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Resoluções

dos exercícios
do Caderno de Exercícios
MATEMÁTICA A
12.º ANO

EXCLUSIVO
para o
Professor
Índice

Propostas de resolução dos exercícios do Caderno de Exercícios

Tema 1 | Cálculo Combinatório
  1. Propriedades das operações sobre conjuntos..............................................................................2
  2. Introdução ao cálculo combinatório.............................................................................................5
  3. Triângulo de Pascal e binómio de Newton.................................................................................12

Tema 2 | Probabilidades
  1. Definir espaços de probabilidade...............................................................................................15
  2. Definir probabilidade condicionada............................................................................................19
 

Tema 3 | Funções Reais de Variável Real
  1. Limites e continuidade................................................................................................................25
  2. Derivadas de funções reais de variável real e aplicações...........................................................40
 

Tema 4 | Funções Exponenciais e Funções Logarítmicas
  1. Juros compostos e número de Neper.........................................................................................65
  2. Funções exponenciais..................................................................................................................67
  3. Funções logarítmicas...................................................................................................................80
  4. Resolução de problemas e modelos exponenciais.....................................................................91

Tema 5 | Trigonometria e Funções Trigonométricas
  1. Fórmulas trigonométricas.........................................................................................................113
  2. Limites e derivadas de funções trigonométricas......................................................................121
  3. Osciladores harmónicos e a segunda lei de Newton................................................................137

Tema 6 | Primitivas e Cálculo Integral
  1. Noção de primitiva....................................................................................................................147
  2. Noção de integral......................................................................................................................153
 
Tema 7 | Números Complexos
  1. Introdução aos números complexos. Operar com números complexos..................................163
  2. Forma trigonométrica de um número complexo.....................................................................174
  3. Raízes de um número complexo...............................................................................................183
  4. Operar com números complexos e transformações geométricas. Condições em  ‚
e sua representação no plano complexo.................................................................................191
 

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Tema 1 | Cálculo Combinatório

1. Propriedades das operações sobre conjuntos

1.

$B#  &B  #)   ! • B − Ò  'ß *Ó Í B − Ò  'ß  ($ Ó ∪ Ò%ß *Ó


Æ
& „ È#&%‚$‚Ð#)Ñ
#
$B  &B  #) œ ! Í B œ #‚$ Í B œ & „' "* Í B œ  (
$ ” Bœ%

(
$B#  &B  #)   ! • B − Ò  'ß *Ó Í B − Ó  ∞ß  $ Ó ∪ Ò%ß  ∞Ò • B − Ò  'ß *Ó

     
(
E œ Ò  'ß  $ Ó ∪ Ò%ß *Ó

¸ B#  "¸  $ • B − Ò  'ß *Ó Í B
# "$ • B
#  "   $ • B − Ò  'ß *Ó Í

Í B  #  ' • B  #   ' • B − Ò  'ß *Ó Í B  ) • B   % •


• B − Ò  'ß *Ó Í B − Ó  %ß )Ò
Æ
                 

F œ Ó  %ß )Ò

a)  Ò  'ß  (
$ Ó ∪ Ò%ß *Ó

b)  Ó  %ß )Ò

c)  Ó  %ß  (
$ Ó ∪ Ò%ß 8Ò   

d)  Ò  'ß *Ó

e)  Ò  'ß  %] ∪ Ò)ß *Ó

f)  Ó (
$ ß %Ò

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2.
a)  :Ð+Ñ œ  "! Í $ +$  +#  "* +  & œ  "! Í $ +$  +#  "* +  "& œ ! Í
Æ
  $ "  "* "&
" $ %  "&
$ %  "& !

Í Ð+  "ÑÐ$ +#  % +  "&Ñ œ ! Í +  " œ ! ” $ +#  % +  "& œ ! Í

% „ È"'%‚$‚Ð"&Ñ % „ "%
Í+œ" ” +œ ' Í+œ" ” +œ ' Í
&
Í+œ" ” +œ $ ” + œ $

E œ Ö  $ß "ß &$ ×

?" œ $‚""
"" œ " à ?# œ $‚#"
#" œ &
$ à ?$ œ $‚$"
$" œ #   F œ Ö"ß &$ ß #×

b1)  - œ  $ à Ö  $ß "ß &$ × ∩ Ö  $ß "ß &$ ß $× œ Ö  $ß "ß &$ × à E § G

b2)  F§G à -œ#

3.  E∩F œE ÍE∩F œE ÍE∪F œE

4. 
a1)     E ∩ G œ E                a2)     F ∪ G œ G

b1)     EÏF § E § E ∪ F § G ,  donde  EÏF § G

b2)    É imediato que   G œ Y Ê E ∪ F § G .  Vejamos a implicação recíproca desta:


E ∪ F § G Ê G § E ∪ F Ê G ∪ G § �E ∪ F � ∪ G Ê Y § G Ê G œ Y

5. 
a)    E ∪ F § G Ê E § G Ê  G § E

b)    Como  E ∩ F œ g,  tem‐se, para qualquer B − Y À B − F Ê B  E Ê B − E

c)    E ∪ F § G Ê �E ∪ F � ∩ E § G ∩ E Ê ˆE ∩ E‰ ∪ ˆF ∩ E‰ § G ∩ E Ê
Ê g ∪ ˆF ∩ E‰ § G ∩ E Ê F ∩ E § G ∩ E Ê F § G ∩ E Ê F § GÏE Ê GÏE § F

6. 
a)    F ∪ Ð F ∪ E Ñ œ ÐF ∪ FÑ ∪ E œ Y ∪ E œ Y

b)    E ∩ ÐF ∩ EÑ œ E ∩ ÐE ∩ FÑ œ ÐE ∩ EÑ ∩ F œ E ∩ F

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c)   E ∩ ÐF ∩ EÑ œ ÐF ∩ EÑ ∩ E œ F ∩ ÐE ∩ EÑ œ F ∩ g œ g
 
d)    ��E ∩ F � ∩ F � ∪ E œ �E ∩ ˆF ∩ F ‰� ∪ E œ �E ∩ g� ∪ E œ g ∪ E œ E

e)    E ∪ Ð F ∩ E Ñ œ �E ∪ F � ∩ ˆE ∪ E‰ œ �E ∪ F � ∩ Y œ E ∪ F
 
� F œ �E ∩ F � ∪ F � ∩ F œ ’�E ∩ F � ∩ F “ ∩ F œ �E ∩ F � ∩ ˆF ∩ F ‰ œ
f)    �E ∩ F � ∪ F � ∩�
  œ �E ∩ F � ∩ g œ g

g)   �F ∩ E� ∪ ˆF ∩ E‰ œ F ∩ ˆE ∪ E‰ œ F ∩ Y œ F
 
h)    ’E ∩ ˆF ∩ E‰“ ∪ E œ �E ∩ ˆF ∪ E‰� ∪ E œ �ˆE ∩ F ‰ ∪ �E ∩ E�� ∪ E œ
  œ �ˆE ∩ F ‰ ∪ E� ∪ E œ ˆE ∩ F ‰ ∪ ˆE ∪ E‰ œ ˆE ∩ F ‰ ∪ Y œ Y

7. 
a)    Falsa.
    Contraexemplo: se  E œ Ö"ß #ß $×  e   F œ Ö$ß %} , vem    
  E ∪ �FÏE� œ Ö"ß #ß $× ∪ Ö%× œ Ö"ß #ß $ß %× Á F

b)    E ∩ F ∩ G œ �E ∩ F � ∩ G œ ˆE ∩ F ‰ ∪ G œ ˆE ∪ F ‰ ∪ G œ E ∪ F ∪ G à verdadeira.

8. 
a)    E ‚ F œ ÖÐ  $ß  #Ñß  Ð  $ß #Ñß Ð!ß  #Ñ , Ð!ß #Ñß Ð"ß  #Ñß Ð"ß #Ñ ×

b)    Não.  Por exemplo, o objeto   $  teria duas imagens:   #  e  #.

9. 
a)    G œ ÖÐ#ß %Ñß  Ð#ß 'Ñß Ð$ß %Ñß Ð$ß 'Ñß Ð&ß 'Ñ×

b)    H œ ÖÐ#ß "Ñß   Ð$ß 'Ñ×

c)    I œ ÖÐ#ß "Ñß  Ð$ß %Ñß Ð&ß 'Ñß Ð&ß %Ñ×

    Eœ #‚#
#  #‚$
# œ#$œ&

10. 
a)    EÏF ‚ G œ ÐE ∪ FÑ ‚ G œ ˆE ‚ G ‰ ∪ �F ‚ G �

b)    �E ‚ F � ∪ ˆE ‚ F ‰ œ ÐE ∪ EÑ ‚ F œ Y ‚ F

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c)    É imediato que  E œ F Ê E ‚ G œ F ‚ G . Vejamos a implicação recíproca desta:
    Tem‐se, para qualquer pertencente a  Y ,  B − E Í a C − Gß ÐBß CÑ − E ‚ G Í
    Í a C − Gß ÐBß CÑ − F ‚ G Í B − F

d)    ˆE ‚ G ‰ ∪ ˆF ‚ G ‰ œ E ‚ G Í ÐE ∪ FÑ ‚ G œ E ‚ G Í E ∪ F œ E Í F § E Í E § F

11.  Provar que  E ‚ F œ g Í E œ g ” F œ g  equivale a provar que:


    E ‚ F Á g Í E Á g • F Á g
    Ora,  E ‚ F Á g Í b Bß C − Y À ÐBß CÑ − E ‚ F Í
    Í b Bß C − Y À B − E • C − F Í E Á g • F Á g .

2. Introdução ao cálculo combinatório

Èk  %k œ È% œ # − !  , logo   % − E à   Èk  $k œ È$  !  , logo   $  E
12. 

Èk  #k œ È#  !  , logo   #  E à   Èk  "k œ È" œ " − !  , logo   " − E 

Èk!k œ È! œ ! − !  , logo ! − E à    Èk"k œ È" œ " − !  , logo  " − E 

Èk#k œ È#  !  , logo #  E à     Èk$k œ È$  !  , logo  $  E

Èk%k œ È% œ # − !  , logo % − E
 

E œ Ö  %ß  "ß !ß "ß %×

a)    #ÐEÑ œ &

b1)   #ÐFÑ œ #ÐE ∪ FÑ  #ÐFÑ œ )  & œ $

b2)   #ÐE ∩ FÑ œ #ÐE ∪ FÑ œ #ÐY Ñ  #ÐE ∪ FÑ œ *  ) œ "

c)    #ÐE ‚ CÑ œ #ÐEÑ ‚ #ÐCÑ Í #! œ & ‚ #ÐCÑ Í #ÐCÑ œ %

13. 
Tem‐se:    #ÐEÑ œ #ÐE ∩ Y Ñ œ #�E ∩ ˆF ∪ F ‰� œ #�ÐE ∩ FÑ ∪ ÐE ∩ FÑ� œ
ЇÑ
a1)  
    œ #ÐE ∩ FÑ  #ÐE ∩ FÑ

    Ð‡Ñ Tem‐se ÐE ∩ FÑ ∩ ÐE ∩ FÑ œ ÐE ∩ EÑ ∩ ÐF ∩ FÑ œ E ∩ g œ g .

a2)  Tendo em conta a alínea anterior, tem‐se:  #ÐE ∩ FÑ œ  #ÐEÑ  #ÐE ∩ FÑ


  Tem‐se   EÏF œ E ∩ F    e,  como F § E , tem‐se também   E ∩ F œ F  .
  Portanto,  #ÐEÏFÑ œ #ÐEÑ  #ÐFÑ .
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b)  �
#ÐEÑ ‚ #ÐEÑ œ %) Í #ÐEÑ ‚ "'  #ÐEÑ � œ %) Í  �#ÐEÑ�#  "' #ÐEÑ  %) œ ! Í

"' „ È#&'%‚Ð"Ñ‚Ð%)Ñ
  Í #ÐEÑ œ # Í #ÐEÑ œ "' „ )
# Í #ÐEÑ œ % ” #ÐEÑ œ "#

  Logo, vem que #ÐEÑ œ "#  e  #ÐEÑ œ % .

14.    ' ‚ ) œ %)

15.    % ‚ & ‚ $ œ '!

16.    % ‚ % (par, par)  % ‚ & (par, ímpar)  & ‚ % (ímpar, par) œ &'

17.    $ ‚ $ ‚ $ ‚ $ œ )"

18. 
a)     ( ‚ ( ‚ ( œ $%$ 

b1)   $ (escolha da posição do algarismo ímpar) ‚ $ (escolha do algarismo par) ‚ $ (escolha do


algarismo par) ‚ % (escolha do algarismo ímpar) œ "!) 
 
b2)   ( ‚ ( ‚ % œ "*'

19.    (x œ & !%!

20.     ' ‚ & ‚ % ‚ $ ‚ # ‚ " œ 'x œ (#!

21.    
a)    "#x œ %(* !!" '!!

b)  $ ‚ ""x œ  ""* (&! %!!

c)  $ ‚ % ‚ "!x œ %$ &%& '!!

d)  & ‚ % ‚ "!x œ (# &(' !!!

e)  %x ‚ )x œ *'( ')!

f)  $x (ordenação das coleções) ‚ &x ‚ %x ‚ $x œ "!$ ')!

g)  "! ‚ *x ‚ $x œ "!x ‚ $x œ #" ((# )!!

6 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


h)  "#x  "" ‚ "!x ‚ # œ "#x  ""x ‚ # œ $** "') !!!

i)  "#x  & ‚ % ‚ "!x (os dois do meio serem da coleção Uma Aventura)  


 % ‚ $ ‚ "!x (os dois do meio serem da coleção Os Cinco) 
   $ ‚ # ‚ "!x (os dois do meio serem da coleção de Júlio Verne)  œ
  œ $%" "!( #!!

22. 
a)      %x ‚ 'x œ  "( #)!

b)    &x (ordenação de cinco blocos: clube A, clube B e cada um dos outros três
jogadores) ‚ %x ‚ $x œ "( #)!

c)  %x (ordenação de quatro blocos: clubes e cada um dos outros três jogadores) ‚ %x (ordenação


dos jogadores do clube A)  ‚ $x (ordenação dos jogadores do clube B) œ $%&'
  Nota: os sete jogadores dos clubes A e B terão de ficar dispostos da seguinte forma: Jogador do
clube A ; Jogador do clube B ; Jogador do clube A ; Jogador do clube B ; Jogador do clube A ;
Jogador do clube B ; Jogador do clube A.

23.    %x ‚ #% œ  $)%

24.     a)  "&x œ "& ‚ "%x       b)  "'x ‚ "( œ "(x


 
  c)    &x
& œ &‚%x
& œ % x               d)    *x
)x œ *‚)x
)x œ*

 
  e)    (x
&x œ (‚'‚&x
&x œ ( ‚ ' œ %#

25.   
8# 8#
a)       &x œ"  'x Í ' 8# œ (#!  8# Í & 8# œ (#! Í 8# œ "%% Í 8 œ "#
Ð'Ñ Ð'xÑ

8"x 8x 8"‚8x 8x


8"x 8x 8"‚8x 8x
8x Ð8""Ñ
b)       œ !,*  Í œ !,*  Í 8x Ð8""Ñ œ !,*  Í 8
8# œ *
"!  Í
ЇÑ

    Í "! 8 œ * 8  ") Í 8 œ ") ЇѠO universo é 

26.   
  Para  8 œ "  tem‐se:       
1
a)  5"
5x œ" "
1x   Í 0 œ ! , o que é verdade.
5œ"

  Hipótese de indução:  
8
  5"
5x œ" "
8x
5œ"

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 7


  Tese de indução:  �
8"
  �8"�x
5" "
5x œ"
5œ"

  Demonstração:     � œ�
8" 8
  �8"�x �8"�x
5" 5" 8 " 8
5x 5x  œ" 8x  œ
5œ" 5œ"

        �8"�x �8"�x
8" 8 "
œ" Ð8Ñ x  œ"

b)    Para  8 œ "  tem‐se:   Ð"  "Ñx   #"   Í #   # , o que é verdade.

    Hipótese de indução:  Ð8  "Ñx   #8

    Tese de indução:  Ð8  #Ñx   #8"

    Demonstração:   Ð8  "Ñx   #8 Ê Ð8  #Ñ Ð8  "Ñx   Ð8  #Ñ #8 Ê Ð8  #Ñx   Ð8  #Ñ #8 Ê


        Ê Ð8  #Ñx   # ‚ #8 Ê Ð8  #Ñx   #8"

27.   ) ‚ ( ‚ ' œ ) E$ œ $$'

28.     & E$  ' E% œ %#!

29. 
a)  %#  (números de dois algarismos)  %$  (números de três algarismos) œ )!

b)  %
E#  % E$ œ $'

c)  # ‚ Ð$ ‚ "  $ ‚ # ‚ "Ñ œ ")

d)  �%#    %$  �  ˆ% E#  % E$ ‰ œ %%

30. 
a)   ( ‚ ' ‚ & œ ( E$ œ #"!

b1)    $ (posição do algarismo ímpar) ‚ $ ‚ # ‚ % œ (#

b2)    4 (algarismo das unidades) ‚ 6 ‚ 5 œ 120

31.  
a)     #'& ‚ "!# œ " ")) "$( '!!

b)     #'
E& ‚ "! E# œ ("! %#% !!!

c)     #"& ‚ "! ‚ " œ %! )%" !"!

8 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


d)     &$ ‚ #'# ‚ $# œ ('! &!!

e)     &x ‚ "!# œ "# !!!

f)   #'& ‚ "# (os algarismos só podem ser as permutações do 7 e o 6, ou as permutações do 7 e o 8,


ou as permutações do 8 e o 9, ou as permutações do 9 e o 6, ou as permutações do 9 e o 4, ou as
permutações do 8 e o 5)  œ "%# &(' &"#

32. 
a)  & (o primeiro algarismo tem que ser maior ou igual a 5) ‚ ($ œ " ("&

b)  & ‚ ' E$ œ '!!

c)  &  ‚ ($    & ‚ ' E$ œ " ""&

33.  
a)     % ‚ * E$  (primeiro algarismo inferior a 5)  & ‚ ) E# (primeiro algarismo 5 e segundo inferior
a 5)  & ‚ ( (números da forma 56_ _) œ #$$"

b)     % ‚ *$  (primeiro algarismo inferior a 5)  & ‚ *# (primeiro algarismo 5 e segundo inferior


a 5)  & ‚ * (números da forma 56_ _)  * (números da forma 565 _) œ $$(&

c)     % ‚ "! ‚ " ‚ " (primeiro algarismo inferior a 5)  ' ‚ " ‚ " (primeiro algarismo 5 e segundo


inferior ou igual a 5)  " ‚ " (números da forma 56_ _) œ %(

34.    % (números com um algarismo)  % E#  (números com dois algarismos)  % E$  (números com três


algarismos)  %x (números com quatro algarismos) œ '%

35.     "!
E#  (número de maneiras de sentar os idosos) ‚ ) E'  (número de maneiras de sentar as
mulheres) ‚ % E# (número de maneiras de sentar dois dos quatro homens não idosos nos dois
lugares disponíveis) œ #" ((# )!!

36. 
a)     % (número de imagens que o 1 pode ter) ‚ % (número de imagens que o 2 pode ter) ‚
‚ % (número de imagens que o 3 pode ter) œ '%

b)     % ‚ $ ‚ # œ % E$ œ #%

37.     "#
G' œ *#%

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38. 
a)      & G# œ "!

b)      & G$ œ "!

39. 
a)      "%
G' œ $ !!$

b)      "!
G' œ #"!

40. 
a)  (
G$ œ $&

b)  '
G# œ "&

c)  (
G$  & (entram em simultaneo a Sofia e o Artur) œ $!

d)  (
G$  % G$  (só rapazes)  "(só raparigas) œ $!

41.    "!
E&  (canetas) ‚ & G& (lápis) œ $! #%!  ou  "! G& (lápis) ‚ & E&  (canetas) œ $! #%!

50
42.    G& ‚ 1#G2 œ "$* )$) "'!

43. 
a)  &x ‚ &x œ "% %!!        b)  &
G# œ "!

44.    & G$ (escolha das três irmãs que levam brincos iguais) ‚ ' E# œ $!!

45.    Por exemplo  "# G& (escolha das cinco crianças, de entre as doze, que vão usar as máscaras de


palhaço) ‚ ( G%  (escolha das quatro crianças, de entre as sete sobrantes, que vão usar as
máscaras de Arlequim) ‚ $x (distribuição das máscaras de principe pelas três crianças
sobrantes) œ "'' $#!

46.    ' G# ‚ * E%  (números que começam por 5)  ' G$ ‚ ) ‚ ) E$ (números que não começam


por 5) œ ** "#!

47. 
a)  #!
G& ‚ "& G& ‚ "! G& ‚ & G& œ ","( ‚ "!"!

10 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


b1)  ##! œ " !%) &('

b2)  ##!  #"* œ &#% #))

48.    *'  * (todas as bolas na mesma caixa)  * E# ‚ ' G&  (cinco bolas numa caixa e uma bola noutra


caixa)  œ &$" !!!

49. 
a)  "#
G% ‚ % œ " *)!

b)  *
G# ‚ "! G$  (duas figuras que não são de espadas, três espadas que não são figuras) 
 $ ‚ * ‚ "! G# ‚ $! (uma figura de espadas, uma figura que não é de espadas, duas espadas
que não são figuras e uma carta que não é de espadas nem figura)  $ G# ‚ "! ‚ $! G#  (duas
figuras de espadas, uma carta de espadas que não é figura e duas cartas que não são de espadas
nem são figuras) œ &$ )#!

50. 
a)  "#
G#  $ ‚ ' (número de arestas) œ %)

b)  # ‚ ' G#  "# (número de arestas das bases) œ ")

c)  # ‚ ' G# ‚ ' œ ")!

d)  Designemos as bases por  ,"   e  ,#   e as faces laterais por  6" ß  6# ß   6$ ß   6% ß  6&  e  6'  , sendo  6"


paralela a  6%  ß   6#  paralela a  6&   e  6$   paralela a  6' . O número de maneiras de pintar o sólido é
' ‚ " (para as bases) ‚ 5 ‚ 4 ‚ 3 ‚ 1 ‚ 1 ‚ 1 (para as faces laterais 6" ß 6# ß 6$ ß 6% ß 6& e 6' ) œ $'!

8 Ð8"ÑÐ8#Ñ x 8 Ð8"Ñ
51.     8 G#  8 œ #! Í 8x
Ð8#Ñ x‚# x  8 œ #! Í Ð8#Ñ x‚#  8 œ #! Í #  8 œ #! Í

$„È*%‚"‚Ð%!Ñ
    Í 8#  8  # 8  %! œ ! Í 8#  $ 8  %! œ ! Í 8 œ # Í8œ $„"$
# Í

    Í 8 œ ) ” 8 œ  &   
    O polígono tem 8 lados, o seu perímetro é  $ ‚ ) œ #% .

52.    .Ð8  "Ñ  .Ð8Ñ œ � 8"G#  Ð8  "Ñ�  � 8G#  8� œ �8"�8


# 8" 8�8"�
# 8œ

8#  8 Ð8# 8Ñ
    œ # " œ #8
#  " œ8"

53.    #8 œ % !*' Í #8 œ #"# Í 8 œ "#ß  o conjunto tem "# elementos. O número de subconjuntos


com seis elementos é   "#G' œ *#% .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 11


3. Triângulo de Pascal e binómio de Newton

54.    #8 œ " !#% Í #8 œ #"! Í 8 œ "!


a)      " e "!        b)    ""      c)    "!
G& œ #&#

55.     œ Íœ
$$ '%*  "!! *%( œ , , œ "$% &*'
"!! *%(  + œ $%' "!% + œ #%& "&(

56.     "  8  8  " œ #' Í 8 œ "# . O terceiro elemento dessa linha é   "#G# œ '' .

57.    8G:  =  #!"(G)"  #!"'G)! Í 8G:  =   #!"'G)!  #!"'G)"  #!"'
G)! Í
    Í 8G:  =   #!"'G)" Í 8 œ #!"' à : œ )"

58.    ")
G! œ " œ ")G") à ")G" œ ") œ ")G"( à ")G# œ "&$ œ ")G"' à ")G$ œ )"' œ ")G"& à
")
    G% œ $ !'! œ ")G"%
")
    G& œ ) &') œ ")G"$  , logo dos 19 elementos, 10 são inferiores a % !!!, portanto 9 são
superiores.

59.     No esquema apresentado a seguir, apresentam‐se os quatro primeiros elementos de duas linhas
consecutivas do triângulo de Pascal (utilizam‐se letras para designar alguns destes elementos).

  " + , 5 ÞÞÞ
" +" +, ,5 ÞÞÞ

  Tem‐se:
  "  +  "  +  ,  ,  5 œ #  #+  #,  5 œ #  #+  #,  #5  5 œ
  œ #Ð"  +  ,  5Ñ  5 œ #=  5

60.     8G&* œ 8G$) Í 8 œ &*  $) Í 8 œ *( à *)


G# œ *)
G*' œ %(&$

61.    A soma de todos os elementos da linha do triângulo de Pascal que contém os elementos da
forma  8G:   é  #8 . Esta linha tem  8  "  elementos, sendo o último igual a 1. Portanto, a soma
dos  8  primeiros elementos desta linha é igual a  #8  " .
  A soma de todos os elementos das linhas anteriores é igual a:
8
  "  #  ##  #$  ÞÞÞ  #8" œ " ‚ "# 8
"# œ #  "
  Portanto, a soma dos  8  primeiros elementos da linha do triângulo de Pascal que contém os
elementos da forma  8G:   é igual à soma de todos os elementos das linhas anteriores.

12 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


62.  
a)     Ð&B  #Ñ$ œ " ‚ Ð& BÑ$ ‚ #!  $ ‚ Ð& BÑ# ‚ #"  $ ‚ Ð& BÑ" ‚ ##  " ‚ Ð& BÑ! ‚ #$ œ
    œ "#& B$  "&! B#  '! B  ) 

b)      Ð$B  "Ñ% œ " ‚ Ð$ BÑ% ‚ "!  % ‚ Ð$ BÑ$ ‚ ""  ' ‚ Ð$ BÑ# ‚ "#  % ‚ Ð$ BÑ" ‚ "$ 
     " ‚ Ð$ BÑ! ‚ "% œ )" B%  "!) B$  &% B#  "# B  "

c)   ÐB  %Ñ& œ " ‚ B& ‚ Ð  %Ñ!  & ‚ B% ‚ Ð  %Ñ"  "! ‚ B$ ‚ Ð  %Ñ#  "! ‚ B# ‚ Ð  %Ñ$ 

   & ‚ B" ‚ Ð  %Ñ%  " ‚ B! ‚ Ð  %Ñ& œ B&  #! B%  "'! B$  '%! B#  " #)! B  "!#% 

d)    ˆ#B  " ‰' œ " ‚ Ð# BÑ' ‚ ˆ  " ‰!  ' ‚ Ð# BÑ& ‚ ˆ  " ‰" 

 "& ‚ Ð# BÑ% ‚ ˆ  ‰#  #! ‚ Ð# BÑ$ ‚ ˆ  ‰$  "& ‚ Ð# BÑ# ‚ ˆ  ‰% 


$ $ $
" " "

 ' ‚ Ð# BÑ" ‚ ˆ  ‰&  " ‚ Ð# BÑ! ‚ ˆ  ‰' œ


$ $ $
" "
$ $
)! "'! #! % "
œ '% B'  '% B&  $ B%  #( B$  #( B#  )" B  (#*

63.     Š#  È$‹ œ " ‚ #& ‚ ÐÈ$Ñ!  & ‚ #% ‚ ÐÈ$Ñ"  "! ‚ #$ ‚ ÐÈ$Ñ#  "! ‚ ## ‚ ÐÈ$Ñ$ 
&

   & ‚ #" ‚ ÐÈ$Ñ%  " ‚ #! ‚ ÐÈ$Ñ& œ $#  )!È$  #%!  "#!È$  *!  *È$ œ


œ $'#  #!*È$
 

  + œ 362 ;  , œ 209

64.    Ð#B  "Ñ%  = "'B%  $!B$  "*B#  &B  " Í


    Í " ‚ Ð# BÑ% ‚ "!  % ‚ Ð# BÑ$ ‚ ""  ' ‚ Ð# BÑ# ‚ "#  % ‚ Ð# BÑ" ‚ "$  " ‚ Ð# BÑ! ‚ "% œ
    œ "'B%  $!B$  "*B#  &B  " Í
    Í "' B%  $# B$  #%B#  ) B  " œ "'B%  $!B$  "*B#  &B  " Í
    Í # B$  & B#  $ B œ ! Í B�# B#  & B  $ � œ ! Í B œ ! ” # B#  & B  $ œ ! Í
&„È#&%‚#‚$
    ÍBœ!”Bœ % ÍBœ!”Bœ &„"
% ÍBœ!”Bœ  $
# ”Bœ "

65.    * G% ˆ$+% ‰ ˆ  " ‰%


& "
+ œ "#' ‚ #%$ +#! ‚ +% œ $! '") +"'

66.    O termo geral do desenvolvimento de   ˆ#B#  B$$ ‰   é    ) G5 �#B# � ˆ B$$ ‰5 œ


) )5
5 "'#5
    œ ) G5 ‚ #)5 ‚ B"'#5 ‚ B$$5 œ ) G5 ‚ #)5 ‚ $5 ‚ B B$5 œ

œ ) G5 ‚ #)5 ‚ $5 ‚ B"'#5$5 œ ) G5 ‚ #)5 ‚ $5 ‚ B"'&5 à "'  &5 œ " Í 5 œ $

    O termo é  ) G$ ‚ #)$ ‚ $$ ‚ B"'&‚$ œ %) $)% B , o seu coeficiente é %) $)%.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 13


67.    ÐB#  'B c *Ñ& œ ÐB  $Ñ# d œ ÐB  $Ñ"! Þ O termo geral do desenvolvimento de  ÐB  $Ñ"!     é
&

"!
G5 ‚ B"!5 ‚ $5 œ "! G5 ‚ $5 ‚ B"!5 à "!  5 œ ' Í 5 œ %

    "!
G% ‚ $% ‚ B"!% œ "( !"! B'  , o seu coeficiente é "( !"!.

68.
� G5 ‚ &"!5 ‚ $5 œ #8 Í Ð&  $Ñ"! œ #8 Í )"! œ #8 Í �#$ �
"!
"!
a)   "!
œ #8 Í
5œ!

Í #$! œ #8 Í 8 œ $!

� G5 ‚ '"#5 œ ŠÈ(‹ Í Ð'  "Ñ"# œ ŠÈ(‹ Í ("# œ ŠÈ(‹ Í


"# 8 8 8
b)    "#
5œ!

Í ”ŠÈ(‹ • œ ŠÈ(‹ Í ŠÈ(‹ œ ŠÈ(‹ Í 8 œ #%


# "# 8 #% 8

� G5 ‚ $#)#5 œ 8"% Í � G5 ‚ �$# �


"% "%
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c)   "% "%
‚ "5 œ 8"% Í

Í �
5œ! 5œ!
"%
"%
G5 ‚ *"%5 ‚ "5 œ 8"% Í Í Ð*  "Ñ"% œ 8"% Í "!"% œ 8"% Í 8 œ "!
5œ!

� 8G5 ‚ % # œ È *%!   Í   � 8G5 ‚ Š% # ‹ œ * &   Í � 8G5 ‚ ŠÈ%‹ œ *)   Í


8 5 %!
8 " 5 8 5
d)   &

Í � 8G5 ‚ "85 ‚ #5 œ �$# �   Í Ð"  #Ñ8 œ $"'   Í $8 œ $"'   Í 8 œ "'


5œ! 5œ! 5œ!
8
)
 
5œ!

69.      � G: Ð  #Ñ: œ �


#8 #8
#8 #8
G: ‚ "#8: ‚ Ð  #Ñ: œ Ð"  #Ñ#8 œ Ð  "Ñ#8 œ "
:œ! :œ!

14 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


Tema 2 | Probabilidades
 1. Definir espaços de probabilidade

1.
a)    I œ Ö/ß -ß 9ß :×

b)    cÐIÑ œ Ögß Ö/×ß Ö-×ß Ö9×ß Ö:×ß Ö/ß -×ß Ö/ß 9×ß Ö/ß :×ß Ö-ß 9×ß Ö-ß :×ß Ö9ß :×ß Ö/ß -ß 9×ß Ö/ß -ß :×ß
  Ö/ß 9ß :×ß Ö-ß 9ß :×ß Ö/ß -ß 9ß :××

c)    Ö/ß :×

2. 
a)    I œ ÖÐ"ß "Ñß Ð"ß #Ñß Ð"ß $Ñß Ð#ß "Ñß Ð#ß #Ñß Ð#ß $Ñß Ð$ß "Ñß Ð$ß #Ñß Ð$ß $Ñ×

b1)    ÖÐ"ß "Ñß Ð#ß #Ñß Ð$ß $Ñß ×

b2)    ÖÐ"ß #Ñß Ð#ß "Ñ×

b3)    ÖÐ"ß $Ñß Ð#ß $Ñß Ð$ß "Ñß Ð$ß #Ñ×

b4)    ÖÐ"ß $Ñß Ð#ß $Ñß Ð$ß "Ñß Ð$ß #Ñß Ð$ß $Ñ×

c)    #*  Ð" (acontecimento impossível)  * (acontecimentos elementares)Ñ œ &!#

3. 
a)   T ÐEÑ œ "   T ÐEÑ œ "  !ß % œ !ß '

b)   T ÐFÑ œ "  T ÐFÑ œ "  !ß & œ !ß &

c)   T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∪ FÑ œ !ß '  !ß &  !ß ) œ !ß $

d)    T ÐE ∪ FÑ œ T ÐE ∩ FÑ œ "  T ÐE ∩ FÑ œ "  !ß $ œ !ß (

e)   T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ   T ÐE ∩ FÑ œ !ß '  !ß $ œ !ß $

f)    T Ò E ∪ ÐE ∩ FÑÓ œ T ˆE‰  T ÐE ∩ FÑ  T Ò E ∩ ÐE ∩ FÑÓ œ !ß %  !ß $  T Ò ˆE ∩ E ‰ ∩ FÓ œ


  œ !ß (  T �g ∩ F � œ !ß (  T �g� œ !ß (  ! œ !ß (

4. 
a)    T ÐE ∪ FÑ  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐE ∪ FÑ  T ÐE ∪ FÑ œ T ÐE ∪ FÑ  "  T ÐE ∪ FÑ œ "

b)    T ÐE ∪ FÑ  c
T ÐE ∪ FÑ œ T ÐE ∩ FÑ  T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑd œ
  œ "  T ÐE ∩ FÑ  T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ "  T ÐEÑ  T ÐFÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 15



c)    T �E ∪ F �Ï�E ∩ F �� œ T ��E ∪ F � ∩ ˆE ∩ F ‰� œ
  œ T �E ∪ F �  T ˆE ∩ F ‰  T ��E ∪ F � ∪ ˆE ∩ F ‰� œ
  œ T �E ∪ F �  "  T ÐE ∩ FÑ  T ��E ∪ F � ∪ ˆE ∪ F ‰� œ
  œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ  "  T ÐE ∩ FÑ  T ��F ∪ E� ∪ ˆE ∪ F ‰� œ
  œ T ÐEÑ  T ÐE ∩ FÑ  "  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ  T �F ∪ ˆE ∪ E‰ ∪ F � œ
  œ T ÐE ∩ FÑ  "  T ÐF ∩ EÑ  T ˆF ∪ I ∪ F ‰ œ T ÐE ∩ FÑ  "  T ÐF ∩ EÑ  T �I � œ
  œ T ÐE ∩ FÑ  "  T ÐF ∩ EÑ  " œ T ÐE ∩ FÑ  T ÐF ∩ EÑ œ T ÐEÏFÑ  T ÐFÏEÑ

d)    T ÐE ∪ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ Ÿ T ÐEÑ  T ÐFÑ  porque  T ÐE ∩ FÑ   !

5.
a)   "#
## œ '
""

"!
b)   ## G
G#
#
œ #$"  
%&
œ "&
((

"#
G$ "! G$
c)   " ## G
$
œ" $%!
"&%! œ '!
((

6.
#ÐEÑ
a)   #ÐIÑ œ '
"! Í "#
#ÐIÑ œ '
"! Í  #ÐIÑ œ #!

b)   T ÐE ∪ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ Í !ß ) œ !ß '  T ÐFÑ  !ß #& Í T ÐFÑ œ !ß %&


#ÐFÑ #ÐFÑ
  #ÐIÑ œ "!! Í #! œ #! Í #ÐFÑ œ *
%& *

7.   %‚"
%‚% œ "
%

8.
&
G# ‚#" G$
a)   #' G
&
œ ''&
$ #)* ¸  !ß #!

#"
b)   " #' G
G&
&
¸  !ß '*

9.   Seja  B  o número de raparigas,  B  $  é o número de rapazes,  #B  $  é o número total


  de jovens.

  B
# B$ œ $
& Í 'B  * œ &B Í B œ *

  Na festa estavam * raparigas, ' rapazes, e um total de "& jovens.
  Para que as raparigas fiquem todas juntas o número de maneiras é  (x ‚ *x œ " )#) *"& #!! .

16 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


10.
a)   Os casos possíveis equiprováveis são  ' ‚ ' œ $' .
  Nos casos favoráveis temos: branco‐azul, azul‐branco, branco‐amarelo, amarelo‐branco,
azul‐amarelo, amarelo‐azul. O número de casos favoráveis é assim: # ‚ " ‚ $  (branco‐azul e
azul‐branco)  # ‚ " ‚ #  (branco‐amarelo e amarelo‐branco)  # ‚ $ ‚ #  (azul‐amarelo e
amarelo‐azul) œ ## . A probabilidade pedida é  ##
$' œ ") .
""

b)   Os casos possíveis equiprováveis são  ' ‚ ' œ $' .


  Nos casos favoráveis temos: branco‐azul, azul‐branco, branco‐amarelo, amarelo‐branco,
azul‐amarelo, amarelo‐azul, mas nestas duas últimas situações apenas podem sair o $ e o '.
O número de casos favoráveis é assim: # ‚ " ‚ $  (branco‐azul e azul‐branco)  # ‚ " ‚ #
(branco‐amarelo e amarelo‐branco)  # ‚ " ‚ "  (' azul‐$ amarelo e $ amarelo‐' azul) œ "#.
A probabilidade pedida é  "#
$' œ $ .
"

c)   Os casos possíveis equiprováveis são  ' ‚ ' œ $' .


  Nos casos favoráveis temos: branco‐branco, azul‐azul, amarelo‐amarelo, mas como o número %
não é divisor de $!, o número de casos favoráveis é assim: " ‚ "  (branco‐branco)  # ‚ #  (azul‐
‐azul)  # ‚ #  (amarelo‐amarelo) œ * . A probabilidade pedida é  $'
*
œ "% .

11.
a)   Os casos possíveis são ) x.
  Nos casos favoráveis temos: & E$  (para os atletas da equipa Os Gazelas) ‚ & x (para os restantes
&
atletas). A probabilidade pedida é  E$)‚&
x
x &
œ #) .

b)    Os casos possíveis são ) x.
  Nos casos favoráveis temos: $ G#  (escolha dos dois atletas da equipa Os Gazelas que vão ocupar
as pistas 1 e 2) ‚ # (distribuição das pistas 1 e 2 pelos dois atletas escolhidos) ‚ & (número de
pistas que o outro atleta da equipa Os Gazelas pode escolher) ‚ & x (distribuição das restantes
$
pistas pelos restantes atletas). A probabilidade pedida é  G# ‚#‚&‚&
)x
x &
œ &'  .

c)   A probabilidade pedida é  ' x‚$


)x
x
œ #) .
$

12.
(
E'  $$ E'
a1)   A probabilidade pedida é  %! E
'
¸ !ß #* .

$$
a2)   A probabilidade pedida é  "  %! E
E'
'
¸ !ß (" .

a3)    Nos casos favoráveis, uma vez que o número 10 tem que entrar, vamos começar por escolher os
restantes cinco números, de entre os 30 maiores do que 10. Escolhidos os seis números, eles
$!
podem permutar entre si. A probabilidade pedida é assim   G%!&E‚' ' x ¸ !ß !% .

b)   A probabilidade de ganhar o prémio com uma aposta é    %!"G' œ $ )$) $)! .


"

  $ )$) $)!  # Í 5  " *"* "*! 


5 "
 
  O jogador terá de gastar mais de 1 919 191 euros.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 17


8
G$  '‚% G$
13.   A probabilidade pedida é  )G
$
œ   (% .

14.   Os casos possíveis são * x.
  Nos casos favoráveis temos: ' G$  (escolha de dois grupos de três rapazes cada) ‚ $ x (distribuição
dos três grupos pelos três carros) ‚ $ x (número de maneiras de sentar três pessoas em três
lugares, no primeiro carro) ‚ $ x (número de maneiras de sentar três pessoas em três lugares, no
segundo carro) ‚ $ x (número de maneiras de sentar três pessoas em três lugares, no terceiro
'
G$ ‚�$ x�%
carro). A probabilidade pedida é  *x œ "% .
"

15.   A probabilidade pedida é  #‚% x‚' x


"! x œ   "!&
"

16.   Existem tantos subconjuntos de  E  quantas as sequências �," ß ,# ß ÞÞÞ ß ,8 �,  com  8  elementos,


onde cada elemento  ,3   da sequência é 0 ou 1. Isto porque, designando por F o conjunto das
sequências, a função  0 À T ÐEÑ Ä F   que a cada subconjunto  \   de  E  faz corresponder a
sequência  �," ß ,# ß ÞÞÞ ß ,8 � de acordo com a regra:
Para cada  3 − Ö"ß #ß ÞÞÞÞß 8×,  tem‐se:  œ 3
, œ !, se  +3  \
   é uma bijeção.
,3 œ ", se  +3 − \
Assim,  por  exemplo,  o  conjunto  vazio  corresponde  à  sequência  de  8  zeros,  o  conjunto  E
corresponde à  sequência de 8 uns, o conjunto  {1, 3}  corresponde à sequência
 " ! " –––––––––
! ! ! ! ÞÞÞÞ ! .
8  $ zeros
Como cada elemento da sequência pode tomar um de dois valores, existem  #8  sequências.
  Os casos possíveis são assim  #8 .
  Casos favoráveis ao subconjunto conter o número  7 : Todos os outros elementos da sequência
podem tomar os valores 0 ou 1, o elemento  7  apenas pode tomar o valor 1. Existem então
8"
#8"  casos favoráveis. A probabilidade pedida é, então,  ##8 œ   "# .

  Outro processo de resolução:

  Casos possíveis:  #�T ÐEÑ� œ #8
    Casos favoráveis ao subconjunto conter o número 7:
    Subconjuntos com 1 elemento  Ä 1 (o conjunto Ö7×Ñ
    Subconjuntos com 2 elementos  Ä 8  " (os conjuntos Ö7ß  3× com  3 − EÏÖ7×Ñ
    Subconjuntos com 3 elementos  Ä 8" G#  (os conjuntos Ö7ß  3ß 4× com  3ß 4 − EÏÖ7×Ñ
    Subconjuntos com 4 elementos  Ä 8" G$   etc.
    Subconjuntos com 8 elementos  Ä " (o conjunto E)
  Os casos favoráveis são assim  8" G!  8" G"  8" G#  ÞÞÞ  8" G8" œ #8"  (soma de todos
os elementos da linha do triângulo de Pascal que contém os elementos da forma  8" G5 Ñ.
8"
  A probabilidade pedida é, então,  ##8 œ   "# .

18 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


2. Definir probabilidade condicionada

17.   T ÐF# lF" Ñ  designa a probabilidade de a bola retirada em segundo lugar ser branca, sabendo


que a bola retirada em primeiro lugar era branca. Ora, se foi retirada uma bola branca, aquando
da segunda extração, restam apenas ( bolas na caixa, das quais $ são brancas, os casos possíveis
são 7 e os favoráveis são 3, pelo que  T ÐF# lF" Ñ œ $( .

T ÐFlEÑ  designa a probabilidade de o número saído ser maior que È&!, sabendo que é par.
Ora, se o número saído é par, temos ' casos possíveis (2, 4, 6, 8, 10 e 12), e como È&! ¸ (ß " ,
18.  

desses 6 apenas 3 são maiores de que È&!  (8, 10 e 12). Temos, assim, 6 casos possíveis e 3
casos favoráveis, pelo que  T ÐFlEÑ œ $' œ "# .

19.   Designemos por  B  o número de fichas brancas que estavam inicialmente no saco. T ÐFlEÑ


designa a probabilidade de a ficha retirada do saco ser branca, sabendo que no lançamento do
dado saiu o número 4. Ora, se no lançamento do dado saiu o número 4 significa que foram
colocadas no saco 4 fichas azuis. O saco fica então com B bolas brancas e 4 azuis.
T ÐFlEÑ œ #$ Í B% B
œ $# Í $B œ #B  ) Í B œ )
O número de fichas brancas que estavam inicialmente no saco é 8.

20.   T ÐE ∪ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ Í !ß ' œ !ß $  !ß %  T ÐE ∩ FÑ Í


Í T ÐE ∩ FÑ œ !ß "
  T ÐFlEÑ œ T TÐE∩FÑ !ß"
ÐEÑ œ !ß$ œ $
"

21.   Designemos por  E  e  F   os acontecimentos:


  E : o aluno escolhido é do sexo feminino
  F À o aluno escolhido frequenta o ensino secundário
  Sabe‐se que  T ÐEÑ œ !ß && ,  T ÐFÑ œ !ß %&  e  T ÐE ∩ FÑ œ !ß #& .
  T ÐE ∩ FÑ œ !ß #& Í T ÐE ∪ FÑ œ !ß #& Í "  T ÐE ∪ FÑ œ !ß #& Í T ÐE ∪ FÑ œ !ß (& Í
  Í T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ !ß (& Í !ß &&  !ß %&  T ÐE ∩ FÑ œ !ß (& Í T ÐE ∩ FÑ œ !ß #&
  É pedida a T ÐElFÑ .
T ÐElFÑ œ T TÐE∩FÑ !ß#&
ÐFÑ œ !ß%& œ *
&

22.
a1)   Ao extrair ao acaso uma bola da caixa B, a probabilidade de sair uma bola azul é dupla da
probabilidade de sair uma bola branca. Portanto, o número de bola azuis é o dobro do número
de bolas brancas.  Assim, designando por  ,   o número de bolas brancas, o número de bola azuis
é  #, . Portanto, o total de bolas azuis e bolas brancas é  $, , ou seja, é um  número múltiplo de
3. Se a bola verde não tivesse transitado da caixa A para a caixa B, as treze bolas que ficavam
nesta caixa eram apenas bolas azuis e bolas brancas, o que é absurdo pois 13 não é múltiplo de
3. Logo, a bola verde foi uma das bolas que transitaram da caixa A para a caixa B.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 19


a2)   Pela alínea anterior concluímos que depois da transferência das duas bolas (da caixa A para a
caixa B), a caixa B ficou com , bolas brancas, #,  bolas azuis e 1 bola verde, num total de 13
bolas.    
  ,  #,  " œ "$ Í $, œ "# Í , œ %
  A caixa B ficou então com 4 bolas brancas e 8 bolas azuis.

b)   Inicialmente a caixa A tinha 6 bolas (3 brancas, 2 azuis e 1 verde) e a caixa B tinha 11 bolas (B
brancas e  ""  B  azuis), portanto das 17 bolas que foram colocadas no saco,  B  $  são
brancas, "$  B  são azuis e " é verde.
  Como T Ð] l\Ñ œ $)  , temos que  B# "' œ ) Í B  # œ ' Í B œ % .
$

  Estavam inicialmente 4 bolas brancas na caixa B.

23.   Pelo facto de E § G , sabemos que  E ∩ G œ E . Pelo facto de os acontecimentos   F   e  G


serem incompatíveis, sabemos que  F ∩ G œ g .
  T ÐE ∪ FlGÑ œ T Ð�E∪F �∩GÑ
T ÐGÑ œ T Ð�E∩G �∪�F∩G �Ñ
T ÐGÑ œ TTÐE∪  gÑ T ÐEÑ
ÐGÑ œ T ÐGÑ

Ú Ú T ÐE ∩ FÑ "
Û Í   Û T ÐFÑ
"
T ÐElFÑ œ œ
24.    Í
Ü T ÐE ∪ FÑ œ $T ÐE ∩ FÑ Ü T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ $T ÐE ∩ FÑ
# #

Ú Ú
ÍÛ  ÍÛ
" "
 Íœ
T ÐE ∩ FÑ œ T ÐFÑ T ÐE ∩ FÑ œ T ÐFÑ qqqq
   
Ü T ÐEÑ  T ÐFÑ œ %T ÐE ∩ FÑ Ü T ÐEÑ  T ÐFÑ œ #T ÐFÑ
# #
T ÐEÑ œ T ÐFÑ

  Logo, os acontecimentos  E  e  F   são equiprováveis.

25.   Designemos por E e  F  os acontecimentos:


  E À a bola é retirada da caixa A
  F À a bola retirada é branca

  Uma vez que apenas a caixa A tem bolas brancas vem que:
T ÐFÑ œ T ÐF ∩ EÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFlEÑ œ #' ‚ "! $ "
œ "! œ !,"

26.   Designemos por  E  e  F  os acontecimentos:


  E À o trabalhador escolhido é do sexo feminino
  F À o trabalhador escolhido é licenciado
a)  Sabe‐se que  T ÐEÑ œ "#  e que T ÐFlEÑ œ "$ Þ
  T ÐF ∩ EÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFlEÑ œ "# ‚ "$ œ "'
  A probabilidade de ser escolhida uma mulher licenciada é  "'  .
 
b)  Sabe‐se que  T ÐEÑ œ "  T ÐEÑ œ "  "
# œ "
#   e que  T ÐF ∩ EÑ œ "
% Þ
"
T ÐF ∩ EÑ
  T ÐFlEÑ œ T ÐEÑ
œ %
" œ "
#
#
  A probabilidade pedida é  "#  .

20 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


27.   Designemos por  E  e  F  os acontecimentos:
  E À a turma escolhida é o 12.º A
  F À são escolhidos são dois rapazes e uma rapariga
"' )
  Sabe‐se que T ÐEÑ œ #!"
 e que  T ÐFlEÑ œ G#%# ‚
G$
G" "#!
œ #&$ Þ
  A probabilidade pedida é  T ÐF ∩ EÑ œ T ÐFlEÑ ‚ T ÐEÑ œ "#!
#&$ ‚ "
#! œ #&$ .
'

28.   Designemos por  E , F   e  G  os acontecimentos:


  E À sai número 4 no lançamento do dado
  F À sai número 6 no lançamento do dado
  G À o dado escolhido é viciado
#
  Sabe‐se que  T ÐGÑ œ "
$ , que  T ÐFlGÑ œ "
$  e que  T ÐElGÑ œ $
& œ #
"& Þ

  A probabilidade pedida é:
# " " # (
T ÐEÑ œ T ÐElGÑ ‚ T ÐGÑ  T ÐElGÑ ‚ T ÐGÑ œ "& ‚ $  ' ‚ $ œ %&

29.   Designemos por E , F  ,  G   e  Z os acontecimentos:


  E À a bola é retirada da caixa A
  F À a bola é retirada da caixa B
  G À a bola é retirada da caixa C
  Z À a bola retirada é verde
 
  Sabe‐se que  T ÐEÑ œ "
'  ,  que  T ÐFÑ œ #
'  e que  T ÐGÑ œ $
' .

a)  Sabe‐se ainda que  T ÐZ lEÑ œ $


)  ,  que  T ÐZ lFÑ œ '
*  e que  T ÐZ lGÑ œ #
"! Þ

  A probabilidade pedida é  T ÐZ Ñ œ T ÐZ lEÑT ÐEÑ  T ÐZ lFÑT ÐFÑ  T ÐZ lGÑT ÐGÑ œ

  œ $
)  ‚ "
'  '
*  ‚ #
'  "!  
#
‚ $
' œ #((
(#! ¸ !ß $)& .

b)  Designemos ainda por  H  o acontecimento «sai número 2 no lançamento do dado»Þ
' "
T ÐH ∩ Z Ñ T ÐZ lHÑT ÐHÑ ‚
  A probabilidade pedida é  T ÐHlZ Ñ œ T ÐZ Ñ œ T ÐZ Ñ œ *
#((
'
œ )!
#(( ¸ !ß #)* .
(#!

30.   Designemos por  E  e  F  os acontecimentos:


  E À o aluno escolhido é do sexo feminino
  F À o aluno escolhido teve nota positiva no teste

  Sabe‐se que  T ÐEÑ œ !ß ' , que T ÐFÑ œ !ß )  e que T ÐElFÑ œ !ß (& Þ

  Sabe‐se ainda que T ÐEÑ œ T ÐElFÑ T ÐFÑ  T ÐElFÑ T ÐFÑ .

!ß'!ß(&‚!ß#
  Logo,  !ß ' œ T ÐElFÑ ‚ !ß )  !ß (& ‚ !ß # Í T ÐElFÑ œ !ß) œ "' .
*
* )
T ÐF∩EÑ T ÐElFÑT ÐFÑ "' ‚ "!
  A probabilidade pedida é  T ÐFlEÑ œ T ÐEÑ œ T ÐEÑ œ ' œ %.
$
"!

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 21


31.   Designemos por  E  e  F  os acontecimentos:
  E À o jogador escolhido é estrangeiro
  F À o jogador escolhido tem mais de 25 anos
 
  Sabe‐se que  T ÐEÑ œ !ß %  , que  T ÐFÑ œ !ß &'  e que T ÐFlEÑ œ #
& Þ
  Mas se T ÐFlEÑ œ #&   vem que  T ÐFlEÑ œ "  #& œ $& .
  Sabe‐se ainda que T ÐFÑ œ T ÐFlEÑ T ÐEÑ  T ÐFlEÑ T ÐEÑ .
!ß&' $& ‚!ß'
  Logo,  !ß &' œ T ÐFlEÑ ‚ !ß %  $& ‚ !ß ' Í T ÐFlEÑ œ !ß% œ #" .
  A probabilidade pedida é  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐFlEÑT ÐEÑ œ "
# ‚ !ß % œ !ß # œ &
"
.

32.   E  e  F   são acontecimentos independentes, pelo que T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ .


  Se T ÐEÑ œ "% , vem que T ÐEÑ œ $% .
  Vem, então,  $) œ $% ‚ T ÐFÑ Í T ÐFÑ œ "# .

33.   T ÐE ∪ FÑ œ &) Í T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ &) Í


  Í T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐFÑ ‚ T ÐElFÑ œ &) Í
  Í T ÐEÑ  T ÐEÑ T ÐEÑ "
#  # ‚ # œ ) Í
&

  Í T ÐEÑ  T ÐEÑ T ÐEÑ &


#  % œ ) Í )T ÐEÑ  %T ÐEÑ  #T ÐEÑ œ & Í "!T ÐEÑ œ & Í
  Í T ÐEÑ œ "#
  Como  T ÐElFÑ œ T ÐEÑ , os acontecimentos  E  e  F   são independentes.

34.   Designemos por  E ,  F  ,  G   e  H os acontecimentos:


  E À a bola retirada da urna  Y  é azul
  F À a bola retirada da urna  Y  é branca
  G À a bola retirada da urna  Z  é azul
  H À a bola retirada da urna  Z  é branca
 
  Sabe‐se que  T ÐEÑ œ "#
%
  œ $" ,  que  T ÐFÑ œ "#
)
œ $#  , que  T ÐGÑ œ "'
'
œ )$ e que  T ÐHÑ œ "!
"'
œ &) .
a)  Como os acontecimentos  E  e  H  são independentes, T ÐHlEÑ œ T ÐHÑ œ &) .

b)  Como os acontecimentos  E  e  H  são independentes,
T ÐH ∩ EÑ œ T ÐHÑ ‚ T ÐEÑ œ &) ‚ "$ œ #% &

c)  T ÐF ∩ GÑ  T ÐE ∩ HÑ œ T ÐFÑ ‚ T ÐGÑ  T ÐEÑ ‚ T ÐHÑ œ #


$ ‚ $
)  "
$ ‚ &
) œ ""
#%

35.   O acontecimento contrário de «sair pelo menos uma bola verde» é «nunca sair bola verde».
  Assim, a probabilidade de nunca sair bola verde (não sair bola verde na caixa A e não sair bola
verde na caixa B) é  "$ . Designemos por  @  o número de bolas verdes que existem na caixa B.
  "# ‚ * œ $ Í "# œ $ Í *  @ œ % Í @ œ &  
* *@ " *@ "

  Existem 5 bolas verdes na caixa B.

22 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


36.   Designemos por  E , F  e  V os acontecimentos:
  E À a peça escolhida cumpre os requisitos do teste A
  F À a peça escolhida cumpre os requisitos do teste B
  V À a peça escolhida é rejeitada    V œE∪F

  Se  E  e  F  são independentes,  E  e  F   também o são.


  T ÐVÑ œ T ÐE ∪ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ œ
  œ "%  "&  "% ‚ "& œ #&

37.   Designemos por E e  F os acontecimentos:


  E À a Ana ultrapassa a marca de 55 metros
  F À a Bárbara ultrapassa a marca de 55 metros
 
  Sabe‐se que  E e F  são independentes, que T ÐEÑ œ !ß ) e que T ÐFÑ œ !ß )& .

a)  T ÐE ∪ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ œ


  œ !ß )  !ß )&  !ß ) ‚ !ß )& œ !ß *(

b)  Se E e F  são independentes também o são  E  e  F ,  e  E e  F .


  A probabilidade pedida é  T ÐE ∩ FÑ  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ  T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ œ
  œ !ß ) ‚ Ð"  !ß )&Ñ  Ð"  !ß )Ñ ‚ !ß )& œ !ß #* .

38.   T ÐEÑ œ $' œ "# à T ÐFÑ œ #' œ "$ à T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ œ "# ‚ "$ œ "' .
  E ∩ F À sai número ímpar e menor do que 3
  E ∩ F À sai o número 1
  T ÐE ∩ FÑ œ "' . Como T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ , os acontecimentos E  e  F   são
independentesÞ

39.   T ÐE ∪ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ Í


Í T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ Í
  Í T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ Í T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ Ð"  T ÐEÑÑ ‚ T ÐFÑ Í
  Í T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐFÑ  T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ Í T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ
  Logo, os acontecimentos E  e  F  são independentesÞ

40.   Sabe‐se que os acontecimentos  E  e  F  são independentes, pelo que  E  e  F  ß  e E e F


também o são.
  T ÐE ∪ FÑ  T ÐE ∪ FÑ œ T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ  T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ
  œ T ÐFÑ  T ÐEÑT ÐFÑ  T ÐFÑ  T ÐEÑT ÐFÑ œ T ÐFÑÐ"  T ÐEÑÑ  T ÐFÑÐ"  T ÐEÑÑ œ
  œ Ð"  T ÐEÑÑÐT ÐFÑ  T ÐFÑÑ œ T ÐEÑÐT ÐFÑ  "  T ÐFÑÑ œ T ÐEÑÐ#T ÐFÑ  "Ñ œ
  œ #T ÐEÑT ÐFÑ  T ÐEÑ œ #T ÐE ∩ FÑ  T ÐEÑ

41.   T ÐE ∪ IÑ œ T ÐEÑ  T ÐIÑ  T ÐE ∩ IÑ Í  T ÐIÑ œ T ÐEÑ  T ÐIÑ  T ÐE ∩ IÑ Í


  Í  T ÐE ∩ IÑ œ T ÐEÑ Í T ÐE ∩ IÑ œ T ÐEÑ ‚ " Í T ÐE ∩ IÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐIÑ
  Logo,  E  e  I   são acontecimentos independentes.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 23


42.   Se E  e F   fossem independentes, ter‐se‐ia  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ .
  Ter‐se‐ia então:
  T ÐE ∪ FÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ  T ÐFÑ Í
Í T ÐEÑ  T ÐFÑ  T ÐE ∩ FÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ  T ÐFÑ Í
  Í T ÐEÑ  T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ œ T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ Í
  Í T ÐEÑ  #T ÐEÑ ‚ T ÐFÑ œ ! Í
  Í T ÐEÑÐ"  #T ÐFÑÑ œ ! Í T ÐEÑ œ ! ” "  #T ÐFÑ œ ! Í T ÐEÑ œ ! ” T ÐFÑ œ "
# , o
que contradiz a hipótese.
  Portanto, os acontecimentos  E  e  F   não são independentes.

24 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


3. Funções Reais de Variável Real

1. Limites e continuidade

1. a) Seja δ um número real positivo.

( )
un − − 2 < δ ⇔ 1 − 2 n + 2 < δ ⇔ 3 − 6 n + 6 n + 2 < δ ⇔ 5 < δ ⇔
3 3n + 1 3 9n + 3 9n + 3

positivo

⇔ 5 < δ ⇔ 5 − 9nδ − 3δ < 0 ⇔ 5 − 9nδ − 3δ < 0 ⇔ n > 5 − 3δ


9n + 3 9n+3 9δ
positivo

Então, sendo p um número natural maior do que 5 − 3δ , tem-se:



∀n ∈ ℕ, n ≥ p ⇒ un + 2 < δ , de onde se conclui que limun = − 2 .
3 3

b) Neste caso δ = 0, 001 , pelo que n > 5 − 3δ ; logo:



5 − 3 × 0,001
n> ⇔ n > 4997 e 4997 ≈ 555,22
9 × 0,001 9 9
A menor ordem a partir da qual os termos da sucessão pertencem à vizinhança é 555, exclusive.

2. a) Seja L um número real positivo.


vn > L ⇔ 0,1n 2 − 200 > L ⇔ n 2 > 10 L + 2000 ⇔ n > 10 L + 2000

Então, sendo p um número natural maior do que 10 L + 2000 , tem-se:


∀n ∈ ℕ, n ≥ p ⇒ vn > L , de onde se conclui que lim vn = +∞ .

b) Neste caso L = 1000 , pelo que n > 10 L + 2000 ; logo:


n > 10 ×1000 + 2000 ⇔ n > 20 30 e 20 30 ≃ 109,54
A menor ordem a partir da qual os termos da sucessão (vn ) são maiores do que 1000 é 109,
exclusive.

3. a) Seja L um número real positivo.

wn < − L ⇔ 50 − 2n3 < − L ⇔ n > 3 L + 50


2

Então, sendo p um número natural maior do que L + 50 , tem-se:


3
2
∀n ∈ ℕ, n ≥ p ⇒ wn < − L , de onde se conclui que lim wn = −∞ .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 25


b) Neste caso L = 1500 , pelo que n > 3 L + 50 ;logo:
2

n > 3 1500 + 50 ⇔ n > 3 775 e 3 775 ≈ 9,19


2
A menor ordem a partir da qual os termos da sucessão ( wn ) são menores do que −1500 é nove,
exclusive.

4. Seja L um número real positivo.

2n − n > L ⇔ n > L e 2n + n > L ⇔ n > L


3
Então, sendo p um número natural maior do que L , ele também é maior do que L e, portanto:
3
∀n ∈ ℕ, n ≥ p ⇒ un > L , de onde se conclui que limun = +∞ .
Se n é par, un = 2n + n = 3n .

Para n par, un < 1000 ⇔ 3n < 1000 ⇔ n < 1000 e 1000 ≈ 333,33 .
3 3
Significa que nas condições pedidas temos tantos termos de ordem par quantos os números pares
332
inferiores ou iguais a 333, isto é, = 166 .
2
Se n é ímpar, un = 2n − n = n .
Para n ímpar, un < 1000 ⇔ n < 1000 .
Significa que nas condições pedidas temos tantos termos de ordem ímpar quantos os números
998
ímpares inferiores a 1000, isto é, + 1 = 500 . Temos, assim, 166 + 500 = 666 termos da sucessão
2
inferiores a 1000.

un + vn lim(un + vn ) lim un + lim vn 2 − 4 −2


5. a) lim = = = 2 = = −1
un2
lim un( )
2
(lim un )
2
2 4 2

1 1 1 1
b) lim(un × vn ) 3 = ( lim(un × vn )) 3 = ( lim un × lim vn ) 3 = ( 2 × (−4)) 3 = 3 − 8 = −2

6. ( )
a) lim un = lim n 2 + 2n = +∞ + ( +∞) = +∞

(
b) limvn = lim 3 + )
2 = 3+ 0 = 3
n +1

c) lim (1 − 2n − un ) = lim (1 − 2n − n2 − 2n) = lim(−n2 − 4n + 1) = −∞ + ( −∞) + 1 = −∞

26 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


 ) (
d) lim  n 2 + 2n × 1 − 3 − 2
( n +1 ) = lim (n + 2n) × (−2 − n 2+ 1) =
2

= ( +∞ + ( +∞ )) × ( −2 − 0) = −∞

2
e) lim n + 2n = +∞ = +∞
3+ 2 3
n +1

vn − 3 3+ 2 −3 2
f) lim = lim n + 1 = lim n +1 = 0 = 0
1 − un 2
1 − n − 2n 2
1 − n − 2n −∞

g) lim 1 = lim 1 = lim 1 = 1− = −∞


3 − vn 3−3− 2 − 2 0
n +1 n +1

vn 3+ 2
h) lim = lim n +1 = 3 + 0 = 3 = 0
1 − un 2
1 − n − 2n −∞ −∞

lim n3  10 − 0,01 + 103  = +∞ × ( 0 − 0,01 + 0) = −∞


  
7. a) lim (10 n 2 − 0,01n3 + 10) =
SI +∞+ ( −∞ )  n n 

( n − n + 2)( n + n + 2)
b) lim( n − n + 2) = lim = lim n − n − 2 =
SI +∞+ ( −∞ ) n + n+2 n + n+2
= lim −2 = −2 = 0
n + n + 2 +∞

( n 2 + 2 − n)( n2 + 2 + n) 2 2
c) lim ( n 2 + 2 − n) = lim = lim n + 2 − n =
SI +∞+( −∞)
n2 + 2 + n n2 + 2 + n
= lim 2= 2 =0
n + 2 + n +∞
2

d) lim 2n − 1 = lim
( )
n 2− 1
n
= lim
2− 1
n = 2−0 = 2
3n + 2 SI ∞
∞ ( )
n 3+ 2
n
3+ 2 3+ 0 3
n

e) lim
n 2 − ( n − 1)2 2 2
= lim n − n + 2n − 1 = lim 2n − 1 = lim
( )
n 2− 1
n
= lim
2− 1
n=2
3n + 2 3n + 2 3n + 2
( )
n 3+ 2
n
3+ 2 3
n

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 27


2
f) lim 2 n − 1 = lim
( )
n 2− 1
n
= lim
2− 1
n = 2−0 = 2 = 0
2 +∞(3 + 0) +∞
3n + 2 SI ∞∞  
n2  3 + 2  n 3 + 22 

 n   n 

2
n 2  2 + 12  n 2 + 12 2 + 12
n 
g) lim 2n + 1 = lim n = lim n = 2+0 = 2

= lim
3n + 2 SI ∞
∞ n 3+ 2 ( )
n
n 3+ 2
n( ) 3+ 2
n
3+ 0 3

2
n 2 1 + 12  − 2n n 1 + 12 − 2n
n
h) lim n + 1 − 2n = lim n
 
= lim =
n+3
( )
n 1+ 3
n
n 1+ 3
n ( )
n 1 + 12 − 2  1 + 12 − 2
 
n
= lim   = lim n = 1 + 0 − 2 = 1 − 2 = −1
n 1+ 3( )
n
1+ 3
n
1+ 0 1

 2
i) lim 2 ×n n + 1 

2
= lim 2n 2
+ 2 n = lim
n2 2 + 2 ( )
n
= lim
2+ 2
n = 2 =1
 n + 1 2 SI0×∞ 2n + 2 n 2  2 + 22  2 + 22 2
 n  n

n +1 − 1 2n + 2 − 2n + 1 3
j) lim 2n − 1 2 = lim 4n − 2 = lim 4n − 2 = lim 3n + 6 = lim n + 2 =
3− 3 n 3 n + 6 − 3n 6 SI 0 24n − 12 8n − 4 SI ∞
n+2 n+2 n+2 0 ∞

= lim
( )
n 1+ 2
n 1+ 2
= lim n = 1
( )
n 8− 4
n
8− 4 8
n

 
n 2  n + 1 n
3  
3 2 3 2   3 2 3 2 +1
k) lim n + n = lim  n  = lim  n × n =
1 + n SI ∞ n 1
n  1 + 1
∞    +1 
 n 
 n   
 6 3
n 
 6 4 6 4 + 1 6 1 +1
 
 
= lim n × n  = lim 6 n ×

n
 = +∞ × 0 + 1 = +∞
6 3 1 +1  1 + 1 0 +1
 n n  
n
   
 

28 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


() () () ()+
n −n n n
l) lim  1 + 3 + n 2  = lim  1 + 2
   
n
2 = 0 + 0 +1 = 1
 2 2   2 3 

()
n
4n 1 + 3 
()
 n
1 + 3
2n 4  4
m) lim 2n+1 + 3n +1 = lim n4+1 + 3n+1 = 1+ 0 = 1
n n n
= lim  = lim
 4(0 + 1) 4
2 + 4 SI ∞∞ 2 +4
() ()
n 1 n 1
4n+1  2 4 1
 +   +
+ 1 + 1
 4   2 

()
n +1
 1 
n
1−k
 1− 2  1− 0 = 2 = 4
n) lim ∑ 2 = lim 2 ×  = 2×
k =0  1− 1  1− 1 1
 2  2 2

n
1 + 2k = lim  1 ×
n
3 + 3 + (n − 1) × 2 
(1 + 2k ) = lim  21 ×

o) lim∑ 2  2 ∑ × n =
k =1 n + 1  n + 1 k =1  n +1 2 

n
= lim 2
2
+ 2 n = lim
n2 1 + 2 ( )
n
= lim
1+ 2
n = 1+ 0 = 1
n +1 n 2 1 + 12  1 + 12 1 + 0
 n  n

n ≥ n e limn = +∞ .
a) lim(n + tg 2 n) = +∞ ; por comparação pois ∀n ∈ ℕ, n + tg 2
8.
≥0

b) lim 2 − n = −∞ ; por comparação, pois ∀n ∈ ℕ, cos n ≤ 1 ⇔ − cos n ≥− 1 ⇔ 3 − cos n ≥ 2


3 − cos n

Pelo que 2 − n ≤ 2 − n e lim 2 − n = −∞ .


3 − cos n 2 2

( )
n
c) lim 5n + 1 = +∞ ; por comparação, pois ∀n ∈ ℕ, 5n + 1 ≥ 5n e para n ≥ 3, n + 3 ≤ 2n
n+3
E quer 5n + 1 quer n + 3 são positivos.

( ) = +∞ .
n
Logo, ∀n ∈ ℕ, n ≥ 3 ⇒ 5n + 1 ≥ 5n e lim 5
n + 3 2n 2

9. lim un = lim 2n + 3 = lim


( )
n 2+ 3
n
= lim
2+ 3
n = 2 + 0 = 2 ; portanto, se a sucessão (v ) for
n +1
( )
n 1+ 1 1+ 1 1+ 0
n

n n
convergente, tem-se lim vn ≤ lim un ; portanto, lim vn ≤ 2 .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 29


10. lim un = lim (n + cos n) = +∞ , pois ∀n ∈ ℕ , cos n ≥ −1 ; logo, ∀n ∈ ℕ , n + cos n ≥ n − 1 e
lim(n − 1) = +∞ .
lim vn = lim (sen n − n) = −∞ , pois ∀n ∈ ℕ, sen n ≤ 1 ; logo, ∀n ∈ ℕ , sen n − n ≤ 1 − n e
lim(1 − n) = −∞ .

11. limvn = −∞ , pois ∀n ∈ ℕ,vn ≤ −un e lim(−un ) = lim


−2n2 − 1 =
n+2
n 2  −2 − 12  n −2 − 12 
= lim  n  = lim  n  = +∞(−2 − 0) = −∞
( )
n 1+ 2
n
1+ 2
n
1+ 0

vn
12. limvn = −∞ , pois ∀n ∈ ℕ , ≥ 1 ∧ un < 0 ⇒ ∀n ∈ ℕ ,vn ≤ un e limun = −∞ .
un

n 2 2
13. limun = +∞ , pois ∑ 2k n+ n ≥ 2 ×1n + n × n = 2 + n e lim(2 + n) = +∞ .
k =1

2n + cos(2n)
14. a) lim un = lim = 2 ; pois, ∀n ∈ ℕ, − 1 ≤ cos(2n) ≤ 1 , pelo que
n +1
2n + cos(2n) 2n + 1
∀n ∈ ℕ, 2n − 1 ≤ ≤ e lim 2n − 1 = lim 2n + 1 = 2 .
n +1 n +1 n +1 n +1 n +1
Nota que lim 2n − 1 = lim 2n = lim 2 = 2 e que lim 2n + 1 = lim 2n = lim 2 = 2
n +1 n n +1 n

b) lim vn = lim n = 1 ; pois, ∀n ∈ ℕ, − 1 ≤ sen n ≤ 1 , pelo que


2n − sen n 2
∀n ∈ ℕ, n ≤ n ≤ n e lim n = lim n = 1 .
2n + 1 2n − sen n 2n − 1 2n + 1 2n − 1 2

( ) = 0 ; pois ∀n ∈ ℕ, n ≥ 3 ⇒0 ≤ 2n − 5 ≤ 2n e
n
c) lim wn = lim 2n − 5
3n + 1

∀n ∈ ℕ , 3n + 1 ≥ 3n , pelo que ∀n ∈ ℕ, n ≥ 3⇒ 0 ≤ w ≤ ( 2n ) e lim( 2 ) = 0 .


n n

3n 3 n

15. Tem-se ∀n ∈ ℕ,un ≤ vn ≤ −2 . Como lim un = lim1 − 2n = lim −2n = lim( −2) = −2 , o teorema das
n +1 n
sucessões enquadradas permite concluir que a sucessão (vn ) é convergente e limvn = −2 .

30 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


16. Tem-se ∀n ∈ ℕ, n × un + 1 > 0 ⇔ ∀n ∈ ℕ, n × un > −1 ⇔ ∀n ∈ ℕ, un > − 1 , pelo que
n
∀n ∈ ℕ,− 1 < un < 0 .
n
1
( )
Como lim − = 0 , o teorema das sucessões enquadradas permite concluir que a sucessão (un )
n
é convergente e limun = 0 .

n
17. ∑ k2n++n12 = 12+n +n21 + 22n++n12 + ⋯ + n2n++n12 . Uma vez que, para cada valor de n
k =1

(com n ∈ ℕ ), a sucessão ( vk ) definida por vk =


2n + 1 é estritamente decrescente,
k + n2
n n n
então, ∑
2n + 1 ≤ 2n + 1 ≤ 2n + 1 . Dado que:
2 ∑ k + n 2 ∑1 + n 2
k =1 n + n k =1 k =1
n 2
∑ n2n++n12 = n2n++n12 × n = 2nn+ +n2n
2 2
• e lim 2n +2n = lim 2n2 = 2
k =1 n+n n
n
2n + 1 = 2n + 1 × n = 2n 2 + n e 2n 2 + n = lim 2n 2 = 2
• ∑1 + n 2 1 + n 2 1 + n2
lim
1 + n2 n2
k =1
n
2n + 1 = 2 .
o teorema das sucessões enquadradas permite concluir que lim∑ 2
k =1 k + n

2n 2 2 2 2 2
18. ∑ 2nk ++nk3 = 2nn ++nn3 + 2(nn ++1)n ++ 1n3 + 2(nn ++2)n ++2n3 + ⋯ + 2 ×n 2+n +2nn3 =
k =n
2 2 2 2
= n3 + n + n3 + n + 1 + n3 + n + 2 + ⋯ + n 3 + 2n . (*)
n + 2 n n + 2 n + 2 n + 2n + 4 n + 4n
2n 2n 2n
n2 + n ≤ n 2 + k ≤ n 2 + 2n
Então, para n > 2 , tem-se ∑ 3 ∑ 3 ∑ 3 .
k = n n + 2n k = n 2k + n k = n n + 4n

Dado que:

•∑ 3
2n
n 2
+ n n
= 3
2
+ n × ( 2n − n + 1) =
( =
)
n2 + n ( n + 1) n3 + 2n 2 + n
e
k = n n + 2n n + 2n n3 + 2 n n3 + 2n
3 2 3
lim n +3 2n + n = lim n3 = 1
n + 2n n

•∑ 3
2n
n 2
+ 2 n n
= 3
2
+ 2 n × ( 2n − n + 1) =
( =
)
n 2 + 2n ( n + 1) n3 + 3n 2 + 2n
e
k = n n + 4n n + 4n n3 + 4 n n 3 + 4n
3 2 3
lim n + 33n + 2n = lim n3 = 1
n + 4n n
2n
n2 + k = 1
o teorema das sucessões enquadradas permite concluir que lim ∑ 3
.
k =n 2 k + n

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(*) Nota que, para cada valor de n , com n ∈ ℕ e n > 2 , a sucessão (vk ) definida por
2
vk = n + k3 é estritamente crescente, pois:
2k + n
2 2 2 2 5 3 3 2 2 2 5 3
vk +1 − vk = n + k + 13 − n + k3 = 2kn + 2k + 2k + n + kn + n −32kn − 23k − 2n − 2k − n − kn =
2k + 2 +3 n 2k + n3
(2k +n ) ( 2 k +2+ n )
2k + 2 + n 2k + n ( )( )

n3 − 2 n 2 n 2 ( n − 2) n2
= = = (n − 2)
( )(
2 k + 2 + n3 2 k + n3 ) ( )(
2 k + 2 + n3 2k + n3 ) (
2 k + 2 + n3 2k + n3

)(

positivopara n >2
)
positivo

19. Tem-se
n! = n × (n − 1) × (n − 2) ×⋯ × 2 ×1 = n × n − 1 × n − 2 ×… × 2 × 1 .
nn n
× n × n 
×⋯ × n ×n n n n n n
n fatores

Atendendo a que n = 1 e a que os fatores n − 1, n − 2 , … , 2 designam números menores do que 1,


n n n n
conclui-se que ∀n ∈ ℕ, nn! ≤ 1 .
n n

Então, ∀n ∈ ℕ, 0 ≤ nn! ≤ 1 e, dado que lim 1 = 0 , o teorema das sucessões enquadradas permite
n n n
n! n!
concluir que a sucessão (un ) definida por un = n é convergente e lim n = 0 .
n n

20. Seja ( xn ) uma sucessão que tende para 2 e tem os termos diferentes de zero.
xn 2 − 4 (lim xn ) 2 − 4 22 − 4
lim f ( xn ) = lim = = =0
xn lim xn 2
Portanto, lim f ( x) = 0 .
x →2

Seja (un ) uma sucessão que tende para +∞ e tem os termos diferentes de zero.
un 2 − 4 u 2 
lim f (un ) = lim = lim  n − 4  = limun − 4 = +∞ − 4 = +∞ − 0 = +∞
un  un un  lim un +∞
Portanto, lim f ( x) = +∞ .
x →+∞

21. Sejam (un ) e (vn ) as sucessões definidas por un = −1 − 1 e vn = −1 + 1 . Tem-se


n n

( )
lim un = lim −1 − 1 = −1 e lim vn = lim −1 + 1 = −1 e
n n ( )
lim f (un ) = +∞ e lim f (vn ) = 2 , de onde se conclui que não existe lim f ( x) .
x →1

32 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


2 2 2
22. a) lim 2 x + x −2 1 = lim 2 x2 + x − 1 = lim 2 x 2 = 1
x →+∞ (2 x + 1) x →+∞ 4 x + 4 x + 1 x →+∞ 4 x 2

2
b) lim 2 x 3+ x − 1 = lim
2 x − 1 ( x + 1)
2 ( )
= lim 22 x − 1 = −2 − 1 = −1
x →−1 x +1 x →−1 ( x + 1)( x − x + 1) x →−1 x − x + 1 1 + 1 + 1
2

−1 ± 1 − 4 × 2 × (−1)
2 x2 + x − 1 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −1 ± 3 ⇔ x = 1 ∨ x = −1
4 4 2

( )
2 x 2 + x − 1 = 2 x − 1 ( x + 1)
2
1 0 0 1
−1 −1 1 −1
1 −1 1 0
(
x3 + 1 = ( x + 1) x 2 − x + 1 )

c) lim 2
2 x + 5 − 3 = lim ( 2x + 5 − 3 )( 2x + 5 + 3 ) = lim 2x + 5 − 9 =
x →2 x − 2 x x →2
(x 2
− 2x )( 2x + 5 + 3 ) x →2
( 2
)(
x − 2x 2x + 5 + 3 )
2x − 4 2( x − 2) 2
= lim = lim = lim =
x →2
( 2
)( )
x − 2 x 2 x + 5 + 3 x → 2 x ( x − 2) 2 x + 5 + 3 x → 2 x ( ) ( )
2x + 5 + 3

= 2 =1
2( 4+5 +3 6 )

2
x2 1 + 12  − 3x x 1 + 12 − 3x
x + 1 − 3x = lim  x  x
d) lim = lim =
x→+∞ x+ x x→+∞  x  x→+∞  x 
x1 + x1 + 2 
 x   x 

x 1 + 12 − 3 1 + 12 − 3
 
x x
= lim   = lim = −2
x→+∞  1  x→+∞
1+ 1
x1 +
 x  x

2 ( x − 1)( x + 1) = lim x + 1
e) lim x − 12 = lim
x →1 ( x − 1) x →1 ( x − 1)2 x →1 x − 1

lim x + 1 = 2+ = +∞ lim− x + 1 = 2− = −∞ ; logo, não existe lim x − 12 .


2
e
x →1+ x − 1 0 x →1 x − 1 0 x →1 ( x − 1)

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f) lim x − 1 +
( )( )
x + 1 = lim x − 1 + x + 1 x − 1 − x + 1 = lim ( x − 1) − ( x + 1)
2
=
x →0 x2 + x x →0
( )(
x2 + x x − 1 − x + 1 ) (
x →0 x x + 1 x − 1 − x + 1
( ) )
x 2 − 2 x + 1 − x − 1 = lim x 2 − 3x x( x − 3)
= lim = lim =
(
x →0 x x + 1 x − 1 − x + 1
( ) ) (
x →0 x x + 1 x − 1 − x + 1
( ) ) (
x →0 x x + 1 x − 1 − x + 1
( ) )
= lim x −3 = 0−3 =3
(
x →0 x + 1 x − 1 − x + 1
( ) ) (
(0 + 1) 0 − 1 − 0 + 1 2 )
1 − 3x + 4 x
g) lim = lim −1 + 3x + 4 x = lim 7 x − 1 = lim 7 x = 7
x→+∞ x−3 x→+∞ x−3 x →+∞ x − 3 x→+∞ x

 1 − 3x se x ≤ 1
 1 − 3x se 1 − 3x ≥ 0  3
1 − 3x =  =
−1 + 3x se 1 − 3x < 0 −1 + 3x se x > 1
 3
 x − 3 se x − 3 ≥ 0  x − 3 se x ≥ 3
x −3 =  =
− x + 3 se x − 3 < 0 − x + 3 se x < 3

1 − 3x + 4 x
h) lim = lim 1 − 3x + 4 x = lim x + 1 = lim x = −1
x→−∞ x −3 x→−∞ − x + 3 x→−∞ − x + 3 x →−∞ − x

2 x( x − 3) x( x − 3)
i) lim x − 3 x = lim = lim = lim x = 3
+ 2x − 6 + 2( x − 3)
x →3+ 6 − 2x
x →3 x →3 x →3+ 2 2
2 x( x − 3) x( x − 3)
lim x − 3 x = lim = lim = lim x = − 3
− −2 x + 6 − −2( x − 3)
x →3− 6 − 2x
x →3 x →3 x →3− −2 2

 6 − 2 x se 6 − 2 x ≥ 0 −2 x + 6 se x ≤ 3
6 − 2x =  =
−6 + 2 x se 6 − 2 x < 0  2 x − 6 se x > 3
2
Logo, não existe lim x − 3 x .
x →3 6 − 2 x

23. lim f ( x) = −∞ ; por comparação, se ∀x ∈ ℝ \ {1}, f ( x ) ≤ x − 3 2 e se lim x − 3 2 = −+2 = −∞ , então


x →1 (1 − x ) x →1 (1 − x ) 0
lim f ( x ) = −∞ .
x →1

2
24. lim f ( x) = +∞ ; por comparação, atendendo a que se ∀x ∈ ]−∞,2[, f ( x) ≥ 1 − 2 x e se
x →−∞ x−2
2 2
lim 1 − 2 x = lim −2 x = lim (−2 x) = +∞ , então lim f ( x) = +∞ .
x →−∞ x − 2 x →−∞ x x →−∞ x →−∞

34 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


25. lim f ( x) = +∞ , pois ∀x ∈ ℝ , cos x ≤ 1 ⇔ cos x − 3 ≤ −2 , pelo que para x < 0 tem-se
x →−∞

∀x ∈ ℝ , f ( x ) ≥ −2 x3 e lim ( −2 x 3 ) = +∞ , então lim f ( x) = +∞ .


x →−∞ x →−∞

lim f ( x) = −∞ , pois ∀x ∈ ℝ , cos x ≤ 1 ⇔ cos x − 3 ≤ −2 , pelo que para x > 0 tem-se f ( x ) ≤ −2 x3 e


x →+∞

lim ( −2 x 3 ) = −∞ .
x →+∞

26. lim g ( x) = −∞ ; por comparação, uma vez que ∀x ∈ ℝ \ {0}, g ( x) ≤ f ( x) e atendendo a que
x →0
lim f ( x) = −∞ , logo lim g ( x) = −∞ .
x →0 x →0

27. lim f ( x) = +∞ ; por comparação, uma vez que ∀x ∈ ℝ − , f ( x ) ≥ g ( x ) e atendendo a que se


x →−∞

 tem domínio ℝ − e a reta de equação y = −2 x + 1 é assíntota ao seu gráfico então


lim g ( x) = +∞
x →−∞ .
Pelo que lim f ( x) = +∞ .
x →−∞

28. a) lim ( x − 3)sen 1  = 0 porque para x ≠ 3 vem que −1 ≤ sen 1 ≤ 1 .


x →3 
 x − 3  x−3
Quando x → 3 , vem que −( x − 3) ≤ ( x − 3)sen
+ 1 ≤ x − 3 e como
x −3
lim+ ( − x + 3) = lim+ ( x − 3) = 0 , vem que lim+ ( x − 3)sen 1  = 0 .
x →3 x →3 
x →3  x − 3 

Quando x → 3− , vem que x − 3 ≤ ( x − 3)sen 1 ≤ −( x − 3) , pelo que


x −3
lim− ( − x + 3) = lim− ( x − 3) = 0 , vem que lim− ( x − 3)sen 1  = 0 .
x →3 x →3 x →3 
 x − 3 
Logo, lim ( x − 3)sen 1  = 0 .

x →3  x − 3 

b) lim x + sen x = 1
x →+∞ 2 x +1 2

x 1 − 1  1− 1
 
x − 1 = lim  x x =1 e
e lim = lim
x →+∞ 2 x + 1  x→+∞ 2 + 1 2
x2 + 1 
x →+∞ 
 x x

x 1 + 1  1+ 1
 
x
lim x + 1 = lim   = lim x =1
x →+∞ 2 x + 1 1 2
x2 + 1 
x →+∞   x →+∞
2+
 x x

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c) lim 2x =2
x →−∞ 3 x + cos x 3
e lim 2 x = lim 2 x = 2 e lim 2 x = lim 2 x = 2
x →−∞ 3 x + 1 x →−∞ 3 x 3 x →−∞ 3 x − 1 x →−∞ 3 x 3

d) lim sen x + 5 + x = 1 porque


x→+∞ 2x +1 2
−1 ≤ sen x ≤ 1 ⇔ 4 ≤ sen x + 5 ≤ 6 ⇔ 2 ≤ sen x + 5 ≤ 6 , pelo que
lim 2 + x = lim x = 1 e lim 6 + x = lim x = 1
x→+∞ 2 x + 1 x→+∞ 2 x 2 x→+∞ 2 x + 1 x→+∞ 2 x 2

29. lim h( x) = −6 , pois ∀x ∈ Dh , f ( x) ≤ h( x) ≤ g ( x)


x →−3

( )
lim g ( x) = lim x 2 + 7 x + 6 = −6 e
x →−3 x →−3
2
( x − 3)( x + 3)
lim f ( x) = lim x − 9 = lim = lim ( x − 3) = −6
x →−3 x →−3 x + 3 x →−3 x+3 x →−3

h( x )
30. lim f ( x) = −1 , pois ∀x ∈ ℝ + , ≤ f ( x) ≤ g ( x) e, como a reta de equação y = −1 é assíntota ao
x→+∞ x
gráfico da função g , vem que lim g ( x) = −1 .
x →+∞
Sabemos também que a reta de equação y = − x + 2 é assíntota ao gráfico de h , pelo que
h( x )
lim = −1 .
x →+∞ x

31. D f = ]−3, +∞[ ; para −3 < x < 3 , a função é contínua por ser o quociente de duas funções contínuas;
para x > 3 , a função é contínua por ser o quociente de duas funções contínuas.

−(3 − x)
lim− f ( x) = lim− x − 3 = lim− = lim−  3 − x × −1  =
 
x →3 x →3
9 − x 2 x→3 (3 − x)(3 + x) x→3  3 − x 3+ x 
 3− x 2
= lim− 
( ) × −1  = lim  3 − x × −1  = 0 ×  − 1  = 0
3− x    
x →3  3 + x  x→3−  3+ x   6
 
2
2
lim+ f ( x) = lim+ x 2− 6 x + 9 = lim+
( x − 3) = lim+ x − 3 = 0 = 0
x →3 x →3 2 x − 5 x − 3 x →3
( )
2 x + 1 ( x − 3) x→3
2
2x +1 7

E, como f (3) = 0 , podemos concluir que a função f também é contínua para x = 3 .


Logo, a função f é contínua em todo o seu domínio.
Dg = ℝ ; para x < 2 , a função é contínua por ser a diferença e quociente de funções contínuas;
para x > 2 , a função é contínua.

36 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


lim− g ( x) = lim− x−2 = lim−
( x − 2) x − 2 + 2 − x
= lim−
(
( x − 2) x − 2 + 2 − x
=
) ( )
x→2 x→2
(
x − 2 − 2 − x x →2 x − 2 − 2 − x x − 2 + 2 − x x→2
)(
( x − 2) 2 − ( 2 − x ) )
( x − 2 )( x − 2 + 2− x ) = lim ( x − 2)( x − 2 + 2− x ) = lim ( x − 2)( x − 2 + 2− x )=
= lim−
x →2 x2 − 4 x + 4 − 2 + x x → 2− x 2 − 3x + 2 x → 2− ( x − 2)( x − 1)

= lim− x − 2 + 2 − x = 2 − 2 + 2 − 2 = 0 = 0
x→2 x −1 2 −1 1
lim+ g ( x ) = lim+ x − 1 = 1 , não existe limite no ponto 2, logo não é contínua para x = 2 .
x→2 x→2
A função g não é contínua para x = 2 .

32. lim− f ( x) = lim− x + 3 − 2 = lim (


2 x2 + 3 − 2 )( x2 + 3 + 2 ) = lim x2 + 3 − 4
x →1 x →1 1− x x →1−
(1 − x) ( x2 + 3 + 2 ) x →1−
(1 − x) ( x2 + 3 + 2 )
x2 − 1 ( x − 1)( x + 1) x +1
= lim− = lim− = lim− = 2 = −1
x →1
(1 − x) ( 2
x +3+2 ) x →1
−( x − 1) ( 2
x +3+2 ) x →1
− ( x + 3 + 2 −4
2
) 2

lim+ x +1 = 2 = −1
x →1
− ( x2 + 3 + 2 −4
) 2

f (1) = k , logo para que a função f seja contínua k = − 1 .


2

33. a) A função h é contínua em [0,1], h(0) = −1 e h(1) = 2 . Dado que h(0) < 0 < h(1) , o teorema de
Bolzano-Cauchy permite concluir que ∃c ∈ ]0,1[ : h(c ) = 0 .

b) h′( x ) = 4 x3 + 6 x 2 ; portanto, ∀x ∈ ]0,1[, h′( x ) > 0 , de onde se conclui que h é crescente em [0,1] .
Assim, h não pode ter mais do que um zero em ]0,1[ .

2 ()
c) h 1 = − 11 < 0 e h(1) > 0 ; o zero referido em b) pertence ao intervalo  1 ,1 .
16  2 

34. A função g é contínua em [−1,4] por ser a diferença de duas funções contínuas nesse intervalo;
g ( −1) = 1 − f ( −1) = −2 e g (4) = 16 − f (4) = 7 . Dado que 2 ∈ ]g ( −1), g (4)[ , o teorema de Bolzano-
-Cauchy permite concluir que ∃x ∈ ]−1,4[ : g ( x) = 2 .

35. A função f é contínua e, portanto, é contínua no intervalo fechado de extremos a e − a .


f ( a ) = a 3 + a e f ( − a ) = − a 3 − a . Como a ≠ 0 , f (a ) e f ( −a ) são números simétricos, portanto, o
teorema de Bolzano-Cauchy permite concluir que existe pelo menos um zero de f entre a e − a .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 37


36. A função g é contínua em [−2,5] por ser a diferença de duas funções contínuas nesse intervalo;
• g ( −2) = f ( −2) + 2 ∈ [−1 + 2,3 + 2] , ou seja, g ( −2) ∈ [1,5] ;
• g (5) = f (5) − 5 ∈ [−1 − 5,3 − 5] , ou seja, g (5) ∈ [−6, −2] ;
Dado que g (−2) > 0 e g (5) < 0 , o teorema de Bolzano-Cauchy permite concluir que
∃c ∈ ]−2,5[ : g (c ) = 0 , logo a função g tem pelo menos um zero.

37. Por exemplo, a função f representada graficamente tem


domínio [−2,5] , é contínua, f (−2) = 6 e f (5) = 2 e tem dois
zeros no intervalo ]−2,5[ .

38. Seja g a função definida por g ( x) = h( x ) − x . A função g é contínua em [a,b] e uma solução da
equação h( x) = x é um zero da função g .
• g ( a ) = h( a ) − a
• g (b) = h(b) − b
Dado que h(a ) > a e que h(b) < b , sabemos que
h ( a ) − a > 0 ⇔ g (a ) > 0 e que h (b ) − b < 0 ⇔ g (b) < 0
Então, o teorema de Bolzano-Cauchy permite concluir que a função g tem pelo menos um zero em
]a,b[ , ou seja, ∃c ∈ ]a,b[ : h(c) = c .

39. A reta que contém as bissetrizes dos quadrantes ímpares é a reta de equação y = x . Vamos provar
que ∃x ∈ ]−1,1[ : f ( x ) = x .
Seja g a função definida por g ( x) = f ( x) − x . Então, f ( x) = x ⇔ g ( x) = 0 .
Tem-se:
• g (−1) = f (−1) − (−1) = k − k + 1 = 1
• g (1) = f (1) − 1 = k − k − 1 = −1
Portanto, g (1) < 0 < g (−1) e, dado que a função g é contínua em [−1,1] , pois a função f é uma
função polinomial, o teorema de Bolzano-Cauchy permite concluir que ∃x ∈ ]−1,1[ : g ( x ) = 0 .

40. Dado que a função g é contínua em [a,b] e g (a ) × g (b) < 0 , o teorema de Bolzano-Cauchy permite
concluir que a função g tem pelo menos um zero. Seja c um zero de g . Então, c ∈ ]a,b[ e c ∉ D f .

38 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


41. Seja g a função definida por g ( x) = f ( x) − x + 1 . A função g é contínua em [ f ( a ), a] e
f ( x) = x − 1 ⇔ g ( x) = 0 .
• g (a ) = f (a ) − a + 1 ; como f (a ) < a − 1 , conclui-se que g (a ) < 0 ;
• g ( f (a )) = f ( f (a )) − f (a ) + 1 = a − f (a ) + 1 e tem-se:
f (a ) < a − 1 ⇒ − f (a ) > − a + 1 ⇒ a + 1 − f (a ) > a + 1 − a + 1 ⇒ g ( f (a )) > 2 .
Então, g ( f (a )) > 0 .
Dado que g (a ) < 0 e g ( f (a )) > 0 , o teorema de Bolzano-Cauchy permite concluir que
∃x ∈ ] f ( a ), a[ : g ( x) = 0 , ou seja, ∃x ∈ ] f ( a ), a[ : f ( x ) = x − 1 .

42. Dado que a função é contínua no intervalo [a,b] , o teorema de Weierstrass permite concluir que a
função admite máximo absoluto e, portanto, o contradomínio é majorado.

43. A função h é contínua e tem domínio [a,b] pois a função g não tem zeros. Então, o teorema de
Weierstrass permite concluir que a função admite mínimo e máximo absolutos.

44. A função g admite mínimo, m, e máximo, M, absolutos (teorema de Weierstrass). Se k < m ou


k > M , a equação g ( x) = k é uma equação impossível.

45. D f = [−6,6] ; para −6 ≤ x < 1 , a função é contínua por o quociente de funções contínuas; para
1 < x ≤ 6 , a função é contínua por ser o quociente de funções contínuas.

3 3
lim− f ( x) = lim− x 2 + 3 = 12 + 3 = 2
x →1 x →1 x + 1 1 +1

lim+ f ( x) = lim+ x −1 = lim+


(
( x − 1) 2 x + 3 + 4
= lim+
)
( x − 1) 2 x + 3 + 4
=
( )
x →1 x →1
( )(
2 x + 3 − 4 x→1 2 x + 3 − 4 2 x + 3 + 4 x→1 )
4( x + 3) − 16

( x − 1)( 2 x+3+4 ) = lim ( x − 1)(2 x+3+4 ) = lim ( x − 1)(2 x+3 +4 )=


= lim+
x →1 4 x + 12 − 16 x →1+
4x − 4 x →1 +
4( x − 1)

= lim+ 2 x + 3 + 4 = 2 × 2 + 4 = 2
x →1 4 4
3
f (1) = 12 + 3 = 2
1 +1
Logo, a função é contínua em [−6,6] .
O teorema de Weierstrass permite concluir que a função tem mínimo e máximo absolutos porque a
função é contínua e o seu domínio é um intervalo fechado D f = [−6,6] . ( )

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2. Derivadas de funções reais de variável real e aplicações

x 4 − 3x + 1 − (14 − 3 ×1 + 1) 4
( x − 1)( x 3 + x 2 + x − 2)
46. f ′(1) = lim = lim x − 3x + 2 = lim =
x→1 x −1 x→1 x −1 x →1 x −1

1 0 0 −3 2
1 1 1 1 −2
1 1 1 −2 0
3 2
= lim ( x + x + x − 2) = 1
x →1

g (2 + h) + 3 g (2 + h) − ( −3) g (2 + h) − g (2) 
= lim  1 ×

47. lim = lim  =
h →0 2
h + 2h h → 0 ( h + 2) h h → 0  h + 2 h
g (2 + h) − g (2) 1
= lim 1 × lim = × g '(2) = 1 × 4 = 2
h →0 h + 2 h →0 h 2 2

48. lim f ( x) = 1 , pois, dado que a função f é diferenciável em a , sabemos que é contínua em a .
x →a

49. y = f ′( x0 )( x − x0 ) + f ( x0 ) ; logo y = −3( x − 2) + 1 ⇔ y = −3 x + 7

50. 2 x + 3 y = 4 ⇔ y = − 2 x + 4 . O ponto da reta de abcissa 1 pertence ao gráfico da função; portanto,


3 3
2 4 2
f (1) = − × 1 + = . f ′(1) é o declive da reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 1;
3 3 3
assim, f ′(1) = − 2 .
3

2
′
51. a) f '( x) =  2 x3 + x + x − 2  = 6 x 2 + x + 1

 2 

b)

 x3 − 2 x ′
f ′( x) = 
( ′
) ( )
x3 − 2 x × ( 2 x − 3) − x3 − 2 x × ( 2 x − 3)′ ( ) ( )
3x 2 − 2 × ( 2 x − 3) − x3 − 2 x × 2
 = = =
 2x − 3  ( 2 x − 3)2 ( 2 x − 3)2
3 2 3
= 6 x − 9 x − 4 x + 62− 2 x + 4 x = 4 x − 9 x 2+ 6
3 2

( 2 x − 3) (2 x − 3)

40 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12



c) f ′( x) = ( x 2 + 3 x)5  = 5( x 2 + 3x) 4 × ( x 2 + 3x)′ = 5( x 2 + 3 x)4 × (2 x + 3) = (10 x + 15)( x 2 + 3x) 4

d)
2
x × ( x 2 + 1) + x × ( x 2 + 1)′ = 1 × ( x 2 + 1) + x × 2 x = x + 1 + 2 x x =
( )
′ ′
f ′( x) =  x × ( x 2 + 1) =
2 x 2 x

2 2 2
= x + 1 + 4x = 5x + 1
2 x 2 x

 x3 7 2 ′ 1 7
52. f ( x) =  − x + 7 x − 1 = × 3x 2 − × 2 x + 7 = x 2 − 7 x + 7

 3 2  3 2
A bissetriz dos quadrantes ímpares tem equação y = x , logo o seu declive é 1.

f ′( x) = 1 ⇔ x 2 − 7 x + 7 = 1 ⇔ x 2 − 7 x + 6 = 0 ⇔ x = 7 ± 49 − 4 × 6 ⇔ x = 7 ± 5 ⇔ x = 1 ∨ x = 6
2 2
A equação f ′( x) = 1 tem duas soluções, 1 e 6, que são as abcissas dos pontos em que as retas
tangentes são paralelas à bissetriz dos quadrantes ímpares.
1 7 17 63 7
f (1) = − + 7 − 1 = e f (6) = − × 62 + 7 × 6 − 1 = −13
3 2 6 3 2
As equações reduzidas dessas retas são, respetivamente, y = x − 1 + 17 ⇔ y = x + 11 e
6 6
y = x − 6 − 13 ⇔ y = x − 19 .

2(3 − x) − 2 x × (−1) 6 − 2 x + 2 x
53. a) g (1) = 2 = 1, g ′( x) = = = 6
3 −1 (3 − x) 2
(3 − x) 2
(3 − x)2
2−0
A reta r tem declive m = = −1 , logo, f ′(1) = −1 .
1− 3

6 = −1 + 3 = 2
b) ( f × g )′(1) = f ′(1) × g (1) + f (1) × g ′(1) = −1×1 + 2 ×
(3 − 1)2

 ′ f ′(1)
c)  1  (1) = − = − −1 = 1
f ( f (1)) 2 4 4

6 × (−1) = −6
d) ( g  f )′(1) = g ′( f (1)) × f ′(1) = g ′(2) × (−1) =
(3 − 2)2


( ) 2
e) f 3 (1) = 3( f (1)) × f ′(1) = 3 ×4 × ( −1) = −12

6
g ′(1) (3 − 1) 2 3
f) ( ) ′
g (1) =
2 g (1)
=
2 1
=
4

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( ′
)
54. a) D f = ℝ ; f ′( x) = 2 x3 − 4 x 2 + 5 = 6 x 2 − 8 x

f ′( x) = 0 ⇔ 6 x 2 − 8 x = 0 ⇔ ( 6 x − 8) x = 0 ⇔ 6 x − 8 = 0 ∨ x = 0 ⇔ x = 4 ∨ x = 0
3
x −∞ 0 4 +∞
3
x − 0 + + +
6x − 8 − − − 0 +
Sinal e zeros de f ′ + 0 − 0 +
Monotonia e ր 5 ց 71 ր
extremos de f 27
A função f é crescente em ]−∞,0] e em  4 ,+∞  e é decrescente em 0, 4  ; f (0) = 5 é máximo
 3   3 

()
relativo e f 4 = 71 é mínimo relativo.
3 27

b) Dg = ℝ \ {−1,1}
2
(2
)
 x 2 ′ 2 x x − 1 − x × 2 x 2 x3 − 2 x − 2 x3
g ′( x) =  2  = = = −2 x 2
2 2
 x −1 x2 − 1 ( )
x2 − 1 x2 −1 ( ) ( )
g ′( x) = 0 ⇔ −2 x = 0 ⇔ −2 x = 0 ∧ x ≠ −1 ∧ x ≠ 1 ⇔ x = 0
2
( x2 − 1 )
x −∞ −1 0 1 +∞
−2x + + + 0 − − −
( x 2 − 1) 2 + 0 + + + 0 +
Sinal e zeros de g ′ + n.d. + 0 − n.d. −
Monotonia e ր n.d. ր 0 ց n.d. ց
extremos de g

A função g é crescente em ]−∞, −1[ e em ]−1,0] e é decrescente em [0,1[ e em ]1,+∞[ ;


g (0) = 0 é máximo relativo e não existem mínimos relativos.

c) Dh = ℝ ; ( ′
)
h′( x) = ( x − 1)3 ( x − 3) + ( x − 1)3 ( x − 3)′ = 3( x − 1) 2 ( x − 3) + ( x − 1)3 =

= ( x − 1) 2 [3( x − 3) + ( x − 1)] = ( x − 1) 2 (4 x − 10)

h′( x) = 0 ⇔ ( x − 1) 2 (4 x − 10) = 0 ⇔ x − 1 = 0 ∨ 4 x − 10 = 0 ⇔ x = 1 ∨ x = 5
2

42 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


x −∞ 1 5 +∞
2
( x − 1)
2
+ 0 + + +
4 x − 10 − − − 0 +
Sinal e zeros de h′ − 0 − 0 +
Monotonia e ց 0 ց 27 ր

extremos de h 16

( ) ( ) ( 52 − 3) = −1627 é
3
A função h é decrescente em −∞, 5  e é crescente em  5 ,+∞ ; h 5 = 5 − 1
 2   2  2 2
mínimo relativo e não existem máximos relativos.

55. A função f é decrescente em ]−∞,1] porque ∀x ∈ ]−∞,1[, f ′( x) ≤ 0 , sendo que só anula, neste
intervalo, em −2 . A função f é crescente em [1,+∞[ porque ∀x ∈ ]1, +∞[, f ′( x) > 0 .
A função atinge um mínimo relativo em 1 e não existem outros extremos.

 − 2 x3 + 3 ′ 1
56. a) f ′( x) =  2 x = 2 x − 2 x3 + 3 = 1 2 − 3 2 x 2
( ) ( )

π 
  π π


f ′′( x) =  1 2 − 3 2 x 2  = 1 −6 2 x = − 6 2 x
( ) ( )
π  π π


b) f ′( x) = (3 − 2 x)3  = 3(3 − 2 x) 2 (3 − 2 x)′ = −6(3 − 2 x)2


f ′′( x) = −6(3 − 2 x)2  = −6 × 2(3 − 2 x) × (3 − 2 x)′ = 24(3 − 2 x) = 72 − 48x


c) f ′( x) =  21  = −2 x 2
 x +1 x2 + 1 ( )
′ −2 x 2 + 1 2 + 2 x × 2 x 2 + 1 × 2 x
f ′′( x) =

 −2 x  =
( ) =
(
x 2 + 1 −2 x 2 + 1 + 8 x 2
=
) ( )( ( ) )
 2 2 4 4
(
 x +1 
  ) x2 + 1 ( )
x2 + 1 ( )
2 2 2
= −2 x − 2 +38 x = 6 x − 23
(x2 + 1 )
x2 + 1 ( )
d) f ′( x ) = ( ′
x2 + 1 =) 2x
2 x +12
=
x +1
x
2

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x2 + 1 − x × 2x x2 + 1 − x2 x2 + 1 − x2
 ′
f ′′( x ) =  x  = 2 x2 + 1 = x2 + 1 = x2 + 1 =

( )
 2
x2 + 1 x2 + 1
 x2 + 1  x2 + 1

= 1
( x + 1)
2
x2 + 1

57. A função f ′ é crescente em [a,c] e em [e, +∞[ porque a função f ′′ é positiva em ]a,c[ e
em ]e, +∞[ ; a função f ′ é decrescente em ]−∞,a] e em [c,e] porque a função f ′′ é negativa
em ]−∞,a[ e em ]c,e[ .

58. A função f atinge um mínimo relativo em x = 1 . Logo, f (1) é um mínimo relativo.

59. 2a + b − 1 = 0 ⇔ b = 1 − 2a
Portanto, f ′( x ) = ax 3 + (1 − 2a ) x 2 − 4 e f ′′( x) = 3ax 2 + 2(1 − 2a ) x .
Então:
• f ′(2) = a × 23 + (1 − 2a ) × 22 − 4 = 8a + 4 − 8a − 4 = 0
• f ′′(2) = 3a × 22 + 2(1 − 2a ) × 2 = 4a + 4 = 4(a + 1) ; assim, f ′′(2) < 0 , pois a < −1 .
Tendo em consideração que f ′(2) = 0 e f ′′(2) < 0 , conclui-se que a função atinge um máximo no
ponto 2.

60. A função atinge mínimos em −2 e em 3 porque nesses pontos a primeira derivada é zero e a
segunda derivada é positiva e atinge um máximo em 0 porque nesse ponto a primeira derivada é
zero e a segunda derivada é negativa.

61. O gráfico da função tem a concavidade voltada para cima em ]−∞,b] e em [d , +∞[ porque a função
f ′ é crescente nesses intervalos e tem a concavidade voltada para baixo em [b, d ] porque a função
f ′ é decrescente nesse intervalo; os pontos de abcissa b e d são pontos de inflexão do gráfico da
função dado que nesses pontos muda o sentido da concavidade.

44 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


62. A afirmação é falsa, pois o gráfico da função f tem a concavidade voltada para baixo em ℝ + e,
portanto, a função f ′ é decrescente em ℝ + .

63. A função f ′ é crescente em ]−∞,0] , pois o gráfico da função f tem a concavidade voltada para
cima nesse intervalo e é decrescente em [0,+∞[ , pois o gráfico da função f tem a concavidade
voltada para baixo em [0,+∞[ .

64. Dado que o gráfico da função f tem a concavidade voltada para baixo, a função f ′ é decrescente.

65. O gráfico da função f tem dois pontos de inflexão, um em 0 e outro em 2.

x −∞ 0 2 3 +∞
2
x − 2x + 0 − 0 + + +
2
x +1 + + + + + + +
2
( x − 3) + + + + + 0 +
Sinal e zeros de f ′′ + 0 − 0 + 0 +
Concavidades e
pontos de inflexão P.I P.I.
do gráfico de f

( ′
) ′
(
66. a) D f = ℝ ; f ′( x) = x 4 − 3 x 2 + 1 = 4 x3 − 6 x ; f ′′( x) = 4 x3 − 6 x = 12 x 2 − 6 )
f ′′( x ) = 0 ⇔ 12 x 2 − 6 = 0 ⇔ 2 x 2 − 1 = 0 ⇔ 2 x 2 = 1 ⇔ x 2 = 1 ⇔ x = ± 1 ⇔ x = ± 2
2 2 2

− 2 2
−∞ +∞
x
2 2
Sinal e zeros de f ′′ + 0 − 0 +
Concavidades e
pontos de inflexão P.I. P.I.
do gráfico de f

 2  2 
A concavidade está voltada para cima em −∞,−  e em  ,+∞ e a concavidade está
 2   2 
 2 2
voltada para baixo em − ,  ; os pontos de abcissas − 2 e 2 são pontos de inflexão.
 2 2  2 2

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 45


 3 ′ 3x 2 ( x − 1) − x3 3x3 − 3x 2 − x3 2 x3 − 3x 2
b) D f = ℝ \{1}; f ′( x) =  x  = = =
 x −1 ( x − 1)2 ( x − 1)2 ( x − 1)2
( ) ( )
 2 x3 − 3x 2 ′ 6 x 2 − 6 x ( x − 1) − 2 x3 − 3x 2 × 2( x − 1)
f ′′( x) =   =
2

=
 ( x − 1)2  ( x − 1) 4
 

=
( ) ( )
( x − 1)  6 x 2 − 6 x ( x − 1) − 2 x3 − 3x 2 × 2 6 x3 − 6 x 2 − 6 x 2 + 6 x − 4 x3 + 6 x 2
= =
4 3
( )
x − 1 ( )
x − 1
2 x 3
− 6 x 2
+ 6 x 2 x( x 2 − 3x + 3)
= =
( x − 1)3 ( x − 1)3
3± 9 − 4×3 3 ± −3
x2 − 3x + 3 = 0 ⇔ x = ⇔x= Equação impossível em ℝ .
2 2

x −∞ 0 1 +∞
2x − 0 + + +
x 2 − 3x + 3 + + + + +
( x − 1)3 − − − 0 +
Sinal e zeros de f ′′ + 0 − n.d. +
Concavidades e
pontos de inflexão P.I.
do gráfico de f

A concavidade está voltada para cima em ]−∞,0] e em ]1,+∞[ e a concavidade está voltada para
baixo em [0,1[ ; o ponto de abcissa 0 é ponto de inflexão.

67. 100 km = 100000 m ; 1h = 3600s

100000 m 3600s
xm 1s
100000 250
x= =
3600 9

250
−0
Aceleração média = 9 = 9,9 m/s2
2,8

46 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


1 195000 325
68. Ao fim de 3 segundos a velocidade é × = m/s.
2 3600 12

325
−0
12 325
A aceleração média nos 3 primeiros segundos é = = = 9, 0 m/s2.
3 36

9 195000 195
Ao fim de 8 segundos a velocidade é × = m/s.
10 3600 4

195 325

A aceleração média entre os 3 e os 8 segundos é = 4 12 = 13 = 4,3 m/s2.
8−3 3

99 195000 429
Ao fim de 15 segundos a velocidade é × = m/s.
100 3600 8

429 195

A aceleração média entre os 8 e os 15 segundos é = 8 4 = 39 = 0, 7 m/s2.
15 − 8 56

( ′
) ( ′
69. a) p′(t ) = 2t 3 − 6t 2 + 9 = 6t 2 − 12t ; p′′(t ) = 6t 2 − 12t = 12t − 12)
p′′(2) = 12 × 2 − 12 = 12
A aceleração da partícula no instante t = 2 é 12 m/s2 .

2 ± 4 − 4 × ( −8)
b) p′(t ) = 48 ⇔ 6t 2 − 12t = 48 ⇔ 6t 2 − 12t − 48 = 0 ⇔ t 2 − 2t − 8 = 0 ⇔ t = ⇔
2
⇔ t = 2 ± 6 ⇔ t = −2 ∨ t = 4
2
p′′(4) = 12 × 4 − 12 = 36 m/s2

c) p ′′(t ) = 24 ⇔ 12t − 12 = 24 ⇔ t = 3

p (3) = 2 × 33 − 6 × 32 + 9 = 9

Foi no instante t = 3 e a abcissa da posição da partícula é 9 .

70. a) D = ℝ ; f ′( x ) = −2 x3 − 3 x 2 + 1 ;
f ′( x ) = 0 ⇔ −2 x 3 − 3 x 2 + 1 = 0 ⇔ ( x + 1)( −2 x 2 − x + 1) = 0 ⇔ x + 1 = 0 ∨ −2 x 2 − x + 1 = 0 ⇔
−2 −3 0 1
−1 2 1 −1
−2 −1 1 0

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 47


1 ± 1 − 4 × ( −2) × 1
⇔ x = −1 ∨ x = ⇔ x = −1 ∨ x = 1 ± 3 ⇔ x = −1 ∨ x = 1 ∨ x = −1
2 × ( −2) −4 2

−1 é raiz dupla de f ′ e 1 é raiz simples;


2

()
4
1
() ( ) + 12 + 2 = 3275
4
(−1) 2
3
f (−1) = − − (−1)3 − 1 + 2 = 3 e f 1 =− − 1
2 2 2 2 2
−∞ 1 +∞
x −1 2
x +1 − 0 + + +
−2 x 2 − x + 1 − 0 + 0 −
Sinal e zeros de f ′ + 0 + 0 −
Monotonia e 3 75
extremos de f ր ր ց
2 32

  2  2 32 ()
f é crescente em  −∞, 1  e é decrescente em  1 ,+∞  ; f 1 = 75 é máximo absoluto e não
2 
existem mínimos relativos.

f ′′( x ) = −6 x 2 − 6 x ; f ′′( x) = 0 ⇔ −6 x 2 − 6 x = 0 ⇔ −6 x( x + 1) = 0 ⇔ x = −1 ∨ x = 0

x −∞ −1 0 +∞
Sinal e zeros de f ′′ − 0 + 0 −
Concavidades e
3
pontos de inflexão
2 2
do gráfico de f

O gráfico tem a concavidade voltada para baixo em ]−∞, −1] e em [0,+∞[ e tem a concavidade
voltada para cima em [−1,0] ; os pontos de abcissas −1 e 0 são pontos de inflexão do gráfico
de f .
4
f (0) = 2 e f ( x) = 0 ⇔ − x − x3 + x + 2 = 0 ⇔ − x 4 − 2 x3 + 2 x + 4 = 0 ⇔ ( x + 2)(− x3 + 2) = 0 ⇔
2
−1 2 0 2 4
2 2 0 0 4
1 0 0 2 0

⇔ ( x + 2)(− x 3 + 2) = 0 ⇔ x + 2 = 0 ∨ − x 3 + 2 = 0 ⇔ x = −2 ∨ x 3 = 2 ⇔ x = −2 ∨ x = 3 2
Os pontos de coordenadas (0,2) , (−2,0) e ( 3
)
2,0 são os pontos de interseção do gráfico com
os eixos coordenados.

O gráfico da função não admite assíntotas verticais porque a função é contínua em ℝ .

48 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


x4
− − x3 + x + 2
f ( x) 2  x3 2
lim = lim = lim  − − x 2 + 1 +  = −∞ + 1 + 0 = −∞
x →+∞ x x →+∞ x x →+∞
 2 x

O gráfico da função não admite assíntota não vertical quando x → +∞ .

x4
− − x3 + x + 2
f ( x) 2  x3 2
lim = lim = lim  − − x 2 + 1 +  =
x →−∞ x x →−∞ x x →−∞
 2 x
 x3 2   1 1 2  1 
= lim  − − x 2 + 1 +  = lim  x3  − −  + 1 +  + 1 = −∞ ×  − − 0  + 1 + 0 = +∞
x →−∞
 2 x  x →−∞   2 x  x  2 

O gráfico da função não admite assíntota não vertical quando x → −∞ .

Logo, não existem assíntotas ao gráfico.

 3 x
b) D = ℝ ; g ′( x) =  2  =
 (
′ 3 2 x 2 + 1 − 3x × 4 x
=
)
−6 x 2 + 3
2
 2x +1 (2 x 2 + 1) 2
2 x2 + 1 ( )
2
g ′( x) = 0 ⇔ −6 x2 + 32 = 0 ⇔ −6 x 2 + 3 = 0 ⇔ x 2 = 1 ⇔ x = − 2 ∨ x = 2
(2 x + 1) 2 2 2

3 − 2  3 2 
   
3 2 3 2
 2 2 −
3 2  2 2
g− =
  = 2 =− ; g =
  = 2 =3 2
 2   2
2 1
2 × +1 4  2   2
2 1
2× +1 4
2 −  +1 2 2  +1 2
 2   2 

− 2 2
−∞ +∞
x
2 2
−6 x 2 + 3 − 0 + 0 −
(2 x 2 + 1)2 + + + + +
Sinal e zeros de g ′ − 0 + 0 −

−3 2 3 2
Monotonia e
extremos de g ց ր ց
4 4
 2  2   2 2
g− 2  = −3 2
 
g é decrescente em  −∞,−  e em  ,+∞ e é crescente em − ,  ;
 2   2   2 2   2  4
 2 3 2
é mínimo e g   = 4 é máximo.
 2 
2 2 2
(
 −6 x 2 + 3 ′ −12 x(2 x + 1) − −6 x + 3 × 2(2 x + 1) × 4 x
g ′′( x) =  =
2
)=
2 2
 (2 x + 1)  (2 x 2 + 1) 4

=
( ) ( ) ( )
4 x(2 x 2 + 1) −3(2 x 2 + 1) − −6 x 2 + 3 × 2 4 x −6 x 2 − 3 + 12 x 2 − 6 4 x 6 x 2 − 9 12 x 2 x 2 − 3
 = = =
( )
2 4
(2 x + 1) (2 x 2 + 1)3 (2 x 2 + 1)3 (2 x 2 + 1)3

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 49


12 x(2 x 2 − 3)
g ′′( x) = 0 ⇔ 2 3
= 0 ⇔ 12 x(2 x 2 − 3) = 0 ⇔ 12 x = 0 ∨ 2 x 2 − 3 = 0 ⇔
(2 x + 1)

⇔ x = 0 ∨ x2 = 3 ⇔ x = 0 ∨ x = −
3 ∨ x = 3 ⇔ x = 0∨ x = − 3 ∨ x = 3 ⇔
2 2 2 2 2

⇔ x = 0∨ x = − 6 ∨ x = 6
2 2

3 − 3 
 
 3 2 −3 3
0
g (0) = = 0 ; g  − =   = 2 = − 3 3 = − 3 3 = −3 6

1  2 2× 3 +1 4 2 8
2
4 2
2 − 3  + 1
 
2
 2

3 3 
 
 3 2 3 3
g =   = 2 =3 3 =3 3 =3 6

 2 2 × 3 +1 4 2 4 2 8
2
2 − 3  + 1
 
2
 2

− 6 6
−∞ +∞
x 0
2 2
12x − − − 0 + + +
2x2 − 3 + 0 − − − 0 +
(2 x 2 + 1)3 + + + + + + +
Sinal e zeros + 0
0 0 +
de g ′′ − −

Concavidades e 3 6
8
−3 6
pontos de
0
inflexão do 8
gráfico de g

 6  6
O gráfico tem a concavidade voltada para baixo em −∞,−  e em 0,  e tem a
 2   2 
 6   6
concavidade voltada para cima em − ,0 e em  ,+∞ ; os pontos de abcissas − 6 , 0 e

 2   2  2
6 são pontos de inflexão do gráfico de g . Os pontos de inflexão têm coordenadas
2
 6 3 6  6 3 6
 − 2 , − 8  , (0,0) e  2 , 8  .
   
g ( x) = 0 ⇔ 32x = 0 ⇔ 3x = 0 ⇔ x = 0
2x + 1
O gráfico interseta os eixos coordenados na origem do referencial.

Não existem assíntotas verticais porque a função é contínua em ℝ .

50 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


lim g ( x) = lim 3x = lim 3x = lim 3 = 0
x →+∞ x →+∞ 2 x 2+ 1 x→+∞ 2 x 2 x→+∞ 2 x

lim g ( x) = lim 3x = lim 3x = lim 3 = 0


x →−∞ x →−∞ 2 x 2 + 1 x →−∞ 2 x 2 x →−∞ 2 x

A reta de equação y = 0 é a assíntota horizontal ao gráfico da função g em −∞ e em +∞ .

x 2 ′ ( )
x 2 − 5 − ( x − 2) × 2 x x 2 − 5 − 2 x 2 + 4 x − x 2 + 4 x − 5
{ } 
c) D = ℝ \ − 5, 5 ; h′( x) =  2 −
 x −5

 = 2
= 2
=
( x 2 − 5)2
2
x −5 ( ) 2
x −5 ( )
2
h′( x) = 0 ⇔ − x 2+ 4 x −2 5 = 0 ⇔ − x 2 + 4 x − 5 = 0 ∧ x ∈ Dh
( x − 5)
−4 ± 16 − 4 × ( −1) × ( −5)
− x2 + 4 x − 5 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −4 ± −4 Equação impossível em ℝ .
−2 −2
h′ não tem zeros.

− x 2 + 4 x − 5 < 0 , ∀x ∈ Dh e ( x 2 − 5)2 > 0, ∀x ∈ Dh logo h′( x) < 0, ∀x ∈ Dh , pelo que


h é decrescente em  −∞, − 5  , em  − 5, 5  e em  5, +∞  ; não existem extremos relativos.

h′′( x) =  =
2 2
(2 2
)
 − x 2 + 4 x − 5 ′ (−2 x + 4)( x − 5) − − x + 4 x − 5 × 2 × ( x − 5) × 2 x
=
2 2 
 ( x − 5)  ( x 2 − 5)4

=  ( )
( x 2 − 5) (−2 x + 4)( x 2 − 5) − − x 2 + 4 x − 5 × 4 x
 = −2 x3 + 10 x + 4 x 2 − 20 + 4 x3 − 16 x 2 + 20 x =
( x 2 − 5)4 ( x 2 − 5)3
3 2
= 2 x − 12 x2 + 303
x − 20
( x − 5)
3 2
h′′( x) = 0 ⇔ 2 x − 12 x2 + 303
x − 20 = 0 ⇔ 2 x3 − 12 x 2 + 30 x − 20 = 0 ∧ x ∈ D ⇔ ;
h
( x − 5)

( )
⇔ 2 x3 − 12 x 2 + 30 x − 20 = 0 ∧ x ∈ Dh ⇔ ( x − 1) 2 x 2 − 10 x + 20 = 0 ∧ x ∈ Dh ⇔
2 −12 30 −20
1 2 −10 20
2 −10 20 0

⇔ x − 1 = 0 ∨ 2 x 2 − 10 x + 20 = 0 ∧ x ∈ Dh ⇔  x = 1 ∨ x = 10 ± 100 − 4 × 2 × 20  ∧ x ∈ Dh ⇔
 
( )  4 
 
⇔  x = 1 ∨ x = 10 ± −60  ∧ x ∈ Dh ⇔ x = 1
 
 4 
 
 impossívelem ℝ 
2
3 2
h′′( x) = 2 x − 12 x2 + 30 x − 20 = ( x − 1)(2 x − 10 x + 20) h(1) = 12− 2 = 1
( x − 5)3 ( x 2 − 5)3 1 −5 4

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 51


x −∞ − 5 1 5 +∞
x −1 − − − 0 + + +
2 x 2 − 10 x + 20 + + + + + + +
( x 2 − 5)3 + 0 − − −
0 +
Sinal e zeros + n.d.
n.d. 0 +
de g ′′ − −

Concavidades e n.d.
pontos de 1
n.d.
inflexão do 4
gráfico de g

O gráfico tem a concavidade voltada para baixo em  −∞, − 5  e em 1, 5  e tem a concavidade

( )
voltada para cima em  − 5,1 e em  5, +∞  ; o ponto de coordenadas 1, 1 é ponto de inflexão
4
do gráfico de h .
h(0) = 02− 2 = 2 ; h( x) = 0 ⇔ x2− 2 = 0 ⇔ x = 2
0 −5 5 x −5
O gráfico interseta os eixos coordenados nos pontos de coordenadas (2, 0) e 0, 2 .
5 ( )
lim − h( x) = lim − x2− 2 = 5 −− 2 = −∞ e lim + h( x) = lim x − 2 = − 5 − 2 = −∞
x→ 5 x→ 5 x − 5 0 x →− 5 x →− 5
+
x2 − 5 0+

lim h( x) = lim x2− 2 = lim x2 = lim 1 = 0 e lim h( x) = lim x2− 2 = lim x2 = lim 1 = 0
x →−∞ x →−∞ x − 5 x →−∞ x x →−∞ x x →+∞ x →+∞ x − 5 x →+∞ x x →+∞ x

As retas de equações x = − 5 e x = 5 são as assíntotas verticais do gráfico da função e a reta


de equação y = 0 é a assíntota horizontal ao gráfico da função h em −∞ e em +∞ .

( 2
)
 x 2 − 1 ′ 2 x × ( x + 2) − x − 1 2 x 2 + 4 x − x 2 + 1 x 2 + 4 x + 1
d) D = ℝ \ {−2} ; j ′( x) =   = = =
 x+2  ( x + 2) 2 ( x + 2) 2 ( x + 2) 2
2
j ′( x ) = 0 ⇔ x + 4 x +2 1 = 0 ⇔ x 2 + 4 x + 1 = 0 ∧ x ∈ D j ⇔ x = −4 ± 16 − 4 ∧ x ∈ D j ⇔
( x + 2) 2

⇔ x = −4 ± 12 ∧ x ∈ D j ⇔ x = −4 ± 2 3 ∧ x ∈ D j ⇔ x = −2 − 3 ∨ x = −2 + 3
2 2
(−2 − 3) 2 − 1 4 + 4 3 + 3 − 1
j (−2 − 3) = = = − 6 + 4 3 = − 6 3 + 12 = −2 3 − 4
−2 − 3 + 2 − 3 3 3
(−2 + 3) 2 − 1 4 − 4 3 + 3 − 1 6 − 4 3 6 3 − 12
j (−2 + 3) = = = = = 2 3−4
−2 + 3 + 2 3 3 3

52 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


x −∞ −2 − 3 −2 −2 + 3 +∞
2
x + 4x +1 + 0 − − − 0 +
( x + 2)2
+ + + 0 + + +
Sinal e zeros
+ 0 n.d. 0 +
de j′ − −

Monotonia e
extremos de j ր −2 3 − 4 ց n.d. ց 2 3−4 ր

j é crescente em  −∞, −2 − 3  e em −2 + 3, +∞  e é decrescente em −2 − 3, −2 e em

 −2, −2 + 3  ; −2 3 − 4 é máximo relativo e 2 3 − 4 é mínimo relativo.


 
2
( 2
)
 x 2 + 4 x + 1 ′ (2 x + 4)( x + 2) − x + 4 x + 1 × 2( x + 2)
j ′′( x) =  = =
2 
 ( x + 2)  ( x + 2)4

=  ( )
( x + 2) (2 x + 4)( x + 2) − x 2 + 4 x + 1 × 2
 = 2 x2 + 4 x + 4 x + 8 − 2 x2 − 8 x − 2 = 6
4 3
( x + 2) ( x + 2) ( x + 2)3
j ′′ não tem zeros.
x −∞ −2 +∞
Sinal e zeros de j ′′ − n.d. +
Concavidades e
pontos de inflexão n.d.
do gráfico de j

O gráfico tem a concavidade voltada para baixo em ]−∞, −2[ e tem a concavidade voltada para
cima em ]−2, +∞[ ; não existem pontos de inflexão.

2 2
j (0) = 0 − 1 = − 1 ; j ( x) = 0 ⇔ x − 1 = 0 ⇔ x 2 − 1 = 0 ∧ x ∈ D j ⇔ x 2 = 1 ∧ x ∈ D j ⇔ x = ±1
0+2 2 x+2
O gráfico interseta os eixos coordenados nos pontos de coordenadas (−1,0) , (1,0) e 0, − 1 .
2 ( )
2
lim − j ( x) = lim − x − 1 = 4 −− 1 = −∞
x →−2 x →−2 x + 2 0
A reta de equação x = −2 é a única assíntota vertical ao gráfico da função.

x2 −1 x+2
− x2 −2 x x−2
−2x −1
2x +4
3

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 53


2
j ( x) = x − 1 = x − 2 + 3
x+2 x−2

x →±∞ x →±∞ x−2 (


lim [ j ( x) − ( x − 2)] = lim x − 2 + 3 − x + 2 = lim 3 = 0
x →±∞ x − 2
)
A reta de equação y = x − 2 é assíntota ao gráfico da função j em −∞ e em +∞ .

3
3 = 3 + 3 + 3 > 3 + 3 + 3 = 9 Logo, 9 <u .
71. a) u3 = ∑ 3
k =1 18 + k 19 20 21 21 21 21 21 21

b) ∀n ∈ ℕ , seja ( vk ) a sucessão de termo geral vk =


n .
2n 2 + k

vk +1 − vk = n − n 2 2
= n 2n + k − n 2 n + k + 1 =
n ( 2 n 2 + k − 2n 2 + k + 1 ) <0
2n 2 + k + 1 2n 2 + k ( 2n 2
)(
+ k + 1 2n 2 + k ) ( 2n + 

2
k + 1)( 2n + k )
 
2

positivo

2n 2 + k − 2n 2 + k + 1 < 0 ⇔  2
2n 2n 2 + k + 1 ⇔ 2n 2 + k < 2 n 2 + k + 1 ⇔ 0 < 1
k < 
+
positivo positivo

A condição 2n2 + k − 2n2 + k + 1 < 0 é universal em ℕ , pelo que a sucessão ( vk ) é


decrescente.

n n
n n n2
Logo, ∀n ∈ ℕ, un = ∑ ≥∑ = e
2 2 2
k =1 2n + k k =1 2n + n 2n + n
2 2 2
lim n = lim n = lim n = lim n= +∞ = +∞ .
2
2n + n
( )
n2 2 + 1
n
n 2+ 1
n
2+ 1
n
2

c) Se existisse uma assíntota oblíqua ao gráfico de f , então lim f ( x) = +∞ ou lim f ( x) = −∞ , o


x →+∞ x →+∞

que não é compatível com o facto de lim f (un ) = 1 , pois (un ) é uma sucessão que tende para +∞ .

72. a) A função f é contínua se e só se lim− f ( x) = lim+ f ( x) = f (3) . Tem-se:


x →3 x →3

• lim− f ( x) = f (3) = 1
x →3 2

54 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


2 kx( x − 3) + x − 3 ( x − 3)( kx + 1) = lim kx + 1 = 3k + 1
• lim+ kx − 32kx + x − 3 = lim+ = lim+
x→3 x −9 x→3 ( x − 3)( x + 3) x→3 ( x − 3)( x + 3) x→3+ x + 3 6

• 3k + 1 = 1 ⇔ k = 2
6 2 3

b)
7 − 2 x se 2 ≤ x ≤ 3 − x + 7
 2 se 2 ≤ x ≤ 3
  2
g ( x) =  2 2
x − 3× 2 x + x − 3
= 2 =
3 3  2 x − 3 x − 9 se 3 < x ≤ 4
 se 3 < x ≤ 4  3( x − 3)( x + 3)
x2 − 9
− x + 7 se 2 ≤ x ≤ 3
 2 − x + 7 se 2 ≤ x ≤ 3 − x + 7 se 2 ≤ x ≤ 3
2 2
( )
  
=  2 x + 3 ( x − 3) = =
2 2x + 3 2 3
 se 3 < x ≤ 4  3x + 9 se 3 < x ≤ 4  3 − 3x + 9 se 3 < x ≤ 4
 3 ( x − 3) ( x + 3)

b1) A função g é contínua no intervalo fechado [2,4] , logo, o teorema de Weierstrass, permite
concluir que a função admite mínimo e máximo absolutos.

b2) O gráfico da função g é a reunião de um segmento de reta com parte de um ramo de uma

hipérbole. O máximo absoluto é g (2) = 3 e o mínimo absoluto é g (3) = 2 − 3 = 1 .


2 3 18 2

73. Dado que o domínio é ℝ e que a reta de equação x = −1 é assíntota ao gráfico de g , pode-se
concluir que a função não é contínua em −1 ; portanto, não é possível afirmar que, «porque
g (−2) e g (0) têm sinais contrários, a função tem pelo menos um zero no intervalo ]−2,0[ ». No
entanto, também não pode afirmar-se que a função não tem zeros nesse intervalo.

Nos referenciais seguintes apresentam-se duas situações: na da esquerda, a função g não tem
zeros em ]−2,0[ e na da direita a função tem um zero nesse intervalo.

Logo, nenhum dos alunos está a pensar corretamente.

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74. Seja g a função definida, em ℝ , por g ( x ) = f ( x ) − 2 = x 4 + kx − 5 .
Então, g ( x) = 0 ⇔ f ( x) = 2 .

( ) ( )
Tem-se g ( −2) × g (1) < 0 ⇔ ( −2) 4 − 2k − 5 × 14 + k − 5 < 0 ⇔ (11 − 2k ) × ( k − 4) < 0 ⇔
k −∞ 4 11 +∞
2
11 − 2k + + 0 −
k −4 − 0 + + +
(11 − 2k ) × ( k − 4) − 0 + 0 −

⇔ k ∈ ]−∞,4[ ∪ 11,+∞ 
 2 
Portanto, k ∈ ]−∞,4[ ∪ 11,+∞ ⇒ g (−2) × g (1) < 0 e, como a função g é contínua em [−2,1] , por
 2 
ser a diferença de duas funções contínuas, o teorema de Bolzano-Cauchy permite concluir que a
função g tem pelo menos um zero em ]−2,1[ , ou seja, a equação f ( x) = 2 tem pelo menos uma
solução no intervalo ]−2,1[ .

75. Suponhamos que a é o maior zero de f ′ e que b e c são zeros de f com a < b < c .
Tem-se f (b) = f (c) e, portanto, o teorema de Lagrange permite concluir que
f (c) − f (b)
∃x ∈ ]b,c[ : f ′( x) = = 0 , o que contraria a hipótese de que a é o maior zero de f ′ .
c−b

76. As funções definidas por f ( x) = x ou f ( x) = x 4 são exemplos em que f ′′(0) = 0 e em que f não
tem um ponto de inflexão em 0 ; logo, f ′′(a) = 0 não é condição suficiente para que o gráfico de f
tenha um ponto de inflexão em a .

 2 3 2
′ 2 2 2
77. a) f ′( x) =  k x − kx + x − 1 = 3k x − 2kx + 1 = k x 2 − 2k x + 1
 6 3 6  6 3 6 2 3 6

2
f ′(1) = 0 ⇔ k − 2k + 1 = 0 ⇔ 3k 2 − 4k + 1 = 0 ⇔ k = 4 ± 16 − 4 × 3 ⇔ k = 4 ± 2 ⇔
2 3 6 6 6

⇔ k = 4 ± 2 ⇔ k = 1 ∨ k =1
6 3

Se k = 1 , vem que f ′( x) = 0 ⇔ 1 x 2 − 2k x + 1 = 0 ⇔ x 2 − 4 x + 3 = 0 ⇔ x = 4 ± 16 − 4 × 3 ⇔
3 18 9 6 2

⇔ x = 4 ± 2 ⇔ x = 1∨ x = 3 ; f (1) = 1 − 1 + 1 − 1 = − 25 ; f (3) = 27 − 1 + 3 − 1 = −1
2 54 9 6 27 54 6

56 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


x −∞ 1 3 +∞
Sinal e zeros de f ′ + 0 − 0 +
− 25
Monotonia e
extremos de f ր
27
ց −1 ր

A função atinge um máximo − 25 para x = 1 .


27

Se k = 1 , vem que f ′( x) = 0 ⇔ 1 x 2 − 2k x + 1 = 0 ⇔ 3x 2 − 4 x + 1 = 0 ⇔ x = 4 ± 16 − 4 × 3 ⇔
2 3 6 6

6 3 6 3 6 ()
⇔ x = 4 ± 2 ⇔ x = 1 ∨ x = 1 ; f (1) = 1 − 1 + 1 − 1 = −1 ; f 1 = 1 − 1 + 1 − 1 = − 79
3 162 27 18 81

−∞ 1 +∞
x
3 1
Sinal e zeros de f ′ + 0 − 0 +
− 79
Monotonia e
extremos de f ր
81
ց −1 ր

A função atinge um mínimo −1 para x = 1 .


Logo, a função f atinge um máximo em 1 para k = 1 .
3

 2 ′
b) f ′′( x) =  k x 2 − 2k x + 1  = k 2 x − 2k
 2 3 6 3

3 ( )
f ′′(1) = 0 ⇔ k 2 − 2k = 0 ⇔ k k − 2 = 0 ⇔ k = 0 ∨ k = 2
3 3
Tem-se k ≠ 0 porque se k = 0 a função seria uma função afim que não admite pontos de
inflexão.
4 2
f ′′( x) = x − = ( x − 1) ; f (1) = − 3 + 1 − 1 = − 53
4 4 4 9
9 9 9 6 3 6 54

x −∞ 1 +∞
Sinal e zeros de f ′′ − 0 +
− 53
Concavidades e pontos de
inflexão do gráfico de f 54
O gráfico da função f tem um ponto de inflexão em 1 para k = 2 .
3

( )

78. a) p′(t ) = 2t 3 − 15t 2 + 24t + 4 = 6t 2 − 30t + 24

p′(t ) = 60 ⇔ 6t 2 − 30t + 24 = 60 ⇔ 6t 2 − 30t − 36 = 0 ⇔ t 2 − 5t − 6 = 0 ⇔


5 ± 25 − 4 × ( −6)
⇔t = ⇔ t = 5 ± 7 ⇔ t = −1 ∨ t = 6
2 2

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 57


( ′
)
p′′(t ) = 6t 2 − 30t + 24 = 12t − 30 ; p′′(6) = 42;
A aceleração da partícula, no instante em que a velocidade é 60 m/s, é 42 m/s2 .

( ) ( ) ( ) + 24 × 52 + 4 = 32 = 1,5
3 2
b) p′′(t ) = 0 ⇔ 12t − 30 = 0 ⇔ t = 5 ; p 5 = 2 5 − 15 5
2 2 2 2

Como p(0) = 4 , a partícula está 1,5 m à direita da origem do eixo, ou seja, 2,5 m à esquerda da
posição inicial.

Estudemos a monotonia da função p :

p′(t ) = 0 ⇔ 6t 2 − 30t + 24 = 0 ⇔ t 2 − 5t + 4 = 0 ⇔ t = 5 ± 25 − 4 × 4 ⇔ t = 5 ± 3 ⇔ t = 1 ∨ t = 4
2 2

p (1) = 2 × 13 − 15 × 12 + 24 × 1 + 4 = 15 ; p (4) = 2 × 43 − 15 × 42 + 24 × 4 + 4 = −12

t 0 1 4 +∞
Sinal e zeros de p′ + + 0 − 0 +
Monotonia e ր
4 15 ց −12 ր
extremos de p

p ( 0) = 4 e p (1) = 15 e a função é crescente no intervalo [ 0 ,1] ; logo, do instante t = 0 até ao


instante t = 1 ela percorreu 15 − 4 = 11 metros.

p (1) = 15
2()  5
e p 5 = 1,5 e a função é decrescente no intervalo 1,  ; logo, do instante t = 1
 2
5
até ao instante t = ela percorreu 15 − 1,5 = 13,5 metros.
2

Logo, no total, ela percorreu 11 + 13,5 = 24,5 metros.

{ }
79. a) D = x ∈ ℝ : x 2 − 1 ≥ 0 = ]−∞,−1] ∪ [1, +∞[

x −∞ −1 1 +∞
x2 − 1 + 0 − 0 +

2x × x − x2 − 1 x2 − x2 − 1 x2 − x2 + 1
 2 ′ 2
x2 − 1 x2 − 1 = 1
f ′( x) =  x − 1  = 2 x − 1 2 = = ;
 x  x x2 x 2 2 2
  x x −1
f ′ não tem zeros;
∀x ∈ ]−∞,−1[, f ′( x) > 0 , f ′(−1) não existe e f (−1) = 0 ; logo, f é crescente em ]−∞, −1]
∀x ∈ ]1,+∞[, f ′( x) > 0 , f ′(1) não existe e f (1) = 0 ; logo, f é crescente em [1,+∞[ ;
f (−1) = 0 é máximo relativo e f (1) = 0 é mínimo relativo.
58 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12
 2
− 2 x x − 1 + x 2 2 x  2
 −2 x x − 1 −
x 3 (
−2 x x 2 − 1 − x 3 )
 1 ′ 
 2 x2 − 1  x2 − 1 = x2 −1
f ′′( x) =   = = =
 2
x x2 −1  (
x4 x2 − 1 ) x4 x2 − 1 ( )
x4 x2 − 1 ( )
3 3
= −2 x + 2 x − x = − 3x 2 − 2
( )
x4 x2 − 1 x2 −1 x3 ( x 2 − 1) x 2 − 1

f ′′( x) = 0 ⇔ −3 x 2 + 2 = 0 ⇔ −3 x 2 + 2 = 0 ∧ x ∈ ]−∞, −1[ ∪ ]1, +∞[ ⇔


3 2 2
x ( x − 1) x − 1

⇔ x 2 = 2 ∧ x ∈ ]−∞, −1[ ∪ ]1, +∞[ ⇔ x = ± 2 ∧ x ∈ ]−∞, −1[ ∪ ]1, +∞[


3 3
2 nem − 2 pertencem a
Como nem
3 3
]−∞,−1[ ∪ ]1,+∞[ , podemos concluir que f ′′ não tem

zeros.

x −∞ −1 1 +∞
2
−3 x + 2 − − − −
x3 − − + +
x2 − 1 + 0 0 +
x2 − 1 + 0 0 +
Sinal e zeros de f ′′ + n.d. n.d. −
Concavidades e
pontos de inflexão do 0 0
gráfico de f

O gráfico tem a concavidade voltada para cima em ]−∞, −1] e tem a concavidade voltada para
baixo em [1,+∞[ ; não existem pontos de inflexão.
Não existem assíntotas verticais porque a função é contínua em todo o seu domínio que é
]−∞, −1] ∪ [1,+∞[ .

2
x 2 1 − 12  x 1 − 12 − x 1 − 12
lim f ( x) = lim x − 1 = lim  x 
= lim x = lim x = lim  − 1 − 1 
x x x x   = −1
x →−∞ x →−∞ x →−∞ x →−∞ x →−∞ x →−∞  x2 

2
x 2 1 − 12  x 1 − 12 x 1 − 12
lim f ( x) = lim x − 1 = lim x = lim  1 − 1  = 1
 x  x = lim
= lim  
x →+∞ x →+∞ x x →+∞ x x →+∞ x x →+∞ x x →+∞  x2 
As retas de equações y = −1 e y = 1 são assíntotas ao gráfico em −∞ e em +∞ , respetivamente.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 59


 2x2
2  − x − 2 se x < −2
b) D = ℝ \ {−2} ; f ( x) = 2 x = 
x + 2  2 x2
se x > −2
 x + 2

 2 ′  4 x( − x − 2) − 2 x 2 × (−1)  −4 x 2 − 8 x + 2 x 2
 2 x se x < −2  se x < −2 se x < −2
 2  2
 − x − 2   ( − x − 2 )  ( − x − 2 )
f ′( x) =  = = =
2 2 2
  2 x 2 ′  4 x ( x + 2) − 2 x  4 x + 8 x − 2 x se x > −2
  x + 2  se x > −2  se x > −2  2
  ( x + 2 ) 2
 ( x + 2)
 
 2 x2 + 8x
− ( x + 2) 2 se x < −2

=
2
 2x + 8x se x > −2
 ( x + 2) 2

x < −2, f ′( x) = 0 ⇔ 2 x 2 + 8 x = 0 ⇔ 2 x( x + 4) = 0 ⇔ x = −4 ∨ x = 0 ⇔ x = −4
;
x > −2, f ′( x) = 0 ⇔ 2 x 2 + 8x = 0 ⇔ 2 x( x + 4) = 0 ⇔ x = −4 ∨ x = 0 ⇔ x = 0

f (−4) = 32 = 16 e f (0) = 0 = 0
2 2

−4
x −∞ −2 0 +∞
−2 x 2 − 8 x − 0 +
( x + 2)2 + + +
2
2x + 8x − 0 +
( x + 2)2 + + +
Sinal e zeros de f ′ − 0 + − 0 +
Monotonia e
ց 16 ր ց 0 ր
extremos de f

f é decrescente em ]−∞, −4] e em ]−2,0] e é crescente em [−4, −2[ e em [0,+∞[ ; f (−4) = 16 e


f (0) = 0 são mínimos relativos (0 é mínimo absoluto).

60 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


 2 ′
 − 2 x + 8 x  se x < −2 − ( )
 (4 x + 8)( x + 2)2 − 2 x 2 + 8 x × 2( x + 2)
se x < −2
 ( x + 2) 2 
  ( x + 2) 4
f ′′( x) =  = =
 2 x 2 + 8 x ′
2
(2
)
 (4 x + 8)( x + 2) − 2 x + 8 x × 2( x + 2)
se x > −2  se x > −2
 2  4
 ( x + 2)   ( x + 2)

−  (
 4( x + 2) ( x + 2)( x + 2) − x 2 + 4 x  ) 2
( 2
 se x < −2 − 4 x + 4 x + 4 − x − 4 x
 ) se x < −2
 ( x + 2) 4  ( x + 2)3
= = =
( )
 4( x + 2) ( x + 2)( x + 2) − x 2 + 4 x 
 
2
( 2
4 x + 4x + 4 − x − 4x ) se x > −2
 se x > −2 
 ( x + 2) 4  ( x + 2)3
− 16 se x < −2
 ( x + 2)3
=
 16 3 se x > −2
 ( x + 2)
16 16
f ′′ não tem zeros; se x < −2 , f ′′( x) = − > 0 ; se x > −2 , f ′′( x) = >0
( x + 2) 3
( x + 2)3
   
negativo positivo

O gráfico tem a concavidade voltada para cima em ]−∞, −2[ e em ]−2, +∞[ ; não existem pontos
de inflexão.
 2x2
2  − x − 2 se x < −2
f ( x) = 2 x = 
x + 2  2 x2
se x > −2
 x + 2
2 2
lim + f ( x) = lim + 2 x = 8+ = +∞ lim − f ( x) = lim − 2 x = 8+ = +∞
x →−2 x →−2 x + 2 0 x →−2 x →−2 − x − 2 0
A reta de equação x = −2 é assíntota vertical ao gráfico de f .

2x2 −x − 2
−2 x 2 −4 x −2 x + 4
−4x
4x +8
8

2x 2 x+2
−2x 2 −4x 2x − 4
−4x
4x +8
8

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 61


 2 x2
 se x < −2 −2 x + 4 + 8 se x < −2
2
−x − 2 −x − 2
f ( x) = 2 x = 
 
=
x + 2  2 x2 8
se x > −2  2 x − 4 + x + 2 se x > −2
 x + 2

x →−∞ x →−∞
( 8 + 2 x − 4 = lim 8 = 0
lim [ f ( x) − (−2 x + 4)] = lim −2 x + 4 +
−x − 2 x →−∞ − x − 2
)
A reta de equação y = −2 x + 4 é assíntota ao gráfico de f quando x tende para −∞

x →+∞
(
x →+∞ x+2 )
lim [ f ( x) − (2 x − 4)] = lim 2 x − 4 + 8 − 2 x + 4 = lim 8 = 0
x →+∞ x + 2

A reta de equação y = 2 x − 4 é assíntota ao gráfico de f quando x tende para +∞

80. f ( x) = 12
x

As coordenadas de P são  x, 12  com x > 0 ; RS = 2 x


 x 
e PS = 12 .
x
O perímetro do retângulo é dado por:

p ( x) = 2 × 2 x + 2 × 12 = 2 2 x + 12 
 
x  x 
Procuremos o mínimo da função perímetro.
′
p′( x) = 2 2 x + 12  = 2 2 + −24x  = 41 − 13 
    
 x   x   x 

p′( x) = 0 ⇔ 41 − 13  = 0 ⇔ 1 − 13 = 0 ⇔ 1 = 13 ⇔ x3 = 1 ⇔ x = 1 ; p (1) = 2( 2 + 1) = 6


 
 x  x x
x 0 1 +∞
3
4x − 4 − 0 +
3
x + + +
Sinal e zeros de p′ − 0 +
Monotonia e
ց 6 ր
extremos de p
Logo, o perímetro é mínimo para x = 1 , as dimensões desse retângulo são RS = 2 e PS = 1 .

62 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


81.

()
2 2 2
a2 + x = 16 ⇔ a 2 = 16 − x ⇔ a = 16 − x
2 4 4

2
x 16 − x
A( x) = 4 , com 0 < x < 8
2

 x   
 ′ 2 2 −   2 
A′( x) = 1  x 16 − x  = 1  16 − x + x 2  = 1  16 − x − x2 =
2 4  2 4 2
 2 4 2
2 16 − x  4 16 − x
  
  
 4   4 
2
416 − x  − x 2

4 2 2 2 2
=  = 64 − x − x = 32 − x = 32 − x
2 2 2
8 16 − x 8 16 − x 4 16 − x 2 64 − x 2
4 4 4

A′( x ) = 0 ⇔ 32 − x 2 = 0 ⇔ 32 − x 2 = 0 ⇔ x 2 = 32 ⇔ x = 32 ⇔ x = 4 2
2
2 64
 x
−
positivo para 0 < x <8

4 2 16 −
(4 2 )
A(4 2) = 4 = 2 2 16 − 32 = 2 2 8 = 2 2 × 2 2 = 8
2 4

x 0 4 2 8
32 − x 2 + 0 −
2
2 64 − x + + +
Sinal e zeros de A′ + 0 −
Monotonia e
ր 8 ց
extremos de A

O triângulo tem área máxima quando AC = 4 2 ;


2
42 + 42 = 32 = 4 2 ( )
Logo, o triângulo é retângulo.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 63


( ′
)
82. a) f ′( x ) = x 3 − 3 x 2 − 1 = 3 x 2 − 6 x = 3 x ( x − 2)

∀x ∈ ]0,2[, f ′( x) < 0 , portanto, f é decrescente em [0,2] ;

( ′
)
g ′( x ) = x 2 − 5 = 2 x

∀x ∈ ]0, +∞[, g ′( x) > 0 , portanto, g é crescente em [0,+∞[ , de onde se conclui que é crescente
em [0,2] .

( f − g )′ ( x) = f ′( x)
 − g ′( x)
 < 0, ∀x ∈]0,2[
negativaem ]0,2[ positivaem ]0,2[

Logo, a função f − g é decrescente nesse intervalo.

b) A função f − g é decrescente em ]1,1;1,3[ e, portanto, não pode ter mais do que um zero.

A função f − g é contínua em [1,1;1,3] .

( )
( f − g )(1,1) = f(1,1) − g(1,1) = 1,13 − 3 ×1,12 − 1 − (1,12 − 5) = 0,491 > 0 e

( )
( f − g )(1,3) = f (1,3) − g (1,3) = 1,33 − 3 ×1,32 − 1 − (1,32 − 5) = −0,563 < 0 , concluímos que f − g
tem pelo menos um zero em ]1,1;1,3[ . Portanto, f − g tem exatamente um zero em ]1,1;1,3[ , ou
seja, os gráficos das funções f e g intersetam-se num único ponto de abcissa pertencente ao
intervalo ]1,1;1,3[ .

Recorrendo a uma calculadora, concluímos que esse ponto tem coordenadas (1,2 ; − 3,6) , com
aproximação às décimas.

64 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


4. Funções Exponenciais e Funções Logarítmicas

1. Juros compostos e número de Neper

1. a) 0, 04 × 60 000 = 2400 euros

b) 72 000 = 60 000 + 5 × 2 400 ; portanto, a Beatriz estava a pensar que o lucro do António ia ser o
mesmo todos os anos, o que não acontece. Repare-se, por exemplo, que no segundo ano o lucro
do António é 4% de 62 400 euros que não é o mesmo que 4% de 60 000 euros.

( )
5
C5 = 60 000 1 + 4 = 72999,17414 . O António vai ter 72 000 euros e mais uns bons «trocos».
100
Vai ter 72999,17 euros.

( ) = 72 999,17414 × 0, 04 = 2 919,97 euros


5
c) 0, 04 × 60 000 1 + 4
100

(
d) C1 − 60 000 = 2919,97 ⇔ 60 000 1 + k − 60 000 = 2919,97 ⇔
100 )
( )
⇔ 60 000 1 + k − 1 = 2 919, 97 ⇔ 600k = 2 919,97 ⇔ k = 4,867 %
100

20
1,8 
2. C20 = 10 000 1 +  = 14 287, 48 euros
 100 

( )
10 5
1,5  5
2, 4 
3. C 20 = 100 000 1 +  1 + 2  1 + = 144 265 euros
 100  100  100 

10
0,8 
4. 5 anos corresponde a 10 semestres, logo C10 = 2500 1 +  = 2 707,36 euros
 100 

( ) ( )
12 12
5. 1, 24 ×12500 = 15500 ; C12 = 15500 ⇔ 12500 1 + k = 15500 ⇔ 1 + k = 31 ⇔
100 100 25

⇔ 1 + k = 12 31 ⇔ k = 100 12 31 − 100 ⇔ k ≃ 1,8 ; portanto, a taxa anual aplicada foi 1,8 %.


100 25 25

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 65


6. a) 500 000 − 0, 05 × 500 000 = 475000 ; 475000 − 0, 05 × 475000 = 451250
Daqui a um ano vale 475 000 euros e daqui a dois anos vale 451 250 euros.

( )
n
b) Cn = 500 000 1 − 5
100

2
2, 4 
7. a) 1 ano tem 2 semestres, logo C2 = 50 000 1 +  = 51207, 20 euros.
 100 × 2 
12
2, 4 
b) 1 ano tem 12 meses, logo C12 = 50 000 1 +  = 51213, 29 euros.
 100 ×12 
c) 1 ano tem 365 dias, 1 dia tem 24 horas, 1 hora tem 60 minutos, logo 1 ano tem
525600
 2, 4 
365 × 24 × 60 = 525600 minutos. Logo, C525600 = 50 000 1 +  = 51214,52 euros.
 100 × 525600 

8. Calculemos a taxa de juro trimestral.

( )
20 225, 23 1 + k = 20376,92
100

20 225, 23 (1 + k ) = 20376,92 ⇔ (1 + k ) =
20376,92 20376,92
⇔ 1+ k = ⇔ k ≃ 0, 7500
100 100 20 225, 23 100 20 225, 23
r
= k ⇔ r = 4k ; logo, r ≃ 4 × 0, 7500 ≃ 3 %.
4

( ) ( )
3n n
9. a) lim 1 + 1 = lim  1 + 1  = e3
 
n  n 

n 2

( ) ( ) ( )
2 n +3  3
b) lim 1 + 1 = lim  1 + 1 1 + 1  = e2 ×13 = e2
n  n  n 

−1

( ) ( )
−n n
c) lim 1 + 1 = lim  1 + 1  = e−1 = 1
 
n  n  e

n  −2 

( ) ( )( )
3− 2 n  3
d) lim 1 + 1 = lim  1 + 1 1 3 −2 −2 1
 1+ n   = 1 × e = e = 2
n  n    e

( ) ( ) =e
n n
e) lim n + 1 = lim 1 + 1
n n

66 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


( ) ( ) ( ) ( )
n n −n  −n 
f) lim 2n = lim 2n × n  = lim 2n × n + 1 1
   n
n +1 n +1  n  = lim 2 × 1 + n =
    
 
 n 
= lim 2 × 1 n  = +∞ × 1 = +∞


1+ 1 
n  ( )
e

n  −2 

( ) ( ) ( )( )
1− 2 n 1− 2 n  1
g) lim 4n + 4 = lim 4 + 4 = lim  +4 4 4
 +
4
 =
3n 3 3n  3 3n  3 3n  
2
 

( ) ( ) = 43 × 0 = 0
  2
= lim 4 + 4 × lim  1
 = 4 × lim 1
3 3n
( )( ) 3 +∞ × e
n n
 4 1+ 1 
 3 n 

   

( 3n2+n 3) () ( ) () ()
n n  n n   2 n 
= lim 2 × n = lim 2 × 1 × 1  = 0× 1 = 0

h) lim   = lim 
 3 n +1   3
( )  3
( ) e
n n
n +1  1+ 1 
 n   n 
   

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )=
2− n −2+ n −2 n −2 n
i) lim 2n = lim 5n + 2 = lim 5n + 2
× lim 5n + 2 = lim 5n + 2 × lim 5 + 1
5n + 2 2n 2n 2n 2n 2 n
n
  2 
( ) ( ) ( ) ()
−2 n −2  5 n  5 
= lim +5 1  5
× lim × 1 + 2  5
= lim + 1 × lim × 1 +   =
2 n 2 5n  2 n  2  n 
   

()
−2 2
= 5 ×  +∞ × e 5  = 4 × (+∞) = +∞
 
2   25

2. Funções exponenciais

() () ( ) ( )
4 −2 −1 1
1
b) 1 c) − 3 = −4
−4
10. a) 2 = =4 2
2 4 4 3

−1

()
1 1 2
b) 1
2
11. a) 43 = 4 3
= 32 = 3 c) 4 3 = 3 42
3

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 67


()
−3 1 4
12. a) 1
1 = 3−1 = 3− 2 c) 3 a 4 = a 3
= 43 b)
4 3

13. a) f (0) = 2 ⇔ c × 3k ×0 = 2 ⇔ c = 2 ; como f é crescente vem que k > 0 .

b) f (0) = 1 ⇔ c × 3k ×0 = 1 ⇔ c = 1 ; como f é decrescente vem que k < 0 .

c) f (0) = −2 ⇔ c × 3k ×0 = −2 ⇔ c = −2 ; como f é crescente vem que k < 0 .

14. Para que a função seja crescente 3 − a > 1 ⇔ a < 2 ; logo, a ∈ ]−∞,2[ .

k 2 − 2  k2 − 2  k2 − 2
2  k > 0  > 0  >0
15. 0 < k − 2 < 1 ⇔ 
k k
⇔ ⇔
k 2
k −2 <1
2
k − 2 −1 < 0
2
k − k − 2 < 0
 k  k  k
k −∞ − 2 0 2 +∞
2
k −2 + 0 − − − 0 +
k − − − 0 + + +
2
k −2 0 n.d. 0
− + − +
k
k 2 − 2 > 0 ⇔ k ∈ − 2,0 ∪  2, +∞ 
k    

k −∞ −1 0 2 +∞
2
k −k −2 + 0 − − − 0 +
k − − − 0 + + +
2
k −k −2 0 n.d. 0
− + − +
k

1 ± 1 − 4 × ( −2)
k2 − k − 2 = 0 ⇔ k = ⇔ k = 1 ± 3 ⇔ k = −1 ∨ k = 2
2 2
k 2 − k − 2 < 0 ⇔ k ∈ −∞, −1 ∪ 0,2
k
] [ ] [
( )
Tem-se  − 2,0 ∪  2, +∞  ∩ ( ]−∞,−1[ ∪ ]0,2[ ) =  − 2,−1 ∪  2,2

O conjunto dos valores de k para os quais a função g é decrescente é  − 2,−1 ∪  2,2 .

68 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


()
x
16. a) lim 3x + 2− x = lim  3x + 1  = +∞ + 0 = +∞
 
x →+∞
( x →+∞ 2  )

() ()
x −y
b) lim  1 + 4− x  = lim  1
   
x →−∞ 5
( )
+ 4 y  = lim 5 y + 4 y = +∞ + ∞ = +∞
  y =− x y →+∞  5  y →+∞

2x 2x  1  2 x  1
c) lim x +1
= lim x
= lim  ×   = × ( +∞) = +∞
x →+∞  3  3   3
x →+∞
3 x →+∞
3 3  

 x
() ( ) =0
x
d) lim (3− x × 2 x ) = lim  1 × 2 x  = lim 2

x →+∞ 3
x →+∞
  x →+∞ 3

17. a)
2 ×4
π 3
=
2π × 22( ) = 2 × 21
π 2 3
=2
π +2 3 − 1
2
1
2
22 22

( )
3
2 24
3 ×2 6 2 6 6
= 3 ×2 =3 × 22 6 6
= 3 ×2
2 6
=2
2 6
= 22 6− 6
=2 6
b)
2 6 2 6
6  12  6 6 6
2 ×3 6
2 6

6 
 

1 1
18. a) 2k + s = 2k × 2s = 5 × 3 = 15 b) 2−s = s = c) 2k +1 = 2k × 2 = 5 × 2 = 10
2 3

2 s
d) 22k = 2k ( ) = 52 = 25 e) 2 3 = 3 2s = 3 3 f) 6 s = 2 s × 3s = 3 × 4 = 12

()
s
g) 2 = 2 s = 2 2 = 32 = 3
s s

9 4 16
32 ( ) ( )
3s

h) 3− sk = 1sk = 1 k = 1k = 12 k = 1 = 12 = 1
3 4 2 2
5 25
3s ( )
2k ( )
( )
s
i) 2 s = 2 s×s = 2 s = 3s = 4
2

1 1 1 1
sk k k 2
j) 32 = 3 ( ) sk 2

( )
=  3s  2 = 4k


( ) 2

( )
=  22  = 2k = 5

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 69


1
19. a) 9 x = 3 ⇔ 32 x = 3 2 ⇔ 2 x = 1 ⇔ x = 1
2 4
Conjunto-solução = 1
4 {}
b) 1000 x = 0,01 ⇔ 103 x = 10−2 ⇔ 3 x = −2 ⇔ x = − 2
3

Conjunto-solução = − 2
3 { }
c)
5x + 5 × 5x = 130 ⇔ 5x + 25 × 5x = 650 ⇔ 26 × 5x = 650 ⇔ 5x = 25 ⇔ 5x = 52 ⇔ x = 2
5

Conjunto-solução = {2}

( )
d) x × 21− x = 4 x ⇔ x × 21− x − 4 x = 0 ⇔ x × 21− x − 4 = 0 ⇔ x = 0 ∨ 21− x − 4 = 0 ⇔

⇔ x = 0 ∨ 21− x = 4 ⇔ x = 0 ∨ 21− x = 22 ⇔ x = 0 ∨ 1 − x = 2 ⇔ x = 0 ∨ x = −1 ;

Conjunto-solução = {−1,0}

9 = 108 − 3x ⇔ 32 x = 972 − 9 × 3x ⇔ 3x
x 2
e) 9 x−1 = 108 − 3x ⇔
9 ( ) + 9 × 3x − 972 = 0 ⇔

−9 ± 81 − 4 × (−972)
⇔ 3x = ⇔ 3x = −9 ± 63 ⇔ 3x = −36 ∨ 3x = 27 ⇔ 3x = 33 ⇔ x = 3
2 2

Conjunto-solução = {3}

− 6 × 2 x + 8 = 0 ⇔ 2 x = 6 ± 36 − 4 × 8 ⇔ 2 x = 6 ± 2 ⇔
2
f) 22 x = 3 × 2 × 2 x − 8 ⇔ 2 x( ) 2 2
2
⇔ 2 = 2 ∨ 2 = 4 ⇔ 2 = 2 ∨ 2 = 2 ⇔ x = 1∨ x = 2
x x x x

Conjunto-solução = {1,2}

2
g) 22− x + 3 = 2 x ⇔ 2 x + 3 = 2 x ⇔ 4x + 3 = 2 x ⇔ 4 + 3 × 2 x = 2 x
2 2

2 2
( ) ( )
⇔ 2x − 3 × 2x − 4 = 0 ⇔

3 ± 9 − 4 × (−4)
⇔ 2x = ⇔ 2 x = 3 ± 5 ⇔ 2 x = −1 ∨ 2 x = 4 ⇔ 2 x = 22 ⇔ x = 2
2 2

Conjunto-solução = {2}

70 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


3 2x 3 3 1
⇔ 4 × 4 x > 2 2 ⇔ 4 × 22 x > 2 2 ⇔ 2 3 > 1 ⇔ 2 2 > 2−2 ⇔ 2 2 > 2−2 ⇔
3x x x 2 x− x x
20. a) 4 x +1 > 2
x 4
22
⇔ 1 x > −2 ⇔ x > −4
2
Conjunto-solução = ]−4, +∞[

( ) ≤ 8×8 ⇔ 4
x −2 x
b) 0,25 x ≤ 8 x +1 ⇔ 1 ≤ 8 × 23 x ⇔ 2−2 x ≤ 8 × 23 x ⇔ 2 3 x ≤ 23 ⇔
x −x
4 2
⇔ 2−2 x −3 x ≤ 23 ⇔ −2 x − 3 x ≤ 3 ⇔ −5 x ≤ 3 ⇔ x ≥ − 3
5
Conjunto-solução = − 3 ,+∞
 5 

( ) < 12 ⇔ x > 1
x
c) 1
2
Conjunto-solução = ]1, +∞[

2 2
1
d) 4 x > 2 x ⇔ 22 x > 2 x ⇔ 2 x 2 > x ⇔ 2 x 2 − x > 0 ⇔ x ∈ ]−∞,0[ ∪  ,+∞
 2 
2 x 2 − x = 0 ⇔ x( 2 x − 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ 2 x − 1 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 1
2

1
x −∞ 0 +∞
2
2x 2 − x + 0 − 0 +

Conjunto-solução = ]−∞,0[ ∪  1 , +∞


 2 

e) 81x ≥ 27 x
2
−5
⇔ 34 x ≥ 33
( x −5) ⇔ 4 x ≥ 3x 2 − 15 ⇔ −3x 2 + 4 x + 15 ≥ 0 ⇔ x ∈ − 5 ,3
2

 3 
−4 ± 16 − 4 × ( −3) × 15
−3 x 2 + 4 x + 15 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −4 ± 14 ⇔ x = 3 ∨ x = − 5
−6 −6 3
x −∞ −5 3 +∞
3
−3x 2 + 4 x + 15 − 0 + 0 −

Conjunto-solução = − 5 ,3
 3 

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 71


f) 2 x − 1 = 0 ⇔ 2 x = 1 ⇔ 2 x = 20 ⇔ x = 0; 2 x − 1 > 0 ⇔ 2 x > 1 ⇔ 2 x > 20 ⇔ x > 0
x −∞ 0 3 +∞
2 −1 x
− 0 + + +
3− x + + + 0 −
2 −1x
0 n.d.
− + −
3− x
2 x − 1 ≥ 0 ⇔ x ∈ 0,3
3− x
[ [
Conjunto-solução = [0,3[

3 2
g) 3x + 31− x ≥ 4 ⇔ 3x + x ≥ 4 ⇔ 32 x + 3 ≥ 4 × 3x ⇔ 3x
3
( ) − 4 × 3x + 3 ≥ 0 ⇔ x y 2 − 4 y + 3 ≥ 0 ⇔
seja y =3

y 2 − 4 y + 3 = 0 ⇔ y = 4 ± 16 − 4 × 3 ⇔ y = 4 ± 2 ⇔ y = 1 ∨ y = 3
2 2

y −∞ 1 3 +∞
y2 − 4 y + 3 + 0 − 0 +

3x = 30 ∨ 3x = 3 ⇔ x = 0 ∨ x = 1
⇔ y ≤ 1 ∨ y ≥ 3 ⇔ 3x ≤ 1 ∨ 3x ≥ 3 ⇔ 3x ≤ 30 ∨ 3x ≥ 31 ⇔ x ≤ 0 ∨ x ≥ 1 ;
Conjunto-solução = ]−∞,0] ∪ [1,+∞[

( )
h) 3x+1 − x 2 × 3x ≥ 0 ⇔ 3 × 3x − x2 × 3x ≥ 0 ⇔ 3x 3 − x 2 ≥ 0 ⇔ 3 − x 2 ≥ 0 ⇔ x ∈ − 3, 3 
>0

x −∞ − 3 3 +∞
− x2 + 3 − 0 + 0 −

Conjunto-solução = − 3, 3 

() ( ) ( ) ⇔ x≤0
x x 0
i) 3x ≥ 4 x ⇔ 3 ≥1⇔ 3 ≥ 3
4 4 4
Conjunto-solução = ]−∞,0]

1  1 − 3 × 3x  22 x − 2 1 − 3x +1 ( )( )
( x 
3
) 

2x
j) 4 − 2  x − 3  ≥ 0 ⇔ 2 − 2 
 3
( x ≥0⇔

) 3x
≥0⇔
>0

72 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


2 2 x − 2 = 0 ⇔ 22 x = 2 ⇔ 2 x = 1 ⇔ x = 1
2
(2 2x
)(
− 2 1− 3 x+1
) ≥0⇔
22 x − 2 > 0 ⇔ 22 x > 21 ⇔ 2 x > 1 ⇔ x > 1
2
1 − 3x+1 = 0 ⇔ 3x+1 = 1 ⇔ 3x+1 = 30 ⇔ x + 1 = 0 ⇔ x = −1
1 − 3x+1 > 0 ⇔ 3x+1 < 1 ⇔ 3x +1 < 30 ⇔ x + 1 < 0 ⇔ x < −1

1
x −∞ −1 2 +∞

22 x − 2 − − − 0 +
x+1
−3 +1 + 0 − − −
(2 2x
)(
− 2 1− 3 x+1
) − 0 + 0 −

⇔ x ∈ −1, 1 
 2 
1
Conjunto-solução = −1, 
 2 

() () ( ) − 4 ≤ 0 ⇔
x x x
k) x 1 ≤ 4x ⇔ x 1 − 4x ≤ 0 ⇔ x 1

2 2  2

( 12 ) − 4 = 0 ⇔ 2 = 2 ⇔ −x = 2 ⇔ x = −2
x
−x 2

( 12 ) − 4 > 0 ⇔ 2 > 2 ⇔ −x > 2 ⇔ x < −2


x
−x 2

−2
x −∞ 0 +∞
x − − − 0 +

( 12 ) − 4
x
+ 0 − − −

x ( 1 ) − 4
  x
− 0 + 0 −
 2 

⇔ x ∈ ]−∞, −2] ∪ [ 0, +∞[


Conjunto-solução = ]−∞,−2] ∪ [0,+∞[

( ) =e
n
21. a) lim 1 + 2 2
n

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( ) ( ) × lim(1 − n2 ) = e
n +1 n
b) lim 1 − 2 = lim 1 − 2 −2
× 1 = e−2
n n

( ) ( ) ( ) ( )
2 n +1 2n n
c) lim 1 + 2 = lim 1 + 2 × lim 1 + 2 = lim 1 + 2
 
n+3 n+3 n+3 n + 3  ×1 =
 
−3 2
=  lim(1 + 2 ) lim(1 + 2 )
n +3
  2

n+3 n+3
2
 = e ×1
−3
( ) = e4
 

( ) ( )
n n
 n 1+ 2  lim 1 + 2
( )
n 2
d) lim n + 2
 n  n
= lim  = = e5 = e−3
n+5
 n 1+

5
n ( ) 

lim 1 + 5
n ( )
n
e

( )
1−3n 1−3n −3n
 2n 1 + 1 1 + 1  1  1+ 1 
  
1
( )
1−3n
2n +
 2n 
e) lim 2n + 1
 
= lim = lim 2n  = lim   ×
2n =
( )
2n − 3  
 2n 1 −
3
 1− 3   1 −
3  1− 3 
 2n   2n   2n  2n 
3n 3n
 3× 3   9

lim1 − 2  lim1 − 2 

( )
3n 3n
3 3
1− 3  1 + 1 lim 1 − 2n  3n 

 2n ×  −9 9 3
= lim 2n  × lim 2n = × 1=  2 =   = e 2 = e− 2 −− 2 = e−6
1+ 1  1 − 3 lim 1 + 1
( )
3n 1 3n 3n 3

 2n  2n
 1× 3   3 e2
2n lim1 + 2  lim1 + 2 

 2n ×  3   3n 
 
 2  

( ) ( ) ( ) ( ) ( )=
n n n n n n
 2
lim n −2 9  = lim n − 3 × n + 3 = lim n − 3 lim n + 3 = lim 1 − 3 lim 1 + 3

f)  n  n n n n n n
= e−3 × e3 = e0 = 1

2n
  5 
( ) ( )
2n 2n
g) lim 2 + 5 = lim 22 n 1 + 5
 
= lim 21 + 2 
  
n +1 n + 1 2n + 2 =
    


( ) ( ) ( ) ( )
2 n+ 2 −2 2n+2 −2
= lim 22 n 1 + 5 5 5 5
 
2n + 2
1+
2n + 2
2n
( )
 = lim 2 × lim 1 + 2n + 2 × lim 1 +
2n + 2
=
 
= +∞ × e5 × 1 = +∞

( ) ( ) 
n n
 −n 1 − 2   2
n 
1− 2
1
( )
n − 
h) lim 2 − n = lim
 n  n
= lim (−1) n  = lim (−1)n
( )

n+3 3 1+ 3 
( ) 
n
 n 1+
n
 
 n

 1+ 3
   n
Este limite não existe porque:
n
A sucessão de termo geral ( −1) não tem limite (os termos desta sucessão são, alternadamente,
iguais a −1 e a 1).

74 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


n n n n
 2  2  3  3
1 −  lim 1 −   1+  lim 1 + 
 n  = e = e−5 e lim  n  =  n  = e = e5
−2 3
n
lim  =
 3
n
 3
n
e3  2
n
 2
n
e −2
1 +  lim 1 +  1 −  lim  1 − 
 n  n  n  n

( ) ( ) ( )  .
n n n
1− 2  1− 2 1+ 3
  
 n  n n
Se existisse lim (−1) n  , então, também existia lim (−1)n ×
( ) ( ) ( ) 
n n n

 1 + 3  
 1+ 3 1− 2
 n   n n

(1 − 2 ) (1 + 3 )
n n

n n n
Mas (−1) n
× = ( −1) que não tem limite.
(1 + n ) (1 − n )
n n
3 2

( ) ( )
( ) ( )
n n n
 −n 1 − 2  
1− 2
 2
n lim 1 −

( ) ( )
n  1 n 
i) lim 2 − n  = lim − 1
 n  n n
= lim = lim  − =
( )

3n + 1 1
( ) 3 3
( )
n n
 3n 1 +
3n
 
 1+ 1 
 lim 1 + 1
   3n  3n

 lim(1 − n )
n
2  
= lim (−1) ( )  −1) ( ) 
 1
n
 1 e
n −2 −7
n
= lim  ( n
= 0× e 3 =0
 3   1 3 n 1
 e limitada 3
lim1 + 3 
 infinitésimo

 n
 

x+2 2

( ) ( ) ( ) ( )
2 x −1 2 x+ 4 −5
22. a) lim 1 − 3 = lim 1 − 3 × lim 1 − 3 = lim  1 − 3
 
x →+∞ x+2 x →+∞ x+2 x →+∞ x+2 x + 2→+∞ x+2  ×1 =
 
2
( )
= e −3 = e−6

x −3
 1
lim 1 − 2
( ) ( )
x −3 x −3
 2x 1− 1  lim 1 − 1 x →−∞  x 

( )
x −3
2x 2x
b) lim 2 x − 1
  x →−∞   =
= lim  = =
( )

x →−∞ 2 x + 3 3
( )
x −3 x −3
lim 1 + 3 3
x →−∞
 2x 1 +  
 2x  2x 2
x →−∞ lim 1 +
x →−∞ 
 x 
 
x −3
 1  1
lim 1 − 2  × lim 1 − 2
x →−∞ 
 x  x →−∞ x  −1 1 3
=     = e 2 × 1 = e − 2 − 2 = e −2
x −3 3
 3  3 e 2 ×1
lim 1 + 2  × lim 1 + 2
x →−∞ 
 x  x →−∞ x 
   

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( )=
x x x
c) lim 1 + x2 − 1  = lim 1 + x −1 
 = lim 1 + 1
x →+∞  x −1 x →+∞  ( x − 1)( x + 1)  x →+∞ x +1

( ) ( ) ( )
x +1 −1 x +1
= lim 1 + 1 × lim 1 + 1 = lim 1 + 1 ×1 = e
x →+∞ x +1 x →+∞ x +1 x +1→+∞ x +1

y
lim 1 + 1  = e
1
 
d) lim+ (1 + x ) = x
x →0 y= 1 y →+∞  y
x

1 y y
lim  2 + 1 − 1 = lim 1 + 1  = e
   
e) lim − (2 + x) x +1 =
x →−1 y= 1 y →−∞  y  y →−∞  y
x +1
x = 1 −1
y

2x
e − 1 = lim  2 × e2 x − 1  = 2 lim e2 x − 1 = 2 ×1 = 2
23. a) lim 
x →0 5x x →0  5 2 x  5 2 x→0 2 x 5 5

2x 2x 2x 2x
b) lim 12− e = − lim e − 1 = − lim  2 × e − 1  = − lim 2 × lim e − 1 = − 2 × 1 = − 2
 
x →0 x + 3 x x →0 x ( x + 3) x →0  x + 3 2x  x →0 x + 3 2 x →0 2 x 3 3

e x
e 2x −e x e x − 1 ( )
= lim −e x × lim e − 1 = −1×1 = −1
x
c) lim
x→0

x
= lim
x →0 x x→0 x→0 x
( )

d) lim
e 2x
− e 2
= lim e 2( y +1)
− e 2
= lim e 2 y+2
− e 2
= lim
e2 e2 y − 1
=
( )
x→1 x − 1 y = x −1 y →0 y y →0 y y →0 y
x = y +1
2y
= 2e 2 lim e − 1 = 2e 2 × 1 = 2e 2
2 y →0 2 y

  2 
e) lim  x e x − 1 = lim  2 e y − 1  = 2lim e − 1 = 2 ×1 = 2
y
 
( )
x →+∞
   y = 2x y →0  y  y →0 y

x= 2
y

e x
− e
e e x −1 − 1 ( )
f) lim = −lim = −e
x →1 1 − e x −1 x →1
e x −1 − 1

76 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


xe2 x − e2 ( y + 1)e2( y +1) − e2 ( y + 1)e2 y + 2 − e2 ( y + 1)e2 y e2 − e2
g) lim = lim = lim = − lim =
x →1 1 − x y = x −1 y →0 −y y →0 −y y →0 y
x = y +1

( y + 1)e2 y − 1 e2 2y 2y 2y
= − lim   = −2e2 lim ( y + 1)e − 1 = −2e2 lim ye + e − 1 =
y →0 y y →0 2y y →0 2y
 2y
( )
2y 2y 2y
= −2e2 lim  e + e − 1  = −2e2  lim e + lim e − 1  = −2e2 1 + 1 = −2e2 × 3 = −3e2
  
y →0  2 2y   y → 0 2 2 y →0 2 y  2 2

h) lim+ e − 1 = lim+ e x − 1 = lim 1 × lim e x − 1 = lim 1 × lim+ e − 1 = +∞ × 1 = +∞


x x

x →0 x x →0 x × x x →0 + x x →0 + x x →0 + x x →0 x

x −2
e −1 e y −1 e y − 1 = lim 1 × lim e y − 1 = 1 ×1 = 1
i) lim = lim = lim
x →4 x − 4 y = x −2 y →0 y 2 + 4 y + 4 − 4 y →0 ( y + 4 ) y y →0 y + 4 y →0 y 4 4
x = y +2
x= y 2 +4 y +4

x ′
24. a) f ′( x) =  x3e − x + e  = 3 x 2 e− x + x3 (−e− x ) + 1 e x = 3 x 2e − x − x3e− x + e
x
 
 2 2 2

 e0,1x ′ 0,1e
b) f ′( x) =  2  =
0,1x
( ) =
0,1x 2
( )
x 2 + 1 − e0,1x × 2 x e 0,1 x + 1 − 2 x e0,1x 0,1x 2 − 2 x + 0,1
=
( )
2 2 2
 x + 1 2
x +1 ( ) 2
x +1 (x2 + 1 ) ( )
2 ′

()
2 2 2 2 2 2 2
  2 ′ = 2 xe x + x 2 e x × −2 = 2 xe x − 2e x = 2 x − 2 e x
c) f ′( x) =  x 2 e x  = 2 xe x + x 2 e x × ( )
  x x2

25. f ′( x ) = e x + xe x = e x (1 + x) ; f ′(1) = 2e ; f (1) = 1× e1 = e


y = 2ex + b , como a reta passa pelo ponto (1, f (1)) = (1, e) , vem que e = 2e + b ⇔ b = −e .
Logo, a equação reduzida da reta tangente ao gráfico da função f no ponto de abcissa 1 é
y = 2ex − e .

26. a) f ′( x) = −1× e x + (1 − x)e x = (−1 + 1 − x)e x = − xe x ; f ′( x) = 0 ⇔ x = 0


Tem-se e x > 0, ∀x ∈ ℝ .

Se x < 0 , vem que − x > 0 ; logo, f ′( x ) > 0 . Se x > 0 , vem que − x < 0 ; logo, f ′( x ) < 0 .

Assim, f é crescente em ]−∞,0] e é decrescente em [0,+∞[ ; f (0) = 1 é máximo.

(
f ′′( x ) = − xe x )′ = −1× e x
− xe x = ( −1 − x )e x ; f ′′( x ) = 0 ⇔ x = −1

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 77


Tem-se e x > 0, ∀x ∈ ℝ .

Se x < −1 , vem que −1 − x > 0 ; logo, f ′′( x ) > 0 .

Se x > −1 , vem que −1 − x < 0 ; logo, f ′′( x ) < 0 .

Assim, o gráfico tem a concavidade voltada para cima em ]−∞,−1] e tem a concavidade voltada

para baixo em [−1,+∞[ . f (−1) = (1 + 1)e−1 =


2
e e ( )
. O ponto de coordenadas −1, 2 é ponto de
inflexão do gráfico.

( )′ = e
b) f ′( x) = e− x
2
− x2 2
× (−2 x) = −2 xe− x ; f ′( x) = 0 ⇔ x = 0

Tem-se e − x > 0, ∀x ∈ ℝ .
2

Se x < 0 , vem que −2 x > 0 ; logo, f ′( x ) > 0 .

Se x > 0 , vem que −2 x < 0 ; logo, f ′( x ) < 0 .

Assim, f é crescente em ]−∞,0] e é decrescente em [0,+∞[ . f (0) = 1 é máximo.

(
f ′′( x ) = −2 xe − x
2

)′ = −2 × e − x2
− 2 xe − x × ( −2 x ) = ( −2 + 4 x 2 )e − x
2 2

f ′′( x ) = 0 ⇔ −2 + 4 x 2 = 0 ⇔ x 2 = 1 ⇔ x = ± 2
2 2

− 2 2
−∞ +∞
x
2 2
2
e− x + + + + +
4x2 − 2 + 0 − 0 +
Sinal e zeros de f ′′ + 0 − 0 +
Concavidades e
pontos de inflexão do P.I. P.I.
gráfico de f

O gráfico tem a concavidade voltada para cima em −∞,− 2  e em  2 ,+∞ e tem a


   
 ´2   ´2 

concavidade voltada para baixo em − 2 , 2  .


 
 2 2 
2 2

− − 2  − 2 
   
−1 −1
f − 2  = e f 2=
  2    2 
e  = e 2 e  =e 2 .
 2   2 
−1  −1 
Os ponto de coordenadas  − 2 ,e 2  e  2 ,e 2  são pontos de inflexão do gráfico.
 
 2   2 

78 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


 − 1 ′
c) D f = ℝ \ {0} ;
−1 −1 −1 −1 −1
( )
−1
f ′( x) =  xe x  = e x + xe x × 12 = e x + e x × 1 = e x 1 + 1 = e x × x + 1
  x x x x
1
f ′( x) = 0 ⇔ ex × x + 1 = 0 ⇔ x = −1 ; f (−1) = −e

positivo x
≠0

x −∞ −1 0 +∞
1
− + + + +
e x

x +1 − 0 + +

x − − − +

Sinal e zeros de f ′ + 0 − +

Monotonia e ր −e ց n.d. ր
extremos de f

f é crescente em ]−∞,−1] e em ]0,+∞[ e é decrescente em [−1,0[ ; f (−1) = −e é máximo relativo.

′
 − 1x
( ) −1
( )
−1  1  −1  1
( )
1 1
′′ 1 1 1 x x 1 1  −x  1 1 1  1 −x
f ( x) = e 1 +  = e × 2 1 + + e  − 2  = e  2 1 + − 2  = e  2 + 3 − 2  = 3 e
x
 x  x x  x  x x x  x x x  x

1
f ′′( x) = 0 ⇔ 13 ex = 0

Equação impossível, logo f ′′ não se anula.
x positivo

Para x < 0 , vem que f ′′( x) < 0 . Para x > 0 , vem que f ′′( x) > 0 .

O gráfico tem a concavidade voltada para baixo em ]−∞,0[ e tem a concavidade voltada para
cima em ]0,+∞[ ; não existem pontos de inflexão no gráfico.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 79


3. Funções logarítmicas

{ }
27. a) D f = {x ∈ ℝ :1 − 3x > 0} = x ∈ ℝ : x < 1 =  −∞, 1 
3  3 

{ } {
b) D f = x ∈ ℝ : 25 − x 2 > 0 = x ∈ ℝ : − x 2 + 25 > 0 2= ]−5,5[ } x = 25
x =±5

 
c) D f = x ∈ ℝ : ( x + 1) 2 > 0 ∧ x 2+
1 >0  = {x ∈ ℝ : x + 1 ≠ 0} = {x ∈ ℝ : x ≠ −1} = ℝ \ {−1}
 condição universal

d) D f = {x ∈ ℝ : 1 − x − 3 > 0} = {x ∈ ℝ : 1 − x > 3} = {x ∈ ℝ :1 − x < −3 ∨ 1 − x > 3} =


= {x ∈ ℝ : x > 4 ∨ x < −2} = ]−∞, −2[ ∪ ]4, +∞[

e) D f = {x ∈ ℝ : 3 − x > 0 ∧ 1 − x > 0} = {x ∈ ℝ : x < 3 ∧ x < 1} = {x ∈ ℝ : x < 1} = ]−∞,1[

{ }
f) D f = x ∈ ℝ : 3 − x > 0 =]−∞,1[ ∪ ]3,+∞[
1− x ↓

x −∞ 1 3 +∞
3− x + + + 0 −
1− x + 0 − − −
3− x
+ n.d. − 0 +
1− x

x −1 x −1
28. f ( x) = 2 − 3 ; D f = D′f −1 = ℝ ; y = 2 − 3 ⇔ 4 y = 2 − 3x −1 ⇔ 3x −1 = −4 y + 2 ⇔
4 4
⇔ x − 1 = log 3 (2 − 4 y ) ⇔ x = log 3 (2 − 4 y ) + 1 ⇔
⇔ f −1 ( y ) = log 3 (2 − 4 y ) + 1 ⇔ f −1 ( x ) = log 3 (2 − 4 x) + 1

{
D f −1 = D′f = {x ∈ ℝ : 2 − 4 x > 0} = x ∈ ℝ : x < 1 =  −∞, 1 
2  } 2 
Logo, D f −1 = −∞, 1  , D′f −1 = ℝ e f −1 ( x ) = 1 + log 3 (2 − 4 x )
 2 
g ( x) = 1 − 3ln( x − 2) ; Dg = Dg′ −1 = {x ∈ ℝ : x − 2 > 0} = {x ∈ ℝ : x > 2} = ]2,+∞[
1− y 1− y
1− y
y = 1 − 3ln( x − 2) ⇔ ln( x − 2) = ⇔x−2 = e 3 ⇔x =e 3 +2⇔
3
1− y 1− x
⇔ g −1 ( y) = e 3 + 2 ⇔⇔ g −1 ( x) = e 3 +2
Dg′ = Dg −1 = ℝ
1− x
Logo, Dg −1 = ℝ , Dg′ −1 = ]2, +∞[ e g −1 ( x) = e 3 +2.

29. 0 < a − 2 < 1 ⇔ 2 < a < 3 ⇔ a ∈ ]2,3[

80 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


30. Seja h a função definida em ℝ + por h( x ) = ln( x) . Seja f uma função contínua, de domínio ℝ e
contradomínio ]0,1[ .
g = h  f ; Dg = Dh f = {x ∈ ℝ : x ∈ D f ∧ f ( x) ∈ Dh} = x ∈ ℝ : f ( x) ∈ ℝ + = ℝ { }
0 < f ( x) < 1 ⇒ ln( f ( x)) ∈ ]−∞,0[ . Logo, Dg = ℝ e Dg′ = ]−∞,0[ .

31. a) limlog 2 ( x) = −∞
x→0

b) lim log 1 ( x) = −∞
x →+∞ e

log 0,1 ( x − 1)2 +∞


c) lim = = +∞
x →1 x 1

2 − log( x 2 ) 2 − 2log( x ) −2 y + 2
d) lim = lim = lim = −2
x →+∞ 3log( x) + 1 x →+∞ 3log( x) + 1 y = log x y →+∞ 3 y + 1 3

32. a) log 3 (37 ) b) 2log 2 (7) c) ln(e7 ) d) 10log(7)

33. a) 32+log3 (2) = 32 × 3log3 (2) = 9 × 2 = 18

b) e2ln(5) = eln(5 ) = 52 = 25
2

25( )
c) log5 1 = log5  12  = log5 5−2 = −2log5 (5) = −2
 
5 
( )
−2 
( )
d) log 24 × 4−2 = log  24 × 22

( ) 
(
4 −4 0
)
 = log 2 × 2 = log 2 = log (1) = 0 ( )

34. a) log3 (9 × 3− x ) = log3 (32 × 3− x ) = log3 (32− x ) = ( 2 − x)log3 (3) = ( 2 − x) ×1 = 2 − x

 x   x 2
b) ln  e = ln  e  = ln  e x − 3  = x − 2
  
3 2
 e   23    3
e 

2 1−log3 ( x +1) 32 32 9
2

c) 91− log 3 ( x 2 +1)


= 3 ( ) = 32−2log3 ( x 2 +1)
= =
( )
2 = 2
x +1
32log3 ( x +1)
2
log3 x +1
2

()
35. a) log3 (6) − log3 (2) = log3 6 = log 3 3 = 1
2

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 81


b) log 4 (32) + 1 log 4 (8) = log 4 25 + log 4 ( 3 8) = log 4 25 + log 4 (2) = log 4 26 = log 4 43 = 3
( ) ( ) ( ) ( )
3

36. a) log(4) + 2 = log(4) + log(102 ) = log(4) + log(100) = log(400)

b) 2log3 (4) − 1 = log3 (42 ) − log3 (3) = log3 16


3 ( )
ln(9) ln(4) 1
c) + log e2 (4) = 1 ln(9) + = ln(9) + 1 ln(4) = 1 (ln(9) + ln(4)) = 1 ln(36) = ln( 36) = ln ( 6)
2 2 ln e 2
( )
2 2 2 2

37. a) log a (uv) = log a (u ) + log a (v) = 5 + 3 = 8

4
b) loga (u ) = 4loga (u) = 4 × 5 = 20

c) log a ()
1 = −log v = −3
v a( )

log a (u ) 5
d) log v (u ) = =
log a (v) 3

log a (v) 3
e) log (v) = = = 3 =6
a
log a ( a )   1
1
log a  a 2  2
 

3   1
f) log a  v  = log a 3 v − log a ( au ) = log a  v 3  − (log a ( a ) + log a (u )) =
( )
 au   
= 1 log a (v ) − log a ( a ) − log a (u ) = 3 − 1 − 5 = −5
3 3

38. a) ln(12) = ln(2 × 6) = ln( 2) + ln(6) = a + b

b) ln(36) = ln(62 ) = 2ln ( 6) = 2b

c) ln(3) = ln
2 ()
6 = ln 6 − ln 2 = b − a
( ) ( )

d) ln(24) = ln(22 × 6) = ln(22 ) + ln(6) = 2ln(2) + ln(6) = 2a + b

82 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


39. (−2,4) pertencer ao gráfico de f −1 significa que f −1 ( −2) = 4 ⇔ f (4) = −2 .
 f (1) = −1  c + log k (1) = −1  c + 0 = −1  c = −1  c = −1
 ⇔ ⇔ ⇔ ⇔ ⇔
 f (4) = −2 c + log k (4) = −2 c + log k (4) = −2 −1 + log k (4) = −2 log k (4) = −1
 c = −1 c = −1 c = −1
 
⇔  −1 ⇔ 1 ⇔  1
k = 4  k = 4  k = 4

40. a) lim [log 4 (2 x + 1) − log 4 ( x)] = lim log 4 2 x + 1


x →+∞ x →+∞ 
 x ( ) = log  lim ( 2xx+ 1) = log  lim ( 2xx ) =
4
x →+∞
4
x →+∞

 1
= log 4 ( 2) = log 4  4 2  = 1
  2

  x − 2    x−2 
b) lim+ log 2 ( x − 2) − log 2 ( x 2 − 4) = lim+ log 2  2  = log 2  lim+   =
x →2 x →2   x − 4  x→2  ( x − 2)( x + 2) 

( )
 x →2 x + 2  4 ()
= log 2  lim+ 1  = log 2 1 = log 2 2−2 = −2 ( )
ln( x) −∞
c) lim = = −∞
x →0 x + 1 1

d) lim ln(e x + 2) − x = lim ln(e x + 2) − ln(e x ) = lim ln  e +x 2  = ln  lim  e +x 2  =
  x    x 
x →+∞ x →+∞ x →+∞
  e   x→+∞ e 
  y + 2    y 
= x ln  lim   = ln  lim   = ln (1) = 0
y =e  y →+∞ y   y →+∞  y 

 
e) lim+ log 1 (log 2 ( x)) = log 1  lim+ (log 2 ( x)) = log 1 log 2 ( lim+ ( x)) =
x →1  2  
2  x →1
 2
 x →1 

2 2
( )
= log 1 log 2 (1+ ) = log 1 0+ = +∞

log(2 x + 1) log(2 x + 1) − log( x) + log( x)  log(2 x + 1) − log( x) 


f) lim = lim = lim  + 1 =
x →+∞ log( x) x →+∞ log( x) x →+∞  log( x) 

= lim 
 (
 log 2 x + 1
x ) lim log 2 + 1 

+ 1 =

x →+∞ 
( )
x 

+1 =
log  lim 2 + 1 
 x→+∞ x  ( )
+1 =
log( 2)
+1 = 0 +1 = 1
x →+∞ log( x) lim [log( x)] log( +∞) +∞
  x →+∞
 

41. a) 3x = 8 ⇔ x = log3 (8)


Conjunto-solução = {log 3 (8)}

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b) ln( x) = −1 ⇔ x = e−1
Conjunto-solução = e −1 { }
1
c) log8 ( x) = 1 ⇔ x = 8 3 ⇔ x = 3 8 ⇔ x = 2
3
Conjunto-solução = {2}

d) log( x 2 − 2) = log(1 − 2 x ) ⇔ x 2 − 2 = 1 − 2 x ∧ x 2 − 2 > 0 ∧ 1 − 2 x > 0 ⇔


⇔ x2 + 2 x − 3 = 0 ∧ x2 − 2 > 0 ∧ x < 1
2
−2 ± 4 − 4 × ( −3)
x2 + 2 x − 3 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −2 ± 4 ⇔ x = 1 ∨ x = −3
2 2
1
1 não é menor que ; logo, não é solução. Vejamos se −3 verifica a condição x 2 − 2 > 0 .
2
(−3) − 2 > 0 ⇔ 7 > 0 , o que é verdade. Logo, a única solução é o −3 .
2

Conjunto-solução = {−3}

e) log 2 ( x + 1) + log 2 ( x − 1) = log 2 (3) ⇔ log 2 [( x + 1)( x − 1)] = log 2 (3) ∧ x + 1 > 0 ∧ x − 1 > 0 ⇔
⇔ x 2 − 1 = 3 ∧ x + 1 > 0 ∧ x − 1 > 0 ⇔ x 2 − 1 = 3 ∧ x > −1 ∧ x > 1 ⇔ x2 = 4 ∧ x > 1 ⇔ x = 2
Conjunto-solução = {2}

f) log 6 ( x ) + log 6 ( x − 5) = 2 ⇔ log 6 ( x 2 − 5 x ) = log 6 (6 2 ) ∧ x > 0 ∧ x − 5 > 0 ⇔


5 ± 25 − 4 × (−36)
⇔ x 2 − 5 x = 36 ∧ x > 0 ∧ x − 5 > 0 ⇔ x 2 − 5 x − 36 = 0 ∧ x > 5 ⇔ x = ∧x>5⇔
2
⇔ x = 5 ± 13 ∧ x > 5 ⇔ ( x = 9 ∨ x = −4) ∧ x > 5 ⇔ x = 9
2
Conjunto-solução = {9}

g) log(2 x − 1) = 2log(3x) − log(5 x + 2) ⇔

( 2
)
⇔ log(2 x −1) = log (3x) − log(5x + 2) ∧ 2 x − 1 > 0 ∧ 3x > 0 ∧ 5x + 2 > 0 ⇔
2
⇔ log(2 x − 1) = log 9 x  ∧ 2 x − 1 > 0 ∧ 3x > 0 ∧ 5x + 2 > 0 ⇔
 
 5x + 2 
2
⇔ 2 x − 1 = 9 x ∧ 2 x − 1 > 0 ∧ 3x > 0 ∧ 5 x + 2 > 0 ⇔
5x + 2
⇔ ( 2 x − 1)(5 x + 2) = 9 x 2 ∧ x > 1 ∧ x > 0 ∧ x > − 2 ⇔ 10 x 2 + 4 x − 5 x − 2 = 9 x 2 ∧ x > 1 ⇔
2 5 2
1 ± 1 − 4 × (−2)
⇔ x2 − x − 2 = 0 ∧ x > 1 ⇔ x = ∧x>1 ⇔
2 2 2
⇔x= 1 ± 3 1 1
∧ x > ⇔ ( x = 2 ∨ x = −1) ∧ x > ⇔ x = 2
2 2 2
Conjunto-solução = {2}

84 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


log 3 ( x − 8)
h) log 3 ( x) + log 9 ( x − 8) = 2 ⇔ log 3 ( x) + =2⇔
log 3 (9)
1
⇔ log3 ( x) + 1 log3 ( x − 8) = 2 ⇔ log3 ( x) + log3  ( x − 8) 2  = 2 ⇔
 
2  
⇔ log 3 ( x ) + log 3 ( ) ( ) ( )
x − 8 = log 3 32 ⇔ log 3 x x − 8 = log 3 (9) ⇔
⇔ x x − 8 = 9 ∧ x > 0 ∧ x − 8 > 0 ⇔ x2 ( x − 8) = 81 ∧ x > 8 ⇔ x3 − 8x2 − 81 = 0 ∧ x > 8 ⇔
1 −8 0 −81
9 9 9 81
1 1 9 0
2 2
⇔ ( x − 9)( x + x + 9) = 0 ∧ x > 8 ⇔ x − 9 = 0 ∨ x + x + 9 = 0 ∧ x > 8 ⇔

⇔ x = 9 ∨ x = −1 ± 1 − 4 × 9 ∧ x > 8 ⇔ x = 9
 2
 
impossível em ℝ

Conjunto-solução = {9}

( )
i) log 6 ( x + 4) − log 6 ( x − 1) = 1 ⇔ log 6 x + 4 = log 6 ( 6) ∧ x + 4 > 0 ∧ x − 1 > 0 ⇔
x −1
⇔ x + 4 = 6 ∧ x + 4 > 0 ∧ x − 1 > 0 ⇔ x + 4 = 6 x − 6 ∧ x > −4 ∧ x > 1 ⇔ x = 2 ∧ x > 1 ⇔ x = 2
x −1
Conjunto-solução = {2}

j) 2ln( x) = ln(5) + ln( x + 1,2) ⇔ ln( x 2 ) = ln(5x + 6) ∧ x > 0 ∧ x + 1,2 > 0 ⇔


⇔ x2 = 5x + 6 ∧ x > 0 ∧ x + 1,2 > 0 ⇔
5 ± 25 − 4 × (−6)
⇔ x2 − 5x − 6 = 0 ∧ x > 0 ∧ x > −1,2 ⇔ x = ∧ x > 0 ⇔ x = 5±7 ∧ x > 0 ⇔
2 2
⇔ ( x = −1 ∨ x = 6) ∧ x > 0 ⇔ x = 6
Conjunto-solução = {6}

( ) = 5 ⇔ x = log (5)
x
= 5 × 5x ⇔ 9 x = 5 ⇔ 9
x
( )
x
k) 32 x = 5 x+1 ⇔ 32
5 5 9
5

 
Conjunto-solução = log 9 (5)
 5 

x2 x 3
l) x 2 x = x3 ⇔ 3 = 1 ⇔ x2 x−3 = 1 ⇔ x = 1 ∨ 2 x − 3 = 0 ⇔ x = 1 ∨ x =
x 2
Conjunto-solução = 1, 3
2 { }
42. a) log 2 (2 x − 3) ≤ log 2 ( x) ⇔ 2 x − 3 ≤ x ∧ 2 x − 3 > 0 ∧ x > 0 ⇔ x ≤ 3 ∧ x > 3 ∧ x > 0 ⇔
2
⇔ x ≤ 3 ∧ x > 3 ⇔ x ∈  3 ,3
2  2 

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b) log 1 ( x − 1) ≤ log 1 (4 − x) ⇔ x − 1 ≥ 4 − x ∧ x − 1 > 0 ∧ 4 − x > 0 ⇔
3 3

⇔ x ≥ 5 ∧ x > 1 ∧ x < 4 ⇔ x ∈  5 ,4


2  2 

c) 2log 4 ( x 2 − 1) − 1 ≤ 0 ⇔ log 4 x 2 − 1 ≤ 1 ⇔ log 4 x 2 − 1 ≤ log 4 ( 2) ⇔


( ) ( )
2
⇔ x − 1 ≤ 2 ∧ x − 1 > 0 ⇔ x − 3 ≤ 0 ∧ x2 − 1 > 0 ⇔
2 2 2

x 2 − 3 = 0 ⇔ x = ± 3 ; x 2 − 3 ≤ 0 ⇔ x ∈ − 3, 3 

x 2 − 1 = 0 ⇔ x = ±1 ; x 2 − 1 > 0 ⇔ x ∈ ]−∞,−1[ ∪ ]1,+∞[


⇔ x ∈  − 3, −1 ∪ 1, 3 

d) log(7 x − 12) − 2log( x) ≤ 0 ⇔ log(7 x − 12) ≤ log( x2 ) ∧ 7 x − 12 > 0 ∧ x > 0 ⇔


⇔ 7 x − 12 ≤ x 2 ∧ 7 x − 12 > 0 ∧ x > 0 ⇔ x 2 − 7 x + 12 ≥ 0 ∧ x > 12 ∧ x > 0 ⇔
7
⇔ x 2 − 7 x + 12 ≥ 0 ∧ x > 12 ⇔
7
x2 − 7 x + 12 = 0 ⇔ x = 7 ± 49 − 4 ×12 ⇔ x = 7 ± 1 ⇔ x = 4 ∨ x = 3
2 2
x2 − 7 x + 12 ≥ 0 ⇔ x ∈ ]−∞,3] ∪ [4,+∞[

⇔ x ∈ 12 ,3 ∪ [4,+∞[


 7 

e) 1 − ln( x) = 0 ⇔ ln( x) = 1 ⇔ x = e ; 1 − ln( x) > 0 ⇔ ln( x) < 1 ⇔ x < e ∧ x > 0 ⇔ 0 < x < e
e x −1 = 0 ⇔ e x = 1 ⇔ x = 0 ; e x − 1 > 0 ⇔ e x > 1 ⇔ x > 0
x 0 e +∞
1 − ln( x) + 0 −
e −1
x
+ + +
1 − ln( x) + 0 −
e −1
x

1 − ln( x)
≥ 0 ⇔ x ∈ ]0,e]
ex −1

f) log 1 ( x − 2) 2 > log 1 ( x2 + 3) ⇔ ( x − 2)2 < x 2 + 3 ∧ ( x − 2) 2 > 0 ∧ x 2+


 3 >0 ⇔
2 2 condição universal em ℝ

⇔ x 2 − 4 x + 4 < x 2 + 3 ∧ x ≠ 2 ⇔ x > 1 ∧ x ≠ 2 ⇔ x ∈  1 ,2 ∪ ]2,+∞[


4  4 

log 2 (5 − x)
g) log 2 (2 − x) − 1 ≤ log 4 (5 − x) ⇔ log 2 (2 − x) − log 2 (2) ≤ ⇔
log 2 (4)

2( )
⇔ log 2 2 − x ≤ 1 log 2 (5 − x) ∧ 2 − x > 0 ∧ 5 − x > 0 ⇔
2

( )
⇔ 2log 2 2 − x ≤ log 2 (5 − x) ∧ 2 − x > 0 ∧ 5 − x > 0 ⇔
2

86 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


( ) ≤ log (5 − x) ∧ x < 2 ∧ x < 5 ⇔
2
⇔ log 2 2 − x
2 2

2
⇔ 4 − 4 x + x ≤ 5 − x ∧ x < 2 ⇔ 4 − 4 x + x 2 ≤ 20 − 4 x ∧ x < 2 ⇔
4
2
⇔ x − 16 ≤ 0 ∧ x < 2 ⇔ −4 ≤ x ≤ 4 ∧ x < 2 ⇔ x ∈ [−4,2[

 
h) x log 1 (3 + x) + 3x ≤ 0 ⇔ x log 1 (3 + x) + 3 ≤ 0 ⇔
2  2 

()
−3
log 1 (3 + x) + 3 = 0 ⇔ log 1 (3 + x) = −3 ⇔ log 1 (3 + x) = log 1 1 ⇔
2 2 2 2
2

()
−3
⇔ 3+ x = 1 ∧ 3 + x > 0 ⇔ 3 + x = 8 ∧ x > −3 ⇔ x = 5 ∧ x > −3 ⇔ x = 5
2

()
−3
log 1 (3 + x) + 3 > 0 ⇔ log 1 (3 + x) > −3 ⇔ log 1 (3 + x) > log 1 1 ⇔
2 2 2 2
2

()
−3
⇔ 3+ x < 1 ∧ 3 + x > 0 ⇔ 3 + x < 8 ∧ x > −3 ⇔ x < 5 ∧ x > −3 ⇔ −3 < x < 5
2

x −3 0 5 +∞
x − 0 + + +
log 1 (3 + x ) + 3 + + + 0 −
2

  − 0 + 0 −
x log 1 (3 + x) + 3
 2 

⇔ x ∈ ]−3,0] ∪ [5, +∞[

1
( ′
)
43. a) f ′( x) = 2 x + log 2 ( x) = 2 x ln(2) +
xln(2)

 2 x +1 ′
b) f ′( x) =  3 1
 = ln(3) 3
2 x +1 ′
= 1 32 x +1 × 2 × ln(3) = 2 × 32 x +1
( )
 ln(3)  ln(3)

1 × ln(3) = 3log 2 ( x ) × ln(3) =


( ′
)
c) f ′( x ) = 3log 2 ( x ) = 3log 2 ( x ) × (log 2 ( x ))′ × ln(3) = 3log 2 ( x ) ×
x ln(2) x ln(2)
3log 2 ( x ) log 2 (3)
=
x

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1 = log ( x) + 1
44. f ′( x) = ( x log3 ( x))′ = log3 ( x) + x
x ln(3) 3
ln(3)
a) O declive da reta é f ′(1) = log3 (1) + 1 = 1 .
ln(3) ln(3)
A reta passa pelo ponto (1, f (1) ) . f (1) = 1× log 3 (1) = 0 . Logo, 0 = 1 + b ⇔ b = − 1 .
ln(3) ln(3)
ln(e) ln(e)
A equação reduzida da reta é y = 1 x − 1 ⇔ y = x− , ou seja,
ln(3) ln(3) ln(3) ln(3)
y = log 3 (e) x − log 3 (e) .

b) Para que a reta seja paralela ao eixo das abcissas, o seu declive terá de ser 0.
ln(e)
f ′( x) = 0 ⇔ log 3 ( x) + 1 = 0 ⇔ log 3 ( x) + = 0 ⇔ log 3 ( x) + log 3 (e) = 0 ⇔
ln(3) ln(3)
⇔ log3 (ex) = 0 ⇔ ex = 1 ⇔ x = 1
e
()e e e ()
f 1 = 1 log 3 1 = − 1 log 3 ( e) é a ordenada na origem.
e
ln(e)
log 3 (e) ln(3)
Logo, a equação reduzida da reta é y = − ⇔ y=− ⇔ y=− 1 .
e e eln(3)

( ′
) ( ( ′
))
45. a) f ′( x) = ln  x( x + 2)4  = ln( x) + ln ( x + 2) 4 = ( ln( x) + 4ln ( x + 2))′ =

= 1 + 4× 1 = 1 + 4
x x+2 x x+2

))′ = ( 15 ln(5 x − 2)) = 15 × 5 x5− 2 = 5x1− 2



b) f ′( x ) = ln( ( 5
5x − 2

46. a) D f = ℝ + ; f ′( x ) = x 2 ln( x ) = 2 x ln( x ) + x 2 × 1 = 2 x ln( x ) + x = x (2ln( x ) + 1)


( )

x
−1
f ′( x ) = 0 ⇔ x (2ln( x ) + 1) = 0 ⇔ 2ln( x ) + 1 = 0 ⇔ ln( x ) = − 1 ⇔ x = e 2 ⇔
2
⇔x= 1 ⇔x= e
e e
2
    
 e   e   e  e 
 1 −1 
f  e  =  e  ln  e  = e2 ln  e 2  = 1 − 1 = − 1

 e 2 2e ( )
x 0 e +∞
e
x + + +
2ln( x) + 1 − 0 +
Sinal e zeros de f ′ − 0 +
Monotonia e extremos de f ց −1 ր
2e

88 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


 e  e   e 1
f é decrescente em 0,  e é crescente em  ,+∞ ; f   = − é mínimo.
 e   e   e  2e

f ′′( x) = 0 ⇔ ( x(2ln( x) + 1))′ = 0 ⇔ 2ln( x) + 1 + x × 2 = 0 ⇔ 2ln( x) + 3 = 0 ⇔


x
3
⇔ ln( x ) = − 3 ⇔ x = e 2 ⇔ x = 1 ⇔ x = 2e

2 e e e
2
    
e  e  e  e 
 1 −2 
f  2e  =  2e  ln  2e  = e4 ln  e 2  = 13 − 3 = − 33

 e 2 2e
( )
e +∞
x 2
0 e
Sinal e zeros de f ′′ − 0 +
Concavidades e
pontos de inflexão − 33
do gráfico de f 2e

 e
O gráfico tem a concavidade voltada para baixo em 0, 2  e tem a concavidade voltada
 e 
 e   e 3 
para cima em  2 ,+∞ ; o ponto de coordenadas  2 ,− 3  é ponto de inflexão do gráfico.
e  e 2e 

1
′ ln( x ) − x ×
b) D f = {x ∈ ℝ : x > 0 ∧ ln( x ) ≠ 0} = ℝ \ {1} + 
; f ′( x ) =  x 
= x = ln( x ) − 1

 ln( x )  (ln( x )) 2
(ln( x ))2
ln( x) − 1 e =e
f ′( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ ln( x ) − 1 = 0 ⇔ ln( x) = 1 ⇔ x = e ; f (e) =
(ln( x)) 2 ln(e)
x 0 1 e +∞
ln( x) − 1 − − − 0 +
2
( ln( x) ) + 0 + + +
Sinal e zeros de f ′ − n.d. − 0 +
Monotonia e ց e
ց n.d. ր
extremos de f

f é decrescente em ]0,1[ e em ]1,e] e é crescente em [e, +∞[ ; f (e) = e é mínimo relativo.

1 ln( x ) 2 − ln( x ) − 1 × 2ln( x ) × 1


 ln( x ) − 1 ′ ( ) ( )
f ′′( x ) = 0 ⇔   = 0 ⇔ x x =0⇔
 ( ln( x ))2  (ln( x )) 4
 
1 ln( x ) ln( x) − 2ln( x) − 2 
 ( ) ln( x ) − 2ln( x) + 2 − ln( x) + 2
⇔ x 4
=0⇔ 3
=0⇔ 3
=0⇔
(ln( x)) x (ln( x )) x( ln( x ))

⇔− ln( x ) + 2 = 0 ⇔ ln( x) = 2 ⇔ x = e 2 ; f (e2 ) =


e2 = e2
ln(e2 ) 2

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 89


x 0 1 e2 +∞
−ln( x) + 2 + + + 0 −
x + + + + +
(ln( x))3 − 0 + + +
Sinal e zeros de f ′′ − n.d. + 0 −
2
Concavidades e pontos e
de inflexão do gráfico n.d. 2
de f

O gráfico tem a concavidade voltada para baixo em ]0,1[ e em e 2 , +∞  e tem a concavidade
 e2 
voltada para cima em 1,e 2  ; o ponto de coordenadas  e2 ,  é ponto de inflexão do gráfico.
 2

 ex 2 
e 2x
  ( )
 1  e x 2  1
47. a) lim 2 = lim  2  = lim     = × (+∞)2 = +∞
x →+∞ 3 x x →+∞ 3 x
  x→+∞ 3  x   3
 

ln( x) ln( x)
ln( x) lim
b) lim = lim x = x →+∞ x = 0 = 0
x →+∞ x + e x →+∞ x + e
x
lim 1 + e
x →+∞ x
1
( )
1
 1 
= lim+  e
x  = lim e y = +∞
c) lim+ ( xe x )
 1
x →0 x →0  y = 1 y →+∞ y

 x  x

2x
e 2 x 1 + 2x  lim 1 + 2x 
d) lim e 2+x 2e = lim 1+ 0
x
 e  = x→+∞  e  = =
x →+∞ 2e + x x→+∞ e 2 x  2 + x  lim  2 + x  lim  2 + 1 × 2 x 
     2 e2 x 
 e 2 x  x→+∞  e2 x  x→+∞ 

= 1 = 1 = 1 =1
  2+ 1× 1 2+ 1 ×0 2
2 2x 2
lim  2 + 1 × 12 x
 
 lim e
x →+∞ 2 e 2 x →+∞ 2 x
 
 2x 

90 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


e) lim [ln( x) − x] = lim ln( x) − ln(e x ) = lim ln  xx  = ln  lim  xx  =
     
x →+∞ x →+∞ x →+∞   e   x →+∞  e 
 
 
= ln  1  = ln(0+ ) = −∞
x
 e 

 xlim  x 
 
 →+∞

ln( x)
log3 ( x) ln(3) ln(5)
f) lim = lim = = log3 (5)
x→+∞ log5 ( x) x→+∞ ln( x) ln(3)
ln(5)

4. Resolução de problemas e modelos exponenciais

48.
ln (1 + h)2  ln(12 ) 0
g (1 + h) − g (1) − ln (1 + h) 2  0
a) g ′(1) = lim = lim 1+ h 1 = lim =
h →0 h h →0 h h→0 h(1 + h)

2ln(1 + h) y 2
= lim = 2lim y = = 2 =2
y (
h→0 h(1 + h) ln(1+ h )= y y →0 e − 1 e y
) lim e − 1 × lim e y
y 1× 1
⇔ h = e −1 y →0 y y →0

b) Dg = ℝ \ {0} ; como g é contínua em todo o seu domínio, apenas a reta de equação x = 0 poderá
ln( x 2 ) −∞
ser assíntota vertical ao gráfico de g . lim+ g ( x) = lim+ = + = −∞ . Uma vez que tal acontece,
x →0 x →0 x 0
podemos imediatamente afirmar que a reta de equação x = 0 é assíntota vertical ao gráfico de g .
g ( x) ln( x 2 ) ln( y)
m = lim = lim = 2 lim =0
x →+∞ x x→+∞ x 2 y = x y →+∞ y

ln( x 2 ) ln( x)
b = lim g ( x) = lim = 2 lim = 2× 0 = 0
x →+∞ x →+∞ x x →+∞ x
A reta de equação y = 0 é assíntota horizontal ao gráfico de g , quando x tende para +∞ .

g ( x) ln( x 2 ) ln( y )
m = lim = lim = 2 lim =0
x→−∞ x x→−∞ x 2 y = x y →+∞ y
2 2
ln( x 2 ) ln ( − y ) ln ( y ) ln ( y )
b = lim g ( x) = lim = lim = − lim = −2 lim = −2 × 0 = 0
x→−∞ x →−∞ x y =− x y→+∞ − y y →+∞ y y →+∞ y
A reta de equação y = 0 é assíntota horizontal ao gráfico de g , quando x tende para −∞ .
As assíntotas ao gráfico de g são as retas de equações x = 0 e y = 0 .

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2 x × x − ln( x 2 )
 ln( x 2 ) ′ x 2 2 − ln( x 2 )
c) g ′( x) =   = =
 x  x2 x2
2 − ln( x 2 )
g ′( x) = 0 ⇔ 2
= 0 ⇔ 2 − ln( x 2 ) = 0 ⇔ ln( x 2 ) = 2 ⇔ x 2 = e2 ⇔ x = ±e
x
2
ln(e2 ) 2 ln(( −e) ) ln(e2 ) 2
g (e) = = ; g (−e) = = = = −2
e e −e −e −e e

x −∞ −e 0 e +∞
2 − ln( x ) 2
− 0 + n.d. + 0 −
x2 + + + 0 + + +
Sinal e zeros de g ′ − 0 + n.d. + 0 −
−2 2
Monotonia e
ց ր n.d. ր ց
extremos de g e e

g é decrescente em ]−∞, −e] e em [e,+∞[ e é crescente em [−e,0[ e em ]0,e] ; g (−e) = − 2 é mínimo


e
2
relativo e g (e) = é máximo relativo.
e
− 2 x2 × x 2 − 2 − ln( x 2 ) × 2 x −2 x − 2 − ln( x 2 ) × 2 x
( ) ( )
 2 − ln( x 2 ) ′ x
g ′′( x) =  2  = = =
 x  x4 x4

=
(
−2 x 1 + 2 − ln( x 2 ) ) = −2(3 − ln( x )) = −6 + 2ln( x )
2 2

x4 x3 x3
−6 + 2ln( x 2 )
g ′′( x) = 0 ⇔ 3
= 0 ⇔ −6 + 2ln( x 2 ) = 0 ⇔ ln( x 2 ) = 3 ⇔ x 2 = e3 ⇔ x = ± e3 ⇔ x = ±e e
x
ln((−e e )2 ) ln(e3 ) ln((e e )2 ) ln(e3 )
g ( −e e ) = = = − 3 = − 3 2e ; g (e e ) = = = 3 = 3 2e
−e e −e e e e e e e e e e e e

x −∞ −e e 0 e e +∞
−6 + 2 ln( x ) 2
+ 0 − n.d. − 0 +
x 3
− − − 0 + + +
Sinal e zeros de g ′′ − 0 + n.d. − 0 +
Concavidades e
pontos de inflexão − 3 2e n.d.
3 e
do gráfico de g e e2

O gráfico tem a concavidade voltada para baixo em −∞, −e e  e em 0,e e  e tem a concavidade

voltada para cima em −e e ,0 e em e e , +∞ ; os pontos de coordenadas  −e e , − 3 2e  e


 
 e 
 3 e
 e e , 2  são pontos de inflexão do gráfico.
 e 

92 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


49.
a) D f = ℝ ; como f é contínua em todo o seu domínio, o seu gráfico não admite assíntotas verticais.
f ( x) ln(e x + 2) ln(e x + 2) − x + x  ln(e x + 2) − ln(e x ) 
m = lim = lim = lim = lim  + 1 =
x →+∞ x x→+∞ x x→+∞ x x →+∞
 x 
 ex + 2    2 
 ln e x   ln 1 + e x   0
= lim  + 1 = lim  + 1 = +1 = 1
x→+∞
 x  x→+∞  x  +∞
   

b = lim ( f ( x) − x) = lim ln(e x + 2) − ln(e x ) = lim  ln e +x 2  = lim  ln 1 + 2x   =


x
    
x →+∞ x →+∞
( )
x →+∞ e  x→+∞  e  

= ln  lim 1 + 2x   = ln(1) = 0
  
 x→+∞  e  
A reta de equação y = x é assíntota oblíqua ao gráfico de f , quando x tende para +∞ .
f ( x) ln(e x + 2) ln(2)
m = lim = lim = =0
x →−∞ x x→−∞ x −∞
( ) (
b = lim ( f ( x)) = lim ln(e x + 2) = ln lim (e x + 2) = ln(2)
x →−∞ x→−∞ x→−∞
)
A reta de equação y = ln(2) é assíntota horizontal ao gráfico de g , quando x tende para −∞ .
As assíntotas ao gráfico de g são as retas de equações y = x e y = ln(2) .

b) Seja a a abcissa do ponto A . Tem-se:


f (a ) = 2a ⇔ ln(e a + 2) = 2a ⇔ e a + 2 = e 2 a ⇔ ( ea ) − ea − 2 = 0 ⇔
2

1 ± 1 − 4 × (−2) 1± 3
⇔ ea = ⇔ ea = ⇔ ea = −1 ∨ e a = 2 ⇔ a = ln(2)
2 2
As coordenadas de A são (ln(2),2ln(2)) = (ln(2),ln(22 )) = (ln(2),ln(4)) .

c1) f ′( x ) = ln(e x + 2) = xe
x
eln(2) = 2 = 1 ;
( )

e +2
; m = f ′(ln(2)) =
eln(2) + 2 2 + 2 2
f (ln(2)) = ln(e ln(2) + 2) = ln(2 + 2) = ln(4) = 2ln(2) ; 2ln(2) = 1 ln(2) + b ⇔ b = 3 ln(2)
2 2
1
A equação reduzida da reta t é y = x + ln(2) . 3
2 2

c2) As coordenadas do ponto B são 0, 3 ln(2) .


2 ( )
0 = 1 x + 3 ln(2) ⇔ x = −3ln(2)
2 2
As coordenadas do ponto C são ( −3ln(2),0) .

3ln(2) × 3 ln(2)
A área do triângulo [OBC] será 2 = 9 (ln(2)) 2 (u.a.).
2 4

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 93


d) A(ln(2),ln(4)) = (ln(2),2ln(2))
2ln(2)
0<α < π tgα = = 2 ; α = arctg(2)
2 ln(2)
2 2
OA = ( 2 ln(2) ) + ( ln(2) ) = 4 ln 2 (2) + ln 2 (2) = 5 ln 2 (2) = 5 ln(2)
A área do setor circular DOA é:
( )
2
arctg (2) × 5 ln(2) 5arctg (2) × ln 2 (2)
= ≈ 1, 33 (u.a.)
2 2

50.
c
f ′( x) = (c log a ( x))′ =
x ln ( a )
Designemos por b a abcissa do ponto de tangência.
m = f ′(b) = c
b ln ( a )
Uma equação da reta t tangente será da forma y = c x + d . Como (0, 0) ∈ t ,vem
bln ( a )
que y = c x.
b ln ( a )
Mas (b, f ((b)) ∈ t e f (b) = c log a (b) , isto é, (b,c log a (b)) ∈ t . Logo:

c log a (b) = c × b ⇔ log (b) = 1 ⇔ ln (b) = 1 ⇔ ln b = 1 ⇔ b = e


b ln ( a ) a
ln ( a ) ln ( a ) ln ( a )
( )

51.
1
a) D f = { x ∈ ℝ : x > 0 ∧ ln 2 ( x) − 1 ≥ 0} =  x ∈ ℝ : x > 0 ∧  x ≤ ∨ x ≥ e   = 0, 1  ∪ [e, +∞[
  
  e    e 
1
ln 2 ( x) − 1 = 0 ⇔ ln 2 ( x) = 1 ⇔ ln( x) = ±1 ⇔ x = e ∨ x = e −1 ⇔ x = e ∨ x =
e

2ln( x) × 1
b) f ′( x ) = ( 2
ln ( x) − 1 = )
′ x = ln( x)
2 ln ( x) − 1 x ln 2 ( x) − 1
2

ln( x)
f ′( x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ ln( x) = 0 ∧ x ∈ 0, 1  ∪ ]e,+∞[ ⇔ x = 1 ∧ x ∈ 0, 1  ∪ ]e,+∞[
2
x ln ( x) − 1  e   e 

Como 1 não pertence a 0, 1  ∪ ]e, +∞[ , f ′ não se anula.


 e 

()
f 1 = ln 2 1 − 1 =
e e () ( ( ))
ln e −1
2
− 1 = 0 ; f (e) = ln 2 (e) − 1 = (ln (e))
2
−1 = 0

94 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


1 e
x 0 +∞
e
ln( x) − − + +
x + + + +
ln 2 ( x) − 1 + + + +
Sinal e
− − + +
zeros de f ′
Monotonia
ց 0 0 ր
e extremos

A função é decrescente em 0, 1  e é crescente em [e,+∞[ ; 0 é mínimo absoluto e é atingido em 1 e


 e  e
em e .

c) Designemos por a e b as abcissas dos pontos no gráfico de f que têm ordenada k .


f (a) = ln 2 (a) − 1 = k = ln 2 (b) − 1 = f (b)
ln 2 (a) − 1 = ln 2 (b) − 1 ⇔ ln 2 (a) − 1 = ln 2 (b) − 1 ⇔ ln 2 (a) = ln 2 (b) ⇔ ln 2 (a) − ln 2 (b) = 0 ⇔
⇔ ( ln(a) − ln(b))( ln( a) + ln(b)) = 0 ⇔ ln(a ) − ln(b) = 0 ∨ ln(a ) + ln(b) = 0 ⇔
⇔ ln(a) = ln(b) ∨ ln(ab) = 0 ⇔ a = b ∨ ab = 1 ⇔ a × b = 1

f ( x) = k ⇔ ln 2 ( x) − 1 = k ⇔ ln 2 ( x) − 1 = k 2 ⇔ ln 2 ( x) = k 2 + 1 ⇔ ln( x) = ± k 2 + 1 ⇔
k 2 +1 k 2 +1 k 2 +1
⇔ x = e± ⇔ x=e ∨ x = e−

52.
5
a) f ( x) = g ( x) ⇔ 2 x − 4 = 2− x +5 ⇔ 2 x − 4 = 2 x ⇔ 2 x − 4 = 32x ⇔ 2 x − 4× 2 x − 32 = 0 ⇔
2

2 2
( )
4 ± 16 − 4 × (−32)
⇔ 2x = ⇔ 2 x = 4 ± 12 ⇔ 2 x = −4 ∨ 2 x = 8 ⇔ x = 3
2 2
3
f (3) = 2 − 4 = 4
As coordenadas do ponto P são ( 3, 4 ) .

− x +5
b) h( x) = 2x .
2 −4
{ }
b1) Dh = x ∈ ℝ : 2 x − 4 ≠ 0 = ℝ \ {2}
2 x − 4 = 0 ⇔ 2 x = 22 ⇔ x = 2

b2) Dh = ℝ \ {2} ; como h é contínua em todo o seu domínio, apenas a reta de equação x = 2 poderá
ser assíntota vertical ao gráfico de h .
2 − x + 5 23
lim+ h( x) = lim+ x = + = +∞
x→2 x →2 2 − 4 0
Uma vez que tal acontece, podemos imediatamente afirmar que a reta de equação x = 2 é assíntota
vertical ao gráfico de h .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 95


− x +5
lim h( x) = lim 2x = 0 =0
x→+∞ x→+∞ 2 − 4 +∞
A reta de equação y = 0 é assíntota horizontal ao gráfico de h , quando x tende para +∞ .

2− x +5
h( x ) 5
25
= lim 2 − 4 = lim x 2
x
m = lim = lim =
x →−∞ x x→−∞ x x→−∞ 2 − 4 x × 2 x y =2− x
− x =log ( ) 2 ( y)
y →+∞  1  ln( y ) 1
− − 4 
y ln(2)
×
y
x =−
ln( y )  
ln(2)
5 5
25 25 −ln(2) × 2 −ln(2) × 2
= − lim = −ln(2) × = = = +∞
y →+∞  1  1 ln( y )  1  ln( y) ( −4 ) × 0 +
0 −
 y − 4  ln(2) × y lim  − 4  × lim
y →+∞ y
   y→+∞ y

O gráfico da função não admite assíntotas quando x tende para −∞ .


As assíntotas ao gráfico de h são as retas de equações x = 2 e y = 0 .

 2− x +5 ′ −2
b3) h′( x ) =  x
− x +5
( )
ln(2) 2 x − 4 − 2− x +5 × 2 x ln(2) −2− x +5 ln(2) 2 x − 4 + 2 x 
 = 2
= 2
=
2 −4 2 −4
x
( )
2 −4
x
( )
=
(
−2− x +5 ln(2) 2 x +1 − 4 )
2
(2 x
−4 )
h′( x ) = 0 ⇔
−2− x +5 ln(2) 2 x +1 − 4 ( ) =0⇔2 x +1
− 4 = 0 ⇔ 2 x +1 = 22 ⇔ x + 1 = 2 ⇔ x = 1
2
(2 x
−4 )
4
h(1) = 2 = −8
2−4

x 1 2
−∞ +∞

−2− x +5 ln(2) − − − − −

2 x+1 − 4 − 0 + + +
2
(2 x
−4 ) + + + 0 +

Sinal e zeros de h′ + 0 − n.d. −


Monotonia e extremos
ր −8 ց n.d. ց
de h

h é crescente em ]−∞,1] e é decrescente em [1,2[ e em ]2,+∞[ ; h(1) = −8 é máximo relativo.

96 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


53.
2− x
a) lim+ f ( x) = lim+ e − x 2 + 3 = lim e 2− x − 1 − x 2 + 3 + 1 = lim  e2− x − 1 − x 2 − 4  =
x→2 x→2 x−2 x → 2+ x−2 
x → 2+  x − 2 x − 2 

= lim+ e
2− x
− 1 − lim x 2 − 4 = − lim e2− x − 1 − lim ( x − 2) ( x + 2) = − lim e y − 1 − 4 = −1 − 4 = −5
x →2 x − 2 x →2+ x − 2 x →2 + 2 − x x →2+ x−2 y = 2 − x y →0− y
f (2) = 3 + ln(2 − 1) = 3 + 0 = 3 ; portanto, f (2) é diferente de lim+ f ( x) , de onde se conclui que a
x →2
função não é contínua em x = 2 .

b) lim− f ( x) = f (2) = 3 e lim+ f ( x) = −5 , logo a reta de equação x = 2 não é assíntota ao gráfico da


x→2 x →2
função.
Como a função é contínua, quer para x ∈ ]1, 2[ quer para x > 2 , podemos concluir que, a existir
alguma assíntota vertical, tal apenas poderá acontecer no 1.
lim+ f ( x) = lim+ (3 + ln( x − 1)) = 3 + (−∞) = −∞ . Uma vez que tal acontece, sabemos que a reta de
x→1 x→1
equação x = 1 é assíntota vertical ao gráfico de f .
Uma vez que o domínio de f é limitado inferiormente, a existir assíntota não vertical, tal só poderá
acontecer quando x tende para +∞ .
f ( x) 2− x 2  2− x 2 2− x 2
= lim e 2− x + 3 = lim  2e − x2 − 3  = lim 2e − lim x2 − 3 =

m = lim
x →+∞ x x →+∞ x − 2x x →+∞  x − 2 x x − 2 x  x→+∞ x − 2 x x →+∞ x − 2 x

= lim e 2− x 2
− lim x 2 = 0 − 1 = −1
x 1− 2
x →+∞ 2
x( )
x →+∞ x +∞ ×1

 2− x 2  2− x 2 2  2− x
b = lim [ f ( x) + x] = lim  e − x + 3 + x  = lim  e − x + 3 + x − 2 x  = lim  e + 3 − 2 x  =
  
x →+∞ x →+∞  x−2  x→+∞  x−2  x→+∞  x−2 
 2− x 3 − 2 x  e2− x + lim 3 − 2 x = 0 + lim −2 x = 0 − 2 = −2
= lim  e + = lim
x →+∞  x − 2 x − 2  x→+∞ x − 2 x→+∞ x − 2 +∞ x →+∞ x
A reta de equação y = − x − 2 é assíntota oblíqua ao gráfico de f , quando x tende para +∞ .
As únicas assíntotas são as retas de equações x = 1 e y = − x − 2 .

c) S e 1 < x ≤ 2 , f ( x) = 3 + ln( x − 1) . Logo, f ′( x) = (3 + ln( x − 1))′ = 1 , pelo que f ′ 3 = 1 = 2 .


x −1 2 3 −1 ()
2
f 3
2 () 3
( )
= 3 + ln − 1 = 3 + ln
2
1
2 ()
= 3 − ln(2) . Uma equação da reta t será da forma y = 2 x + b .

( )
Como o ponto de coordenadas 3 ,3 − ln(2) pertence à reta t , vem que:
2
3
3 − ln(2) = 2 × + b ⇔ b = − ln(2)
2
Uma equação da reta t é y = 2 x − ln(2) .

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ln(2)
0 = 2 x − ln(2) ⇔ x = ⇔ x = ln( 2) . As coordenadas de P são
2
( ln( )
2), 0 .
As coordenadas de Q são ( 0, − ln(2) ) .

(
As coordenadas de R são − ln( 2), − ln(2) . )

54.
a) D f = ℝ \ {0} ; como f é contínua em todo o seu domínio, apenas a reta de equação x = 0 poderá
ser assíntota vertical ao gráfico de f .
lim f ( x) = lim+ ( x ln(2 x) ) = lim+  x ( ln(2) + ln( x) )  = lim+ ( x ln(2) + x ln( x) ) =
x → 0+ x →0 x →0 x →0

   
 − ln( x)   ln( x −1 ) 
= lim+ ( x ln(2) ) + lim+ ( x ln( x) ) = 0 − lim+  = − lim+  =
x →0 x →0 x →0 1  x →0 1 
   
 x   x 
 1
 ln  x    ln ( y ) 
= − lim+     = − lim  =0
x →0  1  y= 1 y →+∞
 y 
 x  x
 
 x  0 0
lim− f ( x) = lim−  1  = = =0
 1+ e x  1+ e 1+ 0
−∞
x →0 x →0

Portanto, podemos afirmar que a reta de equação x = 0 não é assíntota vertical ao gráfico de f .
Logo, o gráfico de f não admite assíntotas verticais.
f ( x)  x ln(2 x) 
m = lim = lim   = lim ( ln(2 x) ) = +∞
x →+∞ x x →+∞
 x  x→+∞
O gráfico de f não admite assíntotas não verticais, quando x tende para +∞ .
 
f ( x)  x   1  1 1
m = lim = lim   = xlim = =
( )
 1 
 1+ e x  1+ e 2
1
x →−∞ x x →−∞
 x 1+ e x 
→−∞ 0

 
 e 1x − 1 
 

b = lim 
 1   x
f ( x) − x  = lim 
x
−  = lim
 1
 2x − x − x e x

 1  (
 x 1 − e 1x
) 
 1
 1 
 x 
 = 2 xlim  = − 2 xlim 1 =
x →−∞
 2  x →−∞  1 + e 1x 2  x →−∞  2 1 + e 1x
 ( ) 

→−∞ 
 1+ e

1
x


→−∞ 


1 + e x


 
 
 1 
 e x −1 
lim   e y −1 
x →−∞ 1  lim
   
1  x  1 y → 0−  y  1 1
=− × =− × = − ×1 = −
x →−∞
1
(
2 lim 1 + e x y = 2 1
) x
2 4 4

A reta de equação y = 1 x − 1 é assíntota não vertical do gráfico da função f quando x tende


2 4
para −∞ . Logo, é a única assíntota ao gráfico da função f .
98 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12
2
b) Se x > 0 , f ′( x) = ( x ln ( 2 x ) )′ = ln(2 x) + x × = ln(2 x) + 1 .
2x
e
f ′( x) = 2 ⇔ ln(2 x) + 1 = 2 ⇔ ln(2 x) = 1 ⇔ 2 x = e ⇔ x =
2
e e  e e
f   = ln  2  = . A equação reduzida da reta é da forma y = 2 x + b e passa no ponto de
2 2  2 2
e e e e e e
coordenadas  ,  . Logo, = 2 × + b ⇔ = e + b ⇔ b = − . Portanto, a equação reduzida
2 2 2 2 2 2
e
dessa reta é y = 2 x − .
2

c) f ( x) − x = 1 ⇔ f ( x) = x + 1
As coordenadas de A são ( −2, 49 ; − 1, 49 ) .
As coordenadas de B são ( 2,16 ; 3,16 ) .
2 2
AB = ( −2, 49 − 2,16 ) + ( −1, 49 − 3,16 ) ≈ 6, 6

55.
a) Se x < 1 , f ( x) = xe x + 2 x − e .
5 5
f ( x) = x − e ⇔ xe x + 2 x − e = x − e ⇔ 2 xe x + 4 x = 5 x ⇔
2 2
⇔ 2 xe − x = 0 ⇔ x ( 2e − 1) = 0 ⇔
x x

1
⇔ x = 0 ∨ 2e x − 1 = 0 ⇔ x = 0 ∨ 2e x = 1 ⇔ x = 0 ∨ e x = ⇔
2
1
⇔ x = 0 ∨ x = ln   ⇔ x = 0 ∨ x = − ln ( 2 )
2

b) lim− f ( x) = lim− ( xe x + 2 x − e ) = e + 2 − e = 2
x →1 x →1

lim+ f ( x) = lim+
x−x
= lim+
( x−x )( x + x ) = lim x − x = − lim x( x − 1) =
2

x →1 x →1 x −1 x →1
( x − 1) ( x + x ) ( x − 1) ( x + x )
x →1+
( x − 1) ( x + x )
x →1+

x 1
= − lim+ =−
x →1 x+x 2

Logo, a função f não tem limite, quando x tende para 1.

f ( x)  xe x + 2 x − e   x e 
c) m = lim = lim   = xlim e + 2 −  = 0+2−0 = 2
x →−∞ x x →−∞
 x  →−∞
 x 

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b = lim ( f ( x) − 2 x ) = lim ( xe x + 2 x − e − 2 x ) = lim ( xe x − e ) = lim ( − ye − y − e ) =
x →−∞ x →−∞ x →−∞ y =− x y →+∞

 
 1 
 y   1 
= lim  − y − e  = −  + e  = − + e  = −e .
y →+∞
 e   e y
  +∞ 
 ylim
→+∞ y 
 
A equação reduzida da outra assíntota não vertical ao gráfico da função tem por equação y = 2 x − e .

56.
ln(e − 1 + 1)2 ln(e) 2
a) h(−1) = e0 − e− 1 = 1 − e− 1 = −e e h(e − 1) = = = 2
e −1 e −1 e −1
Portanto, h(−1) < 0 e h(e − 1) > 0 .
Logo, h(−1) × h(e − 1) < 0 .

b) A argumentação não é correta, pois não se pode aplicar o teorema de Bolzano-Cauchy no intervalo
[−1,e − 1] dado que a função não é contínua nesse intervalo.
Não é contínua em 0, pois:
ln( x + 1)2 ln( x + 1)
h(0) = e1 + 0 − 1 = e − 1 e lim+ h( x) = lim+ = 2 lim+ = 2 ×1 = 2
x →0 x →0 x x →0 x

c) Para x < 0 , a função h é contínua; para x > 0 , a função h também é contínua.


Como lim+ h( x) = 2 e como lim− h( x) = e − 1 , podemos afirmar que o gráfico de h não admite
x →0 x →0
assíntotas verticais.
ln( x + 1)2  ln( x + 1) x + 1  ln( x + 1)
lim h( x) = lim = 2 lim  ×  = 2 lim × lim x + 1 =
x →+∞ x →+∞ x x →+∞  x + 1 x  x →+∞ x + 1 x →+∞ x

ln( x + 1) ln( y )
= 2 lim × lim x = 2 lim ×1 = 2 × 0 ×1 = 0
x →+∞ x + 1 x →+∞ x y = x +1 y →+∞ y

Portanto, a reta de equação y = 0 é assíntota horizontal ao gráfico de h quando x tende para +∞ .


h( x)  e1+ x + e x − 1   e1+ x 1
m = lim = lim   = lim  +e−  = 0+e−0 = e
x →−∞ x x →−∞
 x  x→−∞  x x
b = lim ( h( x) − ex ) = lim ( e + e x − 1 − ex ) = lim ( e − 1 ) = 0 − 1 = −1
1+ x 1+ x
x →−∞ x →−∞ x →−∞

A reta de equação y = ex − 1 é assíntota oblíqua ao gráfico de h quando x tende para −∞ .

57.

x →2 x →2 x →2 x →2
( )
a) lim− g ( x) = lim− (3 + ln(3 − x)) = 3 + ln(1) = 3 + 0 = 3 , lim+ g ( x) = lim+ e x − 2 + 2 = e0 + 2 = 1 + 2 = 3 e
g (2) = 3 , logo é contínua no ponto 2.
Para que a função tenha derivada em 2 terá de existir um número real que seja igual a
g ( x) − g (2)
lim .
x→2 x−2
g ( x) − g (2) 3 + ln(3 − x) − 3 ln(3 − x) y 1
lim− = lim− = lim− = lim+ = − lim+ y = −1
x−2 x−2 x − 2 y =ln(3y− x ) y →0 1 − e y →0 e − 1
y
x→2 x→2 x→2
3− x = e
x =3− e y y

100 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


g ( x) − g (2) e x −2 + 2 − 3 e x−2 − 1 e y −1
lim+ = lim+ = lim+ = lim+ =1
x→2 x−2 x →2 x−2 x→2 x − 2 y = x − 2 y →0 y
g ( x) − g (2)
Não existe lim . Logo, a função não é diferenciável em 2.
x→2 x−2

b) Se x < 2, g ′( x) = (3 + ln(3 − x))′ = −1 = − 1 , que não se anula.


3− x 3− x
1 1
Tem-se: x < 2 ⇔ − x > −2 ⇔ − x + 3 > −2 + 3 ⇔ − x + 3 > 1 ⇒ − x + 3 > 0 ⇒ >0⇒− <0
−x + 3 3− x
Logo, para x < 2 , g ′( x) < 0 .

( )′
Se x > 2 , g ′( x) = e x − 2 + 2 = e x − 2 . Logo, para x > 2 , g ′( x) > 0 .
A função é decrescente em ]−∞,2] e é crescente em [2,+∞[ ; g (2) = 3 é mínimo absoluto.

c) A condição ln(2 − x) + 4 ≤ g ( x) apenas está definida para x < 2 porque 2 − x > 0 ⇔ x < 2 . Vem
então:
ln(2 − x) + 4 ≤ g ( x) ⇔ ln(2 − x) + 4 ≤ 3 + ln(3 − x) ⇔ ln(2 − x) + 1 ≤ ln(3 − x) ⇔
⇔ ln(2 − x) + ln(e) ≤ ln(3 − x) ⇔ ln(2e − ex) ≤ ln(3 − x) ⇔ 2e − ex ≤ 3 − x ∧ 2 − x > 0 ∧ 3 − x > 0 ⇔
⇔ x − ex ≤ 3 − 2e ∧ x < 2 ∧ x < 3 ⇔ x(1 − e) ≤ 3 − 2e ∧ x < 2 ⇔
<0

⇔ x ≥ 3 − 2e ∧ x < 2 ⇔ x ≥ 2e − 3 ∧ x < 2 ⇔ x ∈  2e − 3 ,2


1− e e −1  e − 1 
O conjunto-solução da condição é o intervalo  2e − 3 ,2 .
 e − 1 

d) x ≥ 2 ⇔ x − 2 ≥ 0 ⇔ e x − 2 ≥ e0 ⇔ e x − 2 ≥ 1 ⇔ e x − 2 + 2 ≥ 1 + 2 ⇔ g ( x) ≥ 3 . Logo, B = [3, +∞[ .


Como h é crescente em [2,+∞[ , h é bijetiva.
y = e x − 2 + 2 ⇔ y − 2 = e x − 2 ⇔ x − 2 = ln( y − 2) ⇔ x = ln( y − 2) + 2 ⇔ h −1 ( y ) = 2 + ln( y − 2)
Vem, então: h −1 : [3, +∞[ → [2, +∞[, h −1 ( x) = 2 + ln( x − 2)

58.
a) D f = { x ∈ ℝ : x − 1 ≠ 0 ∧ x > 0} = ℝ + \ {1}

b) Uma vez que a função f é contínua em todo o seu domínio, apenas as retas de equação x = 0 ou
x = 1 poderão ser assíntotas ao seu gráfico.
ln( x) y 1
lim+ f ( x) = lim+ = lim+ y = lim+ y =1 e
x →1 x →1 x − 1 y = ln( x ) y →0 e − 1 y →0 e − 1
y
x =e
y
ln( x) y 1
lim− f ( x) = lim− = lim− y = lim− y = 1 , pelo que a reta de equação x = 1 não é assíntota
x →1 x →1 x − 1 y = ln( x ) y →0 e − 1 y →0 e − 1
y
x =e
y
ao gráfico de f .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 101


ln( x) −∞
lim+ f ( x) = lim+ = = +∞ , pelo que a reta de equação x = 0 é assíntota vertical ao gráfico
x →0 x →0 x − 1 −1
de f .
Uma vez que o domínio da função é limitado inferiormente, a existirem assíntotas não verticais ao
seu gráfico, tal apenas poderá ocorrer quando x tende para +∞ .
ln( x) ln( x)
lim
ln( x) x = 0 = 0 , pelo que a reta de equação y = 0 é
= lim x =
x →+∞
lim f ( x) = lim
x →+∞ x →+∞ x − 1 x →+∞ x − 1 x 1
lim
x x →+∞ x
assíntota horizontal ao gráfico de f quando x tende para +∞ .
Assim, o gráfico de f admite duas assíntotas de equações y = 0 e x = 0 .

ln( x) ln( x) − 1
c) ≥ 1 ∧ x ∈ ℝ + \ {1} ⇔ ≥ 0 ∧ x ∈ ℝ + \ {1}
x −1 x −1 x −1
ln( x) − 1 = 0 ⇔ ln( x) = 1 ⇔ x = e

x 0 1 e +∞
ln( x) − 1 − − − 0 +
x −1 − 0 + + +
ln( x) − 1 + n.d. − 0 +
x −1

Logo, x ∈ ]0,1[ ∪ [e,+∞[ .

( ) ( )
n n
1+ 1 lim 1 + 1
n
 n +1 
( )
n
d) lim un = lim n + 1 = lim n  n n
= e2 = 1
 = lim =
n+2 n 2
( ) ( ) e
+ n n
  2 2 e
 n  1 + lim 1 +
n n

lim f (un ) = lim f ( x) = lim


ln( x)
=
ln 1()
e
=
ln e−1 ( )
= −1 = − e = e
x→ 1 x→ x − 1
1 1 −1 1− e 1− e 1 − e e −1
e e
e e e

 ln( a ) 
e) [ f ( a ) − f (2)] × ( a − 1) =  − ln(2) × ( a − 1) = ln( a ) − ln(2) × ( a − 1) =
 a − 1 
= ln(a ) − a ln(2) + ln(2) = ln(a ) + ln(2) − ln(2a ) = ln(2a) − ln(2a ) = ln  2aa 
2 

59.
a) A função f é crescente em ℝ , pois a função f ′ é positiva. O gráfico da função tem a concavidade
voltada para cima em ]−∞,0] e tem a concavidade voltada para baixo em [0,+∞[ , pois a função f ′ é
crescente em ]−∞,0] e é decrescente em [0,+∞[ .

102 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


f ′( x) − 1 f ′( x) − f ′(2)
b) lim = lim = f ′′(2) . f ′′(2) é o declive da reta representada na figura.
x→2 x − 2 x →2 x−2
Essa reta passa pelos pontos de coordenadas ( 2,1) e ( 0,1 + ln(4) ) , logo o seu declive é
1 + ln(4) − 1 1  −1   1  1
= − × ln(4) = ln  4 2  = ln   = ln   = − ln(2)
0−2 2    4 2
f ′( x) − 1
Logo, lim = f ′′(2) = − ln(2) .
x→2 x − 2

60.
Designemos as coordenadas do ponto P por ( x, f ( x)) . Designemos por
A a função que nos dá a área do triângulo [ AOP] em função da abcissa x
do ponto P .
A( x) =
2 × (− f ( x))
2 x+2( )
= − f ( x) = −( x + 1)ln 4 − x + 2

O que se pretende é encontrar o mínimo da função A .

A área mínima, arredondada às décimas, é 1,3 (u.a.).

61.
a) f ( −1) = e −2 − ( −1) 2 = 12 − 1 ; A −1, 12 − 1 e f (0) = e0 − 02 = 1 ; B ( 0,1)
e  e 
1
−1 −1
1
m= e
2
= − 2 + 2 = 2 − e −2
−1 − 0 e

b) A função f é contínua e diferenciável em ℝ , em particular é contínua em [−1,0] e é diferenciável em


]−1,0[ ; portanto, o teorema de Lagrange permite concluir que ∃c ∈ ]−1,0[ : f ′(c) = 2 − e−2 . Num
ponto do gráfico cuja abcissa seja um desses valores, a reta tangente é paralela à reta AB .

( )

c) f ′( x ) = e 2 x − x 2 = 2e 2 x − 2 x
f ′( x ) = 2 − e −2 ⇔ 2e 2 x − 2 x = 2 − e −2

A abcissa desse ponto poderá ser −0, 67 ou −0, 08 .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 103


( ′
)
d) f ′′( x ) = 2e 2 x − 2 x = 4e 2 x − 2

2 2 ()
f ′′( x ) = 0 ⇔ 4e 2 x − 2 = 0 ⇔ e 2 x = 1 ⇔ 2 x = ln 1 ⇔ 2 x = −ln ( 2) ⇔ x = − 1 ln ( 2) ⇔
2
 −1 
⇔ x = ln  2 2  ⇔ x = ln  1  ⇔ x = ln  2 
   
   2  2 

2 2 ()
f ′′( x ) > 0 ⇔ 4e 2 x − 2 > 0 ⇔ e 2 x > 1 ⇔ 2 x > ln 1 ⇔ 2 x > −ln ( 2) ⇔ x > − 1 ln ( 2) ⇔
2
 −1 
⇔ x > ln  2 2  ⇔ x > ln  1  ⇔ x > ln  2 
   
   2  2 

2 2 ()
f ′′( x ) < 0 ⇔ 4e 2 x − 2 < 0 ⇔ e 2 x < 1 ⇔ 2 x < ln 1 ⇔ 2 x < − ln ( 2) ⇔ x < − 1 ln ( 2) ⇔
2
 −1 
⇔ x < ln  2 2  ⇔ x < ln  1  ⇔ x < ln  2 
   
   2  2 
2
2 2 2
2ln 2  ln 2 
   

f  ln  2   = −  ln  2   =
−  ln  2   = 1 −  ln  2  
   2    
    
2  
e  e 

  2    2 
  2  2   2 

O gráfico tem a concavidade voltada para baixo em  −∞,ln  2  e tem a concavidade voltada para
  
  2 
  2
  2  2  1   2  
cima em  ln  , +∞  ; o ponto de coordenadas  ln  2 , 2 −  ln  2    é ponto de inflexão do

 2 
        
gráfico da função.

62.
1
a) f (0) = e1 + e −1 = e + ≈ 3,1 . A altura do poste da esquerda é, aproximadamente, 3,1 metros.
e

b) f (4) − f (0) = e −1 + e1 − e1 − e −1 = 0 . A diferença das alturas dos dois postes é 0 metros.

e e0,5 x 1
c) f ( x ) − f (0) = 1,5 ⇔ e1−0,5 x + e 0,5 x −1 − e − e −1 = 1, 5 ⇔ + − e − = 1,5 ⇔
e 0,5 x e e
⇔ e 2 + ( e 0,5 x ) − e 2 e 0,5 x − e 0,5 x = 1, 5 e e 0,5 x ⇔ ( e 0,5 x ) − e 2 e 0,5 x − e 0,5 x − 1, 5 e e 0,5 x + e 2 = 0 ⇔
2 2

( −e − 1 − 1,5 e ) − 4 × e 2
2
e 2 + 1 + 1,5 e ± 2

⇔ (e ) + ( −e
0,5 x 2 2
− 1 − 1, 5 e ) e0,5 x + e 2 = 0 ⇔ e0,5 x = ⇔
2
e 2 + 1 + 1, 5 e ± e 4 + e 2 + 1, 5e3 + e 2 + 1 + 1,5e + 1, 5e3 + 1, 5e + 2, 25e 2 − 4 × e 2
⇔ e0,5 x = ⇔
2
e2 + 1 + 1, 5 e ± e 4 + 3e3 + 0, 25e2 + 3e + 1
⇔ e0,5 x = ⇔
2
 e 2 + 1 + 1,5 e ± e 4 + 3e3 + 0, 25e 2 + 3e + 1 
⇔ 0,5 x = ln  ⇔

 2 

104 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


 e 2 + 1 + 1,5 e + e 4 + 3e3 + 0, 25e 2 + 3e + 1 
⇔ x = 2 ln  ∨

 2 

 e 2 + 1 + 1, 5 e − e 4 + 3e3 + 0, 25e 2 + 3e + 1 
∨ x = 2 ln  ⇔

 2 

⇔ x ≈ 4, 943395734 ∨ x ≈ −0, 9433957339 ⇔ x ≈ 5 .
A distância entre os dois postes é, aproximadamente, 5 metros.

d) Para a equação f ( x) = k ser possível é necessário que k > 0 (uma vez que f ( x) > 0, ∀x ∈ ℝ ).
e e 0,5 x
= k ⇔ e 2 + ( e 0,5 x ) − k e e 0,5 x = 0 ⇔
2
f ( x ) = k ⇔ e1−0,5 x + e 0,5 x −1 = k ⇔ +
e 0,5 x
e
k e ± k 2e 2 − 4 × e2 k e ± e k2 − 4
⇔ ( e 0,5 x ) − k e e 0,5 x + e 2 = 0 ⇔ e 0,5 x =
2
⇔ e 0,5 x = ⇔
2 2
k ± k2 − 4  k ± k2 − 4   k ± k2 − 4 
⇔ e 0,5 x = e ⇔ 0,5 x = ln  e ×  ⇔ x = 2 ln  e × ⇔
2 
 2 


 2 

  k ± k2 − 4    k ± k2 − 4 
⇔ x = 2 ln(e) + ln 
  ⇔ x = 2 1 + ln 
   ⇔
 
 2 

 
 2 

 
 k ± k2 − 4   k ± k2 − 4 
⇔ x = 2 + 2 ln   ⇔ x = 2 + 2 ln  

 2 


 2 

k + k2 − 4 k − k2 − 4
Por um lado tem de acontecer > 0∧ > 0 para que existam soluções; por
2 2
outro lado, k 2 − 4 > 0 para que existam duas soluções; finalmente, é necessário que
 k + k2 − 4   k − k2 − 4 
2 + 2 ln   ≥ 0 ∧ 2 + 2 ln   ≥ 0.

 2 


 2 

k 2 − 4 > 0 ⇔ k ∈ ]−∞, −2[ ∪ ]2, +∞[ , mas como k > 0 , vem que k > 2 .
k + k2 − 4 k − k2 − 4
> 0∧ > 0 ⇔ k + k 2 − 4 > 0 ∧ k − k 2 − 4 > 0 ⇔ k 2 − 4 > −k ∧ k 2 − 4 < k
2 2
Como k > 2 , vem que 
k
2
4>−
− k é uma condição universal e k 2 − 4 < k também é universal
+ −

porque k 2 − 4 < k ⇔ k 2 − 4 < k 2 ⇔ −4 < 0 .


k + k2 − 4  k + k2 − 4   k + k2 − 4 
Como k > 2 , vem > 1 ⇒ 2 + 2 ln   > 0 ⇒ 2 + 2 ln   ≥ 0.
2 
 2 


 2 

 k − k2 − 4 
Para 2 + 2 ln   ≥ 0 , é necessário que:

 2 

 k − k2 − 4  k − k2 − 4 1 2 2
ln   ≥ −1 ⇔ ≥ ⇔ k − k2 − 4 ≥ ⇔ k2 − 4 ≤ k − ⇔

 2 
 2 e e  e
positivo para k > 2

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 105


2
 2 4 4 4 4 k 1 e
⇔ k − 4 ≤  k −  ⇔ k 2 − 4 ≤ k 2 − k + 2 ⇔ k ≤ 2 + 4 ⇔ ≤ 2 + 1 ⇔ k ≤ 2 + e ⇔ k ≤ e −1 + e
2

 e e e e e e e e
Portanto, k ∈  2,e + e−1  .

Outro processo de resolução:

f ′( x ) = ( e1− 0,5 x + e 0,5 x −1 )′ = −0,5 e1− 0,5 x + 0, 5 e 0,5 x −1 = −0,5 ( e1− 0,5 x − e0,5 x −1 )
f ′( x ) = 0 ⇔ −0, 5 ( e1−0,5 x − e 0,5 x −1 ) = 0 ⇔ e1−0,5 x − e 0,5 x −1 = 0 ⇔ e1−0,5 x = e 0,5 x −1 ⇔
⇔ 1 − 0, 5 x = 0, 5 x − 1 ⇔ x = 2 ; f (2) = e 0 + e 0 = 2
f ′( x ) > 0 ⇔ −0, 5 ( e1−0,5 x − e 0,5 x −1 ) > 0 ⇔ e1−0,5 x − e 0,5 x −1 < 0 ⇔ e1− 0,5 x < e 0,5 x −1 ⇔
⇔ 1 − 0, 5 x < 0,5 x − 1 ⇔ x < 2
f ′( x ) < 0 ⇔ −0,5 ( e1− 0,5 x − e 0,5 x −1 ) < 0 ⇔ e1−0,5 x − e 0,5 x −1 > 0 ⇔ e1− 0,5 x > e 0,5 x −1 ⇔
⇔ 1 − 0, 5 x > 0, 5 x − 1 ⇔ x > 2
Como x ≥ 0 , a função é decrescente para x ∈ [ 0, 2] , crescente para x ∈ [ 2, +∞[ ,
tendo um mínimo absoluto 2 para x = 2 . Uma vez que f (0) = e + e −1 , a equação
f ( x) = k tem duas soluções não negativas, quando k ∈  2,e + e −1  .
 

63.

a) Representa, em milhares, o n.º de litros que a empresa vende num mês, ao preço de 1,5 € por litro.

b) É o preço de venda de cada litro de sumo que proporciona a venda mensal de 10 000 litros.

1  1  1
c) L( x ) = 1000 × Q ( x ) × x − 1000 × Q ( x ) × = 1000 × Q ( x ) ×  x −  = 1000 × (1, 4 + e 4 − x ) ×  x − 
2  2  2

d) Q ( x ) = N ( x ) ⇔ 1, 4 + e 4 − x = 1 + e 4,2 − x ⇔ 0, 4 = e 4,2 − x − e 4− x ⇔ 0, 4 = e 4,2 e − x − e 4 e − x ⇔


0, 4  0, 4   0, 4 
⇔ 0, 4 = ( e 4,2 − e 4 ) e − x ⇔ e − x = 4,2 4 ⇔ − x = ln  4,2 4  ⇔ x = − ln  4,2 4  ⇔
e −e e −e  e −e 
 e 4,2 − e 4 
⇔ x = ln   ⇔ x ≈ 3, 4
 0, 4 
O preço de venda do litro de sumo para o qual se vendem tantos litros de uma qualidade de sumo
como da outra é, aproximadamente, 3,4 euros.

64.
a) P (1,8) = 30 × 10−0,056×1,8 ≃ 23,8
 4
log  
4  4  15  ⇔
b) P ( h) = 8 ⇔ 30 ×10 −0,056×h = 8 ⇔ 10−0,056×h = ⇔ −0, 056 × h = log   ⇔ h =
15  15  −0, 056
⇔ h ≈ 10, 251 km

106 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


1
log  
1 1 6 ⇔
c) P ( h) < 5 ⇔ 30 × 10 < 5 ⇔ 10−0,056×h < ⇔ −0, 056 × h < log   ⇔ h >
−0,056×h

6 6 −0, 056


⇔ h > 13 895, 55 metros
No mínimo, a 13 896 metros.

d) P(h + 1) = k .P(h) ⇔ 30 ×10 = k × 30 ×10−0,056×h ⇔ 10−0,056 h −0,056 = k ×10−0,056×h ⇔


−0,056×( h +1)

⇔ 10−0,056 h ×10−0,056 = k ×10−0,056×h ⇔ 10−0,056 = k ⇔ k ≈ 0,88


Vem que P(h + 1) = 0,88 P(h) = (1 − 0,12) P(h) = P(h) − 0,12 P(h) , isto é, a pressão atmosférica
diminui 12% por cada quilómetro de aumento de altitude.

65.
Seja ( un ) a sucessão que nos dá a quantia, em euros, que a Esperança tem ao fim de n meses.
un = 20 000 ×1, 006n
Seja ( vn ) a sucessão que nos dá a quantia, em euros, do preço do carro ao fim de n meses.
vn = 24800 × (1 − 0, 008)n = 24800 × 0,992n
n
1, 006n 24800  503  31
un ≥ vn ⇔ 20 000 × 1, 006 ≥ 24800 × 0,992 ⇔
n
≥ ⇔ n
 ≥ ⇔
0,992 n
20 000  496  25
 31 
ln  
31 25
⇔ n ≥ log 503 ⇔ n ≥   ⇔ n ≥ 15,349
496 25  503 
ln  
 496 
A Esperança poderá comprar o automóvel ao fim de 16 meses.

66.
a) v(0) = 40000 = 4000 = 800
1 + 4e 5

b) v( x) = 1500 ⇔ 4000 = 1500 ⇔ 4000 = 1 + 4e−0,2 x ⇔ e−0,2 x = 5 ⇔ −0,2 x = ln 5 ⇔


1 + 4e−0,2 x 1500 12 12 ( )
⇔x=
ln 5
12 ( )
⇔ x ≈ 4,377
−0,2
As vendas atingiram o milhar e meio no decorrer do mês de maio.

′ −4000 × 4 × (−0,2)e 3200e −0,2 x


−0,2 x
c) v′( x) =  4000  = = , 0 ≤ x ≤ 12
 1 + 4e −0,2 x  1 + 4e −0,2 x 2
( )
1 + 4e −0,2 x 2
( )
′ 2

v′′( x) =

 3200e −0,2 x 
 =
3200× (−0,2)e −0,2 x 1 + 4e −0,2 x ( ) ( )
− 3200e −0,2 x × 2 1 + 4e −0,2 x × 4 × (−0,2)e −0,2 x
=
 2 4
( )
 1 + 4e−0,2 x 
  (
1 + 4e −0,2 x )

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 107


=
( )
3200× (−0,2)e−0,2 x 1 + 4e−0,2 x 1 + 4e−0,2 x − 8e−0,2 x  −640 e−0,2 x 1 − 4e −0,2 x
=
( )
4 3
(
1 + 4e −0,2 x ) 1 + 4e−0,2 x ( )
(
−640 e−0,2 x 1 − 4e −0,2 x ) = 0 ⇔ 1 − 4e
v′′( x) = 0 ⇔
(1 + 4e −0,2 x
)
3
−0,2 x
4 ()
= 0 ⇔ e−0,2 x = 1 ⇔ −0,2 x = ln 1 ⇔
4

− ln ( 4)
⇔x= ⇔ x≈7
−0,2

1 − 4e −0,2 x > 0 ⇔ e −0,2 x < 1 ⇔ −0,2 x < ln 1 ⇔ x >


4 4
− ln ( 4)
−0,2 ()
⇔ x>7

1 − 4e −0,2 x < 0 ⇔ e−0,2 x > 1 ⇔ −0,2 x > ln 1 ⇔ x <


4 4
− ln ( 4)
−0,2 ()
⇔ x<7

 − 

−640 e−0,2 x
Se 0 ≤ x ≤ 7 , vem que v′′( x) = 1 − 4e −0,2 x ≥ 0 .
−0,2 x 3 
( )
1 + 4e
  
( − )
+
− 

−640 e−0,2 x
Se 7 ≤ x ≤ 12 , vem que v′′( x) =
−0,2 x 3
(
1 − 4e )≤0 .
−0,2 x

(
1 + 4e

)


+
+
Se 0 ≤ x ≤ 7 , a concavidade do gráfico está voltada para cima, se 7 ≤ x ≤ 12 , a concavidade do
gráfico está voltada para baixo. Para x = 7 , o gráfico tem um ponto de inflexão.
O valor de x para o qual o ritmo de vendas começou a diminuir é 7.

67.
54
a) 2 log( E ) − 2,9 = 4,3 ⇔ log( E ) = 54 ⇔ E = 10 5
3 5
54
54
⇔ M 0 = 10 5 ⇔
5 5
M 0 ×1,6 ×10 = 10 5
1,6 ×10
54
⇔ M 0 = 1 ×10 5 ⇔ M 0 = 0,625 ×105,8 ⇔ M 0 = 0,625 ×105 ×100,8 ⇔ M 0 ≈ 4 ×105
−5

1,6

b) 4 = 2 log( E2 ) − 2,9 −  2 log( E1 ) − 2,9 ⇔ 4 = 2 [log( E2 ) − log( E1 )] ⇔


3 3  3  3 3
E  E  E
⇔ 4 = 2 log  2  ⇔ 2 = log  2  ⇔ 102 = 2 ⇔ E2 = 100 E1
3 3  E1   E1  E1

(
68. f ′(t ) = 20e −0,01t )′ = 20 × (−0,01t )′ × e −0,01t
= 20 × ( −0,01) × e −0,01t = −0,01× 20e −0,01t = −0,01 f (t )

108 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


69.
a) m(t ) = 50 e−k t ; m(1) = 49,975 ⇔ 50 e− k = 49,975 ⇔ e− k = 1999 ⇔ −k = ln 1999
2000 2000 ( )
t
( )  ln( 1999 )
ln 1999 ×t
( ) ( ) ≈ 49,95 gramas
t 2
m(t ) = 50 e 2000
= 50  e 2000  = 50 1999 ; m(2) = 50 1999
  2000 2000
 

( ) ( ) ()
t t
b) m(t ) = 1 × 50 ⇔ 50 1999 = 1 × 50 ⇔ 1999 = 1 ⇔ t = log 1999 1 ⇔
4 2000 4 2000 4 2000
4

⇔t=
ln 1
4 ()
⇔ t ≈ 2772 anos
ln 1999
2000 ( )
70.

a) m(11,3) = 1 m0 ⇔ m0 e−11,3k = 1 m0 ⇔ e −11,3k = 1 ⇔ −11,3k = ln 1 ⇔ k =


2 2 2 2
ln ( 2)
11,3
⇔ k ≈ 0,06 ()
Logo, m(t ) = m0e−0,06t , sendo m0 a massa no instante inicial.

m(t + 1) m0e−0,06(t +1) e−0,06t −0,06 e−0,06t × e−0,06


b) = = = = e−0,06 ≃ 0,94 ; m(t + 1) ≈ 0,94 m(t )
m(t ) m0e −0,06t
e −0,06t
e −0,06t

A cada dia, a massa de rádio-223 reduz-se a 94% da massa do dia anterior, ou seja, perde 6% da
massa que tinha.

71.
m(t + 5,75) 1
a) = ⇔ m(t + 5,75) = 1 m(t ) , isto é, a semivida do rádio-228 é 5,75 anos.
m(t ) 2 2

b) m(t + 5,75) = 1 m(t ) ⇔ m0e − k (t +5,75) = 1 m0 e− kt ⇔ e − kt −5,75k = 1 e− kt ⇔ e− kt × e−5,75k = 1 e− kt ⇔


2 2 2 2
⇔ e −5,75k = 1 ⇔ −5,75k = ln 1 ⇔ k =
2 2 () ln ( 2)
5,75
ln( 2)
− ln2 t − ×23
12
m(t ) = m0e 5,75
, então m(23) = 12 ⇔ m0 e 5,75
= 12 ⇔ m0 = ln( 2)
⇔ m0 ≈ 192
− ×23
5,75
e

72.

a) 4
−k 1
= 12e 2 ⇔k=
ln 1
3 ()
⇔ k = 2ln (3) ; então,
− 1
2
−2t
M (t ) = 12 × e−2ln(3)t = 12 × eln(3) ( ) = 4 × 3 × 3−2t = 4 × 3−2t +1 .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 109


M (1) − M (0)
b) v[0,1] = = M (1) − M (0) = 4 × 3−1 − 4 × 3 = 4 − 12 = − 32
1− 0 3 3
M (2) − M (1)
v[1,2] = = M (2) − M (1) = 4 × 3−3 − 4 × 3−1 = 4 − 4 = − 32
2 −1 27 3 27
1
Logo, v[1,2] = × v[0,1] .
9

( ′
)
c) M ′(t ) = 4 × 3−2t +1 = 4 × (−2) × 3−2t +1 × ln(3) = −8ln(3) × 3−2t +1
8
M ′(1,5) = −8ln(3) × 3−2×1,5+1 = −8ln(3) × 3−2 = − ln(3)
9
8
M ′(3) = −8ln(3) × 3−2×3+1 = −8ln(3) × 3−5 = − ln(3)
243

d) M ′(t ) = −8ln(3) × 3−2t +1 ∀t , M ′(t ) < 0 , pelo que a taxa de desintegração é negativa.

( ′
)
M ′′(t ) = −8ln(3) × 3−2t +1 = −8ln(3) × (−2) × 3−2t +1 × ln(3) = 16(ln(3)) 2 × 3−2t +1 ; ∀t , M ′′(t ) > 0 , pelo que a
taxa de desintegração está a aumentar.
Uma vez que a taxa de desintegração está a aumentar e, como é negativa, significa que a
desintegração vai sendo feita de modo cada vez mais lento.

73.
a) P(t ) = P0e k t ; P(0) = 41 790 ∧ P (10) = 47 917
Logo:
 47 917 
ln 
47 917  41790 
P(10) = 47 917 ⇔ 41790e10 k = 47 917 ⇔ e10 k = ⇔k=
41790 10
 47 917   47 917   47 917 
ln  ln  ln 
 41790  t  41790  ×5  41790 
P(t ) = 41790e 10 , pelo que P(5) = 41790e 10 = 41790e 2 ≈ 44 748,759

A população em 1925 seria de 44 749 habitantes.

 47917 
ln 
 41790  ×20  47 917  2
2ln
 41790 
 ( 47917)
b) P(20) = 41790e 10 = 41790e = ≈ 54942,304
41790
52143
52143 = p × 54942 ⇔ p = ⇔ p ≈ 0,95
54942
A percentagem de erro do modelo em relação ao valor real foi de, aproximadamente, 5%.

74.
a) A taxa de mortalidade anual é, aproximadamente, de 1,5 para cada 100 habitantes, isto é, a taxa de
natalidade por habitante é 0, 015 .
A taxa de natalidade anual é, aproximadamente, de 2 por cada 100 habitantes, isto é, 0,02 por cada
habitante. Todos os anos chegam ainda ao país cerca de 100 000 novos imigrantes.
Logo, P(t + 1) = P(t ) + 0,02 × P(t ) − 0,015P(t ) + 0,1 = 1,005P(t ) + 0,1 .

110 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


b) P (t + ∆t ) = P (t ) + 0,02∆tP (t ) − 0,015∆tP (t ) + 0,1∆t = P (t ) + 0,005∆tP (t ) + 0,1∆t

P(t + ∆t ) − P(t ) P(t ) + 0,005∆tP(t ) + 0,1∆t − P(t )


c) P′(t ) = = = 0,005P(t ) + 0,1 ⇔
∆t ∆t
⇔ P′(t ) = 0,005 P(t ) + 0,1 ⇔ P′(t ) = 1 P(t ) + 1
200 10

d) P′(t ) = 1 P(t ) + 1 = 1 [ P(t ) + 20] = 1 Q(t )


200 10 200 200
Como Q (t ) = P (t ) + 20 , vem que Q′(t ) = P′(t ) + 0 = P′(t ) .
1
Então, Q′(t ) = 1 Q(t ) e, dado que P (0) = 35 , tem-se Q (0) = 55 e, portanto, Q(t ) = 55e 200 .
t

200

t
e) Q (t ) = P (t ) + 20 ⇔ P (t ) = Q (t ) − 20 , pelo que P(t ) = 55e 200 − 20 .

( )
t t t
P(t ) = 2 × P(0) ⇔ 55e 200 − 20 = 2 × 35 ⇔ 55e 200 = 90 ⇔ e 200 = 18 ⇔ t = ln 18 ⇔
11 200 11

( )
⇔ t = 200 ×ln 18 ⇔ t ≈ 98,495
11
Ao fim de aproximadamente 99 anos a população duplicará.

75.
a) T (0) = 20 + 55e0 = 75
A temperatura do líquido no instante em que foi colocado a arrefecer é de 75 °C.

b) T (t ) ≤ 55 ⇔ 20 + 55e −0,155t ≤ 55 ⇔ e −0,155t ≤ 55 − 20 ⇔ e −0,155t ≤ 7 ⇔ −0,155t ≤ ln 7 ⇔


55 11 11 ( )
⇔t≥
( )
ln 7
11
⇔t≥3
−0,155
Tem de esperar pelo menos 3 minutos.

( )
c) lim T (t ) = lim 20 + 55e −0,155t = 20 + 55 × 0 = 20
t →+∞ t →+∞
A temperatura ambiente é 20 °C.

76. T (t ) = Ta + (T0 − Ta )e− k t , k ∈ ℝ + , T0 é a temperatura no instante t = 0 e Ta é a temperatura


ambiente.
T (t ) = 25 + (100 − 25)e − k t = 25 + 75e− k t
Como ao fim de três minutos a temperatura da água atinge 72 °C, vem:
ln 47 ( )
−3 k
T (3) = 72 ⇔ 25 + 75e = 72 ⇔ e = −3 k 72 −
75
25 −3 k
⇔e = 47
75
⇔ −3k = ln 47
75
⇔k= ( )75
−3
ln 47
75 ( )
t
T (t ) = 25 + 75e 3

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 111


ln 47
75 t
ln 47
75 t ( )
ln 47
75
= 55 − 25 ⇔ =2⇔
t
T (t ) = 55 ⇔ 25 + 75e 3 = 55 ⇔ e 3 e 3
75 5

( )
ln 47

3
75
() ( )
t = ln 2 ⇔ ln 47 t = 3ln 2 ⇔
5 75 5 ()
⇔t =
()
3ln 2
5
⇔t≈6
( )
ln 47
75
Ao fim de aproximadamente 6 minutos atingirá a temperatura de 55 °C.

112 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


Tema 5 | Trigonometria e Funções Trigonométricas

1. Fórmulas trigonométricas

1.        sen ("#1 œ senˆ 1$  +  1% ‰ œ sen 1$  cos 1%  sen 1%  cos 1$ œ


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2.   sen &"#1 sen "#


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  œ ˆsenˆ1  1$ ‰ cos 1%  sen 1%  cosˆ1  1$ ‰‰ˆsen 1$  cos 1%  sen 1%  cos 1$ ‰ œ
  œ ˆsen 1$  cos 1%  sen 1%  ˆ  cos $1 ‰‰ˆsen 1$  cos 1%  sen 1%  cos 1$ ‰ œ
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4.  Tem‐se  "  tg# α œ cos# α , pelo que  cos


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Como  " − !ß # ,  vem  cos " œ "" .
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  Tem‐se, então:
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5.  Tem‐se  sen# α  cos# α œ " , pelo que  cos# α œ "  $


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  Como  α − � 1# ß 1�, vem  cos α œ  É
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Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 113


6.  senˆarcsen &( ‰ œ &(   e  cosˆarccos "& ‰ œ "& .
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  Tem‐se sen# α  cos# α œ ", pelo que  cos# α œ "  #&
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  Como  α − �!ß # � , vem  cos α œ ( œ ( .
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  Vem, então, que   cosˆarcsen &( ‰ œ # ( ' .


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  Designemos por  "   o  arccos "& .


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  Como  " − �!ß 1# �, vem  sen " œ &#% œ # & ' .
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  Vem, então, que   senˆarccos "
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7. 
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 sen B cos B Ðsen B  cos BÑ


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114 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


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8.  
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a)      # œ # œ # œ cos# B

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9. 
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#  # 5 1ß 5 − ™

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 115


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  Í cosˆ 1%  B‰ œ  "  Í 1
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  È# sen B  È# cos B œ sen B  cos B œ
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Í # Í # # # Í
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Í senˆB  ‰ œ
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116 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


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  Í $�cos# B  "  cos# B�  $ cos B  %�"  cos# B� œ !  Í
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10. 
a)     # sen ˆ 1'  B‰  cos B œ $
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11.  
a)     cos Ð#αÑ œ cos# α  sen# α œ cos# α  �"  cos# α� œ cos# α  "  cos# α œ # cos# α  "

b)     # cos# �B�  " œ senˆB  1) ‰ Í  cos �#B� œ senˆB  1) ‰ Í cos �#B� œ cosˆ 1#  B  1
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  Í B œ &#%1  #5$1 ” B œ  &)1  #5 1ß 5 − ™

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 117


12.    lsen B Þ cos Bl  "% Í  "%  sen B Þ cos B  "% Í  "#  # sen B Þ cos B  "# Í
  Í  "#  sen �#B�  "# Í
  Í  1'  # 5 1  #B  1'  # 5 1 ” &'1  # 5 1  #B  ('1  # 5 1ß 5 − ™ Í
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      1
Í !  B  "# ” &"#1  B  ("#1

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      Í "#  B  "$"#1 ”
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"#  B  "# • !B 1Í
      Í """#1  B  1

  Solução:   Ó!ß 1
"# Ò ∪ Ó &"#1 ß (1
"# Ò ∪ Ó """#1 ß 1 Ò

13.  cosÐEÑ cosÐFÑ + cosÐGÑ = senÐEÑsenÐFÑ Í cosÐEÑ cosÐFÑ  senÐEÑsenÐFÑ œ  cosÐGÑ  Í


Í cosÐE  FÑ  œ  cosÐGÑ Í cosÐ1  GÑ  œ  cosÐGÑ,  o que é verdade

Í 2 œ È# sen α
14. 
sen α œ È#
2

Í , œ #È# cos α
,
cos α œ È# Í cos α œ #È#
# ,

È È
Área   œ ,‚2
œ # # cos α#‚ # sen α œ
œ # sen α cos α œ sen�#α�
#
   

15.  
sen &"#1 œ 2
% Í 2 œ % sen  &"#1
cos &"#1 œ ,
% Í , œ % cos  &"#1

% cos  &1 ‚% sen  &1


Área   œ ,‚2
œ ) sen  &"#1 cos  &"#1 œ
œ % senˆ &'1 ‰ œ % ‚ "# œ #
# œ "#
#
"#

   

16.  

Ú
Designemos por  , as medidas dos dois lados iguais e por -  a medida do terceiro lado do triângulo.
Ý
Ý
Ý
Ý
1 2
Ý
sen  œ
1# ,
ß de onde concluímos que  Û cos 
-

Ý
1 &' 1 1
Ý
Os ângulos internos iguais têm amplitude   # œ "# 1
œ #  
Ý
Ý
1#
Ý -‚2 œ*
,
Ü #

118 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


Comecemos por determinar o valor de  sen  11#  e posteriormente o valor de  cos  11# .
œ sen ˆ 1$  1% ‰ œ sen  1$ cos  1%  sen  1% cos  1$ œ #$ ‚   ##  ## ‚ #" œ
È È È
sen  "#
1
È' È#
œ %  %

œ cos ˆ 1$  ‰ œ cos  1$ cos  1%  sen  1$ sen  1% œ


È# È$ È#
cos  "#
1 1 "
‚   ‚ œ
È# È'
% # # # #
œ %  %

Ú
Ý È' È#
Ú È# Ý
Ý2 œ �
Ý È' Ý
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2
Ý Ý
 œ %

È# È' È# È'
% % ,
Vem, então Û   Í Û- œ �
Ý Ý # �
-
Ý Ý
 Í
Ý Ý
 ‚,
Ý Ý
 œ
Ý Ý
#
Ý Ý
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Ý
È È' È' È
Ü Ý Š ##  # ‹ ‚ Š %  %# ‹ ‚ , #
Ý
-‚2

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œ*
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Ú
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Ý ———————— Ý
Ý ———————— Ú ————————
————————

ÍÛ È È"#  ÍÛ   Í Û ————————   Í


————————
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   , œ* , œ*
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Ý
È# È'
Í Û- œ � � ‚ '  Í Û - œ $È #  $ È '  
Ý
Ý Ý

Ý Ü,œ'
# #
Ü,œ'

O perímetro do triângulo é, então,  '  '  $ŠÈ#  È'‹ œ "#  $ŠÈ#  È'‹.

Outro processo de resolução:
 
sen 1' œ 2
, Í 2 œ , sen  1' Í 2 œ ,
#
,‚ #,
Área œ * Í ,‚2
# œ * Í # œ * Í
,# #
Í % œ * Í , œ $' Í , œ '

cos 1' œ +, Í + œ ' cos  1' Í + œ ' ‚ #$ œ $È$ e   2 œ '# œ $


È

- # œ 2 #  Ð+  ,Ñ# Í - # œ $#  Ð$È$  'Ñ# Í - # œ *  *ÐÈ$  #Ñ# Í


Í - # œ *  *Ð$  %È$  %Ñ Í
Í - # œ (#  $'È$ Í - # œ $'Ð#  È$Ñ Í - œ 'É#  È$

O perímetro do triângulo é, então,  '  '  'É#  È$ œ "#  'É#  È$ .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 119


Vejamos que  'É#  È$ œ $È#  $È' .

'É#  È$ œ $È# ‚ È# ‚ É#  È$ œ $È# ‚ É%  #È$ œ $È# ‚ É"  #È$  $ œ

œ $È# ‚ ÊŠ"  È$‹ œ $È# ‚ Š"  È$‹ œ $È#  $È'


#

Outro processo de resolução:

sen 1' œ 2
, Í 2 œ , sen  1' Í 2 œ ,
#
,‚ #, ,#
Área œ * Í ,‚2
# œ *Í # œ *Í % œ * Í ,# œ $' Í , œ '

Pela lei dos cossenos, vem que: - # œ ,#  , #  # ‚ , ‚ ,  cos &'1 Í - # œ #, #  #, #  cos &'1 Í


Í - # œ #, # ˆ"  cos &'1 ‰ Í - # œ (#Š"  #$ ‹ Í - # œ (#  $'È$ Í - # œ $'Ð#  È$Ñ Í
È

Í - œ 'É #  È $
como , œ '

O perímetro do triângulo é, então, '  '  'É#  È$ œ "#  'É#  È$ .

17.  

Pela lei dos cossenos vem que: ")  È$ œ B#  %  # ‚ # ‚ B cos "'&° Í


Í ")  È$ œ B#  %  %B cos �")!°  "&°� Í ")  È$ œ B#  %  %B cos �"&°� Í
Í B#  % cos �"&°� B  %  ")  È$ œ ! Í B#  % cos �"&°� B  "%  È$ œ !

Sabemos que:
È# È$ È#
cosÐ"&°Ñ œ cosÐ%&°  $!°Ñ œ cos %&°cos $!°  sen %&° sen $!° œ ‚  ‚ "
œ
È' È#
# # # #
œ %  %

Logo,  B#  % cos �"&°� B  "%  È$ œ ! Í B#  % Š ‹ B  "%  È$ œ ! Í


È' È#
%  %

È'È# „ ÊŠÈ'È#‹  %‚ "‚Š"%È$‹


Í B   ŠÈ'  È#‹ B  "%  È$ œ ! Í B œ
#

#
# Í
È'È# „ É'##È"# &'%È$ È'È# „ É'%%È$ %È$
ÍBœ ÍBœ Í
È'È# „ )
# #
ÍBœ #

È'È#
Como B  ! , vem B œ   ) # .

120 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


18.  

T Ðcos α, sen α)  ;  UÐcos α, !)  ;  VÐ!, sen α) à SU œ cos α à SV œ sen α


Área da coroa circular œ 1 cos# α  1 sen# α œ 1Ðcos# α  sen# αÑ œ 1 cos�#α�

2. Limites e derivadas de funções trigonométricas

19. 
œ È#
È# È#
1Ðsen Bcos BÑ 1Ðsen 1
cos 1
Ñ 1Š  ‹ #È#
a)     lim1
# #
%B œ %
%‚ 1%
%
œ 1 œ #
BÄ %

cos�B  1� cos�!  1� cos 1


b)     lim B1 œ !1 œ 1 œ "
1 œ  "
1
BÄ!
 
c)     lim  sen �1 �
B 1 1
sen B œ œ ! œ ∞
BÄ1

d)     lim B1


œ 11
œ !
œ !
œ!
B Ä 1 " cos B " cos 1 " Ð"Ñ #
 
e)     lim B
œ 1
œ 1
œ 1
œ ∞
B Ä 1 "  cos B "  cos 1 "  Ð"Ñ !
 
1 1

tg ˆˆ 1# ‰ ‰
f)     lim1 B
BĈ#‰
 tg B œ #
 œ ∞
#
œ!
1 1
  lim œ ! 
tg Šˆ 1# ‰ ‹
B
œ œ
B Ä ˆ 1# ‰
# #
 tg B  ∞

  Logo,  lim1 B
tg B œ ! .
BÄ #

œ  lim ˆ $BB  ‰ œ  lim ˆ$  ‰ œ $  lim


20.  
$B  sen B sen B sen B sen B
a)     lim B B B B œ$"œ%
BÄ! BÄ! BÄ! BÄ!

b)     lim 'B  $ sen B


B œ  lim ˆ 'BB  $ senB B ‰ œ  lim ˆ'  $ senB B ‰ œ '  $ lim sen B
B œ
BÄ! BÄ! BÄ! BÄ!
  œ '  $ ‚ " œ $ 

c)   )B  # sen B
  lim &B œ  lim ˆ )B  #
‚ sen B ‰ œ  lim ˆ )&  #
‚ sen B ‰œ
BÄ! B Ä ! &B & B BÄ! & B
sen B
  œ &  & ‚ lim B œ )&
) #
 #
& ‚"œ "!
& œ#
BÄ!

B#  $B lim �B  $�
B#  $B
d)     lim œ lim B
sen B œ BÄ!
lim sen B œ $
œ$
B Ä ! sen B BÄ! B BÄ! B
"

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 121


"  cosÐ#BÑ
œ # ‚ lim ˆ senB B ‰ œ
"  cos# B  sen# B # sen# B #
e)     lim B# œ  lim
B# œ lim B#
BÄ! BÄ! BÄ! BÄ!

Š lim senB ‹ œ # ‚ "# œ # 


#
  œ#‚ B
BÄ!

sen�'B� ' sen�'B� sen�'B� sen C


f)     lim B œ  lim 'B œ ' ‚ lim 'B œ ' ‚ lim C œ'‚"œ'
BÄ! BÄ! BÄ! C œ 'B CÄ!

sen�)B� # sen�)B� sen�)B� sen C


g)     lim
%B œ  lim )B œ # ‚ lim )B œ # ‚ lim C œ # ‚ " œ # 
BÄ! BÄ! BÄ! C œ )B CÄ!

$B
h)     lim 'B
œ lim sen �$B�
$B
œ lim "
sen �$B� œ "
sen �$B� œ "
lim sen C
œ "
œ " 
B Ä ! # senÐ$BÑ BÄ! $B BÄ! $B lim
B Ä ! $B C œ $B CÄ! C
"

sen �'B�
sen �'B� # sen �'B�
sen�'B� #‚lim
i)     lim œ lim sen �$B� œ lim sen �$B�
B Ä ! 'B
lim sen �$B� C œ $B à D œ 'B
$B 'B
œ œ
B Ä ! senÐ$BÑ BÄ! $B BÄ! $B B Ä ! $B
sen D
#‚lim
DÄ! D
  œ lim sen C
œ #‚"
" œ#
CÄ! C

sen�B$� sen�B$� sen C


j)     lim #B' œ  lim #ÐB$Ñ œ   "# lim C œ "
# ‚"œ "
#
BÄ$ BÄ$ C œB$ CÄ!

cos B# cosˆ $#1  C# ‰ sen  C#


k)     lim $1B œ lim C œ  lim C œ
B Ä $1 C œ B  $1 à B œ C  $ 1 CÄ ! CÄ !
1
sen  C# sen  C# sen D
  œ  lim #
C œ  2 Clim
"
C œ  2 Dlim
"
D œ  "
# ‚ " œ  "#  
CÄ ! # Ä! # Dœ C Ä!
#

1
# ‚  ' C
C Ä ! senˆ'ˆC $ ‰‰
 $ C  $ C  $ C
C Ä ! sen�'C#1� C Ä ! sen�'C� �'C�
l)     lim1 $B1
senÐ'BÑ œ lim 1 œ lim œ lim œ lim sen œ
BÄ $ C œB 1 CÄ!
$

# Clim 'C� # Clim


'C
  œ "
sen� œ " "
sen�'C � œ "
# ‚ "
sen�'C � œ "
# ‚ lim sen D
"
œ "
# ‚"œ "
#
Ä! Ä! 'C lim DÄ! D
C Ä ! 'C D œ 'C

21.  
sen %
sen B sen B
a)     lim +8 œ lim #
8
  œ   lim B œ # lim B œ # ‚ " œ # 
8 Bœ % BÄ ! # BÄ !
8

sen $
sen B sen B sen B
b)     lim ,8 œ lim '
#8
œ lim ' œ lim "#B œ "# Blim
"&
B œ &
% ‚ " œ &%  
&8 $
B œ #8 $
à 8 œ #B BÄ ! $
&‚ #B BÄ ! "& Ä!

 lim -8 œ lim ˆ8 sen ‰ œ lim sen #


sen B sen B
c)  #
8 "
8
  œ   lim B œ # lim B œ # ‚ " œ # 
8 Bœ # BÄ ! # BÄ !
8

 
lim -8 œ lim ’ˆ ‰8" sen�ˆ ‰8 �“ œ lim sen $
�ˆ $ ‰8 �
sen�ˆ $% ‰ �
8
d)   ˆ ‰
œ lim ˆ%‰ ‚%
% $
$ %
%
8" $ 8 $ œ
sen�ˆ ‰ �
%
$ 8

ˆ $% ‰8
sen B
  lim $ Blim
% % % %
œ %
œ œ ‚"œ
Bœˆ ‰8
$ $ Ä! B $ $
%

122 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


22. 
a)    Como o domínio é um conjunto limitado, a existirem assintotas do gráfico de 0 , elas só poderão    
ser verticais.
  Como a função é contínua em todo o seu domínio (por ser o produto, quociente, diferença e    
composição de funções contínuas), apenas as retas de equação  B œ !  e  B œ 1  poderão ser
assíntotas do seu gráfico.

B sen B c
"cosÐ#BÑd B sen B c
"cosÐ#BÑd
  lim 0 ÐBÑ œ lim B sen B
"cosÐ#BÑ œc c
lim " cosÐ#BÑd "cosÐ#BÑd œ lim "cos# Ð#BÑ œ
BÄ ! BÄ ! BÄ ! BÄ !

  œ limc
B sen B "cosÐ#BÑd
sen# Ð#BÑ œ lim B sen B
c
sen Ð#BÑ‚sen Ð#BÑ ‚ lim "  cosÐ#BÑd œ
BÄ ! BÄ ! BÄ !
 
B sen B lim sen%B
B

  œ lim %B#
sen Ð#BÑ sen Ð#BÑ ‚2œ B Ä !
‚2 œ
BÄ ! #B ‚ #B lim sen#B
Ð#BÑ
‚ lim sen#B
Ð#BÑ
C œ #B
B Ä ! B Ä !

 
sen B
% lim B
"
"
% ‚"
  œ BÄ !
lim senC C ‚ lim senC C
‚2œ "‚" ‚2œ "
#
C Ä ! C Ä !

  lim 0 ÐBÑ œ lim  B sen B


"cosÐ#BÑ œ lim  ’B ‚ "cosÐ#BÑ “
sen B
œ lim  B ‚ lim  sen B
"cosÐ#BÑ œ
sen �C  1�
BÄ 1 BÄ 1 BÄ 1 BÄ 1 BÄ 1
sen C
      œ 1 ‚ lim  "sen 1 ‚ lim "cosÐ#�C  1�Ñ œ 1 ‚ lim
B
cosÐ#BÑ œ "cosÐ#C  #1Ñ œ
BÄ 1 C œB1 CÄ ! CÄ !

  œ  1 ‚ lim sen C
"cosÐ#C Ñ lim c
œ  1 ‚c c
"
sen C "cosÐ#C Ñd
cosÐ#C Ñd "cosÐ#C Ñd œ
CÄ ! CÄ !

  œ  1 ‚ lim sen C
c
"cos# Ð#C Ñ ‚C lim "  cosÐ#CÑd œ  1 ‚ lim sen C
sen# Ð#C Ñ ‚#œ
CÄ ! Ä ! CÄ !
sen C
sen C
  œ  #1 ‚ lim sen Ð#C Ñ‚sen Ð#C Ñ œ  #1 ‚ lim %C #
sen Ð#CÑ sen Ð#CÑ œ
CÄ ! CÄ ! #C ‚ #C
"
lim C" ‚ lim senC C "
%C Ä ‚Ð∞Ñ ‚ "
  œ  #1 ‚ !
sen Ð#CÑ
CÄ !
sen Ð#CÑ œ  #1 ‚ %
lim sen D
lim sen D œ ∞
œ ∞
lim #C ‚ lim #C D ‚ C Ä ! D
"‚"
CÄ ! CÄ ! D œ #C DÄ !

  O gráfico de  0   tem apenas uma assíntota vertical, de equação  B œ 1 .

•  0   é contínua em todo o seu domínio, logo é contínua em  � 1' ß &1 �


b)  Tem‐se:
  '  .
•  0 ˆ 1' ‰ œ "
'  sen ' '  ‚ #
1 1 1 "
  cos 1 œ œ 1'  , que é menor do que 1
0 ˆ &'1 ‰
"
$ " #
'  sen ' '  ‚ #
&1 &1 &1 "
  • œ œ œ &1
, que é maior do que 1.
Logo, pelo teorema de Bolzano‐Cauchy, a equação 0 ÐBÑ œ "  tem, no intervalo � 1' ß &1 �
"cos &$1 "
" # '
  '  ,
  pelo menos uma solução.

23. 
a)    lim 1ÐBÑ œ lim B#
"cos B œ lim B# �"cos B�
�"cos B��"cos B� œ lim ’ B#
"cos# B ‚ �"  cos B�“ œ
BÄ ! BÄ ! BÄ ! BÄ !

‚ lim �"  cos B� œ lim


B#
B# B#
  œ lim "cos# B sen# B ‚ 2 œ # lim B#
sen# B
œ # lim "
sen# B
œ
BÄ ! BÄ ! BÄ ! BÄ ! B#
BÄ ! B#
  œ# ‚ "
œ#
Š lim B ‹
#
sen B
BÄ !

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 123


sen B
,B  tg B tg B
  lim 1ÐBÑ œ lim B œ lim ,B
B  lim B œ lim ,  lim cos B
B œ
BÄ ! BÄ ! BÄ ! BÄ ! BÄ ! BÄ !

  œ ,  lim ˆ senB B ‚ 1 ‰
cos B œ ,  lim sen B
B
1
‚ lim cos  B œ ,"‚" œ ,"
BÄ ! BÄ ! BÄ !

  1Ð!Ñ œ +

œ ,  " œ +   Í + œ #   e   , œ "


+œ#
 

b)   Como o domínio é um conjunto limitado, a existirem assíntotas do gráfico de  1 , elas só poderão
ser verticais.
Como a função é contínua em todo o seu domínio (por ser a soma, diferença e quociente de
funções contínuas), apenas as retas de equação B œ  # 1  e  B œ 1#  poderão ser assíntotas do
seu gráfico.
 tg ˆˆ 1# ‰ ‰

B  tg B
1 1
 Ð∞Ñ
    lim1 1ÐBÑ œ lim1
BÄ ˆ#‰ BÄ ˆ#‰
  B œ #
1 œ #
1 œ ∞
# #

B# % 1# % 1#
    lim 1ÐBÑ œ lim œ œ œ ∞
B Ä �#1� B Ä �#1�
  "cos B "" !

  O gráfico de  1  tem duas assíntotas verticais, de equações  B œ  #1  e   B œ 1#  .

Tem‐se  1ˆ 1% ‰ œ
1 1
 tg
c)  %
1
%
œ"  %
1 ¸ #,$ .
%

•  1  é contínua em todo o seu domínio, em particular é contínua em  �  ß !� .
  Tem‐se, também:
  #1

•  1ˆ  ‰œ ¸ #,9,  que é maior do que  1ˆ 1% ‰ .


$
% 1# % 1#

"cos ˆ " ˆ "# ‰ ‰


)1#
  #1 *
œ *
œ
• 1�!� œ # ,  que é menor do que  1ˆ 1% ‰ .
$ #1 #(
$
 
  Logo, pelo teorema de Bolzano‐Cauchy, a equação  1ÐBÑ œ 1ˆ 1% ‰  tem, no intervalo
  �  #$1 ß !� , pelo menos uma solução.

24. 

a)   0 ÐB  %1Ñ œ # cos# ˆ B#  #1‰  ÐB  %1Ñ œ # cos# ˆ B# ‰  B  %1 œ 0 ÐBÑ  %1

b)

  Comecemos por determinar as coordenadas de  T  e de  U Þ
                       
C œ # cos# Š ‹  B  B œ # cos# Š ‹  B # cos# Š ‹ œ !
B B B
� #   Í � #   Í � #  Í
C œ B C œ B C œ B
   
cos# Š ‹ œ ! cos Š ‹ œ !
B B B 1
Í�  Í�  Í� #  Íœ
œ  5 1ß 5 − ™ B œ 1  # 5 1ß 5 − ™
# # #  
C œ B C œ B C œ B C œ B

124 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


Como B − Ò  #1ß #1Ó, vem que  B œ 1 ” B œ  1 .
  Pelo que  T Ð  1ß 1Ñ  e  UÐ1ß  1Ñ, logo  V   pertence à bissetriz dos quadrantes ímpares.  
  Designemos por Ð+ß +Ñ  as coordenadas de  V  , com  +  ! Þ
  T U œ É �1  1 � #  �  1  1 � # œ È ) 1 # œ # È # 1
  T V œ #È# 1 Í É�+  1�#  �+  1�# œ È)1# Í �+  1�#  �+  1�# œ )1# Í
  Í +#  #+1  1#  +#  #+1  1# œ )1# Í # +#  '1# œ ! Í +#  $1# œ ! Í +# œ $1#
  Como  +  ! ß vem + œ È$ 1 . As coordenadas de  V   são  ŠÈ$ 1ß È$ 1‹ .

•  0   é contínua em  ‘ , em particular é contínua em  � 1$ ß 1# � .


c)   Tem‐se:
 
  •  0 ˆ 1$ ‰ œ # cos# ˆ 1' ‰  1$ œ # ‚ %$  1$ ¸ !,%&,  que é maior que  !.
  • 0 ˆ 1# ‰ œ # cos# ˆ 1% ‰  1# œ # ‚ %#  1# œ "  1# ¸  !,&(,  que é menor do que !.

� 1$ ß 1# � , pelo menos uma solução.
  Logo, pelo teorema de Bolzano‐Cauchy, a equação  0 ÐBÑ œ !  tem, no intervalo
 

# cos# Š B# ‹B#
#
0 ÐB# Ñ
d)  H1 œ ‘   
  1ÐBÑ œ œ B B
  Como o domínio é um conjunto limitado inferiormente, a existirem assíntotas do gráfico de 1,  
elas poderão ser verticais ou não verticais (quando B tende para   ∞).
  Como a função é contínua em todo o seu domínio (por ser a diferença, produto, quociente e
composição de funções contínuas), apenas a reta de equação  B œ !  poderá ser assíntota
vertical do seu gráfico.
# cos# Š B# ‹B# # cos# �0�
#

  lim 1ÐBÑ œ lim B œ 0 œ 0 œ ∞
BÄ ! BÄ !

  A reta de equação  B œ !  é assíntota vertical ao gráfico de  1 .

# cos# Š B# ‹B#
’ B"# ‚ # cos# Š B# ‹  "“ œ
#
#
  7 œ lim 1ÐBÑ œ lim B# œ lim
B Ä ∞ B B Ä ∞ B Ä ∞

’ B"# ‚ # cos# Š B# ‹“  " œ !  " œ  "


#
  œ lim
B Ä ∞ Æ
    4ÐBÑ œ # cos# Š B# ‹ é uma função limitada entre ! e # ;  lim
#
# =0
"
B Ä ∞ B

# cos# Š B# ‹B#
,c
œ lim 1ÐBÑ  Bd œ lim –  B— œ lim ’ B" ‚ # cos# Š B# ‹  B  B“ œ
#
#
  B
B Ä ∞ B Ä ∞ B Ä ∞

œ lim ’ B" ‚ # cos# Š B# ‹“ œ !


#
 
B Ä ∞

  A reta de equação C œ  B é assíntota ao gráfico de  1 .

25. 

0 Ð#12Ñ0 Ð#1Ñ senÐ#12ÑsenÐ#1Ñ sen 2! sen 2


a)    0 w Ð#1Ñ œ lim 2 œ lim 2 œ lim 2 œ lim œ"
2Ä ! 2Ä ! 2Ä ! 2Ä ! 2

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 125


1 w ˆ 1% ‰ œ lim
1ˆ 1% 2‰1ˆ 1% ‰ cosˆ 1% 2‰cos 1% cos 1% cos 2sen 1% sen 2cos 1%
b)    2 œ lim 2 œ lim 2 œ
2Ä ! 2Ä ! 2Ä !

œ lim Š ‹
cos 1% cos 2cos 1% sen 1% sen 2 cos 1% cos 2cos 1% sen 1% sen 2
  2  2 œ lim 2  lim 2 œ
2Ä ! 2Ä ! 2Ä !

È# È#
  œ  cos 1%  lim "cos 2
2  sen 1% lim sen 2
œ   lim �"cos 

2��"cos 2�
cos 2�  ‚"œ
2Ä ! 2Ä ! 2 # 2 Ä! 2 " #

È# È# È# È#
 lim Š sen2#  2 "cos 2 ‹
Ä ! �"cos 2�
cos#  2 #
  œ  # 2 lim 2"  # œ  # 2 ‚ 2
 # œ
Ä!

È# È# È# È# È#
 lim sen2#  2
#
  œ  ‚ lim 2
 œ   ‚"‚! œ 
# 2 Ä! 2 Ä ! "cos 2 # # # #

26. 

 0 w ˆ 1$ ‰ œ lim
0 ˆ 1$  2‰0 ˆ 1$ ‰
a)  2 œ lim sen�1  $ 22�sen�1� œ lim sen�2$ 2�0 œ  lim sen�$ 2�
2 œ
sen�$ 2�
2Ä ! 2Ä ! 2Ä ! 2Ä !
sen C
  œ  $ lim $ 2 œ     $ lim C œ  $ ‚ " œ  $
2Ä ! C œ $2 CÄ !

b)   7 œ 0 w ˆ 1$ ‰ œ  $ à   C œ  $B  ,


  A reta contém o ponto de coordenadas ˆ 1$ ,0 ˆ 1$ ‰‰ .
  0 ˆ 1$ ‰ œ sen 1 œ !
  Substituindo, vem  ! œ  $ ‚ 1$  , Í , œ 1 . A equação reduzida da reta é, então,  
C œ  $B  1 .

27. 
a)   �#  B  sen B�w œ "  cos B

�%  $B  &B#  ' cos B� œ  $  "!B  ' sen B


w
b)  

c)   �B cos B�w œ cos B  B sen B

d)   �sen B cos B�w œ cos B ‚ cos B  sen BÐ  sen BÑ œ  cos# B  sen# B œ cosÐ#BÑ

e)   ˆ # sen B  $ cos B ‰w
& œ "
& �# sen B  $ cos B�w   œ "
& �# cos B  $ sen B�   œ # cos B  $ sen B
&

f)   �tg B  B�w œ   "


cos# B  " œ tg# B  "  " œ tg# B

Š  #B  %  B tg B‹ œ �B' �  ˆB% ‰w    #  !  tg B  B ‚


w w
B' B%
g)   $  #
"
$
"
#
"
cos# B œ
  œ "
$ ‚ 'B  & "
# ‚ % B    #  tg B  B ‚
$ "
cos# B œ #B  #B  #  tg B 
& $ B
cos# B

h)   ˆ B  cos B ‰w
#   œ "
# ‚ Ð"  sen BÑ œ "  sen B
#

126 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


Š ‹ œ
w
B#  % sen B
i)   #
"
# ‚ Ð#B  % cos BÑ œ B  # cos B

�sen# B� œ # sen B ‚ Ðsen BÑw œ # sen B cos B œ senÐ#BÑ


w
j)  

�$ sen B  sen$ B� œ $ cos B  $ sen# B ‚ Ðsen BÑw œ $ cos B  $ sen# B ‚ cos B œ


w
k)  
  œ $ cos BÐ"  sen# BÑ œ $ cos B ‚ cos# B œ $ cos$ B

l)   ˆsen% B  cos% B‰w œ % sen$ B cos B  % cos$ BÐ  sen BÑ œ % sen$ B cos B  % cos$ B sen B œ
  œ % sen B cos BÐsen# B  cos# BÑ œ  # ‚ # sen B cos BÐcos# B  sen# BÑ œ
  œ  # senÐ#BÑcosÐ#BÑ œ  senÐ%BÑ

m)  ˆ sen B ‰w
B œ cos B ‚ B  sen B
B# œ B cos B  sen B
B#

n)   ˆ cosB B ‰w œ cos B  B Ðsen BÑ


cos# B œ cos B  B sen B
cos# B

ˆ "Bsen
cos B ‰w �"  sen B��"  sen B�ÐB  cos BÑ‚cos B "  sen# BB cos B  cos# B
�"  sen B�# �"  sen B�#
o)   B œ œ œ
"  1B cos B B cos B
�"  sen B�#
  œ œ  �"  sen B�#

ˆ "  cos ‰w œ sen B


�"  cos B�#
p)   "
B

ˆ # Ècos B‰w œ #
#Ècos B Ècos B
sen B sen B
q)   œ 

r)   �senÐ$B  "Ñ�w œ $ cosÐ$B  "Ñ

Š cosŠ B ‹‹ œ  senŠ B ‹‚ŠB ‹ œ


' w w
 $ B# '
 $ B# '
 $ B#
s)  
�'B&  'B� œ �B  B& � senŠ B
' ' '

‹‚ ‹
'
 $ B# '
 $ B#
  œ  senŠ B '
"
' '

Š B$ ‹
ŠtgŠ ‹‹ œ
$ w
w
B$ B#
t)  
cos# Š B$ ‹ cos# Š B$ ‹
$ $ œ $

u)   ˆcos# ˆ B" ‰‰w œ # cos ˆ B" ‰ˆcos ˆ B" ‰‰w œ # cos ˆ B" ‰ˆ  sen ˆ B" ‰‰ ˆ B" ‰w œ

  œ  # cos ˆ B" ‰sen ˆ B" ‰ˆ  " ‰


B# œ "
B# ‚ # cos ˆ B" ‰sen ˆ B" ‰ œ   B"# senˆ B# ‰

Š ‹ œ ‚ �cosÐ#BÑ  BÐ  # senÐ#BÑÑ� œ cos�#B� #B sen�#B�


w
B cosÐ#BÑ
v)   #
"
# #

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 127


28. 
œ lim ’"  “œ""œ#
0 ÐBÑ  0 Ð!Ñ B "
senÐ#BÑsen !sen ! senÐ#BÑ
a)   Tem‐se:     lim B! œ lim #
B #B
BÄ! BÄ! BÄ!

  lim 0 ÐBÑ  0 Ð!Ñ


B! œ lim senÐ$BÑsen Bsen !sen !
B œ lim ’ senB�$B�  sen B
B “œ
BÄ! BÄ! BÄ!

  œ lim ’$ ‚ sen�$B�
$B  senB B “ œ $ ‚ lim
sen�$B�
$B  lim senB B œ
�$B�
BÄ! BÄ! BÄ!
  œ$ ‚ lim sen$B "œ $ ‚ lim senC C "œ$‚""œ#
BÄ! C œ $B CÄ!

  Portanto,  0 w Ð!Ñ œ # .

b1)   Se  B  ! ß 0 w ÐBÑ œ �senÐ$BÑ  sen B�w œ $ cos Ð$BÑ  cos B .


  7 œ 0 w Ð#1Ñ œ $ cos Ð'1Ñ  cos Ð#1Ñ œ $  " œ #
  C œ #B  ,
  O ponto de coordenadas  Ð#1ß 0 Ð#1ÑÑ  pertence à retaÞ
  0 Ð#1Ñ œ senÐ'1Ñ  sen �#1� œ !
  Substituindo, vem ! œ # ‚ #1  , Í , œ  %1 .  
  A equação reduzida da reta é   C œ #B  %1 .

  Se   # 1  B  ! ß 0 w ÐBÑ œ ˆB  "# senÐ#Bщ œ "  "# cosÐ#BÑ ‚ # œ "  cosÐ#BÑ .


w
b2) 
  Para as retas serem paralelas os declives têm de ser iguais.
  "  cosÐ#BÑ œ # Í cosÐ#BÑ œ " Í #B œ # 5 1ß 5 − ™ Í B œ 5 1ß 5 − ™
  Logo, B œ  1 . O ponto  T   terá coordenadas Ð  1ß 0 Ð  1ÑÑ .
  0 Ð  1Ñ œ  1  "# senÐ  #1Ñ œ  1
  As coordenadas de  T  são então   Ð  1ß  1Ñ .

29. 
 sen ÐBÑ B  sen B B  sen B
a)   aB − H0 ß 0 Ð  BÑ œ B"  cos ÐBÑ œ "  cos B œ  "  cos B œ  0 ÐBÑ
  0  é uma função ímpar.

b)    Como o domínio é um conjunto limitado, a existirem assíntotas do gráfico de 0 , elas só poderão


ser verticais.
  Como a função é contínua em todo o seu domínio (por ser a soma, diferença e quociente de
funções contínuas), apenas as retas de equação B œ  1 e B œ 1 poderão ser assíntotas do seu
gráfico.
1  sen �1�
 cos B œ "  cos ˆ�1� ‰ œ " �"� œ ! œ  ∞
sen B
    lim  0 ÐBÑ œ lim  B"  1 1
B Ä �1� B Ä �1�
1  sen �1�
"  cos �1 �
B  sen B
" �"�
    lim 0 ÐBÑ œ lim  "  cos B œ œ 1
œ 1
! œ ∞
B Ä 1 BÄ 1
  O gráfico de 0  tem duas assíntotas verticais, de equações  B œ  1   e   B œ 1
 
c)   0 w ÐBÑ œ ˆ B  sen B
"  cos B
‰w œ �"  cos B��"  cos B��B  sen B�Ðsen BÑ
�"  cos B�#
œ "  cos# BB sen Bsen#  B
�"  cos B�#
œ
B sen B
�"  cos B�#
  œ
B sen B
�"  cos B�#
  No intervalo  Ó  1ß 1Ò ,  0 w ÐBÑ œ ! Í œ ! Í B sen B œ ! Í B œ ! ”  sen B œ ! Í
  ÍBœ!

128 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


1 ! 1
B n.d.  !  n.d.
sen B n.d.  !  n.d.
�"  cos B�# n.d.    n.d.
0 w ÐBÑ n.d.  !  n.d.
0 ÐBÑ n.d. ß ß n.d.

  0  é crescente em  Ó  1ß 1Ò  e não tem extremos relativos.

30.  0 w ÐBÑ œ $  # sen B


  1w ÐBÑ œ %  % sen B 
  0 w Ð+Ñ œ 1w Ð+Ñ Í $  # sen + œ %  % sen + Í
  Í # sen + œ  " Í sen + œ  "# Í + œ  1'
  0 w ˆ  1' ‰ œ $  # sen ˆ  1' ‰ œ $  " œ # œ 1w ˆ  1' ‰ 
  O declive das retas  <  e  =  é #.
  A reta  <  contém o ponto de coordenadas ˆ  1' , 0 ˆ  1' ‰‰  e a reta  =
 contém o ponto de  
coordenadas.
  ˆ  1' , 1ˆ  1' ‰‰
0 ˆ  1' ‰ œ È$  $ˆ  1' ‰  # cos ˆ  1' ‰ œ È$  1#  # ‚ #$ œ    1#
È
 
1ˆ  1 ‰ œ # È$  %ˆ  1 ‰  % cos ˆ  1 ‰ œ # È$  #1  % ‚ $ œ 
È
  ' ' ' $ #
#1
$
  Relativamente à reta  <  sabemos, então,que tem declive # e contém o ponto de coordenadas
  ˆ  1' ,  1# ‰ .
  C œ #B  ,  , substituindo vem:
  1
# œ #ˆ  1' ‰  , Í , œ  1
'
  Uma equação da reta  <  é   C œ #B  1'  Þ A reta  <  interseta o eixo  SC  no ponto de
  ordenada  1' .
  #B  1
' œ!ÍBœ "#  
1

  A reta  <  interseta o eixo  SB  no ponto de abcissa  "#
1
.
  Relativamente à reta     sabemos que tem declive # e contém o ponto de coordenadas
=
  ˆ  1' ,  #$1 ‰ .
  C œ #B  ,  , substituindo vem:
    #1
$ œ #ˆ  1' ‰  , Í , œ  1$  

  Uma equação da reta  
=   é   C œ #B  1$ Þ
 
= A reta     interseta o eixo  SC  no ponto de ordenada   1$ .
  #B  1
$ œ ! Í B œ 1'  
 
= A reta   interseta o eixo  SB  no ponto de abcissa  1' .

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 129


A área pretendida é a diferença entre as áreas dos dois triângulos.

1 1 1 1
'‚$ "# ‚ '
Área œ #  # œ
#
1# 1#
  œ 1
$'  "%% œ %)

31.  
a)    2 w ÐBÑ œ + cos B  , sen B
  2w ÐBÑ œ ! Í + cos B  , sen B œ ! Í + cos B œ , sen B Í
  Í +, œ sen B
cos B • B Á # Í
1

  Í tg B œ +, • B Á 1#
  2w ˆ 1# ‰ œ + cos 1#  , sen 1# œ  , Á !
  Para  B −  � 1# ß 1� ,  tg B  ! . Como  +,  ! , concluímos que  2 w  não se anula.
  Para  B −  � 1# ß 1� ,  + cos B  !  e   , sen B  ! , logo  2 w ÐBÑ  !ß aB − � 1# ß 1� .
  2  é decrescente em  � 1# ß 1� .

•  o máximo da função é  2 ˆ 1# ‰ œ + sen  1#  ,  cos  1# œ +  ! œ + .


  Portanto,
 
  •  o mínimo da função é  2�1� œ + sen 1  ,  cos 1 œ !  , œ  ,  .

•  2  é contínua em  � 1# ß 1� por ser a soma e produto de funções contínuas.
b)   Tem‐se:
 
  •  2 ˆ 1# ‰ œ , que é maior do que !.
  • 2� 1� œ  ,  , que é menor do que !.
Logo, pelo teorema de Bolzano‐Cauchy, a função  h  tem pelo menos um zero.
Como  2  é decrescente em  � 1# ß 1� , o zero da função  h  é único.
 
 

Para  + œ ,  , tem‐se  2ÐBÑ œ ! Í ,  sen B  , cos B œ ! Í ,  �sen B  cos B� œ ! Í


Í  sen B  cos B œ ! Í sen B œ  cos B Í tg B œ  " Í B œ $%1  , pelo que  G ˆ $%1 ß !‰ .
c)   

����
 
  Tem‐se  T ˆ 1# ß +‰  e  U�1ß  +� , donde  T U œ ˆ 1# ß  #+‰ .
  O declive da reta  T U  é assim  #1 + œ  %+
1  .
#
  Cœ  %+
1 B  ,  . Como a reta contém, por exemplo, o ponto  U , vem:
   + œ  %+1 ‚ 1  , Í , œ $+
  Pelo que a reta  T U  tem equação  C œ  %+ 1 B  $+ .
  Como  ! œ  1 ‚ %  $+ , tem‐se que o ponto  G   pertence à reta  T U .
%+ $1

32. 
a)     0 w ÐBÑ œ # sen B cos B
  Portanto, 0 w Ð+Ñ œ # sen + cos + , pelo que a reta  <  tem equação  C œ �# sen + cos +� B .
  Como  EÐ+ß sen# +Ñ  vem:   sen# + œ �# sen + cos +� + Í sen + œ #+ cos + , que é equivalente a  
tg + œ #+ .
  Logo,  +  é solução da equação  tg B œ #B .

130 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


b)

 
 
tg +
  Sabe‐se que  tg + œ #+ Í + œ + .
tg + sen +
+ sen +
# ‚ sen# + ‚ sen# + sen$ +
  Área do triângulo [OAB] œ # œ #
# œ # cos +
# œ % cos +

33. 
a)     Para   1# Ÿ B  ! , 0  é contínua por ser a soma de duas funções contínuas.
  Para  !  B Ÿ 1 , 0   é contínua por ser o produto e composição de funções contínuas.

lim 0 ÐBÑ œ lim  ˆ B#  cos B‰ œ !  cos ! œ !  " œ "


 
 
lim  0 ÐBÑ œ lim  ˆ# senˆ 1'  B‰‰ œ # senˆ 1' ‰ œ # ‚
B Ä ! BÄ!
  "
# œ"
BÄ! BÄ!
  0 Ð!Ñ œ !  cos ! œ !  " œ "
  Logo, 0   é contínua em todo o seu domínio.

b)     Para   1# Ÿ B  !,   0 ÐBÑ œ B#  cos B à 0 w ÐBÑ œ "#  sen B


  0 w ÐBÑ œ 0 Í "#  sen B œ 0 Í sen B œ "#
  Não existe nenhum valor de  B  pertencente ao intervalo Ò  1# ß !Ò  cujo seno seja   "# , portanto,
no intervalo Ò  1# ß !Ò , a derivada de 0  não se anula.

  Para  !  B Ÿ 1,  0 ÐBÑ œ # senˆ 1'  B‰ .


  0 w ÐBÑ œ  # cosˆ 1'  B‰
  0 w ÐBÑ œ 0 Í  # cosˆ 1'  B‰ œ 0 Í cosˆ 1'  B‰ œ 0 Í
  Í 1'  B œ 1#  5 1ß 5 − ™ Í
  Í B œ 1'  1#  5 1ß 5 − ™ Í B œ  1$  5 1ß 5 − ™ Í B œ #$1
0 ˆ  1# ‰ œ ##  cos ˆ  1# ‰ œ
1

 1# #1
œ  1%  ! œ  1%
0 ˆ #$1 ‰ œ # senˆ 1'  #$1 ‰ œ
B ! $ 1
#  sen B
œ # ‚ senˆ  1# ‰ œ  #
"

 # cosˆ 1'  B‰
 

0 �1� œ # senˆ 1'  1‰ œ


 !  

œ # ‚ senˆ  &'1 ‰ œ  "


0 w ÐBÑ    !  
0 ÐBÑ  1% ß " à # ß "

  0   é crescente em  �  1# ß !�  e em  � #$1 ß 1�  e é decrescente em  �!ß #$1 � .


  0   tem mínimo relativo em    1#   e em   #$1 .
  Independentemente de 0   ter ou não derivada no ponto !, sabemos que é contínua em ! e
que 0   tem máximo relativo em  !. Em  1 também existe máximo relativo.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 131


•  0   é contínua, em particular é contínua em  �  1# ß !� .
c)   Tem‐se:
 
  •  0 ˆ  1# ‰ œ  1% , que é menor do que  !.
• 0 � !� œ " , que é maior do que !.
Logo, pelo teorema de Bolzano‐Cauchy, a função 0  tem pelo menos um zero em �  ß !� .
 
  1
#
  Como  0   é crescente neste intervalo, este zero é único.

d)  A equação reduzida da reta  <  é da forma  C œ ˆ "#  sen +‰B  ,  . Como o ponto de  


coordenadas Ð+ß !Ñ  pertence a  <, vem que  ! œ ˆ "#  sen +‰+  , Í , œ + ˆ sen +  "# ‰ .
  A equação reduzida da reta  <  é  C œ ˆ "#  sen +‰B  + ˆ sen +  "# ‰ .
  A ordenada do ponto de interseção desta reta com o eixo  Oy  é  + ˆ sen +  "# ‰ .
  Como  +  é zero da função  0   vem  0 Ð+Ñ œ ! , pelo que   +#  cos + œ ! , que é equivalente a
  + œ  # cos + .
Portanto, a ordenada do ponto de interseção da reta  < com o eixo  Oy  é
 # cos + ˆ sen +  "# ‰ , que é igual a  cos +  senÐ#+Ñ .
 
 

34.  
a)  Para  "  B  # , 0  é contínua por ser a soma e composição de funções contínuas. Para
#  B Ÿ ) , 0   é contínua por ser a soma e composição de funções contínuas.
  lim  0 ÐBÑ œ lim  �$  ln�B  "�� œ $  ln " œ $  ! œ $
lim  0 ÐBÑ œ lim  �B  cos�B  #�� œ #  cos ! œ #  " œ $
BÄ# BÄ#
 
BÄ# BÄ#
  0 Ð#Ñ œ #  cos ! œ #  " œ $
  Logo, 0   é contínua em todo o seu domínio.

b)  Uma vez que o domínio de 0  é um conjunto majorado e minorado, o gráfico de 0  não admite


assíntotas não verticais. Uma vez que 0  é contínua em  Ó"ß )Ó , o seu gráfico, a admitir assíntota
vertical, tal apenas poderá ocorrer para  B œ " Þ
  lim  0 ÐBÑ œ lim  �$  ln�B  "�� œ $  ln �! � œ $  �  ∞� œ  ∞
BÄ" BÄ"
  O gráfico de  0   tem uma assíntota vertical, de equação  B œ " .

c)  Para  B − Ó#ß )Ó ,  0 w ÐBÑ œ �B  cos�B  #��w œ "  sen�B  #� .
  0 w ÐBÑ œ ! Í "  sen�B  #� œ !  Í sen�B  #� œ " Í B  # œ 1
#  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í B œ #  1#  # 5 1ß 5 − ™

  No intervalo Ó#ß )Ó , 0 w ÐBÑ  apenas se anula para  B œ #  1


# .

1
B # # # )
w
0 ÐBÑ  !  
0 ÐBÑ $ ß # 1
# ß )  cos '

  Independentemente de 0  ter ou não derivada no ponto #, sabemos que é contínua em #, e queß
no intervalo dado, 0   tem mínimo relativo para  B œ # .
  c #ß )d .
0   é crescente em  

132 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


lim ?8 œ lim �#  8 senˆ 8" ‰� œ lim ’# 
senˆ 8" ‰
d)  " “ œ
8 Cœ "

œ lim  Š#  C ‹
8

sen C
  œ #  " œ "
CÄ! Æ

sen B
  Gráfico de 1ÐBÑ œ B

  lim 0 Ð?8 Ñ œ lim  0 ÐBÑ œ lim  �$  ln�B  "�� œ $  ln �! � œ $  �  ∞� œ  ∞


BÄ" BÄ"

e)   Para  B − Ó"ß #Ò,  0 w ÐBÑ œ �$  ln�B  "��w œ "

0 w ˆ $# ‰ œ $ " œ "" œ #
B"
 
# " #

ˆ $# ß 0 ˆ $# ‰‰ .
  Uma equação da reta > será do tipo C œ #B  , . Como a reta passa pelo ponto de coordenadas  

  vem 0 ˆ $# ‰ œ $  lnˆ $#  "‰ œ $  lnˆ 1# ‰ œ $  ln (#)


  $  ln # œ # ‚ $#  , Í , œ  ln #
  A equação reduzida da reta  >  será então C œ #B  ln (#) .

! œ #B  ln (#) Í #B œ ln (#) Í B œ ln#(#) Í B œ #" ln (#)  Í B œ ln (È#) . 


  As coordenadas de  U  são Ð!ß  ln (#)Ñ .
 
  As coordenadas de  T  são Šln (È#)ß !‹ .

  As coordenadas de  V   são então  Ð  ln (È#)ß  ln (#)Ñ .

35. 

a)  lim 1ÐBÑ œ lim  �/B  B  +� œ "  !  + œ "  +


lim  1ÐBÑ œ lim  �#B  sen�#B�� œ !  sen ! œ !
B Ä ! BÄ!
 
BÄ! BÄ!
  1Ð!Ñ œ "  !  + œ "  +   
  Logo,  "  + œ ! Í + œ " .

b)   Tem‐se   1Ð  "Ñ œ "/  "  " œ "/ ¸ !ß $(  e tem‐se


  •  1  é contínua em todo o seu domínio, em particular é contínua em  � 1' ß 1# � .
•  1ˆ 1' ‰ œ  1$   senˆ  1$  ‰ œ  1$   #$ ¸ !ß ") , que é menor do que   "/ .
È
 
  • 1ˆ 1# ‰ œ 1  sen�1� œ 1 , que é maior do que  "/ .
  Logo, pelo teorema de Bolzano‐Cauchy, em � 1' ß 1# � , a equação  1ÐBÑ œ 1Ð  "Ñ  tem pelo
  menos uma solução.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 133


c)   A função é contínua em “  ∞ß $1
# “, logo o seu gráfico não admite assíntotas verticais.
  Como o domínio é um conjunto majorado, apenas poderá existir uma assíntota não vertical do
gráfico de  1  quando  B  tende para   ∞ .
/B B"
œ lim ˆ /B  "  B" ‰ œ ∞
B
  lim 1ÐBÑB œ lim
! "
 "  ∞ œ "
� 1ÐBÑ  B� œ lim � /B  B  "  B� œ lim � / B  "� œ !  " œ  "
B Ä ∞ B Ä ∞ B B Ä ∞
  lim
B Ä ∞ B Ä ∞ B Ä ∞
  O gráfico de  1  tem uma assíntota oblíqua, de equação  C œ  B  " .

d)  Para  B Ÿ ! ,  1w ÐBÑ œ � /B  B  "�w œ /B  " .


1w ˆlnˆ  2  ‰‰ œ /lnˆ 3 ‰  " œ  2 
 2   " 
  3 3 " œ  3

  Para  !  B Ÿ $#1 ,  1w ÐBÑ œ � #B  sen�#B��w œ #  # cos�#B� .


  1w Ð+Ñ œ #  # cos�#+�  e  1w Ð+Ñ œ  " "  œ $ , vem então que  #  # cos�#+� œ $ Í
Í # cos�#+� œ  " Í cos�#+� œ   "#  Í #+ œ
3
 2   % 
  3 1  #5 1 ” #+ œ 31  #5 1ß 5 − ™ Í
  Í + œ  13   5 1 ” + œ  3#  1  5 1ß 5 − ™
  Como  + − �!ß 1# � , vem que + œ 1$ .

36.    0 w ÐBÑ œ # B  % sen B  ;  0 ww ÐBÑ œ #  % cos B


  0 ww ÐBÑ œ ! Í #  % cos B œ ! Í cos B œ  "
# ÍBœ #1
$

B   ! #1
$   1
0 ww ÐBÑ n.d.        !       n.d.

0 ÐBÑ n.d.   PI n.d.

  O gráfico de  0   tem a concavidade voltada para cima no intervalo  “! ß #1
$ “  e voltada para baixo
no intervalo  ’ #$1 ß 1’ . O ponto de abcissa   #$1   é ponto de inflexão do gráfico de  0 .

# cos BÐsen BÑ # sen B
37.  1w ÐBÑ œ "
cos# B  " à 1ww ÐBÑ œ cos% B œ cos$ B

  Para  B − “  1
# ß 1
# ’ ß 1ww ÐBÑ œ ! Í # sen B
cos$ B œ ! Í sen B œ ! Í B œ ! .

B     1
# !    1#
ww
1 ÐBÑ n.d.        !       n.d.

1ÐBÑ n.d.  P.I. n.d.

  O gráfico de  1  tem a concavidade voltada para baixo no intervalo  “  1
# ß !“  e voltada para  
cima no intervalo  ’!ß 1
# ’.  O ponto de abcissa ! é ponto de inflexão do gráfico de  1 .

38. 
a1)     T Ðcos αß  sen αÑ à UÐ  cos αß  sen αÑ à T U œ  # cos α
  altura œ sen α
  0 ÐαÑ œ �  # cos α� ‚ sen α œ  senÐ#αÑ
134 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12
a2)     0 ÐαÑ œ " Í  senÐ#αÑ œ " Í senÐ#αÑ œ  " Í #α œ  1
#  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í α œ  1%  5 1ß 5 − ™ Í α œ $%1

È$ È$ È$
a3)    α − “ 1# ß $1
% ’ß 0 ÐαÑ œ # Í  senÐ#αÑ œ # Í senÐ#αÑ œ  # Í
  Í #α œ  1$  # 5 1 ” #α œ  #$1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í α œ  1'  5 1 ” α œ  1$  5 1ß 5 − ™ Í α œ #$1
  ST œ VU œ "  ;  T U œ  # cos  #$1 œ  # ˆ  "# ‰ œ "
  O perímetro é então igual a  #  # œ % .

b1)     SV œ T U œ  # cos α,  logo WV œ %  �  # cos α�


  altura œ sen α
  1ÐαÑ œ %  Ð#cos αÑ #  Ð#cos αÑ ‚ sen α œ �#  # cos α� sen α œ # sen α  senÐ#αÑ

b2)     1ÐαÑ œ # sen α  senÐ#αÑ à 1w ÐαÑ œ # cos α  # cosÐ#αÑ


  1w ÐαÑ œ ! Í # cos α  # cosÐ#αÑ œ ! Í cosÐ#αÑ œ cos α Í
  Í #α œ α  # 5 1 ” #α œ  α  # 5 1ß 5 − ™ Í α œ # 5 1 ” $α œ # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í α œ # 5 1 ” α œ # 5$ 1 ß 5 − ™
  Como  α − “ 1# ß 1’, vem que  α œ $ . Para α
#1
− “ 1# ß $ ’, 1 ÐαÑ
#1 w
 !  e para  α − “ #$1 ß 1’,  
1w ÐαÑ  ! , logo a função  1  tem máximo para α œ $ .
#1

  WV œ %  �  # cos α�  ;  VU œ "  ;  T U œ  # cos α


  WÐ  %ß !Ñ à T Ðcos αß  sen αÑ à  
  WT œ É�cos α  %�#  sen#  α œ Ècos#  α  ) cos α  "'  sen#  α œ
  œ È) cos α  "(
  Perímetro  œ WV  VU  UT  T W œ
  œ %  ˆ  # cos  #$1 ‰  "  # cos  #$1  É) cos  #$1  "( œ
  œ %  ˆ  # ˆ  "# ‰‰  "  # ˆ  "# ‰  É) ˆ  "# ‰  "( œ
  œ %  "  "  "  È  %  "( œ (  È"$

39. 
a)     T Ðcos αß  sen αÑ , o declive da reta  ST   é  sen cos α , pelo que o declive da reta  >  será  
α cos α
sen α .
cos α
  > À C œ  sen α B  ,  
cos α
  Como T − > , vem que  sen α œ  sen α cos α  , Í
cos# α sen# α  cos# α
  Í , œ sen α  sen α Í , œ sen α Í , œ sen" α
cos α
  A equação reduzida da reta  >  é   C œ  sen α B  sen α   e   SF œ sen α  .
" "

  Determinemos a abcissa do ponto de interseção da reta  > com o eixo  SB :
cos α
  ! œ  sen α B  sen α Í B œ cos α , logo  SE œ cos α .
" " "

" "

  0 ÐαÑ œ cos α
#
sen α
œ "
senÐ#αÑ

# cosÐ#αÑ
b)     0 w ÐαÑ œ sen# Ð#αÑ
cosÐ#αÑ
  0 w ÐαÑ œ ! Í # sen# Ð#αÑ œ ! Í cosÐ#αÑ œ ! Í #α œ 1
#  5 1ß 5 − ™ Í
  Íαœ 1 51
%  # ß 5 −™Í αœ %
1

 
Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 135
  0ˆ 1
%
‰œ
senˆ#‚
"
1 ‰ œ "
sen 1 œ"
% #

B   ! 1
%    1#
w
0 ÐBÑ n.d.   !  n.d.
0 ÐBÑ n.d. à   " ß n.d.

  A área é mínima para  α œ 1
%  e, nesse caso, a área é ".

40. 
a)     .Ð!Ñ œ "!  "
1  cos !  ! ‚  sen ! œ "!  "
1 ¸ 10,3

b)     1  senÐ1>Ñ  senÐ1>Ñ  1 > cosÐ1>Ñ œ 1 > cosÐ1>Ñ


. w Ð>Ñ œ 1
  . Ð>Ñ œ ! Í 1 > cosÐ1>Ñ œ ! Í > œ ! ” cosÐ1>Ñ œ ! Í > œ ! ” 1> œ
w 1
#  5 1ß 5 − ™ Í
  Í > œ ! ” > œ "#  5ß 5 − ™ Í > œ ! ” > œ "# ” > œ $#
  . ˆ "# ‰ œ "!  1"  cosˆ 1# ‰  "#  senˆ 1# ‰ œ "!  "# œ "!ß &
  . ˆ $# ‰ œ "!  1"  cosˆ $#1 ‰  $#  senˆ $#1 ‰ œ "!  $# œ )ß &
  .Ð#Ñ œ "!  1"  cosÐ#1Ñ  # senÐ#1Ñ œ "!  1"

B    ! "
#
$
# #
. w Ð>Ñ !   !  !  
.Ð>Ñ "!  "
1 ¸ 10,3 ß "!ß & à )ß & ß "!  "
1 ¸ 10,3

  A distância máxima foi atingida no intante 0,5 e foi de 10,5 m.
  A distância mínima foi atingida no intante 1,5 e foi de 8,5 m.

c)

  + ¸ "ß !' à , ¸ "ß )' à ,  + ¸ !ß ) minutos;   0,8 ‚ 60=48

  Durante 48 segundos  a distância entre  E  e  F   foi inferior a  9,5 m.

41. 
a)     lim .Ð>Ñ œ    lim �"  !,%  /!,02 >  sen >� œ "  !ß %   lim �/!,02 >  sen >� œ "  !ß % ‚ ! œ "
> Ä ∞ > Ä ∞ > Ä ∞ Æ
  Tem‐se que a função definida por  /!,02 >   tende para 0, quando  >  tende para   ∞ .
  Como a função definida por  sen >  é limitada,  a função definida por   /!,02 >  sen >  tende para 0,
quando  >  tende para   ∞ . Logo,    lim .Ð>Ñ œ " Þ
> Ä ∞
  Interpretação:  com o passar do tempo, a distância da esfera ao chão da sala tende a igualar 1
metro.

b)  .Ð>Ñ œ " Í "  !,%  /!,02 >  sen > œ " Í !,%  /!,02 >  sen > œ ! Í
  Íï /!,02 >  sen > œ ! Í sen > œ ! Í > œ 5 1ß 5 − ™
Á!
136 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12
  5 œ ! Ä > œ ! à 5 œ " Ä > œ 1 à 5 œ # Ä > œ #1 à 5 œ $ Ä > œ $1
  5 œ % Ä > œ % 1  Ò!ß "!Ó

  Durante os primeiros dez segundos, a distância da esfera ao chão da sala foi igual a 1 metro por
4 vezes.

. w Ð>Ñ œ ! Í �"  !,%  /!,02 >  sen >� œ ! Í


w
c) 
Í !  �!,%  /!,02 > � sen >  !,%  /!,02 > �sen >�w œ ! Í
w
 
  Í  !,% ‚ !,02 /!,02 > sen >  !,%  /!,02 > cos > œ ! Í
  Í !,% /!,02 >  �  !,02 sen >  cos >� œ ! Í
  Í  !,02 sen >  cos > œ ! Í
sen >
  Í !,02 sen > œ cos > Í cos > œ !,02 Í tg > œ &!
"
Æ
      os valores de  >  que anulam cos >  não são soluções da equação

d)    arctg Ð&!Ñ − Ó !ß $ Ò  e é o único valor que anula a derivada no intervalo Ó !ß $ Ò uma vez que


  arctg Ð&!Ñ  1 Â Ó !ß $ Ò  e  arctg Ð&!Ñ  1 Â Ó !ß $ Ò .
  A função  .   tem derivada finita em todos os pontos do seu domínio e como é dito que no    
intervalo  Ó !ß $ Ò , a função  .    tem um máximo relativo, o valor de  >  para o qual esse máximo é
atingido é  arctg Ð&!Ñ ¸ 1,55 .

3. Osciladores harmónicos e a segunda lei de Newton

42. 
a)  Hw 0 œ Ò  $  l'lß  $  l'l Ó œ Ò  *ß $Ó

b)  O período positivo mínimo igual a   l#11l œ # .

c)  0 ÐBÑ œ ! Í ' senˆ1B  &'1 ‰  $ œ ! Í senˆ1B  &'1 ‰ œ "# Í


  Í 1B  &'1 œ 1'  # 5 1 ” 1B  &'1 œ &'1  # 5 1 ß 5 − ™ Í
  Í 1B œ 1  # 5 1 ” 1B œ &$1  # 5 1 ß 5 − ™ Í B œ "  # 5 ” B œ &
$  #5ß5 − ™
  Como B − Ò!ß %Ó , vem B œ " ” B œ &$ ” B œ $ ” B œ "" $ .

d)  0 ˆ #$ ‰ œ ' senˆ #$1  &'1 ‰  $ œ ' senˆ  1' ‰  $ œ ' ‚ ˆ  " ‰$œ '
O ponto de interseção tem coordenadas  ˆ #$ ß  '‰ .
#
 

e)             

       

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 137


f)

 
X œ # à  # ‚ k0 ÐBÑk œ ' Í k0 ÐBÑk œ $ Í 0 ÐBÑ œ $ ” 0 ÐBÑ œ  $ Í
Í ' senˆ1B  &'1 ‰  $ œ $ ” ' senˆ1B  &'1 ‰  $ œ  $ Í
 
 
  Í senˆ1B  &'1 ‰ œ " ” senˆ1B  &'1 ‰ œ ! Í
  Í 1B  &'1 œ 1#  # 5 1 ” 1B  &'1 œ 5 1ß 5 − ™ Í
  Í 1B œ %$1  # 5 1 ” 1B œ &'1  5 1ß 5 − ™ Í B œ %$  # 5 ” B œ &
'  5ß 5 − ™ Í
  Como  B − Ò!ß "Ó , vem que  B œ &' .

43.  
a)  H1w œ Ò&  k"!kß &  k"!kÓ œ Ò  &ß "&Ó

b)  Período positivo mínimo œ k#k


#1
œ1

1w ÐBÑ œ �"! cosÐ#B  -Ñ  &�w œ  "! senÐ#B  -Ñ ‚ #  ! œ  #! senÐ#B  -Ñ


1 w ˆ 1# ‰ œ  "! Í  #! senÐ1  -Ñ œ  "! Í senÐ1  -Ñ œ "# Í
c) 
 
  Í 1  - œ 1'  # 5 1 ” 1  - œ &'1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í - œ 1'  1  # 5 1 ” - œ &'1  1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í - œ  &'1  # 5 1 ” - œ  1'  # 5 1ß 5 − ™
  Como - − � 1# ß $#1 � , vem que - œ ('1 .

d)  1ÐBÑ œ ! Í "! cosˆ#B  ('1 ‰  & œ ! Í cosˆ#B  ('1 ‰ œ  "# Í


  Í #B  ('1 œ #$1  # 5 1 ” #B  ('1 œ %$1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í #B œ  #1  # 5 1 ” #B œ '1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í B œ  %1  5 1 ” B œ "#1  5 1ß 5 − ™
  Como B − Ò!ß #1Ó , vem que  B œ "#
1
” B œ $%1 ” B œ "$ "#
1
” Bœ (1
% .

e)   X œ 1 . Designemos por  B (com B − Ò!ß 1ÓÑ a abcissa do ponto  E Þ


  As coordenadas de  E  são, então,  ÐBß 1ÐBÑÑ .
  As coordenadas de  F   são, então,  ÐB  1ß 1ÐBÑÑ .
  A base ÒEFÓ mede  1  e a altura do triângulo mede  k1ÐBÑk .
  EÒESFÓ œ "&#1 Í 1‚k#1ÐBÑk œ "&#1 Í k1ÐBÑk œ "& Í ¸"! cosˆ#B  ('1 ‰  &¸ œ "& Í
  Í "! cosˆ#B  ('1 ‰  & œ "& ” "! cosˆ#B  ('1 ‰  & œ  "& Í
  Í cosˆ#B  ('1 ‰ œ " ” ðóóóóóóóóóñóóóóóóóóóò
cosˆ#B  ('1 ‰ œ  #   Í cosˆ#B  ('1 ‰ œ " Í
Condição impossível
  Í #B  (1
'œ # 5 1ß 5 − ™ Í B œ  ("#1  5 1ß 5 − ™
  Como  B − Ò!ß 1Ó , vem que  B œ &"#1 .

138 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


H2 œ ˜B − ‘ À B$  &"#1 Á 21  5 1ß 5 − ™™
44. 
a) 
  B &1 1
$  "# œ 2  5 1 Í % B  & 1 œ ' 1  "# 5 1 Í % B œ 1  "# 5 1 Í B œ
1
%  $5 1

H2 œ ˜B − ‘ À B Á %1  $5 1ß 5 − ™™
(4) (6) Ð"#Ñ
 
  H2w œ ‘

b)  Período positivo mínimo œ   ¸ 1" ¸ œ $ 1


$

2w ÐBÑ œ ˆ+ tgˆ B$  ‰  , ‰w œ + ‚
"

cos ˆ $  &"#1 ‰ $ cos# ˆ B$  ‰


c)  &1
"# # B
$
!œ +
&1
"#

$ cos# ˆ 1$  ‰
  w
2 Ð1 Ñ œ # Í +
œ#Í +
œ#Í +
È#
œ#Í +
œ#Í+œ$
$ Š ‹
&1
$ cos# $1 # $

2Ð1Ñ œ $ tgˆ 1$  &"#1 ‰  , œ $ tg $%1  , œ $ Ð  "Ñ  , œ ,  $


"# % #
#

 
  A reta de equação C œ #B  "  #1 passa pelo ponto de coordenadas Ð1ß 2Ð1ÑÑ ,donde vem  
que  ,  $ œ #1  "  #1 Í , œ % .

d)    X œ $1
$ cos# ˆ B$ ‰ cos# ˆ1  B$  ‰ �cosˆ ‰�#
  2 w ÐB  $1Ñ œ $
1
 &1 œ "
&1 œ "
B &1
œ
$ "# "# $  "#

cos# ˆ B$  &"#1 ‰
  œ "
œ $ cos# ˆ B 
$
&1 ‰ œ 2 ÐBÑ   logo $1  também  é período da função 2 w
w
$ "#

45. 
a)  @Ð!Ñ œ  !,%&  !,$( cos ! œ !ß %&  !ß $( œ !ß !) dm$
  @Ð"Ñ œ  !,%&  !,$( cos 1# œ !ß %&  ! œ !ß %& dm$

b)  Período positivo mínimo œ   ¸#11¸ œ %


#
Significado: o tempo entre duas inspirações consecutivas é 4 segundos, ou seja, um ciclo
completo inspiração/expiração demora 4 segundos.

c)  H@w œ Ò!ß %&  k  !ß $(k à !ß %&  k  !ß $(kÓ œ Ò!ß !)ß !ß )#Ó
  @Ð>Ñ œ !ß !) Í  !,%&  !,$( cos 1#> œ !ß !) Í cos 1#> œ " Í
  Í 1># œ # 5 1ß 5 − ™ Í > œ % 5ß 5 − ™
  @Ð>Ñ œ !ß )# Í  !,%&  !,$( cos 1#> œ !ß )# Í cos 1#> œ  " Í 1>
# œ 1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í > œ #  % 5ß 5 − ™
  Uma inspiração demora # segundos.

d)  !ß )#  !ß !) œ 0,74 dm$

e)  @Ð>Ñ  !ß #'& • > − Ò!ß %Ó


  !,%&  !,$( cos 1#>  !ß #'& Í cos 1#>  "# Í
  Í  1  # 5 1  1#>   1$  # 5 1 ” 1$  # 5 1  1#> Ÿ 1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í  "  # 5  #>   "$  # 5 ” "$  # 5  #> Ÿ "  # 5 ß 5 − ™ Í
  Í  #  % 5  >   #$  % 5 ” #$  % 5  > Ÿ #  % 5 ß 5 − ™

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 139


   #  %5  >   #
$  %5 ” #
$  % 5  > Ÿ #  % 5 ß 5 − ™ • > − Ò!ß %Ó

  > − Ó #$ ß "!
$ Ò
  "!
$  #
$ œ )
$ ¸ #ß ( segundos

46. 
a)  H2w œ Ò'  #ß '  #Ó œ Ò%ß )Ó
  A profundidade da água do mar, nesse dia e nesse local, quando ocorre uma maré alta
  é ) metros.

b)  2Ð>Ñ œ ) Í '  # cosˆ 1' >  1$ ‰ œ ) Í cosˆ 1' >  1$ ‰ œ " Í 1
'>  1
$ œ # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í "
' > "
$ œ # 5 ß 5 − ™ Í > œ  #  "# 5ß 5 − ™
  Como  > − Ò!ß #%Ò , vem que  > œ "! ” > œ ## .
  A primeira maré alta ocorre às "! horas.

c)  2Ð>Ñ œ % Í '  # cosˆ 1' >  1$ ‰ œ % Í cosˆ 1' >  1$ ‰ œ  " Í 1
'>  1
$ œ 1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í "
' > "
$ œ "  # 5 ß 5 − ™ Í > œ %  "# 5ß 5 − ™
  Como > − Ò!ß #%Ò , vem que  > œ % ” > œ "' .
  A segunda maré baixa ocorre às "' horas.

d)  2Ð>Ñ   & Í '  # cosˆ 1' >  1$ ‰   & Í cosˆ 1' >  1$ ‰    "
# Í
  Í  #1
$  #51 Ÿ 1
' > 1
$ Ÿ #1
$  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í  #
$  #5 Ÿ "
' > "
$ Ÿ #
$  # 5 ß 5 − ™ Í  %  "# 5 Ÿ >  # Ÿ %  "# 5 ß 5 − ™ Í
  Í  '  "# 5 Ÿ > Ÿ #  "# 5ß 5 − ™

  Como > − Ò"&ß & à #%Ò , nesse dia, o barco poderá sair do porto a partir das ") horas.

47. 

a)  O dia 26 de maio é o "%'.º dia do ano ($"  #)  $"  $!  #'Ñ.


  0 Ð"%'Ñ œ "#,"'  #,"' sen�!,!"( ‚ "%'  %,)*$� ¸ "%ß !('*
O tempo que decorre do nascer ao pôr‐do‐sol, no dia 26 de maio é, aproximadamente, "% horas
e & minutos.
O nascer do Sol, nesse dia, ocorre às ( horas e $ minutos (#" horas e ) minutos   "% horas e &
minutos)
140 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12
b) 

Os dias do ano, em que o tempo que decorre do nascer ao pôr‐do‐sol é inferior a 10 h 30 min
são:
  •  do dia 1 ao dia 30 (inclusive)  Ä  30 dias ($!  "  ")
  •  do dia 319 ao dia 365 (inclusive)  Ä  47 dias  ($'&  $"*  ")
  O total é de (( dias ($!  %().

48. 
a)  "
> œ #1 1  !,!"'( sen 1 œ  1#!
1 œ
    " 
#  .  Quando  B œ 1,  a Terra acabou de descrever metade
da órbita, o que demorou meio ano.

b)  H.w œ Ò"%*ß '  #,%*)$ à "%*ß '  #ß %*)$Ó œ Ò"%(ß "!"( à "&#ß !*)$Ó
  Distância máxima:  152,1 milhões de quilómetros.
  Distância mínima:  147,1 milhões de quilómetros.

c) 

  Eixo maior: 299  milhões de quilómetros
  Distância entre os focos:  5 milhões de quilómetros

d)  Do dia  % de janeiro às  "% horas ao dia  #& de fevereiro às  #! horas vão  &# dias e  ' horas, isto é,


&#ß #& dias.
  1 ano   qq  $'&ß #% dias
  > anos  qq  &#ß #& dias
&#ß#&
  >œ $'&ß#%  anos

  &#ß#&
$'&ß#% œ "
#1 B  !,!"'( sen B
 

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 141


  Recorrendo à calculadora gráfica, vamos resolver esta equação.

  . œ "%*,'  #,%*)$ cos !ß *"#" ¸ "%)ß "


A distância a que a Terra se encontrava do Sol às 20 horas do dia 25 de fevereiro desse ano era
de 148,1 milhões de quilómetros.

49.  
a)  Amplitude: 6    Pulsação:  1)        Fase:   &%1

b)  Período:   #11 œ "'      Frequência:   "'


"
)

50.  
a)  Amplitude: 8        Pulsação:  1'        Fase:   1$

b)  Período:   #11 œ "#        Frequência:   "#


"
'

c)  BÐ!Ñ œ ) cos 1


$ œ) ‚ "
# œ%

d)  BÐ>Ñ œ  % Í ) cosˆ 1' >  1$ ‰ œ  % Í cosˆ 1' >  1$ ‰ œ  #" Í


  Í 1' >  1$ œ #$1  # 5 1 ” 1' >  1$ œ %$1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í "' >  "$ œ #$  # 5 ” '" >  $" œ %$  # 5 ß 5 − ™ Í
  Í >  # œ %  "# 5 ” >  # œ )  "# 5 ß 5 − ™ Í
  Í > œ #  "# 5 ” > œ '  "# 5 ß 5 − ™
Como > − Ò!ß #!Ó , vem que os instantes em que a abcissa do ponto P é igual a  % são:
2, 6, 14 e 18  (segundos).

e)  BÐ>Ñ œ ! Í ) cosˆ 1' >  1$ ‰ œ ! Í cosˆ 1' >  1$ ‰ œ ! Í 1' >  1$ œ 1#  5 1ß 5 − ™ Í  
  Í "' >  "$ œ "#  5 ß 5 − ™ Í >  # œ $  ' 5 ß 5 − ™ Í > œ "  ' 5 ß 5 − ™
  Como  > − Ò!ß #!Ó , vem que o ponto  P  passa pela origem % vezes (nos instantes: "ß (ß "$ e 18).

BÐ>Ñ œ „) Í ) cosˆ 1' >  1$ ‰ œ „) Í cosˆ 1' >  1$ ‰ œ „" Í 1' >  1$ œ 5 1ß 5 − ™ Í  
f)  Hw œ Ò  )ß )Ó
 
  Í "' >  "$ œ 5 ß 5 − ™ Í >  # œ ' 5 ß 5 − ™ Í > œ  #  ' 5 ß 5 − ™
Como  > − Ò!ß #!Ó , vem que os instantes em que a distância do ponto  P  à origem é máxima são:
4, 10 e 16 (segundos).

142 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


g)  BÐ>Ñ  ! Í ) cosˆ 1' >  1$ ‰  ! Í cosˆ 1' >  1$ ‰  ! Í
  Í 1#  #5 1  1' >  1$  $#1  #5 1ß 5 − ™ Í
  Í "#  #5  "' >  "$  $#  #5 ß 5 − ™ Í
  Í $  "#5  >  #  *  "#5 ß 5 − ™ Í
  Í "  "#5  >  (  "#5 ß 5 − ™

Como  > − Ò!ß #!Ó , vem que os intervalos de tempo em que o ponto  P  tem abcissa negativa são:


Ó"ß (Ò   e   Ó"$ß "*Ò .

) cosˆ 1' Ð"2Ñ 1$ ‰) cosˆ 1'  1$ ‰


h)  B w Ð"Ñ œ lim BÐ"2ÑBÐ"Ñ
2 œ lim 2 œ
cosˆ 1'  1'2  1$ ‰ cosˆ 1'  1$ ‰ cosˆ 1'2  1# ‰ cos 1#
2Ä! 2Ä!
  œ) lim 2 œ ) lim 2 œ

œ  ) lim Š ‹œ
2Ä! 2Ä!
 sen 12
' !  sen 12
 sen 12
  œ ) lim 2 œ  ) lim '
12
'
‚ 1
2Ä! 2Ä! 2 2Ä! '
'
 sen 12
  œ  %1
lim 1 2 '
$ 2Ä! œ1 2  %1
lim  sen
$ CÄ! C
C
œ  %1
$
' Cœ '

Bw Ð>Ñ œ ˆ) cosˆ 1' >  1$ ‰‰ œ  ) senˆ 1' >  1$ ‰ ‚ 1' œ  %$1 senˆ 1' >  1$ ‰
w
i) 
  Bw Ð>Ñ  ! Í  %$1 senˆ 1' >  1$ ‰  ! Í senˆ 1' >  1$ ‰  ! Í
  Í 1  #5 1  1' >  1$  # 1  #5 1ß 5 − ™ Í
  Í "  #5  "' >  "$  #  #5 ß 5 − ™ Í '  "#5  >  #  "#  "#5 ß 5 − ™ Í
  Í %  "#5  >  "!  "#5 ß 5 − ™

Como  > − Ò!ß #!Ó , vem que os intervalos de tempo em que a velocidade do ponto  T   é positiva


são: Ó %ß "!Ò   e   Ó"'ß #!Ó .

51. 
a)     Período:  4
  Período œ #1
Pulsação Í%œ #1
Pulsação Í Pulsação œ   1#

  BÐ>Ñ œ E cos ˆ 1# >  9‰

E cos 9 œ  E cos 9 œ  " cos 9 œ  "


� BÐ#Ñ œ ' Í� Í� Í�
BÐ!Ñ œ  E
E cos �1  9� œ '
  Í
 E cos 9 œ ' E œ'

�
9œ1
           Fase: 1           Amplitude: '
E œ'

b)    Tem‐se  BÐ>Ñ œ ' cosˆ 1# >  1‰.  Portanto,


  BÐ>  #Ñ œ ' cos� 1# �>  #�  1� œ  ' cos� 1# �>  #�� œ  ' cosˆ 1# >  1‰ œ  BÐ>Ñ

Bw Ð>Ñ œ ˆ' cosˆ 1# >  1‰‰ œ  ' senˆ 1# >  1‰ ‚ œ  $ 1 senˆ 1# >  1‰
w
c)    1

Í  $ 1 senˆ 1# >  1‰ œ ‚ ' cosˆ 1# >  1‰ Í


#
È$ 1 È$ 1
  Bw Ð>Ñ œ # BÐ>Ñ #

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 143


  Í senˆ 1# >  1‰ œ  È$ cosˆ 1# >  1‰ Í tgˆ 1# >  1‰ œ  È$     Í
Æ
porque os valores de  >  para os quais  cosˆ 1# >  1‰ œ 0  não são soluções, uma vez que não anulam  senˆ 1# >  1‰

  Í 1
# >1 œ  1
$ 51ß 5 − ™ Í "
# >"œ  "
$ 5 ß 5 −™ Í

  Í "
# >œ  %
$  5 ß 5 − ™ Í $> œ  )  ' 5 ß 5 − ™ Í > œ  )
$  #5ß 5 − ™

  As soluções são os valores de  >  que verificam:  > œ  )
$  # 5 ß 5 − ™   •   > − Ò!ß )Ó

  Ou seja:  > œ %
$ ” >œ "!
$ ” >œ "'
$ ” >œ ##
$

52. 
a)  Período œ "#  & œ ( à E œ &#
  Período œ #A1 Í ( œ #A1 Í A œ   #(1
  0 Ð>Ñ œ &# cosˆ #(1 >  9‰  e  0 Ð&Ñ œ &#

ˆ "!( 1  9‰ œ &# Í cosˆ "!(1  9‰ œ " Í


  Vem, então:
  # cos
& "! 1
(  9 œ # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í 9 œ  "!( 1  # 5 1ß 5 − ™
  Como  9 − Ò!ß #1Ò , vem que 9 œ %(1 .

  A expressão analítica da função  0  é, assim, 0 Ð>Ñ œ &


# cosˆ #(1 >  %1
(
‰ .

b)  Amplitude:  &#           Pulsação:  #(1            Fase:  %(1             Período:  ( Frequência:   ("

Tem‐se  BÐ>Ñ œ "# senˆ 1& >  1' ‰ œ "# cosˆ 1& >  ‰ œ "# cosˆ 1& >  ‰ .
53.  
a)  1
'  $1
#
&1
$
  Portanto, trata‐se de um oscilador harmónico.

b)  Amplitude: "#      Pulsação:  1&         Fase:  531         Período œ #1


1 œ   "!
&
  Frequência:   "!
"

54. 
È
c  senÐA>Ñ œ ÈQ Q cosÐA>Ñ  R  senÐA>Ñd œ
Q R # #
a)    Q cosÐA>Ñ  R

œ È Q #  R # ’ ÈQ Q
# R #

  cosÐA>Ñ  ÈQ # R #
R
senÐA>Ñ“ œ

œ ÈQ #  R # cos < Þ cosÐA>Ñ  sen < Þ senÐA>Ñd œ ÈQ #  R # cosÐA>  <Ñ


# R #

c
 

È È È È
b1)     cos < œ È##
#
œ # #    e   sen < œ È##
#
œ # # ß logo  < œ 1%  #5 1ß 5 − ™
  È# cosÐA>Ñ  È# senÐA>Ñ œ È#  #  cosˆA>  1  #1‰ œ # cosˆA>  1  #1‰ œ
œ # cosˆA>  (%1 ‰
% %
 

È# È
b2)     cos < œ È""    e   sen < œ È"" œ  # # ß logo  < œ 
" " 1
œ  #5 1ß 5 − ™
cosÐA>Ñ  senÐA>Ñ œ È"  "  cosˆA>  ‰ œ È# cosˆA>  1% ‰
# %
  1
%

144 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


È È
b3)     cos < œ È"$
œ  #"    e   sen < œ È"$$ œ  # $ ß logo  < œ %$1  #5 1ß 5 − ™
"

   cosÐA>Ñ  È$ senÐA>Ñ œ È"  $  cosˆA>  %$1  #1‰ œ # cosˆA>  #$1 ‰

È# È#
b4)     cos < œ È""    e   sen < œ È"" ß logo  < œ $%1  #5 1ß 5 − ™
" "
œ  œ
 cosÐA>Ñ  senÐA>Ñ œ È"  "  cosˆA>   #1‰ œ È# cosˆA>  & 1 ‰
# #
  $1
% %

c1)     cos < œ È"%%#&    e   sen < œ È"%%#& ß logo  < ¸ !ß $*&  #5 1ß 5 − ™
"# "# & &
œ œ "$
"# cosÐ$>Ñ  & senÐ$>Ñ œ È"%%  #&  cos�$>  !ß $*&  #1� œ "$ cos�$>  &ß )))�
"$
 

c2)     cos < œ È*"'    e   sen < œ È*"' œ  %& ß logo  < ¸  !ß *#(  #5 1ß 5 − ™
$ $ %
œ
$ cosÐ1>Ñ  % senÐ1>Ñ œ È*  "'  cos�1>  !ß *#(� œ & cos�1>  !ß *#(�
&
 

55.  
È È È È
a)  cos < œ È##
#
œ # #    e   sen < œ È### œ  # # ß logo  < œ  1%  #5 1ß 5 − ™
  BÐ>Ñ œ È# cosˆ 1 >‰  È# senˆ 1 >‰ œ È#  #  cosˆ 1 >  1 ‰ œ # cosˆ 1 >  1 ‰
) ) ) % ) %
  Portanto, trata‐se de um oscilador harmónico.

b)  Amplitude: #      Pulsação:  1)     Fase:   1% Período œ #1


1   œ  "'      Frequência:   "'
"
)

c)  Bw Ð>Ñ œ  # ‚ 1) senˆ 1) >  1% ‰ œ  1% senˆ 1) >  1% ‰


Bww Ð>Ñ œ  1% ‚ 1) cosˆ 1) >  1% ‰ œ  1$# cosˆ 1) >  1% ‰
#
 
Bww Ð>Ñ œ 0 Í  1$# cosˆ 1) >  1% ‰ œ ! Í cosˆ 1) >  1% ‰ œ ! Í
#
 
  Í 1) >  1% œ 1#  5 1ß 5 − ™ Í ") >  "% œ #"  5 ß 5 − ™ Í
  Í >  # œ %  )5ß 5 − ™ Í > œ #  )5ß 5 − ™
Como  > − Ò!ß "#Ó , vem que  > œ "! . Para  > − Ò!ß "!Ò ß Bww Ð>Ñ  !  e, para > − Ó"!ß "#Óß Bww Ð>Ñ  !.
Logo, Bw  é crescente no intervalo  Ò!ß "!Ó , decrescente no intervalo Ò"!ß "#Ó  e tem um máximo
para  > œ "! Þ
O instante em que a velocidade do ponto  P  atinge o seu valor máximo é aos 10 segundos.

56.  
È## "# È&    e   sen <
œ È##1"# œ È" & ß logo  < œ !ß %'  #5 1ß 5 − ™
2
a)  cos < œ œ #

  BÐ>Ñ œ # cos�$,# >�  sen�$,# >� œ È&  cos�$,# >  !ß %'  #1� œ È&  cos�$,# >  &ß )#�
  Logo, trata‐se de um oscilador harmónico.

3,2
b)  Frequência œ 2 1 ¸ 0,51

57. 
a)  7 œ # à 5 œ (# à α œ 75 œ (## œ $'
  Logo, vem B Ð>Ñ œ  $' BÐ>Ñ .
ww

b)  A œ Èα œ '

c)  BÐ!Ñ œ  %
Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 145
d)  BÐ>Ñ œ E cosÐ'>  9Ñ à BÐ!Ñ œ  % Í E cos 9 œ  %

e)  Bw Ð>Ñ œ �E cosÐ'>  9Ñ�w œ  ' E senÐ'>  9Ñ

f)  Bw Ð!Ñ œ  ")

g)  Bw Ð!Ñ œ  ") Í  ' E sen 9 œ  ") Í E sen 9 œ $

h)  E cos 9 œ  % Ê E# cos# 9 œ "'  com  cos 9  !


  E sen 9 œ $ Ê E# sen# 9 œ * com  sen 9  !
  Sabemos, então, que  1#  9  1  e que  E# cos# 9  E# sen# 9 œ "'   * .
  E# �cos# 9  sen# 9� œ #& Í E# œ #&  e, como E  ! , vem que  E œ & .

i)  BÐ>Ñ œ & cosÐ'>  9Ñ  com  1#  9  1


  Sabemos, também, que  & sen 9 œ $ , isto é,  sen 9 œ $
& , pelo que  9 ¸ 1  !ß '% ¸ #ß & .
  Pelo que  BÐ>Ñ œ & cosÐ'>  #ß &Ñ .

j)  Amplitude: &    Pulsação: '     Fase: #ß &

k)  Período œ #1
'   ¸  1,047      Frequência œ   #'1 ¸  !ß *&&

58. 
œ "!  %È$ ¸ "'ß * cm
È$
a)  .Ð!Ñ œ "!  ) sen 1
$ œ "!  ) ‚ #

b)  .Ð>Ñ œ ' Í "!  ) senˆ 16 >  1$ ‰ œ ' Í senˆ 16 >  1$ ‰ œ  "# Í
  Í 16 >  1$ œ  1'  # 5 1 ” 16 >  1$ œ ('1  # 5 1ß 5 − ™ Í
  Í "6 >  "$ œ  "'  # 5 ” "6 >  "$ œ ('  # 5 ß 5 − ™ Í
  Í >  # œ  "  "# 5 ” >  # œ (  "# 5 ß 5 − ™ Í
  Í > œ  $  "# 5 ” > œ &  "# 5 ß 5 − ™
  Como  > − Ò!ß #!Ó , vem que  > œ & ”  > œ * ”  > œ "( .

c) 
intervalo  [7, 8]. Tem‐se que   .Ð(Ñ œ "!  ) senˆ (61  1$ ‰ œ "!  ) sen $#1 œ "!  ) œ #   e
Tem‐se  que  a  função    .     é  contínua  em  todo  o  seu  domínio,  em  particular,  é  contínua  no

.Ð)Ñ œ "!  ) senˆ )1  1 ‰ œ "!  ) sen &1 œ "!  ) Š  $ ‹ œ "!  %È$ ¸ $," ,
È
  6 $ $ #
  pelo que  .Ð(Ñ  #,&  .Ð)Ñ .
  Portanto, pelo teorema de Bolzano‐Cauchy,  b - − Ò(ß )Ó À .Ð-Ñ œ #,& .

d)  H.w œ Ò"!  )ß "!  )Ó œ Ò#ß ")Ó


  Distância mínima: 2 cm
  Distância máxima: 18 cm

e)  Ponto de equilíbrio  Ä #")


BÐ>Ñ œ .Ð>Ñ  "! œ ) senˆ 6 >  1$ ‰ œ ) cosˆ 16 >  ‰ œ ) cosˆ 16 >  ‰
# œ "!
  1 1
$  $1
#
"" 1
'
  Amplitude: )          Pulsação:  1'            Fase:  ""'1
  Período œ #11   œ   "# Frequência:   "# "
'

146 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


Tema 6 | Primitivas e Cálculo Integral

1. Noção de primitiva

1. 
a)  Tem‐se, para qualquer  B pertencente a  ‘ :
  Jcw
ÐBÑ œ ÐB  "Ñ /B d w œ ÐB  "Ñw /B  �/B �w ÐB  "Ñ œ
  œ /B  /B ÐB  "Ñ œ /B  B /B  /B œ B /B œ 0 ÐB)

b)  Como  a B − ‘,  J w ÐBÑ œ 0 ÐBÑ, diz‐se que  J   é uma primitiva de  0 , em  ‘ .

J ÐBÑ œ B$      (por exemplo),  porque J w ÐBÑ œ �B$ � œ $ B# œ 0 ÐBÑ


w
2. 

KÐBÑ  KÐ/Ñ
3.   lim B/ œ K w Ð/Ñ œ 1Ð/Ñ œ / ln / œ /
BÄ/

4.  O declive da reta  <  é  J w Ð"Ñ œ 0 Ð"Ñ œ #" 


 " œ $ , a reta  <  é do tipo  C œ $B  ,   e passa
%

no ponto E .
  & œ $  , Í , œ # , logo a equação reduzida da reta  < é  C œ $B  # .

5.  Seja  0   uma função ímpar, primitivável em  ‘  e seja  J   uma primitiva da função  0 .


  Tem‐se, então, para qualquer  B  real:
c
  J ÐBÑ  J Ð  BÑdw œ 0 ÐBÑ  �  B�w 0 Ð  BÑ œ 0 ÐBÑ  Ð  "Ñ 0 Ð  BÑ œ
 
c B real,  J ÐBÑ  J Ð  BÑdw œ ! , concluímos que a função definida em   ‘
œ 0 ÐBÑ  0 Ð  BÑ œ 0 ÐBÑ  0 ÐBÑ œ !
  Como, para qualquer  
por  J ÐBÑ  J Ð  BÑ  é constante.
  Portanto, existe um número real  -   tal que  a B − ‘ß J ÐBÑ  J Ð  BÑ œ -  .
  Em particular, para  B œ ! , vem:  J Ð!Ñ  J Ð  !Ñ œ - Í J Ð!Ñ  J Ð!Ñ œ - Í ! œ -
  Portanto,  a B − ‘ß J ÐBÑ  J Ð  BÑ œ ! , pelo que  a B − ‘ß J Ð  BÑ œ J ÐBÑ .
  Concluímos, assim, que  J   é uma função par.

6. 
a)  Tem‐se, para qualquer B pertencente a  ‘ :
  J w ÐBÑ œ �B /B  - � w œ ÐB /B Ñw  �- �w œ ÐB /B Ñw  ! œ
  œ ÐB /B Ñw œ /B  B /B Ð  "Ñ œ /B  B /B œ /B Ð"  BÑ

b)  J Ð"Ñ œ ! Í /"  - œ ! Í - œ  "


/

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 147


7. 
Tem‐se:   J w ÐBÑ œ ŠÈB#  $‹ œ �B# $�
w w

# ÈB# $
a)  œ # È#B œ ÈB# $
B
œ
B ÈB# $ B ÈB# $ È
B# $

ÈB# $ ÈB# $
#
B B $
 
ŠÈB# $‹
œ œ # œ B# $ œ 0 ÐBÑ

  Como  J w ÐBÑ œ 0 ÐBÑ , vem que  J   é uma primitiva de  0 .

Tem‐se:   c
K w ÐBÑ œ ln�B#  $�d œ �B# $�
w
w
b)  B# $ œ #B
B# $ œ 1ÐBÑ

  Como  K w ÐBÑ œ 1ÐBÑ , vem que  K  é uma primitiva de  1 .

' 2ÐBÑ .B œ ' & B ÈB #$  %B .B œ ' & B È#B $ .B  ' #%B .B œ
# #
c) 
' B ÈB# $ ' È
.B  # B# $ .B œ & B  $  # ln�B  $�  -ß - − ‘
B $ B $ B $
  œ& B# $
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Æ
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148 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


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Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 149
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10. 
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150 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


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11. 
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Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 151


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12. 
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152 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


 
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2. Noção de integral

13. 
a)          b)       

   

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14. 
a)          b)     

   

c)  '# 1ÐBÑ .B œ
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15. 

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Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 153


16. 

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17. 

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18. 

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19. 
a)  Tem‐se:
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ˆ & ‰#
  ! ß o que é verdade
para qualquer número real  B .
  0 ÐBÑ Ÿ &B  ' Í B# Ÿ &B  ' Í B#  &B  ' Ÿ ! Í B − Ò#ß $Ó
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&„È#&%‚"‚'
          #
B  &B  ' œ ! Í B œ # # Í B œ # ” B œ $ 
Í B œ &„"

               

  Portanto,  a B − Ò#ß " à #ß *Óß &B  #&


% Ÿ 0 ÐBÑ Ÿ &B  ' .

b)    a B − Ò#ß " à #ß *Óß &B  #&% Ÿ 0 ÐBÑ Ÿ &B  ' , pelo que


 '#ß" ˆ&B  #& ‰ ' ' #ß*
% .B Ÿ   #ß" 0 ÐBÑ .B Ÿ   #ß" �&B  '�.B
#ß* #ß*
 

154 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


               
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#ß*
 
Arredondado às unidades, vem  '#ß" 0 ÐBÑ .B œ & .
#ß*
 

20.  Tem‐se, para qualquer  B  pertencente ao intervalo  Ò"ß  ∞Ò ,


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"sen B w
21. 
  œ ln Ð/  �"  sen B�#  "Ñ ‚ cos B
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22. 
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Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 155


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156 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


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24. 
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Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 157
26. 

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  base  Ä #+ à altura  Ä cos +  ,  logo  # + cos 
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  Vamos resolver esta equação com recurso à calculadora gráfica.

  Vem que  + ¸ !ß %%$ .

b) 

A área do retângulo formado pelos pontos de coordenadas Ð  +ß !Ñ ß Ð+ß !Ñ ß Ð+ß cos +Ñ e


Ð  +ß cos +Ñ é o dobro da área do triângulo ÒSEFÓ , isto é !ß ).  A área pretendida é, então,
'!ß%%$
!ß%%$
0 ÐBÑ .B  0,8 .

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158 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


30.  '/" # .B œ  '"/ # .B œ  #'"/ " .B œc
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34. 

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35. 

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Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 159


36. 

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37. 
a)            b)  Área do triângulo  ÒT UVÓ œ '‚$
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c)   *

38. 
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160 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


39. 

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40.   2ÐBÑ œ ! Í B#  B  ' œ ! Í B œ # Í
  Í B œ "„&# ÍBœ # ” Bœ$

  Designemos por + a ordenada do ponto T  .

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41. 

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Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 161


42. 
a)   0 ÐBÑ œ B#  "  anula‐se no   " e no ", mudando de sinal. Logo:

  '$
$
�B#  "� .B œ '$ �B#  "� .B  '" �B#  "� .B  '" �B#  "� .B œ  
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Nota que: '$ �B#  "� .B œ ’  B“ œŠ  $‹  Š  Ð  $Ñ‹ œ "#


3
$ B$ $$ Ð$Ñ$
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   #   

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 # 
1
 #  œ 1
 # 

Tem‐se   '! cos B .B
c œ sen Bd1! œ sen 1  sen ! œ !  ! œ !
1
43. 

Interpretação:  Seja  E œ '! cos B .B œ Área da região do plano compreendida entre os eixos


1
#
 
coordenados e o gráfico da função definida em �!ß 1# �  por  C œ cos B .
Tem‐se  '! cos B .B œ '! cos B .B  ' 1 cos B .B œ E  �  E� œ ! .
1
1 # 1
 
#

162 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


Tema 7 | Números complexos

1. Introdução aos números complexos. Operar com números complexos

1. 
a)   ReÐ$  %3Ñ œ 3 , ou seja, a parte real de  $  %3  é 3Þ
  ImÐ$  %3Ñ œ 4 , ou seja, a parte imaginária de  $  %3  é 4Þ

 ReÐÈ#  1 3Ñ œ È# , ou seja, a parte real de  È#  1 3  é  È# Þ


ImÐÈ#  1 3Ñ œ  1 , ou seja, a parte imaginária de  È#  1 3  é    1 Þ
b)  
 

c)   Reˆ "#  3‰ œ "# , ou seja, a parte real de   "#  3  é   "# Þ


  Imˆ "#  3‰ œ 1 , ou seja, a parte imaginária de   "#  3  é  1Þ

# È$ # È$ # È$ # È$
d)    ReŠ   (
3‹ œ  , ou seja, a parte real de     (
3  é    Þ
# È$ # È$
& ) & & ) &

  ImŠ  &  (
) 3‹ œ  (
) , ou seja, a parte imaginária de    &  (
) 3  é    (
) Þ

e)   Re�*3� œ ! , ou seja, a parte real de  *3  é  !Þ


  Im�*3� œ * , ou seja, a parte imaginária de  *3  é  *Þ

f)    Re�  3� œ ! , ou seja, a parte real de   3  é  ! Þ


  Im�  3� œ  ",  ou seja,  a parte imaginária de    3  é    "Þ

g)   Re�(� œ ( , ou seja, a parte real de  (  é  (Þ


  Im�(� œ ! , ou seja, a parte imaginária de  (  é  !Þ

h)    Reˆ  "& ‰ œ  "& , ou seja, a parte real de    "&   é    "& Þ


  Imˆ  "& ‰ œ ! , ou seja, a parte imaginária de    "&   é  !Þ

2.  
a)    Imaginário    b)   Imaginário    c)    Imaginário puro   

d)    Real             e)    Imaginário puro  f)    Real     

g)    Real      h)    Imaginário puro

3.   ReÐDÑ    ImÐDÑ =  "&


)
  Í +     $%  =  "&
)
  Í +  =   %
&

4.  ReÐAÑ ‚ ImÐAÑ œ $! Í �B  $� ‚ ÐB  %Ñ œ $! Í B#  % B  $ B  "#  $! œ ! Í


(„È%*%‚"‚Ð")Ñ È"#"
  Í B#  ( B  ") œ ! Í B œ # Í B œ („# ÍBœ („""
# Í
  Í B œ („""
# ÍBœ# ” Bœ *
  Como B  designa um número real positivo, vem que B œ # Þ
Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 163
5. 
5. 
5.  Seja DDDœœœ5. 
Seja 
Seja  +++,3 ß com 
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a)   D   é um número real se e só se Im ÐDÑ œ !


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b)   D   é um número imaginário puro  se e só se Im ÐDÑ Á !   •   Re ÐDÑ œ ! .


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Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 169


c)    B  C3  ˆ B  C3 ‰ œ B#  $  # ‚ Ð#  &3Ñ Í  B  C3  B  C3 œ B#  $  # ‚ �#  &3� Í  
Í  #B  #C3 œ B#  $  %  "!3 Í  #B  #C3 œ B#  "  "!3 Í œ
#B œ B#  "
   Í
#C œ  "!
Íœ  Íœ  Íœ  Íœ
B#  #B  " œ ! ÐB  "Ñ# œ ! B"œ! Bœ"
   
C œ & C œ & C œ & C œ &

d)   �B  C3�#  )C  "#3 œ )  �B  C3�ˆ B  C3 ‰ Í


  Í B#  #BC3  C#  )C  "#3 œ )  kB  C3k# Í
Í B#  C#  )C  Ð#BC  "#Ñ3 œ )  B#  C# Í œ
B#  C#  )C œ )  B#  C#
   Í
#BC  "# œ !

Íœ  Íœ  Íœ
#C#  )C  ) œ ! C#  %C  % œ ! ÐC  #Ñ# œ !
   Í
BC  ' œ ! BC  ' œ ! BC  ' œ !
 
Íœ  Íœ  Íœ
C#œ! Cœ# Cœ#
   
BC  ' œ ! #B  ' œ ! Bœ $

27.   Seja  D œ +  ,3 �+ß , − ‘�.

a)    $ D  * œ '3 Í $ �+  ,3�  * œ '3 Í $ +  $ , 3  * œ '3 Í


 
Í $ +  *  $ , 3 œ '3 Í œ  Íœ
$+  * œ ! + œ $
   
 $, œ ' , œ #
 
  Logo, D œ  $  # 3 . 

b)    D  # D  &3 œ "# Í +  ,3  # �+  ,3�  &3 œ "# Í


  Í +  ,3  # +  # , 3  &3 œ "# Í  
 
Í $ +  �  ,  &�3 œ "# Í œ  Íœ
$ + œ "# +œ%
    
,&œ! ,œ&
 
  Logo,  D œ %  & 3 .

c)    D #  %D  �D # � œ )Ð  "  #3Ñ Í �+  ,3�#  %�+  ,3�  �+  ,3�# œ  )  "'3 Í


  Í +#  # + , 3  , #  %+  %,3  +#  , #  # + , 3 œ  )  "'3 Í
  Í +#  # + , 3  , #  %+  %,3  �+#  , #  # + , 3� œ  )  "'3 Í
  Í +#  # + , 3  , #  %+  %,3  +#  , #  # + , 3 œ  )  "'3 Í

Í %+  �%,  % + , � 3 œ  )  "'3 Í œ  Íœ


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   Í
%,  % + , œ "' %,  ) , œ "'
 
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+ œ #
    
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  Logo,  D œ  #  % 3 .

170 Fotocopiável © Texto | M⩝T 12


28.   A œ  %  $3 à A œ  %  $3 à D œ +  '3

  base  Ä   T U œ '    altura  Ä   +  %    área  Ä   $'

'‚Ð+%Ñ
    # œ $' Í '+  #% œ (# Í + œ )

29.    �  D � = �  " ‚ D � = �  "�  ‚ �D � =  " ‚ D œ  D

30.   A mediatriz do segmento de reta  [PQ]  é o eixo real, que passa pela origem do referencial.

31.    kD  Ak œ k D  A k œ kD  Ak

32. 
a)  ÐD  DÑ#  ÐD  DÑ# œc # ReÐDÑd# c #3 ImÐDÑd# œ %c ReÐDÑd#  %3#c ImÐDÑd# œ

  œ %c ReÐDÑd#  %c ImÐDÑd# œ % ˆc ReÐDÑd# c ImÐDÑd# ‰ œ % lDl#

b)  �lDl  lDl�# œ �lDl  lDl�# œ �#lDl�# œ % lDl# œ % D D

c)  lD  3l# œ �D  3�ˆD  3‰ œ �D  3�ˆD  3‰ œ �D  3��D  3� œ D D  3 D  3 D  3# œ


  œ lDl#  3 ÐD  DÑ  " œ c
lDl#  3 ‚  #3 ImÐDÑd  " œ lDl#  #3# ImÐDÑ  " œ
  œ lDl#  # ImÐDÑ  "

33.  Tem‐se   D œ +  +3 , com  + − ‘ . Portanto,  D3 œ �+  +3�3 œ +3  +3# œ  +  +3 .


  O afixo de   +  +3  pertence à bissetriz dos quadrantes pares.

34.  Seja   D œ +  ,3 �+ß , − ‘�.


  Tem‐se:
  D œ D3 Í +  ,3 œ Ð+  ,3Ñ3 Í +  ,3 œ +3  ,3# Í
  Í +  ,3 œ ,  +3 Í + œ ,
  Portanto, o afixo de  D   pertence à bissetriz dos quadrantes ímpares.

Fotocopiável © Texto | M⩝T 12 171


35.  Seja   D œ +  ,3  �+ß , − ‘   e  + Á , �.   Tem‐se  D3 œ Ð+  ,3Ñ3 œ +3  ,3# œ ,  +3.
  Assim,  T   tem coordenadas Ð+ß ,Ñ   e  U  tem coordenadas Ð,ß +Ñ.
  A mediatriz do segmento de reta [PQ] é a reta perpendicular a [PQ] que passa no ponto médio
de [PQ] .
35. 
35.    Seja    Dœ œ ++ ,3,3    ��+ß
Seja   DO ponto médio de   +ß,, −−ÒT ‘‘   e  
   e   ++ Á Á ,,��.   Tem‐se 
UÓ   tem coordenadas  .   Tem‐se  D3 D3ˆœ +,
œ# Ð+  ß 
Ð+ +, ‰
 #,3Ñ3, pelo que o ponto médio de  
,3Ñ3 œœ +3 +3 ,3 ,3## œ œ ,, +3 +3.. ÒT UÓ  tem

���� PQ] é a reta perpendicular a [
   Assim,  
Assim,   T T   tem coordenadas 
  tem coordenadas 
coordenadas iguais. Ð+ß
Ð+ß ,Ñ
,Ñ    e  
   e   UU   tem coordenadas 
  tem coordenadas  Ð,ß
Ð,ß+Ñ
+Ñ ..

����
     Por outro lado, tem‐se  T U PQ
A mediatriz do segmento de reta [
A mediatriz do segmento de reta [  T œ Ð,ß +Ñ  Ð+ß ,Ñ œPQ
œ U] é a reta perpendicular a [ PQ
Ð, ] que passa no ponto médio
] que passa no ponto médio
+ß +  ,Ñ .
de [
de [ PQ
PQ ] .
] .
ˆˆ +, +,‰‰
  Portanto, um vetor perpendicular a  T U+,   é o vetor    Ä @ Ð+  ,ß +  ,Ñ , que é um vetor de
   O ponto médio de  
O ponto médio de  
coordenadas iguais. ÒT
ÒT UÓ
UÓ    tem coordenadas 
   tem coordenadas  ##  ß ß +,
## , pelo que o ponto médio de  
, pelo que o ponto médio de   ÒT
ÒTUÓ UÓ  tem
  tem

����
����
  coordenadas iguais.
coordenadas iguais.
A reta que passa num ponto de coordenadas iguais  e tem a direção de um vetor de coordenadas
����
����
   Por outro lado, tem‐se  
Por outro lado, tem‐se  
iguais é a bissetriz dos quadrantes ímpares.
TTU Uœ œU U TT œ œ Ð,ßÐ,ß+Ñ+Ñ Ð+ß Ð+ß,Ñ ,Ñ œ œ Ð, Ð, +ß+ß++ ,Ñ ,Ñ . .
   Portanto, um vetor perpendicular a  
Portanto, um vetor perpendicular a  TTU U  é o vetor    Ä
  é o vetor   @@ Ð+Ä Ð+ ,ß ,ß++ ,Ñ ,Ñ , que é um vetor de
 , que é um vetor de
coordenadas iguais.
coordenadas iguais.
   36.  
A reta que passa num ponto de coordenadas iguais
A reta que passa num ponto de coordenadas iguais  e tem a direção de um vetor de 
 e tem a direção de um vetor de coordenadas coordenadas
a)   
iguais Seja  
iguais é a  <  o raio da circunferência  -  .
 é a bissetriz dos quadrantes ímpares.
bissetriz dos quadrantes ímpares.
  Como a circunferência  -   está centrada no ponto  O , tem‐se  lDl œ lAl œ < .
  Como  lDl œ lDl   e   lAl œ lAl , tem‐se  lDl œ lAl œ < , pelo que os pontos  R  e  S  pertencem à
36.
36.   circunferência  -  .
a)   
a)    Seja  
Seja  <<  o raio da circunferência  
  o raio da circunferência  -- . .
   b)    Seja  D œ +  ,3  e seja  
Como a circunferência  
Como a circunferência   A œ -  .3 .
--  está centrada no ponto  
  está centrada no ponto   O ,
O , tem‐se  
 tem‐se  lDl lDl œ œ lAl
lAl œ œ << . .
     Como  
Como   TlDl  tem coordenadas  
lDl œ lDl   e   
œ lDl    e   lAl
lAl œ œ lAl lAl ,Ñ e  U  tem coordenadas 
Ð+ß , tem‐se  
 , tem‐se   lDl
lDl œ œ lAl
lAl œ Ð-ß . . Como o segmento de reta  [
œ << , pelo que os pontos  
 , pelo que os pontos   RR  e  
  e  SS  pertencem à
  pertencem à PQ]  é um  
diâmetro da circunferência  
circunferência  
circunferência  -- . . -  , o ponto médio de  [ PQ ]  é a origem do referencial.
  Assim, tem‐se   +# - œ !   e   ,# . œ ! .
b)  
b)      Seja   Dœ œ ++ ,3,3  e seja  
 Seja  DPor outro lado, tem‐se  
  e seja  AA œ œD-- œ.3+.3  . . ,3   e   A œ -  .3 , pelo que o ponto  V   tem coordenadas
   TT  tem coordenadas  
  tem coordenadas  
Ð+ß  ,Ñ   e o ponto   ,ÑW e  
 e   U  tem coordenadas 
  tem coordenadas 
  tem coordenadas   ... Como o segmento de reta  [
. Como o segmento de reta  [
 .. PQ
PQ]  é um
]  é um  
  tem coordenadas  ˆPQ , . ‰ ˆ ,. ‰
� ß !� .
Ð+ß
Ð+ß,Ñ U Ð-ß Ð-ßÐ-ß
 .Ñ
  diâmetro da circunferência  
diâmetro da circunferência  
O ponto médio de  ÒVWÓ -- , o ponto médio de  [
 , o ponto médio de  [ PQ
+]  é a origem do referencial.
#
-]  é a origem do referencial.
ß # œ + -
# ß  # œ !
   Assim, tem‐se  
  Assim, tem‐se   +
+--
Portanto, o ponto médio de  
## œ    e   ## œ
œ !!   e   ,,..
œÒVWÓ!! . .   é a origem do referencial.
     Por outro lado, tem‐se  
Por outro lado, tem‐se  
Assim, o segmento de reta  [ DD œ œ ++ ,3 ,3RS
   e   
   e    .3 , pelo que o ponto  
 , pelo que o ponto  V
]  é um diâmetro da circunferência  
AA œ œ -- .3 V-  tem coordenadas
  tem coordenadas
 .
,Ñ   e o ponto  
   e o ponto  WW  tem coordenadas  
  tem coordenadas  Ð-ß .Ñ . .
  tem coordenadas  ˆˆ+ +-- ,,.. ‰‰
œ ˆˆ+ ,. ‰‰
œ ��!!ßß!!�� . .
Ð+ß
Ð+ß  ,Ñ Ð-ß .Ñ
   O ponto médio de  
O ponto médio de  ÒVWÓ ÒVWÓ  tem coordenadas   ## ßß ## œ +--
## ßß   ,. ## œ
   37.  
Portanto, o ponto médio de  
Portanto, o ponto médio de   ÒVWÓ  é a origem do referencial.
ÒVWÓ   é a origem do referencial.
a)    "3   œ �"3��"3�   œ "3RS #RS  ]  é um diâmetro da circunferência  
#   œ #   #3
" "3 "3 "3 " "
   Assim, o segmento de reta  [
Assim, o segmento de reta  [ œ]  é um diâmetro da circunferência   -- . .

b)    #%3   �#%3��#%3�   %"'3#   %"'   #!   "!   "!  


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37.
37.  
a)   
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##   œ œ #"È
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