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FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA * Administração Pública e Governo: conceito e objetivos * Evolução dos modelos de administração pública * Os princípios norteadores do serviço público - legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência * Poderes e deveres do administrador público * Transparência, informação e controle social na Administração Pública * Tipos e formas de controle * Controle interno e externo * Contratos administrativos: conceito, características, formalização * Licitações - princípios, obrigatoriedade, dispensa e inexigibilidade, modalidades e procedimentos, fases (Lei n.° 8.883, de 8 de junho de 1994 e complementos) * Regime Jurídico dos Servidores Públicos Federal

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49-56): a) Em sentido Subjetivo.Basicamente temos dois sentidos a dar ao vocábulo Administração Pública (Pietro. Vejamos o esquema abaixo: ADMINISTRAÇÃO DIRETA . b) Polícia Administrativa: Compreende toda atividade de execução das chamadas limitações administrativas.Lei 200/67: 1 – Administração direta. incisos X. a Administração Pública é a própria função administrativa que incumbe predominantemente ao Poder Executivo. vejamos a classificação contida no art. b) Em sentido Objetivo. podemos elencar as principais características da Administração Pública: a) É uma atividade concreta. 1998. para satisfazer a necessidade coletiva. formal ou orgânico. dotados de personalidade jurídica própria: a) Autarquias. XII e 175). que compreende as seguintes categorias de entidades. favores fiscais).ÓRGÃOS: * DE DIREÇÃO. Nesse sentido à Administração Pública cabe as seguintes tarefas: a) Fomento: Incentivo à iniciativa de utilidade pública (subvenções. sob regime jurídico preponderantemente público (CF. orgânico ela designa os entes que exercem a atividade administrativa . compreende pessoas jurídicas. Quanto ao aspecto subjetivo da Administração Pública. * CONSULTIVOS. XI. c) Seu regime jurídico é de direito público. no sentido que põe em execução a vontade do Estado contida na lei. art. Ainda dentro do aspecto objetivo. c) Sociedades de Economia Mista. d) Fundações públicas. 4º do Dec. Comecemos pelo aspecto objetivo. b) A sua finalidade é a satisfação direta e imediata dos fins do Estado. Órgãos e Agentes Públicos. financiamentos. b) Empresas públicas. nesse sentido. material ou Funcional. diretamente.A Administração é exercida pelo próprio Estado . que se constitui dos serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e dos Ministérios. * DE EXECUÇÃO Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 5 . 2 – A Administração indireta. c) Serviço Público: É toda atividade que a Administração Pública executa. 21. Funcional designa a natureza da atividade exercida pelos referidos entes .

quer seja de direito privado.ENTIDADES: * AUTARQUIAS. para permitir o seu mais adequado e racional desempenho. Sabe-se que a Administração Pública é organizada hierarquicamente. como se fosse uma pirâmide em cujo ápice se situa o Chefe do Poder Executivo. tirar do centro um volume grande de atribuições. própria dos Estados absolutistas europeus do século XVIII. Há uma desconcentração das atividades dos órgãos periféricos para os centrais. * SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA. o aparelho do Estado é a extensão do próprio poder do governante e os seus funcionários são considerados como membros da nobreza. ou seja. * FUNDAÇÕES PÚBLICAS. O patrimônio do Estado confunde-se com o patrimônio do soberano e os cargos são tidos como prebendas (ocupações rendosas e de pouco trabalho). As atribuições administrativas são outorgadas aos vários órgãos que compõem a hierarquia. A desconcentração liga-se à hierarquia. porém. b) Concentração: Ocorre o inverso da desconcentração. dentro da mesma pessoa jurídica.ADMINISTRAÇÃO INDIRETA . por meio de seus Órgãos.A atividade administrativa descentralizada é exercida pessoa distinta do Estado . Na administração pública patrimonialista. não significando. A corrupção e o nepotismo são inerentes a esse tipo de administração. No âmbito da mesma pessoa jurídica temos: a) Desconcentração: É a distribuição interna de competências. Esses serviços e atividades podem ser prestados pelo Estado de forma centralizada ou descentralizada. * EMPRESAS PÚBLICAS. quer seja de direito público. que são formas técnicas de Organização Administrativa. a administração burocrática e a administração gerencial. que alguma delas tenha sido definitivamente abandonada. a) Centralização: É a prestação de serviços diretamente pela pessoa política prevista constitucionalmente. Essas modalidades surgiram sucessivamente ao longo do tempo. Evolução dos modelos de administração pública A evolução da administração pública em nosso país passou por três modelos diferentes: a administração patrimonialista. Diz-se que a atividade do Estado é centralizada quando ele atua diretamente. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 6 . Isto é feito para descongestionar. desconcentrar. sem delegação a outras pessoas. b) Descentralização: É a transferência de execução do serviço ou titularidade do serviço para outras pessoas.

O seu grande problema. A diferença reside na maneira como é feito o controle. e não um simples meio para atingir seus objetivos. Os controles administrativos funcionam previamente. moralidade. o cliente dos serviços prestados pelo Estado. publicidade e eficiência Na Constituição de 1988 encontram-se mencionados explicitamente como princípios os seguintes: legalidade. o aumento da qualidade dos serviços e a redução dos custos. corre o risco de transformar o controle a ela inerente em um verdadeiro fim do Estado. garantir a autonomia do servidor para atingir tais resultados.legalidade. o formalismo. para evitar a corrupção. perdendo a noção de sua missão básica. Com isso. a máquina administrativa voltase para si mesmo.A administração pública burocrática surge para combater a corrupção e o nepotismo do modelo anterior. conservando seus preceitos básicos. controles rígidos em todos os processos. por ser considerado seu principal beneficiário. Priorizase a eficiência da Administração. como na admissão de pessoal. portanto. Os princípios norteadores do serviço público . Busca-se desenvolver uma cultura gerencial nas organizações. Existe uma desconfiança prévia dos administradores públicos e dos cidadãos que procuram o Estado com seus pleitos. é a possibilidade de se tornar ineficiente. São princípios inerentes a este tipo de administração a impessoalidade. publicidade e eficiência (este último acrescentado pela Emenda 19198 . por esta razão. impessoalidade. Na verdade. as avaliações de desempenho. consubstanciando a idéia de poder racional legal. tornandose peça essencial para o correto desempenho da atividade pública. o gerencialismo apóia-se na burocracia. como a admissão de pessoal segundo critérios rígidos. ainda. a idéia de carreira pública e a profissionalização do servidor.o aperfeiçoamento profissional e um sistema de remuneração estruturado. que passa a concentrarse nos resultados.Reforma Administrativa). A administração pública gerencial apresenta-se como solução para estes problemas da burocracia. Outros princípios do direito administrativo decorrem classicamente de elaboração jurisprudencial e doutrinária. a hierarquia funcional. e aumentar a governança do Estado. nas contratações do Poder Público e no atendimento às necessidades da população. auto referente e incapaz de atender adequadamente os anseios dos cidadãos. O cidadão passa a ser visto com outros olhos. isto é. A administração gerencial constitui um avanço. Alguns doutrinadores buscam extrair outros princípios do texto constitucional como um todo. mas sem romper em definitivo com a administração burocrática. com ênfase nos resultados. não mais nos processos em si. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 7 . São sempre necessários. seriam os princípios implícitos. que serão verificados posteriormente. a meritocracia na carreira pública. que é servir à sociedade. a sua capacidade de gerenciar com efetividade e eficiência. impessoalidade. pois não nega todos os seus métodos e princípios. A administração burocrática. embora possua o grande mérito de ser efetiva no controle dos abusos. procurando-se. moralidade.

aparecendo como dever.. O princípio da moralidade é de difícil tradução verbal talvez porque seja impossível enquadrar em um ou dois vocábulos a ampla gama de condutas e práticas desvirtuadoras das verdadeiras finalidades da Administração Pública. PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE No entender de Celso Antônio Bandeira de Mello. subjetivos sejam os verdadeiros móveis e fins das atividades administrativas. destoa do contexto. emprego público. cargo. ao se considerar o contexto em que a decisão foi ou será tomada. que há de caracterizar a conduta e os atos das autoridades e agentes públicos. ine. LXXUI). mesmo que tal aquisição revista-se de legalidade. Daí um sentido de garantia. benéficas ou detrimentosas. no âmbito das atuações. 60) Os aspectos apontados acima representam ângulo diversos do intuito essencial de impedir que fatores pessoais. não à vontade instável da autoridade. honradez.. obedecer à Administração era o mesmo que obedecer à lei.'. integridade de caráter. Tornaramse clássicos os quatros significados arrolados pelo francês Eisenmann: a) a Administração pode realizar todos os atos e medidas que não sejam contrários à lei. Em geral. Na sua concepção originária esse princípio vinculou-se à separação de poderes e ao conjunto de idéias que historicamente significaram oposição às práticas do período absolutista. probidade equivale a honestidade. A decisão. numa época de redução de mordomias. de regra. o poder tornava-se objetivado. p. d) a Administração só pode realizar atos ou medidas que a lei ordena fazer. Outro é a previsão de sanções a governantes e agentes públicos por atos ou condutas de improbidade administrativa. impessoalidade “traduz a idéia de que a Administração tem que tratar a todos os administrados sem discriminações. Mediante a submissão da Administração à lei. Na linguagem comum. a percepção da imoralidade administrativa ocorre no enfoque contextual. retidão. PRINCÍPIO DA MORALIDADE ADMINISTRATIVA Para configurar o princípio da moralidade administrativa e operacionalizá-lo parece melhor adotar o último entendimento.Uma das decorrências da caracterização de um Estado como Estado de Direito encontrase no princípio da legalidade que informa as atividades da Administração Pública. No conjunto dos poderes do Estado traduzia a supremacia do poder legislativo em relação ao poder executivo. e do conjunto de regras de conduta extraídas da disciplina geral norteadora da Administração. O princípio em causa não é senão o próprio princípio da legalidade ou isonomia” (Elementos de direito administrativo. A ação popular que pode ser proposta por qualquer cidadão (no sentido de detentor de direitos políticos) para anular ato lesivo à moralidade administrativa (art. num período de agravamento de problemas sociais. c) somente são fixado por norma legislativa. certeza jurídica e limitação do poder contido nessa concepção do princípio da legalidade administrativa. configura imoralidade efetuar gastos com aquisição de automóveis de luxo para "servir" autoridades. 5. função. Exemplo: em momento de crise financeira. exprimia a supremacia da lei sobre os atos e medidas administrativa. ou melhor. A probidade. 1992. PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 8 . decorre do princípio da moralidade administrativa.. A improbidade administrativa tem um sentido forte de conduta que lese o erário público. b) a Administração só pode editar atos ou medidas que uma nora autoriza. que importe em enriquecimento ilícito ou proveito próprio ou de outrem no exercício de mandato.

O princípio da publicidade vigora para todos os setores e todos os âmbitos da atividade administrativa. de modo rápido e preciso. prestado com eficiência. em nome do Estado.'do art. eficiência.1990. Agora a eficiência é princípio que norteia toda a atuação da Administração Pública. a omissão . a exceção. a Lei 8. Numa democracia a publicidade é a regra básica do poder e o segredo.04. O vocábulo liga-se à idéia de ação. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 9 . regularidade. o que significa que é extremamente limitado o espaço dos segredos de Estado" (A ruptura totalitária e a reconstrução dos direitos. Essas prerrogativas são outorgadas por lei. 37. sob tal prisma. Celso Lafer pondera que "numa democracia a visibilidade e a publicidade do poder são ingredientes básicos. Na legislação pátria o termo eficiência já aparecera relacionado à prestação de serviços públicos. sem distinção de qualquer espécie". 123.Concessão e Permissão de Serviços Públicos . A Constituição de 1988 alinha-se a essa tendência de publicidade ampla a reger as atividades da Administração. Bobbio caracteriza a democracia. que reconhece a todos o direito de receber. segurança. modificidade das tarifas". DEVERES DO ADMINISTRADOR PÚBLICO -poder-dever de agir. de 04. posto que permitem um importante mecanismo de controle 'ex parte populi' da conduta dos governantes.acrescentou o princípio da eficiência aos princípios da Administração enunciados no caput do art.987195 . com raras exceções. "visível" (O futuro da democracia. PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA A Emenda Constitucional 19198 . p. Eficiência contrapõe-se a lentidão. -dever de eficiência. 6.'.'. a descaso. informações do seu interesse particular ou de interesse coletivo ou geral. Assim. Por sua vez. 243-244). para produzir resultado de modo rápido e preciso. para produzir resultados que satisfaçam as necessidades da população. 1986. 1988.características habituais da Administração Pública brasileira. Associado à Administração Pública. diz que ao 44 usuário fica garantido serviço público compatível com sua dignidade humana. generalidade. parágrafo único. A lei impõe ao administrador público alguns deveres: deveres administrativos. 5. uniformidade. persigam a consecução dos fins públicos. continuidade. p.. atualidade. Essas prerrogativas consubstanciam os chamados poderes do administrador público. a Lei Orgânica do Município de São Paulo. caracteriza o serviço adequado como aquele "que satisfaz as condições de regularidade.". a negligência. invertendo a regra do segredo e do oculto que predominava.Reforma Administrativa . Por sua vez. dos órgãos públicos. pontualidade. XXXIII do art. Poderes e deveres do administrador público A ordem jurídica confere aos agentes públicos certas prerrogativas para que estes. 84).no § 1. no art. conforto e segurança..Ao discorrer sobre democracia e poder invisível. atribuindo a este último vocábulo o sentido de "manifesto(. o princípio da eficiência determina que a Administração deve agir. como o "governo do poder público em público". Um dos desdobramentos desse princípio encontra-se n o inc. -dever de probidade. cortesia na sua prestação.

responsabilidade civil da Administração. sem prejuízo da ação penal cabível. -Os poderes administrativos são irrenunciáveis. até mesmo. no Direito Administrativo é uma imposição. -ressarcimento ao erário. PODERES ADMINISTRATIVOS É o conjunto de prerrogativas de Direito Público que a ordem jurídica confere aos agentes administrativos para o fim de permitir que o Estado alcance seus fins. representa um dever de agir. no intuito de se imprimir à atuação do administrador público maior celeridade. controle. técnica. caracteriza abuso de poder. -A omissão do agente. DEVER DE EFICIÊNCIA O dever de eficiência mostra-se presente na necessidade de tornar cada vez mais qualitativa a atividade administrativa. DEVER DE PRESTAR CONSTAS O dever de prestar contas é decorrência inafastável da função do administrador público. coordenação. -indisponibilidade dos bens. No Direito Privado o poder de agir é uma mera faculdade. por ser conferido à Administração para o atingimento do fim público. da coletividade. devendo ser obrigatoriamente exercidos pelos titulares. -Poder Vinculado -Poder Discricionário -Poder Hierárquico -Poder Disciplinar -Poder Regulamentar -Poder de Polícia Poder Vinculado É aquele de que dispõe a Administração para a prática de atos administrativos em que é mínima ou Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 10 . PODER-DEVER DE AGIR Poder-dever de agir significa dizer que o poder administrativo. etc. como gestor de bens e interesses alheios.-dever de prestar contas. -perda da função pública. um dever de agir para o agente público. diante de situações que exigem sua atuação. que poderá ensejar. perfeição. na forma e gradação previstas em lei. Os atos de improbidade administrativa importarão: -suspensão dos direitos políticos. DEVER DE PROBIDADE O dever de probidade exige que o administrador público atue sempre em consonância com os princípios da moralidade e honestidade administrativas.

os atos administrativos ditos vinculados também o são quanto: -ao motivo. É o poder hierárquico que permite à Administração estabelecer tais relações. a fim de possibilitar um maior controle judicial dos atos administrativos. determinantes são também vinculados à existência e legitimidade dos motivos declarados como ensejadores de sua prática. nos casos dos atos discricionários motivados (aqueles em que foram declarados pela Administração os motivos que levaram a sua prática). é aquele em que a Administração dispõe de uma razoável liberdade de atuação. -a forma. Poder Discricionário É aquele conferido à Administração para a prática de atos dessa natureza. A conveniência e a oportunidade formam o núcleo do poder discricionário. a Administração é dotada da prerrogativa de ordenar. controlar e corrigir as atividades de seus órgãos e agentes no seu âmbito interno. -ao objeto. Nesse aspecto. coordenar. podendo valorar a oportunidade e conveniência da prática do ato discricionário. O princípio da proporcionalidade exige que haja proporcionalidade entre os meios utilizados pelo administrador público e os fins que ele pretende alcançar. distribuindo as funções de seus órgãos e agentes conforme o escalonamento hierárquico.inexistente sua liberdade de atuação. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 11 . Poder Hierárquico A hierarquia caracteriza-se pela existência de graus de subordinação entre os diversos órgãos e agentes do Executivo. assumem relevância os princípios da: -razoabilidade. Limites aos Poder Discricionário A doutrina e a jurisprudência modernas enfatizam a tendência de limitação ao poder discricionário da Administração. estabelecendo o motivo e escolhendo (dentro dos limites legais) seu conteúdo. Com base na teoria dos motivos determinantes. Contudo. de modo a evitar restrições desnecessárias. O princípio da razoabilidade tem por fim aferir a compatibilidade entre os meios e os fins de um ato administrativo. -proporcionalidade. Todos os atos administrativos são vinculados quanto: -a competência. arbitrárias ou abusivas por parte da Administração Pública. -a finalidade. ou seja. Como resultado do poder hierárquico.

possibilitando a fiel execução da lei a que se referem. por meio da qual é conferida ao Poder Executivo a prerrogativa de editar atos normativos gerais e abstratos. é realizado pelo Poder Judiciário e diz respeito à repressão de crimes e contravenções tipificados nas leis penais. explicitando-o. ao Chefe do Poder Executivo. -decreto ou regulamento autônomo. Poder Regulamentar O denominado Poder Regulamentar decorre da competência diretamente haurida da CF. A edição de decretos de execução tem como pressuposto a edição de uma lei. abstratas e impessoais. É a autorização. Decretos de Execução Os decretos de execução costumam ser definidos como regras gerais. quando não implicar aumento de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 12 .Revisão hierárquica É a prerrogativa conferida ao superior para. Avocação Consiste no poder que possui o superior de chamar para si a execução de atribuições cometidas a seus subordinados. de ofício ou mediante provocação do interessado. no intuito de mantê-lo ou reformá-lo. concernentes à atuação da Administração. passou a existir autorização expressa na CF para que o Presidente da República disponha sobre a organização e funcionamento da Administração Federal. O decreto de execução deve restringir-se aos limites e ao conteúdo da lei. Decretos Autônomos A partir da EC 32/2001. Não confundir o poder disciplinar da Administração com o poder punitivo do Estado. Delegação Significa atribuir ao subordinado competência para a prática de ato que originalmente pertencia ao superior hierárquico. editadas em função de uma lei. para a edição de decretos e regulamentos. apreciar todos os aspectos de um ato de seu subordinado. Poder Disciplinar É a faculdade que possui a Administração de punir internamente as infrações funcionais de seus servidores e demais pessoas sujeitas à disciplina dos órgão e serviços da Administração. O poder punitivo do Estado não é um poder de expressão interna. -decreto ou regulamento autorizado. detalhando seus dispositivos. que é o ato primário a ser regulamentado. Temos: -decreto ou regulamento de execução.

Os decretos previstos na EC 32/2001 são atos de efeitos internos. e proceda à extinção de funções ou cargos públicos. -elaboração de lista com medicamentos sujeitos à retenção de receita. como por exemplo: -regras relativas a registro de operações no mercado de capitais.despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. Poder de Polícia Considera-se poder de polícia a atividade da Administração Pública que. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 13 . nossa doutrina. por lei. tenham reflexos para os administrados em geral. quando vagos. os limites e os contornos da matéria a ser regulamentada. -extinção de cargos ou funções públicas. para que o Poder Executivo assim o faça. Regulamento Autorizado Regulamento autorizado (ou delegado) é aquele que complementa disposições da lei em razão de expressa determinação. IV) pode ser delegada a outras autoridades administrativas. e o próprio Poder Judiciário têm admitido a utilização do regulamento autorizado quando a lei. Somente existem duas hipóteses de edição de decretos autônomos (delegáveis para Ministros de Estado): -organização e funcionamento da Administração Federal. quando não implicar em aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. atos de caráter administrativo que tenham sido editados pelo Poder Executivo.Não foi instaurada em nosso ordenamento jurídico um autorização ampla e genérica para a edição de decretos autônomos. Princípio da Reserva da Administração O princípio constitucional da reserva da Administração impede a ingerência normativa do Poder Legislativo em matérias sujeitas à exclusiva competência administrativa do Poder Executivo. No entanto. diretamente mediante decreto. dispondo sobre a organização e funcionamento da Administração e a extinção de cargos vagos. Notas: 1. -etc. -estabelecimento de modelos de notas fiscais e outros documentos. limitando ou disciplinando direito. embora. -modelo de receituário especial. nela contida. quando vagos. no estrito desempenho de suas privativas atribuições institucionais. deixa ao Poder Executivo a fixação de normas técnicas. Não pode o Poder Legislativo desconstituir. A jurisprudência no Brasil não admite o regulamento autorizado para a disciplina de matérias reservadas à lei. estabelecendo as condições. diretamente. quando a autorização do legislador diz respeito a matérias não reservadas à lei. Se uma lei autorizar o Poder Executivo a disciplinar tais matérias será inconstitucional por afrontar o princípio da separação dos poderes. O regulamento autorizado inova o Direito nas matérias em que a lei lhe confere essa atribuição. A competência para a edição de decretos autônomos (CF artigo 84. como os Ministros de Estado.

à disciplina da produção e do mercado. Licença É o ato administrativo vinculado e definitivo pelo qual a Administração reconhece que o particular detentor de um direito subjetivo preenche as condições para seu gozo. estabelecendo o motivo e escolher. podendo valorar a oportunidade e conveniência de sua prática. atividades e direitos individuais. Limites A atuação da polícia administrativa só será legítima se realizada nos estritos termos jurídicos. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 14 . em razão de interesse público concernente à segurança.interesse ou liberdade. regula a prática de ato ou abstenção de fato. aos costumes. quanto aos atos e ele relacionados. integrantes da chamada Administração Indireta. ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público. Outorga do poder de polícia para o particular A doutrina não admite a outorga do poder de polícia a pessoas da iniciativa privada. Poder de polícia originário É aquele exercido pelas pessoas políticas do Estado (U. dispõe de uma razoável liberdade de atuação. à higiene. Autorização É o ato administrativo discricionário em que predomina o interesse do particular. à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais e coletivos. as prerrogativas individuais e as liberdades públicas asseguradas na CF e nas leis. em benefício da coletividade ou do próprio Estado. dentro dos limites legais. seu conteúdo. respeitados os direitos do cidadão. Atributos do Poder de Polícia -Discricionariedade -Auto-executoriedade -Coercibilidade A discricionariedade no exercício do poder de polícia significa que a Administração. independentemente de ordem judicial.M). Não pode ser negada quando o requerente satisfaça os requisitos legais para sua obtenção. alcançando os atos administrativos provenientes de tais pessoas. ainda que prestadores de serviço ao Estado. Poder de polícia delegado É aquele executado pelas pessoas administrativas do Estado.E. à ordem. A auto-executoriedade consiste na possibilidade que certos aos administrativos ensejam imediata e direta execução pela própria administração. regra geral.DF. Poder de polícia é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e o gozo de bens.

de caráter reputacional. dentre outros. as audiências públicas. também é forma de controle o plebiscito. que não podem ser somente esperadas dos agentes políticos. que faz com que mesmo com mais de 500 anos de existência no Brasil. e também a garantia da liberdade individual contra o arbítrio político. pessoa estranha ao Estado (aqui entendido como União. sendo quase senso comum. Educação. Idoso. Não é novidade. ação civil pública. como por exemplo as pessoas jurídicas de caráter público. pois podem ser também simbólicas. Estados e Municípios). Tipos e formas de controle Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 15 . informação e controle social na Administração Pública Controle social é entendido como um instituto que garante aos cidadãos. O controle social é uma ferramenta de garantia dos direitos fundamentais de todo cidadão e como tal. Porém ao povo compete à titularidade do poder. os conselhos estaduais e a Ordem dos Advogados do Brasil. dentre as quais passamos a citar: os conselhos sociais (Saúde. O controle social na administração pública pode ser exercido de diversas maneiras. A teoria do accountability trata da possibilidade de exigir justificação do agente público por seus atos ou omissões e imputar-lhe algum tipo de sanção. As sanções também não se limitam aos dispositivos legais. isto é. O fato é que precisamos de ações concretas. mediante a Constituição escrita. o poder de fiscalizar dado a toda a sociedade. O poder apresenta-se como fenômeno na relação Estado e Direito consubistanciado no monopólio da força por parte do mesmo Estado. A constituição cidadã criou instrumentos para o seu exercício e proteção. etc) que são conselhos formados pelo poder público e por usuários dos serviços públicos. O povo está na legítima condição de detentor do poder e é necessariamente um dos elementos essenciais do Estado. sobre o poder político do Estado. ou ainda a não recondução nas próximas eleições. se constitui em um pressuposto fundamental da democracia. que o Estado ainda possui grandes obstáculos. Transparência. o orçamento participativo. ainda continue falhando. Delmer Dunn afirma que o controle social não se dá somente através de ações de fiscalização e controle institucionalizadas.A coercibilidade possibilita que as medidas adotadas pela Administração podem ser impostas coativamente ao administrado. individualmente. A sociedade precisa trabalhar para que surja então um Estado verdadeiramente útil para todos. em grupo ou por meio de entidades juridicamente constituídas. ação popular. Assistência Social. incluindo a capacidade de sanção aos agentes políticos. sua observância é obrigatória para o particular.

Controle subseqüente ou corretivo (a posteriori) – é o feito após a realização do ato de despesa. orientação. perscrutando o enquadramento da instituição no programa de governo e o acompanhamento dos atos de seus dirigentes no desempenho das funções estatutárias. formas. visando aferir se o administrador público alcançou o resultado pretendido da melhor forma e com menos custos para a Administração. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 16 . o efeito decursivo da prática dos atos administrativos. denotando certa mudança na classificação do controle. visto poder o ato tido como irregular poderia ser sobrestado durante a sua consecução. da organização vertical dos órgãos administrativos. maior dispêndio para o erário. pois verificar as contas de um gestor terminada sua gestão torna a reparação do dano e a restauração do statu quo ante muito difíceis. Tal modo de controle é o mais antigo. assim. tem-se as auditorias do Tribunal de Contas. aprovação e revisão das atividades controladas. objetiva verificar se o ato administrativo está conforme a lei que o regula. Esta modalidade de controle é exercida tanto pela Administração como pelo Legislativo e Judiciário. disponibilizando meios corretivos para os agentes responsáveis pelo desvio de conduta. Controle concomitante – é efetuado durante a realização da despesa. da liquidação da despesa. emperra a máquina administrativa suspendendo a eficácia do ato até sua análise pelo órgão competente. É a forma mais comum. Quanto ao fundamento utilizado Controle hierárquico – decorre da desconcentração administrativa. Quanto ao aspecto controlado Controle da legalidade ou legitimidade – decorrente do princípio da legalidade presente no Estado de Direito. devendo estes dois últimos. ou seja. exempli gratia. fiscalização.Embora a doutrina utilize tipos. segundo vários aspectos. sistemas de controle sem muita propriedade didática. Controle finalístico – é o que verifica o escopo da instituição. evitando. a fiscalização de concursos públicos e procedimentos licitatórios. contudo. dentre outros. mas a atividade administrativa de per si. Controle de mérito – este avalia não o ato. verbi gratia. vejamos: Quanto ao momento em que são realizados Controle preventivo ou prévio (a priori) – é aquele verificado antes da realização da despesa. Considerado o mais eficaz. Esta modalidade de controle pressupõe faculdades de supervisão. serem provocados. ou seja. o Contrato de Gestão. para o atingimento das finalidades da atividade controlada. abaixo discorreremos sobre os mais importantes. contudo. mas também a mais ineficaz. Como ilustração deste tipo de controle.

XXXV da Lei Fundamental. Como exemplo. pelo Poder Judiciário e pelo Legislativo. O controle direto é albergado no artigo 49. habeas data. caput do mesmo Estatuto. ação civil pública. incidindo nos contratos de gestão. Segundo a posição do órgão controlador Controle interno – quando “seu exercício cabe ao mesmo ou outro órgão da mesma administração de que emanou o ato. X da Lei Maior. devendo ser um auxiliar do controle externo. Controle por provocação ou externo popular . Segundo a natureza dos organismos controladores Controle judiciário – encontra respaldo no artigo 5º. Quanto à instauração do controle Controle de ofício (ex officio) – é o que se instaura independemente de provocação do administrado ou de qualquer outro órgão pertencente à estrutura do Poder Público.tem assento no artigo 74.Controle de resultados – assemelha-se ao controle finalístico supracitado. podendo analisar o mérito do ato. ação popular. enquanto o indireto está previsto no 70. § 2o da Lei das Leis. o mérito do ato. E já que o órgão controlador tem a mesma natureza daquele que emitiu o ato. ações de inconstitucionalidade. atuando como articulador entre as ações administrativas e a análise de legalidade. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 17 . todo cidadão poderá denunciar as irregularidades ao órgão de controle externo para fins de instauração do devido procedimento. visto que o Judiciário só poderá manifestar-se acerca da legalidade. Dentre eles. Controle parlamentar – é exercido pelo Poder Legislativo diretamente ou com o auxílio de uma Controladoria ou Tribunal de Contas. a análise de contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros públicos. é exercido pelo Poder Judiciário. Este controle tem espeque constitucional no artigo 74. Controle externo – é o que se realiza por órgão estranho ao que emanou o ato ou procedimento administrativo. encontram-se as seguintes ações constitucionais: mandado de segurança coletivo e individual. Vários são os meios postos à disposição do cidadão o exercício deste controle. em regra. etc. com um reexame sobre sua conveniência [1] ”. não adentrando a seara da oportunidade e conveniência. observando a legalidade dos atos emanados do Poder Executivo. Assim. Controle administrativo ou executivo – é o exercido por todos os órgãos sobre as suas respectivas administrações. mandado de injunção. a exemplo daquele realizado pelo Tribunal de Contas. verifica-se naturalmente que o controle examina.

embora encontremos outras formas [2]. servindo de inspiração para as demais gerações.. que examinava toda a atividade estatal. Entre nós. portanto. algo inimaginável até o período do advento do Estado Moderno. dotadas de competência para análise do mérito do ato administrativo.). possuindo seus membros as mesmas garantias e impedimentos dos membros do Poder Judiciário. As Controladorias são mais encontradiços nos países de tradição anglo-saxônica. por Napoleão em 1807. (b) as Controladorias têm avançado sistema de fiscalização. concomitante à instituição da República. É notada também na Antiga China a existência de um órgão fiscalizador da administração financeira. As Cortes de Contas surgem nos países de tradição latina. Os dois ramos predominantes na atualidade são as Controladorias e os Tribunais de Contas. na valoração dos motivos e na escolha do objeto do ato. designado pelo Parlamento e. Foi. perante este responsável. ou seja. um Ofício Revisional. nos Estados Unidos. segundo Hely Lopes: “. João VI lavrou alvará criando o Erário Régio e Conselho de Fazenda. Hodiernamente. através da criação do Tribunal de Contas da União. os quais delinearam. tendo notável desenvolvimento na França. Os estudiosos costumam classificar o controle epigrafado em dois principais sistemas. nas Antigas Grécia (logistas) e Roma (questores) que a atividade de fiscalização do Estado recebeu institucionalização. presentes tais controles já aos tempos do Código Indiano de Manu (século XIII a. possuem profundas distinções. quando autorizada a decidir sobre a conveniência e Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 18 . grosso modo. a origem do controle das contas pública deu-se com a vinda da Família Real para o Brasil. hierarquicamente subordinado àquele. que. os Chambres de Comptes e Exchequer. na República da Irlanda. feita pela Administração incumbida de sua prática. em 28 de junho de 1808. já os Pretórios de Contas são órgãos de decisão coletiva. sucessor do Estado Absolutista. à exceção dos pseudos Estados de Direito.. o Príncipe Regente D. respectivamente. em Israel. Os Tribunais de Contas e Controladorias tenham o mesmo escopo. consubstancia-se. a quem compete observar a legalidade dos atos administrativos. os atuais modelos de controle: Tribunais de Contas e Controladorias. No período medieval.C. Este modo de controle de contas públicas observa proficuamente o mérito ou economicidade do ato administrativo. Referido controle é formado por um órgão monocrático (Controlador-geral. Vale observar que o referido controle tomou a feição atual com a iniciativa do pranteado baiano Ruy Barbosa. inclusive a do rei. pois. fiscalizar as contas da Administração Pública. no entanto. os doutrinadores são unânimes ao asseverar não haver país democrático sem a presença de um órgão de controle com a missão de fiscalizar e garantia à sociedade a boa gestão do dinheiro público. Este modo caracteriza-se pela marcante presença de um órgão colegiado. difundida na GrãBretanha. a saber: (a) as Controladorias são órgãos monocráticos. chefiado por um censor.Do Controle Externo A origem dos órgãos de controle remonta à gênese embrionária dos Estados. foram criados órgãos de controle na França e Inglaterra. dentre outros. revisor).

Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 19 . como órgão autônomo e com competências claramente fixadas pela Constituição. ou seja. observa-se constituir pré-requisito para o funcionamento adequado dos órgãos de controle e. ele pode ser vinculado ao Judiciário. pois. especialmente junto à Fazenda Pública. inclusive no Brasil. formando. existem várias formas de investidura dos membros dos Tribunais e Controladorias. Executivo ou Legislativo. malgrado alguns destes órgãos originarem-se no Executivo. A vinculação ao Poder Executivo é hoje opinião minoritária entre as nações. assim. sendo esta última a mais encontrada. economicidade dos atos administrativos da Administração Direta e Indireta. eleitoral e militar. investiga a adequação do ato à norma legal. pois o caput do artigo 70 do referido diploma legal prevê a apreciação da legalidade. previstas no Estatuto Maior de cada país. A forma de indicação de seus membros. Contudo. incapazes de fiscalizá-lo.oportunidade e justiça do ato a realizar”. Cabe abordar a posição de independência e autonomia do órgão de controle externo. os Tribunais de Contas viram suas competências ser significativamente ampliadas. os Tribunais de Contas tornam-se meros departamentos submetidos ao interesse do Governo. à exclusividade de sua competência e à investidura e garantias de seus membros. Já o Colégio de Contas analisa a regularidade e conformidade do ato. no que atine à autonomia administrativa e funcional. Referente à autonomia administrativa e funcional. Aqui. A posição do órgão de controle vinculado ao Legislativo é a adotada em larga escala na maior parte do mundo. não ocupando posição de subordinação ao Parlamento. bem como a situação em que estes executam a tarefa de controle. como é o caso da trabalhista. Todavia. como alhures. Entrementes. acabará informando a própria localização da instituição como órgão independente ou meramente submetidos ao interesse do Governo. No tocante à posição do órgão de controle. sem esse componente. A problemática maior agora se põe. pois existem defensores para cada posição do referido órgão. Para os que defendem o vínculo ao Poder Judiciário. a forma geral de indicação segue as mesmas regras adotadas nas indicações de juízes de tribunais superiores dos respectivos países. a discussão acerca da posição do órgão controlador até hoje persiste. O Tribunal de Contas no Estado Brasileiro exerce o controle externo em auxílio ao Congresso Nacional. mas de colaboração técnica com a respectiva Casa Legislativa. com o advento da Carta de 1988. legitimidade. posição comum nos países de regime ditatorial. pois refere-se à investidura dos integrantes dos órgãos de controle. via de regra. uma justiça especializada. como corolário do princípio da legalidade. na verdade. entendem dever o órgão de controle passar a integrar o corpo da Magistratura. as competências funcionais dos Tribunais e Controladorias estão. à Assembléia Legislativa Estadual ou Câmara de Vereadores. portanto. A exclusividade de competência é facilmente encontrada na maioria dos países que possuem um desenvolvido órgão de controle.

com a aprovação do Legislativo. passando a observar não apenas a legalidade dos atos como também a sua economicidade. com muita propriedade discorre sobre os desafios que o Controle Externo terá com a volta da política liberal. No que concerne às vedações são igualmente adotadas as aplicadas aos Magistrados. tal como ocorre nas concessões de serviço público. os órgãos de controle deverão ser considerados instrumentos de suma importância. celebra com pessoas físicas ou jurídicas.O Brasil adota o sistema misto. um desafio aos Tribunais de Contas e Controladorias é ajustar-se ao novo modelo do Estado para bem desempenhar sua missão de fiscalizar a boa aplicação dos recursos do orçamento público e ter padrão de avaliação de resultados para dar a sociedade a satisfatória informação que ela espera”. ou seja. art. onde parte dos membros são indicados pelo próprio Legislativo. poderia ser escorreita. Tal realidade. públicas ou privadas. para a consecução de fins públicos. V). as insculpidas no artigo 95. Conforme o citado autor: “. b) Finalidade pública: o contrato administrativo visa ao interesse público. inamovibilidade e irredutibilidade de subsídio. porém ao invés de fazê-lo diretamente. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 20 . os órgãos controladores tiveram suas competências substancialmente alargadas. todavia. Antonio Roque Citadini. não só para a boa aplicação do dinheiro público. ela ficará relativamente nivelada com os particulares. mas ao atendimento das necessidades coletivas. a Administração “aparece com uma série de prerrogativas que garantem a sua posição de supremacia sobre o particular” (Di Pietro. se a Administração celebrar um contrato de direito privado. características. nos quais a Administração figura em condição de superioridade frente aos contratados privados. p. 30. Contratos administrativos: conceito. e parte constitui-se de indicações do Executivo. 2003.. segundo regime jurídico de direito público” Características: a) Presença da Administração Pública como Poder Público: nos contratos administrativos. não é a dos contratos administrativos. cedendo a prestação dos serviços a particulares. Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e autor de livros sobre o controle externo. porém. nessa qualidade. Destarte. De fato. 250). I a III da Carta Magna.. e por ele aprovada. Acerca das garantias. Exemplo: aos Municípios compete prestar o transporte coletivo urbano (CF. Em certos casos. Nesse caso. podem celebrar contrato de concessão. é inegável que a finalidade pública é atingida de forma direta e imediata. foi desvirtuada. a concessão não visa ao enriquecimento da empresa privada. Por conseguinte. pois os pretensos representantes do povo nomeiam os Ministros e Conselheiros ao seu talante e da forma mais conveniente. o Estado Mínimo do ideário francês Laissez Faire. e sim para a manutenção da ordem jurídica posta pelo Estado de Direito. Em outros casos. ainda que somente consiga contemplá-lo indiretamente. Poder-se-ia questionar tal forma de investidura que na sua forma pura. os membros do controle gozarão das mesmas inerentes ao Poder Judiciário. ou seja.Contratos administrativos “são ajustes que a Administração. formalização De acordo com Di Pietro . a saber: vitaliciedade. na atual conjuntura.

° 8. que prejudique a execução do contrato (art. e) ocupar. em razão da supremacia dos interesses públicos sobre os interesses particulares. na hipótese da necessidade de acautelar apuração administrativa de faltas contratuais pelo contratado. são vedadas: a) a subcontratação. de 8 de junho de 1994 e complementos) LICITAÇÃO Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 21 . Sempre que a Administração altera ou rescinde o contrato sem culpa do contratante.princípios. do seu objeto. a decisão de celebrar um contrato administrativo tem. obrigatoriedade. b) rescindir unilateralmente os contratos. d) Contrato de adesão: as cláusulas do contrato administrativo são previamente fixadas pela Administração Pública. d) aplicar sanções motivadas pela inexecução total ou parcial do ajuste. p. total ou parcial. f) Cláusulas exorbitantes: nos contratos administrativos. E mais: a Administração não é inteiramente livre na criação de tais cláusulas. sob pena de nulidade do pacto. Ademais. uma série de trâmites burocráticos. respeitados os direitos do contratado”. eles não são celebrados ao mero acaso. não admitidas no edital. sendo o interesse público satisfeito de forma indireta. 72 e 78. Lei 8. sob pena de rescisão contratual (arts. concessão de sepultura em cemitério). XI. pois. 78. a saber: “avaliação. Daí o sentido da expressão latina “intuito personae”. b) a alteração social ou a modificação da finalidade ou da estrutura da empresa.666/93. 2003. provisoriamente bens móveis. deve respeitar o equilíbrio econômico-financeiro. total ou parcial. Lei 8. VI. os regulamentos e o princípio da indisponibilidade do interesse público. autorização pela autoridade competente. Trata-se das cláusulas exorbitantes. ninguém teria o interesse de celebrar contratos administrativos Licitações . a associação do contratado com outrem ou a cessão ou transferência. 254). fases (Lei n. 58 da Lei nº 8. mas com aquelas que demonstraram qualidades especiais no procedimento licitatório. existem cláusulas que. como pressuposto. do contrário.666/93).666/93). isto é. bem como na hipótese de rescisão do contrato administrativo. Coerentemente com essa realidade.contudo. simplesmente as aceita. “em razão da pessoa”. garantindo-lhe o aumento da remuneração respectiva ou a indenização por despesas já realizadas. indicação de recursos orçamentários e licitação”(Di Pietro. as cláusulas exorbitantes são prerrogativas que permitem à administração: a) modificar unilateralmente os contratos “para melhor adequação às finalidades de interesse público. c) Formalismo: os contratos administrativos exigem a forma escrita. dispensa e inexigibilidade. Observação. Nos termos do art. O contratante não participa da elaboração delas. modalidades e procedimentos. motivação. eis que existem atos e procedimentos rígidos. c) fiscalizar a execução dos contratos. em caso de serviço essencial. nos caso de infração contratual ou inaptidão do contratante. e) Natureza “intuito personae”: os contratos administrativos não são celebrados com qualquer pessoa. eis que se atrela ao que impõem as leis. a serem observados pela Administração.883. pessoal e serviços vinculados ao objeto do contrato. as quais são plenamente válidas nos contratos em que a administração figura como parte. imóveis. no âmbito do direito privado seriam consideradas incomuns ou ilícitas. é o interesse privado do particular contratado que é imediatamente satisfeito (ex. Assim.

compras. dos Estados. empresas interessadas na apresentação de propostas para o oferecimento de bens e serviços. # Princípio da Isonomia Significa dar tratamento igual a todos os interessados. Os seguintes princípios básicos que norteiam os procedimentos licitatórios devem ser observados. a celebração de contratos com terceiros na Administração Pública deve ser necessariamente precedida de licitação. # Princípio da Vinculação ao Instrumento Convocatório Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 22 . os bons costumes e as regras da boa administração. # Princípio da Impessoalidade Esse princípio obriga a Administração a observar nas suas decisões critérios objetivos previamente estabelecidos. # Princípio da Moralidade e da Probidade Administrativa A conduta dos licitantes e dos agentes públicos tem que ser. É condição essencial para garantir em todas as fases da licitação. mediante divulgação dos atos praticados pelos administradores em todas as fases da licitação. serviços.666 de 1993. esse princípio vincula os licitantes e a Administração Pública às regras estabelecidas. A Lei nº 8. A licitação objetiva garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração. estabeleceu normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras. além de lícita. afastando a discricionariedade e o subjetivismo na condução dos procedimentos da licitação. nas normas e princípios em vigor. da Constituição Federal.Conceitos e Princípios Licitação é o procedimento administrativo formal em que a Administração Pública convoca. ao regulamentar o artigo 37. alienações e locações no âmbito dos Poderes da União. # Princípio da Publicidade Qualquer interessado deve ter acesso às licitações públicas e seu controle. do Distrito Federal e dos Municípios. inciso XXI. ressalvadas as hipóteses de dispensa e de inexigibilidade de licitação. dentre outros: # Princípio da Legalidade Nos procedimentos de licitação. inclusive de publicidade. compatível com a moral. de maneira a assegurar oportunidade igual a todos os interessados e possibilitar o comparecimento ao certame ao maior número possível de concorrentes. mediante condições estabelecidas em ato próprio (edital ou convite). De acordo com essa Lei. ética.

Estados. à qualidade do produto e ao valor do objeto. art. É necessário. prevê para a Administração Pública a obrigatoriedade de licitar. mesmo que em benefício da própria Administração. do serviço ou do bem a ser licitado. Quem deve Licitar Estão sujeitos à regra de licitar. Nada poderá ser criado ou feito sem que haja previsão no ato convocatório. Por que Licitar A Constituição Federal. verificar se há previsão de recursos orçamentários para o pagamento da despesa e se esta se encontrará em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal. 37. Distrito Federal e Municípios.555. além dos órgãos integrantes da administração direta.Obriga a Administração e o licitante a observarem as normas e condições estabelecidas no ato convocatório. Após apuração da estimativa. de 1993. de 1993. as empresas públicas. é necessário estimar o valor total da obra. ainda. e alterações posteriores. NOÇÕES GERAIS O Que é Licitar A execução de obras. Afasta a possibilidade de o julgador utilizar-se de fatores subjetivos ou de critérios não previstos no ato convocatório. inciso XXI. as autarquias.666. quando o objeto pretendido referir-se a bens e serviços comuns listados no Decreto nº 3. Como Licitar Uma vez definido o objeto que se quer contratar. a prestação de serviços e o fornecimento de bens para atendimento de necessidades públicas. deve ser adotada a modalidade de licitação adequada. mediante realização de pesquisa de mercado. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 23 . as fundações públicas. # Princípio do Julgamento Objetivo Esse princípio significa que o administrador deve observar critérios objetivos definidos no ato convocatório para o julgamento das propostas. os fundos especiais. O procedimento de licitação objetiva permitir que a Administração contrate aqueles que reúnam as condições necessárias para o atendimento do interesse público. as sociedades da economia mista e demais entidades controladas direta e indiretamente pela União. as alienações e locações devem ser contratadas mediante licitações públicas. levando em consideração aspectos relacionados à capacidade técnica e econômico-financeira do licitante. prevista na Lei nº 8. com prioridade especial para o pregão.666. exceto nos casos previstos na Lei nº 8.

examinar e julgar todos os documentos e procedimentos relativos ao cadastramento de licitantes e às licitações nas modalidades de concorrência. a partir de critérios definidos em lei. A lei não admite apenas a recondução da totalidade.de 8 de agosto de 2002. tomadas de preços e convite. sendo pelo menos dois deles servidores qualificados pertencentes aos quadros permanentes dos órgãos da Administração responsáveis pela licitação. três membros. É constituída por. os agentes públicos designados pela autoridade de competência. ser pregoeiro ou para realizar licitação na modalidade convite. Será especial quando for o caso de licitações específicas. é possível a recondução parcial desses membros. A comissão de licitação é criada pela Administração com a função de receber. Será permanente quando a designação abranger a realização de licitações por período determinado de no máximo doze meses. Responsáveis pela licitação Consideram-se responsáveis pela licitação. que não está limitado a valores. por exemplo). receberem a proposta escrita e os lances verbais. que regulamenta esta modalidade. no mínimo. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 24 . A investidura dos membros das comissões permanentes não pode exceder a um ano. em caráter excepcional e só em convite. o pregoeiro e respectiva equipe de apoio são designados dentre os servidores do órgão ou entidade promotora da licitação para. Pode ser permanente e especial. exceto quando se trata de pregão. O valor estimado para contratação é o principal fator para escolha da modalidade de licitação. mediante ato administrativo próprio (portaria. Nas pequenas unidades administrativas a na falta de pessoal disponível. No caso de pregão. salvo se posição individual divergente estiver devidamente fundamentada e registrada em ata lavrada na reunião em que tiver sido tomada a decisão. dentre outras atribuições. a comissão pode ser substituída por servidor designado para esse fim. Os membros da comissão de licitação respondem solidariamente pelos atos praticados. habilitar o licitante e adjudicar o objeto vencedor. para integrar comissão de licitação. Modalidades de Licitação Modalidade de licitação é a forma específica de conduzir o procedimento licitatório. Quando da renovação da comissão para o período subseqüente. analisar a aceitabilidade da proposta e efetuar sua classificação.

Além do leilão e do concurso, as demais modalidades de licitação admitidas são exclusivamente as seguintes: CONCORRÊNCIA Modalidade da qual podem participar quaisquer interessados que na fase de habilitação preliminar comprovem possuir requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução do objeto da licitação. TOMADA DE PREÇOS Modalidade realizada entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. CONVITE Modalidade realizada entre interessados do ramo de que trata o objeto da licitação, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela Administração. O convite é a modalidade de licitação mais simples. A Administração escolhe quem quer convidar, entre os possíveis interessados, cadastrados ou não. A divulgação deve ser feita mediante afixação de cópia do convite em quadro de avisos do órgão ou entidade, localizado em lugar de ampla divulgação. No convite é possível a participação de interessados que não tenham sido formalmente convidados, mas que sejam do ramo do objeto licitado, desde que cadastrados no órgão ou entidade licitadora ou no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores – SICAF. Esses interessados devem solicitar o convite com antecedência de até 24 horas da apresentação das propostas. No convite para que a contratação seja possível, são necessárias pelo menos três propostas válidas, isto é, que atendam a todas as exigências do ato convocatório. Não é suficiente a obtenção de três propostas. É preciso que as três sejam válidas. Caso isso não ocorra, a Administração deve repetir o convite e convidar mais um interessado, enquanto existirem cadastrados não convidados nas últimas licitações, ressalvadas as hipóteses de limitação de mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, circunstâncias estas que devem ser justificadas no processo de licitação. Para alcançar o maior número possível de interessados no objeto licitado e evitar a repetição do procedimento, muitos órgãos ou entidades vêm utilizando a publicação do convite na imprensa oficial e em jornal de grande circulação, além da distribuição direta aos fornecedores do ramo. A publicação na imprensa e em jornal de grande circulação confere ao convite divulgação idêntica à da concorrência e à tomada de preços e afasta a discricionariedade do agente público. Quando for impossível a obtenção de três propostas válidas, por limitações do mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, essas circunstâncias deverão ser devidamente motivada e justificados no processo, sob pena de repetição de convite.
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Limitações de mercado ou manifesto desinteresse das empresas convidadas não se caracterizam e nem podem ser justificados quando são inseridas na licitação condições que só uma ou outra empresa pode atender. PREGÃO É a modalidade licitação em que disputa pelo fornecimento de bens e serviços comuns é feita em sessão pública. Os licitantes apresentam suas propostas de preço por escrito e por lances verbais, independentemente do valor estimado da contratação. Ao contrário do que ocorre em outras modalidades, no Pregão a escolha da proposta é feita antes da análise da documentação, razão maior de sua celeridade. A modalidade pregão foi instituída pela Medida Provisória 2.026, de 4 de maio de 2000, convertida na Lei nº 10.520, de 2002, regulamentada pelo Decreto 3.555, de 2000. O pregão é modalidade alternativa ao convite, tomada de preços e concorrência para contratação de bens e serviços comuns. Não é obrigatória, mas deve ser prioritária e é aplicável a qualquer valor estimado de contratação. Escolha da modalidade de Licitação A escolha das modalidades concorrência, tomada de preços, e convite é definida pelos seguintes limites: Concorrência: Obras e serviços de engenharia acima de R$ 1.500.000,00. Compras e outros serviços acima de R$ 650.000,00. Tomada de Preços Obras e serviços de engenharia acima de R$ 150.000,00 até R$ 1.500.000,00. Convite Obras e serviços de engenharia acima de R$ 15.000,00 até R$ 150.000,00. Compras e outros serviços acima de R$ 8.000,00 até R$ 80.000,00. Quando couber convite, a Administração pode utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência. Quando se tratar de bens e serviços que não sejam de engenharia, a Administração pode optar pelo pregão.

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Dispensa e Inexigibilidade A licitação é regra para a Administração Pública, quando contrata obras, bens e serviços. No entanto, a lei apresenta exceções a essa regra. São os casos em que a licitação é legalmente dispensada, dispensável ou inexigível. A possibilidade de compra ou contratação sem a realização de licitação se dará somente nos casos previstos em lei. Tipos de licitação O tipo de licitação não deve ser confundido com modalidade de licitação. Modalidade é procedimento. Tipo é o critério de julgamento utilizado pela Administração para seleção da proposta mais vantajosa. Os tipos de licitação mais utilizados para o julgamento das propostas são os seguintes: Menor Preço Critério de seleção em que a proposta mais vantajosa para a Administração é a de menor preço. É utilizado para compras e serviços de modo geral e para contratação e bens e serviços de informática, nos casos indicados em decreto do Poder Executivo. Melhor Técnica Critério de seleção em que a proposta mais vantajosa para a Administração é escolhida com base em fatores de ordem técnica. É usado exclusivamente para serviços de natureza predominantemente intelectual, em especial na elaboração de projetos, cálculos, fiscalização, supervisão e gerenciamento e de engenharia consultiva em geral, e em particular, para elaboração de estudos técnicos preliminares e projetos básicos e executivos. Técnica e Preço Critério de seleção em que a proposta mais vantajosa para a Administração é escolhida com base na maior média ponderada, considerando-se as notas obtidas nas propostas de preço e de técnica. É obrigatório na contratação de bens e serviços de informática, nas modalidades tomada de preços e concorrência.

Fases da Licitação Os atos da licitação devem desenvolver-se em seqüência lógica, a partir da existência de determinada necessidade pública a ser atendida. O procedimento tem início com o planejamento e prossegue até a
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assinatura do respectivo contrato ou a emissão de documento correspondente, em duas fases distintas: Fase interna ou preparatória Delimita e determina as condições do ato convocatório antes de trazê-las ao conhecimento público. Fase externa ou executória Inicia-se com a publicação do edital ou com a entrega do convite e termina com a contratação do fornecimento do bem, da execução da obra ou da prestação do serviço.

A Fase Interna Durante a fase interna da licitação, a Administração terá a oportunidade de corrigir falhas porventura verificadas no procedimento, sem precisar anular atos praticados. Exemplo: inobservância de dispositivos legais, estabelecimento de condições restritivas, ausência de informações necessárias, entre outras faltas.

Procedimentos para a abertura de processo licitatório

A fase interna do procedimento relativo às licitações públicas observará a seguinte seqüência de atos preparatórios: solicitação expressa do setor requisitante interessado, com indicação de sua necessidade; aprovação da autoridade competente para início do processo licitatório, devidamente motivada e analisada sob a ótica da oportunidade, conveniência e relevância para o interesse público; estimativa do valor da contratação, mediante comprovada pesquisa de mercado; indicação de recursos orçamentários para fazer face à despesa; verificação da adequação orçamentária e financeira, em conformidade com a Lei de responsabilidade Fiscal, quando for o caso; elaboração de projeto básico, obrigatório em caso de obras e serviços; definição da modalidade e do tipo de licitação a serem adotados. Com o advento da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF, outras exigências foram impostas ao gestor público para promover licitações públicas, em especial quando a despesa se referir à criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa. Nesse caso, são condições necessárias para a efetivação do procedimento licitatório a existência de: estimativa de impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor a despesa e nos dois subseqüentes; declaração do ordenador de despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei
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24 da Lei de Licitações. da Lei nº 10.524. serviços ou compras.707. Para a Lei de Responsabilidade Fiscal. não sejam ultrapassados os limites estabelecidos para o exercício. de 25 de julho de 2002) e para 2004 (art. a obra ou o serviço estiverem incluídos nas metas estabelecidas no PPA. ou seja. ou quando o fornecimento desses materiais e Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 29 . ou que seja abrangida por crédito genérico. 30 de julho de 2003). respectivamente. características e especificações exclusivas. compatível com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias.orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. por exemplo. considera-se: adequada com a lei orçamentária anual. definidas para a lei de diretrizes orçamentárias (LDO). realizadas e a realizar. o administrador deve estar atento às peculiaridades do objeto e às diferentes exigências da Lei de Licitações na contratação de obras. as licitações somente poderão ser realizadas quando: houver projeto básico aprovado pela autoridade competente e disponível para exame dos interessados em participar do processo licitatório.98. exceto nos casos de empreendimentos executados e explorados sob o regime de concessão.000. os objetivos. No caso de execução de obras e prestação de serviços. inciso II. inciso II.00 para compras e outros serviços. de R$ 15. a despesa objeto de dotação específica e suficiente.00. são despesas irrelevantes aquelas cujo valor não ultrapasse os limites dos incisos I e II do art. qualquer que seja a sua origem. A LRF ressalvou dessas exigências apenas as despesas consideradas irrelevantes. o fornecimento de bens e serviços sem similaridade ou de marcas. existir orçamento detalhado em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários. da Lei nº 10.000. houver previsão de recursos orçamentários que assegurem o pagamento das obrigações decorrentes de obras ou serviços a serem executadas no exercício financeiro em curso. previstas no programa de trabalho. Não poderão ser incluídos no objeto da licitação: a obtenção de recursos financeiros para execução de obras e serviços. Obras e Serviços Para definir o objeto da licitação.110. prioridades e metas previstas nesses instrumentos e não infrinja qualquer de suas disposições. se for o caso. para obras e serviços de engenharia e R$ 8. de forma que somadas todas as despesas da mesma espécie. nos termos da legislação específica. de acordo com o respectivo cronograma de desembolso. salvo nos casos em que for tecnicamente injustificável. a despesa que se conforme com as diretrizes. Pelas LDO`s para 2003 (art.

É empregada com mais freqüência em projetos de maior complexidade. A empreitada por preço unitário é usada quando se contrata a execução da obra ou serviço por preço certo de unidades determinadas. cujas quantidades de serviços e dos materiais relativos às parcelas de maior relevância e do valor significativo são definidas de forma exata no ato convocatório. * tarefa. Na empreitada por preço global. em contratações de objetos mais comuns. Nesse regime. compreendendo todas as etapas da obra. Na empreitada por preço unitário. A empreitada integral é usada quando se pretende contratar o objeto em sua totalidade. por exemplo: fundações. serviços e instalações necessárias. quando os quantitativos de materiais empregados são pouco sujeitos a alterações durante a execução da obra ou da prestação de serviços e podem ser aferidos mais facilmente. Exemplo: metragem executada das fundações. A empreitada por preço global e a empreitada por preço unitário são os regimes mais utilizados de contratação. com ou sem fornecimento de materiais. o pagamento deve ser efetuadoapós a conclusão dos serviços ou etapas definidos em cronograma físico-financeiro. * empreitada integral. nem tampouco no orçamento apresentado junto à proposta. o pagamento deve ser realizado por unidades feitas. revestimento. Devem ser atendidos os requisitos técnicos e legais para o uso do objeto. geralmente. e será realizada sob a forma de: execução direta – quando a Administração utiliza meios próprios. * empreitada por preço unitário. Seu uso se verifica. pintura e outras etapas. previsto no ato convocatório. Esse uso diz respeito à segurança estrutural e operacional e deve ter as características adequadas às finalidades para as quais o objeto que foi contratado. cobertura. levando em conta o prazo total da execução. a contratação é feita sob os seguintes regimes: * empreitada por preço global. de paredes Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 30 . A tarefa é utilizada quando se contrata a mão-de-obra para pequenos trabalhos por preço certo. A empreitada por preço global é utilizada quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total. A execução das obras e dos serviços deve ser programada sempre em sua totalidade. pois seus quantitativos são pouco sujeitos a alterações. com previsão de seus custos atual e final. estrutura. ou seja. execução indireta – quando a Administração contrata com terceiros a execução das obras e dos serviços.serviços for feito sob o regime de administração contratada. Na execução indireta. o contratado assume inteira responsabilidade pela execução do objeto até a sua entrega ao órgão ou entidade da Administração em condições de ser utilizado. concretagem da laje.

A lei estabelece que o projeto básico deve estar anexado ao ato convocatório. Um projeto básico bem elaborado para contratação de serviços de manutenção preventiva e corretiva. a fim de evitar distorções na execução de obras ou na prestação de serviços. soluções técnicas globais e localizadas. para caracterizar a obra ou o serviço. de colocação de piso. Deve ser elaborado com base nas indicações de estudos técnicos preliminares. que possam culminar com acréscimos quantitativos além dos limites legais. ou complexo de obras ou serviços. subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra. deve fornecer. informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos. É recomendável que o estabelecimento das quantidades a serem licitadas e contratadas seja o mais exato possível. A licitação sob o regime de preço unitário é mais indicada quando o objeto incluir o fornecimento de materiais ou serviços com previsão de quantidades ou cujos quantitativos correspondam às previsões reais do projeto básico ou executivo. com nível de precisão adequado. Independentemente da modalidade adotada. com adequado nível de precisão. Possibilita a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução. A legislação determina que o projeto básico. a realidade da execução da obra ou da prestação de serviços. os quais devem retratar. dentre outras informações essenciais: Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 31 . O projeto básico Toda licitação de obra ou serviço deve ser precedida da elaboração do projeto básico. identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra. Projeto básico é o conjunto de elementos necessários e suficientes. e deve ser elaborado segundo as exigências contidas na Lei nº 8. de pintura. todos os elementos e informações necessárias para que os licitantes possam elaborar suas propostas de preços com total e completo conhecimento do objeto da licitação.levantadas. relativamente as obras. orçamento detalhado do custo global da obra. de colocação de gesso. por exemplo.666 de 1993. junto com o ato convocatório. fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados. a Administração deverá fornecer. dele sendo parte integrante. Tem como objeto assegurar a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. obrigatoriamente. deve conter os seguintes elementos: desenvolvimento da solução escolhida.

Projeto executivo é o conjunto de elementos necessários e suficientes à realização do empreendimento a ser executado. No ato convocatório deve ser informado se há projeto executivo disponível. R$ 8.000. relação do material de reposição que deverá estar coberto pelo futuro contrato. na data da sua publicação. equipe mínima/composição da equipe técnica. semanal. quando não puder ser feito no próprio prédio.detalhamento do objeto. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 32 . mensal. exigência de oficina. e o local onde possa ser examinado e adquirido. desde que autorizado pela Administração. com registro na entidade profissional competente. No caso. uma vez que este poderá ser desenvolvido concomitantemente com a execução das obras e serviços. material mínimo necessário para estoque no local dos serviços. se o projeto básico for falho ou incompleto. para obras e serviços de engenharia. de forma detalhada. se diária. além de autarquias e fundações qualificadas na forma de agências executivas. Deve permitir ao licitante as informações necessárias à boa elaboração de sua proposta. etc. obras e serviços contratados por sociedades de economia mista e empresas públicas. R$ 15. a licitação estará viciada e a contratação não atenderá aos objetivos da Administração.000. é o documento que propicia à Administração conhecimento pleno do objeto que se quer licitar. com nível máximo de detalhamento possível de todas as suas etapas.00. para quaisquer outros serviços. As obras e serviços limitados aos valores máximos a seguir estão dispensados de licitação e desobrigam o agente público da elaboração do projeto básico. mediante regras estabelecidas pela Administração. O projeto básico. Para realização do procedimento licitatório não há obrigatoriedade da existência prévia de projeto executivo. quinzenal. O projeto executivo Nas licitações para contratação de obras também é exigido projeto executivo. local de conserto dos equipamentos. além de ser peça imprescindível para execução de obra ou prestação de serviço. existência de plantonistas quando for o caso. clara e precisa. a que estará sujeito. a licitação deverá prever a elaboração do competente projeto executivo por parte da contratada ou por preço previamente fixado pela Administração. periodicidade de visitas. quando for o caso.00. Em qualquer licitação de obras e serviços. prazo para atendimento às chamadas. horário das visitas de manutenção. Os valores referidos serão acrescidos de 20% (vinte por cento) para compras.

ou controlador. e exclusivamente a serviço da Administração. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 33 . Considera-se participação indireta a existência de qualquer vínculo de natureza técnica.há um Estatuto. 2o Para os efeitos desta Lei. da execução da obra. supervisão ou gerenciamento. pessoa física ou jurídica. da prestação dos serviços e do fornecimento de bens necessários à obra ou serviços: o autor de projeto básico ou executivo. de 11/12/1990. acionista ou detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto. Art. financeira ou trabalhista entre o autor do projeto. É permitido ao autor do projeto a participação na licitação de obra ou serviços. das autarquias e fundações públicas federais. é o regime jurídico Estatutário aplicável aos Servidores Públicos Civis da União. responsável técnico ou subcontratado. os Estados. Regime Jurídico dos Servidores Públicos Federais Regime jurídico dos servidores públicos é o conjunto de princípios e regras referentes a direitos. Art. direta ou indiretamente. o servidor dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsáveis pela licitação. 3o Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. inclusive as em regime especial. isoladamente ou em consórcio. das autarquias. Esse entendimento é extensivo aos membros da comissão de licitação. econômica. deveres e demais normas que regem a sua vida funcional. com suas alterações. pessoa física ou jurídica. a empresa. A lei 8. da licitação.112/90. Título I Capítulo Único Das Disposições Preliminares Art. 1o Esta Lei institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. ou na execução. apenas na qualidade de consultor ou técnico. No âmbito de cada pessoa política . fornecimento e obras. desde que nas funções de fiscalização. ocupantes de cargos públicos.Quem não pode participar da licitação? Não podem participar. A lei que reúne estas regas é denominada de Estatuto e o regime jurídico passa a ser chamado de regime jurídico Estatutário. gerente. servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público. e o licitante ou responsável pelos serviços. incluindo-se os fornecimentos de bens e serviços a estes necessários. de responsável pela elaboração de projeto básico ou executivo ou da qual o autor do projeto seja dirigente. e das fundações públicas federais. comercial. o Distrito Federal e os Municípios .União.

8o São formas de provimento de cargo público: I . com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos.527.o gozo dos direitos políticos. Art. de 20.11. III .o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo. § 2o Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras. para provimento em caráter efetivo ou em comissão.aptidão física e mental. VI . § 1o As atribuições do cargo podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei. para tais pessoas serão reservadas até 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas no concurso.12. § 3o As universidades e instituições de pesquisa científica e tecnológica federais poderão prover seus cargos com professores.12.515. são criados por lei.nomeação.97) V . Art.97) Art. 5o São requisitos básicos para investidura em cargo público: I . técnicos e cientistas estrangeiros.promoção. 6o O provimento dos cargos públicos far-se-á mediante ato da autoridade competente de cada Poder.a idade mínima de dezoito anos. (Incluído pela Lei nº 9. de acordo com as normas e os procedimentos desta Lei. II . Vacância. II .a nacionalidade brasileira. Remoção.Parágrafo único.(Revogado pela Lei nº 9.readaptação.a quitação com as obrigações militares e eleitorais. Redistribuição e Substituição Capítulo I Do Provimento Seção I Disposições Gerais Art. de 10. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 34 .527. de 10. Art. salvo os casos previstos em lei. 4o É proibida a prestação de serviços gratuitos.97) IV . V . Título II Do Provimento. IV . 7o A investidura em cargo público ocorrerá com a posse. III .(Revogado pela Lei nº 9. acessíveis a todos os brasileiros. Os cargos públicos.

12. podendo ser prorrogado uma única vez. IX . 10. obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade. quando indispensável ao seu custeio. 9o A nomeação far-se-á: I . § 2o Não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado. mediante promoção.recondução.12.97) Seção III Do Concurso Público Art.em comissão.12. que será publicado no Diário Oficial da União e em jornal diário de grande circulação.em caráter efetivo. e ressalvadas as hipóteses de isenção nele expressamente previstas.527. para cargos de confiança vagos. 12.reversão. de 10. II .527.12. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 35 . Os demais requisitos para o ingresso e o desenvolvimento do servidor na carreira. por igual período. O concurso será de provas ou de provas e títulos. no qual deverão constar as atribuições. de 10. serão estabelecidos pela lei que fixar as diretrizes do sistema de carreira na Administração Pública Federal e seus regulamentos. O servidor ocupante de cargo em comissão ou de natureza especial poderá ser nomeado para ter exercício. de 10.(Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9.97) Parágrafo único. 13.aproveitamento. quando se tratar de cargo isolado de provimento efetivo ou de carreira. inclusive na condição de interino. (Redação dada pela Lei nº 9. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo.97) (Regulamento) Art. podendo ser realizado em duas etapas. A nomeação para cargo de carreira ou cargo isolado de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos. (Redação dada pela Lei nº 9. Seção II Da Nomeação Art.527. Seção IV Da Posse e do Exercício Art. sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa. condicionada a inscrição do candidato ao pagamento do valor fixado no edital.97) Art. em outro cargo de confiança. Parágrafo único. de 10. § 1o O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em edital. hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade. conforme dispuserem a lei e o regulamento do respectivo plano de carreira. interinamente. 11. VIII . O concurso público terá validade de até 2 (dois ) anos.527. VII .VI .reintegração.

os deveres. VI. salvo quando o servidor estiver em licença ou afastado por qualquer outro motivo legal. contados da data da posse. (Redação dada pela Lei nº 9. IX e X do art. a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do servidor. Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo.527.12. (Redação dada pela Lei nº 9.527. Parágrafo único. (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9. o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo. 81.97) § 2o Em se tratando de servidor. A promoção não interrompe o tempo de exercício. de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 36 . 15. "e" e "f".97) Art.12.527. de 10. "d".12. de 10. Ao entrar em exercício.527. (Redação dada pela Lei nº 9. Art.97) § 3o À autoridade competente do órgão ou entidade para onde for nomeado ou designado o servidor compete dar-lhe exercício. emprego ou função pública. Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança. de 10.12. 16. se não entrar em exercício nos prazos previstos neste artigo.527.527.97) § 1o É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício. o prazo será contado do término do impedimento.12. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10.97) § 3o A posse poderá dar-se mediante procuração específica. que esteja na data de publicação do ato de provimento. § 1o A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento. ressalvados os atos de ofício previstos em lei. em licença prevista nos incisos I. VIII. IV.12. hipótese em que recairá no primeiro dia útil após o término do impedimento. de 10.12. o servidor apresentará ao órgão competente os elementos necessários ao seu assentamento individual. O início.97) § 5o No ato da posse.527. Art. Art. (Redação dada pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 9. alíneas "a". de 10. ou afastado nas hipóteses dos incisos I.527. que não poderá exceder a trinta dias da publicação. por qualquer das partes.527. 17. a suspensão. observado o disposto no art.97) § 4o O início do exercício de função de confiança coincidirá com a data de publicação do ato de designação. 102. que não poderão ser alterados unilateralmente. § 4o Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação. de 10.97) § 2o O servidor será exonerado do cargo ou será tornado sem efeito o ato de sua designação para função de confiança. III e V do art. que é contado no novo posicionamento na carreira a partir da data de publicação do ato que promover o servidor. Parágrafo único. § 6o Será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer no prazo previsto no § 1o deste artigo. A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial. 18. as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado. 14. de 10. (Redação dada pela Lei nº 9.12. "b".

20.responsabilidade.527.527.270.527.97) § 2o É facultado ao servidor declinar dos prazos estabelecidos no caput. 5 e 4.12. O servidor que deva ter exercício em outro município em razão de ter sido removido. trinta dias de prazo.270. § 1o 4 (quatro) meses antes de findo o período do estágio probatório. de 10. requisitado. (Parágrafo renumerado e alterado pela Lei nº 9. § 3o O servidor em estágio probatório poderá exercer quaisquer cargos de provimento em comissão ou funções de direção. ou equivalentes. de 17.12. (Incluído pela Lei nº Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 37 . de 2008 § 2o O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou. respectivamente.disciplina. redistribuído. III . incluído nesse prazo o tempo necessário para o deslocamento para a nova sede. o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses.produtividade. contados da publicação do ato. 120. respeitada a duração máxima do trabalho semanal de quarenta horas e observados os limites mínimo e máximo de seis horas e oito horas diárias. cargos de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores . Os servidores cumprirão jornada de trabalho fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos. dez e. no mínimo. de acordo com o que dispuser a lei ou o regulamento da respectiva carreira ou cargo.784.12. de níveis 6. durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo. caput (Incluído pela Lei nº 9.assiduidade. (Redação dada pela Lei nº 9. V.97) Art. e somente poderá ser cedido a outro órgão ou entidade para ocupar cargos de Natureza Especial. Ao entrar em exercício.12. reconduzido ao cargo anteriormente ocupado. no máximo. chefia ou assessoramento no órgão ou entidade de lotação. IV . realizada por comissão constituída para essa finalidade. observado o disposto no art. observados os seguinte fatores: (vide EMC nº 19) I .527.12. (Incluído pela Lei nº 8. (Redação dada pela Lei nº 8. será submetida à homologação da autoridade competente a avaliação do desempenho do servidor.12. (Redação dada pela Lei nº 9. II . (Redação dada pela Lei nº 11. podendo ser convocado sempre que houver interesse da Administração.97) Art. sem prejuízo da continuidade de apuração dos fatores enumerados nos incisos I a V do caput deste artigo. de 10. 19. de 10. observado o disposto no parágrafo único do art. para a retomada do efetivo desempenho das atribuições do cargo.capacidade de iniciativa. de 17. de 10. cedido ou posto em exercício provisório terá.91) Art. 29.DAS.91) § 1o O ocupante de cargo em comissão ou função de confiança submete-se a regime de integral dedicação ao serviço.10. 18.12. se estável. o prazo a que se refere este artigo será contado a partir do término do impedimento.97) § 1o Na hipótese de o servidor encontrar-se em licença ou afastado legalmente.97) § 2o O disposto neste artigo não se aplica a duração de trabalho estabelecida em leis especiais.

12. Seção VI Da Transferência Art.225-45. de 10. de 10.225-45. bem assim afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal. 22. 23. 25. (Revogado pela Lei nº 9.11. § 2o A readaptação será efetivada em cargo de atribuições afins. § 1o. e será retomado a partir do término do impedimento.527. nível de escolaridade e equivalência de vencimentos e. de 10.9.no interesse da administração. 86 e 96. Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 94. 21.2001) I . 95 e 96.por invalidez. o readaptando será aposentado.12.9.97) § 4o Ao servidor em estágio probatório somente poderão ser concedidas as licenças e os afastamentos previstos nos arts.97) Seção V Da Estabilidade Art. nº 3. o servidor exercerá suas atribuições como excedente. 81. (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9. incisos I a IV. até a ocorrência de vaga.644. 84. de 10.97) § 5o O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. de 4.97) Seção VII Da Readaptação Art.527. O servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo adquirirá estabilidade no serviço público ao completar 2 (dois) anos de efetivo exercício. respeitada a habilitação exigida.97) Seção VIII Da Reversão (Regulamento Dec. na hipótese de inexistência de cargo vago. O servidor estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar no qual lhe seja assegurada ampla defesa.2000) Art.225-45.2001) II . de 4.527.12.527.(Redação dada pela Lei nº 9.9.12. 24. ou (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 83. de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 38 . bem assim na hipótese de participação em curso de formação. de 30.12. § 1o Se julgado incapaz para o serviço público. de 10. desde que: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica. (prazo 3 anos vide EMC nº 19) Art.527. quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria.

2001) § 2o O tempo em que o servidor estiver em exercício será considerado para concessão da aposentadoria.2001) Art. Seção IX Da Reintegração Art. Seção X Da Recondução Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 39 . de 4.9. de 4. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. o servidor ficará em disponibilidade. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 4. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.2001) e) haja cargo vago. observado o disposto nos arts.225-45. de 4. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.2001) d) a aposentadoria tenha ocorrido nos cinco anos anteriores à solicitação. em substituição aos proventos da aposentadoria. (Revogado pela Medida Provisória nº 2.9. com ressarcimento de todas as vantagens. o seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de origem. encontrando-se provido o cargo. ou. a remuneração do cargo que voltar a exercer. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.225-45. de 4.2001) § 4o O servidor que retornar à atividade por interesse da administração perceberá.2001) § 3o No caso do inciso I. 27. 28.9. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial.225-45. ainda.2001) § 5o O servidor de que trata o inciso II somente terá os proventos calculados com base nas regras atuais se permanecer pelo menos cinco anos no cargo.9. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.225-45.225-45. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.9.2001) a) tenha solicitado a reversão. sem direito à indenização ou aproveitado em outro cargo.225-45. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 4.9. ou no cargo resultante de sua transformação.225-45.225-45. até a ocorrência de vaga. § 2o Encontrando-se provido o cargo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. o servidor exercerá suas atribuições como excedente.225-45. de 4.225-45.225-45. Não poderá reverter o aposentado que já tiver completado 70 (setenta) anos de idade.9. de 4. § 1o Na hipótese de o cargo ter sido extinto.2001) § 6o O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo.2001) b) a aposentadoria tenha sido voluntária.2001) Art. de 4.9.4. posto em disponibilidade.9. de 4.2001) § 1o A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.9.9. de 4.2001) c) estável quando na atividade.9. 26. inclusive com as vantagens de natureza pessoal que percebia anteriormente à aposentadoria.9. de 4. 30 e 31.225-45.

O retorno à atividade de servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento obrigatório em cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado.falecimento. de 10. IV . ou de ofício.12. 29. 34. o servidor será aproveitado em outro. 32. Encontrando-se provido o cargo de origem. o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido. IX . salvo doença comprovada por junta médica oficial.Art. Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de: I . VII . III . VIII . 30.97) Art. Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade se o servidor não entrar em exercício no prazo legal. Parágrafo único.97) VI . Art.(Revogado pela Lei nº 9.12.readaptação. Capítulo II Da Vacância Art. 31. até o seu adequado aproveitamento em outro órgão ou entidade. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.(Revogado pela Lei nº 9. Art. Seção XI Da Disponibilidade e do Aproveitamento Art. A vacância do cargo público decorrerá de: I . 33. II .promoção. II . de 10.aposentadoria.exoneração. O órgão Central do Sistema de Pessoal Civil determinará o imediato aproveitamento de servidor em disponibilidade em vaga que vier a ocorrer nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal. II . observado o disposto no art.527. o servidor posto em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal SIPEC.527. 37.posse em outro cargo inacumulável.inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo.quando. tendo tomado posse. Na hipótese prevista no § 3o do art. 30. A exoneração de ofício dar-se-á: I .12.quando não satisfeitas as condições do estágio probatório.527. Parágrafo único. Parágrafo único.reintegração do anterior ocupante. A exoneração de cargo efetivo dar-se-á a pedido do servidor.demissão.97) V . Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 40 . de 10.

também servidor público civil ou militar.97) Capítulo III Da Remoção e da Redistribuição Seção I Da Remoção Art.97) IV .97) II .equivalência de vencimentos. independentemente do interesse da Administração: (Incluído pela Lei nº 9.527. no interesse da Administração. no âmbito do mesmo quadro. de 10. (Incluído pela Lei nº 9. de 10. Para fins do disposto neste artigo. de 10. com prévia apreciação do órgão central do SIPEC.97) I . de 10. de 10. (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9.527.12. (Incluído pela Lei nº 9.a pedido.527.527.12. condicionada à comprovação por junta médica oficial. dos Estados.12.12.97) b) por motivo de saúde do servidor. companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional.97) a) para acompanhar cônjuge ou companheiro.97) II . observados os seguintes preceitos: (Redação dada pela Lei nº 9.12.527.97) I . cônjuge. 36. de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que aqueles estejam lotados. (Incluído pela Lei nº 9. Remoção é o deslocamento do servidor.527.97) c) em virtude de processo seletivo promovido.527.12. que foi deslocado no interesse da Administração.97) I . Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo.a pedido do próprio servidor. de 10. a critério da Administração. de 10. a pedido ou de ofício.97) III . do Distrito Federal e dos Municípios.vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades. A exoneração de cargo em comissão e a dispensa de função de confiança dar-se-á: (Redação dada pela Lei nº 9.12.12. (Incluído pela Lei nº 9.12. Parágrafo único.Art.12.97) III . de 10.12.12. de 10. de qualquer dos Poderes da União.de ofício.527. (Revogado pela Lei nº 9.manutenção da essência das atribuições do cargo.527. entende-se por modalidades de remoção: (Redação dada pela Lei nº 9. com ou sem mudança de sede. 35.(Incluído pela Lei nº 9.527.527. para outro órgão ou entidade do mesmo Poder.12. de 10.interesse da administração. de 10. de 10.97) Seção II Da Redistribuição Art.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 41 . ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pessoal.527. (Incluído pela Lei nº 9.527. Parágrafo único. II .12. de 10.a juízo da autoridade competente.a pedido. 37. (Incluído pela Lei nº 9. para outra localidade. na hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas. de 10.527.

12. (Incluído pela Lei nº 9.12. até seu adequado aproveitamento. em outro órgão ou entidade.mesmo nível de escolaridade. de 10.12.97) § 1o A redistribuição ocorrerá ex officio para ajustamento de lotação e da força de trabalho às necessidades dos serviços.97) § 2o A redistribuição de cargos efetivos vagos se dará mediante ato conjunto entre o órgão central do SIPEC e os órgãos e entidades da Administração Pública Federal envolvidos.527. nos casos dos afastamentos ou impedimentos legais do titular. Título III Dos Direitos e Vantagens Capítulo I Do Vencimento e da Remuneração Art. de 10.527. até seu aproveitamento na forma dos arts.12. o servidor estável que não for redistribuído será colocado em disponibilidade. especialidade ou habilitação profissional.97) § 3o Nos casos de reorganização ou extinção de órgão ou entidade. impedimentos legais ou regulamentares do titular e na vacância do cargo. (Incluído pela Lei nº 9.527.97) Art.97) Capítulo IV Da Substituição Art. de 10. de 10. previamente designados pelo dirigente máximo do órgão ou entidade. de 10. e ter exercício provisório.97) VI . (Incluído pela Lei nº 9. paga na proporção dos dias de efetiva substituição.97) § 4o O servidor que não for redistribuído ou colocado em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do SIPEC.12. extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade no órgão ou entidade. hipóteses em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o respectivo período.527. (Incluído pela Lei nº 9. Vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público. de 10. (Parágrafo renumerado e alterado pela Lei nº 9.compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais do órgão ou entidade. que excederem o referido período. 30 e 31. o exercício do cargo ou função de direção ou chefia e os de Natureza Especial.12. com valor fixado em Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 42 . de 10.12. nos afastamentos. superiores a trinta dias consecutivos.527. 40. extinção ou criação de órgão ou entidade. (Incluído pela Lei nº 9.527. sem prejuízo do cargo que ocupa.V . (Redação dada pela Lei nº 9. de 10. de 10.97) § 1o O substituto assumirá automática e cumulativamente. (Redação dada pela Lei nº 9. Os servidores investidos em cargo ou função de direção ou chefia e os ocupantes de cargo de Natureza Especial terão substitutos indicados no regimento interno ou. 38. no caso de omissão.527.12.12. 39. (Redação dada pela Lei nº 9.97) § 2o O substituto fará jus à retribuição pelo exercício do cargo ou função de direção ou chefia ou de cargo de Natureza Especial.527. O disposto no artigo anterior aplica-se aos titulares de unidades administrativas organizadas em nível de assessoria. inclusive nos casos de reorganização.527.

§ 3o O vencimento do cargo efetivo.a remuneração do dia em que faltar ao serviço. 61. sendo assim consideradas como efetivo exercício. Parágrafo único. pelos Ministros de Estado. Nenhum servidor poderá perceber. (Regulamento) Parágrafo único. (Incluído pela Lei nº 9. de 2008 Art. (Redação dada pela Lei nº 9. 45. Art. na forma definida em regulamento.784. 44.98) (Vide Lei nº 9. ausências justificadas.a parcela de remuneração diária. 62. (Revogado pela Lei nº 9. de 2. a qualquer título. acrescido das vantagens de caráter permanente. 46.527. ressalvadas as concessões de que trata o art.784. de 10. (Incluído pela Lei nº 11. e saídas antecipadas.527. sem motivo justificado. 43.97) Parágrafo único. As faltas justificadas decorrentes de caso fortuito ou de força maior poderão ser compensadas a critério da chefia imediata. Art. 42. a critério da administração e com reposição de custos.4. de 2. Remuneração é o vencimento do cargo efetivo. ou mandado judicial.12.97) Art. de 2008) Art. § 2o O servidor investido em cargo em comissão de órgão ou entidade diversa da de sua lotação receberá a remuneração de acordo com o estabelecido no § 1o do art. de 10. em espécie. ou entre servidores dos três Poderes. § 4o É assegurada a isonomia de vencimentos para cargos de atribuições iguais ou assemelhadas do mesmo Poder. 97. (Redação dada pela Lei nº 9. proporcional aos atrasos. é irredutível.12.624. acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. importância superior à soma dos valores percebidos como remuneração. por membros do Congresso Nacional e Ministros do Supremo Tribunal Federal. § 1o A remuneração do servidor investido em função ou cargo em comissão será paga na forma prevista no art.4. (Revogado pela Lei nº 11. poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros. no âmbito dos respectivos Poderes. ressalvadas as vantagens de caráter individual e as relativas à natureza ou ao local de trabalho. § 5o Nenhum servidor receberá remuneração inferior ao salário mínimo.97) II . Excluem-se do teto de remuneração as vantagens previstas nos incisos II a VII do art. a ser estabelecida pela chefia imediata. 41.lei. Mediante autorização do servidor. Salvo por imposição legal. nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento.98) Art. até o mês subseqüente ao da ocorrência. O servidor perderá: I . As reposições e indenizações ao erário. serão previamente Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 43 . mensalmente. a título de remuneração. salvo na hipótese de compensação de horário. 93. Parágrafo único.12.624. atualizadas até 30 de junho de 1994. de 10.527.

Art.225-45. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.transporte. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.2001) Art. de 4. II . a tutela antecipada ou a sentença que venha a ser revogada ou rescindida. seqüestro ou penhora. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.2001) § 1o O valor de cada parcela não poderá ser inferior ao correspondente a dez por cento da remuneração. As vantagens pecuniárias não serão computadas.comunicadas ao servidor ativo.225-45. 49.9.9. que for demitido. para efeito de concessão de quaisquer outros acréscimos pecuniários ulteriores.22545. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 44 . a pedido do interessado. poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens: I . sob o mesmo título ou idêntico fundamento.indenizações. O servidor em débito com o erário.225-45. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. serão eles atualizados até a data da reposição. exceto nos casos de prestação de alimentos resultante de decisão judicial. Além do vencimento. de 4. III .9. a reposição será feita imediatamente. aposentado ou ao pensionista.225-45.diárias. 51. de 4.gratificações. III . para pagamento. a remuneração e o provento não serão objeto de arresto. § 2o As gratificações e os adicionais incorporam-se ao vencimento ou provento. 50. 48. Constituem indenizações ao servidor: I . em uma única parcela. 47. Capítulo II Das Vantagens Art. de 4.2001) Art. no prazo máximo de trinta dias. exonerado ou que tiver sua aposentadoria ou disponibilidade cassada. de 4. podendo ser parceladas. II .9.9. nos casos e condições indicados em lei. provento ou pensão. Seção I Das Indenizações Art.2001) Parágrafo único. § 1o As indenizações não se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito.2001) § 3o Na hipótese de valores recebidos em decorrência de cumprimento a decisão liminar. A não quitação do débito no prazo previsto implicará sua inscrição em dívida ativa. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.9.adicionais. nem acumuladas.225-45. O vencimento. de 4. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.ajuda de custo. terá o prazo de sessenta dias para quitar o débito.2001) § 2o Quando o pagamento indevido houver ocorrido no mês anterior ao do processamento da folha.

(Redação dada pela Lei nº 11. vier a ter exercício na mesma sede. quando cabível. fará jus a passagens e diárias destinadas a indenizar as parcelas de despesas extraordinária com pousada. (Redação dada pela Lei nº 9.527. 56. Art.(Redação dada pela Lei nº 9.527. a ajuda de custo será paga pelo órgão cessionário. 55. o servidor não fará jus a diárias. não podendo exceder a importância correspondente a 3 (três) meses. (Redação dada pela Lei nº 9. conforme se dispuser em regulamento. for nomeado para cargo em comissão. passar a ter exercício em nova sede. de 10. 52. dentro do prazo de 1 (um) ano. § 3o Também não fará jus a diárias o servidor que se deslocar dentro da mesma região metropolitana. de 10. Parágrafo único. 93. bagagem e bens pessoais. alimentação e locomoção urbana. assim como as condições para a sua concessão. Os valores das indenizações estabelecidas nos incisos I a III do art. § 2o À família do servidor que falecer na nova sede são assegurados ajuda de custo e transporte para a localidade de origem.97) § 2o Nos casos em que o deslocamento da sede constituir exigência permanente do cargo. contado do óbito.355. a qualquer tempo.(Incluído pela Lei nº 11. no interesse do serviço. não sendo servidor da União. No afastamento previsto no inciso I do art.97) § 1o A diária será concedida por dia de afastamento.12. de 2006) Art. em virtude de mandato eletivo. com mudança de domicílio em caráter permanente. ou quando a União custear. Art. 53. de 10. serão estabelecidos em regulamento. A ajuda de custo é calculada sobre a remuneração do servidor. com mudança de domicílio.12. 51. de 2006) Subseção I Da Ajuda de Custo Art. no caso de o cônjuge ou companheiro que detenha também a condição de servidor. vedado o duplo pagamento de indenização. Art. Será concedida ajuda de custo àquele que. ou reassumi-lo. Não será concedida ajuda de custo ao servidor que se afastar do cargo.527. A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que.IV . Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 45 . conforme dispuser em regulamento. 57. Subseção II Das Diárias Art. afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior. 58. compreendendo passagem. a serviço.auxílio-moradia. Art. O servidor ficará obrigado a restituir a ajuda de custo quando. não se apresentar na nova sede no prazo de 30 (trinta) dias.97) § 1o Correm por conta da administração as despesas de transporte do servidor e de sua família. sendo devida pela metade quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede. por meio diverso. O servidor que. 54. injustificadamente.355.12. as despesas extraordinárias cobertas por diárias.

constituídas por municípios limítrofes e regularmente instituídas. incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção. aonde for exercer o cargo em comissão ou função de confiança. no prazo de 5 (cinco) dias.527. 58. conforme se dispuser em regulamento.355. (Incluído pela Lei nº 11.12. 59. restituirá as diárias recebidas em excesso. de 2006) II . por força das atribuições próprias do cargo. Conceder-se-á auxílio-moradia ao servidor se atendidos os seguintes requisitos: (Incluído pela Lei nº 11. de 2006) I . de 10. (Incluído pela Lei nº 11. por qualquer motivo.355. (Incluído pela Lei nº 11. no prazo previsto no caput.355. (Incluído pela Lei nº 11. Conceder-se-á indenização de transporte ao servidor que realizar despesas com a utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos.355. (Incluído pela Lei nº 11.não exista imóvel funcional disponível para uso pelo servidor. de 2006) III .o servidor tenha se mudado do local de residência para ocupar cargo em comissão ou função de confiança do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores . Na hipótese de o servidor retornar à sede em prazo menor do que o previsto para o seu afastamento. O auxílio-moradia consiste no ressarcimento das despesas comprovadamente realizadas pelo servidor com aluguel de moradia ou com meio de hospedagem administrado por empresa hoteleira. hipóteses em que as diárias pagas serão sempre as fixadas para os afastamentos dentro do território nacional. ou em áreas de controle integrado mantidas com países limítrofes.o servidor ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha sido proprietário. de 2006) IV . salvo se houver pernoite fora da sede.355.355.o cônjuge ou companheiro do servidor não ocupe imóvel funcional. (Incluído pela Lei nº 11. cessionário ou promitente cessionário de imóvel no Município aonde for exercer o cargo.o Município no qual assuma o cargo em comissão ou função de confiança não se enquadre nas hipóteses do art. de 2006) VII . nos últimos doze meses. de 2006) VI . e (Incluído pela Lei nº 11. de Ministro de Estado ou equivalentes. de 2006) Art. promitente comprador. em relação ao local de residência ou domicílio do servidor. nos doze meses que antecederem a sua nomeação. 60-B. caput Subseção III Da Indenização de Transporte Art.97) Art. (Incluído pela Lei nº 11. de 2006) V .355. cuja jurisdição e competência dos órgãos. Parágrafo único. (Incluído pela Lei nº 9.o servidor não tenha sido domiciliado ou tenha residido no Município.355. desconsiderando-se prazo inferior a sessenta dias dentro desse período. níveis 4.355. 60. 60-A. de 2006) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 46 . de 2006) Art.nenhuma outra pessoa que resida com o servidor receba auxílio-moradia.DAS. de Natureza Especial. fica obrigado a restituí-las integralmente. O servidor que receber diárias e não se afastar da sede. no prazo de um mês após a comprovação da despesa pelo servidor.aglomeração urbana ou microrregião. Subseção IV Do Auxílio-Moradia (Incluído pela Lei nº 11.355. § 3o. entidades e servidores brasileiros considera-se estendida. 5 e 6.

9. 60-D.800. 60-B desta Lei.784. de 10. no caso. V . (Redação dada pela Lei nº 9. função comissionada ou cargo de Ministro de Estado ocupado. fica garantido a todos os que preencherem os requisitos o ressarcimento até o valor de R$ 1. VIII .490.355. (Incluído pela Lei nº 11. Transcorrido o prazo de 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. (Incluído pela Lei nº 11. colocação de imóvel funcional à disposição do servidor ou aquisição de imóvel.gratificação natalina. VII . (Incluído pela Lei nº 11.2001) IV . 60-C. não se aplicando. de 2008 Parágrafo único.adicional pelo exercício de atividades insalubres. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 10. o parágrafo único do citado art. 61. No caso de falecimento. 60-B.527. de 2008 Art.784.784. não será considerado o prazo no qual o servidor estava ocupando outro cargo em comissão relacionado no inciso V.527. (Incluído pela Lei nº 11.VIII .97) II . de 2008 § 1o O valor do auxílio-moradia não poderá superar 25% (vinte e cinco por cento) da remuneração de Ministro de Estado.(Revogado pela Medida Provisória nº 2.355. de 2006) Seção II Das Gratificações e Adicionais Art.o deslocamento tenha ocorrido após 30 de junho de 2006. de 2007) Parágrafo único.retribuição pelo exercício de função de direção. III . gratificações e adicionais: (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 11. de 4. Além do vencimento e das vantagens previstas nesta Lei.o deslocamento não tenha sido por força de alteração de lotação ou nomeação para cargo efetivo. Para fins do inciso VII.00 (mil e oitocentos reais).225-45.314 de 2006) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 47 . (Incluído pela Lei nº 11.784. O valor mensal do auxílio-moradia é limitado a 25% (vinte e cinco por cento) do valor do cargo em comissão.adicional pela prestação de serviço extraordinário. VI . serão deferidos aos servidores as seguintes retribuições.784.12. de 2008 § 2o Independentemente do valor do cargo em comissão ou função comissionada.adicional de férias.355.gratificação por encargo de curso ou concurso. o auxílio-moradia continuará sendo pago por um mês. relativos ao local ou à natureza do trabalho. chefia e assessoramento. além do disposto no caput deste artigo.outros. perigosas ou penosas. (Incluído pela Lei nº 11. o pagamento somente será retomado se observados. IX . de 2006) IX . (Incluído pela Lei nº 11. O auxílio-moradia não será concedido por prazo superior a 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. 60-E. de 2008 Art.adicional noturno. de 2006) Art.97) I . exoneração. os requisitos do caput do art.12.

de 10. proporcionalmente aos meses de exercício. 68.97) Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. A gratificação natalina corresponde a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que o servidor fizer jus no mês de dezembro. de 2001. Os servidores que trabalhem com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas. (Redação dada pela Lei nº 9.3. 63. de 4. O servidor exonerado perceberá sua gratificação natalina. § 2o O direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das condições Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 48 . 3o e 10 da Lei no 8. 66. A fração igual ou superior a 15 (quinze) dias será considerada como mês integral. Art. de 10. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial é devida retribuição pelo seu exercício.97) Art.2001) Subseção II Da Gratificação Natalina Art. Periculosidade ou Atividades Penosas Art. de 10. 62.225-45. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária. de 2 de abril de 1998. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial a que se referem os arts.2001) Parágrafo único. (Revogado pela Medida Provisória nº 2. e o art. 9o.527.VPNI a incorporação da retribuição pelo exercício de função de direção.9. Fica transformada em Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada . Art.527. calculada sobre a remuneração do mês da exoneração. Parágrafo único.527.1999) Subseção IV Dos Adicionais de Insalubridade. Ao servidor ocupante de cargo efetivo investido em função de direção. fazem jus a um adicional sobre o vencimento do cargo efetivo.97) Parágrafo único.12. de 11 de julho de 1994. 64. Art. respeitadas as situações constituídas até 8.624.911. por mês de exercício no respectivo ano.9. 3o da Lei no 9. A gratificação será paga até o dia 20 (vinte) do mês de dezembro de cada ano. Subseção III Do Adicional por Tempo de Serviço Art.Subseção I Da Retribuição pelo Exercício de Função de Direção. Lei específica estabelecerá a remuneração dos cargos em comissão de que trata o inciso II do art.225-45.12. chefia ou assessoramento. radioativas ou com risco de vida. 67.225-45. Chefia e Assessoramento (Redação dada pela Lei nº 9. chefia ou assessoramento. 62-A. 65.(Redação dada pela Lei nº 9. § 1o O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade deverá optar por um deles. Parágrafo único. de 4.12. A VPNI de que trata o caput deste artigo somente estará sujeita às revisões gerais de remuneração dos servidores públicos federais. (VETADO).

a respectiva vantagem será considerada no cálculo do adicional de que trata este artigo. 73. 69. Subseção VIII Da Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 49 . será pago ao servidor. exercendo suas atividades em local salubre e em serviço não penoso e não perigoso. Os servidores a que se refere este artigo serão submetidos a exames médicos a cada 6 (seis) meses. serão observadas as situações estabelecidas em legislação específica. O adicional de atividade penosa será devido aos servidores em exercício em zonas de fronteira ou em localidades cujas condições de vida o justifiquem. enquanto durar a gestação e a lactação. No caso de o servidor exercer função de direção. de insalubridade e de periculosidade. ou ocupar cargo em comissão. Art. 74. respeitado o limite máximo de 2 (duas) horas por jornada. Parágrafo único. Subseção VII Do Adicional de Férias Art. Parágrafo único. 71. de modo que as doses de radiação ionizante não ultrapassem o nível máximo previsto na legislação própria. A servidora gestante ou lactante será afastada. O serviço extraordinário será remunerado com acréscimo de 50% (cinqüenta por cento) em relação à hora normal de trabalho.ou dos riscos que deram causa a sua concessão. Independentemente de solicitação. Na concessão dos adicionais de atividades penosas. insalubres ou perigosos. 76. das operações e locais previstos neste artigo. 72. 70. Em se tratando de serviço extraordinário. Haverá permanente controle da atividade de servidores em operações ou locais considerados penosos. terá o valor-hora acrescido de 25% (vinte e cinco por cento). Parágrafo único. 73. condições e limites fixados em regulamento. nos termos. Art. 75. Parágrafo único. Art. O serviço noturno. Art. por ocasião das férias. Art. chefia ou assessoramento. Os locais de trabalho e os servidores que operam com Raios X ou substâncias radioativas serão mantidos sob controle permanente. Subseção VI Do Adicional Noturno Art. um adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração do período das férias. prestado em horário compreendido entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte. Somente será permitido serviço extraordinário para atender a situações excepcionais e temporárias. o acréscimo de que trata este artigo incidirá sobre a remuneração prevista no art. computando-se cada hora como cinqüenta e dois minutos e trinta segundos. Subseção V Do Adicional por Serviço Extraordinário Art.

(Incluído pela Lei nº 11.314 de 2006) III . em caráter eventual: (Incluído pela Lei nº 11. ressalvada situação de excepcionalidade. em se tratando de atividade prevista nos incisos III e IV do caput deste artigo. incidentes sobre o maior vencimento básico da administração pública federal: (Incluído pela Lei nº 11. 77. 76-A.314 de 2006) I . coordenação.314 de 2006) Art. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso é devida ao servidor que. execução e avaliação de resultado. (Incluído pela Lei nº 11.314 de 2006) IV .314 de 2006) II . para correção de provas discursivas. 98 desta Lei. supervisão.participar da logística de preparação e de realização de concurso público envolvendo atividades de planejamento.314 de 2006) (Regulamento) I . em se tratando de atividades previstas nos incisos I e II do caput deste artigo. quando tais atividades não estiverem incluídas entre as suas atribuições permanentes.314 de 2006) § 3o A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso não se incorpora ao vencimento ou salário do servidor para qualquer efeito e não poderá ser utilizada como base de cálculo para quaisquer outras vantagens.314 de 2006) a) 2. (Incluído pela Lei nº 11. fiscalizar ou avaliar provas de exame vestibular ou de concurso público ou supervisionar essas atividades.o valor máximo da hora trabalhada corresponderá aos seguintes percentuais.a retribuição não poderá ser superior ao equivalente a 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais.2% (dois inteiros e dois décimos por cento). para análise curricular. observados os seguintes parâmetros: (Incluído pela Lei nº 11. devidamente justificada e previamente aprovada pela autoridade máxima do órgão ou entidade. que poderá autorizar o acréscimo de até 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais.atuar como instrutor em curso de formação. de 2007) § 2o A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso somente será paga se as atividades referidas nos incisos do caput deste artigo forem exercidas sem prejuízo das atribuições do cargo de que o servidor for titular. para elaboração de questões de provas ou para julgamento de recursos intentados por candidatos.314 de 2006) § 1o Os critérios de concessão e os limites da gratificação de que trata este artigo serão fixados em regulamento.2% (um inteiro e dois décimos por cento).participar da aplicação. de 2007) b) 1. (Incluído pela Lei nº 11.314 de 2006) III . de desenvolvimento ou de treinamento regularmente instituído no âmbito da administração pública federal. inclusive para fins de cálculo dos proventos da aposentadoria e das pensões. (Redação dada pela Lei nº 11. que podem ser acumuladas.314 de 2006) Capítulo III Das Férias Art.(Incluído pela Lei nº 11. observadas a natureza e a complexidade da atividade exercida.501.501.participar de banca examinadora ou de comissão para exames orais. (Incluído pela Lei nº 11. O servidor fará jus a trinta dias de férias. até o máximo de dois Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 50 .314 de 2006) II . (Incluído pela Lei nº 11. na forma do § 4o do art. devendo ser objeto de compensação de carga horária quando desempenhadas durante a jornada de trabalho.o valor da gratificação será calculado em horas. (Redação dada pela Lei nº 11.

216. (Férias de Ministro . e no interesse da administração pública. ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica.527.91) § 4o A indenização será calculada com base na remuneração do mês em que for publicado o ato exoneratório. IV .91) § 5o Em caso de parcelamento. de 10. ou fração superior a quatorze dias.97) Capítulo IV Das Licenças Seção I Disposições Gerais Art.12. III .12. O restante do período interrompido será gozado de uma só vez. perceberá indenização relativa ao período das férias a que tiver direito e ao incompleto.para o serviço militar.97) Art. comoção interna. de 13. Conceder-se-á ao servidor licença: I .525. desde que assim requeridas pelo servidor. (Incluído pela Lei nº 9. (Revogado pela Lei nº 9.8. 77.Vide) Parágrafo único.para atividade política.Vide) § 1° e § 2° (Revogado pela Lei nº 9. no caso de necessidade do serviço. proibida em qualquer hipótese a acumulação.97) (Férias de Ministro . observando-se o disposto no § 1o deste artigo. de 10. de 13.12. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 51 . 81. ou por necessidade do serviço declarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade.12. II . (Incluído pela Lei nº 8. de 10. (Redação dada pela Lei nº 9.12. § 3o As férias poderão ser parceladas em até três etapas. de 10.97) Art. ou em comissão. 80. O pagamento da remuneração das férias será efetuado até 2 (dois) dias antes do início do respectivo período.(Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9. por semestre de atividade profissional. 79. convocação para júri.216.527.527.97) § 3o O servidor exonerado do cargo efetivo.97) (Férias de Ministro .8. o servidor receberá o valor adicional previsto no inciso XVII do art.períodos.12. observado o disposto no art. serviço militar ou eleitoral.525. na proporção de um doze avos por mês de efetivo exercício. § 2o É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço.Vide) § 1o Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 12 (doze) meses de exercício. O servidor que opera direta e permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas gozará 20 (vinte) dias consecutivos de férias. 7 o da Constituição Federal quando da utilização do primeiro período.por motivo de doença em pessoa da família. 78. de 10. (Incluído pela Lei nº 9.12.527.por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro.97) Art. As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública. (Incluído pela Lei nº 8.525. de 10. Parágrafo único. de 10.

dos pais. § 1o A licença prevista no inciso I do caput deste artigo bem como cada uma de suas prorrogações serão precedidas de exame por perícia médica oficial.269. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo. (Redação dada pela Lei nº 9. de 2010) § 4o A soma das licenças remuneradas e das licenças não remuneradas.269. (Redação dada pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 12. incluídas as respectivas prorrogações.12.97) § 3o É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período da licença prevista no inciso I deste artigo. dos filhos. A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias do término de outra da mesma espécie será considerada como prorrogação. Seção II Da Licença por Motivo de Doença em Pessoa da Família Art. 204 desta Lei. poderá ser concedida a cada período de doze meses nas seguintes condições: (Redação dada pela Lei nº 12. de 2010) I .527. mantida a remuneração do servidor. incluídas as prorrogações.por até 60 (sessenta) dias. de 2010) § 3o O início do interstício de 12 (doze) meses será contado a partir da data do deferimento da primeira licença concedida. 83.para tratar de interesses particulares. de 2009) § 1o A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. 82. VII . (Redação dada pela Lei nº 11. Art. não poderá ultrapassar os limites estabelecidos nos incisos I e II do § 2o. de 10.por até 90 (noventa) dias. na forma do disposto no inciso II do art.269. de 10. (Incluído pela Lei nº 12. de 2009) § 2o (Revogado pela Lei nº 9. (Redação dada pela Lei nº 11. consecutivos ou não.97) § 2o A licença de que trata o caput.527. observado o disposto no § 3o. Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 52 .para capacitação.12. sem remuneração.para desempenho de mandato classista. mediante comprovação por perícia médica oficial. 84. de 10. ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional.269.12. de 2010) II . (Incluído pela Lei nº 12.V . e (Incluído pela Lei nº 12.907. consecutivos ou não.269.97) VI . de 2010) Seção III Da Licença por Motivo de Afastamento do Cônjuge Art.527. concedidas em um mesmo período de 12 (doze) meses. Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro. 44.907. do padrasto ou madrasta e enteado. observado o disposto no art.

12. civil ou militar.12. de 10. de 10.97) Art.527.12. afastar-se do exercício do cargo efetivo. (Revogado pela Lei nº 9. como candidato a cargo eletivo. de 10.527.97) Parágrafo único. 87.97) Art. 89. de 10.527. o servidor poderá. na forma e condições previstas na legislação específica.12. 88. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício.97) Seção IV Da Licença para o Serviço Militar Art. Ao servidor convocado para o serviço militar será concedida licença. a partir do dia imediato ao do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. chefia. § 2o No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja servidor público. por até três meses. do Distrito Federal e dos Municípios. de 10.527.12.527. poderá haver exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta. no interesse da Administração.§ 1o A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração. com a respectiva remuneração. assessoramento.527.12. autárquica ou fundacional. assegurados os vencimentos do cargo efetivo. O servidor terá direito a licença. até o décimo dia seguinte ao do pleito. Seção VII Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 53 nº 9. Seção V Da Licença para Atividade Política Art. de 10. de 10. dele será afastado. (Redação dada pela Lei nº 9. Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis.527. e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral.97) Seção VI Da Licença-Prêmio por Assiduidade Da Licença para Capacitação (Redação dada pela Lei nº 9.12. (Redação dada pela Lei nº 9. de qualquer dos Poderes da União. 86.97) Art. o servidor terá até 30 (trinta) dias sem remuneração para reassumir o exercício do cargo. Parágrafo único.12. (Redação dada pela Lei nº 9.527. dos Estados. 90. (Revogado pela Lei Art. durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária. (Redação dada pela Lei nº 9.(Redação dada pela Lei nº 9. o servidor fará jus à licença. de 10.97) . arrecadação ou fiscalização. § 1o O servidor candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções e que exerça cargo de direção. para participar de curso de capacitação profissional. desde que para o exercício de atividade compatível com o seu cargo. sem remuneração. Concluído o serviço militar. somente pelo período de três meses.97) § 2o A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição. 85. (VETADO).

sindicato representativo da categoria ou entidade fiscalizadora da profissão ou. de 17. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. sendo a cessão para órgãos ou entidades dos Estados. de 4. (Inciso incluído pela Lei nº 9.para entidades com até 5. Capítulo V Dos Afastamentos Seção I Do Afastamento para Servir a Outro Órgão ou Entidade Art. 91. o ônus da remuneração será do órgão ou entidade cessionária. desde que não esteja em estágio probatório. mantido o ônus para o Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 54 .12.000 associados. e por uma única vez. três servidores. a pedido do servidor ou no interesse do serviço.12.em casos previstos em leis específicas. 92.270.527.094.9.270. federação. de 10. É assegurado ao servidor o direito à licença sem remuneração para o desempenho de mandato em confederação. conforme disposto em regulamento e observados os seguintes limites: (Redação dada pela Lei nº 11. O servidor poderá ser cedido para ter exercício em outro órgão ou entidade dos Poderes da União. licenças para o trato de assuntos particulares pelo prazo de até três anos consecutivos. de 4.527.91) II . de 17. A licença poderá ser interrompida. dos Estados.97) III .para entidades com mais de 30.12. associação de classe de âmbito nacional.225-45.91) (Regulamento) (Vide Decreto nº 4.2001) Parágrafo único.para exercício de cargo em comissão ou função de confiança. ou do Distrito Federal e dos Municípios. de 17. de 10. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.12. (Redação dada pela Lei nº 8. de 3. podendo ser prorrogada.12. do Distrito Federal ou dos Municípios.12. 102 desta Lei.para entidades com 5. (Inciso incluído pela Lei nº 9.Da Licença para Tratar de Interesses Particulares Art. A critério da Administração.527.527.(Redação dada pela Lei nº 8. de 2005) (Regulamento) I . desde que cadastradas no Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado. sem remuneração.12.12. dois servidores. de 10.2002) (Regulamento) I . de 10.97) II .001 a 30.270. no caso de reeleição.000 associados. nas seguintes hipóteses: (Redação dada pela Lei nº 8. a qualquer tempo.493. ainda. para participar de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores públicos para prestar serviços a seus membros.2001) Seção VIII Da Licença para o Desempenho de Mandato Classista Art.91) § 1o Na hipótese do inciso I.000 associados. 93. um servidor. observado o disposto na alínea c do inciso VIII do art.225-45. poderão ser concedidas ao servidor ocupante de cargo efetivo.9. (Redação dada pela Lei nº 9.97) § 1o Somente poderão ser licenciados servidores eleitos para cargos de direção ou representação nas referidas entidades.97) § 2° A licença terá duração igual à do mandato. (Inciso incluído pela Lei nº 9.

Orçamento e Gestão. de 25.investido no mandato de vereador: a) havendo compatibilidade de horário. (Redação dada pela Lei nº 10.470. de 2006) § 3o A cessão far-se-á mediante Portaria publicada no Diário Oficial da União.cedente nos demais casos. nos termos das respectivas normas. § 1o No caso de afastamento do cargo. de 2005) Seção II Do Afastamento para Exercício de Mandato Eletivo Art. o servidor contribuirá para a seguridade social como se em exercício estivesse. 94.270. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. (Incluído pela Lei nº 10. de 17. II .470.tratando-se de mandato federal. de 17. de 25. ficará afastado do cargo.6. perceberá as vantagens de seu cargo.12. (Incluído pela Lei nº 10. Orçamento e Gestão.91) § 5º Aplica-se à União. de 17.2002) (Vide Decreto nº 5. a entidade cessionária efetuará o reembolso das despesas realizadas pelo órgão ou entidade de origem.270.investido no mandato de Prefeito.91) § 2º Na hipótese de o servidor cedido a empresa pública ou sociedade de economia mista.470. (Redação dada pela Lei nº 8.2002) § 7° O Ministério do Planejamento. § 2o O servidor investido em mandato eletivo ou classista não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato. (Redação dada pela Lei nº 11. Ao servidor investido em mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições: I .6. o servidor do Poder Executivo poderá ter exercício em outro órgão da Administração Federal direta que não tenha quadro próprio de pessoal.355. independem das disposições contidas nos incisos I e II e §§ 1º e 2º deste artigo. de 25. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. exceto nos casos de ocupação de cargo em comissão ou função gratificada. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 55 . as disposições dos §§ 1º e 2º deste artigo.12. poderá determinar a lotação ou o exercício de empregado ou servidor.6.2002) § 6º As cessões de empregados de empresa pública ou de sociedade de economia mista. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. estadual ou distrital. para fim determinado e a prazo certo.12. será afastado do cargo. (Incluído pela Lei nº 8. optar pela remuneração do cargo efetivo ou pela remuneração do cargo efetivo acrescida de percentual da retribuição do cargo em comissão. independentemente da observância do constante no inciso I e nos §§ 1º e 2º deste artigo. será afastado do cargo. em se tratando de empregado ou servidor por ela requisitado.91) § 4o Mediante autorização expressa do Presidente da República. com a finalidade de promover a composição da força de trabalho dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal. b) não havendo compatibilidade de horário. III . que receba recursos de Tesouro Nacional para o custeio total ou parcial da sua folha de pagamento de pessoal. (Redação dada pela Lei nº 8. ficando o exercício do empregado cedido condicionado a autorização específica do Ministério do Planejamento.375.270.

de 2009) Do Afastamento para Participação em Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu no País Art.907.12. § 3o O disposto neste artigo não se aplica aos servidores da carreira diplomática. § 1o A ausência não excederá a 4 (quatro) anos. para participar em programa de pós-graduação stricto sensu em instituição de ensino superior no País. nos quatro anos anteriores à data da solicitação de afastamento. no interesse da Administração. serão disciplinadas em regulamento. ressalvada a hipótese de ressarcimento da despesa havida com seu afastamento. que serão avaliados por um comitê constituído para este fim. afastar-se do exercício do cargo efetivo. e que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares ou com fundamento neste artigo. (Redação dada pela Lei nº 12. (Incluído pela Lei nº 9. O servidor não poderá ausentar-se do País para estudo ou missão oficial. e desde que a participação não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. condições e formas para a autorização de que trata este artigo. (Vide Decreto nº 3. Presidente dos Órgãos do Poder Legislativo e Presidente do Supremo Tribunal Federal. com ou sem afastamento do servidor.456. e finda a missão ou estudo.907. de 2009) § 2o Os afastamentos para realização de programas de mestrado e doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivos no respectivo órgão ou entidade há pelo menos 3 (três) anos para mestrado e 4 (quatro) anos para doutorado. incluído o período de estágio probatório. O servidor poderá. 96-A.Seção III Do Afastamento para Estudo ou Missão no Exterior Art. somente decorrido igual período.269.907. inclusive no que se refere à remuneração do servidor. (Incluído pela Lei nº 11. em conformidade com a legislação vigente.527. § 4o As hipóteses. de 2000) Seção IV (Incluído pela Lei nº 11. com a respectiva remuneração. incluído o período de estágio probatório. de 2010) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 56 . (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) § 3o Os afastamentos para realização de programas de pós-doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivo no respectivo órgão ou entidade há pelo menos quatro anos. de 10. será permitida nova ausência. de 2009) § 1o Ato do dirigente máximo do órgão ou entidade definirá.907. que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares para gozo de licença capacitação ou com fundamento neste artigo nos 2 (dois) anos anteriores à data da solicitação de afastamento. os programas de capacitação e os critérios para participação em programas de pós-graduação no País. sem autorização do Presidente da República. O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere dar-se-á com perda total da remuneração.97) Art. 96. (Incluído pela Lei nº 11. § 2o Ao servidor beneficiado pelo disposto neste artigo não será concedida exoneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido período igual ao do afastamento. 95.

b) falecimento do cônjuge.97) § 2o Também será concedido horário especial ao servidor portador de deficiência.por 1 (um) dia. vinculado à compensação de horário a ser efetivada no prazo de até 1 (um) ano. (Parágrafo renumerado e alterado pela Lei nº 9. para doação de sangue. enteados. 76-A desta Lei. (Incluído pela Lei nº 11. deverá ressarcir o órgão ou entidade.§ 4o Os servidores beneficiados pelos afastamentos previstos nos §§ 1o. de 2009) § 6o Caso o servidor não obtenha o título ou grau que justificou seu afastamento no período previsto. neste caso. autorizado nos termos do art. ao servidor que desempenhe atividade prevista nos incisos I e II do caput do art. 95 desta Lei. de 11 de dezembro de 1990. filho ou dependente portador de deficiência física. de 10. respeitada a duração semanal do trabalho.12.907. salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito. quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição.527. companheiro. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) § 7o Aplica-se à participação em programa de pós-graduação no Exterior. (Incluído pela Lei nº 11. compensação de horário na forma do inciso II do art. Será concedido horário especial ao servidor estudante.907. exigindo-se. 44. de 10. porém. Art.por 2 (dois) dias. independentemente de compensação de horário. (Incluído pela Lei nº 11. Ao servidor estudante que mudar de sede no interesse da administração é assegurada. para se alistar como eleitor.501. II .97) § 3o As disposições do parágrafo anterior são extensivas ao servidor que tenha cônjuge. § 1o Para efeito do disposto neste artigo. pais. o disposto nos §§ 1o a 6o deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2009) § 5o Caso o servidor venha a solicitar exoneração do cargo ou aposentadoria. 99.97) § 4o Será igualmente concedido horário especial.907. menor sob guarda ou tutela e irmãos. na Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 57 . poderá o servidor ausentar-se do serviço: I . será exigida a compensação de horário no órgão ou entidade que tiver exercício. III . quando comprovada a necessidade por junta médica oficial.907.527.527. de 10. aplica-se o disposto no § 5o deste artigo. 97.112.12.por 8 (oito) dias consecutivos em razão de : a) casamento. 98. dos gastos com seu aperfeiçoamento. filhos. de 2007) Art. 47 da Lei no 8. de 2009) Capítulo VI Das Concessões Art. antes de cumprido o período de permanência previsto no § 4o deste artigo. (Incluído pela Lei nº 9. sem prejuízo do exercício do cargo. (Incluído pela Lei nº 9. madrasta ou padrasto. na forma do art. Sem qualquer prejuízo. 2o e 3o deste artigo terão que permanecer no exercício de suas funções após o seu retorno por um período igual ao do afastamento concedido.12. a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade.

094. O disposto neste artigo estende-se ao cônjuge ou companheiro. conforme dispuser o regulamento. e) para capacitação.exercício de cargo ou função de governo ou administração.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 58 . municipal ou do Distrito Federal. considerado o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias. ou enteados do servidor que vivam na sua companhia. (Redação dada pela Lei nº 9.exercício de cargo em comissão ou equivalente.97) Art. II . (Redação dada pela Lei nº 9.97) VIII . (Redação dada pela Lei nº 11. cumulativo ao longo do tempo de serviço público prestado à União. matrícula em instituição de ensino congênere.júri e outros serviços obrigatórios por lei. por nomeação do Presidente da República. estadual. aos filhos.527. são considerados como de efetivo exercício os afastamentos em virtude de: I . exceto para efeito de promoção por merecimento. de 2005) d) por motivo de acidente em serviço ou doença profissional. exceto para promoção por merecimento. com autorização judicial. quando autorizado o afastamento. (Revogado pela Lei nº 9. Art. à adotante e à paternidade.desempenho de mandato eletivo federal. de 10. VII .12.licença: a) à gestante. em qualquer parte do território nacional. conforme dispuser o regulamento.97) c) para o desempenho de mandato classista ou participação de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores para prestar serviços a seus membros. III .12.527. (Redação dada pela Lei nº 11. Capítulo VII Do Tempo de Serviço Art. que serão convertidos em anos. IV .527. 102. 97. de 10. de 10.localidade da nova residência ou na mais próxima. A apuração do tempo de serviço será feita em dias.férias. Além das ausências ao serviço previstas no art. até o limite de vinte e quatro meses. independentemente de vaga. em órgão ou entidade dos Poderes da União. Municípios e Distrito Federal. de 10. 100. em qualquer época.907. dos Estados.participação em programa de treinamento regularmente instituído ou em programa de pósgraduação stricto sensu no País. É contado para todos os efeitos o tempo de serviço público federal. conforme dispuser o regulamento. b) para tratamento da própria saúde.527. Parágrafo único. inclusive o prestado às Forças Armadas. Parágrafo único. 101. VI . de 2009) V .12. (Redação dada pela Lei nº 9. bem como aos menores sob sua guarda.12. em cargo de provimento efetivo.missão ou estudo no exterior.

municipal ou distrital.300. de 10. com remuneração. de 2010) I . não podendo ser renovado. VI . IV . V .527. vinculada à Previdência Social. 86. autarquia. (Incluído pela Lei nº 9.97) § 1o O tempo em que o servidor esteve aposentado será contado apenas para nova aposentadoria. II .269. É assegurado ao servidor o direito de requerer aos Poderes Públicos. (Vide Lei nº 12.o tempo de serviço público prestado aos Estados. Capítulo VIII Do Direito de Petição Art. conforme disposto em lei específica.o tempo de serviço relativo a tiro de guerra.das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos. VII .deslocamento para a nova sede de que trata o art. de 2010) III . Art. fundação pública. Cabe pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão. 105. 102. 107. em defesa de direito ou interesse legítimo. § 3o É vedada a contagem cumulativa de tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um cargo ou função de órgão ou entidades dos Poderes da União.o tempo de licença para tratamento da própria saúde que exceder o prazo a que se refere a alínea "b" do inciso VIII do art. no caso do art. O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente. § 2o Será contado em dobro o tempo de serviço prestado às Forças Armadas em operações de guerra.97) Art.o tempo de serviço em atividade privada.12. 103. (Redação dada pela Lei nº 12.300.a licença para tratamento de saúde de pessoal da família do servidor. Art.do indeferimento do pedido de reconsideração. que exceder a 30 (trinta) dias em período de 12 (doze) meses. sociedade de economia mista e empresa pública.527. Contar-se-á apenas para efeito de aposentadoria e disponibilidade: I . II . no País ou no exterior. 104. IX . XI .participação em competição desportiva nacional ou convocação para integrar representação desportiva nacional. Art. Distrito Federal e Município. (Incluído pela Lei nº 9. estadual.f) por convocação para o serviço militar.o tempo correspondente ao desempenho de mandato eletivo federal.a licença para atividade política. 106. X . de 2010) Parágrafo único. O requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os artigos anteriores deverão ser despachados no prazo de 5 (cinco) dias e decididos dentro de 30 (trinta) dias. § 2o. de 10. Estado.afastamento para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere. Caberá recurso: (Vide Lei nº 12. anterior ao ingresso no serviço público federal. Municípios e Distrito Federal.12. 18. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 59 .

observar as normas legais e regulamentares. não podendo ser relevada pela administração. O pedido de reconsideração e o recurso. 116. 112. exceto quando manifestamente ilegais. quando eivados de ilegalidade. Art. Art. sucessivamente. de 2010) Art. 109. § 2o O recurso será encaminhado por intermédio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o requerente. Parágrafo único. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 60 . A prescrição é de ordem pública. é assegurada vista do processo ou documento.300. III . salvo motivo de força maior. quando o ato não for publicado. São fatais e improrrogáveis os prazos estabelecidos neste Capítulo. a qualquer tempo. ou que afetem interesse patrimonial e créditos resultantes das relações de trabalho. Art. Parágrafo único. Para o exercício do direito de petição.em 120 (cento e vinte) dias.exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. os efeitos da decisão retroagirão à data do ato impugnado. 111. Art.ser leal às instituições a que servir. Art. 108. 113. ressalvadas as protegidas por sigilo. às demais autoridades. prestando as informações requeridas. 115. O prazo para interposição de pedido de reconsideração ou de recurso é de 30 (trinta) dias. II . O prazo de prescrição será contado da data da publicação do ato impugnado ou da data da ciência pelo interessado. V .atender com presteza: a) ao público em geral. quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade.em 5 (cinco) anos. salvo quando outro prazo for fixado em lei. IV .cumprir as ordens superiores. b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. a juízo da autoridade competente. quando cabíveis. e. interrompem a prescrição. O recurso poderá ser recebido com efeito suspensivo. II . 110. em escala ascendente. (Vide Lei nº 12. ao servidor ou a procurador por ele constituído. nos demais casos.§ 1o O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão. pelo interessado. na repartição. Art. Art. Título IV Do Regime Disciplinar Capítulo I Dos Deveres Art. O direito de requerer prescreve: I . Em caso de provimento do pedido de reconsideração ou do recurso. A administração deverá rever seus atos. 114. São deveres do servidor: I . da decisão recorrida. a contar da publicação ou da ciência.

Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 61 . XII .retirar. VI . ou a partido político.225-45. de 4.coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical. Ao servidor é proibido: (Vide Medida Provisória nº 2. VI . X . sem prévia autorização do chefe imediato. em razão de suas atribuições. assegurando-se ao representando ampla defesa.manter conduta compatível com a moralidade administrativa. como procurador ou intermediário. cônjuge.promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. cotista ou comanditário. personificada ou não personificada. fora dos casos previstos em lei. VII .ausentar-se do serviço durante o expediente.opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço. IX .receber propina. XII . omissão ou abuso de poder.levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. exceto na qualidade de acionista.valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem. Capítulo II Das Proibições Art. comissão. presente ou vantagem de qualquer espécie.zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público. e de cônjuge ou companheiro. o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado. junto a repartições públicas.9.tratar com urbanidade as pessoas.participar de gerência ou administração de sociedade privada. qualquer documento ou objeto da repartição. VII . IV . sem prévia anuência da autoridade competente. X . V .ser assíduo e pontual ao serviço. A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada.guardar sigilo sobre assunto da repartição. salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau. de 2008 XI . 117. em detrimento da dignidade da função pública.cometer a pessoa estranha à repartição.representar contra ilegalidade. (Redação dada pela Lei nº 11. III . companheiro ou parente até o segundo grau civil. em cargo ou função de confiança. exercer o comércio. XI . VIII .manter sob sua chefia imediata.recusar fé a documentos públicos. VIII . Parágrafo único.atuar. IX . II .2001) I .c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública.784.

exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho.9. § 2o A acumulação de cargos. (Incluído pela Lei nº 11. XIV . exceto no caso previsto no parágrafo único do art. na forma do art.proceder de forma desidiosa.527.97) Art. bem como quaisquer empresas ou entidades em que a União. XVI . do Distrito Federal. sociedades de economia mista da União. § 3o Considera-se acumulação proibida a percepção de vencimento de cargo ou emprego público efetivo com proventos da inatividade. observada a legislação sobre conflito de interesses. empregos e funções em autarquias. de 2008 I . participação no capital social ou em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros. ainda que lícita. de 10.participação nos conselhos de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a União detenha.12. salvo quando os cargos de que decorram essas remunerações forem acumuláveis na atividade.praticar usura sob qualquer de suas formas. 91 desta Lei. de 10. dos Estados.527. XVII . de 2008 II . a respeito. O disposto neste artigo não se aplica à remuneração devida pela participação em conselhos de administração e fiscal das empresas públicas e sociedades de economia mista. § 1o A proibição de acumular estende-se a cargos. dispuser legislação específica. direta ou indiretamente. Ressalvados os casos previstos na Constituição.recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado.784.784. XIX .gozo de licença para o trato de interesses particulares.12.225-45. 118.527.XIII . de 4. suas subsidiárias e controladas. de 2008 Capítulo III Da Acumulação Art.utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares.784. (Incluído pela Lei nº 9. detenha participação no capital social. de 10. dos Territórios e dos Municípios. O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão.aceitar comissão.97) Parágrafo único.97) Parágrafo único. 9o. direta ou indiretamente. fica condicionada à comprovação da compatibilidade de horários. observado o que.cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. e (Incluído pela Lei nº 11. empresas públicas. (Incluído pela Lei nº 9. XVIII . emprego ou pensão de estado estrangeiro. (Redação dada pela Lei nº 9. é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos.12. A vedação de que trata o inciso X do caput deste artigo não se aplica nos seguintes casos: (Incluído pela Lei nº 11. nem ser remunerado pela participação em órgão de deliberação coletiva. exceto em situações de emergência e transitórias. XV . fundações públicas.2001) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 62 . 119.

A responsabilidade civil-administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função. As sanções civis. as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais. Capítulo V Das Penalidades Art. 122. sendo independentes entre si. § 2o Tratando-se de dano causado a terceiros.527.destituição de cargo em comissão.advertência. 123. de 10. penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros.cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 128. § 3o A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada. II . Art. Art. São penalidades disciplinares: I . A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor. § 1o A indenização de prejuízo dolosamente causado ao erário somente será liquidada na forma prevista no art. salvo na hipótese em que houver compatibilidade de horário e local com o exercício de um deles. 126. até o limite do valor da herança recebida. 46.Art. na falta de outros bens que assegurem a execução do débito pela via judicial.12. Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida. 127. Art.demissão.97) Capítulo IV Das Responsabilidades Art. os danos que dela provierem para o serviço público. A responsabilidade administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria. que acumular licitamente dois cargos efetivos. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 63 . doloso ou culposo. quando investido em cargo de provimento em comissão. IV . V . 121. Art. nessa qualidade. O servidor responde civil. Art. responderá o servidor perante a Fazenda Pública. VI .destituição de função comissionada. ficará afastado de ambos os cargos efetivos. O servidor vinculado ao regime desta Lei. III . penais e administrativas poderão cumular-se.suspensão. 120. 125.(Redação dada pela Lei nº 9. Art. em ação regressiva. 124. A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo. declarada pelas autoridades máximas dos órgãos ou entidades envolvidos.

VII .aplicação irregular de dinheiros públicos. VI .abandono de cargo. se o servidor não houver. empregos ou funções públicas. nesse período. salvo em legítima defesa própria ou de outrem.incontinência pública e conduta escandalosa. IX .527. A demissão será aplicada nos seguintes casos: I . 133. (Redação dada pela Lei nº 9. VIII . a autoridade a que se refere o art. por intermédio de sua chefia imediata. e de inobservância de dever funcional previsto em lei. de 10. ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço. O cancelamento da penalidade não surtirá efeitos retroativos. Parágrafo único.insubordinação grave em serviço. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração. Art. O ato de imposição da penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a causa da sanção disciplinar. § 1o Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que. a servidor ou a particular.97) Art. praticado nova infração disciplinar. incisos I a VIII e XIX. 117. respectivamente. em serviço. 143 notificará o servidor.improbidade administrativa.527. a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa.12. V . XII . IV . nos casos de violação de proibição constante do art. após o decurso de 3 (três) e 5 (cinco) anos de efetivo exercício. Art.acumulação ilegal de cargos. na repartição. Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos. Art. 132. de 10.crime contra a administração pública.corrupção.Parágrafo único.revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo. injustificadamente.transgressão dos incisos IX a XVI do art.ofensa física. II . 130. XIII .97) Art. não podendo exceder de 90 (noventa) dias. 129. recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente.lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional. cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.12. 117. regulamentação ou norma interna.inassiduidade habitual. X . A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão. empregos ou funções públicas. As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados. (Incluído pela Lei nº 9. que não justifique imposição de penalidade mais grave. para Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 64 . § 2o Quando houver conveniência para o serviço. XI . 131. A advertência será aplicada por escrito. III .

527. contados da data da ciência e. de 10.527.527. 167. apresentar defesa escrita.12.instrução sumária. de 10. subsidiariamente. empregos ou funções públicas em situação de acumulação ilegal. admitida a sua prorrogação por até quinze dias. de 10. a ser composta por dois servidores estáveis. bem como promoverá a citação pessoal do servidor indiciado. (Incluído pela Lei nº 9.527. o disposto no § 3o do art. de 10. hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo.12. e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da transgressão objeto da apuração.97) III .97) § 7o O prazo para a conclusão do processo administrativo disciplinar submetido ao rito sumário não excederá trinta dias. aplicar-se-á a pena de demissão. para julgamento.527.527. que compreende indiciação. (Incluído pela Lei nº 9.apresentar opção no prazo improrrogável de dez dias.12. (Incluído pela Lei nº 9. ou por intermédio de sua chefia imediata. empregos ou funções públicas em regime de acumulação ilegal. (Incluído pela Lei nº 9.527. das datas de ingresso. contados do recebimento do processo. (Redação dada pela Lei nº 9. as disposições dos Títulos IV e V desta Lei. em que resumirá as peças principais dos autos. e a materialidade pela descrição dos cargos. destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos cargos. 163 e 164. (Incluído pela Lei nº 9. quando as circunstâncias o exigirem.97) § 4o No prazo de cinco dias.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 65 .97) § 8o O procedimento sumário rege-se pelas disposições deste artigo. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão.97) § 1o A indicação da autoria de que trata o inciso I dar-se-á pelo nome e matrícula do servidor.97) § 6o Caracterizada a acumulação ilegal e provada a má-fé. de 10. com a publicação do ato que constituir a comissão. (Incluído pela Lei nº 9. de 10.527. de 10. quando for o caso. na hipótese de omissão.527. termo de indiciação em que serão transcritas as informações de que trata o parágrafo anterior. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição.527.12.julgamento. cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas seguintes fases:(Redação dada pela Lei nº 9. a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor.97) § 3o Apresentada a defesa. no que lhe for aplicável. do horário de trabalho e do correspondente regime jurídico.97) § 5o A opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão.12.12. no prazo de cinco dias. hipótese em que os órgãos ou entidades de vinculação serão comunicados. (Incluído pela Lei nº 9.527. até três dias após a publicação do ato que a constituiu. adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata.12. de 10. aplicando-se.527.12.12.12. de 10.12. de 10. defesa e relatório. (Redação dada pela Lei nº 9. de 10.97) § 2o A comissão lavrará. indicará o respectivo dispositivo legal e remeterá o processo à autoridade instauradora.instauração. dos órgãos ou entidades de vinculação. observado o disposto nos arts. observando-se. (Incluído pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9.97) I .97) II . de 10.12. opinará sobre a licitude da acumulação em exame. para.

A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão. 136. durante o período de doze meses. 132.527. a exoneração efetuada nos termos do art. II . incompatibiliza o ex-servidor para nova investidura em cargo público federal. ou entidade.12. pelo prazo de 5 (cinco) anos. de 10. nos casos dos incisos IV. quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidor vinculado ao respectivo Poder. Parágrafo único. durante o período de doze meses. de 10.527. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 66 . implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. Entende-se por inassiduidade habitual a falta ao serviço. Art. 139.12. Art.97) Art. de 10. Art. 117.97) II . na hipótese de abandono de cargo. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. na atividade. órgão. sem causa justificada.97) b) no caso de inassiduidade habitual. pela indicação precisa do período de ausência intencional do servidor ao serviço superior a trinta dias. interpoladamente.97) a) na hipótese de abandono de cargo. 134. observando-se especialmente que: (Redação dada pela Lei nº 9. 35 será convertida em destituição de cargo em comissão. indicará o respectivo dispositivo legal. de 10. pelos Presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. por período igual ou superior a sessenta dias interpoladamente. por sessenta dias.a indicação da materialidade dar-se-á: (Incluído pela Lei nº 9. em que resumirá as peças principais dos autos.527. Parágrafo único. sobre a intencionalidade da ausência ao serviço superior a trinta dias e remeterá o processo à autoridade instauradora para julgamento .12. de 10. Na apuração de abandono de cargo ou inassiduidade habitual. (Incluído pela Lei nº 9.12. X e XI do art. 137. VIII. Não poderá retornar ao serviço público federal o servidor que for demitido ou destituído do cargo em comissão por infringência do art.97) I . 133. incisos I. por infringência do art. opinará. Art.12. também será adotado o procedimento sumário a que se refere o art.pelo Presidente da República. (Incluído pela Lei nº 9.após a apresentação da defesa a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. (Incluído pela Lei nº 9. IV. sem prejuízo da ação penal cabível. Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos. 132.527. As penalidades disciplinares serão aplicadas: I . 135. X e XI. Art. VIII. incisos IX e XI. Constatada a hipótese de que trata este artigo. falta punível com a demissão.Art. Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. Art. 140.pelas autoridades administrativas de hierarquia imediatamente inferior àquelas mencionadas no inciso anterior quando se tratar de suspensão superior a 30 (trinta) dias.527. 141. pela indicação dos dias de falta ao serviço sem causa justificada. 138.

204. 145. o prazo começará a correr a partir do dia em que cessar a interrupção.pela autoridade que houver feito a nomeação. § 2o Os prazos de prescrição previstos na lei penal aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime. § 4o Interrompido o curso da prescrição. Art. órgão ou entidade. até a decisão final proferida por autoridade competente. desde que contenham a identificação e o endereço do denunciante e sejam formuladas por escrito. de 2005) § 2o (Revogado pela Lei nº 11. mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar. quanto á advertência. preservadas as competências para o julgamento que se seguir à apuração.204. delegada em caráter permanente ou temporário pelo Presidente da República. quanto às infrações puníveis com demissão.pelo chefe da repartição e outras autoridades na forma dos respectivos regimentos ou regulamentos. IV . Título V Do Processo Administrativo Disciplinar Capítulo I Disposições Gerais Art. § 1o O prazo de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou conhecido. (Incluído pela Lei nº 9. Da sindicância poderá resultar: Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 67 . mediante competência específica para tal finalidade. por falta de objeto. pelos presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. § 1o (Revogado pela Lei nº 11.em 180 (cento e oitenta) dias. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata. nos casos de advertência ou de suspensão de até 30 (trinta) dias. confirmada a autenticidade. III . quanto à suspensão. 143. poderá ser promovida por autoridade de órgão ou entidade diverso daquele em que tenha ocorrido a irregularidade. Quando o fato narrado não configurar evidente infração disciplinar ou ilícito penal. II .527. A ação disciplinar prescreverá: I . Art. 144.III . As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração. de 2005) § 3o A apuração de que trata o caput. quando se tratar de destituição de cargo em comissão. Parágrafo único.12.97) Art. § 3o A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição. caput por solicitação da autoridade a que se refere. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão. de 10. no âmbito do respectivo Poder. assegurada ao acusado ampla defesa. 142.em 5 (cinco) anos.em 2 (dois) anos. a denúncia será arquivada.

146.instauração de processo disciplinar. Capítulo II Do Afastamento Preventivo Art. que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível. Capítulo III Do Processo Disciplinar Art. A Comissão exercerá suas atividades com independência e imparcialidade. companheiro ou parente do acusado. II . As reuniões e as audiências das comissões terão caráter reservado. O processo disciplinar se desenvolve nas seguintes fases: I . III . consangüíneo ou afim. dentre eles. contados da Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 68 . assegurado o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da administração. 150. 148. defesa e relatório.527. Art. Sempre que o ilícito praticado pelo servidor ensejar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 30 (trinta) dias. a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo. 143. Art. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo. podendo a indicação recair em um de seus membros. § 2o Não poderá participar de comissão de sindicância ou de inquérito.I . findo o qual cessarão os seus efeitos.julgamento. em linha reta ou colateral. II . O processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições. O prazo para conclusão da sindicância não excederá 30 (trinta) dias. será obrigatória a instauração de processo disciplinar. pelo prazo de até 60 (sessenta) dias. Art. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado.12. Parágrafo único. até o terceiro grau.arquivamento do processo.inquérito administrativo. 149. que indicará. III . ainda que não concluído o processo. observado o disposto no § 3o do art. Parágrafo único. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade. de demissão.aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 30 (trinta) dias. o seu presidente. Art. que compreende instrução. Parágrafo único. de 10. O prazo para a conclusão do processo disciplinar não excederá 60 (sessenta) dias. O processo disciplinar será conduzido por comissão composta de três servidores estáveis designados pela autoridade competente.instauração. a critério da autoridade superior. cassação de aposentadoria ou disponibilidade. podendo ser prorrogado por igual período. 152.97) § 1o A Comissão terá como secretário servidor designado pelo seu presidente. cônjuge. ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. com a publicação do ato que constituir a comissão. 147. (Redação dada pela Lei nº 9. ou destituição de cargo em comissão. 151. Art. sem prejuízo da remuneração.

Parágrafo único. de modo a permitir a completa elucidação dos fatos. 156. com a indicação do dia e hora marcados para inquirição. cada um deles será ouvido separadamente. 157 e 158. produzir provas e contraprovas e formular quesitos. 153. Na fase do inquérito. § 1o O presidente da comissão poderá denegar pedidos considerados impertinentes. § 2o As reuniões da comissão serão registradas em atas que deverão detalhar as deliberações adotadas. 155. § 2o Na hipótese de depoimentos contraditórios ou que se infirmem. a técnicos e peritos. § 1o Sempre que necessário. arrolar e reinquirir testemunhas. Seção I Do Inquérito Art. não sendo lícito à testemunha trazê-lo por escrito. independentemente da imediata instauração do processo disciplinar. Na hipótese de o relatório da sindicância concluir que a infração está capitulada como ilícito penal. assegurada ao acusado ampla defesa. admitida a sua prorrogação por igual prazo. Art. investigações e diligências cabíveis. Art. 157. proceder-se-á à acareação entre os depoentes. 154. Art. recorrendo. § 2o Será indeferido o pedido de prova pericial. quando as circunstâncias o exigirem. ou de nenhum interesse para o esclarecimento dos fatos. 159. quando necessário. a comissão promoverá a tomada de depoimentos. O depoimento será prestado oralmente e reduzido a termo. com o ciente do interessado. § 1o As testemunhas serão inquiridas separadamente. § 1o No caso de mais de um acusado. a expedição do mandado será imediatamente comunicada ao chefe da repartição onde serve. Se a testemunha for servidor público. Parágrafo único.data de publicação do ato que constituir a comissão. quando se tratar de prova pericial. ficando seus membros dispensados do ponto. com a utilização dos meios e recursos admitidos em direito. quando a comprovação do fato independer de conhecimento especial de perito. e sempre que Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 69 . meramente protelatórios. 158. Os autos da sindicância integrarão o processo disciplinar. como peça informativa da instrução. acareações. As testemunhas serão intimadas a depor mediante mandado expedido pelo presidente da comissão. Art. devendo a segunda via. observados os procedimentos previstos nos arts. objetivando a coleta de prova. Concluída a inquirição das testemunhas. ser anexado aos autos. a autoridade competente encaminhará cópia dos autos ao Ministério Público. É assegurado ao servidor o direito de acompanhar o processo pessoalmente ou por intermédio de procurador. O inquérito administrativo obedecerá ao princípio do contraditório. Art. até a entrega do relatório final. a comissão dedicará tempo integral aos seus trabalhos. Art. a comissão promoverá o interrogatório do acusado.

em termo próprio.12. será formulada a indiciação do servidor.divergirem em suas declarações sobre fatos ou circunstâncias. § 2o Para defender o indiciado revel. de 10. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 70 . sendo-lhe vedado interferir nas perguntas e respostas. por termo. bem como as circunstâncias agravantes ou atenuantes. a comissão elaborará relatório minucioso. facultando-se-lhe. O incidente de sanidade mental será processado em auto apartado e apenso ao processo principal. regularmente citado. § 1o A revelia será declarada. § 2o O procurador do acusado poderá assistir ao interrogatório. Art. a comissão proporá à autoridade competente que ele seja submetido a exame por junta médica oficial. Art. O indiciado que mudar de residência fica obrigado a comunicar à comissão o lugar onde poderá ser encontrado. Art. o prazo para defesa contarse-á da data declarada. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição. nos autos do processo e devolverá o prazo para a defesa. 163. o prazo será comum e de 20 (vinte) dias. Parágrafo único. a comissão indicará o dispositivo legal ou regulamentar transgredido. a autoridade instauradora do processo designará um servidor como defensor dativo. após a expedição do laudo pericial. para diligências reputadas indispensáveis. Considerar-se-á revel o indiciado que. § 4o No caso de recusa do indiciado em apor o ciente na cópia da citação. 165. será promovida a acareação entre eles. será citado por edital. Art. com a assinatura de (2) duas testemunhas.97) Art. pelo membro da comissão que fez a citação. Quando houver dúvida sobre a sanidade mental do acusado. com a especificação dos fatos a ele imputados e das respectivas provas. Na hipótese deste artigo. o prazo para defesa será de 15 (quinze) dias a partir da última publicação do edital. não apresentar defesa no prazo legal. 160. onde resumirá as peças principais dos autos e mencionará as provas em que se baseou para formar a sua convicção. da qual participe pelo menos um médico psiquiatra.527. reinquiri-las. no prazo de 10 (dez) dias. § 2o Havendo dois ou mais indiciados. (Redação dada pela Lei nº 9. § 1o O indiciado será citado por mandado expedido pelo presidente da comissão para apresentar defesa escrita. Parágrafo único. publicado no Diário Oficial da União e em jornal de grande circulação na localidade do último domicílio conhecido. por intermédio do presidente da comissão. § 2o Reconhecida a responsabilidade do servidor. bem como à inquirição das testemunhas. Art. § 3o O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro. 164. Tipificada a infração disciplinar. porém. 162. Apreciada a defesa. Achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido. § 1o O relatório será sempre conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. 161. para apresentar defesa. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível.

o ato será convertido em demissão. acaso aplicada. que decidirá em igual prazo. será responsabilizada na forma do Capítulo IV do Título IV. salvo quando contrário às provas dos autos. 142. 173.12. na condição de Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 71 . O processo disciplinar.(Redação dada pela Lei nº 9. ou aposentado voluntariamente. este será encaminhado à autoridade competente. 34. § 2o A autoridade julgadora que der causa à prescrição de que trata o art. Verificada a ocorrência de vício insanável. 141. Art. Ocorrida a exoneração de que trata o parágrafo único. 168. 172. a autoridade julgadora determinará o registro do fato nos assentamentos individuais do servidor. de 10. Seção II Do Julgamento Art. Quando a infração estiver capitulada como crime. Quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos. Art. o julgamento caberá às autoridades de que trata o inciso I do art. inciso I do art. salvo se flagrantemente contrária à prova dos autos. a autoridade instauradora do processo determinará o seu arquivamento. 170. ficando trasladado na repartição. No prazo de 20 (vinte) dias. a autoridade julgadora poderá. 169. para julgamento. o julgamento caberá à autoridade competente para a imposição da pena mais grave.97) § 1o O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade do processo. Parágrafo único. e ordenará. será remetido à autoridade que determinou a sua instauração. Extinta a punibilidade pela prescrição. § 2o. a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade.527. a constituição de outra comissão para instauração de novo processo.Art. motivadamente. Art. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão.12. no mesmo ato. § 4o Reconhecida pela comissão a inocência do servidor. Art. Parágrafo único. agravar a penalidade proposta. § 1o Se a penalidade a ser aplicada exceder a alçada da autoridade instauradora do processo. com o relatório da comissão. abrandá-la ou isentar o servidor de responsabilidade. de 10. 167. O servidor que responder a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido. 166.527. após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade. 171. se for o caso. O julgamento acatará o relatório da comissão. contados do recebimento do processo. § 3o Se a penalidade prevista for a demissão ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade. o processo disciplinar será remetido ao Ministério Público para instauração da ação penal. Serão assegurados transporte e diárias: I .ao servidor convocado para prestar depoimento fora da sede de sua repartição. § 2o Havendo mais de um indiciado e diversidade de sanções. (Incluído pela Lei nº 9. Art.97) Art. total ou parcial.

Art. 176. ainda não apreciados no processo originário. Art. Julgada procedente a revisão. § 1o Em caso de falecimento. A comissão revisora terá 60 (sessenta) dias para a conclusão dos trabalhos. Art. qualquer pessoa da família poderá requerer a revisão do processo. O processo disciplinar poderá ser revisto. Art. Parágrafo único. a qualquer tempo. no que couber. Aplicam-se aos trabalhos da comissão revisora. encaminhará o pedido ao dirigente do órgão ou entidade onde se originou o processo disciplinar. será declarada sem efeito a penalidade aplicada. o requerente pedirá dia e hora para a produção de provas e inquirição das testemunhas que arrolar. Parágrafo único. II . que será convertida em exoneração. as normas e procedimentos próprios da comissão do processo disciplinar. Da revisão do processo não poderá resultar agravamento de penalidade. quando obrigados a se deslocarem da sede dos trabalhos para a realização de missão essencial ao esclarecimento dos fatos. Art. a autoridade competente providenciará a constituição de comissão. Na petição inicial. Art. a pedido ou de ofício. 174. o ônus da prova cabe ao requerente. Deferida a petição. A revisão correrá em apenso ao processo originário. Art. 179. que. 182. a revisão será requerida pelo respectivo curador. 180. denunciado ou indiciado. nos termos do art.testemunha. ausência ou desaparecimento do servidor. 141. no curso do qual a autoridade julgadora poderá determinar diligências. A simples alegação de injustiça da penalidade não constitui fundamento para a revisão. Art. 178. O requerimento de revisão do processo será dirigido ao Ministro de Estado ou autoridade equivalente. quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificar a inocência do punido ou a inadequação da penalidade aplicada. O julgamento caberá à autoridade que aplicou a penalidade. 181. 175. que requer elementos novos. restabelecendo-se todos os direitos do servidor. 177. exceto em relação à destituição do cargo em comissão. na forma do art. contados do recebimento do processo.aos membros da comissão e ao secretário. Parágrafo único. Seção III Da Revisão do Processo Art. 149. Parágrafo único. § 2o No caso de incapacidade mental do servidor. No processo revisional. Título VI Da Seguridade Social do Servidor Capítulo I Disposições Gerais Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 72 . O prazo para julgamento será de 20 (vinte) dias. se autorizar a revisão.

2003) § 4o O recolhimento de que trata o § 3o deve ser efetuado até o segundo dia útil após a data do pagamento das remunerações dos servidores públicos. as vantagens pessoais. à adoção e à paternidade. e compreende um conjunto de benefícios e ações que atendam às seguintes finalidades: I . no mesmo percentual devido pelos servidores em atividade. § 1o O servidor ocupante de cargo em comissão que não seja. velhice. 183.2003) § 2o O servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo. (Incluído pela Lei nº 10. os benefícios do mencionado regime de previdência. computando-se. inatividade. g) assistência à saúde.667. A União manterá Plano de Seguridade Social para o servidor e sua família. inclusive para servir em organismo oficial internacional do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o qual coopere. acidente em serviço. Parágrafo único. terá suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a licença. O Plano de Seguridade Social visa a dar cobertura aos riscos a que estão sujeitos o servidor e sua família.5. neste período. inclusive. Os benefícios do Plano de Seguridade Social do servidor compreendem: I . Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 73 . f) licença por acidente em serviço. Os benefícios serão concedidos nos termos e condições definidos em regulamento. 184.garantir meios de subsistência nos eventos de doença.667.2003) Art. ainda que contribua para regime de previdência social no exterior. (Redação dada pela Lei nº 10. sem direito à remuneração. ocupante de cargo ou emprego efetivo na administração pública direta. e) licença à gestante. 185. observadas as disposições desta Lei.667. aplicando-se os procedimentos de cobrança e execução dos tributos federais quando não recolhidas na data de vencimento.Art. de 14. (Incluído pela Lei nº 10. de 14. d) licença para tratamento de saúde. invalidez. com exceção da assistência à saúde.assistência à saúde.proteção à maternidade. mediante o recolhimento mensal da respectiva contribuição.quanto ao servidor: a) aposentadoria. à adotante e licença-paternidade. de 14.5. de 14. Art. III . incidente sobre a remuneração total do cargo a que faz jus no exercício de suas atribuições. c) salário-família.667.2003) § 3o Será assegurada ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração a manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público. não lhes assistindo.5. para esse efeito. simultaneamente. b) auxílio-natalidade. falecimento e reclusão. autárquica e fundacional não terá direito aos benefícios do Plano de Seguridade Social. II .5. (Incluído pela Lei nº 10.

189 e 224. "a" e "c". alienação mental. 71. III . nefropatia grave. b) aos 30 (trinta) anos de efetivo exercício em funções de magistério se professor. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante).compulsoriamente. aos setenta anos de idade.por invalidez permanente. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. bem como nas hipóteses previstas no art. § 1o Consideram-se doenças graves. dolo ou má-fé. b) auxílio-funeral. se homem. e aos 25 (vinte e cinco) se mulher. § 2o O recebimento indevido de benefícios havidos por fraude. tuberculose ativa.quanto ao dependente: a) pensão vitalícia e temporária. cardiopatia grave. II . e aos 30 (trinta) se mulher. implicará devolução ao erário do total auferido. sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. 186. observará o disposto em lei Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 74 . doença de Parkinson. paralisia irreversível e incapacitante. e 25 (vinte e cinco) se professora. d) assistência à saúde. II . com proventos integrais. se homem. contagiosas ou incuráveis. observado o disposto nos arts. e outras que a lei indicar. c) auxílio-reclusão. e proporcionais nos demais casos. moléstia profissional ou doença grave. e aos 60 (sessenta) se mulher. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida . a que se refere o inciso I deste artigo. espondiloartrose anquilosante. Capítulo II Dos Benefícios Seção I Da Aposentadoria Art. neoplasia maligna. cegueira posterior ao ingresso no serviço público. § 1o As aposentadorias e pensões serão concedidas e mantidas pelos órgãos ou entidades aos quais se encontram vinculados os servidores. c) aos 30 (trinta) anos de serviço.voluntariamente: a) aos 35 (trinta e cinco) anos de serviço. O servidor será aposentado: (Vide art. § 2o Nos casos de exercício de atividades consideradas insalubres ou perigosas. 40 da Constituição) I . d) aos 65 (sessenta e cinco) anos de idade. esclerose múltipla. com base na medicina especializada. especificada em lei. a aposentadoria de que trata o inciso III. com proventos proporcionais a esse tempo.h) garantia de condições individuais e ambientais de trabalho satisfatórias. com proventos integrais. contagiosa ou incurável. sem prejuízo da ação penal cabível.AIDS. se homem. hanseníase.

12.907. A aposentadoria compulsória será automática. § 2o Expirado o período de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. de 10.527. (Redação dada pela Lei nº 11. A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato. de 2009) Art. 186 desta Lei e. Art.12. Art. 194. 193. Quando proporcional ao tempo de serviço. deduzido o adiantamento recebido. para avaliação das condições que ensejaram o afastamento ou a aposentadoria. O provento da aposentadoria será calculado com observância do disposto no § 3o do art. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. 187. inclusive quando decorrentes de transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. Art.907. 188. Ao servidor aposentado será paga a gratificação natalina. o servidor será aposentado. e declarada por ato. 190.97) Art.97) Art. o provento não será inferior a 1/3 (um terço) da remuneração da atividade. Ao ex-combatente que tenha efetivamente participado de operações bélicas. 191. 192.527. § 1o A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde. § 4o Para os fins do disposto no § 1o deste artigo. por esse motivo. com vigência a partir do dia imediato àquele em que o servidor atingir a idade-limite de permanência no serviço ativo. o servidor em licença para tratamento de saúde ou aposentado por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento. 24. de 2009) Art. em valor equivalente ao respectivo provento. e revisto na mesma data e proporção. São estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidas aos servidores em atividade.12. Art. 189. § 3o Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial. § 3o O lapso de tempo compreendido entre o término da licença e a publicação do ato da aposentadoria será considerado como de prorrogação da licença. de 10.907. aos 25 (vinte e cinco) anos de serviço efetivo. (Revogado pela Lei nº 9. (Incluído pela Lei nº 9. será concedida aposentadoria com provento integral. serão consideradas apenas as licenças motivadas pela enfermidade ensejadora da invalidez ou doenças correlacionadas. O servidor aposentado com provento proporcional ao tempo de serviço se acometido de qualquer das moléstias especificadas no § 1o do art. for considerado inválido por junta médica oficial passará a perceber provento integral. durante a Segunda Guerra Mundial. por período não excedente a 24 (vinte e quatro) meses. até o dia vinte do mês de dezembro. calculado com base no fundamento legal de concessão da aposentadoria. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 75 . 195. de 12 de setembro de 1967.527.específica. (Revogado pela Lei nº 9. nos termos da Lei nº 5.97) Art. que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no art. 41. de 10. de 2009) § 5o A critério da Administração.315. Parágrafo único.

202. inclusive para a Previdência Social. O salário-família é devido ao servidor ativo ou ao inativo.o cônjuge ou companheiro e os filhos. inclusive no caso de natimorto. se estudante.Seção II Do Auxílio-Natalidade Art. por nascituro. Art. de 2009) § 1o Sempre que necessário. 196. a pedido ou de ofício. Parágrafo único. por dependente econômico. a inspeção médica será realizada na residência do servidor ou no estabelecimento hospitalar onde se encontrar internado. O salário-família não está sujeito a qualquer tributo. o salário-família será pago a um deles.a mãe e o pai sem economia própria. se inválido. inclusive os enteados até 21 (vinte e um) anos de idade ou. de acordo com a distribuição dos dependentes. viver na companhia e às expensas do servidor. a madrasta e. 201. Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde. em quantia equivalente ao menor vencimento do serviço público. quando a parturiente não for servidora. ou do inativo. Art. 197. será pago a um e outro. de qualquer idade. Parágrafo único. III . 198. 199. nem servirá de base para qualquer contribuição. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. II . não acarreta a suspensão do pagamento do salário-família. inclusive pensão ou provento da aposentadoria. § 2o O auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor público. 200. O auxílio-natalidade é devido à servidora por motivo de nascimento de filho. Art. (Redação dada pela Lei nº 11. A licença de que trata o art. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 76 . o valor será acrescido de 50% (cinqüenta por cento). Quando o pai e mãe forem servidores públicos e viverem em comum.907. mediante autorização judicial. os representantes legais dos incapazes. § 1o Na hipótese de parto múltiplo. em valor igual ou superior ao salário-mínimo. Consideram-se dependentes econômicos para efeito de percepção do salário-família: I . quando separados. Seção III Do Salário-Família Art. Ao pai e à mãe equiparam-se o padrasto. Art. 203. até 24 (vinte e quatro) anos ou. Seção IV Da Licença para Tratamento de Saúde Art.o menor de 21 (vinte e um) anos que. com base em perícia médica. Art. Não se configura a dependência econômica quando o beneficiário do salário-família perceber rendimento do trabalho ou de qualquer outra fonte. 202 desta Lei será concedida com base em perícia oficial. na falta destes. sem remuneração. O afastamento do cargo efetivo.

de 2008) § 1o A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação. Seção V Da Licença à Gestante. § 2o No caso de nascimento prematuro. de 10. e se julgada apta. na forma definida em regulamento. nas hipóteses em que abranger o campo de atuação da odontologia.12. de 2009) § 5o A perícia oficial para concessão da licença de que trata o caput deste artigo. à Adotante e da Licença-Paternidade Art. (Incluído pela Lei nº 11. até a idade de seis meses. sem prejuízo da remuneração. de 2009) Art. decorridos 30 (trinta) dias do evento. 207. Pelo nascimento ou adoção de filhos. Art. de 2009) § 4o A licença que exceder o prazo de 120 (cento e vinte) dias no período de 12 (doze) meses a contar do primeiro dia de afastamento será concedida mediante avaliação por junta médica oficial. o atestado somente produzirá efeitos depois de recepcionado pela unidade de recursos humanos do órgão ou entidade. de 2009) Art. Art. a licença terá início a partir do parto. nos termos e condições definidos em regulamento. O servidor será submetido a exames médicos periódicos. a servidora terá direito a 30 (trinta) dias de repouso remunerado. 230. de 2009) (Regulamento). Art. a servidora lactante terá direito. 186. será aceito atestado passado por médico particular. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 9. Para amamentar o próprio filho. 205. 206-A. o servidor terá direito à licença-paternidade de 5 (cinco) dias consecutivos. doença profissional ou qualquer das doenças especificadas no art. § 3o No caso de natimorto.907.907. e não se configurando as hipóteses previstas nos parágrafos do art.907.690. Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 77 . salvo quando se tratar de lesões produzidas por acidente em serviço. A licença para tratamento de saúde inferior a 15 (quinze) dias.907. 209. 206. a servidora será submetida a exame médico.97) § 3o No caso do § 2o deste artigo.§ 2o Inexistindo médico no órgão ou entidade no local onde se encontra ou tenha exercício em caráter permanente o servidor. que poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora. durante a jornada de trabalho. reassumirá o exercício. (Redação dada pela Lei nº 11.527. a uma hora de descanso. O servidor que apresentar indícios de lesões orgânicas ou funcionais será submetido a inspeção médica. (Vide Decreto nº 6. Será concedida licença à servidora gestante por 120 (cento e vinte) dias consecutivos. poderá ser dispensada de perícia oficial. O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou natureza da doença.907. bem como nos demais casos de perícia oficial previstos nesta Lei. (Redação dada pela Lei nº 11. dentro de 1 (um) ano. § 4o No caso de aborto atestado por médico oficial. será efetuada por cirurgiões-dentistas. 208. (Incluído pela Lei nº 11. § 1o. Art. 204. salvo antecipação por prescrição médica.

691.sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. 211. Seção VII Da Pensão Art. Será licenciado. com percepção de pensão alimentícia. que se relacione. e) a pessoa designada. Art. os dependentes fazem jus a uma pensão mensal de valor correspondente ao da respectiva remuneração ou provento. Art. § 2o A pensão temporária é composta de cota ou cotas que podem se extinguir ou reverter por motivo de morte. 216. II . a partir da data do óbito. Art. Seção VI Da Licença por Acidente em Serviço Art. A prova do acidente será feita no prazo de 10 (dez) dias. à conta de recursos públicos. de 2008) Parágrafo único. 214. Parágrafo único. prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. O servidor acidentado em serviço que necessite de tratamento especializado poderá ser tratado em instituição privada. Por morte do servidor. Configura acidente em serviço o dano físico ou mental sofrido pelo servidor. 217.decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício do cargo. que vivam sob a Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 78 . Parágrafo único. serão concedidos 90 (noventa) dias de licença remunerada. mediata ou imediatamente. (Vide Decreto nº 6. No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano de idade. c) o companheiro ou companheira designado que comprove união estável como entidade familiar. cessação de invalidez ou maioridade do beneficiário. quanto à natureza. em vitalícias e temporárias.Art. As pensões distinguem-se. que somente se extinguem ou revertem com a morte de seus beneficiários. À servidora que adotar ou obtiver guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade. o prazo de que trata este artigo será de 30 (trinta) dias. 212. o servidor acidentado em serviço. com as atribuições do cargo exercido. 42. Equipara-se ao acidente em serviço o dano: I . 215. Art. O tratamento recomendado por junta médica oficial constitui medida de exceção e somente será admissível quando inexistirem meios e recursos adequados em instituição pública. 213. 210.vitalícia: a) o cônjuge. com remuneração integral. § 1o A pensão vitalícia é composta de cota ou cotas permanentes. Art. d) a mãe e o pai que comprovem dependência econômica do servidor. São beneficiários das pensões: I . b) a pessoa desquitada. separada judicialmente ou divorciada. observado o limite estabelecido no art. maior de 60 (sessenta) anos e a pessoa portadora de deficiência.

Art. A pensão provisória será transformada em vitalícia ou temporária. conforme o caso. sendo a outra metade rateada em partes iguais. c) o irmão órfão. Art. II . Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 79 . enquanto durar a invalidez. enquanto durar a invalidez. A pensão poderá ser requerida a qualquer tempo. até 21 (vinte e um) anos. até 21 (vinte e um) anos de idade. em partes iguais.dependência econômica do servidor.desaparecimento em desabamento. § 1o A concessão de pensão vitalícia aos beneficiários de que tratam as alíneas "a" e "c" do inciso I deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas "d" e "e". pela autoridade judiciária competente. Parágrafo único. decorridos 5 (cinco) anos de sua vigência. entre os que se habilitarem. metade do valor caberá ao titular ou titulares da pensão vitalícia. A pensão será concedida integralmente ao titular da pensão vitalícia. até 21 (vinte e um) anos. III . § 1o Ocorrendo habilitação de vários titulares à pensão vitalícia. se inválidos. entre os titulares da pensão temporária. ou enteados. qualquer prova posterior ou habilitação tardia que implique exclusão de beneficiário ou redução de pensão só produzirá efeitos a partir da data em que for oferecida. Parágrafo único. Art. Não faz jus à pensão o beneficiário condenado pela prática de crime doloso de que tenha resultado a morte do servidor. Será concedida pensão provisória por morte presumida do servidor. o valor integral da pensão será rateado. § 3o Ocorrendo habilitação somente à pensão temporária. hipótese em que o benefício será automaticamente cancelado. b) o menor sob guarda ou tutela até 21 (vinte e um) anos de idade. d) a pessoa designada que viva na dependência econômica do servidor. 218.declaração de ausência. 219. 220. 221. o seu valor será distribuído em partes iguais entre os beneficiários habilitados. II . e o inválido.desaparecimento no desempenho das atribuições do cargo ou em missão de segurança. incêndio ou acidente não caracterizado como em serviço.temporária: a) os filhos. que comprovem dependência econômica do servidor. ou. nos seguintes casos: I . § 2o Ocorrendo habilitação às pensões vitalícia e temporária. exceto se existirem beneficiários da pensão temporária. Art. Concedida a pensão. prescrevendo tão-somente as prestações exigíveis há mais de 5 (cinco) anos. inundação. ou. § 2o A concessão da pensão temporária aos beneficiários de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso II deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas "c" e "d". se inválida. ressalvado o eventual reaparecimento do servidor. enquanto durar a invalidez.

se não houver pensionista remanescente da pensão vitalícia. A critério da Administração. 222.da pensão temporária para os co-beneficiários ou. inclusive no exterior. Seção VIII Do Auxílio-Funeral Art. em valor equivalente a um mês da remuneração ou provento. a respectiva cota reverterá: I . de 2009) Art.da pensão vitalícia para os remanescentes desta pensão ou para os titulares da pensão temporária.a acumulação de pensão na forma do art.a renúncia expressa. por meio de procedimento sumaríssimo. Art. 228. 189. III .a maioridade de filho. § 1o No caso de acumulação legal de cargos. 227. é vedada a percepção cumulativa de mais de duas pensões. Parágrafo único. Art.907. II . Art. na falta destes. II . V . aos 21 (vinte e um) anos de idade. nos seguintes valores: Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 80 . 226.a cessação de invalidez. § 3o O auxílio será pago no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. irmão órfão ou pessoa designada. Por morte ou perda da qualidade de beneficiário. Art. este será indenizado. em se tratando de beneficiário inválido. 223. IV . aplicando-se o disposto no parágrafo único do art. (Incluído pela Lei nº 11. as despesas de transporte do corpo correrão à conta de recursos da União. À família do servidor ativo é devido o auxílio-reclusão. Ressalvado o direito de opção. Acarreta perda da qualidade de beneficiário: I . para o beneficiário da pensão vitalícia.Art. § 2o (VETADO). autarquia ou fundação pública. Seção IX Do Auxílio-Reclusão Art. observado o disposto no artigo anterior. quando a decisão ocorrer após a concessão da pensão ao cônjuge. 224. 225. o beneficiário de pensão temporária motivada por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento para avaliação das condições que ensejaram a concessão do benefício. O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido na atividade ou aposentado.a anulação do casamento. 229. à pessoa da família que houver custeado o funeral. o auxílio será pago somente em razão do cargo de maior remuneração. As pensões serão automaticamente atualizadas na mesma data e na mesma proporção dos reajustes dos vencimentos dos servidores. Se o funeral for custeado por terceiro.o seu falecimento. Em caso de falecimento de servidor em serviço fora do local de trabalho. 225. VI .

com a comprovação de suas habilitações e de que não estejam respondendo a processo disciplinar junto à entidade fiscalizadora da profissão. e seus dependentes ou pensionistas com planos ou seguros privados de assistência à saúde. com entidades de autogestão por elas patrocinadas por meio de instrumentos jurídicos efetivamente celebrados e publicados até 12 de fevereiro de 2006 e que possuam autorização de funcionamento do órgão regulador. durante o afastamento. A assistência à saúde do servidor. pensionistas. quando afastado por motivo de prisão. convênio com unidades de atendimento do sistema público de saúde. o órgão ou entidade promoverá a contratação da prestação de serviços por pessoa jurídica. ou com o Instituto Nacional do Seguro Social . no prazo de 180 (cento e oitenta) dias da vigência desta Lei. determinada pela autoridade competente. mediante licitação. hospitalar. mediante ressarcimento parcial do valor despendido pelo servidor. ativo ou inativo. ou ainda na forma de auxílio. e de sua família compreende assistência médica. ativo ou inativo. a pena que não determine a perda de cargo.302 de 2006) § 1o Nas hipóteses previstas nesta Lei em que seja exigida perícia. aposentados. de 10. ainda que condicional. Capítulo III Da Assistência à Saúde Art. em virtude de condenação. de 21 de junho de 1993. na forma estabelecida em regulamento. que constituirá junta médica especificamente para esses fins. preferencialmente.contratar. odontológica. de 10. ficam a União e suas entidades autárquicas e fundacionais autorizadas a: (Incluído pela Lei nº 11. por sentença definitiva. ou mediante convênio ou contrato. terá como diretriz básica o implemento de ações preventivas voltadas para a promoção da saúde e será prestada pelo Sistema Único de Saúde – SUS.I . desde que absolvido.302 de 2006) I . (Redação dada pela Lei nº 11.527.metade da remuneração. 230. na ausência de médico ou junta médica oficial. § 1o Nos casos previstos no inciso I deste artigo. operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde que possuam autorização de funcionamento do órgão Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 81 . bem como para seus respectivos grupos familiares definidos. (Incluído pela Lei nº 11.97) § 3o Para os fins do disposto no caput deste artigo.dois terços da remuneração.celebrar convênios exclusivamente para a prestação de serviços de assistência à saúde para os seus servidores ou empregados ativos. indicando os nomes e especialidades dos seus integrantes.527.INSS.97) § 2o Na impossibilidade. devidamente justificada. avaliação ou inspeção médica. diretamente pelo órgão ou entidade ao qual estiver vinculado o servidor. entidades sem fins lucrativos declaradas de utilidade pública.666. enquanto perdurar a prisão. na forma da Lei n o 8. o servidor terá direito à integralização da remuneração. (Incluído pela Lei nº 9.12. normas essas também aplicáveis aos convênios existentes até 12 de fevereiro de 2006. em flagrante ou preventiva. (Incluído pela Lei nº 9.302 de 2006) II . II . sendo certo que os convênios celebrados depois dessa data somente poderão sê-lo na forma da regulamentação específica sobre patrocínio de autogestões. para a sua realização o órgão ou entidade celebrará. da aplicação do disposto no parágrafo anterior. a ser publicada pelo mesmo órgão regulador.12. § 2o O pagamento do auxílio-reclusão cessará a partir do dia imediato àquele em que o servidor for posto em liberdade. psicológica e farmacêutica.

ficando prorrogado. exceto se a pedido. condecoração e elogio. (Revogado pela Art.302 de 2006) III .302 de 2006) § 5o O valor do ressarcimento fica limitado ao total despendido pelo servidor ou pensionista civil com plano ou seguro privado de assistência à saúde. entre outros. (Revogado pela Lei nº 9. 235. (Incluído pela Lei nº 11.745. Legislativo e Judiciário. Art. 236. o direito à livre associação sindical e os seguintes direitos. 234. 239. Art.93) 9.745.concessão de medalhas. os seguintes incentivos funcionais.93) Título VIII Capítulo Único Das Disposições Gerais Art. b) de inamovibilidade do dirigente sindical. c) de descontar em folha.302 de 2006) Capítulo IV Do Custeio Art. de 28. (Revogado pela Lei nº 8. dela decorrentes: a) de ser representado pelo sindicato. Ao servidor público civil é assegurado. O Dia do Servidor Público será comemorado a vinte e oito de outubro.01. o valor das mensalidades e Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 82 Lei Lei Lei nº nº nº 8.745. para o primeiro dia útil seguinte. nem eximir-se do cumprimento de seus deveres. além daqueles já previstos nos respectivos planos de carreira: I .783. 240.93) . (Revogado pela Art. 232. sofrer discriminação em sua vida funcional.12. Art. excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. Art. (Revogado pela Art. 8. inventos ou trabalhos que favoreçam o aumento de produtividade e a redução dos custos operacionais. II . de 9.prêmios pela apresentação de idéias.regulador. o servidor não poderá ser privado de quaisquer dos seus direitos. nos termos da Constituição Federal. diplomas de honra ao mérito. 237. inclusive como substituto processual.745. no âmbito dos Poderes Executivo.93) 9.12. Por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política.12. sem ônus para a entidade sindical a que for filiado.(VETADO) (Incluído pela Lei nº 11. Os prazos previstos nesta Lei serão contados em dias corridos. de de de 9. até um ano após o final do mandato. 238.12.302 de 2006) § 4o (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11.99) Título VII Capítulo Único Da Contratação Temporária de Excepcional Interesse Público Art. 231. o prazo vencido em dia em que não haja expediente. (Incluído pela Lei nº 11. 8. 233. Poderão ser instituídos.

§ 1o Os empregos ocupados pelos servidores incluídos no regime instituído por esta Lei ficam transformados em cargos.452. inclusive as em regime especial. ser exonerados mediante indenização de um mês de remuneração por ano de efetivo exercício no serviço público federal. dos ex-Territórios.711. os servidores dos Poderes da União. § 7o Os servidores públicos de que trata o caput deste artigo. em caráter permanente. e das fundações públicas. Art. de 10. aprovada pelo DecretoLei nº 5.12. (Incluído pela Lei nº 9.FAS. Ficam submetidos ao regime jurídico instituído por esta Lei. de 1o de maio de 1943. poderão. Título IX Capítulo Único Das Disposições Transitórias e Finais Art. na qualidade de servidores públicos.527. § 4o (VETADO). não amparados pelo art. § 2o As funções de confiança exercidas por pessoas não integrantes de tabela permanente do órgão ou entidade onde têm exercício ficam transformadas em cargos em comissão. de 28 de outubro de 1952 . regidos pela Lei nº 1. § 3o As Funções de Assessoramento Superior . § 5o O regime jurídico desta Lei é extensivo aos serventuários da Justiça. sem prejuízo dos direitos inerentes aos planos de carreira aos quais se encontrem vinculados os empregos. remunerados com recursos da União. cujos contratos não poderão ser prorrogados após o vencimento do prazo de prorrogação. 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 242.527. de 10. 243.Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. ficam extintas na data da vigência desta Lei.527. e mantidas enquanto não for implantado o plano de cargos dos órgãos ou entidades na forma da lei. na data de sua publicação. d) (Revogado pela Lei nº 9.12. Equipara-se ao cônjuge a companheira ou companheiro. exceto os contratados por prazo determinado. passarão a integrar tabela em extinção. quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e constem do seu assentamento individual.12. considera-se sede o município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício. 241.97) Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 83 . ou pela Consolidação das Leis do Trabalho.97) Art. Parágrafo único. Consideram-se da família do servidor.97) e) (Revogado pela Lei nº 9.contribuições definidas em assembléia geral da categoria. no interesse da Administração e conforme critérios estabelecidos em regulamento. além do cônjuge e filhos. enquanto não adquirirem a nacionalidade brasileira. § 6o Os empregos dos servidores estrangeiros com estabilidade no serviço público. exercidas por servidor integrante de quadro ou tabela de pessoal. das autarquias. que comprove união estável como entidade familiar. no que couber. de 10. Para os fins desta Lei. do respectivo órgão ou entidade.

(VETADO). O PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL: Faço saber que o CONGRESSO NACIONAL manteve. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. com efeitos financeiros a partir do primeiro dia do mês subseqüente. MAURO BENEVIDES.° 8. do Projeto que se transformou na Lei n. fica transformada em licença-prêmio por assiduidade.711. Ficam revogadas a Lei nº 1. Presidente do Senado Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 84 . e respectiva legislação complementar. As pensões estatutárias. 116 da Lei nº 1. 250. ficam transformados em anuênio.97) Art. as condições necessárias para a aposentadoria nos termos do inciso II do art. na forma prevista nos arts. 251. já concedidos aos servidores abrangidos por esta Lei. 231. (Redação dada pela Lei nº 8. Brasília. 184 do antigo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. haverá ajuste de contas com a Previdência Social.O.12. 243. de 10.527. concedidas até a vigência desta Lei. 169o da Independência e 102o da República. A licença especial disciplinada pelo art. que "dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. (Incluído pela Lei nº 9. de 8.12. de 10.112. 253.1. FERNANDO COLLOR Jarbas Passarinho Este texto não substitui o publicado no D. 248. 246. das autarquias e das fundações públicas federais". 249. correspondente ao período de contribuição por parte dos servidores celetistas abrangidos pelo art. Art.711. Art.91) Art. os servidores abrangidos por esta Lei contribuirão na forma e nos percentuais atualmente estabelecidos para o servidor civil da União conforme regulamento próprio. 245.711.12. 11 de dezembro de 1990.97) § 9o Os cargos vagos em decorrência da aplicação do disposto no § 7 o poderão ser extintos pelo Poder Executivo quando considerados desnecessários.1998 LEI Nº 8. de 28 de outubro de 1952. (Incluído pela Lei nº 9. dentro de 1 (um) ano.112. Para efeito do disposto no Título VI desta Lei. Art. DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 Partes vetadas pelo Presidente da República e mantidas pelo Congresso Nacional. Art.527.U. Os adicionais por tempo de serviço. aposentar-se-á com a vantagem prevista naquele dispositivo. Art.§ 8o Para fins de incidência do imposto de renda na fonte e na declaração de rendimentos. 244. 252. 247. de 10. 87 a 90.O. (Mantido pelo Congresso Nacional) Art. Até a edição da lei prevista no § 1o do art. bem como as demais disposições em contrário. passam a ser mantidas pelo órgão ou entidade de origem do servidor.3. ou por outro diploma legal.1990 e Republicado no D. (Revogado pela Lei nº 9. Art. Lei n° 1.U.97) Art.12. serão considerados como indenizações isentas os pagamentos efetuados a título de indenização prevista no parágrafo anterior. de 1952. e eu. de 12. de 18. de 11 de dezembro de 1990.527. O servidor que já tiver satisfeito ou vier a satisfazer. de 28 de outubro de 1952.162.

................ por período de 5 (cinco) anos consecutivos....... de 28 de outubro de 1952............ com a remuneração do padrão correspondente.. assistência ou cargo em comissão." Senado Federal. e) de ajuizamento.............. § 2° A aplicação do disposto neste artigo exclui as vantagens previstas no art............................. nos termos do § 7° do art.......... O servidor que tiver exercido função de direção........ ressalvado o direito de opção....quando ocupante da última classe da carreira.......... 62............................. 66 da Constituição.. assessoramento.............. frente à Justiça do Trabalho........ de 11 de dezembro de 1990: "Art....................................... § 1° Quando o exercício da função ou cargo em comissão de maior valor não corresponder ao período de 2 (dois) anos............................ O servidor que contar tempo de serviço para aposentadoria com provento integral será aposentado: I ......................................... II ........ será incorporada a gratificação ou remuneração da função ou cargo em comissão imediatamente inferior dentre os exercidos............................. poderá aposentar-se com a gratificação da função ou remuneração do cargo em comissão. ou 10 (dez) anos interpolados......... Art...................... § 2º O custeio da aposentadoria é de responsabilidade integral do Tesouro Nacional........... 240.................. 231... nos termos da Constituição Federal.................................... 18 de abril de 1991.............. 184 do antigo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União........ em favor de seus beneficiários da pensão. § 2° Os períodos de licença-prêmio já adquiridos e não gozados pelo servidor que vier a falecer serão convertidos em pecúnia................................................ d) de negociação coletiva.................... 250......... Art................. Lei n° 1..................... O servidor que já tiver satisfeito ou vier a satisfazer........................................................ acrescida da diferença entre esse e o padrão da classe imediatamente anterior......................................... 87 ....... 192...........711. 192..... Art.... c) ....................................... promulgo as seguintes partes da Lei n° 8..... Art.. ........................................... individual e coletivamente............ b) ... § 1° .................... chefia............................................................. desde que exercido por um período mínimo de 2 (dois) anos....................... as condições necessárias para a aposentadoria nos termos do inciso II do art...................... de maior valor.......... Apostilas Aprendizado Urbano – Todos os direitos reservados 85 .................112... Art.........................com a remuneração do padrão de classe imediatamente superior àquela em que se encontra posicionado.. 193... aposentar-se-á com a vantagem prevista naquele dispositivo... § 1° .. bem como a incorporação de que trata o art......................... 170° da Independência e 103° da República........Federal............... .................................................. a) ............... dentro de 1 (um) ano.....

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