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Diretor Todas as 5 as feiras Quanto mais desejados maior a espera! Sandro Mêda Nº
Diretor
Todas as 5 as feiras
Quanto mais desejados
maior a espera!
Sandro Mêda
Nº 1431
PRIMEIRA MÃO
P.V.P. 1.95€ • Continente - 13 a 19 de abril 2017
Tempos de entrega
dos SUV compactos
50 MODELOS EM ANÁLISE
27 ANOS A CONDUZIR A PAIXÃO

do

Produção

Golf-SUV

arranca em junho

“ G o l f - S U V ” arranca em junho Vendas e m

Vendas

em

novembro

Testes finais na África do Sul

Comparativo Smart Forfour 1.0 Kia Picanto 1.0 CVVT Pequenos a gasolina
Comparativo
Smart Forfour 1.0
Kia Picanto 1.0 CVVT
Pequenos a gasolina
Smart Forfour 1.0 Kia Picanto 1.0 CVVT Pequenos a gasolina Ford KA+ 1.2 Tecnologia Quando o

Ford KA+ 1.2

Tecnologia

Quando o alumínio casa com o carbono

Manutenção

Mais brilho e cor

alumínio casa com o carbono Manutenção Mais brilho e cor Nesta edição Conduzimos 12 Mercedes-Benz E220d

Nesta edição

Conduzimos

12
12
Nesta edição Conduzimos 12 Mercedes-Benz E220d Coupé VW T-Roc 2.0 TSI Ford Ka+ 1.2 Mercedes-Benz GLA
Mercedes-Benz E220d Coupé VW T-Roc 2.0 TSI Ford Ka+ 1.2 Mercedes-Benz GLA 220d 4Matic 7G-DCT

Mercedes-Benz E220d Coupé

Mercedes-Benz E220d Coupé VW T-Roc 2.0 TSI Ford Ka+ 1.2 Mercedes-Benz GLA 220d 4Matic 7G-DCT Kia
Mercedes-Benz E220d Coupé VW T-Roc 2.0 TSI Ford Ka+ 1.2 Mercedes-Benz GLA 220d 4Matic 7G-DCT Kia

VW T-Roc 2.0 TSI

Mercedes-Benz E220d Coupé VW T-Roc 2.0 TSI Ford Ka+ 1.2 Mercedes-Benz GLA 220d 4Matic 7G-DCT Kia
Mercedes-Benz E220d Coupé VW T-Roc 2.0 TSI Ford Ka+ 1.2 Mercedes-Benz GLA 220d 4Matic 7G-DCT Kia

Ford Ka+ 1.2

Mercedes-Benz GLA 220d 4Matic 7G-DCT

Kia Picanto 1.0 CVVT

Kia Picanto 1.0 CVVT

Toyota Mazda CX-3
Toyota
Mazda CX-3

Smart Forfour 1.0Toyota Mazda CX-3

Yaris 1.0 VVT-I

1.5 Skyactiv-D AWD

Seat Ibiza 1.5 TSI FR

Honda Civic 1.5 i-VTEC Turbo

BMW 325d Gran Turismo

DS3 1.6 BlueHDI Givenchy

SEMANAL
SEMANAL

Nº 1431 è13 DE ABRIL 2017

A SABER

4

Esta semana destacamos o início da comercialização

do novo Audi A5 Cabrio, a confirmação dos novos Audi Q4 e Q8, o relançamento da revista Motor Clássico

e os detalhes da maior concentração de Porsche na Península Ibérica.

TESTE DA SEMANA

12

A nova geração do Mercedes Classe E Coupé deixou ter ter a base do Classe C para passar a assentar na plataforma do novo E. As melhorias são imensas. Ensaio à versão com motor 2.0d de 194 cv.

FUTURO

16

Esta semana a rubrica “Futuro” inclui o primeiro teste ao SUV que vai ser produzido na AutoEuropa. Ainda camuflado, é certo, mas aqui ficam as primeiras impressões de condução.

TECNOLOGIA

28

A tecnologia Space Frame é utilizada pela Audi há mais de 20 anos. Contamos-lhe a história desta tecnologia

e como se apresenta numa nova geração para servir de base ao novo A8.

numa nova geração para servir de base ao novo A8. MANUTENÇÃO 36 Encerar o carro é

MANUTENÇÃO

36

Encerar o carro é uma boa forma de manter a pintura brilhante e com uma cor garrida.

 

ERA UMA VEZ

38

O tempo de espera pelos carros da moda, os SUV, continuam a crescer. Valerá a pena tanta espera?

 

ERA UMA VEZ

40

Acompanhamos os nossos leitores que participaram de Dacia Duster no Raid do Bucho, evento organizado pelo Clube Escape Livre.

 

USADO DA SEMANA

42

O Kia Rio, segunda geração, já teve motor 1.4 CRDi de 90 cv. Existem algumas unidades no mercado de usados que se tornam bons investimentos.

 

FÓRUM

44

O espaço de ligação com os leitores onde se escla- recem questões do ponto de vista técnico.

45

Staff

 

MERCADO

46

Preços dos carros novos com o nosso ranking

52

Classificados Os usados à venda.

 

SEGREDOS DO USADO

56

Mais um mês, mais dois relatórios sobre os carros que temos a cumprir ensaios de longa duração. Dissemos adeus ao Nissan Leaf e recebemos um Hyundai Ioniq.

 

PAIXÃO

60

A Kia já fez os exames e encontrou a equipa ideal para se estrear no Nacional de velocidade com o apoio do Autohoje. Uma história deliciosa.

62

O Nacional de TT arranca este fim de semana e nós mostramos-lhe a “arma” da Toyota para vencer!

Esta Esta Esta semana semana semana
Esta Esta Esta semana semana semana

EstaEstaEstasemanasemanasemana

Esta Esta Esta semana semana semana
Esta Esta Esta semana semana semana
Esta Esta Esta semana semana semana
12 Teste da semana Mercedes-Benz E Coupé 220d
12 Teste da semana
Mercedes-Benz E Coupé 220d
 

AO VOLANTE

18

Mercedes-Benz GLA 220d 4 Matic, a marca alemã renovou o GLA com detalhes de pormenor e não só.

20

Toyota Yaris 1.0 VVT-i, mais uma fase na vida do popular Yaris. Muda o suficiente e chega para ser um sucesso.

21

Seat Ibiza 1.5 TSI FR, no grupo VW, o motor 1.4 TSI deu origem a um 1.5 que o Autohoje já conduziu.

22

Honda Civic 1.5 VTEC Turbo, antes do Type-R, este é o Civic a gasolina mais potente que se pode ter.

24

BMW 325d GT, o Série 3 para seniores ganhou mais uns cavalitos na versão 325d. Mais disponível, mais igual em competência.

25

Mazda CX-3 1.5 Skyactiv-D 4WD, o crossover recebeu um restyling que lhe trouxe um sistema de vetorização de binário.

26

DS3 1.6 BlueHDI Givenchy Le Make Up, série especial do DS3 com um público alvo bem definido: o feminino.

30

Kia Picanto em comparativo. O novo citadino da marca coreana vai a “jogo” contra dois rivais muito fortes: Ford Ka+ e smart forfour.

comparativo. O novo citadino da marca coreana vai a “jogo” contra dois rivais muito fortes: Ford

58

A Mercedes voltou ao que era no GP da China e Lewis Ham- ilton conquistou tudo, desde a Pole

Position à vitória na

e a Ferrari?

Esperemos pelos

próximos capítulos.

prova

na e a Ferrari? Esperemos pelos próximos capítulos. prova 64 São chineses, chamam-se Tech- rules e
64 São chineses, chamam-se Tech- rules e desenvolvem tecnologia para a indústria automóvel. Agora mostraram

64

São chineses, chamam-se Tech- rules e desenvolvem tecnologia para a indústria automóvel. Agora mostraram um carro elé- trico com turbina Diesel a fazer de extensor de autonomia.

A não perder Por: Pedro NASCIMENTO O Palmelão já circula Não resta a mínima dúvida
A não perder
Por: Pedro
NASCIMENTO
O
Palmelão
circula
Não resta a mínima dúvida de
que o T-Roc é fundamental para
a indústria em Portugal, em par-
ticular para a Autoeuropa. Mas o
caminho que nos trouxe até aqui
fez-se de muitas dúvidas, sim. A
Volkswagen avançou e recuou,
mudou de ideias um par de vezes
e atravessou o maior escândalo
da sua história moderna – tudo
para decidir, final e empenha-
damente, começar a construir o
novo crossover-SUV do qual o
Autohoje lhe mostra as primeiras
impressões.
16
Quem espera: será
que desespera?
É possível que já tenha tentado com-
prar um carro novo e lhe tenham
dito “tem uma lista de espera de três
meses”. Doze semanas. É pouco,
acredite, para o que se passa com
alguns SUV, como o Paulo Marmé
lhe conta neste artigo. As listas de
espera são, ainda assim, um bom
barómetro para aferir a popularidade
de um modelo. Mais procura que
oferta é o desejo de qualquer marca,
mas num mundo que muda de
ideias tão depressa como o nosso,
uma lista de espera de seis meses
está na ténue fronteira entre ter um
carro de sucesso ou perder todo o
negócio para um concorrente.
38

FiqueFiqueFiqueaaasaber

saber

saber

è Câmara Municipal de Vila do Bispo, Algarve, entregou um Evoque TD4 à GNR.

Editorial

Editorial

Sandro MÊDA

 

Diretor

Pensamentos de sofá

A

meio do fim de semana, enquanto uns

jovens, alegadamente, como parece ser necessário sublinhar, aprofundavam a arte do sofá; passando da fase deitado no sofá paraodeitar osofájanelaforanumqualquer hotel espanhol, como se não houvessem hotéis com sofás em Portugal, deliciava-me com o entusiasmo que via no rosto de outros jovens que se deitavam nas motos expostas no Moto Show, o salão de motos, por sinal

repleto de visitantes, que teve lugar em Lisboa.

Dosmaispequenos,obviamentelevadospor

algum entusiasta familiar, a outros com ar de

quem já podia sair dali a rolar, todos com um sorrisotãoradiante.Haverámuitasconclusões

retirar. Eu, sem sair do canto, revi algumas, que dedico às almas anti-tudo-o-que-tem- motor; os haters modernos da engenharia.

a

A

emoção dos motores, e sim, também a

velocidadeealgumrisco,sãoumafontesecular

de

adrenalina, antídoto natural da testosterona

que não se inibe com a apanha de flores, ainda

quesubstituafacilmenteoutroscheirosecores

muito mais psicadélicas, além de fomentar a responsabilidade e a integração na mobilidade, para que a coordenação motora da juventude não se reduza aos polegares ou à biqueira do pé. Outra: querendo-se salvaguardar tanto quanto possível a integridade física, que se imite o Reino Unido, que em tantas coisas dá reais lições de civilização, e se reduza o IVA sobre o equipamento de segurança, como os capacetes, para estes ou quaisquer outras duas rodas.Comsorteaindaajudariaafomentaro

interesse pelo desporto motorizado, de qualquer

tipo,poupandoavidadossofásecorrendoo

risco de termos campeões capazes de dissertar uma frase com nexo em público. A propósito, até podemos regressar a Espanha, onde se produzem campeões em praticamente todas as modalidades motorizadas, exemplos e

inspiração para tantos que não ficam no sofá. Por último, a observação de que quase me

envergonho:mesmocomapenasmeiadúzia

de

fabricantes juntos num canto de Lisboa,

senti uma emoção mais real e próxima das

pessoas do que em tantos salões automóvel

que,demasiadasvezes,parecemextremados

entrearacionalidadeanestesianteeautopiaque

afasta a paixão de pessoas de todas as idades.

 

Portugal consegue ficar abaixo da centena de mortos no 1º trimestre

PELA PRIMEIRA VEZ, PORTUGAL ATINGE UM NÚMERO DE MORTOS EM ACIDENTES RODOVIÁRIOS NUM 1º TRIMESTRE

INFERIOR A UMA CENTENA.

ATÉ 31 DE MARÇO, NOS 30 152 SINISTROS COM VÍTIMAS, 97 PESSOAS PERDERAM A VIDA.

N os primeiros três meses do ano, perderam a vida nas estradas na-

cionais 97 pessoas, de acordo com

as estatísticas de mortos a 30 dias, compilada pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária a partir da informação que lhe chega da PSP e da GNR. Esta cifra, embora sempre pesarosa, representa um marco no combate à sinistralidade rodoviária

em Portugal, já que esta é a primeira vez que o nosso país consegue um número de mortos em acidentes de viação inferior à centena. Nos períodos homólogos dos anos anteriores, a cifra foi sempre superior: 110 (2016), 119 (2015), 104 (2014) e 127 (em 2013). Em termos de número de acidentes com vítimas verificados, as autoridades assinalaram a ocorrência de 30 152

sinistros, de janeiro a março deste ano, uma redução de 3,6% face ao mesmo período do ano passado. Outro indi- cador: nos primeiros três meses, dois distritos conseguiram “zero mortes” em desastres de viação. Foram os distritos de Leiria e Vila Real. Embora não seja inédito é de realçar que no 1º trimestre de 2015, o distrito de Bragança também tinha logrado esse feito.

Setúbal e Porto Setúbal e Porto, cada um com um re- gisto de 14 mortos,
Setúbal e Porto
Setúbal e Porto,
cada um com um re-
gisto de 14 mortos,
foram os distritos
onde mais pessoas
perderam a vida em
acidentes de viação.

Tráfego da rede Brisa cresce 7% em 2016

O ANO PASSADO foi o 3º consecutivo de crescimento de tráfego no conjunto das 11 autoestradas da maior concessionária de autoestradas em Portugal, com um acréscimo global de 7%. As receitas cres- ceram 7,1%. Um dado interessante: o

tráfego de pesados aumentou mais (na ordem de 9,6%) do que o dos ligeiros (6,9%). Em média, no 1º trimestre de 2016 (período mais baixo em termos de utilização das autoestradas da Brisa), o tráfego diário foi de 15 617 veículos. O

3º trimestre foi o período mais forte de utilização de autoestradas, tendo o tráfego médio diário sido de 23 087 viaturas. A A5 (Lisboa-Cascais) continua a ser a autoestrada com mais intensidade de trânsito (média diária de 64 916 carros).

A5
A5
64 916
64 916

64 916

64 916
64 916 por dia a 2016 2015 2014 2013 515,3 481,2 451,1 427,5 Receitas de portagens

por dia a

64 916 por dia a 2016 2015 2014 2013 515,3 481,2 451,1 427,5 Receitas de portagens

2016

2015

2014

2013

515,3

481,2

451,1

427,5

64 916 por dia a 2016 2015 2014 2013 515,3 481,2 451,1 427,5 Receitas de portagens

Receitas de portagens na rede de autoestradas Brisa

veículos usaram

MAIORES SUBIDAS

A A9 (em parte devido

à crescente saturação

do IC17 / CRIL) e a A2, A6, A10 e A13 (autoes- tradas mais sazonais e com maior aptidão para

as viagens de lazer) apre-

sentaram taxas de cres-

cimento mais elevadas.

è Infraestruturas de Portugal vai iniciar requalificação do troço da EN117, entre Pendão e Belas. Valor: 1,7 milhões de euros.

Audi Q4 para 2019 e Q8 já em 2018 A AUDI CONFIRMA O LANÇAMENTO PARA
Audi Q4 para 2019 e Q8 já em 2018
A AUDI CONFIRMA O
LANÇAMENTO PARA O ANO DO Q8
(TAL COMO TÍNHAMOS
AVANÇADO) E DO Q4 PARA 2019.
A Audivaiavançarparaaprodução
do SUV-Coupé Q4 na fábrica
os
motores de montagem transversal
modernização da gama “Q”, adotando
húngara de Gyor, notícia confirmada
esta semana. O novo modelo, a posi-
cionar entre o Q3 e o Q5, vai passar a
ser construído na mesma fábrica do
Q3, que até lá deixará de ser fabrica-
do em Espanha, na unidade Seat de
Martorell. A decisão é compreensível
do ponto de vista industrial, uma vez
que Q3 e Q4 irão partilhar centenas de
componentes e serão, tecnicamente,
muitosemelhantes.Aplataformaserá
a MQB, também usada pelo A3 e por
todos os modelos abaixo do A4/Q5,
os quais usam a plataforma modu-
lar para motores longitudinais. Isto
significa também que o Q4 irá usar
que são comuns à gama A3, embora,
de acordo com a revista alemã “Auto
Motor und Sport”, vá optar pelos es-
possibilidade de receber a instru-
mentação digital “virtual cockpit”
a
e
um grande ecrã sensível ao toque
calões de potência mais elevados: 2.0
TDI de 150 e 190 cv e 2.0 TFSI de 190
cv. No lançamento, todas as versões
terão tração integral Quattro. Ainda
não foram revelados, oficialmente,
detalhes técnicos sobre o Q4, mas
de 12,3 polegadas, detalhes que, de
2019 em diante, também poderão
ser encontrados na gama Q3.
Na mesma ocasião, a Audi confirmou
a
produção da versão final do Q8 a
partir de 2018, na fábrica eslovaca
o
Autohoje sabe que rondará 4,50
metros. Isto significa que será sen-
sivelmente mais curto que os seus
dois maiores adversários no mercado
dos SUV-Coupé Premium: BMW
X4 (4,67 metros) e Mercedes GLC
de Bratislava. Tal como o Autohoje
adiantou há um mês (edição nº1425),
o
topo de gama dos Q será lançado
Coupé (4,73 metros). Por outro lado,
daqui por um ano e meio, por pre-
ços que devem arrancar nos 100 mil
euros. Terá os mesmos motores do
Q7 e poderá acrescentar uma versão
a
chegada do Q4 irá contribuir para a
híbrida plug-in de 450 cv.
Foto: Audi
Imagem: Schulte DESIGN

A5 Cabrio começa nos 56 mil euros

COM O OBJETIVO de manter uma toada de

vendas idêntica, as primeiras unidades do A5 Cabrio da segunda geração, começam agora a ser vendidas. Numa primeira fase,

a marca propõe as versões 2.0 TFSi e

2.0 TDI, ambas com 190 cv, sendo que esta segunda está equipada com caixa S Tronic. Quanto a preços, a primeira começa nos 56 mil euros e a segunda nos 58 mil euros. Utiliza a plataforma MLB do Grupo

VW, com o motor montado em posição

dianteira longitudinal, ficou 40 kg mais leve que a geração anterior e ganhou mais 40 por cento de rigidez estrutural.

A capota têxtil tem funcionamento com-

pletamente automático ao toque de um botão, demorando 15 segundos a abrir

e 18 segundos a fechar.

MEIO MILHAR DE A5 CABRIO ENTRE NÓS O historial da Audi nos cabrio remonta a

MEIO MILHAR DE A5 CABRIO ENTRE NÓS O historial da Audi nos cabrio remonta a 1994, quando foi lançado o Audi 80 Cabrio. Em 2002 surgiu o A4 Cabrio (vendido até 2010) e em 2010, foi a vez do A5 Cabrio, modelo que conhece agora a 2ª geração. Entre 2010 e 2017, a marca alemã vendeu 500 unidades do A5 descapotável em Portugal.

Curtas DACIA DUSTER COM CAIXA EDC O DACIA DUSTER passa a disponibilizar uma caixa de
Curtas
DACIA DUSTER COM CAIXA EDC
O DACIA DUSTER passa a disponibilizar
uma caixa de velocidades automática
de dupla embraiagem (EDC) com
modo sequencial
na versão 4x2,
com o motor 1.5 dCi de 110 cv.
O
preço dessa variante é a partir de 20
650 euros, mais 1500 euros do que
as versões equivalentes equipadas
com caixa de velocidades manual. O
consumo é de 4,5 litros aos 100 km
no ciclo combinado (NEDC).
CITROËN C3 COM CAIXA EAT6
NO MOTOR 1.2 DE 110 CV
O CITROËN C3 passa a poder ser
comprado com o motor a gasolina de
três cilindros a gasolina 1.2 PureTech
de 110 cv e caixa automática EAT6.
Com esta transmissão,
concebida
pela Aisin AW, o C3 apresenta 110 g/
km de CO2 e 4,2 l/100 km.
O utilitário
atinge 188 km/h e faz 0-100 km/h em
10,9 segundos. Disponível no nível
de equipamento Feel, este C3 custa
17 030e, enquanto no nível Shine o
preço é 19 130e.
17 030e, enquanto no nível Shine o preço é 19 130e. Agenda 14 e 15 de

Agenda

14 e 15 de abril

Baja TT de Loulé para o Campeonato Nacional de TT. Organiza: Clube Auto móvel do Algarve.

15 de abril

Rali Rota do Folar, em Valpaços, Vila Real. Organiza: Clube Aut. Vilarandelo.

21 abril

Conferência “O futuro do retalho automóvel”, na Póvoa de Varzim. Organização: ARAN.

FiqueFiqueFiqueaaasaber

saber

saber

F-Type com novo 2.0 de 300 cv por 68 320e

O JAGUAR F-TYPE chega agora aos stands com a nova versão

do motor Ingenium turbo a gasolina de quatro cilindros. O

bloco 2.0 debita 300 cv, sendo o quatro cilindros mais potente

de sempre do construtor inglês. Também desenvolve a maior

potência específica de qualquer motor na gama F-Type: 150

cv por litro. Em termos de prestações, este 2.0 de 300 cv

leva o F-Type a acelerar em 5,7 segundos dos 0-100 km/h e a atingir uma velocidade máxima de 249 km/h. Com este propulsor, o F-Type apresenta-se desde 75 473 euros na versão Convertible e por 68 323 euros no Coupé.

euros na versão Convertible e por 68 323 euros no Coupé. Este bloco tem um binário

Este bloco tem um binário de 400 Nm, articulando-se com uma caixa Quickshift de oito relações. Consumo misto de combustível:

7,2 litros por 100 km

Lexus LS F Sport no início de 2018
Lexus LS F Sport no início de 2018

DEPOIS de ter mostrado no início do ano o facelift do LS, a Lexus avança agora com a versão F Sport, a qual estará disponível em Portugal no início de 2018, tal como a nova geração do LS 500h. O LS F Sport dispõe de um 3,5 litros V6 com 415 cv.

èJeep irá apresentar no salão de Xangai (19 de abril) concept de um híbrido “plug-in”.

Xangai (19 de abril) concept de um híbrido “plug-in”. Mercedes mostra detalhes do S e confirma
Xangai (19 de abril) concept de um híbrido “plug-in”. Mercedes mostra detalhes do S e confirma

Mercedes mostra detalhes do S e confirma A sedan

A MERCEDES MOSTROU DETALHES DO

PARA O VOLANTE REDESENHADO. AO MESMO TEMPO, CONFIRMOU O CLASSE A SEDAN PARA A EUROPA.

RENOVADO CLASSE S, COM DESTAQUE PARA A NOVA FRENTE

E

A Mercedes-Benz prepara uma atualização, muito suave, do seu topo de gama e em

imagens destinadas a falar das tecnologias de assistência à condução que terá o Classe S, surgem imagens do interior do carro. Apesar de não haver alterações nos comandos e no design do tablier, salienta-se um novo formato de volante. Se este “layout” se mantiver, o Classe S pode adotar um volante com três braços em vez dos atuais dois. Durante a apresentação do “restyling” do Mercedes-BenzGLA, quelhedamoscontanesta edição, os responsáveis da marca de Estugarda anunciaram,entretanto,maistrêsnovosmodelos que vão “engordar” a gama de cinco compac- tos que a marca comercializa. Assim, a juntar- -se à Classe A, CLA, CLA SB, GLA e Classe B, foi confirmado o lançamento de um A sedan na Europa, modelo que será apresentado sob a forma de protótipo no Salão de Xangai. O

sétimo membro desta família deverá ser um SUV Coupé, com base no A, que a marca ainda não confirmou chamar-se GLB. O lançamento está previsto para o decurso de 2018. O oitavo membro desta família é que será um surpresa e, para já, reside no segredo dos deuses. De resto, já muito se especulou, desde o cabrio ao SUV Coupé, mas o certo é que a Mercedes garantiu o seu lançamento, só não dizendo do que se trata.

o seu lançamento, só não dizendo do que se trata. Esta é a silhueta do protótipo

Esta é a silhueta do protótipo do Classe A sedan que a Mercedes-Benz vai apresentar no Salão de Xangai

Brinquedos de gente crescida

Brinquedos de gente crescida

A LAND ROVER associou-se à marca de relógios suíços Zenith para apre- sentar uma edição especial Zenith Chronomaster “El Primero Range Rover Velar”, inspirada no Velar, quarto membro da família Range Rover. O relógio, cuja parte inferior tem gravados os nomes Range Rover e Velar, custa cerca de 8900 euros.

os nomes Range Rover e Velar, custa cerca de 8900 euros. PARA COMEMORAR os 70 anos
os nomes Range Rover e Velar, custa cerca de 8900 euros. PARA COMEMORAR os 70 anos
os nomes Range Rover e Velar, custa cerca de 8900 euros. PARA COMEMORAR os 70 anos

PARA COMEMORAR os 70 anos da Ferrari, a marca italiana e a Hublot lançam um relógio original:

o Techframe Ferrari 70 years Tourbillon Chronograph. Esta peça de colecionador está disponível em três versões - ouro King Gold, Carbono Peek e Titânio - cada um com produção limitada a 70 peças. Desconhece-se o preço.

9111

9111

VALOR EM EUROS que a Porsche irá atribuir a cada um dos seus 21 mil empregados porque em 2016, ano recorde para a marca,

entregaram no mundo 237 778 veículos, mais 6% do que em 2015. O valor tem
entregaram no mundo
237 778 veículos, mais 6% do que em 2015.
O valor tem a curiosidade de evocar o modelo 911. Outro dado: a
Porsche obtém, em média, um lucro, por carro, de 17 250 euros.

è Citroën e Peugeot saíram do mercado norte-americano em 1974 e 1991, respetivamente, mas querem agora retornar.

em 1974 e 1991, respetivamente, mas querem agora retornar. Revista Motor Clássico está de regresso às

Revista Motor Clássico está de regresso às bancas

A REVISTA MOTOR CLÁSSICO ESTÁ DE VOLTA ÀS BANCAS. E

REGRESSA COM UM “RESTAURO”

da história automóvel. Neste mundo da paixão automóvel e por clássicos, olhamos também para corridas, motos e micro- carros que fizeram história e para a evolução da ilumina- ção automóvel. Os eventos que mobilizam os clubes – e tantos

aficionados por esse país fora

– também não são esquecidos

neste relançamento da Motor

Clássico, cuja edição que chega agora às bancas é para guardar

e colecionar.

PROFUNDO,
PROFUNDO,

FEITO PELA EQUIPA DO AUTOHOJE. NÃO PERCA!

emblemáticos (como o Kapitän que faz as honras da casa), à sua entrada e presença em Portugal. Encontra também um guia com os conselhos para bem comprar um clássico, notícias de modelis- mo,umaanáliseaosautomóveis mais valiosos que a Sotheby’s leiloou no ano passado, uma retrospetiva a alguns aspetos menos conhecidos da indústria automóvel portuguesa e seus pioneiros e vários contactos com viaturas que fazem parte

A revista Motor Clássico, edi- tadapelaMotorpressLisboa

e pela equipa do Autohoje, é relançada, chegando agora às bancas. No relançamento desta que é a mais referencial publicação portuguesa de veí- culos clássicos foi operado um “restauro”completo, parausara terminologia automóvel, o qual lhe veio dar ainda mais brilho. Comoaperitivo,aediçãodedica um especial de 30 páginas à Opel, desde os seus modelos

è A Jaguar Land Rover teve o 7º ano A JAGUAR LAND ROVER cresceu 16%
è
A Jaguar Land Rover teve o 7º ano
A JAGUAR LAND ROVER cresceu 16% em venda de veículos
novos, no último ano fiscal (1 de abril de 2016 a 31 de março
de 2017). Ao todo, o fabricante de bandeira inglesa mas na
posse da Tata entregou 604 009 carros, superando pela
primeira vez na sua história a fasquia dos 600 mil exemplares.
consecutivo de subida de vendas.
58% quota
A VENDA de carros novos
nos EUA decresceu no
SUV
e as
pickup
continuam,
também
trimestre 1,9% face
idêntico período de
EUA,
a
ganhar
quota,
do 1º valendo
Os 58% nos
do
total,
ao fim
trimestre.
2016. Ao fim dos três
primeiros meses, os
três modelos mais
comercializados em
terras do “Tio Sam”
são o Ford F-Series
(205 281 unidades),
Chevrolet Silverado e
Ram Pickup.
O EXECUTIVO vai implementar um projeto para que a mesma foto e assinatura sirvam tanto
O EXECUTIVO vai implementar um projeto para que a mesma
foto e assinatura sirvam tanto para o cartão do cidadão
como para o passaporte e carta de condução. A experiência
começará a ser posta em prática no Campus de Justiça, em
Lisboa, e na conservatória de Lamego. Após a avaliação dos
resultados, o intuito é estender este projeto a todo o país.
346
milhões de euros
OS TÁXIS londrinos vão passar a
ser elétricos, no final do ano. A
“The London Taxi Company” (LTC)
investiu 346 milhões de euros para
abrir a 1ª fábrica de automóveis do
Reino Unido (em Ansty, Coventry)
dedicada 100% à produção de
elétricos. A LTC, subsidiária da
Geely, está a usar material Volvo.
A LTC, subsidiária da Geely, está a usar material Volvo. 2 em 2 meses O número
2 em 2 meses O número 116 posto à venda, tem capa de abril/maio de
2 em 2 meses
O número 116 posto
à venda, tem capa de
abril/maio de 2017,
mantendo o preço
habitual. Estamos a
contar com a sua leitura
e participação.
A nova revista Motor
Clássico terá uma
periodicidade bimestral
Tendência dos combustíveis 2017 PREÇO DA SEMANA SEMANAS A SUBIR Máximo Médio Médio do ano
Tendência dos combustíveis 2017
PREÇO DA SEMANA
SEMANAS A SUBIR
Máximo
Médio
Médio
do ano
95
D
95
1,479E
1,243E
1,599E
SIMPLES
SIMPLES
SIMPLES
Máximo
do ano
08
D
1,219 E
SIMPLES
SEMANAS A DESCER
Mínimo
do ano
95
1,169E
SIMPLES
Mínimo
do ano
TODOS OS PREÇOS NA APP GASOL
07
D
0,899E
DISPONÍVEL PARA IOS E ANDROID
SIMPLES

Diesel profissional em 70% dos postos

O PROJETO do gasóleo profissional lançado em setembro em regime piloto (desconto de 0,11e/litro) e que no início do ano foi alargado ao país, já está disponível em 70% dos

postos,

cobrindo 90%dos concelhos.

Em janeiro, foram feitos mais de 1,3

milhões de euros
milhões de euros

de reembolsos às

transportadoras, com5850matrículas processadas e 10 milhões de litros de gasóleo profissional abastecidos.

FiqueFiqueFiqueaaasaber

saber

saber

èPorsche e Audi vão desenvolver em conjunto plataforma para modelos elétricos.

desenvolver em conjunto plataforma para modelos elétricos. Curtas HONDA COM NOVO IMPORTADOR… DESDE 1 DE ABRIL,
Curtas HONDA COM NOVO IMPORTADOR… DESDE 1 DE ABRIL, a Sózó é o novo importador
Curtas
HONDA COM NOVO IMPORTADOR…
DESDE 1 DE ABRIL, a Sózó é o novo
importador da Honda Automóveis em
Portugal. A empresa é uma “joint-
venture” entre o Grupo Domingo
Alonso e a Salvador Caetano Auto: “A
nossa estratégia
passará também por
rejuvenescer a Honda, através de um
forte investimento em comunicação,
o que nos permitirá potenciar a marca
e captar novos consumidores que não
considerariam adquirir um Honda”, diz
Sérgio Ribeiro, administrador da Sózó.
Sabia que
Em 2016, a
Honda atingiu
100 milhões de
carros vendidos
no globo, desde
1963?
… E LANÇA CIVIC COUPÉ NOS EUA
A HONDA está, por estes dias, a revelar
em Nova Iorque a versão Coupé
do Civic, prevista para o mercado
americano. O modelo mantém-se fora
da rota europeia, embora fonte do
novo importador nacional tenha dito
ao Autohoje esperar poder vir a haver
mudanças nesse sentido, ainda que
nada exista de concreto até agora.
O Civic Si Coupé abandonou o 2,4
litros por um quatro cilindros de 1,5
litros
com 205 cv e 260 Nm. É uma
variante que concorre com o Focus
ST (250 cv) e o Golf GTI (220 cv).
O Si Coupé posiciona-se abaixo do
Type R, a versão mais radical do Civic

Portugal recebe 1ª edição do Iberian Porsche Meeting

CASCAIS, ÉVORA E PORTIMÃO ACOLHEM DENTRO DE DOIS MESES A MAIOR CONCENTRAÇÃO

OFICIAL DE PORSCHE DA PENÍNSULA IBÉRICA.

ALTERNANDO ENTRE PORTUGAL E ESPANHA.

N o fim-de-semana de 8 e 9 de julho, vai decorrer em Portugal o primei-

ro

encontro ibérico oficial da Porsche.

O

“Iberian Porsche Meeting” vai ter

como palco os concelhos de Cascais (onde a concentração começará com um desfile de Porsche ao longo da Marginal), Évora (onde haverá um almoço-convívio no aeródromo local e uma zona-espetáculo com slalom cronometrado onde os proprietários dos Porsche colocarão à prova os seus

dotes) e Portimão (onde o evento encer- rará com uma prova de velocidade no Autódromo Internacional do Algarve). Nesta que será a maior concentração

de desportivos Porsche da Península

O EVENTO VAI PASSAR A SER ANUAL,

por seis grupos que contemplam as

diversas séries e gerações de despor-

tivos da marca: “356” (356, 356 A,

356

B, 356 C); “911 | 912 | 914” (912,

912

E, 914, 911 Classic, 964, 993, 996,

997, 991); “Transaxle” (924, 944, 928,

Inscrições online
Inscrições online

Os interessados deverão fazer a sua inscrição online em www. iberianporschemeeting.com o portal dedicado em exclusivo ao evento.

968); “Boxster | Cayman” (986, 987, 981, 718); “Panamera” (970, 971); e “Supercars” (959, Carrera GT, 918 Spyder). O evento terá uma periodi- cidade anual, realizando-se alterna- damente entre Portugal e Espanha.

Piloto Mark Webber O australiano Mark Webber, ex-piloto de F1 e campeão do WEC, com
Piloto Mark Webber
O
australiano
Mark Webber,
ex-piloto de
F1 e campeão
do WEC, com
a
Porsche,
fará parte da
comitiva do
evento.
WEC, com a Porsche, fará parte da comitiva do evento. Ibérica, os veículos estarão divididos quer
WEC, com a Porsche, fará parte da comitiva do evento. Ibérica, os veículos estarão divididos quer

Ibérica, os veículos estarão divididos

quer reunir 356 veículos, uma forma de honrar a história è A organização da marca
quer reunir 356 veículos, uma forma de honrar a história
è A organização
da marca e de evocar
o seu
primeiro desportivo, o Porsche 356.
e de evocar o seu primeiro desportivo, o Porsche 356. BMW Série 3 fica sem caixas

BMW Série 3 fica sem caixas manuais?

DEVIDO À BAIXA procura de caixas manuais no Série 3, a BMW pondera deixar de oferecer esta opção na maioria dos mercados europeus, ondeacaixa automáticaéaescolhadominante dos compradores. Essa mudança de preferência é ainda mais notória no Série 5, pois desde a anterior geração a caixa automática chegou a representar 95% das vendas em alguns dos mais representativos mercados europeus. As caixas manuais devem continuar a ser usadas pela BMW nos modelos mais pequenos de motor transversal, como os Série 2 Active Tourer, X1 e próxima geração do Série 1. Espera-se que os M3 e M4 continuem a ter caixa manual, como opção. A BMW vai, entretanto, levar ao salão de Xangai a versão longa do Série 5 (G38), 13,3 cm mais comprida que a versão “standard” e fabricado e destinada à China.

a versão “standard” e fabricado e destinada à China. As caixas automáticas, já escolha preferencial dos

As caixas automáticas, já escolha preferencial dos consumidores do Série 3 em inúmeros países europeus, poderão relegar as transmissões manuais ainda em mais mercados

Informação automóvel em www. autohoje.com 9

FiqueFiqueFiqueaaasaber

saber

saber

e se não for

conduzir

Uma mão cheia de Aciprestes

A Real Companhia Velha tem cinco quintas no Douro cada uma com

características distintas, o que lhe permite apresentar vinhos variados e cheios de carácter. A Quinta dos Aciprestes fica na foz do rio Tua e é o arquétipo da viti- cultura de montanha. Eis quatro novas colheitas e uma novidade absoluta, o Talhão 14 extreme de Touriga Nacional.

novidade absoluta, o Talhão 14 extreme de Touriga Nacional. QuintadosAciprestestinto2015(8€) - Vinho de lote, com

QuintadosAciprestestinto2015(8€)-

Vinho de lote, com vinhas velhas com as castas mais tradicionais do Douro. Um refúgio seguro há muitos anos. Poderoso, frutado com um final elegante.

Quinta dos Aciprestes Reserva 2015 (15€) – Blend de T. Nacional e T. Franca. Estágio de 12 meses em carvalho francês. Aroma intenso, complexo, elegante e macio na boca.

QuintadosAciprestesGrandeReserva 2013 (38€) – Lote de T. Nacional e T. Franca vinificado em inox com estágio de 18 meses de 50% em carvalho francês. Está bom para quem goste de vinhos frutados, mas sugere evolução em cave.

QuintadosAciprestesSousãoGrande Reserva tinto 2012 (40€) - Foi um bom

anoparaacasta. Aromascomnuances vegetais, fruta e notas terciárias de café

e especiarias. Para já ou para guardar.

Quinta dos Aciprestes T. Nacional Talhão 14 Grande Reserva tinto 2013

(40€) – Novidade absoluta em apenas 884 garrafas.Enormeintensidadearomática. Na boca mostra uma estrutura pode- rosa embora se mostre fino

e elegante. Um clássico moderno difícil de esquecer.

èChinesa Qoros e sueca Koenigsegg unem-se para fazer desportivo EV.

Qoros e sueca Koenigsegg unem-se para fazer desportivo EV. ECO Diesel obsoleto depois de 2020 O
ECO
ECO

Diesel obsoleto depois de 2020

O CEO, HAKAN SAMUELSSON, ENTENDE QUE PARA OS FABRICANTES, AS MOTORIZAÇÕES A GASÓLEO VÃO FICAR

ULTRAPASSADAS DENTRO DE UMA DÉCADA,

DEVIDO ÀS REGRAS AMBIENTAIS E AOS CUSTOS DO DESENVOLVIMENTO.

 

CEO da Volvo,

H akan Samuelsson,

afirmou acreditar que, depois do

ano 2020, os motores Diesel poderão tornar-se obsoletos: “Temos de fazer um motor Diesel com as mesmas emis- sões de óxidos de azoto (NOx) que um motor a gasolina. Fazer isso fica mais dispendioso, pelo que, a longo termo, é algo negativo”. Hakan Samuelsson entende que os propulsores a gasóleo terão um papel importante na redução dos objetivos de CO2 das frotas, até 2020, mas pouco mais. O nº1 da Volvo diz que depois do horizonte temporal de 2020, os modelos híbridos e os veículos elétricos tornar-se-ão mais baratos “e quando as normas ambien- tais impuserem que se reduza abaixo de 95 g/km de CO2, estou certo que os motores Diesel não nos poderão ajudar”. Recorde-se que a Volvo pre- tende lançar o seu primeiro modelo de série 100% elétrico em 2019.

Para o futuro, Hakan Samuelsson aposta nos híbridos a gasolina, em detrimento dos Diesel
Para o futuro,
Hakan Samuelsson aposta
nos híbridos a gasolina, em
detrimento dos Diesel
aposta nos híbridos a gasolina, em detrimento dos Diesel Sergio Marchionne, CEO da Ferrari, assume agora

Sergio Marchionne, CEO da Ferrari, assume agora que não pode passar ao lado dos EV

Ferrari assume eletrificação

DEPOIS de há cerca de um ano, o CEO da Ferrari ter dito que um modelo elétrico da marca do “cavallino” seria “quase um conceitoobsceno”,acrescentandoaindaque “teriam de me matar primeiro”, o mesmo Sergio Marchionne afirma agora à revista da FIA que o construtor que lidera “precisa

de se envolver” na Formula E, a F1 elétrica. Marchionnedeclaraaindaquea“hibridização é crucial para a Ferrari, pois a eletrificação através da hibridização será parte do nosso futuro”, não necessariamente por razões ambientais, mas para conseguir que dos desportivos se extraia mais potência.

Primeira viatura 100% elétrica Mercedes EQ prevista para 2019

A VONTADE de “não perder a corrente”, leva a Daimler a encurtar os prazos para ter nos concessionários mais modelos elétricos. Assim, o plano inicial de comercializar até 2025 dez novos automóveis elétricos passou agora para o ano 2022. Três anos antes. O primeiro modelo da submarca elétrica EQ (aqui, com o protótipo do SUV Generation EQ, na foto) deve, assim, ser materializado em 2019.

Manfred Bischoff, responsável pelo conselho fiscal do grupo alemão, sublinha que é urgente

acelerar a evolução dos carros elétricos,

à

medida que a indústria se afasta cada vez mais dos motores tradicionais. Ainda assim, de acordo com Manfred Bischoff, nesta fase de transição, será intensificado o processo

de refinamento dos motores a combustão, tanto Diesel, como a gasolina. Na estratégia da Daimler, os elétricos terão um papel decisivo na redução das emissões de CO2 para irem ao encontro das metas impostas por Bruxelas.

CO2 para irem ao encontro das metas impostas por Bruxelas. A EQ será a sigla elétrica

A EQ será a sigla elétrica debaixo da qual a Mercedes lançará os seus 100% EV, na qual investirá 10 mil milhões de euros

Réplica elétrica de clássico

A AUSTRÍACA Kreisel Electric fez uma réplica moderna do Porsche 910, criando um veículo de
A AUSTRÍACA Kreisel Electric fez
uma réplica moderna do Porsche
910, criando um veículo de estrada
elétrico.
A versão, rebatizada de
910e, tem 483 cv e 770 Nm.
Faz

0-100 km/h em 2,5 seg. e atinge 300 km/h. Autonomia: 350 km. Preço: um milhão de euros.

Por: António MENDES NUNES

Informação automóvel em www. autohoje.com 1 1
Informação automóvel em www. autohoje.com 1 1
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Informação automóvel em www. autohoje.com 1 1
Informação automóvel em www. autohoje.com 1 1

Mercedes-Benz Classe E220d Coupé

è194 cv è242 km/h è62 950 euros

Teste Teste Teste da da da semana semana semana

TesteTesteTestedadadasemanasemanasemana

Orgulhosamente só Com presença em tantos segmentos e sub-segmentos, um dia ia acontecer que a
Orgulhosamente só
Com presença em tantos segmentos e sub-segmentos, um dia ia acontecer que a Mercedes-Benz
se iria
encontrar sozinha,
num deles. É o que ocorre com o
Classe E Coupé, que na versão E220d
não tem nenhum rival direto.
Será uma vantagem ou uma desvantagem?
Fotos: João Carlos OLIVEIRA

çaria de duas portas na plataforma de uma berlina, sem lhe alterar a distância entre-eixos. A única ousadia está na abolição do pilar central, para permitir uma sensação de habitáculo arejado, quando se baixam os quatro vidros. Isto obrigou a inserir reforços na estrutura, pois perde-se um dos elos vitais da rigidez torcional. De resto, o Classe E Coupé é “igual” ao Classe C Coupé e ao Classe S Coupé, num alinhamento que enfada os jornalistas, mas que serve comofatopor medida aos clientes. E os clientes para este E Coupé não têm opções equivalentes noutras marcas. Nenhuma outra vende um coupé neste segmento com um motor 2.0 Diesel. A falta de rivais diretos pode desorientar quem olha para o E Coupé,

rivais diretos pode desorientar quem olha para o E Coupé, A Daimler está sistematica- mente à

A Daimler está sistematica- mente à procura de novos sub-segmentos, numa estra- tégia que começa na partilha

de componentes mecânicos, como a plataformaemotores,masquedepois segue para a produção de mode- los diferenciados. O novo Classe E coupé representa o regresso a uma fórmula utilizada com o coupé da

série W124 de 1987. Isto porque, ao contrário dos Classe E coupé/ cabrio, que agora deixaram de ser produzidos, o novo modelo volta a ser feito com base na plataforma do Classe E, não na do Classe C. É um conceito bastante con- servador: colocar uma carro-

Distância entre-eixos distância entre- A eixos à do da coupé é igual berlina quatro portas.
Distância
entre-eixos
distância
entre-
A eixos
à do da coupé
é
igual
berlina
quatro portas.
de
 

mas

os clientes da marca sabem do que

ao

Coupé a sua identidade. As grelhas

usando as patilhas (fixas a um volante de

se trata. Com a linha de design exterior

da climatização de novo desenho são

pega perfeita) que são suficientemente

AMG, jantes de 19” e pintado de cinzento

uma delas, os quatro lugares e a falta

obedientes,numaconduçãomaisrápida.

“Selenite” o E Coupé que vê nestas fotos

de

pilar central, são mais duas. A maior

A suspensão desportiva e as jantes de 19”

faz virar muitas cabeças à sua passagem.

proximidade ao tejadilho dá a sensação

resultam num pisar firme, que se torna

Aequilibradamisturaentreagressividade

de

estar sentado num banco mais baixo,

um pouco incómodo, por exemplo, sobre

e

discrição prende os olhos que vão à

mas a visibilidade é muito boa, as duas

bandassonorasmaispronunciadas.Mas

procura da sigla E220d. Aqui está um

bossas no capot (de todos os desportivos

é o preço a pagar por um desempenho

 

caso

em que a opção de não a ter, será

da

marca) estão lá à frente e o curto raio

dinâmico claramente diferenciado dos

uma

boa ideia. A suspensão de série é

de

viragem ajuda muito nas manobras. O

outros Classe E. A sensação de maior

a

Direct Control, mais desportiva e 15

novo motor Diesel 2.0 da Mercedes-Benz

agilidade é imediata, assim que se en-

mm mais baixa que a normal do Classe

E, o que contribui para a estética na dose certa e também para a dinâmica.

Mas já lá vamos.

No habitáculo encontram-se muitos

componentes comuns aos outros Classe

E, mas há diferenças suficientes para dar

já foi várias vezes elogiado nas páginas

do Autohoje e continua a merecer tudo

aquilo que dele temos dito: boa elastici- dade a baixos regimes, força nos mais altos, económico e bem insonorizado.

A caixa automática de nove relações

é muito suave em modo D e rápida,

contra uma sequência de curvas mais exigente, com boa precisão da direção e da suspensão dianteira; e tanta aderência

que o controlo de estabilidade quase nun- ca entra em ação. Há quatro modos de

conduçãoàescolha:Eco/Comfort/Sport/

Sport+ e o configurável Individual,

è

Com reforços POR NÃO TER PILAR CENTRAL a estrutura teve que ser reforçada, no interior

Com reforços

POR NÃO TER PILAR CENTRAL a estrutura teve que ser reforçada, no interior do tejadilho, atrás dos bancos traseiros, na zona das embaladeiras e anteparas onde estão os fechos das portas. No compartimento do motor há peças em alumínio sem pintura, que lhe dão um aspeto técnico.

os fechos das portas. No compartimento do motor há peças em alumínio sem pintura, que lhe

Concorrentes

Audi A7 3.0 V6 TDI

Concorrentes Audi A7 3.0 V6 TDI Cinco portas facilitam acesso, motor V6, mais espaço no habitáculo,
Cinco portas facilitam acesso, motor V6, mais espaço no habitáculo, qualidade.

Cinco portas facilitam acesso, motor V6, mais espaço no habitáculo, qualidade.

Cinco portas tiram exclusividade, desenho pouco original, consumos.

Cinco portas tiram exclusividade, desenho pouco original, consumos.

Jaguar XF 2.0D

desenho pouco original, consumos. Jaguar XF 2.0D Quatro portas faciltam acesso, imagem de marca, dinâmica
Quatro portas faciltam acesso, imagem de marca, dinâmica envolvente. Preço.

Quatro portas faciltam acesso, imagem de marca, dinâmica envolvente. Preço.

Quatro portas tiram exclusividade, motor ruidoso, interior pouco inspirado.

Quatro portas tiram exclusividade, motor ruidoso, interior pouco inspirado.

Teste Teste Teste da da da semana semana semana

TesteTesteTestedadadasemanasemanasemana

QUALIDADE Pele e alumínio conjugam-se para criar um ambiente de grande qualida- de. Bancos elétri-
QUALIDADE
Pele e alumínio
conjugam-se para
criar um ambiente
de grande qualida-
de. Bancos elétri-
cos com memórias
e sistema de som
Burmester são
dois opcionais que
valem a pena.
QUATRO VERDADEIROS LUGARES
Os bancos em pele a duas cores podem não
ser do gosto de todos, mas são muito confor-
táveis, nos quatro lugares. Atrás, há bastante
espaço para pernas, em altura e em largura.
Bem mais que num Classe C coupé.
BOTÕES TÁTEIS
O volante tem dois bo-
tões táteis operáveis
com o deslizar dos
polegares. À esquerda
para o painel de ins-
trumentos, à direita
para o infotainment.
DOIS MONITORES
Os dois monitores de 12,3”
estão reunidos na mesma peça,
que inclui o painel de intru-
mentos configurável e o ecrã
do infotainment. As grelhas da
ventilação têm um novo dese-
nho inspirado no formato de
turbinas de avião.
DYNAMIC
O
botão Dynamic
permite optar entre
os modos de con-
dução Eco/Comfort/
Sport/Sport+/
Individual, mas
este último é
configurável.

que mexem na assistência da direção, direção e caixa e que dão realmente

caraterísticas de condução diferentes. No modo Sport+ o motor e caixa ficam mais alertas e incitam a explorar mais

o chassis, que mostra uma tendência

neutra até ser a frente a entrar em sub- viragem, cuja única solução é desacele- rar ou deixar o ESP fazer o seu papel.

A relação tração/binário é demasiado

alta para deixar o condutor provocar sobreviragem, a não ser em pisos es- corregadios e a baixa velocidade.

O prazer de guiar este E220d Coupé

não está no “ataque” ao melhor tempo num troço de montanha. A sua espe- cialidade é outra: manter uma toada rápida e fluída, uns quantos pontos percentuais antes do exagero, gozando do bom controlo de massas. Depois, é

voltar à autoestrada e sentir vontade de continuar a fazer quilómetros sem fim. Neste terreno, o Coupé não fica

a perder muito para os outros Classe

E, sobretudo em modo Comfort, que

acalma o grupo motopropulsor e faz

descer os consumos a valores ridículos. Para quem vem do anterior Classe

E coupé, feito sobre a plataforma do

Classe C, vai notar grandes diferenças, tanto no espaço como na qualidade. Para quem pensa num E berlina, sem

Instrumentos configuráveis em três apresentações: Classic/ Sport/Progressive. Chamada de emergência e serviço

Instrumentos configuráveis em três apresentações: Classic/ Sport/Progressive. configuráveis em três apresentações: Classic/ Sport/Progressive.

Chamada de emergência e serviço “concierge” usam um cartão SIM integrado. de emergência e serviço “concierge” usam um cartão SIM integrado.

e serviço “concierge” usam um cartão SIM integrado. Porta-objetos com tampa, há dois na consola, pois

Porta-objetos com tampa, há dois na consola, pois a alavanca da caixa está na coluna.

dois na consola, pois a alavanca da caixa está na coluna. A/C tem teclas físicas para

A/C tem teclas físicas para comando mais rápido, do que se estivessem no infotainment.

comando mais rápido, do que se estivessem no infotainment. Materiais de primeira qua- lidade, juntam pele

Materiais de primeira qua- lidade, juntam pele e alumínio numa montagem sem falhas.

realmente precisar das quatro portas, tem no novo E Coupé tudo aquilo que lhe faz falta e ainda acrescenta um

estilo mais apurado numa condução

mais envolvente. Terá que pagar uma diferença de cerca de quatro mil euros, mas isso acaba por se diluir, quando se comparam os diferentes equipamentos

e depois de configurar os opcionais da “sua” unidade.

Francisco MOTA

Na próxima vez

Mola para rebatimento dos bancos traseiros

sozinhos.
sozinhos.
vez Mola para rebatimento dos bancos traseiros sozinhos. AS ALAVANCAS para rebater os bancos traseiros a

AS ALAVANCAS para rebater os bancos traseiros a partir da mala, são sempre uma boa ideia. Mas aqui, apenas destran- cam o fecho de cada metade. Os bancos

não têm uma mola que os faça descer

É preciso ir ao habitáculo,

puxá-los manualmente para baixo.

DADOS DO FABRICANTE

MEDIÇÕES

FICHA TÉCNICA Mercedes-Benz E220d Coupé

Motor

Tipo

4 cilindros em linha

Colocação

 

Dianteiro, long.

Cilindrada

 

1950 cc

Diâmetro x Curso

82,0 x 92,3 mm

Alimentação

Injeção direta CR turbo e intercooler

Nº de válvulas

16

Rel. de compressão

15,5:1

Potência máxima

194/3800 cv/rpm

Potência específica

99,5 cv/litro

Binário máximo

400/1600 Nm/rpm

Binário específico

205,1 Nm/litro

Combustível

Gasóleo

Transmissão

Tração

Traseira

Caixa

Automática de 9

Desmultiplicação

5,35

 

3,24

 

2,25

 

1,64

 

1,21

 

1,00

 

0,86

 

0,72

 

0,60

Relação Final

 

2,47

Plataforma

 

Suspensão - frente

Braços sobrepostos

barra estabilizadora

Suspensão - trás

Multibraço

barra estabilizadora

Direção

Pinhão e cremalheira com assistência elétrica

ø viragem

 

n.d. m

Nº voltas

 

2,2

Travões - Dianteiros

Discos vent. e perf.

 

-

Traseiros

Discos ventilados

Pneus

- Dianteiros

245/40 R19

-

Traseiros

275/35 R19

Jantes

19”

Carroçaria

 

Tipo

Coupé, 2 portas

Comprimento

4826 mm

Largura

1860 mm

Altura

1430 mm

Distância entre eixos

2873 mm

Via dianteira

1605 mm

Via traseira

1609 mm

Peso

1735 kg

Relação peso/potência 8,9 kg/cv

Capacidade da mala

425 litros

Depósito combustível

66 litros

Prestações anunciadas

Velocidade máxima

242 km/h

0-100 km/h

7,4 seg

Consumos anunciados

Urb./ Extra-urbano

5,1/4,2 l/100 km

Combinado/CO 2

4,6/119 g/km

Equipamento de série

Estacionamento ativo, bancos traseiros rebatíveis, sensor de chuva, espelhos rebatíveis, bancos dianteiros aquecidos, botão Dynamic para modos de condução, travagem de emergência com função “hold”, pacote de espaços de arrumação, chama da emergência, monitorização pressão pneus.

Principais opções

Pack assistência à condução (2 349 euros); Linha de design exterior AMG (2 230 euros); Pack Premium Plus (5 700 euros); Pack tecnológico (3 448 euros).

Custos de utilização

Imposto de circulação anual (IUC)

323,18

Seguro de danos próprios

1015,74

Seguro de responsabilidade civil

265,14

Fonte: Liberty Seguros para leitor tipo Autohoje

Garantias

Geral

2 anos

Pintura

2 anos

Corrosão

30 anos

Manutenção

Primeira mudança de óleo aos

25 mil km

Primeira revisão aos

25 mil km

Intervalos de assistência todos os 25 mil Km

Custo aproximado da 1ª revisão

n.d.

PREÇO

Base62 950 euros

62 950 euros

Unidade ensaiada80 648 euros

80 648 euros

ERRO DO VELOCÍMETRO

90 70 110 87 50 116 120 48 30 140 0 160 km/h km/h
90
70
110
87
50 116
120
48
30
140
0
160
km/h
km/h
70 110 87 50 116 120 48 30 140 0 160 km/h km/h ACELERAÇÕES 50 km/h
ACELERAÇÕES 50 km/h 100 km/h 400m 1000m 7,9s 29,0s 2,6s 15,7s 0 km/h 0m RECUPERAÇÕES
ACELERAÇÕES
50 km/h
100 km/h
400m
1000m
7,9s
29,0s
2,6s
15,7s
0 km/h
0m
RECUPERAÇÕES
40 km/h
60 km/h
80 km/h
100 km/h
120 km/h
D
6,1s
D
4,6s
D
5,8s

TRAVAGEM

120 90

50

0 km/h

52m 29m 9m
52m
29m
9m
CONSUMOS (L/100km) 3,6 4,5 7,2 5,9 90 120 Urbano Média km/h km/h
CONSUMOS (L/100km)
3,6
4,5
7,2
5,9
90
120
Urbano
Média
km/h
km/h

depósito

66l

90 120 Urbano Média km/h km/h depósito 66 l POTÊNCIA MÁXIMA CV Nm 220 200 194
POTÊNCIA MÁXIMA CV Nm 220 200 194 cv 180 160 140 120 600 100 500
POTÊNCIA MÁXIMA
CV
Nm
220
200
194 cv
180
160
140
120
600
100
500
400 Nm
80
400
60
300
40
200
20
100
0
1
2
3
4
5
rpm x 1000

Capacidade

cv 180 160 140 120 600 100 500 400 Nm 80 400 60 300 40 200

MEDIÇÕES

3
3

O Classe E Coupé usa a mesma plataforma

do Classe E de quatro portas.

entre-eixos não foi alterada no coupé.

Face ao E coupé anterior, o comprimento subiu 25mm nos bancos de trás, que são

1
1

A distância

Na altura atrás, ganhou-se 20mm,

4
4

mas o acesso continua um pouco estreito

Imensas regulações elétricas nos bancos da

2
2
5
5

frente.

A mala tem 425 litros, menos 115

que o Classe E de quatro portas.

só dois.

890 mm

1190 mm

2873

mm

725 mm

4826

mm

1430 mm
1430 mm
Francisco MOTA VEREDICTO
Francisco
MOTA
VEREDICTO

Sozinho no segmento, o Classe E Coupé está longe de ser um solitário. Mais uma vez, a Mercedes-Benz acerta nas doses exatas de estilo, ambiente interior e agilidade da condução, para criar um modelo com identidade e espaço próprios. Para quem não lhe prestar mais do que alguns minutos de atenção, verá apenas “mais um” coupé da marca especialista em in- ventar sub-segmentos. Para quem o

avaliar com atenção, perceberá aquilo de que se trata. Um coupé espaçoso, discreto, de alta qualidade, económico e, por isso, com preço justo.

O MELHOR E O PIOR

Personalidade própria de coupé médio. Conforto estático e dinâmico muito bom. Motor com boas prestações e baixos consumos.

Colocação do botão de arranque do motor. Estética semelhante a outros coupés da marca. Acesso aos lugares traseiros um pouco estreito.

da marca. Acesso aos lugares traseiros um pouco estreito. UTILIZAÇÃO Condução Urbana Fora de estrada
da marca. Acesso aos lugares traseiros um pouco estreito. UTILIZAÇÃO Condução Urbana Fora de estrada
UTILIZAÇÃO Condução Urbana Fora de estrada Autoestrada Transporte Viagem Compras Bagagem Família
UTILIZAÇÃO
Condução
Urbana
Fora de estrada
Autoestrada
Transporte
Viagem
Compras
Bagagem
Família
Grande família
Família com 2 filhos
Solteiro
estrada Autoestrada Transporte Viagem Compras Bagagem Família Grande família Família com 2 filhos Solteiro
estrada Autoestrada Transporte Viagem Compras Bagagem Família Grande família Família com 2 filhos Solteiro
Informação automóvel em www.autohoje.com
Informação automóvel em www.autohoje.com

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Ao Ao Ao volante volante volante
Ao Ao Ao volante volante volante

AoAoAovolantevolantevolante

Ao Ao Ao volante volante volante

Volkswagen T-Roc 2.0 TSI è190 cv èChega em novembro èEstimativa: desde 27 000€

Destino:

Palmela

A VW investe num SUV abaixo do Tiguan e prepara-se para enfrentar rivais que já têm uma presença

duradoura no mercado. Mas não há receio. Fomos

perceber que hipóteses terá o novo modelo a produzir em Portugal, ficando a certeza de que a marca confia que ele chega perfeitamente a tempo de ser um grande sucesso.

tomar contacto com um protótipo de testes

para

sucesso. tomar contacto com um protótipo de testes para 4MOTION As versões 2.0 TSI de 190
sucesso. tomar contacto com um protótipo de testes para 4MOTION As versões 2.0 TSI de 190

4MOTION

As versões 2.0 TSI de 190 cv e 2.0 TDI de 150 cv serão lançadas com tração integral 4Motion e com caixa de dupla embraiagem DSG-7.

Q uando a Volkswagen mostrou ao mundo, pela primeira vez, a sua

intenção de criar um novo SUV alinhado com o Golf – foi no salão de Genebra de 2014, quando o concept-car T-Roc foi apresentado – a dúvida nunca foi se teria coragem para o produzir. A dúvida foi: “terão a coragem de o fazer no formato targa?” A resposta, sabemo- -la agora que fomos experimentar um

dos primeiros protótipos de teste, ainda repleto de camuflagem: não há tejadilho targa. Mas nem tudo se perdeu: a grelha frontal, com o seu efeito em favos de mel que boa impressão deixou junto do público, por enquanto mantém-se. Na verdade, se alguma dúvida se colocou durante este tempo (que atravessou um escândaloindesejadoparaoconstrutor) ela foi alimentada pelo facto de mediar

AoAoAovolantevolantevolanteestaestaestasemanasemanasemana

18 èMercedes-Benz GLA 220d 4Matic 7G-DCT 20 èToyota Yaris 1.0 VVT-I 21 èSeat Ibiza 1.5
18
èMercedes-Benz GLA 220d
4Matic 7G-DCT
20
èToyota Yaris 1.0 VVT-I
21
èSeat Ibiza 1.5 TSI FR
22
èHonda Civic 1.5 VTEC Turbo SPlus
24
èBMW 325d Gran Turismo

tanto tempo entre o primeiro concept e o produto final. Três anos: agora ele está aqui mesmo à nossa frente. Estão 40 graus na África do Sul, onde decorre o teste; se calhar faria falta o tal tejadilho targa, mas a psicadélica camuflagem distrai-nos até que nos esqueçamos desse pormenor. Na Volkswagen, as coisas boas levam o seu tempo. Não é um chavão, mas parece uma frase a começar a enraizar-se na cabeçadaspessoas.OT-Roccomeçaaser produzido em Portugal este ano e só vai estar à venda no outono. Com 4,2 metros de comprimento, terá como rivais o Opel Mokka X (4,28 metros) ou um Skoda Yeti (4,22 metros). Previsivelmente, o Volkswagen será mais caro – desde 27 mil euros, estimamos para preços por-

tugueses.Aindasãopraticamente2000€

mais do que um Mokka X, a pegar por uma versão 1.0 TSI de três cilindros (face a um 1.4 Turbo do Opel). Com certeza que a Volkswagen fará tudo o

que estiver ao seu alcance para contrapor

com a homologação para Classe 1 nas

portagens portuguesas. A Volkswagen procurou ser coerente paranãoavançarcomoprojetoàpressa caindo nos erros que os prazos apertados tantocostumampotenciar.Resultado:o espaço oferecido pelo T-Roc é bastante

bom. É mais curto em comprimento que um Mokka X, mas oferece 412 litros de capacidade no compartimento de carga

(mais 56 litros) e um plano de carga 15

mm acima de um Golf de cinco portas,

com o qual partilha a plataforma e a execuçãotécnica.Éótimoparacarregar volumes e malas para a bagageira.

Fotos: Martin MEINERS

Diesel por 30 000€ A mais barata das versões 1.6 a TDI, com 115 cv,
Diesel
por
30
000€
A mais
barata
das
versões
1.6
a TDI,
com
115
cv,
deverá
ter
preços
partir
de
30
mil
euros.

COMO UM GOLF

Apesar da intensa ca- muflagem, o protótipo mantém a grelha em favos, como havia no concept. A plataforma é a MQB, do Golf.

como havia no concept. A plataforma é a MQB, do Golf. Jens KATEMANN VEREDICTO A primeira
como havia no concept. A plataforma é a MQB, do Golf. Jens KATEMANN VEREDICTO A primeira
Jens KATEMANN VEREDICTO
Jens
KATEMANN
VEREDICTO

A primeira impressão é positiva e, mesmo tratando-se de uma unidade que ainda não tem o mesmo rigor que se pode vir a esperar de um exemplar de produção, passou no teste com aprovação. É divertido de conduzir, mas essa diversão também se prepara para custar o seu preço: ficará, tudo indica, acima do valor a pagar por um Opel Mokka X ou por um Skoda Yeti, que são os modelos com filosofia semelhante. É uma boa promessa. Pelo interesse que já tem despertado, o T-Roc tem tudo para ser um grande sucesso em todos os mercados.

tem tudo para ser um grande sucesso em todos os mercados. O T-Roc ainda circula carregado
tem tudo para ser um grande sucesso em todos os mercados. O T-Roc ainda circula carregado

O T-Roc ainda circula carregado de camuflagem anti-espionagem industrial. Vai ser oficialmente mostrado ao público em setembro e vai estar à venda em Portugal a partir de novembro

e vai estar à venda em Portugal a partir de novembro As remeniscências do Golf encontram-se

As remeniscências do Golf encontram-se

um pouco por todo o interior, do qual pudemos fazer fotos. Mas podemos dizer-lhe que a ideologia é a mesma, com a diferença de que o T-Roc será mais personalizável em combinações de cores e revestimentos. É a moda.

E tal como no Golf, não vai faltar o

amortecimento adaptativo, as luzes por LED, a instrumentação toda digital ou o ecrã multimédia que obedece a gestos.

MAIS ESPAÇO QUE NO GOLF SPORTSVAN As proporções exteriores do T-Roc são

equilibradas, mas a distância entre ei- xos aparenta ser mais curta que num Golf. Confirma-se: 2,59 metros contra 2,62 do hatchback de cinco portas. É uma diferença tão marginal que pode nem vir a ter significado. Para mais,

e ao contrário do que é comum nos

crossover compacto desta classe dos quatro metros, o T-Roc passa pouco aquela sensação de ter pernas altas e de se dobrar bastante para os lados, em

curva. Tem 1,44 metros de altura e 1,80 metros de largura, produzindo uma boa solidez de movimentos. Sim, podemos confirmar, mesmo tra- tando-se de um pré-série: é o tipo de automóvel que pode levar, descomple- xadamente, para subir e descer estradas

de montanha. O desempenho dinâmico

é – quem diria? – muito semelhante

ao de um Golf. Comparando os dois,

o T-Roc pisa mais confortável. Passa

a sensação de estar ainda mais apto a

filtrar o que passa sob as rodas. Vamos esperar por novembro para ter todas as decisões mas, na sequência deste primeiro contacto, podemos di- zer-lhe que o T-Roc vai ter uma gama composta por três motores a gasolina e dois Diesel. Pelo menos na fase inicial. Tudo começa pelo três cilindros 1.0 TSI de 115 cv, que se junta ao 1.5 TSI Evo dotado de tecnologia de desativação da combustão nos quatro cilindros, com potência de 150 cv. O 2.0 TSI será, de início, o mais desportivo, com 190 cv. Os Diesel, sem surpresas, também vêm do Golf: o 1.6 TDI de 115 cv e o 2.0 TDI na variante de 150 cv, os dois

com maior apetência para conquistar compradores em Portugal, no setor do cliente privado, mas também no lado do cliente empresarial. O T-Roc, próximo “filho” da AutoEuropa, em Palmela, passou o primeiro teste comaprovação.

Jens KATEMANN autohoje@motorpress.pt

InformaçãoInformação automóvelautomóvel emem www.www. autohoje.comautohoje.com

Imagem: Schulte DESIGN
Imagem: Schulte DESIGN

Este é o “render” computorizado que antecipa

o aspeto final que terá Volkswagen T-Roc

VOLKSWAGEN T-ROC 2.0 TSI

è Preço (estimativa)

42 500 euros

è Unidade ensaiada

Não disponível

Motor

Tipo

4 cilindros em linha

Colocação

Dianteira, transversal

Cilindrada

1984 cc

Distribuição

2 v.e.c./16 válvulas

Alimentação

Injeção direta gasolina, turbo

Potência máxima

190 cv/4200 rpm

Binário máximo

320 Nm/1500 rpm

Transmissão

Tração

Integral

Caixa

Automática 7 velocid.

Plataforma

Suspensão - dianteira

Independente, tipo

MacPherson

Suspensão - traseira

Multibraços

Direção/nº voltas

Cremalheira/-

Carroçaria

Comp./Larg./Alt.

4200/1800/1440 mm

Distância entre eixos

2590 mm

Capacid. da mala

412 litros

Prestações anunciadas

Velocidade máxima

-

0-100 km/h

-

Consumos anunciados

Urb./ Extra-urbano

-/- l/100km

Combinado/CO2

-/- g/Km

Terá aparecido

antes do tempo?

O T-Roc “apareceu” numa apresentação

com animação gráfica e o momento foi

registado por um fotógrafo. Rapidamente a imagem abaixo se espalhou pela internet, embora, segundo a Volkswagen, o dese- nho computorizado exposto represente, de verdade, o T-Roc, mas com um figurino menos exato do que, por exemplo, os “renders” do nosso colaborador Christian Schulte. Este crossover será um modelo importante para a Volkswagen, pois vai posicionar-se perto dos compradores de um Golf na Europa e tentará abrir novas portas no mercado norte-americano, onde irá ser lançado em 2019. Também será, obviamente, fundamental para a indústria em Portugal, pois a produção terá lugar nas linhas de montagem da fábrica Autoeuropa, em Palmela.

nas linhas de montagem da fábrica Autoeuropa, em Palmela. Esta imagem mostra o T-Roc, embora a

Esta imagem mostra o T-Roc, embora a VW explique tratar-se de uma representação gráfica sem grande exatidão

1717

AoAoAovolantevolantevolante Mercedes-Benz GLA 220d 4Matic 7G-DCT è177 cv è218 km/h è54 000€ Ricardo CARVALHO
AoAoAovolantevolantevolante
Mercedes-Benz GLA 220d 4Matic 7G-DCT
è177 cv è218 km/h è54 000€
Ricardo
CARVALHO
VEREDICTO
Risco minímo
A Mercedes-Benz reforça a aposta na gama de veículos compactos
com o restyling
do GLA.
Fizemos um pequeno percurso aos comandos da versão 220d 4 Matic,
sabendo que em Portugal o mais vendido é o
180d.
A Mercedes-Benz mudou o GLA na
secção que mais precisava, na altura ao
solo. Não que em Portugal se vá fazer
todo-o-terreno com este carro, mas
durante a apresentação ficou implicito
que é possível fazer mais algumas ha-
bilidades em fora-de-estrada. Há novo
equipamento e dispositivos em opção,
um restyling de meio de vida que quase
passa despercebido.
Faróis em LED
Mais 30 mm
de altura ao solo
D epois do ligeiro restyling de Classe
A e CLA, a Mercedes-Benz achou
por bem dar um novo alento ao GLA.
O
crossover compacto da marca de

Estugarda já tinha quatro anos de merca-

do sem nunca ter conhecido o sabor da

renovação. Não que a renovação tenha

sido profunda, mas foi suficiente para percebermos que este é um GLA mais

moderno,maisquenãosejapelapresença

de novos para-choques nas versões Style

e AMG e pelo aumento da altura ao solo em 30 mm em todas as versões (para 164 mm, a mesma altura da anterior versão com pack Off Road), tenham ou

não sistema de tração integral 4Matic.

A lista de equipamento de série passa

a incluir também as barras de tejadilho

cromadas, as jantes de 17’’ e o seletor de modos de condução Dynamic Select. Existe ainda uma nova grelha dianteira,

e atrás um difusor com novas formas.

A possibilidade de optar por faróis Full LED, à frente e atrás, (que substituem os bi-xénon) sendo que os farolins traseiros têm três intensidades diferentes, e pela primeira vez a hipótese de escolher a

câmara de 360º no meio da extensa lista

de opcionais. Há ainda uma nova cor, o

Canyon Beige e jantes mais apelativas que misturam duas tonalidades. Diz a

Mercedes que a alteração do pára-choques

dianteiropermitiumelhorarocoeficiente

aerodinâmico, que passa de 0,29 para 0,28. No interior, foram atualizadas funcio-

Desde 36 900€ A ou ter versão 180d, com 109 cv pode caixa manual, 7G-DCT
Desde
36
900€
A ou ter versão
180d,
com
109
cv
pode
caixa
manual,
7G-DCT
por
mais
2060
euros.

No interior,

destaque para

a presença

de novos

acabamentos

cromados. A versão Style deixa de ter os bancos

tipo bacquet.

O câmara de

360º passa

a ser um

opcional

bacquet. O câmara de 360º passa a ser um opcional nalidades do sistema de entretenimento, os

nalidades do sistema de entretenimento, os comandos elétricos dos bancos pas- sam a figurar na porta, como acontece em praticamente toda a gama e têm um acabamento cromado, há novos tapetes e o espaço de arrumação ao centro, nas unidades com caixa auto- mática, tem um acabamento cromado. Naturalmente que este reforço de equi- pamentonãoégratuito.OGLAaumenta em média 1400€. No entanto, feitas as contas ao equipamento que passa a in-

clui de série, 4300€ a preços da versão anterior, quem ganha é o cliente, com uma vantagem de 2900€. Ao volante,

o motor 220d continua a ser ruidoso, mas combinado com a caixa de dupla

embraiagem de sete velocidades, torna-se no parceiro ideal para uma condução descontraída. O consumos são baixos

e o comportamento muito prevísivel e seguro, tal como sempre foi.

Ricardo CARVALHO

MERCEDES-BENZ GLA 220D 4MATIC

è Preço

54 000 euros

è Unidade ensaiada

Não disponível

Motor

Tipo

4 cilindros em linha

Colocação

Dianteira, transversal

Cilindrada

2143 cc

Distribuição

2 v.e.c

Alimentação

Injeção direta

“common-rail" c/ turbo

Potência máxima

177cv/3600-3800rpm

Binário máximo

350Nm/1400-3400rpm

Transmissão

 

Tração

Integral

Caixa

Dupla embraiagem 7

Plataforma

 

Suspensão - dianteira

Independente MacPherson c/ braço inferior

Suspensão - traseira

Independente

tipo multibraços

Direção/nº voltas

Pinhão e cremalheira assistida, elétrica

ø viragem

11,8 metros

Travões - Dianteiros - Traseiros

Discos ventilados

Discos

Pneus

- Dianteiros

235/50 R18

- Traseiros

235/50 R18

Carroçaria

 

Comp./Larg./Alt.

4424/1804/1494mm

Peso

1595 kg

Rel. peso/potência

9,0 kg/cv

Cap. da mala

421 litros

Cap. do depósito

56 litros

Prestações anunciadas

Velocidade máxima

218km/h

0-100 km/h

7,7 segundos

Consumos anunciados

Urb./ Extra-urbano

5,8/4,3 l/100km

Combinado/CO2

4,8/127 g/km

O SUV desportivo que sempre quis. Com o equipamento que sempre desejou. Cayenne S E-Hybrid

O SUV desportivo que sempre quis. Com o equipamento que sempre desejou.

Cayenne S E-Hybrid Platinum Edition.

O Cayenne S E-Hybrid Platinum Edition inclui de série 16 equipamentos que noutras versões

são opcionais e que têm um valor de cerca de 10.000€. São 16 equipamentos que constituem

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Ao Ao Ao volante volante volante

AoAoAovolantevolantevolante

Toyota Yaris 1.0 VVT-I è69 cv è155 km/h è14 205€

José

RIBEIRO

José RIBEIRO
VEREDICTO Yaris está diferente O símbolo Toyota está mais saliente e logo a seguir vem
VEREDICTO
Yaris está diferente
O símbolo Toyota está mais saliente e logo a seguir vem toda a frente renovada,
faróis incluídos. Uma
ligeira alteração estética que passa pelos flancos
e se acentua
na traseira. Mas há mais
por dentro!
Pode não parecer, mas foram inves-
tidos 90 milhões de euros nesta quarta
geração do Yaris para se fazerem
900 novos componentes. Mas isto
engloba o modelo base, o Hybrid e
o futuro desportivo GRMN. Em todas
as versões, a Toyota fez um trabalho
de atualização e enriquecimento de
conteúdos tecnológicos, de forma a
posicionar-se melhor no segmento.
Jantes de 15” e 16”
Nova frente
Desde 14 205 euros
mas com
uma
O Active é o mais barato,
o Confort fica
promoção de lançamento,
pouco acima,
15 840 €.
fica promoção de lançamento, pouco acima, 15 840 €. Os interiores foram retocados com novos revestimentos
fica promoção de lançamento, pouco acima, 15 840 €. Os interiores foram retocados com novos revestimentos

Os interiores foram retocados com novos revestimentos e soluções de segurança passiva, o monitor central é novo e o display digital a meio dos instrumentos, também

V ai longe o ano de 1999 quando nas- ceu a primeira geração do pequeno

ToyotaYaris.Desdeentãomuitomudou, a começar pela introdução de uma versão hibrida que impulsionou as vendas de tal maneira que um em cada quatro Toyota vendidos respondem por Yaris. Dezoitoanosvolvidos,aToyotaresolveu dar um novo passo na modernização daquele que é um dos seus mais queri- dos modelos (ou não fosse com ele, por exemplo, que regressou ao WRC este ano), operando pequenas alterações estéticas no seu exterior, relevantes desde logo na frente com novos faróis de LED diurnos(tambématrás),umanovagrelha dianteira e um para-choques frontal com um design que, segundo os técnicos da marca, foi beber inspiração às quilhas de um catamaran. Atrás, também os

para-choques e a tampa da mala são diferentes enquanto a ligação entre a dianteira e a traseira se completa com as novas embaleiras. Pordentro,nãohouvegrandesmexidasa não ser em questões de pormenor como asegurançapassiva,comnovosencostos de cabeça e fixações Isofix nos bancos traseirosquerecebemaindapré-tensores, algo que os homens da Toyota rotulam de inovador para o segmento do Yaris. Ao volante, começa por se notar que o painel de instrumentos tem um novo display TFT e que o monitor no centro da consola tem mais informações multi- média. Mas é ao volante que se nota que o três cilindros de 998 cv tem genica e sobretudo uma caixa de cinco velocidades bem escalonada para aproveitar a alma do bloco japonês. E depois, se mesmo

assim, no trânsito citadino houver quem se entusiasme, saiba que também não tem muita liberdade para passar das marcas, porque de série, todos as versões do Yaris trazem agora aquilo que os japoneses designam de “Safety Sense” que mais não é do que uma câmara no para-brisas que reconhece se o carro está a sair da faixa de rodagem ou ajuda o condutor numa travagem automática em caso de distração e aproximação significativa ao carro da frente. E para que veja sempre tudo bem, também à noite, os faróis têm um sistema de máximos automático que liga e desliga consoante os obstáculos que encontra pela frente. Em suma, o renovado Yaris está mais

apetecível

a começar pelo preço.

José RIBEIRO

TOYOTA YARIS 1.0 VVT-I

è Preço è Unidade ensaiada

14 205 euros Não disponível

Motor

Tipo

3 cilindros em linha

Colocação

Dianteira, transversal

Cilindrada

998 cc

Distribuição

2 v.e.c. 12 válvulas

Alimentação

Injeção indireta

Potência máxima

69 cv/ 6000rpm

Binário máximo

95 Nm/ 4300rpm

Transmissão

 

Tração

Dianteira

Caixa

Manual de 5

Plataforma

 

Suspensão - dianteira

MacPherson com braço inferior e barra estabilizadora

Suspensão - traseira

Semi-independente com eixo de torção

Direção/nº voltas

Pinhão e cremalheira com assistência

elétrica/2,66

ø viragem

10 metros

Travões - Dianteiros - Traseiros

Discos ventilados

Tambores

Pneus

- Dianteiros

175/65 R15

- Traseiros

175/65 R15

Carroçaria

 

Comp./Larg./Alt.

3945/1695/1510 mm

Peso

1040 kg

Rel. peso/potência

15,0 kg/cv

Cap. da mala

286 litros

Cap. do depósito

42 litros

Prestações anunciadas

Velocidade máxima

155 km/h

0-100 km/h

15,3 segundos

Consumos anunciados

Urb./ Extra-urbano

5,2/3,8 l/100km

Combinado/CO2

4,3/99 g/km

Sandro Seat Ibiza 1.5 TSI FR è150 cv è n.d. km/h èn.d. € MÊDA VEREDICTO
Sandro
Seat Ibiza 1.5 TSI FR
è150 cv è n.d. km/h èn.d. €
MÊDA
VEREDICTO
1.5 a gasolina
Gostei que o novo Ibiza me tenha pa-
recido tão mais diferente e encorpado ao
vivo do que a primeira impressão que
deixou em fotografia. É inspirado no
Leon, mas nota-se facilmente a distinção
entre ambos. Aliás, o ponto com maior
parecença com o irmão maior está na
dinâmica, com o regresso de uma agi-
lidade de direção e de eixo traseiro que
não sentia no pequeno Seat há umas
gerações e, melhor ainda, sem ser seco
e desconfortável, mesmo nesta que é a
variante mais desportiva do momento.

Evolução furtiva

Este novo Ibiza, também no novo vermelho Desire, parece igual ao que testámos na edição

anterior, o 1.0,

mas na verdade tem o, também novo, motor 1.5 com 150 cv, o mais possante

e sofisticado da gama,

 

que ajuda a entender até que ponto o Ibiza disfarça o seu salto evolutivo.

E mfotografiaémuitomaisfácilassociar o desenho do Ibiza ao do Leon e de

não reparar nos traços próprios, que ao vivo ficam muito patentes: o novo Ibiza

tem vários vincos e traços de carroçaria

quetornamquaseimpossívelconfundi-lo

com o anterior ou com o irmão mais velho, apesar da óbvia continuidade no desenho.

E a alteração de proporções também se

nota bem: rodas mais saídas, pose mais musculada; um carro mais dinâmico visualmente, mesmo estando ainda pa-

rado. Este é um FR, o nível mais elevado de equipamento na vertente desportiva,

masquetantopodeserpedidoparao1.0

na vertente desportiva, masquetantopodeserpedidoparao1.0 SEAT IBIZA 1.5 TSI è Preço è Unidade ensaiada

SEAT IBIZA 1.5 TSI

è Preço è Unidade ensaiada

não disponível

não disponível

Motor

Tipo

4 cilindros em linha

Colocação

Dianteira, transversal

Cilindrada

1498 cc

Distribuição

2 v.e.c./16v, ACT

Alimentação

Injeção direta turbo e intercooler

Potência máxima

150 cv/5000 rpm

Binário máximo

250 Nm/1500 rpm

Transmissão

 

Tração

Dianteira

Caixa

Manual de seis

Plataforma

 

Suspensão - dianteira

MacPherson com braço inferior e barra estabilizadora

Suspensão - traseira

Semi-independente com eixo de torção e barra estabilizadora

Direção/nº voltas

Pinhão e cremalheira com assistência elétrica/n.d.

ø viragem

10,6 metros

Travões - Dianteiros - Traseiros

Discos ventilados

Discos

Pneus

- Dianteiros

215/45 R17

- Traseiros

215/45 R17

Carroçaria

 

Comp./Larg./Alt.

4059/1780/1444 mm

Peso

n.d.

Rel. peso/potência

-

Cap. da mala

355 litros

Cap. do depósito

40 litros

Prestações anunciadas

Velocidade máxima

n.d.

0-100 km/h

n.d.

Consumos anunciados

Urb./ Extra-urbano

n.d./n.d. l/100km

Combinado/CO2

n.d./n.d. g/km

n.d./n.d. l/100km Combinado/CO 2 n.d./n.d. g/km Revestimentos plásticos são todos firmes, mas com boas

Revestimentos plásticos são todos firmes, mas com boas uniões e um desenho mais refinado do que no Leon, no qual se inspira. Atente-se no detalhe dos braços limpa- vidros escondidos da vista, por dentro e por fora

de 115 cv, como o que testámos há uma semana, como para este 1.5 com 150cv. “É praticamente impossível distingui-

litros, em sexta. O motor aguenta muito bem os baixos regimes; é especialmente silencioso e, claro, continua a não ser

-los se tiverem a mesma definição de equipamento”, diz-nos um técnico da marca: desenho e medida de jantes, pára

percetível a troca entre os modos de 2 e 4 cilindros, a não ser pela indicação no painel de instrumentos. Até às curvas da

choques e saídas simuladas de escape

montanha,aindaconfirmámososignifica-

têmextamente o mesmo efeito. Mas esta

tivo acréscimo de espaço atrás, o desenho

é

a versão mais potente do Ibiza, com

mais elaborado do tablier, mesmo em

o

novo bloco 1.5 com tecnologia ACT,

relação ao Leon e apesar de não haver

que desliga dois dos quatro cilindros em situações de pouca carga de acelerador.

qualquer área de superfície suave. Ao contrário, o amortecimento deste novo

O

sistema está mais apurado, isto é, entra

Ibiza é incomparavelmente mais macioe

com maior frequência e mantém-se a “dois cilindros” por mais tempo. Numa das circulares de Barcelona fizémos quase uma dúzia de quilómetros a “meio motor” com um consumo indicado médio de 3

confortávelnosressaltoseirregularidades, o que se torna ainda mais impressionante se considerarmos que esta unidade tem jantes de 18”, as maiores disponíveis e suspensão sem qualquer variação de

amortecimento. Um pisar robusto sem serdesconfortávelnemsaltitãoéumadas maisnotáveisevoluçõesdestageração.Mas não passou a ser um Ibiza bambo: pelo contrário. Esta é a versão mais potente de momento, mas o chassis lida muito facilmente com os 150 cv; aliás, até os filtra ao ponto de não parecerem tantos. Nos pontos mais sinuosos, as reações maismarcantessãoafrentemuitorápida e direta à entrada da curva, com grande motricidadeàsaída,mesmonosganchos mais fechados desenhados em segunda ou terceira, e o regressso de uma agilidade no eixo traseiro que não sentiamos no Ibiza há pelo menos duas gerações.

Sandro MÊDA

pelo menos duas gerações. Sandro MÊDA smeda@motorpress.pt Ecrã de infotainment com muitas funções táteis, mas
pelo menos duas gerações. Sandro MÊDA smeda@motorpress.pt Ecrã de infotainment com muitas funções táteis, mas

Ecrã de infotainment com muitas funções táteis, mas mantém dois botões físicos que permitem ajustar volume, por exemplo, sem necessidade de olhar - bem visto. As jantes vão até às 18 polegadas

Honda Civic 1.5 VTEC Turbo SPlus

è182 cv è220 km/h èNão homologado

Ao Ao Ao volante volante volante
Ao Ao Ao volante volante volante

AoAoAovolantevolantevolante

Ao Ao Ao volante volante volante
Promessa de Type-R Para já, o novo motor 1.5 turbo com 182 cv tem a
Promessa de
Type-R
Para já, o novo motor 1.5 turbo com 182 cv tem a responsabilidade
de
fornecer a variante mais desportiva
do, também,
novo Honda Civic. E cumpre com distinção.
A saída de escape central dupla confere
um ar bem desportivo à traseira do Civic.
A direção é muito rápida e os pedais em
alumínio específicos do nível Sport Plus
Vias
largas
Dual
VTC
Pedro

H oje em dia, um compacto despor- tivo para ser levado a sério tem

de ter, pelo menos, 250 cv de potência

e um preço nunca inferior a 40 000€.

Ora, isto veio abrir espaço para versões musculadas menos extremas, seja na potência, no preço, no (des)conforto ou nos consumos em utilização real.

E é precisamente nesse intervalo que

se encaixa o novo Civic 1.5 VTEC Turbo de 182 cv às 5500 rpm, com um binário de 240 Nm das 1900 às 5000 rpm. Embora não seja um Type-R, este motor tem tudo o que se pode encon- trar do poderoso dois litros, como as bielas de aço forjado, os êmbolos com refrigeração por jato de óleo inferior dirigido à coroa dos mesmos, as válvu- las de escape com refrigeração interna por sódio, as árvores de cames ocas, e várias medidas de redução de atrito; já agora, também é interessante dizer que a distribuição usa uma corrente sem manutenção. Depois, por muito bom que o 1.0 de três cilindros seja, a verdade é que nunca consegue “dialogar” com o chassis de igual para igual, deixando sempre algum potencial de eficácia e modularidade deste por aproveitar, algo que o 1.5 vem corrigir. Até por- que, apesar de, na teoria, este parecer um motor demasiado plano (regime

de potência máxima baixo e binário

constante durante mais de 3000 rpm),

a realidade confirma algo bem diverso.

Assim, embora exista binário mais do que suficiente para circularmos sempre a baixo regime e fazer bons consumos, como bom VTEC, o 1.5

ganha uma outra alegria (e sonoridade)

na subida de regime após as 5000 rpm

e faz 7000 rotações sempre a puxar,

sendo um motor de utilização mais emocionante que, por exemplo, os 1.6 turbo da Opel e Renault, por exemplo. Em concreto, em condução desportiva numa estrada sinuosa, temos um par 2ª/3ª muito forte, com a primeira das duas a fazer mais de 100 km/h. Por fim, a versão testada no nível Sport Plus tem a suspensão traseira de amor- tecimento variável, que no nível Sport torna a traseira nitidamente mais ágil

e propensa a enrolar, conferindo outro envolvimento e diversão à condução,

sendo um prazer tirar partido da ri- gidez, equilíbrio e baixo centro de gravidade do chassis do novo Civic.

A frente responde rapidamente ao

volante e resiste bem à subviragem, com o Civic a revelar-se direto, pre- ciso, fácil de controlar e, sobretudo,

bastante desportivo.

Pedro SILVA

SILVA VEREDICTO
SILVA
VEREDICTO
SILVA VEREDICTO

O novo Civic assume-se como um dos carros mais desportivos e emo- tivos de conduzir do seu segmento, sobretudo com este novo 1.5 VTEC Turbo de 182 cv, capaz de revelar um apetite surpreendente por altos

regimes para um turbo de pequenas

dimensões. O Sport Plus também merece destaque pela dotação de equipamento muito completa.

Amortecedores dinâmicos O amortecimento variável é de série no eixo traseiro com o motor 1.5
Amortecedores
dinâmicos
O
amortecimento
variável
é de série
no eixo traseiro
com o motor
1.5 e
nível Sport
Plus.
no eixo traseiro com o motor 1.5 e nível Sport Plus. HONDA CIVIC 1.5 VTEC TURBO

HONDA CIVIC 1.5 VTEC TURBO

è Preço è Unidade ensaiada

não homologado

não homologado

Motor

Tipo

4 cilindros em linha

Colocação

Dianteira, transversal

Cilindrada

1498 cc

Distribuição

2 v.e.c./16 válvulas

Alimentação

Injeção direta gasolina (200 bar) + turbo

Potência máxima

182 cv/5500 rpm

Binário máximo

240 Nm/1900-5000 rpm

Transmissão

 

Tração

Dianteira, ESP

Caixa

Manual, 6 velocidades

Plataforma

 

Suspensão - dianteira

MacPherson com triângulos inferiores e barra estabilizadora

Suspensão - traseira

Eixo multibraços

com barra

estabilizadora

Direção/nº voltas

Pinhão (duplo) com cremalheira variável de assist. elétrica/2,76

ø viragem

11,0 metros

Travões - Dianteiros - Traseiros

Discos ventilados

Discos

Pneus

- Dianteiros

235/45 R17

- Traseiros

235/45 R17

Carroçaria

 

Comp./Larg./Alt.

4518/1799/1434 mm

Peso

1382 kg

Rel. peso/potência

7,59 kg/cv

Cap. da mala

478/828 litros

Cap. do depósito

46 litros

Prestações anunciadas

Velocidade máxima

220 km/h

0-100 km/h

8,3 segundos

Consumos anunciados

Urb./ Extra-urbano

7,4/4,9 l/100km

Combinado/CO2

5,8/133 g/km

Ao Ao Ao volante volante volante

AoAoAovolantevolantevolante

BMW 325d Gran Turismo è224cv è240 km/h è53 730€

Sempre a melhorar Parece igual ao modelo de 2013, mas o 325d GT recebeu um
Sempre a melhorar
Parece igual ao modelo de 2013, mas o
325d GT recebeu um restyling e um
motor Diesel que
subiu dos 218
para os 224 cv.
Como habitual,
na marca, há sempre alguma
coisa a melhorar.
Desde
45
720€
preço
do
318d
224 cv
com
uma
versão
Francisco
150
cv
deste
MOTA
É de mesmo GT o
motor
2.0
Diesel.
VEREDICTO
Nunca gostei desta versão Gran
Turismo do Série 3. A maior altura, a
configuração de cinco portas e maior
distância entre-eixos degradam o
equilíbrio do Série 3 de quatro portas,
tanto a nível estético como dinâmico.
Mas, para quem quer uma posição de
condução mais alta, mais espaço e
mala maior, é uma opção. Claro que
o motor 325d de 224 cv é excelente
em todas as utilizações, a marca só
precisa de o insonorizar melhor.
Fotos: Pedro LOPES

D estinado a uma clientela com mais idade, que dá valor à facilidade

de acesso, tanto aos bancos como à mala (mais 40 litros que no Série 3 berlina) e a mais habitabilidade, o Série 3 Gran Turismo é uma opção

ao Série 3 berlina que acrescenta 110

mm na distância entre-eixos e 79mm

na altura, para conseguir esses obje- tivos. Basta aceder a um dos lugares,

para perceber que os bancos são mais

altos no GT. O que também se per-

cebe é que a qualidade continua no

topo do segmento, apesar do desenho

envelhecido do tablier. Após três anos de vida, recebeu um

restyling que se resume a um software mais intuitivo para o infotainment,

mais equipamento, alguns frisos novos

e outras escolhas de jantes. Mas não

só. Nesta versão ensaiada 325d GT,

o motor Diesel de 2,0 litros e quatro

cilindros ganhou 6 cv, para melhor lidar com um peso cerca de 125 kg superior ao de um 325d berlina.

A baixo regime, tipicamente em cida-

de, o motor é ruidoso e pouco refinado, mas isso dilui-se com o aumento da velocidade, tornando-se mais silen- cioso em autoestrada. Contudo, a sua resposta é sempre muito forte, ajudado pela excelente caixa automática ZF de oito velocidades e os consumos são baixos. Há quatro modos de condução:

Eco Pro/Comfort/Sport/Sport+, que

fazem variar o acelerador, peso da

direção (que nunca fica muito leve)

e também da suspensão de amor-

tecimento pilotado, que equipava

a unidade ensaiada. Esta mostrou-

-se sempre firme em todos os pisos,

mas com uma boa tolerância nos piores, em modo Comfort e maior

precisão, em modo Sport+. Claro

que o GT não tem uma condução tão envolvente e desportiva como o Série 3 “normal”, sentindo-me maior

rolamento da carroçaria, devido ao

centro de gravidade mais alto. A maior distância entre-eixos dá-lhe reações muito progressivas, mas com 450 Nm de binário (não subiu), continua a existir uma tendência sobreviradora, se o condutor antecipar a aceleração

à saída de uma curva, sobretudo em

modo Sport+ que dá ao DSC uma intervenção mais tardia. Aí, até já são precisas correções de volante. A

unidade ensaiada tinha a linha de

decoração M Sport, talvez excessiva para este modelo, mas que lhe dá um

toque desportivo, para compensar uma silhueta menos dinâmica que

a dos outros Série 3.

Francisco MOTA

BMW 325D GRAN TURISMO

è Preço è Unidade ensaiada

53 730 euros 75 370 euros

Motor

Tipo

4 cilindros em linha

Colocação

Dianteira, long.

Cilindrada

1925 cc

Distribuição

2 v.e.c. 16 válvulas

Alimentação

Injeção direta CR turbo e intercooler

Potência máxima

224 cv/4400 rpm

Binário máximo

450Nm/1500~3000rpm

Transmissão

 

Tração

Traseira

Caixa

Automática de 8

Plataforma

 

Suspensão - dianteira

MacPherscon com triângulos inferiores e amortecedores reg.

Suspensão - traseira

Independente tipo

multibraço com

amortecedores reg.

Direção/nº voltas

Pinhão e cremalheira com assistência

elétrica/2,2

ø viragem

11,8 metros

Travões - Dianteiros - Traseiros

Discos ventilados

Discos ventilados

Pneus

- Dianteiros

225/45 R19

- Traseiros

255/40 R19

Carroçaria

 

Comp./Larg./Alt.

4824/1828/1508 mm

Peso

1705 kg

Rel. peso/potência

7,6 kg/cv

Cap. da mala

520 litros

Cap. do depósito

57 litros

Prestações anunciadas

Velocidade máxima

240 km/h

0-100 km/h