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21/11/2016

Cível ­ Ação de Indenização por Danos Materiais e Morais ­ DomTotal

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Cível - Ação de Indenização por Danos Materiais e

Cível - Ação de Indenização por Danos Materiais e Morais

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA HORIZONTE/MG

VARA CÍVEL DA COMARCA DE BELO

, brasileiro, casado, advogado, Carteira de

Identidade nº

Belo Horizonte/MG, vem, respeitosamente, por seus procuradores que a esta subscrevem, com fundamento no art.282 e seguintes do Código de

Processo Civil, propor a presente

residente e domiciliado à

em

AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS

em face de domiciliado à

fatos e fundamentos que passa a expor:

, brasileiro, dentista, residente e

, em Belo Horizonte/MG, perante os

I. DOS FATOS

1.

O

Requerente é proprietário do imóvel constituído pela sala de nº

 

,

do Edifício

à

,

nesta capital, conforme comprova-se

pela escritura pública de compra e venda anexa (documento nº1).

 

1.

Neste mesmo edifício, o Requerido é proprietário das salas de nº 401, 403

405, tendo resolvido, sem razão plausível, levantar uma parede e realizar uma pequena construção na área da varanda a qual é área comum às salas de nº 401,403,405 e 407 do edifício, conforme estabelecido no art. 5º, parágrafo único da Convenção de Condomínio do Edifício, devidamente aprovada em reunião assembléia em 18 de outubro de 2004.

e

1.

Desse modo, não poderia o Requerido realizar qualquer obra nesta área, sem autorização expressa do Requerente, conforme preceitua o parágrafo único, do art. 1.314, do Código Civil.

 

1.

Indignado, com o intuito de paralisar a obra, o Requerente ajuizou Ação de

Nunciação de Obra, cujos autos tomaram o nº

.perante

e

a 24ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte.

1.

Ocorre que, para consecução da obra, o Requerido invadiu a sala do Requerente, utilizando-a como depósito de materiais e objetos de

 

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trabalho destinados à construção e alojando ali os pedreiros contratados para sua execução.

situação. Indignado, o Requerente solicitou ao pedreiro contratado pelo Requerido, Sr. Damião Brito de Oliveira, o qual encontrava-se ilegalmente

em seu imóvel, que se retirasse, já que não havia concedido autorização ao Requerido para utilização de sua sala.

1. Lavrado o Boletim de Ocorrência nº 384014 (doc. 2), em seu depoimento, o Sr. Damião, embora tenha alterado a verdade dos fatos, confessa que estava utilizando a sala do Requerente para guardar objetos de trabalho empregados na obra patrocinada pelo Requerido. Ora, como se vê o Sr. Damião conrma o que aduz o Requerente, sua sala foi esbulhada por ordem do Requerido.

1. 8.

Ora, é fácil imaginar a alteração do estado emocional do Requerente

sua angústia, desespero e irresignação, quando viu sua sala invadida, tendo que ser submetido a vários constrangimentos daí decorrentes.

II. DA CONEXÃO COM A AÇÃO DE NUCIAÇÃO DE OBRA NOVA

1. No presente caso, congurada está a conexão entre a presente ação e Ação de Nunciação de Obra Nova promovida pelo Requerente em face do

Requerido, distribuída para a 24

identidade dos elementos formadores da lide em ambos os casos, vale dizer: a invasão da sala do Requerente foi realizada com o intuito de guardar o material para a construção irregular que suscitou a propositura da ação de nunciação de obra.

a Vara Cível de Belo Horizonte, dada a

10. Segundo a disposição contida no art. 103 do Código de Processo Civil,

são conexas duas ações quando lhes for comum o objeto ou a causa de pedir. A disjuntiva “ou” esclarece bem que basta a comunhão, isto é, o liame e não a identidade de um ou outro dos elementos da ação citados, para a caracterização da conexão ensejadora da cumulação.Nesse sentido, a lição de Humberto Theodoro:

‘Todo o processo tem como objetivo a composição de lide ou litígio, cujos elementos essenciais são os sujeitos, o objeto e a causa petendi. O que caracteriza a conexão entre as várias causas é a identidade parcial dos elementos da lide deduzida nos diversos processos.

O Código admite duas modalidades de conexão: a) pelo objeto comum; e b)

pela mesma causa de pedir (art. 103).

A segunda forma de conexão é a que se baseia na identidade de causa

petendi que ocorre quando as várias ações tenham por fundamento o mesmo fato jurídico.”

11. Ademais, como observou Celso Barbi, em comentários ao art. 103,

CPC, forte em Chiovenda, esse artigo abrangeu apenas uma das várias hipóteses de conexão, lembrada ainda aqui a doutrina de Eliézer Rosa ( segundo a qual “a conexão ocorre se uma ação é conseqüente de outra’, estando a importância desse instituto em que as ações não podem (ou melhor, não devem) ser decididas separadamente.”

),

12. A Terceira Turma do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (extinto

TAMG), a propósito, ao xar a interpretação do art. 103, CPC, no julgamento de REsp. 3.511-RJ (DJ 11.03.91), de que foi relator para o acórdão o Sr. Ministro Waldemar Zveiter, ponticou com a costumeira precisão:

‘II - O objetivo da norma inserta no artigo 103, bem como no disposto no art.

106, ambos do CPC, é evitar decisões contraditórias, por isso a indagação sobre o objeto ou a causa de pedir, que o artigo por primeiro quer que seja comum, deve ser entendida em termos, não se exigindo a perfeita identidade, senão que haja um liame que os faça passíveis de decisão unicada’ (grifei).

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13. Esse é, inclusive, o entendimento jurisprudencial do SUPERIOR

“EMENTA: (

outras formas de conexão, reputam-se conexas duas ou mais ações quando lhes for comum o objeto (pedido) ou a causa de pedir” (art. 103, CPC), não

se exigindo perfeita identidade desses elementos, senão a existência de um liame que as faça passíveis de decisão unicada. II - As ações conexas devem, quando compatíveis as fases de processamento em que se encontrem, ser processadas e julgadas no mesmo juízo, a m de evitar

decisões contraditórias (

Sálvio de Figueiredo Teixeira, acórdão nº 17588/GO (199600367299), data da decisão: 9/4/1997, publicado no DJ de 23/6/1997 PG: 29039, in JUIS - Jurisprudência Informatizada Saraiva, nº 21, 3º trimestre de 2000, Saraiva Data, São Paulo).

)

I - “Nos termos do art. 103, CPC, que deixou de contemplar

)”

(Superior Tribunal de Justiça, Relator Ministro

14. Destaque-se, ainda mais, o seguinte julgado:

“EMENTA: (

)

I - O instituto da conexão provém da necessidade de

segurança jurídica, bem como da aplicação do princípio da economia processual. A sua adoção tem a vantagem de impedir decisões conitantes entre ações que contêm algum (ns) elemento (s) similar (es). Isso sem contar na economia processual que gera, pois evita que vários juízes julguem concomitantemente causas semelhantes. Existindo - ainda que

remotamente - a possibilidade de serem proferidas decisões conitantes, ou havendo alguma semelhança entre as duas demandas, é conveniente que as

ações sejam reunidas para ns de prolação de apenas uma sentença. (

(grifei). (Superior Tribunal de Justiça, Relator MINISTRO ADHEMAR MACIEL, RESP 100435/SP (199600426082), data da decisão: 3/11/1997, publicado no DJ de 1º/12/1997 PG: 62704, in JUIS - Jurisprudência Informatizada Saraiva, nº 21, 3º trimestre de 2000, Saraiva Data, São Paulo).

)”

15. In casu, as duas ações apresentam pontos de contato entre as os

fatos que justicam suas causas de pedir, ou seja, há a mencionada coincidência parcial de elementos da causa de pedir. Ainda sobre a apreciação do pedido de conexão pelo juiz, veja-se este aresto:

“(

incoerência de julgados, ao magistrado não sobra margem de arbítrio para deixar de reunir as ações” (RT 491/133 e JTA 43/195, in NEGRÃO, Theotonio, Código de processo civil e legislação processual em vigor, 28 ed, 1997, p.

154)

)Desde

que seja oportuna a reunião e haja possibilidade de grave

III. DO DIREITO

a)

Do esbulho e da indenização pelos danos materiais

16.

Como narramos no item 7 da presente, o Sr. Damião confessa

literalmente que ocupou a sala do Requerente por ordem do Requerido, tendo ali depositado seus objetos pessoais e objetos de trabalho, congurado assim o esbulho, conforme comprovam o boletim de

ocorrência e as fotos colacionadas à presente ( docs. 3).

17. Com efeito, dúvidas não restam que a sala do Requerente foi

indevidamente ocupada, já que nunca deu autorização para sua utilização pelo Requerido ou seus empregados.Inegável a responsabilidade do Requerido sobre os atos de seus empregados a teor do art. 932, III do

Código Civil.

18. Inegável também os danos decorrentes da invasão: a sala foi

transformada em depósito, assim faz-se necessária sua limpeza e pintura para que retorne ao estado anterior. Nesse sentido, prescreve o art. 952 do Código Civil:

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“Art. 952 Havendo usurpação ou esbulho do alheio, além da restituição da coisa, a indenização consistirá em pagar o valor de suas deteriorações e o devido a título de lucros cessantes , faltando a coisa, dever-seá reembolsar o seu equivalente ao prejudicado.

19. Ainda com fulcro no dispositivo retro, o Requerido deverá pagar os

lucros cessantes, portanto faz-se necessário que reembolse o Requerente pelo uso da sala (aluguel), já que em decorrência da invasão o Requerente

viu-se privado de sua utilização.

b) Do dano moral

20. O Requerente é cidadão respeitável, goza de conceito social estimável,

jamais foi condenado criminalmente ou processado na esfera cível.

21. Destarte, os atos ilícitos e irresponsáveis do Requerido vieram a

desdourar o nome do Requerente, prejudicando-o em sua vida pessoal e no exercício de seu labor. A aferição do dano puramente moral reside na vericação do caso concreto, de uma circunstância capaz de provocar na vítima perturbações psíquicas, em razão de atos ou fatos injustos que atinjam sua honra, causando-lhe constrangimentos, vexames, dores, sentimentos e sensações negativas.

22. Assim, dá-se o dano moral se ocorre a lesão de interesses

personalíssimos de pessoa humana, provocada por ato lesivo. O bem tutelado pelo ordenamento jurídico, é a personalidade da pessoa humana, a esfera ética da pessoa, de modo que gera intranqüilidade, ofensa à honra, à consideração social, ao renome; há provocação de vergonha. Em síntese, no dano moral existe a diminuição subjetiva do prestígio público, da estima geral.

23. É inequívoco o dano à sua personalidade, na medida em que o se viu

caracterizado injustamente como agressor, acarretando a perda da estima pública, com efeitos danosos em seu íntimo e em seu meio social, quando na realidade estava a exercer o regular exercício de seus direitos. A conduta do Requerido gerou enorme constrangimento, dor, angústia e até desespero ao Requerente que teve seus direitos personalíssimos lesados. Nas sábias palavras do Prof. Humberto Theodoro Jr.:

“Quanto à prova, a lesão ou dor moral é fenômeno que se passa no psiquismo da pessoa e como tal não pode ser concretamente pesquisado. Daí porque não se exige do autor da pretensão indenizatória que prove o dano extrapatrimonial. Cabe-lhe apenas provar a existência do fato lesivo.” (Comentários ao Novo Código Civil, v. III, t. I, p. 46)

24. Neste sentido é pacíca a jurisprudência brasileira:

“Os bens morais são próprios da pessoa, de foro íntimo. Os transtornos, os abalos de crédito, a desmoralização perante a sociedade em que se vive, não precisam ser provados por testemunha nem por documento. Resultam naturalmente do fato, não sendo exigível a comprovação de reexo patrimonial do prejuízo. Esse dano deve ser reparado, ainda que essa reparação não tenha caráter ressarcitório, e, sim, compensatório.” ( TRF 1ª região. Ap. 1997.01.00.042077-)

25. A conduta do Requerido de determinar a invasão da sala do

Requerente, usando-a indevidamente como depósito, bem como a execução irregular da obra caracterizam atos ilícitos previstos nos artigos

186 do Código Civil que prevêem, respectivamente, a imperatividade da reparação do dano moral ensejando, assim, a obrigação de reparar o dano prevista no art. 927 do Código Civil:

“art. 186 Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito ou causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.”

“art. 927 Aquele que por ato ilícito (arts. 186 e 187),causar dano a outrem, ca obrigado a repará-lo.”

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26. Com efeito, as situações de extremo desconforto, vergonha e o

27. Pois bem, no que tange ao dano moral, este dispensa qualquer

comprovação, sendo presumível a sua ocorrência, tendo em vista os transtornos vividos pelo autor, ao ver seu imóvel ser danicado pela obra irregular realizada pelo Requerido, bem como pela invasão de sua sala, sem nada poder fazer para impedir a ação do réu.

28. Deve ser considerado, ainda, que uma construção irregular pode

acarretar conseqüências nocivas à segurança e saúde. Além do que, o Autor ainda terá que suportar grande incômodo quando estiverem sendo feitos os reparos para demolição da obra irregularmente executada pelo Requerido e ainda pela limpeza, pintura e reparos necessários para reconstituir o estado de sua sala invadida pelo Requerido.Desta forma, tem-se certo o direito do Requerente à indenização por danos morais.

b.1. Da indenização por danos morais

29. O dano moral não se mede monetariamente, não tem dimensão

econômica ou patrimonial. Desta forma, a importância a ser paga terá de se submeter a um poder discricionário conforme a gravidade do dano e a fortuna do responsável.

30. Segundo leciona o Prof. Caio Mário da Silva Pereira, a indenização por

dano moral, levando em consideração a condição econômica do infrator e a gravidade da falta cometida tem dupla nalidade: a) punir o infrator, que

não pode ofender em vão a esfera jurídica alheia e b) proporcionar à vítima uma compensação pelo dano suportado. (Instituições de Direito Civil, 15ª ed., v. II, p.212)

31. É neste sentido o entendimento do TACivSP:

“Cuida-se de técnica que, a um só tempo, sanciona o lesante e oferece exemplo à sociedade para que não oresçam condutas que possam ferir valores que o direito protege.” (Ap. 551.620/95)

32. E também o TARGS:

“A reparação do dano moral tem natureza punitiva, aitiva para o ofensor, com o que tem a importante função, entre outros efeitos, de se evitar que se repitam situações semelhantes”(AP. 195.039094/95)

33. Neste sentido, também já se posicionou o STJ, prevendo que o

arbitramento judicial seja feito a partir de três dados relevantes, o nível econômico do ofendido, o porte econômico do ofensor e as condições em que se deu a ofensa. (STJ, RESP 6048-0/RS).

34. Por m, vale ressaltar a magistral lição do Egrégio TAMG:

“Para a xação do quantum em indenização por danos morais, devem ser levados em conta a capacidade econômica do agente, seu grau de dolo ou culpa e a posição social ou política do ofendido.” ( TAMG,Ap. 140.330-7/92)

35. Do exposto, pode-se concluir que a indenização por danos morais xa-

se em um tríplice apoio: as condições sociais e econômicas do ofendido,

o poder econômico do ofensor e seu grau de culpa.

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36. O Requerido goza de excelente condição econômica, é dentista,

proprietário de uma clínica dentária, possui diversos bens imóveis, por sua

vez, o Requerente também mantém boa situação econômica é advogado, e

37. A indenização por danos morais deve alcançar valor tal que sirva de

exemplo e punição para o réu, servindo ao Autor como compensação pela

dor sofrida.

38. Sobre essa matéria, Humberto Theodoro Júnior observa que:

“ nunca poderá, o juiz, arbitrar a indenização do dano moral, tomando por

base tão somente o patrimônio do devedor. Sendo, a dor moral, insuscetível de uma equivalência com qualquer padrão nanceiro, há uma universal recomendação, nos ensinamentos dos doutos e nos arestos dos tribunais, no sentido de que ‘o montante da indenização será xado eqüitativamente pelo Tribunal’ (Código Civil Português, art. 496, inc. 3). Por isso, lembra, R. Limongi França, a advertência segundo a qual ‘muito importante é o juiz na

matéria, pois a equilibrada xação do quantum da indenização muito depende de sua ponderação e critério’ (Reparação do Dano Moral, RT 631/36)” (Dano Moral, Ed. Oliveira Mendes, 1998, São Paulo, p. 44).

39. Oportuna também a lição de Maria Helena Diniz:

“ o juiz determina, por eqüidade, levando em conta as circunstâncias de

cada caso, o ‘quantum’ da indenização devida, que deverá corresponder à lesão e não ser equivalente, por ser impossível, tal equivalência. A reparação pecuniária do dano moral é um misto de pena e satisfação compensatória. Não se pode negar sua função: penal, constituindo uma sanção imposta ao ofensor; e compensatória, sendo uma satisfação que atenue a ofensa causada, proporcionando uma vantagem ao ofendido, que poderá, com a soma de dinheiro recebida, procurar atender a necessidades materiais ou ideais que repute convenientes, diminuindo, assim, seu sofrimento” (A Responsabilidade Civil por Dano Moral, in Revista Literária de Direito, ano II, nº 9, jan./fev. de 1996, p. 9).

40. O valor da indenização por danos morais a ser arbitrado em sentença,

por V. Ex.a, deverá, pois, ser apurado levando-se em consideração as condições econômicas e sociais do requerente, o poder econômico do requerido e a gravidade de sua culpa, o que, de acordo com as

particularidades do caso, impõe-se que não seja inferior a 100 (cem) salários mínimos.

IV. DO PEDIDO

Destarte, nos termos desta petição o Requerente requer a V. Ex.a o seguinte:

a) seja o Requerido citado, via postal, para, querendo, apresentar sua

defesa, sob pena de, não o fazendo, presumirem-se verdadeiros os fatos narrados na inicial;

b) seja declarada a conexão entre a presente e a ação de nunciação de

obra nova, determinando-se a reunião dos processos;

c) seja a presente ação julgada totalmente procedente, para o m de ser o

Requerido condenado à reparação civil, determinando-lhe o pagamento das despesas com a limpeza e pintura e reforma da sala, bem como do aluguel da sala durante todo o período em que a ocupou e/ou em que ali manteve seus pertences, e ainda seja condenado à reparação por danos morais em valor não inferior a 100 (cem) salários mínimos.

d) condenação do Requerido em custas processuais e honorários

advocatícios;

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Protesta por todos os meios de prova em direito admitidos, em especial, o depoimento pessoal do Requerido e oitiva de testemunhas.

Pede deferimento.

Belo Horizonte, 12 de julho de 2011

OAB/MG

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Belo Horizonte, 12 de julho de 2011 OAB/MG OAB/MG © 2016 domtotal.com - Todos os direitos

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