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AGRONAVE 34

ACCURA 1600
1. CARACTERÍSTICAS
1.1. TAXA VARIÁVEL

Eliminação da sobreposição e falhas de distribuição;


Controle automático do desligamento e reativação da
distribuição;
Controle automático da taxa de aplicação;
Monitoramento da qualidade da distribuição (velocidade,
vazão, etc.);
Recebe mapas no formato Shape File sem necessidade de
conversão;
Registro detalhado das informações da operação.
1. CARACTERÍSTICAS
1.2. COMPATIBILIDADE

Accura 1600
2. INSTALAÇÃO
2.1. ITENS

Os itens básicos que compõem a instalação do taxa variável no Accura:

ECU

Antena

Computador de Bordo

Atuadores

Cabeamento
2. INSTALAÇÃO
2.2. DIAGRAMA ACCURA 1600

4001030100024
CABO DE DIVISÃO
AN21 A0

4001030100025
4001030100026
CABO DE
CABO AN23
COMUNICAÇÃO
AN22

4001030100082
CABO DOS
ATUADORES
PARA ACCURA
1600/7000

4001030100021 CABO
DA ANTENA AN30

4001030100022
CABO PORTA
FUSÍVEL 6 VIAS AN20
2. INSTALAÇÃO
2.3. CABEAMENTO ACCURA 1600

CABO

CX 11
CABO AN21
CABO DO COMPENSADOR
CX 1
DE TERRENO (Aberto) ECU ESQUERDA ECU DIREITA
CX 14 CABO DA BATERIA

CABO
CX 11
COMUNICAÇÃO CAN

CX 5

CABO ALIMENTAÇÃO
DO COMPUTADOR DE
BORDO (Cabo AN23)

ATUADORES ATUADORES
ESQUERDA DIREITA
2. INSTALAÇÃO
2.4. ANTENA

Tipo de Antenas GNSS. Precisão entre passadas.


Isopoint: GPS ou GPS e GLONASS Isopoint
A Partir de 40cm

(L1)
Isopoint 2
Isopoint 2: GPS e GLONASS (L1 e A Partir de 25cm

L2) Isopoint 3L
A Partir de 15cm
Isopoint 3L e 3: GPS, GLONASS,
LBand (L1, L2) Sinal Pago Isopoint 3
A Partir de 2,5cm

Antena GPS e GLONASS (L1) Antena GPS e GLONASS (L1 e L2)


2. INSTALAÇÃO
2.4. ANTENA

Identifique o local de instalação da antena GPS.


Para isso tome os seguintes cuidados:

Evitar obstruções à visada do céu, como a saída de escape dos


tratores e coletor do filtro de ar, que podem atrapalhar a
recepção do sinal dos satélites;
O local deve ser o mais plano possível;
A antena GPS deve ser posicionada, de forma que esteja bem no centro da largura trator ou pulverizador.
No caso de dúvida, deve-se utilizar uma trena e medir;
Evitar locais que tenham muita vibração.

Instale a antena GPS no local definido. Se for preciso utilize o acessório para superfícies não magnéticas.
2. INSTALAÇÃO
2.5. COMPUTADOR DE BORDO

CX-8 CX-9

ANTENA COMUNICAÇÃO
CX-7 (Cabo AN23)

SENSOR
SENSOR
ALIMENTAÇÃO DISCO
ESTEIRA
(ENCODER) (Cabo AN23)
2. INSTALAÇÃO
2.5. COMPUTADOR DE BORDO

BARRA DE LEDS
BOTÃO VERMELHO
Chave Geral da
Distribuição de
Adubo

BOTÃO PRETO ENTRADA USB


Liga/ Desliga

BOTÃO VERDE
Piloto Automático
3. CONFIGURAÇÃO
3.1. TELA

Seleciona
Item em
Destaque

Selecione o item Selecione o


da Esquerda item da Direita
3. CONFIGURAÇÃO
3.2. INFORMAÇÕES

Antes de começar a utilizar os AGRONAVE é necessário verificar algumas


informações da tela, para ver se a mesma está liberada para o uso de
Adubação.
Para isso acesse a tela de Informações do equipamento, em:
3. CONFIGURAÇÃO
3.2. INFORMAÇÕES

Modelo: Modelo do Equipamento (Agronave 30 a


Agronave 35), para adubação 34 ou 35;
Número de Série: Número de série do
computador de bordo.
Identificador: Modelo da placa que o Computador
de Bordo foi fabricado (para Taxa Variável,
obrigatoriamente deve ser ANC20V1D) ;
Versão Aplicativo: Versão do Software instalado;
Versão Carga: Versão do aplicativo de
inicialização;
Identif. Interface: Versão da placa de Interface
(botões e barra de Led);
Versão Interface: Versão do software de
interface;
Chave: Código vinculado a licença do GPS.
3. CONFIGURAÇÃO
3.3. INTRODUÇÃO

Os menus a serem configurados são:

1. Trabalho;
2. Adubação;

A sugestão é seguir a sequência acima para otimização da configuração. Por


exemplo, se a operação do trabalho não for configurada como adubação o
menu não ficará disponível.
4. TRABALHO
4.1. INTRODUÇÃO

Configuração do menu de Trabalho:

Entre em
Configurações

Trabalho
4. TRABALHO
4.2. DADOS

Talhão, Evento, Operador, Cultura,


Máquina: Informações para
identificação do trabalho.

EDITAR
Para editar alguma das opções acima, selecione
através das setas e pressione o botão Editar
(número 8). O teclado será apresentado para
realizar a alteração do parâmetro. Ao finalizar
selecione TERMINAR e confirme no botão 5
4. TRABALHO
4.2. DADOS

Operação: As operações disponíveis são


Pulverização, Adubação, Colheita, Plantio
e Outros.

As opções Pulverização e Adubação estão


vinculados a licença do AGRONAVE e os
menus de configuração dessas operações
só estarão disponíveis caso eles sejam
selecionados.

Implemento: Largura da faixa de


aplicação do distribuidor (medida em
campo).
4. TRABALHO
4.3. GUIA

Tipo de Guia: Reta ou Curva idêntica.

Esse será o tipo de guia inicial do trabalho já


que ele poderá ser alterado durante a
navegação além da inclusão de mais guias.

A A
4. TRABALHO
4.3. GUIA

Sempre fazer a maior B


Curva do Talhão

A
B

A A B
4. TRABALHO
4.4. LIMITE

Tipo de Limite: O tipo “Meia Barra” se baseia na posição da antena


(centro do equipamento agrícola) para demarcar o limite do
talhão. Já o “Barra Inteira” se baseia na ponta da barra para
demarcação

TALHÃO
TALHÃO
4. TRABALHO
4.5. ENGATE / IMPLEMENTO

Tipo de Engate: É o tipo de engate do


implemento. Padronizado, Engate Fixo.

Distância do Implemento: Distância entre


a antena até o local em que o produto
toca o chão.

Essa informação é muito importante e deve


ser medida com auxilio de uma trena.

Esse valor irá impactar diretamente na


abertura e fechamento automático de seção.
Se for colocado um valor menor do que o
tamanho real por exemplo, a seção será
aberta antes do esperado fazendo com que
haja o desperdício de produto.
4. TRABALHO
4.6. DESLOCAMENTO LATERAL DO IMPLEMENTO

Deslocamento Lateral do Implemento: No


caso da faixa de aplicação não ser alinhada
com o eixo da máquina.

Essa informação é muito importante e deve


ser medida com auxilio de uma trena.
4. TRABALHO
4.7. SOBREPOSIÇÃO

Sobreposição: Medida que as faixas de aplicação serão


sobrepostas.

Quanto maior for esse valor maior será o desperdício de produto,


porém, se esse valor for muito baixo poderá haver falhas de
aplicação devido a precisão do GPS.

Abaixo exemplo considerando 0,20 metros de sobreposição com


28 metros de barra. 0,20 m 0,20 m 0,20 m

13,9 m 13,9 m

14 m 14 m

13,9 m 13,9 m
Configuração e Calibração do
Sistema
5. ADUBAÇÃO
5.1. AVANÇADO

Configuração do menu de Adubação:

Para que o menu de configuração de adubação seja apresentado, a operação:


adubação deve estar selecionada no menu de Trabalho.
Neste menu será possível configurar as características do distribuidor, as
calibrações do fertilizante e os trabalhos em taxa fixa ou variável.
Vamos iniciar pela opção “Avançado”...
5. ADUBAÇÃO
5.1. AVANÇADO

A senha para entrar no menu Avançado é 1514. Após inserir a senha,


selecione a opção Terminar e confirme através do botão 5.
5. ADUBAÇÃO
5.1. AVANÇADO

Tipo de Máquina:
Para o tipo de distribuidor utilizado (Accura 1600),
selecionar a opção Gravidade.

Outras opções:
Esteira:
Gravidade:
Esteira/Gravidade:

Accura 1600:
Selecionado o tipo de máquina, as opções de
referencia serão apresentadas.
Para o Accura 1600 (Gravidade), apenas a opção
Calibração Sistema será apresentada.
5. ADUBAÇÃO
5.2. CALIBRAÇÃO

Calibração do Sistema:
Calibração dos Sensores dos Atuadores
Elétricos, de acordo com a posição da
régua (0 e 580).
Deve ser efetuado na hora da instalação, e
a todo momento que alterações físicas
forem realizadas no implemento.
Selecione com o botão 5 para iniciar o
procedimento de calibração.
5. ADUBAÇÃO
5.2. CALIBRAÇÃO

Calibração do Sistema:
Quatro opções são apresentadas na tela.
Comportas 1 e 2 (Esq e Dir).
Posições da régua 0 e 580 (fechada e aberta).

O campo “Valor” será preenchido conforme a calibração.

Esses valores correspondem as comportas:


 Comporta 1 – 0 Toda Fechada
Atuador Esquerdo
 Comporta 1 – 580 Toda Aberta

 Comporta 2 – 0 Toda Fechada


Atuador Direito
 Comporta 2 – 580 Toda Aberta

Para iniciar a calibração confirme com o botão 5.


5. ADUBAÇÃO
5.2. CALIBRAÇÃO

Calibração do Sistema:

O sistema possui dois atuadores independentes, fazendo


com que a calibração seja feita em duas etapas.

No inicio da calibração, pergunta-se, “Deseja calibrar o


atuador da comparta esquerda?”
Caso desejar selecione SIM,
Caso contrário selecione NÃO e já irá perguntar, se deseja calibrar
o Atuador da comporta da direita.
5. ADUBAÇÃO
5.2. CALIBRAÇÃO

Calibração do Sistema:
580
Inicialmente o sistema pede o ajuste da comporta na
posição 580 da régua.
Posicione a régua na posição 580.
Com a ajuda da própria régua mova o atuador para que a
comporta também fique na posição 580.
Para mover o atuador, utilize as opções de velocidade e
mova através dos botões 2 e 3 (+ e -).
Rápido: Movimento rápido do atuador para se aproximar da
posição desejada.
Lenta: Movimento mais preciso do atuador.
Muito Lenta: Realizar o Ajuste Fino da Posição. Colocar a
comporta exatamente na posição desejada.
Quando o atuador estiver exatamente na posição 580,
confirme a calibração no botão 5.
5. ADUBAÇÃO
5.2. CALIBRAÇÃO

Calibração do Sistema:
0
Depois de calibrar o atuador na posição 580 da régua,
realize o mesmo procedimento para a posição “0”.
Com a ajuda da régua mova o atuador para que a comporta
fique na posição “0”.
Utilize as opções de velocidade e mova através dos botões
2 e 3 (+ e -).
Rápido: Movimento rápido do atuador para se aproximar da posição
desejada.
Lenta: Movimento mais preciso do atuador.
Muito Lenta: Realizar o Ajuste Fino da Posição. Colocar a comporta
exatamente na posição desejada.
Confirme no botão 5.

Repita o mesmo procedimento para o segundo


atuador (direita) e conclua a calibração.
5. ADUBAÇÃO
5.3. IMPLEMENTO

Após realizada a calibração dos atuadores, configure o restante das


informações do implemento.

Menu Implemento
Altera a distâncias a ser adotada entre as guias paralelas
Dependente da velocidade do disco e densidade do produto
5. ADUBAÇÃO
5.4. ALARMES

Alarmes:
Aviso de falta de produto.
Calculo do computador de bordo de acordo com o
que foi aplicado.

Alarme de Nível:
Quantidade em Kg que o computador de bordo irá indicar a
necessidade de reabastecimento.
Diagnóstico do Sistema
5. ADUBAÇÃO
5.5. DIAGNOSTICO

Diagnóstico:

Em diagnóstico é possível checar a comunicação entre os


sensores/atuadores
E testar os atuadores elétricos (controladores).

Divididos em 3 partes:
 Unidade de Controle
 Teste de Sensores/Atuares
 Teste de controlador
5. ADUBAÇÃO
5.5. DIAGNOSTICO

Unidade de controle:
Testes de comunicação das ECU.
OK: ECU, funcionando e comunicando com o Computador de Bordo.
Erro de Comunicação: Falha de comunicação com ECU. ECU com defeito ou
problemas com cabos.

Testes – Sensores e atuadores:


Os testes dos atuadores:
Parado / Movendo: Atuadores funcionando perfeitamente.
Erro: Erro de comunicação com os Atuadores. Problema na ECU, cabos ou
atuadores.
Teste: Teste de movimento do atuador. É necessário ligar a adubação no botão
vermelho da tela.
Utilize os botões 6( ) e 7( ) para selecionar os atuadores.
Utilize os botões 2(+) e 3(-) para acionar os atuadores.
Verifique se os valores dos Sensores se alteram na tela.
5. ADUBAÇÃO
5.5. DIAGNOSTICO

Teste de Controlador:
Simulador de aplicação.

1. Teste de aplicação.

a) Velocidade x Taxa Alvo x Constante do trabalho x Largura do


Implemento.
b) Velocidade máxima x mínima.

2. Diagnósticos Diversos.

3. Teste de seção.
5. ADUBAÇÃO
5.5. DIAGNOSTICO

Teste de Controlador Funcionamento:

1. Selecione a opção Taxa Alvo ou Velocidade através dos botões 6 e


7;

2. Aumente ou diminua os valores através dos botões 2 e 3;

3. Ligue a distribuição através do botão vermelho (lateral do


computador de bordo).

O Objetivo do teste é verificar o controle da taxa de aplicação.


Qualquer alteração na velocidade simulada ou na taxa alvo deve
representar uma alteração na Taxa Seção 1 e Taxa Seção 2
instantaneamente.
Calibração do Produto.
5. ADUBAÇÃO
5.6. CALIBRAÇÃO

Calibração:

Calibração do equipamento de acordo com:


Produto que será aplicado;
Posição das réguas do distribuidor.

Existem 20 diferentes calibrações que podem ser gravadas.

Para realizar a Calibração do produto selecione um dos campos


e pressione 8 para editar.
5. ADUBAÇÃO
5.6. CALIBRAÇÃO

Nome Calibração: Sugere-se colocar o tipo de produto e


posição da régua.

Calibração de Trabalho: Iniciar a calibração de trabalho.

Velocidades-Doses: Tabela de aplicação da Taxa X Velocidade,


estes dados são dependentes da calibração realizada.

Rotação de Disco: Rotação utilizada para aplicação do produto


coletado. Apenas informação.

Constante de trabalho: Constante adotada após a calibração do


produto.
5. ADUBAÇÃO
5.6. CALIBRAÇÃO

Calibração de trabalho:
Durante a calibração as comportas serão abertas por um período de
tempo para a coleta do produto. O tempo que as comportas ficarão
abertas é configurável, o mínimo é 30 segundos.
2 (+): aumenta o tempo de coleta.
3(-): diminui o tempo de coleta.

É possível selecionar quais comportas serão abertas durante a


calibração. Esquerda e/ou Direita.

Com o implemento abastecido com o produto a ser aplicado


inicie a calibração.
Para iniciar a calibração de trabalho confirme através do
botão 5
E colete todo o produto que cai durante o tempo que foi
determinado
Obs: A máquina deve estar ligada no momento da calibração,
para evitar que descarregue a bateria!
5. ADUBAÇÃO
5.6. CALIBRAÇÃO

Colete todo o produto que cai durante a


calibração.
Pese todo o produto coletado.
Insira o peso coletado no monitor em seguida
confirme com o botão 5.
6 ( ): Aumenta o valor do peso.
7( ): Diminui o valor do peso.
Uma mensagem que a calibração foi concluída
com sucesso será exibida.
5. ADUBAÇÃO
5.6. CALIBRAÇÃO

Tabela de Velocidade x Doses.


Após a conclusão da calibração, a Tabela de Velocidade x Doses
será apresentada.
Com ela é possível analisar:
Taxa máxima e mínima de acordo com a velocidade de aplicação.
Velocidade máxima e mínima de acordo com a Taxa de Aplicação Desejada. TABELA 1

Exemplo:
Pegando de exemplo a tabela 1, se o trabalho for realizado numa
velocidade média de 10 Km/h, para essa calibração, a taxa mínima atingível
é de 15,0 Kg/ha e a máxima 4605,0 Kg/ha.
Porém se a taxa de aplicação desejada for de 5000 Kg/ha uma nova
calibração deve ser feita aumentando a abertura da comporta ou a
velocidade de trabalho deve ser reduzida de 10 para 7,5 Km/h.

Pegando de exemplo a tabela 2, se a Taxa de Aplicação Desejada for de TABELA 2


200kg/ha o trabalho poderá ser realizada de 3km/hr até 40km/hr.
Configuração do Trabalho
Taxa Fixa e Taxa Variável.
5. ADUBAÇÃO
5.7. TRABALHO

Após realizada a calibração do produto. Podemos configurar o trabalho do Sistema de


automação de duas maneira.

Taxa Fixa.
Uma taxa padrão para toda aplicação.
Duas taxas fixas podem ser pré configuradas no trabalho.
Sistema controla a esteira conforme a velocidade da máquina.

Taxa Variável.
Taxa variável, de acordo com o mapa de aplicação.
Necessário inserir um mapa de doses na memoria do sistema.
Aceita mapas shape.
Não precisa converter o mapa para ser inserido no computador de bordo.
Envio do mapa feito por pen drive.
Controle da esteira de acordo com a velocidade do trator.
5. ADUBAÇÃO
5.7. TRABALHO

Para configurar o tipo de taxa entre em:


5. ADUBAÇÃO
5.7. TRABALHO

Configuração de Trabalhos.
Calibração do equipamento de acordo com:
Produto que será aplicado;
Posição das réguas do distribuidor.
Tipo de taxa a ser trabalho.

Existem 20 diferentes calibrações que podem ser gravadas.

Para realizar a Calibração do produto selecione um dos campos


e pressione 8 para editar.
5. ADUBAÇÃO
5.7. TRABALHO

Configuração de Trabalhos.
Nome do Trabalho: Sugere-se colocar no nome do produto e
taxa ou local a ser aplicado.
Calibração: Selecionar qual a calibração corresponde ao
produto a ser aplicado.
Taxa fixa.
Tipo de Taxa: Tipo de trabalho, taxa fixa ou taxa variável
(mapa).
Taxa Fixa : Taxa de aplicação, 1 e 2.
Mapa de Entrada: Quando selecionado a opção de Taxa
Variável, é necessário selecionar um mapa de aplicação. O
mapa já deve estar na memória interna do computador de
bordo.
Parâmetro do Mapa: Taxas de aplicação vinculadas ao Mapa
de Entrada.
Tipo de Discos: Tipo de disco sendo utilizado.
Taxa Variável.
Importando Mapas de
Aplicação
5. ADUBAÇÃO
5.8. MEMÓRIA

Inserindo um mapa na memória interna.

Antes de inserir os mapas no


computador de bordo, os arquivos no
formato ShapeFile devem ser gravados
num Pendrive de no máximo 8 GB. Os
arquivos devem ficar diretamente na
raiz, ou seja, fora de pastas.

Todos os arquivos do padrão Shapefile (3 arquivos) devem ter o mesmo nome. Exemplo:
Calcario.shp; Calcario.shx; Calcario.dbf
5. ADUBAÇÃO
5.8. MEMÓRIA

1. Insira o Pendrive com os arquivos na entrada


USB do computador de Bordo.
2. Acesso o Menu Configurações → Memória;
3. Se o computador de bordo conseguir
reconhecer o Pendrive ele deverá apresentar
o número de mapas válidos para gravação
na memória (na imagem ao lado existem 6
mapas válidos)
4. Selecione a opção “Mapas Pen Drive” e
pressione o botão 5 para iniciar a gravação
dos arquivos.
5. ADUBAÇÃO
5.8. MEMÓRIA

5. A gravação dos arquivos pode ser realizada de


duas maneiras:
• Importar todos os mapas: Todos os mapas
presentes no Pendrive serão copiados para a
memória interna;
• Selecionar Mapa: O operador irá selecionar
qual(is) mapa(s) serão copiados para a
memória interna
6. Se o Operador decidir por importar todos os
mapas ele deve confirmar através do botão 5 e
aguardar o término da cópia.
5. ADUBAÇÃO
5.8. MEMÓRIA

6. Se a opção for Selecionar mapas o computador


de bordo irá apresentar a lista de mapas
presentes no Pendrive conforme imagem ao
lado
7. Selecione o mapa desejado e pressione o botão
8 para gravar na memória interna ou no botão
5 para visualizar o mapa antes de gravá-lo.

Se houver a necessidade de visualização do mapa,


utilize o botão 5.

8. Retire o Pendrive do computador de Bordo.