecúnia............ ........... 87 ....... aposentar-se-á com a vantagem prevista naquele dispositivo...........................com a remuneração do padrão de classe imediatamente superior àquela em que se encontra posicionado........... 250............................ Art................................................................... Art................... chefia................................................ O servidor que contar tempo de serviço para aposentadoria com provento integral será aposentado: I ... poderá aposentar-se com a gratificação da função ou remuneração do cargo em comissão..... desde que exercido por um período mínimo de 2 (dois) anos..... 240........ dentro de 1 (um) ano............. Art...........................................................711.......... de 11 de dezembro de 1990: "Art......" Senado Federal. O servidor que tiver exercido função de direção.... frente à Justiça do Trabalho. Lei n° 1.......................................... 192......Federal................................... ressalvado o direito de opção. de 28 de outubro de 1952..... ............................................................112........................................................................... as condições necessárias para a aposentadoria nos termos do inciso II do art..... por período de 5 (cinco) anos consecutivos............ § 1° ............. de maior valor... 62. promulgo as seguintes partes da Lei n° 8. em favor de seus beneficiários da pensão........... individual e coletivamente....... 231............................ bem como a incorporação de que trata o art.......... 193................ será incorporada a gratificação ou remuneração da função ou cargo em comissão imediatamente inferior dentre os exercidos.... O servidor que já tiver satisfeito ou vier a satisfazer..........................

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