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ROMANOS 1 180

ouçam com os ouvidos, para que Paulo prisioneiro durante dois anos
não entendam com o coração, e
se convertam, e por mim sejam 30 Por dois anos permaneceu 2697
834 Conversão Paulo na sua própria casa, que alu- Paulo
1543 C ura Espir. curados*. 2097 A uto-sustento
2379 M issões 28 Tomai, pois, conhecimento de que gara, onde recebia a todos que o 1074 Z elo
3119 Salvação (4) esta salvação de Deus foi enviada aos procuravam, 2087 P regação
2384 Gentios (2) gentios. E eles a ouvirão. 31 pregando o reino de Deus, e, com 2011 Reino dc Deus
29 [Ditas estas palavras, partiram toda a intrepidez, sem impedimento 3559 M estres Cristãos
2958 Raciocínios os judeus tendo entre si grande con- algum, ensinava as cousas referentes 2089 P regando a C risto
tenda. J ao Senhor Jesus Cristo. 523 O usadia (2)

EPÍSTOLA DE PAULO AOS

ROMANOS
V d Introdução 4261 Prefácio e saudação minha testemunha de como incessan-
temente faço menção de vós, 2839 O ração pela Igreja
Paulo, servo de Jesus Cristo, cha- 10 em todas as minhas orações, su-
3240 Servos dc Deus
3895 Servindo a C risto 1 mado para ser apóstolo, separado
para o evangelho de Deus,
plicando que nalgum tempo, pela von-
1003 H ábito da O ração
2822 O ração
202 A postolado de
[P aulo
tade de Deus, se me ofereça boa oca- [R ejeitada
2890 Profecias
2 0 qual foi por Deus outrora pro- sião de visitar-vos.
[M essiânicas
metido por intermédio dos seus pro- 11 Porque muito desejo ver-vos, a 3507 V ontade de Deus
fetas nas Sagradas Escrituras, 1079 Solicitude (2)
4088 V o : dos Profetas fim de repartir convosco algum dom 486 Dons Espir.
430 C erta P alavra de 3 com respeito a seu Filho, o qual, espiritual, para que sejais confirma- 3175 Estabelecidos
[D eus segundo a carne, veio da descendén- dos; 1325 Comunhão dos
706 Filho Amado cia de Davi, 12 isto é, para que, em vossa com- [Santos
723 Filho de D avi 4 e foi designado Filho de Deus com panhia, reciprocamente nos conforte-
720 Encarnação poder, segundo o espírito de santidade, mos, por intermédio da fé mútua, vossa 1201 Fé
702 C risto Divino (2) pela ressurreição dos mortos, a saber, e minha.
707 Filho de D eus Jesus Cristo, nosso Senhor, 13 Porque não quero, irmãos, que
3807 Poder de C risto 5 por intermédio de quem viemos a
2414 Ressurreição (8) ignoreis que muitas vezes me propus 3906 O breiros Espir.
1445 G raça de Deus receber graça e apostolado por amor ir ter convosco‫׳־‬, no que tenho sido até 3425 C olheita Espir.
202 Apostolado de do seu nome, para a obediência por agora impedido, para conseguir igual- 3908 Conquistadores de
[Paulo fé, entre todos os gentios, mente entre vós algum fruto, como [Almas
2614 O bediência (1) 6 de cujo número sois também vós, também entre os outros gentios. 2384 G entios (2)
4189 O portunidade chamados para serdes de Jesus Cristo. 14 Pois sou devedor tanto a gregos 4018 Devedores Espir.
1464 Gregos
[U niversal 7 A todos os amados de Deus, que como a bárbaros, tanto a sábios como 341 B árbaros
1791 Cham ada Universal estais em Roma, chamados para ser- a ignorantes; 2952 Prontidão (2)
3095 Roma des santos: Graça a vós outros e paz 15 por isso, quanto está em mim,
622 Cham ada C ristã 1074 Z elo
2700 P a : Invocada
da parte de Deus nosso Pai e do Se- estou pronto a anunciar o evangelho 2087 P regação
395 Bênçãos nhor Jesus Cristo. também a vós outros, em Roma. 3095 Roma
O assunto áa epístola: a justiça pela fé
O amor de Paulo pelos cristãos de Roma. em Jesus Cristo
Seu desejo de vê-los
16 Pois não me envergonho do evan- 421 P oder da «Palavra»
gelho, porque é o poder de Deus para 3119 S alvação (4)
1201 Fé (1) 8 Primeiramente dou graças a meu a salvação de todo aquele que crê, 1206 F é Salvadora
4109 R eputação Espir. Deus mediante Jesus Cristo, no tocan- primeiro do judeu e também do grego; 1442 Evangelho
[U niversal
te a todos vós, porque em todo o mun- 17 visto que a justiça de Deus se 2880 Prom . aos C rentes
do é proclamada a vossa fé. revela no evangelho, de fé em fé, 3077 ju stiç a de Deus
203 Apelo a Deus 9 Porque Deus, a quem sirvo em meu como está escrito: 1203 justificação pela Fé
3240 Servos de Deus espírito, no evangelho de seu Filho, é O justo viverá por fé*.
* 2 7 ,28.26‫׳‬: Is 6.9,10. Hc 2.4.
1.13‫״‬: At 19.21. *1.17:

28:28 Gcntios.fc notável o falo que a partir desta data os cristãos se preocuparam muito feita por Paulo ao descrever a vida natural do homem sem Deus c a vida daquele que
pouco com a cvangclizaçào dos judeus até aos nossos dias. morreu cm Cristo e ressuscitou para a nova vida no Espírito Santo (Rm 8:1-14).

30 Dois anos. O mesmo termo técnico usado cm 24:27. Paulo foi detido pelo periodo 5 Obediência por fé. Pela desobediência Adão foi separado da glória de Deus (Rm
máximo legal, o que sugere que seu caso não foi ouvido pelo tribunal dc César (talvez por 3:23). Pela obediência baseada na fé em Cristo temos reconciliadlo. A palavra «fé» aqui
falta de acusadores). Fm 22 revela a esperança que Paulo alimentava de logo ser liberto. não significa o evangelho ou doutrinas mas a própria crença em Cristo.
Casa que alugara. Melhor traduzir: «ganhou seu próprio sustento* (cf 20:34).
8 Meu Deus. É uma expressão raramente usada. O v 9 revela a fonte deste sentimento
1:1 Servo. No original, doulos, do verbo dco (ligar, algemar, aprisionar). Paulo na intima ligação do escravo amado com o seu Mestre.
considerava-se algemado no serviço de Cristo. Bem pode ter aqui a idéia de escravo,
redimido (comprado) do poder de Satanás por Cristo o seu novo Mestre e único com 9 Paulo orou não somente a favor dos seus próprios filhos na fé mas também para
plenos direitos dc posse sobre ele (cf i Co 6:19 e C») 1:15). crentes desconhecidos (cf Cl 1:9).

2 Outrora prometido. Indica a necessária relação entre o Velho e o Novo Testamentos. 11 Confortados. Λ finalidade da carta, como também da visita que Paulo pensa cm
As Escrituras também são testemunhas da verdade do Evangelho. Sagradas Escrituras é fazer, é dar-lhes um fundamento seguro. Porém, Paulo espera ser benefidado juntamente
a primeira vez que esta frase aparece na Bíblia. com os irmãos dc Roma. Deve haver sempre uma reciprocidade dentro da comunhão
espiritual do Corpo de Cristo.
3,4 Com respeito a seu Fílho...Jesus Cristo nosso Senhor. Engloba um credo ou
confissão que define o conteúdo do «evangelho de Deus». 1) Nascimento da linhagem dc 14 Para os gregos todos os nào-gregos eram bárbaros (At 28:4).
Davi (há uma possível referencia ao nascimento virginal nas palavras «segundo a carne»,
2) Declarado como Filho de Deus na ressurreição (assim como He era o Filho dc Deus 16 Em 1 Co 1:24, Cristo c chamado o «poder de Deus», indicando novamente que o
em fraqueza e humildade durante Sua vida na terra foi exposto na ressurreição como o evangelho é Cristo oferecido c recebido.
Filho de Deus em poder).
17 Dc fé cm fé. Pode scr traduzido, «Bascia-sc na fé e apela para a fé». Cf 3:22 onde é
4 Há um contraste evidente entre «segundo a came» (a completa identificação com os salientado o fato que a salvação não somente vem através da fé como também é oferecida
homens) c «segundo o espírito» como há entre corpo c espírito. É diferente da distinção a todos os que crccm. No grego, «fé» e «crer* têm a mesma raiz.
181 ROMANOS 2
A idolatria e de provação dos homens reprovHvel, para praticarem cousas 3085 Im p ied ad e
inconvenientes. 3028 I n ju s tiç a
18 A ira de Deus se revela do céu 665 F o rn ic a ç ã o
3132 Ira de D eus 29 cheios de toda injustiça, malícia, 2130 C o b iç a (2)
3084 Im p ie d a d e contra toda impiedade e perversão dos avareza e maldade; possuídos de in- 2003 M a líc ia
3061 ím p io s homens que detêm a verdade pela in- veja, homicídio, contenda, dolo e ma-
3082 I n ju s tiç a 1137 In v e ja
justiça: lignidade; sendo difamadores, 3706 E n g a n o (2)
19 porquanto o que de Deus se pode 30 caluniadores, aborrecidos de Deus, 3309 S u s s u rro M au
conhecer é manifesto entre eles, por- insolentes, soberbos, presunçosos, in- 3305 F u x ic o
que Deus lhes manifestou. ventores de males, desobedientes aos 3083 Ím pios
4061 L uz U n iv e rs a l 20 Porque os atributos invisíveis de pais, 1723 O rg u lh o (2)
2498 R e v e la ç ã o d a Deus, assim o seu eterno poder como 31 insensatos, pérfidos, sem afeição 1731 Ja c ta n c io so
[ N a tu r e z a 1010 E m b o ta m e n to (2)
3808 P o d e r d e D eu s
também a sua própria divindade, cia- natural e sem misericórdia. 1234 R o m p e d o re s de
ramente se reconhecem, desde o prin- 32 Ora, conhecendo eles a sentença [ A lia n ç a s
cípio do mundo, sendo percebidos por de Deus, de que são passíveis de morte 2302 Sem M is e ric ó rd ia
meio das cousas que foram criadas. os que tais cousas praticam, não so- 1353 J u íz o s e g . O b ra s
3347 P e c a d o I n e x c u s á v e l Tais homens são por isso indesculpá- mente as fazem, mas também aprovam 2921 P re s u n ç ã o
3358 P e c a d o s dc veis; os que assim procedem. 3352 Pena do P ecado
[O m issão 21 porquanto, tendo conhecimento 822 C u m p lic id a d e
2353 Im a g in a ç ã o M á de Deus não o glorificaram como Deus, 2670 M itig a ç ã o d o
1458 In g r a tid ã o (1 ) Os gentios e os judeus igualmente [P e c a d o
2353 Im a g in a ç ã o M á
nem lhe deram graças, antes se tor- culpados. O juízo de Deus
2179 T r e v a s E s p ir . naram nulos em seus próprios racio-
1728 P re su n ç ã o cínios, obscurecendo-se-lhes o coração “ 3340 U n iv e rs a lid a d e d o
insensato.
3851

3853
S a b e d o r ia

I n s e n s a to s
[M u n d a n a
ram-se loucos,
2
22 Inculcando-se por sábios, torna- sejas; porque no que julgas ã outro,
[P e c a d o
3347 P e c a d o In e x c u sá v e l
660 Ju lg a m e n to
a ti mesmo te condenas; pois praticas
1426 G ló r ia d e D eu s 23 e mudaram a glória do Deus in- as próprias cousas que condenas. [Proibido
3932 F a b r ic a ç ã o de corruptível em semelhança da imagem 3221 A u to -c o n d e n a ç á o
[ íd o lo s 2 Bem sabemos que o juízo de Deus 2996 In c o e rê n c ia
3930 I d o la tr ia (3 )
de homem corruptível, bem como de é segundo a verdade, contra os que 1975 J u s tiç a D iv in a
3354 ím p io s
aves, quadrúpedes e répteis. praticam tais cousas. 3077 J u s tiç a de D eus
[A b a n d o n a d o s
24 Por isso Deus entregou tais ho- 3 Tu, ó homem, que condenas aos 3700 D eus d a V e rd a d e
2545 D e p ra v a ç ã o mens à !mundicia, pelas concupiscên- que praticam tais cousas e fazes as
666 L a s c ív ia cias de seus próprios corações, para mesmas, pensas que te livrarás do 3356 N ã o H á E scap e
664 Im p u re z a desonrarem os seus corpos entre si; juízo de Deus? 989 D e s p rc z a d o re s
2968 « P a la v r a » 25 pois eles mudaram a verdade de 4 Ou desprezas a riqueza da sua 1448 R iq u e z a s d a G ra ç a
[ D e s p re z a d a Deus em mentira, adorando e servin- bondade, e tolerância, e longanimida- 1438 B o n d a d e d e D eus
3931
1237
Id o la tr ia (4 )
A b an donando D eus
do a criatura, em lugar do Criador, o de, ignorando que a bondade de Deus 2274 C o n te n ç ã o D iv in a
2277 L o n g a n im id a d e
4205 In c re m e n to do
qual é bendito eternamente. Amém. é que te conduz ao arrependimento? 2706 A rre p e n d im e n to
[P ecad o 26 Por causa disso os entregou Deus 5 Mas, segundo a tua dureza e co- 2716 D u re z a (1 )
2685 P a ix õ e s M á s a paixões infames; porque até as suas ração impenitente acumulas contra ti 2713 Im p c n itê n c ia
3878 M u lh e re s M á s mulheres mudaram o modo natural de mesmo ira para o dia da ira e da re- 3132 Ira de D eu s
955 C o n ta m in a ç ã o (1 ) suas relações íntimas, por outro con- velação do justo juízo de Deus, 922 G ra n d e D ia
843 C o rru p ç ã o dos trário à natureza; 6 que retribuirá a cada um" segundo 1351 J u íz o F in a l
[ G e n tio s 27 semelhantemente, os homens tam- 0 seu procedimento: 1353 J u íz o se g . O b ra s
2354 G r o s s e r ia bém, deixando o contacto natural da 3441 P e rs e v e ra n ç a
667 C o n c u p is c e n c ia 7 Dará a vida eterna aos que. per- 1362 G ló r ia E te rn a
666 L a s c ív ia
mulher, se inflamaram mutuamente severando em fazer 0 bem, procuram 2405 Im o rta lid a d e
em sua sensualidade, cometendo tor- glória, honra e incorruptibilidade; 2156 V id a E te rn a (1)
peza, homens com homens, e recebeu- 8 mas ira e indignação aos facciosos 2620 D e so b e d iê n c ia
do em si mesmos a merecida punição que desobedecem à verdade, e obede- 3132 Ira d e D eus
do seu erro. cem à injustiça. 788 M is é ria d o P ecad o
9 Tribulação e angústia virão sobre 3909 O b ra s M ás
E n tre g u e s os g e n tio s a rep ro v áv eis a alma de qualquer homem que faz o 1980 Im p a rc ia lid a d e (2)
3045 R e c o m p e n sa 3055 S a n to s e P e c a d o re s
3423 C o lh e ita do
s e n tim e n to » mal, do judeu primeiro, e também do 1680 H o n ra (8)
[P e c a d o grego; 1364 R ec o m p e n sa (1)
1225 A te ísm o 28 E, por haverem desprezado o co- 10 glória, porém, e honra e paz a 2888 P ro m . a o s O b re iro s
3061 Ím p io s nhecimento de Deus, o próprio Deus todo aquele que pratica o bem; ao
2351 M e n te C a rn a l os entregou a uma disposição mental judeu primeiro, e também ao grego.
2.1‫״‬: Mt 7.1: Lc 6.37. >2.G: SI 62.12.

1:17 Justo. Significa a qualidade de ser justo no sentido de estar bem perante a lei. É gozam eternamente da liberdade horrível que demandaram e assim ficam escravizados
um termo forense, que vem dos tribunais c não propriamente relacionado com a por si mesmos. Cf w 26, 28 e At 7:42. São removidas as restrições divinas que preservam
moralidade cm si. o homem das piores coisas.

18 Esta passagem demonstra a culpabilidade do homem fundada na sua pertinaz 28 Incovcnicntes. Vem da palavra kathekon que era um termo técnico dos estoicos
rejeição da luz fornecida c não cm desobediência vinda da ignorância. significando aquilo que era conduta digna c conveniente. Cf Ef 5:4.

18-32 N.Hom. A Culpabilidade do Homem. 1) A provisão dc Deus na manifestação dc 32 Este é um quadro negro, mas real, do que era o paganismo naquela época.
Si mesmo: a) na Sua criação c b) no Seu poder na verdade. 2) A reação humana: a)
impediram a verdade; b) não glorificaram a Deus; c) não deram graças a I>eus; d) 2:1-16 Adereçado aos judeus c aos romanos de vida relativamente moral, mas que tem
preferiram a idolatria. 3) A condenação de Deus: trés vezes «Deus os entregou» (v aplicação a todos nós. O estilo de Paulo é semelhante ao diatribe, em que perguntas c
24,26.28) objeções são colocadas na boca dum crítico imaginário, para assim sejam respondidas c
eliminadas.
18 Impiedade. Significa falta de reverência ou temor de Deus. É uma palavra religiosa
enquanto a palavra perversão parece referir-se â corrupção moral. 3 Tu...fazes as mesmas. Pode ser uma referencia à maneira que Cristo falou da lei. O
homem não é aceito perante Deus por guardar a lei exteriormente mais pela completa
20 Caramente se reconhecem...sendo percebidos. Ambos os verbos descrevem como. ao renovação do interior (cf Mt 5:22,28,48 etc.), através da habitação do Espírito Santo. Cf
contemplar as obras de Deus, o homem pode captar bastante de Sua natureza para Rm 2:29.
preveni-lo do erro de identificar qualquer das coisas da criação com o Criador, assim
podendo evitar a contaminação da idolatria no Seu culto. 7 Refere-se às obras exigidas como confirmação da fé, não como um meio de salvação.
A cnfasc está sobre a imparcialidade de Deus nas Suas relações com o judeu c o gentio (cf
24 Deus entregou. £ a manifestação da retribuição divina neste mundo. Os perdidos At 10:34.35com Rm 9:14).
ROMANOS 3 182
11 Porque para com Deus não há ventura, considerada como circunci-
1979 Im p a r c ia lid a d e (1 ) acepção de pessoas”. são?
12 Assim, pois, todos os que peca- 27 E se aquele que é incircunciso
ram sem lei, também sem lei perece- por natureza, cumpre a lei, certamen-
1352 J u íz o se g . rão: e todos os que com lei pecaram, te ele te julgará a ti, que, não obs-
[ P r iv ilé g io mediante lei serão julgados. tante a letra e a circuncisão, és trans-
943 O u v ir (2 ) 13 Porgue os simples ouvidores da gressor da lei.
2616 B ê n ç ã o s à lei não sao justos diante de Deus, mas 28 Porque não é judeu quem o é 2992 F o rm a lism o
[O b e d iê n c ia
1030 P r a tic a n te s
os que praticam a lei hão de ser jus- apenas exteriormente, nem é circunci- 1544 C o ra ç ã o R en o v ad o
tif içados. sao a que é somente na carne. 766 C irc u n c isã o E s p ir.
4162 C o ra ç ã o , C e n tro d a
14 Quando, pois, os gentios que não 29 Porém judeu é aquele que o é [ V id a
têm lei, procedem por natureza de interiormente, e circuncisão a que é 2985 V e r d a d e ir a
conformidade com a lei, não tendo lei, do coração, no espírito, não segundo a [R e lig iã o
servem eles de lei para si mesmos. letra, e cujo louvor não procede dos 2153 V id a E s p ir.
438 L ei no C o r a ç ã o 15 Estes mostram a norma da lei homens, mas de Deus. 791 R e c o m e n d a ç ã o
824 C o n s c iê n c ia (1 ) gravada nos seus corações, testemu- [D iv in a
3221 A u to - c o n d e n a ç ã o nhando-lhes também a consciência, e
4123 J u íz o U n iv e rs a l
Paulo responde a objeções
921 D ia d o S e n h o r
os seus pensamentos mutuamente
1351 Ju íz o F in a l acusando-se ou defendendo-se; “
803 E x p o s iç ã o de
JPecado
16 no dia em que Deus, por meio
de Cristo Jesus, julgar os segredos dos cunéis ão? 3 .
homens, de conformidade com o meu 765 C irc u n c is ã o
1355 C r is to Ju iz 2 Muita, sob todos os aspectos. Prin- 1809 Is ra e l E x a lta d o
evangelho. cipalmenté porque aos judeus foram 2660 O rá c u lo s
Os judeus são indesculpáveis confiados os oráculos de Deus. 525 L iv ro da Lei
3 E daí? Se alguns não creram, a 1221 I n c re d u lid a d e
2990 L e g a lism o 17 Se, porém, tu que tens por so- incredulidade deles virá desfazer a fi-
919 G lo ria n d o -s e em brenome judeu, repousas na lei e te delidade de Deus?
[D e u s glorias em Deus; 4 De maneira nenhuma! Seja Deus 3700 D eu s d a V e rd a d e
2023 C o n h e c im e n to E s p ir .
18 que conheces a sua vontade, e verdadeiro, e mentiroso todo homem,
aprovas as cousas excelentes, sendo segundo está escrito:
1781 In s tr u ç ã o (5 ) instruido na lei; Para seres justificado nas tuas
4196 P riv ilé g io s 19 que estás persuadido de que és palavras,
[A b u s a d o s guia dos cegos, luz dos que se encon- e venhas a vencer quando fores
3189 A u to -c o n fia n ç a tram em trevas,
1725 O r g u lh o J u d a ic o
julgado”.
1724 O r g u lh o E s p ir.
20 instrutor de ignorantes, mestre 5 Mas, se a nossa injustiça traz a
de crianças, tendo na lei a forma da lume a justiça de Deus, que diremos? 3077 J u s tiç a de D eu s
2992 F o rm a lis m o sabedoria e da verdade; Porventura será Deus injusto por apli-
21 tu, pois, que ensinas a outrem, car a sua ira? (Falo como homem.) 1354 D e u s com o Juiz
2989 P r o f is s ã o F a ls a não te ensinas a ti mesmo? Tu, que 6 Certo que não. Do contrário, como 3700 D eu s d a V e rd a d e
2996 In c o e rê n c ia pregas que não se deve furtar, furtas? julgará Deus o mundo?
22 Dizes que não se deve cometer 7 E, se por causa da minha mentira
1662 A d u lté rio adultério, e o cometes? abominas os fica em relevo a verdade de Deus para
3038 S a c rilé g io ( ! ) ídolos, e lhes roubas os templos? a sua glória, por que sou eu ainda
3220 J u s tiç a P r ó p r i a (2 ) 23 Tu, que te glorias na lei, desonras condenado como pecador?
1234 R o m p e d o re s d e a Deus pela transgressão da lei?
[ A lia n ç a
8 E por que não dizemos, como al- 3311 C a lú n ia (2 )
24 Pois, como está escrito, o nome guns caluniosamente afirmam que o 3313 A c u s a ç õ e s F a ls a s
de Deus é blasfemado entre os gentios fazemos: Pratiquemos males para que 1353 Ju íz o se g . O b ra s
por vossa causad. venham bens? A condenação destes é
1749 In f lu ê n c ia s M á s justa.
O verdadeiro israelita
2997 T r a z e n d o
[R e p r e e n s ã o 25 Porque a circuncisão tem valor Todos os homens na condição
765 C irc u n c is ã o se praticares a lei; se és, porém, trans- de pecadores
437 G u a rd a i a Lei gressor da lei, a tua circuncisão já se
2620 D e s o b e d iê n c ia tornou incircuncisao. 9 Que se conclui? Temos nós qual-
1030 P r a tic a n te s 26 Se, pois, a incircuncisão observa quer vantagem? não, de forma ne-
os preceitos da lei, não será ela, por- nhuma; pois já temos demonstrado
”2.11: D t 10.17. >2.24‫׳‬: I s 52.5. ”3 .4: S I 51.4.

2:12 Sem ici. Refere-sc à lei de Moisés. O princípio evidente aqui é que o homem é 22 Roubas os templos? Possivelmente Paulo tem em mente um incidente como aquele
julgado pela luz existente e não pela luz que ele não pode aproveitar, nem conhecer. que ocorreu em 19 d.C. Quatro judeus, chefiados por um que se designou como mestre na
fé judaica para os gentios, persuadiram uma nobre senhora a fazer uma grande
13 Praticam a lei: ef Lv 18:5. O argumento parece ser que um homem seria justificado contribuição para o templo de Jerusalém. Eles porém ficaram com tal oferta para use
se pudesse praticar a lei. mas porque ninguém pode guardâ-la perfeítamente, não há próprio. Quando isso se tornou conhecido, Tibério mandou embora todos os judeus dc
justificação por esse meio (cf Tg i :22-25). Roma.
116‫ ־‬N. Hom. A Justiça do Julgamento Divino. Porque: 1) é verdadeiro; 2) é fundado 25 Havia judeus que pensavam que um judeu circuncidado não podia ser condenado ao
num padrão absoluto e imparcial sem possibilidade de escape (v 3); 3) é aplicado só infemo. A posição do N.T. se baseia cm passagens como Jr 9:25 c Dt 10:16.
depois de grande bondade e paciente longanimidade (v 4); 4) é sem acepção dc pessoas
(At 10:34, Ef 6:9, Cl 3:25, Tg 2:9,1 Pc 1:17); 5) vê os segredos dos homens (v 16).
29 Judeu vem de Judá, que significa louvado ou objeto de louvor, que só tem valor
17-29 Tratam das responsabilidades que uma posição privilegiada requer. quando vem de Deus. Esta passagem é uma advertência solene contra os perigos da
presunção, confiança na justiça própria, c contra o formalismo que confia no batismo ou
18 Excelentes. Vem do gr. diapheronta que significa distinguir. Pode ter o sentido de re- na ceia, como garantia em si mesmos, da salvação daqueles que os recebem.
conhecer distinções morais ou as cousas que sobressaem no seu valor eterno (cf Fp 1:10).
3:1-8 Revela algumas grandes realidades divinas. 1) 08 oráculos (v 2) de Deus são
20 Forma da sabedoria...quer dizer dar expressão prática à sabedoria. Estes w trazem privilégios de maior valor entre aqueles concedidos aos homens. 2) A fidelidade de Deus
uma descrição daquilo que o verdadeiro mestre espiritual deve ser: 1) um guia; 2) uma (v 3).3) A justiça de Deus (v S).4) O julgamento de Deus (v 61.5) A verdade dc Deus (v 7).
luz: 3) üm que corrige: 4) um instrutor: 5) a cncorporaçáo da verdade e sabedoria. 6) A glória de Deus (v 7).
183 ROMANOS 4
que todos, tanto judeus como gregos, 26 tendo em vista a manifestação da
3340 P e c a d o U n iv e rs a l estão debaixo do pecado; sua justiça no tempo presente, para 1975 J u s tiç a D iv in a
3909 O b ra s M á s 10 como está escrito: ele mesmo ser justo e o justificador 1203 J u s tific a ç ã o p e la F é
1009 E m b o ta m e n to (1 ) Não há justo, nem sequer um, daquele que tem fé em Jesus.
1089 F a lta de O ra ç ã o 11 não há quem entenda, 27 Onde, pois, a jactância? Foi de
1273 V agabundos
1272 A lie n a ç ã o
não há quem busque a Deus; todo excluída. Por que lei? das obras?
2873 P e c a d o In ú til
12 todos se extraviaram, à uma se Não, pelo contrário, pela lei da fé.
2545 D o p ra v a ç ã o fizeram inúteis; 28 Concluímos, pois, que o homem é 1985 J u s tific a ç ã o
não há quem faça o bem, não há justificado pela fé, independentemente 1206 F é S a lv a d o ra
3303 L in g u a g e m
1247 P a i U n iv e rs a l
3706 E ngano nem um sequer6. das obras da lei.
274 A sp id e s 13 A garganta' deles é sepulcro 29 É, porventura, Deus somente dos
2004 M a lic ia (2 ) aberto; judeus? Não o é também dos gentios?
3303 L in g u a g e m M á com a língua urdem engano, ve- Sim, também dos gentios,
471 A m a rg u ra
31 A tiv id a d e M á
neno de víbora4 está nos seus 30 visto que Deus é um só, o qual 2649 U m D eus
2450 H o m ic íd io (2 ) lábios, justificará, por fé, o circunciso e, me- 767 A In c irc u n c isã o
788 M is é ria d o P e c a d o 14 a boca eles a têm cheia de mal- diante a fé, o incircunciso. 1979 I m p a rc ia lid a d e (1)
2689 C a m in h o M au dição e de amargura‫; ׳‬ 31 Anulamos, pois, a lei, pela fé?
3019 N ão H á Paz 15 são os seus pés velozes para der- Não, de maneira nenhuma, antes con-
3083 ím p io s ramar sangue, firmamos a lei.
16 nos seus caminhos há destruição Abraão justificado pela fé
e miséria;
17 desconheceram o caminho da 4 ‫־‬
pazf. .
18 Não há temor de Deus diante de ne? 2 Porque se Abraão foi justificado
seus olhos'. por obras, tem de que se gloriar, po- 3904 O b r a s In su ficien tes
O judeu não constitui exceção rém não diante de Deus.
19 Ora, sabemos que tudo o que a 3 Pois, que diz a Escritura?
lei diz aos que vivem na lei o diz, para Abraão creu em Deus, e isso lhe 15 A b ra ã o
3294 H o m e n s
que se cale toda boca, e todo 0 mundo foi imputado para justiça6. 1203 F é (3 )
! S ile n c ia d o s 4 Ora, ao que trabalha, o salário
3129 C ondenação seja culpável perante Deus,
3904 O b r a s In s u fic ie n te s 20 visto que ninguém será justifi- não é considerado como favor, e, sim,
4054 L ei In s u fic ie n te cado6 diante dele por obras da lei, em como dívida.
1986 J u s tif ic a ç ã o razão de que pela lei vem o pleno co- 5 Mas ao que não trabalha, porém
4055 P r o p ó s ito d a L ei nhecimento do pecado. crê naquele que justifica ao ímpio, a
3077 J u s tiç a d e D e u s sua fé lhe é atribuída como justiça. 1985 J u s tif ic a ç ã o
4088 V o z d o s P r o fe ta s
A justificação pela fé em Jesus Cristo 6 E é assim também que Davi de- 919 D avi
21 Mas agora, sem lei, se manifestou clara ser bem-aventurado o homem a
a justiça‘ de Deus testemunhada pela quem Deus atribui justiça, indepen-
lei e pelos profetas; dentemente de obras:
22 justiça de Deus mediante a fé 7 Bem-aventurados aqueles cujas 376 B en d ito s
em Jesus Cristo, para todos [e sobre iniquidades são perdoadas, 1314 P e rd ã o
1206 F é S a lv a d o r a todos] os que crêem; porque não há e cujos pecados são cobertos;
1985 J u s tif ic a ç ã o p e la F é distinção, 8 bem-aventurado 0 homem a quem
3119 S a lv a ç ã o (4) 23 pois todos pecaram e carecem da 0 Senhor jamais imputará pe-
3340 P e c a d o U n iv e rs a l glória de Deus, cadoc.
1447 G r a ç a S a lv a d o r a 24 sendo justificados gratuitamente, 9 Vem, pois, esta bem-aventurança
2979 R e d e n ç ã o (2 )
por sua graça, mediante a redenção exclusivamente sobre os circuncisos, 767 A C irc u n c isã o
que há em Cristo Jesus; ou também sobre os incircuncisos? 3119 O p o rtu n id a d e
3128 P ro p ic ia ç ã o 25 a quem Deus propôs, no seu san- visto que dizemos: A fé foi imputada [U n iv e rs a l
679 S a n g u e d e C ris to gue, como propiciação, mediante a fé, a Abraão para justiça.
1206 F é S a lv a d o r a para manifestar a sua justiça, por ter 10 Como, pois, lhe foi atribuída? es-
3127 R e m is s ã o d e P e c a d o Deus, na sua tolerância, deixado im- tando ele já circuncidado ou ainda
2274 C o n te n ç ã o D iv in a
punes os pecados anteriormente come- incircunciso? Não no regime da cir-
tidos; cuncisão, e, sim, quando incircunciso.
3 .10-12■‫׳‬: S l 14.1-3; 53.1-3. '3 .1 3 : S I 5.9. '3 .1 3 : S I 140.3. '3 .1 4 : S i 10.7. 3 .1 5 -1 7 ‫ ׳‬: I s 59.7. 8.
3.18‫ ־‬: S l 36.1. »3.20: S l 143.2; G1 2.16. <3.21-31: G1 2.15-21. '4 .1 -1 2 : G1 3.6-18. H .3 :
G n 15. 6. '4 .7 . 8 : S l 32.1. 2.

3:9 Não, dc forma nenhuma. Refcre-se à posição do judeu carecendo da graça salvadora entre Deus e os homens.
de Deus tanto como ao gentio. Em contraste, o v2 responde à pergunta acerca da
vantagem do judeu com as palavras: *Muita sob todos os aspectos», no que se refere aos 23 Carecem da glória (cf Is 43:7). Em pecar, o homem se encontra em falta perante o
seus privilégios como povo escolhido. ideal para o qual Deus o criou. Glória significa o esplendor visível irradiando da presença
de Deus que veio a simbolizar a perfeição divina. Esta é em parte, comunicada ao homem
10-18 Estes vv formam uma cadeia de seis citações do A.T. Ê uma prova da por Cristo (cf 2 Co 4:6, 3:18).
universalidade do pecado. 1) O pecado no carácter humano (vv 1 0 2 .(12‫ )־‬O pecado na
conduta humana (vv 13-17): a) em palavra (vv 13.14); b) em ação (vv 15-17). 3) A Fonte 24 Redenção (er apolutrúsis). É a compra dum escravo para dar-ihe a liberdade. Há um
do Pecado (v 18). paralelo na redenção de Israel do Egito (£x 15:13) e do exílio na Babilônia (Is
41:14; 43:1).
19 A lei aqui refere-se aos Salmos. Profetas e Provérbios. É portanto, uma referência à
autoridade igual de todo o A.T. 25 Pntpiciaçãu (gr hilastêrion). Este termo, na LXX traduz kapporcth (propiciatorio),
o lugar onde os pecados sào expiados ou removidos. Através da morte dc Cristo, Deus
20 Termina a seção que começou com 1:18 sobre a necessidade universal do homem. O remove os pecados do Seu povo. não simbolicamente como no ritual cm Lv 16. mas
objetivo desta passagem não c só demonstrar a culpabilidade dos judeus e gentios como realmente, limpando a consciência do homem c eliminando sua culpabilidade perante
também julgar os seus sistemas religiosos, todos incapazes de salvar 0 homem. Deus.
21 Justiça de Deus. Esta expressão tem dois sentidos cm Romanos: I) É a justiça que 20 Jesus Cristo ocupa uma posição única como o representante de Deus com o homem e
Deus tem e manifesta, sendo perfectamente consistente com tudo o que Ele mesmo é do homem com Deus.
(3:5). 2) Noutros casos, é um dom que Ele dá ( 1:17). Nos w 21,22, signfica a justiça que
Ele nos dá. enquanto que o primeiro sentido se encontra no 25. Ambas as idéias estão 4:5 O valor infinito da fé é derivado do seu objeto: Deus e Sua manifestação. Crer é.
unidas no v 26. Salvação pela fé nâo é cousa nova mas cncontra-sc cm todas as relações portanto,agarrar duma veza perfeição de Deus.
ROMANOS 5 184
765 C irc u n c is ã o 11 E recebeu o sinal da circuncisão1* 24 mas também por nossa causa,
1985 J u s tif ic a ç ã o como selo da justiça da fé que teve posto que a nós Igualmente nos será
quando ainda incircunciso; para vir imputado, a saber, a nós que cremos 1206 F é S a lv a d o ra
a ser o pai de todos os que crêem, naquele que ressuscitou dentre os mor- 2413 R e s s u rre iç ã o (7 )
embora não circuncidados, a fim de tos a Jesus nosso Senhor, 3361 S u b s titu iç ã o
que lhes fosse imputada a justiça, 25 o qual foi entregue por causa das 3367 M o rte d e C ris to
12 e pai da circuncisão, isto é, da- nossas transgressões, e ressuscitou por 2414 R e s s u rre iç ã o (8)
queles que não são apenas circuncisos, causa da nossa justificação.
3763 A n d a r d o s C re n te s mas também andam nas pisadas da A justificação pela fé e paz com Deus
fé que teve nosso pai Abraão antes de
ser circuncidado. “ 1985 J u s tific a ç ã o
743 H e r d e ir o s E s p ir .
627 T e r r a P ro m e tid a
13 Não foi por intermédio da lei que
a Abraão, ou a sua descendência cou- de nosso 5
Senhor Jesus Cristo";
1203
30H
F é (3 )
P a z (3 )

1753 H e r a n ç a T e rr e n a be a promessa de ser herdeiro do mun- 2 por intermédio de quem obtivemos 488 D o n s d e C ris to
igualmente acesso, pela fé, a esta gra- 38 A d e sõ e s
do; e, sim, mediante a justiça da fé. 4084 P riv ilé g io s
14 Pois, se os da lei é que são os ça na qual estamos firmes; e glorie- [E sp e c ia is
herdeiros, anula-se r. fé e cancela-se mo-nos* na esperança da glória de 1930 A le g ria E s p ir.
a promessa, Deus. 1691 E s p e r a n ç a E s p ir.
15 porque a lei suscita a ira; mas 3 E não somente isto, mas também 1934 R e g o z ijo n a
4055 P r o p ó s ito da Lei onde não há lei, também não há trans- nos gloriemos3 nas próprias tribuía- [T r ib u la ç ã o
gressão. ções, sabendo que a tribulação produz 499 T r ib u la ç ã o

16 Essa é a razão por que provém perseverança;


490 B ê n ç ã o s d a A fliç ã o
1449 F a v o r e s 2691 P a c iê n c ia
1447 G r a ç a S a lv a d o r a da fé, para que seja segundo a graça, 4 e a perseverança, experiência; e 1339 G r a ç a s C ris tã s
430 C e r ta P a la v r a d e
[D e u s
a fim de que seja firme a promessa a 5experiência,
Ora, a
esperança.
esperança não confunde, 1691 E s p e ra n ç a E s p ir.

3119 S a lv a ç ã o (4 )
para toda a descendência, não somen- porque o amor de Deus é derramado 2206 A m o r d e D eu s
te ao que está no regime da lei, mas em nossos corações pelo Espírito San- 1602 « E s p írito » no
[In tim o
também ao que é da fé que teve to, que nos foi outorgado. 3799 Im p o tê n c ia
Abraão (porque Abraão é pai de todos 6 Porque Cristo, quando nós ainda 1343 P le n itu d e do
nós, éramos fracos, morreu a seu tempo [T em p o
17 como está escrito: pelos ímpios. 3367 M o rte d c C risto
Por pai de muitas nações te cons- 7 Dificilmente alguém morreria por 2203 A m o r S a c rific ia l de
tituí)", um justo; pois poderá ser que pelo [C /is to
2383 G e n tio s perante aquele no qual creu, o Deus bom alguém se anime a morrer.
2407 R e s s u r r e iç ã o (1 ) que vivifica os mortos e chama à exis- 8 Mas Deus prova o seu próprio 2206 A m o r d e D eus
tência as cousas que não existem. amor para conosco, pelo fato de ter 3366 S a c rifíc io de C ris to
18 Abraão, esperando contra a es- Cristo morrido por nós, sendo nós ain- 3361 S u b s titu iç ã o
1212 C re n te s perança, creu, para vir a ser pai de da pecadores. 4-104 A m ig o d o s
1691 E s p e r a n ç a E s p ir . muitas nações, segundo lhe fora dito: 9 Logo, muito mais agora, sendo jus- [ P e c a d o re s
2791 P o s te r id a d e Assim será a tua descendência*. tificados pelo seu sangue, seremos por 1985 J u s tific a ç ã o
[P r o m e tid a 19 E, sem enfraquecer na fé, embora êle salvos da ira. 679 S a n g u e de C ris to
1207 G r a n d e F é 3117 S a lv a ç ã o (2)
levasse em conta o seu próprio corpo 10 Porque se nós, quando inimigos, 1272 A lie n a ç ã o
amortecido, sendo já de cem anos', fomos reconciliados com Deus median- 2971 R e c o n c ilia ç ã o
e a idade avançada de Sara, te a morte do seu Filho, muito mais, 3360 S a lv a d o r
1218 C o n fia n ç a em D eu s 20 não duvidou da promessa de estando já reconciliados, seremos sal- 3122 S a lv a ç ã o P ro m e tid a
1205 F é (5 ) Deus, por incredulidade; mas, pela fé, vos pela sua vida; 2152 C ris to a Luz
1424 G lo r if ic a n d o D e u s se fortaleceu, dando glória a Deus,
4208 P e r s u a s ã o E s p ir. 11 e não isto apenas, mas também
2878 P ro m e s s a s d e D e u s
21 estando plenamente convicto de nos gloriamos em Deus por nosso Se- 1930 A le g ria E sp ir-
3810 H a b ilid a d e D iv in a que ele era poderoso para cumprir o nhor Jesus Cristo, por intermédio de 304 E x p ia ç ã o
que prometera. quem acabamos agora de receber a
22 Pelo que isso lhe foi também im- reconciliação.
putado para justiça. Adão e Cristo
23 E não somente por causa dele
está isso escrito que lhe foi levado em 12 Portanto, assim como por um só 1240 Q u e d a de A dão
conta, homem entrou o pecado* no mundo, e
1ou temos *ou gloriamo-nos , ou gloriamos
<*4.11: Gn 17.10. 4.17‫׳‬: Gn 17.5. *4.18: Gn 15.5. «4.19: Gn 17.17. «5.12: Gn 3.6.

11 Ainda incircunciso. Pelo menos 14 anos passaram depois da declaração de Gn 15:6 apontando a importância da reconciliação com Deus. Não é simplesmente perdão mas
até a circuncisão; portanto, não pode ter importância na justificação daquele que a elevação à posição dc grande favor, «a esta graça na qual estamos firmes» (v 2). N. Hom.
recebe, como qualquer outro rito externo sem fé. É simplesmente o selo não a substância. São tres os motivos da nossa alegria: 1) a esperança da glória de Deus que carecíamos
(Rm 3:23); 2) as nossas aflições, garantia de nossa filiação com Deus (cf Hb 12:6-8 com
13 Herdeiro do Mundo. Era Abraão como o pai dos fiéis (cf Gn 12:3). O domínio do Mt 5:10-12); 3) finalmente, em Deus mesmo (SI 43:4) que nos amou quando ainda
mundo inteiro pertencerá à descendência espiritual de Abraão (cf 1Co 3:21,6:2). éramos rebeldes e odiosos.
25 Entregue por...transgressões. Parece bascar-sc cm Is 53:6 c 12. Na LXX encontra-se 5 A esperança não confunde (citação da LXX-Is 28:16 - repetida em Rm 9:33; 10:11).
duas vezes a palavra paradidómi «entregar» (cf Rm 8:32 e I Co 11:23). A palavra por Tem o sentido dc nào envergonhar porque Deus nào pode faltar com Sua promessa (cf
traduz dia, «por causa de». Cristo foi entregue para morrer a fim dc expiar os pecados do Rm 4:20,21).
Seu povo e ressuscitou para garantir a justificação dele.
9 Salvos da Ira (cf I Ts 1:10 c 5:9). Aponta para o julgamento de Deus no fim. Neste,
N. Hom. Sete aspectos da justiça em Romans 4: I) A justiça é associada com imputaçào como no v 10, nota-sc os dois tempos relacionados com nossa redenção. Quando Cristo
11 vezes (vv 3,4.5,6.8,9,10,11,22.23,24). 2) E associada 9 vezes com fé morreu, a divida foi paga. Quando aceitamos a Cristo, pela fé, nós nos apropriamos da
3,5,9,13,14,16,20,22,24). 3) Existe à parte das obras (vv 2,5.6). 4) Existe fora da lei (vv salvação. No futuro, receberemos o complemento do dom inefável de Deus.
13,14,16). 6) É segundo a graça (v 16). 7) Vem através da morte e ressurreição.
10 Reconciliados. Vem da palavra gr katallasscin que quer dizer mudar ou trocar. Veio
a ter a idéia no N.T. de mudar de inimizade para amizade. Nossa relação com Deus
5:111‫־‬ Estes w descrevem as bênçãos que acompanham a justificação: paz, alegria c mudou através da morte dc Cristo. Passamos de inimigos para filhos amados (cf 2 Co
esperança. Tendo exposto a maneira pela qual Deus justifica o pecador, Paulo prossegue 5:18-20).
185 ROMANOS 6
3352 P e n a d o P e c a d o pelo pecado a morte, assim também mos ainda no pecado, nós os que para 3503 M o rto s a o P e c a d o
2158 M o rte U n iv e rsa l a morte passou a todos os homens ele morremos? 4062 V iv e n d o p a ra D eus
3340 P e c a d o U n iv e rs a l porque todos pecaram. 3 Ou, porventura, ignorais que todos
13 Porque até ao regime da lei ha- os que fomos batizados em Cristo Je- 757 B atism o (1)
via pecado no mundo, mas o pecado sus, fomos batizados na sua morte? 3504 M o rre n d o com
não é levado em conta quando não 4 Pomos, pois, sepultados com ele‫״‬ [C ris to
há lei. na morte pelo batismo; para que, co-
14 Entretanto reinou a morte desde mo Cristo foi ressuscitado dentre os
Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles mortos pela glória do Pai, assim tam-
que não pecaram à semelhança da bém andemos nós em novidade de 4060 V id a T ir a d a d a
transgressão de Adão, o qual prefigu- vida. [M o rte
rava aquele que havia de vir. 5 Porque se fomos unidos com ele 2413 R e s s u rre iç ã o (7)
15 Todavia, não é assim o dom gra- na semelhança da sua morte, certa- 3763 A n d a r do s C re n te s
tuito como a ofensa; porque se pela mente o seremos também na seme- 2582 N o v o H om em
ofensa de um só, morreram muitos, lbança da sua ressurreição; 738 U n iã o com C ris to
3123 D om de D eu s muito mais a graça de Deus, e 0 dom 6 sabendo isto, que foi crucificado 2583 R e s s u rre iç ã o E sp ir.
1447 G r a ç a S a lv a d o r a pela graça de um só homem, Jesus com ele o nosso velho homem, para 4111 C iru rg ia E sp ir.
2642 V id a V e lh a
3119 S a lv a ç ã o (4 ) Cristo, foi abundante sobre muitos. que o corpo do pecado seja destruído, 3504 M o rre n d o com
16 O dom. entretanto, não é como e não sirvamos o pecado como escra- [C risto
no caso em que somente um pecou; vos; 3208 M o rtific a ! a C arn e
porque o julgamento derivou de uma 7 porquanto quem morreu, justifica- 2139 E s c ra v id ã o E s p ir.
só ofensa,' para a condenação; mas a do está do pecado. 3503 M o rto s a o P e c a d o
903 M a ld iç ã o D iv in a graça transcorre de muitas ofensas, 8 Ora, se já morremos com Cristo, 3504 M o rto s cora C ris to
para a justificação. cremos que também com ele vivere- 2153 V id a E s p ir.
1240 Q u e d a de A d ão 17 Se pela ofensa de um, e por meie mos;
de um só, reinou a morte, muito mais 9 sabedores que havendo Cristo res- 2414 R e s s u rre iç ã o (1 )
18 A b u n d â n c ia E s p ir . os que recebem a abundância da graça suscitado dentre os mortos, já não
1167 R e is E s p ir . e o dom da justiça, reinarão em vida morre: a morte já não tem domínio 709 C ris to E te rn o
3340 C u lp a U n iv e rsa l por meio de um só, a saber, Jesus sobre ele. 1360 M o rte C o n q u ista d a
3129 C o n d e n a ç ã o (1) Cristo. 10 Pois, quanto a ter morrido, de
3123 D om de D e u s
3119 S a lv a ç ã o (4)
18 Pois assim como por uma só uma vez para sempre morreu para o
1985 J u s tific a ç ã o ofensa veio o juízo sobre todos os ho- pecado; mas, quanto a viver, vive para
2621 D e s o b e d iê n c ia (2) mens para condenação, assim também Deus.
3339 O rig e m d o P e c a d o por um só ato de justiça veio a graça 11 Assim também vós considerai-vos 3503 M o rto s a o P e c a d o
2617 O b e d iê n c ia de sobre todos os homens para a justi- mortos para o pecado, mas vivos para 2153 V id a E s p ir .
[ C r is to ficação que dá vida. Deus em Cristo Jesus. 4Q62 V iv e n d o p a ra D eus
2152 C ris to a V id a
686 C r is to J u s tiç a 19 Porque, como pela desobediência 12 Não reine, portanto, o pecado 3344 P e c a d o P r o ib id o
[N o s s a de um só homem muitos se tornaram em vosso corpo mortal, de maneira
4055 P r o p ó s ito d a Lei 2403 M o rta lid a d e
3340 P e c a d o U n iv e rs a l
pecadores, assim também por meio da que obedeçais às suas paixões; 3569 A u to -c o n tro le (1 )
1448 R iq u e z a s d a G r a ç a
obediência de um só muitos se torna- 13 nem ofereçais cada um os mem- 3590 R esisti à T e n ta ç ã o
3352 P ena do Pecado rão justos. bros do seu corpo ao pecado como 3082 In ju stiç a
1445 G r a ç a d e D eu s 20 Sobreveio a lei para que avultasse instrumentos de iniqüidade; mas ofe- 3234 S u b m issão (2)
2156 V i d a E te rn a a ofensa; mas onde abundou o pecado, recei-vos a Deus como ressurrectos 2583 R e s s u rre iç ã o E s p ir.
2152 C r is to a V id a superabundou a graça; dentre os mortos, e os vossos membros 2073 In stru m e n to s
21 a fim de que, como 0 pecado rei- a Deus como instrumentos de justiça. [Escolhidos
nou pela morte, assim também rei- 14 Porque 0 pecado não terá domí-
nasse a graça pela justiça para a vida nio sobre vós; pois não estais debaixo 2135 L ib e rd a d e E sp ir.
eterna, mediante Jesus Cristo nosso da lei, e, sim, da graça.
Senhor.
Λ lei, a escravidão e a graça
Livres do pecado pela graça
15 E daí? Havemos de pecar porque 3344 P e c a d o P ro ib id o
Que diremos, pois? Permaneceré- não estamos debaixo da lei, e, sim,
4196 P riv ilé g io s

2921 P re s u n ç ã o
[A b u s a d o s 6 mos no pecado, para que seja a da graça? De modo nenhum.
graça mais abundante? 16 Não sabeis que daquele a quem 2139 E sc ra v id ã o E s p ir.
2 De modo nenhum. Como vivere- vos ofereceis como servos para obe- 3352 P e n a do P e c a d o

6 .4 ‫ ״‬: c i 2.12.

5:12-21 Este texto apresenta as duas solidariedades ou raças que existem cm virtude da N. Hom. Tema dc Rm 5: Muito mais. Tudo que recebemos de mal de Adão é vencido
queda de Adão dum lado c a morte c ressurreição de Cristo dc outro. Até este ponto muito mais pelo bem que recebemos de Cristo: 1) Salvação (v 9). 2) Reconciliação (v
Paulo tem tratado do problema dos pecados como expressão da livre escolha do homem. 10). 3) Graça (v 15). 4) Vida (v 17).
Agora passa a falar da raiz do problema: o pecado original, o princípio que impulsiona 0
homem a pecar. A nova raça unida com Cristo tem um novo principio operando nele: o 6:1-23 Esta passagem apresenta uma resposta à idéia, comum demais, que podemos
Espírito Santo. Há. portanto, uma relação inseparável entre justificação e santificação. pecar a valer, sendo que a graça é maior que o pecado. Mas isto é esquecer
completamente que há dois resultados decorrentes da nossa união com Cristo: I) a
12 O pecado, como principio governante da natureza do homem, entrou na humanidade remoção dc nossa culpa pela morte sacrificial de Cristo: 2) a eficácia da ressurreição
através de Adão. Em Adão todo o mundo pecou. 0 que fica demonstrado na morte
numa vida nova dc santidade.
universal. A alma que pecar, essa morrerá (Ez 18:4). Aqui não deparamos com uma
distinção entre morte física e eterna.
23 Quando Cristo morreu, nós morremos também (2 Co 5:14). O batismo é o selo de
13 Mesmo antes da promulgação da lei de Moisés, havia morte; evidentemente havia nossa participação nessa morte e ressurreição; um selo que só vale quando e ratificado
pecado na raça (v 14) desde a queda de Adão. pela fé (cf Cl 2:12).
14,15 Como o efeito do pecado dc Adão estendeu-se muito além do primeiro homem, 4 O batismo simboliza os atos redentores de Cristo; ímersão-morte; submersão-
assim Cristo tem um efeito muito além dc si mesmo como cabeça da nova raça. scpultamenlo: emersão-ressurreição. Porém, todos estes atos precisam ser atualizados na
vida moral e espiritual do cristão.
21 Começando com 0 v 12, esta passagem tem vários pontos de comparação e con- 6 Velho homem. O homem que éramos antes foi crucificado na cruzdc Cristo (Gl 2:20).
traste entxc Adão c Cristo. 1) Adão e Costo como cabeças de suas respectivas famílias.
2) Transgressão c dom gratuito (v 15). 3) Condenação e justificação (v 16). 4) Morte e O corpo do pecado significa a «carne», a natureza não regenerada da velha solidariedade
rida (v 17). 5) Ofensa e justiça (v 18). 6) Desobediência e obediência (v 19). 7) a vul- com Adão.
tosa ofensa e superabundante graça (v 20). 8) Reino do pecado e reino da graça (v 21). 11 Considerai. Vivei como sejá tivésseis entrado na vida da ressurreição.
ROMANOS 7 186
diência, desse mesmo a quem obede- 5 Porque, quando vivíamos segundo
ceis sois servos, seja do pecado para a a carne, as paixões pecaminosas pas- 1290 A C a rn e
2616 O b e d iê n c ia (3 ) morte, ou da obediência para a jus- tas em realce pela lei, operavam em 2685 P a ix õ e s M á s
3050 Justiça (4) tiça? nossos membros a fim de frutificarem 1341 F ru to do P e c a d o
1457 A ç ã o de G r a ç a s
2711 V o lta n d o a D eu s
17 Mas graças a Deus porque, ou- para a morte. 2163 M o rte E s p ir.

!030 P r a tic a n te s trora escravos do pecado, contudo vies- 6 Agora, porém, libertados da lei,
1544 C o r a ç ã o R e n o v a d o tes a obedecer de coração à forma de estamos mortos para aquilo a que es-
1029 B oa D o u trin a doutrina a que fostes entregues; távamos sujeitos, de modo que servi- 3894 S e rv i a D eu s
2135 L ib e rd a d e E s p ir. 18 e, uma vez libertados do pecado, mos em novidade de espírito e não na 2582 N o v o H om em
.3240 S e rv o s d e D eu s fostes feitos servos da justiça. caducidade da letra. 2992 F o rm a lism o
4132 A d a p ta ç ã o d a 19 Falo como homem, por causa da A lei e o pecado
35SS C e d e n d o ã
[V e r d a d e fraqueza da vossa carne. Assim como 7 Que diremos pois‫ ?״‬É a lei peca-
[T e n ta ç ã o
oferecestes os vossos membros para a do? De modo nenhum. Mas eu nao
escravidão da impureza, e da maldade
para a maldade, assim oferecei agora teria conhecido o pecado, senão por
2642 V e lh a V id a
436 Lei P e rfe ita
os vossos membres para servirem a intermédio da lei; pois não teria eu
664 Im p u re z a
4055 P r o p ó s ito d a Lei
957 Im u n d ic ia conhecido a cobiça, se a lei não dis- 2129 C o b iç a
2552 N o v o H om em justiça para a santificação.
3050 [u s tiç a 20 Porque, quando éreis escravos do sera: Não cobiçarás''.
1595 S a n tid a d e (3) pecado, estáveis isentos' em relação à 8 Mas o pecado, tomando ocasião
2139 E s c r a v id ã o E s p ir. justiça.
1341 F r u to do P e c a d o 21 Naquele tempo que resultados co- pelo mandamento, despertou em mim
1656 ím p io s
[ E n v e rg o n h a d o s
lhestes? Somente as cousas de que toda sem
sorte de concupiscencia; porque
lei está morto o pecado.
981 D e se jo M au

2163 M o rte E s p ir. agora vos envergonhais; porque 0 fim 9 Outrora, sem a lei, eu vivia; mas,
3069 F im d o s ím p io s delas é morte. sobrevindo 0 preceito, reviveu o peca-
2135 L ib e rd a d e E s p ir. 22 Agora, porém, libertados do pe-
3240 S e rv o s de D e u s cado, transformados em servos de do,10e Eeu omorri.
1333 F r u to E s p ir . (2) Deus, tendes o vosso fruto para a para vida, verifiquei queque
mandamento me fora
este mesmo 2148 V id a (4)
2156 V id a E te r n a ( ! ) santificação, e por fim a vida eterna; se me tornou para morte. 3351 A tra ç õ e s do
2574 S a lá r io do P e c a d o 23 porque o salário do pecado é a
3352 P e n a d o P e c a d o
morte, mas o dom gratuito de Deus é 11 Porque o pecado, prevalecendo-se [P e c a d o
3342 P ecado E ngano
2163 M o rte E s p ir.
3123 D om de D eu s
a vida eterna em Cristo Jesus nosso do mandamento, pelo mesmo manda-
mento me enganou e me matou. 3350 P e c a d o D e stru id o r
2152 C ris to a V id a
Senhor. 12 Por conseguinte, a lei é santa; e 436 L ei P e rfe ita
444 M a n d a m e n to s
A analogia do casamento 0 mandamento, santo e justo e bom.
13 Acaso 0 bom se me tornou em
Porventura ignorais, irmãos, pois morte? De modo nenhum: pelo con-
741 Irm ã o s E s p ir.
7 falo aos que conhecem a lei, que trário, o pecado, para revelar-se como
a lei tem domínio sobre o homem pecado, por meio de uma cousa boa,
toda a sua vida? causou-me a morte; a fim de que peló 3350 P e c a d o D e stru id o r
1621 C a s a m e n to S ag rad o 2 Ora, a mulher casada está ligada mandamento se mostrasse sobrema-
pela lei ao marido, enquanto ele vive; neira maligno.
mas, se o mesmo morrer, desobrigada 14 Porque bem sabemos que a lei é 436 L ei P e rfe ita
ficará da lei conjugal. espiritual; eu, todavia, sou carnal, 645 C a rn a lid a d e
3 De sorte que será considerada vendido à escravidão do pecado. 2140 V e n d id o s ao
[P e c a d o
adúltera se, vivendo ainda o marido, 15 Porque nem mesmo compreendo 2139 E s c ra v id ã o E sp ir.
unir-se com outro homem; porém, se o meu próprio modo de agir, pois não 3343 P e c a d o D e sp re z a d o
morrer 0 marido, estará livre da lei, faço 0 que prefiro, e, sim, o que de-
1662 A d u lté rio e não será adúltera se contrair novas testo.
núpcias. 16 Ora se faço o que não quero, con-
4 Assim, meus irmãos, também vós sinto com a lei, que é boa.
737 I g re ja , a N o iv a
morrestes relativamente à lei, por 17 Neste caso, quem faz isto já não
735 ti m ã o com C ris to meio do corpo de Cristo, para perten- sou eu, mas o pecado que habita em 843 C o rru p ç ã o (2)
2256 C a s a m e n to (4 ) cerdes a outro, a saber, aquele que mim.
2414 R e s s u r r e iç ã o (6 ) ressuscitou dentre os mortos, e deste 18 Porque eu sei que em mim, isto
1336 F r u tif ic a ç ã o modo frutifiquemos para Deus. é, na minha carne, não habita bem 1290 A C a rn e

1Isentos, isto é, forros, no original


7.7-25‫״‬: G1 5 . 1 6 7 . 7 <‫־‬26. ‫׳‬: Éx 20.17: Dt 5.21.

6:15-23 Este trecho faz uma comparação entre a redenção e o mercado dc escravos tão 7:1 No cap 6 encontramos a ilustração da liberdade do pecado na figura do escravo c
vulgar nos tempos do N.T. O escravo está sob a obrigação dc servir o seu mestre até á seu mestre. Em 7:1-6, a liberdade da lei c ilustrada em termos da relação entre a esposa e
morte. Uma vez morto, o dono não consegue mandar mais nele. É igual com o cristão. O seu marido. A comparação é simples: assim como a morte dissolve o vínculo entre o
seu velho dono, o pecado, não tem mais direito sobre ele uma vez q u eja morreu com marido e esposa, a morte do crente com Cristo rompe o jugo da lei. Ele está livre para
C rislo (vv 3,4). unir-se com Cristo.
16.17 A quem obedeceis. A vida do cristão demonstra de quem ele é escravo: dc Deus ou 4 Aquele que ressuscitou. Cristo, o novo marido, não morre mais (6:9), c. portanto, a
do diabo. Ktrnna de doutrina. Refcrc-sc. provavelmente, a um sumário dc ética cristã, nova união nunca mais será dissolvida.
baseado no ensino dc Cristo que normalmente era dado aos novos convertidos na Igreja
primitiva para indicar o caminho que agora deveríam seguir. 6 A antítese entre o espírito c a letra aponta para a nova era. aquele em que a nova
aliança dc Jeremias c realizada (Jr 31:31 .ss). A letra significa a concepção de guardar a lei
18 Libertados da tirania do pecado, não justificado do pecado como no v 7. exteriormente arm toda a força moral que o homem pode levantar. «Espirito» refcrc-sc às
novas relações e forças produzidas em Cristo pelo Espirito Santo.
22 Fruto para a santificação. É o tema dos caps 6-8. Se um homem não está sendo
santificado, não há razão para sc pensar que tenha sido justificado. 7:7-25 É melhor tomar esta passagem como autobiografia, ainda que seja a biografia de
todo homem. Ainda que Paulo pudesse afirmar que era «irrepreensível quanto á justiça
que há na lei» (Fp 3:6) na sua vida antes dc conhecer o Senhor, sem dúvida ele refcrc-sc
23 N.Hom. Este cap ensina 1) O meio de remoção do velho homem (vv 3-6). 2) O meio aos atos externos e não à cobiça. Foi este pecado interior que causou, em parle, a queda
dc remoção do domínio do pecado (vv 11-14). 3) O meio de remoção do salário do pecado dc Adão. Não falta no coração de todo homem duma forma ou de outra. Pior ainda, a
(w 22,23). própria proibição dp mandamento aumentou o desejo (vv 8-11).
:7 ROMANOS 8
nenhum: pois o querer o bem está em jeito à lei de Deus, nem mesmo pode
mim; não, porém, 0 efetuá-lo. estar. 2621 Desobediência (2)
4168 Ignorância do «Eu» 19 Porque não faço o bem que pre- 8 Portanto os que estão na carne 1290 A C arne
3799 Im potência firo, mas o mal que não quero, esse não podem agradar a Deus. 1255 Divino D esprazer
2139 E scravidão E spir. faço. 2582 N ovo Homem
9 Vós, porém, não estais na carne,
20 Mas, se eu faço o que não quero, mas no Espírito, se de fato o Espírito 1602 «Espírito» no
já não sou eu quem o faz, e, sim, o de Deus habita em vós. E se alguém [íntim o
pecado que habita em mim. não tem o Espírito de Cristo, esse tal 4207 E spírito de Cristo
21 Então, ao querer fazer o bem, en- não é dele.
contro a lei de que o mal reside em 10 Se, porém, Cristo está em vós, o 3583 C risto no Int-mo
mim. corpo, na verdade, está morto por 3503 M ortos ao Pecado
22 Porque, no tocante ao homem causa do pecado, mas 0 espírito é vida 2153 V id a E spir.
438 Lei no C oração interior, tenho prazer na lei de Deus; por causa da justiça.
23 mas vejo nos meus membros ou- 11 Se habita em vós o Espírito da-
tra lei que, guerreando contra a lei quele que ressuscitou a Jesus dentre 2414 R essurreição (8)
358 Luta Espir. da minha mente, me faz prisioneiro os mortos, ésse mesmo que ressuscitou 1612 «Espírito»
2139 E scravidão. E spir. da lei do pecado que está nos meus a Cristo Jesus dentre os mortos, vivi- [R evivifica
645 C arnalidade membros. ficará também os vossos corpos mor- 2583 R essurreição Espir.
788 M iséria do Pecado 24 Desventurado homem que sou! 2403 M ortalidade
tais, por meio do seu Espírito que em
quem me livrará do corpo desta morte? vós habita.
25 Graças a Deus por Jesus Cristo Filhos e herdeiros
4008 C risto Libertador nosso Senhor. De maneira que eu, de
3117 S alvação (2) mim mesmo, com a mente sou escravo 12 Assim, pois, irmãos, somos deve- 2642 V ida V elha
1290 A C arne da lei de Deus, mas, segundo a carne dores, não à carne como se constran-
da leí do pecado. gidos a viver segundo a carne.
13 Porque, se viverdes segundo a 1290 A C arne
Nenhuma condenação. O pendor carne, caminhais para a morte; mas, 2163 M orte Espir.
do Espírito se pelo Espírito mortificardes os fei- 3205 A uto-negação
tos do corpo, certamente vivereis. 3208 M ortifica( a Carne
Agora, pois, já nenhuma condena-
3124 Nenhuma
[C ondenação
738 U nião com C risto
8 ção há para os que estão em Cristo 14 Pois todos os que são guiados‫״‬
pelo Espírito de Deus são filhos de
2148 V ida (4)

Jesus.
3763 A ndar dos Crentes 2 Porque a lei do Espírito da vida Deus.
4008 C risto Libertador
em Cristo Jesus te livrou da lei do 15 Porque não recebestes o espírito
2135 Liberdade Espir.
pecado e da morte. de escravidão para viverdes outra vez
4054 Lei Insuficiente 3 Porquanto o que fora impossível atemorizados, mas recebestes o espí- 1611 «E spírito» Guia
694 M ensageiro rito de adoção, baseados no qual cia- 744 Filhos de Deus
à lei, no que estava enferma pela car- 2135 Liberdade Espir.
[D ivino
ne, isso fez Deus enviando o seu pró- mamos: Aba1, Pai. 739 A doção E spir.
706 Filho Amado
prio Filho em semelhança de carne 16 O próprio Espírito testifica com 1246 Nosso Pai
720 Encarnação o nosso espírito que somos filhos de
3360 C risto nosso pecaminosa e no tocante ao pecado; 1606 Testemunho do
[S alvador e, com efeito, condenou Deus, na car- Deus. [«E spírito»
3129 Condenação ne, o pecado. 17 Ora, se somos filhos, somos tam- 742 Filhos de Deus
3079 Justiça (3) 4 A fim de que o preceito da lei bém herdeiros, herdeiros de Deus e 743 Herdeiros Espir.
3763 Andar dos C rentes se cumprisse em nós que não andamos co-herdeiros com Cristo: se com ele 740 Rclaçóes Espir.
sofrermos, para que também com ele 3474 Sofrendo por C risto
segundo a carne, mas segundo o Es- sejamos glorificados. 1365 Recompensa (2)
pírito. 1361 Santos Glorificados
645 Carnalidade 5 Porque os que se inclinam para a Os sofrimentos do presente e as glórias 1692 E sperança Eterna
4066 M ente de C risto
carne cogitam das cousas da carne; do porvir [dos Crentes
2153 V ida Espir. 1362 G lória Eterna
2163 M orte Espir. mas os que se inclinam para o Es- 18 Porque para mim tenho por certo
pírito, das cousas do Espírito. que os sofrimentos do tempo presente 3043 Recompensa (3)
2355 M ente E spir. 1165 Santos Exaltados
2148 V ida (4) 6 Porque o pendor da carne dá para não são para comparar com a glória 4146 Bênçãos Adiadas
3012 Paz (1) a morte, mas o do Espírito, para a por vir a ser revelada em nós. 2693 Esperando em Deus
2351 Mente Carnal vida e paz. 19 A ardente expectativa da cria- 744 Filhos de Deus
3231 Rebelião 7 Por isso o pendor da carne é ini- ção aguarda a revelação dos filhos de
mizade contra Deus, pois não está su- Deus.
1Aba, no c riginal, Pai
<8.14-17‫׳‬: G1 4 .1 -7 .

20 O cristão vive em dois mundos ao mesmo lempo. Esta c a razão porque a carne 11 Λ garantia da nossa ressurreição c a habitação do Espírito dentro de nós (Ef 1:13,14:
«milita contra o Espirito, c o Espirito contra a carne, porque são opostos entre si» (Gl 2 Co 5:5).
5:17). A vitória contra este inimigo (o pecado que reside em nós) não vem sem lula ou
num minuto. Graças a Deus a vitória virá por Cristo! Isso é descrito no capítulo seguinte. 13 «Mortificar» c equivalente a «considerar» (6:11). Entretanto, aqui somos admoesta-
dos a considerar as práticas anteriores mortas em relação a nós mesmos (cf Cl 3:5,ss).
8:1 Em Cristo. Refere-sc à incorporação do crente no Corpo de Cristo pelo Espirito (1
Co 12:13). O Corpo, iniciado na morte c ressurreição, inclui todos os remidos c o Senhor
Jesus Cristo como a cabeça (Ef 1:22,23). A autoridade que domina e governa o Corpo não
15 Adoção. No primeiro século era o meio pelo qual o pai adotivo escolhia um filho
i mais a lei, nem a carne, nem o pecado, mas a lei do Espirito (v 2) que significa
para perpetuar o seu nome e herdar a sua herança. Aba. Termo familiar em aramaico
liberdade. A palavra «condenação» não parece ser simplesmente o contrário de
«justificação», mas refere-se à sentença de servidão penal. Pelo Espírito somos libertados usado pelos judeus. Cristo usou este termo na sua oração (Mc 14:36). (i bem possível que
da prisão do pecado. ensinou os discípulos a dirigircm-sc a Deus da mesma forma (Lc 11:2); ainda que não
fosse usado pelos judeus no seu culto.
3 Semelhança dc carne pecaminosa. Denota a completa identificação de Cristo na nossa 16 Filhos (gr tckna). E diferente da palavra no v 14 onde tradu/. huioi (filhos). Aqui são
humanidade sem «conhecer pecado» (2 Co 5:21); o verdadeiro Homem sem o pecado usados como sinônimos em constraste com Gl 3:234:7‫ ־‬onde ainda outra palavra (nepioi)
original. Tocante ao pecado (peri hamartias). É a frase comum na LXX para a palavra «crianças» é usada para descrever aqueles que estão debaixo da lei esperando a libertação
heb hatta'th: «oferta para o pecado». Deve, portanto, ser assim traduzida aqui. de Cristo.
8 Na carne. Não se refere à substância física mas a «aquilo a que estávamos sujeitos»
(7:6). E a esfera onde o poder do pecado e o diabo controlam, onde as obras da carne são 17,18 N. Horn. Privilégio daquele que é possuído pelo Espirito: 1) É filho; 2)é herdeiro;
praticadas (Gl 5:19-21). Depois da morte e ressurreição de Cristo existem somente duas 3) é co-hcrdciro com Cristo. Por outro lado. I) a glória que espera é antecipada pelo
esferas: «a carne» c «o Espírito». É impossível morar nos dois lugares ao mesmo tempo sofrimento aqui; 2) tem a desproporção entre esse sofrimento c a glória (cf 2 Co 4:17.18);
(v 9). 3).tcm a certeza da glória que seguirá o sofrimento.
ROMANOS 9 188
20 Pois a criação está sujeita à vai- graciosamente com ele todas as cou- 1448 R iq u e z a s d a G ra ç a
dade, não voluntariamente, mas por sas? 706 F ilh o A m ad o
causa daquele que a sujeitou, 33 Quem intentará acusação contra 2206 M a ra v ilh o s o A m or
21 na esperança de que a própria os eleitos de Deus? É Deus quem os 3123 D om d e D eus
[d e Deus
2139 E s c ra v id ã o E s p ir. criação será redimida do cativeiro da justifica.
4008 C r is to L ib e rta d o r corrupção, para a liberdade da gló- 34 Quem os condenará? É Cristo 2414 R e s s u rre iç ã o de
2135 L ib e rd a d e E s p ir. ria dos filhos de Deus. Jesus quem morreu, ou antes, quem
742 F ilh o s d e D e u s T C risto
2667 D o r
22 Porque sabemos que toda a cria- ressuscitou, o qual está à direita de 1783 ln te rc e s s ã o de
903 S o b a M a ld iç ã o
ção a um só tempo geme e suporta Deus, e também intercede por nós. [C ris to
angústias até agora. 35 Quem nos separará do amor de 4172 C ris to In s e p a rá v e l
23 E não somente ela, mas também Cristo? Será tribulaçâo, ou angústia, 2203 A m or d e C ris to
nós que temos as primicias do Espí- ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou 499 T r ib u la ç â o
rito, igualmente gememos em nosso perigo, ou espada? 3475 P o r C a u s a de
2693 E s p e r a n d o em D e u s [C ris to
3607 D e m o ra s D iv in a s íntimo, aguardando a adoção de filhos, 36 Como está escrito: 3474 S o fre n d o p o r C risto
1691 E s p e r a n ç a E s p ir. a redenção do nosso corpo. Por amor de ti, somos entregues
24 Porque na esperança fomos sal- à morte 0 dia todo,
vos. Ora, esperança que se vê não fomos considerados como ovelhas 3504 M o rre n d o com
é esperança; pois o que alguém vê, para o matadouro". [C ris to
como o espera? 37 Em todas estas cousas, porém, 373 V itó r ia E sp ir.
1188 E x p e c ta tiv a (1 ) 25 Mas, se esperamos o que não ve- somos mais que vencedores, por meio 2203 A m or d e C ris to
2692 P a c iê n c ia (2) mos, com paciência o aguardamos. daquele que nos amou.
38 Porque eu estou bem certo de que
A lntercessão do Espírito nem morte, nem vida, nem anjos, nem 298 C e rte z a
principados, nem cousas do presente, 4208 P e rs u a ç ã o E s p ir.
26 Também o Espírito, semelhante- nem do porvir, nem poderes,
1560 D iv in o A ju d a d o r mente, nos assiste em nossa fraqueza; 39 nem altura, nem profundidade, 4172 C ris to In se p a rá v e l
2036 Ig n o râ n c ia H u m a n a porque não sabemos orar como con- nem qualquer outra criatura poderá 2206 A m o r de D eus
2816 O r a ç ã o (1 ) vém, mas o mesmo Espírito intercede separar-nos do amor de Deus, que 4194‫ ־‬P o d e r P e rc e b id o
4165 O b r a d o E s p ír ito por nós sobremaneira com gemidos está em Cristo Jesus nosso Senhor.
[ S a n to
inexprimíveis.
2032 « P e s q u is a d o r» Paulo e a incredulidade dos judeus
27 E aquele que sonda os corações
sabe qual é a mente do Espírito, por-
1783 ln te r c e s s ã o de que segundo a vontade de Deus é que “' 3701 V e r a c id a d e
[ C r is to ele intercede pelos santos. 9 _ 825 B oa C o n s c iê n c ia
2025 C o n h e c im e n to (6) 28 Sabemos que todas as cousas co- Espírito Santo, a minha própria cons-
2879 P ro m . a o s A flto s operam para o bem daqueles que ciência:
2207 A m o r Im p o sto
amam a Deus, daqueles que são cha- 2 que tenho grande tristeza e in- 1080 S o lic itu d e por
622 C h a m a d a C r is tã
mados segundo o seu propósito. cessante dor no coração; [Isra e l
4154 P la n o P r e o r d e n a d o 3 porque eu mesmo desejaria ser
1312 P r e s c ie n c ia 29 Porquanto aos que de antemão
conheceu, também os predestinou pa- anátema, separado de Cristo, por amor 1077 Z e lo p e la s A lm as
ra serem conformes à imagem de seu de meus irmãos, meus compatriotas, 4084 P riv ilé g io s
382 C o m o C r is to Filho, a fim de que ele seja o primo- segundo a carne. [E sp e c ia is
741 Irm ã o s E s p ir. gênito entre muitos irmãos. 4 São israelitas. Pertence-lhes a 1808 Isra e l (2 )
739 A d o ç ã o E s p ir.
1789
1985
C h a m a d a D iv in a
ju s tif ic a ç ã o
30 E aos que predestinou, a esses adoção, e também a glória, as alian- 2890 P ro m e ssa
1362 G ló r ia E te rn a também chamou; e aos que chamou, ças, a legislação, o culto e as promes- [M e s s iâ n ic a s
a esses também justificou; e aos que sas; 720 E n c a rn a ç ã o
justificou, a esses também glorificou. 5 deles são os patriarcas e também 717 D o m ín io de C ris to
deles descende o Cristo, segundo a car- 4148 D cid a d e
As provas e a certeza do amor de Deus ne, o qual é sobre todos, Deus bendito [R e c o n h e c id a
para todo o sempre. Amém. 702 C ris to D iv in o (2)
1218 C o n fia n ç a em D e u s 430 C e rta P a la v ra de
3174 S eg u ran ça
31 Que diremos, pois, à vista destas A rejeição de Israel não é incompatível [D eu s
2724 O s E le ito s cousas? Se Deus é por nós, quem será com as promessas de Deus
1985 J u s tif ic a ç ã o contra nós?
3124 N enhum a 32 Aquele que não poupou a seu 6 E não pensemos que a palavra de
[C o n d e n a ç ã o próprio Filho, antes, por todos nós o Deus haja falhado, porque nem todos
3367 M o rte d e C r is to entregou, porventura não nos dará os de Israel são de fato israelitas;
3174 S e g u r a n ç a
4177 J u s tiç a I n fle x ív e l »8 .3 6 : S I 4 4 .22 .

8:20 A criação está sujeita à vaidade. A queda cósmica que aqui deparamos cncontra-se expressão. Pode significar também qualquer anelo ou aspiração que não cabc dentro dos
implícita na Biblia de Gn 3 até Ap 22:3 («nunca mais háverá maldição»). A criação que limites das palavras. Estes gemidos nào devem ser dcsassociados daqueles no v 23, uma
Deus declarou boa ficou sujeita à vaidade c frustração quando o pecado entrou no mundo vez que na glória da ressurreição se realizará a consumação das respostas a toda oração
por Adão. Deus a sujeitou cm «esperança» (v 21) da redenção na revelação dos filhos dc assim como o cumprimento de toda esperança.
Deus na segunda vinda de Cristo. O novo corpo da ressurreição que receberemos (1 (.'o
15:51-54) suplantará o corpo mortal que nos liga á natureza, que nessa altura também 28 iodas as coasas. Pode ser objeto ou o sujeito do verbo «cooperam» (gr sunergei). E
será renovada, «redimida do cativeiro da corrupção». A palavra vaidade (gr mataiotês). melhor tomá-la como o objeto. Nesse caso, o sujeito é Deus. o que é apoiado por alguns
além de ter a idéia de futilidade e frustração, pode ter o sentido dc adorar deuses falsos, dos melhores manuscritos.
indicando que a criação foi sujeita às forças do maligno (cf 1 Co 12:2).
29 Conheceu. Aponta para a graça da eleição frequentemente encontrada no verbo
«conhecer» no A.T. Cf Ajt» 3:2 c Os 13:5. No N.T. aparece cm passagens como 1 Co 8:3 e

23 Adoção. Ê a manifestação inegável dc nossa posição como filhos dc Deus na 30 O fato de alguém amar a Deus (v 28) é o resultado da ação divina. 1) É conhecido
concretização da esperança ao receber o corpo glorificado. por causa da graça divina. 2) É predestinado para scr conforme a Seu Filho. 3) É
chamado, não no sentido de um simples convite, mas por «uma chamada efetiva». 4) É
24 Somos salvos na esperança, não por esperança. A salvação c pela fé. justificado, a scqüência natural da chamada. 5) E glorificado. O clímax é ser como Ele c
(cf 3:4; 1 Jo 3:2).

32 Não poupou (gr phcidomiii ). É um eco de Gn 22:16 onde a LXX utiliza a mesma
26 O Espírito...nos assiste. Esta última palavra aparece no original apenas uma outra palavra. No pensamento judaico a «amarração de Isaque» é considerada o exemplo
vez (Lc 10:40) e significa: «assistência contra toda oposição», £ o Espírito que nos clássico do valor redenlivo do martirio.
sustenta contra todo inimigo e particularmente na nossa fraqueza Gemidos inexprimíveis.
O ato de dirigir súplicas a Deus em «outras linguas». (1 Co 14:2) pode ser incluído nesta 37 Mais que vencedores (gr hupcmikòrncn). Somos super vencedores
189 ROMANOS 9
7 nem por serem descendentes de 20 Quem és tu, ó homem, para dis-
15 A b ra ã o Abraão são todos seus filhos; mas: cutires com Deus?! Porventura pode
1802 Isa q u e Em Isaque será chamada a tua o objeto perguntar a quem 0 fez‫״‬: 3469 L u ta n d o c o n tra
descendência". Por que me fizeste assim? [D e u s
742 F ilh o s d e D eu s 8 Isto é, estes filhos de Deus não 21 Ou não tem o oleiro direito sobre
739 A d o ç ã o E s p ir. são propriamente os da carne, mas a massa, para do mesmo barro fazer 774 B a rro
2725 E sc o lh id o s devem ser considerados como deseen- um vaso para honra e outro para de- 1166 D eu s E x a lta
3145 S a ra dência os filhos da promessa. sonra?
1655 N a sc im e n to s 9 Porque a palavra da promessa é 22 Que diremos, pois, se Deus que-
[ P r e d ito s esta: rendo mostrar a sua ira, e dar a co-
Por esse tempo virei, e Sara terá nhecer o seu poder, suportou com mui- 3808 P o d e r de D eus
um filho5. ta longanimidade os vasos de ira, pre- 2277 L o n g a n im id a d e (1 )
10 E não ela somente, mas também parados para a perdição,
2959 R e b e c a Rebeca ao conceber de um só, Isaque, 23 a fim de que também desse a
1802 Isa q u e nosso pai. conhecer as riquezas da sua glória em 1448 R iq u e z a s d a G ra ç a
11 E ainda não eram os gêmeos nas- vasos de misericórdia, que para glória 2725 E sc o lh id o s
cidos, nem tinham praticado o bem ou preparou de antemão,
3415 S o b e ra n ia d e D e u s o mal (para que o propósito de Deus, 24 os quais somos nós, a quem tam-
2724 O s E le ito s quanto à eleição prevalecesse, não por bém chamou, não só dentre os judeus, 1791 C h a m a d a U n iv e rsa l
obras, mas por aquele que chama), mas também dentre os gentios? 2384 G e n tio s (2 )
12 já lhe fora dito a ela: 25 Assim como também diz em 739 A d o ç ã o E s p ir.
O mais velho será servo do mais Oséias:
2142 S u fe iç ã o moço". Chamarei povo meu ao que não
2073 In stru m e n to s 13 Como está escrito: era meu povo; e, amada à que
[ E s c o lh id o s Amei a Jacó, porém me aborrecí não era amada";
1149 E s a ú
de Esaú'. 26 e no lugar em que se lhes disse:
Vós não sois meu povo; ali mes-
A rejeição de Israel não é incompatível mo serão chamados filhos do 742 F ilh o s de D eu s
com a justiça de Deus Deus vivo1. 7 40 R e la ç õ e s E s p ir.
27 Mas relativamente a Israel, dele 1803 I s a ía s
1808 Is ra e l (2)
14 Que diremos, pois? Há injustiça clama Isaías: 1828 R em a n e sc e n te
3077 J u s tiç a de D eu s da parte de Deus? De modo nenhum. Ainda que o numero dos filhas
15 Pois ele diz a Moisés: de Israel seja como a areia do
2300 M is e r ic ó r d iade Terei misericórdia de quem me mar, 0 remanescente é que será
[D e u s aprouver ter misericórdia, e com- salvo.
3517 C o m p a ix ã o D iv in a padecer-me-ei de quem me aprou- 28 Porque o Senhor cumprirá a sua
ver ter compaixão'. palavra sobre a terra, cabalmen-
16 Assim, pois, não depende de quem te e em breve ;
1449 F a v o r e s quer, ou de quem corre, mas de usar 29 como Isaías já disse:
[Im e re c id o s Deus a sua misericórdia. Se o Senhor dos Exércitos não 1828 R em an escen te d e
17 Porque a Escritura diz a Faraó: nos tivesse deixado descendência, [Is r a e l
ter-nos-íamos tornado como So- 3411 Sodom a
Para isto mesmo te levantei, para
3808 P o d e r d e D e u s mostrar em ti o meu poder, e doma e semelhantes a Gomorra'.
2515 N om e d e D eu s para que o meu nome seja anun-
ciado por toda a terra'. Israel é responsável pela sua rejeição
2300 M is e r ic ó r d ia de 18 Logo, tem ele misericórdia de 30 Que diremos pois? Que os gen- 2384 G e n tio s (2)
[D e u s quem quer, e também endurece a quem tios, que não buscavam a justificação 1985 J u s tific a ç ã o
lhe apraz. vieram a alcançá-la, todavia a que
decorre da fé; 4038 C re n te s G en tio s
A soberania de Deus 31 e Israel que buscava lei de jus- 2992 F orm aL ism o
tiça não chegou a atingir essa lei. 2990 L eg alism o

2488 D e u s In s o n d â v e l 19 Tu, porém, me dirás: De que se 32 Por quê? Porque não decorreu da 1219 In c re d u lid a d e
queixa ele ainda? Pois quem jamais fé, e, sim, como que das obras. Trope- 2904 O b ra s In su ficien tes
3415 S o b e ra n ia d e D eu s 4120 C o n fia n ç a n a s
resistiu à sua vontade? çaram na pedra de tropeço, [O b ra s
698 R o c h a de
*9.7: Gn 21.12. »9.9: Gn 18.10. '9.12: Gn 25.23. <<9.13: Ml 1.2 3. '9.15: Êx 33.19. 9.17‫׳‬:
Êx 9.16. »9.20: Is 45.9. »9.25: Os 2.23. '9.26: Os 1.10. 9.27,28‫ ׳‬: Is 10.22,23. 9.29‫׳‬: [E s c â n d a lo
Is 1.9.

Caps 9-11 Ainda que pareçam a nós um parêntese, não eram para o apóstolo Paulo. Era 15 Estas palavras citadas de P-x 33:19 têm a força de declarar que a compaixão e a
um paradoxo, para não dizer um escándalo, que a descendência de Abraão, aquele que misericórdia de Ileus não estão sujeitas a qualquer causa lora de sua livre graça c
foi justificado pela fé. não tenha aceitado o cumprimento da promessa feita a Abraão: o vontade.
Messias. Jesus o Senhor. É a solução deste problema que agora Paulo nos dirige,
17 Cita Ex 9:16. ao passo que 8:15 afirma como Faraó endurecera o seu coração. Ex 7:3
toderíamos chamar esta seção de «A Justiça dc Deus na História*.
atribui esse endurecimento a Deus. Deus manteve Faraó cm circunstâncias que ele
9:3 Desejaria ser anátema. É um paralelo da súplica dc Moisés depois do pecado do próprio criara, as quais mantiveram sua resistência. Todo esforço de fazer o mal é
bezerro de ouro (£x 32:32). Ê tal tipo dc amor que levaria a Igreja a evangelizara mundo permitido por Deus. Isto não quer dizer que Faraó foi criado para ser endurecido, mas
inteiro. nas circunstâncias que o deveríam ter levado ao arrependimento, ele. por livre vontade se
endureceu.
4 A glória. Refere-se á glória da presença de Deus no templo c no tabernáculo, chamada
shckiná. As alianças. Bons manuscritos apoiam o singular, o que seria uma referência à 22 Muita longanimidade. Ainda que não seja tolerado queixar-se contra o direito que
aliança do monte Sinai (Êx 34:8). Deus tem de fazer o que Ele bem entender eom os Seus. a ênfase desta passagem está na
misericórdia de Deus que agüenla a maldade dos homens diferindo Sua ira por muito
tempo (cf 2 Pe 3:7-9).
7 Seus filhos. Aqui é feita a distinção entre o Israel segundo a carne e o remanescente de 25,26 Esta aplicação da profecia de Oscias aos gentios não parece limitar-se a Paulo, f.
israelitas que através da fé são os filhos espirituais de Abraão. No pensamento de Paulo. possível que tivesse sido um testimonium de uso geral na Igreja primitiva (cf I Pc 2:10).
Isaque é um tipo de Cristo, que é. portanto, o verdadeiro filho dc Abraão. Através de
Cristo somos os filhos da promessa feita a Abraão. 30 fendo discutido o problema da rejeição de Israel do ponto de vista da eleição divina,
Paulo agora o considera no aspecto da responsabilidade humana. Estas duas verdades, a
12 Esta profecia não sc refere aos individuos mas às nações que surgiríam deles. Os soberania de Deus e a responsabilidade do homem, devem ser firmemente cridas,
edomitas foram, por longos períodos, sujeitos a Israel (cf 2 Sm 8:14; 1 Rs 22:47 etc.) proclamadas claramente e a nossa vida vivida ã luz delas.
ROMANOS 10, 11 190
33 como está escrito: em que não creram? e como crerão
Eis que ponho em Sião uma pe- naquele de quem nada ouviram? e
1206 Fé S alvadora dra de tropeço e rocha de escân- como ouvirão, se não há quem pregue? 2088 Ide Pregai
1690 N ão Envergonhados dalo, e aquele que nela crê nao 15 E como pregarão se não forem 2379 M issões
será confundido". enviados? como está escrito: 2074 M ensageiros de
Quão formosos são os pés dos que I Deus
Os Judeus rejeitam a justiça de Deus anunciam cousas boas'! 2089 Pregando a Cristo
1440 Evangelho
2839 O ração pela Igreja ■4 /‫ ך‬Irmãos, a boa vontade do meu 3623 Boas N ovas
Israel nSo pode alegar a falta
1080 Solicitude (3) _LU coração e a minha súplica a de oportunidade
1077 Z elo pelas Almas Deus a favor deles é para que sejam
.3983 Z elo sem salvos.
[Conhecimento 16 Mas nem todos obedeceram ao
2990 I-egalismo 2 Porque lhes dou testemunho de evangelho; pois Isaías diz: 1220 Incredulidade (2)
2037 Ignorância Espir. que eles têm zelo por Deus, porém Senhor, quem acreditou na nossa 2965 C risto Rejeitado
3220 Justiça P ró p ria (2) não com entendimento. pregação‫? ׳‬
3229 Teim osia 3 Porquanto, desconhecendo a jus- 17 E assim, a fé vem pela pregação 1201 Fé (1)
4120 Confiança nas tiça de Deus, e procurando estabelecer e a pregação pela palavra de Cristo. 942 O uvir
J O bras a sua própria, não se sujeitaram à que 18 Mas pergunto: Porventura não
3077 Justiça de Deus vem de Deus.
686 C risto nossa ouviram? Sim, por certo: 2498 R evelação da
(Justiça
4 Porque o fim da lei é Cristo para Por toda a terra se fez ouvir a (N atureza
1985 Justificação justiça de todo aquele que crê. sua voz, 1442 Evangelho
5 Ora, Moisés escreveu que o ho- [U niversal
4054 I.ei Insuficiente e as suas palavras até aos con-
442 E statutos mem que praticar a justiça decorrente fins do mundo'.
2148 V id a (4) da lei, viverá por ela‫״‬. 19 Pergunto mais: Porventura não
1203 Fé (3) 6 Mas a justiça decorrente da fé terá chegado isso ao conhecimento de
assim diz: Israel? Já Moisés dissera:
Não perguntes em teu coração1: Eu vos porei em ciúmes com um 4051 Ciúm e Judaico
1268 Proximidade Divina Quem subirá ao céu? povo que não é nação, com gente 2384 Gentios (2)
(isto é, para trazer do alto a Cristo); insensata eu vos provocarei à
7 ou: ira*.
Quem descerá ao abismo? 20 E Isaías a mais se atreve, e diz:
(isto é, para levantar a Cristo dentre Fui achado pelos que não me
os mortos). procuravam, revelei-me aos que 2380 Crescim ento do
418 «P alavra» no 8 Porém, que se diz? não perguntavam por mim. [Retno
I Coração A palavra está perto de ti, na 21 Quanto a Israel, porém, diz: 4196 Privilégios
2087 P regação tua boca e no teu coração; [Abusados
813 Confessai a C risto Todo o dia estendi as minhas
715 C risto Senhor
isto é, a palavra da fé que pregamos. mãos a um povo rebelde e con- 2716 1788 Apelos Divinos
Í206 Fé Salvadora 9 Se com a tua boca confessares a tradizente*. D ureza de Coração
Jesus como Senhor, e em teu coração 3231 Rebelião
2414 R essurreição (8) 1792 C ham ada Rejeitada
3118 Salvação (3) creres, que Deus o ressuscitou dentre O futuro de Israel
4162 C oração. C entro da os mortos, serás salvo. _ . _ . _
10 Porque com o coração se crê para 1808 Israel (2)
1206 Fé S alvadora
814 C onfessando a
[V tda
justiça, e com a boca se confessa a
respeito da salvação.
U
De modo nenhum; porque eu tam- 15
_ 2697 Paulo
Abraão
f Cristo 11 Porquanto a Escritura diz: bém sou israelita‫ ״‬da descendência de
4189 O portunidade Todo aquele que nele crê não Abraão, da tribo de Benjamim. 4010 Benjamim
[Universal
1708 Fé (81 será confundido'. 2 Deus não rejeitou o seu povo a 1312 P resciencia
1690 N ão Envergonhados 12 Pois não há distinção entre judeu quem de antemão conheceu. Ou não 1112 Elias
1979 Im parcialidade (1) e grego, uma vez que o mesmo é o sabeis o que a Escritura refere a res-
1448 R iqueras da G raça Senhor de todos, rico para com todos peito de Elias, como insta perante
1791 Cham ada Universal os que o invocam. Deus contra Israel, dizendo:
4124 Amor Universal 13 Porque: 3 Senhor, mataram os teus profetas,
3828 Quem quer Que (2) Todo aquele que invocar o nome arrasaram os teus altares, e só 3480 P erseguição
2817 O ração Imposta
3119 Salvação 14) do Senhor, será salvo'1. fiquei, e procuram tirar-me a
14 Como, porém, invocarão aquele vida*.
9.33‫ ״‬: Is 28.16. “10.5: Lv 18.5. 10.6-8<‫׳‬: Dt 30.12-14. '10.11: Is 28.16. <*10.13: J1 2.32.
"10.15: Is 52.7. 10.16‫ ׳‬: Is 53.1. »10.18: SI 19.4. *10.19: D t 32.21. *10.20,21: Is 65.1,2.
"11.1: Fp 3.5. »11.3: 1 Rs 19.10.14.

9:33 Uma pedra de tropeço. Este verso é uma citação de Is 28:16 combinado com Is 8:14, 10 Coração. Aqui. como na maior parte das passagens da Bíblia, denota o centro da
Originalmente u profeta falava do remanescente justo, a esperança do futuro, encorpara- personalidade incluindo a razão, a voliçào (cf Mc 7:21) e as emoções. Tem o significado
do pcssoalmenlc no Messias da casa de Davi. É mais um testimonium (passagens do A T. geral de «homem interior» (cf 1 Pc 3:4).
usadas apologéticamente na igreja primitiva para apoiar a fé no Senhor Jesus Cristo)
semelhantemente usado cm 1 Pe 2:6-8. 14-21 Desenvolve a resposta ao problema da oferta do evangelho universal e da recusa
dos judeus cm accitá-lo. É verdade que não podem invocar aquele cm quem não creram,
10:1 Pauio volta ao principal tema da epístola ‫ ־‬os dois caminhos da justiça: um pelas nem crer naquele dc quem nada ouviram. Mas isto não é 0 caso dc Israel. Em toda parte
obras da lei. procurando a justiça no esforço próprio, c o outro pela fé no Cristo onde havia uma comunidade judaica o evangelho foi levado (v 18). A rejeição, i uma
ressurreto. confirmação do coração rebelde c contradizente. Portanto. Deus está oferecendo Sua
salvação a um «não-povo», isto é, aos gentios «que não me procuravam», para assim
4 O fim da iei. A palavra «fim» (gr teios) tem duplo sentido: por um lado. é «alvo» provocar ciúmes no povo escolhido. N.Hom. A Oferta do Evangelho. I) É para todos (v
ou «finalidade »; c por outro, «término* ou «fim». Cristo corresponde a ambos, pois Ele é 12). É gloriosam ente simples para que sc aproprie dele (v 13). 2) Todos que o co-
o alvo da lei (G1 4:1-7) e tamhém o fim da let como meio de ganharo favor dc Deus.
nhcccm têm a obrigação de divulgá-lo (vv 14,15: note os quatro “ cosm os‘’).
3) Alguns sem falta o aceitarão (v 20).
9 Sc com a tua boca confessares a Jesus comu Senhor. As últimas três palavras 11:1 Como nos tempos do A.T., a obstinada desobediência de Israel não resulta na sua
traduzem kurios lésous. «Jesus é Senhor*, a mais primitiva confissão. Em I Co 12:3 c rejeição diíinitiva. O remanescente :fiel. representado por Paulo e outros como ele. é prova
declarado que ninguém pode fazer tal confissão senão pelo Espírito Santo (cf Fp 2:11). A disto. Pauio. da tribo dc Benjamim (cf Fp 3:5), linha o nome dc Saulo (primeiro rei de
ocasião de fazer tai confissão seria inicialmcntc no batismo: «a indagação de uma boa Israel também benjamila. cf At 8:1,3:9:1,17 com 13:21) o que è uma coincidência não
consciência para com Dcus*(l Pe 3:21). ponderada entre as epístolas e Atos.
191 ROMANOS 11
4 Que lhe disse, porém, a resposta ram quebrados, e tu, sendo oliveira 1819 Isra e l C o rta d o
2031 C o n h e c im e n to d e divina? brava, foste enxertado em meio deles, 2384 G e n tio s (2 )
[D e u s Reservei para mim sete mil ho- e te tornaste participante da raiz e da 739 A d o ç ã o E s p ir.
1230 F id e lid a d e (2 ) mens, que não dobraram joelhos seiva da oliveira, 3684 O liv e ira s
3936 B aa l diante de Baalc. 18 não te glories contra os ramos; 1730 J a c ta n c ia
5 Assim, pois, também agora, no porém se te gloriares, sabe que não
]828 R em a n e sc e n te tempo de hoje, sobrevive um remanes- és tu que sustentas a raiz, mas a raiz
2724 O s E le ito s cente segundo a eleição da graça. a ti.
1447 G r a ç a S a lv a d o r a 6 E se é pela graça, já não é pelas 19 Dirás, pois; Alguns ramos foram
3904 O b ra s In s u fic ie n te s obras; do contrário, a graça já não é quebrados, para que eu fosse enxer- 1819 Isra e l C o rta d o
graça. tado.
7 Que diremos, pois? O que Israel 20 Bem! pela sua incredulidade fo- 1221 In c re d u lid a d e (3)
busca, isso não conseguiu; mas a elei- ram quebrados; tu, porém, mediante 1206 F é S a lv a d o ra
3415 S o b e ra n ia d e D e u s ção o alcançou; e os mais foram en- a fé estás firme. Não te ensoberbeças, 1715 H u m ild a d e (2)
3034 T e m e i a D eu s
durecidos, mas teme. 4177 J u s tiç a In fa lív e l
8 como está escrito: 21 Porque se Deus não poupou os 3131 V in g a n ç a D iv in a
Deus lhes deu espírito de entorpe- ramos naturais, também não te pou- 1438 B o n d ad e d e D eus
cimento, olhos para não ver e ou- pará. 3441 P e rs e v e ra n ç a
3380 S o n o E s p ir.
vidos para não ouvir, até ao dia 22 Considerai, pois, a bondade e a 1274 D e sp re z a d o s
501 C e g u e ira (4 ) de hoje". severidade de Deus: para com as que 1815 R e p ro v a ç ã o
941 S u rd e z E s p ir. 9 E diz Davi: caíram, severidade; mas para contigo, 2711 V o lta n d o a D eu s
919 D avi Torne-se-lhes a mesa em laço e a bondade de Deus, se nela permane- 2884 P ro ra, aos
[P e n ite n te s
'744 Im p re c a ç õ e s armadilha, ceres; doutra sorte também tu serás 3810 H a b ilid a d e D iv in a
3405 R ec o m p e n s a (1 ) em tropeço e punição; cortado. 3828 O p o rtu n id a d e
2179 T r e v a s E s p ir . 10 escureçam-se-lhes os olhos 23 Eles também, se não permanece- f U n iv e rsa l
para que não vejam, rem na incredulidade, serão enxerta-
e fiquem para sempre encurvadas dos; pois Deus é poderoso para os
as suas costas‫׳‬. enxertar de novo.
24 Pois se foste cortado da que, por
A rejeição de Israel não é final natureza, era oliveira brava, e contra 2383 C o n v e rs ã o do s
11 Pergunto, pois: Porventura tro- a natureza enxertado em boa oliveira, [G e n tio s
peçaram para que caíssem? De modo quanto mais não serão enxertados na 3026 R e s ta u r a ç ã o de
[Isra e l
3119 S a lv a ç ã o (4 ) nenhum; mas pela sua transgressão sua própria oliveira aqueles que são
2384 G e n tio s (2 ) veio a salvação aos gentios, para põ- ramos naturais!
4051 C iú m e [u d a íc o -los em ciúmes. O último desígnio de Deus é misericórdia
12 Ora, se a transgressão deles re- para com todos
dundou em riqueza para o mundo, e
2813 R iq u e z a s E s p ir . (2 : o seu abatimento em riqueza para os 25 Porque não quero, irmãos, que
gentios, quanto mais a sua plenitude! ignoreis este mistério, para que não 1779 In s tru ç ã o (2)
13 Dirijo-me a vós outros, que sois sejais presumidos em vós mesmos, que 1728 P re su n ç ã o
gentios! Visto, pois, que eu sou após- veio endurecimento em parte a Israel, 501 C e g u e ira (4)
202 A postolado de 500 C e g u e ira E s p ir.
[ P a u lo
tolo dos gentios, glorifico 0 meu mi- até que haja entrado a plenitude dos 2384 G e n tio s (2)
nistério, gentios. 3119 S a lv a ç ã o (4)
14 para ver se dc algum modo posso 26 E assim todo 0 Israel será salvo, 3996 S ião
!077 Z e lo p e la s A lm a s incitar à emulação os do meu povo como está escrito: 2977 R e d e n to r
e salvar alguns deles. Virá de Sião 0 Libertador, ele 3360 S a lv a d o r
15 Porque, se o fato de terem sido apartará de Jacó as impiedades‫׳‬. 3026 R e s ta u ra ç ã o (2)
eles rejeitados trouxe reconcilação ao 27 Esta é a minha aliança com eles. 881 N o v o P a c to
quando eu tirar os seus pecados‫׳׳‬. 3127 R em issã o de
mundo, que será o seu restabelecí- I P ecad o s
3119 S a lv a ç ã o (4) mento, senão vida dentre os mortos? 28 Quanto ao evangelho, são eles
2583 R e ssu rre iç ã o E s p ir . 16 E, se forem santas as primicias inimigos por vossa causa; quanto, po- 1567 O p o s ito re s
3460 P rim ic ia s
da massa, igualmente o será a sua rém, à eleição, amados por causa dos 2724 O s E le ito s
totalidade; se for santa a raiz, tam- patriarcas; 2725 E sc o lh id o s
bém os ramos o serão. 29 porque os dons e a vocação de 2480 Im u ta b ilid a d e
3415 S o b e ra n ia de D eus
17 Se, porém, alguns dos ramos fo- Deus são irrevogáveis.
'11.4: 1 Rs 19.18. <‫׳‬I1.8: Is 29.10. '11.9,10: SI 69.22,23. 11.26‫׳‬: Is 59.20,21. <11.27‫׳‬:
Jr 31.33.34.

11:5 Eleição da graça. O amor ativo de Deus que preparou e ofereceu a salvação aos insignificante dc apóstolos e evangelistas judeus podia trazer tanta benção ao mundo (v
homens é a graça revelada na eleição de Israel. O principio da graça livre da parte de 13) o que devemos esperar quando Israel for salvo?
Deus corresponde á fé pela qual é apropriada. As obras, por sua vez, não têm nada na
natureza de Deus que corresponda a elas (v6), a não ser sua ira justa por serem
inadequadas. 15 Vida dentre os mortos Significa a ressurreição que coincide com a segunda vinda de
Cristo.
7 A eleição não é anulada mesmo com a grande maioria dos judeus rejeitando a Cristo.
0 remanescente continua representando o povo da aliança (cf v 25). 16 Santa a raiz. Refcrc-se á continuidade da solidariedade do povo israelita com os
patriarcas, homens dc fé (cf Hb 11). ou com osjudeus como Paulo que tinham aceitado
8 Entorpecimento. Vem da palavra katanuxis que lit significa «picada» ou «mordedura» Jesus como o Messias e Senhor.
dum inseto que resulta em entorpecimento. Deus nunca deixa os homens seguirem o seu
caminho de rebelião sem limites ou restrição. Hã uma lei no universo que se eu puser 17 Oliveira brava. São os gentios que foram enxertados no povo de Deus de todos os
minha mão nofogo. ela sc queimará. Posso, então, dizer que Deus a queimou, uma vez scculos. Oliveira. É o verdadeiro povo de Deus. Os ramos quebrados (vv 1922‫ )־‬são os
que Ele criou as mãos e o fogo. Portanto. Ele permitirá, se eu colocar a minha mão no judeus que recusam aceitar 0 evangelho. De modo nenhum devemos desprezar osjudeus,
fogo. que ela se queime. os ramos naturais, porque é mais fácil Deus enxertá-los novamcnlc do que seria incluiros
gentios na primeira oportunidade (v 24).
12 Riqueza. Refere-se à oferta da salvação aos gentios ainda que no plano divino a
«salvação vem dos judeus» c c para ele primeiramente (cf Jo 4:22 com Rm 1:16). 22 Permaneceres. No N.T. a perseverança c a prova da realidade (cf Mt 24:131.
Plenitude (gr plcrõma). Tem o mesmo semido do v 25 referindo-se aos gentios. A
conversão em grande escala dos genlios será seguida pela conversão em massa dos judeus 26 Todo o Israel, f: uma expressão freqüettte na literatura judaica, onde não significa
(v 26). Isto é uma modificação da ordem natural dos acontecimentos. Já que um número cada judeu sem exceção mas a maioria ou o povo como um todo Virá o libertador.
Indica orna manifestação a Israel do seu Redentor. Pode ser na parousia ou em outra
ocasião e dc uma forma diferente.
ROMANOS 12 192
30 Porque assim como vós também 6 tendo, porém, diferentes dons se- 485 D o n s D iferem
2297 M is e r ic ó r d ia (1 ) outrora fostes desobedientes a Deus, gundo a graça que nos foi dada: se 1445 G r a ç a d e D eus
1221 In c re d u lid a d e (3 ) mas agora alcançastes misericórdia à profecia, seja segundo a proporção da 2068 P ro fe ta s (5)
vista da desobediência deles, fé;
31 assim também estes agora foram 7 se ministério, dediquemo-nos ao 3559 M e s tre s C ris tã o s
desobedientes, para que igualmente ministério; ou o que ensina, esmere-se 1182 E x o rta ç õ e s
2300 M is e r ic ó r d ia de eles alcancem misericórdia, à vista da no fazê-lo; 2121 D á d iv a s (2)
1026 O s te n ta ç ã o
\D e u s que vos foi concedida. 8 ou o que exorta, faça-o com de- 2541 D e v e r d o s L id e re s
32 Porque Deus a todos encerrou na dicação; o que contribui, com libera- 564 D ilig ê n c ia
desobediência, a fim de usar de mise- lidade; o que preside, com diligência; 668 A n im a ç ã o
ricórdia para com todos. quem exerce misericórdia com alegria.
A maravilhosa sabedoria dos desígnios
divinos As virtudes recomendadas
3839 S a b e d o r ia dc D eu s 33 ó profundidade da riqueza, tanto 9 O amor seja sem hipocrisia. De- 2201 A m or F ra te rn a ! (2)
2031 C o n h e c im e n to dc da sabedoria, como do conhecimento testai o mal, apegando-vos ao bem. 2987 S in c e rid a d e
[D e u s de Deus! Quão insondáveis são os seus
4113 P r o v i d e n c e s
juízos e quão inescrutáveis os seus 10 Amai-vos cordialmente uns aos 2994 H ip o c risia
T E stran h a s
caminhos! outros com amor fraternal, preferindo- 1798 R e je ita i o M al
2488 D eus In s o n d á v e l -vos em honra uns aos outros. 3905 F a z e i o Bem
34 Quem, pois, conheceu a mente do 11 No zelo não sejais remissos: sede 1998 B o n d ad e (1)
Senhor? ou quem foi o seu conse- fervorosos de espírito, servindo ao Se- 741 Irm ã o s E sp ir.
lheiro*? nhor;
1715 H u m ild a d e (2)
35 Ou quem primeiro lhe deu a ele 12 regozijai-vos na esperança, sede
569 In d ú s tria
581 O c io s id a d e
para que lhe venha a ser restituido1? pacientes na tribulação, na oração 1930 A le g ria E s p ir.
884 C ria d o r (1 ) 36 Porque dele e por meio dele e perseverantes; 1073 Z e lo Im p o sto
1424 G lo r if ic a n d o a para ele são todas as cousas. A ele, 13 compartilhai as necessidades dos 2691 P a c iê n c ia (1)
[D e u s (2 ) pois, a glória eternamente. Amém. santos; praticai a hospitalidade; 2817 O r a ç ã o Im p o sta
14 abençoai aos que vos perseguem*, 2117 B e n e v o lê n c ia (1)
A nova vida 3398 H o s p ita lid a d e (1 )
abençoai, e não amaldiçoeis. 1437 Bem por. M al
2297 M is e r ic ó r d ia (1 ) 4 q Rogo-vos‫״‬, pois, irmãos, pelas 15 Alegrai-vos com os que se ale- 479 M a ld iç ã o P ro ib id a
3508 C o n s a g r a ç ã o (1 ) XLu misericórdias de Deus que apre- gram, e chorai com os que choram. 1932 R eg o zijo ;1 (2)
3208 M o rtif ic a i a C a rn e senteis os vossos corpos por sacrifício
3224 A u to -s a c rifíc io 16 Tende o mesmo sentimento uns 3515 S im p a tiá (1)
1598 S a n tid a d e (3 )
vivo, santo e agradável a Deus, que é para com os outros; em lugar de ser- 3725 U n id a d e Im posta
2625 O fe r ta s A c e itá v e is
o vosso culto racional. des orgulhosos, condescendei com o 1715 H u m ild a d e (2)
3918 N ã o -M u n d a n is m o 2 E não vos conformeis com este que é humilde; não sejais sábios‫ ׳‬aos 1728 P re s u n ç ã o
3914 M u n d a n is m o (1 ) século, mas transformai-vos pela re- vossos próprios olhos. 2279 R e ta lia ç ã o P ro ib id a
2584 R e n o v a ç ã o E s p ir. novação da vossa mente, para que 17 Não torneis a ninguém mal por 566 H o n e stid a d e
3507 V o n ta d e de D eu s experimenteis qual seja a boa. agrada- 3774 P a z S o c ia l
mal; esforçai-vos por fazer o bem pe- 3777 A titu d e P a c ífic a
vel e perfeita vontade de Deus. rante todos os homens; 308 V in g a d o r
O devido uso de dons espirituais 18 se possível, quanto depender de 2279 R e ta lia ç ã o P ro ib id a
vós, tende paz com todos os homens; 3131 V in g a n ç a D iv in a
1445 G r a ç a de D eu s 3 Porque pela graça que me foi 19 não vos vingueis a vós mesmos, 3045 R eco m p en sa {1)
1728 P re s u n ç ã o dada, digo a cada um dentre vós que amados, mas dai lugar à ira'; porque 3395 D e v e r p a ra com
3194 A u to - e x a lta ç â o não pense de si mesmo, além do que está escrito: [In im ig o s
1715 H u m ild a d e (2 ) A mim me pertence a vingança:
2356 P e n sa m e n to s S á b io s
convém, antes, pense com moderação
3392 S o b rie d a d e
segundo a medida da fé que Deus re- eu retribuirei, diz o Senhor''.
partiu a cada um. 20 Pelo contrário, se o teu inimigo
4 Porque, assim como num só corpo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver
temos muitos membros, mas nem to- sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo
dos os membros têm a mesma função; isto, amontoarás brasas vivas sobre a 1437 B em por M al (2)
726 Ig re ja . C o rp o de 5 assim também nós, conquanto sua cabeça‫׳‬.
T C risto muitos, somos um só corpo em Cristo 21 Não te deixes vencer do mal, mas
3724 U n id a d e cm C ris to e membros uns dos outros, vence o mal com o bem. 374 V e n c e d o re s

• Ura, de Deus, subentendido


11.34*‫׳‬: Is 40.13. <11.35: Jó 41.11. 1 :8 ‫״‬12.1‫ ־‬Co 12.1-31». »12.14: Lc 6.28. '12.16: Pv 3.7.
12.19>‫׳‬: Dt 32.35. 12.20‫ ׳‬: Pv 25.21.22.

11:32 Neste trecho Tteus revela o seu último propósito que é mostrar misericórdia sobre envolvido em nós oferecermos os nossos membros a Deus. Ojito racional. O sentido pode
judeu e gentio dc igual forma. Deus encerrou ambos numa posição onde não podem ser «culto espiritual» (logikos no gr. cf 1 Pc 2:2) em contraste com o formalismo do culto
negar sua culpa perante a lei (cf Gl 3:22. «encerrou tudo sob o pecado») com o único no templo de Jerusalém.
propósito de alcançá-los com a Sua imerecida misericórdia. O universalismo que
encontramos aqui é escatológico. não presente, representativo e não absoluto. Com todos 2 Este século (gr aiõn). Como em I Co 1:20, 2:6, 3:18; 2 Co 4:4; Gl 1:4. significa esta era
sem distinção e não sem exceção. em contraste com a era ou século que será consumado na vinda de Cristo. Mesmo
morando neste mundo devemos viver como herdeiros do Reino, o mundo vindouro.
33 Profundidade. Termo usado no sentido dc incxaurível plenitude c não no sentido de Transformados. Esta palavra só aparece nas narrativas da transfiguração dc Cristo (Mt
mistério que não podemos alcançar. N. Hom. Estes vv (33-36) descrevem os atributos e 17:2: Mc 9:2) e em 2 Co 3:18, que c um bom comentário desta passagem.
propósitos dc Deus numa doxologia apostólica. 1) Na riqueza da sua sabedoria e
conhecimento EIc criou e ofereceu o plano da justificação pela fé. incluindo assim os
gentios. 2) Ojudeu sem nada de justiça própria para oferecer também pode confiar que 4 O corpo que é oferecido em sacrifício vivo (v 1) não deixa de ser um membro vivo e
Deus não faltará com Sua promessa (v 35). 3) Deus é a Fonte («dElc»), o veiculo («por útil no Corpo dc Cristo. A diversidade dos muitos membros é unida num propósito:
meio dElc») c o Fim («para Ele») dc todas as cousas. demonstrar Cristo ao mundo.
12:1 Com o sacrificio dc si mesmo. Cristo tomou todo sacrifício dc animais obsoleto. 6 Proporção da fé. Significa o poder dado a todo crente para exercer o seu dom
Mas sempre há lugar para o culto prestado por corações obedientes. Toda doutrina tem o espiritual.
seu lado prático (Jo 13:17). Portanto, a sua exposição vem seguida de exortações éticas
muito semelhantes ao ensino de Cristo nos evangelhos, principalmente no Sermão da 20 Amontoarás brasas vivas. Isto quer dizer fazé-Io reconhecer o seu pecado e ficar
Montanha. Apresenteis (gr parastesai). É a mesma palavra usada por Paulo em 6:13,19 e envergonhado c. por fim, arrepcndcr-sc. Em qualquer caso, a melhor maneira dc mostrar
traduzida por «ofcrcccr». Temos aqui uma descrição mais completa daquilo que está o nosso amor para com o nosso inimigo (Mt 5:44) é torná-lo num amigo.
193 ROMANOS 13, 14
Ifa obediência às autoridades vos despertardes do sono; porque a 26 T e m p o A c e itá v e l
2526 H o n r a i os L id e re s ■4 Q Todo homem esteja sujeito às nossa salvação está agora mais perto 3382 D e s p e rta i
2525 D e v e re s d o s X O autoridades superiores; porque do que quando no princípio cremos. 3380 S o n o E s p ir.
ΓC id a d ã o s não há autoridade que não proceda 12 Vai alta a noite e vem chegando 3540 N o ite

de Deus; e as autoridades que exis- 0 dia. Deixemos, pois, as obras das tre-
2172 C re p ú s c u lo E s p ir.
802 O b r a s d a s T re v a s
tem foram por ele instituídas. vas, e revistamo-nos das armas da luz. 2179 T r e v a s E s p ir.
2 De modo que aquele que se opõe 13 Andemos dignamente, como em 362 A rm a d u ra E s p ir.
2551 R e b e liã o (3 ) à autoridade, resiste à ordenação de pleno dia, não em orgias e bebedices, 3763 A n d a r d o C re n te
2662 O rdenanças não em impudicicias e dissoluções, não
Deus; e os que resistem trarão sobre em contendas 3408 O r g ia
3129 Condenação (!) si mesmos condenação. e ciúmes; 3571 A lco o lism o (1 )
3 Porque os magistrados não são 14 mas revesti-vos do Senhor Jesus 666 L a sc ív ia
para temor quando se faz o bem, e, Cristo, e nada disponhais para a car- 1137 In v e ja (1)

sim, quando se faz o mal. Queres tu ne, no tocante às suas concupiscencias.


1175 E x em p lo de C ris to
3208 M o rtific a ! a C a rn e
3905 F a z e i o Bem não temer a autoridade? Faze o bem, A tolerância para com os fracos na fé 667 C o n c u p isc e n c ia
e terás louvor dela; .
2535 F a v o r do R ei 4 visto que a autoridade é ministro
de Deus para teu bem. Entretanto, se
fizeres 0 mal, teme; porque não é sem niões.
M
. . . -
1061 D e v e r aos F ra c o s

motivo que ela traz a espada; pois é 2 Um crê que de tudo pode comer,
2539 Ira d o R ei ministro de Deus, vingador, para cas- mas o débil come legumes; 998 Im a tu rid a d e E s p ir.
1161 M a lfe ito re s tigar o que pratica o mal. 3 quem come nao despreze ao que 435 L ei C e rim . A b o lid a
5 É necessário que lhe estejais su- não come; e o que não come não jul-
jeitos, não somente por causa do te- gue o que come, porque Deus o ac o- 659 D e v e r d a C a rid a d e
mor da punição, mas também por de- lheu. 660 Ju lg a m e n to P r o ib id o
ver de consciência. 4 Quem és tu que julgas o servo 3453 R e sp o n sa b ilid a d e
824 C o n s c iê n c ia (1 ) 6 Por esse motivo também pagais alheio? para o seu próprio senhor esta ΓP e sso a l
2529 T rib u to tributos": porque são ministros de em pé ou cai; mas estará em pé, por- 2912 S u ste n to D iv in o
Deus, atendendo constantemente a que o Senhor é poderoso para o suster. 403C G r a ç a C a p a c ita d o r a
este serviço. 5 Um faz diferença entre dia e dia; 1958 V d Ju d a iz a n te s
7 Pagai a todos o que lhes é devido: outro julga iguais todos os dias. Cada
1976 lustiça Imposta a quem tributo, tributo; a quem im- um tenha opinião bem definida em
2526 H onrai os Lideres posto, imposto; a quem respeito, res- sua própria mente.
peito; a quem honra, honra. 6 Quem distingue entre dia e dia,
para o Senhor o faz; e quem come,
O amor ao próximo é o cumprimento para o Senhor come, porque dá gra-
da lei ças a Deus; e quem não come, para 1305 G r a ç a a n te s ·Jas
o Senhor não come, e dá graças a
8 A ninguém fiqueis devendo cousa Deus. [ R e fe iç õ e s
1456 A g ra d e c im e n to (2 )
555 D ividas alguma, exceto o amor com que vos
566 Honestidade ameis uns aos outros; pois quem ama si 7mesmo,Porque nenhum de nós vive para
nem morre para si.
ao próximo, tem cumprido a lei. 8 Porque, se vivemos, para o Senhor
9 Pois isto:
!662 A dultério Não adulterarás'', não matarás", vivemos;
morremos.
se morremos, para o Senhor
Quer, pois, vivamos ou 2153 V id a E sp ir.
2449 Hom icidio (1) não furtarás'*, não cobiçarás", 4062 V iv e n d o p a ra
3447 Furto P roibido
3856 Testemunhas Falsas
e se há qualquer outro mandamen- morramos, 9 Foi
somos do Senhor.
precisamente para esse fim
[D eu s
2160 M o rte do Ju sto c
to, tudo nesta palavra se resume:
Amarás ao teu próximo como a que Cristo morreu e ressurgiu; para
2129 C obiça 3456 P o sse D iv in a <2)

2201 Amor F raternal (2) ti mesmo*. ser Senhor, tanto de mortos como de 3367 M o rte de C ris to

10 O amor não pratica o mal con- vivos.


2414 R e s s u rre iç ã o (8)
3394 Dever ao Próxim o
tra o próximo; de sorte que o cumpri- irmão? e tu, por que desprezas oa teu?
10 Tu, porém, por que julgas teu 716 P ro c m in ê n c ia de
2985 V erdadeira [C risto
[R eligião mento da lei é o amor. 715 C ris to S en h o r
pois todos compareceremos‫ ״‬perante 0 660 J u lg a m e n to P r o ib id o
O dia está próximo tribunal de Deus. 1351 Ju íz o F in a l
11 Como está escrito: 1355 C ris to com o Juiz
11 E digo isto a vós outros que co- Por minha vida, diz o Senhor, 3419 D eus com o Rei
nheceis o tempo, que já é hora de diante de mim se dobrará todo 2385 A d o ra ç ã o U n iv e rsa l

“13.6,7: Mt 22.21; Mc 12.17; Lc 20.25. *13.9‫׳‬: Êx 20.14; Dt 5.18. "13.9: Êx 20.13; Dt 5.17.
13.9*‫׳‬: Êx 20.15; Dt 5.19. “13.9: Êx 20.17: Dt 5.21. *13.9: Lv 19.18. "14.10: 2 C o 5.10.

13:1 Durante a primeira geração depois da morte de Cristo, a autoridade romana levar a cumprir com os deveres dos caps 12c 13. I) Um apelo solene (v 11)-«Acordai*: 2)
reconheceu o Cristianismo como parte do Judaísmo que linha privilégios excepcionais Um motivo claro (v 11) - a complctaçâo da nossa salvação eslá próxima. 3) Uma
como religio licita, decretados pelo próprio Império. Cf At 18:12. ss. Falando nesse esperança gloriosa (v 12) - o dia se aproxima. 4) Um conselho prático (vv 12.13). 5) Uma
contcxlo. Paulo expressa o principio básico das relações do crente com o Estado, que é provisão completa (v 14) * revesti-vos da vida sania de Cristo (Mt 22:11-14). Vesiír-se dc
submissão às autoridades por que são inslituidas por Deus. O governo humano, portanto, Cristo significa viver pelo Rspirilo de Cristo uma vida igual àquela que Ele vivería no
c estabelecido por ordenança divina e os cristãos, acima de todos, devem obedecer ás leis. mundo.
pagar impostos (cf v 7 com Mc 12:17) e respeitar as autoridades. E. sc essa autoridade for
injusta e contrária â consciência cristã? Este problema não é tratado aqui. mas a resposta c
dara: «ames importa obedecer a Deus do que aos homens» (Ai 5:29; cf Mc 12:17). O 14:1 Paulo era um cristão emancipado tanto do legalismo conto da lei. Ele lamo se
adaptou com a prática dos cremes judeus, quando em companhia deles como se adaptou
0 Estado só pode exigir obediência dentro dos limites pelos quais foi instituído.
às maneiras gemías, quando vivendo entre eles. Mas nent todos compreendiam esla
maneira de pensar por falta de instrução ou debilidade de fé. Mesmo assim, todos devem
2 Condenação. Signfica punição do estado (ef 1 Pe 2:13,14 e 4:14,15). ser acolhidos com amor c carinho, não para debates sobre comida ou observância dc dias
especiais.
4 Vingador para castigar. O Estado !cm a função e dever proibidos ao cristão (Rm 4 O servo alheio (ef Mi 7:1; Lc 6:37; 1 Co 4:3,ss). A palavra servo é oikctês,
:2 )7.19:1. «doméstico*, e nãodoulos «escravo».
8 Devendo cousa alguma. Não quer dizer que não devemos tomar emprestado mas que 5 Iguais todos os dias. Talvez não no sentido secular mas que reconhece todos os dias
(altar com a obrigação ou contrato dc devolução é contrário à vontade de Deus igualmente válidos para o culto e o serviço de Deus.
Positivamente lemos o dever dc amar a todos, dentro da comunidade cristã (ef 12:10) e
fora. 10 Tribunal dc Deus. Λ palavra bèma (tribunal) foi usada para designar o palco dos
juizes nos jogos olímpicos. Os competidores, ao receber suas coroas, não julgavam-se a si
1114‫ ־‬N.Ilom. Estes vv apontam para a segunda vinda como o incentivo que nos deve mesmos nem aos outros: o cristão também não tem o direito de julgar o seu irmão.
ROMANOS 15 194
joelho, e toda língua dará lou- 2 Portanto cada um de nós agrade
vores a Deus*‫׳‬. ao próximo no que é bom para edifi- 3594 D e v e r a o P ró x im o
3453 R e s p o n s a b ilid a d e 12 Assim, pois, cada um de nós dará caçao. 1097 E d ific a ç ã o
[ Pessoal contas de si mesmo a Deus. 3 Porque tãmbém Cristo não se 3227 A ltru ísm o
3452 P r e s ta ç ã o de agradou a si mesmo, antes, como está 1175 E x em p lo d e C ris to
[C o n ta s A liberdade e a caridade escrito: 3361 S u b s titu iç ã o
4123 Ju íz o U n iv e rs a l As injúrias dos que te ultraja-
660 Ju lg a m e n to P r o ib id o 13 Não nos julguemos mais uns aos
1748 In flu ê n c ia M á outros; pelo contrário, tomai o pro- vam, caíram sobre mim".
1565 P e d r a s d e T ro p e ç o pósito de não pordes tropeço ou es- 4 Pois tudo quanto outrora íoi es-
3393 F ra te r n id a d e cándalo ao vosso irmão. crito, para o nosso ensino foi escrito,
I H u m an a 14 Eu sei, e disso estou persuadido a fim de que, pela paciência, e pela 4 19 P a la v r a de D eus
no Senhor Jesus, que nenhuma cousa consolação das Escrituras, tenhamos [com o Luz
é de si mesma impura, salvo para esperança. 787 C o n so lo (5)
293 S e p a r a ç ã o í 7) aquele que assim a considera; para 5 Ora, o Deus de paciência e con- 1691 E s p e ra n ç a E s p ir.
4065 D o m ín io d a M e n te esse é impura. solação vos conceda 0 mesmo sentir 783 C o n so lo ( t )
15 Se por causa de comida 0 teu de uns para com os outros, segundo 382 C o m o C r-sto
1175 E x e m p lo de C ris to
1061 D ev er aos F ra c o s irmão se entristece, já não andas se- Cristo Jesus, 3725 U n id a d e Im p o sta
1748 In flu ê n c ia M á gundo o amor fraternal. Por causa da 6 para que concordemente e a uma 3300 B oca d o s Ju sto s
2151 A lm as P re c io s a s tua comida não faças perecer aquele voz glorifiquéis ao Deus e Pai de nosso 1423 G lo rific a ! a D eus
3367 M o rte de C r is to a favor de quem Cristo morreu. Senhor Jesus Cristo. 1246 N osso P ai
2007 R e in o E s p ir.
16 Não seja, pois, vituperado o vosso 7 Portanto acolhei-vos uns aos ou- 449 C a to lic id a d e
2993 F o rm a lis m o (2 )
bem. tros, como também Cristo nos acolheu 767 A C irc u n c isã o
3080 Ju stiç a (4 )
3012 P a z (1 ) 17 Porque o reino de Deus não é para a glória de Deus. 2890 P ro fe c ia s
1930 A le g ria E s p ir. comida nem bebida, mas justiça, e paz, 8 Digo, pois, que Cristo foi consti- [M e s s iâ n ic a s
tuído ministro da circuncisão, em prol 430 C e r ta P a la v r a de
3895 S e rv in d o a C ris to e alegria no Espírito Santo. [Deus
25 A c e ito s p o r D eus 18 Aquele que deste modo serve a da verdade de Deus, para confirmar 2384 G e n tio s (2)
2513 N o m e Bom Cristo, é agradável a Deus e aprovado as promessas feitas aos nossos pais; 2297 M is e ric ó rd ia
3778 P a c ific a d o re s pelos homens. 9 e para que os gentios glorifiquen!
3774 Paz S o c ia l
19 Assim, pois, seguimos as cousas a Deus por causa da sua misericórdia,
1097 E d if ic a ç ã o
da paz e também as da edificação de como está escrito:
uns para com os outros. Por isso eu te glorificarei entre
20 Não destruas a obra de Deus por os gentios,
causa da comida. Todas as cousas, na e cantarei louvores ao teu nome*. 1452 L o u v o r (2)
verdade, são limpas, mas é mau para 10 E também diz:
0 homem o comer com escândalo. Alegrai-vos, ó gentios, com o seu 1932 Regozijo (1)
3224 A u to -s a c rific io (1 ) 21 É bom não comer carne, nem povo‘'. 1930 A le g r ia E s p ir.
3568 A b s tin ê n c ia beber vinho, nem fazer qualquer ou- 11 E ainda:
106í D ev er ao s F ra c o s tra cousa com que teu irmão venha a Louvai ao Senhor, vós todos os
1565 P e d ra s de T ro p e ç o tropeçar [ou se ofender, ou se enfra- gentios,
1566 E s c â n d a lo s quecer]. e todos os povos o louvem·1. 1451 L o u v ai a D eus
3453 R e sp o n s a b ilid a d e
22 A fé que tens, tem‫־‬na para ti 12 Também Isaías diz: 1803 I s a ía s
[P e s s o a l Haverá a raiz de Jessé, aquele 723 F ilh o de D a v i
mesmo perante Deus. Bem-aventurado
é aquele que não se condena naquilo que se levanta para governar os 3421 C r is to R ei
4038 C re n te s G en tio s
que aprova. gentios, nele os gentios espera- 1930 A le g ria E s p ir.
23 Mas aquele que tem dúvidas, é rão'. 3012 P az
condenado, se comer, porque o que faz 13 E o Deus da esperança vos encha 1691 E s p e ra n ç a E sp ir.
1201 F é (1 ) não provém de fé; e tudo 0 que não de todo o gozo e paz no vosso crer,
3338 P e c a d o D e fin id o provém de fé é pecado. para que sejais ricos de esperança no
poder do Espírito Santo.
Imitai a Cristo. A simpatia
e o altruísmo
A explicação de Paulo
659 C a r id a d e 4 pr Ora, nós que somos fortes, deve-
3515 S im p a tia (1 ) JLO mos suportar as debilidades dos 14 E certo estou, meus irmãos, sim, 741 Irm ã o s E s p ir.
1061 D e v e r a o s F ra c o s fracos, e não agradar-nos a nós mes- eu mesmo, a vosso respeito, de que 1123 P le n itu d e E sp ir.
3205 A u to - n c g a ç ã o mos. estais possuídos de bondade, cheios de 2023 C o n h ecim en to E sp ir.

*14.11: Is 45.23. *15.3: SI 69.9. *15.9: 2 Sm 22.50; SI 18.49. *15.10: Dt 32.43. *»15.11:
SI 117.1. 15.12‫ ׳‬: Is 11.10.

14:8-15 N. Hom. Nos vv 8-15 temos as bases duma vida santa e agradável a Deus e 22 A fé que tens. Tem o sentido duma firme e inteligente convicção sobre a inocência de
aprovada pelos homens (v 18). 1) A base em vista do senhono dc Cristo (v 8). 2) A base sua prática ou ação. Por outro lado, tudo que for feito na dúvida e sem convicção c
em vista do julgamento vindouro (vv 10.11). 3) A base cm vista do amor fraternal (v 15). pecado (v 23).
4) A base em vista do Calvário (v 15). Aquele que está fundamentado nestas bases para 15:1-7 N.Hom. A glória de Deus manifestada no cristão (vv 6,7). 1) Na obrigação de
sua orientação, dificilmente trará ofensa ou tropeço para os seus irmãos. Como Lutero levar os fracos nos ombros (vl): 2) Na edificação de nossos irmãos (v2); 3) Na imitação dc
bem disse: «O homem cristão c sumamente senhor de tudo. sujeito a ninguém...() homem Cristo, o Senhor e exemplo da Igreja (v3); 4) Na confirmação da nossa esperança nas
cristão é um servo sumamente constrangido, sujeito a todos». Escrituras (v4): 5) No acolhimento de todos os crentes da irmandade (v7).
14 De si mesmo impura. É um eco da declaração de Cristo sobre este assunto (Mc
7:14-19). 5 O mesmo sentir (cf 12:16). Devemos tratar os outros c pensar a respeito deles como
Cristo fez conosco (Fp 2:5-8).
16 O vosso bem. Isto quer dizer a liberdade cristã que faltando na compreensão de 8 Ministro da circuncisão. Rcfcre se ao ministério dc Cristo na terra. «Não fui enviado
outros, crentes ou pagãos, seria usada para criticar e desprezar o evangelho. senão às ovelhas perdidas da casa de Israel» (Mt 15:24). que é o cumprimento das
promessas feitas aos patriarcas. Na morte e ressurreição de Cristo foi aberta a porta da
17 Fomccc um paralelo com o Sermão da Montanha sobre comida c bebida (cf Mt benção aos gentios. Deu-sc. também, a confirmação das profecias nas Escrituras (vv 9-12).
6:31). «Bem-aventurados os que têm fome e sede dc justiça...os pacificadores... Regozijai-
vos e exultai...(Mt 5:6.9,10,12).
13 O Deus da esperança, t um título que. talvez,vem sugerido pelas palavras citadas de
21 Ou se ofender. Esta expressão ê omitida nos melhores manuscritos. Parece ter sido Is 11:10 na linha anterior. Quando temos plena confiança nElc. gozo e paz nos enchem.
incluída no texto depois dc aparecer na margem como uma explicação da palavra Novamente Paulo afirma a necessidade do Espírito Santo cm poder para que nós
«tropeçar». possamos viver uma vida vibrante dc gozo. paz c esperança (cf 14:17 e 15:16).
195 ROMANOS 16
todo o conhecimento, aptos para vos 27 Isto lhes pareceu bem, e mesmo
799 A d m o c s ta ç ã o admoestardes uns aos outros. lhes são devedores; porque se os gen- 4018 D e v e d o re s E s p ir.
15 Entretanto vos escrevi em parte tios têm sido participantes‘ dos valo- 2970 R e c ip ro c id a d e
mais ousadamente, como para vos tra- res espirituais dos judeus, devem tam-
1182 E x o r ta ç õ e s zer isto de novo à memória, por causa bém sérvi-los com bens materiais.
3002 M e m ú ria s da graça que me foi outorgada por 28 Tendo, pois, concluido isto, e ha-
1445 G ra ç a de D eus Deus, vendo-lhes consignado este fruto, pas- 2492 F u tu ro O c u lto
2083 M in is tro s 16 para que eu seja ministro de sando por vós, irei à Espanha.
202 A p o s to la d o d e
[P a u la
Cristo Jesus entre os gentios, no sa- 29 E bem sei que, ao visitar-vos,
2697 P a u lo grado encargo de anunciar o evange- irei na plenitude da bênção de Cristo. 1123 P le n itu d e E s p ir.
1440 E v a n g e lh o lho de Deus, de modo que a oferta
2625 O fe r ta s A c e itá v e is deles seja aceitável, uma vez santifi- Paulo pede as orações
3140 S a n tif ic a ç ã o (1 ) cada pelo Espírito Santo.
519 G lo ria n d o -s e em 17 Tenho, pois, motivo de gloriar-me 30 Rogo-vos, pois, irmãos, por nosso
[D e u s em Cristo Jesus nas cousas concernen- Senhor Jesus Cristo e também pelo 3475 P o r C ausa de
tes a Deus. amor do Espírito, que luteis junta- [C ris to
1716 H u m ild a d e (3 ) 18 Porque não ousarei discorrer so- mente comigo nas orações a Deus a 1785 O r a ç ã o
2382 Viagens [ I n te rc e s s ó rla
bre cousa alguma senão daquelas que meu favor, 2823 O r a ç ã o U n id a
[M is s io n á ria s de Cristo fez por meu intermédio, para 31 para que eu me veja livre dos
[P a u lo 2836 O r a ç ã o B u sc a d a
2384 G e n tio s (2 )
conduzir os gentios à obediência, por rebeldes que vivem na. Judéia, e que 971 L iv ra m e n to B u scad o
palavra e por obras, este meu serviço em Jerusalém seja 1222 In c ré d u lo s
19 por força de sinais e prodígios, bem aceito pelos santos;
2371 M ila g r e s d e P a u lo pelo poder do Espírito Santo; de ma- 32 a fim de que, ao visitar-vos, pela
3803 P o d e r E s p ir . neira que, desde Jerusalém e circun- vontade de Deus, chegue à vossa pre- 1930 A le g ria E s p ir.
vizinhanças, até ao Ilírico, tenho di- sença com alegria, e possa recrear- 3507 V o n ta d e d e D eus
vulgado o evangelho de Cristo, -me convosco. 3011 D e sc a n so E s p ir.
2089 P re g a n d o a C ris to 3016 D eu s d a P az
1074 Z e lo 20 esforçando-me deste modo por 33 E o Deus da paz seja com todos 395 B ênçãos
1440 E v a n g e lh o pregar o evangelho, não onde Cristo vós. Amém.
já fora anunciado, para não edificar
727 Ig re ja , um E d if ic io sobre fundamento alheio; Paulo recomenda a Febe
4189 O p o rtu n id a d e 21 antes, como está escrito:
[ U n iv e rs a l Hão de vê-lo aqueles que não ti- ■i r» Recomendo-vos a nossa irmã 3874 M u lh e re s D e v o ta s
2379 M issõ e s M u n d ia is veram notícia dele, e compreen- JLU Febe, que está servindo à igreja [v s 12
2175 Ilu m in a ç ã o
dê-lo os que nada tinham ouvido de Cencréia,
a seu respeito‫׳‬. 2 para que a recebais no Senhor
como convém aos santos, e a ajudeis 3888 A ju d a
Os planos de Paulo em tudo que de vós vier a precisar; 3867 M in is té rio F e m in in o
porque tem sido protetora de muitos,
22 Essa foi a razão por que também e de mim inclusive.
muitas vezes me senti impedido de
visitar-vos‫״‬. As saudações pessoais
23 Mas agora, não tendo já campo
1074 Zelo de atividade nestas regiões, e dese- 3 Saudai a Priscila e a Aqüila", meus 208 A q u ila
730 A m o r p e la I g re ja jando há muito visitar-vos, cooperadores em Cristo Jesus, 3906 O b re iro s E sp ir.
24 penso em fazê-lo quando em via- 4 os quais pela minha vida arris- 3226 A u to -s a c riflc io (3)
1322 A m izad e
gem para a Espanha, pois espero que caram as suas prójprias cabeças; e isto 1324 C o n s tâ n c ia
de passagem estarei convosco e que lhes agradeço, nao somente eu mas 2202 A m or F ra te rn a l (3)
1325 C o m u n h ão dor para lá seja por vós encaminhado, de- também todas as igrejas dos gentios;
T S antos pois de haver primeiro desfrutado um 5 saudai igualmente a igreja que se
pouco a vossa companhia. reúne na casa deles. Saudai a meu 3460 P rim ic ia s
25 Mas agora estou de partida para querido Epêneto, primicias da Asia, 27 A caia
2117 B e n e v o le n c ia (1 ) Jerusalém a serviço dos santos*. para Cristo. 3867 M in is té rio F e m in in o
2222 M a c e d õ n ia 26 Porque aprouve à Macedonia e à 6 Saudai a Maria que muito traba- 2264 M a r ia (1 )
27 A caia
2126 E sm o las
Acaia levantar uma coleta em benefi- lhou por vós.
2116 B en e fic ê n c ia
cio dos pobres dentre os santos que 7 Saudai a Andrônico e a Júnias,
vivem em Jerusalém. meus parentes e companheiros de pri-
15.21‫ ׳‬: Is 52.15. »15.22: Em 1.13. *15.25.26:1 00 X6.1-4. <15.27:1 00 9.11. «16.3: At 18.2.

14 Este v dá início ao epilogo da epístola. A razão que levou Paulo a escrever para os apóstolo clc tinha cumprido com sua responsabilidade. Estava lançado o fundamento (cf
cristãos de Roma não se baseia na falta de conhecimento ou desenvolvimento espiritual v 20). Cabia agora aos crentes dessas igrejas novas levar o evangelho a «toda criatura ■
daquela igreja, mas no seu desejo, como apóstolo dos gentios, de relembrar-lhes as (Mc 16:15). N.Hom. Nesta passagem aparecem vários testes para o verdadeiro ministério
doutrinas básicas, anunciar-lhes o grande desenvolvimento da Igreja na parte leste do 1) O encargo é sagrado (v 16). 2) Tem resultados reconhecíveis (v 18). 3) O ministro é um
Império ( v 19) c preparar o seu caminho para uma visita por ocasião de sua viagem até a instrumento (v 18). 4) O propósito é «conduzir à obediencia» (v 18), criando assim um
Espanha (v 24). fundamento (v 20). 5) Tem um plano definido - atinge toda a região (v 19) c não impede
ou anula os esforços dos outros (v 20).
16 Esic v está escrito na linguagem do culto sacrificial. Ministro (leítourgos). No 15:28 Consignado este fruto. Paulo usa uma expressão formal de comércio que era o
N.T, sempre denota serviço religioso (liturgia) c ás vezes sacerdotal (cf Jb 8:2 onde Cristo «selo» (gr sphraglsamenos). A oferta de amor dos gentios para os «santos de Jerusalém»
έ 0 leitourgos do santuário). Em 15:27 fala dos deveres dos gentios de servirem aos era o auge como também a conclusão do ministério no leste.
judeus. O anúncio do evangelho è serviço sacerdotal (gr hlcrourgco). Os crentes gentios
são a oferta aceitável a Deus. santificada (isto é. «limpa» e não imunda como alguns dos 16:1 Febe. Diaconísa (grdiakonon; cf 1 Tm 3:11) da igreja de Cencréia, um dos dois
judaizantes acusadores de Paulo chamavam os gemios incircuncisos) pelo próprio Espírito portos de Corinto, ficou cncarTcgada de levar esta epístola à igreja de Roma.
de Deus (At 15:9.8).
2 Recebais. Todo irmão cm viagem podia contar com a hospitalidade de cristãos em
19 Até ao Hírieo. Ê uma província romana que corresponde á região oeste da moderna outros lugares.
Iugoslávia. Não temos menção deste ministério em At 20:1-6. Ê provável que Paulo tenha
cruzado a Macedõnia em 55d.C‫ ״‬chegando até a fronteira do llirico (cf 2 Co 2:12,13). 5 A igreja local do primeiro século rcuniu-sc cm casas particulares. Priscila (possível-
mente da classe nobre romana) e Áquila, um judeu do Ponto, tinham uma igreja reunindo
23 Não tendo já campo. Não quer dizer que Paulo já tivesse pregado a todos os na sua casa em Roma, como antes tinham em £feso(l Co 16:19) e talvez, cm Corinto (At
indivíduos ou cidades entre Jerusalém e Ofrico, mas que na sua posição de missionário e 18:26).
ROMANOS 16 196
são, os quais são notáveis entre os vras e lisonjas enganam os corações 2989 F a ls a P ro fissã o
2513 Bom N o m e apóstolos, e estavam em Cristo antes dos incautos. 2995 H ip ó c r ita s
4109 R e p u ta ç ã o E s p ir. de mim. 19 Pois a vossa obediência é conhe- 3707 E n g a n a d o re s
2202 A m o r F r a t e r n a l (3 ) 8 Saudai a Amplíato, meu dileto cida por todos; por isso me alegro a 2615 O b e d iê n c ia (2)
2513 Bom N o m e
amigo no Senhor. vosso respeito; e quero que sejais sá- 4109 R e p u ta ç ã o E s p ir.
9 Saudai a Urbano, que é nosso co- bios para o bem e símplices para o 3840 S a b e d o ria (3 )
3906 O b re ir o s E s p ir . operador em Cristo, e a meu amado mal. 811 In o fen siv o s
Estáquis. 20 E o Deus da paz em breve esma- 3016 D eu s d a P a z
10 Saudai a Apeles, aprovado em gará debaixo dos vossos pês a Satanás.
Cristo. Saudai os da casa de Aris- A graça de nosso Senhor Jesus seja
tóbulo. con vosco. 3140 D e rro ta e S a ta n á s
11 Saudai a meu parente Herodião. 2887 P ro m · a o s T e n ta d o s
Saudai os da casa de Narciso, que As saudações dos companheiros 1446 G r a ç a d e C ris to
estão no Senhor. 395 B ênçãos
3874 M u lh e re s D e v o ta s 12 Saudai a Trifena e a Trifosa, as 21 Saúda-vos Timóteo', meu coope- 3628 T im ó te o
3906 O b r e ir o s E s p ir. quais trabalhavam no Senhor. Saudai rador, e Lúcio, Jasom e Sosípatro,
1074 Z e lo
2725 E sc o lh id o s
a estimada Pérside que também muito meus parentes.
740 R e la ç õ e s E s p ir. trabalhou no Senhor. 22 Eu, Tércio, que escrevi esta epis-
13 Saudai a Rufo*, eleito no Senhor, tola, vos saúdo no Senhor. 3409
1381
S a u d a ç ó e s (1)
G a io
e igualmente a sua mãe, que também 23 Saúda-vos Gaio,r, meu hospedeiro 1 148 E ra s to
tem sido mãe para mim. e de toda a igreja. Saúda-vos Erasto', 655 C a m a re iro s
14 Saudai a Asíncrito, Flegonte, tesoureiro da cidade, e o irmão Quarto. 551 Irm ã o
741 Irm ã o s E s p ir . Hermes, Pátrobas, Hermas e aos ir- 24 [A graça de nosso Senhor Jesus 1446 G r a ç a d e C ris to
mãos que se reúnem com eles. Cristo seja com todos vós. Amém.l 395 B ênçãos
15 Saudai a Filólogo e a Júlia, a
Nereu e sua irmã, a Olimpas e a to- A doxologia
dos os santos que se reúnem com eles.
16 Saudai-vos uns aos outros com 25 Ora, àquele que é poderoso para 3808 P o d e r d e D eus
2018 B eijo (2 ) ósculo santo. Todas as igrejas de vos confirmar segundo o meu evan- 3175 E s ta b e le c id o s
Cristo vos saúdam. gelho e a pregação de Jesus Cristo, 1440 E v a n g e lh o
conforme a revelação do mistério 2087 P reg ação
As admoestações guardado em silêncio nos tempos eter- 2487 M a je s ta d e d e C risto
2493 C oisas Secretas
nos, 2494 Revelações
17 Rogo-vos, irmãos, que noteis bem 26 e que agora se tornou manifesto, 2890 P rofecias
aqueles que provocam divisões e es- e foi dado a conhecer por meio das [M essiânicas
1566 E s c â n d a lo s cándalos, em desacordo com a dou- Escrituras proféticas, segundo o man- ?481 D eus Eterno
292 S e p a r a ç ã o (6) trina que aprendestes; afastai-vos damento do Deus eterno, par# a obe- 1442 Evangelho
deles, diência por fé, entre tõdas as nações, [U n iv e rsa l
1085 N e g lig ê n c ia ao 18 porque esses tais não servem a 27 ao Deus único e sábio seja dada 2614 O b e d iê n c ia
[D e v e r Cristo nosso Senhor, e, sim, a seu glória, por meio de Jesus Cristo, pelos 1202 F é Im p o sta
645 C a r n a lld a d e 3839 S a b e d o ria d e D eus
próprio ventre; e, com suaves pala- séculos dos séculos. Amém. 1423 G lo rific a n d o a
*16.13‫׳‬: Mc 15.21. ‘16.21: At 16.1. **16.23: At 19.29; 1 Co 1.14. ‘16.23: 2 Tm 4.20. [D eu s

16:7 Andrõnico c a Júnias. Não é possível determinar através do original se o segundo 19 Sábios...simples. Em Mt 10:16b, lemos «prudentes como as serpentes e simples como
nome é feminino ou masculino. Eram judeus (parentes indica isto) e companheiros de as pombas». Em ambas as passagens ocorrem os mesmos adjetivos: soptios e akeraias. Cf
Paulo na prisão (cf 2 Co 11:23), talvez cm Éfeso. Crentes antes de Paulo, eles eram 1 Co 14:20.
contados entre os apóstolos no sentido mais lato c provavelmente entre os «quinhentos
irmãos» que viram o Senhor ressuscitado (1 Co 15:6). 20 Deus da paz. É um título repetido da bênção de Rm 15:33. É usado cm contraste com
Satanás, o autor da dissenção. E sm a g a rá . Parece ser um cco de Gn 3:15 onde a semente
13 Rufo. Deve ser o mesmo que é designado como filho dc Simãoo Cirencu (Mc 15:21). da mulher ferirá a cabeça do diabo. Os que pertencem a Cristo compartilham da Sua
Marcos escrevendo para Roma c. 60 d.C. usaria Alexandre e Rufo (membros da igreja dc vitória.
Roma) para identificar Simão que carregou a cruz. Eleito tem a idéia de «distinguido» e
«apreciado». Quando foi a esposa de Simão mãe para Paulo? Alguns identificam o Simão 21 Lúcio. Possivelmente refere-se a Lucas. Neste caso. «meus parentes», isto é, judeus,
Niger dc At 13:1 como o mesmo de Mc 15:21 e, portanto, pai de Rufo. Nesse caso. é só se aplicaria a Jasom e a Sosípatro (cf At 17:6,7,9; 20:4). Sabemos que Lucas estava com
muito natural que Paulo estivesse hospedado na sua casa quando Bamabé o procurou Paulo nesta altura (At 20:5,s$) e que Lúcio provavelmente era equivalente a Lucas.
para ajudar no ministério em Antioquia (cf At 11:25,26).
22 Tércio. Aparentemente Paulo usou regularmente amanuenses para escrever suas
16 Osculo santo (cf 1 Co 16:20, 2 0 ) 13:12, 1 Ts 5:26, I Pe 5:14). Corresponde ao epístolas.
«ósculo de paz» que ainda faz parle da liturgia da Igreja Ortodoxa. Era parte integrante
do culto no tempo dc Justino, o Mártir. 23 Erasto. Provavelmente, o mesmo cujo nome foi encontrado inscrito numa pedra da
pavimentação posta por ele em Corinto no primeiro século. Não deve ser o mesmo
mencionado em 2 Tm 4:20.
17 Paulo aqui deixa por um pouco sua hesitação em dirigir-se á igreja que ele não 25-27 N. Hom. Todo Louvor seja a Deus. 1) Pelo poder que fornece para confirmar os
fundou e começa a falar com sua plena autoridade apostólica. Nesta sua exortação final, cristãos (v 25). 2) Pela provisão do evangelho através da pregação e revelação (v 25). 3)
Paulo adverte contra os homens que provocam divisões c enganam os corações dos Pelo resultado na obediência que vem pela fé entre todos os povos (v 26). 4) Pela
simples. Deviam ter sido antinomianos semelhantes àqueles mencionados em Ep3:18, 19. finalidade suprema de dar glória a Deus eternamente por meio dc Jesus Cristo (v 27).