Você está na página 1de 1

Bem convenhamos que o principio de raça superior seja, uma imposição arbitraria, a partir da

concepção de raça superiores, vê-se o que se pode ser considerado homogêneo, na verdade
não respeita a própria consideração que as especificidade das raças, culturas e povos, estar
fundamentada nas característica comum entre as espécies, a questão da imposição moral do
rotulo que configura-se na não aceitação da diversidade representa suas bases
argumentativas, na própria ciência do século XVIII, sabe-se que só no século XIX compreende-
se que a diversidade de raça compunha seus pontos positivos. Franz boas em seu livro (a
mente primitiva do ser humano). Destaca a nova forma de se pensar a antropologia racial,
desmitificando as racionalidades das mentalidades coletivas em torno da composição em
detrimento do poligenismo social. De fato, o idealismo darwinista contribui certamente para
classifica as espécies segundo suas características semelhantes, porém arrisco-me a afirmar
que não era do interesse de Darwin preestabelecer um sentimento classificatório com a
relação à superioridade ou inferioridade das raças ou espécie, contudo é evidente que os
cientistas teóricos usaram o arcabouço intelectual para fundamentar os traços hereditários
como sustância da alternância entre superior e inferior. Como destacado em texto lido
recentemente por mim, texto este escrito por Schwarcz, onde decorre muito bem sobre os
tipos de interpretação craniológica que eram interpretadas a parti de princípio físicos exatos.

Voltando a questão relacionada a hegemonia da raça é vero perceber que a imposição da


hierarquia é nitidamente arbitraria, o que se define por homogêneo na verdade? o que seria
tão puro ao ponto de não ser mais o ponto? uma construção linear da causa e efeito estar-se
instaurada na prerrogativa enquanto ciência em diversos fatores, o problema do rotulo estar
no próprio rotulo, a palavra estereótipo entra nesse contexto facilmente como uma peça que
abarca o jogo das motivações combinativas o olhar aparente que o mundo visível proporciona
herda a sincronia do julgamento pré-estabelecido preso a máscara complacente.

Certamente nesta altura é imprescindível não tocarmos no passado histórico em que não era
apenas os negros, escravizado por serem negros. Nas primeiras cidade-estado na Grécia por
exemplo o domínio escravista dos sacerdotes sobre os súditos independia da
representatividade da cor do indivíduo, o direito como almejava Hitler se dava a partir da
nacionalidade de título de cidadão da terra tal, pertencente a originalidade de um sangue
genealogicamente conservador.

Por assim dizer essa construção imaginaria do julgamento de valor a partir da forma física
percebida diante dos olhos, é um fenômeno principalmente no Brasil demasiadamente
cognitivo difundido depois do século XV, com a descoberta das novas terras, dos novos povos,
e por outro lado já no século XVI com a chegada das grandessíssimas massas escravistas
trazidas para o litoral baiano. Perceber o negro enquanto escravo e enquanto inferior
compactua com a singularidade defeituosa, do apontar diretivo.

A convicção fundada na moralidade impositiva precedida pela civilização emancipadora é


responsável pela esteriotipização a palavra etnosentimentalismo superior