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O Clube Monte Líbano festeja, nesta data, o
seu 68º Aniversário de existência.
Neste momento homenageamos todos os
insignes fundadores desta Casa, em especial,
os senhores Américo José Oakim e Roberto
Maksoud que se encontram entre nós.
Nesta noite não iremos discursar como tem sido
a tradição de nosso Clube, seremos breve para
fazer apenas alguns agradecimentos àqueles que
colaboraram com a nossa administração durante
este ano, sobretudo aos Conselhos Deliberativo,
Consultivo e Fiscal, parceiros e incentivadores
do Conselho Diretor, como também: à Comissão
Permanente da Mulher na pessoa da presidenta
Sra. Lucila Assemany, minha querida esposa,
que juntamente com suas companheiras de
comissão, ajudam a administrar o Clube,
podendo dizer que é um poder paralelo.
Aos colegas de diretoria, o meu particular
agradecimento pelos trabalhos dedicados
ao Clube. Foram eles que por diversas vezes
deixaram de lado o seu lazer em favor de
uma causa coletiva, que é tornar o Clube
Monte Líbano um clube cada vez melhor.
Palavras do Presidente
Edward Assemany
Quero agradecer, também, ao Associado, que
com sua presença e de seus familiares - de
diversas gerações - é a razão de ser o Clube
Monte Líbano uma instituição gloriosa que
se destaca no contexto social, esportivo e
cultural.
Nosso Clube vem desenvolvendo uma política
de modernização em todos os departamentos,
oferecendo aos associados e convidados,
conforto, lazer e uma programação social,
cultural e esportiva das mais versáteis.
Finalizando, peço licença para em meu nome,
do Conselho Diretor e dos demais Poderes
do Clube, expressar a todos os presentes os
cumprimentos e votos para que possamos,
com ajuda de Deus, continuar sempre unidos
e confiantes para o progresso de nosso
querido Clube.
Discurso do presidente do Clube Monte Líbano
na abertura do evento comemorativo aos 68
anos da instituição.
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CLUBE MONTE LÍBANO
Biênio 2014/2015
Conselho Deliberativo
Presidente: Gilberto Adib Couri
Vice-presidente: Eduardo Nagib Gaui
1° Secretário: Omar Koury Jr.
2° Secretário: Bruno Felício Asmar
Secretário Suplente: Rubens Baracat Dip
Consultor Jurídico: Hélio de Moraes Sarmento
Conselho Diretor
Presidente: Edward Caram Assemany
Vice-presidente Financeiro: João Randolfo Arbex
Vice-presidente Administrativo: Paulo César de Azevedo Ritto
Vice presidente Social, Cultural e Comunicações: José Roberto Pires dos
Santos
Vice-presidente de Patrimônio: Frederico Landim Machado
Vice-presidente de Sede, Compras e Manutenção: Guilherme Neder Tanus
Vice-presidente de Esportes: Paulo Roberto G. da Cunha
Vice-presidente Executivo e Assessor da Presidência: João Pedro Costa Leite
Vice-presidente Executivo de Cultura Libanesa e Árabe: Antonio Hamid Ham-
dar
Tesoureiro Geral: Raphael Luiz P. Siqueira
Secretário Geral: Paulo Edde Filho
Diretor Jurídico: Marco Antonio Couri
Procurador: Michel Eduardo Chaachaa
Conselho Consultivo
Presidente: Roberto Salomão Couri
Vice-presidente: Ramez Saade
Secretário: Munir Murad
Membros: Gilberto Adib Couri, João Randolfo Arbex, José Elias Jacob Aloan,
Paulo Cezar Assed, Ramez Saade, Américo José Oakim e Edward Caram Asse-
many.
Conselho Fiscal
Presidente: Paulo Cezar Assed
Membros: Adib Jamil Amin, Luiz Carlos Sabbak Tomé, Sérgio Chucri Merhy,
Osmar Fernandes Terra e Roberto Jorge e Guilherme Adib Couri.
Beirute. Vista aérea
Clube Monte Líbano
Av. Borges de Medeiros, 701 - Leblon
CEP 22430-041 - Rio de Janeiro - RJ
Tel. (21) 2512-8833
www.clubemontelibano.com.br
CLUBE MONTE LÍBANO
Fundado em 12 de setembro de 1946
Declarado de Utilidade Pública pela Lei Estadual no. 1.952 de 1971
Benemérito do Estado por Resolução do Poder Legislativo.
Lei no. 2.297 de 1974
Tombado por sua imagem cultural e fachadas arquitetônicas inscritas no Compêndio
Internacional de Arquitetura.
Lei no. 3796 de 7 de julho de 2004.
A revista Clube Monte Líbano é uma publicação ofcial do Clube Monte Líbano do Rio
de Janeiro e é produzida pela WideBrasil Comunicação Integrada Ltda.
As opiniões emitidas nas entrevistas concedidas e os textos assinados são de respon-
sabilidade de seus autores, não refetindo, necessariamente, a posição dos editores
nem do Clube Monte Líbano do Rio de Janeiro.
Setembro / Outubro de 2014 - Tiragem: 1.500 exemplares
Rua da Lapa, 120 / slj 206 - Centro
Tel.: (21) 2165-0100
e-mail: widebrasil@widebrasil.com
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expediente
Editor e Jornalista Responsável
Ricardo Da Fonseca, MTb RJ23267JR
Conselho Editorial
Conselho Diretor do Clube Monte Líbano
Jornalismo e Redação
Ricardo Da Fonseca
Felipe Lucena
Design
R. Gatto
Fotografa
Victor Valettim
Publicidade
WideBrasil Comunicação Integrada
Produção
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PERSONAGEM DA CIDADE
Ministro Alfredo Karam
por Felipe Lucena
RCML - Como o senhor chegou ao cargo de Ministro da
Marinha?
Almirante Karam - Quando era vice-almirante conhe-
ci o então presidente Figueiredo. Ele, muito afcionado
por futebol, um dia aproximando-se de um grupo de of-
ciais da Marinha, no qual eu me encontrava, perguntou:
“quem é que é Fluminense aí?”. Ninguém falou nada.
Então eu respondi: “Presidente, aqui só tem famen-
guista”. Engatamos numa conversa e ele me perguntou
se eu queria assistir o próximo FLAxFLU com ele. Inda-
guei se poderia ir à paisana. Fomos. No primeiro tempo,
o Fluminense fez 1 x 0, mas no segundo tempo o Fla-
mengo virou para 3 x 1, com três gols do centro-avante
e artilheiro Anselmo. Foi uma alegria, porém contida,
por respeito ao presidente. Esses foram meus primeiros
contatos com o Presidente Figueiredo e outros ocorre-
ram aqui no Rio de Janeiro, mas fquei muito surpreso
quando fui convidado para assumir o Ministério da Mari-
nha. Não éramos tão amigos e eu ocupava o número três
pelo critério de antiguidade e hierarquia da Marinha do
Brasil. Mas o presidente manifestou seu desejo de que
eu fosse o ministro da Marinha. Fiquei muito honrado e
obviamente aceitei o convite.
Alfredo Karam é um homem de fala frme e posicionamentos políticos bem claros — posicionamen-
tos esses que despertaram a admiração e o respeito do presidente da República João Figueiredo,
que o convidou para integrar o seu governo no período da transição democrática – entre 1984 e
1985 - como ministro da Marinha.
Almirante Karam decidiu ingressar na Marinha por volta de 1932 quando tinha cerca de oito anos
de idade e era sacristão na igreja São Francisco Xavier, Tijuca. Em uma cerimônia de casamento
que estava sendo realizada na igreja, ele conheceu e passou a admirar o ofcial da Marinha Ernani
Amaral Peixoto, que na época era um Capitão-Tenente, Ajudante-de-Ordens do Presidente Getúlio
Vargas, em seu primeiro governo.
Em uma vida dedicada à família e à Marinha, recebeu diversos títulos, diplomas e condecorações
(inclusive a Ordem Nacional do Líbano), exercendo funções na alta cúpula até ser ministro da Ma-
rinha. Entre suas comissões destacam-se o Comando do 1º Distrito Naval, a Diretoria de Pessoal da
Marinha e o Estado-Maior da Armada.
Ostentando ótima forma física e muita frmeza emocional, prestes a fazer 90 anos, o Almirante
Karam recebeu a equipe da revista para uma conversa em seu “museu pessoal” - um escritório no
2º andar da cobertura em que mora, onde guarda muitas lembranças da vida profssional e pessoal.
É lá que ele nos relata com emoção uma das suas principais lutas: oferecer amor e qualidade de
vida aos seus flhos Guilherme e Luciana, portadores de Machado-Joseph — uma doença rara e ainda
sem cura, causadora de um processo degenerativo no sistema nervoso que causa uma séria altera-
ção de equilíbrio e coordenação motora. A primeira esposa de Alfredo, assim como seus flhos Mario
e Alfredo, eram portadores da Machado-Joseph e faleceram em consequência da doença.
RCML - O governo Figueiredo foi um governo de transi-
ção democrática. Como foi participar desse momento,
havia alguém no Alto Comando Militar que era contra
esse processo?
Almirante Karam - Houve uma ocorrência em 1984 no
dia 17 de setembro, já como ministro da Marinha, eu
estava no Rio de Janeiro para o lançamento do navio
de assistência hospitalar Carlos Chagas. A madrinha
nesse evento seria a Senhora do ministro da Saúde Dr.
Waldyr Arcoverde. Foi quando recebi uma ligação do
ministro da Aeronáutica, Délio Jardins de Matos, in-
formando que iria mandar um avião me buscar por-
que haveria uma reunião de emergência na Granja do
Torto, em Brasília. Assim, tive que alterar o programa
retornando à capital federal. Naquela reunião esta-
vam o Presidente Figueiredo, o Chefe da Casa Militar,
os Ministros da Marinha, do Exército e da Aeronáuti-
ca, do EMFA (Estado Maior das Forças Armadas) e do
SNI (Serviço Nacional de Informações), na ocasião
foram discutidas as medidas de emergência, o mo-
vimento “Diretas Já” e outros assuntos que estavam
fervilhando na época. Num dado momento, alguém se
manifestou: “Presidente, qualquer coisa a gente vira
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a mesa”. O Presidente Figueiredo, visivelmente con-
trariado, manifestou-se que só se viraria a mesa se ele
estivesse morto ou deposto. Com uma demonstração
de lealdade ao Presidente da República e aos Poderes
Constituídos manifestei-me naquele momento dizendo
“A Marinha segue as águas de Vossa Excelência”. A si-
tuação foi defnida e continuamos a reunião tratando
de outros assuntos de relevância. No que se refere à
minha gestão como Ministro sempre demonstrei ser um
homem de centro.
RCML - Como o senhor, que tem uma história de vida
no meio militar, enxerga a atual situação do país no
contexto de sociedade?
Almirante Karam - Vejo como qualquer cidadão que
analisa as coisas de modo pragmático. Vivemos uma
crise muito séria. Uma crise de respeito e hierarquia
que acaba refetindo nas mais diversas camadas, in-
clusive nas diretamente relacionadas com o Governo.
O brasileiro precisa de uma melhor educação e de
cultura. Assim, poderá ser capaz de entender a nação
em que vive e os seus governantes para, a partir daí,
exercer o seu papel de cidadão com mais consciência
e patriotismo. Infelizmente, as escolas de hoje de um
modo geral estão mais preocupadas em ter seus alunos
e seu faturamento assegurados do que enfrentar o pro-
blema da educação como deveria. A disciplina é neces-
sária para a perfeita execução de qualquer iniciativa
ou empreendimento. Nos colégios militares ensinam
coisas importantes e de uma maneira mais rígida, po-
rém com fexibilidade. Isto permite a capacidade de
agir com equilíbrio e discernimento. Existe, hoje, uma
falta de respeito que contamina e destrói a nação. Não
sou nem nunca fui linha dura. Sempre procurei ser de
centro, repito, mas se não houver disciplina as coisas
não avançam. Existe um mínimo de respeito que pre-
cisa ser praticado. A educação militar é baseada em
hierarquia e disciplina e é disso que precisamos para
que sejamos um povo mais educado.
RCML - Como o senhor, que já foi ministro nesse país,
vê o atual governo e os resultados das eleições?
Almirante Karam - Precisamos de uma reformulação
geral na política, tanto de pessoas como de instrumen-
tos de gestão do Estado. O executivo atual não tem
conseguido gerir o país como deveria. Nossa econo-
mia está em clara recessão. Precisamos de medidas de
caráter econômicos e políticos que modifquem esse
quadro. O Governo atual está dirigido para socializar,
comunizar o país, aplicando medidas tipicamente de
um governo onde o Estado tem um amplo controle.
Estamos caminhando para uma situação difícil. Mas
chegará uma ocasião em que o povo não vai aguen-
tar mais e irá reagir. Eu continuo antissocialista. Penso
que quando o Estado toma o controle de tudo é pior
para o povo. As coisas encarecem porque os impostos
sobem. O atual governo está aplicando os impostos em
troca de benefícios para ter votos. Insisto que o Brasil
precisa de uma reforma geral: educação, saúde, se-
gurança, disciplina — não repressão —, e fscalização.
Deveremos mudar, mas vejo tais mudanças não serão
realizadas a curto prazo, infelizmente.
RCML - E o que acha que deve ser feito para melhorar
essa situação que o senhor enxerga como adversa?
Almirante Karam - Precisamos de medidas efetivas
e feitas com verbas que seriam, por exemplo, prove-
nientes de outros gastos públicos desnecessários como
no Congresso. Gastamos muito com tantos Senadores
e Deputados. O Brasil precisa, repito, uma reformu-
lação. Temos que reformular rigorosamente o nosso
Congresso. Precisamos também exigir um maior sen-
timento de espírito público por parte dos políticos e
gestores da “coisa pública”. Por isso, necessitamos das
reformas políticas, econômicas, tributárias, além de
oferecer melhores condições de trabalho e remunera-
ção para os servidores públicos e Forças Armadas.
RCML - Nos anos 1960, enxergando uma situação que
julgavam de risco, os militares tomaram o poder. O
que os atuais militares deveriam fazer diante de tais
problemas que o senhor citou, se é que deveriam?
Almirante Karam - Se eu estivesse na ativa, responde-
ria sua pergunta. Mas hoje prefro dizer que o militar
se rege na disciplina e na hierarquia. Esse mau com-
portamento, as badernas que testemunhamos diaria-
mente já existiam no governo de João
Goulart. E nós as combatemos
com o contra-golpe de 1964.
Naquela época eu estava
servindo no Recife, em Per-
nambuco, Comando do 3º
Distrito Naval, e lá exis-
tia um foco da esquerda,
comunista, muito forte e
até perigoso.
RCML - Quando o assun-
to é política os militares
costumam não ser muito
bem recebidos nos de-
bates. O que o
senhor acha
disso?
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Almirante Karam - É público e notório que existe uma
campanha para denegrir a imagem das Forças Armadas.
Puseram este rótulo de ditadura nos governos milita-
res, mas não foi exatamente uma ditadura. Ditadura
ocorreu na era do primeiro governo Vargas. É oportuno
registrar que nos governos militares o Brasil se tornou
a sexta economia do mundo. Nunca se construiu tantas
hidrelétricas. O acesso as telecomunicações ocorreu
nos governos militares. E não houve continuidade ade-
quada nos governos civis que se seguiram. Hoje, ainda
existe uma propaganda de esquerda para denegrir o
militar. Pode-se mudar esta situação com verdadeiros
esclarecimentos a serem difundidos inclusive nas fa-
culdades e nas escolas.
RCML - Por que os militares não se manifestam contra
ou quanto a isso?
Almirante Karam - Hierarquia e disciplina. Por isso os
militares não se manifestam em relação a esses e outros
assuntos pertinentes. Nossa função, como integrantes
das Forças Armadas, não é polemizar e sim proteger o
país e assegurar que tenhamos uma nação soberana.
RCML - O ingresso no Poder Legislativo poderia ser im-
portante para combater a campanha que o senhor diz
existir e que visa denegrir a imagem dos militares?
Almirante Karam - Concordo que um legislador que
apóie com veemência as Forças Armadas e proponha
um diálogo equilibrado e de alto nível com o Legislati-
vo e a sociedade ajudaria bastante. É oportuno obser-
var que as Forças Armadas se situam com maior grau
de confabilidade e aceitação por parte do nosso povo,
segundo as estatísticas ou pesquisas que se fazem fre-
quentemente.
RCML - O que o senhor pensa sobre militares atuan-
do em um governo civil como Ministros, secretários ou
consultores?
Almirante Karam - Não é função precípua do militar
engajar em cargos dessa natureza. Mas o militar, de-
vido ao seu preparo profssional, poderá atuar como
gestor público, uma vez que tem noções de adminis-
tração e economia. Vários militares sobressaíram na
administração pública civil. Não vejo problema em um
governo civil ter militares como assessores, Ministros e
outros cargos. Por outro lado, não julgo ser obrigato-
riamente necessário um governo militar para arrumar
o Brasil. Precisamos é de bons administradores.
RCML - O senhor ocuparia algum cargo público?
Almirante Karam - Com esse atual governo jamais.
Em outras épocas, talvez. No passado, consultaram-
me para que fosse candidato, mas eu não quis. Recebi
proposta de um determinado governo para ser secretá-
rio, mas declinei do convite por não estar afnado com
suas políticas...
RCML - Partindo da ideia de que a função das Forças
Armadas não é governar um país, por que tantos anos
de governo depois de 1964?
Almirante Karam - Não era para fcar um longo tempo
no poder, mas naqueles anos não havia outros setores
capazes de desenvolver o Brasil como ele foi desenvol-
vido. É importante que a sociedade avalie de maneira
objetiva a questão. Não era culpa das Forças Armadas o
fato de o Brasil não ter pessoas capacitadas para gerir
com honestidade e profciência a nação. E isso levou as
Forças Armadas a se manterem no poder, até o momen-
to em que foram identifcados melhores administrado-
res quando então o governo militar foi preparando o ca-
minho para estabelecer os governos civis. É importante
que as pessoas analisem melhor o que está a sua volta e
que conheçam também a história do seu país. É preciso,
ainda, quando se fala em governos militares, que fque
claro que eles investiram no desenvolvimento do país,
insisto, construindo e instalando diversas usinas hidrelé-
tricas ampliando signifcativamente a capacidade técni-
ca na área das telecomunicações. Fizeram muito pelo
país. Há quase três décadas o Brasil é presidido por um
governo civil, com numeroso congresso e, se analisar-
mos com imparcialidade, veremos que boa parte do de-
senvolvimento, do agronegócio, das empresas e do país
na atualidade, foi benefciado pela infraestrutura que
os governos militares implantaram. Os governos civis,
mesmo com muito mais recursos advindos de fnancia-
mentos internacionais e de relevante aumento da arre-
cadação, não fzeram, proporcionalmente, tanto pela
infraestrutura do país como os governos militares. Isto
fortalece aquela convicção de que a nação ainda não
estava preparada para ser gerida sem a condução dos
militares o que nos parece justifcarem ter fcado vinte
anos no poder. Nesse sentido, é importante destacar o
papel do presidente Figueiredo, pois assumiu o poder
com a proposta de dar início ao processo de democracia
plena ao Brasil. E ele obteve êxito nessa causa, sem
dúvida alguma.
RCML - O que o senhor acha do Ministro da Defesa não
ser militar?
Almirante Karam - Sempre fui contrário à criação de
um Ministério da Defesa, uma vez que o EMFA supria as
necessidades de assessoramento ao Presidente da Re-
pública. Mas já que é fato consumado, vejo ser neces-
sário que o Ministro da Defesa seja um militar. Até hoje
as Forças Armadas foram pouco benefciadas com o Mi-
nistério da Defesa. E não estou falando de benefícios
individualistas de uma categoria, estou falando de be-
nefícios para o fortalecimento das Forças Armadas do
Brasil, suas operações. O que esse Ministério trouxe de
benefícios e vantagens para nós brasileiros? Nada. Só
ampliou a despesa da União. Na dinâmica do dia a dia,
os assuntos tratados entre a presidência da República
e as Forças Armadas exigem geralmente conhecimen-
tos militares diretos e indiretos bem como uma visão
estratégica de longo prazo. Dessa forma, o ministro
da Defesa acaba convocando para suas reuniões com
o presidente da República um Comandante de alguma
das Forças Armadas para o devido assessoramento.
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RCML - O senhor falou da falta de apoio que as Forças
Armadas do Brasil sofrem. Do que elas precisam?
Almirante Karam - As Forças Armadas precisam de
mais apoio do Estado. Falo especifcamente da Ma-
rinha. Não temos conscientização marítima. Existem
muitos problemas marítimos e, hoje, a Marinha tem
que resolvê-los sem um adequado apoio de meios e
verbas. Existem minerais, riquezas sob o leito do mar
em áreas de nossa jurisdição e ainda perdura a pesca
ilegal em águas brasileiras.
RCML - Qual a função das Forças Armadas em um país
que não entra em guerra?
Almirante Karam - Não entramos em guerra, mas te-
mos que estar preparados. “Se queres paz, prepara-
te para a guerra”. Nossa Amazônia é muito cobiçada.
Temos um país com um território maravilhoso. Exis-
tem notícias de que outros estão querendo dividir o
Brasil. O governo tem que ter atenção para com essas
perspectivas. Não pode dar espaço para possibilida-
des dessa natureza. O policiamento da Amazônia, a
defesa da soberania territorial e marítima do Brasil
devem ser feitos com Forças Armadas efcientes, bem
preparadas.
RCML - O Brasil vem ajudando o Líbano em operações
marítimas. Que tipo de ajuda é essa?
Almirante Karam - As Nações Unidas (ONU) man-
têm uma Força-Tarefa de navios próxima ao litoral
do Líbano, especialmente para policiar o tráfco de
armas e de drogas. O Brasil vem colaborando com o
destaque de um navio que ostenta o pavilhão de um
Contra-Almirante brasileiro que exerce o comando da
Força-Tarefa composta de unidades de vários países
nessa missão. São unidades de vigilância, navios de
patrulha. O Líbano é um país que no passado foi con-
siderado a Suíça do Oriente Médio. Ao longo dos anos,
seu desenvolvimento passou a ser cobiçado. É um país
para receber turismo e que não possui uma considerá-
vel força militar. O Líbano esteve sob o domínio turco,
foi protetorado francês e tornou-se independente sob
a liderança de um General chamado Youssef Beit Ka-
ram – um dos meus ancestrais. Tenho muito carinho e
admiração por este país. O Líbano com sua economia
desperta alguma inveja em seus vizinhos. Precisa de
ajuda, ainda que pequena, para evitar problemas di-
versos que podem comprometer a sua soberania.
RCML - Falando da sua vida pessoal como o senhor
preenche o seu tempo atualmente?
Almirante Karam - Quando me aposentei na Marinha,
passando para a reserva, trabalhei como assessor de
duas empresas civis sediadas em São Paulo durante um
longo tempo. Hoje em dia eu me dedico inicialmente
aos meus dois flhos portadores de uma doença genéti-
ca rara e ainda sem cura chamada “Machado-Joseph”.
Ela causa um processo degenerativo no sistema ner-
voso, alterando o equilíbrio, a fala e a coordenação
motora. Minha primeira esposa afetada por essa enfer-
midade faleceu tendo transmitido aos nossos quatro
flhos tal anormalidade. Meus flhos Mário e Alfredo
também faleceram vítimas do mesmo mal. E seus ir-
mãos Guilherme e Luciana continuam na luta contra
a mesma adversidade. Por essa razão minha vida está
basicamente em função de atender às suas necessi-
dades. Além disso tenho comparecido à solenidades,
cerimônias em nossa Marinha, bem como em palestras
e conferências nos diversos estabelecimentos navais e
executando ainda os afazeres domésticos usuais, coi-
sas comuns.
Felizmente, Deus me deu saúde para enfrentar tais
problemas e peço-lhe diariamente para que meus f-
lhos não sofram.
RCML - Quer deixar alguma mensagem fnal?
Almirante Karam - Gostaria de dizer que desejo fr-
memente que esta Nação consiga pôr em prática as
reformas necessárias que lhes são devidas. Anseio por
isso, pois “o Brasil é bem maior que seus problemas”.
Rainha Elizabeth II e
o ministro Alfredo Karam
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Este ano, o Monte Líbano comemorou 68 anos! E a festa foi do tamanho da importância do nosso querido clube,
com a presença de muita gente bonita e amiga. Muitos anos vida ao Clube Monte Líbano.
Lucila Assemany e consul do Líbano e família Diretoria do Clube Monte Líbano
Paulo e Rose Edde, Carla e Jaime Edde
Paulo Roberto, Marcos Couri, João Pedro, Moacir
Romano e Frederico Landim
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Dayse Landim e Maria Noemia Romano
Sandra Pires e Lucila Assemany
João Arbex, Silvia e Marco Manella
Nilcea e Odali
Cely Dip e Amigos Tereza e Paulo Cesar Assed
Família Assemany Jamil e Paula Gauí
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Edward, Lucila e Giovanna Assemany
João Arbex e Tereza Arbex, Raphael Siqueira e
Paulo Ritto
Ziza e Edward Assemany
Sumaia e Claudio
João Arbex, Edward Assemany, Sandra Pires e
Marcos Couri
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DIA DOS PAIS
Em um clube de ambiente tão familiar e acolhedor, uma data simbólica como o dia dos pais não
poderia passar em branco. E não passou. Os papais do Clube Monte Líbano puderam comemorar
seu dia com os amigos e familiares.
Muitas felicidades aos pais do Monte Líbano!
Eles merecem.
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DIA DAS CRIANÇAS
O Monte Líbano abriu os portões para a criançada no último dia 12 de outubro! Muita diversão, teatro, brinquedos e
brincadeiras nas dependências do clube! Os pequenos tiveram mais um dia de alegria!
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TORNEIO DE SINUCA
O tradicional Torneio de Sinuca do Monte Líbano agi-
tou as dependências do clube no dia 2 de gosto. No
salão onde a competição foi realizada, pode-se notar
muito talento e partidas disputadíssimas.
Caçapa!
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Antonio Carlos Ferrari Rodrigues Ribas, Fernando
Jose da Cunha Vieira, Luisa de Azevedo Souza,
Maria Thereza B. Rebello, Mariza Marquez Ro-
cha, Thomas Castilho Gounot e Vera Lucia de
Aguiar Secong.
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João Vitor Balzano Safi, Maria Celeste Machado
T. Pereira, Norma Faria Ferreira e Suzana Green
Haddad Mansur.
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Daniel Henrique da Silva, Fabiane Pracownik,
Joao Pereira dos Santos Filho, Laura Maria de
Povina Cavalcanti e Leticia Ferreira L.De Oliveira.
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Andressa Coutinho Bedran e Maria Beatriz C. Sil-
va Weeks.
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Alejandro Antonio E. Hernandez, Bernardo Pitella
de S Correa, Cezar Gibrail Tannus, Dulce Eliza-
beth Salem, Gabriel Andrade de Carvalho, Maria
Lucia Pinto T. de Macedo, Nelsi Maria Pereira
Menezes e Waldir Alves da Silva Junior.
25
Eduardo Jorge Bacil, Fabio de Oliveira Simão,
Gabriel G. Cardoso, Joao Boueri Neto, Lucca Su-
kman de Mello, Maria Clara Kayat Boueri e Nabil
Massad.
26
Cristina Silva dos Santos, Emerson da Costa Pe-
reira Martins, Jorge Adayme Filho, Marcos Ber-
linsky e Sophia Pazos Del Rei.
27
Angelica dos Santos Costa, Cynthia Zonis Ba-
laciano, Elahe Darya Beigi, Ezequiel Balaciano,
Gabrielle de Miranda M. Lopes e Yasmin Conde
Arrighi.
28
Andreia Marinho Serrão, Iraides Neves Berhein,
Jose Vasconcellos Chaves, Juliana Britto Goulart
Pimentel, Kenya Keldani Quintao, Miguel Cesar
de A P Burlamaqui e Rodney Barbera Boghos-
sian.
29
Cecilia Kollross, Isabel Werneck Guimaraes Lon-
tro, Katia Jabour Dotto, Lindomar Batista de Si-
queira, Raymundo Nonato Santos Ferreira e Ro-
berto Santos Pereira.
30
Eduardo Jose Leverone, Francisco Ferre Couti-
nho, Gabriel Botelho Bastos Zaverucha, Gabriel
Fernandes Mauad, Hilton Abi-Rihan, João Ma-
theus Mathias, Joni Chaves Jallad, Luiz Felipe
Cotrim de Souza Lemos, Matheus Barrios Stad-
nick, Nicholas Barrios Stadnick, Ricardo Zananiri,
Sophya Rivka Charaf Roitman, Stellamaris Ge-
deao de O.Pinto e Tiziana Gioia Zeloni.
31
Fernando Fernandes Fraguas, Isabella Reys Bel-
lucco dos Santos, Juliana Aloe Capitani de Cas-
tro e Silva, Lilia Xerfan Couri e Wanderson da S
Miranda.
OUTUBRO
08
Boutros Saade, Ernaldo Beckman Peixoto, Fran-
cisco Ignacio Reguera Orlando, Leila Srour Rodri-
gues, Luis Henrique Neves Villaça e Sandra Maria
Munhos da R. Leal.
09
Aldiva Soares, Carlos Guilherme Fonseca Costa,
Fabrina Braida Storchi Di Albionti Salvi, Karla
Pinheiro Edde e Larissa Ribeiro de Oliveira.
10
Daina Pereira Silva, Frederico Birchal Lage , Ro-
samaria Vieira Abujamra e Sady Chafik Zraick.
11
Alexandre Cassar Magdalena, Giovana Pedrosa
Bueno, Gustavo Miranda da Silva, Hegue R. C.
Cavaler Diuana, Maria Raquel Figueiredo e Sonia
Maria Muller Araguez.
12
Alexandra Pereira dos Santos, Beatrice de Aquino
Figueredo, Carolina Florim S. Monteiro, Cid Hera-
clito de Queiroz, Davi de Avelar Sampaio Lagden,
Flavia Amorim Meira Cavaliere, Germano Antonio
Maia de Oliveira, Gilberto Garcia de Souza, Gui-
lherme Neder Tanus, Lisette Elias Chamun, Lucy
Elias Kanaan, Luis Claudio Cruz de Paula, Maria
Beatriz F. Schaer Santos, Maria Madalena Bacil,
Pagrad Paboudjian, Pedro Xisto Vieira Saavedra
e Regina Jabour.
13
Denis Wilson de Andrade Banholi, Eduardo da
Silva de Alencastre Ceva, Guilherme Kelab Jeu-
non Sousa, Jorge Garcia, Maria Dau, Nicole Leite
Barros e Silva, Simone Marino Paixão Brandão
Silveira e Sofia Huang Charif.
14
Hadah Christine Barcelos Pazos, Lucia Kayat Av-
vad, Maria Andiara Do Carmo Muanis, Renato
Tranjan, Reve Kanaan eRodrigo Biscaia Fernan-
des.
15
Alvaro Emanuel Teixeira Cravo, Daniel Lucca
de Faro Ribeiro, Danielle Cristine Borges Souza
Rodrigues, Maria Eunice Abrahao Mansur, Maria
Teresa Ghetti Arbex, Monica Rego T.Da Costa
Leite, Rebeca Schaffel Adissi e Terezinha de Je-
sus Camera.
16
Ana Maria Ferreira Blatt, Andrea Guyer, Gabriela
F. Do Nascimento Teixeira, Maria Alice Pestana
Edde e Raphael Milward de Andrade.
17
Ana Laura Areas Bertozzi, Carolina Hanna de
Aquino Chaim, Joao Alberto Trindade, Roberta Issa
Maffei, Rubens P. Pinho Filho, Samuel Alexandre
Guedes, Sergio dos Santos Barcelos, Thiago Fon-
seca Venancio e Yoshiko Mashima Dau.
18
Ana Carolina Schenckstabile, Debora Casser Kai-
pper Caputo, Gabriela Gutierrez Avvad e Marcia
Alves T. C. Assemany.
19
Ana Luiza dos Santos F. Pedrosa, Carlos Lima
Dias, Fernanda Lomba Z. Puelker, Guilherme Su-
fan Berlinssky, Jair Celestino da Silva Oliveira,
Joao Schaum de Mendonça Lima, Paula de Car-
valho Ritto, Paula Rstichelli Teixeira e Terezinha
Ganem de Almeida.
01
Alana Maria R. dos Santos Borges, Ana dos San-
tos Costa, Antonio D`Avila, Lucas Peixoto Webler,
Marcos Fernando Maturano Moreira, Maria Ivete
Avelino da Silva, Marina Constant de Figueiredo,
Mimi Wakim Bassil e Wilson Taiyo Nakasato.
02
Bruno Correa Lima da Fonseca, Clorinda Esther
C. Banegas, Clovis Filardi, Daniel Barbosa Holz-
treger, Jeannine Nacif A. S. Moreira Lima e Maria
Luiza Seabra de Mello.
03
Ana Beatriz de Oliveira Vieira, Bernardo Carvalho
Ghazi, Claudia Vargas Tonietto, Lucas Carneiro
Ribeiro Correa, Luiz Felipe Laclau Braz, Manuela
Haddad M. Blatt, Patrick Algranti, Patrick Ferreira
Filho e Silene Balassiano.
04
Andre Luiz Carvalhal da Silva, Luciana Valle
Edde, Mariana S.Zaidan V.Andrade, Marina Gra-
minho Carvalhal, Matheus Requena Galli Crespo
Ferreira de Carvalho, Tatiana Oliveira Rosa Yazeji
e Thereza Maria de C. Maksoud.
05
Felipe Vinha Fernandes Dib, Luis Cesar Silveira
da Fonseca Filho, Luiza Saraiva Souto, Mauricio
Zacharias, Roberto Michel Sufan e Simone Nejaim
Ribeiro.
06
Bruno Faraco Tortorelli, Dea Maria Lopes Vieira,
Eduardo Freires dos Santos, Eduardo Rogerio de
Souza, Eduardo Safady Kaiuca, Elisabeth Pinto
Heluey, Manuela Mosse Muanis, Raquel Pereira
da S.Gibrail e Wilson Pimentel Develly.
07
Ana Cecilia G. Mariz, Andrea Thompson de Car-
valho, Daniel Martins Cassar Magdalena, Fernan-
do de Araujo Ghazi, Georgiana de Paula Pessoa
Peixoto Webler, Maria Aparecida Succar Lage,
Maria Beatriz G. G. Rodrigues, Maria Carolina
Warwar Simão, Maria Clara Barros Vasquez e
Michel Gaui Paes Barretto.
23
CLUBE MONTE LÍBANO
NOVEMBRO
09
Nicanor Medici Fischer, Raul Antonino Feijoo,
Carlos Queiroz Henriques, Gabriel Warwar de
Lima, Paula Mattos A. H. Valle, Renata Mattos
A. H. Valle, Bruna Alves B. Souza, Bruno Costa
Cameron, Cecilia Pina Filartigas e Tobias Eijken-
boom
10
Vera Maria Camuyrano Teixeira, Ricardo Mattos
Marins e Ursula K. L. de Sant’anna
11
Maria Lucia Lima Mufarrej, Gloria Maria da Tor-
re Tyrrell, Lenita Oliveira dos Santos Rodriguez,
Daniela Alonso Fontes, David Gabriel Vita Saadi,
Lara Moreira Ake e Arthur Lowndes Francalacci
Neves
12
Arno Jorge Chammas, Maria Aparecida da Luz
Pires, Caio Rubens Alvim de Carvalho, Elaine
Machado Conde Arrighi, Washington Fritsch Ju-
nior, Melissa Miguelotti Muller, Aloysio de Miranda
Costa Neto, Ana Flavia de Paiva Moreira, Rodri-
go Pizarro Lavalle da Silva, Olga Campos Saadi,
Enzo de Aguiar Gutman, Lucas T.M.Xavier de
Mendonça, Lucas Carvalho Rosa e Gabriel Ma-
cedo Leão
13
Sylvania Marcia Tavares, Viviane Dias dos Reis,
Flavia Tarabini Castellani Asmar, Brenda Rodri-
gues Souto e Breno Rodrigues Souto
14
Alexandre Ghazi, Flavio Safi, Marcio Muniz da
Silva Carvalho, Sergio Ibrain Figueira Salluh e
Rodrigo Pinto Filhagoza Presser
15
Ivone Aquim Gaui, Elizabeth Lavalle da Silva Fa-
ria, Antonia Fonseca Venancio, Thereza Cristi-
na Rosario de Jose, Marcia de F. V. Ahouagi
Cunha, Liza Nogueira Aduan, Maria Clara An-
drade Scappini, Theo Castilho Gounot, Rafael de
Aguiar Mezher e Clara Salomão Lage
16
Rosemary Lima Sahdo, Ubiratan Jose de Miranda
Costa, Marcelo Couri, Carlos Ernesto de Saboya
Henningsen e Marcio Carajuru Couto
17
Aram Boghossian, Ines Ozon Boghosian, Cristina
Maria de S. e Silva, Luiz Guilherme Francovich
Aldabalde, Beatriz Miranda Ewald, Raphael Xavier
Abi-Rihan eErika Marinho de Carvalho
18
Fuad Diuana Zacharias, Rosa de Carvalho Zarur,
Najad Nagi Khouri, Noemia Honorato de Moraes,
Bruno Mamede, Alessandra Barbosa Soares, Lu-
ciane dos Santos Arraes, Victoria Piersantini Sha-
pe e Amanda Bonorino X. Castelo Branco
19
Odette dos Anjos Pereira Kelab, Newton Fernando
Baronto Flores, Clemens Maria Xavier Abi-Rihan,
Ana Cristina Botelho Martins, Felipe de Jose Ber-
ger, Pedro Faulhaber Camara Peixoto e Manuela
Saturnino Braga Campana
20
Luis Henrique Weitzel, Arnaldo Pracownik e Mi-
chelle Mendes Meireles Silva
21
Stella Dick, Claudia Maria Jazbik Chaves, Rose
Melo Vencelau Meireles, Theresa Johanna Jan-
sen, Carla Mendonça Caram Assemany e Fernan-
da Araujo Studart de Lima
22
Eda Nogueira de Carvalho, Marina Fraga Graca,
Angela P. Lazoski, Maura Cristina Barata, Ricardo
Cançado Gonçalves de Souza e Marcos Pereira
Loyola
23
Ana Maria Flores, Maria Carolina Leite C. de Al-
buquerque, Lilian de Fatima da Gama Pereira,
Cristiane Nogueira Brandão e Elisa Salomão Lage
24
Armindo Cardoso de Carvalho, Ricardo Mou-
nir Saade, Laurence Anne Thybaud de Raphe-
lis Soissan, Alexandre Simão Mezher, Beatriz de
Araujo Ghazi e Felipe Pires Pereira
25
Mauricio Antonio Fernandes Araujo, Claudia Ama-
ral Geagea, Diana Christina de Luca, Humberto
Dalla B. de Pinho, Cecilia Mello Reumba Miranda
e Elisa Guedes Laus Brodbeck
26
Fernanda Jereissati Rodrigues, Ana Cecilia Be-
dran Jettar, Rafael de Alessio Meira C. Laxe, Lui-
sa Tabet Carriello e Mariana Ivantes Correa
27
Sergio Chucri Merhy, Rubens Baracat Dip, Mi-
quelina da Rocha Lobo, Otavio Augusto de Paiva,
Rosinda Martins Basile, Michel Salomao Couri,
Ana Paula Coutinho Bedran, Mila Pacheco Pe-
reira, Guilherme de Carvalho Gaui, Emily Bran-
co dos Santos e Maria Daniele Rasuck Faraco
Tortorelli
28
Iolanda Coutinho Pitella, Marcelo de Souza Quei-
roz Nacif, Jorge Luis dos Santos Maffei Filho, Ma-
nuela Chilaze Santos e Marina Domingues Loyola
29
Jose Pitella Junior, Helio Vieira Braz Neto, Isabel-
la Marinho e Thiago Vieira Saavedra
30
Vilma Matheus Margem, Carmen Giglio Lustosa
Diacovo, Edgar Gulden Gravata, Marcia Christina
F. Merhy, Alexandre Barbosa Castelo Branco e
Pedro Graminho Carvalhal
01
Gloria Habib Keldani Quintao, Marcelo Bahien-
se Colao, Mickael Patrick Jean Jacques Dolou,
Fabiana Zarur Kornalewski e Giovana Bezerra
Chindamo
02
Anesia Gino, Maria Angelica V. Barreto, Katia Do
Espirito Santo Miguez e Giovana Trotte Ferreira
03
Maria Luiza Muller de Almeida, Paula Ramos G.
de A. Gaui, Victor Hugo P.S. da Silveira, Ale-
xandre Correia de Castro, Sergio Jose Di Biase,
Cristiani Teixeira Mariano Trindade, Izabel Cristi-
na Soligo Kanaan, Bruno Ferreira Blatt, Marcelo
Andre Cid H. Do Porto Queiroz e Joao Pedro
Pinho Silva
04
Anamaria Pinto Monteiro, Marco Aurelio de Goes
Monteiro Negreiros, Job de Figueiredo Silverio
Alves, Tatiana Guimares Martins, Daniel Edde
de Oliveira Silva, Celina Mosse Muanis, Leandro
Fonseca Oliveira e Roberto Amaral Chaves
05
George Raji Warwar, Gilson Fernandes Tavares,
Vania Maria Boghossian Marinho, Guilherme Adib
Couri, Rosa Castelo Branco Zananiri e Elias Elias
Kanaan
06
Pompeana de Souza Fortunato, Maria Alice Pe-
drosa Chilaze, Myrna Pereira da Silva Gibrail
Tannus, Antonio Hamid Hamdar, Lola Coeli da
Cata P. Correa, Francisco Demolinari Arrighi, Lu-
ciene de Paulo, Ana Paula Coelho Leite, Bianca
Scher Develly, Felipe Sales Koury e João Pedro
Souza Tavares
07
Jose Carlos Khair, Claudia Freire Gameiro Lage-
mann, Jose Antonio da Silva C.Galdi, Bernardo
R. Mamede, Henrique Fontes Medeiros e Miguel
Angel Perez Pena
08
Jose Renato da Gama Barandier, Odenir de Mou-
ra Botelho de Souza, Sumaia Matheus Margem e
Guilherme Cunha Baptista
24
CLUBE MONTE LÍBANO
ENCONTRO DE POESIA,
MÚSICA E AMOR FRATERNO
O encontro de Poesia, Música e Amor Frater-
no de setembro, foi um sucesso cultural. Os
homenageados foram o escritor Simão Khou-
ry, o empresário Waldir Barbosa, além
de Colbert Hilgenberg e Ignes Ganem
de Oliveira, ambos “in memoriam”. O
cantor Wladimir Kabanas e a bailarina
Dania Ruaida fizeram sucesso entre os
presentes.
O Vice-Presidente de Cultura, Antonio
Hamdar, e Samyr Badouy conduziram o
evento com muita emoção, amor fraterno
e carisma. No final, todos os poetas fo-
ram saborear o Buffet Libanês-Àrabe, no
restaurante do clube. Sem dúvida foi uma
noite inesquecível!
Amira Ganem e Samyr Badouy
A poeta Elisa Flores Simão Khoury e Adriana Rabelo
Waldir Barbosa e Sra. Bailarina Dania e Samyr
25
CLUBE MONTE LÍBANO
Legenda
Amira Ganem e Samyr Badouy
O PROFETA
O auditório do Clube Monte Líbano foi o palco es-
colhido pelo diretor e advogado dr. Carlos Leocádio
para encenar a peça “O profeta – um musical”, obra
traduzida e adaptada pelo professor Carlos.
Além de um público qualificado, constatamos a pre-
sença do presidente do Clube Monte Líbano, Edward
Assemany, do Cônsul Geral do Líbano no Rio de Ja-
neiro, Dr. Ziad Itani, e do presidente da Federação
das Entidades Líbanos-Brasileiras, Nelson Mufarrej
Filho.
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CLUBE MONTE LÍBANO
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CLUBE MONTE LÍBANO
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CLUBE MONTE LÍBANO

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