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FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA * Administração Pública e Governo: conceito e objetivos * Evolução dos modelos de administração pública * Os princípios norteadores do serviço público - legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência * Poderes e deveres do administrador público * Transparência, informação e controle social na Administração Pública * Tipos e formas de controle * Controle interno e externo * Contratos administrativos: conceito, características, formalização * Licitações - princípios, obrigatoriedade, dispensa e inexigibilidade, modalidades e procedimentos, fases (Lei n.° 8.883, de 8 de junho de 1994 e complementos) * Regime Jurídico dos Servidores Públicos Federal

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nesse sentido. 21. * CONSULTIVOS. financiamentos. c) Sociedades de Economia Mista. 4º do Dec. 49-56): a) Em sentido Subjetivo.A Administração é exercida pelo próprio Estado .Basicamente temos dois sentidos a dar ao vocábulo Administração Pública (Pietro. b) Em sentido Objetivo. compreende pessoas jurídicas. a Administração Pública é a própria função administrativa que incumbe predominantemente ao Poder Executivo. Nesse sentido à Administração Pública cabe as seguintes tarefas: a) Fomento: Incentivo à iniciativa de utilidade pública (subvenções. b) Polícia Administrativa: Compreende toda atividade de execução das chamadas limitações administrativas. Vejamos o esquema abaixo: ADMINISTRAÇÃO DIRETA . incisos X. c) Serviço Público: É toda atividade que a Administração Pública executa. sob regime jurídico preponderantemente público (CF. c) Seu regime jurídico é de direito público. orgânico ela designa os entes que exercem a atividade administrativa . que compreende as seguintes categorias de entidades. material ou Funcional. que se constitui dos serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e dos Ministérios.ÓRGÃOS: * DE DIREÇÃO. b) Empresas públicas. podemos elencar as principais características da Administração Pública: a) É uma atividade concreta. 1998. Ainda dentro do aspecto objetivo. d) Fundações públicas. 2 – A Administração indireta. Quanto ao aspecto subjetivo da Administração Pública. formal ou orgânico. Órgãos e Agentes Públicos. no sentido que põe em execução a vontade do Estado contida na lei. para satisfazer a necessidade coletiva. Comecemos pelo aspecto objetivo. XII e 175). art. Funcional designa a natureza da atividade exercida pelos referidos entes . vejamos a classificação contida no art. favores fiscais).Lei 200/67: 1 – Administração direta. XI. b) A sua finalidade é a satisfação direta e imediata dos fins do Estado. dotados de personalidade jurídica própria: a) Autarquias. * DE EXECUÇÃO Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 5 . diretamente.

que são formas técnicas de Organização Administrativa.A atividade administrativa descentralizada é exercida pessoa distinta do Estado . Esses serviços e atividades podem ser prestados pelo Estado de forma centralizada ou descentralizada. Diz-se que a atividade do Estado é centralizada quando ele atua diretamente. não significando. para permitir o seu mais adequado e racional desempenho. Essas modalidades surgiram sucessivamente ao longo do tempo. * EMPRESAS PÚBLICAS. sem delegação a outras pessoas. quer seja de direito público. o aparelho do Estado é a extensão do próprio poder do governante e os seus funcionários são considerados como membros da nobreza. b) Concentração: Ocorre o inverso da desconcentração. Há uma desconcentração das atividades dos órgãos periféricos para os centrais. quer seja de direito privado. que alguma delas tenha sido definitivamente abandonada. A corrupção e o nepotismo são inerentes a esse tipo de administração. por meio de seus Órgãos. Evolução dos modelos de administração pública A evolução da administração pública em nosso país passou por três modelos diferentes: a administração patrimonialista.ENTIDADES: * AUTARQUIAS. Isto é feito para descongestionar. Na administração pública patrimonialista. As atribuições administrativas são outorgadas aos vários órgãos que compõem a hierarquia. própria dos Estados absolutistas europeus do século XVIII. A desconcentração liga-se à hierarquia. ou seja. tirar do centro um volume grande de atribuições. a) Centralização: É a prestação de serviços diretamente pela pessoa política prevista constitucionalmente. No âmbito da mesma pessoa jurídica temos: a) Desconcentração: É a distribuição interna de competências. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 6 . como se fosse uma pirâmide em cujo ápice se situa o Chefe do Poder Executivo. desconcentrar. a administração burocrática e a administração gerencial. dentro da mesma pessoa jurídica. O patrimônio do Estado confunde-se com o patrimônio do soberano e os cargos são tidos como prebendas (ocupações rendosas e de pouco trabalho). * FUNDAÇÕES PÚBLICAS. * SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA. Sabe-se que a Administração Pública é organizada hierarquicamente. porém. b) Descentralização: É a transferência de execução do serviço ou titularidade do serviço para outras pessoas.ADMINISTRAÇÃO INDIRETA .

com ênfase nos resultados. nas contratações do Poder Público e no atendimento às necessidades da população. e aumentar a governança do Estado. consubstanciando a idéia de poder racional legal. garantir a autonomia do servidor para atingir tais resultados. seriam os princípios implícitos. tornandose peça essencial para o correto desempenho da atividade pública. ainda. é a possibilidade de se tornar ineficiente.Reforma Administrativa). como na admissão de pessoal.o aperfeiçoamento profissional e um sistema de remuneração estruturado. corre o risco de transformar o controle a ela inerente em um verdadeiro fim do Estado. A administração burocrática. O seu grande problema. Com isso. o aumento da qualidade dos serviços e a redução dos custos. moralidade. Alguns doutrinadores buscam extrair outros princípios do texto constitucional como um todo. Os princípios norteadores do serviço público . perdendo a noção de sua missão básica. A administração pública gerencial apresenta-se como solução para estes problemas da burocracia. conservando seus preceitos básicos. controles rígidos em todos os processos. que é servir à sociedade. a meritocracia na carreira pública. Priorizase a eficiência da Administração. isto é. as avaliações de desempenho. O cidadão passa a ser visto com outros olhos. por esta razão.legalidade. Outros princípios do direito administrativo decorrem classicamente de elaboração jurisprudencial e doutrinária. por ser considerado seu principal beneficiário. São sempre necessários. auto referente e incapaz de atender adequadamente os anseios dos cidadãos. procurando-se. a máquina administrativa voltase para si mesmo. e não um simples meio para atingir seus objetivos. a idéia de carreira pública e a profissionalização do servidor. não mais nos processos em si. publicidade e eficiência (este último acrescentado pela Emenda 19198 . pois não nega todos os seus métodos e princípios. Na verdade. que serão verificados posteriormente. impessoalidade. Existe uma desconfiança prévia dos administradores públicos e dos cidadãos que procuram o Estado com seus pleitos. como a admissão de pessoal segundo critérios rígidos. o gerencialismo apóia-se na burocracia. para evitar a corrupção. mas sem romper em definitivo com a administração burocrática. a hierarquia funcional. publicidade e eficiência Na Constituição de 1988 encontram-se mencionados explicitamente como princípios os seguintes: legalidade. moralidade. Busca-se desenvolver uma cultura gerencial nas organizações.A administração pública burocrática surge para combater a corrupção e o nepotismo do modelo anterior. o formalismo. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 7 . o cliente dos serviços prestados pelo Estado. A diferença reside na maneira como é feito o controle. impessoalidade. embora possua o grande mérito de ser efetiva no controle dos abusos. A administração gerencial constitui um avanço. portanto. São princípios inerentes a este tipo de administração a impessoalidade. Os controles administrativos funcionam previamente. a sua capacidade de gerenciar com efetividade e eficiência. que passa a concentrarse nos resultados.

o poder tornava-se objetivado. ao se considerar o contexto em que a decisão foi ou será tomada. certeza jurídica e limitação do poder contido nessa concepção do princípio da legalidade administrativa. num período de agravamento de problemas sociais. LXXUI).Uma das decorrências da caracterização de um Estado como Estado de Direito encontrase no princípio da legalidade que informa as atividades da Administração Pública. integridade de caráter. A decisão. O princípio em causa não é senão o próprio princípio da legalidade ou isonomia” (Elementos de direito administrativo. de regra. destoa do contexto. PRINCÍPIO DA MORALIDADE ADMINISTRATIVA Para configurar o princípio da moralidade administrativa e operacionalizá-lo parece melhor adotar o último entendimento. numa época de redução de mordomias. Mediante a submissão da Administração à lei. No conjunto dos poderes do Estado traduzia a supremacia do poder legislativo em relação ao poder executivo. benéficas ou detrimentosas. Em geral. 5.. Na linguagem comum. função. subjetivos sejam os verdadeiros móveis e fins das atividades administrativas. p. e do conjunto de regras de conduta extraídas da disciplina geral norteadora da Administração. ine. ou melhor. PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE No entender de Celso Antônio Bandeira de Mello. PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 8 . honradez. retidão. 60) Os aspectos apontados acima representam ângulo diversos do intuito essencial de impedir que fatores pessoais. aparecendo como dever. mesmo que tal aquisição revista-se de legalidade. impessoalidade “traduz a idéia de que a Administração tem que tratar a todos os administrados sem discriminações. exprimia a supremacia da lei sobre os atos e medidas administrativa. que importe em enriquecimento ilícito ou proveito próprio ou de outrem no exercício de mandato. obedecer à Administração era o mesmo que obedecer à lei. não à vontade instável da autoridade. O princípio da moralidade é de difícil tradução verbal talvez porque seja impossível enquadrar em um ou dois vocábulos a ampla gama de condutas e práticas desvirtuadoras das verdadeiras finalidades da Administração Pública. A probidade. Daí um sentido de garantia. a percepção da imoralidade administrativa ocorre no enfoque contextual. que há de caracterizar a conduta e os atos das autoridades e agentes públicos. Na sua concepção originária esse princípio vinculou-se à separação de poderes e ao conjunto de idéias que historicamente significaram oposição às práticas do período absolutista. no âmbito das atuações.. b) a Administração só pode editar atos ou medidas que uma nora autoriza. Exemplo: em momento de crise financeira.'. configura imoralidade efetuar gastos com aquisição de automóveis de luxo para "servir" autoridades. A improbidade administrativa tem um sentido forte de conduta que lese o erário público. c) somente são fixado por norma legislativa. probidade equivale a honestidade. 1992. decorre do princípio da moralidade administrativa.. Tornaramse clássicos os quatros significados arrolados pelo francês Eisenmann: a) a Administração pode realizar todos os atos e medidas que não sejam contrários à lei. A ação popular que pode ser proposta por qualquer cidadão (no sentido de detentor de direitos políticos) para anular ato lesivo à moralidade administrativa (art. Outro é a previsão de sanções a governantes e agentes públicos por atos ou condutas de improbidade administrativa. emprego público. cargo. d) a Administração só pode realizar atos ou medidas que a lei ordena fazer.

que reconhece a todos o direito de receber. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 9 .Concessão e Permissão de Serviços Públicos . atualidade. p. uniformidade. generalidade. invertendo a regra do segredo e do oculto que predominava.'. segurança. 6. Numa democracia a publicidade é a regra básica do poder e o segredo. com raras exceções.no § 1. sob tal prisma. 1986. como o "governo do poder público em público". Essas prerrogativas são outorgadas por lei. Poderes e deveres do administrador público A ordem jurídica confere aos agentes públicos certas prerrogativas para que estes. diz que ao 44 usuário fica garantido serviço público compatível com sua dignidade humana. o que significa que é extremamente limitado o espaço dos segredos de Estado" (A ruptura totalitária e a reconstrução dos direitos..acrescentou o princípio da eficiência aos princípios da Administração enunciados no caput do art. O vocábulo liga-se à idéia de ação. A Constituição de 1988 alinha-se a essa tendência de publicidade ampla a reger as atividades da Administração. dos órgãos públicos.1990. pontualidade. Na legislação pátria o termo eficiência já aparecera relacionado à prestação de serviços públicos. de 04. a Lei 8. cortesia na sua prestação.987195 . -dever de probidade. a negligência.'. Por sua vez.'do art. o princípio da eficiência determina que a Administração deve agir. Celso Lafer pondera que "numa democracia a visibilidade e a publicidade do poder são ingredientes básicos. -dever de eficiência. atribuindo a este último vocábulo o sentido de "manifesto(. Um dos desdobramentos desse princípio encontra-se n o inc. Por sua vez. persigam a consecução dos fins públicos. sem distinção de qualquer espécie". prestado com eficiência. 37. para produzir resultados que satisfaçam as necessidades da população. 5. continuidade. O princípio da publicidade vigora para todos os setores e todos os âmbitos da atividade administrativa. a descaso. Essas prerrogativas consubstanciam os chamados poderes do administrador público. eficiência. parágrafo único. Bobbio caracteriza a democracia. em nome do Estado. A lei impõe ao administrador público alguns deveres: deveres administrativos. 243-244). a exceção. no art. informações do seu interesse particular ou de interesse coletivo ou geral. Associado à Administração Pública.Ao discorrer sobre democracia e poder invisível. "visível" (O futuro da democracia. caracteriza o serviço adequado como aquele "que satisfaz as condições de regularidade. PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA A Emenda Constitucional 19198 . 84). XXXIII do art. 123. modificidade das tarifas". regularidade. posto que permitem um importante mecanismo de controle 'ex parte populi' da conduta dos governantes.Reforma Administrativa . Agora a eficiência é princípio que norteia toda a atuação da Administração Pública. conforto e segurança. a omissão ..04.características habituais da Administração Pública brasileira. Eficiência contrapõe-se a lentidão. DEVERES DO ADMINISTRADOR PÚBLICO -poder-dever de agir. de modo rápido e preciso. a Lei Orgânica do Município de São Paulo. para produzir resultado de modo rápido e preciso. p.". 1988. Assim.

responsabilidade civil da Administração. DEVER DE PROBIDADE O dever de probidade exige que o administrador público atue sempre em consonância com os princípios da moralidade e honestidade administrativas. -indisponibilidade dos bens. no intuito de se imprimir à atuação do administrador público maior celeridade. por ser conferido à Administração para o atingimento do fim público. representa um dever de agir. DEVER DE PRESTAR CONSTAS O dever de prestar contas é decorrência inafastável da função do administrador público. na forma e gradação previstas em lei.-dever de prestar contas. PODERES ADMINISTRATIVOS É o conjunto de prerrogativas de Direito Público que a ordem jurídica confere aos agentes administrativos para o fim de permitir que o Estado alcance seus fins. que poderá ensejar. da coletividade. como gestor de bens e interesses alheios. Os atos de improbidade administrativa importarão: -suspensão dos direitos políticos. no Direito Administrativo é uma imposição. coordenação. etc. No Direito Privado o poder de agir é uma mera faculdade. controle. um dever de agir para o agente público. devendo ser obrigatoriamente exercidos pelos titulares. perfeição. PODER-DEVER DE AGIR Poder-dever de agir significa dizer que o poder administrativo. -perda da função pública. -Poder Vinculado -Poder Discricionário -Poder Hierárquico -Poder Disciplinar -Poder Regulamentar -Poder de Polícia Poder Vinculado É aquele de que dispõe a Administração para a prática de atos administrativos em que é mínima ou Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 10 . até mesmo. caracteriza abuso de poder. -ressarcimento ao erário. sem prejuízo da ação penal cabível. técnica. -A omissão do agente. DEVER DE EFICIÊNCIA O dever de eficiência mostra-se presente na necessidade de tornar cada vez mais qualitativa a atividade administrativa. diante de situações que exigem sua atuação. -Os poderes administrativos são irrenunciáveis.

estabelecendo o motivo e escolhendo (dentro dos limites legais) seu conteúdo. a fim de possibilitar um maior controle judicial dos atos administrativos. Todos os atos administrativos são vinculados quanto: -a competência. nos casos dos atos discricionários motivados (aqueles em que foram declarados pela Administração os motivos que levaram a sua prática). Limites aos Poder Discricionário A doutrina e a jurisprudência modernas enfatizam a tendência de limitação ao poder discricionário da Administração. O princípio da proporcionalidade exige que haja proporcionalidade entre os meios utilizados pelo administrador público e os fins que ele pretende alcançar. a Administração é dotada da prerrogativa de ordenar. -a finalidade. -ao objeto. -proporcionalidade. coordenar. É o poder hierárquico que permite à Administração estabelecer tais relações.inexistente sua liberdade de atuação. ou seja. determinantes são também vinculados à existência e legitimidade dos motivos declarados como ensejadores de sua prática. podendo valorar a oportunidade e conveniência da prática do ato discricionário. assumem relevância os princípios da: -razoabilidade. Nesse aspecto. distribuindo as funções de seus órgãos e agentes conforme o escalonamento hierárquico. os atos administrativos ditos vinculados também o são quanto: -ao motivo. é aquele em que a Administração dispõe de uma razoável liberdade de atuação. controlar e corrigir as atividades de seus órgãos e agentes no seu âmbito interno. de modo a evitar restrições desnecessárias. O princípio da razoabilidade tem por fim aferir a compatibilidade entre os meios e os fins de um ato administrativo. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 11 . -a forma. Com base na teoria dos motivos determinantes. Contudo. Como resultado do poder hierárquico. A conveniência e a oportunidade formam o núcleo do poder discricionário. Poder Hierárquico A hierarquia caracteriza-se pela existência de graus de subordinação entre os diversos órgãos e agentes do Executivo. arbitrárias ou abusivas por parte da Administração Pública. Poder Discricionário É aquele conferido à Administração para a prática de atos dessa natureza.

O poder punitivo do Estado não é um poder de expressão interna. Decretos de Execução Os decretos de execução costumam ser definidos como regras gerais. -decreto ou regulamento autônomo. detalhando seus dispositivos. explicitando-o. Não confundir o poder disciplinar da Administração com o poder punitivo do Estado.Revisão hierárquica É a prerrogativa conferida ao superior para. É a autorização. é realizado pelo Poder Judiciário e diz respeito à repressão de crimes e contravenções tipificados nas leis penais. ao Chefe do Poder Executivo. passou a existir autorização expressa na CF para que o Presidente da República disponha sobre a organização e funcionamento da Administração Federal. possibilitando a fiel execução da lei a que se referem. -decreto ou regulamento autorizado. Temos: -decreto ou regulamento de execução. que é o ato primário a ser regulamentado. Delegação Significa atribuir ao subordinado competência para a prática de ato que originalmente pertencia ao superior hierárquico. O decreto de execução deve restringir-se aos limites e ao conteúdo da lei. Avocação Consiste no poder que possui o superior de chamar para si a execução de atribuições cometidas a seus subordinados. apreciar todos os aspectos de um ato de seu subordinado. para a edição de decretos e regulamentos. Poder Disciplinar É a faculdade que possui a Administração de punir internamente as infrações funcionais de seus servidores e demais pessoas sujeitas à disciplina dos órgão e serviços da Administração. quando não implicar aumento de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 12 . concernentes à atuação da Administração. A edição de decretos de execução tem como pressuposto a edição de uma lei. por meio da qual é conferida ao Poder Executivo a prerrogativa de editar atos normativos gerais e abstratos. Decretos Autônomos A partir da EC 32/2001. abstratas e impessoais. editadas em função de uma lei. de ofício ou mediante provocação do interessado. Poder Regulamentar O denominado Poder Regulamentar decorre da competência diretamente haurida da CF. no intuito de mantê-lo ou reformá-lo.

e proceda à extinção de funções ou cargos públicos. IV) pode ser delegada a outras autoridades administrativas. -etc. como por exemplo: -regras relativas a registro de operações no mercado de capitais. -modelo de receituário especial. limitando ou disciplinando direito. Somente existem duas hipóteses de edição de decretos autônomos (delegáveis para Ministros de Estado): -organização e funcionamento da Administração Federal. deixa ao Poder Executivo a fixação de normas técnicas. atos de caráter administrativo que tenham sido editados pelo Poder Executivo. dispondo sobre a organização e funcionamento da Administração e a extinção de cargos vagos. embora. Princípio da Reserva da Administração O princípio constitucional da reserva da Administração impede a ingerência normativa do Poder Legislativo em matérias sujeitas à exclusiva competência administrativa do Poder Executivo. No entanto. estabelecendo as condições. Poder de Polícia Considera-se poder de polícia a atividade da Administração Pública que. no estrito desempenho de suas privativas atribuições institucionais. os limites e os contornos da matéria a ser regulamentada. por lei. Não pode o Poder Legislativo desconstituir. quando não implicar em aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. A jurisprudência no Brasil não admite o regulamento autorizado para a disciplina de matérias reservadas à lei. diretamente mediante decreto. Se uma lei autorizar o Poder Executivo a disciplinar tais matérias será inconstitucional por afrontar o princípio da separação dos poderes. nossa doutrina.Não foi instaurada em nosso ordenamento jurídico um autorização ampla e genérica para a edição de decretos autônomos. -estabelecimento de modelos de notas fiscais e outros documentos.despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. quando vagos. Notas: 1. tenham reflexos para os administrados em geral. nela contida. Os decretos previstos na EC 32/2001 são atos de efeitos internos. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 13 . quando vagos. para que o Poder Executivo assim o faça. e o próprio Poder Judiciário têm admitido a utilização do regulamento autorizado quando a lei. como os Ministros de Estado. A competência para a edição de decretos autônomos (CF artigo 84. O regulamento autorizado inova o Direito nas matérias em que a lei lhe confere essa atribuição. -elaboração de lista com medicamentos sujeitos à retenção de receita. quando a autorização do legislador diz respeito a matérias não reservadas à lei. -extinção de cargos ou funções públicas. Regulamento Autorizado Regulamento autorizado (ou delegado) é aquele que complementa disposições da lei em razão de expressa determinação. diretamente.

estabelecendo o motivo e escolher. dentro dos limites legais.E.M). Atributos do Poder de Polícia -Discricionariedade -Auto-executoriedade -Coercibilidade A discricionariedade no exercício do poder de polícia significa que a Administração. Poder de polícia originário É aquele exercido pelas pessoas políticas do Estado (U. Limites A atuação da polícia administrativa só será legítima se realizada nos estritos termos jurídicos. ainda que prestadores de serviço ao Estado. respeitados os direitos do cidadão. dispõe de uma razoável liberdade de atuação. independentemente de ordem judicial. Autorização É o ato administrativo discricionário em que predomina o interesse do particular. integrantes da chamada Administração Indireta. Outorga do poder de polícia para o particular A doutrina não admite a outorga do poder de polícia a pessoas da iniciativa privada. alcançando os atos administrativos provenientes de tais pessoas. A auto-executoriedade consiste na possibilidade que certos aos administrativos ensejam imediata e direta execução pela própria administração. Não pode ser negada quando o requerente satisfaça os requisitos legais para sua obtenção.DF. Licença É o ato administrativo vinculado e definitivo pelo qual a Administração reconhece que o particular detentor de um direito subjetivo preenche as condições para seu gozo. regula a prática de ato ou abstenção de fato. atividades e direitos individuais. as prerrogativas individuais e as liberdades públicas asseguradas na CF e nas leis. podendo valorar a oportunidade e conveniência de sua prática. aos costumes. seu conteúdo. quanto aos atos e ele relacionados. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 14 . à ordem. ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público. Poder de polícia delegado É aquele executado pelas pessoas administrativas do Estado. à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais e coletivos. regra geral. Poder de polícia é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e o gozo de bens. em razão de interesse público concernente à segurança. à disciplina da produção e do mercado.interesse ou liberdade. à higiene. em benefício da coletividade ou do próprio Estado.

e também a garantia da liberdade individual contra o arbítrio político. Educação. O controle social é uma ferramenta de garantia dos direitos fundamentais de todo cidadão e como tal. as audiências públicas. ação popular. O poder apresenta-se como fenômeno na relação Estado e Direito consubistanciado no monopólio da força por parte do mesmo Estado. sendo quase senso comum. Estados e Municípios). isto é. em grupo ou por meio de entidades juridicamente constituídas. A sociedade precisa trabalhar para que surja então um Estado verdadeiramente útil para todos. Tipos e formas de controle Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 15 . etc) que são conselhos formados pelo poder público e por usuários dos serviços públicos. individualmente. que não podem ser somente esperadas dos agentes políticos. A teoria do accountability trata da possibilidade de exigir justificação do agente público por seus atos ou omissões e imputar-lhe algum tipo de sanção. informação e controle social na Administração Pública Controle social é entendido como um instituto que garante aos cidadãos. Idoso. dentre outros. que faz com que mesmo com mais de 500 anos de existência no Brasil. A constituição cidadã criou instrumentos para o seu exercício e proteção. sua observância é obrigatória para o particular. sobre o poder político do Estado. se constitui em um pressuposto fundamental da democracia. de caráter reputacional. dentre as quais passamos a citar: os conselhos sociais (Saúde. os conselhos estaduais e a Ordem dos Advogados do Brasil. pois podem ser também simbólicas. O povo está na legítima condição de detentor do poder e é necessariamente um dos elementos essenciais do Estado. O fato é que precisamos de ações concretas. Não é novidade. mediante a Constituição escrita. Porém ao povo compete à titularidade do poder. como por exemplo as pessoas jurídicas de caráter público. Assistência Social. ação civil pública. As sanções também não se limitam aos dispositivos legais. também é forma de controle o plebiscito. Transparência. o poder de fiscalizar dado a toda a sociedade. incluindo a capacidade de sanção aos agentes políticos. Delmer Dunn afirma que o controle social não se dá somente através de ações de fiscalização e controle institucionalizadas. o orçamento participativo. O controle social na administração pública pode ser exercido de diversas maneiras.A coercibilidade possibilita que as medidas adotadas pela Administração podem ser impostas coativamente ao administrado. pessoa estranha ao Estado (aqui entendido como União. que o Estado ainda possui grandes obstáculos. ou ainda a não recondução nas próximas eleições. ainda continue falhando.

tem-se as auditorias do Tribunal de Contas. contudo. É a forma mais comum. Como ilustração deste tipo de controle. aprovação e revisão das atividades controladas. devendo estes dois últimos. perscrutando o enquadramento da instituição no programa de governo e o acompanhamento dos atos de seus dirigentes no desempenho das funções estatutárias. Quanto ao aspecto controlado Controle da legalidade ou legitimidade – decorrente do princípio da legalidade presente no Estado de Direito. Considerado o mais eficaz. a fiscalização de concursos públicos e procedimentos licitatórios. contudo. para o atingimento das finalidades da atividade controlada. visando aferir se o administrador público alcançou o resultado pretendido da melhor forma e com menos custos para a Administração. Controle de mérito – este avalia não o ato. emperra a máquina administrativa suspendendo a eficácia do ato até sua análise pelo órgão competente. da organização vertical dos órgãos administrativos. sistemas de controle sem muita propriedade didática. Esta modalidade de controle é exercida tanto pela Administração como pelo Legislativo e Judiciário. maior dispêndio para o erário. mas também a mais ineficaz. o Contrato de Gestão. Controle subseqüente ou corretivo (a posteriori) – é o feito após a realização do ato de despesa. abaixo discorreremos sobre os mais importantes. denotando certa mudança na classificação do controle. Quanto ao fundamento utilizado Controle hierárquico – decorre da desconcentração administrativa. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 16 . Controle finalístico – é o que verifica o escopo da instituição. formas. Controle concomitante – é efetuado durante a realização da despesa.Embora a doutrina utilize tipos. Esta modalidade de controle pressupõe faculdades de supervisão. ou seja. orientação. mas a atividade administrativa de per si. o efeito decursivo da prática dos atos administrativos. Tal modo de controle é o mais antigo. pois verificar as contas de um gestor terminada sua gestão torna a reparação do dano e a restauração do statu quo ante muito difíceis. disponibilizando meios corretivos para os agentes responsáveis pelo desvio de conduta. ou seja. visto poder o ato tido como irregular poderia ser sobrestado durante a sua consecução. assim. dentre outros. fiscalização. da liquidação da despesa. verbi gratia. segundo vários aspectos. evitando. objetiva verificar se o ato administrativo está conforme a lei que o regula. vejamos: Quanto ao momento em que são realizados Controle preventivo ou prévio (a priori) – é aquele verificado antes da realização da despesa. exempli gratia. serem provocados.

Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 17 . etc. caput do mesmo Estatuto. O controle direto é albergado no artigo 49. a análise de contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros públicos. devendo ser um auxiliar do controle externo. em regra. é exercido pelo Poder Judiciário. Este controle tem espeque constitucional no artigo 74. ação popular. § 2o da Lei das Leis. Vários são os meios postos à disposição do cidadão o exercício deste controle. X da Lei Maior.tem assento no artigo 74. E já que o órgão controlador tem a mesma natureza daquele que emitiu o ato. XXXV da Lei Fundamental. o mérito do ato. Segundo a natureza dos organismos controladores Controle judiciário – encontra respaldo no artigo 5º. Controle externo – é o que se realiza por órgão estranho ao que emanou o ato ou procedimento administrativo. a exemplo daquele realizado pelo Tribunal de Contas. Controle por provocação ou externo popular . pelo Poder Judiciário e pelo Legislativo. mandado de injunção. ações de inconstitucionalidade. enquanto o indireto está previsto no 70. ação civil pública. com um reexame sobre sua conveniência [1] ”. Segundo a posição do órgão controlador Controle interno – quando “seu exercício cabe ao mesmo ou outro órgão da mesma administração de que emanou o ato. visto que o Judiciário só poderá manifestar-se acerca da legalidade. podendo analisar o mérito do ato. não adentrando a seara da oportunidade e conveniência. Quanto à instauração do controle Controle de ofício (ex officio) – é o que se instaura independemente de provocação do administrado ou de qualquer outro órgão pertencente à estrutura do Poder Público. Controle administrativo ou executivo – é o exercido por todos os órgãos sobre as suas respectivas administrações. habeas data. Como exemplo. encontram-se as seguintes ações constitucionais: mandado de segurança coletivo e individual. Dentre eles.Controle de resultados – assemelha-se ao controle finalístico supracitado. Assim. observando a legalidade dos atos emanados do Poder Executivo. atuando como articulador entre as ações administrativas e a análise de legalidade. verifica-se naturalmente que o controle examina. Controle parlamentar – é exercido pelo Poder Legislativo diretamente ou com o auxílio de uma Controladoria ou Tribunal de Contas. incidindo nos contratos de gestão. todo cidadão poderá denunciar as irregularidades ao órgão de controle externo para fins de instauração do devido procedimento.

à exceção dos pseudos Estados de Direito.. portanto.Do Controle Externo A origem dos órgãos de controle remonta à gênese embrionária dos Estados. sucessor do Estado Absolutista. inclusive a do rei. fiscalizar as contas da Administração Pública. já os Pretórios de Contas são órgãos de decisão coletiva. a quem compete observar a legalidade dos atos administrativos. dotadas de competência para análise do mérito do ato administrativo. hierarquicamente subordinado àquele. os Chambres de Comptes e Exchequer. um Ofício Revisional. difundida na GrãBretanha. a origem do controle das contas pública deu-se com a vinda da Família Real para o Brasil. ou seja. embora encontremos outras formas [2]. na República da Irlanda. possuindo seus membros as mesmas garantias e impedimentos dos membros do Poder Judiciário. nos Estados Unidos. o Príncipe Regente D. que examinava toda a atividade estatal. possuem profundas distinções. no entanto. os quais delinearam. quando autorizada a decidir sobre a conveniência e Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 18 . Vale observar que o referido controle tomou a feição atual com a iniciativa do pranteado baiano Ruy Barbosa. a saber: (a) as Controladorias são órgãos monocráticos. É notada também na Antiga China a existência de um órgão fiscalizador da administração financeira. os doutrinadores são unânimes ao asseverar não haver país democrático sem a presença de um órgão de controle com a missão de fiscalizar e garantia à sociedade a boa gestão do dinheiro público. presentes tais controles já aos tempos do Código Indiano de Manu (século XIII a. consubstancia-se. respectivamente. em 28 de junho de 1808. As Controladorias são mais encontradiços nos países de tradição anglo-saxônica. (b) as Controladorias têm avançado sistema de fiscalização. concomitante à instituição da República. Este modo de controle de contas públicas observa proficuamente o mérito ou economicidade do ato administrativo. algo inimaginável até o período do advento do Estado Moderno. designado pelo Parlamento e. por Napoleão em 1807. na valoração dos motivos e na escolha do objeto do ato. grosso modo. Foi.). perante este responsável. Entre nós. dentre outros. segundo Hely Lopes: “. feita pela Administração incumbida de sua prática. Este modo caracteriza-se pela marcante presença de um órgão colegiado.. nas Antigas Grécia (logistas) e Roma (questores) que a atividade de fiscalização do Estado recebeu institucionalização. Referido controle é formado por um órgão monocrático (Controlador-geral. Os Tribunais de Contas e Controladorias tenham o mesmo escopo. servindo de inspiração para as demais gerações. chefiado por um censor. em Israel. João VI lavrou alvará criando o Erário Régio e Conselho de Fazenda. pois. foram criados órgãos de controle na França e Inglaterra. Os dois ramos predominantes na atualidade são as Controladorias e os Tribunais de Contas. As Cortes de Contas surgem nos países de tradição latina. os atuais modelos de controle: Tribunais de Contas e Controladorias.C. tendo notável desenvolvimento na França. através da criação do Tribunal de Contas da União. No período medieval. que. Os estudiosos costumam classificar o controle epigrafado em dois principais sistemas. Hodiernamente. revisor).

incapazes de fiscalizá-lo. observa-se constituir pré-requisito para o funcionamento adequado dos órgãos de controle e. Referente à autonomia administrativa e funcional. com o advento da Carta de 1988. como é o caso da trabalhista. no que atine à autonomia administrativa e funcional. A posição do órgão de controle vinculado ao Legislativo é a adotada em larga escala na maior parte do mundo. Para os que defendem o vínculo ao Poder Judiciário. eleitoral e militar. economicidade dos atos administrativos da Administração Direta e Indireta. assim. Entrementes. legitimidade. os Tribunais de Contas viram suas competências ser significativamente ampliadas. Já o Colégio de Contas analisa a regularidade e conformidade do ato. malgrado alguns destes órgãos originarem-se no Executivo. No tocante à posição do órgão de controle. Cabe abordar a posição de independência e autonomia do órgão de controle externo. na verdade. como corolário do princípio da legalidade. posição comum nos países de regime ditatorial. Executivo ou Legislativo. como alhures. a forma geral de indicação segue as mesmas regras adotadas nas indicações de juízes de tribunais superiores dos respectivos países.oportunidade e justiça do ato a realizar”. as competências funcionais dos Tribunais e Controladorias estão. à exclusividade de sua competência e à investidura e garantias de seus membros. pois existem defensores para cada posição do referido órgão. previstas no Estatuto Maior de cada país. inclusive no Brasil. como órgão autônomo e com competências claramente fixadas pela Constituição. A problemática maior agora se põe. mas de colaboração técnica com a respectiva Casa Legislativa. à Assembléia Legislativa Estadual ou Câmara de Vereadores. existem várias formas de investidura dos membros dos Tribunais e Controladorias. Todavia. O Tribunal de Contas no Estado Brasileiro exerce o controle externo em auxílio ao Congresso Nacional. via de regra. especialmente junto à Fazenda Pública. pois o caput do artigo 70 do referido diploma legal prevê a apreciação da legalidade. acabará informando a própria localização da instituição como órgão independente ou meramente submetidos ao interesse do Governo. ele pode ser vinculado ao Judiciário. entendem dever o órgão de controle passar a integrar o corpo da Magistratura. a discussão acerca da posição do órgão controlador até hoje persiste. sem esse componente. bem como a situação em que estes executam a tarefa de controle. A vinculação ao Poder Executivo é hoje opinião minoritária entre as nações. ou seja. formando. Contudo. portanto. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 19 . investiga a adequação do ato à norma legal. os Tribunais de Contas tornam-se meros departamentos submetidos ao interesse do Governo. A exclusividade de competência é facilmente encontrada na maioria dos países que possuem um desenvolvido órgão de controle. sendo esta última a mais encontrada. A forma de indicação de seus membros. pois. Aqui. não ocupando posição de subordinação ao Parlamento. pois refere-se à investidura dos integrantes dos órgãos de controle. uma justiça especializada.

a concessão não visa ao enriquecimento da empresa privada. porém. Em certos casos. De fato. nos quais a Administração figura em condição de superioridade frente aos contratados privados. Exemplo: aos Municípios compete prestar o transporte coletivo urbano (CF. art. podem celebrar contrato de concessão. pois os pretensos representantes do povo nomeiam os Ministros e Conselheiros ao seu talante e da forma mais conveniente. Contratos administrativos: conceito. um desafio aos Tribunais de Contas e Controladorias é ajustar-se ao novo modelo do Estado para bem desempenhar sua missão de fiscalizar a boa aplicação dos recursos do orçamento público e ter padrão de avaliação de resultados para dar a sociedade a satisfatória informação que ela espera”. na atual conjuntura. não é a dos contratos administrativos. Em outros casos. as insculpidas no artigo 95. a saber: vitaliciedade.O Brasil adota o sistema misto. b) Finalidade pública: o contrato administrativo visa ao interesse público. poderia ser escorreita. foi desvirtuada.Contratos administrativos “são ajustes que a Administração. é inegável que a finalidade pública é atingida de forma direta e imediata. públicas ou privadas. p. Destarte. celebra com pessoas físicas ou jurídicas.. Nesse caso. e parte constitui-se de indicações do Executivo. tal como ocorre nas concessões de serviço público. Poder-se-ia questionar tal forma de investidura que na sua forma pura. I a III da Carta Magna. 2003. ou seja. e por ele aprovada. Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e autor de livros sobre o controle externo. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 20 . onde parte dos membros são indicados pelo próprio Legislativo. os órgãos de controle deverão ser considerados instrumentos de suma importância. Conforme o citado autor: “. a Administração “aparece com uma série de prerrogativas que garantem a sua posição de supremacia sobre o particular” (Di Pietro. No que concerne às vedações são igualmente adotadas as aplicadas aos Magistrados.. se a Administração celebrar um contrato de direito privado. com a aprovação do Legislativo. segundo regime jurídico de direito público” Características: a) Presença da Administração Pública como Poder Público: nos contratos administrativos. para a consecução de fins públicos. o Estado Mínimo do ideário francês Laissez Faire. ela ficará relativamente nivelada com os particulares. porém ao invés de fazê-lo diretamente. e sim para a manutenção da ordem jurídica posta pelo Estado de Direito. ou seja. Antonio Roque Citadini. Tal realidade. V). inamovibilidade e irredutibilidade de subsídio. ainda que somente consiga contemplá-lo indiretamente. os membros do controle gozarão das mesmas inerentes ao Poder Judiciário. 250). não só para a boa aplicação do dinheiro público. 30. passando a observar não apenas a legalidade dos atos como também a sua economicidade. todavia. Acerca das garantias. mas ao atendimento das necessidades coletivas. características. com muita propriedade discorre sobre os desafios que o Controle Externo terá com a volta da política liberal. Por conseguinte. nessa qualidade. formalização De acordo com Di Pietro . os órgãos controladores tiveram suas competências substancialmente alargadas. cedendo a prestação dos serviços a particulares.

concessão de sepultura em cemitério).° 8. respeitados os direitos do contratado”.contudo. em caso de serviço essencial. 72 e 78. d) Contrato de adesão: as cláusulas do contrato administrativo são previamente fixadas pela Administração Pública. deve respeitar o equilíbrio econômico-financeiro. pessoal e serviços vinculados ao objeto do contrato. “em razão da pessoa”. provisoriamente bens móveis. 2003. sob pena de nulidade do pacto. a decisão de celebrar um contrato administrativo tem. VI. e) ocupar. eis que se atrela ao que impõem as leis. Trata-se das cláusulas exorbitantes. fases (Lei n. d) aplicar sanções motivadas pela inexecução total ou parcial do ajuste. bem como na hipótese de rescisão do contrato administrativo. O contratante não participa da elaboração delas. p. E mais: a Administração não é inteiramente livre na criação de tais cláusulas. e) Natureza “intuito personae”: os contratos administrativos não são celebrados com qualquer pessoa. existem cláusulas que. é o interesse privado do particular contratado que é imediatamente satisfeito (ex. mas com aquelas que demonstraram qualidades especiais no procedimento licitatório.princípios. simplesmente as aceita. modalidades e procedimentos.666/93). indicação de recursos orçamentários e licitação”(Di Pietro. eles não são celebrados ao mero acaso. pois. 58 da Lei nº 8. nos caso de infração contratual ou inaptidão do contratante. a serem observados pela Administração. c) Formalismo: os contratos administrativos exigem a forma escrita. Observação. f) Cláusulas exorbitantes: nos contratos administrativos. uma série de trâmites burocráticos. 254). Assim. autorização pela autoridade competente. na hipótese da necessidade de acautelar apuração administrativa de faltas contratuais pelo contratado. c) fiscalizar a execução dos contratos. dispensa e inexigibilidade. os regulamentos e o princípio da indisponibilidade do interesse público. a associação do contratado com outrem ou a cessão ou transferência. como pressuposto. eis que existem atos e procedimentos rígidos. Sempre que a Administração altera ou rescinde o contrato sem culpa do contratante. Ademais. isto é. sob pena de rescisão contratual (arts. total ou parcial. do seu objeto. total ou parcial. b) a alteração social ou a modificação da finalidade ou da estrutura da empresa. no âmbito do direito privado seriam consideradas incomuns ou ilícitas. Nos termos do art. 78.883. não admitidas no edital. Lei 8. sendo o interesse público satisfeito de forma indireta. motivação. Daí o sentido da expressão latina “intuito personae”. obrigatoriedade. XI. ninguém teria o interesse de celebrar contratos administrativos Licitações . garantindo-lhe o aumento da remuneração respectiva ou a indenização por despesas já realizadas.666/93). que prejudique a execução do contrato (art. b) rescindir unilateralmente os contratos. são vedadas: a) a subcontratação.666/93. Lei 8. de 8 de junho de 1994 e complementos) LICITAÇÃO Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 21 . Coerentemente com essa realidade. as cláusulas exorbitantes são prerrogativas que permitem à administração: a) modificar unilateralmente os contratos “para melhor adequação às finalidades de interesse público. imóveis. do contrário. em razão da supremacia dos interesses públicos sobre os interesses particulares. as quais são plenamente válidas nos contratos em que a administração figura como parte. a saber: “avaliação.

compatível com a moral. # Princípio da Isonomia Significa dar tratamento igual a todos os interessados. ao regulamentar o artigo 37. mediante divulgação dos atos praticados pelos administradores em todas as fases da licitação. É condição essencial para garantir em todas as fases da licitação. do Distrito Federal e dos Municípios. dos Estados. os bons costumes e as regras da boa administração. A licitação objetiva garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração. empresas interessadas na apresentação de propostas para o oferecimento de bens e serviços. esse princípio vincula os licitantes e a Administração Pública às regras estabelecidas. compras. dentre outros: # Princípio da Legalidade Nos procedimentos de licitação. # Princípio da Moralidade e da Probidade Administrativa A conduta dos licitantes e dos agentes públicos tem que ser. serviços. De acordo com essa Lei. inclusive de publicidade. afastando a discricionariedade e o subjetivismo na condução dos procedimentos da licitação. inciso XXI.666 de 1993. da Constituição Federal. alienações e locações no âmbito dos Poderes da União. nas normas e princípios em vigor.Conceitos e Princípios Licitação é o procedimento administrativo formal em que a Administração Pública convoca. de maneira a assegurar oportunidade igual a todos os interessados e possibilitar o comparecimento ao certame ao maior número possível de concorrentes. A Lei nº 8. estabeleceu normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras. # Princípio da Publicidade Qualquer interessado deve ter acesso às licitações públicas e seu controle. além de lícita. Os seguintes princípios básicos que norteiam os procedimentos licitatórios devem ser observados. mediante condições estabelecidas em ato próprio (edital ou convite). # Princípio da Vinculação ao Instrumento Convocatório Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 22 . ética. # Princípio da Impessoalidade Esse princípio obriga a Administração a observar nas suas decisões critérios objetivos previamente estabelecidos. ressalvadas as hipóteses de dispensa e de inexigibilidade de licitação. a celebração de contratos com terceiros na Administração Pública deve ser necessariamente precedida de licitação.

Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 23 . à qualidade do produto e ao valor do objeto. Nada poderá ser criado ou feito sem que haja previsão no ato convocatório. Quem deve Licitar Estão sujeitos à regra de licitar.Obriga a Administração e o licitante a observarem as normas e condições estabelecidas no ato convocatório. levando em consideração aspectos relacionados à capacidade técnica e econômico-financeira do licitante. as fundações públicas. deve ser adotada a modalidade de licitação adequada. O procedimento de licitação objetiva permitir que a Administração contrate aqueles que reúnam as condições necessárias para o atendimento do interesse público. Afasta a possibilidade de o julgador utilizar-se de fatores subjetivos ou de critérios não previstos no ato convocatório. com prioridade especial para o pregão. # Princípio do Julgamento Objetivo Esse princípio significa que o administrador deve observar critérios objetivos definidos no ato convocatório para o julgamento das propostas. além dos órgãos integrantes da administração direta. mediante realização de pesquisa de mercado. Após apuração da estimativa. Como Licitar Uma vez definido o objeto que se quer contratar. Distrito Federal e Municípios. e alterações posteriores. do serviço ou do bem a ser licitado.666. as empresas públicas. os fundos especiais. art. é necessário estimar o valor total da obra. ainda.666. exceto nos casos previstos na Lei nº 8. Por que Licitar A Constituição Federal. prevista na Lei nº 8. Estados. de 1993. prevê para a Administração Pública a obrigatoriedade de licitar. NOÇÕES GERAIS O Que é Licitar A execução de obras. verificar se há previsão de recursos orçamentários para o pagamento da despesa e se esta se encontrará em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal. de 1993. as sociedades da economia mista e demais entidades controladas direta e indiretamente pela União. as autarquias. É necessário. as alienações e locações devem ser contratadas mediante licitações públicas. inciso XXI.555. quando o objeto pretendido referir-se a bens e serviços comuns listados no Decreto nº 3. 37. mesmo que em benefício da própria Administração. a prestação de serviços e o fornecimento de bens para atendimento de necessidades públicas.

A investidura dos membros das comissões permanentes não pode exceder a um ano. A comissão de licitação é criada pela Administração com a função de receber. Pode ser permanente e especial. ser pregoeiro ou para realizar licitação na modalidade convite. É constituída por. sendo pelo menos dois deles servidores qualificados pertencentes aos quadros permanentes dos órgãos da Administração responsáveis pela licitação. tomadas de preços e convite. para integrar comissão de licitação. habilitar o licitante e adjudicar o objeto vencedor. examinar e julgar todos os documentos e procedimentos relativos ao cadastramento de licitantes e às licitações nas modalidades de concorrência. exceto quando se trata de pregão. o pregoeiro e respectiva equipe de apoio são designados dentre os servidores do órgão ou entidade promotora da licitação para. que não está limitado a valores. salvo se posição individual divergente estiver devidamente fundamentada e registrada em ata lavrada na reunião em que tiver sido tomada a decisão. a comissão pode ser substituída por servidor designado para esse fim. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 24 . a partir de critérios definidos em lei. analisar a aceitabilidade da proposta e efetuar sua classificação. Nas pequenas unidades administrativas a na falta de pessoal disponível. Os membros da comissão de licitação respondem solidariamente pelos atos praticados. em caráter excepcional e só em convite. A lei não admite apenas a recondução da totalidade. dentre outras atribuições. Será permanente quando a designação abranger a realização de licitações por período determinado de no máximo doze meses. três membros. mediante ato administrativo próprio (portaria. que regulamenta esta modalidade.de 8 de agosto de 2002. os agentes públicos designados pela autoridade de competência. O valor estimado para contratação é o principal fator para escolha da modalidade de licitação. Quando da renovação da comissão para o período subseqüente. no mínimo. Modalidades de Licitação Modalidade de licitação é a forma específica de conduzir o procedimento licitatório. Responsáveis pela licitação Consideram-se responsáveis pela licitação. No caso de pregão. por exemplo). é possível a recondução parcial desses membros. Será especial quando for o caso de licitações específicas. receberem a proposta escrita e os lances verbais.

Além do leilão e do concurso, as demais modalidades de licitação admitidas são exclusivamente as seguintes: CONCORRÊNCIA Modalidade da qual podem participar quaisquer interessados que na fase de habilitação preliminar comprovem possuir requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução do objeto da licitação. TOMADA DE PREÇOS Modalidade realizada entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. CONVITE Modalidade realizada entre interessados do ramo de que trata o objeto da licitação, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela Administração. O convite é a modalidade de licitação mais simples. A Administração escolhe quem quer convidar, entre os possíveis interessados, cadastrados ou não. A divulgação deve ser feita mediante afixação de cópia do convite em quadro de avisos do órgão ou entidade, localizado em lugar de ampla divulgação. No convite é possível a participação de interessados que não tenham sido formalmente convidados, mas que sejam do ramo do objeto licitado, desde que cadastrados no órgão ou entidade licitadora ou no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores – SICAF. Esses interessados devem solicitar o convite com antecedência de até 24 horas da apresentação das propostas. No convite para que a contratação seja possível, são necessárias pelo menos três propostas válidas, isto é, que atendam a todas as exigências do ato convocatório. Não é suficiente a obtenção de três propostas. É preciso que as três sejam válidas. Caso isso não ocorra, a Administração deve repetir o convite e convidar mais um interessado, enquanto existirem cadastrados não convidados nas últimas licitações, ressalvadas as hipóteses de limitação de mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, circunstâncias estas que devem ser justificadas no processo de licitação. Para alcançar o maior número possível de interessados no objeto licitado e evitar a repetição do procedimento, muitos órgãos ou entidades vêm utilizando a publicação do convite na imprensa oficial e em jornal de grande circulação, além da distribuição direta aos fornecedores do ramo. A publicação na imprensa e em jornal de grande circulação confere ao convite divulgação idêntica à da concorrência e à tomada de preços e afasta a discricionariedade do agente público. Quando for impossível a obtenção de três propostas válidas, por limitações do mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, essas circunstâncias deverão ser devidamente motivada e justificados no processo, sob pena de repetição de convite.
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Limitações de mercado ou manifesto desinteresse das empresas convidadas não se caracterizam e nem podem ser justificados quando são inseridas na licitação condições que só uma ou outra empresa pode atender. PREGÃO É a modalidade licitação em que disputa pelo fornecimento de bens e serviços comuns é feita em sessão pública. Os licitantes apresentam suas propostas de preço por escrito e por lances verbais, independentemente do valor estimado da contratação. Ao contrário do que ocorre em outras modalidades, no Pregão a escolha da proposta é feita antes da análise da documentação, razão maior de sua celeridade. A modalidade pregão foi instituída pela Medida Provisória 2.026, de 4 de maio de 2000, convertida na Lei nº 10.520, de 2002, regulamentada pelo Decreto 3.555, de 2000. O pregão é modalidade alternativa ao convite, tomada de preços e concorrência para contratação de bens e serviços comuns. Não é obrigatória, mas deve ser prioritária e é aplicável a qualquer valor estimado de contratação. Escolha da modalidade de Licitação A escolha das modalidades concorrência, tomada de preços, e convite é definida pelos seguintes limites: Concorrência: Obras e serviços de engenharia acima de R$ 1.500.000,00. Compras e outros serviços acima de R$ 650.000,00. Tomada de Preços Obras e serviços de engenharia acima de R$ 150.000,00 até R$ 1.500.000,00. Convite Obras e serviços de engenharia acima de R$ 15.000,00 até R$ 150.000,00. Compras e outros serviços acima de R$ 8.000,00 até R$ 80.000,00. Quando couber convite, a Administração pode utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência. Quando se tratar de bens e serviços que não sejam de engenharia, a Administração pode optar pelo pregão.

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Dispensa e Inexigibilidade A licitação é regra para a Administração Pública, quando contrata obras, bens e serviços. No entanto, a lei apresenta exceções a essa regra. São os casos em que a licitação é legalmente dispensada, dispensável ou inexigível. A possibilidade de compra ou contratação sem a realização de licitação se dará somente nos casos previstos em lei. Tipos de licitação O tipo de licitação não deve ser confundido com modalidade de licitação. Modalidade é procedimento. Tipo é o critério de julgamento utilizado pela Administração para seleção da proposta mais vantajosa. Os tipos de licitação mais utilizados para o julgamento das propostas são os seguintes: Menor Preço Critério de seleção em que a proposta mais vantajosa para a Administração é a de menor preço. É utilizado para compras e serviços de modo geral e para contratação e bens e serviços de informática, nos casos indicados em decreto do Poder Executivo. Melhor Técnica Critério de seleção em que a proposta mais vantajosa para a Administração é escolhida com base em fatores de ordem técnica. É usado exclusivamente para serviços de natureza predominantemente intelectual, em especial na elaboração de projetos, cálculos, fiscalização, supervisão e gerenciamento e de engenharia consultiva em geral, e em particular, para elaboração de estudos técnicos preliminares e projetos básicos e executivos. Técnica e Preço Critério de seleção em que a proposta mais vantajosa para a Administração é escolhida com base na maior média ponderada, considerando-se as notas obtidas nas propostas de preço e de técnica. É obrigatório na contratação de bens e serviços de informática, nas modalidades tomada de preços e concorrência.

Fases da Licitação Os atos da licitação devem desenvolver-se em seqüência lógica, a partir da existência de determinada necessidade pública a ser atendida. O procedimento tem início com o planejamento e prossegue até a
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assinatura do respectivo contrato ou a emissão de documento correspondente, em duas fases distintas: Fase interna ou preparatória Delimita e determina as condições do ato convocatório antes de trazê-las ao conhecimento público. Fase externa ou executória Inicia-se com a publicação do edital ou com a entrega do convite e termina com a contratação do fornecimento do bem, da execução da obra ou da prestação do serviço.

A Fase Interna Durante a fase interna da licitação, a Administração terá a oportunidade de corrigir falhas porventura verificadas no procedimento, sem precisar anular atos praticados. Exemplo: inobservância de dispositivos legais, estabelecimento de condições restritivas, ausência de informações necessárias, entre outras faltas.

Procedimentos para a abertura de processo licitatório

A fase interna do procedimento relativo às licitações públicas observará a seguinte seqüência de atos preparatórios: solicitação expressa do setor requisitante interessado, com indicação de sua necessidade; aprovação da autoridade competente para início do processo licitatório, devidamente motivada e analisada sob a ótica da oportunidade, conveniência e relevância para o interesse público; estimativa do valor da contratação, mediante comprovada pesquisa de mercado; indicação de recursos orçamentários para fazer face à despesa; verificação da adequação orçamentária e financeira, em conformidade com a Lei de responsabilidade Fiscal, quando for o caso; elaboração de projeto básico, obrigatório em caso de obras e serviços; definição da modalidade e do tipo de licitação a serem adotados. Com o advento da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF, outras exigências foram impostas ao gestor público para promover licitações públicas, em especial quando a despesa se referir à criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa. Nesse caso, são condições necessárias para a efetivação do procedimento licitatório a existência de: estimativa de impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor a despesa e nos dois subseqüentes; declaração do ordenador de despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei
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por exemplo.orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. Não poderão ser incluídos no objeto da licitação: a obtenção de recursos financeiros para execução de obras e serviços. compatível com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias. de 25 de julho de 2002) e para 2004 (art.000. considera-se: adequada com a lei orçamentária anual. No caso de execução de obras e prestação de serviços. da Lei nº 10. de R$ 15. qualquer que seja a sua origem. os objetivos. exceto nos casos de empreendimentos executados e explorados sob o regime de concessão.00. previstas no programa de trabalho. ou seja. Pelas LDO`s para 2003 (art.707. definidas para a lei de diretrizes orçamentárias (LDO). são despesas irrelevantes aquelas cujo valor não ultrapasse os limites dos incisos I e II do art. inciso II. A LRF ressalvou dessas exigências apenas as despesas consideradas irrelevantes. o fornecimento de bens e serviços sem similaridade ou de marcas. nos termos da legislação específica. da Lei nº 10. salvo nos casos em que for tecnicamente injustificável. características e especificações exclusivas.98. se for o caso. Obras e Serviços Para definir o objeto da licitação.110. respectivamente.00 para compras e outros serviços. 30 de julho de 2003). realizadas e a realizar. as licitações somente poderão ser realizadas quando: houver projeto básico aprovado pela autoridade competente e disponível para exame dos interessados em participar do processo licitatório. a despesa que se conforme com as diretrizes. a despesa objeto de dotação específica e suficiente. Para a Lei de Responsabilidade Fiscal. não sejam ultrapassados os limites estabelecidos para o exercício. o administrador deve estar atento às peculiaridades do objeto e às diferentes exigências da Lei de Licitações na contratação de obras. ou que seja abrangida por crédito genérico. serviços ou compras.24 da Lei de Licitações. ou quando o fornecimento desses materiais e Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 29 . inciso II. a obra ou o serviço estiverem incluídos nas metas estabelecidas no PPA. para obras e serviços de engenharia e R$ 8. de forma que somadas todas as despesas da mesma espécie. houver previsão de recursos orçamentários que assegurem o pagamento das obrigações decorrentes de obras ou serviços a serem executadas no exercício financeiro em curso. de acordo com o respectivo cronograma de desembolso. prioridades e metas previstas nesses instrumentos e não infrinja qualquer de suas disposições.000.524. existir orçamento detalhado em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários.

em contratações de objetos mais comuns.serviços for feito sob o regime de administração contratada. A empreitada por preço global e a empreitada por preço unitário são os regimes mais utilizados de contratação. Exemplo: metragem executada das fundações. ou seja. * tarefa. o contratado assume inteira responsabilidade pela execução do objeto até a sua entrega ao órgão ou entidade da Administração em condições de ser utilizado. Seu uso se verifica. nem tampouco no orçamento apresentado junto à proposta. o pagamento deve ser realizado por unidades feitas. quando os quantitativos de materiais empregados são pouco sujeitos a alterações durante a execução da obra ou da prestação de serviços e podem ser aferidos mais facilmente. A empreitada integral é usada quando se pretende contratar o objeto em sua totalidade. cobertura. Devem ser atendidos os requisitos técnicos e legais para o uso do objeto. concretagem da laje. de paredes Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 30 . cujas quantidades de serviços e dos materiais relativos às parcelas de maior relevância e do valor significativo são definidas de forma exata no ato convocatório. compreendendo todas as etapas da obra. A tarefa é utilizada quando se contrata a mão-de-obra para pequenos trabalhos por preço certo. Na empreitada por preço global. Na empreitada por preço unitário. o pagamento deve ser efetuadoapós a conclusão dos serviços ou etapas definidos em cronograma físico-financeiro. Na execução indireta. geralmente. estrutura. Esse uso diz respeito à segurança estrutural e operacional e deve ter as características adequadas às finalidades para as quais o objeto que foi contratado. a contratação é feita sob os seguintes regimes: * empreitada por preço global. pintura e outras etapas. e será realizada sob a forma de: execução direta – quando a Administração utiliza meios próprios. A empreitada por preço global é utilizada quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total. execução indireta – quando a Administração contrata com terceiros a execução das obras e dos serviços. * empreitada integral. pois seus quantitativos são pouco sujeitos a alterações. com previsão de seus custos atual e final. A execução das obras e dos serviços deve ser programada sempre em sua totalidade. A empreitada por preço unitário é usada quando se contrata a execução da obra ou serviço por preço certo de unidades determinadas. com ou sem fornecimento de materiais. por exemplo: fundações. previsto no ato convocatório. Nesse regime. revestimento. levando em conta o prazo total da execução. É empregada com mais freqüência em projetos de maior complexidade. serviços e instalações necessárias. * empreitada por preço unitário.

dele sendo parte integrante. deve fornecer. Possibilita a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução. A legislação determina que o projeto básico.levantadas. junto com o ato convocatório.666 de 1993. de pintura. Independentemente da modalidade adotada. a realidade da execução da obra ou da prestação de serviços. a Administração deverá fornecer. identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra. com nível de precisão adequado. os quais devem retratar. informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos. relativamente as obras. orçamento detalhado do custo global da obra. ou complexo de obras ou serviços. de colocação de piso. A lei estabelece que o projeto básico deve estar anexado ao ato convocatório. todos os elementos e informações necessárias para que os licitantes possam elaborar suas propostas de preços com total e completo conhecimento do objeto da licitação. Deve ser elaborado com base nas indicações de estudos técnicos preliminares. Tem como objeto assegurar a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados. a fim de evitar distorções na execução de obras ou na prestação de serviços. obrigatoriamente. O projeto básico Toda licitação de obra ou serviço deve ser precedida da elaboração do projeto básico. por exemplo. A licitação sob o regime de preço unitário é mais indicada quando o objeto incluir o fornecimento de materiais ou serviços com previsão de quantidades ou cujos quantitativos correspondam às previsões reais do projeto básico ou executivo. soluções técnicas globais e localizadas. de colocação de gesso. deve conter os seguintes elementos: desenvolvimento da solução escolhida. para caracterizar a obra ou o serviço. É recomendável que o estabelecimento das quantidades a serem licitadas e contratadas seja o mais exato possível. e deve ser elaborado segundo as exigências contidas na Lei nº 8. dentre outras informações essenciais: Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 31 . que possam culminar com acréscimos quantitativos além dos limites legais. Projeto básico é o conjunto de elementos necessários e suficientes. subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra. com adequado nível de precisão. Um projeto básico bem elaborado para contratação de serviços de manutenção preventiva e corretiva.

R$ 8. a licitação estará viciada e a contratação não atenderá aos objetivos da Administração. equipe mínima/composição da equipe técnica. periodicidade de visitas.00. local de conserto dos equipamentos. é o documento que propicia à Administração conhecimento pleno do objeto que se quer licitar. O projeto básico. semanal. com registro na entidade profissional competente. As obras e serviços limitados aos valores máximos a seguir estão dispensados de licitação e desobrigam o agente público da elaboração do projeto básico. com nível máximo de detalhamento possível de todas as suas etapas. na data da sua publicação. R$ 15. Em qualquer licitação de obras e serviços. quando não puder ser feito no próprio prédio. se o projeto básico for falho ou incompleto. No caso.detalhamento do objeto. obras e serviços contratados por sociedades de economia mista e empresas públicas. a que estará sujeito. mensal. Os valores referidos serão acrescidos de 20% (vinte por cento) para compras.000. prazo para atendimento às chamadas. Para realização do procedimento licitatório não há obrigatoriedade da existência prévia de projeto executivo.00.000. horário das visitas de manutenção. material mínimo necessário para estoque no local dos serviços. uma vez que este poderá ser desenvolvido concomitantemente com a execução das obras e serviços. além de ser peça imprescindível para execução de obra ou prestação de serviço. se diária. mediante regras estabelecidas pela Administração. Deve permitir ao licitante as informações necessárias à boa elaboração de sua proposta. existência de plantonistas quando for o caso. de forma detalhada. além de autarquias e fundações qualificadas na forma de agências executivas. e o local onde possa ser examinado e adquirido. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 32 . para quaisquer outros serviços. para obras e serviços de engenharia. quando for o caso. a licitação deverá prever a elaboração do competente projeto executivo por parte da contratada ou por preço previamente fixado pela Administração. No ato convocatório deve ser informado se há projeto executivo disponível. clara e precisa. etc. relação do material de reposição que deverá estar coberto pelo futuro contrato. Projeto executivo é o conjunto de elementos necessários e suficientes à realização do empreendimento a ser executado. desde que autorizado pela Administração. O projeto executivo Nas licitações para contratação de obras também é exigido projeto executivo. quinzenal. exigência de oficina.

fornecimento e obras.há um Estatuto. No âmbito de cada pessoa política . 2o Para os efeitos desta Lei. de responsável pela elaboração de projeto básico ou executivo ou da qual o autor do projeto seja dirigente. financeira ou trabalhista entre o autor do projeto. 3o Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. responsável técnico ou subcontratado. da prestação dos serviços e do fornecimento de bens necessários à obra ou serviços: o autor de projeto básico ou executivo. com suas alterações. o servidor dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsáveis pela licitação. A lei que reúne estas regas é denominada de Estatuto e o regime jurídico passa a ser chamado de regime jurídico Estatutário.Quem não pode participar da licitação? Não podem participar. inclusive as em regime especial. 1o Esta Lei institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. ocupantes de cargos públicos. Art. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 33 . servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público. o Distrito Federal e os Municípios . A lei 8. pessoa física ou jurídica. da execução da obra. é o regime jurídico Estatutário aplicável aos Servidores Públicos Civis da União. gerente.União. da licitação. Título I Capítulo Único Das Disposições Preliminares Art. das autarquias. e o licitante ou responsável pelos serviços. direta ou indiretamente. e exclusivamente a serviço da Administração. e das fundações públicas federais. ou controlador. acionista ou detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto. É permitido ao autor do projeto a participação na licitação de obra ou serviços. a empresa. isoladamente ou em consórcio. deveres e demais normas que regem a sua vida funcional. incluindo-se os fornecimentos de bens e serviços a estes necessários. desde que nas funções de fiscalização. econômica. Esse entendimento é extensivo aos membros da comissão de licitação. apenas na qualidade de consultor ou técnico. pessoa física ou jurídica. de 11/12/1990. supervisão ou gerenciamento. das autarquias e fundações públicas federais. comercial. Regime Jurídico dos Servidores Públicos Federais Regime jurídico dos servidores públicos é o conjunto de princípios e regras referentes a direitos. Considera-se participação indireta a existência de qualquer vínculo de natureza técnica.112/90. ou na execução. os Estados. Art.

Título II Do Provimento. III .promoção.97) V .515.11.527. (Incluído pela Lei nº 9. II .527.o gozo dos direitos políticos. Os cargos públicos.(Revogado pela Lei nº 9. para provimento em caráter efetivo ou em comissão.12. de acordo com as normas e os procedimentos desta Lei. IV . 7o A investidura em cargo público ocorrerá com a posse. de 10. acessíveis a todos os brasileiros. são criados por lei. para tais pessoas serão reservadas até 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas no concurso.12.Parágrafo único.97) IV . VI . Art. 4o É proibida a prestação de serviços gratuitos. Art.a nacionalidade brasileira.readaptação. § 3o As universidades e instituições de pesquisa científica e tecnológica federais poderão prover seus cargos com professores.(Revogado pela Lei nº 9. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 34 .a idade mínima de dezoito anos. V . de 20. 6o O provimento dos cargos públicos far-se-á mediante ato da autoridade competente de cada Poder. III . Remoção. § 2o Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras. Redistribuição e Substituição Capítulo I Do Provimento Seção I Disposições Gerais Art.aptidão física e mental. salvo os casos previstos em lei.o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo. § 1o As atribuições do cargo podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei.a quitação com as obrigações militares e eleitorais. 5o São requisitos básicos para investidura em cargo público: I . Art. Vacância.nomeação. técnicos e cientistas estrangeiros. com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos. II . de 10.97) Art. 8o São formas de provimento de cargo público: I .

527. de 10.527. (Redação dada pela Lei nº 9. conforme dispuserem a lei e o regulamento do respectivo plano de carreira.97) Parágrafo único. VII . condicionada a inscrição do candidato ao pagamento do valor fixado no edital. 11.VI . § 1o O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em edital. Os demais requisitos para o ingresso e o desenvolvimento do servidor na carreira. que será publicado no Diário Oficial da União e em jornal diário de grande circulação. sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa.97) Art. inclusive na condição de interino. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 35 . O concurso público terá validade de até 2 (dois ) anos. quando indispensável ao seu custeio. interinamente. II .reversão. IX .12. por igual período.aproveitamento. hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade. (Redação dada pela Lei nº 9.recondução. A nomeação para cargo de carreira ou cargo isolado de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos. VIII . § 2o Não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado. de 10. de 10. e ressalvadas as hipóteses de isenção nele expressamente previstas. podendo ser realizado em duas etapas. (Redação dada pela Lei nº 9.97) Seção III Do Concurso Público Art.12. quando se tratar de cargo isolado de provimento efetivo ou de carreira. O servidor ocupante de cargo em comissão ou de natureza especial poderá ser nomeado para ter exercício.527.12.em comissão. Seção II Da Nomeação Art.reintegração. 10. 13. no qual deverão constar as atribuições. em outro cargo de confiança.em caráter efetivo.97) (Regulamento) Art. obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade. mediante promoção. podendo ser prorrogado uma única vez. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo.(Redação dada pela Lei nº 9. serão estabelecidos pela lei que fixar as diretrizes do sistema de carreira na Administração Pública Federal e seus regulamentos. O concurso será de provas ou de provas e títulos. de 10. para cargos de confiança vagos.527. 9o A nomeação far-se-á: I .12. Parágrafo único. 12. Seção IV Da Posse e do Exercício Art.

IV. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. em licença prevista nos incisos I. de 10. (Redação dada pela Lei nº 9.os deveres. "e" e "f". ressalvados os atos de ofício previstos em lei. 81. A promoção não interrompe o tempo de exercício.527.12.97) § 4o O início do exercício de função de confiança coincidirá com a data de publicação do ato de designação.97) § 1o É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício.527. de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 36 .527. Ao entrar em exercício. Art. hipótese em que recairá no primeiro dia útil após o término do impedimento.12.12. (Redação dada pela Lei nº 9. Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo. que é contado no novo posicionamento na carreira a partir da data de publicação do ato que promover o servidor. "b". (Incluído pela Lei nº 9.527.97) § 5o No ato da posse. que não poderão ser alterados unilateralmente. "d". § 1o A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento.97) § 2o Em se tratando de servidor. de 10. Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança. 17. alíneas "a".97) § 2o O servidor será exonerado do cargo ou será tornado sem efeito o ato de sua designação para função de confiança. por qualquer das partes.527. 14.12. Art. que esteja na data de publicação do ato de provimento. A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial. VI. 15. a suspensão. de 10.12. 16.12. o servidor apresentará ao órgão competente os elementos necessários ao seu assentamento individual.97) § 3o A posse poderá dar-se mediante procuração específica. de 10. VIII. as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado. contados da data da posse.527. se não entrar em exercício nos prazos previstos neste artigo.527. observado o disposto no art. salvo quando o servidor estiver em licença ou afastado por qualquer outro motivo legal.12. de 10. que não poderá exceder a trinta dias da publicação. ou afastado nas hipóteses dos incisos I. o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo. de 10. (Redação dada pela Lei nº 9. O início. (Redação dada pela Lei nº 9. IX e X do art.527. (Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9. § 6o Será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer no prazo previsto no § 1o deste artigo.97) § 3o À autoridade competente do órgão ou entidade para onde for nomeado ou designado o servidor compete dar-lhe exercício. emprego ou função pública.527. III e V do art. 102. Parágrafo único. a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do servidor. de 10. Art. o prazo será contado do término do impedimento.97) Art. Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 9. § 4o Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação. 18.12.

(Redação dada pela Lei nº 11.527.91) § 1o O ocupante de cargo em comissão ou função de confiança submete-se a regime de integral dedicação ao serviço. (Redação dada pela Lei nº 9. cargos de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores .12. 5 e 4. V. de 2008 § 2o O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou.527. será submetida à homologação da autoridade competente a avaliação do desempenho do servidor. observado o disposto no art. durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo. respeitada a duração máxima do trabalho semanal de quarenta horas e observados os limites mínimo e máximo de seis horas e oito horas diárias.91) Art.527. se estável. 19. Os servidores cumprirão jornada de trabalho fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos. (Redação dada pela Lei nº 9.97) § 1o Na hipótese de o servidor encontrar-se em licença ou afastado legalmente. para a retomada do efetivo desempenho das atribuições do cargo. de 10.270.12. sem prejuízo da continuidade de apuração dos fatores enumerados nos incisos I a V do caput deste artigo.responsabilidade. reconduzido ao cargo anteriormente ocupado. IV . § 3o O servidor em estágio probatório poderá exercer quaisquer cargos de provimento em comissão ou funções de direção. de acordo com o que dispuser a lei ou o regulamento da respectiva carreira ou cargo. (Parágrafo renumerado e alterado pela Lei nº 9. o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses. incluído nesse prazo o tempo necessário para o deslocamento para a nova sede. de níveis 6. podendo ser convocado sempre que houver interesse da Administração. (Redação dada pela Lei nº 8. ou equivalentes. contados da publicação do ato.97) Art. 20. cedido ou posto em exercício provisório terá.784. de 10.270.assiduidade. dez e.produtividade. de 10.97) § 2o O disposto neste artigo não se aplica a duração de trabalho estabelecida em leis especiais. O servidor que deva ter exercício em outro município em razão de ter sido removido.DAS. 120. caput (Incluído pela Lei nº 9.10. 18. (Incluído pela Lei nº Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 37 . chefia ou assessoramento no órgão ou entidade de lotação.97) Art. de 17. observados os seguinte fatores: (vide EMC nº 19) I . requisitado.12. no máximo. o prazo a que se refere este artigo será contado a partir do término do impedimento. § 1o 4 (quatro) meses antes de findo o período do estágio probatório.12.12.capacidade de iniciativa. redistribuído.97) § 2o É facultado ao servidor declinar dos prazos estabelecidos no caput. e somente poderá ser cedido a outro órgão ou entidade para ocupar cargos de Natureza Especial. (Incluído pela Lei nº 8.12. II . trinta dias de prazo. de 10.disciplina. no mínimo. 29. Ao entrar em exercício. III .12. observado o disposto no parágrafo único do art. respectivamente. realizada por comissão constituída para essa finalidade. de 17.527.

O servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo adquirirá estabilidade no serviço público ao completar 2 (dois) anos de efetivo exercício. respeitada a habilitação exigida. 81. 94.527.527. de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 38 .por invalidez.97) Seção V Da Estabilidade Art. ou (Incluído pela Medida Provisória nº 2. nível de escolaridade e equivalência de vencimentos e. 86 e 96.527. 22. de 30.2000) Art. o servidor exercerá suas atribuições como excedente.97) § 4o Ao servidor em estágio probatório somente poderão ser concedidas as licenças e os afastamentos previstos nos arts.12.12. incisos I a IV. 83. o readaptando será aposentado. 21. de 4. de 10. § 1o Se julgado incapaz para o serviço público.no interesse da administração. de 10.12. de 10. bem assim afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal. quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria. 84.527. § 2o A readaptação será efetivada em cargo de atribuições afins. Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica. de 10.9. de 4. 95 e 96.97) § 5o O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts.12.2001) I . (Incluído pela Lei nº 9. desde que: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.11. e será retomado a partir do término do impedimento.2001) II . Seção VI Da Transferência Art.9.225-45. 23. § 1o. (Incluído pela Lei nº 9.9.644. 24.12.97) Seção VII Da Readaptação Art. Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.527. (prazo 3 anos vide EMC nº 19) Art.225-45. bem assim na hipótese de participação em curso de formação.225-45. O servidor estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar no qual lhe seja assegurada ampla defesa. de 10.97) Seção VIII Da Reversão (Regulamento Dec. até a ocorrência de vaga. 25. (Revogado pela Lei nº 9. nº 3. na hipótese de inexistência de cargo vago.(Redação dada pela Lei nº 9.

o seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de origem.9.2001) b) a aposentadoria tenha sido voluntária. de 4.9. sem direito à indenização ou aproveitado em outro cargo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.2001) d) a aposentadoria tenha ocorrido nos cinco anos anteriores à solicitação.9. de 4. 27. Não poderá reverter o aposentado que já tiver completado 70 (setenta) anos de idade. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.2001) e) haja cargo vago.9. de 4. de 4.225-45. § 1o Na hipótese de o cargo ter sido extinto.2001) § 2o O tempo em que o servidor estiver em exercício será considerado para concessão da aposentadoria. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.9. encontrando-se provido o cargo. ainda.9.9.225-45.225-45. posto em disponibilidade.2001) § 4o O servidor que retornar à atividade por interesse da administração perceberá. até a ocorrência de vaga.2001) Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado.2001) c) estável quando na atividade. de 4. inclusive com as vantagens de natureza pessoal que percebia anteriormente à aposentadoria. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 4. de 4.4.2001) § 5o O servidor de que trata o inciso II somente terá os proventos calculados com base nas regras atuais se permanecer pelo menos cinco anos no cargo.2001) a) tenha solicitado a reversão.225-45.9. de 4.225-45. o servidor ficará em disponibilidade. o servidor exercerá suas atribuições como excedente. de 4.9.9. de 4.225-45. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.225-45. 30 e 31. de 4.225-45.2001) § 1o A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação. ou. Seção X Da Recondução Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 39 .2001) § 3o No caso do inciso I. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial. observado o disposto nos arts. (Revogado pela Medida Provisória nº 2. com ressarcimento de todas as vantagens. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. a remuneração do cargo que voltar a exercer. Seção IX Da Reintegração Art. 28. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.225-45.225-45. § 2o Encontrando-se provido o cargo. 26.2001) Art. de 4.225-45.9.9.2001) § 6o O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo.225-45. ou no cargo resultante de sua transformação. em substituição aos proventos da aposentadoria.9.

salvo doença comprovada por junta médica oficial.12. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9. A exoneração de ofício dar-se-á: I .(Revogado pela Lei nº 9.demissão. II .readaptação. IV .aposentadoria.(Revogado pela Lei nº 9.quando. Encontrando-se provido o cargo de origem. 34.inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo. IX . A vacância do cargo público decorrerá de: I . Art. 30.527. 31. Parágrafo único. O retorno à atividade de servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento obrigatório em cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado. Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de: I .12. 33. II . de 10. o servidor será aproveitado em outro. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 40 . Capítulo II Da Vacância Art. Seção XI Da Disponibilidade e do Aproveitamento Art. de 10. ou de ofício. Art.Art. II . 32.97) VI .quando não satisfeitas as condições do estágio probatório. A exoneração de cargo efetivo dar-se-á a pedido do servidor. VIII . observado o disposto no art.exoneração. 29. Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade se o servidor não entrar em exercício no prazo legal.97) Art. O órgão Central do Sistema de Pessoal Civil determinará o imediato aproveitamento de servidor em disponibilidade em vaga que vier a ocorrer nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal. o servidor posto em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal SIPEC.527. Na hipótese prevista no § 3o do art. Parágrafo único. III .posse em outro cargo inacumulável.falecimento. 37. o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido. de 10. VII . até o seu adequado aproveitamento em outro órgão ou entidade. Parágrafo único.12.reintegração do anterior ocupante.527. 30.promoção.97) V . tendo tomado posse.

a pedido do próprio servidor.97) II .527. também servidor público civil ou militar. de 10. Parágrafo único.97) c) em virtude de processo seletivo promovido.12.527. de 10.97) I . entende-se por modalidades de remoção: (Redação dada pela Lei nº 9.527.527.97) III . que foi deslocado no interesse da Administração.Art. de 10. de 10.12. (Revogado pela Lei nº 9. de 10. dos Estados.12.12.a juízo da autoridade competente. de 10. (Incluído pela Lei nº 9. para outra localidade.(Incluído pela Lei nº 9.manutenção da essência das atribuições do cargo.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 41 . de 10.97) a) para acompanhar cônjuge ou companheiro.527.527. 37.97) Capítulo III Da Remoção e da Redistribuição Seção I Da Remoção Art. (Incluído pela Lei nº 9.12. de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que aqueles estejam lotados. do Distrito Federal e dos Municípios. de 10. com prévia apreciação do órgão central do SIPEC. (Incluído pela Lei nº 9. a critério da Administração. Remoção é o deslocamento do servidor. de qualquer dos Poderes da União.527.527. condicionada à comprovação por junta médica oficial. com ou sem mudança de sede. independentemente do interesse da Administração: (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9.527. no interesse da Administração. (Incluído pela Lei nº 9.12. (Incluído pela Lei nº 9. para outro órgão ou entidade do mesmo Poder. de 10.97) IV . (Incluído pela Lei nº 9.equivalência de vencimentos. A exoneração de cargo em comissão e a dispensa de função de confiança dar-se-á: (Redação dada pela Lei nº 9. no âmbito do mesmo quadro.527. de 10.527. Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo.12. 35. companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional. de 10.527.12.97) I . 36.97) I . de 10.97) b) por motivo de saúde do servidor.12. de 10.97) III . cônjuge.vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades.12.12. ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pessoal.a pedido.de ofício. na hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas.97) II . II . (Incluído pela Lei nº 9. a pedido ou de ofício. de 10.97) Seção II Da Redistribuição Art. Para fins do disposto neste artigo.527. observados os seguintes preceitos: (Redação dada pela Lei nº 9.12.a pedido.527. Parágrafo único.12.interesse da administração.12.

superiores a trinta dias consecutivos.527.97) Art. o servidor estável que não for redistribuído será colocado em disponibilidade.12. de 10. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. Título III Dos Direitos e Vantagens Capítulo I Do Vencimento e da Remuneração Art. (Incluído pela Lei nº 9.12.mesmo nível de escolaridade. e ter exercício provisório. até seu aproveitamento na forma dos arts. extinção ou criação de órgão ou entidade.97) § 2o O substituto fará jus à retribuição pelo exercício do cargo ou função de direção ou chefia ou de cargo de Natureza Especial. 39.527.527. previamente designados pelo dirigente máximo do órgão ou entidade. especialidade ou habilitação profissional.12. (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9.97) § 3o Nos casos de reorganização ou extinção de órgão ou entidade.97) § 4o O servidor que não for redistribuído ou colocado em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do SIPEC. Os servidores investidos em cargo ou função de direção ou chefia e os ocupantes de cargo de Natureza Especial terão substitutos indicados no regimento interno ou. de 10. até seu adequado aproveitamento.12.97) § 1o A redistribuição ocorrerá ex officio para ajustamento de lotação e da força de trabalho às necessidades dos serviços. com valor fixado em Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 42 .97) § 2o A redistribuição de cargos efetivos vagos se dará mediante ato conjunto entre o órgão central do SIPEC e os órgãos e entidades da Administração Pública Federal envolvidos. impedimentos legais ou regulamentares do titular e na vacância do cargo. de 10. de 10. Vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público. extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade no órgão ou entidade.527. (Redação dada pela Lei nº 9.V .97) § 1o O substituto assumirá automática e cumulativamente. O disposto no artigo anterior aplica-se aos titulares de unidades administrativas organizadas em nível de assessoria. hipóteses em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o respectivo período. paga na proporção dos dias de efetiva substituição.compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais do órgão ou entidade. (Incluído pela Lei nº 9.527. 40.527.12.12. (Incluído pela Lei nº 9. (Parágrafo renumerado e alterado pela Lei nº 9.527.12. de 10. o exercício do cargo ou função de direção ou chefia e os de Natureza Especial.97) Capítulo IV Da Substituição Art. de 10.527. inclusive nos casos de reorganização. 38. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. em outro órgão ou entidade. sem prejuízo do cargo que ocupa.12. nos casos dos afastamentos ou impedimentos legais do titular. nos afastamentos.527.12. que excederem o referido período. no caso de omissão.97) VI . de 10. 30 e 31.

Art. § 1o A remuneração do servidor investido em função ou cargo em comissão será paga na forma prevista no art. ausências justificadas. 46. 45. de 10. até o mês subseqüente ao da ocorrência. (Incluído pela Lei nº 9.98) (Vide Lei nº 9. e saídas antecipadas. (Revogado pela Lei nº 9. proporcional aos atrasos. Nenhum servidor poderá perceber. ou entre servidores dos três Poderes. de 2. (Incluído pela Lei nº 11. poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros. Parágrafo único. por membros do Congresso Nacional e Ministros do Supremo Tribunal Federal. (Redação dada pela Lei nº 9.a remuneração do dia em que faltar ao serviço. § 5o Nenhum servidor receberá remuneração inferior ao salário mínimo.624.527.98) Art. acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. § 4o É assegurada a isonomia de vencimentos para cargos de atribuições iguais ou assemelhadas do mesmo Poder.lei.4. é irredutível. sendo assim consideradas como efetivo exercício. ou mandado judicial. ressalvadas as vantagens de caráter individual e as relativas à natureza ou ao local de trabalho. a qualquer título. importância superior à soma dos valores percebidos como remuneração. na forma definida em regulamento. (Redação dada pela Lei nº 9. de 2008) Art. Remuneração é o vencimento do cargo efetivo. pelos Ministros de Estado. As reposições e indenizações ao erário.624. Mediante autorização do servidor.784. 44. 62. (Regulamento) Parágrafo único. de 10. atualizadas até 30 de junho de 1994. no âmbito dos respectivos Poderes.12. As faltas justificadas decorrentes de caso fortuito ou de força maior poderão ser compensadas a critério da chefia imediata.12. 97. Excluem-se do teto de remuneração as vantagens previstas nos incisos II a VII do art. a critério da administração e com reposição de custos. 43. § 3o O vencimento do cargo efetivo. salvo na hipótese de compensação de horário. a ser estabelecida pela chefia imediata. Art. nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento.4. sem motivo justificado.97) II . 93. (Revogado pela Lei nº 11.527.12. Salvo por imposição legal.97) Art.527. 61. O servidor perderá: I . de 10. a título de remuneração.784. acrescido das vantagens de caráter permanente. mensalmente. de 2. § 2o O servidor investido em cargo em comissão de órgão ou entidade diversa da de sua lotação receberá a remuneração de acordo com o estabelecido no § 1o do art.a parcela de remuneração diária. de 2008 Art. ressalvadas as concessões de que trata o art. Parágrafo único. serão previamente Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 43 . em espécie.97) Parágrafo único. 41. 42.

diárias. 48. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 44 . a pedido do interessado. § 1o As indenizações não se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito.2001) § 2o Quando o pagamento indevido houver ocorrido no mês anterior ao do processamento da folha. de 4. exceto nos casos de prestação de alimentos resultante de decisão judicial.9. sob o mesmo título ou idêntico fundamento. poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens: I . serão eles atualizados até a data da reposição.9. O servidor em débito com o erário. II .225-45. Seção I Das Indenizações Art. III . podendo ser parceladas.2001) Art. a reposição será feita imediatamente. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 4. A não quitação do débito no prazo previsto implicará sua inscrição em dívida ativa. provento ou pensão. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.9. 51. nos casos e condições indicados em lei.2001) Parágrafo único. de 4. 50.9. aposentado ou ao pensionista.ajuda de custo.comunicadas ao servidor ativo.2001) § 1o O valor de cada parcela não poderá ser inferior ao correspondente a dez por cento da remuneração.9.225-45.2001) Art.22545. 47. nem acumuladas. para efeito de concessão de quaisquer outros acréscimos pecuniários ulteriores.225-45. de 4. de 4. Capítulo II Das Vantagens Art. Constituem indenizações ao servidor: I . no prazo máximo de trinta dias.225-45.transporte. II . para pagamento. Além do vencimento. que for demitido. terá o prazo de sessenta dias para quitar o débito. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.adicionais.9. Art. O vencimento. exonerado ou que tiver sua aposentadoria ou disponibilidade cassada.gratificações. a tutela antecipada ou a sentença que venha a ser revogada ou rescindida.2001) § 3o Na hipótese de valores recebidos em decorrência de cumprimento a decisão liminar. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. a remuneração e o provento não serão objeto de arresto.225-45. § 2o As gratificações e os adicionais incorporam-se ao vencimento ou provento. seqüestro ou penhora. 49.indenizações. III . de 4. em uma única parcela. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. As vantagens pecuniárias não serão computadas.

bagagem e bens pessoais.(Incluído pela Lei nº 11. 58. no interesse do serviço. as despesas extraordinárias cobertas por diárias. Parágrafo único. injustificadamente. O servidor que. Art. Não será concedida ajuda de custo ao servidor que se afastar do cargo. assim como as condições para a sua concessão. o servidor não fará jus a diárias. quando cabível. com mudança de domicílio. vedado o duplo pagamento de indenização. (Redação dada pela Lei nº 9.(Redação dada pela Lei nº 9. § 2o À família do servidor que falecer na nova sede são assegurados ajuda de custo e transporte para a localidade de origem. (Redação dada pela Lei nº 9.527. O servidor ficará obrigado a restituir a ajuda de custo quando. conforme se dispuser em regulamento. por meio diverso. não podendo exceder a importância correspondente a 3 (três) meses. não se apresentar na nova sede no prazo de 30 (trinta) dias. Art. fará jus a passagens e diárias destinadas a indenizar as parcelas de despesas extraordinária com pousada.auxílio-moradia.97) § 1o Correm por conta da administração as despesas de transporte do servidor e de sua família. No afastamento previsto no inciso I do art. conforme dispuser em regulamento. contado do óbito.527.97) § 2o Nos casos em que o deslocamento da sede constituir exigência permanente do cargo. alimentação e locomoção urbana. 55. a serviço. a qualquer tempo. com mudança de domicílio em caráter permanente. serão estabelecidos em regulamento. ou reassumi-lo.IV . 54. 53. de 2006) Art. Será concedida ajuda de custo àquele que. de 10. dentro do prazo de 1 (um) ano. for nomeado para cargo em comissão.12. em virtude de mandato eletivo. 52.12. afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior. de 2006) Subseção I Da Ajuda de Custo Art. A ajuda de custo é calculada sobre a remuneração do servidor. a ajuda de custo será paga pelo órgão cessionário. de 10. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 45 . Art. compreendendo passagem. Subseção II Das Diárias Art. Os valores das indenizações estabelecidas nos incisos I a III do art.12. ou quando a União custear. no caso de o cônjuge ou companheiro que detenha também a condição de servidor. A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que. passar a ter exercício em nova sede. 93.97) § 1o A diária será concedida por dia de afastamento. Art. 57. 56. § 3o Também não fará jus a diárias o servidor que se deslocar dentro da mesma região metropolitana.355. de 10. não sendo servidor da União. sendo devida pela metade quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede.527. (Redação dada pela Lei nº 11. vier a ter exercício na mesma sede.355. 51.

salvo se houver pernoite fora da sede.355.355. entidades e servidores brasileiros considera-se estendida. nos doze meses que antecederem a sua nomeação.355. Subseção IV Do Auxílio-Moradia (Incluído pela Lei nº 11. O auxílio-moradia consiste no ressarcimento das despesas comprovadamente realizadas pelo servidor com aluguel de moradia ou com meio de hospedagem administrado por empresa hoteleira. por força das atribuições próprias do cargo. de 2006) Art.527. de 2006) Art. de 2006) VI . cuja jurisdição e competência dos órgãos. de 2006) IV .o servidor tenha se mudado do local de residência para ocupar cargo em comissão ou função de confiança do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores . Conceder-se-á auxílio-moradia ao servidor se atendidos os seguintes requisitos: (Incluído pela Lei nº 11. por qualquer motivo. fica obrigado a restituí-las integralmente.355.97) Art. 58. de 2006) II .não exista imóvel funcional disponível para uso pelo servidor.o cônjuge ou companheiro do servidor não ocupe imóvel funcional. restituirá as diárias recebidas em excesso. nos últimos doze meses. caput Subseção III Da Indenização de Transporte Art. de Ministro de Estado ou equivalentes. de 2006) VII . no prazo de 5 (cinco) dias. (Incluído pela Lei nº 11. cessionário ou promitente cessionário de imóvel no Município aonde for exercer o cargo. (Incluído pela Lei nº 11.o servidor ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha sido proprietário. 5 e 6. e (Incluído pela Lei nº 11. § 3o. aonde for exercer o cargo em comissão ou função de confiança.355. (Incluído pela Lei nº 11.DAS. 60-A. (Incluído pela Lei nº 11. 59. de 10. de 2006) I . Na hipótese de o servidor retornar à sede em prazo menor do que o previsto para o seu afastamento. 60.355. (Incluído pela Lei nº 11. constituídas por municípios limítrofes e regularmente instituídas.o Município no qual assuma o cargo em comissão ou função de confiança não se enquadre nas hipóteses do art. O servidor que receber diárias e não se afastar da sede. níveis 4. Parágrafo único.12.355. de 2006) V . de Natureza Especial. promitente comprador. conforme se dispuser em regulamento. desconsiderando-se prazo inferior a sessenta dias dentro desse período.aglomeração urbana ou microrregião. de 2006) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 46 . incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção. Conceder-se-á indenização de transporte ao servidor que realizar despesas com a utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos.nenhuma outra pessoa que resida com o servidor receba auxílio-moradia. (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 11. no prazo de um mês após a comprovação da despesa pelo servidor. no prazo previsto no caput. hipóteses em que as diárias pagas serão sempre as fixadas para os afastamentos dentro do território nacional. ou em áreas de controle integrado mantidas com países limítrofes. em relação ao local de residência ou domicílio do servidor. (Incluído pela Lei nº 11.355.355. 60-B. de 2006) III .355.o servidor não tenha sido domiciliado ou tenha residido no Município.

60-B.355. V . VI . O valor mensal do auxílio-moradia é limitado a 25% (vinte e cinco por cento) do valor do cargo em comissão.adicional noturno. relativos ao local ou à natureza do trabalho.355. (Incluído pela Lei nº 11. os requisitos do caput do art.527.adicional pela prestação de serviço extraordinário. (Incluído pela Lei nº 11. VIII . não será considerado o prazo no qual o servidor estava ocupando outro cargo em comissão relacionado no inciso V. exoneração.2001) IV . 60-D.adicional pelo exercício de atividades insalubres. de 2008 § 1o O valor do auxílio-moradia não poderá superar 25% (vinte e cinco por cento) da remuneração de Ministro de Estado.(Revogado pela Medida Provisória nº 2. não se aplicando. (Incluído pela Lei nº 11. 61. o parágrafo único do citado art.527.355. o pagamento somente será retomado se observados. (Incluído pela Lei nº 11.97) II . de 10.gratificação por encargo de curso ou concurso. 60-B desta Lei. (Incluído pela Lei nº 11. Transcorrido o prazo de 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. função comissionada ou cargo de Ministro de Estado ocupado.784.9. de 2008 Art. gratificações e adicionais: (Redação dada pela Lei nº 9. o auxílio-moradia continuará sendo pago por um mês. Além do vencimento e das vantagens previstas nesta Lei. 60-E. No caso de falecimento.314 de 2006) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 47 . (Incluído pela Lei nº 11.784. O auxílio-moradia não será concedido por prazo superior a 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. (Redação dada pela Lei nº 9. além do disposto no caput deste artigo. de 2008 Parágrafo único. colocação de imóvel funcional à disposição do servidor ou aquisição de imóvel. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. no caso.o deslocamento tenha ocorrido após 30 de junho de 2006. de 2006) Seção II Das Gratificações e Adicionais Art.o deslocamento não tenha sido por força de alteração de lotação ou nomeação para cargo efetivo. perigosas ou penosas.gratificação natalina. III . de 10. Para fins do inciso VII.12.adicional de férias.784.784. de 2006) IX . VII . serão deferidos aos servidores as seguintes retribuições. de 2006) Art.225-45. 60-C.retribuição pelo exercício de função de direção. de 2008 Art.97) I . de 4. (Incluído pela Lei nº 11.00 (mil e oitocentos reais). chefia e assessoramento. de 2007) Parágrafo único. fica garantido a todos os que preencherem os requisitos o ressarcimento até o valor de R$ 1.outros. (Incluído pela Lei nº 11.800.12.VIII . IX .490.784. de 2008 § 2o Independentemente do valor do cargo em comissão ou função comissionada.

Os servidores que trabalhem com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas. (Revogado pela Medida Provisória nº 2. A gratificação será paga até o dia 20 (vinte) do mês de dezembro de cada ano. chefia ou assessoramento. § 1o O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade deverá optar por um deles. A VPNI de que trata o caput deste artigo somente estará sujeita às revisões gerais de remuneração dos servidores públicos federais. de 11 de julho de 1994.225-45. Chefia e Assessoramento (Redação dada pela Lei nº 9. 65. 68. A fração igual ou superior a 15 (quinze) dias será considerada como mês integral. de 4. O servidor exonerado perceberá sua gratificação natalina.Subseção I Da Retribuição pelo Exercício de Função de Direção. fazem jus a um adicional sobre o vencimento do cargo efetivo. Periculosidade ou Atividades Penosas Art.911. 67. de 10. Art. de 10.1999) Subseção IV Dos Adicionais de Insalubridade. § 2o O direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das condições Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 48 .527. proporcionalmente aos meses de exercício. (Redação dada pela Lei nº 9. respeitadas as situações constituídas até 8.225-45. A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária. Art.12.3. de 4. e o art. Art.12. 62.225-45. por mês de exercício no respectivo ano.97) Art. (VETADO).12. A gratificação natalina corresponde a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que o servidor fizer jus no mês de dezembro. 3o da Lei no 9. de 2001. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 66. 3o e 10 da Lei no 8.(Redação dada pela Lei nº 9.624. Fica transformada em Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada .9. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial é devida retribuição pelo seu exercício.2001) Parágrafo único. 62-A.VPNI a incorporação da retribuição pelo exercício de função de direção.527.2001) Subseção II Da Gratificação Natalina Art. Parágrafo único. Lei específica estabelecerá a remuneração dos cargos em comissão de que trata o inciso II do art. de 2 de abril de 1998.97) Parágrafo único. radioativas ou com risco de vida. Ao servidor ocupante de cargo efetivo investido em função de direção.9.527. Parágrafo único. Subseção III Do Adicional por Tempo de Serviço Art. chefia ou assessoramento. 63. 64. de 10. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial a que se referem os arts.97) Art. calculada sobre a remuneração do mês da exoneração. 9o. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.

por ocasião das férias. 73. 72. insalubres ou perigosos. Subseção VII Do Adicional de Férias Art.ou dos riscos que deram causa a sua concessão. No caso de o servidor exercer função de direção. de modo que as doses de radiação ionizante não ultrapassem o nível máximo previsto na legislação própria. condições e limites fixados em regulamento. computando-se cada hora como cinqüenta e dois minutos e trinta segundos. O serviço extraordinário será remunerado com acréscimo de 50% (cinqüenta por cento) em relação à hora normal de trabalho. 70. terá o valor-hora acrescido de 25% (vinte e cinco por cento). Na concessão dos adicionais de atividades penosas. Art. serão observadas as situações estabelecidas em legislação específica. o acréscimo de que trata este artigo incidirá sobre a remuneração prevista no art. 73. ou ocupar cargo em comissão. Subseção VIII Da Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 49 . 75. Art. Em se tratando de serviço extraordinário. nos termos. Somente será permitido serviço extraordinário para atender a situações excepcionais e temporárias. Parágrafo único. O adicional de atividade penosa será devido aos servidores em exercício em zonas de fronteira ou em localidades cujas condições de vida o justifiquem. 69. A servidora gestante ou lactante será afastada. O serviço noturno. Art. Art. Art. exercendo suas atividades em local salubre e em serviço não penoso e não perigoso. chefia ou assessoramento. Independentemente de solicitação. a respectiva vantagem será considerada no cálculo do adicional de que trata este artigo. Parágrafo único. Parágrafo único. respeitado o limite máximo de 2 (duas) horas por jornada. 76. 74. das operações e locais previstos neste artigo. 71. será pago ao servidor. Os locais de trabalho e os servidores que operam com Raios X ou substâncias radioativas serão mantidos sob controle permanente. Haverá permanente controle da atividade de servidores em operações ou locais considerados penosos. Parágrafo único. de insalubridade e de periculosidade. um adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração do período das férias. Subseção V Do Adicional por Serviço Extraordinário Art. prestado em horário compreendido entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte. Os servidores a que se refere este artigo serão submetidos a exames médicos a cada 6 (seis) meses. Subseção VI Do Adicional Noturno Art. enquanto durar a gestação e a lactação.

(Incluído pela Lei nº 11. que podem ser acumuladas.314 de 2006) a) 2. para correção de provas discursivas. 77.a retribuição não poderá ser superior ao equivalente a 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais. (Incluído pela Lei nº 11.o valor máximo da hora trabalhada corresponderá aos seguintes percentuais. em caráter eventual: (Incluído pela Lei nº 11. A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso é devida ao servidor que. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.participar da logística de preparação e de realização de concurso público envolvendo atividades de planejamento. (Incluído pela Lei nº 11. quando tais atividades não estiverem incluídas entre as suas atribuições permanentes.314 de 2006) I . incidentes sobre o maior vencimento básico da administração pública federal: (Incluído pela Lei nº 11.314 de 2006) II .314 de 2006) II . coordenação.314 de 2006) Art. na forma do § 4o do art. observados os seguintes parâmetros: (Incluído pela Lei nº 11. 98 desta Lei. que poderá autorizar o acréscimo de até 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais. execução e avaliação de resultado. fiscalizar ou avaliar provas de exame vestibular ou de concurso público ou supervisionar essas atividades.(Incluído pela Lei nº 11.o valor da gratificação será calculado em horas. para análise curricular.314 de 2006) III . para elaboração de questões de provas ou para julgamento de recursos intentados por candidatos. 76-A.314 de 2006) III .314 de 2006) § 3o A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso não se incorpora ao vencimento ou salário do servidor para qualquer efeito e não poderá ser utilizada como base de cálculo para quaisquer outras vantagens.participar da aplicação. de 2007) § 2o A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso somente será paga se as atividades referidas nos incisos do caput deste artigo forem exercidas sem prejuízo das atribuições do cargo de que o servidor for titular. em se tratando de atividades previstas nos incisos I e II do caput deste artigo.atuar como instrutor em curso de formação. observadas a natureza e a complexidade da atividade exercida. em se tratando de atividade prevista nos incisos III e IV do caput deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2007) b) 1.2% (dois inteiros e dois décimos por cento).314 de 2006) IV . supervisão. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. O servidor fará jus a trinta dias de férias.314 de 2006) Capítulo III Das Férias Art.501. ressalvada situação de excepcionalidade. devidamente justificada e previamente aprovada pela autoridade máxima do órgão ou entidade.314 de 2006) (Regulamento) I .participar de banca examinadora ou de comissão para exames orais. inclusive para fins de cálculo dos proventos da aposentadoria e das pensões. (Incluído pela Lei nº 11.2% (um inteiro e dois décimos por cento). de desenvolvimento ou de treinamento regularmente instituído no âmbito da administração pública federal.314 de 2006) § 1o Os critérios de concessão e os limites da gratificação de que trata este artigo serão fixados em regulamento. devendo ser objeto de compensação de carga horária quando desempenhadas durante a jornada de trabalho. até o máximo de dois Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 50 . (Incluído pela Lei nº 11.501.

Vide) § 1° e § 2° (Revogado pela Lei nº 9. O restante do período interrompido será gozado de uma só vez. § 2o É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. perceberá indenização relativa ao período das férias a que tiver direito e ao incompleto. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 51 . observando-se o disposto no § 1o deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 9.8. As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública. IV . de 10. observado o disposto no art.91) § 4o A indenização será calculada com base na remuneração do mês em que for publicado o ato exoneratório.12.(Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9.12. § 3o As férias poderão ser parceladas em até três etapas. no caso de necessidade do serviço.527. 79. de 10. e no interesse da administração pública.para atividade política. 80. de 10.Vide) § 1o Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 12 (doze) meses de exercício.97) Art. de 13.525. comoção interna. (Incluído pela Lei nº 9.525.12. (Incluído pela Lei nº 9.97) Art. 77.12. ou em comissão.12. (Incluído pela Lei nº 8.97) Capítulo IV Das Licenças Seção I Disposições Gerais Art.527. (Incluído pela Lei nº 8. (Férias de Ministro . Parágrafo único. serviço militar ou eleitoral. por semestre de atividade profissional.períodos. ou por necessidade do serviço declarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade.91) § 5o Em caso de parcelamento. III .216. O servidor que opera direta e permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas gozará 20 (vinte) dias consecutivos de férias.por motivo de doença em pessoa da família. (Revogado pela Lei nº 9.527.527. de 10.97) § 3o O servidor exonerado do cargo efetivo. ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica. II .12.8. O pagamento da remuneração das férias será efetuado até 2 (dois) dias antes do início do respectivo período. na proporção de um doze avos por mês de efetivo exercício.12. proibida em qualquer hipótese a acumulação. de 10.216. de 10.97) (Férias de Ministro . 81. ou fração superior a quatorze dias. o servidor receberá o valor adicional previsto no inciso XVII do art.por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro.para o serviço militar. 7 o da Constituição Federal quando da utilização do primeiro período. 78.525. de 13. Conceder-se-á ao servidor licença: I . convocação para júri.97) (Férias de Ministro .97) Art.Vide) Parágrafo único. desde que assim requeridas pelo servidor. de 10.

83. sem remuneração. (Incluído pela Lei nº 12. (Incluído pela Lei nº 12. (Incluído pela Lei nº 12. 82. de 10. A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias do término de outra da mesma espécie será considerada como prorrogação. 84.269.por até 60 (sessenta) dias.por até 90 (noventa) dias. e (Incluído pela Lei nº 12.para desempenho de mandato classista. consecutivos ou não.269. poderá ser concedida a cada período de doze meses nas seguintes condições: (Redação dada pela Lei nº 12. não poderá ultrapassar os limites estabelecidos nos incisos I e II do § 2o. dos filhos. do padrasto ou madrasta e enteado. de 2010) Seção III Da Licença por Motivo de Afastamento do Cônjuge Art. § 1o A licença prevista no inciso I do caput deste artigo bem como cada uma de suas prorrogações serão precedidas de exame por perícia médica oficial. de 2009) § 2o (Revogado pela Lei nº 9. Seção II Da Licença por Motivo de Doença em Pessoa da Família Art.269.527. de 2010) § 4o A soma das licenças remuneradas e das licenças não remuneradas.907. (Redação dada pela Lei nº 9. de 2009) § 1o A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário.12. incluídas as prorrogações. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo. incluídas as respectivas prorrogações.269. observado o disposto no § 3o.97) § 3o É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período da licença prevista no inciso I deste artigo. de 10.97) § 2o A licença de que trata o caput. VII . Art. dos pais. ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional.907.para capacitação. mediante comprovação por perícia médica oficial. mantida a remuneração do servidor. de 2010) § 3o O início do interstício de 12 (doze) meses será contado a partir da data do deferimento da primeira licença concedida. de 10. consecutivos ou não. Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro.V . (Redação dada pela Lei nº 11. 44.269. (Redação dada pela Lei nº 9. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 52 . concedidas em um mesmo período de 12 (doze) meses.12. Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional.97) VI . (Redação dada pela Lei nº 11.para tratar de interesses particulares. na forma do disposto no inciso II do art.527.527.12. observado o disposto no art. de 2010) I . de 2010) II . 204 desta Lei.

(Redação dada pela Lei nº 9. de 10.97) Parágrafo único. na forma e condições previstas na legislação específica. 88.12. para participar de curso de capacitação profissional.12.527. do Distrito Federal e dos Municípios. até o décimo dia seguinte ao do pleito. Seção V Da Licença para Atividade Política Art.527. de 10. § 2o No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja servidor público. assessoramento.12. 86. Concluído o serviço militar.527. desde que para o exercício de atividade compatível com o seu cargo. (Redação dada pela Lei nº 9.12. O servidor terá direito a licença. de qualquer dos Poderes da União. durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária. civil ou militar. o servidor poderá. dos Estados. Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis. autárquica ou fundacional. por até três meses. 89.527. somente pelo período de três meses. afastar-se do exercício do cargo efetivo.527. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício.§ 1o A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração.97) Seção VI Da Licença-Prêmio por Assiduidade Da Licença para Capacitação (Redação dada pela Lei nº 9. o servidor terá até 30 (trinta) dias sem remuneração para reassumir o exercício do cargo. com a respectiva remuneração. de 10. chefia. arrecadação ou fiscalização. de 10. (Revogado pela Lei Art. a partir do dia imediato ao do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral.97) § 2o A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição.97) Seção IV Da Licença para o Serviço Militar Art. (Redação dada pela Lei nº 9. como candidato a cargo eletivo.527. e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. 85.97) Art.12. (VETADO).527. 87. Seção VII Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 53 nº 9.12. no interesse da Administração. § 1o O servidor candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções e que exerça cargo de direção. Parágrafo único.12.97) Art. (Redação dada pela Lei nº 9.97) .97) Art. de 10. (Redação dada pela Lei nº 9. poderá haver exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta. de 10. Ao servidor convocado para o serviço militar será concedida licença. sem remuneração. assegurados os vencimentos do cargo efetivo. de 10.12. o servidor fará jus à licença. de 10.527. 90. dele será afastado. (Revogado pela Lei nº 9.

000 associados.270.270.2001) Seção VIII Da Licença para o Desempenho de Mandato Classista Art.001 a 30. de 10. mantido o ônus para o Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 54 . de 10. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.000 associados. de 3.para entidades com até 5. O servidor poderá ser cedido para ter exercício em outro órgão ou entidade dos Poderes da União.para exercício de cargo em comissão ou função de confiança.527.12.527.094. A licença poderá ser interrompida. A critério da Administração. 91. para participar de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores públicos para prestar serviços a seus membros. e por uma única vez. 93. nas seguintes hipóteses: (Redação dada pela Lei nº 8. o ônus da remuneração será do órgão ou entidade cessionária.12. de 17. três servidores. de 10. (Redação dada pela Lei nº 8.12. desde que cadastradas no Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado.12.para entidades com mais de 30. de 10. (Inciso incluído pela Lei nº 9.225-45.91) § 1o Na hipótese do inciso I. dois servidores.12.2001) Parágrafo único.91) II . a pedido do servidor ou no interesse do serviço. 92. de 17.527. ainda. conforme disposto em regulamento e observados os seguintes limites: (Redação dada pela Lei nº 11.97) III . de 2005) (Regulamento) I . sindicato representativo da categoria ou entidade fiscalizadora da profissão ou.9.para entidades com 5. a qualquer tempo.12. federação. dos Estados. observado o disposto na alínea c do inciso VIII do art.493. É assegurado ao servidor o direito à licença sem remuneração para o desempenho de mandato em confederação. no caso de reeleição. sendo a cessão para órgãos ou entidades dos Estados. (Redação dada pela Lei nº 9. sem remuneração.527. (Inciso incluído pela Lei nº 9.91) (Regulamento) (Vide Decreto nº 4.12.12.(Redação dada pela Lei nº 8. (Inciso incluído pela Lei nº 9.000 associados. do Distrito Federal ou dos Municípios.em casos previstos em leis específicas. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 4.97) II . Capítulo V Dos Afastamentos Seção I Do Afastamento para Servir a Outro Órgão ou Entidade Art.97) § 2° A licença terá duração igual à do mandato.9. podendo ser prorrogada. 102 desta Lei.2002) (Regulamento) I . de 4. de 17. ou do Distrito Federal e dos Municípios. poderão ser concedidas ao servidor ocupante de cargo efetivo.97) § 1o Somente poderão ser licenciados servidores eleitos para cargos de direção ou representação nas referidas entidades.225-45. desde que não esteja em estágio probatório.Da Licença para Tratar de Interesses Particulares Art. um servidor.270. licenças para o trato de assuntos particulares pelo prazo de até três anos consecutivos. associação de classe de âmbito nacional.

o servidor do Poder Executivo poderá ter exercício em outro órgão da Administração Federal direta que não tenha quadro próprio de pessoal. será afastado do cargo. será afastado do cargo.6. Orçamento e Gestão. ficando o exercício do empregado cedido condicionado a autorização específica do Ministério do Planejamento. que receba recursos de Tesouro Nacional para o custeio total ou parcial da sua folha de pagamento de pessoal. § 2o O servidor investido em mandato eletivo ou classista não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato. ficará afastado do cargo.investido no mandato de vereador: a) havendo compatibilidade de horário. de 2006) § 3o A cessão far-se-á mediante Portaria publicada no Diário Oficial da União. optar pela remuneração do cargo efetivo ou pela remuneração do cargo efetivo acrescida de percentual da retribuição do cargo em comissão. o servidor contribuirá para a seguridade social como se em exercício estivesse. de 17.270. independentemente da observância do constante no inciso I e nos §§ 1º e 2º deste artigo.12.375.91) § 5º Aplica-se à União. para fim determinado e a prazo certo. (Incluído pela Lei nº 10.270.12.270. de 2005) Seção II Do Afastamento para Exercício de Mandato Eletivo Art. (Redação dada pela Lei nº 8.investido no mandato de Prefeito. estadual ou distrital.2002) § 7° O Ministério do Planejamento. 94.cedente nos demais casos.2002) § 6º As cessões de empregados de empresa pública ou de sociedade de economia mista.470. de 25. de 25. de 25. II . § 1o No caso de afastamento do cargo.12. (Redação dada pela Lei nº 11. Ao servidor investido em mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições: I . sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. exceto nos casos de ocupação de cargo em comissão ou função gratificada. poderá determinar a lotação ou o exercício de empregado ou servidor. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 55 .2002) (Vide Decreto nº 5. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. b) não havendo compatibilidade de horário. de 17.6. Orçamento e Gestão. de 17. as disposições dos §§ 1º e 2º deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 10. (Incluído pela Lei nº 10.91) § 4o Mediante autorização expressa do Presidente da República.355. (Redação dada pela Lei nº 8. a entidade cessionária efetuará o reembolso das despesas realizadas pelo órgão ou entidade de origem. com a finalidade de promover a composição da força de trabalho dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal. nos termos das respectivas normas.tratando-se de mandato federal. III .91) § 2º Na hipótese de o servidor cedido a empresa pública ou sociedade de economia mista.6.470. independem das disposições contidas nos incisos I e II e §§ 1º e 2º deste artigo. (Incluído pela Lei nº 8.470. perceberá as vantagens de seu cargo. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. em se tratando de empregado ou servidor por ela requisitado.

907. de 2009) § 1o Ato do dirigente máximo do órgão ou entidade definirá. de 2009) § 2o Os afastamentos para realização de programas de mestrado e doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivos no respectivo órgão ou entidade há pelo menos 3 (três) anos para mestrado e 4 (quatro) anos para doutorado. que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares para gozo de licença capacitação ou com fundamento neste artigo nos 2 (dois) anos anteriores à data da solicitação de afastamento. inclusive no que se refere à remuneração do servidor. (Incluído pela Lei nº 9.907. 96. com ou sem afastamento do servidor. os programas de capacitação e os critérios para participação em programas de pós-graduação no País.907. com a respectiva remuneração. § 4o As hipóteses. O servidor não poderá ausentar-se do País para estudo ou missão oficial. no interesse da Administração. § 2o Ao servidor beneficiado pelo disposto neste artigo não será concedida exoneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido período igual ao do afastamento.97) Art. 96-A.269. incluído o período de estágio probatório. de 2000) Seção IV (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 12. condições e formas para a autorização de que trata este artigo. O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere dar-se-á com perda total da remuneração. O servidor poderá.456. 95. de 10. (Incluído pela Lei nº 11. de 2010) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 56 . § 1o A ausência não excederá a 4 (quatro) anos. sem autorização do Presidente da República. e desde que a participação não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. de 2009) § 3o Os afastamentos para realização de programas de pós-doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivo no respectivo órgão ou entidade há pelo menos quatro anos. para participar em programa de pós-graduação stricto sensu em instituição de ensino superior no País. incluído o período de estágio probatório. somente decorrido igual período. ressalvada a hipótese de ressarcimento da despesa havida com seu afastamento.907. e finda a missão ou estudo.Seção III Do Afastamento para Estudo ou Missão no Exterior Art. Presidente dos Órgãos do Poder Legislativo e Presidente do Supremo Tribunal Federal. § 3o O disposto neste artigo não se aplica aos servidores da carreira diplomática. de 2009) Do Afastamento para Participação em Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu no País Art. serão disciplinadas em regulamento. (Incluído pela Lei nº 11.12. que serão avaliados por um comitê constituído para este fim. nos quatro anos anteriores à data da solicitação de afastamento. e que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares ou com fundamento neste artigo. em conformidade com a legislação vigente. (Vide Decreto nº 3. será permitida nova ausência.527. afastar-se do exercício do cargo efetivo. (Incluído pela Lei nº 11.

(Incluído pela Lei nº 11. Art.527. Ao servidor estudante que mudar de sede no interesse da administração é assegurada. de 2009) § 6o Caso o servidor não obtenha o título ou grau que justificou seu afastamento no período previsto. filhos. compensação de horário na forma do inciso II do art. antes de cumprido o período de permanência previsto no § 4o deste artigo. a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade. menor sob guarda ou tutela e irmãos. para se alistar como eleitor. de 2007) Art. de 10.por 2 (dois) dias. quando comprovada a necessidade por junta médica oficial.por 1 (um) dia. porém.527.501. (Incluído pela Lei nº 11.97) § 3o As disposições do parágrafo anterior são extensivas ao servidor que tenha cônjuge.907. ao servidor que desempenhe atividade prevista nos incisos I e II do caput do art. 44.por 8 (oito) dias consecutivos em razão de : a) casamento. dos gastos com seu aperfeiçoamento. aplica-se o disposto no § 5o deste artigo. o disposto nos §§ 1o a 6o deste artigo. de 10. b) falecimento do cônjuge. na forma do art.907. de 2009) § 7o Aplica-se à participação em programa de pós-graduação no Exterior. (Redação dada pela Lei nº 11. 99. 47 da Lei no 8. § 1o Para efeito do disposto neste artigo. de 2009) § 5o Caso o servidor venha a solicitar exoneração do cargo ou aposentadoria. 95 desta Lei. (Incluído pela Lei nº 11.12. de 2009) Capítulo VI Das Concessões Art. 2o e 3o deste artigo terão que permanecer no exercício de suas funções após o seu retorno por um período igual ao do afastamento concedido. filho ou dependente portador de deficiência física.12. vinculado à compensação de horário a ser efetivada no prazo de até 1 (um) ano. para doação de sangue. enteados. Será concedido horário especial ao servidor estudante. pais. II . Sem qualquer prejuízo. neste caso. respeitada a duração semanal do trabalho. sem prejuízo do exercício do cargo. na Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 57 . 76-A desta Lei. III . companheiro. de 11 de dezembro de 1990. madrasta ou padrasto. (Parágrafo renumerado e alterado pela Lei nº 9.527. independentemente de compensação de horário. (Incluído pela Lei nº 9. de 10. 97. exigindo-se. poderá o servidor ausentar-se do serviço: I . 98. será exigida a compensação de horário no órgão ou entidade que tiver exercício. salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito.97) § 4o Será igualmente concedido horário especial. (Incluído pela Lei nº 9.§ 4o Os servidores beneficiados pelos afastamentos previstos nos §§ 1o. quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição. autorizado nos termos do art. (Incluído pela Lei nº 11.97) § 2o Também será concedido horário especial ao servidor portador de deficiência.907.12.112. deverá ressarcir o órgão ou entidade.907.

527. VI . 97.97) Art. cumulativo ao longo do tempo de serviço público prestado à União. O disposto neste artigo estende-se ao cônjuge ou companheiro.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 58 . que serão convertidos em anos. Além das ausências ao serviço previstas no art. A apuração do tempo de serviço será feita em dias.12. Parágrafo único. ou enteados do servidor que vivam na sua companhia. bem como aos menores sob sua guarda.licença: a) à gestante. aos filhos. em cargo de provimento efetivo.907. (Revogado pela Lei nº 9.missão ou estudo no exterior. exceto para promoção por merecimento.527. considerado o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias. independentemente de vaga. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. exceto para efeito de promoção por merecimento. conforme dispuser o regulamento. em qualquer época. Art. estadual. à adotante e à paternidade.exercício de cargo em comissão ou equivalente. até o limite de vinte e quatro meses.exercício de cargo ou função de governo ou administração. VII .participação em programa de treinamento regularmente instituído ou em programa de pósgraduação stricto sensu no País. (Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 11.97) c) para o desempenho de mandato classista ou participação de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores para prestar serviços a seus membros.desempenho de mandato eletivo federal.júri e outros serviços obrigatórios por lei. em qualquer parte do território nacional. conforme dispuser o regulamento. são considerados como de efetivo exercício os afastamentos em virtude de: I .12. com autorização judicial. em órgão ou entidade dos Poderes da União. IV .12.12.férias. III . 102. conforme dispuser o regulamento. Parágrafo único. matrícula em instituição de ensino congênere. de 2009) V .97) VIII .localidade da nova residência ou na mais próxima. 100. inclusive o prestado às Forças Armadas. de 10. (Redação dada pela Lei nº 11. de 10.527. b) para tratamento da própria saúde. municipal ou do Distrito Federal. II . Capítulo VII Do Tempo de Serviço Art. É contado para todos os efeitos o tempo de serviço público federal. por nomeação do Presidente da República. de 10. de 2005) d) por motivo de acidente em serviço ou doença profissional. quando autorizado o afastamento. dos Estados. (Redação dada pela Lei nº 9.527. 101.094. e) para capacitação. Municípios e Distrito Federal.

V .300.o tempo de serviço em atividade privada. de 10. XI . X . no caso do art. Municípios e Distrito Federal. conforme disposto em lei específica.o tempo de serviço público prestado aos Estados.527. que exceder a 30 (trinta) dias em período de 12 (doze) meses. autarquia. VI . 105. municipal ou distrital. (Vide Lei nº 12. em defesa de direito ou interesse legítimo. 104. com remuneração. de 2010) I . de 2010) Parágrafo único. § 3o É vedada a contagem cumulativa de tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um cargo ou função de órgão ou entidades dos Poderes da União. 107.o tempo correspondente ao desempenho de mandato eletivo federal. anterior ao ingresso no serviço público federal.deslocamento para a nova sede de que trata o art.o tempo de serviço relativo a tiro de guerra. de 2010) III . Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 59 .do indeferimento do pedido de reconsideração.participação em competição desportiva nacional ou convocação para integrar representação desportiva nacional.97) Art. de 10. IX . 106. Art.527. não podendo ser renovado. O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente.das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos. VII . (Incluído pela Lei nº 9.afastamento para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere.f) por convocação para o serviço militar. IV . II . estadual. (Redação dada pela Lei nº 12. Capítulo VIII Do Direito de Petição Art. fundação pública. sociedade de economia mista e empresa pública. O requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os artigos anteriores deverão ser despachados no prazo de 5 (cinco) dias e decididos dentro de 30 (trinta) dias. § 2o.a licença para tratamento de saúde de pessoal da família do servidor. § 2o Será contado em dobro o tempo de serviço prestado às Forças Armadas em operações de guerra. É assegurado ao servidor o direito de requerer aos Poderes Públicos.97) § 1o O tempo em que o servidor esteve aposentado será contado apenas para nova aposentadoria. (Incluído pela Lei nº 9. no País ou no exterior. 102. Distrito Federal e Município. Caberá recurso: (Vide Lei nº 12. 18. 86. Estado. Art.300.269.o tempo de licença para tratamento da própria saúde que exceder o prazo a que se refere a alínea "b" do inciso VIII do art.a licença para atividade política. Contar-se-á apenas para efeito de aposentadoria e disponibilidade: I . Art. II . Cabe pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão. 103. vinculada à Previdência Social.12.12.

ser leal às instituições a que servir.cumprir as ordens superiores. prestando as informações requeridas. de 2010) Art.exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. 109. O prazo de prescrição será contado da data da publicação do ato impugnado ou da data da ciência pelo interessado. sucessivamente. A prescrição é de ordem pública. às demais autoridades. Título IV Do Regime Disciplinar Capítulo I Dos Deveres Art. ressalvadas as protegidas por sigilo. na repartição. 116. é assegurada vista do processo ou documento. Em caso de provimento do pedido de reconsideração ou do recurso. O prazo para interposição de pedido de reconsideração ou de recurso é de 30 (trinta) dias. (Vide Lei nº 12.§ 1o O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão. O pedido de reconsideração e o recurso. os efeitos da decisão retroagirão à data do ato impugnado. b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 60 . II . ou que afetem interesse patrimonial e créditos resultantes das relações de trabalho.em 120 (cento e vinte) dias. Art.em 5 (cinco) anos.300. a contar da publicação ou da ciência. Art. salvo quando outro prazo for fixado em lei. 111. 112. Parágrafo único. ao servidor ou a procurador por ele constituído.atender com presteza: a) ao público em geral. salvo motivo de força maior. Art. 114. em escala ascendente. a juízo da autoridade competente.observar as normas legais e regulamentares. interrompem a prescrição. nos demais casos. Parágrafo único. São deveres do servidor: I . O direito de requerer prescreve: I . São fatais e improrrogáveis os prazos estabelecidos neste Capítulo. 110. § 2o O recurso será encaminhado por intermédio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o requerente. IV . 108. 113. exceto quando manifestamente ilegais. II . Para o exercício do direito de petição. O recurso poderá ser recebido com efeito suspensivo. pelo interessado. quando eivados de ilegalidade. quando o ato não for publicado. quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade. Art. 115. a qualquer tempo. da decisão recorrida. e. Art. A administração deverá rever seus atos. Art. quando cabíveis. V . Art. não podendo ser relevada pela administração. III .

VII .atuar.retirar. em detrimento da dignidade da função pública. exceto na qualidade de acionista.225-45. X . XII . sem prévia anuência da autoridade competente. III . Ao servidor é proibido: (Vide Medida Provisória nº 2.zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público. X . comissão. Capítulo II Das Proibições Art. salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau. personificada ou não personificada.tratar com urbanidade as pessoas. de 2008 XI .9. sem prévia autorização do chefe imediato. 117.recusar fé a documentos públicos. VII . assegurando-se ao representando ampla defesa. companheiro ou parente até o segundo grau civil. IX . (Redação dada pela Lei nº 11. Parágrafo único.ausentar-se do serviço durante o expediente. em razão de suas atribuições.valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem.promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição.manter sob sua chefia imediata. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 61 . VI .guardar sigilo sobre assunto da repartição. IX .participar de gerência ou administração de sociedade privada.levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo.receber propina. qualquer documento ou objeto da repartição. V . XII . o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado.784. II . e de cônjuge ou companheiro. em cargo ou função de confiança. omissão ou abuso de poder.c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública.ser assíduo e pontual ao serviço. exercer o comércio. cotista ou comanditário. de 4. cônjuge. IV .2001) I .manter conduta compatível com a moralidade administrativa. VIII . XI . como procurador ou intermediário.opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço. A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada.cometer a pessoa estranha à repartição.representar contra ilegalidade. presente ou vantagem de qualquer espécie. VI . fora dos casos previstos em lei.coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical. VIII . ou a partido político. junto a repartições públicas.

527. de 2008 Capítulo III Da Acumulação Art. salvo quando os cargos de que decorram essas remunerações forem acumuláveis na atividade. é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão. empresas públicas.97) Parágrafo único. empregos e funções em autarquias. XVIII .97) Parágrafo único.225-45.cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa. direta ou indiretamente. XVII . 118.97) Art.784.gozo de licença para o trato de interesses particulares. a respeito. de 4.participação nos conselhos de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a União detenha. participação no capital social ou em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros. de 10. de 2008 II . observado o que. fundações públicas. XIV .proceder de forma desidiosa. bem como quaisquer empresas ou entidades em que a União. § 3o Considera-se acumulação proibida a percepção de vencimento de cargo ou emprego público efetivo com proventos da inatividade. A vedação de que trata o inciso X do caput deste artigo não se aplica nos seguintes casos: (Incluído pela Lei nº 11.XIII . exceto no caso previsto no parágrafo único do art. 119. suas subsidiárias e controladas. sociedades de economia mista da União. ainda que lícita.527. 9o. dos Territórios e dos Municípios. dos Estados. de 10.recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado.12. (Incluído pela Lei nº 9. detenha participação no capital social. emprego ou pensão de estado estrangeiro. na forma do art.exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho.praticar usura sob qualquer de suas formas. XIX . exceto em situações de emergência e transitórias.9. 91 desta Lei.2001) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 62 . O disposto neste artigo não se aplica à remuneração devida pela participação em conselhos de administração e fiscal das empresas públicas e sociedades de economia mista.12. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2008 I . do Distrito Federal. e (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 9. Ressalvados os casos previstos na Constituição. § 2o A acumulação de cargos. fica condicionada à comprovação da compatibilidade de horários.784. XVI . dispuser legislação específica.784. (Incluído pela Lei nº 9. de 10. nem ser remunerado pela participação em órgão de deliberação coletiva. XV . direta ou indiretamente. observada a legislação sobre conflito de interesses.utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares.527.12. (Incluído pela Lei nº 11.aceitar comissão. § 1o A proibição de acumular estende-se a cargos.

121. § 1o A indenização de prejuízo dolosamente causado ao erário somente será liquidada na forma prevista no art.527. § 2o Tratando-se de dano causado a terceiros. até o limite do valor da herança recebida. Art. As sanções civis. Art. que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. os danos que dela provierem para o serviço público. de 10.destituição de cargo em comissão.12. 126. Art.Art. São penalidades disciplinares: I . Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida. A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo. A responsabilidade civil-administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função. 123. O servidor responde civil. que acumular licitamente dois cargos efetivos. 120.destituição de função comissionada. Capítulo V Das Penalidades Art. II . IV . 128. doloso ou culposo. O servidor vinculado ao regime desta Lei. na falta de outros bens que assegurem a execução do débito pela via judicial. A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor. responderá o servidor perante a Fazenda Pública. Art.97) Capítulo IV Das Responsabilidades Art. nessa qualidade. 125. salvo na hipótese em que houver compatibilidade de horário e local com o exercício de um deles.(Redação dada pela Lei nº 9. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 63 . Art. ficará afastado de ambos os cargos efetivos. 124. declarada pelas autoridades máximas dos órgãos ou entidades envolvidos.advertência. VI . penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. § 3o A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada. penais e administrativas poderão cumular-se. A responsabilidade administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria.suspensão. III . 122. em ação regressiva.cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 46. quando investido em cargo de provimento em comissão. V .demissão. as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais. 127. sendo independentes entre si. Art.

que não justifique imposição de penalidade mais grave.lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional. após o decurso de 3 (três) e 5 (cinco) anos de efetivo exercício.12. empregos ou funções públicas.transgressão dos incisos IX a XVI do art. X . nesse período. 133.aplicação irregular de dinheiros públicos. incisos I a VIII e XIX. IX . na repartição. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração. por intermédio de sua chefia imediata. recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente. Parágrafo único. 131. O ato de imposição da penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a causa da sanção disciplinar.incontinência pública e conduta escandalosa.97) Art. a servidor ou a particular. As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados.crime contra a administração pública. § 2o Quando houver conveniência para o serviço. Art. 143 notificará o servidor. praticado nova infração disciplinar.inassiduidade habitual. ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço. regulamentação ou norma interna. e de inobservância de dever funcional previsto em lei.acumulação ilegal de cargos. 117. (Redação dada pela Lei nº 9. Art. 117.ofensa física. XII .12. de 10.corrupção. 130. cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo. A advertência será aplicada por escrito. para Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 64 . não podendo exceder de 90 (noventa) dias. injustificadamente.97) Art. Art. VI . V . A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão.abandono de cargo. IV . II . § 1o Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que. 129. respectivamente. VII . nos casos de violação de proibição constante do art. Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos.Parágrafo único. 132. em serviço.insubordinação grave em serviço. A demissão será aplicada nos seguintes casos: I .improbidade administrativa. a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa. empregos ou funções públicas. se o servidor não houver. O cancelamento da penalidade não surtirá efeitos retroativos. XI . de 10. XIII . III . a autoridade a que se refere o art.527. (Incluído pela Lei nº 9. VIII . salvo em legítima defesa própria ou de outrem.527.

12. (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9. de 10. a ser composta por dois servidores estáveis.97) § 7o O prazo para a conclusão do processo administrativo disciplinar submetido ao rito sumário não excederá trinta dias. e a materialidade pela descrição dos cargos. (Incluído pela Lei nº 9. indicará o respectivo dispositivo legal e remeterá o processo à autoridade instauradora.12. dos órgãos ou entidades de vinculação.527. defesa e relatório. até três dias após a publicação do ato que a constituiu. contados da data da ciência e. (Incluído pela Lei nº 9.12. no prazo de cinco dias. as disposições dos Títulos IV e V desta Lei. de 10. apresentar defesa escrita. (Incluído pela Lei nº 9.97) § 1o A indicação da autoria de que trata o inciso I dar-se-á pelo nome e matrícula do servidor.97) § 2o A comissão lavrará. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. de 10.12.12.instrução sumária. ou por intermédio de sua chefia imediata. de 10. e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da transgressão objeto da apuração.12. subsidiariamente.527. na hipótese de omissão. (Incluído pela Lei nº 9. para.97) II .527. quando as circunstâncias o exigirem. que compreende indiciação. do horário de trabalho e do correspondente regime jurídico. quando for o caso.apresentar opção no prazo improrrogável de dez dias. adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata. aplicando-se.instauração. cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas seguintes fases:(Redação dada pela Lei nº 9. 167.12. o disposto no § 3o do art. termo de indiciação em que serão transcritas as informações de que trata o parágrafo anterior. bem como promoverá a citação pessoal do servidor indiciado. opinará sobre a licitude da acumulação em exame. contados do recebimento do processo.527.97) § 4o No prazo de cinco dias. hipótese em que os órgãos ou entidades de vinculação serão comunicados. (Incluído pela Lei nº 9. observando-se.97) § 3o Apresentada a defesa. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão.527. em que resumirá as peças principais dos autos.97) § 6o Caracterizada a acumulação ilegal e provada a má-fé.527. para julgamento. de 10.12.97) III .12. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição.97) § 5o A opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé. no que lhe for aplicável. destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos cargos.527. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão. de 10. de 10. das datas de ingresso.julgamento.527. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. empregos ou funções públicas em situação de acumulação ilegal.527.12. com a publicação do ato que constituir a comissão. aplicar-se-á a pena de demissão.527. de 10. empregos ou funções públicas em regime de acumulação ilegal. a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. de 10. (Incluído pela Lei nº 9.97) I .12.527. admitida a sua prorrogação por até quinze dias. de 10. 163 e 164.527. (Incluído pela Lei nº 9. observado o disposto nos arts. hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 65 .12.97) § 8o O procedimento sumário rege-se pelas disposições deste artigo.

órgão.97) b) no caso de inassiduidade habitual.12. 134. Art. na hipótese de abandono de cargo. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 66 . II . 139. 135.Art. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos. por sessenta dias.12.97) a) na hipótese de abandono de cargo. na atividade. Entende-se por inassiduidade habitual a falta ao serviço. de 10.12. por período igual ou superior a sessenta dias interpoladamente. ou entidade. 132. incisos IX e XI. 35 será convertida em destituição de cargo em comissão. Art.527. de 10. 136. por infringência do art. Parágrafo único. 141. incompatibiliza o ex-servidor para nova investidura em cargo público federal.pelo Presidente da República. Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado. 138.527. opinará. 132. incisos I. quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidor vinculado ao respectivo Poder. X e XI. Art. de 10. também será adotado o procedimento sumário a que se refere o art. (Incluído pela Lei nº 9. a exoneração efetuada nos termos do art. durante o período de doze meses. Art. interpoladamente. As penalidades disciplinares serão aplicadas: I . Parágrafo único. de 10. pela indicação dos dias de falta ao serviço sem causa justificada.527. 117.97) I . (Incluído pela Lei nº 9. falta punível com a demissão.a indicação da materialidade dar-se-á: (Incluído pela Lei nº 9. observando-se especialmente que: (Redação dada pela Lei nº 9.12. 137. VIII. Não poderá retornar ao serviço público federal o servidor que for demitido ou destituído do cargo em comissão por infringência do art. pela indicação precisa do período de ausência intencional do servidor ao serviço superior a trinta dias. 140. Na apuração de abandono de cargo ou inassiduidade habitual. em que resumirá as peças principais dos autos.97) Art. sem causa justificada. pelos Presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão. (Incluído pela Lei nº 9.527.pelas autoridades administrativas de hierarquia imediatamente inferior àquelas mencionadas no inciso anterior quando se tratar de suspensão superior a 30 (trinta) dias. Art. indicará o respectivo dispositivo legal.12. X e XI do art. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. nos casos dos incisos IV. Art.527. implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. VIII. Constatada a hipótese de que trata este artigo.97) II . sobre a intencionalidade da ausência ao serviço superior a trinta dias e remeterá o processo à autoridade instauradora para julgamento . IV. durante o período de doze meses. de 10. pelo prazo de 5 (cinco) anos. sem prejuízo da ação penal cabível. 133.após a apresentação da defesa a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor.

§ 4o Interrompido o curso da prescrição. de 10. o prazo começará a correr a partir do dia em que cessar a interrupção.em 5 (cinco) anos. Parágrafo único. delegada em caráter permanente ou temporário pelo Presidente da República.527. III . a denúncia será arquivada. 145. A ação disciplinar prescreverá: I . poderá ser promovida por autoridade de órgão ou entidade diverso daquele em que tenha ocorrido a irregularidade.em 180 (cento e oitenta) dias. Título V Do Processo Administrativo Disciplinar Capítulo I Disposições Gerais Art.204. desde que contenham a identificação e o endereço do denunciante e sejam formuladas por escrito. IV . preservadas as competências para o julgamento que se seguir à apuração.204. § 1o O prazo de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou conhecido. Da sindicância poderá resultar: Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 67 . 144. quando se tratar de destituição de cargo em comissão. mediante competência específica para tal finalidade.12. por falta de objeto. quanto á advertência. II .pela autoridade que houver feito a nomeação.pelo chefe da repartição e outras autoridades na forma dos respectivos regimentos ou regulamentos.97) Art. 143. de 2005) § 3o A apuração de que trata o caput. de 2005) § 2o (Revogado pela Lei nº 11. § 3o A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição. (Incluído pela Lei nº 9. As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração. nos casos de advertência ou de suspensão de até 30 (trinta) dias.III . no âmbito do respectivo Poder. § 2o Os prazos de prescrição previstos na lei penal aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime. até a decisão final proferida por autoridade competente. caput por solicitação da autoridade a que se refere. quanto às infrações puníveis com demissão. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata. § 1o (Revogado pela Lei nº 11. confirmada a autenticidade. pelos presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. órgão ou entidade. quanto à suspensão. 142. Quando o fato narrado não configurar evidente infração disciplinar ou ilícito penal. assegurada ao acusado ampla defesa.em 2 (dois) anos. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão. mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar. Art. Art.

que compreende instrução. O prazo para a conclusão do processo disciplinar não excederá 60 (sessenta) dias. II . será obrigatória a instauração de processo disciplinar.julgamento. a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo. dentre eles.12. contados da Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 68 . a critério da autoridade superior. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. 151. 146. assegurado o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da administração. Capítulo III Do Processo Disciplinar Art. sem prejuízo da remuneração. Parágrafo único. que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível. cassação de aposentadoria ou disponibilidade. Art. em linha reta ou colateral. observado o disposto no § 3o do art. (Redação dada pela Lei nº 9. III . O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo. Art.97) § 1o A Comissão terá como secretário servidor designado pelo seu presidente.instauração. findo o qual cessarão os seus efeitos. Art. ainda que não concluído o processo. o seu presidente. 152. podendo a indicação recair em um de seus membros. companheiro ou parente do acusado. § 2o Não poderá participar de comissão de sindicância ou de inquérito. 149. O prazo para conclusão da sindicância não excederá 30 (trinta) dias. ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. 150. A Comissão exercerá suas atividades com independência e imparcialidade. Art.arquivamento do processo. defesa e relatório. 148. III . com a publicação do ato que constituir a comissão. pelo prazo de até 60 (sessenta) dias. Art. 147. As reuniões e as audiências das comissões terão caráter reservado. 143. de demissão. O processo disciplinar se desenvolve nas seguintes fases: I .instauração de processo disciplinar.I . que indicará.527. O processo disciplinar será conduzido por comissão composta de três servidores estáveis designados pela autoridade competente. Sempre que o ilícito praticado pelo servidor ensejar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 30 (trinta) dias.aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 30 (trinta) dias. de 10. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade. cônjuge. Parágrafo único. ou destituição de cargo em comissão. II .inquérito administrativo. Parágrafo único. Capítulo II Do Afastamento Preventivo Art. podendo ser prorrogado por igual período. até o terceiro grau. O processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições. consangüíneo ou afim.

Art. a autoridade competente encaminhará cópia dos autos ao Ministério Público. admitida a sua prorrogação por igual prazo. Art. Os autos da sindicância integrarão o processo disciplinar. 159. ser anexado aos autos. Concluída a inquirição das testemunhas. 158. a comissão promoverá a tomada de depoimentos. proceder-se-á à acareação entre os depoentes. § 2o Será indeferido o pedido de prova pericial. até a entrega do relatório final. quando se tratar de prova pericial. § 1o Sempre que necessário. quando as circunstâncias o exigirem. Art. 157. investigações e diligências cabíveis. a técnicos e peritos. § 1o As testemunhas serão inquiridas separadamente. § 2o Na hipótese de depoimentos contraditórios ou que se infirmem. a comissão promoverá o interrogatório do acusado. Parágrafo único. recorrendo. a comissão dedicará tempo integral aos seus trabalhos. com a utilização dos meios e recursos admitidos em direito. a expedição do mandado será imediatamente comunicada ao chefe da repartição onde serve. com o ciente do interessado. com a indicação do dia e hora marcados para inquirição. Art. assegurada ao acusado ampla defesa. § 2o As reuniões da comissão serão registradas em atas que deverão detalhar as deliberações adotadas. produzir provas e contraprovas e formular quesitos. 157 e 158. não sendo lícito à testemunha trazê-lo por escrito. quando necessário. acareações. de modo a permitir a completa elucidação dos fatos. arrolar e reinquirir testemunhas. independentemente da imediata instauração do processo disciplinar. É assegurado ao servidor o direito de acompanhar o processo pessoalmente ou por intermédio de procurador. Se a testemunha for servidor público. § 1o No caso de mais de um acusado. Art. As testemunhas serão intimadas a depor mediante mandado expedido pelo presidente da comissão. 155.data de publicação do ato que constituir a comissão. § 1o O presidente da comissão poderá denegar pedidos considerados impertinentes. quando a comprovação do fato independer de conhecimento especial de perito. como peça informativa da instrução. devendo a segunda via. 156. Na fase do inquérito. e sempre que Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 69 . 153. Art. cada um deles será ouvido separadamente. objetivando a coleta de prova. observados os procedimentos previstos nos arts. Seção I Do Inquérito Art. meramente protelatórios. Na hipótese de o relatório da sindicância concluir que a infração está capitulada como ilícito penal. Parágrafo único. ou de nenhum interesse para o esclarecimento dos fatos. O depoimento será prestado oralmente e reduzido a termo. ficando seus membros dispensados do ponto. 154. O inquérito administrativo obedecerá ao princípio do contraditório.

o prazo para defesa contarse-á da data declarada. Achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido. Art. da qual participe pelo menos um médico psiquiatra. § 3o O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro. após a expedição do laudo pericial. com a especificação dos fatos a ele imputados e das respectivas provas. Art. § 1o O indiciado será citado por mandado expedido pelo presidente da comissão para apresentar defesa escrita. com a assinatura de (2) duas testemunhas. onde resumirá as peças principais dos autos e mencionará as provas em que se baseou para formar a sua convicção. § 1o A revelia será declarada. O incidente de sanidade mental será processado em auto apartado e apenso ao processo principal. Art. sendo-lhe vedado interferir nas perguntas e respostas. pelo membro da comissão que fez a citação. por termo. Considerar-se-á revel o indiciado que. § 2o Para defender o indiciado revel. nos autos do processo e devolverá o prazo para a defesa. em termo próprio. Tipificada a infração disciplinar. bem como à inquirição das testemunhas. Parágrafo único. Na hipótese deste artigo.12. Parágrafo único. o prazo para defesa será de 15 (quinze) dias a partir da última publicação do edital. será formulada a indiciação do servidor. Art. será citado por edital. por intermédio do presidente da comissão. a autoridade instauradora do processo designará um servidor como defensor dativo. será promovida a acareação entre eles. para diligências reputadas indispensáveis. Art. facultando-se-lhe. de 10. a comissão elaborará relatório minucioso. § 2o Havendo dois ou mais indiciados.97) Art. porém. 161. para apresentar defesa. a comissão proporá à autoridade competente que ele seja submetido a exame por junta médica oficial. O indiciado que mudar de residência fica obrigado a comunicar à comissão o lugar onde poderá ser encontrado.527. publicado no Diário Oficial da União e em jornal de grande circulação na localidade do último domicílio conhecido. 164. regularmente citado. Quando houver dúvida sobre a sanidade mental do acusado. Apreciada a defesa. bem como as circunstâncias agravantes ou atenuantes. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição. § 4o No caso de recusa do indiciado em apor o ciente na cópia da citação. § 2o Reconhecida a responsabilidade do servidor. 160. 165. o prazo será comum e de 20 (vinte) dias. não apresentar defesa no prazo legal. 162. no prazo de 10 (dez) dias. (Redação dada pela Lei nº 9. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. 163. a comissão indicará o dispositivo legal ou regulamentar transgredido.divergirem em suas declarações sobre fatos ou circunstâncias. § 1o O relatório será sempre conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. § 2o O procurador do acusado poderá assistir ao interrogatório. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 70 . que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível. reinquiri-las.

Verificada a ocorrência de vício insanável. Art. de 10. o julgamento caberá à autoridade competente para a imposição da pena mais grave. será responsabilizada na forma do Capítulo IV do Título IV. Parágrafo único. 142.527. 168. Ocorrida a exoneração de que trata o parágrafo único. 173. para julgamento. Art. 171. Seção II Do Julgamento Art. este será encaminhado à autoridade competente. Quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos. O julgamento acatará o relatório da comissão. será remetido à autoridade que determinou a sua instauração. a autoridade julgadora determinará o registro do fato nos assentamentos individuais do servidor. § 2o Havendo mais de um indiciado e diversidade de sanções. No prazo de 20 (vinte) dias. agravar a penalidade proposta. § 1o Se a penalidade a ser aplicada exceder a alçada da autoridade instauradora do processo. 170. motivadamente. 167. 141. inciso I do art. salvo quando contrário às provas dos autos. 34. § 2o A autoridade julgadora que der causa à prescrição de que trata o art. no mesmo ato. total ou parcial. O servidor que responder a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido. Art. com o relatório da comissão. 169.527.97) Art. a autoridade instauradora do processo determinará o seu arquivamento. o ato será convertido em demissão. de 10.97) § 1o O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade do processo. acaso aplicada. ou aposentado voluntariamente.Art. o julgamento caberá às autoridades de que trata o inciso I do art. O processo disciplinar. Art. e ordenará.(Redação dada pela Lei nº 9. contados do recebimento do processo. § 2o. a autoridade julgadora poderá. abrandá-la ou isentar o servidor de responsabilidade. 172.12. Parágrafo único. a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade. ficando trasladado na repartição. se for o caso. Art. o processo disciplinar será remetido ao Ministério Público para instauração da ação penal.ao servidor convocado para prestar depoimento fora da sede de sua repartição. § 3o Se a penalidade prevista for a demissão ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade. após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade. que decidirá em igual prazo.12. salvo se flagrantemente contrária à prova dos autos. Extinta a punibilidade pela prescrição. (Incluído pela Lei nº 9. a constituição de outra comissão para instauração de novo processo. na condição de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 71 . a autoridade julgadora proferirá a sua decisão. § 4o Reconhecida pela comissão a inocência do servidor. Quando a infração estiver capitulada como crime. Serão assegurados transporte e diárias: I . 166.

nos termos do art. A comissão revisora terá 60 (sessenta) dias para a conclusão dos trabalhos. no que couber. denunciado ou indiciado. ausência ou desaparecimento do servidor. O processo disciplinar poderá ser revisto. encaminhará o pedido ao dirigente do órgão ou entidade onde se originou o processo disciplinar. Art. § 1o Em caso de falecimento. Art. 175. 178. Art. a qualquer tempo. restabelecendo-se todos os direitos do servidor. Parágrafo único. que requer elementos novos. Art. 176. Aplicam-se aos trabalhos da comissão revisora. Art. a revisão será requerida pelo respectivo curador. o ônus da prova cabe ao requerente. O prazo para julgamento será de 20 (vinte) dias. as normas e procedimentos próprios da comissão do processo disciplinar. II . 177. O julgamento caberá à autoridade que aplicou a penalidade. Deferida a petição. Art. Parágrafo único. 174. exceto em relação à destituição do cargo em comissão. que. Na petição inicial. contados do recebimento do processo. ainda não apreciados no processo originário. 141. Art. Julgada procedente a revisão. quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificar a inocência do punido ou a inadequação da penalidade aplicada.testemunha. se autorizar a revisão. A simples alegação de injustiça da penalidade não constitui fundamento para a revisão.aos membros da comissão e ao secretário. O requerimento de revisão do processo será dirigido ao Ministro de Estado ou autoridade equivalente. o requerente pedirá dia e hora para a produção de provas e inquirição das testemunhas que arrolar. será declarada sem efeito a penalidade aplicada. Parágrafo único. Da revisão do processo não poderá resultar agravamento de penalidade. que será convertida em exoneração. 181. 180. no curso do qual a autoridade julgadora poderá determinar diligências. quando obrigados a se deslocarem da sede dos trabalhos para a realização de missão essencial ao esclarecimento dos fatos. a pedido ou de ofício. Parágrafo único. Art. Título VI Da Seguridade Social do Servidor Capítulo I Disposições Gerais Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 72 . A revisão correrá em apenso ao processo originário. 179. 149. a autoridade competente providenciará a constituição de comissão. na forma do art. No processo revisional. 182. qualquer pessoa da família poderá requerer a revisão do processo. § 2o No caso de incapacidade mental do servidor. Seção III Da Revisão do Processo Art.

(Incluído pela Lei nº 10. falecimento e reclusão. simultaneamente. 184. A União manterá Plano de Seguridade Social para o servidor e sua família. (Redação dada pela Lei nº 10. acidente em serviço. ocupante de cargo ou emprego efetivo na administração pública direta. O Plano de Seguridade Social visa a dar cobertura aos riscos a que estão sujeitos o servidor e sua família. Art. c) salário-família. inclusive para servir em organismo oficial internacional do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o qual coopere.667. inatividade. no mesmo percentual devido pelos servidores em atividade. de 14. g) assistência à saúde. autárquica e fundacional não terá direito aos benefícios do Plano de Seguridade Social. mediante o recolhimento mensal da respectiva contribuição. invalidez. os benefícios do mencionado regime de previdência. 183. de 14. Parágrafo único.2003) § 4o O recolhimento de que trata o § 3o deve ser efetuado até o segundo dia útil após a data do pagamento das remunerações dos servidores públicos. sem direito à remuneração. f) licença por acidente em serviço. (Incluído pela Lei nº 10.5. 185. II .garantir meios de subsistência nos eventos de doença. à adoção e à paternidade.667. Os benefícios do Plano de Seguridade Social do servidor compreendem: I . de 14. com exceção da assistência à saúde. e compreende um conjunto de benefícios e ações que atendam às seguintes finalidades: I . para esse efeito. Os benefícios serão concedidos nos termos e condições definidos em regulamento.proteção à maternidade. incidente sobre a remuneração total do cargo a que faz jus no exercício de suas atribuições.5.5.667.Art. à adotante e licença-paternidade.assistência à saúde. III . inclusive. neste período.5. ainda que contribua para regime de previdência social no exterior. aplicando-se os procedimentos de cobrança e execução dos tributos federais quando não recolhidas na data de vencimento. as vantagens pessoais. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 73 .quanto ao servidor: a) aposentadoria. observadas as disposições desta Lei.2003) § 3o Será assegurada ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração a manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público. (Incluído pela Lei nº 10. e) licença à gestante. d) licença para tratamento de saúde. de 14.667. velhice. terá suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a licença. b) auxílio-natalidade. computando-se.2003) Art. não lhes assistindo. § 1o O servidor ocupante de cargo em comissão que não seja.2003) § 2o O servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo.

III . "a" e "c". e aos 25 (vinte e cinco) se mulher.por invalidez permanente. observado o disposto nos arts. sem prejuízo da ação penal cabível. e outras que a lei indicar. se homem. especificada em lei. e 25 (vinte e cinco) se professora. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida . d) aos 65 (sessenta e cinco) anos de idade. aos setenta anos de idade. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. cardiopatia grave. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). nefropatia grave. c) auxílio-reclusão. se homem. moléstia profissional ou doença grave. b) auxílio-funeral. dolo ou má-fé. hanseníase.h) garantia de condições individuais e ambientais de trabalho satisfatórias. Capítulo II Dos Benefícios Seção I Da Aposentadoria Art. 189 e 224. cegueira posterior ao ingresso no serviço público. com proventos proporcionais a esse tempo. e aos 30 (trinta) se mulher. e aos 60 (sessenta) se mulher. com proventos integrais.AIDS. 40 da Constituição) I . sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço. d) assistência à saúde. com base na medicina especializada. se homem.compulsoriamente. espondiloartrose anquilosante. II . § 1o As aposentadorias e pensões serão concedidas e mantidas pelos órgãos ou entidades aos quais se encontram vinculados os servidores. § 1o Consideram-se doenças graves. 186. observará o disposto em lei Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 74 . e proporcionais nos demais casos. § 2o Nos casos de exercício de atividades consideradas insalubres ou perigosas. § 2o O recebimento indevido de benefícios havidos por fraude. paralisia irreversível e incapacitante. a que se refere o inciso I deste artigo. implicará devolução ao erário do total auferido. neoplasia maligna.quanto ao dependente: a) pensão vitalícia e temporária.voluntariamente: a) aos 35 (trinta e cinco) anos de serviço. c) aos 30 (trinta) anos de serviço. b) aos 30 (trinta) anos de efetivo exercício em funções de magistério se professor. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. a aposentadoria de que trata o inciso III. alienação mental. esclerose múltipla. contagiosa ou incurável. bem como nas hipóteses previstas no art. contagiosas ou incuráveis. doença de Parkinson. 71. com proventos integrais. O servidor será aposentado: (Vide art. II . tuberculose ativa.

por período não excedente a 24 (vinte e quatro) meses. e revisto na mesma data e proporção.97) Art. (Revogado pela Lei nº 9. aos 25 (vinte e cinco) anos de serviço efetivo. A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato. será concedida aposentadoria com provento integral. Parágrafo único. inclusive quando decorrentes de transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. 41. em valor equivalente ao respectivo provento.527. 195. de 10. que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no art.97) Art. Art. O provento da aposentadoria será calculado com observância do disposto no § 3o do art. (Incluído pela Lei nº 9. 187.97) Art. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 75 . (Incluído pela Lei nº 11. Art. 192. para avaliação das condições que ensejaram o afastamento ou a aposentadoria. (Revogado pela Lei nº 9. de 10. 189. 190. Ao ex-combatente que tenha efetivamente participado de operações bélicas.907. O servidor aposentado com provento proporcional ao tempo de serviço se acometido de qualquer das moléstias especificadas no § 1o do art. 194. calculado com base no fundamento legal de concessão da aposentadoria. até o dia vinte do mês de dezembro.527. São estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidas aos servidores em atividade. 24. § 4o Para os fins do disposto no § 1o deste artigo. nos termos da Lei nº 5. 188. o provento não será inferior a 1/3 (um terço) da remuneração da atividade.907. durante a Segunda Guerra Mundial. for considerado inválido por junta médica oficial passará a perceber provento integral.315. deduzido o adiantamento recebido. de 12 de setembro de 1967. de 2009) Art. o servidor será aposentado. e declarada por ato. Ao servidor aposentado será paga a gratificação natalina. 186 desta Lei e.527. com vigência a partir do dia imediato àquele em que o servidor atingir a idade-limite de permanência no serviço ativo. por esse motivo. de 2009) Art.12. 191.907. Art. Quando proporcional ao tempo de serviço. § 1o A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde. de 10. § 3o O lapso de tempo compreendido entre o término da licença e a publicação do ato da aposentadoria será considerado como de prorrogação da licença. serão consideradas apenas as licenças motivadas pela enfermidade ensejadora da invalidez ou doenças correlacionadas. § 2o Expirado o período de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. Art. § 3o Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial. A aposentadoria compulsória será automática. de 2009) § 5o A critério da Administração. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade.12.12. 193.específica. o servidor em licença para tratamento de saúde ou aposentado por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento.

mediante autorização judicial. na falta destes. será pago a um e outro. a madrasta e. se inválido. O salário-família não está sujeito a qualquer tributo. Seção III Do Salário-Família Art. Parágrafo único. 202. de acordo com a distribuição dos dependentes.Seção II Do Auxílio-Natalidade Art. os representantes legais dos incapazes. inclusive pensão ou provento da aposentadoria. se estudante. (Redação dada pela Lei nº 11. Seção IV Da Licença para Tratamento de Saúde Art. até 24 (vinte e quatro) anos ou. a inspeção médica será realizada na residência do servidor ou no estabelecimento hospitalar onde se encontrar internado. por dependente econômico. por nascituro. quando separados. 197. III . em quantia equivalente ao menor vencimento do serviço público. Parágrafo único. II . Não se configura a dependência econômica quando o beneficiário do salário-família perceber rendimento do trabalho ou de qualquer outra fonte. Quando o pai e mãe forem servidores públicos e viverem em comum. inclusive para a Previdência Social. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus.o menor de 21 (vinte e um) anos que. sem remuneração. de 2009) § 1o Sempre que necessário. Art. 203. nem servirá de base para qualquer contribuição. 200.a mãe e o pai sem economia própria. em valor igual ou superior ao salário-mínimo.907. Art. a pedido ou de ofício. O afastamento do cargo efetivo. A licença de que trata o art. de qualquer idade. Ao pai e à mãe equiparam-se o padrasto. 199. Art. Art. 201. o salário-família será pago a um deles. Art. o valor será acrescido de 50% (cinqüenta por cento). § 2o O auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor público. inclusive no caso de natimorto. não acarreta a suspensão do pagamento do salário-família. 196. Consideram-se dependentes econômicos para efeito de percepção do salário-família: I . O auxílio-natalidade é devido à servidora por motivo de nascimento de filho.o cônjuge ou companheiro e os filhos. inclusive os enteados até 21 (vinte e um) anos de idade ou. O salário-família é devido ao servidor ativo ou ao inativo. com base em perícia médica. 202 desta Lei será concedida com base em perícia oficial. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 76 . ou do inativo. viver na companhia e às expensas do servidor. quando a parturiente não for servidora. Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde. 198. § 1o Na hipótese de parto múltiplo.

Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 77 . salvo antecipação por prescrição médica. O servidor que apresentar indícios de lesões orgânicas ou funcionais será submetido a inspeção médica.97) § 3o No caso do § 2o deste artigo. que poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora. será aceito atestado passado por médico particular. (Redação dada pela Lei nº 11. Para amamentar o próprio filho. (Redação dada pela Lei nº 11. a licença terá início a partir do parto. § 3o No caso de natimorto.907. 230.690. a uma hora de descanso. até a idade de seis meses. durante a jornada de trabalho. Art. nos termos e condições definidos em regulamento. a servidora terá direito a 30 (trinta) dias de repouso remunerado. o atestado somente produzirá efeitos depois de recepcionado pela unidade de recursos humanos do órgão ou entidade. decorridos 30 (trinta) dias do evento. 208. (Vide Decreto nº 6. de 2008) § 1o A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação. (Redação dada pela Lei nº 9. poderá ser dispensada de perícia oficial. a servidora será submetida a exame médico. 206-A. bem como nos demais casos de perícia oficial previstos nesta Lei. doença profissional ou qualquer das doenças especificadas no art. 186. (Incluído pela Lei nº 11. A licença para tratamento de saúde inferior a 15 (quinze) dias. O servidor será submetido a exames médicos periódicos. o servidor terá direito à licença-paternidade de 5 (cinco) dias consecutivos. O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou natureza da doença. de 2009) Art.907. 206. será efetuada por cirurgiões-dentistas. Art. na forma definida em regulamento. salvo quando se tratar de lesões produzidas por acidente em serviço.907. 205. dentro de 1 (um) ano.907. e se julgada apta.907. (Redação dada pela Lei nº 11. Seção V Da Licença à Gestante. de 2009) § 4o A licença que exceder o prazo de 120 (cento e vinte) dias no período de 12 (doze) meses a contar do primeiro dia de afastamento será concedida mediante avaliação por junta médica oficial. nas hipóteses em que abranger o campo de atuação da odontologia. Art. à Adotante e da Licença-Paternidade Art.§ 2o Inexistindo médico no órgão ou entidade no local onde se encontra ou tenha exercício em caráter permanente o servidor.12. de 2009) § 5o A perícia oficial para concessão da licença de que trata o caput deste artigo. § 4o No caso de aborto atestado por médico oficial.527. § 2o No caso de nascimento prematuro. sem prejuízo da remuneração. de 2009) (Regulamento). e não se configurando as hipóteses previstas nos parágrafos do art. Pelo nascimento ou adoção de filhos. reassumirá o exercício. Será concedida licença à servidora gestante por 120 (cento e vinte) dias consecutivos. de 2009) Art. de 10. Art. 209. (Incluído pela Lei nº 11. a servidora lactante terá direito. 207. 204. § 1o.

211. (Vide Decreto nº 6. 216.vitalícia: a) o cônjuge. À servidora que adotar ou obtiver guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade. observado o limite estabelecido no art. 215. Por morte do servidor. à conta de recursos públicos. Seção VI Da Licença por Acidente em Serviço Art. Parágrafo único. Art. Art. Seção VII Da Pensão Art. As pensões distinguem-se. maior de 60 (sessenta) anos e a pessoa portadora de deficiência.decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício do cargo. § 2o A pensão temporária é composta de cota ou cotas que podem se extinguir ou reverter por motivo de morte. prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. que se relacione. em vitalícias e temporárias. b) a pessoa desquitada. com remuneração integral. Art. os dependentes fazem jus a uma pensão mensal de valor correspondente ao da respectiva remuneração ou provento. 213. o prazo de que trata este artigo será de 30 (trinta) dias. 210. Art. 217. e) a pessoa designada. O servidor acidentado em serviço que necessite de tratamento especializado poderá ser tratado em instituição privada. cessação de invalidez ou maioridade do beneficiário. O tratamento recomendado por junta médica oficial constitui medida de exceção e somente será admissível quando inexistirem meios e recursos adequados em instituição pública. Art. quanto à natureza. 42.Art. mediata ou imediatamente. 214. a partir da data do óbito. Equipara-se ao acidente em serviço o dano: I . d) a mãe e o pai que comprovem dependência econômica do servidor. c) o companheiro ou companheira designado que comprove união estável como entidade familiar.sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. com as atribuições do cargo exercido.691. o servidor acidentado em serviço. São beneficiários das pensões: I . Parágrafo único. § 1o A pensão vitalícia é composta de cota ou cotas permanentes. No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano de idade. 212. com percepção de pensão alimentícia. Será licenciado. de 2008) Parágrafo único. A prova do acidente será feita no prazo de 10 (dez) dias. separada judicialmente ou divorciada. II . serão concedidos 90 (noventa) dias de licença remunerada. Configura acidente em serviço o dano físico ou mental sofrido pelo servidor. que vivam sob a Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 78 . que somente se extinguem ou revertem com a morte de seus beneficiários.

ou enteados. se inválida. 219. 221. Art. o seu valor será distribuído em partes iguais entre os beneficiários habilitados. § 2o A concessão da pensão temporária aos beneficiários de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso II deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas "c" e "d".declaração de ausência. d) a pessoa designada que viva na dependência econômica do servidor. Parágrafo único. até 21 (vinte e um) anos de idade. II . pela autoridade judiciária competente. b) o menor sob guarda ou tutela até 21 (vinte e um) anos de idade. enquanto durar a invalidez. o valor integral da pensão será rateado. exceto se existirem beneficiários da pensão temporária. § 2o Ocorrendo habilitação às pensões vitalícia e temporária.temporária: a) os filhos. 220. se inválidos. 218. em partes iguais. Não faz jus à pensão o beneficiário condenado pela prática de crime doloso de que tenha resultado a morte do servidor. até 21 (vinte e um) anos. entre os titulares da pensão temporária. ou. decorridos 5 (cinco) anos de sua vigência. hipótese em que o benefício será automaticamente cancelado. incêndio ou acidente não caracterizado como em serviço. qualquer prova posterior ou habilitação tardia que implique exclusão de beneficiário ou redução de pensão só produzirá efeitos a partir da data em que for oferecida. Art. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 79 . Será concedida pensão provisória por morte presumida do servidor. conforme o caso. c) o irmão órfão. § 3o Ocorrendo habilitação somente à pensão temporária. entre os que se habilitarem. que comprovem dependência econômica do servidor. até 21 (vinte e um) anos. Concedida a pensão. Art. A pensão provisória será transformada em vitalícia ou temporária.desaparecimento em desabamento. ressalvado o eventual reaparecimento do servidor. e o inválido. inundação. prescrevendo tão-somente as prestações exigíveis há mais de 5 (cinco) anos.dependência econômica do servidor. Parágrafo único. ou. III .desaparecimento no desempenho das atribuições do cargo ou em missão de segurança. § 1o A concessão de pensão vitalícia aos beneficiários de que tratam as alíneas "a" e "c" do inciso I deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas "d" e "e". enquanto durar a invalidez. metade do valor caberá ao titular ou titulares da pensão vitalícia. enquanto durar a invalidez. sendo a outra metade rateada em partes iguais. A pensão será concedida integralmente ao titular da pensão vitalícia. § 1o Ocorrendo habilitação de vários titulares à pensão vitalícia. II . nos seguintes casos: I . Art. A pensão poderá ser requerida a qualquer tempo.

da pensão temporária para os co-beneficiários ou. inclusive no exterior.da pensão vitalícia para os remanescentes desta pensão ou para os titulares da pensão temporária. observado o disposto no artigo anterior. 225. 226. de 2009) Art. A critério da Administração.a cessação de invalidez. 227. Art. 189.a acumulação de pensão na forma do art. em se tratando de beneficiário inválido. as despesas de transporte do corpo correrão à conta de recursos da União. por meio de procedimento sumaríssimo.Art. § 1o No caso de acumulação legal de cargos. VI . Por morte ou perda da qualidade de beneficiário. Seção IX Do Auxílio-Reclusão Art. para o beneficiário da pensão vitalícia. Em caso de falecimento de servidor em serviço fora do local de trabalho. autarquia ou fundação pública. em valor equivalente a um mês da remuneração ou provento. 224. aos 21 (vinte e um) anos de idade. II . Parágrafo único. Art. 225. aplicando-se o disposto no parágrafo único do art.a renúncia expressa. na falta destes. nos seguintes valores: Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 80 . § 2o (VETADO). As pensões serão automaticamente atualizadas na mesma data e na mesma proporção dos reajustes dos vencimentos dos servidores. (Incluído pela Lei nº 11. Se o funeral for custeado por terceiro.907. À família do servidor ativo é devido o auxílio-reclusão. quando a decisão ocorrer após a concessão da pensão ao cônjuge. é vedada a percepção cumulativa de mais de duas pensões. O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido na atividade ou aposentado. este será indenizado. 228. Ressalvado o direito de opção. 223. Art. § 3o O auxílio será pago no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. 229. IV . Acarreta perda da qualidade de beneficiário: I . o beneficiário de pensão temporária motivada por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento para avaliação das condições que ensejaram a concessão do benefício.a anulação do casamento. Art. V . III . a respectiva cota reverterá: I .a maioridade de filho. o auxílio será pago somente em razão do cargo de maior remuneração. 222. Seção VIII Do Auxílio-Funeral Art. irmão órfão ou pessoa designada. se não houver pensionista remanescente da pensão vitalícia. II .o seu falecimento. à pessoa da família que houver custeado o funeral.

quando afastado por motivo de prisão. em virtude de condenação.dois terços da remuneração. ativo ou inativo.302 de 2006) II . por sentença definitiva. psicológica e farmacêutica. o servidor terá direito à integralização da remuneração. e seus dependentes ou pensionistas com planos ou seguros privados de assistência à saúde. II . ativo ou inativo. Capítulo III Da Assistência à Saúde Art. normas essas também aplicáveis aos convênios existentes até 12 de fevereiro de 2006. (Redação dada pela Lei nº 11. que constituirá junta médica especificamente para esses fins.666.12. indicando os nomes e especialidades dos seus integrantes. determinada pela autoridade competente. e de sua família compreende assistência médica. odontológica.contratar. com a comprovação de suas habilitações e de que não estejam respondendo a processo disciplinar junto à entidade fiscalizadora da profissão. (Incluído pela Lei nº 9. a ser publicada pelo mesmo órgão regulador. desde que absolvido. entidades sem fins lucrativos declaradas de utilidade pública. de 10. (Incluído pela Lei nº 9. em flagrante ou preventiva. ainda que condicional. a pena que não determine a perda de cargo.97) § 3o Para os fins do disposto no caput deste artigo. § 1o Nos casos previstos no inciso I deste artigo.527. terá como diretriz básica o implemento de ações preventivas voltadas para a promoção da saúde e será prestada pelo Sistema Único de Saúde – SUS. avaliação ou inspeção médica. diretamente pelo órgão ou entidade ao qual estiver vinculado o servidor.celebrar convênios exclusivamente para a prestação de serviços de assistência à saúde para os seus servidores ou empregados ativos. operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde que possuam autorização de funcionamento do órgão Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 81 .12. na forma estabelecida em regulamento. de 10. na forma da Lei n o 8. preferencialmente. com entidades de autogestão por elas patrocinadas por meio de instrumentos jurídicos efetivamente celebrados e publicados até 12 de fevereiro de 2006 e que possuam autorização de funcionamento do órgão regulador. 230.527.I . enquanto perdurar a prisão. ou mediante convênio ou contrato. bem como para seus respectivos grupos familiares definidos. A assistência à saúde do servidor. de 21 de junho de 1993. durante o afastamento.INSS. da aplicação do disposto no parágrafo anterior. mediante licitação.97) § 2o Na impossibilidade. devidamente justificada. ficam a União e suas entidades autárquicas e fundacionais autorizadas a: (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.metade da remuneração. aposentados. para a sua realização o órgão ou entidade celebrará. na ausência de médico ou junta médica oficial. ou ainda na forma de auxílio.302 de 2006) § 1o Nas hipóteses previstas nesta Lei em que seja exigida perícia. § 2o O pagamento do auxílio-reclusão cessará a partir do dia imediato àquele em que o servidor for posto em liberdade. convênio com unidades de atendimento do sistema público de saúde. sendo certo que os convênios celebrados depois dessa data somente poderão sê-lo na forma da regulamentação específica sobre patrocínio de autogestões. ou com o Instituto Nacional do Seguro Social . hospitalar. o órgão ou entidade promoverá a contratação da prestação de serviços por pessoa jurídica. mediante ressarcimento parcial do valor despendido pelo servidor.302 de 2006) I . pensionistas. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias da vigência desta Lei.

(Revogado pela Art. no âmbito dos Poderes Executivo. de 28. (Revogado pela Lei nº 8. 237. Ao servidor público civil é assegurado. 238.745.12. b) de inamovibilidade do dirigente sindical. o servidor não poderá ser privado de quaisquer dos seus direitos. o valor das mensalidades e Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 82 Lei Lei Lei nº nº nº 8.93) Título VIII Capítulo Único Das Disposições Gerais Art. 8.93) 9. sem ônus para a entidade sindical a que for filiado. Os prazos previstos nesta Lei serão contados em dias corridos. 235. excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. nos termos da Constituição Federal. (Revogado pela Art. exceto se a pedido.concessão de medalhas. (Revogado pela Art. (Incluído pela Lei nº 11. nem eximir-se do cumprimento de seus deveres. Art. ficando prorrogado.12.93) 9. além daqueles já previstos nos respectivos planos de carreira: I . II . inclusive como substituto processual. o direito à livre associação sindical e os seguintes direitos.prêmios pela apresentação de idéias. diplomas de honra ao mérito. de de de 9. 232. entre outros.regulador. o prazo vencido em dia em que não haja expediente.99) Título VII Capítulo Único Da Contratação Temporária de Excepcional Interesse Público Art.745.302 de 2006) III .302 de 2006) Capítulo IV Do Custeio Art. 233. 234. 236. condecoração e elogio.12. 239. 231. (Incluído pela Lei nº 11. até um ano após o final do mandato.12.745. O Dia do Servidor Público será comemorado a vinte e oito de outubro.302 de 2006) § 4o (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11. 240. Poderão ser instituídos.302 de 2006) § 5o O valor do ressarcimento fica limitado ao total despendido pelo servidor ou pensionista civil com plano ou seguro privado de assistência à saúde. dela decorrentes: a) de ser representado pelo sindicato. Art. inventos ou trabalhos que favoreçam o aumento de produtividade e a redução dos custos operacionais. Por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política.(VETADO) (Incluído pela Lei nº 11. 8. Art. c) de descontar em folha. Art. de 9.93) .01.783. os seguintes incentivos funcionais. (Revogado pela Lei nº 9. para o primeiro dia útil seguinte.745. sofrer discriminação em sua vida funcional. Legislativo e Judiciário.

241. sem prejuízo dos direitos inerentes aos planos de carreira aos quais se encontrem vinculados os empregos. § 6o Os empregos dos servidores estrangeiros com estabilidade no serviço público.12.contribuições definidas em assembléia geral da categoria.97) e) (Revogado pela Lei nº 9.711. remunerados com recursos da União. considera-se sede o município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício. os servidores dos Poderes da União. § 1o Os empregos ocupados pelos servidores incluídos no regime instituído por esta Lei ficam transformados em cargos.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 83 .Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. ficam extintas na data da vigência desta Lei. Ficam submetidos ao regime jurídico instituído por esta Lei. ou pela Consolidação das Leis do Trabalho. que comprove união estável como entidade familiar.12. de 10. (Incluído pela Lei nº 9. Título IX Capítulo Único Das Disposições Transitórias e Finais Art. exceto os contratados por prazo determinado. no interesse da Administração e conforme critérios estabelecidos em regulamento. passarão a integrar tabela em extinção. aprovada pelo DecretoLei nº 5. Consideram-se da família do servidor. ser exonerados mediante indenização de um mês de remuneração por ano de efetivo exercício no serviço público federal.527. Parágrafo único.FAS. na qualidade de servidores públicos. regidos pela Lei nº 1. no que couber. de 28 de outubro de 1952 . § 5o O regime jurídico desta Lei é extensivo aos serventuários da Justiça.452. 242. § 4o (VETADO). d) (Revogado pela Lei nº 9. Equipara-se ao cônjuge a companheira ou companheiro. enquanto não adquirirem a nacionalidade brasileira. § 2o As funções de confiança exercidas por pessoas não integrantes de tabela permanente do órgão ou entidade onde têm exercício ficam transformadas em cargos em comissão. além do cônjuge e filhos. do respectivo órgão ou entidade. exercidas por servidor integrante de quadro ou tabela de pessoal.527. § 3o As Funções de Assessoramento Superior . na data de sua publicação. de 10. poderão. Art. de 1o de maio de 1943. em caráter permanente. das autarquias. § 7o Os servidores públicos de que trata o caput deste artigo. e das fundações públicas. não amparados pelo art. 243. inclusive as em regime especial.527. dos ex-Territórios. Para os fins desta Lei. e mantidas enquanto não for implantado o plano de cargos dos órgãos ou entidades na forma da lei.12. de 10. quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e constem do seu assentamento individual. cujos contratos não poderão ser prorrogados após o vencimento do prazo de prorrogação.97) Art.

Art.527. 87 a 90. ou por outro diploma legal. na forma prevista nos arts.12.112. (Revogado pela Lei nº 9. (VETADO). Lei n° 1.° 8.12. 248. Art. de 12. (Incluído pela Lei nº 9. de 8.O.12.§ 8o Para fins de incidência do imposto de renda na fonte e na declaração de rendimentos. de 28 de outubro de 1952. correspondente ao período de contribuição por parte dos servidores celetistas abrangidos pelo art. fica transformada em licença-prêmio por assiduidade.91) Art. Ficam revogadas a Lei nº 1. 116 da Lei nº 1. Art. e respectiva legislação complementar. ficam transformados em anuênio. de 28 de outubro de 1952. 169o da Independência e 102o da República. passam a ser mantidas pelo órgão ou entidade de origem do servidor. que "dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. FERNANDO COLLOR Jarbas Passarinho Este texto não substitui o publicado no D. 11 de dezembro de 1990. Art. 252. das autarquias e das fundações públicas federais". de 10. As pensões estatutárias.527. de 10. Os adicionais por tempo de serviço.112.1. já concedidos aos servidores abrangidos por esta Lei.1998 LEI Nº 8. bem como as demais disposições em contrário.711. O servidor que já tiver satisfeito ou vier a satisfazer. haverá ajuste de contas com a Previdência Social.162. 243.97) Art.U. de 10. 184 do antigo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. 245.1990 e Republicado no D. 251. 247. de 1952. de 11 de dezembro de 1990.97) Art. Art. serão considerados como indenizações isentas os pagamentos efetuados a título de indenização prevista no parágrafo anterior. (Mantido pelo Congresso Nacional) Art. e eu.97) § 9o Os cargos vagos em decorrência da aplicação do disposto no § 7 o poderão ser extintos pelo Poder Executivo quando considerados desnecessários. 250.527. (Redação dada pela Lei nº 8.711. de 18. 249.O. as condições necessárias para a aposentadoria nos termos do inciso II do art. 231. aposentar-se-á com a vantagem prevista naquele dispositivo. Para efeito do disposto no Título VI desta Lei.U. os servidores abrangidos por esta Lei contribuirão na forma e nos percentuais atualmente estabelecidos para o servidor civil da União conforme regulamento próprio. com efeitos financeiros a partir do primeiro dia do mês subseqüente. Até a edição da lei prevista no § 1o do art. do Projeto que se transformou na Lei n. DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 Partes vetadas pelo Presidente da República e mantidas pelo Congresso Nacional. MAURO BENEVIDES. Presidente do Senado Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 84 .3. dentro de 1 (um) ano. Brasília. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 244.12. (Incluído pela Lei nº 9. O PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL: Faço saber que o CONGRESSO NACIONAL manteve. Art. 253. A licença especial disciplinada pelo art.711. concedidas até a vigência desta Lei. 246.

..112............ c) ....... O servidor que contar tempo de serviço para aposentadoria com provento integral será aposentado: I .................... com a remuneração do padrão correspondente............. 240.......................... Art.................... § 2° A aplicação do disposto neste artigo exclui as vantagens previstas no art.... 184 do antigo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União...... nos termos da Constituição Federal..... O servidor que já tiver satisfeito ou vier a satisfazer......... 18 de abril de 1991. Lei n° 1.................................................. desde que exercido por um período mínimo de 2 (dois) anos. § 2º O custeio da aposentadoria é de responsabilidade integral do Tesouro Nacional.............. 250................ de 28 de outubro de 1952..... e) de ajuizamento..... assistência ou cargo em comissão....................... Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 85 .. as condições necessárias para a aposentadoria nos termos do inciso II do art... 192........................... 62................... a) ......... de 11 de dezembro de 1990: "Art. 87 ......................................................................Federal.............. d) de negociação coletiva...... Art................... § 1° ............................................. § 1° Quando o exercício da função ou cargo em comissão de maior valor não corresponder ao período de 2 (dois) anos... acrescida da diferença entre esse e o padrão da classe imediatamente anterior................................ dentro de 1 (um) ano........................ será incorporada a gratificação ou remuneração da função ou cargo em comissão imediatamente inferior dentre os exercidos........ ................... de maior valor... promulgo as seguintes partes da Lei n° 8............. O servidor que tiver exercido função de direção.................................quando ocupante da última classe da carreira. frente à Justiça do Trabalho.......... aposentar-se-á com a vantagem prevista naquele dispositivo. 66 da Constituição......................... assessoramento............. 193........... chefia. por período de 5 (cinco) anos consecutivos.............................................. b) .......................................................... 231............. Art..................... ou 10 (dez) anos interpolados..com a remuneração do padrão de classe imediatamente superior àquela em que se encontra posicionado............ ressalvado o direito de opção............ II ......... Art........................................... nos termos do § 7° do art................ § 1° ..................... bem como a incorporação de que trata o art........ em favor de seus beneficiários da pensão...................... 170° da Independência e 103° da República................................ Art............................................. 192..............711............. poderá aposentar-se com a gratificação da função ou remuneração do cargo em comissão....... .........." Senado Federal.......... § 2° Os períodos de licença-prêmio já adquiridos e não gozados pelo servidor que vier a falecer serão convertidos em pecúnia.................... individual e coletivamente...

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