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FACULDADE DE FILOLOGIA
DEPARTAMENTO DE FILOLOGIA GALEGA

 
 
Literatura  Portuguesa  2
M. Isabel Morán Cabanas
 
 
 
 
 
 
 
GUIA  DOCENTE  E  MATERIAL  DIDÁTICO
2017/2018
FACULDADE DE FILOLOGIA. DEPARTAMENTO DE FILOLOGIA GALEGA

AUTOR: Maria Isabel Morán Cabanas

A obra Literatura Portuguesa 2 - GUIA DOCENTE E MATERIAL DIDÁTICO 2013-2014 de M.


Isabel Morán Cabanas foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso
Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
1. Dados descritivos da matéria

Disciplina:
Literatura Portuguesa 2

Código:
G5081340

Tipo de cadeira:
Matéria Ordinária Graduação

Titulação:
Línguas e Literaturas Modernas (Português). Maior de Língua e Literaturas Lusófonas.

Ano: 3º ano.
Nº Créditos: 6 (equivalente a 150 horas de carga letiva)
Duração: Semestral (1º semestre).
Requisitos prévios: não há.
Língua(s) utilizadas(s): Galego/Português.   Eventual   e   ocasionalmente,   outros  
materiais   e   comunicações   poderão   ser   apresentados   noutras   línguas:   espanhol,  
francês,  inglês,  italiano...,  sempre  que  o/a  docente  o  considerar  oportuno.

Professora da cadeira
Maria  Isabel  Morán  Cabanas
(horários de atendimento oportunamente indicados no início do período letivo através
dos meios eletrónicos e no gabinete da professora)

 Para além de usar o horário de atendimento como espaço de consultas, será também uma
parte presencial do desenvolvimento da matéria. O acompanhamento tutorizado de planificação
e elaboração de trabalhos –individuais ou em grupo– será um encontro obrigado entre professor
e alunos/as cada certo tempo.
Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

2. Sentido da matéria no perfil da titulação

A Faculdade de Filologia apresenta as titulações de Filologia Clássica, Língua e


Literatura Espanholas (Campus de Santiago e Campus de Lugo), Língua e Literatura
Galega, Língua e Literatura Inglesa, e Língua e Literaturas Modernas, que possuem
uma estrutura única. No marco de Língua e Literatura Modernas incluem-se os
seguintes MAIORs:
Maior de Língua e Literatura Alemãs
Maior de Língua e Literatura Francesas
Maior de Língua e Literaturas Italianas
Maior de Língua e Literaturas Lusófonas

O Maior de Língua e Literatura Lusófonas está formada por 20 matérias de 6


créditos ECTS agrupadas nos 5 seguintes módulos:

Módulo CULTURA DOS PAÍSES Módulo LÍNGUA PORT. E Módulo LITERATURAS EM


DE LÍNGUA PORTUGUESA INTRODUÇÃO ÀS LÍNGUA PORTUGUESA I
(24 ECTS) LITERATURAS DE LÍNGUA (24 ECTS)
PORTUGUESA (24 ECTS)
Cultura portuguesa Língua Portuguesa 3 (2º ano) Literatura Portuguesa 1 (2º ano)
Cultura do Brasil (2º ano) Língua Portuguesa 4 (2º ano) Literatura Portuguesa 2 (3º ano)
Cultura dos PALOPs (2º ano) Língua Portuguesa 5 Literatura Brasileira 1 (3º ano)
Relações Galiza-Lusofonia (2º ano) Literaturas de Língua Port. Sociologia Lit. de L. Port. (4º ano)

Módulo GRAMÁTICA PORTUGUESA Módulo LITERATURAS EM LÍNGUA


(24 ECTS) PORTUGUESA II (24 ECTS)

Gramática Portuguesa 1 Literatura Portuguesa 3 (3º ano)


Gramática Portuguesa 2 Literatura dos PALOPs
História e variedade do português 1 Literatura Brasileira 2
História e variedade do português 2 Literaturas Comparadas na Lusofonia

A cadeira de Literatura Portuguesa 2 leciona-se no terceiro ano da titulação,


primeiro semestre, e integra-se no Módulo de Literaturas em Língua Portuguesa I. As  e  
os   estudantes   desta   cadeira   terão   cursado   neste   ponto   cadeiras   de   língua,   cultura   e  
literatura  portuguesa,  brasileira  e  dos  PALOP,  pelo  que  é  esperável  que,  por  um  lado  se  
tenham   familiarizado   com   o   sistema   de   ensino/aprendizagem   e   de   avaliação   e,   por  
outro,  que  tenham  adquirido  não  apenas  uns  conhecimentos  suficientes  de  história  e  
teoria   da   literatura   e   da   cultura,   mas   também   uma   capacidade   de   análise   já  
consideravelmente  desenvolvida.  
  Os  conteúdos  específicos  desta  cadeira  focam  a  produção  literária  portuguesa  
do   Barroco   ao   Romantismo.   Através   deste   período   da   literatura   e   da   cultura  
portuguesas   serão   analisados   aspetos   relativos   à   conformação   da   própria   noção   de  
literatura,  assim  como  a  conformação  dos  campos  literários  modernos.
A linha cronológica e espacial iniciada agora é continuação das matérias
Literatura Portuguesa 1 (das origens até à Renascença). Temática e funcionalmente,

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podemos destacar as suas ligações com todas as cadeiras do MAIOR de LÍNGUA


PORTUGUESA E LITERATURAS LUSÓFONAS, mais especificamente com
TODAS AS CADEIRAS DE LITERATURA E CULTURA DO MAIOR, e num
sentido estrito com TODAS AS CADEIRAS DE LITERATURA E CULTURA
PORTUGUESA e com a matéria Relações Galiza-Lusofonia:
- TODAS AS CADEIRAS DO MAIOR LÍNGUA PORT. E LITERATURAS LUSÓFONAS
- TODAS AS CADEIRAS DE LITERATURA E CULTURA DO MAIOR
- TODAS AS CADEIRAS DE LITERATURA PORTUGUESA
- CULTURA PORTUGUESA
- RELAÇÕES GALIZA-LUSOFONIA

LITERATURA PORTUGUESA 2

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3. Objetivos, competências e destrezas

3.1. OBJETIVOS GERAIS

• Compreender   e   analisar   a   produção   literária   como   um   fenómeno   social   e,   em  


consequência,  
• ser   capaz   de   ler   os   textos   literários   como   expressões   complexas   de   uma  
sociedade  concreta  e  de  umas  circunstâncias  específicas.  
• Compreender  e  analisar  os  discursos  produzidos  em  relação  à  literatura  como  
fenómenos  sociais  e,  em  consequência,  
• ser   capaz   de   ler   textos   críticos   e   as   histórias   da   literatura   como   expressões  
complexas  de  grupos  sociais  concretos  e  de  circunstâncias  específicas.  
• Compreender   e   assumir   a   dimensão   profissional   da   análise   dos   campos  
literários  e  culturais.  
 
3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Conhecer   e   estudar   os   processos   de   conformação   do   cânone   da   literatura  


portuguesa   através   do   conhecimento   da   produção   literária   no   período   em  
foco.  
• Aproximar-­‐se   dos   processos   de   elaboração   da   identidade   portuguesa   no  
período  em  foco  e  do  papel  da  produção  literária  nestes  processos.  
• Compreender   o   funcionamento   dos   campos   literários   em   períodos   prévios   à  
sua  autonomização.  
• Explorar   o   processo   de   transição   do   campo   literário   para   a   autonomia   no  
período  que  decorre  entre  os  séculos  XVI  e  XIX.  
• Analisar  o  tratamento  e  a  valorização  recebidos  polas  diferentes  fases  deste  
período  no  discurso  crítico  e  historiográfico.  
• Aproximar-­‐se   à   análise   dos   critérios   de   seleção   de   produtos,   produtores,  
géneros,  etc.  por  parte  do  discurso  crítico  e  historiográfico.  

3.3. COMPETÊNCIAS E DESTREZAS

• Visão   dos   processos   culturais   de   uma   forma   crítica,   atendendo,   como  


profissionais,  mais  às  funções  do  que  aos  processos  estéticos.  
• Aquisição   de   conhecimentos   avançados   sobre   teoria   da   literatura   e   da  
cultura,  e  aplicação  ao  caso  específico  português.  
• Aprofundamento   nos   métodos   de   pesquisa   (investigação   indutiva   e   dedutiva,  
ferramentas  empíricas).  

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• Distinção  entre  o  juízo  crítico  e  o  juízo  de  valor.  


• Elaboração  de  leituras  e  juízos  críticos  de  forma  profissional.  
• Aplicação  prática  dos  conhecimentos  teóricos  ou  dos  conteúdos  adquiridos  na  
cadeira  
• Domínio   profissional   das   ferramentas   básicas   de   exposição   e   divulgação:  
elaboração   de   trabalhos   próprios   e   originais   e   exposição   pública   dos  
trabalhos.  

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4. Conteúdos da Matéria:

4.1. NÚCLEOS TEMÁTICOS DO CURSO


 
01: Evolução de historiografia e prosa religiosa renascentistas.
02: Ficção cavaleiresca e bucólica. Trânsito para o Barroco.
03: Poesia Cultista, Conceptista e Religiosa.
04: D. Francisco Manuel de Melo.
05: Prosa Doutrinal, Religiosa e Panfletária. O P.e António Vieira.
06: O Neo-classicismo. A Arcádia Lusitana.
07: A Historiografia e as tentativas teatrais.
08: Evolução da Poesia Arcádica. Bocage.
09: O Romantismo em Portugal. Prosa, Poesia e Teatro.
10: Almeida Garrett e o Romantismo Português.
11: Camilo Castelo Branco e a evolução do Romantismo.

4.2. LEITURAS OBRIGATÓRIAS (TRECHOS SELECIONADOS)

• Arte  de  Furtar  


• Melo,  Francisco  Manuel  de,  O  Fidalgo  Aprendiz  
• Vieira,  Sermões  
• Luís  António  Verney,  Verdadeiro  Método  de  Estudar  
• Bocage,  Poesias  
• Almeida  Garrett,  Viagens  na  Minha  Terra  
• Alexandre  Herculano,  Eurico  o  Presbítero  
• Camilo  Castelo  Branco,  Amor  de  Perdição  
• Júlio  Dinis,  As  pupilas  do  Senhor  Reitor  

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4.3. SINOPSES E BIBLIOGRAFIAS DE CONSULTA ESPECÍFICA POR NÚCLEO

01  
Evolução  de  historiografia  e  prosa  religiosa  renascentistas.  
 
1.  Continuação  das  orientações  historiográficas  quinhentistas.  
2.  O  sentido  da  veracidade  histórica  em  Diogo  do  Couto.    
3.  A  objectividade  corajosa  das  Décadas  de  Diego  do  Couto.  
4.  A  crítica  da  administração  do  Oriente  no  Soldado  Prático.  
5.  Os  sucesores  de  Diogo  do  Couto:  António  Bocarro,  Francisco  de    
Andrada,  Fr.  Bernardo  de  Brito,  Fr.  António  Brandão,  Fr.  Francisco    
Brandão.  
6.  A  prosa  hagiográfica  e  a  historiografia  clerical.  Fr.  Luís  de  Sousa.  
7.  Prosa  doutrinal  religiosa:  Samuel  Usque,  Heitor  Pinto,  Frei    
Amador  Arrais,  Frei  Tomé  de  Jesus.  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (01):  
 
BELL,  Aubrey,  Diogo  do  Couto,  Oxford  University  Press,  1924.  
 
CARVALHO,   A.   Farinha   de,   D.   do   Couto,   «0   Soldado   Prático»   e   a   Índia,   col.   "Documenta  
Historica",  ed.  Vega,  Lisboa,  1979.  
 
CARVALHO,  Joaquim  de,  «Frei  Heitor  Pinto  e  Frei  Luís  de  León»,  in  Estudos  sobre  a  cultura  
portuguesa  do  século  XVI,  vol.  II,  Coimbra,  1948.  
 
CARVALHO,   Luís   Fernando   de,   Frei   Heitor   Pinto,   novas   achegas   para   a   sua   biografia,  
Coimbra,  1953.  
 
CIDADE,  Hernani,  A  Literatura  Portuguesa  e  a  expansão  Ultramarina,  vol.  Il,  Coimbra,  1964.  
 
CIDADE,  Hernani,  Lições  sobre  a  cultura  e  a  literatura  portuguesa,  Iº  vol.,  5ª  ed.  corr.  e  aum.,  
Coimbra,  1967.  
 
DIAS,  José  Sebastião  da  Silva,  Correntes  do  Sentimento  Religioso  em  Portugal  nos  sécs.  XVI  a  
XVIII,  tomo  I,  Coimbra,  1960.  
 
FIGUEIREDO,  Fidelino  de,  História  da  Literatura  Clássica—2ª  Época,  1921.  
 
JONG,  M.  de,  «Samuel  Usque,  Nótulas  bibliográficas»,  in  Ocidente,  71,  nº  341,  Set.,  1966.  
 

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MARTINS,   António   Coimbra,   «Sobre   a   génese   da   obra   de   Couto   (1569-­‐1600).   Uma   obra  
inédita»,  in  Arquivos  do  Centro  Cultural  Português,  vol.  8,  Paris,  1974.  
 
MARTINS,   António   Coimbra,   «Sobre   as   décadas   que   Diogo   do   Couto   deixou   inéditas»,   in  
Arquivos  do  Centro  Cultural  Português,  vol.  3,  Paris,  1971,  pp.  272-­‐355.  
 
MARTINS,  Mário,  «A  Filiação  Espiritual  de  Tomé  de  Jesus»,  in  Brotéria,  vol.  42,  6,  1946.  
 
MARTINS,  Mário,  «O  pseudo-­‐Taulero  e  Frei  Tomé  de  Jesus»,  in  Brotéria,  vol.  41,  1,  1946.  
 
MARTINS,   Mário,   «O   Ritmo   em   A   Filosofia   Isotérica   no   "Speculum   Haebraeorum"   e   em  
Samuel  Usque,  in  Revista  Portuguesa  de  Filosofia,  vol.  2,  4,  1946.  
 
MARTINS,  Mário,  «Samuel  Usque»,  Broteria,  vol.  25,1,1937.  
 
PEREIRA,  Mário  J.,  «Antecedentes  Barrocos  na  "Imagem  da  Vida  Cristã"  de  Frei  Heitor  Pinto»,  
in  Actas  do  V  Colóquio  Internacional  de  Estudos  Luso-­‐Brasileiros,  IV,  Coimbra,  1966.  
 
Prosadores   Religiosos   do   Século   XVI,   selecção,   prefácios   e   notas   de   Alcides   Soares   e  
Fernando  Campos,  Coimbra,  1950.  
 
Quatro  Prosadores  Ascetas  do  Século  XVI,  textos  escolhidos  por  Maria  do  Céu  Novais  Faria,  
Porto,  1950.  
 
RICARD,  Joseph,  «La  Connaissance  de  soi-­‐même  chez  Fr.  Heitor  Pinto»,  in  Arquivos  do  Centro  
Cultural  Português,  vol.  5,  Paris,  1972.  
 
ROSSI,   Giuseppe   Carlo,   «Il   Petrarca   e   l'umanesimo   italiano   nell'opera   di   Frci   Heitor   Pinto»,   in  
Annali  dell'lstituto  Universitario  Orientale,  vol.  I,  Roma,  1959.  
 
 

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02    
Ficção  cavaleiresca  e  bucólica.  Trânsito  para  o  Barroco.  
 
1.  A  sociedade  europeia  e  o  Barroco.  A  precursora  Holanda.  
2.  A  Inglaterra  seiscentista  e  o  Classicismo  francês.  
3.  Condições  da  Restauração  portuguesa.  
4.  O  Barroco.  Conceito  e  génese.    
5.  As  minas  do  Brasil  e  o  apogeu  do  Barroco  em  Portugal.  
6.  A  perda  da  independência  e  o  bilinguismo  literário.  
7.  A  teorizacão  do  barroco:  conceptismo  e  cultismo  em  Corte  na    
Aldeia  (1619)  de  Rodrigues  Lobo.  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (02):  
 
HANSON,   C.   A.,   Economia   e   sociedade   no   Portugal   Barroco.   (1668-­‐1703).     (Trad.).   Publ.  
Dom  Quixote,  Lisboa,  1986.    
 
HOPPE,   F.,   A   Africa   Oriental   portuguesa   no   tempo   do   Marquês   de   Pombal.   (1750-­‐1777).  
Agência  Geral  do  Ultramar,  Lisboa,  1977.    
 
BARBEIRO,  H.,  História  do  Brasil.  Harper  &  Row  do  Brasil,  São  Paulo,  1984.    
 
ARES  MONTES,  Góngora  y  la  Poesía  portuguesa  del  siglo  XVIII,  Edt.  Gredos,  Madrid,  1955.  
 
BELCHIOR,  Mª  L.,  Os  Homens  e  os  Livros.  Séculos  XVI-­‐XVII,  Edt.  Verbo,  Lisboa,  1971.  
 
CIDADE,  H.,  A  literatura  autonomista  sob  os  Filipes.  Sá  da  Costa  Ed.,  Lisboa,  s./d.  
 
DIAS,  J.  S.  da  Silva,  Portugal  e  a  cultura  europeia  (séc.  XVI  a  XVIII).  Coimbra,  1953.  
 
FIÚZA,  Mário,  História  Literária  de  Portugal.  Séculos  XVII  a  XX,  Athena,  Porto,  1972.  
 
MORÁN   CABANAS,   Maria   Isabel,   “A   Técnica   do   Disfarce   na   Novela   Amatória   Portuguesa:   o  
caso  do  Desafio  Venturoso  (século  XVII)”,  in  Homenaje  a  la  Profª  Dulce  Estefanía.  Organizado  
por   Eva   Mª   Castro   Caridad,   Universidade   de   Santiago   de   Compostela,   Santiago   de  
Compostela,  2004,  pp.  125-­‐137.  
 
PALMA-­‐FERREIRA,  J.,  Academias  Literárias  dos  Séculos  XVI-­‐XVIII,  Biblioteca  Nacional,  Lisboa,  
1982.  
 

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SILVA,   Aguiar   e,   Manierismo   e   Barroco   na   Poesia   Lírica   Portuguesa,   Centro   de   Estudos  


Românicos,  Coimbra,  1971.  
 
SOBRAL,  L.  de  Moura,  Pintura  e  Poesia  na  Época  Barroca.  Ed.  Estampa,  Lisboa,  1994.  
 
VÁZQUEZ  CUESTA,  P.,  A  Língua  e  a  Cultura  Portuguesas  no  Tempo  dos  Filipes,  Public.  Europa-­‐
América,  Lisboa,  1988.  
 
 

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03  
Poesia  Cultista,  Conceptista  e  Religiosa.    
 
1.  O  ambiente  academista  e  os  modelos  poéticos.  
2.  Os  Cancioneiros  barrocos:  Fénix  Renascida  e    
Postilhão  de  Apolo.  
3.  O  drama  do  feminino:  Sóror  Violante  do  Céu  e    
Sóror  Mariana  Alcoforado.  
4.  A  poesia  barroca  satírica  e  a  crítica  paródica.  
5.  A  propaganda  literária  de  edificação  religiosa.  
6.  O  Padre  Manuel  Bernardes,  Nova  Floresta  ou    
Silva  de  Vários  Apotegmas.  
7.  Frei  António  das  Chagas:  da  retórica  floreada    
na  poesia  mundana  às  cartas  e  elegias  religiosas.  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (03):  
 
AGUIAR   E   SILVA,   V.   M.   de,   Maneirismo   e   Barroco   na   Poesia   Lírica   Portuguesa,   Centro   de  
Estudos  Românicos,  Coimbra,  1971.  
 
ARES  MONTES,  Góngora  y  la  Poesía  portuguesa  del  siglo  XVIII,  Edt.  Gredos,  Madrid,  1955.  
 
CIDADE,  Hernâni,  Lições  de  cultura  e  literatura  portuguesa,  Coimbra,  Coimbra  Editora,  
19847.  
 
CORREIA,   J.   D.   Pinto,   Luz   e   calor   do   Padre   Manuel   Bernardes:   estrutura   e   discurso.   Livr.  
Almedina,  Coimbra,  1978.  
 
FIGUEIREDO,  F.  de,  História  da  crítica  literária  em  Portugal.  Da  Renescança  à  actualidade.  
Livr.  Clássica  Ed.,  Lisboa  19162.  
 
FIGUEIREDO,  F.  de,  História  da  literatura  clássica.  Livr.  Clássica  Ed.,  Lisboa,  1922-­‐312.  
 
FUMAROLI,   M.,   L'age   de   l'éloquence.   Rhétorique   et   "res   literaria"   de   la   Renaissance   au  
seuil  de  l'époque  classique,  Droz,  Genéve,  19842.  
 
MOURÃO-­‐FERREIRA,  D.,  Hospital  das  letras.  Imprensa  Nacional-­‐Casa  da  Moeda,  Lisboa,  s.  a.  
(2ª   ed.).PIRES,   M.   L.   Gonçalves,   Para   uma   leitura   intertextual   de   "Exercícios   Espirituais"   do  
Padre  Manuel  Bernardes.  Instituto  Nacional  de  Investigação  Científica,  Lisboa,  1980.  
 

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

PALMA-­‐FERREIRA,  J.,  Academias  Literárias  dos  Séculos  XVI-­‐XVIII,  Biblioteca  Nacional,  Lisboa,  
1982.  
 
PIRES,   M.L.,   Para   uma   Leitura   Intertextual   de   "Exercícios   Espirituais"   do   Padre   Manuel  
Bernardes,  INC,  Lisboa,  1980.  
 
PIRES,  M.L.,  Poetas  do  Período  Barroco,  Ed.  Comunicação,  Lisboa,  1985.  
 
RICARD,  R.,  Études  sur  l'Histoire  morale  et  religieuse  du  Portugal,  FCG,  Paris,  1970.  
 
RODRIGUES,   G.   Almeida,   Literatura   e   Sociedade   na   Obra   de   Frei   Lucas   de   Santa   Catarina  
(1660-­‐1740),  IN/CM,  Lisboa,  1983.  
 
SIMÕES,  Manuel  G.,  "Subsídios  para  o  estudo  da  poesia  de  Violante  do  Céu:  a  poesia  
profana",   in   O   Amor   das   Letras   e   das   Gentes   (In   honor   of   Maria   de   Lourdes   Belchior  
Pontes),   Edited   by   João   Camilo   dos   Santos   and   Frederick   G.   Williams,   Center   for  
Portuguese  Studies,  University  of  California  at  Santa  Barbara,  Santa  Bárbara,  1995,  pp.  
127-­‐136.  
 
SOBRAL,  L.  de  Moura,  Pintura  e  Poesia  na  Época  Barroca.  Ed.  Estampa,  Lisboa,  1994.  
 
 

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04  
D.  Francisco  Manuel  de  Melo.  
 
1.  Percurso  biográfico  e  Espólio  literário.  
2.  O  ideário:  entre  cosmopolitismo  e  conservadurismo.  
3.  O  ecletismo  poético  e  a  variedade  do  rigor  formal.  
3.1.  A  poesia  de  Melo,  virtuosismo  e  gosto  pela  inovação.  
3.2.  Primeira  revisão  da  crítica  literária  desde  o  Hospital  das  Letras.  
4.  Os  textos  moralistas:  
4.1.  A  crítica  dos  costumes  nos  Apólogos  Dialogais.  
4.2.  A  Carta  de  Guia  de  Casados.  
5.  A  prosa  historiográfica,  biográfica,  de  matéria  política  e  de    
ciências  ocultas:  
5.1.  As  Epanáforas.  A  Epanáfora  Amorosa.  
5.2.   Biografias,   obras   apologéticas,   outras   obras   de   história,   de  
matéria  política  e  de  ciências  ocultas.  
6.  O  teatro:  O  Fidalgo  Aprendiz.    
7.  A  epistolografia:  as  Cartas  Familiares.    
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (04):  
 
BELCHIOR,  Mª  L.,  Os  Homens  e  os  Livros.  Séculos  XVI-­‐XVII,  Edt.  Verbo,  Lisboa,  1971.  
 
BERNAT   VISTARINI,   A.,   Francisco   Manuel   de   Melo   (1608-­‐1666):   Textos   y   contextos   del  
Barroco   peninsular,   Universitat   de   les   Illes   Balears,   Servei   de   Publicacions   i   Intercanvi  
Científic  (Caligrama.  Anexos:  4),  Palma,  1992.  
 
BISMUT,   Roger,   "Molière   et   D.   Francisco   Manuel   de   Melo.   Réflexions   sur   le   Fidalgo   Aprendiz  
et  ses  rapports  avec  Le  Bourgeois  Gentilhomme",  in  Arquivos  do  Centro  Cultural  Português,  
VII,  Paris,  1973,  pp.  203-­‐224.  
 
CARVALHO,  José  Adriano  de,  "A  poesia  sacra  de  D.  Franciso  Manuel  de  Melo",  in  Arquivos  do  
Centro  Cultural  Português,  Vol.  VIII,  Paris,  1974,  295-­‐404.  
 
CIDADE,   Hernâni,   "O   conceito   da   poesia   em   D.   Francisco   Manuel   de   Melo",   in   Lições   de  
Cultura  e  Literatura  Portuguesas,  1º  vol.  (séculos  XV,  XVI  e  XVII),  Coimbra,  Coimbra  Editora  
Ltd.,  1975,  pp.  421-­‐439.  
 
COLOMES,  J.,  La  Critique  et  la  Satire  de  D.  Francisco  Manuel  de  Melo,  Paris,  1969,  ed.  Fund.  
Gulbenkian.  
 

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

CRUZ,   Duarte   Ivo,   Introdução   à   História   do   Teatro   Português,   Guimarães   &   Cª   Editores,  
Lisboa,  1983.  
 
DEMERSON,  Paulette  de,  "'Le  Guide  des  Époux'  par  Francisco  Manuel  de  Melo",  in  Arquivos  
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400.  
 
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Estrela Para Novos Rumos. Ordem da Imaculada Conceição: 500 anos, Cascais, Principia,
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OLIVEIRA,  A.  Correia  de,  "D.  Francisco  Manuel  de  Melo  e  o  Teatro  Espanhol  do  Século  XVII",  
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promovidas  pelo  "Século",  1947,  pp.  171-­‐219.  
 
PRESTAGE,   Edgar,   «Carta   de   Guia   de   Casados:   estudo   crítico»,   A   Águia,   vol.   VIII,   n°   46,  
Renascença  Portuguesa,  Porto,  Outubro  de  1915,  pp.  113-­‐121.  
 
PRESTAGE,   Edgar,   D.   Francisco   Manuel   de   Mello   -­‐   Esboço   biográphico,   Imprensa   da  
Universidade,  Coimbra,  1914  (obra  resumida  em  D.  Francisco  Manuel  de  Melo,  ed.  em  inglês  
do   mesmo   autor   pela   Oxford   University   Press,   1922,   trad.   portuguesa   de   A.A.   Dória,  
Coimbra,  1933).  
 
SERRA,   Pedro,   "Introdução",   in   D.   Francisco   Manuel   de   Melo:   Carta   de   Guia   de   Casados,  
Angelus  Novus  Ed.,  Braga,  1996.  
 
SERRÃO,   J.,   "Introdução",   in   Epanáforas   de   Vária   História   Portuguesa,   Imprensa   Nacional-­‐
Casa  da  Moeda,  Lisboa,  1977  (ed.  facs.  da  lª).  
 
STEGAGNO   PICCHIO,   L.,   "Um   esempio   di   incoerenza   stilistica:   il   Fidalgo   aprendiz   di   Francisco  
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229-­‐253.  
 

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TEENSMA,   B.   N.,   "Dom   Francisco   Manuel   de   Mello   (1608-­‐1666).   Vária   Bio-­‐Bibliográfica",   in  


Ocidente,  vol.  LXI,  n°  282-­‐284  (Outubro  e  Dezembro),  Lisboa,  1961.  
 
TEENSMA,  B.  N.,  Don  Francisco  Manuel  de  Melo  (1608-­‐1666).  Inventario  general  de  sus  ideas,  
Groningen,  1966.  
 

19
 
 
05  
Prosa  Doutrinal,  Religiosa  e  Panfletária.  O  P.e  António  Vieira.  
 
1.  O  espirito  da  Contra-­‐Reforma.  
2.  A  Oratória  e  os  moldes  da  predicação.  O  Sermão:    
  Finalidade  e  Estrutura.  
3.  A  obra  do  Pe.  António  Vieira,  paradigma  da  prosa  portuguesa.    
3.1.  A  inserção  da  criação  na  vida  social.  O  homem  público.  
3.2.  Estilo  e  forma  na  escrita  de  Vieira.  Sermão  de  Sto.  António  
aos  Peixes.  
3.3.   Estrutura   e   temas   dos   Sermões   de   Vieira.   Sermão   da  
Sexagésima.  
3.4.  O  profetismo  de  Vieira.  A  História  do  Futuro.  
3.5.  As  cartas,  relatórios  e  narrativas  várias.    
4.  O  desenvolvimento  da  literatura  panfletária  e  memorialista.  
5.  O  quadro  da  realidade  social  na  Arte  de  Furtar  (Pe.  Manuel    
da  Costa).  
6.  A  novela  Obras  do  Diabinho  da  Mão  Furada.  
7.  Outros  autores  de  prosa  doutrinal,  polígrafos  e  historiadores:    
António   de   Sousa   de   Macedo,   Martim   Afonso   de   Miranda,   Luís  
Mendes  de  Vasconcelos,  Manuel  Severim  de  Faria,  Duarte  Ribeiro  de  
Macedo,   Jacinto   Freire   de   Andrade,   D.   Fernando   Xavier   e   D.   Luís  
Xavier   de   Meneses,   António   Caetano   de   Sousa.   Diogo   Barbosa  
Machado  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (05):  
 
Plebe,  A.  y  P.  Emanuele,  Manuale  di  retorica,  Laterza,  Bari,  19892.  
 
Murphy,  J.  J.,  Sinópsis  histórica  de  la  Retórica  clásica,  Gredos,  Madrid,  1988.  
 
Mortara  Garavelli,  B.,  Manual  de  retórica,  Cátedra,  Madrid,  1991.  
 
FUMAROLI,   M.,   L'age   de   l'éloquence.   Rhétorique   et   "res   literaria"   de   la   Renaissance   au  
seuil  de  l'époque  classique,  Droz,  Genéve,  19842.  
 
TAVARES,  M.  J.  Pimenta,  Judaísmo  e  Inquisição.  Palas  Ed.,  Lisboa,  1987.  
 
BASSELAAR,  J.  van  de,  António  Vieira:  o  Homem,  a  Obra,  as  Ideias,  ICP,  Lisboa,  1981.  
 
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BISMUT,   Roger,   "Introdução",   in   Arte   de   Furtar   (Padre   Manuel   da   Costa),   Edição   crítica,   com  
introdução  e  notas  de-­‐,  Imprensa  Nacional-­‐Casa  da  Moeda,  Lisboa,  1991.  
 
CANTEL,  R.,  Les  Sermons  de  Vieira.  Étude  du  Style,  Ed.  Hispano-­‐Americanos,  Paris,  1959.  
 
CANTEL,   R.,   Prophétisme   et   Messianisme   dans   l'oeuvre   d'António   Vieira.   Ed.  
Hispano-­‐Americanas,  Paris,  1960.  
 
CIDADE,  H.,  P.  António  Vieira,  A  Obra  e  o  Homem,  Ed.  Arcádia,  Lisboa,  1979.  
 
DIAS,  J.  S.  da  Silva,  Portugal  e  a  Cultura  Europeia  (séc.  XVI  a  XVIII),  Coimbra,  1953.  
 
ÉMÉRY,   Bernard,   "Littérature,   morale,   et   politique   dans   la   Arte   de   Furtar,   in   Arquivos   do  
Centro  Cultural  Português  de  Paris,  vol.  XIV,  Paris,  1979,  pp.  225-­‐251.  
 
FIÚZA,  Mário,  História  Literária  de  Portugal.  Séculos  XVII  a  XX,  Athena,  Porto,  1972.  
 
 
FRANCO,   José   Eduardo   e   MORÁN   CABANAS,   Maria   Isabel,   Empreendedorismo  
educativo   dos   Jesuitas.   Com   documento   Informação   sobre   a   causa   dos   Estudos   do  
Reino  de  Portugal  (1611),  Coimbra,  Rui  Gracio  Editor,  2012  
 
FRANCO,  José  Eduardo  e  MORÁN  CABANAS,  Maria  Isabel,,  O  Padre  António  Vieira  e  
as   mulheres.   Representações   barrocas   do   universo   feminino.   Prefácio   de   Tom   Earle  
(Universidade  de  Oxford),  Porto,  Campo  das  Letras,  2008.    
 
 
FRANCO,   José   Eduardo   e   MORÁN   CABANAS,   Maria   Isabel,,   Padre   António   Vieira   e   as  
mulheres.   Representações   barrocas   do   universo   feminino.   Prefácio   de   Tom   Earle  
(Universidade  de  Oxford),  São  Paulo,  Arké,  2008.  
 
FRANCO,   José   Eduardo   e   MORÁN   CABANAS,   Maria   Isabel,   Padre   António   Vieira   e   le  
donne.   Il   mito   barocco   dell´universo   femminile.   Aracne   Editrice:   Roma,   2012   (versión  
traducida,   revisada   y   ampliada   con   Postfazione   de   Sara   Paleri   (Università   degli   Studi  
dell´Aquila).  
 
FROTA,  G.  Andrea,  P.  António  Vieira.  Ensaio  Bibliográfico  Relativo  ao  Brasil,  Ocidente,  1966.  
 
GOTAAS,   M.   C.,   Bossuet   and   Vieira.-­‐   A   study   in   national   epochal   and   individual   styIe.  
Washington,  1953.  
 
LINS,  A.,  Aspectos  do  Pe.  António  Vieira.  Rio  de  Janeiro,  1956.  
 
MORÁN   CABANAS,   Maria   Isabel   “Palavra   e   Imagem:   Santa   Teresa   de   Jesus   na   oratória   de  
Vieira   e   na   pintura   de   Josefa   de   Óbidos“   in   Colóquio   Padre   António   Vieira,   Publicações   da  
Faculdade  de  Filolosia  da  Universidade  Católica  Portuguesa,  Braga,  2009,  pp.  231-­‐248.  
 

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SERRÃO,  J.  V.,  A  Historiografia  Portuguesa,  vol.  II  (Séc.  XVII),  Lisboa,  1973.  
 
SARAIVA,  A.J.,  Le  discours  ingénieux,  Lisboa,  1971.  
 
MENDES,  Margarida  Vieira,  A  Oratória  Barroca  de  Vieira,  Caminho,  Lisboa,  1989.  
 

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

 
 
06  
O  Neo-­‐classicismo.  A  Arcádia  Lusitana.    
 
1.  A  Literatura  Portuguesa  do  século  XVIII.  Persistência  do    
Barroco  na  primeira  metade  do  século.  
2.  O  Iluminismo  da  segunda  metade  do  século.  O    
Iluminismo  em  Portugal.  
3.  O  Século  das  Luzes  e  as  reformas  pedagógicas:  Luís    
António  Verney,  Verdadeiro  Método  de  Estudar.  
4.  Componente  social  e  conflitos  ideológicos:  a  imitacão    
dos  antigos  e  a  imitação  do  quotidiano.  O  realismo  burguês  e  a  
sátira  social.  
5.  O  Neoclassicismo  e  Arcadismo.  
6.  Os  "estrangeirados"  e  as  Academias.  A  introdução  do    
"novo  gosto".  
6.1.  A  Arcádia  Lusitana  ou  Ulissiponense.  
6.2.   A   doutrina   estética   dos   árcades:   Cândido   Lusitano,  
Arte  Poética.  
6.3.   Personalidades   singulares:   Correia   Garção,   Cruz   e  
Silva,  Reis  Quita.  Os  dissidentes.    
7.  As  prolongações  arcádicas.  O  arcadismo  no  Brasil.  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (06):  
 
Actes   du   Colloque   L'Enseignement   et   L'Expansion   de   la   Littérature   Française   au   Portugal,  
Fondation  Calouste  Gulbenkian-­‐Centre  Culturel  Portugais,  Paris,  1984.  
 
ÁVILA,  Afonso,  O  Lúdico  e  as  Projecções  do  Mundo  Barroco,  Perspectiva,  São  Paulo,  1980.  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  Ensaios  de  Literatura  Portuguesa,  Presença,  Lisboa,  1985.  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  A  Herança  Clássica  na  Cultura  Portuguesa,  Biblioteca  Breve,  Lisboa,  
1979.  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  Literatura  Portuguesa  Clássica,  Universidade  Aberta,  Lisboa,  1992.  
 
CHAVES,  Castelo  Branco,  Os  Livros  de  Viagens  em  Portugal  no  século  XVIII  e  a  sua  projecção  
europeia,  Livr.  Bertrand,  Lisboa,  1977.  
 
CIDADE,  Hernâni,  Licões  de  Cultura  e  Literatura  Portuguesas,  2º  Vol.,  3ª  ed.,  Coimbra,  1948.  
 

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

FERREIRA,  J.  Palma,  Academias  Literárias  dos  séculos  XVII  e  XVIII,  Biblioteca  Nacional,  Lisboa,  
1982.  
 
FIGUEIREDO,  Fidelino  de,  História  da  Literatura  Clássica,  3ª  Época,  2ª  ed.,  Lisboa,  1930.  
 
PORTELA,  Artur,  Cavaleiro  de  Oliveira.  Aventureiro  do  Século  XVIII,  IN/CM,  Lisboa,  1982.  
 
REBELO,   Luís   de   Sousa,   A   Tradição   Clássica   na   Literatura   Portuguesa,   Horizonte,   Lisboa,  
1982.  
 
ROSSI,   G.   C.,   Estudios   sobre   las   letras   en   el   siglo   XVIII   (Temas   españoles.   Temas   hispano-­‐
portugueses.  Temas  hispano-­‐italianos),  Ed.  Gredos,  Madrid,  1967.  
 
SARAIVA,   António   José,   Para   a   História   da   Cultura   em   Portugal,   Europa-­‐América,   Lisboa,  
1967.  
 
SARAIVA,   António   José,   "Correia   Garção   e   a   Arcádia   Lusitana"   e   "Garção   como   teórico   da  
reforma   arcádica",   in   Para   a   História   da   Cultura   em   Portugal,   Europa-­‐América,   Lisboa,   1961,  
vol.  II,  pp.  187-­‐215  e  216-­‐259.  
 
SILVA,   Vítor   Manuel   Aguiar   e,   Para   uma   interpretação   do   classicismo,   Almedina,   Coimbra,  
1962.  
 
 

24
Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

 
07  
A  historiografia  e  as  tentativas  teatrais.  
(Do  teatro  do  Barroco  ao  teatro  arcádico)    
 
1.  As  grandes  mudanças  no  teatro  europeu  do  séc.  XVII.  
2.  Teatro  de  "pátios"  e  presença  do  teatro  espanhol.  
3.  Os  espectáculos  teatrais  até  meados  do  séc.  XVIII:  
3.1.  A  ópera,  síntese  de  todas  as  artes.  A  "ópera  bufa".  
3.2.   Formas   populares:   "entremezes",   peças   hagiográficas,  
farsas  pós-­‐vicentinas,  sátiras  de  costumes.  
3.3.  O  teatro  de  bonecos  articulados:  
4.  As  "Óperas  joco-­‐sérias"  de  António  José  da  Silva,  o  Judeu.  
4.1.  Caracterizaçãogenérica  do  corpus  teatral  do  Judeu.  
4.2.   Temas   mitológicos.   O   trágico   levado   para   o   cómico:  
Encantos  de  Medeia.  
4.3.   A   paródia   da   sociedade   portuguesa:   Vida   do   Grande   D.  
Quixote  de  la  Mancha  e  do  Gordo  Sancho  Pança.  
4.4.  A  obra  prima:  as  Guerras  do  Alecrim  e  Manjerona.    
5.  O  teatro  em  Portugal  na  época  arcádica.    
6.  As  tentativas  da  tragédia  cívica.  Manuel  de  Figueiredo  e  a    
tragédia  "filosófica".  
7.  As  tentativas  da  comédia  de  moralidade  burguesa.  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (07):  
 
BARATA,   José   Oliveira,   António   José   da   Silva.   Criação   e   Realidade,   Serviço   de   Documentação  
e  Publicações  da  Universidade  de  Coimbra,  Coimbra,  1985,  2  vols.  
 
BORRALHO,   M.   Luísa   Malato,   "Diderot   e   a   estética   teatral   no   século   XVIII   português:   a  
singularidade   dos   dramas   de   Manuel   de   Figueiredo",   in   Confluências,   n.°   1,   Coimbra,   (1985),  
pp.  104-­‐114.  
 
BRAGA,  T.,  História  do  Teatro  Português.—A  Baixa  Comédia  e  a  Ópera.  (Séc.  XVIII),  Imprensa  
Portuguesa,  Porto,  1871.  (Em  especial:  «As  óperas  portuguesas  do  Judeu»,  pp.  144-­‐197.)  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  Ensaios  de  Literatura  Portuguesa,  Presença,  Lisboa,  1985.  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  Literatura  Portuguesa  Clássica,  Universidade  Aberta,  Lisboa,  1992.  
 
CARREIRA,   L.M.,   O   Teatro   e   a   Censura   em   Portugal   na   segunda   metade   do   século   XVIII,  
Lisboa,  Imprensa  Nacional  -­‐Casa  da  Moeda,  1986.  
 

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

CIDADE,  Hernani,  A  Literatura  Portuguesa  e  a  expansão  Ultramarina,  vol.  Il,  Coimbra,  1964.  
 
CIDADE,  Hernani,  Lições  sobre  a  cultura  e  a  literatura  portuguesa,  Iº  vol.,  5ª  ed.  corr.  e  aum.,  
Coimbra,  1967.  
 
CRUZ,   Duarte   Ivo,   Introdução   à   História   do   Teatro   Português,   Guimarães   &   Cª   Editores,  
Lisboa,  1983.  
 
FERRAZ,  Mª  L.  Pereira,  "Ser  e  Parecer  na  obra  do  Judeu",  in  Brotéria,  vol.  102,  n.°  5-­‐6,  Lisboa,  
1976,  pp.  552-­‐566.  
 
FIGUEIREDO,  Fidelino  de,  História  da  Literatura  Clássica—2ª  Época,  1921.  
 
FRÈCHES,   C.   H.,   "Introduction   au   Théâtre   du   Judeu   (António   José   da   Silva)",   in   Bulletin  
d'Histoire  du  Théâtre  Portugais,  t.  I,  nº  1,  Lisboa,  1950.  
 
MORÁN  CABANAS,  Maria  Isabel,  "Santa  Beatriz  da  Silva  no  teatro  barroco  como  paradigma  de  
diálogos  ibéricos:  a  obra  de  Tirso  de  Molina  e  outras",  in  Santa  Beatriz  da  Silva.  Uma  Estrela  
Para   Novos   Rumos.   Ordem   da   Imaculada   Conceição:   500   anos,   Cascais,   Principia,   2013,   pp.  
381-­‐396.    
 
PEREIRA,   Mª   H.   da   Rocha,   "A   apreciação   dos   Trágicos   Gregos   pelos   Poetas   e   Teorizadores  
Portugueses   do   Século   XVIII",   in   Memórias   da   Academia   das   Ciências   de   Lisboa/Classe   de  
Letras,  tomo  XXIV,  Lisboa,  1985,  pp.  21-­‐41.  
 
PICCHIO,  Luciana  Stegagno,  História  do  Teatro  Português,  Portugália  Ed.,  Lisboa,  1969.  
 
REBELLO,  L.  Francisco,  História  do  Teatro  Português,  Lisboa,  Europa-­‐América,  1968.  
 
REBELLO,   L.   Francisco,   "O   Marquês   de   Pombal   e   o   Teatro",   in   Pombal   Revisitado,   Editorial  
Estampa,  vol.  1,  Lisboa,  1984,  pp.  99-­‐120.  
 
RODRIGUES,   Mª   I.   Resina,   "Fortunas   e   Infortúnios   de   Lope   de   Vega   em   Portugal  
(1580-­‐1870)",   in   Estudos   Ibéricos.   Da   Cultura   à   Literatura.   Séculos   XIII   a   XVII,   Instituto   de  
Cultura  e  Língua  Portuguesa,  Lisboa,  1987,  pp.  239-­‐285.  
 
ROSSI,   Giuseppe   Carlo,   "A   influência   italiana   no   teatro   português   do   século   XVIII",   in   A  
Evolução  e  o  Espírito  do  Teatro  em  Portugal,  2º  Ciclo  (1ª  Série)  de  Conferências  promovidas  
pelo  "Século",  1947,  pp.  281334.  
 
SERRÃO,   Joaquim   Veríssimo,   Historiografia   Portuguesa,   vol.   I   (Sécs.   XII-­‐XVI)   e   II   (Séc.   XVII),  
ed.  Verbo,  Lisboa,  1972-­‐73.  
 
SILVA,  A.  J.  da,  Teatro  Cómico  Português,  2  vols.,  Lisboa,  1744.  
 
SOURIAU,  Etienne,  Les  deux  cent  mille  Situations  Dramatiques,  Flammarion,  Paris,  1970.  
 

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TAVARES,  J.  Pereira,  A.  J.  da  Silva,  Obras  Completas,  vol.  I,  Sá  da  Costa,  Lisboa,  1957-­‐58.  
 
UBERSFELD,  Anne,  Lire  le  Théâtre,  Les  Classiques  du  Peuple,  Ed.  Sociales,  Paris,  1977.  
 
VITERBO,  Sousa,  A  Litteratura  Hespanhola  em  Portugal,  Imprensa  Nacional,  Lisboa,  1915.  

27
Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

 
08  
Evolução  da  Poesia  Arcádica.  Bocage.  
 
1.  O  conflito  entre  Arcadismo  e  Romantismo.  
2.  A  evolução  da  Poesia  Arcádica:  
2.1.  Tomás  António  Gonzaga:  a  Marília  de  Dirceu.  
2.2.  O  último  mestre  do  Arcadismo:  Filinto  Elísio.    
2.3.  José  Agostinho  de  Macedo  e  a  poesia  cientista.  
2.4.  A  sátira  de  Nicolau  Tolentino  de  Almeida.    
2.5.  A  obra  vária  da  Marquesa  de  Alorna.  
3.  Vida  e  Obra  de  José  Anastácio  da  Cunha  Bocage.  
4.  Os  temas  e  o  estilo  da  poesia  bocageana.  
5.  A  arte  versificatória  bocageana:  o  soneto.  
6.  O  funéreo  e  tenebroso  em  Bocage.  A  hipérbole.  
7.  Os  panfletos  libertinos  de  Bocage.  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (08):  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  Ensaios  de  Literatura  Portuguesa,  Presença,  Lisboa,  1985.  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  A  Herança  Clássica  na  Cultura  Portuguesa,  Biblioteca  Breve,  Lisboa,  
1979.  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  Literatura  Portuguesa  Clássica,  Universidade  Aberta,  Lisboa,  1992.  
 
BARAHONA,  Margarida,  Poesias  de  Bocage,  Comunicação,  Lisboa.  
 
BRAGA,   Teófilo   (ed.),   "Bocage.   Sua   vida   e   época   literária",   in   Obras   de   Bocage,   Lello   &   Irmão  
Editores,  Porto,  1968,  pp.  7-­‐125..  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  Ensaios  de  Literatura  Portuguesa,  Presença,  Lisboa,  1985.  
 
BUESCU,  M.  L.  Carvalhão,  A  Herança  Clássica  na  Cultura  Portuguesa,  Biblioteca  Breve,  Lisboa,  
1979.  
 
CRISTOVÃO,  F.,  Marília  de  Dirceu  de  Tomás  António  Gonzaga  ou  a  poesia  como  imitação  e  
pintura.  Imprensa  Nacional-­‐Casa  da  Moeda,  Lisboa,  1981.  
 
LOPES,  Maria  da  Graça  Videira,  Sátiras  e  outros  poemas  de  Nicolau  Tolentino,  Comunicação,  
Lisboa.  
 

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Literária,  Inova  Ltda,  Porto,  1970,  pp.  155-­‐162.  
 
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1974.  
 
 

29
Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

 
 
09  
O  Romantismo  em  Portugal.  Prosa,  Poesia  e  Teatro.  
 
1.  Caracterização  geral  do  Romantismo  português:  configuração    
periodológica  e  enquadramento  sociocultural.  
2.  Princípios  ideológicos  e  estéticos  do  Romantismo  português.    
3.  Fases  e  limites  do  Romantismo  português.  
4.  A  prosa  de  ficção:  
4.1.  O  romance  histórico:  Alexandre  Herculano,  Eurico.  
4.2.  O  romance  de  costumes:  Júlio  Dinis,  As  Pupilas  do  Senhor  
Reitor.  
5.  A  poesia.  
5.1.   A   Primeira   geracão   romântica:   António   Feliciano   de  
Castilho  e  o  grupo  d'  O  Trovador.  
5.2.   Prosaismo,   narratividade   e   humanitarismo   na   poesia   de  
Tomás  Ribeiro,  Bulhão  Pato  e  Pinheiro  Chagas.  
5.3.  A  poesia  filosófica  e  cívica:  Herculano  e  Soares  de  Passos.  
6.  Doutrinários  e  memorialistas.  O  jornalismo.  
7.  0  Teatro  no  periodo  romântico.  
7.1.  Correntes  do  teatro  portugues  no  1°  quartel  do  sec.  XIX.  
7.2.  A  "intervenção"  dramática  de  Herculano  e  Castilho.  
7.3.  O  Teatro  ultra-­‐romântico:  Drama  histórico  e  drama  social:  
Mendes  Leal,  Os  Dois  Renegados.  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (09):  
 
BAPTISTA,  J.,  Alexandre  Herculano,  Jornalista,  Livr.  Bertrand,  Lisboa,  1977.  
 
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Coimbra,  1976.  
 
DE   SOUSA,   Mª   L.   Machado,   "Dois   apontamentos   românticos",   in   O   Amor   das   Letras   e   das  
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FERREIRA,  Alberto,  Perspectiva  do  Romantismo  Português,  Moraes  Ed.,  Lisboa,  1979.  
 
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Horizonte,  Lisboa,  1974-­‐75  (6  vols.).  
 
LEPECKI,  Mª  L.,  Romantismo  e  Realismo  na  Obra  de  Júlio  Dinis,  ICP,  Lisboa,  1979.  
 
MACEDO,  J.  Borges  de,  Alexandre  Herculano.  Polémica  e  Mensagem,  ICALP,  Lisboa,  1977.  
 
MACHADO,  Álvaro  Manuel,  As  origens  do  Romantismo  em  Portugal,  Lisboa,  Inst.  de  Cultura  
Portuguesa,  1979.  
 
MACHADO,   Álvaro   Manuel,   Les   Romantismes   au   Portugal.   Modèles   étrangers   et   orientations  
nationales,  Paris,  Fondation  Calouste  Gulbenkian/Centre  Culturel  Portugais,  1986.  
 
MACHADO,  Álvaro  Manuel,  Poesia  Romântica  Portuguesa,  IN/CM,  Lisboa,  1982.  
 
MARCHON,   M.   L.,   A   Arte   de   Contar   em   Júlio   Dinis:   alguns   Aspectos   da   sua   Técnica   Narrativa,  
Livr.  Almedina,  Coimbra,  1980.  
 
MEDINA,  J.,  Herculano  e  a  Geração  de  70,  Terra  Livre,  Lisboa,  1977.  
 
NEMÉSIO,  V.,  A  Mocidade  de  Herculano  (1810-­‐1832),  Livr.  Bertrand,  Amadora,  1978.  
 
PIMENTEL,   J.   Vieira,   Tendências   da   Literatura   Dramática   nos   Finais   do   Século   XIX-­‐   D.   João   da  
Câmara,  um  Caso  Exemplar,  Univ.  dos  Açores,  Ponta  Delgada,  1981.  
 
PIRES,  M.  de  L,  Walter  Scott  e  o  Romantismo  Português,  Univ.  Nova,  Lisboa,  1979.  
 
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Biblioteca  Breve,  Lisboa,  1980.  
 
REIS,   Carlos   (coord.),   Literatura   Portuguesa   Moderna   e   Contemporânea,   Universidade  
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SÁ,  Vítor  de,  Perspectivas  do  século  XIX,  Lisboa,  19762.  
 
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TENGARRINHA,  J.,  Estética  do  Romantismo  em  Portugal,  Lisboa,  1974.  
 

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

 
10  
Almeida  Garrett  e  o  Romantismo  português.  
 
1.  Almeida  Garrett.  Um  homem  entre  dois  mundos.  
2.  Evolução  literária  garrettiana.  
3.  Nacionalismo  e  pedagogia  cultural.  
4.  A  valorização  da  tradição  popular,  Romanceiro.  
5.  A  história  sentimental:  Viagens  na  Minha  terra.  
5.1.  A  estrutura  e  o  relato  da  viagem  nas  Viagens.  
5.2.  As  digressões  das  Viagens:  a  problemática  do  género.  
5.3.  A  reflexão  social  e  a  reflexão  ideológica  nas  Viagens.  
5.4.  A  articulação  da  viagem  com  a  novela:  Acção  e  personagens  
da  novela,  conflitos  e  desenlace.  
6.  O  lírico  do  Romantismo:  Folhas  Caídas.  
4.1.  Individualismo  e  confessionalidade.  
4.2.  O  pendor  dramático.  
4.3.  Inovações  estéticas:  Um  precursor  do  simbolismo.  
7.  Garrett  e  o  drama  romântico:  
7.1.  A  derivação  dos  arcades  e  o  classicismo.  
7.2.  Criação  do  'Teatro  Nacional'.  Posição  ideológica  de  Garrett.  
7.3.  A  'opera  prima'  do  teatro  português:  Frei  Luís  de  Sousa.  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (10):  
 
AA.VV.,  Vértice  (número  especial),  n°  135,  Dezembro,  1954.  
 
BOM,  L.,  Almeida  Garrett.  Uma  Proposta  de  Trabalho,  Assírio  &  Alvim,  Lisboa,  1980.  
 
BRAGA,  Teófilo,  Garrett  e  os  dramas  românticos,  Chadron,  Porto,  1905.  
 
CASTRO,   Augusto   de,   "Garrett   e   o   Teatro   Português",   in   Comemoração   do   Primeiro  
Centenário  do  Visconde  de  Almeida  Garrett,  Ministério  da  Educação  Nacional,  Lisboa,  1959,  
pp.  231-­‐247.  
 
COELHO,  J.  do  Prado,  "A  dialéctica  da  História  em  Garrett";  "Garrett,  Rousseau  e  o  Carlos  das  
Viagens",  in  A  letra  e  o  leitor,  Moraes  Ed.,  Lisboa,  19772,  pp.  77-­‐84.  
DIAS,  A.  da  Costa,  "Estilística  e  dialéctica",  prefácio  a  Viagens  na  minha  terra  de  A.  
 
FERREIRA,  J.,  Mensagem  de  Garrett,  Ed.  Domingos  Barreira,  Porto,  1954.  
 
GARRETT,  Almeida,  Doutrinas  de  Estética  Literária,  Seara  Nova,  Lisboa,  1961.  
 

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LAWTON,  R.A.,  Almeida  Garrett,  l'Intime  Contrainte,  Ed.  Didier,  Paris,  1966.  
 
MACEDO,  Hélder,  "As  Viagens  na  minha  terra  e  a  Menina  dos  Rouxinóis",  in  Colóquio/Letras,  
51,  Lisboa,  1974,  pp.  15-­‐24.  
 
MONTEIRO,  O.  M.  C.  Paiva,  A  Formacão  de  Almeida  Garrett.  Experiência  e  Criação,  Centro  de  
Estudos  Românicos,  Coimbra,  1971  (2  vols.)  
 
MONTEIRO,  Ofélia  Paiva,  "Ainda  sobre  a  coesão  estrutural  de  'Viagens  na  minha  terra'",  in  
Afecto   às   letras.   Homenagem   da   Literatura   Portuguesa   contemporânea   a   Jacinto   Prado  
Coelho,  Imprensa  Nacional-­‐Casa  da  Moeda,  Lisboa,  1984,  pp.572-­‐579.  
 
MOURÃO-­‐FERREIRA,   D.,   Garrett   e   a   Poesia   Confidencial   das   "Folhas   Caídas",   Seara   Nova,  
Lisboa,  1955.  
 
OLIVEIRA,  J.  Osório  de,  O  Romance  de  Garrett,  Livr.  Bertrand,  Lisboa,  1952.  
 
PIMPÃO,  A.  J.  da  Costa,  "O  Frei  Luís  de  Sousa  de  Almeida  Garrett",  in  Escritos  Diversos,  Acta  
Universitatis  Conimbrigensis,  Coimbra,  1972,  pp.  253-­‐277.  
 
REBELLO,   L.   Francisco,   O   Teatro   Romântico   (1836-­‐1869),   Instituto   de   Cultura   Portuguesa,  
Biblioteca  Breve,  Lisboa,  1980.  
 
REIS,   Carlos   (coord.),   Literatura   Portuguesa   Moderna   e   Contemporânea,   Universidade  
Aberta,  Lisboa,  1989.  
 
REIS,  Carlos,  Introdução  à  leitura  das  "Viagens  na  minha  terra",  Almedina,  Coimbra,  19893.  
 
ROCHA,  A.  Crabée,  O  Teatro  de  Garrett,  Ed.  Atlântida,  Coimbra,  19542.  
 
SAFADY,  Naief,  "Folhas  Caídas".  A  Crítica  e  a  Poesia,  Ed.  Assis,  São  Paulo,  1961.  
 
SARAIVA,   A.   J.,   "A   evolução   do   teatro   de   Garrett"   in   Para   a   História   da   Cultura   II,   Europa-­‐
América,  Lisboa,  1961.  
 
SARAIVA,   A.J.,   "O   conflito   dramático   na   obra   de   Garrett"   in   Para   a   História   da   Cultura   I,  
Lisboa,  1961.  
 
SAVIOTTI,   Gino,   "Teoria   de   Teatro   em   Portugal,   de   Garrett   aos   nossos   dias",   in   Bulletin  
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SIMÕES,  J.  G.,  Almeida  Garrett,  Ed.  Presença,  Lisboa,  1964.  

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

 
 
11  
Camilo  Castelo  Branco  e  a  evolução  do  Romantismo.  
 
1.  Do  romantismo  ao  realismo.  Camilo  na  esteira  do  folhetim.  
2.  A  Novela  de  actualidade  e  o  pendor  balzaquiano:  Cenas    
Contemporâneas.  
3.  A  obra  de  maturidade,  Amor  de  Perdição.  
3.1.  As  contradições  realismo/materialismo.  
3.2.  O  "eterno  feminino"  camiliano.  
3.3.  A  técnica  do  diálogo  e  outros  códigos  estéticos.  
4.  O  propósito  político,  Queda  de  um  Anjo.  
5.  Camilo  e  a  novela.  
5.1.   0   regionalismo   e   a   arte   de   narrar   em   Novelas   do   Minho  
(Maria  Moisés).  
5.2.  A  Brasileira  de  Prazins.  
6.  A  evolução  da  narrativa  de  Camilo:  o  naturalismo  (A  Corja).  
7.  Obra  menor.  lírica,  teatro,  jornalismo,  ensaio.  
 
 
  BIBLIOGRAFIA  (11):  
 
AZEVEDO,  M.  de,  A  Sombra  de  Eça  e  Camilo,  Parceria  A.  M.  Pereira  Ltda,  Lisboa,  1969.  
 
CABRAL,   A.,   Camilo   Castelo   Branco.   Roteiro   Dramático   dum   Profissional   das   Letras,   Ed.   Terra  
Livre,  Lisboa,  1980.  
 
CABRAL,  A.,  Dicionário  de  Camilo  Castelo  Branco,  Ed.  Caminho,  Lisboa,  1989.  
 
CABRAL,  A.,  Estudos  Camilianos,  Ed.  Inova,  Porto,  1978  (2  vols).  
 
CABRAL,   A.,   Subsídio   para   uma   interpretação   da   novelística   camiliana,   Livros   Horizonte,  
Lisboa,  1985.  
 
CASTRO,  A.  Pinto  de,  Narrador,  Tempo  e  Leitor  na  Novela  Camiliana,  Ed.  da  Casa  de  Camilo,  
Vila  Nova  de  Famalicão,  1976.  
 
CHORÃO,  J.  B.,  Camilo:  a  Obra  e  o  Homem,  ed.  Arcádia,  Lisboa,  1979.  
 
COELHO,  J.  do  Prado,  Introdução  ao  Estudo  da  Novela  Camiliana,  Imprensa  Nacional-­‐Casa  da  
Moeda,  Lisboa,  19822,1º  vol.,  pp.  105-­‐124  e  394-­‐430.  
 

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FERRO,   J.   R,   Tradição   e   Modernidade   em   Camilo   ("A   Queda   de   um   Anjo"),   Parceria   A.   M.  


Pereira,  Lisboa,  1966.  
 
GRACIAS,  B.,  Camilo,  Suicida.  Ensaio  Bio-­‐bibliográfico,  Lisboa,  1965.  
 
JORGE,  R.,  Camilo  Castelo  Branco,  IAC,  Lisboa,  s/d2.  
 
LAWTON,   R.   A.,   "Technique   et   signification   de   Amor   de   Perdição"   in   Bulletin   des   Études  
Portugaises,  Nouvelle  Série,  Tome  25,  1964,  pp.  77-­‐135.  
 
LOURENÇO,   Eduardo,   "Situation   de   Camilo"   in   Arquivos   do   Centro   Cultural   Português,   vol.  
XXI,  1985,  pp.  27-­‐35.  
 
MARINHO,   Mª   de   Fátima,   "A   atracção   do   abismo   —Reflexões   sobre   o   incesto   em   dois  
romances  de  Camilo  Castelo  Branco",  in  O  Amor  das  Letras  e  das  Gentes  (In  honor  of  Maria  
de   Lourdes   Belchior   Pontes),   Edited   by   João   Camilo   dos   Santos   and   Frederick   G.   Williams,  
Center  for  Portuguese  Studies,  University  of  California  at  Santa  Barbara,  Santa  Bárbara,  1995,  
pp.  145-­‐155.  
 
REIS,   Carlos   (coord.),   Literatura   Portuguesa   Moderna   e   Contemporânea,   Universidade  
Aberta,  Lisboa,  1989.  
 
RIBEIRO,  A.,  O  Romance  de  Camilo,  Ed.  Gleba,  Lisboa,  1957.  
 
SANTOS,  João  Camilo  dos  (ed.),  Camilo  Castelo  Branco  no  Centenário  da  morte.  International  
Colloquium,   Center   for   Portuguese   Studies,   University   of   California   at   Santa   Barbara,   Santa  
Bárbara,  1995  
 
 
 

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

4.4. BIBLIOGRAFIA DE CONSULTA GERAL

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Camilianas, Porto, 1991.
AA.VV., Camilo: Interpretaações Modernas (Antologia). C. N. das Comemorações
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Camilianas, Porto, 1992.
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AGOSTINHO, J., Eça de Queiroz. Figueirinhas, Porto, 1925.
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1943.
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ALMEIDA, V. de, A máscara de Eça. Ed. Romero, Lisboa, s./d.
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de Afrânio Coutinho, Rio de Janeiro, 1968/2ª ed., 1º vol.
AZEVEDO, M. de, A sombra d'Eça e Camilo. Parceria A. M. Pereira Lda., Lisboa, 1969.
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BAPTISTA, A. Barros, Camilo e a revolução camiliana. Quetzal Ed., Lisboa, 1988.
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45
Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

5. Indicações metodológicas e atribuição de carga ECTs:

5.1. ESTIMATIVA GRÁFICA

O cálculo da quantidade de horas relativas à presencialidade e ao trabalho


autónomo do aluno, conforme aparecem indicados na Memória para a Verificação do
Título de Grau em Línguas e Literaturas Modernas: Língua Portuguesa e Literaturas
Lusófonas da Universidade de Santiago de Compostela, aprovada pela Junta da
Faculdade de Filologia o dia 7 de Novembro de 2008 e pelo Conselho de Governo da
USC em 22 de Dezembro desse mesmo ano, é a seguinte:

Atividades formativas com o seu conteúdo em horas para o aluno da cadeira


Atividades presenciais Horas Atividades não presenciais Horas
Estudo e preparação de atividades
Sessões teórico-expositivas 25 20
programadas nas aulas
Realização de trabalhos de diversos tipo
(em grupos de 2/3 alunos e de forma
Sessões interativas: seminário, individual, especialmente orientadas ao
debates após exposições teóricas, 15 fortalecimento de uma 25
visualizações, audições, etc. autoaprendizagem eficaz e ao estudo
das condições de RECEÇÃO da
literatura portuguesa em foco)
Sessões de atendimento
3 Leituras das obras indicadas no temário 45
programado
Sessões de avaliação 7 Preparação de provas (exames) 4
Outras atividades (assistência a atos
ligados ao temário de literatura
Sem outras atividades 0 6
portuguesa 2 com entrega de resenha
crítica)

Total horas atividade presencial 50 Total atividade não presencial 100

O estudante que, por causas de força maior documentalmente justificada, não possa
frequentar as aulas, terá ao seu dispor um sistema alternativo de trabalho e avaliação,
consistente nos items b) e c) antes referido, realização dos trabalhos que a docente
lhe indicar e assistência obrigatória à prova da Primeira Oportunidade e, no seu caso,
Segunda Oportunidade, tal como exposta anteriormente.

5.2. LINHAS METODOLÓGICAS DE TRABALHO

- Tratamento teórico e prático dos núcleos temáticos, a partir das leituras


integrais parciais e recomendadas, que se ilustram com comentários de
textos específicos e trabalho continuado na sala de aula.

- Realização de comentários sobre de textos literários e de crítica e história


da literatura portuguesa.

46
Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

- Propostas de trabalhos escritos para exposição pública na sala de aula, a


incidir nalgum dos aspetos incluídos nos conteúdos.

- Estabelecimento de diálogos intertextuais no seio da literatura portuguesa e


entre esta e outros espaços literários.

5.3. ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

  Lecionam-­‐se   três   horas   de   aulas   por   semana,   cuja   distribuição   é   estabelecido  


pelo   Decanato   da   Faculdade   de   Filologia   e   aprovado   na   Junta   da   Faculdade,   no  
primeiro  semestre.  
 
Praticam-­‐se  principalmente  duas  vertentes  de  docência:  
 
  1.  Aula  expositiva,  na  qual  se  irá  revisando  a  informação  anterior  e  avançando  
em   novos   dados,   sob   uma   perspectiva   comparatista   e   ilustrando   com   textos   e/ou  
imagens  os  temas  tratados  (inclusive  com  certos  vídeos  ou  audições  musicais,  quando  
tais  recursos  sejam  pertinentes).  Em  quase  todos  os  casos  facilitar-­‐se-­‐á  um  dossiê  ao  
aluno   com   o   qual   possa   acompanhar   com   atenção   a   explicação   da   matéria   e   revisar  
posteriormente   o   que   foi   dito.   O   nível   atingido   na   compreensão   da   aula   poderá   ser  
verificado   mediante   perguntas   de   controlo   do   conhecimento   que   contribuirão   para  
uma  avaliação  sistemática  da  aprendizagem.  
 
  2.   Aula   interativa,   com   o   estabelecimento   habitual   de   debates   e   obtenção   de  
conclusões  entre  todos  os  alunos  em  voz  alta  a  fim  de  chegar  a  uma  'posta  em  comum'  
e   intercambiar   ideais   e   perspetivas   acerca   das   questões   abordadas.   Aliás,   os   alunos  
exporão   e   comentarão   os   resultados   de   certas   atividades   que   foram   desenvolvendo  
umas   vezes   dentro   das   aulas   e   outras   vezes   fora   delas   a   partir   de   buscas   na   Internet   e  
das  suas  próprias  leituras  e  interpretações  de  textos.  
 
  As   atividades   a   realizar   que   acima   foram   indicadas   serão   de   dois   tipos:   em  
grupos  de  2/3  alunos  e  individuais.  Os  e  as  estudantes  aprendam  a  realizar  trabalhos  
de   pesquisa   e   documentação   de   forma   autónoma   e   que   mediante   estes   trabalhos  
ampliem  os  conteúdos  fornecidos  através  do  seguimento  do  programa.  Por  outro  lado,  
ao   longo   do   semestre   serão   indicadas   as   recomendações   de   assistência   a  
determinados   eventos   como   conferências   sobre   literatura   portuguesa   ou   sobre  
aspetos  ligados  a  esta:  o  aluno  deverá  justificar  a  sua  assistência  e  a  atenção  prestada  
através  de  uma  resenha  crítica  sobre  o  ato  em  questão.  
 
  Tendo   em   conta   que   estamos   perante   uma   matéria   de   literatura,   as   leituras  
atentas  e  pormenorizadas  da  obra  literária  que  é  objeto  principal  de  estudo  ou  de  uma  
seleção/antologia   de   textos   sob   uma   perspetiva   crítica   e   com   critérios   científicos  
ocuparão   obviamente   uma   parte   importante   do   trabalho   não   presencial   do   aluno.   Nas  
páginas  anteriores  já  foram  indicadas  as  recomendações,  principalmente  leituras  com  
espírito  crítico,  reflexivo  e  comparatista.  

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

  Prestar-­‐se-­‐á   uma   particular   atenção   a   resolver   qualquer   dúvida   que   surja  


durante  as  aulas  expositivas  ou  durante  as  aulas  interativa  e  a  escutar  sugestões  dos  
alunos   em   relação   à   aproximação   dos   temas,   particularmente   nas   horas   de  
atendimento   (ou   tutoria)   de   presença   obrigada   e   programada   (ou   nas   fixadas   pelo  
professor  para  atenção  personalizada  no  seu  gabinete).  
TENHA-SE EM CONTA QUE, PARTICULARMENTE, SE PRESTARÁ ATENÇÃO
ÀS SEGUINTES QUESTÕES:
-Tratamento teórico e prático dos blocos temáticos, a partir das leituras integrais e
recomendadas, que se ilustram com comentários de textos específicos e trabalho continuado na
sala de aula.
-Realização de comentários de textos de ficção e de crítica e história da literatura portuguesa.
-Propostas de trabalhos escritos para exposição pública na sala de aula, a incidir nalgum dos
aspetos incluídos nos conteúdos.
-Estabelecimento de diálogos intertextuais no seio da literatura portuguesa e entre esta e outros
espaços literários.
-Projeções da literatura no CINEMA e noutras artes

IMPORTANTE.-
A metodologia escolhida exige a presença continuada nas aulas, a
participação ativa nelas e e a realização das leituras e dos exercícios
marcados. O objetivo é que os e as estudantes aprendam a realizar
trabalhos de pesquisa e documentação de forma autónoma e que
mediante estes trabalhos ampliem os conteúdos fornecidos através do
seguimento do programa.Do mesmo modo, pretende-se desenvolver
competências, destrezas e habilidades relativas ao trabalho cooperativo
e em equipa, debate e argumentação, comunicação oral e escrita,
criatividade, iniciativa e tomada de decisões, solução de problemas,.
Todos os materiais precisos para o seguimento da cadeira serão
facilitados na aula ou será indicada a forma de consegui-los.

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

6. Indicações sobre a avaliação:

a) TIPOS DE AVALIAÇÃO

  Assistência  ativa  às  aulas  (inclui  a  apresentação  de  trabalhos  e  a  realização  de  
exercícios).   O   aluno   poderá   optar   por   uma   Prova   final   escrita   a   realizar   conforme   o  
calendário  estabelecido  e  publicado  pelo  Decanato  da  Faculdade  de  Filologia.    
   
 
ASPETOS A CONSIDERAR PARA A AVALIAÇÃO, MDO E MEDIDA

Sobre um máximo de 10 valores seguindo os critérios que se indicam no


programa da cadeira, a qualificação final estará constituída por:

a) Assistência ativa às aulas e realização das tarefas e atividades


vinculadas ao desenvolvimento da matéria - 15%
b) Realização de um trabalho escrito, conforme as indicações
dadas pelo/a docente - 70%
c) Realização de trabalhos voluntários vinculados à matéria –
máximo -15%

Na Primeira Oportunidade, na data oficialmente marcada, a/o estudante poderá recuperar ou


melLorar, mediante prova oral e/ou escrita, a parte relativa ao item a) antes referido.

Na Segunda Oportunidade, na data oficialmente marcada, o sistema será o mesmo que o da


Primeira Oportunidade

Quem, por causas de forza maior documentalmente xustificada, non puder assistir s aulas,
terá ao seu dispor um sistema alternativo, consistente nos items b) e c), cujos passos devem
combinar-se previamente com os docentes da matéria

b) ALGUMAS RECOMENDAÇÕES PARA A AVALIAÇÃO

As recomendações básicas que podemos dar para conseguir superar sem


problemas a cadeira de Literatura Portuguesa 2 são duas: ir-se ocupando dos núcleos
temáticos dia-a-dia, sem permitir que o material de estudo se acumule no final do
semestre; e fazer a leitura das obras ou das seleções de textos em tempo paralelo ou
mesmo num tempo prévio ao do tratamento na sala de aula, a fim de seguir com maior
facilidade e segurança as aulas expositivas.
Podem-se aproveitar especialmente as horas do atendimento programado
(tutorias) ou qualquer outro momento (aulas ou restantes horas de tutoria) para o
esclarecimento de qualquer dúvida sobre os temas, metodologia, focagem, etc.
As questões formuladas nas provas (exames) terão sempre um caráter semi-
teórico ou semi-prático e valorar-se-á particularmente uma perspetiva comparatista na

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

análise dos textos, assim como a claridade expositiva e a demonstração de um juízo


crítico na sua interpretação.

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

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Guia Didático da matéria Literatura Portuguesa 2

índice

1. Dados descritivos da matéria 3

2. Sentido da matéria no perfil da titulação 5

3. Objetivos, competências de destrezas


3.1. Objetivos gerais 7
3.2. Objetivos específicos 7
3.3. Competências e destrezas 7

4. Conteúdos da matéria
4.1. Núcleos temáticos do curso 9
4.2. Leituras obrigatórias (trechos selecionados) 9
4.3. Sinopses e Bibliografias de consulta específica por Núcleo
01  (Evolução  de  historiografia  e  prosa  religiosa  renascentistas)   11  
02  (Ficção  cavaleiresca  e  bucólica.  Trânsito  para  o  Barroco)     13  
03  (Poesia  Cultista,  Conceptista  e  Religiosa)         15  
04  (D.  Francisco  Manuel  de  Melo           17  
05  (Prosa  Doutrinal,  Religiosa  e  Panfletária.  O  P.e  António  Vieira)   19  
06  (O  Neo-­‐classicismo.  A  Arcádia  Lusitana)         21  
07  (A  historiografia  e  as  tentativas  teatrais)         23  
08  (Evolução  da  Poesia  Arcádica.  Bocage)         25  
09  (O  Romantismo  em  Portugal.  Prosa,  Poesia  e  Teatro)     27  
10  (Almeida  Garrett  e  o  Romantismo  português)       29  
11  (Camilo  Castelo  Branco  e  a  evolução  do  Romantismo)     31  

4.4. Bibliografia de consulta geral 33

5. Indicações metodológicas e atribuição de carga ECTS


5.1. Estimativa gráfica 43
5.2. Linhas metodológicas de trabalho 43
5.3. Orientações metodológicas 44

6. Indicações sobre a avaliação


a) Tipos de avaliação 49
b) Aspetos a considerar para a avaliação, modo e medida 49
c) Algumas recomendações para a avaliação 49

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