Você está na página 1de 51

1.

ACENTUAÇÃO, ORTOGRAFIA
1. A palavra “cível" recebe acento gráfico em decorrência da mesma regra que determina o emprego de acento
em amável e útil.

2. O emprego de acento gráfico em “água”, “distância” e “primário” justifica -se pela mesma regra de
acentuação.

3. Sobre novo acordo de acentuação marque a correta

a) A palavra “prejuízos” recebe acento gráfico porque todas as proparoxítonas devem ser acentuadas.

b) A forma “pôde” (l.22) poderia ser corretamente substituída por pode, visto que o seu tempo verbal é
depreendido pelo contexto do parágrafo e que o acento nela empregado é opcional.
c) O emprego do acento gráfico em “indústria” e “rádio” justifica-se com base na mesma regra de
acentuação.

d) São diversas as regras de acentuação gráfica aos vocábulos “Brasília”, “cenário” e “próprio”

e) O emprego do acento gráfico nas palavras “metálica”, “acúmulo” e “imóveis” justifica -se com base
na mesma regra de acentuação

4. O emprego do acento gráfico nos vocábulos “índice” e “período” justifica-se com base na mesma regra de
acentuação gráfica
5. O emprego do acento gráfico em “remédios" pode ser justificado com base em duas regras distintas
de acentuação.

6. Os vocábulos “juízes” e “país” são acentuados de acordo com regras de acentuação gráfica distintas.

7. As formas “Mauá” e “conteúdo” são acentuadas em decorrência da mesma regra de acentuação


gráfica.

8. A palavra “acúmulo” recebe acento gráfico porque é proparoxítona; sem o acento, constituiria nova
palavra, que se diferencia da primeira no que se refere à classificação gramatical. Essa situação da
classe gramatical ocorre com “polícia”, a qual recebe acento gráfico por ser paroxítona com ditongo
crescente ou proparox eventual.

9. A mesma regra de acentuação gráfica se aplica aos vocábulos “homogênea” (l.9), “médio” (l.18) e “bromélias”
(l.19).

10. Há correção na escritura dos vocábulos “fóruns” e “juízes”. Para mantê-la, no singular, devereremos
escrever com a seguinte grafia: fórum e juiz.

11. A forma verbal correta derivada do vocábulo “privilégio” (l.8) é previlegiar.

12. Se, devido a uma hipotética alteração na redação do texto, o termo sublinhado no trecho “carecedor de
trabalhadores aptos a desempenhar atividades de maior grau de intelectualização” (l.4-5) tivesse de ser
substituído por um pronome, seria gramaticalmente correta a seguinte reescrita desse trecho: carecedor de
trabalhadores aptos a desempenhá-las.

13. O vocábulo ‘segmentado’ (linha 4) apresenta dupla grafia, podendo ser grafado também seguimentado, tal como
ocorre com segmento e seguimento.

17. Em “° A Carreira Policial Federal far-se-á nas categorias funcionais de Delegado de Polícia Federal, Perito
Criminal Federal, Censor Federal, Escrivão de Polícia Federal, Agente de Polícia Federal e Papiloscopista
Policial Federal, mediante progressão funcional, de conformidade com as normas estabelecidas pelo Poder
Executivo.”, as expressões grafadas com inicial maiúscula constituem unidades de sentido, classificadas como
substantivos compostos, em que o recorrente adjetivo "Federal" faz parte do nome próprio.

18. A palavra "caput", termo técnico da linguagem jurídica, está grafada em itálico por
constituir estrangeirismo.
19. há um erro gráfico na palavra "antessessor".
20. Em “não havia por que assustar-se.” Mantém-se a correção gramatical do período ao
se substituir “por que” pelo termo porquê.
21. Em “isso não sei por quê.” Sem prejuízo para a correção gramatical do período, a
expressão “por quê” poderia ser substituída por o porquê, embora modifique sentido.
22. O uso das letras iniciais maiúsculas em "Império Romano", "Cristianismo" e "Revolução
Francesa" são exemplos de que substantivo usado para designar ente singular deve ser
grafado com inicial maiúscula, como, por exemplo, Lei n.º 8.888/1998.
23. As palavras “pó”, “só” e “céu” são acentuadas de acordo com a mesma regra de
acentuação gráfica.
24. Justifica-se com base na mesma regra de acentuação gráfica o emprego do acento
gráfico nos vocábulos “sabíamos” e “procurávamos”.
25. O emprego do acento gráfico em “política”, “veículo” e “público” deve-se à mesma
regra de acentuação gráfica
26. A regra de acentuação gráfica que justifica o emprego do acento gráfico em
“aeroportuário” é a mesma que justifica o emprego do acento em “meteorológica”.
27. Embora se tenha excluído o acento diferencial na maioria das ocorrência, como Pôr e
por; ou para e para; ou pôde e pode, alguns permaneceram como fôrma e forma que são
obrigatórios de utilização, já que é necessária distinção.
28. devido à mesma razão que não se acentua ideia, também não se acentua estreia e
Coreia.

29. Em decorrência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (atualmente


em sua fase de transição, que vai até 31/12/2012), que eliminou o trema —
mantido apenas em palavras estrangeiras como “Müller” —, a palavra
“cinquenta” não apresenta mais esse sinal diacrítico
30. Na palavra “artista-docente” (l.11), para maior clareza gráfica, caso o
hífen da translineação coincidisse, na partição da sílaba ao final da linha, com
o hífen integrante da palavra composta, seria gramaticalmente correto repeti -
lo, no início da linha subsequente, da forma a seguir: artista-/-docente.
31. Em “hierárquico e padronização” os acentos gráficos indicam silaba tônica
e nasalização, respectivamente.
2. INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
1. Não incorreria em desvio de gramatica ou coerência, caso substituísse “no país” por “pelo país” em “é a primeira
vez que o mecanismo é adotado no país”.

2. Haveria manutenção da correção gramatical e dos sentidos originais do texto caso se substituísse a
expressão “aos governos estaduais e distrital” em “as policias civis e militares se subordinam aos
governos estaduais e distritais” por ao governo estadual e distrital.

3. A concordância do excerto “quais de nós somos felizes” poderia corretamente ocorrer da


seguinte forma: quais de nós são felizes. Dessa forma, não teríamos erro gramatical e
mudança alguma no sentido.

4. Em “o ouro já escasso. A energia elétrica caminha para isso” O pronome “isso" (l.4) retoma
a ideia expressa no primeiro período do parágrafo, ou seja, refere-se ao fato de o ouro ser escasso.

5. Assinale a alternativa cujas partículas não têm função de realce ou assertiva incorreta

a) Falta-lhe é a força / Quais as qualidades que formam não o incidental, mas o crítico

b) Instrumento pelo qual se informa ao consumidores que determinados produtos são ruins / Os juízes
que se deparam com o tema de conflitos assistem a situações diversas

c) No excerto “com base nesses encontros é que podem ser planejadas e desenvolvidas” A retirada da
expressão de realce “é que” (l.36) e a colocação de vírgula após o segmento “Com base nesse s
encontros” (l.35-36) não acarretariam prejuízo gramatical ao período.

d) O homem objetiva a rir-se da honra / Ele acabou de sentar-se

6. Mantêm-se a correção gramatical do texto e suas informações originais ao se substituir o termo


“percentual” (L.3) por percentil.

7. Pode-se substituir "por bem dizer" (O sertanejo não têm, por bem dizer, capacidade para se
aperfeiçoar a situações drásticas) pela expressão por assim dizer, sem causar prejuízo ao sentido do
período.

8. Em “William H. Whyte explicava como grupos se tornavam reféns de sua própria coesão, tomando decisões
temerárias e causando grandes fracassos.” o valor semântico das orações iniciadas por “tomando” e “causando”,
ambas na linha 4, permite interpretá-las como causa para a conceituação de Whyte; por isso correspondem a
porque tomavam decisões temerárias e causavam grandes fracassos.

9. No fragmento IV, a expressão “O COMUNICADOR foi lançado EM 1998 E TORNOU -SE UM DOS
PRIMEIROS DISPOSITIVOS” (L.8) poderia ser corretamente substituída por lançou-se, sem prejuízo
para o sentido do período.

10. Em “O brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na europa e nos estados
unidos do que em qualquer um dos países vizinhos” a preposição de em “do que” introduz o segundo
termo da comparação “mais capaz de”

11. A expressão “podemos entender como a maior parte dos brasileiros são inúteis” (L.2) poderia ser
substituída por quase todos os, sem prejuízo da coerência ou da correção gramatical do texto, já que
as duas expressões têm função significativa semelhante.

12. Em “pretende-se realizar a combustão da gasolina” o vocábulo combustão foi utilizado no sentido
conotativo de queimar.

13. Em “E, nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos
confessos, é a falta de punição quando ocorre um crime de autoria incontroversa, mas 19 ninguém tem coragem de
apontá-la à opinião pública, de modo que a justiça possa exercer a sua ação saneadora e benfazeja” a forma
pronominal apontá-la refere-se à falta de punição.

14. Em “Ainda jovem fiquei impressionado pela máxima de Shakerpeare: frase...” o sentido de máxima é certa
quantidade como variável.

15. Em “os detentos têm de 21 a 30 dias para ler” a troca por entre 21 a 30 dias para ler manteria o sentido e
correção.

16. Em “há quem acredite que a revolução industrial começou” é correto depreender-se do texto que a revolução
industrial começou

17. Dado o emprego da partícula “se”, em “Esperava-se que (...) as células-tronco adultas pudessem originar vasos
sanguíneos e células cardíacas” (l.9) e “sabe-se que as células-tronco adultas não são tão versáteis quanto prometiam”
(l.15), é impossível determinar de modo preciso quem esperava “que (...) as células-tronco adultas pudessem originar
vasos sanguíneos e células cardíacas” (l. 9 a 12) e quem sabe “que as células-tronco adultas não são tão versáteis
quanto prometiam” (l. 15 e 16).
18. Em “ Atualmente a maioria dos empreendedores negros são mulheres que abriram seus 4 negócios por
oportunidade, contrariando a crença geral de que as pessoas das camadas com menor poder aquisitivo
procuram abrir seus negócios mais por necessidade ou devido ao 7 desemprego. Praticamente metade desses
empreendedores tem menos de 40 anos e, em relação aos jovens, 75% deles estão 10 empreendendo pela
primeira vez, tendo a maioria concluído ou iniciado o ensino superior” podemos afirmar que a autora apresenta
dados sobre o tema tratado por meio de uma gradação do percentual de engajamento da população negra
feminina no empreendedorismo.

19. Em “Há uma sinalização de que a juventude negra pobre está seguindo uma mudança cultural que ocorre
de forma gradativa. Ela está percebendo que o empreendedorismo pode ser uma forma de protagonizar uma
transformação de alto impacto social e econômico “O texto refuta a ideia de que as camadas mais pobres
da população não têm iniciativa para promover transformação social.

20. Em “a república foi menos conquista do que projeto de imposição por militares” o autor exprime sua
tese defendida por meio de elementos semanticamente complementares entre si, como o que ocorre
com “conquista” e “projeto”

21. A oração “que irão sofrer os reflexos da deliberação” (Abre oportunidade para as pessoas que irão
sofrer o reflexo da deliberação se manifestarem ) é indispensável ao sentido do período, pois delimita a
referência de “pessoas” (l.22).

22. EM “ A maioria dos historiadores, pesquisadores e estudiosos considera que o imposto de renda surgiu em
1799, na Inglaterra, quando o governo inglês necessitava de recursos 4 extras para custear a guerra contra a
França, governada por Napoleão Bonaparte. No Brasil, as primeiras tentativas de implementação 7 do tributo
ocorreram em 1843, no reinado de D. Pedro II, por meio da edição da Lei n.º 317, de 21 de outubro.” A
expressão “implementação do tributo” exprime a ideia central a ser desenvolvida nos parágrafos
subsequentes do texto, funcionando como tópico frasal.

23. Na primeira oração do texto (As garras do leão estão mais afiadas, pois a RFB obterá mais controle das
movimentações financeiras), o termo “Leão” foi empregado de forma simbólica, para denotar a força pol ítica
exercida pelo Estado sobre a nação brasileira.
24. Em “as estruturas administrativam devem atuar de forma comprometida e concertada” A coerência do
texto seria preservada caso os vocábulos “comprometida” (l.35) e “concertada” (l.36) fossem substituídos,
respectivamente, por responsável e reparada.

TEXTO: No início da colonização portuguesa no Brasil, a defesa das pessoas pobres perante os tribunais era
considerada uma obra de caridade, com fortes traços religiosos.
Anteriormente à primeira Constituição pátria, a de 1824, vigoraram as Ordenações Afonsinas, as Manuelinas
e as Filipinas. Destas, somente as Ordenações Filipinas, 7 sancionadas em 1595 e que construíram a base do
direito português até o século XIX, com vigência de 1603 até o Código Civil brasileiro de 1916, trazem, em
seu texto, algo que 10 remete ao entendimento de concessão de justiça gratuita, prevendo que, se o agravante
fosse tão pobre que jurasse não ter bens móveis, nem bens de raiz, nem como pagar o agravo 13 e se rezasse,
na audiência, uma vez, a oração do Pai-Nosso pela alma do rei de Portugal, seria considerado quitado o
pagamento das custas de então.

25. De acordo com o texto, o Estado confundia-se com a religião, o que fica evidente no fato de que foram
as Ordenações Filipinas que compilaram, em textos legais, o benefício da justiça gratuita de cunho religios o

26. Conclui-se do texto que a concessão da gratuidade no acesso à justiça originou-se de um dever legal do Estado
de auxiliar os pobres na resolução de suas demandas.

27. O poema que trata dos aspectos de atitudes humana possui, Como seu propósito, normatizar o
comportamento de um novo homem, por isso que o poema apresenta tom imperativo.

28. O verbo auxiliar “dever” nas seguintes construções “Ele deve chegar por volta das 14 horas” e “Já que sua filha
está de castigo. Deve chegar até 14h” indica, respectivamente, obrigação e possibilidade.
29. Em “a indispensabilidade da teoria política viria dessa necessidade de autoconhecimento” Na linha 11, o uso
do futuro do pretérito em “viria” sugere a intenção do autor em manter distanciamento em relação à
ideia da “necessidade de autoconhecimento dos indivíduos”. Tal posicionamento não ocorre no
seguinte trecho “eu indaguei sobre as políticas econômicas" (l.2), que não confere ao texto objetividade e
distanciamento.
30. A expressão "Em outras palavras, ser desenvolvido é uma totalidade." (l.10) pode, sem prejuízo
para a informação do texto, ser substituída por qualquer uma das seguintes: Isto é, Ou seja, Ou
melhor, Com efeito.
31. O trecho “Esse sucesso influenciou o comportamento e os valores sociais das mulheres” (l.13-14) poderia
ser corretamente reescrito da seguinte forma: Esse sucesso influenciou no comportamento e nos valores sociais
das mulheres.

32. Está correta e mantém o sentido“tirou de circulação mais de 1,6 milhão desses animais entre 1903 e
1907” (l.9-10): fez que mais de 1,6 milhões desses animais fossem retirados de circulação entre 1903
e 1907.
33. A oração iniciada por “ao dar vazão à criatividade, o homem depara-se com seus limites” (l.10) apresenta
uma causa para o homem deparar-se “com seus limites” (l.13).

34. em “Glauber foi uma figura brasileiro, tendo redigido obras, rejeitado mulheres, defendido
coisas“redigido” (l.32), “rejeitado” (l.32) e “defendido” (l.33), que são co ordenadas entre si,
relacionam-se, semanticamente, à oração “Glauber tornou-se uma figura conhecida no meio cultural
brasileiro” (l.30-31).

35. O trecho “seja natural, seja artificial” (L .6) poderia ser substituído por ora natural, ora
artificial, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto.

36. Em “a assistência inclui: orientação e defesa jurídica, divulgação de informações sobre direitos e
patrocínio de causas frente ao judiciário” estaria coerente e sem mudança de sentido empregar no
lugar de “frente a” por quaisquer “perante a, diante de, ante a”; e reescrever orientação e defesa
jurídica de sorte que ficasse da seguinte maneira: a assistência inclui: orientação, defesa jurídica....

37. Em “A lei de acesso à informação determina que órgãos públicos assegurem o acesso à
informação” No trecho “assegurem a proteção” (L.5), o emprego da forma verbal no subjuntivo
justifica-se porque, pelos sentidos do texto, se trata de uma ideia provável, desejável, cuja realização
efetiva ainda não se pode comprovar.

38. Em “os chineses tÊm investido em ensino superior, cujo número de matrículas foi multiplicado por
seis” Prejudicam-se a correção gramatical e as informações originais do período ao se substituir “foi
multiplicado” (L.4) por multiplicou-se.

39. O emprego das expressões "as carteiras vão continuar valendo até 2020" (L.23) e "Durante o ano,
o governo já está enviando dados para a policia federal" (L.25), as quais indicam haver uma ação em
curso, usualmente, deve ser considerado vício de linguagem.

40. Em “O consentimento populacional é algo essencial para que o estado constitucional perdure e seja
sempre capaz de proteger” O uso do modo subjuntivo em "perdure" ( .17) e "seja" ( .17), em
orações sintaticamente independentes, deve-se ao valor semântico do subjuntivo para expressar a
ideia de desejo ou vontade, que, no caso, aplica-se à função do "Estado" ( .16).

41. A forma verbal “Tal golpe fora afirmado por instituições. Assim, Seria uma quebra de elo” (L.8)
está no futuro do pretérito e indica uma ação que provavelmente poderia ter acontecido no passado.

42. A palavra "herdeiro" ( veja os gastos que o herdeiro do seu patrimônio poderá causar) está sendo
utilizada conotativamente para acentuar a idéia de que se trata da pessoa que vai arcar com as dívidas
calculadas na planilha mostrada no texto.

43. Em “20 mil morre de forme e outras 815 sofrem de desnutrição, o emprego de "outras" indi ca que
as pessoas que "morrem de fome" não sofriam de desnutrição.

44. EM “o itamaraty jogando nos meandros da diplomacia internacional conseguiu um grande feito” A
palavra “meandros” (l.10), empregada em sentido conotativo, confere à idéia de “diplomacia
internacional” (l.11) a noção de complexidade, ou seja, emaranhado de processos e negociações
sinuosas.

45. O uso das formas verbais no imperativo concordando com você no lugar de tu contribui para que
o texto instrucional seja mais informal, direto e objetivo. Semelhantemente, O uso do imperativo
“Acalmem-se” e em “lede-me” (ACALMEM-SE, DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS; LEDE-ME
DEVAGAR) é uma das estratégias utilizadas pelo autor para aproximar a linguagem do texto da
modalidade oral e para envolver o leitor, pondo-o no centro da mensagem, marcadamente estilismo de
textos publicitários, que é a interpelação direta do interlocutor por meio do emprego do modo
imperativo
46. EM “EU HEI DE VENCER”, Embora verbo haver no presente do indicativo, ALÉM DA IDEIA FUTURA, TEMOS UM
DESEJO

47. O emprego da forma verbal “EU resolvera TIRAR FÉRIAS. DURANTE A ÚLTIMA, UM POLICIAL ME
INDAGOU” (L.1), no pretérito mais-que-perfeito, indica que o narrador tomou a decisão de “passar o dia com
os trabalhadores da estiva” (L.1-2) antes da ocorrência do evento narrativo principal do texto

48. em “já na grecia antiga alguns diziam que a norma não passaria de mera convenção”
O emprego do futuro do pretérito em “passaria” (L.2) tem a função de indicar que a afirmação não é
categórica, ou seja, aceita de forma unânime e indiscutível.

49. Em “é importante viver sem lembrar” Pela construção textual, depreende-se que, apesar de serem formas
verbais, os vocábulos “pensar” e “lembrar”, ambos na linha 6, estão empregados como substantivos.

50. Em “o ser humano é arte, o ser humano é vida”. O verbo ser encontra-se no presente do indicativo, não para
expressar ações habituais dos seres humanos que ainda não foram concluídas, e sim para apresentar uma condição
ou situação como permanente, denominado presente durativo.

51. Em “Um dos aspectos mais notáveis da aventura do homem ao longo da história tem sido seu constante anseio
de buscar novas perspectivas” Seriam preservadas a correção gramatical do texto, bem como a coerência de sua
argumentação, se, em lugar de “tem sido”, fosse usada a forma verbal é; no entanto, a opção empregada no texto
ressalta o caráter contínuo e constante dos aspectos mencionados.

52. Em “ a integração da economia mundial — apontada pelas nações ricas e seus prepostos como alternativa única
— vem produzindo, de um lado, a globalização da pobreza e, de outro, uma acumulação de capitais jamais vista na
história” Provoca-se incoerência textual e perde-se a noção de continuidade da ação ao se substituir a expressão
verbal “vem produzindo” por tem produzido.

53. Em “Segundo essa concepção, com o maior desenvolvimento da ciência e da tecnologia, o mundo iria se tornar
mais estável e ordenado. O romancista George Orwell, por exemplo, anteviu uma sociedade com excessiva
estabilidade e previsibilidade — em que nos tornaríamos todos minúsculos dentes de engrenagem de uma vasta
máquina social e econômica” O emprego do futuro do pretérito em “iria se tornar” (linha 7) e “nos tornaríamos”
(linha 9) justifica-se por terem as previsões dos filósofos iluministas se concretizado

54. Em “O atendimento às demandas de mobilidade evidencia a necessidade de controle do processo de expansão


urbana, propugnando pelo desenvolvimento de cidades mais adensadas, em cujo território haja melhor distribuição
das funções.” No trecho “haja melhor distribuição das funções”, o emprego do modo subjuntivo na forma verbal
indica possibilidade

55. Em “O que está em jogo é a própria idéia de Constituição, que é muito maior que seu texto, seus constituintes ou
as autoridades que devem guardá-la. A democracia depende de os direitos serem levados a sério por todos os
cidadãos, sejam eles autoridades ou não.” No último período, o emprego do modo subjuntivo em “sejam” reforça a
idéia de hipótese, ligada ao preenchimento da condição expressa por “depende” na oração imediatamente anterior

56. Em “permanence inquietante a questão de formar jovens para valores ainda ideais do nosso ordenamento” a
preposição para equivale a fim de que.

57. Em “Na “esfera do público”, o indivíduo elabora sua “identidade pública”, cujas regras de manutenção obedecem
a leis mais ou menos impessoais e, em princípio, válidas para todos. “A locução “em princípio” poderia ser
corretamente substituída pela locução a princípio, visto que ambas significam inicialmente.
58. Em “oxalá concluas a viagem”, o vocábulo “oxalá” pode ser substituído por tomara que, mantendo-se, assim, o
sentido do trecho em que se insere.

59. Considerando que o “jeitinho” brasileiro às vezes é uma transgressão de normas e outras não, é certo O
“jeitinho” é uma transgressão de uma lei ou de uma regra que deveria aplicar -se igualmente a todos os cidadãos.

60. Em “essa é a vantagem de ter tanta gente existente” e em “há pessoas...” O sentido do verbo "ter" ( .9)
equivale semanticamente, no texto, ao sentido da forma verbal 'Há' ( .10).
61. Em “no setido de uma atuação que seja imaculada ou sem desvios“ A supressão da expressão “que
seja” (l.10) não prejudicaria o sentido original do parágrafo em que está inserida, mas lhe alteraria as relações
morfossintáticas
62. Em “O homem confiará no homem como um menino confia no outro” Os versos do “Parágrafo único”
expressam o desejo do autor de que homens e meninos confiem uns nos outros
63. Em “Dai que o imposto falou: ah, por mais inconstitucional que eu seja, iremos tributar” O autor
valeu-se do discurso indireto livre, que consiste em dar voz e atribuir características e sentimentos humanos a
seres inanimados; diferentemente, em “o camundongo estava andando – VERDE! VERDE! – pois havia topado
com boas folhas” que nos remete a um discurso direto.

64. Em “Frank descobriu o DNA dai disse: “nossa estrutura é muita bonita, chega em casa mostrao”. Não se
esqueça de pacote de leite, compre pão” Pode-se inferir da ausência de aspas e do estilo característico do
texto que a passagem “Não esqueça os dois pacotes de leite (...) a partir do qual a vida vem da vida” (ℓ. 9
a 13) é uma extrapolação imaginativa da autora a partir da carta escrita por Francis Cri ck a seu filho.

65. EM “SÃO PESSOAS BOAS. De resto, contribuem com a humanidade”O autor emprega a expressão “De resto”
(ℓ.17) para se referir a outros homens além dos “maridos que matavam as esposas adúlteras” (ℓ. 15 e 16) e dos “noivos
que matam as ex-noivas” (ℓ.16).
66. Em “nossa capacidade de impor-se aos outros” Na linha 9, a expressão “aos outros” poderia ser substituída
por a outrem, ainda que no singular, sem prejuízo para a coerência e coesão do texto, preservando-se seu
sentido original.
67. Em “Entre as orações que compõem o período “não é preciso trabalhar com esses temas, ou sequer
saber que existem” (L.14-15) estabelece-se uma relação sintático- semântica de alternância.
68. Em “De onde vem essa cegueira interna que nos faz lidar com o novo? E stamos reduzindo...” Por
finalizar uma pergunta retórica, não é obrigatório o uso do ponto de interrogação na linha 2,
admitindo-se terminar o período com ponto final
69. Em “Quando começa a modernidade?” Na linha 1, como a função da pergunta é
prender a atenção do leitor, o ponto de interrogação pode ser corretamente
substituído por ponto-final ou dois-pontos.
70. Em “Na opinião do responsável, perceber padrões nos resultados é eficaz
de entender por que os jovens demonstram desempenhos superiores” é
interrogativa indireta.
71. Em “A persistirem os sintomas, procure o médico” a substituição de A por
Ao além de manter o sentido, mantém a correção gramatical.
72. Em “o terceiro andar possui elevador, escadas” caracteriza-se um trecho descritivo,
embora o texto seja essencialmente dissertativo.
73. Em “A Constituição brasileira (art. 45, caput) determina que a representação dos
estados na Câmara dos Deputados seja proporcional à população. Entretanto, a seguir,
estabelece piso e teto dessa representação (oito e setenta deputados, respectivamente),
que implicam a negação dessa proporcionalidade.” Por estar separando ideias contrárias,
"Entretanto" poderia ser substituído pela expressão Ao contrário, sem prejuízo da correção
gramatical e sem alteração do sentido do texto.
74. Em “ a influenza A é um vírus que ocorre....” Esse texto é predominantemente
dissertativo
75. Em “o internetês vai além da escrita abreviada, pois abrange a
informalidade” O vocábulo “ internetês” identifica a grafia abreviada utilizada
na Internet.
76. Em “a primeira ideia é a de que.... a segunda é a de que....” Entre os
elementos de coesão utilizados nesse fragmento de texto incluem-se numerais
cardinais
77. O texto classifica-se como expositivo, visto que, nele, é defendida, com
base em argumentos, a punição daqueles que pratiquem assédio moral.

3. SINTAXE

A) ORAÇÃO
1. já que é possível alterar voz passiva sintética para analítica sem incorreção ou qualquer mudança de sentido, seria
plenamente possível “o voto foi adotado no brasil” para “o voto se adotou no brasil”
2. A supressão das vírgulas que isolam a expressão "No projeto de segurança pública do brasil, da Secretaria
Nacional de Segurança Pública," (L.10-11) alteraria o sentido do texto, visto que estaria subentendida a existência
de, pelo menos, mais um projeto denominado Segurança Pública para o Brasil.

3. Seriam mantidos a correção gramatical e os sentidos originais do texto caso o trecho “o princípio da dignidade, o da
equidade e o da transparência” (l. 12 e 13) fosse reescrito da seguinte forma: o princípio da dignidade, equidade e
transparência.

4. No trecho “chegamos à suprema descoberta: a de que todos os males do homem “ (l.34 -35), o elemento “a”
exerce a função de aposto.

5. Em “As principais agências classificadoras têm elevado o nível do brasil” A forma verbal “têm” está
no plural porque concorda com “classificadoras”.
6. a frase "São as pessoas raivosas que mudam o mundo", as palavras "São" e "que" podem ser ambas retiradas
sem que ocorra erro gramatical ou qualquer prejuízo para a argumentação do texto.

7. Em “isso nos faz refletir”, o pronome “nos” exerce a função de complemento da forma verbal “refletir”

8. Seria mantido a correção e o sentido ao reescrever em (“Espero que tenham resolvido os problemas”
“Estou comprando uma casa” “Vou comprar uma casa”) respectivamente por (“Espero que os problemas
tenham sido resolvidos” “Uma casa vai ser comprada “comprar-se-á uma casa”)

9. Nas linhas 8 e 9, as duas ocorrências do pronome "se", em "Nunca se escreveu tanto no brasil" e
"Nem nunca se sentiu no brasil", respectivamente, marcam ações reflexivas.

10. O vocábulo “se” (Embora se observe tanta negligência e falta de visão,) funciona, no contexto,
como elemento de natureza reflexiva e, por essa razão, o verbo que o acompanha deve ser flexionado
na terceira pessoa do plural.

11. No trecho em negrito "não se trata simplesmente de outra maneira de ver as coisas, mas de
outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo " (l.14-15),
observa-se a ocorrência de um único termo como complemento de três verbos.

12. No período “Que Demócrito não risse, eu o provo” (L.20), o verbo provar complementa-se com
uma estrutura em forma de objeto direto que se refere à Demócrito, com uma oração servindo de
referente para um pronome.
13. A substituição de “fazê-lo pensar” (ℓ.13) por fazer ele pensar estaria de acordo com a modalidade escrita e
as normas do registro formal culto da língua portuguesa, dado que faz parte dos verbos denominados factíveis
ou acusativos
14. Por estar empregada como uma forma de voz passiva, a locução verbal " O termo groupthinking foi
cunhado, na década de cinquenta, pelo sociólogo William H. Whyte" (l.1) corresponde a cunhou-se e por
esta forma pode ser substituída, sem prejuízo para a coerência ou para a correç ão gramatical do
texto.

15. Em “O juiz destacou-se de fato pelas suas comédias e farsas”, seria incorreto empregar foi destacado no
lugar de destacou-se

16.

17.
18. O pronome na forma verbal “O ser humano voltou-se para si mesmo” (ℓ.5) denota reciprocidade, aspecto
enfatizado pela expressão “para si mesmo” (ℓ.5).

19. No trecho “aparecimento de problemas cognitivos, como falta de concentração, e de alterações de


humor” (L.34-36), as expressões sublinhadas completam o sentido do termo “falta”.

20. Em “se promove, defenda, e promova a qualidade do ambiental natural e os patrimônios históricos” a
ideia generalizadora que o emprego do pronome "se", na função de sujeito indeterminado, confere a
"preserve", "defenda" e "promova" justifica a flexão de singular nessas formas verbais.

21. O emprego da forma verbal “a citação de juriprudencias e precedentes seria” (L.12), na terceira pessoa do
singular, deve-se à concordância com a expressão “a citação” (L.11), que exerce a função de núcleo do sujeito
dessa forma verbal.

22. Em “temos conhecimentos como segregação, aperfeiçoamento, visando ao melhor racionamento estrutural”
apenas a primeira vírgula não pode ser suprimida do texto, pois está separando termos da mesma
função sintática.

23. Mantém-se a correção gramatical do texto se o trecho “informar ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande
do Norte (TCE/RN) os atos ilegítimos” (L. 4 e 5) for reescrito da seguinte forma: informar ao Tribunal de Contas do
Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN) sobre os atos ilegítimos

24. Embora o verbo “usar" (Em viagens acima de 300km, não vale a pena usar o carro quando se está sozinho)
não tenha explicitamente sujeito, textualmente pode-se para ele subentender o pronome se.

25. Tradicionalmente usada em português, a vírgula que aparece antes da abreviação latina “etc.” (L.28) é, de
fato, facultativa

26. A locução verbal " Essa situação passa a ser constante e as mudanças a ocorrer em ritmo
diferente" (L.8) pode ser substituída pela forma verbal torna-se, sem que haja prejuízo para a
coerência ou para a correção gramatical do texto.

27. Em “levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados” (L.1 -3), a forma
verbal “fazer” poderia ser corretamente flexionada no plural — fazerem.

28. EM “Não é raro VER intercalados em bom estilo os solecismos da linguagem comum.” o verbo no infinitivo
corresponde, em oração desenvolvida, à construção que se vejam, a qual mantém indeterminado o agente da ação
expressa por esse verbo, portanto impossível determinar quem realmente “ver”

29. Em “sem que nenhum de nós se julgue apto”, o uso do modo subjuntivo em "julgue" é exigido pela estrutura
sintática em que ocorre; se fosse retirada a conjunção "que" da oração subordinada, o modo empregado deveria ser
o infinitivo: julgar.

30. Em “aqueles que acertarem 5 dezenas” é possível, com correção gramatical, substituir pela forma não flexionada
do infinitivo, escrevendo “acertar”.

31. A expressão "formando biogás rico em metano" (o material do lixo, formando biogás rico em
mentano, é bom) está entre vírgulas por tratar-se de oração reduzida de gerúndio.
32. A retirada do gerúndio em “foi sendo” (um conjunto de ações que foi sendo substituída pela
atuação constante) preservaria a correção gramatical do texto, mas deixaria de re ssaltar a ideia de
processo gradativo da ação e enfraqueceria a relação entre os argumentos.

33. Em “Reis que não conheciam outro limite senão seu próprio poder”, a substituição do vocábulo
“senão” por se não, embora gramaticalmente correta, prejudicaria o sentido do texto.

34. Em “Os montantes investidos passaram de R$ 191 milhões em 2003 para R$ 871,6 milhões, empenhados em
2006.“ “Na qualificação dos assentamentos, foram investidos R$ 2 bilhões em quatro anos.” e “O governo também
construiu ou reformou mais de 32 mil quilômetros de estradas e pontes, beneficiando diretamente 197 mil
assentados” Estão empregadas em função adjetiva as seguintes palavras do texto: “investidos” (linha 1), “aplicados”
(linha 11), “beneficiando” (linha 14) e “assentados” (linha 14).

35. EM “O debate voltou à tona após policiais da Delegacia Antipirataria apreenderem, no mês passado,
mais de duzentas pastas” A forma verbal “apreenderem” poderia ser corretamente substituída pela
forma verbal composta terem apreendido.

36. EM “AS FONTES DE ENERGIAS SE TORNARAM MAIS SUJAS” O SE INDICA VOZ PASSIVA.

37. EM “CHEGOU-SE A DIZER QUE O NÚMERO ERA COMPLEXO” O SE INDICA INDETERMINAÇÃO, E NÃO VOZ
PASSIVA.

38. Em “O voto feminino chegou a ser discutido na constituinte de 1890”, teremos uma correta
transposição para ativa da seguinte forma “a constituinte de 1890 chegou a discutir o voto femino”

39. Em “a ampliação faz surgir, no panorama político, novas formas de conflitos” a retirada da vírgula
colocada depois do verbo “surgir” manteria a correção gramatical do período, pois o seu emprego é
facultativo.

40. Sem prejuízo para a correção gramatical do texto, a forma verbal “era esperado que a metrópole
deixasse de ser tão entediadora” (L.11) poderia ser substituída por tivesse deixado.

41. Em “recuse o convite e não troque o brasil pela Itália”, a passagem para a segunda pessoa estaria
corretamente escrita assim: recusa o convite e não troca o brasil pelas Itália. Situação semelhante, em
“muda, brasil” a passagem para a negativa imperativa do plural seria “não mudeis, brasil”

42. Em “tu podes entrar no parlamento, na magistratura, na lavoura, no comércio” Sendo os


substantivos que compõem a enumeração entre as linhas 6 e 7 núcleos do complemento da forma
verbal “entrar” seria mantida a correção gramatical do texto caso a combinação da
preposição em com o artigo o fosse empregada apenas no primeiro núcleo — “no parlamento” —,
sendo suprimida nos demais núcleos.

43. O uso do modo subjuntivo em “foi proposto que uma política em saúde deva ter a busc a da
equidade” (L.3) respeita as regras gramaticais, porque esse verbo ocorre em uma oração iniciada pela
conjunção “que” (L.2). Já em “o crescimento desordenado faz que não sejam atendidas certas
demandas”, o emprego do modo subjuntivo em “sejam” é exigido pela presença de “faz que” na
estrutura sintática.

44. A substituição da forma verbal possam "analistas afirmam a possibilidade de que guerrilheiros
possam engajar-se em ações raidcais" (L.6) por podem mantém a correção gramatical e a coerência
do texto.
45. O emprego do modo subjuntivo em "ainda que as pessoas continuem a realizar certas medidas
drásticas" (L.1) indica que a argumentação ressalta uma hipótese; pois, se não o fosse, a opção
correta seria pela forma de indicativo: continuam.

46. Em “Democracia é algo que lhe diz respeito e que se aperfeiçoa no dia-a-dia” a substituição por é
aperfeiçoado prejudica a correção.

47. Em “os atores de cinemas podem recriar movimentos cuidadosamente, imitando contrações e
relaxamentos dos músculos, e, mesmo assim, ser incapazes de reproduzir processos essenciais” é
facultado a flexão do verbo “ser”, de sorte que concorde com “atores de cinema”

48. Seria mantida a correção gramatical do período caso se substituísse o trecho ‘Parte dos testes são
feitos dentro do INC’ (L.17-18) por Parte dos testes é feita dentro do INC.

49. As relações estabelecidas pelo emprego da expressão “seja (...) seja” (l.23), que poderia ser corretamente
substituída pelo par quer (...) quer, indicam termos sintaticamente dependentes entre si, sobretudo quando há
ausência de modificação de sentido nessa troca, dado que seja...seja não expressa dúvida, mas sim alternanica

50. Em “meus ouvidos vão escutar amorosos” e “nem sabem dançar suspirado” Os vocábulos “amorosos” (v.5) e
“suspirado” (v.16) mantêm o mesmo tipo de relação sintática com os verbos que os precedem.

51. Em “porque geralmente elas são vistas pela sociedade” expressão, na voz passiva, "são vistas pela
sociedade" (l.2) corresponde à voz ativa a sociedade vê-nas, que a pode substituir sem prejudicar a
correção e a coerência do texto.

52. em “O informe mundial sobre a água adverte os governos sobre a “inércia política” para evitar as duas
ocorrências da preposição "sobre", a substituição da segunda delas pelo vocábulo que mantém a
correção gramatical do texto.

53. EM “QUATRO ANOS DEPOIS, EM 1997, OCORREU UMA GUERRA” A expressão ―em 1997 - está entre vírgulas por ser
adjunto adverbial intercalado.

54. Em “O mundo tem gerado excepcionais avanços tecnológicos nas últimas décadas e aumentado
drasticamente sua capacidade de produzir bens e serviços” expressão “nas últimas décadas” permite a
substituição de “tem gerado” por gerou, sem prejudicar a coerência ou a correção gramatical do texto, apesar
de alterar as relações semânticas entre as ideias

55. Em “Forças que impediram — até agora — que esse processo de centralização do poder chegasse até o
seu limite imperial, o que provocaria a dissolução do sistema político e econômico mundial” O emprego do
futuro do pretérito em “provocaria” justifica-se pelo emprego do subjuntivo em “chegasse” e admite como
gramaticalmente correta a substituição pela forma teria provocado ou por iria provocar

56. Em “Se o maquinismo parasse, não daríamos por isto: continuaríamos com o bico da pena sobre a folha
machucada e rota, o cigarro apagado entre os dedos amarelos” a correção gramatical seria mantida caso as
formas verbais “parasse”, “daríamos” e “continuaríamos” fossem substituídas por parar, daremos e
continuaremos, respectivamente
57. Em “A partir de então, a chamada assistência judiciária praticamente evoluiu junto com o direito pátrio.
Sua importância atravessou os séculos, e ela passou a ser garantida nas cartas constitucionais” Na linha 6, o
pronome “Sua” delimita o significado do substantivo “importância”, funcionando, na oração em que ocorre,
como um termo acessório.

58. Em “Embora a fiscalização de contas conste de registros mais antigos, prática já


exercida por escribas egípcios durante o reinado do faraó Menés I, foi na Grécia que se
configurou o primeiro esboço de um tribunal de contas, “É possível identificar no trecho
“foi na Grécia que se configurou o primeiro esboço de um tribunal de contas” (l. 4 e 5)
duas orações, sendo uma delas de natureza restritiva.

59. Em “Para tanto, basta apertar a tecla branca”A oração “apertar a tecla branca” (l.5) exerce,
no período em que ocorre, a função de complemento da forma verbal “basta

60. Em “as pessoas partiram de madri para Portugal” ,


a preposição "para" introduz um destino,
um ponto de chegada que complementa a forma verbal "partiram".

61. Em “as praticas antiéticas e ilegais” devem ser combatidas Os termos “antiéticas”,
“ilegais” e “combatidas” qualificam a palavra “práticas”.

62. Em “A natureza é capaz de produzir materiais preciosos” e “O ouro e o cobro – condutor de energia
elétrica” A oração “de produzir materiais preciosos" (l.1) e o termo “de ENERGIA ELÉTRICA" (l.2)
desempenham a mesma função sintática no período.

63. Em “No sentido de uma atuação que seja imaculada ou sem desvios” A supressão da expressão “que
seja” (l.10) não prejudicaria o sentido original do parágrafo em que está inserida, mas lhe alteraria as
relações morfossintáticas.

64.

65.

66. Em “Isso pode decidir se a pessoa é entidade ou não” A palavra “se” (ℓ .5) classifica-se
como conjunção e introduz uma oração completiva, que no português podem assumir, além de objetos
diretos, sujeitos.

67. Em “é por isso que desejamos que vocês tenham um grande sucesso” O período “É por isso que (...) da sua
vida” se organiza internamente a partir da articulação de três orações.
68. Em “dessa forma termos atividades de inteligência – pesquisa, correções – a fim de contribuir com a sociedade”
Os travessões que delimitam o trecho “pesquisa, correções” (ℓ. 15 e 16) isolam uma oração interferente, ou
intercalada, tendo sido empregados para dar-lhe ênfase.
69..
70. Em “ tornar as leis das pessoas mais rigorosas” O termo “mais rigorosas” funciona
como um predicativo do termo pessoas
71. em “Quando um chamado chega via 192, as informações nem sempre vêm de acordo com a real situação.
Às vezes, é menos grave do que se dizia”. O sujeito da forma verbal “é” (R.4) está elíptico e retoma “um
chamado” (R.2), o que justifica a flexão verbal na terceira pessoa do singular.
72. Em “o exercício de atividade até há bem pouco tempo” A inserção do termo atrás logo
depois de "tempo" (L.9) respeita as regras gramaticais e torna as idéias do
texto mais claras e organizadas, bem como se poderia impor a expressão “bem
pouco tempo” entre virgulas por se tratar de natureza adv
73. Em “o exercício tornou-se” A flexão de singular no verbo "tornou-se" (L.2)
devese à concordância com o sujeito da primeira oração do texto, que está
expresso pelo pronome "se".
74. EM “O ÚNICO PERIGO É QUE O PORÃO FAÇA DA CRIANÇA UMA TRISTE
PESSOA” O TERMO “UMA TRISTE PESSOA” É PREDICATIVO DO OBJETO “DA
CRIANÇA”
75. EM “ Não era preciso ser médium para, mesmo antes do desastre com avião na Amazônia no final de 2006,
perceber que a leniência das autoridades federais diante dos gargalos no setor iria, cedo ou 10 tarde, desembocar na
atual situação” A forma verbal “perceber” possui sujeito oracional.
76. Na linha 5do fragmento I, destaca-se, por meio da partícula expletiva “é que”, o sujeito simples da
oração absoluta “Essa criança é que chamaram de Macunaíma”.

77. Mantendo-se a transitividade em “Pensa-se logo num palhaço”, estaria correto a reescrita para “pensam
logo num palhaço’
78. Em “chamam-no de campeão”, a mudança “o” para “lhe”, bem como ajuste gráfico do verbo, implica
incorreção gramatical.
79. Em “portanto, não lhe é cabível exigir a mudança” O pronome “lhe” (L.3) exerce a função de
complemento verbal indireto na oração em que se insere.
80. Em “roubaram-me o carro” o pronome átono exerce função de adj. Adnominal.
81. Em “Os demais – relaçoes entre pessoas- são consagrados No segundo parágrafo, o trecho isolado
por travessões (R. 12 a 15) tem valor sintático equivalente ao da expressão “Os demais” (R.12)
82. Em “é realizada de acordo com dois critérios: comparativo, cotejando-as entre si, dentro do mesmo
segmento e porte; e avaliatório, considerando evolutivamente seus próprios resultados.” O sinal de dois-pontos
logo depois de “critérios” (linha 3) está empregado para anunciar uma enumeração explicativa
83. O sentido e a correção gramatical de texto seriam mantidos se, no trecho
“Uma empresa júnior, sempre sediada em uma universidade, é formada” (L.8-
9), o segmento sublinhado fosse deslocado para o início do período, da
seguinte forma: Sempre sediada em uma universidade, uma empresa júnior é
formada.
84. Em “o que é o que é?” No título do texto, as duas ocorrências da form a
verbal "é" são sintaticamente equivalentes.
85. Nos trechos “E determinou QUE ELA REINARIA SOBRE SUA CRIAÇÃO, e Era quase o QUE Ele
queria”., os termos destacados exercem funções sintáticas distintas.
B) CONCORDANCIA
1. A substituição do termo "estratégicas" (L.36), em “processar e distribuir dados e informações estratégicas”, por
estratégicos não causaria prejuízo à correção gramatical nem ao sentido do texto.

2. Sem prejuízo da correção gramatical do texto, a forma verbal “haviam” (OS HOMENS QUE HAVIAM
TRANSFORMADO EM ANFIBIOS) poderia estar flexionada no singular, haja vista ser impessoal.

3. O período “Coisas simples podem ajudar nesta preservação” pode ser substituído, sem prejuízo da correção
gramatical, por: Coisas simples podem ajudar à esta preservação.

4. A correção gramatical e o sentido original do texto seriam mantidos se, no trecho “a vida aparece relativamente
rápido” (l.34), a palavra “rápido” fosse substituída por rápida.

5. O sentido original do texto seria preservado caso a palavra “terra”, no trecho “o próprio Colombo nunca se deu
conta de que a terra que encontrou era um continente até então desconhecido” (l.4-6), fosse grafada com a letra
inicial maiúscula: Terra.

6. Seriam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto caso a forma verbal “terem” em “Os
direitos garantem a possibilidade de terem liberdades comuns (l.20) fosse substituída por existirem.

7. Caso se alterasse a ordem dos termos em “DISSE, COM IRONIA, o iconoclasta Oscar Wilde” ( l.12) para o
Oscar Wilde iconoclasta, haveria mudança do significado original do texto, mas as funções sintáticas de
“Oscar Wilde” e de “iconoclasta” permaneceriam inalteradas.

8. A substituição do adjetivo "apto" (qualquer um se sente apto a continuar) por seu sinônimo capaz mantém a
correção gramatical e a coerência do texto.

9. Preservam-se a coerência e a correção gramatical do texto ao se substituir "ocorrem" (Na mata


ocorrem sete dos vinte fenômenos) por situam ou localizam.

10. EM “DEVEM CONSTAR A CERTIFICAÇÃO, A PERICULOSIDADE, A CONSTATAÇÃO”, a forma verbal


“devem” poderia ser empregada no singular, o que preservaria a correção gramatical, pois a concordância,
nesse caso, ocorreria com o núcleo do sujeito mais próximo do verbo.

11. Na linha 6 (A maioria dos quais, 3759, aproveitou o beneficio do regime), seria mantida a correção
gramatical do texto caso a forma verbal "aproveitou" estivesse flexionada no plural, em concordância
com o número "3.759".

12. Seria mantido a correção e sentido caso mudasse o verbo “vem” para “vêm”, concordando, assim,
com “trabalhadores” em “O número de trabalhadores vem aumentando constantemente”
13. EM “Sua missão é ser uma instituição inovadora, comprometida com a excelência acadêmica, científica e
tecnológica, e formar cidadãos conscientes do seu papel transformador na sociedade, respeitadas a ética e a
valorização de identidades e culturas com responsabilidade social.” , o adjetivo “respeitadas” ( .16) encontra-se no
plural porque concorda com os termos “ética”, “valorização”, “identidades” e “culturas”.

14. “Quando a polícia reage, os vândalos voltam a se misturar à massa de gente que protesta
pacificamente, na esperança de, com isso, provocar um tumulto e incitar outros manifestantes a entrar
no confronto.” As formas verbais infinitivas “misturar” e “provocar” poderiam ser corretamente
substituídas por suas formas flexionadas, misturarem e provocarem.

15 “Esse ato integra o rol de ações relacionadas à responsabilidade social do tribunal, intensificado a
cada gestão.”O termo “intensificado” está no singular porque concorda com “rol”, mas estaria também
correto se colocado no feminino plural — intensificadas —, forma que concordaria com “ações”

16. No trecho “A vinda da Corte e a presença inédita de um soberano em terras americanas motivaram
”, o emprego da forma verbal no plural deve-se à presença do artigo “a” antes de “presença”, motivo
pelo qual a supressão desse artigo levaria o verbo para a forma singular, mantendo -se, assim, a
correção gramatical do trecho

17. “Também foram anunciados a construção de 19 escolas, obras de contenção de encostas e um


programa habitacional orçado em 144 milhões de reais, entre outras medidas.” A substituição de
“foram anunciados” por “foi anunciado” manteria a correção gramatical do texto.

18. “Nesse caso, puxar a corda, afiar a faca ou assistir à execução seria simples, pois a
responsabilidade moral do veredicto não estaria conosco.”

Nesse período, como o conector “ou” está empregado com sentido aditivo, e não, de exclusão, a forma
verbal do predicado “seria simples” poderia, conforme faculta a prescrição gramatical, ter sido
flexionada na terceira pessoa do plural: seriam.

19. Identifica-se erro de concordância verbal e de regência na seguinte reescritura: “Em que pese as
sucessivas crises financeiras e cambiais que arremeteram, nos últimos 30 anos, os ex -periféricos
(agora emergentes), os integrantes do grupo do FMI seguem persuadidos no conto dos mercados
eficientes.”

20.“Equivale a um disfarce que permitirá a cada qual preservar intatas


sua sensibilidade e suas emoções.” Como o adjetivo “intatas” está
deslocado, seria correta a concordância com o núcleo nominal mais
próximo, podendo ele, assim, assumir a forma de singular.
21. A flexão de assumir para o plural em “as universidade passam a
assumir” mantém a correção gramatical.
22. As regras gramaticais e a coerência textual permitem que o trecho "temos de nos perguntar qual o preço a
pagar para sermos modernos e entrarmos no mundo global" (l.14-15) seja substituído por ser moderno e entrar,
opção em que não se evidencia o sujeito das orações, ao contrário do que ocorre quando se emprega o infinitivo
flexionado.

23. em “A primeira é composta de pessoas incapazes de ir a qualquer lugar se não tiverem a possibilidade
de conversar fiado acerca de frivolidades com amigos e parentes de que acabaram de se separar” As formas verbais
de infinitivo "ir" (l.19), "conversar" (l.20) e "separar" (l.21) poderiam assumir corretamente as seguintes formas
flexionadas, respectivamente: irem; conversarem; separarem.
24. Em “pela ideia fundamental de os indivíduos serem livres” Preservam-se a correção gramatical e a
coerência textual, na linha 9, ao se usar o infinitivo não flexionado em lugar de “serem”, já que a
estrutura sintática deixa clara a referência a “indivíduos”.

25. A substituição da forma verbal “parecerem” (Fluidos ficam assentados, Fazendo as tripulações
parecerem anos mais jovens) por parecer acarretaria prejuízo para a correção gramatical do texto.

26. A frase “Ao empregador compete realizar novas atribuições” e “Sempre falta explicar dois
assuntos” é facultativo plural de competir e faltar.

27. em “ Tudo indica que mais de 70% do trabalho no futuro vão requerer a combinação de uma sólida
educação geral com conhecimentos específicos” O emprego da flexão de plural em “vão” (L.10) respeita as
regras de concordância com “mais de 70% do trabalho” (L.9).

28. A forma singular da palavra "a demanda popular por vaga nas universidades" ( L.3) é exigência da
concordância com "demanda popular" ( L.2).

29. Em “A maioria dos alunos que chegam à escola pública é oriunda precisamente desses grupos socioeconômicos”
(l. 17 e 18), a forma verbal “chegam” poderia ser corretamente flexionada no singular. Nesse caso, o pr onome “que”
retomaria o núcleo do sujeito da oração principal, embora em algumas construção possa não preservar o sentido.

30. No trecho “está diminuindo a nossa capacidade de concentração e contemplação profundas” (L.32 -
33), a estrutura permaneceria correta caso o termo “profundas” estivesse no singular.

31. Em “Estudos demonstram que aprender a ler, especialmente na infância, altera a anatomia e engrossa
a estrutura” A inclusão de e a escrever logo após o trecho já demonstraram que aprender a ler (L.3) não
implicaria alteração das formas verbais altera (L.4) e engrossa (L.5), que devem permanecer no singular.

32. em “a maioria acaba deixando o programa” Na linha 27, dado o sentido da palavra “maioria”, a forma
verbal “acaba” poderia, sem prejuízo para a correção gramatical do texto, estar flexionada na 3. a pessoa do
plural.

33. em “Vede que masmorras negras, que fortalezas seguras, que duro peso de algemas, que
profundas sepulturas nascidas de vossas penas, de vossas assinaturas!” a forma verbal “nascidas”,
apesar de referir-se a todas as expressões nominais que a antecedem, concorda apenas com a mais
próxima, conforme faculta regra de concordância nominal.

34. Se, na oração “De quem é a memória?”, o substantivo “memória” estivesse flexionado no plural, a concordância
verbal não seria alterada, devido à possibilidade de o verbo ser concordar com o predicativo da oração

35. Em “Consta do preâmbulo da Constituição Federal que a justiça é um dos valores


supremos da sociedade, tal qual a harmonia social e a liberdade.." Na linha 1, sem
prejuízo para a correção gramatical, a expressão “tal qual” poderia ser flexionada no
plural, para concordar com “valores supremos”.
36. Correto o trecho: Ainda como parte do programa de formação supracitado, foi
previsto a presença dos concursados na abertura da Sessão Plenária do TCU, dia 5 de
fevereiro de 2004.
37. Em “O crescimento populacional e econômico, aliado à evolução dos mercados e à
complexidade das relações sociais, traduz-se em demandas por serviços públicos mais
sofisticados, em maior quantidade e com mais qualidade” Na linha 1, o emprego do
adjetivo “aliado” no plural não prejudicaria a correção gramatical do texto, dada a
possibilidade, no contexto, de concordância com os termos anteriores mais próximos —
“populacional e econômico”.
38.
39. Em “Ter um filho é necessariamente ser responsável” O emprego de flexão de
singular em “é necessariamente” é requisito de concordância com “um filho”.
40. Em “faz décadas que o brasil...” A forma verbal “Há” poderia ser corretamente
substituída por Fazem.
41. Em “A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão central do Sistema Brasileiro de
Inteligência (SISBIN), deve assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e
informações estratégicas” A substituição do termo "estratégicas" por estratégicos não
causaria prejuízo à correção gramatical nem ao sentido do texto.
42. Em “Além disso, a OCDE compreende um sistema de integridade como um conjunto
de arranjos institucionais, de gerenciamento, de controle e de regulamentações que
visem à promoção da integridade e da transparência e à redução do risco de atitudes
que violem os princípios éticos.” A coesão e a correção gramatical do trecho “e à
redução do risco de atitudes que violem os princípios éticos” seriam mantidas caso a
forma verbal “violem” fosse flexionada no singular, passando, então, a concordância a
restringir-se ao termo “risco”.
43. Em “iversidade é a semente inesgotável da autenticidade e da individualidade
humana, que se expressam na subjetividade da liberdade pessoal”Na linha 4, “que” é
elemento de coesão empregado em referência a “autenticidade [humana]” e
“individualidade humana”, razão por que a forma verbal “expressam” está flexionada no
plural.
44. Em “ por não se desobrigar de comprovar o fato extintivo ou modificativo do direito
reclamado pelo autor, determinando-se a devolução dos autos ao juizado de origem,
para regular tramitação do feito.” Mantendo-se a correção gramatical e o sentido
original do período, o vocábulo “autos”, por ser, no texto, sinônimo de processo judicial,
poderia ser flexionado no singular, assim como o artigo em “dos”.
45. Em “as paredes parece que têm ouvidos” está errado, devendo flexionar para
parecem
46. Em “As pessoas pareciam chorar”, estaria correto a flexão de chorar para chorarem,
desde que escrevesse parecia
47. Em “Não temos nenhuns meios de prever a corrupção.” “Não havia nenhumas pessoas corruptas” há
erro de concordância. “Os resultados falam por si sós.”
48. Em “tem incentivado os estados a elaborar planos diretores de irrigação” Embora tenha sujeito próprio, a forma
verbal “elaborar” (R.9) não está flexionada no plural por estar antecedida pela preposição “a”.

49. Em “A situação remetida propiciava aos que a empunhavam abordar questões’ A substituição da forma verbal
“abordar” (R.3) pela correspondente no plural abordarem configura transgressão à norma culta escrita formal

50. No trecho “Nenhum governo pode, hoje, dar por garantida a existência de
uma população civil desarmada ou o grau de ordem pública” (L.12-14),
estaria mantido o sentido do texto caso o termo “garantida” fosse substituído
por garantidos
51. EM “ O PATAMAR DE 0,05% DESTINADO” Os vocábulos “destinado”
(L.21) e “destinados” (L.23) concordam, respectivamente, com os numerais
indicativos de porcentagem que os antecedem: “0,05%” e “8,76%”.
52. Se a palavra “brasileiros” fosse utilizada no feminino plural, no trecho “hoje há 32 milhões de brasileiros”
deveria ser reescrito da seguinte forma: hoje há trinta e duas milhões de brasileiras.

53. Em “ os mercados não são perfeita. São poderosos e perversos. Mas também são o espelho da sociedade” Na
linha 12, o termo "o espelho" permite que o verbo ser, nessa oração, seja
flexionado também no singular: Mas é também o espelho.
54. Em “proclama-se a necessidade de busca pela paz e segurança
internacionais” Na linha 16, justifica-se a flexão de plural em “internacionais” pela
concordância desse adjetivo tanto com “paz” quanto com “segurança”; se a flexão
fosse de singular, as regras gramaticais seriam atendidas, mas a clareza do documento
seria prejudicada.
55. Em “é sorteada uma seção da capital e entre duas e quatro seções do
interior em cada estado e no Distrito Federal” há incorreção gramatical
quanto à concordância.
56. No trecho “está diminuindo a nossa capacidade de concentração e contemplação profundas” ( l.32-
33), a estrutura permaneceria correta caso o termo “profundas” estivesse no singular.

C) REGÊNCIA
1. Nos trechos “se contrapõe à possibilidade do presente” (l.7-8) e “dá um peso incalculável à ação humana” (l.17-
18), o emprego do sinal indicativo de crase justifica-se pela regência da forma “contrapõe” e complemento nominal
da “incalculável” com a presença de artigo definido feminino precedendo os vocábulos “possibilidade” e “ação”.

2. No segmento ‘o teria levado à província de “mago”, fronteiriça à de Catayo’ (l.38-39), o emprego do


sinal indicativo de crase seria obrigatório ainda que se eliminasse a preposição “de”.

3. O sentido original do texto e a sua correção gramatical seriam mantidos caso se inserisse a preposição a
logo depois da forma verbal visam “visam atender ao interesse publico”
4. No excerto “tivemos uma língua pautada pela do Portugal contemporâneo” o emprego do artigo definido
imediatamente antes do topônimo “Portugal” torna-se obrigatório devido à presença do adjetivo “contemporâneo”

5. Preservam-se a correção gramatical e a coerência textual ao se substituir "a respeito" (A RESPEITO DO QUE
SE FALA..) por em relação.

6. Poderíamos na frase “há grande discussão sobre os efeitos dos sufrágios na conformação do sistema
partidário e na representação parlamentar, aos quais se pretende chegar” substituir conformação por
constituição; bem como poderíamos em“A câmara e o senado tenham impacto para a política ou resultem em
diferentes cenários” proceder com a substituição de resultar por acarretar ou implicar, devidamente flexionados

7. Preservam-se a coerência e a correção gramatical ao se substituir "tem" (o leque de opções que uma
pessoa tem para decidir que tipo de vida levar) por dispõe, com a vantagem de tornar o texto mais de
acordo com o padrão culto da língua.

8. Sem prejuízo para a correção gramatical do texto, o sinal indicativo de crase poderia ser eliminado em
ambas as ocorrências no trecho “projetos voltados à recuperação e à reinserção social”.

9. O acento indicativo de crase em “O uso indevido de drogas constitui ameaça à humanidade e à estabilidade
das estruturas e valores politicos” é de uso facultativo, razão por que sua supressão não prejudicaria a correção
gramatical do texto

10. O emprego do sinal indicativo de crase é obrigatório em “O respeito às diferentes manifestações” e


facultativo em “atividades ligadas às artes plásticas, à literatura, à música e ao artesanato"

11. No segundo período do texto (Os filósofos gregos começaram a buscar a verdade em relação ou oposição à
falsidade, ilusão, aparência), mantêm-se as relações semânticas, bem como a correção gramatical, ao se
inserir “à” antes de “ilusão” e antes de “aparência”.

12. Em “a relação entre a espécie humana e as demais espécies limita-se à tutela dos animais”, o emprego do
sinal indicativo do crase é facultativo.

13. A correção gramatical e os sentidos do texto seriam mantidos caso a expressão “em face do ” em em
face do PROCEDIMENTO LICITATORIO” (ℓ.17) fosse substituída por devido o.

14. A correção gramatical e os sentidos seriam mantidos caso a expressão “de acordo com” em “de acordo
com especialistas” fosse substituído por consoante.

15. A supressão do acento grave, indicativo de crase, no trecho “que Claparède compara à que Copérnico realizou na
astronomia” (l. 5 e 6), prejudicaria a correção gramatical do texto, dada a impossibilidade de omissão do artigo
definido no contexto

16. No trecho “a uma ampla interação” (l. 23 e 24), a inserção do sinal indicativo de crase no “a” não manteria a
correção gramatical do período, no entanto é aceito sinal de crase quando indicar hora específica como estaremos à
uma da tarde, ou para especificar algo simultâneo como à uma todos chegeram.

17. Na expressão “de paratifo até a tuberculose" (l.28), o uso do sinal indicativo de crase no termo “a" não
prejudicaria a correção gramatical do texto, pois, nesse caso, tal uso tem caráter facultativo.

18. Em razão do arranjo sintático na expressão “na geração anterior à nossa” (R.2), tornase obrigatório o emprego
do sinal indicativo de crase, apesar de esta preceder um pronome possessivo.
19. O fragmento “deles usufruir” (L.17) pode, sem se incorrer em erro, ser assim redigido como usufruí-los ou
usufruir-lhes.

20. Seria mantida a correção gramatical do período caso a preposição “de”, em “Demócrito, chamado
de ‘o filósofo que ri’” (L.4-5), fosse omitida.

21. A preposição presente em "na" no trecho "o voto nulo cuja tecla deveria constar na máquina
utilizada para votação" (L.8-9) poderia ser alterada para de, respeitando-se as normas de regência e
mantendo-se a acepção do verbo.

22. Em “ Embora falasse russo perfeitamente, no que tange à tradução era inábil” é facultativo
emprego da crase.
23. Em “ela agia à sua maneira” é facultativo o emprego da crase
24. Em "essas fizeram com que a exclusão social voltasse a crescer" ( L.4), o termo sublinhado pode
ser eliminado sem prejuízo para a correção gramatical do período.

25. No trecho "O SUS PRESTA ATENDIMENTO UNIVERSAL E GRATUITO a 160 milhões de brasileiros"
(l.2), a preposição "a" é exigida devido à regência de "atendimento" (l.2).

26. No trecho “Isso levou respostas às demandas solicitadas pelos moradores” (l.20), o emprego do sinal
indicativo de crase justifica-se pela regência do substantivo “respostas”, que exige complemento antecedido
da preposição a, e pela presença de artigo feminino plural que determina “demandas”.

27. Em “Ser cidadão, perdoem-me os que cultuam o direito, é ser como o Estado, é ser um indivíduo dotado de
direitos que lhe permitem não só se defrontar com o Estado, mas afrontar o Estado.” Estaria garantida a obediência
às regras de regência verbal, caso se substituísse a expressão “afrontar o Estado” por afrontar-lhe.

28. Em “A cidadania exige modelos econômicos que incluam a todos e existe uma demanda ativa e crescente em
muitos países nesse sentido” Mantêm-se a coerência e a correção gramatical do texto ao se retirar a preposição do
termo “a todos”.

29. O emprego do sinal indicativo de crase em “notificado às autoridades” (l.18-19) justifica-se porque
“notificado” exige complemento antecedido pela preposição “a” e “autoridades” admite artigo definido
feminino plural.

30. Em “as pessoas limitam-se a certas atitudes” As relações de coerência e a correção gramatical do
texto seriam preservadas se a preposição “a”, logo depois da forma verbal “limita -se” (L.6), fosse
substituída pela preposição de.

31. Em “é impotante que se renuncie à ideia” Visto que o verbo renunciar — “renuncie” (L.29)
— pode tanto ter complementação direta quanto indireta, a correção gramatical do texto seria mantida
se o sinal indicativo de crase em “à ideia” (L.29-30) fosse eliminado.

32. A substituição do adjetivo “apto” (procurando fazer que qualquer um se sentisse apto a manejar os assuntos
públicos) por seu sinônimo capaz mantém a correção gramatical e a coerência do texto.

33. Em “o que os cientitas chamam de “A substituição da forma verbal “chamam” (l.16) pela forma
verbal denominam não prejudicaria a correção gramatical ou o sentido original do texto.

34. No trecho “estão convencidos de que as desigualdades são, em sua maior parte, sociais ou históricas”, a
omissão da preposição “de” prejudicaria a correção gramatical do período.

35. Seria mantida a correção gramatical do período “É fato que os números absolutos impressionam”, caso a
preposição “de” fosse inserida imediatamente antes da conjunção “que”.
36. No texto III, mantém-se a correção gramatical da frase: “poderá importar em um perigoso recuo do Estado”,
mesmo se for suprimida a preposição “em”

37. Mantém-se a correção gramatical do primeiro período (Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhum
sobreleva em importância e gravidade ao da educação) ao se considerar a forma verbal “sobreleva” como transitiva
direta, com a seguinte reescrita: nenhum sobreleva em importância e gravidade o da educação.

38. No trecho "qualquer regulamentação pode, naturalmente, resultar em algum tipo de


restrição de liberdade", a omissão da preposição "em" alteraria as relações sintáticas e
ocasionaria incorreção gramatical.
39. Em “Mas lembrei-me de que, ao ir ali pela primeira vez, observara que, apesar de
ficar em frente ao do Mário, havia uma diferença na numeração.” A correção gramatical
e o sentido do texto seriam preservados, caso se substituísse o trecho “lembrei-me de
que” por lembrei que.
40. Em “onda de globalização e de neoliberalismo que penetrava o país vinda de fora.”
Na linha 6, “penetrava” está no singular e “vinda” está no feminino e no singular porque
concordam com "onda", mas o emprego das formas penetravam e vindos estaria
gramaticalmente correto, já que pode ocorrer a concordância com "de globalização e de
neoliberalismo"
41. Em “Estudos e o senso comum mostram que a carga genética exerce forte influência
nas características pessoais às quais damos o nome de talento.” Preservam-se a correção
gramatical e a coerência textual ao se substituir a preposição em, que rege
“características pessoais”, pela preposição sobre; mas, nesse caso, desfaz-se a contração
e o artigo deverá ser escrito separadamente.
42. Em “é de supor que quem quer casar deseje que a noiva seja simples” Mantendo-se a
correção gramatical e os sentidos originais do texto, a forma verbal “deseje” (ℓ.18) poderia ser substituída
por aspire a.

43. Em “constitui infração que sujeita a cassação de mandato e suspensão de direitos O paralelismo
sintático do último parágrafo do texto seria prejudicado se fosse inserido sinal indicativo de crase em “a
cassação” (ℓ .17). Semelhantemente, ocorre em “é uma serie de atitudades ligadas a computação,
informática, TI e analise de sistemas.

44. Em “o rei renunciou ao trono” seria gramaticalmente correto a substituição de renunciou por abdicou

45.O emprego do sinal indicativo de crase em "o governo atendeu às necessidades"


(L.12) é obrigatório; a omissão desse sinal provocaria erro gramatical por desrespeitar
as regras de regência estabelecidas pelo padrão culto da linguagem.
46. Em “A programação das aulas estava direcionada à leitura, a discussão e a compreensão" está
preservado o paralelismo

47. é obrigatório crase em “fiquei à mercê das atitudes”, dado que como em “à toa” ,
o emprego do
sinal indicativo de crase justifica-se pela fusão de preposição e artigo
feminino na locução adverbial de modo.
48. Seria mantida a correção gramatical do período caso a preposição “de”,
em “chamado de ‘o filósofo que ri’” (L.4-5), fosse omitida.
49. Em “O que os filósofos chamam de iluminação, os humoristas intitulam
solavanco mental da anedota”Os termos ‘iluminação’ (L.20) e ‘solavanco
mental’ (L.21) exercem a mesma função sintática.
50. Em “ Os cientistas apresentam quatro hipóteses para 10 explicar a presença de água na Lua”A
substituição de "na Lua" (L.9) por Lunar mantém a correção gramatical do
período.
51. em “ doze anos depois, as escolas de aprendizes e artífices de nível primário foram transformadas em escolas
industriais e técnicas, equiparando-se às de ensino médio e secundário” o termo “às” é elemento coesivo que
retoma o antecedente “escolas industriais e técnicas” (R.21),

52. Seria
mantida a correção gramatical do texto, se a preposição “de”, em sua
primeira ocorrência, no trecho “de 17 de dezembro de 1663 a 28 de setembro
de 1665” (L.6), fosse substituída por entre
53. Em “resultado concreto disso? As pessoas fazem...” A oração
desenvolvida Em que isso resulta? constitui um equivalente textualmente
coerente e gramaticalmente correto da frase "Resultado concreto disso?" ( .
4-5).
54. Em “dai acabam sucedendo o movimento da rede aos livros” A inserção
da preposição a no complemento de “Sucedendo” (L.12), escrevendo-se ao
movimento, preserva a coerência da argumentação e atende às regras da
norma culta da língua portuguesa.
55. Em “Por exemplo, a carteira de trabalho e previdência social (CTPS) está ligada à relação de trabalho
subordinado que corresponde ao vínculo de emprego” seria mantida a correção gramatical caso se substituísse o
elemento “que” por a que, embora as relações entre os termos da oração fossem alteradas.

56. Em “A cada cinco pessoas aptas a votar nas eleições de 2010, uma era analfabeta ou nunca havia frequentado
uma escola” Em “aptas a votar”, a substituição do verbo “votar” pelo substantivo votação tornaria obrigatório, para
a manutenção do sentido do texto, o emprego do acento grave: aptas à votação.
D) PRONOMES
1. (Cespe/Câmara dos Deputados/Analista) A colocação pronominal no português do Brasil é variável, por isso, em
“quase se não pode extratar nada”, estaria gramaticalmente correta qualquer uma destas opções: quase não se
pode extratar nada ou quase não pode‑se extratar nada.

2. Emprega-se o pronome pessoal oblíquo “os” (objeto direto pleonástico) no masculino plural, quando se refere (ou
retoma anaforicamente) nomes de diferentes gêneros. Exemplo: A generosidade, o amor, o respeito às pessoas e a
dedicação ao trabalho e aos estudos, ensinaste-os aos filhos desde tenra idade.

3. O trecho “Ela não o viu ficar paralítico” (R.26) admite, sem prejuízo para a correção gramatical e o sentido original
do texto, a seguinte reescrita: Ela não viu ficá-lo paralítico.

4. É POSSIVEL QUALQUER DAS COLOCAÇÕES SEM INCORREÇÃO GRAMATICAL OU QUALQUER MUDANÇA SENTIDO
“CUMPRE-LHE DIZER” “CUMPRE DIZER-LHE”

5. É POSSIVEL QUALQUER DAS COLAÇÕES SEM INCORREÇÃO OU SENTIDO “AS SITUAÇÕES ESTÃO-SE
DESENVOLVENDO” “AS SITUAÇÕES SE ESTÃO DESENVOLVENDO”

6. A correção gramatical do texto seria mantida caso o trecho “AS PESSOAS QUE CONTRIBURAM PARA A
REGENCIA NORMATIVA devem se lembrar” (l. 14 e 15) fosse reescrito de qualquer uma das seguintes
formas: devem-se lembrar ou devem lembrar-se.

7. Verifique a frase quanto à correção gramatical: Este é o livro que pretendemos comprá -lo.

8. Nesta oração está correto o uso pronominal relativo, podendo inclusive ser trocado por “que”: como
naqueles comerciais de um refrigerante cujo os nomes me recuso a declinar

9. Dada a propriedade que assume o pronome “este” nos mecanismos coesivos empregados no trecho “ “
Ambições que estimulam e desenvolvem este nobre fim: fazer o homem feliz”, não é facultada a seguinte
reescrita: que estimulem este nobre fim e o desenvolvam.

10. Para se garantir o grau de formalidade adequado a textos jurídicos e a correção gramatical do texto,
o trecho “A audiência de julgamento e instrução que teve sua data antecipada" (l.7), exemplo de
construção comum na variedade coloquial da língua portuguesa; deveria ser substituído por cuja data foi
antecipada.

11. Em “É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, o computador faz “BIP”. Assim, para todo
mundo ouvir”. O termo “Assim” (l.15) tem valor semântico demonstrativo e, por isso, a sua substituição
pela conjunção Portanto prejudicaria o sentido original do texto.

12. A omissão da preposição “a" em “tomando por base a nós mesmos" (l.3) e em “A conclusão a que
devemos chegar" (l.21) prejudicaria a correção gramatical desses dois trec hos.

13. A omissão da preposição “a” ou troca de ti por te em “não entendo nem a ele nem a ti”
prejudicariam a gramatica.

14. A contração "dos" ( BASTA MARCAR UM DOS SESSENTA NUMEROS ) corresponde, textualmente,
a dentre.

15. O termo “pelo” (L.26) é resultado da contração das formas antigas da preposição per e do
artigo lo.

16. O vocábulo inicial do texto, “Num” (L.1), corresponde, no padrão culto da língua, à contração
entre Nem e um.
17. Caso o vocábulo “certo”, em “um certo conteúdo” (l. 6 e 7), fosse deslocado para imediatamente após
“conteúdo”, seriam alterados o sentido e as relações sintáticas entre os termos da oração em que o trecho
ocorre.

18. No segmento “isso então nem se fala” (l.8), a posição do pronome “se” justifica -se pela presença
de palavra de sentido negativo.

19. De acordo com a norma padrão do português, é correta a substituição de "o informatiquês, cujos
verbetes são expressões do mais puro inglês" (l.2) por do qual os verbetes.

20. Mantém-se a noção de voz passiva, assim como a correção gramatical, ao se substituir “seria
caracterizada” (Pode-se supor que a sociedade tecnológica seria caracterizada por um contexto social )
por caracterizaria-se, ASSIM COMO EM (ESSA ESTRUTURA LEXICA LHE SERIA SUBSTANCIAL) POR
SERIA-LHE.

21. Em “uma delas é a impossibilidade de se registrar e deixar para a posteridade a vida de


personagens importantes na formação do país” o pronome se indica uma reflexividade.

22. As formas verbais “Erasmo dedicou-se à cultura” (L.2) e “O termo foi decisivo para Erasmo se
afastar da literatura grega” (L.17) estão na voz reflexiva.

23. Prejudica-se a correção gramatical do período ao se substituir o segmento “é realizado" ( em geral,


o controle sobre melhorias é realizado por meio da gestão por resultados no sistema de ensino. )
por realiza-se.

24. A substituição de “se traduzir” (mais verbas têm que se traduzir em mão de obra)
por ser traduzidas prejudicaria a correção gramatical do período.

25. Em “Botelho conhecia as faltas de Estela com as palmas das mãos. O Miranda mesmo, que o via
em conta de amigo fiel, muitas vezes lhas confiara em ocasiões despesesperadas de desabafo” A forma
pronominal “lhas” (ℓ.3) retoma “faltas” (ℓ.1) e “Botelho” (ℓ.1), de modo que se conclui do texto que o
Miranda havia confiado as faltas de Estela a Botelho.

26. Na linha 21, em “E não o fazem por quê?”, a preposição “por” antecede um substantivo tônico,
com o sentido de motivo, o que justifica a presença do acento.

27. Em “sua pesquisa por habilidades e demonstrações, a qual incluía outras formas derivadas”
Mantendo-se a correção gramatical e o sentido do texto, a expressão “a qual” (l.5) poderia ser
substituída por que.

28. O pronome "toda" (Câmbio é toda operação com moeda nacional ) pode, sem prejuízo para a
coerência e a correção gramatical do texto, ser substituído por qualquer.

29. Na linha 21, o pronome "se", em "Percebeu-se que o jovem foi possuído por demandas", tem como
referente "o jovem" ( L.23).

30. Comprometer-se-ia o sentido original do período situado entre as linhas 3 e 6 , caso se substituísse
a construção na voz pas s iva analítica "essas pessoas estão à espera de serem reveladas ou
descobertas, respeitadas ou toleradas" (L.5 -6 ) pela passiva pronominal correspondente.

31. Em “a justiça é resultado de um histórico, no sentido de que ele é pessoal” o “de que” poderia ser
corretamente substituído por “do qual”

32. Considerando exclusivamente a passagem a segur: A substituição da expressão “capacidade de entender


o mundo” por capacidade de entendê-lo mantém a coesão e a coerência do texto, além de conferir ao período maior
concisão.

33. Em “Assim, podemos perceber que a ideia de polícia está intimamente ligada à noção de política. Não há como
dissociá-las. A atividade de polícia é, portanto, política, uma vez que diz respeito à forma como a autoridade coletiva
exerce seu poder” O trecho “Não há como dissociá-las” (linha 2) poderia ser corretamente reescrito de diferentes
maneiras, a exemplo das seguintes: É impossível separá-las; Não há forma de as dissociar; Não separam-se.

34. No trecho “se ela não parava de brigar”, o pronome “se” está anteposto ao sujeito devido à presença do
advérbio de negação

35.

36. Em “Em consequência, nas vilas próximas às fazendas, se concentra uma população detritária de velhos
desgastados no trabalho e de crianças entregues a seus avós” Seria mantida a correção gramatical caso se
empregasse o pronome posposto ao verbo: concentra-se.

37. Em “Some-se a isso o faturamento com as tarifas e chega-se aos resultados do ano passado, com os quais as
instituições financeiras do país se elevaram à condição de instituições mais rentáveis do planeta” As regras
gramaticais de emprego dos pronomes átonos permitem também a redação de elevaram-se à condição, em lugar de
“se elevaram à condição”, sendo ambas as construções apropriadas a documentos oficiais.

38. Em “A terceira ideia refere-se ao princípio de que o sistema democrático representativo deve basear-se no
governo da maioria.” Em “deve basear-se”, a colocação do pronome “se” antes da forma verbal “deve” atenderia à
prescrição gramatical.

39. Em “Censurar, proibir e reprimir são atitudes antipáticas, porque geralmente são vistas pela sociedade como
inimigas da liberdade individual, da criatividade e da verdade.” A expressão, na voz passiva, “são vistas pela
sociedade” corresponde à voz ativa a sociedade vê-nas, que a pode substituir sem prejudicar a correção e a
coerência do texto.

40. Em “Observamos a impossibilidade de surgirem individualidades dignas de dirigir o país para melhores destinos,
porque o país, no meio de todo esse rebaixamento do caráter, do trabalho honrado, das virtudes obscuras, da
pobreza que procura elevar-se honestamente, está, como se disse, “apaixonado por sua própria vergonha”.” Em
“procura elevar-se”, estaria correta a colocação pronominal procura se elevar.

41. Em “O medo tem raízes profundas na alma dos seres. Radica-se no inconsciente e é objeto constante da pesquisa
científica, com destaque para a psicanálise.” Em “Radica-se”, o pronome indica que o sujeito é indeterminado.

42. Em “surgimento de lides provenientes das inúmeras formas de relação jurídica então existentes — e o
chamamento da jurisdição para resolver essas contendas — já dava início a situações em que constantemente as
partes se viam impossibilitadas de arcar com os possíveis custos judiciais das demandas.” Em “as partes se viam
impossibilitadas de arcar com os possíveis custos judiciais das demandas” (linhas 6 e 7), a partícula “se” foi
empregada no sentido de umas às outras.

43. Em “Os agentes econômicos relacionam-se em suas operações de compra, venda e troca de mercadorias e
serviços de modo que cada fato econômico, seja ele de simples circulação, de transformação ou de consumo,
corresponde à realização de ao menos uma operação de natureza monetária junto a um intermediário financeiro,
em regra, um banco comercial que recebe um depósito, paga um cheque, desconta um título ou antecipa a
realização de um crédito futuro.” A ideia de reciprocidade presente em “relacionam-se” (linha 3) seria reforçada
caso fosse inserida, imediatamente após essa forma, a expressão uns com os outros

44. Em “Muitas tribos indígenas brasileiras, por exemplo, chamam a si próprias de “homens” ou “gente” e
denominam pejorativamente integrantes de outros grupamentos — esses são “seres inferiores” ou “narizes chatos”
Na linha 4, seriam preservadas a coerência da argumentação e a correção gramatical do texto se a opção fosse por
não enfatizar o objeto de chamar, conferida pelo pronome “próprias”, e se substituísse “a si” por se, escrevendose
chamam-se

45. Essas conexões seriam os nossos hiperlinks cerebrais, e a Internet seria uma das formas de comunicação que
mais se assemelha a nós próprios. Criador e criatura se influenciam de forma parecida. O vocábulo “se” é empregado
com a mesma função nas duas ocorrências: a de marcar reciprocidade de ação.

46..
47. Em “Quando a gente não sabe resolver um problema, não é preciso lutar, nem insistir, cansar-se bobamente” No
trecho ‘cansar-se bobamente’ (linha 2), o pronome ‘se’ indica reciprocidade.

48. Em “Todos ouvimos falar em amor platônico ou em pessoas maquiavélicas. Não interessa que os especialistas se
irritem porque Maquiavel não foi maquiavélico; o fato é que ele, como Platão, deixou uma marca no imaginário
social.” O pronome “todos” remete ao significado de todas as pessoas.

49. A substituição de “poder-se-ia dizer” (Atualizando um pouco a distinção, poder-se-ia dizer que...) pela forma
menos formal “poderia se dizer” preservaria a correção gramatical do texto, desde que fosse respeitada a
obrigatoriedade de não se usar hífen, para se reconhecer que o pronome “se” está antes do verbo “dizer”, e não
depois do verbo “poderia”.

50. No trecho “o não importar-se com o que ocorra”, é opcional a colocação do pronome “se” antes de “importar-
se”: o não se importar com o que ocorra.

51. Em “vêm-se” (... graves problemas vêm-se instalando...), a substituição do hífen por espaço provoca erro
gramatical, por deixar o pronome átono sem apoio sintático.

52. Em “Diariamente juízes do trabalho de todo o país julgam processos com pedidos de
indenização por dano moral decorrente de assédio a mulheres. Os casos vão para as
páginas oficiais dos tribunais, muitos ganham destaque nos jornais de repercussão
nacional. Mas, segundo os magistrados, esses processos representam apenas a ponta do
iceberg do grande problema trabalhista contemporâneo: o assédio.” No último período
do texto, a expressão “esses processos” retoma, por coesão, “casos”.
53. No trecho “ele até se espantava ao ver que não avançava no curso” (l.12-13), o uso da ênclise
com o infinitivo manteria a correção gramatical e o sentido do texto na reescrita seguinte: ele até
espantava ao ver-se que não avançava no curso.

54. No trecho “enquanto os protestos se espalhavam pelas ruas da capital egípcia” (L.7-8), a próclise
do pronome “se” justifica-se pela natureza subordinada da oração, explicitada pela conjunção temporal
“enquanto”.

55. As expressões “por isso” (L.2), “enquanto” (L.6), “ainda” (L.11) e “portanto” (L.15) têm, no texto,
a mesma função sintática e discursiva, o que justifica estarem isoladas por vírgulas.

56. Em “tivesse tido a prudência de não acreditar naqulo que se supõe saber, que dai que vêm os
eganos piores” O vocábulo aí, na contração “daí” (ℓ.15), retoma a ideia expressa no trecho “não acreditar
cegamente naquilo que supõe saber” (ℓ. 14 e 15).

57. Em “aqui, neste escritório em que se fala” Na linha 39, o emprego de “neste” decorre da presença do
vocábulo “Aqui”, de modo que sua substituição por nesse resultaria em incorreção gramatical.

58. Em “Era preciso colocar no papel e compartilhar 10 a dor daquelas pessoas que, mesmo ao fim do processo e
com a sentença prolatada, não me deixavam esquecê-las” A alteração da forma verbal “deixavam” (R.11) para o
singular — deixava — não comprometeria a correção gramatical do período em que tal forma aparece, mas
modificaria seu sentido original.

59. Em “muitas pessoas veem o dinheiro, dai olham uma moeda de r$ 1,00. Substituindo-se
o termo
sublinhado em "Olham uma moeda de R$ 1" ( 18) por um pronome pessoal
correspondente, considerando a função sintática do trecho, obtém -se: Olham-
na
60. EM “AS PESSOAS QUEIXAM-SE DOS BAIXOS SALÁRIOS” O “SE” INDICA
REFLEXIVIDADE.
61. EM “A NECESSIDADE DE CONVERSAR ESTÁ EM QUE, EM ULTIMA
ANALISE, AS PESSOAS PRECISAM CONVERSAR, INTERARAGIR” para evitar as
duas ocorrências da preposição "em" e tornar o estilo do texto mais elegante,
mantendo-se a correção gramatical, deve-se deixar subentendida a primeira
delas, reescrevendo-se o respectivo trecho da seguinte forma: está que, em
última análise.
62. em “é preciso tomar cuidado para o beneficio não se tornar
desvantantajoso” A supressão do pronome “se” (L.4) acarretaria prejuízo ao
sentido e à correção gramatical do texto.
63. Em “é praticamente valido o definir-se a história como o adivinhar do
passado” Na linha 3, a supressão simultânea dos artigos definidos que
antecedem "definir-se" e "adivinhar" não prejudicaria a correção gramatical
do período.
64. Em “a notícia espalhou-se” A supressão da partícula “se", em “espalhou-se"
(l.8), prejudicaria a correção gramatical do texto e seu sentido original.
65. Em a relação que diz que as pessoas sejam realmente o que se descrevem” Na
linha 25, o termo “se” exerce função de pronome apassivador da forma
verbal “descrevem”.
66. Em “as pessoas disseram que se fazem muitas coisas por aqui”, dado o
valor substantivo do “que”, é possível empregar ênclise”
67. Em “que se estava elevando” (R.22-23), estaria correta a colocação
pronominal "estava se elevando” ou “estava elevando-se”

E) SUBORDINADAS E COORDENADAS
1. No trecho “A impiedosa lucidez com que eu agora pensava em meu pai encheu-me de horror” (R.30-31), o
emprego da preposição “com” é facultativo.

2. Mantêm-se a correção gramatical e o sentido original do período ao se substituir a expressão “uma


vez que” (l.8) por qualquer um dos seguintes termos: porque, já que, pois, por conseguinte

3. Caso se substituísse o conectivo “mas” (“... toda relação de emprego (espécie) é uma relação de trabalho, mas
nem toda relação de trabalho é uma relação de emprego”) por “no entanto”, seriam mantidos a correção gramatical
e o sentido do texto.

4. . Mantêm-se a correção gramatical e as informações originais do texto ao se substituir a correlação “não só (...)
mas também” por não somente (...) como também.
5. O trecho “seja natural, seja artificial” (“... o tempo passa mais lentamente do que quando, sob o efeito da luz, seja
natural, seja artificial, somos mantidos a certa distância...”) poderia ser substituído por ora natural, ora artificial,
mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto.

6. O trecho “por isso as forças de segurança recomendam que as pessoas tomem alguns cuidados” expressa uma
ideia de conclusão e poderia, mantendo-se a correção gramatical e o sentido do texto, ser iniciado pelo termo
porquanto em vez da expressão “por isso”.

7. No trecho “o nazismo ou o fascismo” (l.18-19), a conjunção “ou” evidencia a relação de sinonímia


existente entre os nomes “nazismo” e “fascismo”.

8. No trecho “o conceito se aplica tanto aos países ricos quanto aos pobres”, o termo “quanto”, em correlação com
o advérbio “tanto”, introduz o segundo elemento de uma comparação de igualdade.

9. A conjunção “seja”, em “A ousadia e a engenhosidade dos cibercriminosos têm espantado até mesmo os mais
experientes especialistas em segurança da informação, seja pela utilização de técnicas avançadas de engenharia
social, em casos de spear-phishing, seja pelo desenvolvimento de metodologias de ataques em massa”, que
estabelece uma relação de coordenação entre ideias, poderia ser substituída pela conjunção quer, sem prejuízo para
a correção gramatical do período, no entanto acarretando prejuízo ao sentido.

10. . Sem prejuízo para o sentido original do texto, o vocábulo “Para” (“Para usá-lo, o cliente precisaria instalar um
programa no celular”) poderia ser corretamente substituído por Caso, se o trecho “usá-lo” fosse, por sua vez,
substituído por o usasse.

11. Não haveria prejuízo para o sentido original nem para a correção gramatical do texto caso se inserisse quando ou
se for imediatamente antes de “executada” (“Essa blasfêmia contra a razão e a fé, contra a civilização e a
humanidade, é a filosofia da miséria; executada, não faria senão inaugurar a organização da miséria”).

12. Mantendo-se a relação de sentido estabelecida entre os períodos, a expressão “No entanto” poderia ser
substituída, corretamente, por Com tudo.

13. A expressão “até que” (“Motorista e passageiros devem se abrigar em um local seguro, se possível, além do
acostamento, até que chegue o socorro”) confere ao período a noção de tempo.

14. O termo “desde que” (“Podem-se candidatar ao licenciamento obras audiovisuais com duração de cinco a trinta
minutos, de qualquer gênero, formato ou ano de realização, desde que possuam o certificado de produto brasileiro,
emitido gratuitamente pela ANCINE”) estabelece uma relação de condição e pode ser substituído por caso ou
contanto que sem prejuízo para a correção gramatical e o sentido do texto

15. Na expressão “Então, como agora” (“Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhum sobreleva em importância
e gravidade ao da educação.” (...) Escrito há 80 anos, o enunciado do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova
continua tão atual quanto em CONJUNÇÕES 1932. Então, como agora, o país se dava conta da necessidade de contar
com recursos humanos capazes de ombrear com os do mundo desenvolvido), o termo “Então” confere ao segmento
uma relação sintática de conclusão.

16. As relações sintáticas do período não seriam prejudicadas caso se substituísse “enquanto” (“Agora, quase 20%
dos jovens em idade universitária estão no ensino superior na China, enquanto, no Brasil, não passam de 10% os
estudantes universitários”) por ao passo que.

17. Em “isso é muito bem-vindo ocorre, pois contribui com várias coisas” O conector “pois” introduz ideia de
consequência no trecho em que ocorre

18. Em “ Enquanto os especialistas analisam o assunto, o Psicólogos do Trânsito levam bom humor à rua” No
quarto período do primeiro parágrafo, a conjunção “Enquanto” (l.6) introduz oração de valor
consecutivo.

19. Em “Esse processo em nada se diferencia de outro já muito conhecido pelos estudiosos da comunicação: a
proliferação demasiada de determinados espaços acaba por apagá-los por si mesmos” . A substituição dos dois-
pontos empregados logo após “comunicação” pelo vocábulo pois alteraria o sentido original do texto.
20. “Contudo”, que contrapõe o conteúdo do enunciado que introduz ao do anterior, estabelece, no texto, coesão
sequencial.

21. A conjunção “conquanto” introduz uma oração em que se admite um fato contrário e subordinado ao fato
afirmado na oração principal.

22. O sentido do texto seria mantido caso se substituísse a conjunção “quanto” (“... as guerras provavelmente não
serão tão mortíferas quanto...”) por como.

23. Em “os astronautas nem sequer podiam sair dali” não é possível tirar o “nem” sem incorreção gramatical. No
entanto, é possível tirá-lo em “isso não é condição obrigatória nem sequer para disputas ávidas”

24. No trecho “entrever mais o prazer do ataque que o lamento sincero de um estudioso honesto”, a substituição
da conjunção “que” por do que manteria a correção gramatical da relação comparativa.

25. A poesia ao meu alcance só podia ser a humilde nota individual; mas, como eu disse, não encontrei em mim a
tecla do verso, cuja ressonância interior não se confunde com a de nenhum timbre artificial. Quando mesmo, porém,
eu tivesse recebido o dom do verso, teria naufragado, porque não nasci artista. (...) 99. Dado que a conjunção
“Quando” não expressa tempo, a oração que ela inicia poderia ser reescrita corretamente da seguinte forma:
Mesmo que eu tivesse recebido o dom do verso.

26. Em “A chuva começou a cair, mal saímos” o termo mal representa um advérbio contrário de bem

27. Classifique as palavras como nas construções seguintes, numerando, convenientemente, os parênteses:

1) preposição 2) conj. subord. causal 3) conj. subord. conformativa 4) conj. coord. aditiva 5) adv. interrogativo de
modo ( ) Perguntamos como chegaste aqui. ( ) Percorrera as salas como eu mandara. ( ) Tinha-o como amigo. ( )
Como estivesse frio, fiquei em casa. ( ) Tanto ele como o irmão são meus amigos.

a) 2 - 4 - 5 - 3 - 1 b) 4 - 5 - 3 - 1 - 2 c) 5 - 3 - 1 - 2 – 4 d) 3 - 1 - 2 - 4 – 5 e) 1 - 2 - 4 - 5 – 3

28. Não há erros gramaticais em: juízes, promotores, escrivães e policiais, bem como toda a
infra-estrutura para a realização de audiências cíveis, criminais e de família, compõem as
jornadas itinerantes.

29. Em “uma pessoa poder nascer, encontrar tudo de bom, fazer outras coisas que se
encontram para mudar” Os verbos no infinitivo, “nascer” (L.1), “encontrar” (L.3), “fazer” (L.4) e “mudar” (L.5)
subordinam-se a “pode” (L.1); por isso, subentende-se “Uma pessoa” (L.1) como sujeito textual desses verbos.

30. Em “no brasil, a maior parte do lixo não tem destino correto, sendo descartado em lixões ou rios”,
o gerúndio “sendo” (L.3) corresponde ao infinitivo preposicionado: por ser.

31. O desenvolvimento das ideias permite inferir que o uso do gerúndio em “tendo ” (L.10) contribui
para dar à oração que inicia a interpretação de uma circunstância passageira, temporária, acidental, na
“economia de mercado” (L.11-12).

32. em “somado aos nomeados desde 2003, o número de novos servidores passou para 1.800, o que representa
um aumento de mais de 40% na força de trabalho do Instituto” O vocábulo “Somado” é forma nominal no particípio
e introduz oração reduzida com valor condicional.

33 em “Essa nova forma de ver a mobilidade deve promover o reordenamento dos espaços e das atividades urbanas,
de forma a reduzir as necessidades de deslocamento motorizado e seus custos e construir espaços e tempos sociais”
A expressão “de forma a reduzir” poderia ser substituída pela forma verbal reduzindo sem prejuízo para o sentido e
a correção gramatical do período sintático em que ocorre.

34. Em “o número é um dos maiores atualmente, tendo alcançado cerda de 1,2 bilhão de mulheres” O
desenvolvimento das idéias do texto confere à oração reduzida iniciada por "tendo alcançado" (L.2) um
valor adjetivo, correspondente a que tem alcançado.
35. Em “o autor já teria em seu acervo uma bela brasiliense, incluindo vários trabalhos
sobre índios, A oração reduzida iniciada pelo gerúndio “incluindo” (l.10) poderia ser corretamente
substituída pela seguinte oração desenvolvida: no qual se inclui vários trabalhos sobre os índios.

36. Em “nem pessoas, nem cães são fortes” o emprego reiterado da negativa nem constitui um
recurso retórico que produz o efeito afirmativo.

37. – O sentido original e a correção gramatical do texto seriam mantidos, caso a expressão “Mesmo com os”
(Mesmo com os avanços na área de segurança, os crimes virtuais, ou cibercrimes, continuam causando muitos
problemas financeiros...) fosse substituída por A despeito dos.

38. Em “Apesar de alguns meses secos em algumas áreas e do excesso de chuvas em outras, o tempo, de modo
geral” Caso a expressão “Apesar de” (R.12) seja substituída por Não obstante, será mantido correção
independemente de quaisquer outras mudaças

39. em “Pesquisas realizadas com usuários mostram que, em junho de 2011, cerca de 25% dos domicílios com
Internet tinham Internet com velocidade acima 7 de 2 megabaites, enquanto, em junho de 2012, esse número
passou para 40% do total, o que representa um crescimento de 91%.” A substituição de “enquanto” por “mas”
manteria a correção gramatical do período e o sentido original do trecho

40. O sentido do texto seria mantido caso se substituísse a conjunção “quanto” (provavelmente não serão tão
mortíferas quanto o foram no século XX) por “como”.

41. Seria correto subistuitr como por enquanto em “serão ditas impedimentos como estratégia de combate”

42. Em “em relação à medida protetiva” A expressão ‘em relação à’ (l.25) poderia ser correta e coerentemente
substituída por no que concerne à.

43. Em “o novo bancário precisa saber discutir ao vivo ou pelo call center, sobretudo sobre
planos de investimentos, previsões de conjuntura ou técnicas de valorização. Ganha mais, e
sob forma de comissões” O segundo período se relaciona com o primeiro no sentido de causa.

44. Mantém-se a correção e sentido ao alterar “a dignidade, bem como a ocorrência, é


prevalente” o “bem” por “assim”

45. Otrecho “Em suma,” (L.16), sem prejuízo para a informação original e
para a correção gramatical do período, poderia ser substituído por Conclui-
se que
46. “Mas foi a economia que acabou com a sua condição de primeiro-
ministro” o elementos sublinhados tem a função de restringir o sentido das
expressões que os antecedem “a economia”, respectivamente.
47. “em a importância não pode ser desprezada: principio bazilar da
democracia é o voto ter o mesmo peso” Dadas as relações de sentido do
período, o sinal de dois- pontos, na linha 6, poderia ser substituído pela
conjunção “porque", sem prejuízo do sentido geral do trecho.
48. Em “a pessoas são bonitas, no entanto não são muitas vezes por dentro”
Por estar separando ideias contrárias, “Entretanto" (l.14) poderia ser substituído pela
expressão Ao contrário, sem prejuízo da correção gramatical e sem alteração do
sentido do texto.
49. Em “Quando um chamado chega via 192, as informações nem sempre vêm de acordo com a real situação” O
elemento “Quando” (R.2) introduz no texto uma oração condicional, podendo ser substituído por Se
A
50. Em “a campanha do fome zero rendeu benefícios a mutias pessoas. Apesar do aspecto positivo...”
expressão "Apesar do aspecto positivo" (L.14) introduz, na oração, uma ideia
oposta àquela expressa anteriormente no texto.
51. Em “essas pessoas ficam mais inteligentes por conseguir uma serie de
medidas” O trecho iniciado pela preposição “por” (L.11) fornece explicações
para a qualidade de ubiqüidade do hipertexto, mencionada na oração que o
antecede.
52. em “se antes os marqueteiros fizeram boas atividades, os políticos viram
que podem também o fazer” O desenvolvimento das idéias do texto mostra
que, se a condição expressa pela oração iniciada por “Se” (L.8) não se tivesse
realizado, os politicos não mudariam” (L.12).

F) VERBOS
1. O emprego do modo subjuntivo em "seja" (O universo digital constitui uma claro separador entre
gerações, ainda que seja privativo de nenhuma delas) indica que o argumento é considerado uma
hipótese. Se esse argumento fosse tomado como certeza, o verbo deveria ser empregado no
indicativo: é.

2. O emprego do futuro do pretérito em “o assassino poderia ser condenado” (l. 8) indica que a
situação apresentada na oração é não factual, ou seja, é hipotética.

3. Em “Da reforma de Clistenes em diante, os homens da cidade não usariam mais o nome da família, mas,
sim, o do demos a que pertenciam” O emprego de futuro do pretérito em "usariam" indica que as ações
expressas por essa forma verbal deve ser considerada a partir da "reforma de Clistenes" (l.3-4).

4. ) Se nos apressarmos a dizer que o sujeito da memória é o eu, na primeira pessoa do singular, a noção de
memória coletiva poderá apenas desempenhar o papel analógico, ou até mesmo de corpo estranho na
fenomenologia da memória. (...) Se a conjunção “Se” fosse substituída por Caso, deveria ser alterado o tempo e
mantido o modo verbal empregado na oração condicional.

5. A correção gramatical do texto seria preservada caso o verbo permitir, no segmento “Há, portanto, que se fazer
esforço redobrado para identificar e compreender esses novos processos – o que exige o desenvolvimento de um
novo quadro conceitual e analítico que permita captar, mensurar e avaliar os elementos que determinam essas
mudanças”, fosse flexionado no pretérito imperfeito do mesmo modo verbal (subjuntivo): permitisse.

6. O vocábulo “dada” poderia, sem prejuízo para as relações sintáticas e semânticas do texto, ser flexionado no
masculino: “dado a intensificação dos processos”.

7. em “Tal didática é essencial para que o estado perdure e seja capaz de proteger direitos inerentes Às pessoas” O
uso do modo subjuntivo em "perdure" e "seja", em orações sintaticamente
independentes, deve-se ao valor semântico do subjuntivo para expressar a ideia de
desejo ou vontade, que, no caso, aplica-se à função do "Estado".
8. Em “é uma troca de bens, não havendo uma só pessoa que não receba alguma coisa
de outra” O uso do modo subjuntivo em “receba” (L.6) ressalta a ideia de possibilidade ou hipótese;
por isso, sua substituição por receberia mantém o texto correto.
9. Em “ Àquela altura, ninguém vislumbrava a ideia de uma separação, mas se esperava ao
menos que a metrópole deixasse de ser tão centralizadora em suas políticas.” Sem
prejuízo para a correção gramatical do texto, a forma verbal “deixasse” poderia ser
substituída por tivesse deixado.
10. Em “No caso relatado, estava em jogo, na sessão plenária do tribunal do júri, o
direito linguístico das testemunhas indígenas de se expressarem em sua própria língua,
ainda que essas mesmas pessoas possuíssem o domínio da língua da sociedade
envolvente, que, no caso, é a portuguesa. É que, conforme escreveu Pavese, só fala
sem sotaque aquele que é nativo” Estaria igualmente correta e adequada ao texto a
flexão da forma verbal “possuíssem” no tempo presente do subjuntivo: possuam.
11. Em “Caso alguém pergunte, em um futuro distante, qual terá sido o meio de
expressão de maior impacto da era moderna, a resposta será quase unânime: o
cinematógrafo.” A substituição da forma verbal “terá sido” por foi não prejudicaria a
correção gramatical nem a coerência do texto.
12. Em “Um cenário polêmico é embasado no desencadeamento de um estrondoso
processo de exclusão, diretamente proporcional ao avanço tecnológico, cuja projeção
futura indica que a automação do trabalho exigirá cada vez menos trabalhadores
implicados tanto na produção propriamente dita quanto no controle da produção”
Preserva-se tanto a correção gramatical quanto a coerência textual ao se empregar o
infinitivo desencadear, com função de substantivo, em lugar do substantivo
"desencadeamento".
13. Em “O agressor é sentado no banco dos réus e é tratado como tal. “ sentido é
preservado por: O agressor senta-se no banco dos réus e como réu ele é considerado.
14. Em “a pessoa irá utilizar vários documentos”A forma verbal composta “irá utilizar”
corresponde à forma verbal simples utilizará, que poderia ser empregada na oração sem
que isso comprometesse a coerência ou correção gramatical do texto.
15.
16. Em “O executivo vem buscando formas eficientes de trabalho” A locução verbal "vem
buscando", que expressa ideia de continuidade − do passado até o presente −, poderia
ser substituída, sem prejuízo para a coerência do texto, pela locução tem buscado.
17. Em “Quem nunca recebeu mensagens difamando empresas ou noticiando o caso do
garoto com câncer” difamando está flexionado
18. Em “Em outras palavras, o inquérito policial é um procedimento policial que tem por
finalidade construir um lastro probatório mínimo, ensejando justa causa para que o
titular da ação penal possa formar seu convencimento, a opinio delicti, e,
assim, instaurar a ação penal cabível” A correção gramatical e a coerência do texto
seriam preservadas, caso as formas verbais “possa formar” e “instaurar” fossem
substituídas, respectivamente, por forme e instaure.
19.
20. Período correto: Portanto, ao se iniciar a nova década, o ambiente que se formula e gerencia a política de
comércio exterior brasileira é radicalmente diverso daquele que vigiu à época em que a CACEX atuava como
superagência nessa área. A institucionalidade da política distanciou-se do modelo CACEX, mas é pouco nítido o
modelo desejável e adequado aos novos condicionantes e objetivos

21. Em “

22. Em “um homem ficaria espantado com a tranquilidade a que nós nos submetemos” A
idéia de suposição expressa na forma verbal "ficaria" (L.1) permite o emprego de submetermos, forma
verbal no modo subjuntivo, em lugar de "submetemos" (L.2), sem que se prejudiquem a coerência e a
correção gramatical do texto.
23. EM “Os homens que se achavam no café Tiraram o chapéu maquinalmente Saudavam o morto distraídos Estavam
Todos voltados para a vida Confiantes na vida” O emprego do pretérito imperfeito em “achavam” (v.2) indica uma ação
que estava se processando quando ocorreu um fato

24. Em “Os tempos do Grande Irmão chegaram. George Orwellos previu para 1984, mas se afirmaram mesmo na virada do ilênio,
principalmente depois que os atentados de 11 de(l. 4) setembro de 2001 serviram de pretexto para um grau sem” é correto
substituir os previu” (l.2) por os prevera ou por os tinha previsto

Na linha 3, o uso do modo subjuntivo em "julgue" é


25. Em “isso ocorre sem que nenhum de nós se julgue incapaz”
exigido pela estrutura sintática em que ocorre; se fosse retirada a conjunção "que" da oração
subordinada, o modo empregado deveria ser o infinitivo: julgar.

26. Em “Art. 34. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para: I - manter a integridade
nacional; II - repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra; III - pôr termo a grave
comprometimento da ordem pública; IV - garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas unidades da
Federação;” e V - reorganizar as finanças da unidade da Federação que: a) suspender o pagamento da dívida
fundada por mais de dois anos consecutivos, salvo motivo de força maior; b) deixar de entregar aos Municípios
receitas tributárias fixadas nesta Constituição, dentro dos prazos estabelecidos em lei; VI - prover a execução de lei
federal, ordem ou decisão judicial;”. Os infinitivos “suspender” (linha 12), “deixar” (linha 15) são núcleos de
segmentos enumerados, os quais estão separados pelo sinal de ponto e vírgula, sendo certo que ainda que possuam
palavra atrativa poderiam ter ênclise de pronome atono.

27. Em “há décadas, países como China e Índia têm enviado estudantes para países
centrais, com resultados muito positivos” Seriam mantidos a correção gramatical e o
sentido original do texto caso a locução “têm enviado” fosse substituída por enviaram.
28. Em “Talvez o grande número de escravos no Sítio do Tatu se devesse ao fato de
Federalina possuir um grupo de escravas que eram usadas como parideiras de moleques,
que após algum tempo eram vendidos ao aparecer comprador.” O emprego da forma
verbal “devesse” no subjuntivo justifica-se pelo sentido hipotético da primeira oração do
período.
29. Em “a terra gira em torno do sol” o indicativo foi utilizado para demarcar algo
atemporal, ou presente durativo, universal. O poema faz uso reiterado do modo verbal
infinitivo. Esse uso identifica um processo atemporal.

30.”
31. Em “com isso é possível codificar e-mail, de sorte que, qualquer um que tente interceptar mensagens, não
consiga entender o seu conteúdo O modo verbal empregado em “tente" (L.20) e “consiga" (L.21) acentua
mais a vontade, a intenção do falante, do que a efetiva realização das ações tentar e conseguir.

32. Em “essa nota há que se esperar que seja adotada por outras redes de ensino” A forma verbal de
subjuntivo “seja” (L.13) está sendo empregada porque se refere a uma situação desejável hipotética.

33. Em “temos reprentantes eleitos pelo povo” a troca de eleitos por elegidos acarretaria incorreção
gramatical.
34.Empregando-se a voz ativa e mantendo-se os tempos verbais empregados,
o trecho “O local das reuniões era a antiga cadeia pública, que, em 1808,
havia sido remodelada pelo vice-rei conde dos Arcos" (l.24-25) seria,
corretamente, reescrito da seguinte forma: O local das reuniões era a antiga
cadeia pública, que, em 1808, o vice-rei conde dos Arcos remodelou.
35. em “Mesmo atuando desta forma, a empresa conseguiria se sustentar no azul, se algumas regras fossem
seguidas” A oração concessiva “Mesmo atuando desta forma” (linha 19) poderia ser substituída por Ainda que atue.

36. Otrecho "nunca se havia obtido uma prova concreta" (L.5-6) preservaria
sua correção gramatical se fosse reescrito, flexionando-se o substantivo no
plural, do modo seguinte: nunca se haviam obtido provas concretas.
37. em “Tentar deter o mar era inútil. Também não havia como fazer um molde da areia, mesmo que ele tivesse
tempo para isso, coisa que ele não tinha” Os sentidos originais do trecho “Tentar deter o mar era inútil” (R.15)
seriam mantidos caso a forma verbal “era” fosse substituída por seria.

38. Notrecho “descritos por Maquiavel” (L.18-19), a expressão “por Maquiavel”


designa o agente da ação expressa pela forma nominal “descritos”.
39. Em “pode-se dizer que há relação onde quer que se produza” O
desenvolvimento das idéias do texto permite, também, a utilização
gramaticalmente correta e textualmente coerente da forma verbal produz no
lugar de "produza" (L.2).
40. EM “QUEIXAR-SE É DIFÍCIL” O verbo "queixar-se" (l.8), utilizado no texto como verbo
pronominal, conjuga-se facultativamente sem o pronome.

g) Outras morfologias
1. Tanto em "01 - Crédito em conta-corrente" como em "10 - Transferência internacional em reais", a
preposição "em" expressa o sentido de finalidade.

2. Em “as pessoas tiveram de se aproximar das outras pessoas”, a substituição da preposição “de” pela
preposição “que” preserva o sentido e mantém a correção gramatical.”

3. em “a Policia se atém ao limites estatais” o “se” possui natureza reflexiva, refer ente “policia”, sendo
portanto o.d

4. Na linha 10 (Quando acaso descerem ao porão, as crianças hão de ficar um pouco intrigadas...), a substituição do
vocábulo “acaso” por caso prejudicaria o sentido do período, mas a substituição do mesmo vocábulo por porventura
manteria a coerência textual do trecho.

5. – Uma opção de grafia igualmente correta para substituir a palavra “afora” (Até que ponto a banalização de atos
violentos, exibidos nas salas de visita pelo mundo afora...) é a expressão à fora.

6. – A correção gramatical e o sentido do texto serão mantidos caso se substitua “diante de um escritor que” por
ante “(à) ou (da)” escritora a qual

7. Seria mantida a correção gramatical e o sentido do texto, se a preposição “de”, em sua primeira ocorrência, no
trecho “de 17 de dezembro de 1663 a 28 de setembro de 1665”, fosse substituída por “entre”.

8. A expressão “com a” (Essas consequências inesperadas podem ser reduzidas... com a implantação de práticas
adequadas...) poderia ser substituída por “mediante a” ou “por meio da”, sem prejuízo para a correção gramatical
ou para o sentido do texto.
9. Em “resultam da” (A Convenção lida com muitas formas de expressão cultural que resultam da criatividade de
indivíduos, grupos e sociedades...), o vocábulo “da”, resultante da junção da preposição de com o artigo definido a,
pode ser substituído por na sem que se altere o sentido original do texto.

10. Haveria prejuízo gramatical para o texto caso a palavra “procedimentos -padrão” (ℓ.15) fosse alterada
para procedimentos-padrões. Tal prejuízo é, semelhante, na palavra “cidade-estado” para “cidades-estados”
As relações semânticas textuais seriam
11. Em “o direito à privacidade já desapareceu faz tempos”
mantidas caso, na linha 1, o vocábulo “já” fosse deslocado para imediatamente
antes da expressão “faz tempo”.
12. A forma adjetiva “histórico-culturais” (l.25) poderia estar flexionada
corretamente também como históricos-culturais.
13. Em “influencias atitudades preeminentes “O adjetivo “preeminentes” (l.15)
pode ser substituído pelo adjetivo proeminentes.
14. Em “os empresários parecem ainda ter dificuldades” Na linha 22, o
deslocamento do vocábulo "ainda" para imediatamente antes da forma verbal
"parecem" - ainda parecem - alteraria a ideia original do vocábulo
substituído, que passaria a significar também.
15. Em “Depois se subir ao palco, viu-se em face de milhares de pessoas”
poderia o “em face” de ser substituído por diante de, ante, perante sem
prejuízo de informações do texto, mas não por face a
16. Em “convocada, instalada, dissolvida” esse vocábulos possuem como
substantivos correlados respectivamente convocação, instalação, dissolvição
17. Ainda que sem uma virgula para demonstrar a elipse, seria
gramaticalmente correto: Um dos desafios é aumentar o investimento; outro é
estabelecer prioridades para o modelo assistencial.
18. Em “devido a sua experiência auxiliares de necropsia são constantemente
requisitados. Em uma causa de morte, o auxiliar descobriu que a causa foi, na
verdade, um pontapé de um padrasto e não ingestão de veneno ”Se forem
retiradas a expressão “na verdade” (l.13) e as vírgulas que a isolam, a oração
ficará sem sentido.
19. Na expressão “Muitas pessoas” (l.10), a palavra “Muitas” indica intensidade
20. Em “A segunda ideia é a de que" (l.9-10), o “a" que precede “de que"
poderia ser retirado, sem acarretar prejuízo à correção gramatical, ao passo
que, em “A primeira é a do" (l.2-3), o “a" que precede “do" não poderia ser
retirado, visto que substitui a palavra “ideias" (l.2)
21. Em “o voto tem principalmente efeito....” O sentido do advérbio
“primordialmente" (l.1) equivale ao do adjetivo “primordial" na frase: O
conceito primordial da arte encerra a ideia de equilíbrio
22. em “na função de eleitor em votar, não se estabelecem sanções aos que
se omitem, os pronomes “os" e “se" em “os que se omitem" são anafóricos do
termo “eleitor", ainda que alguns estejam no singular e outros no plural
23. Em “brasil e africa do sul.... temos representantes dos dois países” Uma
forma de evitar a repetição da expressão "dois países" (l.10, 17, 21) é substituí -
la, na linha 17, por: ambos países
24. No trecho “é devida a indenização por danos morais” (l.8-9), a correção
gramatical do texto seria mantida caso fosse suprimido o artigo que define
“indenização”.

h) pontuações
1. Em “enquanto a terra for prisioneira do capital e o alimento mercadoria, haverão de existir
miseráveis”, a inserção de vírgula logo após “alimento” acarreta erro na pontuação do texto

2. Em “ACM venceu a eleição no primeiro turno, e a disputa se tornou um marco na história do


marketing político brasileiro” temos caso facultativo de virgula.

3. Em “ A mais alta corte do país tem por dever o exercício da função de guardiã da
Constituição, e o desempenho dessa função é assegurado por suas manifestações e
decisões.” Na linha 1, a substituição da vírgula que se segue a “Constituição” por ponto
final exige a supressão da conjunção “e” e o consequente emprego do artigo “o” em
letra maiúscula, para que seja preservada a correção do texto.
4. Em “Para estar ao nível das populações sofisticadas, é necessário a construção de um
estado “inteligente”. Dada a crítica fundamentada no texto, As aspas empregadas em
“inteligente” (l.6) marcam o tom irônico que o termo adquire no contexto em que se insere.

5. Em “sobre a suposta ficção cientifica, o autor do texto afirmava que “a questão ultrapassa quaisquer
limites” No segundo parágrafo, o emprego das aspas marca a mudança de discurso do autor do texto.

6. Em “Quando você compra um carro, não leva apenas o status, um veículo útil, mas também um
possível poluidor. Assim, é preciso que arque, para o bem da coletividade, co m essas despesas extras”
Preservam-se a coerência textual e a correção gramatical se o termo "despesas extras" (L.12) for
escrito entre aspas no texto.

7. Em “a constituição cita que “ninguém fará ou deixará de fazer algo, senão virtude da lei” O emprego
de aspas indica que a citação da fala dos locutores foi transcrita literalmente.

8. Em “O trt efetuou doação de equipamentos “passíveis de desfazimento” O emprego de aspas nos


dois últimos parágrafos indica que a citação da fala dos locutores foi transcrita literalmente.

9. Em “as pessoas dão uma de “bacana” e todas pessam que irão se “dar bem””. O emprego das aspas
em ‘bacana’ (L.12) e ‘se dar bem’ (L.21) justifica-se por destacar o sentido conotativo que essas
expressões adquirem no texto.

10. Em “a mulher que “gosta de apanhar”, o filho que é “ladrão”” No primeiro parágrafo, as aspas
foram empregadas em trechos que reproduzem discursos de outras pessoas, e não da autora do texto

11. Em “li uma frase que dizia que meu sinal era de fraqueza, e não de virtude ” a virgula empregada
antes do “e” é facultativa.

12.

13. Em “esse rapaz que, em Deodoro, quis se matar”” Caso se isolasse por vírgulas o trecho “que, em
Deodoro, quis matar a ex-noiva e suicidou-se em seguida” (ℓ. 1 e 2), seria pertinente inferir que o autor se
referisse a um rapaz já anteriormente mencionado, ou conhecido do interlocutor.

14. Em “Quem disser que não estará reproduzindo o discurso daquelas pessoas que eram contrárias às linhas
férreas, por exemplo” Além de manter a correção gramatical e a coerência das ideias do texto, a inserção de uma
vírgula logo após “não” (R.3) tornaria mais clara a relação entre as ideias expressas no período, pois eliminaria a
ambiguidade que nele ocorre

15. Em “a um coronel, um jornalista disse que...” O emprego da vírgula após “quartel” é


facultativo.
16. Em “para mim, nada é melhor que acordar depois” O emprego da vírgula
após o dativo de opinião é facultativo.
17. Em “ Na literatura de ficção é que a falta de caráter dos brasileiros se revelou escandalosamente” Dada a
posição que ocupa na oração, o termo adverbial “Na literatura de ficção” (R.7) deveria estar isolado por vírgula, se
atendido o rigor gramatical, pois classifca-se como adjunto adverbial de grande extensão.

18. Em “As estradas da Grã-Bretanha tinham sido construídas pelos romanos, e os sulcos foram escavados 10 por
carruagens romanas” A vírgula que precede a conjunção “e” (R.9)indica que esta liga duas orações de sujeitos
diferentes; mas a retirada desse sinal de pontuação preservaria a correção e a coerência textual.

19. Em “não somente para criar, mas também para ajudar”O emprego de vírgula antes da locução conjuntiva “mas
também” (R.7) é facultativo

20. Em “ora ele procura, ora decide” a virgula é obrigatória, dada orações assindéticas alternativas.

21. Em “O ex-técnico da seleção brasileira Telê Santana afirmou” o nome próprio “Telê Santana” possui
função sintática de aposto, razão por que poderia de plano ser isolado por dupla virgula, travessão.
22. Em “tive vários livros, como este, aquele....” poder-se-ia empregar dois pontos antes do este, e,
alternativamente, substituir o como por “a saber” ou “quais sejam”
23. Em “eu disse que seria forte (?)” o uso do interrogação serve para indicar uma incerteza.
24. Em “como será que o brasileiro vivenciou tudo isso?” além de ser uma pergunta retórica, a qual será
respondida adiante no texto, também serve para aproximar-se do leitor e de recurso que induz a uma
causa de reflexão sobre tema
25. Em “o problema crucial [...]” as reticências foram utilizadas para indicar supressão textual.
26. Em “eu não a beijava porque.... porque.... porque não quis!” as reticências foram utilizadas para causar
reflexão ao leitor.

27. Na
expressão “curso d’água”, o apóstrofo marca a elisão da vogal final da
preposição
28. São pertinentes ao assunto desenvolvido no texto e estão expressas com
correção gramatical as seguintes ideias: Se formos tolerantes, nossos filhos
tenderão a sê-lo também; Se fôssemos impulsivos, nossos filhos tenderiam a
sê-lo também
29. Em “Esse dever tem dois fundamentos: em primeiro lugar, devemos
fazer.....; em segundo lugar, a participação....” Respeitam-se as regras
gramaticais e a organização das ideias no texto ao se usar o sinal de dois-
pontos logo após as expressões "em primeiro lugar" (l.4) e "em segundo
lugar" (l.7).
30. em “otaviano parte da premissia de que muitos “são pessoas..”, o
emprego das aspas é desnecessário, visto que a transcrição do trecho de
Octaciano Nogueira está integrada à sintaxe do parágrafo. No texto CG2A1DDD, a
vírgula poderia ser omitida, sem acarretar incorreção, logo após “(LDB)”

31.
32. Em “É possível, e até provável, que isso tenha resultado de brucelose, uma infecção crônica contraída durante a
guerra” A correção gramatical do texto seria mantida, mas seu sentido seria alterado, se fosse inserida a expressão
ou de logo após “brucelose,” (R.36).

33. Em “marcando presença em vários lugares, como o teatro, a rua” Na


linha 17, estaria
gramaticalmente correta a inserção de sinal de dois-pontos imediatamente
após a palavra “como”
34. Em “são pessoas que buscam combater por meio de restaurantes
populares, bancos de alimentos, modernização” As vírgulas após "populares"
(L.13), "alimentos" (L.13), "abastecimento" (L.14) e "urbana" (L.15) isolam
elementos de mesma função sintática componentes de uma enumeração
35.
36. Em “ele não misturava as coisas: brincar era brincar e estudar era
estudar” Na linha 3, o sinal de dois-pontos depois de “coisas” tem a função
de introduzir uma explicação, ou justificativa, para a idéia expressa nas
orações anteriores. Essa função deixaria de ser marcada pela pontuação caso
esse sinal fosse substituído pelo ponto — com o correspondente ajuste na
letra inicial de “brincar” —, mas a coerência e a correção gramatical do texto
seriam preservadas.
37. Em “para se candidatar a um cargo eleitoral, requeriam-se 200 mil reais”
Caso a vírgula que sucede o vocábulo “eleitoral” (l.12) fosse suprimida, o
sentido do texto seria preservado, mas não a sua correção gramatical.
38. Em “b) comprar, preferencialmente, à vista;
c) ao receber, estabelecer um dízimo, ou seja, guardar 10% do
valor líquido;” Emprega-se ponto-e-vírgula ao final de
enumerações de itens sempre que,
no interior desses, a exemplo do que ocorre no último parágrafo do texto, há indicação
de pausa de menor duração.

4. ortografia
1. ESTÁ CORRETA A FRASE: As milhares de matérias que publicamos são interessantes.

2. SERIA CORRETO ESCREVER: (A) 1,8 MILHÕES DE PESSOAS ESTÃO NAS RUAS OU (B) ZERO GRAUS

3. A forma verbal correta derivada do vocábulo “privilégio” é previlegiar.

4. está correto: Alguns


prefeitos se reelegem com extrema facilidade. Por que isso
ocorre? Por que prefeitos de municípios recém-criados se reelegem com
muito mais facilidade do que os demais? Provavelmente, porque têm mais
liberdade para gastar e amplas possibilidades de contratar novos funcionários
para compor a burocracia local.
5. Nas linhas de 13 a
27, a primeira palavra
de cada ressalva pode
ser reescrita com letra
inicial maiúscula sem
prejuízo da correção
gramatical
6. No trecho
“monoteísmo judaico-
cristão nas ciências”
(L.16-17), o adjetivo é
grafado na sua forma
mais conhecida,
embora também
estejam corretas as formas judaicocristão e judaico cristão

5. REESCRITURA
1. São propostas de reescrita que preservam o sentido original e a correção gramatical do seguinte
período do texto CB1A1BBB: “Era necessário absolver amigos, condenar inimigos, sem o que a
máquina eleitoral emperraria.” (ℓ. 9 e 10): “Eram necessários, com o objetivo de não atrapalhar o
andamento da máquina eleitoral, a absolvição de amigos e a condenação de inimigos ou “Sem aquilo que a
máquina eleitoral emperraria, faziam-se necessários: absolver amigos e condenar inimigos”

2. Em “Preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural
ao valor monetário das moedas, que quase sempre apresentam figuras culturais” Sem prejuízo da
correção gramatical e do sentido original do texto, a expressão “com o passar dos séculos” (l.11)
poderia ser deslocado para imediatamente após “moedas” (l.13), suprimindo -se do texto as vírgulas
que a isolam.

3. Em “Os negociantes de ouro passaram a aceitar a responsabilidade de cuidar do dinheiro de seus


clientes e a dar recibos escritos das quantidades guardadas” A substituição da preposição “a”, em “a dar
recibos escritos das quantias guardadas” (l.20), pela preposição de manteria a correção gramatical do texto,
embora acarretasse alteração de sentido.

4. Em “isso exige o desenvolvimento de um novo quadro conceitual e analítico que permita captar, mensurar os
termos que determinam essa mudança” A correção gramatical do texto seria preservada caso o
verbo permitir, no segmento “o que exige o desenvolvimento de um novo quadro conceitual e analítico
que permita captar” (l.9-10), fosse flexionado no pretérito imperfeito do mesmo modo verbal (subjuntivo):
permitisse.

5. Está correto gramaticalmente: Entretanto, com o estudo dos impérios — de épocas antigas ou
modernas —, podemos adentrar as raízes do mundo contemporâneo e compreender, com
profundidade, como se organiza o poder político.

6. Sem que haja prejuízo para o sentido original do texto, “Isso contribui para que s eja bem.....” (L.24) pode ser
corretamente substituído por o que, desde que se substitua o ponto que antecede esse pronome por ponto e
vírgula.

7. Em “Alguns doutrinadores brasileiros inovadores estão conseguindo certas medidas” A correção


gramatical e a coerência do texto seriam mantidas caso o vocábulo “inovadores” (ℓ.5) fosse isolado por vírgulas. No
entanto, não se preserva o sentido ou a análise sintática.
8. Assinale quanto à correção gramatical: O
dever de cuidado é consequência direta do postulado da
indisponibilidade do interesse público; em decorrência do qual todo agente público deve
ter o dever, de cumprindo fielmente, as suas atribuições, perseguir o interesse público
manifesto na Constituição Federal e nas leis
9. mantém-se a correção gramatical do período, da seguinte forma: basta que os usuários telefonem
para o número 135, da Central de Atendimentos, ou acessem a página eletrônica da previdência social
e sigam as instruções ali contidas.
10. correção gramatical: Visto apenas pelo ângulo econômico, o problema da exploração da mão de obra
infantil, é ao mesmo tempo reflexo e impecílio para o desenvolvimento. Quando crianças e adolescentes
deixam de estudar para entrar precocemente no mercado de trabalho, trocam um futuro mais promissor pelo
ganho imediato.
11. correção gramatical: Após a promulgação da Constituição, em 15 de outubro de 1988, o país pode se
reconhecer como um estado pleno de direito, em que todos são iguais perante às leis
12. Em “Para a surpresa de muitas pessoas, acostumadas a ver em nosso país tantas leis que
não saem do papel, a LRF, logo nos primeiros anos, atinge boa parte de seus objetivos” A
correção gramatical e o sentido original do texto seriam mantidos se o trecho “Para a
surpresa (...) de seus objetivos” fosse reescrito da seguinte forma: É atingido, logo nos
primeiros anos, boa parte dos objetivos da Lei de Responsabilidade Fiscal, resultado esse
que gera surpresa em muitas pessoas, acostumadas, em nosso país, a ver que tantas leis
não saem do papel.
13. Correção gramatical: Os dados e as informações reunidas pelas operações de
inteligência possibilitam a identificação e a compreensão das características, da estrutura,
das formas de financiamento e do modo de operação das organizações criminosas e de
seus componentes.
14. Em “Em comparação aos homens, as mulheres têm chances menores
de serem alfabetizadas, e menores ainda de terem educação técnica ou
profissionalizante” Mantendo-se a correção gramatical do texto, as formas verbais
“serem” e “terem” poderiam ser substituídas por ser e ter, respectivamente.
15. Em “o meu desejo é que te faças grande, ou, pelo menos, notável; que te levantes
acima da obscuridade comum” A correção gramatical do texto seria mantida caso o trecho “o meu
desejo é que te faças grande” ( l.8-9) fosse reescrito da seguinte forma: o meu desejo é que sejas
grande
16. A substituição da expressão “Olhei com mais atenção” (ℓ.30) por Atentei-me para manteria o sentido geral e a
correção gramatical do trecho original.
Em atendimento à solicitação de V. Sa., vimos informar que o
17. Está correta:
Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa é conferido a estrangeiros ou
a brasileiros que não tenham o português como idioma materno. Esclarecemos,
ainda, que esse é o único certificado brasileiro reconhecido oficialmente e é
emitido pelo Ministério da Educação nos níveis intermediário, intermediário
superior, avançado e avançado superior. As provas são aplicadas no Brasil e
em outros países, com o auxílio do Ministério das Relações Exteriores.
18. Está correto e adequado para um expediente oficial: Viemos por meio desta
pedir encarecidamente ao gerente do departamento de materiais a aquisição
de um novo computador para a redação, uma vez que o que está em uso sofreu
diversas avarias no transporte quando da transferência do setor para as novas
instalações e está imperrado a vários dias.
19. Está correta: Também era possível que o marido matasse a esposa pela
mera suspeita de traição da parte dela.
20. Seria alterado o sentido original do texto, embora sua correção gramatical fosse mantida, caso o trecho
“Temos o prazer de anunciar ao país o próximo aparecimento de uma excelente comédia, estreia de um jovem
literário, de nome Antônio Carlos de Oliveira” (l.10 a l.13) fosse reescrito da seguinte forma: É um prazer
informar o país do lançamento da primeira comédia de qualidade do jovem Antônio Carlos de Oliveira,
estreante na literatura fluminense.
21. . Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido do texto, o trecho “é impressionante a mudança de
ânimo que uma renda fixa promove” (l.19 a 21) poderia ser reescrito da seguinte forma: a mudança de ânimo
promovida por uma renda fixa é impressionante
22. A correção gramatical do texto seria mantida, se o período “Noticiam os jornais que o governo vende,
quando avariada, grande quantidade dessas pólvoras” (R. 20 e 21) fosse reescrito como Uma grande
quantidade dessas pólvoras é vendida pelo governo, quando avariadas — noticia-se nos jornais, embora a
ênfase nas informações desse período fosse alterada
23. A substituição do ponto empregado logo após “pró-natalista” (O Brasil, durante a maior parte da sua
história, manteve uma cultura familista e pró-natalista. Por cerca de 450 anos, o incentivo à fecundidade
elevada era justificad) por vírgula, com a devida alteração da letra inicial maiúscula para minúscula, manteria
a correção do texto.
24. .
25. Caso a referida taxa de analfabetismo fosse de 98% da população, o trecho
“Em uma época em que a taxa de analfabetismo alcançava 99% da população,
só um entre cem brasileiros era elegível" (l.13-15) deveria ser corretamente
reescrito da seguinte forma: Em uma época em que a taxa de analfabetismo
alcançava 98% da população, só dois entre cem brasileiros seria elegível
26. O período "vivem lá 25 milhões de brasileiros, pessoas que enfrentaram o
desafio do ambiente hostil e fincaram raízes na porção norte do Brasil" (L.13 -
16) mantém-se correto gramaticalmente se reescrito do modo a seguir: vivem
lá 25 milhões de brasileiros, que enfrentaram o desafio do ambiente hostil e
fincaram raízes, na porção norte do Brasil
27. O trecho “levava a que o consumidor adotasse uma série" (l.20) pode ser reescrito, sem
prejuízo ao sentido e à correção gramatical, como: levava o consumidor a adotar uma série.
28. Julgue quanto À correção gramatical: Essa postura reflete uma consciência de
responsabilidade social mais coerente com a realidade brasileira: não basta
recursos; é necessário também de qualquer jeito promover e incentivar o
crescimento sustentável da sociedade.
29 Julgue a correção: “estando pronto os preparativo, foi dada a largada inicial”
30. Assinale as escritas corretas, independente de sentido
a) Que juízes se vejam como atores políticos, não deveria ser visto como um problema
b) Um dos fatos mais relevantes de 2012 foram a transformação dos juízes do Supremo Tribunal
Federal em novos atores políticos.
31. Mantém-se o sentido em “evitando abusos lamentavelmente ainda rotineiros em
procedimentos da polícia” (l.28-29) por ainda prevenindo abusos lamentáveis na rotina
investigatória policial.
32. Julgue a frase a seguir quanto à correção gramatical: “Foi feita, finalmente, uma faxina no escritório a
nível de material de consumo.”

5. REDAÇÃO OFICIAL
1. Após ter redigido um memorando, já no momento da impressão, um servidor percebeu que as páginas do
documento não haviam sido numeradas. Nessa situação, a fim de sanar o problema, o servidor deve proceder à
numeração a partir da segunda página do documento, devendo a primeira ser mantida sem a numeração.
2. A impessoalidade e o emprego do padrão culto de linguagem garantem a clareza textual, pois evitam que haja
ambiguidade no texto.
3. Comunicações oficiais, utilizadas para a comunicação entre órgãos do serviço público ou entre órgãos do serviço
público e o público em geral, podem ser emitidas tanto pela administração pública quanto pelos cidadãos.
4. O envelope que traga comunicação oficial endereçada a um senador da República deverá ser preenchido conforme o
modelo abaixo.
A Vossa Excelência o Senhor
Senador (nome do Senador)
Senado Federal
70165-900 Brasília – DF
5. Em uma comunicação que tenha como destinatário o governador de um estado da Federação, o tratamento a ser-lhe
dispensado deverá ser Vossa Excelência e o vocativo a ser empregado será Senhor Governador.
6. Em todas as comunicações oficiais, deve-se adotar, na identificação do signatário, o modelo abaixo.
Nome da autoridade que expede a comunicação oficial
Cargo da autoridade que expede a comunicação oficial
Assinatura
7. No exemplo Mem. 72/2015 – Setor de Compras, constam a identificação do tipo e número do expediente bem como
informação referente ao órgão para o qual esse expediente se destina, qual seja, o Setor de Compras.
8. O endereço do destinatário é um item imprescindível em documentos do padrão ofício.
9. O emprego adequado do fecho da comunicação depende sempre da observação das relações hierárquicas entre os
interlocutores.
10. O fecho constitui expressão com a qual o destinatário se saúda, por isso é o último elemento da estrutura formal de
um expediente oficial, daí uma de suas finalidades ser marcar o fim de um texto conseguintemente não se usa virgula
nessas formalidades.
11. Em uma correspondência oficial, dirigida ao presidente da Câmara dos Deputados, o vocativo a ser usado deve
ser “Excelentíssimo Senhor Presidente".
12. Texto: Em continuidade à parceria estabelecida entre o Serviço de Gestão Documental (SEGED) e as unidades
produtoras de informação, encaminhamos o cronograma de remessa de processos da atividade fim para arquivamento
referente ao ano de 2015 (Anexo I). Apesar de conter dois documentos importantes — que aparecem como Anexos I e
II —, a forma de apresentação do texto bem como as estruturas linguísticas nele empregadas permitem afirmar que
essa comunicação oficial não funciona como mero encaminhamento de documentos.
13. Sobre a exposição de motivos assinale a alternativa correta
a) A estrutura da exposição de motivos varia conforme sua finalidade: há uma estrutura própria para exposição de
motivos cuja finalidade seja unicamente informar e outra estrutura própria para a exposição de motivos cujo objetivo
seja propor alguma medida ou submeter projeto de ato normativo. Ademais, A exposição de motivos de caráter
meramente informativo deve apresentar, na introdução, no desenvolvimento e na conclusão, a sugestão de adoção de
uma medida ou de edição de um ato normativo, além do problema inicial que justifique a proposta indicada
b) O expediente exposição de motivos aceita os fechos Respeitosamente e Atenciosamente.
c) A exposição de motivos é uma comunicação oficial dirigida ao presidente da República ou ao vice -
presidente por um ministro de Estado e pode ser interministerial, ou seja, assinada por mais de um
ministro, sendo assim o trecho transcrito seria adequado para fazer parte de exposição de motivo, documento cujo
objetivo é encaminhar relatório ao presidente da República.
d) A exposição de motivos consiste na principal forma de comunicação entre os ministros de Estado e o presidente da
República.
e) um documento que tenha no final o seguinte signatário: Desembargador Fulano, abaixo Presidente do Tribunal de
Justiça do Distrito Federal e dos Territórios é cabível para exposição de motivos quando propuser aumento de pessoal.
14. Sobre comunicações oficiais assinale a alternativa incorreta
a) Em um memorando, o destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa, e não pelo seu nome, sendo que
sequer constará algum vocativo
b) Na mensagem como é entre chefes dos poderes, diferentemente do ofício, prescinde-se da identificação do
signatário e registra-se a data após o texto da comunicação.
c) Para encaminhar um projeto de lei ordinária ao Congresso Nacional, o presidente da República deverá utilizar-se da
mensagem. Da mesma forma seria uma indicação de autoridades, ocasião que deverá constar currículo vitae
devidamente assinado.
d) A mensagem a ser enviada por correio eletrônico prescinde de diagramação em conformidade com o padrão
estabelecido para o ofício.
e) A comunicação de veto a projeto de lei pelo presidente da República ao presidente do Senado Federal deve ser
realizada por meio de mensagem.
15. A mensagem é a comunicação oficial utilizada entre pessoas que ocupam cargos de mesma hierarquia,
independentemente da esfera de poder de que elas façam parte.
16. Uma mensagem de correio eletrônico só tem valor documental se houver confirmação de recebimento ou de
leitura da mensagem pelo destinatário e se existir certificação digital que ateste a identidade do remetente, na forma
estabelecida em lei.
17. O fecho é dispensável na redação da mensagem e do aviso, já que esses documentos deverão ser elaborados em
papel timbrado do órgão ou da entidade que o expede, o que certifica a validade desses como correspondências
oficiais.
18. Sobre comunicações oficiais assinale a alternativa correta
a) A principal característica do memorando é a agilidade. Por isso, os despachos referentes ao assunto nele tratado
devem ser dados no próprio documento.
b) A mensagem é expediente utilizado pelos chefes de poder para informar o vice-presidente da República de
determinado assunto.
c) O telegrama é a forma de comunicação mais utilizada em situações de emergência, dados seu baixo custo e a
celeridade por ele proporcionada.
d) Nos documentos do padrão ofício, o signatário deve ser identificado pelo nome, seguido do nome da instituição. Da
mesma forma a assinatura do remetente é imprescindível a todas as comunicações oficiais, exceto às enviadas pelo
presidente da República.
e) Há estrutura rígida a ser seguida em uma comunicação por correio eletrônico, por isso não é fundamental que o tipo
de linguagem empregado atenda às exigências de um texto oficial.
19. O memorando constitui a forma de comunicação entre unidades administrativas equivalentes de diferentes órgãos.
20. Na mensagem eletrônica enviada, para facilitar a organização documental, Machado deveria ter dado informações
detalhadas acerca do arquivo anexado, e tê-lo encaminhado preferencialmente no formato pdf.
21. A revisão, uma das etapas da elaboração de expedientes oficiais, deve contemplar, entre outros aspectos, a
correção ortográfica do texto, uma vez que um erro de grafia pode prejudicar a compreensão da mensagem contida no
documento, devendo ser realizada antes e depois.
22. Avisos destinados unicamente a encaminhar documentos devem ser iniciados com a referência ao expediente que
solicitou o encaminhamento. Se não tiver havido solicitação da remessa, deve constar no campo Assunto a expressão
Sem solicitação prévia.
23. O campo assunto pode ser dispensado caso o ofício seja de mero encaminhamento de documento, uma vez que não
há necessidade de resumir o texto.
24. Em um memorando expedido no primeiro dia do mês de fevereiro do corrente ano, a forma correta de indicar a
data seria “Em 1.º de fevereiro de 2012”.
25. Todos os expedientes oficiais devem conter, após o fecho, a assinatura e a identificação do signatário.

26. Utilizado para o envio antecipado de documentos, o fax pode ser arquivado tal como recebido, desde que substituído
pelo documento original, o qual seguirá, também, por meio de fax, dado que é um envio antecipado.
27. No memorando, no aviso e no ofício, a presença do vocativo é imprescindível e, neste último, o destinatário é
mencionado pelo cargo que ocupa.
28. Recomenda-se não deixar em página isolada a assinatura de quem expede um documento oficial, devendo-se,
nesse caso, transferir para essa página a última frase anterior ao fecho. Ademais, falando-se de memorando, célere e
ágil, os despachos a esse documento oficial devem ser dados no próprio documento, o que assegura maior
transparência à tomada de decisões e permite que se mantenha um histórico do andamento do assunto tratado no
expediente
29. Na redação oficial, a impessoalidade refere-se ao emprego adequado de estruturas formais, como a utilização de
pronomes de tratamento para determinada autoridade, à polidez e à civilidade no enfoque dado ao assunto que se
pretende comunicar.
30. O aviso é um documento para assuntos oficiais entre órgãos da adm publica. Nesse sentid,o seria um documento
adequado para a comunicação de assunto oficial entre o presidente do BACEN, chefe da casa civil, gabinete segurança
da republica, chefe da secretaria geral da presidência, o AGU, o chefe da controladoria geral da uniao e os diveros
ministros.

31. EM “1. Em complementação à solicitação dos documentos sobre os estudos econômicos regionais feitos sob
sua coordenação, nas publicações do ano de 2012, informamos que o material foi recebido e, na oportunidade,
solicitamos os estudos registrados nas publicações desta Coordenação no ano de 2013.” NÃO ESTÁ ADEQUADO,
HAJA VISTA visto que trata de assuntos distintos em um mesmo parágrafo.
32. O caráter impessoal das comunicações oficiais decorre da ausência de impressões individuais de quem comunica,
da impessoalidade conferida ao destinatário da comunicação e do tratamento impessoal a ser dado aos assuntos
tratados nas comunicações.
33. Estaria gramaticalmente correto e atenderia às normas de redação oficial o seguinte texto escrito por servidor
público de um tribunal: No Parágrafo único, do Art. 198, título V, dispõe que o Vice-Presidente do Tribunal vai solicitar
que sejam colocados servidores à sua disposição para auxiliar nos trabalhos de organização, revisão e preparo da
revista.

34. Na redação de documentos oficiais, deve-se empregar uma linguagem que se aproxime da língua falada,
visando-se ao máximo a clareza do texto e a compreensão da comunicação pelos cidadãos.

35. O trecho a seguir é adequado para constituir o corpo de um ofício, documento adequado a ser
encaminhado pela diretoria do setor de tecnologia da informação de determinado tribunal à diretoria de
recursos humanos desse mesmo órgão.
Encaminho a V.S.ª , para as devidas providências, a frequência dos funcionários desta diretoria, em
atendimento ao solicitado no Mem. 12/2013-DRH.

36. Para se adequar a comunicação oficial em apreço ao padrão estabelecido pelo MRPR para memorando, a
menção ao destinatário deveria ser apresentada após o “Assunto", feita por meio de vocativo, seguido de
vírgula, da seguinte forma: Aos senhores dirigentes das unidades de informação,.

37. Tratando-se de ofício, a numeração das páginas deve iniciar-se a partir da segunda. Nesse caso, os
números podem ser impressos em ambas as faces do papel, desde que as distâncias das margens
esquerda e direita sejam invertidas nas páginas ímpares.

38. Caso o ministro titular do MDIC queira informar o presidente da República acerca de assunto
relacionado ao comércio exterior, deverá fazê-lo por meio da exposição de motivos, a qual obedece às
orientações do padrão ofício e é emitida obrigatoriamente com formulário de anexo.
39. Tendo em vista a correspondência oficial a ser dirigida a Chefes dos Poderes, serão empregadas as formas
‘A sua Excelência o Senhor’ — endereçamento; parte externa do envelope, e ‘Excelentíssimo Senhor’, no texto,
propriamente dito, como vocativo, no que se refere especificamente, ao emprego de formas de tratamento
indireto de pessoa.

40. Em comunicação oficial a ser enviada ao chefe do Poder Judiciário, deve-se empregar o
vocativo Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal

41. Em comunicações entre chefes de poder, empregam-se o vocativo Excelentíssimo Senhor,


seguido do respectivo cargo, e o fecho Atenciosamente.

42. O vocativo Senhor deve ser usado nas comunicações oficiais dirigidas aos cargos de senador, juiz,
ministro e governador (ainda que chefe de poder estadual), da seguinte forma: Senhor Senador,
Senhor Juiz, Senhor Ministro, Senhor Governador.

43. Em documento destinado a governador ou a ministro de Estado, a cujos cargos correspondem o


tratamento “Vossa Excelência” (por isso que comunicação indireta), deve-se tratá-los por “Senhor”.

44. Conssiderando a inicial de um memorando com designação “Ao D.D Diretor de segurança” é certo
que foi adequado ao tipo de expediente

45. O ofício e o aviso são idênticos quanto à finalidade: ambos tratam de assuntos oficiais entre órgãos da
administração pública

Para que as regras de ortografia pertinentes ao padrão-ofício


46, Em um vocativo,
sejam respeitadas, apenas “Senhor....” iniciando o vocativo, deve ser grafado
com inicial maiúscula. Os demais substantivos devem iniciar por letras
minúsculas
47. Impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e uso da linguagem formal são
princípios que se aplicam às comunicações oficiais, pois elas sempre devem permitir
uma única interpretação.
48. O chefe de determinada seção administrativa pode expor sua convicção a
respeito de uma demanda em um documento oficial, desde que utilize a
linguagem impessoal e se comunique em nome do serviço público
49. O fecho do convite ao chefe da delegação chinesa do CGS deveria ter
sido redigido e formatado de acordo com as determinações expressas
do Manual de Redação da Presidência da República
50. Nas comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras, o emprego do
vocativo segue rito e tradições próprios, disciplinados em manual do
Ministério das Relações Exteriores.
51. Em se tratando de uma presidenta da república, A forma de tratamento
“Excelentíssima Senhora" está adequada à autoridade destinatária do
expediente em apreço.
52. Formalidade de tratamento, clareza datilográfica, correta diagramação do
texto e utilização de papéis de mesma espécie são necessárias para a
uniformidade das comunicações oficiais
53. Embora aviso e ofício sigam o mesmo padrão formal — o padrão ofício —,
as funções desses documentos são distintas.
54. Em que pese a não restrição de linguagem administrativa, ou burocrática,
no âmbito da redação oficial, Mesmo nas comunicações oficiais que circulam
em meios restritos, deve-se evitar o uso de linguagem específica a
determinados grupos
55. Na atualidade, o pronome vós não é mais empregado em comunicações
oficiais para dispensar tratamento respeitoso a pessoas de hierarquia superior
56. As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e
qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a
determinados grupos

57. . Decorre do princípio da moralidade a prescrição de que não deve haver impressões pessoais em textos oficiais.

58. Está em desconforme com princípios da redação oficial: “Depois de longo debate. O congresso nacional
aprovou”, pois nesse caso, embora recurso estilístico da literatura, a fragmentação deve ser evitada, com vista à
melhor compreensão.

59. Nas
comunicações oficiais dirigidas ao presidente da República, o fecho
adequado é a expressão Respeitosamente, qualquer que seja o remetente
60. Em comunicações oficiais dirigidas a um ministro de Estado e a um assessor de
órgão vinculado a ministério, as formas de tratamento adequadas a esses cargos
seriam, respectivamente, Vossa Excelência e Vossa Senhoria; o emprego do vocativo
Senhor seguido do cargo respectivo seria adequado em ambos os casos.
61. No ofício, quando se indica o destinatário, deve-se incluir, além do nome
e do cargo, o endereço da pessoa a quem o expediente é dirigido.
62. Empregando-se o devido recuo de parágrafo, a menção ao destinatário
de um memorando poderia ser corretamente feita da seguinte forma: Ao Sr.
Chefe do Departamento de Contabilidade
63. Mesmo que o fax seja assinado por autoridade competente, seu envio
não dispensa o encaminhamento do original, posteriormente, pelo meio de
praxe
64. Ao se redigir um ofício de acordo com as orientações do Manual de
Redação da Presidência da República, deve-se obedecer à seguinte instrução:
utilizar fonte do tipo Times New Roman de corpo 12 no texto em geral, 11
nas citações e 10 nas notas de rodapé
65. Caso a autoridade competente do MEC pretenda desenvolver um projeto
que dependa de aprovação presidencial, ela deverá enviar ao presidente da
República, por meio do respectivo ministro de Estado, um aviso ministerial
66. Nas correspondências oficiais, a uniformidade deve estar presente tanto
no texto das mensagens __ por meio do emprego correto dos pronomes de
tratamento e de linguagem formal e polida __ quanto na apresentação do
expediente __ por meio do tipo de letra adequado, da diagramação correta,
de papel uniforme, entre outros requisito. Tal pressuposto não somente é
adotado em um mesmo órgão, mas sim em abrangência, dado que deve ser,
necessariamente, uniforme, pois pois há sempre um único comunicador: o
serviço público
67. Dados princípios constitucionais, a publicidade implica, necessariamente,
clareza e concisão, pois não é aceitável que um texto legal não seja
entendido por cidadãos.
68. Em redação oficial, há obrigatoriamente uma distância entre a linguagem
falada e escrita, pois a escrita é mais dinâmica e vale-se além de si própria
de outros termos para comunicar-se.
69. O documento em questão não está adequado às normas de redação
oficial; documentos oficiais em forma de memorando devem apresentar
obrigatoriamente o local e a data em que são assinados, na parte superior,
com alinhamento à direita
70. documentos oficiais no padrão oficio devem apresentar obrigatoriamente
o local e a data em que são expedidos na parte superior, com alinhamento à
direita