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Apresentação Este ano a organização do 12.º Congresso da Água , do 16.º En- contro

Apresentação

Este ano a organização do 12.º Congresso da Água, do 16.º En- contro de Engenharia Sanitária e Ambiental e do XVI Simpó- sio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária é partilhada, pela primeira vez, entre a Associação Portuguesa dos Recursos Hídri- cos (APRH), a Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESB) e a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES).

Espera-se que a integração de três eventos, todos eles com um longo historial de reflexão e debate, permita potenciar a partilha de experiências e promover um debate mais rico e diversificado entre uma comunidade técnico-científico dos países de expressão portu- guesa que, em múltiplos aspectos da gestão da água e dos resídu- os, enfrenta desafios difíceis e complexos, muitos deles de índole e contexto comum.

O tema geral proposto como força motriz para esta convenção é Que futuro queremos?. Esta escolha procura reflectir, de forma clara, não apenas as competências que a comunidade técnica e científica possui no desenho de soluções mas, sobretudo, o envolvi- mento que deve ter na prossecução das estratégias mais apropria- das e no desenho das melhores soluções para as atingir. Nesta base, entre os temas escolhidos para debate encontram-se, entre outros, aspectos diversos de planeamento e gestão, protecção

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da saúde pública e dos ecossistemas, tecnologia e processos, governação, regulação, educação, ciência e tecnologia. Estes temas cruzam matérias diversas associadas a, por exemplo, alterações climáticas, zonas costeiras, gestão integrada de bacias hidrográficas ou aos novos modelos empresariais, públicos e/ou privados, em serviços de água e de gestão e valorização de resíduos. Não restam quaisquer dúvidas sobre o significado e o estímulo que a discussão pode trazer, para encontrar consensos no caminho a trilhar.

A exposição técnico-comercial Aqualive-Expo, organizada pela Associação Industrial de Portugal (AIP), decorre em simultâneo, con- stituindo uma outra mais-valia significativa para todos aqueles que decidiram estar presentes nesta convenção da água e dos resíduos.

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Bem-vindos ao 12.º Congresso da Água / 16.º Encontro de Engenharia Sanitária e Ambiental /

Bem-vindos ao 12.º Congresso da Água / 16.º Encontro de Engenharia Sanitária e Ambiental / XVI Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Caros Colegas, A água é uma palavra extraordinária,

Caros Colegas,

A água é uma palavra extraordinária, adquirindo múltiplos valores em

função das representações que lhe estão associadas. É uma palavra especialmente complexa em territórios onde é um bem frágil, por vezes escasso, outras violento pela quantidade. Esse é o caso de Portugal, mas também é assim em todos os países de língua portuguesa onde, consoante os contextos, a água representa saúde, factor de produção ou suporte ambiental. A água tem, por conseguinte, funções essenciais na sociedade; é um activo cuja estratégia de gestão desafia o melhor da competência da comunidade integrada na Associação Portuguesa de

Recursos Hídricos, a nossa APRH. Mas não apenas e, por isso, este ano

a APRH uniu os seus esforços com os da APESB e ABES para realizar,

em estreita cooperação, uma verdadeira convenção multicultural da Água

e

dos Resíduos.

É,

assim, com um enorme prazer, que dou umas boas vindas calorosas a

todos os que entenderam estar presentes neste fórum, nesta magnifica cidade de Lisboa. “Se têm a verdade, guardem-na” disse-nos Fernando Pessoa, acrescentando “quero ser sozinho”. Nada disso ele realmente desejava, como sabemos. O tempo passou e este Congresso é um bom momento para juntos e com o melhor dos nossos conhecimentos, libertarmos as verdades e participarmos, de forma útil e construtiva, no debate do presente e na definição do futuro da gestão da recursos

hídricos e dos serviços de águas e resíduos, cruzando ciência, tecnologia

e governação.

António Guerreiro de Brito, Co-presidente do 12.º Congresso da Água / 16.º ENASB / XVI SILUBESA, Vice-presidente da Associação Portuguesa de Recursos Hídricos

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Associação Portuguesa de Recursos Hídricos 4 BOAS-VINDAS Caros amigos e colegas, A dinâmica global reflecte um

Caros amigos e colegas,

A dinâmica global reflecte um mundo em contínua e rápida urbanização,

constituindo este processo um factor decisivo para alterações profundas

nas relações individuais e sociais e para os sistemas de suporte da vida,

a nível local, regional e à escala global. De acordo com projecções das

Nações Unidas, estima-se que, em 2050, a população urbana represente 80% da população total. É fácil entender, assim, como as infra-estruturas urbanas são hoje fundamentais e reforçarão ainda mais, no futuro, a sua importância para a saúde, bem-estar e segurança dos cidadãos, onde a utilização da água e a gestão de resíduos assumem um papel determi- nante.

As preocupações ambientais, a escassez dos recursos e a necessidade de um desenvolvimento sustentado, requerem a análise, com rigor científico, de um vasto conjunto de opções tecnológicas, económicas

e políticas para o qual somos interpelados pelo mote do nosso evento “Que futuro queremos?”.

A esperada participação activa de um vasto conjunto de especialistas,

técnicos e académicos, é garantia antecipada de uma reflexão de elevado

nível da qual se esperam contributos e propostas para soluções inova- doras e sustentáveis para a gestão da água e para os sistemas urbanos de água e resíduos. Convido-vos a juntarem-se a nós, a discutirem e a contribuírem para a realização destes objectivos.

É com grande satisfação que vos dou calorosas boas vindas a Lisboa!

José Manuel Pereira Vieira, Co-Presidente do 12.º Congresso da Água /16.º ENASB / XVI SILUBESA Vice-presidente da Ordem dos Engenheiros

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Caros colegas e amigos, O 12.º Congresso da Água, o 16.º Encontro de Engenharia Sanitária
Caros colegas e amigos, O 12.º Congresso da Água, o 16.º Encontro de Engenharia Sanitária

Caros colegas e amigos,

O 12.º Congresso da Água, o 16.º Encontro de Engenharia Sanitária e

Ambiental e o XVI Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária são pela primeira vez organizados em conjunto pela Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH), a Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESB) e a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), e contam também com a participação de colegas da Associação Brasileira dos Recursos Hídricos, da Associação Moçambicana AQUASHARE, da Associação Cabo-Verdiana dos Recursos Hídricos e da Associação São-Tomense Pró-Água.

Reunimos, uma vez mais, para discutir de forma integrada e transversal

os problemas relacionados com a água, sem distinção dos ambientes

que esta percorre: rios, aquíferos, albufeiras, adutores, colectores, estuários e mar. O tema para este evento é “Que futuro queremos?”, reflectindo a necessidade de integrar nas nossas reflexões técnicas as opções de cariz político sobre o futuro das nossas sociedades e a vonta- de de contribuir para um consenso que concilie a ambição por um maior bem-estar económico e ambiental e o realismo decorrente dos condicio- nalismos técnicos e económicos.

Desejo a todos um trabalho profícuo, e um saudável e alegre convívio que sempre foi característico da nossa comunidade.

Sejam bem-vindos a Lisboa e à bacia hidrográfica do rio Tejo.

Rodrigo Proença de Oliveira, Presidente da Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos

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Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos 6 BOAS-VINDAS Caros amigos, É uma honra e um prazer para

Caros amigos,

É uma honra e um prazer para a Associação Portuguesa de Engenharia

Sanitária e Ambiental (APESB) convidar todos a participar neste trip-

lo evento de Água e Resíduos (12º Congresso da Água / 16º ENASB,

Encontro Nacional de Engenharia Sanitária e Ambiental / XVI SILUBESA, Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, que se vai realizar de 5 a 8 de março de 2014 na cosmopolita cidade de Lisboa.

O SILUBESA é uma iniciativa conjunta da Associação Brasileira de

Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), da Associação Portuguesa de Recursos Hídricos (APRH) e da Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESB), que tem lugar alternadamente em ambos os países, e é uma realização que atingiu um reconhecido prestígio, por constituir um espaço privilegiado de transferência de conhecimento e de discussão e debate de questões essenciais entre os diversos profission- ais dos setores da água e dos resíduos.

Ao realizar-se o SILUBESA este ano em Lisboa, no mesmo ano em que

as associações do sector em Portugal, estão empenhadas no Congresso

Mundial da IWA em setembro de 2014, decidiram a APRH e a APESB

congregar esforços e associar, pela primeira vez, a este SILUBESA, os seus dois mais importantes eventos bienais, Congresso da Água (APRH)

e o ENASB (APESB), com uma longa história de sucesso nos respectivos

setores. Esta congregação de esforços permite realizar um triplo evento técnico de Água e Resíduos que, estou certo, irá constituir um impor- tante Marco e uma nova referência para as associações envolvidas.

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Ao longo das três décadas de realização do SILUBESA o setor dos serviços de águas

Ao longo das três décadas de realização do SILUBESA o setor dos serviços de águas e resíduos sofreu, nos nossos dois Países, assinaláveis

e incontestáveis progressos. Mas ainda subsistem dificuldades e inter- rogações que colocam desafios acrescidos aos técnicos do setor dos

nossos dois Países. A crise económica global, a crise da energia, o anun- ciado não cumprimento dos objetivos do Milénio, a consciencialização pública dos problemas do ambiente, a disputa por recursos escassos e o imperativo de criação de valor num quadro de grande competitividade são desafios em que para os ultrapassar, eventos como o que agora estamos

a realizar, vão continuar a dar contributos relevantes no intercâmbio de experiências e na partilha de conhecimentos e de boas práticas.

O prestígio dos autores e a qualidade e interesse dos trabalhos a apre-

sentar nas variadas sessões e painéis constituem, certamente, motivos maiores para uma grande participação, à semelhança do que tem aconte- cido em realizações anteriores.

Também o Programa Social proporcionará seguramente, num ambiente mais informal e descontraído, um convívio social potenciador da criação ou reforço de laços de amizade e profissionais de que irão resultar as mais gratas recordações.

Estou convicto que teremos um memorável triplo evento de Águas e Resíduos em Lisboa e que o 12º Congresso da Água / 16º ENASB / XVI SILUBESA vai ser um marco na história das nossas associações.

António Jorge Monteiro, Presidente da Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESB)

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de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESB) 8 BOAS-VINDAS Água e Resíduos: desafios comuns O Brasil teve

Água e Resíduos: desafios comuns

O Brasil teve crescimento econômico nas últimas décadas que colocam

o país como uma das economias mais fortes do mundo, tomando-se por base o Produto Interno Bruto.

Ao mesmo tempo, quando olhamos nosso Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH, percebemos que muito há que se fazer. Ocupamos o 85º lugar, posição nada agradável.

Temos cerca de 80% de nossa população total atendida com água de boa qualidade. Porém, apenas 50% dos brasileiros têm acesso à rede coletora de esgotos e somente 37% dos resíduos domésticos gerados vão para o devido tratamento.

Outro gigantesco desafio é a adequada destinação dos resíduos sólidos gerados nas áreas urbana e rural. Pouco mais da metade do volume doméstico gerado é disposto de forma tecnicamente recomendada. E do ponto de vista operacional, é necessário baixar nosso índice de perdas de água, hoje perto de 39%.

O Brasil conta hoje com legislação que ordena o setor, trazendo mais

segurança para operadores e investidores. Recentemente aprovado, o Plano Nacional de Saneamento, apresenta metas para os próximos 20 anos, o que ajuda a direcionar ações do setor para que a universalização dos serviços seja alcançada.

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Nosso grande desafio agora é a gestão deste plano. A quantia estimada dos recursos a

Nosso grande desafio agora é a gestão deste plano. A quantia estimada

dos recursos a serem aplicados é de R$ 508 bilhões (cerca de € 160 bil- hões), mas a falta de clareza sobre a origem dos mesmos é uma questão

a ser resolvida.

Outro aspecto preocupante e desafiador é a fragilidade técnica e econômica de boa parte de nossos quase 5600 municípios, ainda mais quando aliados à nossa extensão territorial e à falta de equilíbrio na distribuição de renda.

Juntamente com os itens acima elencados, questões como regulação e participação são apenas alguns exemplos dos problemas que temos de enfrentar nos próximos anos.

A ABES tem promovido e participado de forma intensa destas dis-

cussões. Temos procurado apresentar propostas a nossos governantes e

à cadeia produtiva do setor como um todo. A troca de experiências com nossos amigos portugueses tem sido de grande valia e, muito do que temos aprendido, tem tido aplicação prática no Brasil.

Assim, entendemos que o fortalecimento de nosso relacionamento com as instituições de água e saneamento de Portugal é de fundamental importância, pois tem nos ajudado a encontrar caminhos para a melhoria do saneamento e da qualidade de vida dos brasileiros.

É com esse espírito de parceria que a ABES participará de mais um SI-

LUBESA: apresentando o panorama do saneamento no Brasil e trocando experiências com os especialistas portugueses. Temos certeza de que, novamente, será um grande sucesso.

Dante Ragazzi Pauli, Presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária – ABES

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Comissão Organizadora

António Guerreiro de Brito (UL-ISA) Co-Presidente

José Vieira (UM) Co-Presidente

Rodrigo Proença de Oliveira (UL/IST) Presidente da APRH

António Jorge Monteiro (UL/IST) Presidente da APESB

Dante Ragazzi Pauli (SABESP) Presidente da ABES

Maria Isabel Guimarães (ABES)

António Albuquerque (UBI)

João Pato (APRH)

Luis David (LNEC)

Maria da Graça Alfaro Lopes (IPL/ISEL)

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Comissão Científica José Saldanha Matos (UL/IST) – Presidente Aline Sarmento Procopio (UFJF) Ana Galvão (UL/IST)

Comissão Científica

José Saldanha Matos (UL/IST) – Presidente

Aline Sarmento Procopio (UFJF) Ana Galvão (UL/IST) António Albuquerque (UBI) António Carmona Rodrigues (UNL/FCT) António Jorge Monteiro (APESB e UL/IST) António Pinheiro (UL/IST) António Sampaio Duarte (UMinho) Antunes do Carmo (UC/FCT) Armando da Silva Afonso (UAveiro) Célia Regina Alves Renno (COMPASA) Conceição Cunha (UC/FCT) Darci Barnech Campani (UFRGS) Elisabeth Fernandes Duarte (UL/ISA) Fernando Santana (UNL/FCT) Filipa Ferreira (UL/IST) Francisco Nunes Correia (UL/IST) FranciscoTaveira Pinto (UP/FEUP) Francisco Veloso Gomes (UP/FEUP) Geraldo Reichert (ABES) Graça Lopes (ISEL/IPL) Helena Ramos (UL/IST) Helena Alegre (LNEC) Helena Marecos (IUL/ISEL) Jaime Melo Baptista (ERSAR) João Paulo Lobo Ferreira (LNEC) João Pato (APRH) João Pedroso de Lima (UC/FCT) José Alfeu Sá Marques (UC/FCT) José Alveirinho Dias (UAlgarve) José Luís Pinho (UMinho)

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José Paulo Monteiro (UAlgarve) JoséTentúgal Valente (UP/FEUP) José Virgílio Cruz (UAçores) Jorge Matos (UL/IST) Leonor Amaral (UNL/FCT) Luís Arroja (UAveiro) Luís Ribeiro (UL/IST) Madalena Moreira (UÉvora) Manuela Portela (UL/IST) Manuela Simões Ribeiro (UNL/FCT) Marcos von Sperling (UFMG) Maria Mercedes de Almeida Bendati (ABES) Maria João Rosa (LNEC) Maria do Céu Almeida (LNEC) Maria Lúcia Bernardes Coelho Silva (ABES) Mário Russo (IPVC) Paulo Ramísio (UMinho) Pedro Coelho (FCT/UNL) Rafaela Matos (LNEC) Renavan Andrade Sobrinho (SEDUR/BA) Rodrigo Maia (UP/FEUP) Rodrigo Proença de Oliveira (APRH e UL/IST) Rui Cortes (UTAD) Rui Rodrigues (APA) Rui Santos (UNL/FCT) Teresa Ferreira (UL/ISA) Teresa Fidélis (UAveiro) Teresa Leitão (LNEC) TrigoTeixeira (UL/IST) Teresa Viseu (LNEC)

Localização

Localização das Salas do Evento

(LNEC) TrigoTeixeira (UL/IST) Teresa Viseu (LNEC) Localização Localização das Salas do Evento BOAS-VINDAS 13
(LNEC) TrigoTeixeira (UL/IST) Teresa Viseu (LNEC) Localização Localização das Salas do Evento BOAS-VINDAS 13
(LNEC) TrigoTeixeira (UL/IST) Teresa Viseu (LNEC) Localização Localização das Salas do Evento BOAS-VINDAS 13
(LNEC) TrigoTeixeira (UL/IST) Teresa Viseu (LNEC) Localização Localização das Salas do Evento BOAS-VINDAS 13

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Programa Técnico Esquematizado 14 BOAS-VINDAS BOAS-VINDAS 15

Programa Técnico Esquematizado

Programa Técnico Esquematizado 14 BOAS-VINDAS BOAS-VINDAS 15

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Identificação dos Temas da Palestra e Mesas Redondas Palestra Benedito Braga, Conselho Mundial da Água

Identificação dos Temas da Palestra e Mesas Redondas

Palestra Benedito Braga, Conselho Mundial da Água

Moderadores:

António Guerreiro de Brito José Vieira Comentadores:

António Eira Leitão, HIDROERG José Saldanha Matos, UL/IST

Mesa Redonda Serviços de Águas: Que futuro queremos?

Moderador:

António Jorge Monteiro, APESB e UL/IST Intervenientes:

Afonso Lobato Faria, AdP Diogo Faria de Oliveira, AEPSA Sofia Amaro Martins, CM Barreiro Dante Ragazzi Pauli, ABES Comentadores:

Jaime Melo Baptista, ERSAR Rui Godinho, APDA

Mesa Redonda Recursos Hídricos: Que futuro queremos?

Moderador:

Rodrigo Proença de Oliveira, APRH e UL/IST Intervenientes:

António Castro, EDP José Pedro Salema, EDIA Pedro Serra, TPF-Planege Nuno Lacasta, APA Comentadores:

Jussara Cruz, ABRH Teresa Ferreira, UL/ISA Pedro Bettencourt, Nemus

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Mesa Redonda Água, Ordenamento do Território e Zonas Costeiras: Que futuro queremos?

Moderadora:

Maria da Conceição Cunha, U. Coimbra Intervenientes:

Gabriela Moniz, APA Carlos Coelhos, U. Aveiro Diogo Figueiredo, Sociedade Polis Litoral Norte João Carlos Marques, U. Coimbra Comentadores:

Teresa Fidélis, UA Filipe Duarte Santos, UL/FC

Mesa Redonda Resíduos: Que futuro queremos?

Moderador:

Mário Russo, IP Viana do Castelo Intervenientes:

João Pedro Rodrigues, EGF Luiz Moraes, UFBA, Brasil Domingos Saraiva, EGSRA Carlos Garcêz, SUMA-Grupo Mota-Engil

Temas Gerais

Gestão de zonas costeiras e obras marítimas Gestão e valorização de resíduos sólidos Hidráulica fluvial e projecto de obras hidráulicas Planeamento de recursos hídricos e ordenamento do território Qualidade da água e protecção dos ecossistemas Sistemas de abastecimento de água Sistemas de drenagem de águas residuais Sistemas de tratamento de água e de águas residuais Usos da água e valorização económica dos recursos hídricos

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Programa Técnico Quarta-feira, dia 5 de março 08.00 - 09.00 Registo dos participantes 09.30 -

Programa Técnico

Quarta-feira, dia 5 de março

08.00 - 09.00

Registo dos participantes

09.30 - 11.00

SESSÃO DE ABERTURA - Auditório VI e VII

Presidida pelo Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e da Energia, Eng.º Jorge Moreira da Silva.

Intervenientes: Jorge Rocha de Matos, AIP; Dante Ragazzi Pauli, ABES; António Jorge Monteiro, APESB; Rodrigo Proença de Oliveira, APRH; Jorge Moreira da Silva, MAOTE

11.00 - 11.30

Visita à Exposição ACQUALIVE/ENERGYLIVE

Pausa para Café

11.30 - 13.00

Palestra de abertura

Moderadores:

António Guerreiro de Brito, APRH e ISA-U.Lisboa José Vieira, APESB e U.Minho Interveniente:

Prof. Benedito Braga, Conselho Mundial da Água Comentadores:

António Eira Leitão, HIDROERG e José Saldanha Matos, UL/IST

13.00

- 14.15

Almoço

14:15 - 16:15

Auditório VIII

Mesa Redonda: Serviços de Águas: Que futuro queremos? Moderador: António Jorge Monteiro

Intervenientes:

Afonso Lobato Faria, AdP Diogo Faria de Oliveira, AEPSA Sofia Amaro Martins, CM Barreiro Dante Ragazzi Pauli, ABES

Comentadores:

Jaime Melo Baptista, ERSAR Rui Godinho, APDA

16:15 - 16:45

Pausa para Café

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Dia 5 de Março

Hidrologia de águas superficiais

 

16.45 - 18.30

Auditório VI

Moderador: Maria Teresa Ferreira

 

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IMPACTES NO ESCOAMENTO SUPERFICIAL DAS ALTER- AÇÕES NO USO DO SOLO EM ÁREAS PERIURBANAS

Carla S.S. FERREIRA; António J.D. FERREIRA; Rory P.D. WALSH; Celeste O.A. COELHO; João

 

Nunes; João L.M.P. de LIMA; Lídia M.S. CARVALHO

P.

291

CONCEÇÃO E GESTÃO DE SISTEMAS DE REGA PARA O USO BENÉFICO DA ÁGUA EM REGIÕES SECAS - ILHA DE SANTIA- GO – CABO VERDE

Ângela M. P. B. Veiga MORENO; Celestina M.

G.

PEDRAS; Maria Isabel VALIN; Maria Manue-

la Portela; Luís Santos PEREIRA

 

368

UTILIZAÇÃO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS EXPERIMENTAIS PARA A CALIBRAÇÃO DE MODELOS HIDROLÓGICOS: CASOS DE ESTUDO DA APLICAÇÃO DO SWAT ÀS BACIAS HIDRO- GRÁFICAS DO XARRAMA E DO ÁGUEDA

João Pedro NUNES; Juliana SANTOS; Rita JACINTO; Elsa SAMPAIO; Madalena MOREIRA; María Ermitas RIAL-RIVAS; Dalila SERPA; Nelson ABRANTES; Filipa TAVARES WAHREN; Diana Catarina Simões VIEIRA; Jan Jacob KEIZER

410

SIMULAÇÃO DOS PROCESSOS HIDROLÓGICOS EM SITUAÇÃO DE ESCASSEZ DE DADOS. O CASO DO BAIXO ZAMBEZE

António ALVES; Maria João CALEJO

519

CALIBRAÇÃO E VALIDAÇÃO DE UM MODELO HIDROLÓGICO PARA A BACIA DO RIO LIMA

Luís VIEIRA; José PINHO

 

560

ANÁLISE DE EVENTOS EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO EM BACIAS HIDROGRÁFICAS DE PORTUGAL CONTINENTAL ATRAVÉS DO ÍNDICE SPI

M. Isabel PEDROSO de LIMA; Álvaro SILVA; Fátima ESPÍRITO SANTO; Vanda PIRES

BOAS-VINDAS

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Dia 5 de Março Hidrologia de águas subterrâneas 16.45 - 18.30 Auditório VII Moderador: José

Dia 5 de Março

Hidrologia de águas subterrâneas

16.45 - 18.30

Auditório VII

Moderador: José Paulo Monteiro

 

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MODELAGEM HIDROGEOQUÍMICA DO AQUÍFERO FREÁTICO DA COSTA LESTE DA ILHA DE SANTIAGO – CABO VERDE

António Pedro Said Aly de PINA

157

UTILIZAÇÃO DE CENÁRIOS DE MUDANÇA PARA A PRE- VISÃO DA EVOLUÇÃO DAS PRESSÕES E DO ESTADO DAS MASSAS DE ÁGUA SUBTERRÂNEAS E EDAS. CASO DE ES- TUDO: MELIDES. CENÁRIOS DE ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

Emília NOVO; Luís G. S. OLIVEIRA

574

BALANÇO HIDROLÓGICO DA PENINSULA DE SETÚBAL UM CONTRIBUTO PARA A AVALIAÇÃO DAS DISPONIBILI- DADES E USOS DA ÁGUA NO TERRITÓRIO DE 9 MUNICÍPIOS DA PENÍNSULA DE SETÚBAL

Marlene ANTUNES; João CABRITA; Carlos RAPOSO; Nuno VITORINO; Shakib SHAHIDIAN; Albino MEDEIROS; Manuela SIMÕES

160

ANÁLISE DO RISCO DE SECA NO AQUÍFERO QUERENÇA- SILVES

Emília NOVO; L. OLIVEIRA

247

MODELAÇÃO MATEMÁTICA DO SISTEMA AQUÍFERO DE TORRES VEDRAS

José Paulo MONTEIRO; Susana PAISANA; José António ALMEIDA

260

RECARGA ARTIFICIAL DE AQUIFEROS: EXEMPLOS DE POR- TUGAL E DE ESPANHA PARA ADAPTAÇÃO A SITUAÇÕES DE SECA E DE ESCASSEZ DE ÁGUA

ESCALANTE; Christoph SCHÜTH; Teresa E. LEITÃO

João Paulo LOBO FERREIRA; Enrique

394

MÉTODOS DE “KNOWLEDGE-DRIVEN” E “DATA-DRIVEN” PARA A DETERMINAÇÃO DA VULNERABILIDADE DOS AQUÍFEROS À POLUIÇÃO POR NITRATOS

Maria Paula MENDES; Victor RODRIGUEZ-GA- LIANO; Luís RIBEIRO; Mário CHICA-OLMO

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BOAS-VINDAS

Dia 5 de Março

Planeamento dos serviços de águas

16.45 - 18.30

Auditório VIII

Moderador: Maria da Conceição Cunha

 

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PLANO ESTRATÉGICO DOS SETORES DE ÁGUAS E RESÍDU- OS PARA O ALTO ALENTEJO

José GERVÁSIO ; Rui Cunha MARQUES

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GERENCIAMENTO DE PROGRAMAS COM FOCO EM BENEFÍCIOS – O DESAFIO DE NOVOS HORIZONTES

Silvio LEIFERT; José Jairo VAROLI; Marcia Arce Parreira MARTINELLI; Mariana Wyse Abaurre CAVALHEIRO

258

PLANEJAMENTO URBANÍSTICO E AMBIENTAL DE ÁREAS URBANAS: O ESTUDO DE CASO DO PLANO URBANÍSTICO E AMBIENTAL DO VETOR IPITANGA

Anésio M. FERNANDES; Nilvam S. CON- CEIÇÃO

Renavan A. SOBRINHO; Raimundo F. NEVES;

315

ROAD MAP PARA A CRIAÇÃO E ESTABELECIMENTO DA EMPRESA DE ÁGUA E SANEAMENTO DO CUNENE

Katila RIBEIRO; Thomas KELLNER; Lucrécio COSTA

334

TOMADA DE DECISÃO EM SERVIÇOS DE ÁGUA E SANEA- MENTO EM DIFERENTES CONTEXTOS DE DESENVOLVI- MENTO

Ana R. RAMÔA; Rita AMARAL; José S. MATOS

401

PLANEAMENTO DE SISTEMAS DE SANEAMENTOTRANS- FRONTEIRIÇOS

João A. ZEFERINO; Maria C. CUNHA; António P. ANTUNES

415

PLANEAR UM CICLO URBANO DA ÁGUA SUSTENTÁVEL PARA ZONAS URBANAS DE PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO – CASO DE ESTUDO DE MOÇAMBIQUE

Olinda SOUSA; Valdemiro MATAVELA; Paulo M. SILVA, Carlos NOÁ; António MONTEIRO; José S. MATOS; Ana SILVA; Ana NUNES; Ricardo GERMANO

575

Tereza R. O. BATISTA ; André F. ALVES

FISCALIZAÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO: UM ESTUDO DE CASO PARA MUNICÍPIOS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE

BOAS-VINDAS

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Dia 5 de Março Modelação hidráulica e projecto de obras hidráulicas 16.45 - 18.30 Sala

Dia 5 de Março

Modelação hidráulica e projecto de obras hidráulicas

16.45 - 18.30

Sala 0.07

Moderador: José Simão Antunes do Carmo

149

OBRAS DE RESTITUIÇÃO EM PROJECTOS DE REFORÇOS DE POTÊNCIA ESTUDOS HIDRÁULICOS

Vítor RIBEIRO, Pedro NEVES PINTO, Adriano OLIVEIRA

195

USO DETERMOGRAFIA POR INFRAVERMELHOS PARA VISU- ALIZAR E QUANTIFICAR A VELOCIDADE DE ESCOAMENTO - ASPECTOS RELACIONADOS COM O AQUECIMENTO DA ÁGUA

Rui PEDROSO DE LIMA; Theodore G. CLEVE- LAND; Rita F. DE CARVALHO

303

MÉTODO SIMPLIFICADO DE IDENTIFICAÇÃO DE PEQUENAS INFRAESTRUTURAS HIDRÁULICAS COM RISCO SIGNIFICA- TIVO PARA O VALE A JUSANTE – APLICAÇÃO AO ESTUDO DE CASO DO ALGARVE

Afonso, Marques; Pires, Bruno; Coelho, Pedro

356

DESCARREGADOR COMPLEMENTAR DA BARRAGEM DE CANIÇADA: PROJECTO E ENSAIOS HIDRÁULICOS EM MOD- ELO REDUZIDO

ALVAREZ;

Ricardo SARDINHA; Manuel OLIVEIRA; J. DIAS DA SILVA

Lúcia T. COUTO; António MURALHA; Teresa

449

MODELAÇÃO DA INUNDAÇÃO FLUVIAL DO BAIXO MON- DEGO

Elsa ALVES; Lourenço MENDES

583

UTILIZAÇÃO DETERMOGRAFIA PARA A ESTIMATIVA DE VELOCIDADES E PROFUNDIDADES DE ESCOAMENTOS SUPERFICIAIS POUCO PROFUNDOS E CARACTERIZAÇÃO DO MICRO-RELEVO

João R. C. B. ABRANTES; João L. M. P. DE LIMA

585

Geraldo L. SILVEIRA; Régis L. SILVA

ESCOAMENTO EM ALÇAS DE VAZÃO REDUZIDA POR EFEITO DE UHES: MONITORAMENTO EM APOIO À GESTÃO E AO LICENCIAMENTO

18.30 - 19:30

Cocktail de Boas-Vindas

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BOAS-VINDAS

Quinta-feira, dia 6 de março

Dia 6 de Março

Governância da água

09.00 - 10.45

Auditório VI

Moderador: Francisco Nunes Correia

 

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DESENHO DO NOVO QUADRO INSTITUCIONAL DO SECTOR DE ÁGUA E SANEAMENTO DE CABO VERDE

Rui Cunha MARQUES; José GERVÁSIO; João ALMEIDA

 

143

A

IMPLANTAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE GERENCIAMEN-

Eliane M. FOLETO; Francisco S. COSTA

TO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL/BR

169

CLASSIFICAÇÃO DOS ACORDOS INTERNACIONAIS SOBRE ÁGUAS DOCES NO ÂMBITO DAS NAÇÕES UNIDAS

Celso Maran de OLIVEIRA; Ozelito Possidônio de AMARANTE JUNIOR, Celso Antônio Pache- co FIORILLO, Pedro Luciano COLENCI

170

ÁGUAS DOCES NO MERCOSUL – ABORDAGEM JURÍDICA

Celso Maran de OLIVEIRA; Ozelito Possidônio de AMARANTE JUNIOR, Celso Antônio Pache- co FIORILLO, Pedro Luciano COLENCI

300

A

OUTORGA FLEXÍVEL E O CONTROLE POR NÍVEL: UMA

Afonso H. M. SANTOS; Alexandre A. M. SAN- TOS; Thiago R. BATISTA

MAXIMIZAÇÃO DO USO DOS RECURSOS HÍDRICOS

314

DESAFIO DE GESTÃO DE ÁGUA EM SÃOTOMÉ E PRÍNCIPE

Filésio Gomes de CARVALHO

497

Luísa SCHMIDT; José Gomes FERREIRA

AVANÇOS E DESAFIOS DA GOVERNANÇA DA ÁGUA NA EUROPA NO CONTEXTO DA APLICAÇÃO DA DIRECTIVA QUADRO DA ÁGUA

BOAS-VINDAS

23

Dia 6 de Março Drenagem de águas residuais 09.00 - 10.45 Auditório VII Moderador: Maria

Dia 6 de Março

Drenagem de águas residuais

09.00 - 10.45

Auditório VII

Moderador: Maria do Céu Almeida

 

137

INTRUSÕES SALINAS EM SISTEMAS DE ÁGUAS RESIDUAIS URBANAS: PROBLEMAS, DIAGNÓSTICO E RESOLUÇÃO

Manuel SOARES; Nuno SILVA; Rui FER- NANDES, António MARTINS; Joaquim FREIRE

340

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE UM MODELO MATEMÁTICO DE UMA PEQUENA BACIA DE DRENAGEM QUANTIFICAÇÃO DA PRECISÃO DOS RESULTADOS

Tiago M. MOTA; Luís M. DAVID

341

AVALIAÇÃO DO MODELO MATEMÁTICO DA BACIA DE DRENAGEM DE ALCÂNTARA E DA APLICAÇÃO A UM SISTE- MA DE PREVISÃO

Tiago M. MOTA; Luís M. DAVID; Alfredo RO- CHA; Gonçalo de JESUS; Anabela OLIVEIRA

373

PLATAFORMA DE PREVISÃO E MONITORIZAÇÃO EMTEMPO REAL PARA GESTÃO OPERACIONAL DE SISTEMAS DE DRENAGEM URBANA

Luís M. DAVID; Anabela OLIVEIRA; Marta RO- DRIGUES; André B. FORTUNATO; José MENAIA; Pedro PÓVOA; Conceição DAVID; Filipa FER- REIRA;Joana COSTA; Tiago MOTA; João ROJEIRO; Gonçalo JESUS; João L. GOMES; Rita MATOS; João SANTOS; José S. MATOS; Rafaela S. MATOS

385

MODELAÇÃO ESTATÍSTICA DA CONDIÇÃO DE COLECTORES:

APLICAÇÃO AO SISTEMA DA SANEST

Vitor SOUSA; José PEDRO MATOS; Natércia MATIAS; Nuno ALMEIDA; José SALDANHA MATOS; Cátia GOMES

387

CONTRIBUIÇÃO PARA A QUANTIFICAÇÃO DA INCERTEZA EPISTÉMICA NA DETERMINAÇÃO DE CAUDAIS PLUVIAIS

Vitor SOUSA; Artur SILVA; Inês MEIRELES; Nuno ALMEIDA

422

SISTEMAS LOCAIS DE SANEAMENTO DE BAIXO CUSTO - CONTRIBUIÇÃOTÉCNICA PARA A ANÁLISE DE SOLUÇÕES

Mafalda M. PINTO; José S. MATOS; Filipa FERREIRA

561

RENATO, SEIJI, HÉLIO, JEFFERSON, WAGNER

ECONOMIA DE ENERGIA, CONFIABILIDADETÉCNICA E OP- ERACIONAL, SOLUÇÃO SIMPLIFICADA PARATRANSIENTES

E OTIMIZAÇÃO DE ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS DE ESGOTOS DE GRANDE VAZÃO E ELEVADA ALTURA MANOMÉTRICA

24

BOAS-VINDAS

Dia 6 de Março

Abastecimento de água

09.00 - 10.45

Auditório VIII

Moderador: Renavan Andrade Sobrinho

 

248

REGIMESTRANSITÓRIOS EM SISTEMAS ELEVATÓRIOS COM PERFIS HORIZONTAIS

João N. DELGADO; Dídia I. C. COVAS; António B. de ALMEIDA

252

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE GRUPOS ELETROBOMBA ATRAVÉS DA REALIZAÇÃO DE TESTES DE EFICIÊNCIA

Pedro LEITE, Eduardo VIVAS, Luís VALENTE, Fernando FERREIRA, José RÊGO COSTA, Miguel TEIXEIRA

328

ESTUDOS DE OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA EM ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS. UMA METODOLOGIA PARA SUA SELEÇÃO

Eduardo VIVAS, Pedro LEITE, Luís VALENTE, José TENTÚGAL-VALENTE, Manuel PACHECO

FIGUEIREDO, Nuno AGUILAR, Ricardo FERREIRA

413

AVALIAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE PROLONGAMENTO DA VIDA ÚTIL DE CONDUTAS DE GRANDE DIÂMETRO ATRAVÉS DE UM MODELO DE MARKOV

Carlos BRITO; António MONTEIRO

438

PROPOSTAS DE MELHORAMENTO DA EXPLORAÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ATRAVÉS DA MODELAÇÃO E ANÁLISE DO FENÓMENO DO GOLPE DE ARÍETE

André F. PINTO; Nuno LOPES; Luís MAMOU- ROS; Nuno BRÔCO

518

RESERVATÓRIOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA: MODELO DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL ADARH

Carmo M. SOBRAL; Valdinete L. SILVA; Gunter GUNKEL

Rita de Cássia B. FIGUEIREDO; Maria do

523

OPTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE BOMBAGEM PARA A POUPANÇA DE ENERGIA NUM SISTEMA DE ABASTECIMEN- TO DE ÁGUA

Manuel A.A.C. MACHADO; José M. P. VIEIRA

569

David ALVES; Gisela ROBALO; Mário CANEIRA

POTENCIAL DE POUPANÇA ECONÓMICA COM A RES- OLUÇÃO DAS INEFICIÊNCIAS OPERACIONAIS NOS SISTE- MAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

BOAS-VINDAS

25

Dia 6 de Março Gestão do solo, erosão e transporte sólido 09.00 - 10.45 Sala

Dia 6 de Março

Gestão do solo, erosão e transporte sólido

09.00 - 10.45

Sala 0.07

Moderador: Manuela Portela

 

211

EXTRAÇÃO DE INERTES E ALTERAÇÃO DA HIDRODINÂMICA FLUVIAL: UMA EXPERIÊNCIA DE REQUALIFICAÇÃO INTE- GRADA NO ESTUÁRIO DO LIMA

Luís Filipe Sanches FERNANDES; Rui Manuel Vitor CORTES

317

ANÁLISE DE RISCOS À PERDA DE SOLO NA BACIA HIDRO- GRÁFICA DO RIO ABIAÍ-PAPOCAS CONSIDERANDO CENÁRI- OS DE USO E OCUPAÇÃO

Ivanhoé Soares BEZERRA; Tarciso Cabral da SILVA

370

ESTRUTURA ECOLÓGICA NACIONAL, SUBSISTEMA – ÁGUA

Nuno P. CHARNECA; Luis M. DAVID

446

MORFOMETRIA E O POTENCIAL DE USO DO SOLO DA SUB-BACIA DO RIBEIRÃO SANTA GERTRUDES, EM VERÍS- SIMO-MG

M.F MACHADO; H.E SIQUEIRA; V.L. ABDALA; T.C.T PISSARRA; M.V.M FILHO; L.S.M MACHA- DO; W.G.S CARMO

478

INFLUÊNCIA DA COBERTURA VEGETAL NA RESPOSTA DA UMIDADE DA CAMADA SUPERFICIAL DO SOLO NUMA PEQUENA BACIA HIDROGRÁFICA DO SEMIÁRIDO BRASILE- IRO

Valdemir de P. SILVA JR.; Abelardo A. A MON- TENEGRO; João L. M. P de LIMA; José R. L. da SILVA, Paulo S. DUARTE; Rogério O. de MELO

491

O PAPEL DOS FILMES DE COBERTURA DE SOLO BIODE- GRADÁVEIS NA EFICIÊNCIA DO USO DE ÁGUA DE REGA

CARVALHO; Rita A. FRAGOSO; Elizabeth A. DUARTE

Raquel C. COSTA; Artur F. SARAIVA; Ana R.

559

AVALIAÇÃO DO APORTE DE SEDIMENTOS EM CORPOS HÍDRICOS: ESTUDO DE CASO DA BACIA DO RIO DO PEIXE – ITABIRA (MG)/BRASIL

Pedro H. R. PEREIRA; Letícia S. PERDIGÃO; Eliane M. VIEIRA; Giselle P. Q. CUNHA; James L. MAIA & Aline C. F. BONFIM

10.45 - 11.45

Pausa para Café

26

BOAS-VINDAS

Dia 6 de Março

Planeamento dos recursos hídricos

11.15 - 13.00

Auditório VI

Moderador: Jussara Cruz

 

90

APLICAÇÃO AO LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES DO ESTUDO E PLANEAMENTO DA GESTÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS NO CONCELHO DE COIMBRA

F. RIBEIRO; Margarida F. SEGURO; Mário J. ALMEIDA

Margarida D. PIEDADE; Luís N. COSTA; Cecília

148

DIMENSIONAMENTO ECONÓMICO DE CIRCUITOS HIDRO-

ELÉCTRICOS

Vítor RIBEIRO, Pedro NEVES PINTO, Maria João CONCEIÇÃO

UTILIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO DINÂMICA

 

196

A

INSTALAÇÃO DE PEQUENOS APROVEITAMENTOS HIDRO-

A.E. LEITÃO, M.M. PORTELA, F.N. GODINHO

ELÉCTRICOS EM PORTUGAL. EXEMPLO RECENTE DE OPÇÕESTÉCNICASTOMADAS FACE AOS CONDICIONALISMOS LOCAIS

222

DISPONIBILIDADE HÍDRICA, PLANEAMENTO E RECARGA ARTIFICIAL DE AQUÍFEROS NA BACIA HIDROGRÁFICA DOS ENGENHOS, SANTIAGO (CABO VERDE)

Ruth MONTEIRO; Manuela SIMÕES

224

MODELOS DE GESTÃO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS: O DESEMPENHO DOS MODELOS IRAS-2010 E AQUATOOL NA SIMULAÇÃO DO APROVEITAMENTO HIDROAGRÍCOLA DO VALE DO SORRAIA

Simões, Joana; Oliveira, Rodrigo Proença de Oliveira

 

331

OS RECURSOS HÍDRICOS NO CONTEXTO DO PLANEAMEN- TO URBANO

Maria José VALE; Bruno Miguel MENESES; Raquel SARAIVA; Rui REIS

454

O

PSEUDO CONFLITO ENERGÉTICO NOS RESERVATÓRIOS

Afonso Henriques Moreira SANTOS; Alexandre

DO BRASIL: GERAÇÃO HIDRELÉTRICA VERSUSTRANSPORTE

HIDROVIÁRIO

Augusto Moreira SANTOS; Thiago Roberto BATISTA

576

PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS EM ZONAS TRANSFRONTEIRIÇAS E EM DESENVOLVIMENTO. O CASO DO RIO CUBANGO/ OKAVANGO

Carlos ANDRADE, Costa MIRANDA, Pedro ALVO, Mónica CALÇADA

BOAS-VINDAS

27

Dia 6 de Março Drenagem de águas residuais 11.15 - 13.00 Auditório VII Moderador: Filipa

Dia 6 de Março

Drenagem de águas residuais

11.15 - 13.00

Auditório VII

Moderador: Filipa Ferreira

 

34

ESPECTROFOTOMETRIA PARA MONITORIZAÇÃO EM LINHAS DE ÁGUA URBANAS

Rita S. BRITO; Filipa FERREIRA; João S. SILVA; Helena M. PINHEIRO; Nídia D. LOURENÇO; José S. MATOS

180

OS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS E A QUALIDADE DAS ESCORRÊNCIAS DE ESTRADAS NUM CENÁRIO DE ALTER- AÇÕES CLIMÁTICAS

Ana Estela BARBOSA, Ana Cristina FREIRE, Simona FONTUL, João Nuno FERNANDES

274

VARIAÇÃO TEMPORAL E ESPACIAL DA QUALIDADE DA ÁGUA EM RIOS URBANOS

Carlos Ernando da SILVA; Livânia Norberta OL- IVEIRA; Otávia Caracas CAMARA; João Batista e Holanda FREITAS; Lissa Gomes ARAÚJO

330

MONITORIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA COM SONDAS ESPETROFOTOMÉTRICAS NUM SISTEMA DE DRENAGEM URBANA

Joana RAMIRÃO COSTA; Luís MESQUITA DAVID

424

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ESCORRÊNCIAS PLUVIAIS EM MEIO URBANO ATRAVÉS DE ANÁLISE DE COMPONEN- TES PRINCIPAIS

Clara PIRES; Filipa FERREIRA; Rita BRITO; Sílvia MONTEIRO; Ricardo SANTOS

433

LIBERTAÇÃO DE GÁS SULFÍDRICO EM CONDIÇÕES DE TURBULÊNCIA – O CASO DE ESTUDO DO SISTEMA DE SANEAMENTO DA ERICEIRA

Pedro PÓVOA; Filipa FERREIRA; José Saldanha MATOS

Natércia M. MATIAS; Martim Bento FRANCO,

436

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AMBIENTAL DE SISTEMAS DE DRENAGEM URBANOS COM ÊNFASE NA CONTAMI- NAÇÃO MICROBIOLÓGICA: O MODELO ASI-MIC

Francisco BORRALHO ; Filipa FERREIRA

469

Ramiro J.E. MARTINS; Rui A.R. BOAVENTURA

CONTROLO DAS DESCARGAS DE INSTALAÇÕES INDUS- TRIAIS POTENCIALMENTE CONTAMINADAS POR METAIS TÓXICOS USANDO MUSGOS AQUÁTICOS

28

BOAS-VINDAS

Dia 6 de Março

Abastecimento de água

11.15 - 13.00

Auditório VIII

Moderador: António Albuquerque

 

37

GESTÃO DA PRESSÃO VS. REABILITAÇÃO - ANÁLISE COM- PARATIVA EMTERMOS DE REDUÇÃO DAS PERDAS DE ÁGUA

Ricardo GOMES; Joaquim SOUSA; Alfeu SÁ MARQUES

98

ALGORÍTMO PARA DIMENSIONAMENTO DE REDE DE DIS- TRIBUIÇÃO DE ÁGUA EMPREGANDO O EPANET 2.0 COMO FERRAMENTA DE CÁLCULO

Gabriel D. TINTI; Erich KELLNER

114

IR ALÉM DA REAÇÃO DO CONSUMIDOR MÉDIO: MOD- ELIZAÇÃO DA PROCURA RESIDENCIAL DE ÁGUA EM PORTUGAL COM REGRESSÃO POR QUANTIS

Henrique MONTEIRO; Leonor CARDOSO; Maria da Conceição FIGUEIREDO

375

APLICAÇÃO DETÉCNICAS ESTATÍSTICAS MULTIVARIADAS PARA COMPREENSÃO DO CONSUMO DE ÁGUA DE UMA INDÚSTRIA DE FERTILIZANTES BRASILEIRA

Pollyanna S. OLIVEIRA; Adelmo M. AGUIAR FILHO; Karla P. ESQUERRE, Ricardo de Araújo KALID, Carlos Huaira CONTRERAS, Elias BRAGA

441

CONTRIBUTO DA GESTÃO DE PRESSÃO NA REDUÇÃO DE PERDAS DE ÁGUA

João FELICIANO; Rita ALMEIDA; Ana R. SANTOS, Alice GANHÃO; Ana M. FERREIRA; Miguel SOARES

522

INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS METEOROLÓGICAS NOS CON- SUMOS DOMÉSTICOS DE ÁGUA

Hélder R.L. COSTA; José M. P. VIEIRA

558

EFICIENCIA HÍDRICA DE UM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA – UM ESTUDO DE CASO

Aline S. SANTOS; EDUARDO H. B.C SILVA

580

Ailton C. T. BARROS; Rubens M. OLIVEIRA

ATUAÇÃO NO COMBATE À REDUÇÃO DAS PERDAS DE ÁGUA NO MUNICÍPIO PAULISTA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO

BOAS-VINDAS

29

Dia 6 de Março Sistemas de informação nos serviços de águas 11.15 - 13.00 Sala

Dia 6 de Março

Sistemas de informação nos serviços de águas

11.15 - 13.00

Sala 0.07

Moderador: Jorge Matos

 

60

AQUAFIELD - UMA SOLUÇÃO DE MOBILIDADE ORIENTADA PARA A GESTÃO DE ORDENS DETRABALHO EM REDES DE ÁGUA E SANEAMENTO

Ana MARQUES: Catarina SOUSA; João CURINHA; Carlos MARIANO; Alexandre YIP; Ana CUNHA

240

PLATAFORMASTECNOLÓGICAS NA GESTÃO DE IN- FRAESTRUTURAS DE ÁGUA - IMPACTO NOS RESULTADOS OPERACIONAIS. EXPERIÊNCIAS PARTILHADAS ENTRE PORTUGAL E BRASIL

Dante PAULI ; José MARTINS; Jorge TAVARES; Sofia CÉSAR

242

GESTÃO DE REDES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS UMA SOLUÇÃO INTEGRADA QUE COMBINA BOAS PRÁTI- CAS COM UMA PLATAFORMATECNOLÓGICA AVANÇADA

Jorge TAVARES; Gualdino BARROCAS; Helena ALEGRE; Sérgio T. COELHO

371

DEFINIÇÃO DE APLICAÇÕESTECNOLÓGICAS BASEADAS EM DADOS DETELEMEDIÇÃO PARA PROMOVER A EFICIÊNCIA NO CONSUMO DE ÁGUA-ENERGIA EM SISTEMAS DE

José BARATEIRO, Margarida REBELO, Sérgio T. COELHO

Paula VIEIRA,Dália LOUREIRO,Rita RIBEIRO,

ABASTECIMENTO

420

AWARE-P, UM SOFTWARE INTEGRADOR E COLABORATIVO PARA GESTÃO PATRIMONIAL DE INFRAESTRUTURAS

Diogo VITORINO; Sérgio T. COELHO; Helena ALEGRE; Maria SANTOS SILVA

480

A

IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE ATIVOS –

O

PORTAL DE GESTÃO DE ATIVOS DA EPAL

Maria João CAPELA; Francisco SERRANITO; Ana LUIS

548

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO COMO SUPORTE À IMPLEMEN- TAÇÃO E MANUTENÇÃO DO PSA – PLANO DE SEGURANÇA

Jorge TAVARES, Carlos COSTA, Sofia CÉSAR, Rui SANCHO

 

DA

ÁGUA

570

PORTAL ERSAR: FERRAMENTA DE MELHORIA DA EFICÁCIA

David ALVES ; Gisela ROBALO ; João ROSA

E EFICIÊNCIA DO REGULADOR

13.00 - 14.15

Almoço

30

BOAS-VINDAS

Dia 6 de Março

14:15 - 16:15

Auditório VIII

Mesa Redonda: Recursos Hídricos: Que futuro queremos?

Moderador: Rodrigo Proença de Oliveira, APRH e UL/IST

Intervenientes:

António Castro, EDP João Pedro Salema, EDIA Pedro Serra, TPF Planege Nuno Lacasta, APA

Comentadores:

Jussara Cruz, ABRH Teresa Ferreira, UL/ISA Pedro Bettencourt, Nemus

16.15 - 16.45

Pausa para Café

Dia 6 de Março

Situações hidrológicas extremas

16.45 - 18.30

Auditório VI

Moderador: João Pedroso de Lima

 

118

SISTEMAS DE ALERTA E AVISO DE CHEIAS EM OBRA CASOS DOS APROVEITAMENTOS HIDROELÉTRICOS DO BAIXO SABOR E DE FOZTUA

CONCEIÇÃO; Maria João; FERREIRA, Ana Catarina; DIAS DA SILVA, José

312

ANÁLISE DE PRECIPITAÇÕES MÁXIMAS ANUAIS NO FUNCHAL (MADEIRA) CONDICIONADA A PRECIPITAÇÕES ACUMULADAS EM DIAS ANTECEDENTES

Ana RAMALHEIRA; Maria Manuela PORTELA

316

ANÁLISE COMPARATIVA DE MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE SECAS PARA APOIO À GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS

Eduardo VIVAS

581

APLICAÇÃO DO SISTEMA HIDRALERTA DE PREVISÃO E ALERTA DE INUNDAÇÕES: CASO DE ESTUDO DA PRAIA DA VITÓRIA

Pedro POSEIRO; André SABINO; Conceição J. FORTES; Maria Teresa REIS; Armanda RODRIGUES

BOAS-VINDAS

31

Dia 6 de Março Sistemas de informação de recursos hídricos   16.45 - 18.30 Auditório

Dia 6 de Março

Sistemas de informação de recursos hídricos

 

16.45 - 18.30

Auditório VII

Moderador: Geraldo Silveira

 

139

SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA APOIO À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DE UMA BACIA HIDROGRÁFICA

Márcio BIGOLIN; Vania E. SCHNEIDER; Helena

G. RIBEIRO; Odacir D. GRACIOLLI; Ludmilson

 

A. MENDES; Nathália VIECELI

 

216

SIMOM – SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A MONITOR- IZAÇÃO DE OBRAS MARÍTIMAS

Nuno R.C.S. MARUJO; António SANCHES DO VALLE; Jorge CALDEIRA; António TRIGO TEIX- EIRA; Maria Amélia ARAÚJO; Carlos NUNES; Ricardo SENA

301

CONTRIBUIÇÃO PARA UMA AUTOMATIZAÇÃO DA VISUAL- IZAÇÃO, ANÁLISE E PARTILHA DE ENSAIOS EM MODELO FÍSICO REDUZIDO DE ESTRUTURAS MARÍTIMAS

Rute LEMOS; Conceição J.E.M. FORTES, Rui CAPITÃO; João A. SANTOS; Luis G. SILVA

473

FERRAMENTA DE MODELAÇÃO DESENVOLVIDA EM AMBI- ENTE WEB PARA APOIO À GESTÃO DE ALBUFEIRAS

José VIEIRA; José PINHO; Rui PINHO; José ARAÚJO

32

BOAS-VINDAS

Dia 6 de Março

Tratamento de água para abastecimento público

 

16.45 - 18.30

Auditório VIII

Moderador: Maria da Graça Lopes

 

108

PRECIPITAÇÃO EXTERNA DE FÓSFORO NA LAGOA DAS FURNAS (SÃO MIGUEL, AÇORES), EM ESTAÇÃO-PILOTO, POR APLICAÇÃO DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO

Renato VERDADEIRO; Carlos MEDEIROS; Dina PACHECO

135

REMOÇÃO DE CONTAMINANTES ORGÂNICOS EM ÁGUAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO EM ESTAÇÃO DETRATAMEN- TO DE ÁGUA CONVENCIONAL, ASSOCIADA À PRÉ- OXI- DAÇÃO E ADSORÇÃO EM CARVÃO ATIVADO GRANULAR

Nadja L. GORZA; Eduardo J. A. Taveira; Edumar R. COELHO

271

EVOLUÇÃO DOS PROCESSOS DE DESSALINIZAÇÃO DA ÁGUA DO MAR PARA CONSUMO HUMANO NA ILHA DO SAL, CABO VERDE

Aristides SANTOS; Ricardo GOMES; Alfeu SÁ MARQUES

310

DECAIMENTO DE CLORO NA OXIDAÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA PRESENTE NA ÁGUA DO RIO BENGO (ANGOLA)

Paula VIEIRA,Dália LOUREIRO,Rita RIBEIRO, José BARATEIRO, Margarida REBELO, Sérgio

T.

COELHO

 

319

Rita S. RIBEIRO; António A.L.S. DUARTE; Maria

 

APLICAÇÃO DE NANOMATERIAIS NA OXIDAÇÃO AVANÇA- DA DE POLUENTES ORGÂNICOS

T.

Pessoa de AMORIM

 

407

EFICIÊNCIA DOS OXIDANTES PERMANGANATO DE POTÁSSIO E CLORO NA REMOÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA NATURAL EM ÁGUA DE RESERVATÓRIO

Wilma Gomes da Silva CARMO; Luciana de Souza Melo MACHADO; Mauro Ferreira MACH- ADO; Nora Kátia SAAVEDRA Del Aguila

BOAS-VINDAS

33

Dia 6 de Março Participação pública 16.45 - 18.30 Sala 0.07 Moderador: João Pato  

Dia 6 de Março

Participação pública

16.45 - 18.30

Sala 0.07

Moderador: João Pato

 

65

MODELO DE GESTÃO COMUNITÁRIA DE ÁGUA – UM CASO DE DEMOCRACIA PARTICIPATIVA?

Afonso CUPI BAPTISTA; Allan CAIN

276

“ÁGUA QUE NÃO SOA NÃO É BOA”

Oriana R. BRÁS; Miguel N. RODRIGUES; Maria Adriana F. M. RIBEIRO; Marta P. VARANDA; Sofia BENTO; Márcia M. R. RIBEIRO

O

PAPEL DA PARTICIPAÇÃO PÚBLICA NA GESTÃO DA ÁGUA

EM PORTUGAL: OS CASOS DOS CONSELHOS DE REGIÃO HIDROGRÁFICA DOTEJO, ALENTEJO E ALGARVE

297

ESTUDOTIPOLÓGICO E DE IMPACTO EM REGIÕES SEMIÁRI- DAS DOS PROJETOS CERTIFICADOS PELO GOVERNO DO BRASIL COMOTECNOLOGIAS SOCIAIS EM 2013

Anna Carolina Faustino Xavier da SILVA; Olímpio Lopes de Arroxellas GALVÃO NETO; Débora dos Santos Ferreira PEDROSA; Priscila Lemos VIEIRA; Soraya Giovanetti EL-DEIR

398

PROJECTO “MULHERES E ÁGUA EM MOÇAMBIQUE”

- ABASTECIMENTO DE ÁGUA AO DISTRITO DO GILÉ –

ZAMBÉZIA

Almerinda BENTO; Edite REIS; Luís RIBEIRO; Maria Paula MENDES João MARTINS; Judite FER- NANDES; Manuela TAVARES, Joana LOUREIRO, Maria Arnaldo COPETO, Emília RIBEIRO, Maria Otília CARVALHO. Onno SCHAAP, Pedro CORREIA

504

ÁGUA – PERCEPÇÕES, VALORES E PREOCUPAÇÕES EM PERSPECTIVA COMPARADA

Roberto JACOBI; Mariana Gutierres ARTEIRO DA PAZ

José Gomes FERREIRA; Luísa SCHMIDT; Pedro

520

A

PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA BUSCA DE AÇÕES MITIGADO-

RAS PARA O ENFRENTAMENTO DO CENÁRIO DE ESCASSEZ DE ÁGUA DOCE NO MUNICÍPIO DE PRINCESA ISABEL (PB), NORDESTE SECO DO BRASIL

Shirley Rodrigues de ANDRADE; Luana Caline Souza de MEDEIROS; Jocélio A. dos SANTOS; Marlon Moab Duarte dos SANTOS; Maria Auxiliadora Freitas dos SANTOS; Sinara Camilo dos SANTOS

Dia 6 de Março

18.00 - 18.30

Auditório VIII

 

Entrega dos Prémios APRH, biénio 2012/2013 Homenagem ao Eng.º António Eira Leitão

Dia 6 de Março

18.30

Assembleia Geral da APRH

 

34

BOAS-VINDAS

Sexta-feira, dia 7 de março

Dia 7 de Março

Eco-hidrologia e eco-hidráulica

09.00 - 10.45

Auditório VI

Moderador: Armando Silva Afonso

 

146

APROVEITAMENTO HIDROELÉTRICO DE FOZTUA CONDIÇÕES DE ESCOAMENTO NO CANAL A JUSANTE

Pedro NEVES PINTO; Irene FERNANDES; José DIAS da SILVA; Teresa VISEU

161

METODOLOGIA INTEGRADA PARA DETERMINAÇÃO DE REGIMES DE CAUDAIS ECOLÓGICOS EM RIOS IBÉRICOS

Paulo J. PINHEIRO; Teresa ALVAREZ; Filipa M. REIS

Francisco N. GODINHO; Sérgio C. COSTA;

176

ABRIGOS LATERAIS PARA PEIXES A JUSANTE DE CENTRAIS HIDROELÉCTRICAS – MODELAÇÃO NUMÉRICA DA DIS- PONIBILIDADE DE HABITAT

Rui ALMEIDA; Isabel BOAVIDA; António PINHEIRO

205

RELAÇÃO DO ESTADO ECOLÓGICO DOS RIOS PORTU- GUESES COM INDICADORES DE ESCOAMENTO E ESCAS- SEZ HIDROLÓGICA

Francisco N. GODINHO, Francisco FREIRE DE CARVALHO, João ALMEIDA, Paulo J. PIN- HEIRO, Sérgio C. COSTA; Fernanda GOMES

225

COLOCAÇÃO DE SUBSTRATOS ARTIFICIAIS EM PASSAGEM PARA PEIXES DO TIPO BACIAS SUCESSIVAS: EFEITOS DA DENSIDADE E DO CAUDAL

José M. SANTOS; Paulo BRANCO; Teresa VISEU; António PINHEIRO; Teresa FERREIRA

229

MODELAÇÃO DOS HABITATS PISCÍCOLAS COM RECURSO A CURVAS DE PREFERÊNCIA DE HABITAT E À LÓGICA FUZZY

Isabel BOAVIDA; José SANTOS; Teresa FERREI- RA; António N. PINHEIRO

244

QUAL O MELHOR REGIME DE ESCOAMENTO EM PAS- SAGENS PARA PEIXES POR BACIAS SUCESSIVAS?

Paulo BRANCO; José M. SANTOS; Teresa VISEU; António N. PINHEIRO; Teresa FERREIRA

246

AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS BARRAGENS NO REGIME HIDROLÓGICO EM PORTUGAL CONTINENTAL USANDO PARÂMETROS HIDROLÓGICOS MAIS RELEVANTES

Fiúza, Fernanda; Oliveira, Rodrigo; Ferreira, M. Teresa

BOAS-VINDAS

35

Dia 7 de Março Tratamento de Águas Residuais 09.00 - 10.45 Auditório VII Moderador: António

Dia 7 de Março

Tratamento de Águas Residuais

09.00 - 10.45

Auditório VII

Moderador: António Sampaio Duarte

 

151

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE AFLUÊNCIAS PLUVIAIS EM ESTAÇÕES DETRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS URBANAS

Catarina SILVA; José Saldanha Matos; Maria João ROSA

203

SISTEMA ECO-EFICIENTE DE GESTÃO DE LAMAS COMO UM NOVO PARADIGMA PARA A GESTÃO DE LAMAS DE ETAR

Cristina COSTA; Ezequiel Hugo CHINA; Filipe Carraco dos REIS; Hugo SABINO

227

ANÁLISE COMPARATIVA DO DESEMPENHO DE ESTAÇÕES DETRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS PARA PEQUENOS AGLOMERADOS

Ana SIMEÃO; Ana F. GALVÃO; António MON- TEIRO; Joaquim FREIRE

239

OBTENÇÃO DAS EFICIÊNCIAS DE TRATAMENTO DA ETAR DA GUIA ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS

João S. SILVA; Catarina C. LOPES; Catarina S. CORREIA; Fátima PAIXÃO; Teresa MARÇAL, VASCO C. ALVES

377

BENEFICIAÇÃO DOTRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS DO SISTEMA DE SANEAMENTO DA COSTA DO ESTORIL

Carlos CUSTÓDIO

388

REMOÇÃO BIOLÓGICA DE NITROGÊNIO PELO PROCESSO DE NITRIFICAÇÃO E DESNITRIFICAÇÃO SIMULTÂNEA EM UMA ESTAÇÃO DETRATAMENTO DE ESGOTO EM LARGA ESCALA

Rodrigo F. BUENO; Roque P. Piveli; Pedro A. Sobrinho; Fábio CAMPOS

412

PERSPETIVA DE EVOLUÇÃO NA APLICAÇÃO DE SISTEMAS DE MONITORIZAÇÃO EM ETAR DESCENTRALIZADAS

ARRIAGA; Carla I.C. PINHEIRO; Helena M. PINHEIRO

Rita RIBEIRO; Maria do Céu ALMEIDA; Tatiana

501

COLETA DE ESCUMA E GORDURA DE DISPOSITIVO DE TRATAMENTO DE ESGOTO DOMÉSTICO PARA EXTRAÇÃO DE ÓLEO E PRODUÇÃO DE BIODIESEL

Fernando P. DIAS; Ana V. P. R. MARTINS; Jack - son Q. MALVEIRA; Ronaldo F. NASCIMENTO; Ronaldo STEFANUTTI

36

BOAS-VINDAS

Dia 7 de Março

Gestão patrimonial de infraestruturas

09.00 - 10.45

Auditório VIII

Moderador: Madalena Moreira

 

187

A

ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DAS ESPECIFICAÇÕES

Mário J. ALMEIDA; Feliciano J. CARVALHO; Luís N. COSTA; Maria C. RIBEIRO; Rui M. CARDANTAS; Rui S. CAETANO

TÉCNICAS DETRABALHOS E MATERIAIS NA ÁGUAS DE

COIMBRA

254

IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO PATRIMONIAL DE IN-

Luís ADÃO; José CEIA; Paulo SAPINHO

FRAESTRUTURAS NOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE

ALMADA

333

A

QUALIDADE DA ÁGUA NOS SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO

Ana POÇAS, Maria S. SILVA, Laura MONTEIRO, José MENAIA, Sérgio T. COELHO

NUM CONTEXTO DE GESTÃO PATRIMONIAL DE IN- FRAESTRUTURAS - GPI

417

COBERTURA DE CUSTOS E O FINANCIAMENTO DA REPOSIÇÃO DAS INFRAESTRUTURAS ENVELHECIDAS EM TEMPO DE CRISE

Patrícia RIBEIRO; António Jorge MONTEIRO; Ana Teresa SILVA; Paulo ROSA

426

GESTÃO PATRIMONIAL DE INFRAESTRUTURAS: DA INVES- TIGAÇÃO A UMA PRÁTICA ESTRUTURANTE DOS SERVIÇOS URBANOS DE ÁGUA

M. Adriana CARDOSO; Sérgio T. COELHO; H. ALEGRE; Maria do Céu ALMEIDA; Dídia I. C. COVAS; Diogo VITORINO; João M. FELICIANO, Rita ALMEIDA

444

CONTRIBUTO DA GPI NA MUDANÇA DO PARADIGMA DO PLANEAMENTO EM ENTIDADES GESTORAS DE SERVIÇOS DE ÁGUA E ÁGUAS RESIDUAIS

João FELICIANO; Rita ALMEIDA; Ana Rita SAN- TOS, Alice GANHÃO; Ana M. FERREIRA

579

Vera Filomena Silva Garcia CHAVES

SISTEMA DE GESTÃO DA INFRA-ESTRUTURA DA REDE DE PONTOS DE ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ILHA DE SANTIAGO

– CABO VERDE

BOAS-VINDAS

37

Dia 7 de Março Gestão de resíduos sólidos 09.00 - 10.45 Sala 0.07 Moderador: Darci

Dia 7 de Março

Gestão de resíduos sólidos

09.00 - 10.45

Sala 0.07

Moderador: Darci Barnech Campani

 

18

MODELO DE RECOLHA SELETIVA DE BIORRESÍDUOS: UTO- PIA OU REALIDADE?

Ana M. GOMES; Ana I. SILVEIRA

82

DIAGNÓSTICO DE GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO MUNICÍPIO DE IGUAPE/SP

Fabiana Alves FIORE; Euzébio Soares dos SANTOS

 

128

PERFIL SOCIOECONÔMICO DOSTRABALHADORES E DIAG- NÓSTICO DA INFRAESTRUTURA DOS PONTOS DE ENTREGA VOLUNTÁRIA DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL, DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP

Fabiana Alves FIORE; Emília Satoshi Miyamaru SEO; Benjamin CAPELLARI; Caio MIRANDA; Loraine Barquero LUBACHEWISKI

309

IMPLEMENTAÇÃO DO PRÍNCIPIO DO POLUIDOR PAGADOR NO SETOR DOS RESÍDUOS. APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ERSAR Nº 1/2013

VIDEIRA; João SILVA; Miguel NUNES; Paula SANTANA

Filomena LOBO; Alexandra COSTA; Cláudia

357

GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS EM EMPRESAS DO SETOR VITIVINÍCOLA

Ana Karine S. TEIXEIRA; Roberto DE GREGORI

384

AVALIAÇÃO DA OPERAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO DE CUIABÁ – MATO GROSSO

Rodrigo ALVES; Luiz Aparecido Pereira ALVES; Simone RAMIRES

427

A

IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO NO SECTOR DOS RESÍDU-

Filomena LOBO; Alexandra COSTA; Cláudia

 

OS

REGULAÇÃO DA QUALIDADE DO SERVIÇO PRESTADO AOS

VIDEIRA; João SILVA; Miguel NUNES; Paula SANTANA

 

A

UTILIZADORES

 

437

ELABORAÇÃO DE UM GUIA METODOLÓGICO DE GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARES

D. COELHO; C. TEIXEIRA; C. MATOS; I. BENTES

10.45 - 11.45

Pausa para Café

38

BOAS-VINDAS

Dia 7 de Março

Protecção e recuperação de ecossistemas

11.15 - 13.00

Auditório VI

Moderador: Pedro Santos Coelho

 

47

AVALIAÇÃO DAS VULNERABILIDADES RADIOLÓGICAS NA BACIA DO RIO MONDEGO E PROTECÇÃO DOS ECOSSISTE- MAS DULÇAQUÍCOLAS

Fernando P. CARVALHO, João M. OLIVEIRA, Margarida MALTA

270

RECUPERAÇÃO DA VEGETAÇÃO RIPÁRIA EM RIOS REGU- LARIZADOS COM RECURSO A CAUDAIS LIBERTADOS PELAS BARRAGENS

Rui P. RIVAES; Patricia M. RODRÍ- GUEZ-GONZÁLEZ; António ALBUQUERQUE; António N. PINHEIRO; Gregory EGGER; Maria T. FERREIRA

280

SINERGIAS ENTRE A POLÍTICA DA ÁGUA E A POLITICA AGRICOLA

Sofia BATISTA; Maria Helena ALVES; Fernanda ROCHA

450

REFERENCIAL DE RESTAURO EM LEITOS INTERVENCIONA- DOS: APLICAÇÃO AO PERÍMETRO DE REGA DO EFMA

Helena BARBOSA; Teresa FERREIRA; Luisa PINTO

452

METODOLOGIA PARA DEFINICÃO E HIERARQUIZAÇÃO DE INTERVENÇÕES DE REABILITAÇÃO FLUVIAL À ESCALA DE UMA REGIÃO HIDROGRÁFICA. APLICAÇÃO À ARH DO CENTRO (RH4)

Rodrigo MAIA; António PINTO; Diana T. FERNANDES; Pedro TEIGA; Rosário BOTELHO; Nuno BRAVO

453

CONSERVAÇÃO DE CHARCOSTEMPORÁRIOS MEDITER- RÂNICOS NA REGIÃO DE IMPLEMENTAÇÃO DO EMPREEN- DIMENTO DE FINS MÚLTIPLOS DE ALQUEVA

M. Isabel VALENTE; Luísa PINTO

529

A UTILIZAÇÃO DO ELEMENTO FITOPLÂNCTON NA AVAL- IAÇÃO DO POTENCIAL ECOLÓGICO DE ALBUFEIRAS DO ALGARVE

Margarida P. REIS; Conceição GAGO; Cristina COSTA; Sandra CAETANO; Maria RODRIGUES; Mª do Rosário COELHO; Eduardo FORJÁN; Carlos VILCHEZ

530

ETAPAS PARA REABILITAR RIOS E RIBEIRAS EM ZONAS EDIFICADAS

Pedro TEIGA; Rodrigo MAIA; Fernando VELO- SO-GOMES

BOAS-VINDAS

39

Dia 7 de Março Tratamento de águas residuais 11.15 - 13.00 Auditório VII Moderador: Paulo

Dia 7 de Março

Tratamento de águas residuais

11.15 - 13.00

Auditório VII

Moderador: Paulo J. Ramísio

 

94

APLICAÇÃO DE ÁCIDO FÓLICO PARA MINIMIZAÇÃO DA PRO- DUÇÃO DE LODO EM PROCESSOS DE LODOS ATIVADOS

Sandra R. A. RAMOS; Viviane F. VELHO; Claudia L. MARTINS; Paulo B. FILHO; Rejane H. R. da COSTA

138

OTIMIZAÇÃO NO CONSUMO ESPECÍFICO DE POLÍMERO UTILIZADO NA DESIDRATAÇÃO DE LAMAS DA ETAR DE ALBUFEIRA POENTE

Sara BARRETO; Noémia BENTO; António MARTINS

152

AVALIAÇÃO DA DIVERSIDADE MICROBIANA POR PCR-DGGE EM REATORES DE LODOS ATIVADOS EM ESCALA DE BAN- CADATRATANDO LIXIVIADO DE ATERRO SANITÁRIO COM ESGOTO SANITÁRIO E SOLUÇÃO DE LACTOSE

Eloisa POZZI; Isabel K. SAKAMOTO; Jurandyr POVINELLI

Fernanda M. FERRAZ; Rafaella CAMPOS;

167

ELIMINAÇÃO TOTAL DE ODORES NA ETAR DA GUIA

João S. SILVA; Catarina C. LOPES; Catarina S. CORREIA; Fátima PAIXÃO; Teresa MARÇAL

251

EFEITO DOTRATAMENTO QUÍMICO (COAGULAÇÃO/FLOC- ULAÇÃO E OXIDAÇÃO) SOBRE A MATÉRIA ORGÂNICA REFRATÁRIA (NÃO BIODEGRADÁVEL) PRESENTE NA ÁGUA RESIDUAL

Julieta E. MEIRINHOS; Francisco L. MIGUEL

318

MITIGAÇÃO DO RISCO AMBIENTAL DA DESCARGA DE EFLU- ENTES HOSPITALARES: CONTRIBUTO PARA A REMOÇÃO DE FÁRMACOS

Mónica S.T.G. PEREIRA; António A.L.S. DUAR- TE; Maria T. Pessoa de AMORIM

349

INFLUÊNCIA DOTEOR DE MATÉRIA ORGÂNICA SOBRE O DESEMPENHO DE UMA ZONA HÚMIDA ARTIFICIAL UTILIZA- DA PARA TRATAR EFLUENTE DE QUEIJARIA PRÉ-TRATADO POR PRECIPITAÇÃO QUÍMICA BÁSICA

Humberto CHAVES , Ana PRAZERES , Teresa BORRALHO

Adelaide ALMEIDA ; Fátima CARVALHO , Sérgio VICENTE , Filipa RUAS , Ana PARDAL ,

389

NITRIFICAÇÃO E DESNITRIFICAÇÃO SIMULTÂNEA EM UM REATOR DE LODO ATIVADO OPERADO EM BATELADAS SEQUENCIAIS COM BIOFILME EM LEITO MÓVEL (SMBBR)

Rodrigo F. BUENO; Roque P. Piveli; Pedro A. Sobrinho; Fábio CAMPOS

405

ANÁLISE DE DISRUPTORES ENDÓCRINOS EM UMA ES- TAÇÃO DETRATAMENTO DE ÁGUA RESIDUAIS NA REGIÃO SUL DO BRASIL

Eduardo Ribeiro LOVATEL; Irajá do Nascimento FILHO

Nathália VIECELI; Eduardo Müller CARDOSO;

40

BOAS-VINDAS

Dia 7 de Março

Gestão de risco nos serviços de águas

11.15 - 13.00

Auditório VIII

Moderador: Rafaela Matos

 

253

IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA ESTAÇÃO DE BOMBEAMENTO DE ÁGUA TRATADA DA UNI- VERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

Matheus W. SAMUEL; Rodrigo T. SCHLOSSER; Darci B. CAMPANI; Paulo R. S. SAMUEL

359

IMPLEMENTAÇÃO DE PSA NAS EMPRESAS CONCES- SIONÁRIAS DO GRUPO AQUAPOR

Cláudia GUERREIRO

381

PLANEAMENTO DA SEGURANÇA NO CICLO DA ÁGUA:

DEMONSTRAÇÃO EM LISBOA

Maria do Céu ALMEIDA, Maria Adriana CARDOSO, Paula VIEIRA, Ana LUÍS, Basílio MARTINS, Vanessa MARTINS, Paula APRISCO, Alexandre RODRIGUES, José MARTINS, Conceição DAVID, Rita ALVES, Maria João TELHADO, Sofia BALTAZAR, Fernando FERNANDES, Lília AZEVEDO

411

EFEITOS DA IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS DE EFICÊNCIA HÍDRICA NOS DIAGRAMAS DE CONSUMO EM EDIFÍCIOS

Armando SILVA-AFONSO, Carla PIMENTEL-RO- DRIGUES

440

METODOLOGIAS E FERRAMENTAS DE APOIO PARA IMPLE- MENTAÇÃO DE PLANOS DE SEGURANÇA DA ÁGUA EM ENTIDADES GESTORAS

HÃO; Ana M. FERREIRA; João COELHO; Ana R. SANTOS

João FELICIANO; Rita ALMEIDA; Alice GAN-

564

UMA NOVA ABORDAGEM PARA A GESTÃO DO RISCO A NÍVEL ESTRATÉGICO PARA ENTIDADES GESTORAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA – O CASE STUDY DA EPAL

Ana LUÍS; Fiona LICKORISH; Simon POLLARD

565

ADAPTAÇÃO ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS – UM CONTRIB- UTO PARA O AUMENTO DA RESILIÊNCIA DA EPAL

Paula APRISCO; Alexandre RODRIGUES; Basílio MARTINS

Ana LUÍS; Vanessa MARTINS; Lília AZEVEDO;

567

Nuno A. REIS; Francisco F. SERRANITO

INSPEÇÕES UMA FERRAMENTA DE GESTÃO DO RISCO

BOAS-VINDAS

41

Dia 7 de Março Tratamento e valorização de resíduos sólidos 11.15 - 13.00 Sala 0.07

Dia 7 de Março

Tratamento e valorização de resíduos sólidos

11.15 - 13.00

Sala 0.07

Moderador: Mário Russo

 

23

GESTÃO DOS RESÍDUOS

DE APARAS DE BORRACHAS

 

GERADOS NA FABRICAÇÃO DAS SANDÁLIAS HAVAIANAS

Fatima MOROSINE, Leure de Amaral ROLIM, Bruno Coriolano de Moraes RAMALHO

109

A

RECICLAGEM DE PLÁSTICO DE VIDA CURTA, O POLIE-

Messias dos Santos MACHADO; William Hiroyuki Naruto OSUKA; Maria das Graças da Silva VALENZUELA; Denise Croce Romano ESPINOSA. Jorge TENORIO; Francisco Rolando VALENZUELA-DIAZ; Hélio WIEBECK

STIRENO, COMO MATRIZ DE NANOCOMPÓSITO

352

IMPLANTAÇÃO DE UNIDADE DETRATAMENTOTÉRMICO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS, COM APROVEITAMENTO ENERGÉTICO – METODOLOGIA PARA SELEÇÃO DE ÁREAS

Afonso H. M. SANTOS ; Maíra DZEDZEJ ; Bárbara K. FLAUZINO

372

ESTUDO DA VIABILIDADE DE REUTILIZAÇÃO DA ESCÓRIA DE ACIARIA VISANDO EMPREGO EM PAVIMENTAÇÃO

Kíssyla Á. COSTA; Marcelo de M. REIS; Antônio Carlos R. GUIMARÃES

392

DIGESTÃO ANAERÓBIA DA FRACÇÃO BIODEGRADÁVEL DE RESÍDUOS URBANOS DE RECOLHA INDIFERENCIADA:

João RITA; Sérgio PIRES

INDICADORES DE CONTROLO E DESEMPENHO

443

PRODUÇÃO DE PISO INTERTRAVADO DE CONCRETO UTILI- ZANDO RESÍDUO DE ESTAÇÃO DETRATAMENTO DE ÁGUA

Flávio C. ARAÚJO ; Paulo S. SCALIZE

484

AVALIAÇÃO DA GESTÃO DO ÓLEO LUBRIFICANTE USADO

Barbbara da S. ROCHA; Paulo S. SCALIZE; Poliana N. ARRUDA; Karla A. S. CRUVINEL

E

SUA EMBALAGEM EM POSTOS DE COMBUSTÍVEIS DO

MUNICÍPIO DETEREZÓPOLIS DE GOIÁS – GO, BRASIL

 

515

ÓLEO E GORDURA RESIDUAL DE FRITURA: PROPRIEDADES FÍSICOQUIMÍCAS E SUA UTILIZAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE

BIODIESEL

Fernando P. DIAS; Ana V. P. R. MARTINS; Jack - son Q. MALVEIRA; Ronaldo F. NASCIMENTO; Ronaldo STEFANUTTI

13.00 - 14.15

Almoço

42

BOAS-VINDAS

Dia 7 de Março

14:15 - 16:15

Auditório VIII

Mesa Redonda: Água, ordenamento do território e Zonas Costeiras: Que futuro queremos?

Moderadora:

Conceição Cunha, UC

Intervenientes:

Gabriela Moniz, APA Carlos Coelho, U. Aveiro Duarte Figueiredo, Sociedade Polis Litoral Norte João Carlos Marques, U.Coimbra

Comentador:

Teresa Fidélis, UA Filipe Duarte Santos, UL/FC

Mesa Redonda: Resíduos: Que futuro queremos?

Moderador: Mário Russo, IP Viana do Castelo

Intervenientes:

João Pedro Rodrigues, EGF Luiz Moraes, UFBA, Brasil Domingos Saraiva, EGSRA Carlos Garcêz, SUMA-Grupo Mota-Engil

16.15 - 16.45

Pausa para Café

BOAS-VINDAS

43

Dia 7 de Março Qualidade das águas superficiais 16.45 - 18.30 Auditório VI Moderador: Rui

Dia 7 de Março

Qualidade das águas superficiais

16.45 - 18.30

Auditório VI

Moderador: Rui Cortes

 

11

ENTEROPARASITAS EM DUAS COMUNIDADES QUILOMBO- LAS NO MUNICÍPIO DE CAIRU-BAHIA-BRASIL E SUA RELAÇÃO COM AS CONDIÇÕES SANITÁRIAS

Gabriel Muricy CUNHA ; Luiz Roberto Santos MORAES; Artur Gomes DIAS-LIMA; Paulo Sérgio de Morais da Silveira MATTOS; Daniel Augusto FREDIANI

46

MONITORIZAÇÃO DAS BACIAS HÍDRICAS DO CENTRO DO PAÍS E RESÍDUOS DAS MINAS DE URÂNIO ABANDONADAS

Fernando P. CARVALHO, João M. OLIVEIRA, M. MALTA

192

RECREAÇÃO ETURISMO EM RESERVATÓRIOS: A QUALI- DADE DA ÁGUA EM PRAIAS DE UMA PEQUENA CIDADE BRASILEIRA

Danielli C. GRANADO

214

AVALIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA QUALIDADE DAS ÁGUAS SUPERFICIAIS DA MICROBACIA DO CÓRREGO ALEGRIA (UBERABA/MG) E SUAS RELAÇÕES COM OS MEIOS FÍSICO E ANTRÓPICO

Maurício F. GUIMARÃES; Eduardo V. SPERLING

256

ANÁLISE DA IMPORTÂNCIA DE ETARS, REDE HÍDRICA E AQUÍFEROS COSTEIROS ENQUANTO FONTES DE NU- TRIENTES PARA A LAGOA COSTEIRA DA RIA FORMOSA, UMA ABORDAGEM COMBINANDO DADOS E MODELAÇÃO NUMÉRICA

João Pedro NUNES

275

AVALIAÇÃO DE IMPACTOS DE ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E SOCIOECONÓMICAS EM ALBUFEIRAS DE USOS MÚLTI- PLOS: UMA ABORDAGEM DE MODELAÇÃO PARA A ALBU- FEIRA DE VALE DO GAIO, ALENTEJO

Rita JACINTO; João Pedro NUNES; Juliana SANTOS

278

APLICAÇÃO DA (NOVA) DIRETIVA, DIRECTIVA 2006/7/CE, DE 15 DE FEVEREIRO, RELATIVA À GESTÃO DAS ÁGUAS BALNEARES, O CASO DE PORTUGAL

Leonor FREITAS ; Maria Helena ALVES

404

IMPACTE DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NA QUALIDADE DA ÁGUA DE UMA ALBUFEIRA

Sofia S. GUERREIRO; Manuel T. ALMEIDA; Pedro S. COELHO

490

ASCENSOR PARA PEIXES DETOUVEDO: PADRÕES DE UTI- LIZAÇÃO PISCÍCOLA E EFICÁCIA

José M. SANTOS; João PÁDUA; João M. OLIVEIRA; Rui RAVIES; Raul CABRAL; Teresa FERREIRA; António L. MARINHO

44

BOAS-VINDAS

Dia 7 de Março

Tratamento de Águas Residuais

16.45 - 18.30

Auditório VII

Moderador: José Saldanha Matos

 

79

UM NOVO REATOR PARATRATAMENTO DE ESGOTOS

Cícero O. de ANDRADE NETO ; Weliton F. BEZERRA FILHO; Raulyson F. de ARAÚJO

184

TRATAMENTO DE EFLUENTES DA INDÚSTRIA DE CON- SERVAS DE PEIXE POR COAGULAÇÃO-FLOCULAÇÃO COM DIFERENTES COAGULANTES

Raquel O. CRISTÓVÃO (1); Cidália M. BOTEL- HO (2); Ramiro J.E. MARTINS (3); José M. LOUREIRO (4); Rui A.R. BOAVENTURA

199

PÓS-TRATAMENTO DE ESGOTO EM MEMBRANAS PARA PRODUÇÃO DE ÁGUA DE REÚSO INDUSTRIAL

Layane Priscila de Azevedo SILVA ; Cícero Onofre de Andrade NETO ; Larissa Caroline Saraiva FERREIRA ; Marcos André Capitulino de Barros FILHO

231

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE UMA CÉLULA DE COM- BUSTÍVEL MICROBIANA EM SEDIMENTOS DE SISTEMAS AQUÁTICOS EUTROFIZADOS

Gilberto Martins; Luciana Peixoto; Pedro Tavares; Ana C. Rodrigues; António G. Brito

257

ASSOCIAÇÃO DASTÉCNICAS DE ELETROFLOCULAÇÃO E OSMOSE INVERSA NOTRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS OLEOSAS

Leonardo F. SILVA; Patrícia B. XIMANGO; Alex- andre A. CERQUEIRA; Mônica R. C. MARQUES; Fábio MERÇON

350

REMOÇÃO DE NITRATO POR RECURSO A FITOREMEDIAÇÃO EM ZONA HÚMIDA ARTIFICIAL PLANTADA COM ARROZ (ORYZA SATIVA)

Carlos RIBEIRO ;Ivone CASTANHEIRA ; Sérgio VICENTE

Adelaide ALMEIDA ; M.José IMAGINÁRIO ;

439

TRATAMENTO DE EXCEDENTES DE SISTEMAS DE ÁGUAS RESIDUAIS ATRAVÉS DE ZONAS HÚMIDAS CONSTRUIDAS – ESTUDO DE UMA ESTAÇÃO PILOTO NA ETAR DE FRIELAS

Joana PISOEIRO; Ana GALVAO; Filipa FERREI- RA; José S. MATOS; Paulo INOCÊNCIO

464

CONTRIBUIÇÃO DA MODELAÇÃO MATEMÁTICA PARA APO- IO À GESTÃO DE SISTEMAS COMPLEXOS DETRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS

Rita MATOS; Filipa FERREIRA; João SANTOS SILVA; José SALDANHA MATOS

BOAS-VINDAS

45

Dia 7 de Março Qualidade das Águas Subterrâneas 16.45 - 18.30 Auditório VIII Moderador: Luís

Dia 7 de Março

Qualidade das Águas Subterrâneas

16.45 - 18.30

Auditório VIII

Moderador: Luís Ribeiro

 

5

INTERPRETAÇÃO ISOTÓPICA (D 18 O E D 2 H) DAS ÁGUAS DA VÁRZEA DA NAZARÉ

Carla P.C. CAROÇA

7

ÁGUAS NO CASAL DE AREIA (VÁRZEA DA NAZARÉ)

Carla P.C. CAROÇA

193

VARIAÇÃO DA FAUNA DE ÁGUA SUBTERRÂNEA AO LONGO DE UM GRADIENTE DE RISCO DE SALINIZAÇÃO NUM AQUÍFERO COSTEIRO

Maryam SHAPOURI; Luis CANCELA DA FONSECA; Sanda IEPURE; Tibor STIGTER; Luis RIBEIRO; Ana SILVA

290

ECONOMETRIA DETECNOLOGIA SOCIAL PARA O SEMIÁRI- DO: HIDROPONIA COM REUSO DE REJEITO HIPERSALINO DOS DESSALINIZADORES DE POÇOS ARTESIANOS

Nikolle Nebl Jardim ARAVANIS; Ênio Farias de França SILVA; Arthur JACOBI; Debora PEDROSA; Soraya Giovanetti EL-DEIR

345

EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA E CONTAMINAÇÃO DE AQUÍFEROS POR NITRATO NO ÂMBITO DA CONFEDERAÇÃO HIDROGRÁ- FICA DO JÚCAR, ESPANHA – ANÁLISE E AVALIAÇÃO

David J. FERREIRA , José. A. ALMEIDA , Manu- ela SIMÕES, Miguel A. PÉREZ-MARTÍN

46

BOAS-VINDAS

361

CARACTERIZAÇÃO HIDROGEOQUÍMICA E ISOTÓPICA DA NASCENTE DE MONTOURO (CANTANHEDE, PORTUGAL) - CONTRIBUIÇÃO PARA O MODELO HIDROGEOLÓGICO CONCEPTUAL

Carla G. CORREIA; José Manuel AZEVEDO; Nelson V. RODRIGUES; Fernando P. O. FIGUE - IREDO

414

CONTRIBUTO PARA A IDENTIFICAÇÃO DOS PROCESSOS RESPONSÁVEIS PELA COMPOSIÇÃO DAS ÁGUASTERMAIS DA REGIÃO DE LISBOA

A. POLICARPO; R. MARRERO-DIAZ; M.R. CARVALHO; J.M. CARVALHO

487

AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE E RISCO À CONTAMI- NAÇÃO NO MACIÇO CALCÁRIO ESTREMENHO

J. OLIVEIRA; M.T. CONDESSO DE MELO; D. FIGUEIREDO; N. ABRANTES; F. MIGUÉNS; L. RIBEIRO; R. PEREIRA

540

ESTUDO DA HIDROQUÍMICA DO AQUÍFERO URABÁ, COLÔMBIA UTLIZANDO ANÁLISE DE COMPONENTES PRINCIPAIS

Pedro VILLEGAS , Vanessa PAREDES, Teresita BETANCUR , Luís RIBEIRO

BOAS-VINDAS

47

Dia 7 de Março Gestão de zonas costeiras e projecto de obras marítimas 16.45 -

Dia 7 de Março

Gestão de zonas costeiras e projecto de obras marítimas

16.45 - 18.30

Sala 0.07

Moderador: Francisco Taveira Pinto

 

30

ESTUDO DA ALTERAÇÃO PAISAGÍSTICA DO RIO GUAMÁ NA REGIÃO DE OURÉM NORDESTE DO ESTADO DO PARÁ

Rafaella de S. MENEZES; Vívian E. S. ARAÚJO; Maurício da S. BORGES

133

INFLUÊNCIA DOS FORÇAMENTOS NA CIRCULAÇÃO E NO

A

TRANSPORTE NA RIA FORMOSA

João FABIÃO; Marta RODRIGUES; José JACOB; Alexandra CRAVO, Sara CARDEIRA;

André FORTUNATO; Alberto AZEVEDO; Nicolas BRUNEAU

208

METODOLOGIAS DE INTERVENÇÃO EM ZONAS COSTEIRAS, COM PREOCUPAÇÕES DE VALORIZAÇÃO E SUSTENTABIL-

José S. ANTUNES DO CARMO

IDADE

292

A

LINHA DE COSTA DE BUARCOS (FIGUEIRA DA FOZ) A S.

PEDRO DE MOELTRES ANOS APÓS A CONCLUSÃO DO PRO- LONGAMENTO DO MOLHE NORTE DO RIO MONDEGO

José NUNES ANDRÉ; Maria de Fátima Neves CORDEIRO

238

CONSIDERAÇÕES SOBRE O DIMENSIONAMENTO DOS BLO- COS DA RISBERMA EM QUEBRAMARES DE TALUDES

Francisco Taveira PINTO

479

AVALIAÇÃO DO RISCO ASSOCIADO A MOVIMENTOS VERTIC- AIS DE UM NAVIO EM MANOBRA NO PORTO DA PRAIA DA

C.J.E.M. FORTES; POSEIRO P.; SANTOS. J. A.; PINHEIRO L.; REIS M.T.; ÂNGELO, J.

VITÓRIA

566

RECIFE ARTIFICIAL DE AMPLIFICAÇÃO DAS ONDAS DE

VENTO

Luiz G.M. AGUIAR; Paulo C. C. ROSMAN; Conceição J. E. M. FORTES

MODELAÇÃO NUMÉRICA E FÍSICA

584

A.S VIEIRA; C.J.E.M FORTES; G. F MACIEL

MONITORAMENTO DE ONDAS GERADAS POR VENTOS EM RECINTOS FECHADOS UTILIZANDO O MODELO NUMÉRICO SWAN E SENSOR DE PRESSÃO

48

BOAS-VINDAS

18.30

- 19.30

Sessão de Encerramento

20.00

- 23.00

Jantar de Encerramento

Sábado, dia 8 de março

Visitas Técnicas

Aqueduto das Águas Livres

ETAR de Alcântara e da Guia

Valorsul

APRESENTAÇÕES ORAIS

Os elementos audiovisuais deverão ser entregues com antecedência no Secretariado do Encontro, de preferência no dia anterior à apresentação ou, no máximo, 2 horas antes do início da Sessão Técnica.

Os autores das apresentações orais deverão comparecer na sala da respectiva sessão técnica com uma antecedência de 15 minutos, para permitir um planeamento adequado das sessões.

A duração de cada apresentação oral das sessões dos temas gerais será de 10 minutos, a que acresce 5 minutos para perguntas e respostas.

BOAS-VINDAS

49

Posters Governância e planeamento de recursos hídricos 3 GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS NO PAÚL DA

Posters

Governância e planeamento de recursos hídricos

3

GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS NO PAÚL DA CELA

C.P.C. Caroça

74

ANÁLISE DE INTERVENÇÕES ANTRÓPICAS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO BOCAINA – MINAS GERAIS/ BRASIL PARA FINS DE ZONEAMENTO AMBIENTAL

Tereza Cristina de F. K. PEREIRA; Eduardo G.COLLARES; Reinaldo LORANDI

84

O

PAPEL DO ENTE REGULADOR E MECANISMOS PARA

Ciro Loureiro ROCHA; Ricardo MARTINS; Thiago Ferreira da SILVA; Arthur MAY

AVALIAÇÃO E CONTROLE DA IMPLEMENTAÇAO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO (PMSB) EM SANTA

CATARINA

 

168

AS INUNDAÇÕES DE 25 DE NOVEMBRO DE 1967 NA REGIÃO DE LISBOA: UM CONTRIBUTO SOBRE O PROCESSO DE GESTÃO DA CRISE

Francisco da Silva Costa, Cardina, Miguel

284

O

PANTANAL BRASILEIRO: MARCOS REGULATÓRIOS QUE

DESREGULAM O FUNCIONAMENTO DO BIOMA EM BENEFI- CIO DO AGRONEGÓCIO

S.C. SOUZA; C.T.J.H. IRIGARAY; A. J.M. LOGA- REZZI; C.M. OLIVEIRA; P. L. COLENCI

295

RESERVATÓRIOS EM REGIÕESTROPICAIS: REFLEXÕES SOBRE O POTENCIAL PARATURISMO, LAZER E SAÚDE

Luiz Rogério ROMERO; Danielli Cristina GRANADO

299

ALOCAÇÃO DE ÁGUA EM CONTEXTOS DE ESCASSEZ HÍDRI- CA – DESAFIOS, RISCOS E PROCESSOS DE ADAPTAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO

Marcilio Caetano de OLIVEIRA; Francisco de Assis SOUZA FILHO; Daniele Costa da SILVA

50

BOAS-VINDAS

346

O PAPEL DO SERVIÇO DE PROTEÇÃO DA NATUREZA E AMBI- ENTE (SEPNA) NO PLANEAMENTO E NO ORDENAMENTO DO DOMÍNIO PÚBLICO HÍDRICO – O CASO DOS HIDROCON- FLITOS NA BACIA DO CÁVADO

João Carlos Moreira LUÍS; Francisco da Silva COSTA; António Avelino Batista VIEIRA

74

GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO SEMIÁRIDO DE PERNAMBUCO ATRAVÉS DA REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA RESIDUÁRIA DE ESGOTO DOMÉSTICO E AVALIAÇÃO DA QUALIDADE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO

A.A.A. MONTENEGRO; A.V.M. SILVEIRA; A. G. MAGALHÃES

84

GOVERNAÇÃO E CONFLITOS NA GESTÃO DA ÁGUA

Cláudia, VERÍSSIMO; Manuela SIMÕES

168

SABE QUANTO PAGA PELA ÁGUA?

H.

MONTEIRO; C. ROSETA-PALMA;

R.

MARTINS

Estudos hidrológicos e hidráulicos

64

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE IHA PARA MONITORAMENTO DE PULSOS DE INUNDAÇÃO EM ECOSSISTEMAS RIBEIRIN- HOS

Michele Benetti LEITE; Rafael Cabral CRUZ; Adriano Taschetto ANTOLINI; Rafael RO- DRIGUES; Luiz Fernando GODOI

69

ESTUDO HIDRÁULICO DOS ORIFÍCIOS DOS FLOCULADORES DE BANDEJAS PERFURADAS SUPERPOSTAS DE ESTAÇÕES DETRATAMENTO DE ÁGUA

Marcos R. VIANNA, Lucas Vassale de CASTRO

99

ENQUADRAMENTO HIDROLÓGICO DO RIO CUNENE/AN- GOLA

Moises LEMOS; Alexandre SCHMIDT; Ricardo DALBOSCO; Helena PEIXOTO; Donzilia BATIS- TA; Ana Lia QUAGGIO

101

ENQUADRAMENTO HIDROLÓGICO DO RIO CUBANGO/ ANGOLA

Moisés de LEMOS; Alexandre SCHMIDT; Ricardo DALBOSCO; Helena PEIXOTO; Donzília BATISTA; Ana Lia QUAGGIO

323

IMPACTO DOS USOS DO SOLO NA REGULAÇÃO HI- DROLÓGICA: O MODELO INVEST NA GESTÃO DE SERVIÇOS DE ECOSSISTEMA

Zara TEIXEIRA; Ana Carla GARCIA; João C. MARQUES

BOAS-VINDAS

51

326 CONTRIBUIÇÃO PARA O CONHECIMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS DA FREGUESIA DE CREIXOMIL NO CONCELHO

326

CONTRIBUIÇÃO PARA O CONHECIMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS DA FREGUESIA DE CREIXOMIL NO CONCELHO DE BARCELOS

Paula S. MARTINS ENES; Luís M. FERREIRA GOMES; Luís ANDRADE PAIS

329

IMPACTO DOS USOS DO SOLO NA REGULAÇÃO HI- DROLÓGICA: O MODELO INVEST NA GESTÃO DE SERVIÇOS DE ECOSSISTEMA

BARREIRAS, Nuno; OLIVEIRA, Joana; PUL- QUÉRIO, Mário; NASCIMENTO, João; PAZ, Catarina; RIBEIRO, Luís

396

À

DESCOBERTA DAS ÁGUAS INVISÍVEIS

Luis RIBEIRO; M. Teresa Condesso de MELO; Joana OLIVEIRA; Alda PAIS, Anca CIURTU; Ana Catarina LOPES; Anna GOLL; Diogo COSTA; Fernando LOUREIRO; Maria DIAS

406

CARACTERIZAÇÃO MORFOMÉTRICA DA BACIA HIDROGRÁ- FICA DO RIOTEGA, CAXIAS DO SUL, SUL DO BRASIL

Nathália VIECELI; Taison Anderson BORTOLIN; Ludmilson Abritta MENDES; Gisele BACARIM; Gisele CEMIN; Vania Elisabete SCHNEIDER

455

QUANTIFICAÇÃO DE ALTERAÇÕES NA PRODUÇÃO HÍDRICA

 

DE SEDIMENTOS NAS ÁREAS DE UM PROJETO DE NEU- TRALIZAÇÃO DE CARBONO

E

Afonso H. M. SANTOS ; Bárbara K. FLAUZINO ; Thiago R. BATISTA ; Maíra DZEDZEJ

472

ABORDAGEM INTEGRADA DA MEDIÇÃO DE CAUDAL PARA APOIO A UMA GESTÃO EFICIENTE DOS RECURSOS HÍDRICOS

F.

BRAGA; M.FERNANDES; V. ROCHA

475

UMA PERSPETIVA INOVADORA NA AVALIAÇÃO DO DESEM- PENHO DOS EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO DE CAUDAL

F.

BRAGA; M.FERNANDES; V. ROCHA

524

ANÁLISE DA CARACTERIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE SED- IMENTOS NO CÓRREGO CONTENDAS, EM ITABIRA (MG)/ BRASIL

Anna Paula SARTORI; James Lacerda MAIA; Giselle de Paula Queiroz CUNHA; Roberto Cézar de Almeida MONTE-MOR; Andreiva Lauren Vital do CARMO; Anderson de Assis MORAIS

547

ESTUDO DO ESCOAMENTO SUPERFICIAL E SUA COR- RELAÇÃO COM A GERAÇÃO DE SEDIMENTOS EM BACIAS HIDROGRÁFICAS: ESTUDO DE CASO DA SUB-BACIA DO RIO PIRACICABA – ITABIRA (MG)/BRASIL

Aline Copque Fialho do BONFIM; Pedro Hen- rique Rodrigues PEREIRA; Eliane Maria VIEIRA; Giselle de Paula Queiroz CUNHA; James Lacer- da MAIA; Letícia de Souza PERDIGÃO

52

BOAS-VINDAS

Qualidade da água e ecossistemas

43

AVALIAÇÃO DA TOXICIDADE AQUÁTICA DA FRAÇÃO DO SOLÚVEL DO BIODIESEL DE ÓLEO DE COCO DE BABAÇU

Lays Camila de SOUSA; Christiane Pereira RO- CHA; Elisiane Dantas ROCHA; Aladir Horácio do SANTOS; Dênio Garcia Silva de OLIVEIRA

177

ESPÉCIES BIOINDICADORAS PARA USO NA ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL NA GESTÃO E MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA LIMNÉTICAS

Elisângela da Silva GUIMARÃES; Soraya Giovanetti EL-DEIR

134

DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE UMA MI- CROBACIA URBANA NA REGIÃO PANTANEIRA DE MATO GROSSO, BRASIL

Rossean, GOLIN; Paulo, GOMES-SILVA; Suzy, LIMA; Eduardo, MORAIS; Eliana, DORES; Zoraidy, LIMA; Fernanda Silveira Carvalho de SOUZA

206

BALNEABILIDADE E USOTURÍSTICO EM PRAIAS FLUVIAIS COMO FORMA DE LAZER PARA A POPULAÇÃO LOCAL NO INTERIOR DO BRASIL

Gabriela Marcantonio DIAS; Danielli Cristina Granado ROMERO

217

M.

I. PINTO; C. MICAELO; C. VALE; G. SON-

 

MACROALGAS COMO BIOINDICADORES DE POLUIÇÃO POR PESTICIDAS

TAG; J. P. NORONHA

221

CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE BALNEÁRIOS EM UMA CI- DADE DO INTERIOR BRASILEIRO

Roberta Dias de Moraes Ribeiro RIBEIRO; Danielli Cristina ROMERO GRANADO

236

QUALIDADE DA ÁGUA SUBTERRÂNEA UTILIZADA EM ÁREA DE INFLUÊNCIA DO CEMITÉRIO DO CAMPO SANTO EM SALVADOR, BAHIA, BRASIL

Aline Gomes da Silva dos SANTOS; Luiz Rober- to Santos MORAES

249

CARACTERIZAÇÃO DE CONTAMINAÇÃO ANTRÓPICA, POR PRODUTOS FARMACÊUTICOS E DE PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL, NOS RIOS ATUBA E BELÉM, CURITIBA, PARANÁ, BRASIL

Alinne MIZUKAWA; Rodrigo A. OSAWA; Rafael

D.

KRAMER; Alessandra H. IDE; Júlio C.R. de

AZEVEDO

277

Maria João MENDO; Maria Helena ALVES

BALANÇO DA IMPLEMENTAÇÃO DA DIRECTIVA DAS ÁGUAS PISCÍCOLAS, DIRETIVA 2006/44/CE, DE 6 DE SETEMBRO DE 2006, EM PORTUGAL

BOAS-VINDAS

53

403 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA E DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS HABITATS AO LONGO

403

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA E DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS HABITATS AO LONGO DO RIO DE PEIXE, ITABIRA - MG

Ana Carolina de Oliveira PINTO; Giselle de Paula Queiroz CUNHA; James Lacerda MAIA; Andreiva Lauren Vital CARMO; Thais Silva SANTOS; Anderson de Assis MORAIS

481

ESTRATÉGIA DE MONITORIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS NA ÁGUA: AMOSTRAGEM PASSIVA PARA UMA MELHOR AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS

Paula VIANA; M.H. ALVES; L. MEISEL; A. PENA

482

ESTUDO QUALITATIVO DOS RECURSOS HÍDRICOS: ESTUDO DE CASO DA BACIA DO RIO DO PEIXE – ITABIRA (MG)/ BRASIL

Andreiva Lauren Vital do CARMO; Ana Carolina de Oliveira PINTO; Giselle de Paula Queiroz CUNHA; Eliane Maria VIEIRA; James Lacerda MAIA; Thais Silva SANTOS

483

AVALIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO RIO DO PEIXE E RIBEIRÃO CANDIDÓPOLIS – ITABIRA (MG)/BRASIL

Ana Carolina de Oliveira PINTO; Gabriela Cristina LIPRA; Giselle de Paula Queiroz CUNHA; James Lacerda MAIA; Andreiva Lauren Vital do CARMO, Thais Silva SANTOS; Normanda Santos NASCI- MENTO

503

VARIABILIDADE EM PARÂMETROS HIDRODINÂMICOS E FÍSICO-QUÍMICOS EM POÇOS DE MONITORAMENTO NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, RS, BRASIL

Thiago BOENO; José Luiz SILVÉRIO da Silva

516

APLICACAO DETECNICAS MINERALOGICAS A IDENTIFICA- CAO DE ESTRUTURAS CRISTALINAS NAO ORGANICAS

Jose Silverio da SILVA; Yamil SALOMON; Romu- lo AITA, Andrea NUMMER

542

CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUB- TERRÂNEAS DA REGIÃO NORTE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO / BRASIL

Zélia Maria Peixoto CHRISPIM; Maria da Glória ALVES; Maria Teresa Condesso de MELO; Gerson Cardoso da SILVA JR; Cláudio Limeira MELLO

577

DISEÑOY EMPLEO DETECNOSOLES “A LA CARTA” PARA LA RECUPERACIÓNE DE LA CALIDAD DEL AGUA

Darío BOLAÑOS-GUERRÓN; Ramón VERDE-VILANOVA; Felipe MACÍAS-GARCÍA; Felipe MACÍAS

54

BOAS-VINDAS

Zonas costeiras

395

GOVERNÂNCIA DO RECURSO ONDA E SUSTENTABILIDADE NO PLANEAMENTO DA ZONA COSTEIRA PROJETO VALUE OF WAVES AND OCEAN CULTURE

Filipa Moura FERRO; Paulo Duarte RA- POSEIRO; Lia VASCONCELOS; Susana Ferreira SILVA; Rita MARTELEIRA; José Carlos FERREIRA

507

TÉCNICAS DE BIOENGENHARIA NA PREVENÇÃO DE RISCO NA ZONA COSTEIRA

Carla R. ANTUNES; Paulo F. RIBEIRO; Sara FERNANDES

525

CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DOS SEDIMENTOS DO ESTUÁRIO DO RIO CÁVADO

Júlio César O. LOPES; Virgílio PEIXOTO; Marina LEITÃO; Yolanda AFONSO; Sérgio PEREIRA

533

CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DOS SEDIMENTOS DO ESTUÁRIO DO RIO LIMA

Júlio César O. LOPES; Virgílio PEIXOTO; Diana FARIA; Elodie SANTOS; Paulo RODRIGUES

Abastecimento e tratamento de água

2

USO SUSTENTÁVEL DA ÁGUA: CERTIFICAÇÃO HÍDRICA EM EDIFÍCIOS: ALGUMAS ACÇÕES CONDUCENTES À DIMINUIÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA NUM EDIFÍCIO COLETIVO

Filipa PARAÍSO; Pedro TAVARES; Ezequiel Hugo A. CHINA; Rita F. DE CARVALHO

10

LIMITAÇÕES À UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚ- BLICOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM LOCALIDADES RURAIS: ESTUDO A PARTIR DE QUATROTIPOS DE PRESTA- DORES NO ESTADO DA BAHIA, BRASIL

Aldair Dias SAMPAIO; Luiz Roberto Santos MORAES

13

FATORES DE RISCOS E DE VULNERABILIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO: ESTUDO COM O USO DO MÉTODO DELPHI

Luis Henrique Batista GOIS; Aline Coelho Nogueira NOGUEIRA; Luiz Roberto Santos MORAES

19

ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DA FORMAÇÃO DE SUB- PRODUTOS ORGÂNICOS HALOGENADOS NOTRATAMENTO DE ÁGUAS CONTENDO MATÉRIA ORGÂNICA DISSOLVIDA

Angela Di Bernardo DANTAS; José Guilherme

Pascoal SOUZA;

Cristina F. Rosa PASCHOALA-

TO; Luiz Di BERNARDO

BOAS-VINDAS

55

20 DIAGNÓSTICO DAS PRÁTICAS RELACIONADS À CAPTAÇÃO Maria Auxiliadora F. SANTOS;Jackeline L. A. SANTOS; Nayara

20

DIAGNÓSTICO DAS PRÁTICAS RELACIONADS À CAPTAÇÃO

Maria Auxiliadora F. SANTOS;Jackeline L. A. SANTOS; Nayara dos S. OLIVEIRA

E

MANEJO DA ÁGUA DE CHUVA NO SEMIÁRIDO BRASILE-

IRO

38

INFLUÊNCIA DE PH NA CAPACIDADE ADSORTIVA DE DI- URON EM CARVÃO ATIVADO GRANULAR

Vanessa Da Costa GOMES; Bruno Moreira SILVA; Reinaldo Jr PISANI; Cristina Filomêna Pereira Rosa PASCHOALATO; Marcia Maisa De Freitas AFONSO

45

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE ÁGUA EM CONJUNTOS HABITACIONAIS VERTICAIS ESTUDO DE CASO EM CONJUNTOS HABITACIONAIS POPU- LARES NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

Ana Paula SILVEIRA; Felipe M. da SILVA NETO; Marco Antonio OLIVEIRA; Mauricio S. ROSARIO

89

UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE A INFLUÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS DA ÁGUA NA UTI- LIZAÇÃO FINAL DE ÁGUA EM HABITAÇÕES

C. MATOS, C.A. TEIXEIRA, I. Bentes, J. VARAJÃO

110

DESSALINIZAÇÃO DE ÁGUAS SALOBRAS E SALINAS

Ariovaldo NUVOLARI , Wladimir FIRSOFF, Ana Paula Pereira da SILVEIRA, Francisco Tadeu DEGASPERI

O

ESTUDO DO BINÔMIO VÁCUO –TEMPERATURA EM EN-

SAIOS DE POR MEIO DE DESTILAÇÃOTÉRMICA

132

REMOÇÃO DO 2,4-D EM AMOSTRAS DE ÁGUAS ATRAVÉS

Edumar Ramos Cabral COELHO; Andréia do ROZÁRIO

DA ADSORÇÃO EM LEITOS FIXOS DE CAG COM O SISTEMA

 

RSSCT

181

SISTEMA DE PASTEURIZAÇÃO SOLAR DA ÁGUA PARA CON- SUMO HUMANOS EM COMUNIDADES CARENTES E RURAIS

Danielle G RODRIGUES; José E. S. PATER- NIANI; Geraldo G. D. NETO; Agmon Moreira ROCHA

185

DESAFIOS DA OBRA DE SETORIZAÇÃO NO COMBATE A PERDAS DE ÁGUA, NO BAIRRO SALGADO, MUNICÍPIO DE CARUARU, ESTADO DE PERNAMBUCO

George Henrique Pereira RAMOS

188

COMBATE A PERDAS DE ÁGUA COMO MECANISMO DE MELHORIA DO ABASTECIMENTO DE ÁREAS RURAIS

George Henrique Pereira RAMOS; Nyadja Menezes RODRIGUES

189

ANÁLISE COMPARATIVA DASTÉCNICAS CONSTRUTIVAS

 

E OPERACIONAIS DE CONDUTOS LIVRE E FORÇADO NA

LOCALIDADE DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE AGRESTE

PERNAMBUCANO

Nyadja Menezes RODRIGUES, George Hen- rique Pereira RAMOS

56

BOAS-VINDAS

190

PROGRAMA UM MILHÃO DE CISTERNAS NO SEMIÁRIDO BAIANO: DISCUTINDO RESULTADOS

Patrícia Campos BORJA; Tarssio Brito BARRE- TO; Luis Roberto Santos MORAES

204

QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA O CONSUMO HUMANO EM UMA ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL SITUADA NO MUNICÍPIO DE PRINCESA ISABEL/PB

Maria Auxiliadora Freitas dos SANTOS; Marco Antonio A. LLARENA; Francisca Adriana Fernandes de SOUZA; Maria Imaculada A. MORAIS; Marlon Moab Duarte dos SANTOS; Vinicius Novo da SILVA; José Natanael Tavares da SILVA; Luana Caline Sousa MEDEIROS

262

ESCRITÓRIO DE PROJETO LOCAL, NA BUSCA CONTÍNUA DE REDUÇÃO DE PERDAS, CONTRIBUINDO PARA A MELHORIA DA EFICIÊNCIA OPERACIONAL

Milton de OLIVEIRA; Juliana Fernandes EICHSTADT

339

ANEL “P” - DISPOSITIVO PARA ELIMINAR PARTICULAS EM SUSPENSÃO EM PONTA DE REDE DE ÁGUA E MELHORAR A QUALIDADE DA ÁGUA

Helio Nazareno Padula FILHO; Amarildo MIGUEL; José Roberto Holanda dos SANTOS

351

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA EM CHA- FARIZES DO CONCELHO DA PRAIA ATRAVÉS DA AVALIAÇÃO FÍSICO - QUÍMICA E MICROBIOLÓGICA

HERNANDEZ M. Erilsys; MOREIRA DA C. M. COSTA Maria Luísa; HERNANDEZ, A.V Regla

358

NEPTUNE: EFICIÊNCIA E INOVAÇÃO NA REDUÇÃO DE PERDAS DE ÁGUA

Sara CARRIÇO; Carlos NUNES; Paulo OLIVEIRA

393

O ESTUDO DA ÁGUA COMO MEIO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE PUBLICA POR UTILIZAÇÃO DA FILTRAÇÃO

Gabrielli S. S. FONSECA; Juliano Oliveira da COSTA; Maria das Graças OLIVEIRA

465

INFLUÊNCIA DA RUGOSIDADE DE TUBOS PLÁSTICOS NO FENÔMENO DOTRANSIENTE HIDRÁULICO

Angélica L. B. CAMPOS; Giovanni B. S. SAN- TOS; Ailson O. B. VARELA; Aldecy A. SANTOS; Welitom T. P. SILVA

468

ESTUDO DA EFICIÊNCIA DE DIFERENTES COAGULANTES NA COAGULAÇÃO, FLOCULAÇÃO, SEDIMENTAÇÃO DE ÁGUA COM ALTATURBIDEZ

A.C.PEREIRA, G. G. C. LIMA, C. A. P. LIMA, F. F. VIEIRA

470

EFEITO DA RADIAÇÃO UV 254NM NA DEGRADAÇÃO FOTOCATALÍTICA DE CORANTE SINTÉTICO UTILIZANDO NANOPARTÍCULAS DE ZNO

G.

G. C. LIMA; C. A. P. LIMA, F. F. VIEIRA, E.

M.

SILVA

BOAS-VINDAS

57

474 APLICACAO DA GEOESTATISTITICA AS OCORRÊNCIAS DE ÍON FLUORETO NAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO DE

474

APLICACAO DA GEOESTATISTITICA AS OCORRÊNCIAS DE ÍON FLUORETO NAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO DE MUNICÍPIOS LOCALIZADOS NO AQUÍFERO SERRA GER- AL, NO NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL

MANCUSO, MALVA; UFSM; FREDERICO WESTHPHALEM, CRISPIM, JOSEANEUFSM; FREDERICO WESTHPHALEM, SILVERIO DA SILVA, JOSE, RIBEIRO, LUIS

486

AVALIAÇÃO DE SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA RURAL EM CUIABÁ/MT ATRAVÉS DE FERRAMENTA DE ANÁLISE MULTICRITÉRIO

Giovanni B. S. SANTOS; Aline N. R. SÃO PEDRO; Angélica L. B. CAMPOS; Ailson O. B. VALERA; Welitom T. P. SILVA

545

OTIMIZAÇÃO OPERACIONAL EM ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS DE ÁGUATRATADA DE PEQUENO PORTE

Graziela S. MENDES; Ademilson A. SABINO; David M. S. ROSA; Welitom T. P. da SILVA

582

GESTÃO ON-LINE DOS HIDRÔMETROS COM FOCO NO ATIVO

Renato de Oliveira VERDERAMI; Maycon Rogério de ABREU; Marcelo de Santana BEZERRA

Drenagem e tratamento de águas residuais

1

ESTUDO DA VIABILIDADE DA INCORPORAÇÃO DE LODO DA ETA BOLONHA EM PISOS À BASE DE CIMENTO PORTLAND

Rosana A. T. GENTIL; Luciane de A. de BRITO; Rafael D. da SILVA; Aaron T. B. de AQUINO; Silvia M. P. FLORES

12

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO: CON- TRIBUIÇÃOTEÓRICO E METODOLÓGICA PARA SUA ELABORAÇÃO

Luiz Roberto Santos MORAES

29

OTIMIZAÇÃO DOTRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO DE EFLUENTE GERADO NO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL

Elisiane Dantas ROCHA; Lays Camila de SOU- SA; Christiane Pereira ROCHA; Alex Magalhães de ALMEIDA

48

TOXICIDADE DO