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DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA


CIENTÍFICA

TURMA: 2014002

DATA: 31/01/2015

PROF. Dr. SEU NOME


E-mail: A SER CRIADO
Fones: INFORMAR

Endereço para acessar o Curriculum Lattes: INFORMAR


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CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES

Período Objetivos Ações Material necessário


* Diagnosticar habilidades de distinção de Atividade I – análise de Apostila
componentes de um projeto de pesquisa pesquisas;
Aula
presencial Diálogo sobre as análises
* Levantar experiências, conhecimentos e Diálogo sobre atividades Apostila
31/01 expectativas de pesquisas, como parte dos profissionais, percurso de
subsídios para a tomada de decisões quanto ao pesquisa e interesses dos alunos.
Manhã tema da investigação para o TCC. Leitura das ementas do curso
Pré-seleção dos temas de pesquisa.

*Aprofundar conhecimentos sobre a ciência e Estudo de material teórico e de Material no AVA


sobre a pesquisa científica. exemplares de projetos.
AVA
* Compreender a composição do projeto de
pesquisa

* Adotar procedimentos teórico-


metodológicos na elaboração do projeto.
* Apropriar-se das normas da ABNT para a Estudo das normas da ABNT e da Material no AVA
elaboração de projetos e da UNIPÓS para UNIPÓS.
AVA formatação de projetos.
Leitura da descrição dos
* Estudar os componentes do projeto de componentes do projeto e
pesquisa, elaborando-os. elaboração deles.
Prazo de 10 * Construir minuta do projeto de pesquisa. Elaboração da minuta Formulário da minuta
dias – 11/02 disponível no AVA

Prazo de 60 * Construir o projeto de pesquisa. Elaborar e enviar para o e-mail da Material e modelos de
dias – 01/04 professora o projeto de pesquisa, projeto disponíveis no
para acompanhamento e AVA
orientação.
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ATIVIDADE I

Conteúdos: Histórico, experiências e interesses do pesquisador. Tema de pesquisa.


Objetivo: Estabelecer parâmetros para a escolha do tema de pesquisa.

Responda ao seguinte:

1. Qual o tema da pesquisa que você desenvolveu no curso de graduação?


_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________

2. Que atividade profissional você desenvolve atualmente ou pretende desenvolver


futuramente?
_____________________________________________________________________

3. Qual(is) disciplina(s) do curso de Especialização em UTI mais o(a) interessou(aram)?


Por quê?
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________

Obs.: As respostas a essas questões são encaminhamentos importantes para a escolha


do tema do seu TCC.

ATIVIDADE II

Conteúdos: Componentes da pesquisa científica.


Objetivo: Atualizar conhecimentos sobre os componentes de um projeto de pesquisa.

ORGANIZAÇÃO: EM GRUPOS

A seguir, são apresentados RESUMOS de pesquisa. Cada equipe deve ler o


resumo indicado pelo professor e responder às questões que seguem

RESUMO 1

Trata-se de um estudo de caso com uma abordagem interpretativa, cujo objetivo foi identificar
as dificuldades vivenciadas pela equipe multiprofissional que atua na Unidade de Terapia
Intensiva. Os dados foram coletados por meio de observações participantes e entrevistas semi-
estruturadas com médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem. Por meio da análise de
dados, foram identificadas as categorias: cuidar em terapia intensiva - "é difícil lidar com a
morte e informar a família", e cuidar em terapia intensiva - "a falta de recursos materiais e o
4

difícil trabalho em equipe". As dificuldades relatadas estão relacionadas ao contato com os


familiares, com o lidar com a morte, com a falta de recursos materiais e, especialmente, com o
relacionamento entre os membros da equipe. Os resultados evidenciaram a necessidade de que
a equipe promova momentos para reflexão e discussão acerca dos aspectos técnicos,
científicos e éticos referentes ao cuidado tanto dos pacientes críticos quanto de seus
familiares, tendo em vista a melhoria da qualidade do atendimento e do relacionamento
interpessoal.

(Fonte: Rev. Latino-Am. Enfermagem v.13 n.2 Ribeirão Preto mar./abr. 2005. Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692005000200003&lng=pt&nrm=iso)

RESUMO 2

O cuidado complexo envolve necessidades bio-psico-sócio-espirituais e afetivas e está


diretamente relacionado ao processo de comunicação entre o enfermeiro–cliente. Para haver o
cuidado eficaz, ambos os sujeitos precisam compreender os sinais que determinam as relações
interpessoais, seja pelos gestos, expressões ou palavras. Nessa perspectiva, este trabalho teve
como objetivo identificar os fatores comportamentais que permeiam o relacionamento entre
enfermeiro, família e paciente em coma. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica não
sistematizada, na qual foram levantados 14 artigos científicos e, a partir da análise crítica
destes, desenvolveu- se o tema em estudo. Mediante os dados obtidos, destaca-se que a tal
temática vem se configurando de extrema importância e até preocupante, pois os resultados
mostraram que a comunicação é essencial para se instituir a assistência de enfermagem
humanizada e promover o relacionamento interpessoal. Por outro lado, os cuidados de
enfermagem prestados aos pacientes inconscientes e seus familiares encontram-se
fragmentados e revelaram alguns fatores que dificultam esta relação, tais como a exigida
agilidade no desempenho das funções do enfermeiro na Unidade de Terapia Intensiva e
ansiedade por parte dos profissionais de saúde no enfrentamento do processo de morrer.
Conclui-se, pois, que há emergente necessidade de investir na prática humanizada de
enfermagem, objetivando a melhor condição de vida possível para o paciente e seu familiar. A
comunicação é o grande fator positivo na relação equipe–paciente–família. O equilíbrio
emocional deve permear a assistência e possibilitar o desenvolvimento de estratégias de
promoção à saúde.
(Fonte: Arq Med ABC. 2006; 31(2):73-7.Disponível em:
http://site.fmabc.br/admin/files/revistas/31amabc73.pdf)

RESUMO3

Esta pesquisa documental teve como objetivo refletir sobre o estado da arte na Enfermagem
brasileira acerca do cuidado ao recém-nascido em UTI neonatal. A fonte de pesquisa foi o
Banco de Teses e Dissertações da Associação Brasileira de Enfermagem. Foram identificados
81 estudos. A análise dos dados foi feita em duas etapas: primeiro foi feita a caracterização
dos trabalhos; após, organizou-se o material a partir de dados evidentes nos estudos, dando
lugar às categorias temáticas: cuidado centrado nos aspectos fisiológicos do recém-nascido; a
família que acompanha os cuidados ao recém-nascido em UTI neonatal; e a equipe de saúde
que atua no cuidado ao recém-nascido em UTI neonatal. Constatou-se que a pesquisa em
enfermagem busca novas formas de cuidar e proporciona uma aproximação entre a teoria e a
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prática, garantindo sua sustentação enquanto profissão, e contribuindo na produção de


conhecimento em neonatologia.

(Fonte: Rev. esc. enferm. USP vol.44 no.1 São Paulo Mar. 2010. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342010000100028)

RESUMO 4

Estudo do tipo documental em que se analisaram 124 anotações/registros de enfermagem (51


de enfermeiros e 73 de auxiliares de enfermagem). Após cumprir as exigências éticas para a
sua realização, levantaram-se os dados através das anotações contidas nos prontuários de
clientes internados na UTI-adulto, os quais, posteriormente, tinham sido encaminhados para a
Clínica Médica ou Cirúrgica. Foram analisados os registros efetuados nos três primeiros dias
de internação nos dois setores, utilizando-se de formulário com questões referentes à estrutura
e à estética dos mesmos. Os resultados apontaram que 80,4% dos enfermeiros não colocaram
a data junto aos registros e 72,5% omitiram a hora. Quanto aos auxiliares de enfermagem,
53,5% não mencionaram a data e 90,4%, anotaram apenas o período correspondente ao turno,
mas não a hora. Observou-se também que de um total de 57 rasuras efetuadas pelas duas
categorias, a forma de correção prevalecente foi a redação sobreposta à(s) palavra(s)
errada(s). As presenças de termos generalizados/evasivos e de siglas/abreviaturas que
dificultam/impedem a compreensão dos registros foram freqüentes. Os dados indicam que as
anotações estudadas não são redigidas de maneira sistemática, e isso pode comprometer a sua
funcionalidade e utilidade como instrumento de comunicação e de efetivação da qualidade do
cuidado.

(Fonte: disponível em: http://www.revistas.ufg.br/index.php/fen/article/viewArticle/7080)

QUESTÕES DE ANÁLISE

Uma pesquisa científica precisa gerar conhecimentos e, com isso, contribuir para que a
área onde se insere seja enriquecida de informações relevantes sobre a realidade. Nesse
sentido, os trabalhos desenvolvidos pelos pesquisadores e relatados nos resumos acima, de
algum modo, contribuíram para se ampliarem conhecimentos sobre UTI, bem como
trouxeram informações que podem servir de subsídios para a melhoria do trabalho
desenvolvido nesse campo do cuidado em saúde.

Para verificar melhor essa contribuição, destaque o seguinte em cada resumo:

1. Tema da pesquisa
2. Objetivo da pesquisa
3. Fontes dos dados (onde o pesquisador buscou os dados da pesquisa). Se
mencionado na pesquisa, identifique os instrumentos ou procedimentos de coleta
de dados.
4. Tipo de pesquisa
5. Conhecimentos trazidos pela pesquisa acerca do objeto de estudo
6. De que modo tais conhecimentos podem contribuir para a melhoria da prática
profissional?
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ESPAÇO PARA AS RESPOSTAS – A CORREÇÃO SERÁ FEITA COLETIVA E ORALMENTE –


NÃO É NECESSÁRIO ENTREGAR

-
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ATIVIDADE III

PRÉ-SELEÇÃO DO TEMA DA PESQUISA

TERAPIA INTENSIVA

OBS.: OS TEMAS DOS PROJETOS DE PESQUISA DEVEM SURGIR DAS EMENTAS DO


CURSO, OBRIGATORIAMENTE.
Conforme orientam Barreto e Honorato (1988), ao selecionar um tema, devem-se
levar em conta alguns critérios como os seguintes:
 Que esteja vinculado a uma área de conhecimento com a qual já se tenha alguma
intimidade intelectual, como, por exemplo, algo relacionado a outras pesquisas já
realizadas ( )
 Sobre o qual já se tenha alguma leitura específica, como aquela realizada durante
estágios ou ainda em trabalhos de disciplinas da formação inicial. ( )
 Esteja vinculado à carreira profissional atual ou à que se esteja planejando para um
futuro próximo. ( )
 Realmente desperte o interesse em conhecer mais a respeito. ( )

Assim,

Levando em conta fatores como seu próprio interesse, seu histórico como pesquisador,
projetos pessoais (reveja a Atividade I), bem como a relevância do tema e a viabilidade de
realização da pesquisa, selecione, nas ementas das disciplinas, de um a três temas que podem
vir a ser desenvolvidos em seu TCC.
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AQUI FICARÃO AS EMENTAS DO CURSO – QUE A ALESSANDRA VAI ME


ENVIAR E EU TE INFORMO.
Os alunos devem usar um dos temas selecionados para a elaboração da minuta.
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ATIVIDADE IV- ESTUDO DE PROJETO MODELO - PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

UNIDADES INTEGRADAS DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO –


UNIPÓS

MAÍRA DOS SANTOS SILVA

O PACIENTE TERMINAL: REFLEXÕES SOBRE DILEMAS ÉTICOS E CUIDADOS


PALIATIVOS

PÓS-GRADUAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

TERESINA
2011
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MAÍRA DOS SANTOS SILVA

O PACIENTE TERMINAL: REFLEXÕES SOBRE DILEMAS ÉTICOS E CUIDADOS


PALIATIVOS

Projeto de pesquisa apresentado como


requisito parcial para aprovação na disciplina
Metodologia da Pesquisa Científica, do
Curso de Especialização em Terapia
Intensiva.

Professor (a) orientador (a): MsC. Shirlei


Marly Alves

TERESINA
2011
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 00
1.1TEMA ................................................................................................................... 00
1.2 PROBLEMA OU QUESTÃO DE PESQUISA ...................................................... 00
1.3 JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA ....................................................................... 00
1.4 REVISÃO DE LITERATURA ............................................................................... 00

2 OBJETIVOS ......................................................................................................... 00
2.1 GERAL ............................................................................................................... 00
2.2 ESPECÍFICOS .................................................................................................... 00
3 METODOLOGIA ................................................................................................... 00

4 CRONOGRAMA .................................................................................................. 00

REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 00
11

1 INTRODUÇÃO

1.1 TEMA

Ética e cuidados paliativos

1.1.1 Delimitação do tema

Ética e cuidados paliativos no tratamento do paciente terminal.

1.2 JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA

A terminalidade da vida é algo inerente a todo ser humano, sendo que, na


atualidade, a questão do cuidado com a vida humana no seu final tornou-se uma
questão significativa em nossa sociedade, em especial na área da saúde.
O cuidar faz parte da existência humana desde o nascimento até a finitude,
entretanto, todo o aparato tecnológico encontrado nas UTIs revela dilemas éticos,
que podem estar relacionados aos limites da ação terapeutica e aos valores das
pessoas envolvidas, já que, frequentemente, não permitem o cuidado em todos os
seus aspectos. Quando essas questões envolvem relações com a vida, podemos
qualificá-las como pertencentes à bioética, sendo que uma das principais UTIs está
relacionada à manutenção da vida e aos cuidados prestados pelos profissionais de
saúde aos pacientes terminais na UTI.
Nesse contexto hospitalar, torna-se imprescindível aos profissionais da saúde
uma assistência pautada na ética, adotando uma visão progressista das questões
relacionadas à vida e à saúde, bem como às interrrelações no ambiente do cuidado.
Nesse sentido, o tema deste é relevante pela importância epidemiológica de
doenças crônicas, em especial o câncer, e pela controvérsia no Brasil e no mundo a
respeito da eutanásia e do suicídio assistido. Busca-se, a partir deste estudo,
contribuir para a reflexão sobre a ética professional e os cuidados paliativos nas
políticas de saúde do país.

1.3 PROBLEMA OU QUESTÃO DA PESQUISA


12

Qual a relação entre os dilemas éticos e os cuidados paliativos para com o


paciente terminal na UTI?

1.4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Atualmente, com o aumento da expectativa de vida e sobrevida dos


indivíduos acometidos por doenças crônicas e/ou degenerativas, em várias regiões
do mundo, a partir do desenvolvimento da medicina e da tecnologia nas últimas
décadas, a bioética tem sido muito discutida nas questões de humanização e nas
relações interpessoais e de cuidado. Doenças que antes eram tidas como
brutalmente letais, hoje são passíveis de tratamentos e intervenções que prolongam,
de maneira significativa, a vida dos pacientes, suscitando a discussão e reflexão
sobre a legitimidade e, até mesmo, o custo desse prolongamento da vida (ALVES,
2010).
As raízes dessa problemática, segundo Chaves e Massarolo (2009), estão na
tendência curativa dos tratamentos, no envelhecimento das populações, nas
tendências de mercado, nas pressões culturais, na medicalização da vida, no
aprimoramento humano e no progresso científico e tecnológico. Essas tecnologias e
a sua disponibilidade em muitos países mostraram novas formas de tratamento e
esperança para o enfrentamento de muitos problemas tornando-se possível
estender os limites da vida. Neste sentido, houve um aumento no número de
internações hospitalares, sendo que, entre os pacientes internados, há os que
necessitam de cuidados mais específicos, pelo seu grau de complexidade e medidas
de suporte para a manutenção de suas vidas.
Essas medidas de suporte (tecnologias) exigiam mão de obra cada vez mais
qualificada e deram origem às Unidades de Terapia Intensiva que, segundo Pontes
et al (2007) são unidades hospitalares destinadas ao atendimento de pacientes
graves ou de risco e que precisam de assistência médica e de enfermagem
ininterruptas, com equipamentos específicos próprios e recursos humanos
especializados.
Entre os pacientes nas UTIs, existe um grupo distinto, que é caracterizado
pelo uso de muitos recursos tecnológicos, mas com resultados desanimadores, pois
num determinado momento da evolução de sua doença, não é mais possível salvá-
lo, sendo inevitável o processo de morte - o que caracteriza os pacientes terminais.
13

Segundo Correa (2008), pacientes terminais são aqueles acometidos por uma
doença de difícil tratamento, por um conjunto de situações em que se esgotam as
possibilidades terapêuticas de cura ou para prolongar a vida de forma digna e,
quando há uma função irreversível do sistema nervoso central.
Podemos considerar que não é tarefa fácil a definição de paciente terminal, já
que mesmo a expressão “terminal” chega a ser complexa, pois é imprecisa. O
paciente terminal enfrenta, geralmente, muita dor e sofrimento. Este reconhecimento
e sensibilidade para com o outro deve permear as ações de todos os profissionais
da saúde para com estes pacientes, pois se encontram em estado de fragilidade
física e, quase sempre, emocionalmente e espiritualmente sensibilizados.
Diante, pois, dessa concepção, que procura tomar o ser humano em sua
totalidade frente às questões bioéticas da morte e do morrer, o profissional da saúde
vê-se envolvido em inesperadas e complexas decisões morais e éticas.
Os dilemas éticos estão presentes em todas as áreas de atuação dos
profissionais de saúde e são situações com duas alternativas para o tratamento ou
condução de um caso, justificadas tecnicamente, mas passíveis de questionamento
moral ou social.
Os dilemas éticos envolvendo os pacientes terminais têm produzido
resultados controversos, objeto de estudos de profissionais de saúde, teólogos e
juristas. Estes resultados tendem a se contrapor em duas categorias: na luta
obstinada contra a morte e na eutanásia. Tapiero (2004) defende a idéia de que se
deve legislar sobre a eutanásia, pois, após a análise de certos dilemas éticos,
verificou que ela pode ocorrer de modo dissimulado e sem que se atente para
princípios éticos. Afirma, também, que os cuidados paliativos seriam a melhor opção
para o paciente terminal.
De acordo com Sousa (2010), cuidado paliativo é o cuidado prestado aos
pacientes cuja doença não responde mais ao tratamento curativo, buscando o
controle da dor e de outros sintomas, bem como atenção aos problemas de ordem
psicológica, social e espiritual. O objetivo do cuidado paliativo é conseguir a melhor
qualidade de vida possível para os pacientes e suas famílias.
Nesse sentido, o conceito de cuidados paliativos tem como essência aliviar
os sintomas, a dor e o sofrimento de pacientes fora de perspectivas terapêuticas,
integrando os aspectos psicológicos e espirituais envolvidos no cuidado e buscando
encarar a morte como um processo normal da vida humana. Além disso, propõe a
14

oferta de um sistema de apoio aos familiares dos pacientes, no sentido de lidar com
o adoecimento, o luto e suas perdas.

2 OBJETIVOS

2.1 GERAL

Analisar os dilemas éticos que dizem respeito à assistência ao paciente


terminal em processo de morrer e a correlação com os cuidados paliativos.

3 METODOLOGIA

O estudo consiste em uma pesquisa bibliográfica de caráter exploratório. Para


inclusão no estudo serão utilizados como critérios: artigos encontrados em sites
acadêmicos conceituados (SCIELO, LILACS); com publicação nas duas últimas
décadas, utilizando-se os descritores cuidados paliativos, bioética, ética, dilemas,
euthanasia, com idioma de publicação em português.

4 CRONOGRAMA

Atividades / meses ABR MAI JN JUL AG SET OT


Escolha do Tema X
Revisão bibliografica para o X
projeto
Elaboração do projeto X X
Pesquisa da literatura para o X X X
artigo
Construção do artigo X X X
Redação final do artigo X
Envio do artigo X X
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REFERÊNCIAS

ALVES, V. L. B. F. Paciente terminal: reflexões sobre dilemas éticos e cuidados


paliativos. 2010. 21f. Monografia (Pós-graduação em Gestão de Planos de Saúde)-
Universidade Anhanguera-Uniderp, Belo Horizonte. Disponível em
<http://www.santosediniz.com.br/mba-em-gestão-de-planos-de-Sa>Acesso em 24 de
abril de 2011.

CHAVES, A.A.B.; MASSAROLO, M.C.K.B. Percepção de enfermeiros sobre dilemas


éticos relacionados a pacientes terminais em Unidades de Terapia Intensiva. Rev.
esc. enferm. USP, São Paulo, v. 43, n. 1, Mar. 2009 . Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-
62342009000100004&lng=en&nrm=iso>Acesso em 17 abril de 2011.

CORREA, A.K. O paciente em centro de terapia intensiva: reflexão bioética.


Rev.Esc.Enf.USP, v.32, n.4, p. 297-301, dez. 2008. Disponível em
<http://www.ee.usp.br/reeusp/upload/pdf/445.pdf>Acesso em 17 de abril de 2011.

PONTES, et al. Bioética e profissionais de saúde:algumas reflexões.São Camilo,


v.1, n.1, 2007. Disponível em< http://www.saocamilo-
sp.br/pdf/bioethikos/54/Bioetica_e_profissionais.pdf>Acesso em 17 de abril de 2011.

SOUSA, et al. Cuidados paliativos com pacientes terminais: um enfoque na bioética.


Revista Cubana de Enfermagem .v. 26.n.3.p.117-129, 2010. Disponível em
<http://scielo.sld.cu/pdf/enf/v26n3/enf05310.pdf> Acesso em 24 de abril de 2011.

TAPIERO, A. A. As diferentes formas de morrer: reflexões éticas. An. Med. Interna


(Madrid), Madrid, v. 21, n. 7, p. 355-358, 2004. Disponível em: <http://scielo.isciii.es/
scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0212-71992004000700009&lng=es&nrm=iso>.
Acesso em 24 de abril de 2011.
16

ATIVIDADE III- ESTUDO DE PROJETO MODELO - PESQUISA DE CAMPO

UNIDADES INTEGRADAS DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO –


UNIPÓS

MARIA CLARA RODRIGUES MAGALHÃES

PERCEPÇÃO DE MULHERES ACERCA DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO


NUMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE PARNAÍBA-PI

PARNAÍBA
2010
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MARIA CLARA RODRIGUES MAGALHÃES

PERCEPÇÃO DE MULHERES ACERCA DO CÂNCER DO COLO DO


ÚTERO NUMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE PARNAÍBA-PI

Projeto de pesquisa apresentado como


requisito parcial para a aprovação na
disciplina Metodologia da Pesquisa
Científica do curso de Especialização em
Saúde Pública.
Orientadora: Profª. Msc. Shirlei Marly
Alves

PARNAÍBA
2010
18

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 00
1.1TEMA ................................................................................................................... 00
1.2 PROBLEMA OU QUESTÃO DE PESQUISA ...................................................... 00
1.3 JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA ....................................................................... 00
1.4 HIPÓTESES ........................................................................................................ 00
1.5 REVISÃO DE LITERATURA ............................................................................... 00
2 OBJETIVOS ......................................................................................................... 00
2.1 GERAL ............................................................................................................... 00
2.2 ESPECÍFICOS .................................................................................................... 00
3 METODOLOGIA .................................................................................................... 00
3.1 DESCRIÇÃO DA PESQUISA .............................................................................. 00
3.2 LOCAL DA PESQUISA ...................................................................................... 00
3.3 SELEÇÃO DA POPULAÇÃO E AMOSTRA ........................................................ 00
3.4 COLETA DOS DADOS........................................................................................ 00
3.5 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS .................................................... 00
3.6 ORÇAMENTO ..................................................................................................... 00
4 ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS ........................................................................... 00
4.1 CRITÉRIOS DE SUSPENDER OU ENCERRAR A PESQUISA .......................... 00
4.2 AVALIAÇÃO DO RISCO OU DESCONFORTO PARA O SUJEITO DA
PESQUISA
4.3 ANÁLISE CRÍTICA DO(S) BENEFÍCIO(S) AO SUJEITO DA PESQUISA .......... 00
4.4 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DO TERMO DE
CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO ......................................................... 00
5 CRONOGRAMA ................................................................................................... 00
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 00
APÊNDICES ............................................................................................................. 00
19

1 INTRODUÇÃO

1.1 TEMA

Percepção de mulheres atendidas numa Unidade Básica de Saúde do


Município de Parnaíba-PI, acerca do câncer do colo do útero.

1.2 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA OU QUESTÃO DE RELEVÂNCIA

Qual a percepção das mulheres que freqüentam uma Unidade Básica de


Saúde do Município de Parnaíba-PI, sobre os sintomas do câncer do colo do útero?

1.3 JUSTIFICATIVA E RELEVÂNCIA

O aumento do câncer do colo do útero representa um grave problema de


Saúde pública. Uma possível resposta para esta questão é a existência de uma
lacuna entre os avanços técnicos e o acesso da população aos mesmos.
A experiência e vivência com grupos de mulheres na Unidade permitiram-nos
perceber as dificuldades e as dúvidas das mesmas acerca do CA do colo uterino.
Através dessas informações, e não encontrando nenhum trabalho nessa linha de
pesquisa no Município, priorizamos a investigação. Sendo as iniciativas tomadas no
sentido de alertar que a informação e orientação são fundamentais na detecção do
diagnóstico precoce.
Embora esse estudo constitua apenas o primeiro passo, espera-se que seus
resultados contribuam de maneira satisfatória para ampliar os conhecimentos sobre
a saúde feminina.

1.4 HIPÓTESE

Apesar das muitas informações divulgadas pelas mídias, ainda perdura a falta
de informação sobre os sintomas da doença e a periodicidade na realização da
colpocitologia pelas mulheres.
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1.5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

1.5.1Anatomia e fisiologia do útero

O útero é um órgão do aparelho reprodutor feminino que está situado no


abdome inferior, por trás da bexiga e na frente do reto e é dividido em corpo e colo.
Essa última parte é a porção inferior do útero e se localiza dentro do canal vaginal.
O colo do útero apresenta uma parte interna, que constitui o chamado canal
cervical ou endocérvice, que é revestido por uma camada única de células
cilíndrica produtoras de muco – epitélio colunar simples. A parte externa, que
mantém contato com a vagina, é chamada de ectocérvice e é revestida por um
tecido de várias camadas de células planas – epitélio escamoso e estratificado.
Entre esses dois epitélios, encontra-se a junção escamocolunar – JEC, que é uma
linha que pode estar tanto na ectocérvice como na endocérvice, dependendo da
situação hormonal da mulher (BRASIL, 2006).

1.5.2 Patologia

O carcinoma de células escamosas usualmente se origina no nível da junção


escamocolunar (JEC). É precedido na maioria das vezes por lesão intra-epitelial
(LIE) de alto grau que, se não tratada, evolui para carcinoma invasor em 30 a 40%
dos casos. Quando visíveis, as lesões podem ser endofíticas ou exofíticas a lesão
endofítica tem relevância clínica, pois se estende à endocérvice, igualando os
diâmetros da cérvice e do corpo do útero, que se assemelha a um barril (barrel
shape). Seu diâmetro normalmente é de 6 cm ou mais, apresentando problemas
quanto ao tratamento. Dissemina-se por extensão direta ao tecido paracervical, à
vagina e ao endométrio, com a progressão, envolve as paredes pélvicas,
lateralmente, a bexiga, ventralmente, e o reto, dorsalmente (RIVOIRE et al., 2001).
Quando a desordenação ocorre nas camadas mais basais do epitélio
estratificado, estamos diante de uma Neoplasia Intra-epitelial Cervical Grau I – NIC –
Baixo Grau (anormalidades do epitélio no 1/3 proximal da membrana). Se a
desordenação avança 2/3 proximais da membrana estamos diante de uma
Neoplasia Intra-epitelial Cervical Grau II – NIC II – Alto Grau. Na Neoplasia Intra-
21

epitelial Cervical Grau III – NIC III – Alto Grau, o desarranjo é observado em todas
as camadas sem romper a membrana basal (BRASIL, 2006).
Á proporção que a doença avança, ele pode invadir os tecidos fora do colo,
incluindo as glândulas linfáticas anteriores ao sacro. Em um terço das pacientes com
câncer cervical invasivo, a doença envolve o fundo. Os nervos nessa região podem
ser afetados, produzindo dor cruciante nas costas e nas pernas, a qual é aliviada
apenas por grandes doses de analgesia com opióide. Quando a doença progride,
ela freqüentemente produz edemaciação e anemia extremas, usualmente
acompanhadas de febre (SMELTZER; BARE, 2002).
O carcinoma da cérvice é epidermóide em 75 a 90% dos casos, podendo ser
subclassificado em:

 Carcinoma de grandes células não-queratinizado.


 Carcinoma de grandes células queratinizado.
 Carcinoma de pequenas células não-queratinizado.

O adenocarcinoma é responsável por 10 a 25% dos casos e se origina das


células colunares endocervicais. Á medida que se torna menos diferenciado, pode
perder sua aparência glandular e tornar-se mais sólido. O adenocarcinoma também
tem sido associado à maior recorrência e maior número de lifonodos (LN)
comprometidos (RIVOIRE et al., 2001).

1.5.3 Tratamento

O tratamento da doença cervical pré-invasiva se baseia na extensão da


doença. Mulheres com doença pré-invasiva podem ser tratadas com criocirurgia,
eletrocauterização, vaporização com laser, excisão eletrocirúrgica com alça (LEEP)
ou conização da cérvice. O carcinoma de colo uterino localizado (estágios I a IIA)
pode ser tratado com cirurgia isolada, só com radioterapia ou com uma combinação
de cirurgia e radioterapia. O carcinoma cervical avançado (estágios IIB a IV é tratado
com radioterapia isolada. (OTTO, 2002).
Se ocorrer câncer cervical pré-invasivo (carcinoma in situ) quando uma
mulher completou a fase reprodutora, uma histerectomia é usualmente
recomendada. Quando a mulher não completou a fase reprodutora e a invasão é
22

inferior a 1 mm, uma biópsia em cone pode ser suficiente (SMELTZER; BARE,
2002).
A mesma autora relata que as pacientes que apresentam lesões precursoras
ou pré-malignas devem ser tranqüilizadas de que não possuem câncer. Entretanto, a
importância do acompanhamento de perto é enfatizada, porque a condição, quando
não tratada por um longo período, pode progredir para o câncer. Os pacientes com
câncer cervical in situ também precisam saber que esse é, em geral, um tipo de
câncer de crescimento lento e não-agressivo, provavelmente sem recidiva depois do
tratamento apropriado.
O acompanhamento freqüente após a cirurgia é imperativo porque o risco de
recidiva é de 35% depois do tratamento para o câncer cervical invasivo. Em geral, a
recidiva ocorre dentro dos 2 primeiros anos. As recidivas são freqüentes no quarto
superior da vagina, e a obstrução ureteral pode ser um sinal. Perda de peso, edema
da perna e dor pélvica podem ser os sinais de obstrução linfática e metástase
(SMELTZER; BARE, 2002).

2 OBJETIVOS:

2.1 OBJETIVO GERAL

 Avaliar a percepção de mulheres sobre o CA de colo uterino numa


UBS do Município de Floriano – PI.

2. 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Levantar as variáveis sociais das mulheres entre 20 a 50 anos


atendidas na UBS.
 Levantar o histórico familiar de câncer de útero entre as mulheres
pesquisadas.
 Analisar o conhecimento das mulheres acerca dos sintomas que leva
a um CA de colo uterino.
 Identificar a freqüência da colpocitologia das mulheres atendidas na
UBS.
23

 Listar as orientações do enfermeiro (a) acerca do CA do colo do útero


às mulheres atendidas na UBS.

3. METODOLOGIA

3.1 DESCRIÇÃO DA PESQUISA

O estudo é natureza descritiva qualitativa. A abordagem qualitativa é


adequada para esta investigação, possibilitando assim uma maior aproximação com
a realidade das mulheres entrevistadas. (GIL, 2002).
A pesquisa descritiva procura conhecer as relações que ocorrem na
sociedade, permitindo ao pesquisador investigar apenas o objeto relacionado à
problemática da pesquisa. O trabalho de descrição tem caráter fundamental em um
estudo qualitativo, pois é por meio deles que os dados são coletados. (MANNING,
1979).

3.2 LOCAL DA PESQUISA

O estudo será realizado numa UBS do município de Floriano-PI, sendo a


pesquisa realizada nos meses de maio/junho/2010.
A escolha do local foi devido um período de convivência da pesquisadora com
mulheres que freqüentavam a UBS, percebendo a vulnerabilidade feminina frente às
doenças do aparelho geniturinário. O convívio diário com essas mulheres nos
ajudará de forma mais direta a coleta dos dados.

3.3 SELEÇÃO DA POPULAÇÃO E AMOSTRA

Os sujeitos do estudo serão mulheres atendidas numa UBS de Floriano-PI,


durante consultas ginecológicas de enfermagem e realização do exame preventivo,
correspondendo a 50 mulheres entre 20 e 50 anos selecionadas aleatoriamente e
que aceitarem participar da pesquisa.

3.4 COLETA DE DADOS


24

Será utilizada uma entrevista estruturada e gravada com o objetivo de obter


maiores informações na fala dos atores. Isso nos proporcionará um maior
conhecimento da abordagem questionada, visando uma interação mais confiante
com o entrevistado.

3.5 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS

A análise dos dados será feita em categorias, de acordo com as informações


que emergirem nas entrevisas. Também serão utilizados gráficos para a
organização dos dados quantitativos.

3.6 ORÇAMENTO

Item Despesas Quant. Valor Unitário Valor Total


01 Resma de papel 01 R$ 13,00 R$ 13,00
02 Cartucho de Tinta 01 R$ 30,00 R$ 30,00
03 Cópias 40 R$ 0,15 R$ 6,00
04 Encadernação 02 R$ 5,00 R$ 10,00
05 Valor Total R$ 59,00

4. ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS

4.1 CRITÉRIO DE SUSPENDER OU ENCERRAR A PESQUISA

O pesquisador suspenderá ou encerrará a pesquisa ao perceber qualquer


desconforto ao sujeito pesquisado.

4.2 AVALIAÇÃO DO RISCO OU DESCONFORTO PARA O SUJEITO DA


PESQUISA:
A pesquisa não trará nenhum risco ao pesquisado, sendo que o desconforto
será minimizado através de uma conversa informal, onde a mesma poderá relatar
seus medos dúvidas e o desejo de aceitar ou não participar do estudo.
25

4.3 ANÁLISE CRÍTICA DO(S) BENEFÍCIO (S) AO SUJEITO DA PESQUISA:

O benefício em saúde será medido pela relação incremental de custo-


efetividade, pois esclarecerá todas as dúvidas em relação ao câncer do colo do
útero, conscientizando as mulheres da certeza da cura através do diagnóstico
precoce EXPLIQUE DE QUE FORMA AS MULHERES TERÃO ACESSO AOS
CONHECIMENTOS GERADOS PELA PESQUISA.. Para os profissionais de saúde o
benefício será em caráter coletivo, subsidiando uma melhor visão acerca do trabalho
em equipe.

4.4 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DO TERMO DE


CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO:

Durante a pesquisa serão obedecidos os aspectos éticos da pesquisa com


seres humanos de acordo com a Resolução 196/96, sendo as entrevistadas
esclarecidas sobre os objetivos da pesquisa e cientes do sigilo da identidade no uso
das informações de forma que a apresentação dos resultados não identifique e nem
exponha publicamente o informante. Para tanto será assinado pelas mulheres
entrevistadas um termo de consentimento livre e esclarecido.

5 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

ATIVIDADE M A M J J A S O N
Escolha do X
tema
Pesquisa X X X X X X X
Bibliográfica
Elaboração X
do Projeto
Coleta dos X X
Dados
Análise dos X X
Dados
Construção X X X
do Artigo
Revisão do X X
Artigo
Envio ao X
IBPEX
26

REFERÊNCIAS

BRASIL, Ministério da Saúde. Controle dos cânceres do colo do útero e da


mama. Brasília, 2006, 124 p. Caderno de Atenção Básica, nº 13.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, p. 133,
2002.

MANNING, Peter k. metaphors. Of the Field: varieties of organizational


discourseIn: Administrative Science. 1979.

OTTO, S. E.Oncologia. Rio de Janeiro: Reichamann & Afonso Editores, 2002.

RIVOIRE, W. et. al.; Carcinoma de colo uterino In: FREITAS, F. et. al. Rotinas em
ginecologia. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.

SMELTZER, S. C.; BARE, B. G. Tratado de enfermagem médico-curúrgica:


Brunner & Suddarth. cap. 43. 9. ed.vol. 3. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002,
p. 1187 – 1190.
27

APÊNDICES
28

APÊNDICE I
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Eu________________________,estou sendo convidada a participar de uma pesquisa


sobre, “Percepção de Mulheres acerca do Câncer do Colo do Útero numa UBS do
Município de Floriano-PI”. Estou ciente de que posso recusar-me a participar do estudo, ou
retirar meu consentimento a qualquer momento, sem precisar justificar, nem sofrer qualquer
dano. Estão garantidas todas as informações que eu precise saber sobre o estudo.
Esta pesquisa é importante para alertar que a informação e a orientação são
fundamentais na detecção do diagnóstico precoce, tendo como objetivos: avaliar a percepção
de mulheres sobre o CA do Colo Uterino, investigar a freqüência da colpocitologia das
mulheres atendidas na UBS, levantar as variáveis sociais das mulheres entre 20 e 50 anos
atendidas na UBS, analisar o conhecimento das mulheres acerca dos sintomas que leva a um
CA de Colo Uterino e investigar as orientações do enfermeiro (a) acerca do CA do Colo do
Útero às mulheres atendidas na UBS.
Entendi os objetivos, riscos e benefícios de minha participação na pesquisa e concordo
em participar.

_____________________________ ________________________________
Assinatura do Pesquisado Assinatura do Pesquisador

Parnaíba_PI________de_________________de 2010
29

APÊNDICE II

ROTEIRO DE ENTREVISTA

1. Identificação:
Nome:
Idade:
Escolaridade:
Atividade Profissional:
Estado Civil: Casada ( ) Solteira ( ) Estável ( )
2. Renda familiar em salários mínimos:
(1) ( ) (2) ( ) (3) ( ) (+4) ( )
3. Casa Própria:
Sim ( ) Não ( )

4. De que forma você adquire informações acerca do CA de colo uterino?


TV ( ) Enfermeiro ( ) Médico ( ) Outros ( ) Revista ( )

5. Faz exames de prevenção do câncer do colo uterino anualmente?


Sim ( ) Não ( )
Se não, por quê?

6. Você conhece os sinais e sintomas do CA de colo uterino?

7. Quais informações são transmitidas pelo enfermeiro acerca do CA de colo uterino na


UBS?
8. Tem algum familiar que já teve um CA de colo uterino?