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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

PEDAGOGIA
(RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO)

CURSO DE PEDAGOGIA, LICENCIATURA PRESENCIAL

Itaquaquecetuba/SP, 2017
SUMÁRIO

1.1. Mantenedora 5
1.1.1 Base legal da Mantenedora 5
1.2. Mantida 5
1.2.1 Base legal da IES 5
1.2.2 Missão, objetivos e metas da IES5
Descrição dos Objetivos Institucionais 6
Quantificação das Metas Institucionais6
1.2.3 Breve histórico da IES 7
1.3. Dados socioeconômicos da região 12
Campus Guarulhos 12
1.4.1 Programas institucionais de financiamento de estudos para alunos carentes 14
1.4.2 Relações e parcerias com a comunidade e instituições 14
1.4.3 Inclusão social e educação inclusiva (Política de Acessibilidade) 15
1.4.4 Condições de acessibilidade pedagógica, atitudinal e das comunicações para
pessoas com necessidades especiais, transtornos de conduta e altas habilidades 18
1.4.5 Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
brasileira, Africana e Indígena 19
1.4.6 Políticas de Educação Ambiental 19
1.4.7 Educação em Direitos Humanos 21
1.4.8 Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista 21
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 22
2.1. O Curso 22
2.1.1 Nome do curso 22
2.1.2 Endereço de funcionamento do curso 22
2.1.3 Ato regulatório 22
2.1.4 Vagas, turnos e dimensionamento da turma 22
2.1.5 Formas de Acesso22
2.1.6 Carga horária total e integralização do curso 23
2.2. Justificativa/Relevância de oferta do curso 23
2.3. Objetivos do curso 26
2.3.1 Objetivo geral 26
2.3.2 Objetivos específicos 26

2
2.4. Perfil do Egresso 27
2.4.1 Campo de atuação 28
2.5. Estrutura curricular 29
2.6. Conteúdos curriculares 30
2.7. Representação gráfica do curso 31
2.8. Ementário e bibliografias 33
3. ATIVIDADES ACADÊMICAS DO CURSO 34
3.1. Políticas institucionais no âmbito do curso 34
3.2. Estágio Supervisionado 36
3.2.1. Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da Educação
Básica 36
3.2.2. Estágio curricular supervisionado – relação entre licenciandos, docentes e
supervisores da rede de escolas da Educação Básica 37
3.3.3. Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática 37
3.4. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC 37
3.5. Atividades Complementares 37
3.6. Monitoria 38
3.7. Pesquisa/Iniciação Científica 39
3.8. Extensão 40
3.9. Responsabilidade social no âmbito do curso 40
4. PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM 45
4.1. Metodologia 45
4.2. Avaliação do processo de ensino-aprendizagem 46
4.3. Avaliação do desempenho escolar 47
4.4. Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso 48
4.5. Tecnologia de informação e comunicação – TICs no processo ensino-aprendizagem
49
4.6. Atividades práticas de ensino para Licenciaturas 50
5. ATENDIMENTO AO DISCENTE 50
5.1. Núcleo de Atendimento ao Educando (NAE) 50
5.1.1 Apoio psicopedagógico 51
5.1.2 Mecanismos de nivelamento 51
5.1.3 Atendimento extraclasse 51
5.1.4 Acompanhamento ao egresso 51
5.2. Estímulos às produções acadêmicas 52
5.3. Programas de bolsa 53
3
5.4. Núcleo de Talentos (Empregabilidade) 53
6. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO 54
6.1. Coordenador do Curso 54
6.2. Composição do Núcleo Docente Estruturante (NDE) 54
6.3. Conselho do Curso 55
6.4. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica 56
7. RECURSOS HUMANOS E INFRAESTRUTURA FÍSICA 56
7.1. Recursos Humanos 56
7.2. Infraestrutura física 57
a) Sala de professores 57
b) Gabinete de trabalho para professores de tempo integral – TI 57
c) Salas de aula 57
d) Espaço de trabalho para coordenação de curso e serviços acadêmicos 58
7.3. Acesso dos alunos a equipamentos de informática 58
7.4. Laboratórios articulados ao Curso 58
7.4.1. Laboratórios didáticos especializados: quantidade 58
7.4.2. Laboratórios didáticos especializados: qualidade 59
7.4.3. Laboratórios didáticos especializados: serviços 59
7.5. Biblioteca 59
7.5.1 Bibliografia básica 60
7.5.2 Bibliografia complementar60
7.5.3 Periódicos especializados60
Educação Por Escrito – ISSN: 2179-843561
8. AUTOAVALIÇÃO INSTITUCIONAL 62
8.1. Objetivos da Autoavaliação 63
8.2. Fundamentos pedagógicos para a avaliação do curso 63
8.3. Pressupostos metodológicos 64
8.4. Avaliação do curso na perspectiva da relevância social 64
9. ANEXOS 66
9.1. Ementário e bibliografias 66
9.2. Corpo docente 79

4
1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES

1.1. Mantenedora

SOCIEDADE PAULISTA DE ENSINO E PESQUISA S/S LTDA

1.1.1 Base legal da Mantenedora

SOCIEDADE PAULISTA DE ENSINO E PESQUISA S/S LTDA


IGUATEMI, 192, ANDAR 24, SALA 244, ITAIM BIBI, SÃO PAULO.
FONE/FAX: (81) 96491504

1.2. Mantida

UNIVERSIDADE GUARULHOS - UNG

1.2.1 Base legal da IES

ENDEREÇO: Av. Uberaba, nº 251, Vila Virgínia,


Itaquaquecetuba - SP - CEP: 08.573-070
FONE/FAX: (11) 2409 9222/(11) 2440 2030
SITE: www.ung.br

1.2.2 Missão, objetivos e metas da IES

A Universidade Guarulhos tem como missão promover o desenvolvimento


sustentável por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, fundamentados nos valores
acadêmicos e humanistas, focados na formação de lideranças, no empreendedorismo e na
empregabilidade.
Seus valores são fundamentados na Confiança, Honestidade, Justiça, Respeito
e Responsabilidade:
 Confiança: Promover relações de confiança mútua e encorajadoras em ambiente de
livre troca de ideias e de parcerias produtivas;
 Honestidade: Avançar na busca pelo conhecimento e pela verdade, tendo como
fundamento a honestidade intelectual e pessoal no aprendizado, no ensino, na
pesquisa e nos serviços;
 Justiça: Estabelecer padrões, práticas e procedimentos com clareza e retidão,
fomentando a justiça na interação com alunos, docentes, corpo técnico-
administrativo e a comunidade;
 Respeito: Cultivar e respeitar a diversidade social, de opiniões e de ideias;
 Responsabilidade moral: Fundamentar na consciência, nos valores universais e no
esforço individual a tomada de decisões em face das adversidades e ilegalidades;

5
 Responsabilidade social: Promover, pelas iniciativas, ações e serviços educacionais
próprios da Instituição, a qualidade de vida da população, a inclusão social, o
respeito, a preservação e a recuperação da memória cultural e do meio ambiente.

Visão de Futuro:

Ser uma Universidade reconhecida nacional e internacionalmente por promover,


junto à sua comunidade acadêmica, os valores do empreendedorismo, da inovação e
tecnologia, pela sua inserção social comprometida com o desenvolvimento regional e
socialmente responsável.

Descrição dos Objetivos Institucionais


Em consonância com a sua Missão, Valores e Visão de Futuro, a UnG tem como
objetivo a promoção da educação superior, nos termos da legislação vigente, e a formação
de profissionais capazes de ingressar no mercado de trabalho e atuar de maneira autônoma
por meio de uma ação transformadora da sociedade que consolide a sua atuação nas
dimensões técnica, psicossocial e ética.

Quantificação das Metas Institucionais


Para o período deste PDI, a Universidade Guarulhos procurou estruturar seu
plano de metas em 3 grandes áreas de desenvolvimento e consolidação institucional,
contemplando as áreas previstas nas dimensões do Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior – SINAES, considerando:
1. Resultados Avaliativos Institucionais – Promovendo o acompanhamento
permanente dos resultados de avaliação interna (Indicadores obtidos do processo
avaliativo da Comissão Própria de Autoavaliação – CPA) e avaliação externa
(Indicadores obtidos do processo avaliativo ENADE e Avaliação Externa de
Cursos e IES por equipes de especialistas do INEP/MEC, bem como dos
resultados quantitativos da Coleta CENSO e Coleta CAPES);
2. Projeto Político Pedagógico: Promovendo o acompanhamento das eventuais
mudanças que agreguem melhorias ao processo pedagógico da instituição, de
seus cursos e programas. Nesta grande área estão compreendidas as
significativas propostas de atualização do processo de ensino e aprendizagem,
permanentemente preconizada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais e pelo
Plano Nacional de Educação – PNE;
3. Desenvolvimento Institucional: Promovendo o plano estratégico de gestão e
administração de sua estrutura, programas de expansão do ensino e
internacionalização da universidade, sustentabilidade e capacitação, além de
acompanhar a efetivação da proposta institucional de alinhamento integral do
ensino, pesquisa e extensão em toda a proposta desenvolvida pela instituição.
Para se chegar à proposta deste novo quinquênio, a instituição observou
atentamente as proposições do ciclo anterior por meio de análises criteriosas dos diversos
segmentos da gestão acadêmica da universidade, corroborada pelos resultados obtidos nos
apontamentos do relatório periódico da CPA, pautados pela busca permanente da qualidade
dos cursos ministrados e dos serviços prestados à comunidade. Consequentemente, tais
ações se demonstram indutoras da qualidade institucional e corroboram com as políticas e
práticas de Responsabilidade Social da universidade em avaliar metas propostas e

6
redirecionar futuras ações, todas devidamente articuladas no presente plano e projetos
institucionais.

1.2.3 Breve histórico da IES

A Associação Paulista de Educação e Cultura (APEC), ex-mantenedora da


Universidade Guarulhos (UnG), surgiu em meio à reforma universitária no final da década de
60, a partir de um grupo de professores movidos pelo anseio de atender à crescente
demanda de ensino superior pela sociedade. Em 1970, o Conselho Federal de Educação
autorizou os primeiros cursos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Farias Brito,
todos voltados para a capacitação de docentes, em consonância com a vocação de seus
fundadores e com as necessidades regionais. Sua gradual e sólida expansão nos anos
subsequentes permitiu seu reconhecimento como instituição de ensino de qualidade no
cenário nacional de educação superior, culminando com o seu reconhecimento como
Universidade pelo Ministério da Educação em 1986.

A consolidação do ensino nas diversas áreas tornou a UnG uma das maiores Universidades
do país e possibilitou a criação e o fortalecimento de diversos cursos de pós-graduação lato
sensu e aprovação dos programas de mestrado acadêmico pela Capes a partir de 2002.

Desde 2008 a UnG vem capacitando seu corpo docente em ambiente virtual de
aprendizagem visando não só oferecer disciplinas em regime semipresencial, como também
preparando a comunidade acadêmica para a oferta de cursos a distância em todos os
níveis.
Continuando com seu processo de expansão, a UnG solicitou e teve aprovados
os campi fora de Sede nos municípios de Itaquaquecetuba e São Paulo. Hoje a UnG conta
com mais de sessenta cursos de graduação e dezenas de opções de cursos de
especialização e MBAs, três mestrados acadêmicos (Odontologia, Análise Geoambiental e
Enfermagem), um doutorado acadêmico (Odontologia) e acolhe seus alunos em quatro
campi, dois deles situados no município de Guarulhos, Centro (sede) e Dutra, um no
município de Itaquaquecetuba e outro na Capital São Paulo. Em 2015, a mantenedora
passa a ser a Sociedade Paulista de Ensino e Pesquisa S/S Ltda.

Localização dos Campi da Universidade Guarulhos:

Campus Guarulhos - SEDE


Pc. Tereza Cristina, nº 88, Centro
Guarulhos / SP CEP: 07023-070

Unidade Dutra - Guarulhos


Av. Anton Philips, nº 1, Vila Hermínia
Guarulhos / SP CEP: 07030-010

Campus Itaquaquecetuba
Av. Uberaba, 251 – Vila Virgínia
Itaquaquecetuba / SP CEP: 08573-070

Campus São Paulo - Centro

7
Rua Xavier de Toledo, nº 23, 4º andar
São Paulo / SP CEP: 01048-100

Campus Bonsucesso – Guarulhos


Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira, 5.308
Jd.Albertina/ Guarulhos CEP: 07252-000

ÁREA DE ATUAÇÃO ACADÊMICA

A Universidade Guarulhos atua no ensino superior de graduação em todas as


áreas, oferecendo cursos de bacharelado, licenciatura e de tecnologia, na modalidade
presencial. Atua na pós-graduação lato sensu, stricto sensu e na extensão acadêmica,
organizando, entre outras atividades, seminários, fóruns, cursos livres nas mais diversas
áreas do conhecimento, voltados não só à comunidade acadêmica, mas à sociedade em
geral. Realiza, também, forte trabalho de pesquisa através de parcerias e de apoios de
agências de fomento estaduais e federais. Conta com equipe de pesquisadores vinculados
aos programas de pós-graduação stricto sensu que tem publicado continuamente em
periódicos de alcance nacional e internacional.

OFERTA DE CURSOS DE GRADUAÇÃO E PROGRAMAS STRICTO SENSU

CURSOS DE GRADUAÇÃO

O maior objetivo da UnG desde sua fundação é ser reconhecida por sua
dinamicidade e qualidade na prestação de serviços educacionais do ensino superior. A
universidade busca continuamente consolidar seu compromisso social com a comunidade
do entorno, gerando conhecimentos voltados à necessidade regional, conforme preconizado
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
A Universidade Guarulhos oferta 73 unidades de graduação em seus 48 cursos
nas três modalidades: Bacharelado, Licenciatura e Tecnológicos, com incentivo permanente
de sólida formação geral, proporcionando aos discentes a capacidade de superar desafios e
atender à demanda profissional e tecnológica nos seus campi, conforme Quadro 1.

Tabela 1 – Distribuição absoluta de vagas segundo curso da Universidade Guarulhos, 2015.


Unidades de Graduação

Modalidade
Cursos IES

Matutno

Noturno
Campus
CURSO

VAGAS

1 Administração Guarulhos/Centro Bacharel 60 120 180


2 Administração Guarulhos/Dutra Bacharel 60 120 180
3 1 Administração Itaquaquecetuba Bacharel 60 120 180
4 Administração Guarulhos/Bonsucesso Bacharel 60 60 120
5 Administração São Paulo Bacharel 60 120 180
6 2 Arquitetura e Urbanismo Guarulhos/Centro Bacharel 60 120 180
7 3 Artes Visuais Guarulhos/Centro Licenciatura 60 60 120
8 4 Biomedicina Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120

8
9 Ciência da Computação Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
10 5 Ciência da Computação Itaquaquecetuba Bacharel 60 60 120
11 Ciência da Computação São Paulo Bacharel 60 60 120
12 6 Ciências Biológicas Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
13 7 Ciências Biológicas Guarulhos/Centro Licenciatura 60 60 120
14 Ciências Contábeis Guarulhos/Dutra Bacharel 60 120 180
15 8 Ciências Contábeis Itaquaquecetuba Bacharel 60 60 120
16 Ciências Contábeis São Paulo Bacharel 60 120 180
17 9 Comunicação Social (Jornalismo) Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
18 10 Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
19 11 Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia Guarulhos/Centro Tecnológico 60 60 120
20 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Itaquaquecetuba Tecnológico 60 60 120
12
21 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Guarulhos/Centro Tecnológico 60 120 180
22 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial Guarulhos/Centro Tecnológico 60 120 180
13
23 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial São Paulo Tecnológico 60 60 120
24 14 Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Guarulhos/Dutra Tecnológico 60 60 120
25 Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade Itaquaquecetuba Tecnológico 60 60 120
26 15 Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade Guarulhos/Centro Tecnológico 60 120 180
27 Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade São Paulo Tecnológico 60 60 120
Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da
28 Guarulhos/Centro Tecnológico 60 120 180
Informação
16
Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da
29 Itaquaquecetuba Tecnológico 60 60 120
Informação
30 Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Guarulhos/Centro Tecnológico 60 120 180
31 Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Itaquaquecetuba Tecnológico 60 60 120
17
32 Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Guarulhos/Bonsucesso Tecnológico 60 60 120
33 Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos São Paulo Tecnológico 60 60 120
34 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira Guarulhos/Centro Tecnológico 60 120 180
18
35 Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira São Paulo Tecnológico 60 60 120
36 Curso Superior de Tecnologia em Logístca Itaquaquecetuba Tecnológico 60 120 180
37 Curso Superior de Tecnologia em Logístca Guarulhos/Centro Tecnológico 60 120 180
19
38 Curso Superior de Tecnologia em Logístca Guarulhos/Bonsucesso Tecnológico 60 60 120
39 Curso Superior de Tecnologia em Logístca São Paulo Tecnológico 60 60 120
40 Curso Superior de Tecnologia em Marketng Guarulhos/Centro Tecnológico 60 60 120
20
41 Curso Superior de Tecnologia em Marketng São Paulo Tecnológico 60 60 120
42 21 Curso Superior de Tecnologia em Radiologia Guarulhos/Centro Tecnológico 60 60 120
43 22 Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Guarulhos/Centro Tecnológico 60 60 120
44 23 Curso Superior de Tecnologia em Transporte Aéreo Guarulhos/Dutra Tecnológico 60 60 120
45 24 Design Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
46 25 Direito Guarulhos/Centro Bacharel 40 50 90
47 26 Educação Física Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
48 27 Educação Física Guarulhos/Centro Licenciatura 60 60 120
49 28 Enfermagem Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
50 29 Engenharia Ambiental Guarulhos/Dutra Bacharel 60 60 120
51 30 Engenharia Civil Guarulhos/Dutra Bacharel 60 120 180
52 31 Engenharia Mecânica Guarulhos/Dutra Bacharel 60 60 120
53 32 Engenharia de Produção Guarulhos/Dutra Bacharel 60 60 120
54 33 Farmácia Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120

9
55 34 Fisioterapia Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
56 35 Fonoaudiologia Guarulhos/Centro Bacharel 50 50 100
57 Geografia Guarulhos/Centro Licenciatura 60 60 120
36
58 Geografia Itaquaquecetuba Licenciatura 60 60 120
59 História Guarulhos/Dutra Licenciatura 60 60 120
37
60 História Itaquaquecetuba Licenciatura 60 60 120
61 Letras – Português/Inglês São Paulo Licenciatura 60 60 120
38
62 Letras (Português/Inglês) Guarulhos/Dutra Licenciatura 60 60
63 Matemátca Guarulhos/Dutra Licenciatura 60 60 120
39
64 Matemátca São Paulo Licenciatura 60 60 120
65 40 Medicina Veterinária Guarulhos/Dutra Bacharel 60 60 120
66 41 Nutrição Guarulhos/Centro Bacharel 60 120 180
67 42 Odontologia Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
68 Pedagogia Guarulhos/Dutra Licenciatura 60 60 120
69 Pedagogia Itaquaquecetuba Licenciatura 60 120 180
43
70 Pedagogia Guarulhos/Bonsucesso Licenciatura 60 60 120
71 Pedagogia São Paulo Licenciatura 60 60 120
72 44 Psicologia Guarulhos/Centro Bacharel 60 120 180
73 45 Química Guarulhos/Centro Bacharel 60 120 180
74 46 Química Guarulhos/Centro Licenciatura 60 60 120
75 Serviço Social Guarulhos/Centro Bacharel 60 120 180
47
76 Serviço Social Itaquaquecetuba Bacharel 60 60 120
77 48 Turismo Guarulhos/Centro Bacharel 60 60 120
Total 4530 5860 10390

PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

MESTRADO

A Universidade Guarulhos possui três Programas de Pós-Graduação Stricto


Sensu, todos avaliados e recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal
de Nível Superior (Capes), sendo nota 4 para os Mestrados em Análise Geoambiental e
Enfermagem e nota 5 para o Mestrado em Odontologia.

MESTRADO ACADÊMICO EM ANÁLISE GEOAMBIENTAL

O Mestrado Acadêmico em Análise Geoambiental – MAG da Universidade


Guarulhos - UnG, é um dos primeiros programas de Mestrado em Geociências criado em
instituição de ensino particular no País. Representa a consolidação de um projeto
acadêmico-científico iniciado nos anos 80 no Laboratório de Geociências da UnG, que
conduziu à implementação de um curso de MBA em Gestão Ambiental e de Educação
Ambiental em nível de especialização, no final da década de 90.
Organização e o desenvolvimento das disciplinas desse mestrado caracterizam-
se pela visão construtivista do conhecimento do meio ambiente, representado por conceitos
sempre atualizados e em contínuo desenvolvimento.
O Programa tem como objetivos, além da formação de profissionais qualificados
para a docência e a realização de estudos do meio ambiente, estimular a pesquisa com
base científica sobre as relações existentes entre os componentes geológicos e os outros

10
aspectos do meio físico e do meio biótico, assim como avaliar os impactos causados pela
ação antrópica e/ou pela dinâmica natural. Visa, ainda, a partir desta visão holística, que tais
profissionais estejam capacitados para difundir suas pesquisas principalmente em suas
atividades profissionais pedagógicas, assim como para propor novas estratégias de trabalho
em sua área de atuação.

MESTRADO ACADÊMICO EM ENFERMAGEM

O Programa de Mestrado Acadêmico em Enfermagem da Universidade


Guarulhos (UnG) foi proposto com a finalidade de responder às necessidades sociais em
relação à formação e ao desenvolvimento de enfermeiros para a docência e a pesquisa.
Tem como eixo condutor e aglutinador o Processo do Cuidar em Enfermagem, na família, na
instituição e na comunidade. Objetiva uma contínua evolução do saber em diferentes
dimensões que integram o ensino, a prática e a pesquisa, numa postura político-reflexiva,
estruturando processos de geração de conhecimentos nessa área.

MESTRADO EM ODONTOLOGIA

O curso de Mestrado em Odontologia da Universidade Guarulhos abrange três


áreas de concentração: Periodontia, Dentística e Implantodontia. São oferecidas disciplinas
clínicas e teóricas, sempre com intensa participação dos alunos em seminários e debates
científicos.
O desenvolvimento do raciocínio lógico, a interpretação de estudos científicos e
as habilidades para resolução de situações problema relacionadas aos estudos clínicos e
laboratoriais são fortemente valorizadas durante os dois anos do curso. O aluno tem a
oportunidade de debater sobre diversos temas atuais, não apenas sobre a odontologia, mas
também sobre aqueles fundamentais para a formação do profissional moderno, tais como
pesquisa e desenvolvimento científico e educação superior na sociedade contemporânea.
Um importante diferencial do curso é a possibilidade do aluno desenvolver parte da
dissertação em instituição de ensino estrangeira, por meio dos nossos consolidados
convênios com universidades e institutos de pesquisa internacionais. Os principais acordos
de colaboração para intercâmbio de discentes são com o Forsyth Institute, renomado centro
de pesquisa vinculado à Universidade de Harvard (USA) e a Universitá Degli Studi di Chieti
(Itália).

DOUTORADO

DOUTORADO EM ODONTOLOGIA

O curso de Doutorado em Odontologia abrange as mesmas áreas de


concentração do Mestrado: Periodontia, Dentística e Implantodontia.
O principal objetivo é formar e aperfeiçoar pesquisadores para o exercício pleno
da investigação científica. Diferentemente do curso de mestrado, que foca a formação do
docente/pesquisador, o doutorado irá concentrar os esforços no amadurecimento deste
profissional, com uma visão mais ampla da ciência no mundo moderno. A filosofia dos
professores envolvidos neste curso, assim como a forma com que a grade curricular foi
estruturada, visa preparar o egresso com uma sólida formação em metodologia de estudos
clínico-laboratoriais, resolução de problemas em pesquisa e análise de dados com foco nas
áreas de concentração. Acreditamos que a formação do pesquisador moderno deve ser

11
pautada não somente no conhecimento específico, mas na multidisciplinaridade e na
inserção global do indivíduo. Sendo assim, o egresso do curso de doutorado em
Odontologia da UnG estará adequadamente preparado para exercer as funções de
pesquisador, orientador, avaliador científico e docente, com bases metodológicas e
científicas consistentes. Para isso, ele terá sido orientado a pensar de forma multidisciplinar
e holística, dentro do contexto da sociedade moderna.
Atualmente, o stricto sensu da UnG abrange programas de mestrado acadêmico
e doutorado em Odontologia; mestrado acadêmico na área de Enfermagem, ambas
enfeixadas na grande área das Ciências da Saúde e mestrado acadêmico em Análise
Geoambiental, ligado à área das Ciências Exatas e da Terra.

1.3. Dados socioeconômicos da região

A Universidade Guarulhos (UnG) está inserida na cidade que abriga seu nome.
Município distante 15 quilômetros da capital paulista e pertencente, juntamente com outros
39 municípios, a chamada Região Metropolitana de São Paulo ou a Grande São Paulo.
A universidade contribuiu e contribui para o fortalecimento do município e região,
bem como onde estão seus campi. Para atender seus mais de 15 mil alunos, a UnG conta
hoje com cerca de 1.200 colaboradores entre docentes e técnico-administrativos, além de
cinco campi (Unidade Centro – Guarulhos, Unidade Dutra – Guarulhos, Unidade
Bonsucesso – Guarulhos, Unidade Itaquaquecetuba e Unidade Centro – São Paulo). Neles
encontram-se os laboratórios, clínicas de atendimento à comunidade (Enfermagem,
Odontologia, Psicologia, Fonoaudiologia, Nutrição, Radiologia e Fisioterapia), Hospital
Veterinário, Laboratório de Análises Clínicas, Escritório de Assistência Jurídica, Juizado
Especial Cível – unidade avançada de atendimento da 1ª Vara Cível de Guarulhos -,
Escritório Modelo de Arquitetura, Agência de Comunicação Experimental, Escritório de
Aprendizagem Contábil, tudo para atender seus mais de 60 cursos de graduação e dezenas
de opções de cursos de especialização e MBA. A UnG oferece, ainda, três programas de
mestrado e um programa de doutorado recomendados pela CAPES/MEC.

Campus Guarulhos

O desenvolvimento do município de Guarulhos iniciou-se por volta de 1950,


quando a escassez e os custos dos imóveis na Cidade de São Paulo impulsionaram a busca
de alternativas de localização industrial. Com a abertura da Rodovia Presidente Dutra, em
1954, tornou-se mais vantajosa ainda a ocupação desse vazio, afetando toda a estrutura
urbana do município. Tratava-se da expansão industrial paulista, que alterou as
características de Guarulhos de hortifrutigranjeiro para industrial.
Com a expansão das indústrias, foi atraído grande contingente de mão de obra,
cuja população fixou-se na área urbana, num processo de contínuos loteamentos. Nessas
condições, a população cresceu de 35 mil, em 1950, para 237 mil em 1970, ano em que a
Universidade iniciou suas atividades, contribuindo também para o processo de
desenvolvimento do município.
Guarulhos é, atualmente, a segunda cidade mais populosa do Estado, com
mais de 1 milhão e duzentos mil habitantes, a 13ª mais populosa do Brasil e a 52ª mais
populosa do continente americano (www.guarulhos.sp.gov.br). Segundo dados da Relação
Anual de Informações Sociais (RAIS) - CEF – MT (2011), consta um total de 338.836
trabalhadores com carteira assinada, que geram a média salarial mensal de R$ 1.884,66.

12
Além disso, Guarulhos ocupa o 179º lugar no índice de desenvolvimento urbano (IDU),
comparado aos demais municípios do Estado de São Paulo (PNUD, 2000).
Economicamente, Guarulhos detém o 2º maior PIB do Estado e é considerada a 9ª cidade
mais rica do Brasil, com Produto Interno Bruto (PIB) na ordem de R$ 32,5 bilhões.
Com diversificado setor comercial, a cidade apresenta quatro grandes centros de
compras. O Shopping Internacional possui o maior parque indoor do Brasil, com mais de 10
mil m² (mais de 300 lojas e 15 salas de cinema) e localiza-se às margens da Dutra, sendo o
36° maior shopping do Brasil. O Shopping Bonsucesso, localizado próximo à Rodovia
Presidente Dutra, no extremo leste da cidade, possui mais de 150 lojas e apresenta-se
como o segundo maior centro de compras da cidade, trazendo grande parte do público do
entorno de Guarulhos. O Poli Shopping, com mais de 60 lojas, está localizado na região
central da cidade. Há, ainda, o Aeroshopping, uma vez que o próprio aeroporto transformou-
se em grande centro de compras.
O parque industrial da cidade abriga inúmeras indústrias de porte e diferentes
segmentos, dentre elas destacam-se: Bauducco, Bardella, Valleo, Aché, Maggion, Pfizer,
Europa, Rosset, Yamaha, Randon, Tecfil, Gerdau, Borlem, ABB, Usiminas, Levorin, Pepsico,
Continental e Cummins.
O município também é identificado como um dos maiores centros de logística do
país, atuando como ponto estratégico para o escoamento da produção do Estado.
Destaca-se, ainda, o Aeroporto Internacional de São Paulo – Governador André
Franco Montoro, também conhecido por Aeroporto Internacional de Cumbica e que se
constitui no principal e o mais movimentado aeroporto do Brasil.
No município de Guarulhos, a distribuição dos estabelecimentos por setor da
economia, segundo informações da RAIS (2011), apresenta:

Quadro 5 – Indicadores do Município de Guarulhos


Setor Quantidade %
COMÉRCIO 7.573 42,73
SERVIÇOS E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 6.719 37,92
INDÚSTRIA 2.661 15,02
CONSTRUÇÃO CIVIL 739 4,17
AGROPECUÁRIA, EXTR VEGETAL, CAÇA E PESCA 29 0,16
Total 17.721

Fonte: RAIS - 2011

O sistema viário que atende ao município contempla ainda algumas das principais
rodovias do Brasil, dentre elas:
 Rodovia Presidente Dutra (BR-116);
 Rodovia Fernão Dias (BR-381);
 Rodovia Ayrton Senna da Silva (SP-070);
 Rodovia Helio Smidt (SP-019/BR-610);
 Rodovia Vereador Francisco de Almeida - Antiga Estrada Guarulhos/Nazaré
Paulista (SP-36).
O município de Guarulhos orgulha-se por ter atividade intensa quanto ao lazer e
cultura. Assim, é possível verificar diversos espaços de lazer e cultura, abarcando cinco
teatros e anfiteatros, diversas salas de cinema, duas orquestras, nove bibliotecas, diversos
parques e um zoológico.

13
O município possui diversas instituições públicas e privadas de ensino superior,
sendo que a Universidade Guarulhos ocupa posição de destaque desde seu surgimento,
tanto pelo número de alunos quanto pela diversidade e excelência dos serviços ofertados à
comunidade. No ensino médio, possui mais de cem instituições entre particulares e públicas.
A Universidade escolheu a região central para seu primeiro campus que está
localizado numa área superior a 42 mil metros quadrados. Nele estão instalados laboratórios
e clínicas, que passaram a desempenhar também um papel importante no desenvolvimento
social do município. A biblioteca do campus realiza cerca de 20 mil atendimentos mensais,
com um acervo superior a 100 mil exemplares numa área superior a 1.000 m².
Após três décadas investindo na ampliação de seu principal campus, o Guarulhos-
Centro, no início dos anos 2000 a UnG inicia o processo de expansão de seu ensino. Assim,
o campus Guarulhos-Dutra foi inaugurado no ano de 2001 e, aos poucos, se tornou um
grande complexo educacional. No campus Dutra concentra-se os cursos de Engenharia
(Ambiental, Civil, da Produção e Mecânica), além dos cursos de Administração, Ciências
Contábeis, Medicina Veterinária, Pedagogia e diversos cursos de tecnologia. Nele está
instalado também o Complexo do Hospital Veterinário, preparado para atender (incluindo
cirurgias) animais de pequeno, médio e grande porte.

1.4.1 Programas institucionais de financiamento de estudos para alunos


carentes

A Instituição consciente, todavia, da responsabilidade social de uma empresa


educacional visa as seguintes diretrizes gerais de apoio e financiamento de estudos para
alunos carentes:
 Concessão de bolsas de estudos, entre 20% e 50% do valor da mensalidade;
 Integração ao Programa FIES, do Ministério da Educação, financiado pela Caixa
Econômica Federal;
 Contatos com instituições financeiras interessadas em participar de um programa de
financiamento próprio da IES, em até 40% das mensalidades, tendo similitude com o
FIES;
 Integração ao Educred, PraValer e Educa mais Brasil;
 Integração ao PROUNI – Universidade para todos

1.4.2 Relações e parcerias com a comunidade e instituições

A IES visa parcerias com a comunidade social, mediante convênios, acordos e


contratos, para a implantação e desenvolvimento de:
 Estágios curriculares e extracurriculares para os alunos dos cursos de graduação;
 Práticas investigativas, serviços e cursos de extensão;
 Atividades complementares;
 Parcerias para a interação teoria-prática;
 Atividades culturais, sociais, desportivas e científicas;
 Realização de congressos, seminários, simpósios e eventos similares, para interação
entre a comunidade acadêmica e comunidade social;
 Projetos comunitários.

14
1.4.3 Inclusão social e educação inclusiva (Política de Acessibilidade)

A Instituição assume que as diferenças humanas são naturais e que, como


consequência desse pressuposto, a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades do
educando, em vez de o educando se adaptar ao processo de aprendizagem.
Uma proposta pedagógica centrada no educando, atende aos objetivos da
instituição bem como às condutas de inclusão e respeito às diferenças, beneficiando a
sociedade como um todo. A experiência tem demonstrado que tal pensamento pode reduzir
consideravelmente a taxa de desistência e repetência e ao mesmo tempo garantir índices
mais favoráveis de rendimento escolar. Tal proposta pode impedir o desperdício de recursos
e a baixa perspectiva de desenvolvimento, frequentemente presentes em programas de
educação pouco inovadores, apoiados na mentalidade educacional de que uma mesma
técnica se aplica a todas as realidades e indivíduos.
A inclusão e a participação são essenciais à dignidade humana e ao pleno
exercício da cidadania. Dentro do campo da educação, isso se reflete no desenvolvimento
de estratégias que procuram promover a genuína equalização de oportunidades.
A educação inclusiva proporciona um ambiente favorável à aquisição de
igualdade de oportunidades e participação total dos portadores de necessidades especiais
no processo de aprendizagem. O sucesso delas requer um esforço claro, não somente por
parte dos professores e dos profissionais da educação, mas também por parte dos colegas,
pais, famílias e voluntários.
A educação inclusiva deve responder às necessidades diversas do educando,
acomodando diferentes estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de
qualidade para todos, por meio de metodologias de ensino apropriadas, arranjos
organizacionais, uso de recursos diversificados e parceria com as organizações
especializadas.
Atenta à sua responsabilidade social e aos indicadores e padrões de qualidade,
estabelecida pelo Ministério da Educação nos manuais de avaliação institucional e das
condições de ensino, a IES pode adotar as seguintes políticas para os portadores de
necessidades especiais:

I. Para pessoas com deficiência auditiva (surdez ou baixa audição):


a) acompanhar os alunos com deficiência auditiva nas dificuldades de aprendizagem;
b) adotar flexibilidade na correção de provas escritas, valorizando o conteúdo
semântico;
c) apresentar na forma digital, caso não seja possível, na forma escrita o conteúdo
ministrado;
d) escrever na lousa informações importantes como: data, horário, matéria das provas,
adiantamento das mesmas e trabalhos, até mesmo a ausência do professor;
e) estimular o bibliotecário a multiplicar a capacitação em LIBRAS para os seus
auxiliares;
f) falar devagar e suavemente, ao ritmo natural e nunca gritar;
g) providenciar a contratação de intérprete de LIBRAS;
h) fazer o repasse da legislação vigente e recomendações do MEC acerca de
avaliações e trato com o aluno com necessidades especiais na área de auditiva em
sala de aula;
i) permitir o uso de dicionário durante a realização de avaliações;

15
j) promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades
envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades
especiais;
k) recursos informatizados (equipamento e software).

II. Para pessoas com deficiência visual (cegueira ou baixa visão):


a) combinar com o aluno a melhor forma de elaboração dos instrumentos de avaliação,
o tamanho de letra, o espaço entre as linhas e as palavras, ao digitar no quadro ou
nas questões das provas;
b) descrever oralmente, em pormenor, o que pretende que se faça;
c) disponibilizar, quando necessário, alunos ledores para cegos;
d) estar ciente de que é mais lenta a leitura e a escrita em Braille do que a escrita
comum;
e) fazer uso da avaliação oral, caso seja necessário;
f) indicar com precisão, o lugar exato usando termos como: à sua frente, em cima, etc.,
ao invés de “ali”, “aqui”;
g) ler em voz alta o que escrever na lousa para que o aluno cego possa tomar notas e
acompanhar o raciocínio;
h) fazer a orientação periódica aos professores das disciplinas cursadas pelos alunos
no sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis limitações;
i) permitir ao aluno gravar suas aulas;
j) promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades
envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades
especiais;
k) solicitar a um aluno vidente que caminhe com o colega cego pela sala, fazendo-lhe
notar as carteiras, mesa do professor, a lousa e outras referências, até que ele seja
capaz de andar sozinho;
l) reservar um lugar na 1ª fila sem que tenha luz na frente;
m) ter o cuidado de apresentar DVD dublados;
n) ter o cuidado de verbalizar o material escrito, quando usar, o projetor multimídia;
o) recursos informatizados (equipamento e software);
p) piso tátil;
q) sinalização em Braille.

III. Para pessoas com pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida:
a) eliminação de barreiras arquitetônicas para circulação do estudante, permitindo o
acesso aos espaços de uso coletivo;
b) reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de serviços;
c) rampas com corrimãos ou colocação de elevadores, facilitando a circulação de
cadeira de rodas;
d) portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de
rodas;
e) barras de apoio nas paredes dos banheiros;
f) lavabos e bebedouros em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas;
g) espaços adequados às necessidades especiais nas salas de aulas, laboratórios
gerais e específicos dos cursos e biblioteca.
h) recursos informatizados (equipamento e software);
i) piso tátil.
IV. Para pessoas com deficiência mental:

16
a) adaptar os critérios regulares da avaliação, caso seja necessário;
b) introduzir atividades alternativas além das planejadas pela turma;
c) levar ao aluno a aprender os conteúdos de maneira mais ajustada às suas condições
individuais;
d) modificar o nível de complexidade para determinados objetivos e conteúdos;
e) oferecer cursos de nivelamento;
f) orientar periodicamente os professores das disciplinas cursadas pelos alunos no
sentido de contextualizar suas potencialidades e possíveis limitações.
g) promover reuniões com professores para esclarecimento das especificidades
envolvidas no processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades
especiais;
h) valorizar a permanência deste aluno com os colegas e grupos que favoreçam o seu
desenvolvimento, comunicação autonomia e aprendizagem.

Para os professores e pessoal técnico, visa disponibilizar o programa de


capacitação para a educação inclusiva, constando, especialmente, da oferta de:
a) informações sobre os portadores de necessidades especiais;
b) cursos, seminários ou eventos similares, ministrados por especialistas;
c) cursos para o entendimento da linguagem dos sinais;
d) seminários ou eventos similares sobre relações pessoais e atendimento.

Para a comunidade social dispor-se-á de:


a) campanhas de sensibilização e de motivação para a aceitação das diferenças;
b) parcerias com as corporações profissionais e com as entidades de classe
(sindicatos, associações, federações, confederações etc.) com o objetivo de
promover ações integradas Escola/Empresa/ Sociedade civil organizada para o
reconhecimento dos direitos dos portadores de necessidades especiais como direitos
humanos universais;
c) integração Escola/Empresas para a oferta de estágios profissionais com adequadas
condições de atuação para os portadores de necessidades especiais.
A IES está implantando o Núcleo de Acessibilidade que tem como objeto
principal assegurar o acesso ao ensino superior com olhos voltados à Política de
Acessibilidade, tendo o cuidado com as questões relacionadas à inclusão educacional na
perspectiva da responsabilidade social, favorecendo o cumprimento de princípios que
promovam o acesso, a permanência e a participação dos discentes.
Considerando a legislação vigente em relação à pessoa com deficiência, a
Política de Acessibilidade, obedece aos seguintes princípios:
I. Desenvolvimento de ação conjunta entre IES-Sociedade Civil, de modo a assegurar
a plena integração da pessoa com deficiência no espaço físico, no contexto
socioeconômico e cultural da IES;
II. Igualdade de direitos no acesso ao atendimento, sem discriminação de qualquer
natureza, garantindo-se a equivalência às pessoas com deficiência;
III. estabelecimento de mecanismos e instrumentos legais e operacionais que
assegurem às pessoas com deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos no
âmbito da IES, que, decorrentes da Constituição e das Leis, propiciam o seu bem-
estar pessoal, social e econômico;
IV. Respeito às pessoas com deficiência, que devem receber igualdade de
oportunidades na IES por reconhecimento dos direitos que lhes são assegurados,
sem privilégios ou paternalismos;

17
V. A formulação, implementação e manutenção das ações de acessibilidade atenderão
as premissas básicas, priorizando as necessidades, a programação em cronograma
e a reserva de recursos para a implantação das ações que atendam às
necessidades das pessoas com deficiência;
VI. O planejamento, de forma continuada e articulada, entre os setores envolvidos;
VII. Garantia de atendimento prioritário às pessoas com deficiência - cabe aos órgãos e
às entidades do Poder Público assegurar à pessoa com deficiência o pleno exercício
de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao
desporto, ao turismo, ao lazer, à previdência social, à assistência social, ao
transporte, à edificação pública, à habitação, à cultura, ao amparo à infância e à
maternidade, e de outros que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciem seu
bem-estar pessoal, social e econômico. (Conforme Decreto nº 3.298 de 1.999, Art.
2º).
Os cursos, programas e projetos de Educação Superior desenvolvidos/a serem
desenvolvidos pela IES contribuem, ainda, para a redução das desigualdades sociais e
regionais ao gerarem novos empregos, diretos (professores e pessoal técnico-
administrativo) e indiretos (papelarias, reprografias, livrarias, lanchonetes, etc.).

1.4.4 Condições de acessibilidade pedagógica, atitudinal e das


comunicações para pessoas com necessidades especiais, transtornos de conduta e
altas habilidades

A acessibilidade deve ser entendida, à luz da legislação atual, em um amplo


espectro - acessibilidade atitudinal, física, digital, nas comunicações, pedagógica, nos
transportes, etc. - que pressupõe medidas que extrapolam a dimensão arquitetônica (ou
física) e abrangem o campo legal curricular, das práticas avaliativas, metodológicas, entre
outras.
Os dispositivos normativos são marcos legais a partir da Constituição Federal e
da Lei de Diretrizes e Bases, consubstanciados na Política Nacional de Educação Especial
na Perspectiva da Educação Inclusiva e, finalmente, no Decreto nº 7.611/11 que dispõe
sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Uma instituição de educação superior socialmente responsável é aquela que
identifica as potencialidades e vulnerabilidades sociais, econômicas e culturais, de sua
realidade local e global a fim de promover a inclusão plena. Assim, a IES, através de política
própria pertinente, estabelece estratégias para o enfrentamento e superação das
fragilidades, quando constadas, reconhecendo a necessidade de mudança cultural e o
investimento para o desenvolvimento de ações de formação continuada para a inclusão,
envolvendo os professores e toda a comunidade acadêmica.
São algumas destas estratégias:
 implantar programas, projetos e ações que assegurem a transversalidade da
educação especial, criando a cultura da acessibilidade na comunidade acadêmica;
 mobilizar e capacitar os docentes para o salto qualitativo da razão instrumental da
homogeneização do ensino para a compreensão do compromisso ético e político da
educação como direito de todos;
 estabelecer referenciais de acessibilidade pedagógica e atitudinal necessários para a
organização de práticas inclusivas na IES;
 remodelar o ambiente físico-arquitetônico da IES em função desses referenciais,
quando necessário;

18
 fazer uso de atividades ou recursos, de acordo com a necessidade, dentro das salas
de aula, como por exemplo, serviços de tradutor e intérprete de Libras e
disponibilização de ajudas técnicas e tecnologia assistiva;
 outras.

1.4.5 Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e


Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena

Educar significa, dentre outros aspectos, reconhecer a realidade exterior ao


ambiente escolar. Significa admitir que os modelos econômico e social aos quais estamos
atrelados interferem nas concepções de homem e de mundo e nas relações interpessoais.
Portanto, a prática docente deve trazer em seu bojo inúmeras questões não só de ordem
metodológica, mas antes disso, questões ideológicas e psicossociais. Nesse caso, a
identificação de práticas de discriminação racial no contexto da educação representa a
necessidade de uma análise ampla da questão e a urgência em desvelar o discurso
pedagógico que mesmo indicado a linha da igualdade, sustenta ações que lhe são
contraditórias. Essa abordagem, por ser diferenciada, vem contribuir para a identificação das
formas pejorativas de construção das imagens e autoimagens de negros, afros e índios, o
que certamente exerce influência nas formas de relacionamento interpessoal e intergrupal.
A existência de um currículo monocultural, que ignora a identidade cultural do
povo negro, afro e indígena e perpetua uma espécie de escravidão mental, é a revelação de
uma das principais falácias em que está alicerçada a educação brasileira. Assim sendo,
podemos afirmar a existência de um não racismo de ocasião, explicitado em ações
equivocadas que, por serem pontuais, não representam provocações suficientes na luta pela
conquista de espaços travada há tempos pela comunidade negra e indígena. Se por um
lado há um notável avanço na implementação de políticas públicas de caráter étnico-racial
no Brasil, não podemos perder de vista as inúmeras dificuldades enfrentadas para a
operacionalização de tais medidas legais. A esse respeito, consideramos o contexto da
formação docente que – seja em nível universitário ou no espaço das redes de ensino -
geralmente indica um silenciamento a respeito das questões relativas à diversidade étnico-
racial e à afirmação da cultura afro-brasileira, indígena e africana. Tal lacuna emperra as
possibilidades de abordagem pedagógica da questão racial, assim como o enfrentamento de
situações de racismo na escola.
É por tratar tais questões como fundamentais que a IES contempla a Educação
e Relações Étnico-raciais nos conteúdos disciplinares nos currículos de seus cursos, bem
como nas atividades complementares, como forma de contribuir para desvelar o discurso
pedagógico, buscando levantar e analisar as representações sociais sobre os negros,
afrodescendentes e índios na sociedade brasileira e seus reflexos no contexto escolar.

1.4.6 Políticas de Educação Ambiental

As Políticas de Educação Ambiental foi criada em conformidade com a Lei n°


9.795, de 27 de abril de 1999, com o Decreto n° 4.281, de 25 de junho de 2002, com os
princípios e objetivos da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) e conforme a
determinação da Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012.
Entende-se por Educação Ambiental os processos permanentes de
aprendizagem e formação individual e coletiva para reflexão e construção de valores,

19
saberes, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências, visando à melhoria da
qualidade da vida e uma relação sustentável da sociedade humana com o ambiente que a
integra. A Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação de
forma articulada e continuada, em todos os níveis e modalidades dos processos educativos:
formal e não formal. É também um componente essencial e permanente da Política Nacional
de Meio Ambiente, devendo estar presente de forma articulada em todos os níveis e
modalidades dos processos de gestão ambiental.
O objetivo destas Políticas é realizar, orientar e fortalecer ações de educação
ambiental na sua rica e complexa diversidade, bem como subsidiar todo e qualquer futuro
projeto, ação ou programa que venha a ser implantado na IES.
Em sintonia com a Política Nacional de Educação Ambiental, estas Políticas
estão pautadas nas diretrizes da educação ambiental que orientam uma execução com
ênfase na comunicação, transversalização e avaliação, consideradas eixos estruturantes
para a elaboração de ações, programas e projetos de educação ambiental.
As diretrizes para a Educação Ambiental na IES, dentre outras, serão:
 a equidade social, envolvendo os diversos grupos sociais que compõem a
comunidade acadêmica da IES, de forma justa, participativa e democrática nos
processos educativos;
 a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais;
 a solidariedade e a cooperação entre os indivíduos na troca de saberes em busca da
preservação de todas as formas de vida e do ambiente que integram;
 a corresponsabilidade e o compromisso individual e coletivo no desenvolvimento de
processos de ensino e aprendizagem voltados à sustentabilidade;
 os enfoques humanísticos, holísticos, democráticos e participativos;
 o respeito e a valorização à diversidade, ao conhecimento tradicional e à identidade
cultural;
 a reflexão crítica sobre a relação entre indivíduos, sociedade e ambiente;
 a contextualização do meio ambiente considerando as especificidades locais,
regionais, territoriais, nacionais e globais e a interdependência entre o meio natural,
o socioeconômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade;
 a sustentabilidade como garantia ao atendimento das necessidades das gerações
atuais, sem comprometimento das gerações futuras, valorizadas no processo
educativo;
 a dialógica, como abordagem para a construção do conhecimento, mantendo uma
relação horizontal entre educador e educando, com vistas à transformação
socioambiental;
 o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas, na perspectiva da multi, inter,
transdisciplinaridade e até mesmo a transinstitucionalidade.
As ações para a Educação Ambiental são definidas em calendário específico
desenvolvido no âmbito dos cursos de graduação com a participação dos Núcleos Docentes
Estruturantes - NDEs e dos Conselhos de Cursos e, subsequente, aprovação do Conselho
Superior. A IES possui sua política de Educação Ambiental normatizada em forma de
regulamento próprio.

1.4.7 Educação em Direitos Humanos

As discussões sobre a Educação em Direitos Humanos eclodiram na década


de 1980, no seio dos movimentos sociais que não só lutavam por educação, mas também
por outros direitos sociais como saúde, moradia, luta pela terra e outros direitos de natureza
20
similar. O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (2006) incorpora o princípio do
empedramento dos grupos sociais, entendido como um conhecimento experimentado sobre
os mecanismos que podem melhor defender e garantir os Direitos Humanos.
Trabalhar a dimensão ética da Educação em Direitos Humanos implica na
promoção da educação para a cidadania ativa; construção de uma prática educativa
dialógica, participante e democrática, compromissada com a construção de uma sociedade
que tenha por base a afirmação da dignidade de toda pessoa humana. Os educadores a
partir do momento que se propõem à tarefa de educar estão se assumindo como
promotores e defensores de direitos. Para tanto, estão inseridas como conteúdos
disciplinares nas disciplinas das estruturas curriculares dos cursos da Universidade e nas
atividades complementares em consonância as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação em Direitos Humanos, conforme a determinação da Resolução nº 1, de 30 de
maio de 2012.

1.4.8 Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro


Autista

A Universidade visa realizar, sempre que necessário, práticas educacionais que


favoreçam a adaptação dos indivíduos na vida social, diminuindo o sofrimento de suas
famílias, e capacitação de profissionais especializados para atender esta comunidade e,
assim, cumprir as exigências determinadas na Lei nº 12764/2012, referente aos direitos da
Pessoa com transtorno do Espectro Autista ou qualquer outro tipo de deficiência. Ações,
como:
a) constituir uma equipe multidisciplinar para avaliar e desenvolver um programa de
intervenção orientado a satisfazer as necessidades particulares a cada indivíduo, a
orientação familiar, processos psicoeducacionais e a intervenção na comunicação;
b) aprimorar a formação de profissionais e estudantes das áreas de educação, saúde e
social, que poderão ser envolvidos no atendimento de indivíduos com diagnóstico do
espectro do autismo;
c) discutir as possibilidades de como realizar um trabalho acadêmico, tanto na classe
comum como no atendimento educacional especializado, identificando as
características desse alunado;
d) divulgar o conhecimento científico e práticas clínicas e educacionais que possam
contribuir com a melhoria da qualidade de vida de indivíduos com diagnóstico de
TEA.
A IES possui a Política de Acessibilidade Acadêmica aos Portadores do Transtorno do
Espectro do Autismo (TEA) e da Síndrome de Asperger.

21
1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

1.4. O Curso

2.1.1 Nome do curso

Curso de Pedagogia, Licenciatura Presencial

2.1.2 Endereço de funcionamento do curso

Unidade Dutra - Guarulhos


Av. Anton Philips, nº 1, Vila Hermínia
Guarulhos / SP CEP: 07030-010
FONE/FAX: (11) 2409-9222/ (11) 2440-2030
SITE: www.ung.br

2.1.3 Ato regulatório

Renovação de Reconhecimento do curso presencial de Pedagogia consta na


Portaria n. 286, de 21 de dezembro de 2012. Devidamente publicada no Diário Oficial da
União, n. 249, seção 1, de 27 de dezembro de 2012.

2.1.4 Vagas, turnos e dimensionamento da turma

A UNG reafirma 240 vagas anuais, no turno diurno e noturno. As vagas


requeridas atendem as demandas da região, ao mercado de trabalho e aos anseios do
Governo Federal em ampliar as vagas do ensino superior para todo o território nacional.

2.1.5 Formas de Acesso

Seguindo a legislação vigente e Regimento Geral da IES o acesso ao curso é


aberto aos portadores de comprovante de conclusão do ensino médio ou equivalente, sendo
que o ingresso ao curso (mediante disponibilidade de vagas e/ou prerrogativas legais) pode
ser feito por:

-Processo seletivo vestibular, conforme normas contidas em edital específico;


-Através do ENEM;
-Transferências previstas em Lei;
-Portadores de Diploma de Ensino Superior.

22
2.1.6 Carga horária total e integralização do curso

Carga Horária Total: 3.200 horas

Integralização Curricular: mínima: 8 semestres e máxima: 12 semestres

1.5. Justificativa/Relevância de oferta do curso

No ano de 2012, o investimento em educação no Brasil consiste em 5,7% do Produto


Interno Bruto do país, sendo superior ao valor investido em países como Estados Unidos,
Suíça, Canadá e Alemanha. No entanto, dados nacionais e internacionais nos mostram que
um dos investimentos mais necessários para a melhoria da educação no país advém da
formação de professores. Embora as taxas de analfabetismo tenham decaído no período de
2007 a 2014 (IBGE, 2014), segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) em
pesquisa realizada em 2012, se elevam as taxas de analfabetos funcionais estimando-se
que 27% da população brasileira não é capaz de compreender textos simples. Tais
condições desfavoráveis, mostram-nos a carência em uma formação de professores de
qualidade.

No que tange à formação inicial de professores no curso de Pedagogia, de acordo com


o Censo da Educação Superior de 2013, houve aumento de 50% no número de matrículas
nos cursos de licenciatura, nos últimos 10 anos, e que, do total de alunos concluintes
matriculados, 44,5% é do curso de graduação em Pedagogia. Conforme o documento, esse
curso é o terceiro mais buscado e detêm o maior número de alunos. De acordo com Gatti e
Barreto (2009), que apresentam um panorama sobre a formação continuada de professores,
acerca da principal motivação para a escolha do curso de Pedagogia, 65,1% dos alunos
responderam que é o desejo de ser professor (PONTES, 2016).

Dados do Censo da Educação (2015), mostram que dos mais de 518 mil professores
atuantes na rede pública brasileira, mais da metade ainda não completou o ensino superior.
Apontam os dados da Diretoria de Educação Básica da Capes, do Estado de São Paulo,
coadunam com o Censo Educação (2015), apontando que mais de 34.000 professores de
Educação Básica ainda não concluíram a formação superior, conforme recomendado pela
Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

Tais deficiências na formação inicial de professores incidem em um investimento


posterior em programas de formação continuada que visam suprir o déficit de aprendizagem
pedagógica desses educadores, além de incorrer em práticas pedagógicas deficitárias nas
escolas do estado de São Paulo. Neste sentido, o curso de Pedagogia da UNG reflete em
sua matriz curricular, o intento de atender aos novos contextos educativos que emergem da
chamada sociedade do Conhecimento, bem como se propõe a atender as exigências atuais
de uma educação emancipatória, focada no respeito às diferenças, contextualizada com as
necessidades formativas contemporâneas.

Esse histórico data de meados de 1970, quando o curso de Pedagogia da UNG foi
reconhecido pelo Parecer 1749/73, Decreto 73265, de 06/12/1973; a habilitação “Magistério
das Matérias Pedagógicas do 2º. Grau” foi reconhecida pelo Parecer 512/83, de 07/10/1983

23
– Portaria Ministerial 452/83, de 02/11/1983. No curso regular de 3 anos, o aluno obtinha
diploma de PEDAGOGIA – LICENCIATURA PLENA EM MAGISTÉRIO DAS MATÉRIAS
PEDAGÓGICAS E ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR. As outras habilitações oferecidas eram
Supervisão Escolar e Orientação Educacional, para os portadores de diploma de Pedagogia,
com duração de um semestre letivo.

Em 1997, foi organizado um novo currículo para o curso, considerando a nova Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9394/96). Na ocasião, as seguintes
disciplinas passaram a fazer parte do curso: “Informática em Educação”; “Metodologia de
Ensino da Educação Infantil”; e “Técnicas de Treinamento de Recursos Humanos”.

Houve, também, alteração de denominação de disciplinas, de “1º. e 2º. graus” para


“Educação Básica” e de “Magistério das Matérias Pedagógicas do 2º. grau” para “Magistério
das Matérias Pedagógicas do Ensino Médio”.

Em 2003, de acordo com a Resolução CONSEPE/CONSUN 06/2003, foram aprovadas


a adequação curricular e a criação das habilitações “Magistério dos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental” e “Magistério da Educação Infantil”, das quais foi protocolado o pedido de
reconhecimento junto ao MEC, em 05/08/2003.

Foram enviadas cartas aos alunos informando que todos os alunos do Curso de
Pedagogia, do 1º. ao 4º. semestre, poderiam optar por uma dessas habilitações e,
automaticamente, adequar seu currículo para, ao final do curso, receber um diploma de
PEDAGOGIA – LICENCIATURA PLENA EM MAGISTÉRIO DOS ANOS INICIAIS DO
ENSINO FUNDAMENTAL e ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR ou PEDAGOGIA –
LICENCIATURA PLENA EM MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INFANTIL e ADMINISTRAÇÃO
ESCOLAR

Os alunos do 5º. e 6º. semestres, último ano do curso, teriam oportunidade de terminar
a Pedagogia com as habilitações originais – Magistério das Matérias Pedagógicas do Ensino
Médio e Administração Escolar – com poucas alterações e, com mais um semestre, obter
uma terceira habilitação à sua escolha: Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Educação
Infantil, Supervisão Escolar ou Orientação Educacional, a ser apostilada em seu diploma.

No primeiro semestre de 2004, 116 alunos foram matriculados, formados em


Pedagogia na UNG e em outras instituições, cursando as disciplinas que se julgavam
principais para obtenção, em um semestre letivo, da habilitação pretendida. Embora
cursassem as disciplinas nas turmas regulares, foram matriculados com os códigos HAI
(habilitação Anos Iniciais) e HEI (habilitação Educação Infantil).

Terminado o semestre, em junho de 2004, tais alunos buscaram certificado e histórico


escolar, para que tivessem a comprovação das habilitações, para fins profissionais.
Entretanto, nenhum documento lhes foi fornecido.

Somente em 2005 foram organizados documentos que comprovassem integralização


da formação em HAI e HEI. No mesmo ano, começaram as discussões sobre a nova
formação para o pedagogo com caráter generalista, para atuar como docente tanto na
Educação Infantil quanto no Ensino Fundamental I.

Em julho de 2006, momento em que a direção do curso foi alterada, houve discussão
interna acerca da mudança do curso pela via da nova Diretriz Curricular 1/2006 para a
24
Pedagogia.

A discussão foi pautada na seguinte legislação:

- Projeto Pedagógico Institucional da UNG;

- Parecer CNE/CP no. 5, de 13 de dezembro de 2005, que institui as Diretrizes Curriculares


para o Curso de Pedagogia;

- Parecer CNE/CP no. 3, de 21 de fevereiro de 2006, que Reexamina Parecer CNE/CP no.
5/2005 e trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia; e

- Resolução CNE/CP no. 1, de 15 de maio de 2006, que institui as Diretrizes Curriculares


Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia – Licenciatura.

Vários foram os procedimentos adotados:

- Consulta avaliativa da estrutura e funcionamento do Curso, via questionário, junto aos


alunos dos semestres iniciais (1º. semestres), intermediários (3º. semestre) e finais (6º.
semestre), por amostragem e utilizando o recurso de sorteio aleatório;

- Reuniões semanais com os docentes do curso, organizados por “grupo interesse”;

- Leitura e análise de conteúdo das respostas dos questionários e dos documentos oficiais
norteadores e do Projeto Pedagógico do Curso dos anos de 2005 e 2006.

As mudanças curriculares sempre foram precedidas de discussão com os


membros do colegiado, desde o início do curso.
No ano de 2015, a universidade foi adquirida pelo Grupo Ser Educacional e,
por esta razão, iniciou-se uma reformulação curricular conforme a matriz curricular do
Grupo. Os professores realizaram um estudo acerca das matrizes e iniciou-se um
realinhamento das concepções do curso com as concepções institucionais.
Atualmente, o curso visa forma pedagogos para atuação em diferentes áreas,
tendo um currículo integrado com as demandas da contemporaneidade. O curso visa formar
pedagogos no período de quatro anos, conforme estabelecido pela Resolução n.º 2/2015.
A Resolução CNE/CP nº. 1/2006, estabelece em seu art. 6º. que “a estrutura do
curso de Pedagogia, respeitadas a diversidade nacional e a autonomia pedagógica das
instituições” deverá ser constituída de aprofundamento e diversificação de estudos e de
estudos integradores.
Para tanto, o Projeto Político Pedagógico resultou em uma Matriz Curricular onde
estes núcleos fossem contemplados ao longo do processo de integralização do curso em
que se pode vislumbrar a relação com disciplinas de natureza teórica e teórico/prático que
visam à análise, a discussão e reflexões críticas de elementos que denotam fatos e
fenômenos relativos ao estudo da formação e estruturação da sociedade, da organização
histórica e política da realidade, bem como, da concepção de homem e mundo que implicam
diretamente nas variadas formas de pensar e agir em educação, objetivando a construção
de práticas pedagógicas sustentadas por coerência e coesão didático-metodológica.
São disciplinas/atividades representadas pela Educação em Direitos Humanos,
Educação das Relações Étnico-raciais, Didática, LIBRAS, Alfabetização e Letramento,

25
Educação Infantil, Educação Popular, Metodologia do Ensino de Matemática, Metodologia
do Ensino de História, Metodologia do Ensino de Ciências, Metodologia do Ensino de
Geografia, Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa, Metodologia do Ensino de Arte,
Psicomotricidade, Avaliação: teoria e prática, Educação inclusiva: teoria e prática, Literatura
Infantil, Educação de Jovens e Adultos, Educação e Tecnologias, Gestão Educacional,
Andragogia e Educação Profissional.
Os alunos realizam atividades que oportunizam uma reflexão sobre a atuação
profissional e a busca pela contextualização na realidade de teorias, métodos e discussões
didáticas; é a representação do caráter instrumental voltado para a verificação e
“experimentação” na prática dos múltiplos estudos realizados na base disciplinar.
Para a formação pretendida temos em nossa Matriz Curricular a indicação de uma
porcentagem, em todas as disciplinas, de atividade prática que poderá corresponder a
pesquisa, visitas técnicas, vivencias e estudo de metodologias e concepções didáticas,
projetos de iniciação científica, participação em congressos/seminários/simpósios,
participação em atividades culturais, em atividades de responsabilidade social e
principalmente, de prestação de serviços na área educacional na Instituição e fora dela.
Para melhor responder a este quesito temos a ativação da “Brinquedoteca” que irá
funcionar como laboratório do Curso, no sentido de propiciar o “exercício” de metodologias,
a construção de materiais pedagógicos, a reflexão de atitudes didáticas e a monitoria para a
prestação de serviços às instituições que necessitem dos conhecimentos e da prática
pedagógica.
Faz-se necessário observar que as questões elencadas e a maneira como são
contemplados no Projeto Político Pedagógico e na Matriz Curricular seguem o princípio da
Interdisciplinaridade e, portanto, a localização de atividades e disciplinas segue uma ordem
meramente formal e didática. Toda a Matriz Curricular é vislumbrada como gerida por um
movimento de continuidade e de complementaridade; há uma relação interativa e holística
que percorre o processo formativo desde o seu início até a sua integralização.

1.6. Objetivos do curso

2.3.1 Objetivo geral

Formar o Pedagogo, com postura ética, científica e comprometida com a qualidade do


ensino, para atuação multidisciplinar na Educação Infantil e no Ensino Fundamental; nos
cursos de ensino médio, na modalidade normal, e em cursos de Educação Profissional,
podendo ainda atuar em outras áreas que necessitem de conhecimentos pedagógicos.

2.3.2 Objetivos específicos

São objetivos específicos do curso:


• formar o profissional da educação para atuar em espaços educativos diversos
(escolas, comunidade, entidades e outros).
• criar situações que favoreçam o contato com as diversas concepções de educação
como forma de ampliar as oportunidades de ensino.
• ampliar a formação desse profissional para que a sua atuação em espaços
alternativos seja em consonância com uma perspectiva crítica em educação.

26
• desenvolver no educando as habilidades necessárias ao desempenho na docência e
em outras áreas que necessitem de conhecimentos pedagógicos.
• desenvolver no aluno a capacidade para analisar, diagnosticar e buscar soluções
para os problemas educacionais, por meio de associação entre teorias e práticas.
• incentivar as atividades de pesquisa e extensão como forma vivenciada da realidade,
possibilitando uma integração com a sociedade, relevando a importância teórica/ prática.

1.7. Perfil do Egresso

O Curso de Graduação em Pedagogia da UNG oferece uma formação baseada em


valores éticos e humanísticos, técnicos e científicos mediante um ensino teórico-prático de
estímulo à pesquisa e à extensão.
O perfil do egresso do Curso, foi definido à luz da Resolução CNE/CP nº1 de 15/05/2006
que institui as DCN para os Cursos de Graduação em Pedagogia – Licenciatura,
demonstrando coerência com os objetivos do curso propostos no Projeto Pedagógico do
Curso. Logo, o egresso deverá estar apto a:
- Atuar com ética e compromisso para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa,
equânime e igualitária;
- Compreender, cuidar e educar crianças, adolescentes, jovens e adultos, inclusive os
fora de faixa, de modo a propiciar seu desenvolvimento com vistas às diversas dimensões
que constituem suas particularizadas formações;
- Trabalhar em espaços escolares e não-escolares na promoção da formação humana
observando o desenvolvimento de subjetividades com autonomia e verdadeira liberdade;
- Reconhecer e respeitar as diversidades apresentadas por necessidades físicas,
cognitivas, emocionais e afetivas dos educandos em suas relações individuais e coletivas;
- Ensinar disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História,
Geografia, Artes, Filosofia e Educação Física, de forma interdisciplinar;
- Articular as linguagens dos meios de comunicação à educação, demonstrando
conhecimento das tecnologias da informação que podem ser significativas à aprendizagem
dos educandos;
- Ser agente propositivo na integração entre os estudantes, a instituição educativa, a
família e a comunidade;
- Demonstrar consciência política acerca do respeito à diversidade expressas nas
diferenças étnico-raciais, econômicas, de gêneros, gerações etárias, orientações sexuais,
culturais, de classes sociais, políticas, religiosas, entre outras, para ser agente
transformador na diminuição das exclusões e preconceitos;
- Participar na gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação,
coordenação, acompanhamento e avaliação de projetos pedagógicos e programas
educativos em espaços escolares e não-escolares;
- Desenvolver pesquisas no cerne da educação, problematizando situações escolares,
pedagógicas, políticas públicas educacionais, ambientais, gestões educacionais, currículo e
práticas educativas nos mais diversos contextos; e
- Aplicar com competência, criticidade e propriedade os conhecimentos pedagógicos,
instrumentos legais, e metodologias da ação educativa em função da construção de uma
educação com mais qualidade e justiça.
O profissional de educação, devido à complexidade do fenômeno educativo, deve ter
uma formação interdisciplinar que privilegie a dimensão humanística, profissional e ética. A

27
formação geral permitirá ao profissional compreender o fenômeno educacional no mundo
contemporâneo e as suas múltiplas formas de funcionamento.
Em relação à formação específica, o pedagogo será apto a exercer a docência na
Educação Infantil; nos anos iniciais do Ensino Fundamental; nos cursos de Ensino Médio, na
modalidade Normal, de Educação Profissional e ainda nas áreas de serviços de apoio
escolar, bem como atuar em outras áreas que necessitem de conhecimentos pedagógicos.
Desenvolverá atividades de: gestão, planejamento, execução, coordenação e
acompanhamento e avaliação de projetos educacionais diversos.
O egresso deverá ainda ter consciência de que não existe educação neutra, que sua
ação educativa será formadora de opiniões que poderá colaborar para os sucessos ou
insucessos na vida em sociedade, sem desta maneira desvalorizar as construções
provenientes do meio social dos educandos. Assim o perfil do Pedagogo articula-se com as
concepções e desafios emergentes sobre a educação, com o impacto das tecnologias da
informação e das comunicações sobre o processo de ensino/aprendizagem e com as
necessidades sócio educacionais da região, do país e do mundo.
.

2.4.1 Campo de atuação

O Curso de Pedagogia, Licenciatura, forma profissionais para atuar:


- Como docente da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental;
- Como gestor do trabalho pedagógico em suas diferentes funções: administração,
planejamento, supervisão escolar, coordenação pedagógica e orientação educacional da
Educação Básica.

Na educação não-formal o pedagogo poderá atuar como:


-Assessor pedagógico ou gestor de RH em empresas, organizações governamentais e não-
governamentais, atuando na gestão pedagógica e administrativa de pessoal, orientação de
estágios, formação e/ou capacitação profissional em serviço presencial ou à distância;
-Assessor pedagógico em setores de comunicação, em empresas ou outras instituições,
atuando, por exemplo, na orientação pedagógica para produção de materiais informativos,
instrucionais (didáticos e paradidáticos) e no uso pedagógico de novas tecnologias de
comunicação e informação;
-Assessor ou consultor pedagógico a serviço de difusão cultural (museus, centros culturais,
bibliotecas, brinquedotecas, cineclubes) e de comunicação de massa (jornais, revistas,
televisão, rádios, editoras, agências de publicidade, indústria de brinquedos etc);
-Como assessor/ gestor de programas e projetos de natureza socioeducativas, nas
seguintes áreas ou locais: educação para a saúde (hospitais, Centros de Saúde, etc....);
educação para o trânsito (setor de planejamento urbano, transportes, etc...); promoção
social (empresas, órgãos públicos, ONGS); educação ambiental (empresas, órgãos
públicos, ONGS); recreação e lazer (clubes, entidades de classe, hotéis e instituições
ligadas ao turismo);
-Como profissional liberal, o pedagogo pode atuar como: consultor pedagógico: para
projetos de educação à distância, gestão de pessoas, gestão do conhecimento, etc;
assessoria educacional: gestão, avaliação, legislação educacional (instituições públicas e
privadas); orientação de estudos.

28
1.8. Estrutura curricular

A estrutura curricular para o curso estabelece expressamente as condições para


sua efetiva conclusão e integralização curricular. Seguindo o regime seriado semestral, o
curso está organizado para alcançar seus objetivos tendo em vista, além das legislações
vigentes aplicadas ao ensino superior, o Regimento da IES, o Projeto Pedagógico
Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), como determinado no
Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
O currículo do curso foi concebido na perspectiva da educação continuada, como
uma realidade dinâmica, flexível, propiciando a integração da teoria e da prática, o diálogo
entre as diferentes ciências e saberes, e as atividades facilitadoras da construção de
competências. A organização curricular seguiu os princípios de: a) flexibilização, b)
interdisciplinaridade e c) contextualização.
A flexibilização traz a possibilidade de suavizar a estrutura curricular do curso,
favorecendo ao aluno a realização de percursos formativos diferenciados, possibilitando a
escolha dentre as múltiplas atividades acadêmicas que são oferecidas pela IES. No curso, o
universo de atividades complementares se estrutura dentro e fora da IES e são organizadas,
articuladas não só às atividades específicas desenvolvidas pelas disciplinas (seminários
direcionados ao conteúdo programático, visita de profissionais à sala de aula para debates
sobre técnicas e tecnologias específicas, atividades externas para a produção e captação de
material etc.), como também às atividades do próprio curso, com vias a promover o
feedback entre mercado e academia.
A interdisciplinaridade propicia o diálogo entre os vários campos do conhecimento e
a integração do saber. Supera uma organização curricular tradicional, que coloca as
disciplinas como realidades estanques, fragmentadas, isoladas e dificulta a apropriação do
conhecimento pelo aluno. O ensino baseado na interdisciplinaridade tem poder estruturador,
pois, as definições, os contextos e os procedimentos estudados pelos alunos serão
organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de conceitos e
metodologias compartilhadas por várias disciplinas, capacitando os alunos para enfrentar
problemas que transcendem os limitem de uma disciplina concreta. Além disso, a
interdisciplinaridade favorece a realização de transferências das aprendizagens já
adquiridas em outros contextos e amplia a motivação para aprender. Adicionalmente, as
disciplinas do curso estão inter-relacionadas e se integram em função dos objetivos do curso
e do perfil do egresso.
A contextualização busca a adequação do currículo às características dos alunos e
do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as atividades curriculares com
o cotidiano dos alunos e com o contexto social. Para atender a esse princípio, busca-se
adequar o processo ensino-aprendizagem à realidade local e regional, articulando as
diferentes ações curriculares às características, demandas e necessidades de cada
contexto. Desenvolvem-se estratégias para articular o processo de ensino à realidade dos
alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e dimensões da vida
pessoal, social e cultural dos discentes.
O currículo foi idealizado de forma que haja o sequenciamento lógico das
disciplinas, objetivando preparar os acadêmicos para atuar em diferentes áreas de
conhecimento do curso. Ressalta-se que este sequenciamento possibilita a formação
paulatina e continuada do profissional desejado. A carga horária de cada disciplina foi
baseada nos conteúdos programáticos necessário para a formação do profissional, assim
como na sua complexidade e importância para atingir o perfil profissional desejado. Verifica-

29
se que nos semestres letivos existe uma distribuição ponderada de horas para as
disciplinas, permitindo aos alunos do curso o desenvolvimento pleno, tanto de suas
atividades de ensino, quanto das atividades de extensão e iniciação científica. Todas as
etapas de formação visam fornecer ao profissional uma bagagem com todas as habilidades
e conhecimentos que o tornarão apto a atender os objetivos delineados quando da
concepção do curso.
No que concerne à carga horária total do curso, a mesma é condizente com toda a
bagagem de conhecimentos que o profissional precisa desenvolver com vistas à sua
inserção no mercado de trabalho. O currículo para o curso possui carga horária total e
integralização que atendem a legislação pertinente.
A carga horária está mensurada em horas de atividades acadêmicas e de trabalho
discente efetivo, conforme preconizam os artigos 2º e 3º da Resolução CNE/CES nº 3, de
02/07/2007. Objetivamente, as atividades são desenvolvidas no curso, valorizando
metodologias inovadoras que não se restrinjam a aulas expositivas, e que, efetivamente,
permitam o desenvolvimento das competências e habilidades delineadas para a formação,
bem como atendem a acessibilidade pedagógica e atitudinal e promovam a
interdisciplinaridade, a articulação teórico-prática e a flexibilidade curricular. Estas são as
principais prioridades da Coordenação do Curso, objetivando a formação do profissional
capaz de colocar em ação os conhecimentos e valores adquiridos para desempenhar com
eficácia e eficiência as competências profissionais adequando às necessidades do mercado
de trabalho.

1.9. Conteúdos curriculares

O planejamento curricular idealizado para o curso é resultante fundamentalmente, da


reflexão sobre sua missão, concepção e seus objetivos, baseia-se nas orientações da
Resolução CNE/CES nº 1, de 15/05/2006 que institui as diretrizes curriculares nacionais do
curso, nas demais políticas institucionais e legislações que regem o Ensino Superior.
O currículo do curso traz uma multiplicidade de conhecimentos que constrói uma
formação, humanista, crítica e reflexiva. O encadeamento das disciplinas que compõem o
currículo estabelece uma relação de interdependência entre os conteúdos de várias ciências
e áreas de conhecimento. Os componentes curriculares foram desenhados de forma a
atender excelentemente requisitos de flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da
carga horária total (em horas), a articulação da teoria com a prática, pois a finalidade do
curso é preparar profissionais aptos a exercerem as funções requeridas pelo mercado nas
áreas correlatas, com uma visão integral dos aspectos a eles relacionados tais como:
tendências do mercado global, novas tecnologias, impactos ambientais; tendo em vista as
inovações tecnológicas introduzidas, as mudanças nos processos, e as crescentes
exigências por parte das sociedades e governo.
O currículo do curso dispõe de carga horária para a realização de atividades
complementares, com instrumentos da interdisciplinaridade e ambiente propício ao
desenvolvimento de novos campos ou temas emergentes. Essas atividades concedem
flexibilidade curricular ao curso, proporcionando a oferta de conteúdos variáveis,
contemporâneos aos avanços e às mudanças da sociedade, da ciência e da tecnologia.
Estas atividades de ensino aprendizagem com caráter complementar podem ser oferecidas
pela IES e pela coordenação do curso, mediante eventos como congressos, palestras,
estágios extracurriculares, monitorias, visitas técnicas, seminários entre outras, superando
assim, a lógica tradicional onde as atividades não consideram a realidade dos educandos.

30
Na formação do profissional, além dos conteúdos teóricos e práticos desenvolvidos
ao longo de sua formação, o curso inclui em seu currículo, como atividade obrigatória, o
estágio curricular. O estágio curricular, devidamente regulamentado pela IES, está em
conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso.
A Universidade adotou o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) como componente
obrigatório na estrutura curricular do curso.
A organização curricular do curso contempla às exigências do Decreto nº. 5.626,
publicado no DOU de 23/12/2005, que Regulamenta a Lei nº. 10.436, de 24 de abril de
2002, que dispõe sobre a LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais e o art. 18 da Lei Nº. 10.098,
de 19 de dezembro de 2000, na condição de disciplina optativa. Além da disciplina de
Libras, contempla as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-
Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira, Africana e Indígena que estão
inclusas como conteúdos disciplinares e nas atividades complementares em consonância
com a Resolução CNE/CP n° 01, de 17/6/2004. Há consideração acerca das Políticas de
Educação Ambiental, conforme a determina a Lei nº 9.795, de 27/04/1999 e o Decreto nº
4.281 de 25/06/2002. Há integração da educação ambiental às disciplinas do curso de modo
transversal, contínuo e permanente. Foram consideradas, ainda, as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme a determinação da Resolução
nº 1, de 30/05/2012, bem como aspectos de sustentabilidade, entendendo a necessidade da
aderência do projeto pedagógico do curso com o desenvolvimento integrado e sustentável
da região. Assim, o projeto atende aos pilares básicos de desenvolvimento integrado e
sustentável, que são: ecológico, econômico, social, cultural e o político – como preconiza os
padrões de qualidade definidos pelo MEC.
Ressalta-se ainda a inclusão na estrutura curricular do curso dos componentes
“Tópicos Integradores”, elemento integrador de conteúdos de disciplinas de semestres
letivos anteriormente vivenciados, sendo estruturado a partir de atividades que integram os
conteúdos com vistas ao desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e
reflexivo dos alunos através da utilização de questões problemas relativos aos conteúdos
ministrados. Além disso, ainda há a inclusão na estrutura curricular do curso de disciplinas
optativas, que são componentes curriculares voltados para reforçar a interdisciplinaridade, a
flexibilização curricular, atualização e a evolução da área que interfere no processo de
aprendizagem da formação do aluno. Estas disciplinas não possuem caráter obrigatório.
O Coordenador do Curso desempenha papel integrador e organizador na
implantação e desenvolvimento da estrutura curricular, planejada conjuntamente com o
corpo docente, buscando integrar o conhecimento das várias áreas. Para a implementação,
desenvolvimento e execução do currículo, o Coordenador trabalha com o seu Núcleo
Docente Estruturante - NDE, seu Conselho de Curso e demais professores.
Registre-se que esse tema é alvo de inúmeras e permanentes discussões com o
Conselho de Curso e com todos os docentes, sempre com a participação discente. Neste
sentido, são discutidos aspectos relacionados entre as disciplinas específicas e afins.
Para obtenção do título, o discente deverá cursar e ser aprovado em todos os
componentes curriculares disposto na estrutura curricular do curso e integralizando a carga
horária total. Neste contexto, o curso atende, integralmente, aos requisitos legais, bem como
aos padrões de qualidade definidos pelo MEC.

1.10. Representação gráfica do curso

CARGA HORÁRIA
Semestre Código Disciplinas

31
Componentes Curriculares Prática TCC Estágio
Atividades
Total
Teórica Prática de Subtotal Complementares
Ensino
Comunicação e Expressão 60 60 60
Fundamentos da Filosofia da Educação 60 60 60
Introdução a Pedagogia 60 60 60
1º Políticas Públicas e Educação No Brasil 60 60 60
Fundamentos Sócio-Antropológicos 60 60 60
Desenvolvimento Pessoal e Empregabilidade 60 60 60
Subtotal 360 0 0 360 0 0 0 360
Princípios da Educação em Direitos Humanos 50 10 60 60
Didática 40 10 10 50 50
Psicologia do Desenvolvimento 60 60 60
2º Libras 30 10 20 40 40
História da Educação: Geral e Brasil 60 60 60
Organização e Legislação da Educação Brasileira 60 60 60
Subtotal 300 30 30 330 0 0 0 330
Fundamentos Aplicados à Educação 60 60 60
Metodologia da Pesquisa 60 60 60
Psicologia da Aprendizagem 60 60 60
3º Alfabetização e Letramento 40 10 10 50 50
Estrutura e Funcionamento da Educação 60 60 60
Ação Pedagógica na Educação Infantil 40 20 60 60
Subtotal 320 30 10 350 0 0 0 350
Educação Popular 40 10 10 50 50
Ética e Cidadania 60 60 60
Metodologia do Ensino da Matemática 40 10 10 50 50
4º Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa 40 10 10 50 50
Psicomotricidade Relacional 40 10 10 50 50
Tópicos Integradores I 60 60 60
Subtotal 280 40 40 320 0 0 0 320
Avaliação da Aprendizagem 50 10 60 60
Empreendedorismo 60 60 60
Metodologia do Ensino de História 40 10 10 50 50
5º Metodologia do Ensino das Ciências 40 10 10 50 50
Metodologia do Ensino de Geografia 40 10 10 50 50
Estágio Supervisionado I 0 100 100
Subtotal 230 40 30 270 0 100 0 370
Fundamentos de Educação Inclusiva 40 10 10 50 50
Literatura Infantil e Prática Pedagógica 40 20 60 60
Responsabilidade Socioambiental 60 60 60
Educação de Jovens e Adultos 40 10 10 50 50

Tópicos Integradores II 60 60 60
Estágio Supervisionado II 0 100 100
Subtotal 240 40 20 280 0 100 0 380
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS (Disciplina Optativa) (60) (0) (60) (60)
Tecnologia da Educação 40 10 10 50 50
Gestão Educacional 50 10 60 60
Andragogia e Educação 40 10 10 50 50
7º Metodologia do Ensino de Arte 40 10 10 50 50
Projeto de Diplomação I 0 40 40
Estágio Supervisionado III (60) 100 (60)
Subtotal 170 40 30 210 40 100 0 250
Tópicos Integradores III 60 60 60
Educação das Relações Étnico Raciais 40 10 10 50 50
Pedagogia Organizacional 60 60 60
8º Estudos Culturais em Educação 60 60 60
Projeto de Diplomação II 0 40 40
Estágio Supervisionado IV 0 100 100
Subtotal 220 10 10 230 40 100 0 370

Atividades Complementares (Livres) 200 200


Carga Horária Total do Curso 2120 230 170 2350 80 400 200 2930
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS (Disciplina Optativa) (60) (0) (0) (60) (60)

Resumo CH Integralização Curricular


Carga Horária Teórica 2120
Mínima 8 semestres (4 anos)

Máxima 12 semestres (6 anos)


32
Carga Horária Prática 230
Carga Horária Prática 170
Carga Horária (Teórica + Prática + Prática de Ensino) 2520
TCC 80
Estágio Supervisionado 400
Atividades Complementares 200
Carga Horária Total do Curso 3200
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS (Disciplina Optativa) (60)
Optativa I, II e III (180)

A carga horária está mensurada em hora aula de 60 minutos de atividades


acadêmicas e de trabalho discente efetivo, conforme preconizam os artigos 2º e 3º da
Resolução CNE/CES nº 3, de 02/07/2007. As atividades extraclasses realizadas serão
descritas pelo professor no Plano de Ensino de cada disciplina, bem como serão registradas
no Sistema Acadêmico da IES. Tais atividades compreendem: aula prática de campo ou
laboratório, leitura complementar com relatório, pesquisa bibliográfica, exercício
contextualizado, estudo de caso, trabalho individual ou em grupo, outros.

1.11. Ementário e bibliografias

Anexo a este PPC, está disponibilizado o ementário e referências bibliográficas


para o curso, bem como uma tabela com o acervo bibliográfico com quantidade de
exemplares.

33
2. ATIVIDADES ACADÊMICAS DO CURSO

1.12. Políticas institucionais no âmbito do curso

As políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa (iniciação


científica) no âmbito do curso se encontram em perfeita consonância, vez que o Projeto
Pedagógico do Curso deve dialogar com o PPI e com o PDI, incorporando os valores e
servindo como referência de todas as ações e decisões do curso.
Nessa ótica, o projeto de curso articula sua especificidade no contexto da
respectiva evolução histórica do campo do saber, estabelecendo, ao mesmo tempo, o
espaço particular para a sua história. A organização curricular, que prevê as ações
pedagógicas do curso, elemento fundamental de um Projeto Pedagógico, é, hoje, orientada
pelas Diretrizes Curriculares Nacionais.
Nessa linha, o Projeto Pedagógico do Curso espelha os princípios orientadores
do Projeto Pedagógico Institucional que é dinâmico, não apresenta uma forma definitiva. A
sua elaboração exigiu uma reflexão acerca da concepção e das finalidades da educação e
sua relação com a sociedade, bem como uma reflexão aprofundada sobre o profissional que
se quer formar e de mundo que se pretende construir. O processo de construção do projeto
pedagógico do curso se deu por meio de reflexões referentes à concepção de educação, de
cidadão, de conhecimento, de currículo, da relação teoria e prática, e outros tantas
indagações.
Tais questionamentos e suas respectivas reflexões são compreendidos como
processo e estão em contínua construção, avaliação, reelaboração. Portanto, ao constituir
em processo democrático de decisões, o projeto pedagógico representou a possibilidade
organizada de explicitar os anseios da comunidade acadêmica na busca de alternativas
viáveis, por meio do encadeamento de ações educativas e a organização do trabalho
pedagógico.
As ações institucionais no âmbito do curso visam o cumprimento dos objetivos
e metas da Instituição no que se refere ao ensino e também dizem respeito às demais ações
relacionadas e de apoio a essas atividades para atendimento da vocação global da IES.
O compromisso da IES se cumpre por oferta de cursos absolutamente
relacionados à conjuntura e a seus desdobramentos, trabalhando com o rompimento de
formas ultrapassadas de organização, de produção e troca de conhecimentos. A Instituição
se sente responsável em oferecer a um mercado, aceleradamente competitivo e em
permanente transformação, pessoas capazes da compreensão, para a administração, desta
nova ordem e de seus novos paradigmas.
A política de pesquisa está voltada especificamente à iniciação científica e ao
incentivo à participação docente e discente em congressos e outros eventos científicos
locais, regionais e nacionais.
O ensino, a pesquisa e a extensão não podem ser analisadas separadamente
ao do mundo do trabalho. Não podem ser compreendidas sem a integração da pesquisa, e a
pesquisa sem o campo da aplicação do ensino e da extensão; todos interagem em função
das necessidades sociais e econômicas e ao perfil, em permanente atualização, das
demandas profissionais.

34
A pesquisa contempla informações a serem obtidas a partir de dados
secundários ou primários disponíveis para a área de abrangência da Instituição e do Estado,
que mostrem também as tendências da oferta e da demanda de mão-de-obra.
As linhas de pesquisa são definidas de acordo com os eixos temáticos de
pesquisa e com as áreas de qualificação dos docentes pesquisadores da Instituição.

35
A IES incentiva e apoia a pesquisa, diretamente ou indiretamente, por meio da
concessão de auxílio para a execução de projetos científicos, bolsas especiais, formação de
pessoal pós-graduado, promoção de congressos e seminários, intercâmbio com outras
instituições, divulgação dos resultados das pesquisas realizadas e outros meios ao seu
alcance.
É de responsabilidade do Conselho Superior da IES regulamentar as atividades
de pesquisa nos aspectos relativos à sua organização, administração, financiamento e
funcionamento, bem como nos relacionados à avaliação e divulgação dos mesmos.
Os objetivos institucionais de extensão correspondem à produção de
conhecimento sobre os processos de apropriação e utilização dos saberes existentes por
parte das pessoas e das instituições locais, regionais e nacionais; à avaliação das
contribuições da IES para o desenvolvimento da sociedade; e à articulação do ensino e da
pesquisa com as necessidades da comunidade local.
As atividades de extensão no âmbito do curso seguirão as mesmas linhas
mestras das já implantadas e deverão ser realizadas com o envolvimento da comunidade,
sob a supervisão docente ou de técnicos da Instituição, como executor-colaboradores
nestas atividades.
As propostas de extensão estarão baseadas nos eixos temáticos e na linha
programática do Plano Nacional de Extensão.
As linhas programáticas da extensão correspondem ao desdobramento do
plano político-pedagógico dos eixos temáticos que são classificados em modalidades de
extensão como:
-Cursos de extensão;
-Cursos de ampliação cultural;
-Eventos científicos e técnicos;
-Eventos esportivos, artísticos, culturais ou sociais;
-Prestação de serviços;
-Publicação.

As práticas acima descritas estão em conformidade com o PDI da IES.

1.13. Estágio Supervisionado

A estrutura curricular do curso dispõe de carga horária para a realização do Estágio


Curricular Supervisionado.
O Estágio Curricular Supervisionado está devidamente normatizado, através de
regulamentação própria.

3.2.1. Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas


da Educação Básica

O estágio supervisionado, componente obrigatório da organização curricular do


curso, constitui-se de atividades de prática de ensino, a serem realizadas em escolas de
ensino Fundamental e Médio, visando solidificar as relações teoria-prática trabalhadas nas
disciplinas de conhecimento especifico, pedagógicas e integradoras. O Estágio
Supervisionado compreende a articulação entre as atividades de observação, intervenção,

36
regência e desenvolvimento de projeto de investigação e docência na Unidade Escolar de
Ensino, previamente contatada e com parceria celebrada.

3.2.2. Estágio curricular supervisionado – relação entre licenciandos,


docentes e supervisores da rede de escolas da Educação Básica

Através do Estágio Supervisionado do curso, o aluno-estagiário vai desempenhar


atividades numa perspectiva de reflexão na ação e sobre a ação, de modo a formar-se como
um professor que paute sua prática em dimensões éticas e políticas, de forma crítica,
contextualizada, interdisciplinar e transformadora.
Para que o conhecimento da prática profissional se dê da forma descrita, o
acompanhamento do licenciando, pelo professor-orientador, acontecerá de duas formas: a)
coletivamente, a partir do estudo de temas relevantes para o aperfeiçoamento da prática,
sempre envolvendo a participação dos licenciando nas aulas presenciais, previstas no
horário; e b) individualmente, a partir da orientação do aluno-estagiário e do
acompanhamento dos registros das atividades desenvolvidas no campo de estágio.
A relação entre licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas está
contemplada no Regulamento próprio de Estágio Supervisionado para os Cursos de
Licenciatura da IES.

3.3.3. Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática

O Estágio Curricular Supervisionado para o curso está devidamente regulamentado


pela IES e consiste na participação do licenciando em atividades acadêmicas articuladas ao
ensino de graduação (licenciatura) em ambiente escolar, consolidando sua formação e a
articulação entre a teoria e a prática. Uma reflexão teórica acerca de situações vivenciadas,
possibilitando uma formação que privilegie uma abordagem relacional, buscando a
complementaridade dos espaços formais e não formais de educação como forma de
potencializar uma abordagem crítica, bem como a produção acadêmica que articule a teoria
estudada e a prática vivenciada.
O acesso dos licenciandos à rede de escolas propicia conhecimento acerca da
realidade das instituições de Ensino Fundamental e Médio, buscando familiarizá-los com o
seu ambiente de atuação profissional.

3.4. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

A estrutura curricular do curso dispõe de carga horária para a realização do


Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. O TCC está devidamente normatizado através de
regulamentação própria.

3.5. Atividades Complementares

37
As Atividades Complementares, componente curricular obrigatório a ser
ofertado ao longo do curso, possibilitam o reconhecimento por avaliação de habilidades e
competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, hipóteses em que o
aluno alarga o seu currículo com experimentos e vivências acadêmicas, internos ou
externos ao curso. Orientam-se, desta maneira, a estimular a prática de estudos
independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de permanente e
contextualizada atualização profissional específica; sobretudo nas relações com o mundo do
trabalho, estabelecidas ao longo do curso, integrando-as às diversas peculiaridades
regionais e culturais, temas relativos à Educação das Relações Étnico-raciais, História e
Cultura Afrobrasileira, Africana e Indígena, Direitos Humanos, Educação Ambiental e
Sustentabilidade.
Nesse sentido, as Atividades Complementares incluem projetos de iniciação
científica, monitoria, ações extensionistas, módulos temáticos, seminários, simpósios,
congressos, conferências, visitas técnicas, disciplinas optativas, disciplinas oferecidas em
outros cursos da própria IES e de outras instituições de ensino ou de regulamentação e
supervisão do exercício profissional, ainda que esses conteúdos não estejam previstos no
currículo do curso, mas podem ser aproveitados porque circulam em um mesmo currículo,
de forma interdisciplinar, e se integram com os demais conteúdos realizados.
O curso dispõe em sua estrutura curricular carga horária para a realização das
atividades complementares.
O instrumento balizador que institui os mecanismos efetivos de planejamento e
acompanhamento das atividades complementares é o seu regulamento. O instrumento
normativo reflete não somente as necessidades acadêmicas previstas em atos regulatórios
como refletem, sobretudo, o compromisso da IES com uma formação ampla, plural e
complementar para os seus graduandos. Nele está prevista uma gama de atividades que
podem ser desenvolvidas pelos alunos no sentido de garantir aos mesmos suportes
diversos para a consolidação de suas formações epistemológicas, teóricas e práticas, em
complementação ao seu cotidiano acadêmico, desenvolvido em sala de aula.

3.6. Monitoria

Oferecida à comunidade e aos alunos, cursos de extensão e seminários sobre


temas específicos, sujeitos a planos e projetos próprios, submetidos aos respectivos
Conselhos dos Cursos. Além de organizar, ao menos uma vez a cada semestre letivo, um
evento (simpósio, congresso, jornada, encontro etc.) sobre temas atuais nas áreas dos
cursos, que mereçam estudo e pesquisa mais aprofundados ficando subordinados a
supervisão e o desenvolvimento. Sob os projetos constará obrigatoriamente o professor
responsável pela atividade de extensão, os alunos integrantes do projeto e o planejamento
econômico-financeiro demonstrando a viabilidade da sua implementação.
Assim, a Instituição organiza e incentiva a extensão por todos os meios ao seu
alcance, dentre os quais os promove a realização de convênios com instituições e agências
nacionais ou estrangeiras, visando fomentar programas de extensão, no sentido de:
• Intercâmbio com outras instituições, estimulando a interação entre
professores e o desenvolvimento de projetos comuns;
• Divulgação das atividades de extensão, através de seminários internos e da
publicação, em revista técnica e ou científica, de notícias e informações a elas atinentes;
• Concessão de auxílios financeiros para execução de projetos e programas de
interesse social, após autorização da Direção;

38
• Busca de financiamento para realização de projetos de Extensão em agências
de fomento.
Nesta perspectiva anual o setor responsável pelas Atividades Complementares
elaborará uma programação geral de atividades de Extensão que atenda aos reclamos da
comunidade e que propicie aos alunos a aprendizagem e o exercício da extensão
acadêmica, sempre obedecendo a diretrizes aprovadas pelo Conselho Superior da IES.

3.7. Pesquisa/Iniciação Científica

A política de pesquisa na IES se volta à iniciação à pesquisa científica e ao


incentivo à participação docente e discente em congressos e outros eventos científicos
locais, regionais e nacionais.
A Iniciação Cientifica é um instrumento que permite introduzir os estudantes de
graduação, potencialmente mais promissores, na pesquisa cientifica. É a possibilidade de
colocar o aluno desde cedo em contato direto com a atividade científica e engajá-lo na
pesquisa. Caracteriza-se como instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de
um projeto de pesquisa e constitui um canal adequado de auxílio para a formação de uma
nova mentalidade no aluno, sendo definida como instrumento de formação.
Embora durante muito tempo a ideia que se difundia sobre a Iniciação Científica
tenha sido a de que seu único objetivo seria formar pesquisadores ou docentes
universitários, já é claro para a sociedade que estudantes interessados em exercer sua
profissão optam por essa atividade para contar com uma experiência a mais na carreira,
além do estágio supervisionado. De acordo com os objetivos definidos pelo Conselho
Nacional de Pesquisa – CNPq, a Iniciação Científica “visa a despertar vocação científica e
incentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação universitária, mediante
participação em projeto de pesquisa, orientados por pesquisador qualificado”. Em nosso
caso a Iniciação Científica se caracteriza, também, como forma de reforço ao aprendizado já
que incentiva o discente ao desenvolvimento e autonomia intelectual e a busca mais ampla
de conteúdo.
O ensino, a iniciação científica e a extensão não podem ser analisadas separadas
do mundo do trabalho. Não podem ser compreendidas sem a integração da investigação
científica e a pesquisa sem o campo da aplicação do ensino e da extensão; todos interagem
em função das necessidades sociais e econômicas e ao perfil, em permanente atualização,
das demandas profissionais.
A iniciação à pesquisa contempla informações a serem obtidas, a partir de dados
secundários ou primários disponíveis, para a área de abrangência da Instituição e do Estado
que mostrem também as tendências da oferta e da demanda de mão-de-obra. É importante
ressaltar a relevância do setor informal nesses estudos como absorvedor de mão-de-obra;
portanto, não se pode desconsiderar tais dados, e, na medida do possível, devem ser
incorporadas as informações a respeito desse mercado.
As linhas de iniciação científica pesquisa serão definidas de acordo com os eixos
temáticos de pesquisa e com as áreas de qualificação dos docentes pesquisadores da IES.
O incentivo e apoio a iniciação à pesquisa científica, diretamente ou indiretamente,
se dá por meio da concessão de auxílio para a execução de projetos científicos, bolsas
especiais, formação de pessoal pós-graduado, promoção de congressos e seminários,
intercâmbio com outras instituições, divulgação dos resultados das pesquisas realizadas e
outros meios ao seu alcance.

39
É de responsabilidade do Conselho Superior regulamentar as atividades de
pesquisa nos aspectos relativos à sua organização, administração, financiamento e
funcionamento, bem como nos relacionados à avaliação e divulgação dos mesmos.
Com base nesse princípio, a IES considera potencialmente interessante que os
Trabalhos de Conclusão de Curso sejam organizados, produzidos e apresentados como
produtos de Iniciação Científica, criando no acadêmico o interesse pela pesquisa e o
constante aprimoramento na sua área de atuação.

3.8. Extensão

Ações de extensão são oferecidas à comunidade e aos alunos, sobre temas


específicos, sujeitos a planos e projetos próprios, submetidos aos respectivos Conselhos
dos Cursos. Além de organizar, ao menos uma vez a cada semestre letivo, um evento
(Simpósio, Congresso, Jornada, Encontro etc.) sobre temas atuais na área do curso, que
mereçam estudo e pesquisa mais aprofundados ficando subordinados a supervisão e o
desenvolvimento. Sob o projeto consta, obrigatoriamente, o professor responsável pela
atividade de extensão, os alunos integrantes e o planejamento econômico-financeiro
demonstrando a viabilidade da sua implementação.
Assim, a IES organiza e incentiva a extensão por todos os meios ao seu alcance,
dentre os quais os promoverá a realização de convênios com instituições e agências
nacionais ou estrangeiras, visando fomentar programas de extensão, no sentido de:
-Intercâmbio com outras instituições, estimulando a interação entre professores e o
desenvolvimento de projetos comuns;
-Divulgação das atividades de extensão realizadas, através de seminários internos
e da publicação, em revista técnica e ou científica, de notícias e informações a elas
atinentes;
-Concessão de auxílios financeiros para execução de projetos e programas de
interesse social, após autorização dos dirigentes superiores;
-Busca de financiamento para realização de ações de extensão em agências de
fomento.
Nesta perspectiva anual, elabora uma programação geral de atividades de
extensão que atenda aos reclamos da comunidade e que propicie aos alunos a
aprendizagem e o exercício da extensão acadêmica. Sempre obedecendo a diretrizes
aprovadas pelo Conselho Superior da IES.

3.9. Responsabilidade social no âmbito do curso

A Responsabilidade Social por estar inserida na busca pelo desenvolvimento


sustentável trabalha a formação de profissionais, o desenvolvimento de suas pesquisas, a
difusão de conhecimentos e na sua vocação regional e comunitária por meio de sua
extensão universitária. A Responsabilidade Social engloba a sua gestão, os docentes, a
extensão e a pesquisa, onde consequentemente trará resultados para a comunidade. As
linhas de atuação do Programa de Responsabilidade Social se caracterizam por:
 Inclusão social e assistência a setores ou grupos sociais;
 Ações sociais e práticas pedagógicas;
 Atendimento aos problemas prioritários da comunidade;

40
 Em prol da educação das relações étnico-raciais e da história e cultura afro-
brasileira, africana e indígena;
 Em prol dos Direitos Humanos;
 Em prol da sustentabilidade ambiental;
 Organização.

No contexto das práticas institucionais socialmente responsáveis, a Instituição


viabiliza e valoriza o fim a que todos buscam: a construção de um mundo melhor, próspero,
socialmente justo e ambientalmente sustentável.
As atividades de Responsabilidade Social buscarão maximizar e otimizar os
esforços, a fim de alinhar as diretrizes institucionais e contribuir cada vez mais para ampliar
os ganhos sociais, priorizando as seguintes áreas:
 Compromisso com ações que promovam o Desenvolvimento Econômico e
Social;
 Defesa do Meio Ambiente, especialmente no âmbito institucional;
 Compromisso com as ações de Inclusão Social; e,
 Defesa da Memória Cultural e Patrimônio Cultural.

O Programa de Responsabilidade Social da IES visa as seguintes etapas:

-Etapa 1: Divulgação

-Difundir o programa de Responsabilidade Social;


-Apresentar o cronograma de atividades mínimas anuais a serem realizadas.

-Etapa 2: Execução do Programa

Atividades no ano:

-Trote Legal;
-Semana do Meio Ambiente;
-Programa Praça Limpa;
-Páscoa Solidária;
-IES na Comunidade;
-Campanha de Doação de Sangue, Órgãos e Tecidos;
-Dia da Consciência Negra;
-Dia Internacional da Tolerância;
-Feirão do Imposto;
-Natal Solidário.

41
Calendário de Atividades de Responsabilidade Social

1º semestre Período
Capacita Janeiro
Trote Legal Durante a matrícula
Cursos para Jovens com Síndrome de Down
Março
Páscoa Solidária
Semana do Meio Ambiente
Campanha pelo Consumo Consciente (Campanha
Abril
Educativa)
Dia do Índio
Maio Amarelo (Campanha em Respeito à Faixa de
Pedestre)
Maio
Ação Tropical de Limpeza de Praias ou Praças (Dia
Internacional de Limpeza de Praias, etc.)
Aluno Fiscal da Corrupção
Junho
Dia Mundial da Doação de Sangue
2º semestre Período
Trote Legal Durante a matrícula
Violência contra a Mulher - Debate sobre a Lei Maria da
Agosto
Penha (Dia da Promulgação da Lei)
Campanha de Doação de Sangue, Órgãos e Tecidos
UNG na Comunidade: Campanha da Responsabilidade
Social do Ensino Superior Particular – ABMES
Setembro
Ação Tropical de Limpeza de Praias ou Praças (Dia
Internacional de Limpeza de Praias, etc.)
Dia Nacional dos Surdos
Outubro Rosa
Outubro
Xô Preconceito: Alma não tem Cor
Dia Internacional da Tolerância
Dia da Consciência Negra
Feirão do Imposto
Novembro
Novembro Azul
Dia Internacional de Combate à Violência contra as
Mulheres
Natal Solidário Dezembro

42
No âmbito do Curso, as ações de responsabilidade social, no que se refere à sua
contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa
do meio ambiente, da memória cultural, à educação inclusiva é refletida na transferência de
conhecimento, incorporando no planejamento das atividades acadêmicas dentro e fora da
sala de aula.
O desenvolvimento de práticas e experiências pedagógicas integrado às diversas
peculiaridades regionais e culturais, temáticas relacionadas à desigualdade de gêneros,
raça, etnias, à sustentabilidade, a questões ambientais e direitos humanos foi pensado,
como dito anteriormente, ao contemplar tais temas como conteúdos disciplinares e nas
atividades complementares de modo transversal, contínuo e permanente.
Abaixo, as disciplinas que dispõem em sua ementa assuntos relacionados aos itens
supracitados:

Princípios da Educação em Direitos Humanos


Ementa: Educação em Direitos Humanos; Tratados Internacionais de Direitos
Humanos; Educação em Direitos Humanos e o contexto brasileiro; Educação em Direitos
Humanos na Contemporaneidade; Marco Legal da Educação em Direitos Humanos;
Diretrizes Nacionais para Educação em Direitos Humanos; Proposta teórico-metodológica
para uma educação em Direitos Humanos.

LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais


Ementa: As necessidades especiais e suas dificuldades. Desenvolvimento
da comunicação em língua de sinais. Reconhecer as diversidades de surdos, o trabalho e
a função do intérprete de língua de sinais. Identificará parâmetros da gramática na língua de
sinais para avaliação diferenciada. Organização e fortalecimento de estudos teóricos e
práticos da língua brasileira de sinais (libras). Inserção da temática de educação
inclusiva.

Atividades Complementares
Ementa: Orientam-se a estimular a prática de estudos independentes,
transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de permanente e contextualizada
atualização profissional específica; sobretudo nas relações com o mundo do trabalho,
estabelecidas ao longo do curso, notadamente, integrando-as às diversas peculiaridades
regionais e culturais, temas relativos à Educação das Relações Étnico-raciais, História e
Cultura Afrobrasileira, Africana e Indígena, Direitos Humanos, Educação Ambiental e
Sustentabilidade.

1. CARVALHO, Ana Paula Comin de. Desigualdade de gêneros, raça e etnias.


Curitiba: Inter saberes, 2012.
2. DIAS, Reinaldo Dias. Sociologia. São Paulo: Pearson, 2012.
3. MAGNOLI, Demétri. Uma gota de sangue: história do pensamento racial. São
Paulo: Contexto, 2009.
4. DIWAN, Pietra. Raça pura: uma história de eugenia no Brasil e no mundo. São
Paulo: Contexto, 2007.
5. CARVALHO, Marília Pinto de. Avaliação escolar, gênero e raça. São Paulo:
Papirus, 2013.
6. MACHADO, Martha de Toledo. A proteção constitucional de crianças e
adolescentes e os direitos humanos. São Paulo: Manole, 2003.

43
7. LAFER, Celso. Internacionalização dos direitos humanos: constituição, racismo
e relações internacionais. São Paulo: Manole, 2005.
8. TELLES JR. Goffredo. Filosofia, sociedade e direitos humanos. São Paulo:
Manole, 2012.
9. MONDAINI, Marco. Direitos humanos no Brasil. São Paulo: Contexto, 2009.
10. PINSKY, Jaime. História da América: através dos textos. São Paulo: Contexto,
2010.
11. PHILLIP, Arlindo; PELICIONE, Maria Cecília Focesi. Educação ambiental e
sustentabilidade. São Paulo: Manole, 2014.
12. BUARQUE, Cristovan. Desafios à humanidade: perguntas para o Rio+20.
Curitiba: Ibepex, 2013.
13. Pelizzoli, Marcelo L. Homo ecologicus: ética, educação ambiental e práticas
vitais. Caxias do Sul: Educs, 2011.
14. PINSKY, Jaime. História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2010.
15. BIANCHETTI, Lucídio; FREIRE, Ida Mara. Um olhar sobre a diferença: interação,
trabalho e cidadania. São Paulo: Papirus, 1998.

44
3. PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM

1.14. Metodologia

A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso expressa


coerência com os objetivos do curso, com os princípios institucionais e com sua estrutura
curricular. Está comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do
espírito científico, com a formação dos sujeitos autônomos e cidadãos e com aspectos
referentes à acessibilidade pedagógica e atitudinal.
A Instituição assume assim seu papel de mediador e busca articular tais trocas,
pois reconhece o educando como um o agente principal de sua própria aprendizagem,
sendo capaz de construir satisfatoriamente seu aprendizado quando participa ativamente do
processo. Assim, o curso de graduação visa à qualificação e competência do egresso,
adotando para tal, métodos de ensino e aprendizagem diversificados e criativos. Sendo
assim, no Curso, as seguintes metodologias serão empregadas:
Seminários: metodologia utilizada como uma forma de avaliação, preparando o aluno para a
prática expositiva, sistematização de ideias, clareza ao discorrer sobre o assunto em pauta.
Auxilia na Comunicação e Expressão Oral;
Palestras: metodologia utilizada após o professor aprofundar determinado assunto, tendo o
palestrante a finalidade de contribuir para a integração dos aspectos teóricos com o mundo
do trabalho, abrangendo também temáticas relacionadas ao espectro da acessibilidade
pedagógica e atitudinal, visando eliminar as barreiras na comunicação, escrita, visual e
física;
Ciclo de palestras: metodologia utilizada na busca de integração de turmas e avanço do
conhecimento, trazendo assuntos novos e enriquecedores, já que estes ciclos são
elaborados pelos próprios alunos, sob a orientação do professor da disciplina competente;
Dinâmicas de grupo: metodologia que visa ao preparo dos alunos para a vivência
profissional, com estimulação do desenvolvimento da contextualização crítica, tomada de
decisões e liderança. Ativa a criatividade, iniciativa, o trabalho em equipe e a habilidade em
negociação; trabalhos em grupo para uma melhor integração e entendimento do aluno com
dificuldades locomotoras e pedagógicas para haver um rompimento das barreiras do
preconceito e da discriminação, em relação às pessoas em geral.
Práticas em laboratórios: laboratórios básicos e laboratórios aplicados ao desenvolvimento
das competências e habilidades práticas das disciplinas. Esses laboratórios são montados
de forma a possibilitar um ensino de alto nível e atualizado, colocando o aluno em contato
com equipamentos regularmente utilizados na realidade profissional. Dessa forma, o aluno,
ao se formar, pode aplicar, em sua vida profissional, os conhecimentos úteis e importantes
adquiridos nas aulas práticas;
Visitas técnicas: realização de visitas a empresas, órgãos e instituições visando a integrar
teoria e prática, além de contribuir para o estreitamento das relações entre instituição de
ensino e as esferas sociais relacionadas a área do curso, estabelecendo, dessa forma, uma
visão sistêmica, estratégica e suas aplicações na área do curso;
Estudo de casos: atividade de aplicação dos conteúdos teóricos, a partir de situações
práticas, visando ao desenvolvimento da habilidade técnica, humana e conceitual, além da
possibilidade de avaliar resultados obtidos;
Projetos culturais: Projetos desenvolvidos pelos alunos, em prol da sociedade regional a
serem desenvolvidos durante a implantação do curso, pelo coordenador, em conjunto com
as demais turmas da escola e instituições correlatas, são enfatizados projetos em
45
programas de inclusão social, na perspectiva da responsabilidade social, favorecendo o
cumprimento de princípios que promovam o acesso, a permanência e a participação dos
discentes.
Aulas expositivas: método tradicional de exposição de conteúdos, porém com a utilização de
recursos tecnológicos que auxilia no processo de ensino e aprendizagem, tais como:
audiovisuais, tais como, TV, Internet e vídeo de modo que a acessibilidade pedagógica e
atitudinal seja plenamente atendida.
Estas práticas apoiam-se numa metodologia que busca uma interação entre
aluno – professor – conteúdo. Preza-se que o educando conheça os primeiros passos do
caminho para aprender a aprender. Os estudantes são encorajados a definir seus próprios
objetivos de aprendizagem e tomar a responsabilidade por avaliar seus progressos
pessoais. No entanto, o aluno é acompanhado e avaliado, e essa avaliação inclui a
habilidade de reconhecer necessidades educacionais pessoais, desenvolver um método
próprio de estudo, utilizar adequadamente uma diversidade de recursos educacionais e
avaliar criticamente os progressos obtidos.
Quanto à acessibilidade, a IES possui salas de aula adaptadas para portadores
de necessidades especiais, ambientes adequados (corrimão do lado específico, espaço
reservado, cadeiras adequadas, identificação em Braile, serviços de tradutores e intérpretes
de Libras e recursos de informática, quando necessários), inclusive para alunos com
dificuldades de locomoção temporárias ou permanentes.

1.15. Avaliação do processo de ensino-aprendizagem

O conceito de avaliação recebe conotações diferenciadas de acordo com o seu


contexto, mas, avaliação é, sem dúvida, uma parte indispensável no processo de ensino e
aprendizagem educacional, pois é a partir dela que pode se diagnosticar e acompanhar o
desenvolvimento da construção do saber.
Esse processo tem ainda funções específicas, tais como:
Diagnosticar a situação de aprendizagem do aluno para estabelecer objetivos
que nortearão o planejamento da prática docente;
Verificar os avanços e dificuldades do aluno no processo de apropriação, de
construção e de recriação do conhecimento, em função do trabalho desenvolvido;
Fornecer aos professores elementos para uma reflexão sobre o trabalho
realizado, tendo em vista o planejamento constante;
Possibilitar ao aluno um possível esclarecimento de seus avanços e
dificuldades, visando seu envolvimento no processo ensino aprendizagem;
A IES projeta seus cursos e atividades em harmonia com as suas bases
filosóficas e princípios metodológicos, garantindo, desta forma, uma coerência
epistemológica com a Missão e os Objetivos Institucionais, assim como com as propostas
pedagógicas dos cursos.
A avaliação contínua objetiva a melhoria do acompanhamento do aluno,
considerando-se as individualidades, além de possibilitar que o aluno possa acompanhar o
seu desempenho a cada avaliação.
São aplicadas avaliações dos tipos: provas teóricas, provas práticas,
seminários, trabalhos individuais ou em grupo. A avaliação integrada compõe a avaliação
contínua e proporciona uma maior integração entre as disciplinas e docentes, além de

46
contribuir para que o aluno tenha uma ótica não fragmentada e mais próxima da realidade
do mercado de trabalho e dos problemas cotidianos.

1.16. Avaliação do desempenho escolar

O Regimento da IES trata da Avaliação do Desempenho Escolar, no seu


Capítulo V, nos seguintes artigos:

“Art. 57 A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo


sobre a frequência e o aproveitamento.

Art. 58 O aproveitamento escolar é avaliado mediante verificações parciais,


durante o período letivo, e eventual exame final, expressando-se o resultado final em notas
de zero a dez.
§1º O aluno que deixar de comparecer às avaliações de aproveitamento
individuais, nas datas fixadas, pode requerer, no prazo de três dias úteis após a realização
da mesma, uma avaliação substitutiva para cada disciplina, de acordo com o calendário
escolar.
§2º Decorrido o prazo previsto no parágrafo anterior, será atribuída nota zero
ao aluno que deixar de se submeter à verificação prevista na data fixada.
§3º Pode ser concedida revisão de nota, mediante requerimento dirigido aos
Coordenadores de Cursos, no prazo de três dias úteis após a divulgação do resultado.
§4º O professor responsável pela revisão da nota pode mantê-la ou alterá-la,
devendo sempre fundamentar sua decisão cabendo recurso, em instância final, ao Conselho
de Curso.

Art. 59 São atividades curriculares as preleções, pesquisas, exercícios,


arguições, trabalhos práticos, seminários, visitas técnicas, estágios, provas escritas e orais
previstas nos respectivos planos de ensino, aprovados pela Coordenação de Curso.

Parágrafo único. O professor, a seu critério e com a aprovação da respectiva


coordenadoria, pode promover trabalhos, exercícios e outras atividades em classe e
extraclasse, que podem ser computados nas notas ou conceitos das verificações parciais,
nos limites definidos pela Diretoria.

Art. 60 A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, incidindo sobre


a frequência e o aproveitamento e seus critérios serão divulgados aos alunos no início de
cada semestre letivo.
§1º Cabe ao docente a atribuição de notas de avaliação e responsabilidade do
controle de frequência dos alunos, devendo o Diretor Acadêmico fiscalizar o cumprimento
desta obrigação, intervindo em caso de omissão.
§2º É atribuída nota zero ao aluno que usar meios ilícitos ou não autorizados
pelo professor, quando da elaboração dos trabalhos, de verificações parciais, exames ou
qualquer outra atividade, que resulte na avaliação de conhecimento, por atribuições de
notas, sem prejuízo da aplicação de sanções cabíveis por ato de improbidade.

47
Art. 61 No decorrer de cada período letivo serão desenvolvidas 02 (duas)
avaliações por disciplina, para efeito do cálculo da média parcial.
§1º A média parcial é calculada pela média aritmética das duas avaliações
efetuadas;
§2º O aluno que alcançar a média parcial maior ou igual a 7,0 (sete) é
considerado aprovado.
§3º O aluno que não alcançar a média parcial para aprovação será
considerado em exame final desde que tenha média parcial maior ou igual a 4,0 (quatro) e
menor que 7,0 (sete) e tenha frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento).
§4º O aluno em exame final precisa alcançar média final maior ou igual a 5,0
(cinco), mediante a fórmula:MF= (MP + MF)/2. Ou seja: a Média Final é igual à Média Parcial
mais a Prova Final dividido por dois.
§5º O aluno que obtiver média parcial menor que 4,0 (quatro) ou média final
menor que 5,0 (cinco) será considerado reprovado.

Art. 62 Atendida à exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de


frequência às aulas e demais atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na
disciplina quando obtiver média final igual ou superior a 5,0 (cinco).

Art. 63 O aluno reprovado por não ter alcançado frequência ou a média mínima
exigida, deve repetir a disciplina, no período letivo seguinte.

Art. 64 É promovido, ao período letivo seguinte, o aluno aprovado em todas as


disciplinas do período cursado, admitindo-se, ainda, a promoção com dependência,
observadas as condições expostas no artigo 47.

Art. 65 Podem ser ministradas aulas de dependência e de adaptação de cada


disciplina, em horário ou período especial ou em regime especial, a critério da
coordenadoria de cada curso, aplicando-se as mesmas exigências de frequência e
aproveitamento estabelecidas nos artigos anteriores.
Art. 66 O aluno que tenha extraordinário aproveitamento nos estudos,
demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos,
disciplinados pelo Conselho Superior, aplicados por banca examinadora especial, pode ter
abreviada a duração do seu curso, de acordo com a legislação e normas vigentes.

Art. 67 Nos períodos de férias, como medida de recuperação, poderão ser


ministrados cursos intensivos com os mesmos programas regulares, mediante exigências
iguais de aprovação e de cumprimento da carga horária. ”

1.17. Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso

A Instituição realiza sistematicamente ações tanto acadêmicas quanto


administrativas usando como subsídio os resultados observados nas auto avaliações e
avaliações externas, entre elas avaliações in loco dos cursos e IES, Exame Nacional de
Desempenho do Estudante e CPC alcançados, entre outros. Dentre as ações realizadas
merecem destaque:

- Com referência aos resultados de auto avaliações:

48
Divulgação e conscientização sobre a importância da participação da
comunidade acadêmica;
Ampla divulgação do relatório e ações corretivas adotadas no âmbito
Acadêmico; entre outras.

- Com referências aos resultados do ENADE:


Conscientização da obrigatoriedade e importância no período que antecede o
exame,
Acompanhamento dos estudantes no dia do ENADE nos pontos de provas;
Oficinas caso os alunos sintam necessidade;
Reestudo periódico dos PPC e planos de ensino para atendimento dos
conteúdos transversais do ENADE; entre outras.

-Avaliações in loco:
Divulgação dos resultados após parecer satisfatório da Secretaria (MEC);
Saneamento de fragilidades apontadas com divulgação das ações, entre
outras.

1.18. Tecnologia de informação e comunicação – TICs no processo ensino-


aprendizagem

Considerando as demandas por novas tecnologias que permeiam


constantemente o universo acadêmico, a Instituição tem o compromisso de ter em seu
acervo tecnológico, equipamentos que dão o suporte ao processo de ensino-aprendizagem.
Em todas as salas de aula existem computador com acesso à internet, televisor e /ou
projetor multimídia. Professores e alunos tem acesso aos laboratórios de informática que
comportam computadores com configurações atualizadas e diversos softwares que auxiliam
na execução do projeto pedagógico. O planejamento dos laboratórios obedece às
exigências didático-científicas do projeto pedagógico do curso, quanto à área física, às
instalações específicas, aos equipamentos e aparelhos indicados pelos professores
responsáveis pelas práticas, projetos de iniciação científica e também programas de
extensão.
Todo espaço físico da IES possui rede WiFi para ser utilizada pela comunidade
acadêmica. Os equipamentos são adequados ao Projeto do Curso em quantidade que
mantém a relação equipamento/aluno compatível com o bom desempenho no ensino e
dentro dos padrões de qualidade exigidos para a avaliação do curso. Possuem acessórios
necessários às atividades previstas e materiais de consumo compatível, em quantidade
suficiente. Há também o Portal Acadêmico que prevê área privativa para alunos e
professores, onde podem ser trocados materiais de auxílio à construção do conhecimento.
O Ambiente Virtual de Aprendizagem da instituição está todo modelado e preparado para o
desenvolvimento de atividades complementares. Nesse ambiente, há diversos mecanismos
de interação disponíveis, tais como: chats, ambiente para desenvolvimento de fóruns, áreas
multimídias de áudio e vídeo, etc. O sistema de gestão acadêmica da IES integra os
diversos setores e disponibiliza no ambiente exclusivo dos discentes, do Portal Acadêmico,
tudo sobre sua vida acadêmica, tais como: notas, frequência, situação de atividades
complementares, histórico financeiro, etc., além de serviços importantes como rematrícula
online, negociação financeira eletrônica, emissão de boletos bancários, reserva e renovação

49
de empréstimos de livros da biblioteca, consulta do acervo da biblioteca, solicitação de
documentação da Secretaria Acadêmica, etc.).
Em atenção aos portadores de necessidades especiais, além da IES possuir
sinalização em Braille e nos computadores há instalado o software específico (DOS VOX -
possibilita que pessoas cegas ou com baixa visão, com um baixo nível de escolaridade, se
tornem capazes de utilizar o computador, trazendo assim muitos benefícios às suas vidas),
teclados em Braille e fones de ouvido.
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) implantadas no processo
de ensino-aprendizagem permitem a execução do Projeto Pedagógico do Curso e a garantia
da acessibilidade e do domínio das TIC.

1.19. Atividades práticas de ensino para Licenciaturas

As atividades práticas de ensino estão devidamente implantadas conforme as


Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, da Formação de Professores e da
área de conhecimento da Licenciatura.
As práticas de docência e gestão educacional estimulam o discente à
observação, ao acompanhamento, à participação no planejamento, na execução e na
avaliação de aprendizagens, do ensino ou de projetos pedagógicos, em escolas e outros
ambientes educativos. As atividades práticas de ensino para os discentes do curso
acontecem também em laboratórios específicos na própria IES e em instituições de ensino
públicas ou privadas, devidamente conveniadas, com abordagem direta junto à comunidade.

4. ATENDIMENTO AO DISCENTE

O educando é o centro das atenções do processo de ensino-aprendizagem.


Pensando assim e para responder às suas necessidades da forma mais adequada, a IES
mantém em permanente funcionamento políticas de atendimento ao discente, a seguir
descritas.

1.20. Núcleo de Atendimento ao Educando (NAE)

A missão deste órgão é a de desenvolver um trabalho de caráter preventivo,


focado no resgate da aprendizagem, ressignificação dos conhecimentos e estímulo à
autoestima. Entre as atribuições do NAE, estão:
 Apontar a solução de problemas relacionados à não aprendizagem,
enfocando o educando, o professor ou a própria instituição de ensino;
 Oferecer atendimento e acompanhamento sistemático aos trabalhos
acadêmicos realizados no espaço da IES;
 Orientar as decisões vocacionais dos discentes, quando eles assim
solicitarem;
 Orientar e acompanhar o discente no cumprimento do Projeto;
 Sugerir a promoção de encontros para socialização entre professores,
educandos, coordenadores, administradores, direção e grupos de apoio;

50
 Dar assistência e acompanhamento psicopedagógico aos educandos que
apresentem dificuldades no desenvolvimento de aprendizagem e em sua interação
psicossocial;
 Assistir e orientar alunas gestantes;
 Assistir e acompanhar alunos do interior e Prouni que apresentem dificuldade
de adaptação no convívio social;
 Orientar os alunos com dificuldade de estudar e aprender;
 Informar a Direção, ao Coordenador de Curso e ao responsável pelo Núcleo
sobre casos de alunos que ignorem as orientações do NAE; entre outros.

5.1.1 Apoio psicopedagógico

O acompanhamento do desempenho discente e o apoio às suas atividades


acadêmicas são da responsabilidade dos coordenadores de curso, tendo como suporte o
núcleo específico. Os coordenadores recebem, ainda, o auxílio dos professores do curso,
com jornada diferenciada, para atenção aos alunos, especialmente, no apoio
psicopedagógico, na orientação para o processo de aprendizagem, na elaboração de
trabalhos de conclusão do curso, nas atividades complementares e nos estágios curriculares
e extracurriculares.

5.1.2 Mecanismos de nivelamento

A Instituição visa oferecer cursos de nivelamento, a partir de diagnóstico inicial,


no primeiro semestre letivo de cada curso e aprimoramento dos programas de monitoria e
de iniciação científica. O diagnóstico é realizado nas primeiras semanas do primeiro período
letivo dos cursos, para os alunos ingressantes, em Língua Portuguesa e em Matemática,
além de teste específico para leitura, compreensão e produção de textos.
Feito o diagnóstico, por turma, a IES oferece aos alunos aulas de nivelamento,
com vistas a dar-lhes suporte para o desenvolvimento, com êxito, das atividades
acadêmicas.

5.1.3 Atendimento extraclasse

O atendimento extraclasse é realizado por todos os setores da IES (Secretaria


Acadêmica, Biblioteca, Ouvidoria, Núcleo de Apoio, Coordenações dos Cursos, Professores
em TI e TP etc.), a fim de proporcionar ao discente ambiente adequado ao êxito da
aprendizagem.
O laboratório de informática pode ser utilizados pelos alunos, fora do horário de
aulas, com a participação de monitores e/ou técnicos, para o reforço da aprendizagem
prática. A biblioteca tem horário de funcionamento durante os três turnos, incluindo os
sábados, para que os alunos possam realizar suas pesquisas bibliográficas, leituras ou
trabalhos em grupo sem prejuízo da presença em sala de aula.

5.1.4 Acompanhamento ao egresso

51
Feito junto ao egresso, através de questionário, com o objetivo de coletar
informações sobre atuação na área, levantamento dos empregadores e profissionais
liberais, campos de atuação, principais demandas do mercado e principais deficiências na
formação, entre outros.
Os dados obtidos permitem traçar um perfil do egresso e de sua distribuição e
ocupação no mercado de trabalho, assim como fornecem subsídios úteis para
aprimoramento do curso, norteando mudanças curriculares, além de apontar para as
necessidades de implantação de cursos de, aperfeiçoamento e de pós-graduação lato
sensu, além dos já existentes, e stricto sensu, que podem ser criados em decorrência do
desenvolvimento da Instituição.
A IES também pode colocar à disposição dos seus ex-alunos a Biblioteca e
cursos de extensão visando oferece-lhes a possibilidade de se engajarem num programa de
educação continuada.
Ademais, promove-se ações de acessibilidade e o atendimento prioritário,
imediato e diferenciado para a utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida,
dos espaços e equipamentos acadêmicos, dos sistemas e meios de comunicação e
informação da IES.

1.21. Estímulos às produções acadêmicas

As Atividades Acadêmicas Complementares que fazem parte da estrutura


curricular do Curso e estão voltadas para a ampliação das experiências socioculturais e
profissionais dos alunos compreende uma importante ferramenta para o desenvolvimento do
perfil do egresso.
Por meio delas, o discente poderá experimentar novas perspectivas sobre os
assuntos ministrados em sala de aula, aliando o conteúdo teórico a realidade social
circundante. Estas atividades reforçam o perfil do aluno e potencializam suas chances de
sucesso no mercado de trabalho, uma vez que propiciam uma experiência enriquecedora
caracterizada por uma integração entre a IES e a sociedade.

52
1.22. Programas de bolsa

A Instituição possui uma política de bolsas bem abrangente que envolve, além
dos programas de desenvolvimento acadêmico, monitoria e iniciação científica, bolsas
destinadas a alunos carentes, pois tal IES consciente, todavia, da responsabilidade social de
uma empresa educacional possui as seguintes diretrizes gerais de apoio e financiamento de
estudos para alunos carentes:
• Concessão de bolsas de estudos, entre 20 e 50% do valor da mensalidade
aos alunos que comprovem impossibilidade de custearem os seus estudos;
• Integração no Programa FIES, do Ministério da Educação, financiado pela
Caixa Econômica Federal e PROUNI;
• Contatos com instituições financeiras interessadas em participar de um
programa de financiamento próprio da Instituição, em até 40% das mensalidades, tendo
similitude com o FIES;
• Integração ao Educred, PraValer e Educa mais Brasil.

1.23. Núcleo de Talentos (Empregabilidade)

O Núcleo de Talentos (Empregabilidade) que funciona como uma coordenação


de relações empresariais e institucionais que objetiva ampliar e manter as parcerias da
Instituição com os setores produtivos, potencializando assim o desenvolvimento de
atividades de ensino, pesquisa e extensão de nossos alunos.
Também objetiva orientar, desenvolver e encaminhar alunos e ex-alunos para o
mundo do trabalho, orientando-o quanto ao desenvolvimento de habilidades de
competências que ajuda a aumentar seu nível de empregabilidade. Além disso, o programa
disponibiliza materiais e ferramentas de capacitação que o auxiliam na elaboração de seu
plano de carreira.

53
5. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO

1.24. Coordenador do Curso

O Coordenador do Curso é contratado em Tempo Integral de dedicação à


gestão do curso, com atribuições diversas, tais como: atendimento aos alunos e
professores; inserção do curso justificando sua relevância e contextualização; constante
atualização e comprometimento com o PPC; busca por parcerias, etc. O coordenador possui
qualidades essenciais para o pleno desenvolvimento do curso, como dialogicidade,
transparência e liderança no exercício das funções; acessibilidade a informações;
participação ativa nas reuniões dos órgãos colegiados superiores dos quais faz parte;
estímulos a participação de discentes e docentes em atividades de ensino, pesquisa e
extensão.
O coordenador do referido curso proporciona apoio didático-pedagógico aos
docentes do curso, alocando atividades para professores em regimes de Tempo Integral e
Tempo Parcial. Os professores gozarão, também, de apoio didático-pedagógico do NAE da
IES, que tem por finalidade:
 Produzir material audiovisual para as atividades de ensino;
 Promover treinamento do corpo docente em procedimentos pedagógicos;
 Assessorar o corpo docente no planejamento de atividades de ensino;
 Assessorar os órgãos de administração acadêmica no planejamento curricular
e na determinação dos procedimentos para o desenvolvimento do mesmo;
 Promover a integração do corpo discente na solução de problemas do
processo ensino-aprendizagem; entre outros.
A Coordenação do Curso funciona durante o horário de funcionamento da IES,
aberta a alunos e professores, para a abordagem de qualquer assunto ligado ao curso e ao
desempenho discente.

1.25. Composição do Núcleo Docente Estruturante (NDE)

Por acreditar na importância do NDE, na IES este grupo de docentes possui


atribuições acadêmicas de acompanhamento, do processo de concepção, consolidação e
atualização contínua do PPC. Na seleção dos professores participantes procura-se docentes
com liderança acadêmica, conhecimento na área do curso, atuação no ensino, iniciação
científica e extensão, bem como conhecimento de regulação educacional.
A Coordenação do Curso constituiu o Núcleo Docente Estruturante - NDE,
composto por quatro docentes que são responsáveis pela formação, implementação e
desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso, atendendo integralmente a Resolução
CONAES n° 1/2010. O Núcleo Docente Estruturante – NDE dispõe de regulamento próprio.

54
1.26. Conselho do Curso

A IES garante às Coordenações de Curso e aos respectivos corpos docentes a


efetiva participação nos Conselhos dos Cursos, nos termos normativos discriminados no
Regimento/Estatuto da IES.
O Conselho de Curso é integrado pelos seguintes membros:
 O Coordenador do Curso, que o preside;
 Três representantes do corpo docente do curso, sendo dois escolhidos pelo
dirigente principal da IES e dois pelos seus pares, com mandato de um ano, podendo haver
recondução;
 Um representante do corpo discente, escolhido dentre os representantes de
turma, com mandato de um ano, sem direito a recondução.

Compete ao Conselho de Curso:


 Deliberar sobre o projeto pedagógico do curso;
 Deliberar sobre os programas e planos de ensino das disciplinas;
 Emitir parecer sobre os projetos de ensino, pesquisa e de extensão que lhe
forem apresentados, para decisão final do Conselho Superior da IES;
 Opinar, quando consultado, sobre admissão, promoção e afastamento de seu
pessoal docente;
 Aprovar o plano e o calendário anual de atividades do Curso, elaborado pelo
Coordenador;
 Promover a avaliação periódica do curso; e.
 Exercer as demais competências que lhe sejam previstas em lei e no
Regimento.

Levando-se em consideração as características do colegiado de curso, em


seus aspectos composicional e/ou funcional, cabe esclarecer a enorme importância desse
espaço de concepção e de debate sobre todas as implicações pedagógicas do curso. Trata-
se de um campo, onde são concebidas e indicadas ações didático-pedagógicas, que se
transformam em base para a efetivação dessas ações. É esclarecedor também registrar que
esse espaço também reflete as diretrizes preconizadas pelo projeto pedagógico do curso,
bem como as diretrizes institucionais defendidas pela IES, formalizadas no Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) e no Projeto Pedagógico-Institucional (PPI).
A partir disso, o Conselho de Curso, em sua composição e funcionamento,
reflete coerentemente as prerrogativas normativas e institucionais da IES, sobretudo no
tocante à acessibilidade ao conhecimento da comunidade interna, bem como à garantia de
sua autonomia e sua representação junto aos segmentos docentes e discentes.

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1.27. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica

A Instituição selecionou o corpo docente do curso considerando, além do perfil


do profissional necessário a formação adequada do egresso, a aptidão para a extensão e
produção científica ininterrupta e recente. Os docentes possuem publicações nos últimos 3
anos.
A IES contempla várias formas de estímulo à produção acadêmica científica,
técnica, didático-pedagógica, artística e cultural dos professores e alunos, apoiando a
divulgação e/ou publicação de teses, dissertações, monografias ou outros trabalhos
acadêmicos ou profissionais.
A IES oferece toda sua infraestrutura - equipamentos, pessoal e espaço físico
para realização de eventos internos que também divulgam produções acadêmicas. A
Biblioteca está à disposição dos alunos e de professores para catalogar e divulgar trabalhos
de conclusão de curso, dissertações, monografias, teses, entre outros. Além disso, a IES
dispõe de acesso livre à Internet e todos podem utilizar o site da Instituição, onde foi criado
um espaço para divulgação de seus trabalhos e de seus projetos de extensão.
Há a revista científica que atende a instituições vinculadas ao Grupo, incluindo
IES, onde os discentes e docentes podem divulgar as suas produções
científicas/acadêmicas. E, ainda, dispõem dos blogs dos cursos que difusa as produções
acadêmicas da comunidade acadêmica.
E ainda cabe ressaltar que, o Grupo Ser Educacional dispõe o BJ Feiras &
Congressos que realiza eventos nacionais e internacionais em diversas áreas do
conhecimento, onde seus alunos e professores podem apresentar seus trabalhos.

6. RECURSOS HUMANOS E INFRAESTRUTURA FÍSICA

1.28. Recursos Humanos

De forma a atender as necessidades do curso, diversos profissionais que


atuam na área técnico-administrativa estão à disposição em quantidade e com formação
adequada para o exercício das respectivas funções com qualidade.
Dentre os técnicos administrativos que atuam merecem destaque: i) auxiliares
de secretaria e secretária: responsáveis pelo registros acadêmicos do curso e demais
expedientes acadêmicos; ii) auxiliares administrativos: auxiliam docentes, discentes no dia-
a-dia do curso, levando e trazendo materiais, averiguando as limpeza das salas, zelando
pelos recursos, etc.; iii) técnicos de laboratórios, técnicos de informática: dão suporte a
administração, docentes e discentes no uso dos laboratórios e dos equipamentos de
informática; iv) auxiliares de serviços gerais e manutenção; v) técnicos de segurança
patrimonial e no trabalho; vii) bibliotecárias e assistentes: atendimento a discentes e
docentes na biblioteca, auxilio na adequação, atualização e manutenção do acervo, auxílio
na catalogação, etc., dentre outros profissionais envolvidos.
Os profissionais possuem formação adequada à área de atuação,
adicionalmente, recebem treinamento/capacitação para o exercício de suas funções, bem
como são beneficiários do plano de cargos e salários (plano de carreira) e benefícios
existentes.

56
1.29. Infraestrutura física

A Instituição conta com sua Unidade Sede situada em área nobre e com forte
penetração na região com grande expressão econômica do Estado de São Paulo. A IES
dispõe de espaços físicos adequados para o número de usuários e para o pleno
desenvolvimento das atividades educacional, bem como das atividades administrativas. Há
rede WiFi para os alunos, professores, funcionários e visitantes em todo o ambiente da N.
Atenta às condições de segurança e tendo em vista que as instalações
acadêmicas são espaços destinados às funções acadêmicas, planejou suas edificações
para atender todas as condições de segurança e biossegurança com saídas de evacuação
sinalizadas para o caso de emergência e com equipamentos adequados e de fácil acesso,
proporcionalmente distribuídos em blocos e pavimentos, atendendo as normas da CIPA,
além de vigilância permanente em todos os turnos, ou seja, por vigias no turno da noite e
segurança durante o dia.
São disponibilizadas áreas livres para circulação, possuindo higienização e
manutenção de acordo com mais exigentes padrões de acessibilidade.
A IES está totalmente adaptada aos portadores de necessidades especiais ou
com mobilidade reduzida, conforme Portaria Ministerial nº 3.284, de 7 de novembro de 2003,
com rampas, elevador – ou plataforma ou cadeira tipo escaleira -, piso tátil, sinalização de
segurança, circulações e acessos adequados. Os espaços acadêmicos e administrativos
são modernos e mobiliados adequadamente, com biblioteca ampla, confortável e com
acervo adequado às propostas pedagógicas.

a) Sala de professores

A Instituição dispõe de sala de professores que atendem plenamente às


necessidades do curso e que são adequadas ao número de usuários, quando do
desenvolvimento das atividades acadêmicas.
As salas têm boa audição interna, ventilação, com uso de ar-condicionado,
adequada às necessidades climáticas, com iluminação artificial e condições de higiene
totalmente satisfatórias às ações de ensino.

b) Gabinete de trabalho para professores de tempo integral – TI

A IES dispõe de gabinetes de trabalho equipados com computadores


conectados à Internet para os professores em tempo integral/parcial e integrantes do NDE,
segundo a finalidade, prezando pela dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação,
acessibilidade, conservação e comodidade. Os ambientes possuem computadores
conectados à internet, impressora, telefone e outros equipamentos necessários ao
desenvolvimento das atividades previstas.

c) Salas de aula

A IES dispõe de salas de aula, adequadas e suficientes ao número de alunos e


para plena utilização dos professores no desenvolvimento das atividades acadêmicas, com

57
boa acústica, iluminação condizente, climatização, sendo mobiliadas com carteiras tipo
escolares, limpeza e arrumação efetuada após término de cada turno.
Todas as salas são dotadas de computador, com acesso à internet, tv, além do
tradicional quadro branco, para garantia do desenvolvimento das atividades acadêmicas.
Todas as salas de aula são compatíveis com as condições de acesso para
portadores de necessidades especiais, conforme Decreto n° 5296/2004.

d) Espaço de trabalho para coordenação de curso e serviços


acadêmicos

A Coordenação do Curso possui uma sala adequada para os trabalhos


acadêmicos, com computador com acesso à internet e telefone.

1.30. Acesso dos alunos a equipamentos de informática

Para que os alunos tenham acesso à Internet e produzam seus trabalhos


acadêmicos e pesquisas, a IES disponibiliza o laboratório de informática com acesso à
internet, inclusive WiFi, softwares disponíveis atualizados, Windows e com a política de
utilização devidamente exposta para a comunidade acadêmica.
O laboratório conta com um técnico que auxilia os alunos nas suas dificuldades
concernentes ao uso dos equipamentos e softwares. O técnico também é responsável pelo
controle de entrada e saída dos alunos. A gestão de uso, funcionamento, horário,
conservação e atualização do laboratório está contemplada em regulamento próprio.
O laboratório de informática consiste em ambientes equipados com ar
condicionado, bancadas para microcomputadores e quadro branco.
Em atenção aos portadores de necessidades especiais, há um computador
com software específico (DOS VOX - possibilita que pessoas cegas ou com baixa visão,
com um baixo nível de escolaridade, se tornem capazes de utilizar o computador, trazendo
assim muitos benefícios às suas vidas), teclado em Braille e fone de ouvido.

1.31. Laboratórios articulados ao Curso

A Instituição dispõe de laboratórios de ensino e instalações especializadas que


atendem plenamente às necessidades dos cursos que, pela natureza da atividade profissional são
requeridas práticas, adequados ao número de usuários e ao desenvolvimento das atividades
acadêmicas.

7.4.1. Laboratórios didáticos especializados: quantidade

A Instituição dispõe de laboratórios de ensino e instalações especializadas que


atendem plenamente às necessidades dos cursos que, pela natureza da atividade profissional são
requeridas práticas, adequados ao número de usuários e ao desenvolvimento das atividades
acadêmicas.

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7.4.2. Laboratórios didáticos especializados: qualidade

A qualidade dos recursos materiais específicos está coerente com a proposta


curricular, favorecendo a aquisição e ampliação do conhecimento e o exercício de práticas
profissionais. A planta física dos laboratórios atende aos requisitos técnicos adequados ao
pleno desenvolvimento das atividades acadêmicas, garantindo segurança do fluxo de
equipamentos, pessoal, insumos, amostras e outros elementos necessários.
Todos os usuários que desempenham atividades nas dependências deste
laboratório cumprem e fazem cumprir as regras de biossegurança e segurança e de
manutenção dos materiais e equipamentos presentes no mesmo.

7.4.3. Laboratórios didáticos especializados: serviços

Por acreditar que o aluno é o principal ator de seu aprendizado, a IES zela pela
execução adequada de atividades práticas em laboratório especializado. As aulas práticas
são discutidas no âmbito do NDE e do Conselho do Curso, que buscam consolidar a teoria e
aprofundar os conhecimentos. O laboratório possui os procedimentos de práticas
institucionalizados (com regras de uso e segurança), além da Instituição possuir políticas de
biossegurança e de gerenciamento de resíduos de laboratório devidamente implementadas,
com o devido apoio técnico especializado, manutenção de equipamentos e o amplo
atendimento à comunidade, dependendo da finalidade do curso. Todas as atividades
práticas possuem um Procedimento de Aula Prática - PAP antecedente que norteia o técnico
na montagem da aula.

7.5. Biblioteca

As instalações específicas da Biblioteca da IES proporcionam um ambiente


próprio para o estudo e a pesquisa bibliográfica, com espaços para leituras individuais e em
grupos, para pesquisa pela Internet, consulta ao acervo, presencial ou remoto, além de
prateleiras e móveis próprios para a guarda do acervo.
A Biblioteca é adequada ao número de usuários e aos fins a que se destina e
obedece aos critérios de salubridade, ou seja, é climatizada, bem iluminada, limpa e segura.
Além disso, este ambiente é adaptado a pessoas portadoras de necessidades especiais ou
mobilidade reduzida, conforme determina a legislação vigente, e possui nas suas
proximidades equipamentos de proteção contra incêndio.
A IES adota uma política para expandir e modernizar o espaço físico de sua
Biblioteca, visando a qualidade de vida e do trabalho no âmbito interno. O planejamento
econômico-financeiro reserva cotação orçamentária para atualização e ampliação do
acervo, correspondendo, em média, a 2% da receita anual.
A Biblioteca tem uma excelente interação com a sala de aula, com condições
necessárias ao atendimento dos conteúdos e dos métodos de ensino adotados pelo
professor.
O acervo é tombado e informatizado, possibilitando, além do gerenciamento
central do acervo, consulta, empréstimos, reservas e renovações diretamente pela internet.
É atualizado constantemente, por indicação de alunos e professores, por solicitação da

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coordenação de curso ou da própria equipe da Biblioteca, em razão de novas edições ou
para atualização dos temas objeto de estudos, além de publicações destinadas a subsidiar
projetos de iniciação científica e extensão. É dado prioridade, na aquisição de livros, àqueles
indicados pelos professores como bibliografia básica e complementar de cada disciplina dos
cursos ministrados, em todos os níveis, seguindo a Política de Aquisição da Instituição.
A Biblioteca possui regimento próprio institucionalizado, funciona em horários que
atendem as demandas acadêmicas, bibliotecária e auxiliares qualificados, bem como toda a
infraestrutura necessária ao pleno desenvolvimento de atividades previstas.
Há terminais de consulta que permitem acesso ao acervo na própria Biblioteca e
demais itens que garantem ao pleno atendimento a requisitos de dimensão, acessibilidade,
limpeza, iluminação, acústica, ventilação, segurança, conservação e comodidade necessária
às ações desenvolvidas.

7.5.1 Bibliografia básica

Os títulos indicados para compor a bibliografia básica constantes do Projeto


Pedagógico do curso estão à disposição na biblioteca, tombados junto ao patrimônio da IES.
O acervo é informatizado e atende plenamente as necessidades do curso, garantindo a
existência de 3 títulos da bibliografia básica para cada uma das unidades curriculares.
Ressalta-se que, em algumas unidades curriculares, a IES pode utilizar a
Biblioteca Virtual da Pearson.

7.5.2 Bibliografia complementar

De forma a atender os componentes curriculares do curso constantes do projeto


pedagógico, a IES mantém, no mínimo, três (3) títulos (com dois exemplares de cada) da
bibliografia complementar, os quais atendem de forma excelente as indicações bibliográficas
complementares referidas no programa das disciplinas.
Ressalta-se que, em algumas unidades curriculares, a IES pode utilizar a Biblioteca
Virtual da Pearson.

7.5.3 Periódicos especializados

A Instituição disponibiliza para o curso, de forma excelente, uma base


eletrônica de periódicos indexados, correntes e atualizados em sua maioria nos últimos três
anos, sempre atendendo, no mínimo, a 20 periódicos de textos completos distribuídos entre
as principais áreas de abrangência do curso.
Os periódicos eletrônicos são constantemente atualizados, e possui
publicações das mais conceituadas editoras e sociedades científicas em todos os campos
do conhecimento. Os alunos e docentes podem ter acesso a diversos periódicos específicos
da área de formação do curso e/ou áreas afins. Abaixo, destacam-se:

Educação em Foco ISSN 0104-3293


Educação em Revista ISSN 0102-4698
Educação, Formação & Tecnologias - ISSN 1646-933X
Revista Educação e Políticas em Debate - ISSN: 2238-8346

60
Educação e Pesquisa - ISSN: 1517-9702
Educação e Filosofia – ISSN: 0102-6801
Educação – ISSN: 0101-9031
Educação On-line – ISSN: 1809-3760
Educação Matemática Pesquisa – ISSN: 1983-3156
Educação e Sociedade – ISSN: 0101-7330
Educação Por Escrito – ISSN: 2179-8435
Educação e Realidade – ISSN: 0100-3143
Geografia em Questão – ISSN: 1982-8942
Geografia em Atos – ISSN: 1519-8367
Digital Culture & Education – ISSN: 1836-8301
Dilemas Contemporaíneos: Educación, Política y Valores – ISSN: 2007-7890
Pedagogia em foco – ISSN: 2178-3039
Pedagogía y saberes – ISSN: 0121-2494
Pedagogia Social – ISSN: 1139-1723

61
7. AUTOAVALIÇÃO INSTITUCIONAL

O Projeto de Autoavaliação da Instituição foi elaborado em cumprimento a lei


nº. 10.861, de 14/04/2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior (SINAES), está fundamentado nas disposições da portaria MEC nº. 2.051, de
09/07/2004, nas diretrizes para a autoavaliação das instituições e nas orientações gerais
para o roteiro da autoavaliação, editados pela CONAES e pelo INEP.
Em atendimento ao Art. 11 da Lei dos SINAES, a IES instituiu sua Comissão
Própria de Avaliação – CPA com as atribuições de condução dos processos de avaliação
internos da Instituição, de sistematização e de prestação das informações que virão a ser
solicitadas pelo INEP.
O SINAES fundamenta-se na necessidade de promover a melhoria da
qualidade da educação superior, a orientação da expansão da sua oferta, o aumento
permanente da sua eficácia institucional, da sua efetividade acadêmica e social e,
especialmente, do aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais. é
integrado por três modalidades principais de instrumentos de avaliação, aplicados em
diferentes momentos:
1)avaliação das instituições de educação superior (AVALIES), que se
desenvolve em duas etapas principais:(a) autoavaliação – coordenada pela CPA de cada
IES;(b) avaliação externa – realizada por comissões designadas pelo INEP;
2) avaliação dos cursos de graduação;
3) avaliação do desempenho dos estudantes (ENADE).Em decorrência da
concepção, o SINAES está apoiado em princípios fundamentais para promover a qualidade
da educação superior, a orientação da expansão da oferta, o aumento permanente da
eficácia institucional, da efetividade acadêmica e social e especialmente do aprofundamento
dos compromissos e responsabilidades sociais.
Esses princípios são: responsabilidade social com a qualidade da educação
superior; reconhecimento da diversidade do sistema; respeito à identidade, à missão e à
história das instituições; globalidade institucional pela utilização de um conjunto significativo
de indicadores considerados em sua relação orgânica; continuidade do processo avaliativo
como instrumento de política educacional para cada instituição e o sistema de educação
superior em seu conjunto.
No contexto do SINAES, a autoavaliação é percebida como um processo
contínuo por meio do qual a instituição constrói conhecimento sobre sua própria realidade,
buscando compreender os significados do conjunto de suas atividades para melhorar a
qualidade educativa e alcançar maior relevância social. constitui-se em condição básica
para o necessário aprimoramento do planejamento e gestão da instituição, uma vez que
propicia a constante reorientação de suas ações.
A autoavaliação será um importante instrumento para a tomada de decisão e
dela resultará uma autoanálise valorativa da coerência entre a missão e as políticas
institucionais efetivamente realizadas, assim como, uma autoconsciência, nos membros da
comunidade acadêmica, de suas qualidades, problemas e desafios para o presente e o
futuro.

62
1.32. Objetivos da Autoavaliação

O Programa propõe: elaborar, acompanhar e avaliar os projetos pedagógicos


dos cursos de graduação, sequenciais de formação específica e pós-graduação lato sensu,
em parceria com os coordenadores de departamentos e coordenadores de cursos; avaliar o
corpo acadêmico (docentes e gestores da área acadêmica);avaliar o núcleo de estágios, a
educação a distância, a responsabilidade social e extensão, a pesquisa e a iniciação
científica em interface com as áreas; pesquisar, disseminar e arquivar a legislação
educacional de ensino superior afeta ao sistema federal; disseminar e arquivar relatórios de
avaliação MEC/INEP/SESU e pareceres normativos do conselho nacional de educação;
avaliar, atualizar e disseminar o plano de desenvolvimento institucional; avaliar o egresso
dos cursos; participar das reuniões e orientar, quando cabível, sobre a legislação
educacional vigente e normas institucionais; manter atualizados o estatuto e o regimento da
IES com as normas vigentes; estabelecer interface com os órgãos administrativos, com a
coordenação de projetos sociais e com a pós-graduação stricto sensu, recebendo os
relatórios anuais oriundos dos projetos de avaliação desenvolvidos nas áreas e articulá-los
com as demais áreas acadêmicas e administrativas da instituição; elaborar e aplicar
treinamento à área acadêmica e administrativa sobre a legislação educacional vigente,
missão institucional e objetivos institucionais; avaliar e disseminar o projeto pedagógico da
IES, em parceria com todos os órgãos envolvidos; avaliar as ações, resultados e
procedimentos da comissão de avaliação; orientar, acompanhar e promover as avaliações
externas dos cursos e da instituição; verificar e acompanhar as recomendações oriundas
dos processos avaliativos internos e externos, oficiais e do sistema avaliativo próprio;
participar, em parceria com a área de recursos humanos, na elaboração e execução de
treinamentos/oficinas de trabalho para docentes e gestores acadêmicos, de caráter
formativo; avaliar a satisfação do corpo acadêmico e do corpo discente, docente e técnico
administrativo em relação à cadeia de serviços; orientar e acompanhar as autoavaliações
das áreas, consolidando informações e recomendações.

1.33. Fundamentos pedagógicos para a avaliação do curso

O currículo, percebido como o conjunto das atividades acadêmicas


planejadas/realizadas para o fim específico da formação, cujo instrumento máximo de
representação caracteriza-se pelo Projeto Pedagógico, é o centro do processo educacional.
É nele que estão expressos a filosofia e o objetivo do curso, a coerência entre a filosofia
adotada e o objetivo proposto com a organização, a seleção e a articulação dos conteúdos
básicos, a metodologia de ensino e os procedimentos de avaliação.
Avaliar o currículo implica em verificar a qualidade do produto que se está
promovendo e qual o perfil do profissional que o currículo pretende formar, em identificar os
mecanismos utilizados para esse fim, analisados em função do contexto educacional em
que essa formação se dá.
Como o currículo é o cerne da questão, há de se estabelecer uma estreita
relação entre o resultado de sua análise e os resultados das outras partes avaliadas:
aprendizagem, docentes, estruturas físicas e equipamentos e processos administrativos.

63
1.34. Pressupostos metodológicos

A avaliação do currículo e de sua metodologia de desenvolvimento visa a


possibilitar a compreensão do curso em seu conjunto articulado, por meio da participação
dos principais segmentos envolvidos - públicos internos e externos - de forma a facilitar a
transformação na busca da melhoria da qualidade. Esse aprimoramento do processo
educacional da IES, no sentido da revisão crítica e planejamento continuado, dar-se-á com
base em critérios e análise da realidade concreta.
Para isso, propõe-se a realização de avaliação interna, a ser complementada
pela avaliação externa. A primeira, a ser realizada por amostragem de alunos, equipe
administrativa, docentes e comunidade educacional diretamente envolvida no
desenvolvimento curricular. A segunda avaliação, a ser efetivada por uma equipe de
especialistas externos, que deverá conhecer muito bem o PDI e o Projeto Pedagógico do
Curso e manter-se afastada, a fim de possibilitar o equilíbrio para uma avaliação isenta de
vícios e tendências pré-concebidas.
A aplicação será qualitativa e empregará diferentes instrumentos, com o
predomínio de entrevistas livres, observações diretas, debates, depoimentos, análise
documental e outros instrumentos. Sempre que necessário, a equipe avaliadora poderá
utilizar-se da abordagem quantitativa, a fim de enriquecer a análise.

O foco da avaliação envolverá a relevância social do currículo, seu


compromisso social e político, sua estrutura, organização e metodologias adotadas e o
sistema de comunicação.

1.35. Avaliação do curso na perspectiva da relevância social

O foco na relevância social permite verificar a contribuição do curso no


desenvolvimento pessoal e profissional dos alunos e o impacto da formação para a região.
O foco da análise no compromisso social e político em uma avaliação de
currículo é de substancial relevância, tendo em vista o papel transformador que poderá ou
não desenvolver na sociedade. A concepção de educação que fundamenta o currículo, bem
como sua operacionalização e adequação da proposta pedagógica à clientela, são alguns
aspectos que podem indicar a direção tomada. A percepção e análise da estrutura, a
organização e a metodologia curricular realizadas pelos envolvidos são fundamentais para
compor a avaliação do conjunto. Tudo que diz respeito ao currículo deverá ser analisado.
São pontos relevantes para investigação:- coerência entre a concepção filosófica, os
objetivos e o curso oferecido;- relação entre o currículo e seu desenvolvimento com as
competências a serem adquiridas e o perfil profissional desejado;- articulação dos
conteúdos de estudo com a realidade social, cultural, política, econômica, ambiental e
científica;- complementaridade entre as etapas do curso;- articulação entre cada unidade de
estudo e a progressão do nível de complexidade de estudo;- relação entre as metodologias
selecionadas e os propósitos estipulados;- diversidade metodológica;- eficácia na
metodologia adotada e nos instrumentos utilizados;- estratégias de integração comunitária
no processo de formação;- elementos curriculares que estão contribuindo ou dificultando a
trajetória do aluno;- relação entre a teoria e a prática;- divisão criativa do tempo para
desenvolvimento curricular.

64
Além dos dispositivos da avaliação institucional, a Coordenação do Curso
avalia o desempenho e qualidade do curso, através de ações próprias, como encontros
regulares com os alunos e periódicas reuniões com os representantes de turma, visando
detectar os problemas locais – ou seja, de turma a turma – bem como identificando os
problemas comuns, ouvindo reclamações e, dentro das possibilidades, traçando planos de
ação para melhoria da qualidade de ensino e aprendizagem.
O Curso ainda conta com as avaliações feitas pela CPA, como meio de analisar os
dados e traçar planos de ação para implementar, adequar e executar as medidas
necessárias a melhoria da qualidade.
Diversas formas de aferição são utilizadas. As técnicas são as seguintes:
 Comparação e acompanhamento periódicos das metas, resultados e
processos, inclusive para subsidiar o replanejamento dos processos avaliativos e do PDI;
 Pesquisa legal, para acompanhar as diretrizes educacionais;
 Pesquisa a órgãos e fontes para identificar necessidades mercadológicas
mudanças;
 Análise documental e acesso e construção de banco de dados internos, com
objetivo de sistematizar e analisar as informações;
 Avaliação de pares, com análises por curso, propondo melhorias e ajustes.
Os resultados do processo de auto avaliação são encaminhados à instância superior
da IES, a quem compete a (re) definição e implementação das políticas acadêmicas que o
processo avaliativo sugerir. Os resultados da avaliação subsidiam as ações internas e a (re)
formulação do Plano de Desenvolvimento Institucional e do Projeto Pedagógico Institucional.

65
8. ANEXOS

1.36. Ementário e bibliografias

Comunicação e Expressão
Ementa: As especificidades da linguagem oral e escrita. A linguagem e a diversidade
linguística. A leitura e a interpretação de textos orais e escritos. A elaboração de respostas
subjetivas a partir de textos diversos. A leitura e a produção textual de gêneros acadêmicos
específicos da área. A utilização do vocabulário adequado para a área focalizada. Tópicos
gerais sobre argumentação e persuasão em textos orais e escritos. Revisão de tópicos
gramaticais peculiares (acentuação gráfica, pontuação, colocação pronominal e novas
regras ortográficas).
Bibliografia Básica e Complementar:

Bases da Filosofia da Educação


Ementa: Origens e significado da Filosofia. Conhecimento mítico e conhecimento filosófico.
Correntes e tendências filosóficas. Senso comum e ciência. Tendências pedagógicas.
Concepções e contribuições da Filosofia da Educação.
Bibliografia Básica e Complementar:

Introdução a Pedagogia
Ementa: Etapas da evolução histórica da profissão, contextualização da profissão dentro da
área de atuação a nível regional, nacional e mundial. Áreas de atuação e tendências da
profissão, salários, campos de atuação e outros. Ética profissional, bases legais. Visita
técnica. Aula (s) de laboratório (ou informática) demonstrativa que seja representativa da
profissão.
Bibliografia Básica e Complementar:

Políticas públicas e Educação no Brasil


Ementa: Natureza política da educação. Relações entre realidade educacional, Estado,
ideologia, legislação e políticas públicas. Concepções de estado: liberal, intervencionista e
neoliberal. Políticas educacionais configuradas no Estado brasileiro em seu desdobramento
histórico-social. Cidadania global, consumo e política educacional. Processo nacional de
elaboração de políticas públicas no bojo da mundialização da política e internacionalização
da economia. Mudanças das relações entre Educação e Estado: políticas públicas para os
diferentes níveis de ensino.
Bibliografia Básica e Complementar:
DEMO, P. Política social e cidadania. Campinas: Papirus, 2003.
IMBERNÓN, F. Formação Docente Profissional: formar-se para a mudança e a incerteza.
3. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
PARO, V.H. Educação como exercício do poder: crítica ao senso comum em educação.
São Paulo: Cortez, 2010.
DHMER, T. Sociedade e políticas: novos debates entre ONGs e universidade. Rio de
Janeiro: Revan, 2003.
66
LIBÂNEO, J. C.; TOSCHI, M. S.; OLIVEIRA, J.F. Educação Escolar: políticas, estrutura e
organização. São Paulo: Cortez, 2010.
OLIVEIRA, M.A.M. Políticas públicas para o ensino profissional. Campinas: Papirus,
2003.

Fundamentos Sócio-Antropológicos
Ementa: A sociologia e antropologia como ciência. Aspectos conceituais da sociologia e
antropologia. O surgimento da sociologia da educação. Teorias sociológicas e
antropológicas clássicas. A educação como processo social e suas relações com a cultura e
a aprendizagem de papéis sociais. Questões da sociologia e antropologia contemporâneas.
As relações entre educação e sociedade: a natureza e as especificidades dos fenômenos
sócio-antropológicos e suas relações com os fenômenos educacionais. Diversidade etno-
cultural e educação: diferença e desigualdade. Educação, escola e multiculturalismo: a
escola como espaço de socialização e de vivências socioculturais.
Bibliografia Básica e Complementar:

Desenvolvimento pessoal e empregabilidade


Ementa: Empregabilidade: conceitos. Inserção no mercado de trabalho. Projetos Pessoais e
Profissionais. Competências sociais. Competências interpessoais. Características dos
processos seletivos. Análise do Mercado de Trabalho. Recolocação. Diferenciais
corporativos. Independência financeira. Vídeo padrão sobre Superação.
Bibliografia Básica e Complementar:

Princípios da Educação em Direitos Humanos


Ementa: Educação em Direitos Humanos; Tratados Internacionais de Direitos Humanos;
Educação em Direitos Humanos e o contexto brasileiro; Educação em Direitos Humanos na
Contemporaneidade; Marco Legal da Educação em Direitos Humanos; Diretrizes Nacionais
para Educação em Direitos Humanos; Proposta teórico-metodológica para uma educação
em Direitos Humanos.
Bibliografia Básica e Complementar:
BAZÍLIO, L.C. Direitos humanos e educação. São Paulo: Cortez, 2005.
BAZÍLIO, L.C Infância, educação e direitos humanos. São Paulo: Cortez, 2003.
MONDANI, M. Direitos Humanos no Brasil. Contexto, 2009.
BRASIL, COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DREITOS HUMANOS, Plano Nacional
de Educação em Direitos Humanos. Brasilia: Secretaria Especial dos Direitos Humanos;
Ministério da Educação; Ministério da Justiça; UNESCO, 2007.
BRASIL, SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PREVIDÊNCIA DA REPUBLICA.
Educação em Direitos Humanos: Diretrizes Nacionais. Brasilia: Secretaria Especial dos
Direitos Humanos; Secretaria Nacional da Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, 2013.
DENO, P. Plano Nacional de Educação: uma visão crítica. Campinas: Ed. Papirus. 2016.
Instituto Interamericano de Direitos Humanos Direitos, Direitos Humanos. São Paulo:
Brasiliense, 1991.
CHICARINO, T. (Org.) Educação em Direitos Humanos. São Paulo: Person, 2016.
ANTUNES-ROCHA, M.I.; HAGE, S.M. Escola de Direito: reiventando a escola
multisseriada. Belo Horizonte: Ed. Autêntica. 2010.
CARREIRA, D.; SCHUHLI, L.B.; XIMENES, S. (coord.). Direito Humano à Educação.
Paraná: Editora Plataforma Dhesca Brasil, 2011.
GERONE JUNIOR, A. Desafios ao educador contemporâneo. Curitiba: Intersaberes,
2016.
67
GUIMARÃES, M.R. Educação para a paz: sentidos e dilemas. Caxias do Sul: EDUCS,
2011.
MONDAINE, M. Direitos Humanos no Brasil. São Paulo: Ed. Contexto, 2009.

Didática
Ementa: Estudo dos processos de ensino. Princípios, condições, meios, gestão do ensino e
da aprendizagem.
Bibliografia Básica e Complementar:
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
HAYDT, Regina Célia Cazaux. Curso de didática geral. São Paulo: Ática, 2011
PIMENTA, Selma G. De professores, pesquisa e didática. Campinas: Papirus, 2002.
ZABALA, Antoni; ROSA, Ernani F. da Fonseca. A prática educativa: como ensinar. Porto
Alegre: Artmed, 1998.
CANDAU, Vera Maria (Org.). A didática em questão. 22. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
CANDAU, Vera Maria (Org.). Didática, currículo e saberes escolares. Rio de Janeiro:
DP&A,2000.
FAZENDA, Ivani. (Org.). Didática e interdisciplinaridade. 7. ed. Campinas, SP: Papirus,
1998.
GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. Didática e teorias educacionais. Rio de Janeiro: DP&A,
2002.
HOFFMAN, J. Avaliação ̶ mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 35 ed. Porto
Alegre: Mediação, 2005.
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 11 ed. São
Paulo: Cortez, 2001.
MASETTO, M. T. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1994.
PETERS, Otto. Didática do ensino a distância. São Leopoldo: Ed. Unisinos, 2001.
BLOOM, B. S. et al. Taxonomia de objetivos educacionais. Tradução por Flávia Maria
Sant´Anna. Rio de Janeiro: Globo, 1988.
BRANDÃO. C. R. O que é educação. 33ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1995.
PIMENTA, Selma G. (Coord.). Pedagogia, ciência da educação? São Paulo: Cortez, 1996.
PIMENTA, Selma G. (Org.). Didática e formação de professores: percursos e
perspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 2000.
PIMENTA, Selma G. (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo:
Cortez, 2000.
RIOS, Terezinha A. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. 2.
Ed.São Paulo: Cortez, 2001.
VEIGA, Ilma P. A. (Org.). Didática: o ensino e suas relações. Campinas, Papirus, 1996.
VEIGA, Ilma P. A. (Org.). Repensando a didática. Campinas: Papirus, 1990.

Psicologia do Desenvolvimento
Ementa: A Psicologia como ciência. Psicologia Do Desenvolvimento: evolução histórica,
concepções de Psicologia da Educação, objeto de estudo, conteúdos e importância prática.
Bases biológicas e sociais do comportamento humano. Teorias do desenvolvimento:
Behaviorista Radical (Skiner), Humanista (Rogers), Psicanalítica (Freud), Cognitivista
(Piaget), Interacionista (Vygotsky), Afetiva (Wallon).
Bibliografia Básica e Complementar:

68
LIBRAS
Ementa: Propiciar o conhecimento teórico/prático sobre a Língua de Sinais Brasileira Libras,
tendo como base a compreensão crítica do contexto histórico, questões filosóficas, culturais
e legais que envolvem a língua natural da comunidade surda brasileira, Libras.
Bibliografia Básica e Complementar:

CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da


Língua de Sinais Brasileira. São Paulo: EDUSP, 2001.
QUADROS, R.M. Educação de surdos: A aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed,
1997.
SKLIAR, C. Atualidade da educação bilíngue para surdos: interfaces entre a Pedagogia e
Linguística. Porto Alegre: Mediação, 1999. Vol. I e II.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436 de 24
de abril de 2002 e o artigo 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que dispõe
sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e dá outras providências. Diário Oficial da
União, Brasília, DF, 22 dez. 2005.
GESSER, A. LIBRAS? Que língua é essa?: Crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
CHOI, D. [et al.]. Libras: conhecimento além dos sinais.(org.) Maria Cristina Cunha
Pereira. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. (Biblioteca virtual).
SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica.
Projeto Toda Força ao 1º Ano: contemplando as especificidades dos alunos surdos.
Secretaria Municipal de Educação. São Paulo: SME/DOT, 2007.
LACERDA, C.B.F. A construção de um Programa de Inclusão Bilíngue para alunos
surdos: desafios e possibilidades. São Paulo, SP. Disponível em:
http://www.fe.unicamp.br/falaoutraescola/resumospalestrantes/CristinaLacerda.pdf Acesso
em: 05 out. 2012.

História da Educação: geral e Brasil


Ementa: Fundamentos teórico-metodológicos da História da Educação e sua importância na
formação do educador. Principais teorias e práticas educacionais desenvolvidas na história
da educação no Brasil. Visão histórica dos elementos mais significativos da educação
brasileira, considerando o contexto social, político, econômico e cultural de cada período
histórico.
Bibliografia Básica e Complementar:
ARANHA, M.L.A. História da Educação e da Pedagogia São Paulo: moderna, 1989.
RIBEIRO, M. L. S. História da Educação Brasileira. São Paulo: Cortez, 1987.
GADOTTI, M. História das Ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 1998.
ROSA, M. G. História da Educação através de textos. São Paulo: Cultrix, 1972.

Organização e Legislação Brasileira


Ementa: Estudo analítico do processo construtivo do Sistema Educacional Brasileiro e sua
legislação. Aborda a organização e administração da educação, seus aspectos legais e
construtivos dos níveis de ensino e modalidade. Discute a política nacional de formação
dos profissionais para Educação Básica e suas fontes de financiamentos. Discute a
inclusão de populações indígenas, afro-descendentes e ribeirinhas na educação brasileira.
Bibliografia Básica e Complementar:

69
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n 9394/96, de 20 de
dezembro de 1996. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008.
BRASIL. Constituição Federativa do Brasil: promulgada em 05 de outubro de 1988. Diário
Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 1988.
SCHILLING, F. (org.) Direitos Humanos e Educação: outras palavras, outras práticas. São
Paulo: Cortez, 2005.
BEZENZINSKI, I (org.) LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo:
Cortez, 2007.
DAVIES, N. Legislação Educacional Federal Básica. São Paulo: Cortez, 2004.
DEMO, P. Plano Nacional da Educação: uma visão crítica. São Paulo: Papirus, 2015.
SANTOS, C. R. Educação Escolar Brasileira: estrutura, administração, legislação. São
Paulo: Pioneira Thonson Learning, 2003.
SAVIANI, D. A nova lei da educação: trajetória, limites e perspectivas. São Paulo: Autores
Associados, 2004.

Fundamentos aplicados à Educação


Ementa: O papel da Pedagogia e o papel do pedagogo. O objetivo das ciências da
educação. Conhecimento: visões histórica, filosófica, sócio-antropológica e psicológica.
Educação e sociedade: Concepções e Conflitos; Estado e Educação: ideologia, cidadania
e globalização. Análise da pedagogia, concepções e tendências. Educação Fundamental e
Médio: O problema da unidade, especificidade e autonomia das ciências da educação. A
educação como ponto de partida e de chegada dos estudos e da reflexão dos cientistas. A
contribuição das ciências para a explicação e compreensão da educação. Educação
Fundamental e Médio: Os parâmetros e as diretrizes da Educação Infantil de acordo com a
Lei 9394/96 (LDB). A lei 9394/96 e seus avanços durante a sua primeira década de
promulgação.
Bibliografia Básica e Complementar:

Metodologia da Pesquisa
Ementa:
Bibliografia Básica e Complementar:

Psicologia da Aprendizagem
Ementa: Aprendizagem: conceitos, princípios gerais e epistemológicos. Aprendizagem e a
construção do pensamento. Principais abordagens teóricas da aprendizagem, suas
contribuições e implicações para a prática pedagógica na sala de aula. Estudo dos fatores
psicológicos, sócio-ambientais e relacionais envolvidos nos processos de ensino e
aprendizagem.
Bibliografia Básica e Complementar:
BOCK, Ana Merces Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi.
Psicologias: Uma introdução ao estudo de Psicologia. Sp: Saraiva, 2008
COUTINHO, Maria T. da C.; MOREIRA, Mércia. Psicologia da Educação: um estudo dos
processos psicológicos de desenvolvimento e aprendizagem humanos. São Paulo:
Atual, 1998.
FONTANA, Roseli. Psicologia e trabalho pedagógico. São Paulo: Atual, 1997.
CÓRIA-SABINI, Maria Aparecida. Psicologia aplicada à educação. São Paulo: EPU, 1986
DAVIS, Cláudia; OLIVEIRA, Zilma M. R. de. Psicologia na Educação. São Paulo: Cortez,
1994.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.
29.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2004

70
MORIN, Edgar; ALMEIDA, Maria da Conceição de; CARVALHO, Edgard de Assis.
Educação e complexidade: os sete saberes e outros ensaios. São Paulo: Cortez, 2002.
PATTO, Maria Helena de Souza. A produção do fracasso escolar. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2000.

Alfabetização e Letramento
Ementa: O conceito de Alfabetização. A prática alfabetizadora e os processos de
apropriação da leitura. Métodos de alfabetização. Novas perspectivas do processo de
aquisição da leitura. Estratégias de leitura. Letramento. A linguagem lúdica da criança em
relação a sua classe social.

Bibliografia Básica e Complementar:

Estrutura e Financiamento da Educação


Ementa: Política e Legislação: aspectos determinantes do sistema de ensino brasileiro. A
estrutura administrativa e normativa da educação contemporânea. Visões macro-políticas
da educação no Brasil: as condições sócio-históricas na elaboração das leis 4.024/61;
5.540/68; 5692/71; 7.044/82 e 9.394/96. Análise, compreensão e crítica à nova LDB:
principais aspectos técnicos e sua aplicação. As políticas públicas para a educação
contemporânea: o Plano Nacional de Educação; o financiamento e a avaliação da
Educação Básica; a reforma da Formação de Professores no Brasil.
Bibliografia Básica e Complementar:

Ação Pedagógica na Educação Infantil


Ementa: Educação infantil. Aspectos legais, conceituais e institucionais da Educação
Infantil. Formação do educador infantil. Estudo do desenvolvimento da criança de 0 a 5
anos e os fatores implicados nele. Organização do espaço e tempo educativo e a
construção de situações didáticas para este nível de ensino nas diferentes áreas do
conhecimento.
Bibliografia Básica e Complementar:

Educação Popular
Ementa:
Bibliografia Básica e Complementar:

Ética e Cidadania
Ementa: Fundamentos filosóficos e o nascimento da filosofia. Razão, verdade,
conhecimento, lógica e argumentação. Objeto da ética, valores morais, responsabilidade
moral e liberdade, avaliação moral, juízos morais, ética das virtudes, éticas utilitaristas e de
ontológicas. Ontologia, ecologia, Capitalismo globalizado, sociedade e pensamento crítico.
Bibliografia Básica e Complementar:

Metodologia do Ensino da Matemática


Ementa: A construção do conhecimento matemático e o desenvolvimento do raciocínio
lógico: aspectos epistemológicos e metodológicos. Retrospectiva histórica da matemática e
as novas tendências. Objetivos do ensino da matemática. Discussão e estudo de conceitos
matemáticos presentes no currículo da educação infantil e nos anos iniciais do ensino
fundamental. Objetivos da matemática na educação infantil. Estudo e análise das relações:
matemática e raciocínio, matemática e comunicação, matemática e suas conexões com o
cotidiano. Os conteúdos curriculares da matemática na educação infantil e as formas de
tratamento metodológico. Objetivos da matemática na educação infantil. Estudo e análise
das relações: matemática e raciocínio, matemática e comunicação, matemática e suas

71
conexões com o cotidiano. Os conteúdos curriculares da matemática na educação infantil e
as formas de tratamento metodológico.
Bibliografia Básica e Complementar:

Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa


Ementa: Oralidade: usos e formas. Abordagens didático-metodológicas nas práticas da
oralidade na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A história da
Leitura: da produção sócio-histórica à entrada na escola. Leitura, Literatura Infanto-juvenil
e formação do leitor. Estratégias de Leitura.Literatura Infantil e os usos dos livros
literários.Abordagens didático-metodológicas nas práticas da leitura na Educação Infantil e
nos cinco anos iniciais do Ensino Fundamental. A história da Escrita: da produção sócio-
histórica à entrada na escola. Produção de texto, gramática e ortografia: uma proposta de
interação. Gêneros textuais, bases temáticas e os diversos suportes. Abordagens didático-
metodológicas nas práticas de escrita na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino
Fundamental. Propostas didático-metodológicas do ensino-aprendizagem dos conteúdos
da Língua Portuguesa. Materiais didáticos e ensino de língua portuguesa. O uso de
recurso didáticos e tecnológicos no ensino da Língua Portuguesa. Os Parâmetros
Curriculares Nacionais e a língua portuguesa.
Bibliografia Básica e Complementar:

Psicomotricidade Relacional
Ementa: Gênese, introdução histórica e evolução da psicomotricidade. Abordagens
psicomotoras. Educação, reeducação e terapia psicomotora. Classificação, conceituação e
fundamentos teóricos básicos. Fundamentos psicomotores e metodologia da prática física
na educação infantil. Atividades físicas-psicomotoras: jogos elementares, movimentos
naturais, contestes e circuitos. Classificação do brinquedo e brincadeiras e a adequação
etária. Brinquedoteca, atividades lúdicas. O jogo como instrumento pedagógico. O corpo no
processo pedagógico. O jogo no processo da construção pessoal e na socialização.
Bibliografia Básica e Complementar:

Tópicos Integradores I
Ementa: Os Tópicos Integradores são componentes curriculares dos cursos, voltados para
reforçar a interdisciplinaridade e a correção de lacunas existentes no processo de
aprendizagem da formação do aluno do curso específico. Sendo cumprida através de
módulos, com conteúdo definidos por avaliação-diagnóstica dos alunos, observado a
regulamentação expedida pela Instituição.
Bibliografia Básica e Complementar:

Avaliação da aprendizagem
Ementa: Análise da avaliação da aprendizagem na escola, concepções, finalidades,
funções, instrumentos e critérios de avaliação. O processo de avaliação a partir de sua
inserção no processo escolar. Reflexão das concepções, finalidades, funções e orientações
legais e práticas. Práticas de avaliação na Educação Infantil e nas áreas do currículo do
ensino fundamental.
Bibliografia Básica e Complementar:

Empreendedorismo
Ementa:
Bibliografia Básica e Complementar:

72
Metodologia do Ensino de História
Ementa: Análise teórica e prática de propostas curriculares e didático-metodológicas para o
ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental. Os parâmetros curriculares
nacionais e o ensino de história. O saber histórico: estruturação dos conteúdos,
metodologia, recursos aplicáveis ao ensino, análise e uso de livros didáticos. Integração às
outras atividades curriculares dos anos iniciais do ensino fundamental.
Bibliografia Básica e Complementar:

Metodologia do Ensino das Ciências


Ementa: Teoria da ciência. Conhecimento científico. Análise do impacto das novas
tecnologias sobre o indivíduo, a cultura e a sociedade. O papel e o poder da ciência na
sociedade da informação. Propriedade intelectual. Comunicação e práticas culturais.
Bibliografia Básica e Complementar:

Metodologia do Ensino da Geografia


Ementa: Análise teórica e prática de propostas curriculares e didático-metodológicas para o
ensino de geografia nos anos iniciais do ensino fundamental. Os Parâmetros Curriculares
Nacionais e o ensino de geografia. O saber geográfico: estruturação dos conteúdos,
metodologia, recursos aplicáveis ao ensino, análise e uso de livros didáticos. Integração às
outras atividades curriculares dos anos iniciais do ensino fundamental.
Bibliografia Básica e Complementar:
CAVALCANTI, L.S. A geografia escolar e a cidade. São Paulo: Papirus, 2015.
CAVALCANTI, L.S. O ensino de geografia na escola. São Paulo: Papirus, 2015.
DUARTE, P.A. Fundamentos de Cartografia. São Paulo: EDUFSC, 2008.
CARLOS, A.F.A. Novos Caminhos da Geografia. São Paulo: Contexto, 2013.
MERDONÇA, F. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina, 2007.
ALMEIDA, R.D. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica. São Paulo: Contexto, 2009.
PONTUSCHKA, N. N; OLIVEIRA, A.U. Geografia em perspectiva: ensino e pesquisa.
Campinas: Contexto, 2012

Estágio Supervisionado I
Ementa: Estágio junto às escolas de Educação Fundamental (anos iniciais), direcionado ao
trabalho pedagógico, a gestão escolar; Observação de planejamento e projetos, entendido
na articulação entre e a docência e a gestão escolar, observação e análise da sala de aula e
sua articulação com os demais espaços da escolar.
Bibliografia Básica e Complementar:

Fundamentos de Educação Inclusiva


Ementa: Fundamentos teóricos de currículo; Planejamento de currículo; Programas
escolares; Estudo de temas segundo critérios filosóficos, políticos, econômicos e sociais;
Determinação da direção que o processo deve assumir na Escola e na Sociedade de
fundamentos e perspectivas de elaboração, execução e avaliação do currículo; Análise de
situações curriculares para compreensão e intervenção no processo educacional;
Elaboração de planos escolares.
Bibliografia Básica e Complementar:

73
Literatura Infantil e Prática Pedagógica
Ementa: Origem, evolução e tendências da leitura infantil na Europa e no Brasil. Vertentes
atuais da literatura infantil brasileira. Características dos contos de fadas tradicionais e
modernos. Características do texto literário infanto-juvenil: linguagem, conteúdo e forma.
Critérios de seleção de texto literários infanto-juvenis. Análise de obras. Literatura Infanto-
juvenil: condições de produção e consumo; literatura infantil e escola; literatura juvenil e
formação do leitor. Principais autores e obras da literatura infantil. Conceito e aspectos
históricos da literatura infantil. Características das obras e subgêneros literários. A
literatura na formação da criança. O papel da escola na formação do leitor. A literatura na
escola. O professor como contador de histórias. Abordagens pedagógicas da literatura
infantil na escola: técnicas e métodos de ensino favoráveis à formação do leitor. A
biblioteca escolar.
Bibliografia Básica e Complementar:

Responsabilidade Socioambiental
Ementa: Economia e a questão ambiental; Economia dos recursos naturais; Economia do
aquecimento global; Externalidades, Bens Públicos e Direitos de Propriedade; Consumo,
energia e efeitos sobre o meio ambiente; Economia urbana e meio ambiente; Políticas
ambientais no Brasil; Recursos Exauríveis: teoria e gestão; Teoria dos Recursos Naturais
Renováveis; Protocolo de Kyoto, Mecanismos de Desenvolvimento Limpo e Certificados; O
processo econômico e a emissão de gases de efeito estufa; Impactos econômicos das
mudanças climáticas; Políticas de mitigação.
Bibliografia Básica e Complementar:

Educação de Jovens e Adultos


Ementa: Fundamentos sócio-histórico e psicológico da educação de jovens e adultos.
Função social e política da educação de jovens e adultos. As diversas modalidades e formas
alternativas. A questão da alfabetização e necessidade de elaboração de procedimentos de
ensino e material didáticos adequados. Ações implementadas pela sociedade civil e pelo
Estado. A formatação do educador e as especificidades no trabalho com jovens e o adulto.
Bibliografia Básica e Complementar:

Tópicos Integradores II
Ementa: Os Tópicos Integradores são componentes curriculares dos cursos, voltados para
reforçar a interdisciplinaridade e a correção de lacunas existentes no processo de
aprendizagem da formação do aluno do curso específico; sendo cumpridas através de
módulos, com conteúdo definidos por avaliação-diagnóstica dos alunos, observado a
regulamentação expedida pela Instituição.
Bibliografia Básica e Complementar:
CORTELLA, M. S. A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos.
12. ed. São Paulo; Cortez, 2008.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. 39. ed. São Paulo; Paz e Terra, 2003
IMBERNÓN, F. Formação docente e professores: formar-se para a mudança e a
incerteza. 8.ed. São Paulo: Cortez, 2009.
FAZENDA, I.C. A. Práticas Interdisciplinares na escola. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2009.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 45. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2005.
PERRENOUD, P. Dez Novas Competências para ensinar. Porto Alegre; Artmed, 2000.
74
PIMENTA, S. G.; GHIDEN, E. (org.). Professor reflexivo no Brasil. 2. ed. São Paulo:
Cortez, 2002.
RIOS, T. A. Ética e Competência. 17. Ed. São Paulo: Cortez, 2007.

Estágio Supervisionado II
Ementa: Estágio junto às escolas de Educação Fundamental (anos iniciais), direcionado ao
trabalho pedagógico, a gestão escolar; Observação de planejamento e projetos, entendido
na articulação entre e a docência e a gestão escolar, observação e análise da sala de aula e
sua articulação com os demais espaços da escolar.
Bibliografia Básica e Complementar:

Tecnologia da Educação
Ementa: A tecnologia da educação e os novos rumos para a educação; Tecnologia como
área do conhecimento humano; Aplicações tecnológicas no processo de ensino e
aprendizagem: possibilidades, limites e perspectivas; Ciberespaço e educação à distância:
novos ambientes de aprendizagem e comunicação docente; Inserção da tecnologia da
educação e da informação no cotidiano escolar: critérios para a seleção e utilização de
recursos
Bibliografia Básica e Complementar:

Gestão Educacional
Ementa: As políticas e a organização da educação básica. A estrutura e o funcionamento
dos sistemas de ensino. Os fundamentos teóricos e as experiências práticas da gestão
escolar. A política educacional no contexto da sociedade brasileira. A gestão escolar
democrática e o projeto político pedagógico na perspectiva de uma educação para a
cidadania. Os desafios da escola e a formação do educador. A gestão e o desenvolvimento
profissional na escola. A escola que temos, a escola que queremos.
Bibliografia Básica e Complementar:

Andragogia e Educação
Ementa:
Bibliografia Básica e Complementar:

Metodologia do Ensino da Arte


Ementa: Arte como um processo de construção da história e cultura da humanidade; A arte
como objeto de conhecimento; A arte como representação imaginária da cultura; O
desenvolvimento da percepção de mundo através das diferentes expressões artísticas;
Vivência e processos didático-pedagógico para a iniciação musical e para a dança:
sensibilização sonora, caráter expressivo e forma musical, trabalho de conscientização
corporal e rítmica; As artes visuais e a prática pedagógica: utilização da linguagem do
desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção e outras; A criança e a
dramatização: as modalidades de artes cênicas, a escolha de textos, a montagem e a
encenação de peças.
Bibliografia Básica e Complementar:

75
Projeto de Diplomação I
Ementa:
Bibliografia Básica e Complementar:

Estágio Supervisionado III


Ementa: Estágio nas instituições educativas. Observação da prática relativa às dinâmicas
da gestão pedagógica. O papel do gestor educacional nos processos de construção de
projetos e planejamentos educativos. Os programas educacionais e as políticas de
avaliação escolar.
Bibliografia Básica e Complementar:

Tópicos Integradores III


Ementa:
Bibliografia Básica e Complementar:

Educação das Relações Étnico Raciais


Ementa: Introdução à Educação Étnico-Racial; Fundamentos legais para Educação das
Relações Étnico-Raciais; Histórias, culturas e sociedades africanas; O negro na sociedade
brasileira; Literatura africana e afro-brasileira; Relações raciais no Brasil com recorte racial;
Contribuições da matriz africana nas artes brasileiras; Resistência negra no Brasil; Literatura
africana e afro-brasileira; Arte e cultura africana e afro-brasileira;Culturas indígenas no
Brasil; Metodologia de Ensino em Educação para as relações étnico-raciais; Raça, currículo
e práxis pedagógica; Atividades de campo.
Bibliografia Básica e Complementar:

Pedagogia Organizacional
Ementa: Educação profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas
quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos; Educação corporativa: desenvolvimento,
aprendizagem e gerenciamento de competências e saberes do profissional; Pedagogo e
desenvolvimento do potencial humano na empresa; Prática educativa no treinamento e
desenvolvimento de pessoas; Empresa, responsabilidade social e meio ambiente; O papel
do educador como agente de mudança; Desenvolvimento de projetos pedagógicos para as
organizações.
Bibliografia Básica e Complementar:

Estudos Culturais em Educação


Ementa:
Bibliografia Básica e Complementar:

Projeto de Diplomação
Ementa:
Bibliografia Básica e Complementar:

Optativa
Ementa: A critério do NDE do curso, aprovado pelo Conselho, serão ofertadas disciplinas
optativas visando disponibilizar ao aluno a optar por uma ou mais disciplinas de um leque de

76
disciplinas. Essas disciplinas apresentarão congruência com a área de formação profissional
a ser escolhida pelo discente, podendo representar aprofundamento de estudos em
determinado campo de estudo dessa mesma área.
Bibliografia Básica e Complementar: Não se aplica.

Tópicos Integradores
Ementa: Elemento integrador dos conteúdos das disciplinas dos semestres letivos
anteriormente vivenciados. Estruturado a partir de atividades que integram os conteúdos
com vistas ao desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao raciocínio crítico e reflexivo dos
alunos, através da utilização de questões e problemas relativos aos conteúdos ministrados.
Bibliografia Básica e Complementar: Não se aplica

77
ORES
(Nome

MODELO
ORDEM

completo)
PROFESS
1

1 Ana Angélica Nã
O
SI
M/
Participação no NDE


Doutor/
2

Especialista TITULAÇÃO MÁXIMA


Mestre/
1.37.

CPF

Especial 0418390
H
Horista/
3

Parcial/ REGIME DE TRABALHO


Integral
4

VÍNCULO EMPREGATÍCIO

CLT
CLT
Corpo docente

Data de Admissão na IES (dd/mm/aa)

0000
00/00/

02/03/
6

Tempo de vínculo initerrupto com o curso (MESES)

me
ses
/

19 Si
o
7

ã
N
00 m
Si
Formação/capacitação/ experiência pedagógica

s
1
0
0
8

o
TEMPO NO MAG. SUP. ou EXP NA EDUC. PROFISSIONAL (anos)
9

n os
a an
00
TEMPO FORA MAG. (Exp. Profissional) (ANOS)

0
0
1

Qtidade CH SEMANAL
11

2 40
Qtidade CH em SALA DE AULA NO CURSO
2
1

0
Qtidade CH em OUTROS CURSOS
3
1

0
Qtidade CH ATIV.COMPLEMENTAR
14

Qtidade Nro. de Alunos do Docente


5
1

2
Qtidade Nro. ATUAL de Disciplinas do Docente
6
1

2
Qtidade Nro. MÉDIO de Disciplinas por Docente (últimos dois anos)

0
Qtidade Artigos public. periódicos na área
0
0 Qtidade Artigos public. periódicos em outras áreas
Qtidade Livros ou capítulos publicados na área
0

Qtidade Livros ou capítulos publicados em outras áreas


0

Qtidade Trabalhos publicados em anais (completos)


0
PUBLICAÇÕES
(Últimos 3 anos)

Qtidade Trabalhos publicados em anais (resumos)


17

Qtidade publicados Traduções de livros, capítulos de livros ou artigos


0

Qtidade Propriedade intelectual depositada


0

Qtidade Propriedade intelectual registrada


anos)

Qtidade Projetos e/ou produções técnicas artísticas e culturais


1
(Últimos 3
PRODUÇÕES

Qtidade Produção didático-pedagógica relevante, publicada ou não


..
ta ...
18

Formação Adequada
Doutor ...
Mestre ...

0 Especialist
Especialis

Bacharel .
19

Disciplinas ministradas
Nome
disciplina

Metodologi
1855 a do Ensino
da
Markic o ista 2015 m 2 0 0 a Matemátca
I; Teoria do
Currículo
0945919 Concepções
1827 Interdiscipli
nares,
Inclusão e
Diversidade
Cultural,
Educação
Nã 14/02/ 35 Si 2 1 1 de Jovens e
2 César Vilaça Mestre H CLT 10 8 70 3 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 Mestre
o 2000 2 m 0 8 0 Adultos e
Estágio
Curricular
Supervision
ado ll –
Ensino
Fundament
al e EJA
1862270 Educação
3843 de Jovens e
Cibeli da Adultos:
Rocha Nã 17/09/ Si 3 1 18 Abordagens
3 Mestre H CLT 24 0 12 0 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre
Ferreira de o 2014 m 2 2 9 e Métodos,
Moraes Inclusão e
Diversidade
Cultural.
4 Cinthia Sim Mestre 2747702 H CLT 07/02/ 16 Si 1 0 3 33 0 0 28 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre Orientação
Cristna dos 2860 2002 7 m 4 3 4 3 0 e Estágio
Santos Curricular
Guidini Supervision
ado III –
Ensino
Organizacio
nal
Empresas e
ONGs,
Didátca,
Organização

80
e Legislação
da
Educação,
Ludicidade
e Educação,
Inclusão e
Diversidade
Cultural,
Educação
de Jovens e
Adultos:
Abordagens
e Métodos,
Concepções
Interdiscipli
nares,
Projeto
Integrado
III, Teoria de
Currículo,
Projeto
Integrado
IV, Currículo
e Projeto
Pedagógico,
Polítcas
Públicas e
Educacionai
s.
5 Cláudia Nã Doutor 1523306 H CLT 30/03/ 20 Si 2 0 2 28 0 47 5 4 3 0 0 0 2 4 0 0 0 7 1 Doutora Psicologia
Bertoni o a 9806 1999 9 m 5 8 5 4 da
Fittipaldi Aprendizage
m;
Metodologi
a do Ensino
da
Matemátca
I;
Metodologi
a do Ensino
da

81
Matemátca
II;
Metodologi
a da
Alfabetzaçã
o II; Projeto
Integrado III
2633972 Alfabetzaçã
Eliane de 4892 o II e
Doutor 22/03/ Si 1
6 Siqueira sim H CLT 1 0 8 4 4 42 2 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Doutora Concepções
a 2000 m 6
Zanzini Interdiscipli
nares
0571412 Planejamen
0841 to e
Organização
da Escola,
Direito
Educacional
, Polítcas
Públicas de
Financiame
nto na
Elisabete Educação,
Nã 02/05/ 12 Si 2 2 23
7 Batsta Silva Mestre H CLT 0 28 0 0 7 7 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre Polítcas
o 2005 8 m 8 8 7
do Carmo Públicas e
Educacionai
s,
Orientação
e Estágio
Curricular
Supervision
ado IV –
Gestão e
Prestação
de Serviço.
8 Fabiane Dias Nã Especial 2798583 H CLT 02/03/ 89 Si 7 2 1 18 0 0 36 3 3 2 2 0 0 2 0 0 0 0 1 0 Especialist Língua
Romano o ista 4893 2009 m 8 0 a Brasileira de
Sinais,
Metodologi
a da
Alfabetzaçã

82
o,
Orientação
Estágio
Supervision
ado: Ensino
Fuindament
al I
2527828 Filosofia III,
9813 Projeto
Integrado
IV,
Legislação
Educacional
, Avaliação
no Processo
Fabiano de de Ensino e
Nã 12/08/ Si 2 22
9 Oliveira Mestre H CLT 25 6 0 24 0 0 7 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre Aprendizage
o 2014 m 4 8
Mina m, Projeto
Integrado V,
Currículo e
Projeto
Pedagógico,
Polítcas
Públicas e
Educacionai
s.
1 Jorge César Nã Mestre 7583050 H CLT 20/02/ 72 Si 3 0 2 28 0 0 29 7 6 0 6 0 0 2 0 0 1 1 0 0 Mestre Didátca,
0 Mubarack o 7820 2002 m 8 8 1 língua
Portuguesa
, Projeto
interdiscipli
nar,
orientações
de estagios,
Avaliação
processo de
ensino
aprendizage
m, aspectos
sociocultura
is e polítcos

83
na
formação
do gestor
educacional
, Projeto
integrador
etc.
0480830 Organização
6816 e Legislação
da
Educação,
Polítcas
Públicas de
Financiame
nto da
Educação,
Princípios
Gerais da
José Carlos Administraç
1 Nã 01/04/ 10 Si 1 2 26
Fernandes Mestre H CLT 3 23 0 0 7 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre ão Escolar,
1 o 2008 1 m 9 3 5
Galat Direito
Educacional
,
Planejamen
to e
Organização
da Escola,
Projeto
Integrado
III, Projeto
Integrado
IV.
3809662 Orientação
5853 e Estágio
Curricular
Supervision
1 José Cyro Nã Especial 16/10/ 18 Si 2 1 17 Especialist
H CLT 0 16 0 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ado IV –
2 Schneider o ista 2000 3 m 7 6 5 a
Gestão e
Prestação
de Serviço,
Filosofia III.

84
8976140 Orientação
5591 e Estágio
Curricular
Supervision
ado III –
Empresas –
1 José Mário 11/08/ Si
sim Mestre H CLT 1 5 14 8 8 0 0 56 3 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 4 0 Mestre ONGs,
3 Oliveira Brito 2016 m
Metodologi
a do Ensino
de
Matemátca
II, Teoria do
Currículo.
3007847 Didátca,
9827 Prátca de
Lígia de Assis
1 Nã Especial 04/08/ Si 1 Especialist Ensino:
Monteiro H CLT 1 2 12 7 7 0 0 71 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 19 0
4 o ista 2016 m 9 a Projetos
Fontana
Interdiscipli
nares.
7603689 Projetos
8800 interdiscipli
nares,
Avaliação
do ensino e
aprendizage
Maria Alice
1 Doutor 01/02/ 13 Si 1 18 m, Teoria do
de Paula sim H CLT 6 16 12 0 0 4 6 2 0 3 0 1 1 0 0 0 24 2 Doutora
5 a 2005 2 m 2 0 currículo,
Santos
Didátca,
Aspectos
legais da
formação
do
professor
1 Maria Nã Mestre 9218982 H CLT 22/08/ 16 Si 1 0 1 16 0 0 39 7 7 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre Didátca II,
6 Aparecida o 2815 2002 8 m 4 6 8 Tópicos
Peppe Integradore
s II, Filosofia
III, Currículo
e Projeto
Pedagógico,
Gestão

85
Educacional
, Polítcas
Públicas e
Educacionai
s, Projeto
Integrado V.
1605181 Lider Educação
2857 de em Direitos
Grup Humanos;
1 Marisa Viana Doutor 08/04/ Si 2 2 1 30
sim H CLT 13 0 11 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 o de 0 Doutora Aspectos
7 Mesquita a 1991 m 5 7 6 0
Pesqu sócio-
isa antropológi
CNPq cos; TCC
0000273 Avaliação
4818 no processo
de ensino e
aprendizage
Mestre em m; Prátca
Língua de
Portugues Ensino:Aspe
a; ctos
Especialist sóciocultura
a em is e polítcos
Psicopedag na
ogia; formação
1 Mayra Elza Nã 19/03/ Si 2 3 Especialist do gestor
Mestre H CLT 36 44 32 0 0 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
8 Lessi o 2002 m 3 2 a MBA educacional
Ensino ; Orientação
Superior; Estágio
Especialist Curricular
a em Supervision
Literatura ado III;
Brasileira; Orientação
Licenciada Estágio
em Letras Curricular
Supervision
ado IV;
Orientação
de TCC
1 Penha Nã Mestre 0100593 H CLT 02/02/ 14 Si 2 0 1 15 0 0 24 3 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre Língua
9 Heloiza de o 8873 2004 3 m 6 5 7 Portuguesa

86
II,
Concepções
Interdiscipli
nares,
Oliveira Prátca de
Ensino –
Projetos
Interdiscipli
nares.
3064183 Organização
9820 e Legislação
da
Educação,
Prátca de
Ensino –
Aspectos
Sócio-
Culturais e
Polítcos na
Rafael de
2 Nã 01/03/ Si 1 17 Formação
Paula Mestre H CLT 5 9 0 15 0 0 4 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre
0 o 2016 m 5 4 do Gestor
Belmonte
Educacional
, Polítcas
Públicas de
Financiame
nto da
Educação,
Planejamen
to e
Organização
da Escola.
2 Robson Leite Nã Mestre 2901420 H CLT 02/03/ 6 Si 8 2 1 17 0 0 22 6 5 0 0 0 0 2 1 0 0 0 0 0 Mestre em Didátca I e
1 o 9827 2016 m 7 1 Geografia II, Tópicos
Física Integradore
s I e II,
Avaliação,
Metodologi
a em
Geografia,
Educação
em Direitos

87
Humanos,
Projeto
integrador,
Introdução
em
Pedagogia
0760970 Metodologi
6884 a da
Alfabetzaçã
o II,
Legislação
18
Roseli Ap. de educacional
2 Nã 22/05/ 4 Si 3 1 12
A. Matos Mestre H CLT 0 10 0 0 4 0 0 0 2 0 1 1 0 0 0 0 0 Mestre ,
2 o 2001 me m 2 0 0
Moreira Concepções
ses
Interdiscipli
nares,
Estágio
Supervision
ado II
2604642 EJA,
4844 Inclusão e
Diversidade
Sirlandia
Cultural,
2 Reis de Nã 01/04/ 13 Si 1 1
Mestre H CLT 10 8 4 0 0 6 4 6 2 7 2 2 5 0 3 0 2 3 Mestre Metodologi
3 Oliveira o 2005 2 m 1 2
a do Ensino
Teixeira
da
Matemátca
I
0562788 Orientação
9802 e Estágio
2 Tânia Nã Especial 24/04/ Si 1 2 26 Especialist Curricular
H CLT 20 0 22 0 0 6 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0
4 Maranesi o ista 2014 m 6 2 4 a Supervision
ado II – EF e
EJA,
Valdenízia 0366306
2 Nã Especial 14/08/ Si 1 Especialist História da
Freire da 2864 H CLT 17 0 6 6 0 0 71 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
5 o ista 2014 m 8 a Educação
Silva
2 Vandeicol Nã Mestre 0894608 H CLT 24/09/ 15 Si 2 0 1 18 0 0 27 5 5 1 0 0 0 0 0 0 1 1 0 7 Mestre Princípios
6 Salviano o 1856 2003 6 m 5 8 9 Gerais da
Sabino Administraç

88
ão Escolar,
Gestão
Educacional
, História da
Educação,
Projeto
Integrado
III, Projeto
Integrado
IV,
Metodologi
a do Ensino
de
Geografia.
,
0858418 Prátca de
3809 ensino-
educação
infantl e
Vanderlei
2 Nã 19/09/ Si 1 3 42 cultura da
Maciel de Mestre H CLT 12 0 35 0 0 3 3 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre
7 o 2003 m 7 5 0 infância,
Arruda
Ludicidade
e educação,
Projeto
Integrado III
0075986 Relações
9812 Interpessoai
s, Gestão
Educacional
, Princípios
Gerais da
Welington
2 Nã Especial 01/03/ Si 2 26 Especialist Administraç
de Andrade H CLT 6 8 16 24 0 0 5 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
8 o ista 2016 m 4 5 a ão Escolar,
Matos
Trabalho de
Conclusão
de Curso
(TCC),
Projeto
Integrado V.
3 Evellyn Si Mestre 3146746 Integral CLT 22/11/ 3 Si 1 0 4 0 0 0 35 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Mestre Atividade
0 Ládya m 0850 2012 m 2 4 de

89
Franco Formação
Pontes Docente

90