O 500 Ua PDF
O 500 Ua PDF
O 500 UA / MA Articulado
Ônibus
Treinamento Técnico
A DCBR esta disponibilizando para segmento de ônibus urbano duas novas opções de chassis de articulados, O 500 MA 2836 (Piso Normal)
e o O500 UA 2836 (Piso Baixo). Com esses produtos a Mercedes-Benz mantêm a Mais Completa Linha de Chassis de Ônibus para
Mercado Brasileiro.
Vantagens:
9 Maior intercambiabilidade dos componentes entre os modelos com chassi O 500M / U 4x2, facilitando a manutenção e reduzindo volume
de peças de reposição nos clientes .
9 Unificação dos componentes da suspensão e do eixo dianteiro, do O 500 M/U 4x2. Facilidade de encarroçamento
9 Maior robustez, devido ao tipo de fixação entre os módulos
Vantagens:
Vantagens:
Tração Traseira
4 marchas 6 marchas
Retarder Retarder
Modulo eletrônica de diagnose Modulo eletrônica de diagnose
ANS – Automatic Neutral Shifting NBS - Neutral Bus Stop
Composição:
Vantagens:
ZF 8098 – Servocom
Círculo de viragem
PRINCIPAIS VANTAGENS:
9 Suspensão unificada com toda família O500, o que esta consagrada como a melhor suspensão do mercado
9 Conforto e estabilidade assegurada
9 Amortecedores redimensionados
Suspensão integral a ar com 2 foles, 2 Suspensão integral a ar com 4 foles, 4 Suspensão integral a ar com 4
amortecedores, 2 barras superiores amortecedores, 2 barras superiores amortecedores, 4 foles, 2 barras superiores
longitudinais e 2 barras inferiores longitudinais e 2 barras inferiores dispostas em “V”, 2 barras inferiores
dispostas em “ V”, 1 barra transversal e dispostas em “ V”. longitudinais.
barra estabilizadora.
PRINCIPAIS VANTAGENS:
9 Suspensão unificada com toda família O500, o que esta consagrada como a melhor suspensão do mercado
9 Conforto e estabilidade assegurada
9 Amortecedores redimensionados
Freios
9 Ausência de degraus de acesso na porta dianteira e nas portas nos entre-eixos com chassi encarroçado.
9 Chassi com piso rebaixado até a região do eixo traseiro
9 Maior rapidez no embarque dos passageiros.
9 Maior facilidade no acesso de pessoas idosas ou com algum tipo de limitação de mobilidade.
Os Chassis foram desenvolvidos para facilitar o processo de encarroçamento e proporcionar conjunto final de maior qualidade.
Encarroçador recebe o chassi pronto para encarroçamento, não necessitando de alongamento do chassi (Versão carroceria convencional),
tendo o comprimento do chassi de 17,870 m.
Automático
Atenção nos aclives acentuados:
Neutral at BUS
Stop Î Ao se liberar o freio - acelerar o veículo de imediato
Caracteristicas gerais ^cilindros em linha com turbocooler ( turbinado com pós resfriador ) , 4 tempos
Diesel, 4 válvulas no cabeçote de cada cilindro sendo duas de admisão e duas de
escape
Norma de ensaio Conforme norma NBR ISSO 1585
Emissões de fulgem e gasosa EURO 3 PROVONVE P 5
O bloco do motor é feito de ferro fundido endurecido, proporcionando um alto nível de força, estabilidade e diminuição da emissão de ruídos.
As paredes laterais do bloco se prolongam bem abaixo do centro do virabrequim, o que proporciona maior rigidez.
A integração do resfriador de óleo, das unidades injetoras e das galerias do líquido de resfriamento e combustível no bloco proporciona ao
motor um tamanho muito compacto.
As camisas de cilindro são intercambiáveis. Sua característica especial é uma superfície endurecida por indução na faixa de retorno superior
do pistão.
O resfriamento da camisa de cilindro foi ainda otimizado através de um canal de líquido de arrefecimento adicional na faixa superior, onde a
carga térmica é especialmente alta.
À esquerda do lado do volante, uma alça de montagem é fornecida para prender o compressor acoplado com a bomba da direção hidráulica.
9Cabeçotes individuais de ferro fundido, fixados ao bloco por quatro parafusos elásticos.
9Bicos injetores de 6 furos centralizados na câmera de combustão.
9Quatro válvulas por cilindro 2 de admissão e duas de escape, montadas simetricamente em cada um dos cabeçotes de fôrma a otimizar a
saída de gases proporcionando um menor consumo de combustível e menor emissões de poluentes.
Novo bico injetor com luva térmica Tempera por indução em quatro pontos
A – Liquido de arrefecimento
B – Parafusos
C - Óleo sobre pressão
D – retorno de óleo
E – Varetas e retorno de óleo
Apertar
1ª etapa Nm 10
2ª etapa Nm 50
3ª etapa Nm 100
4ª etapa Nm 200
5ª etapa graus 90 - 100
Parafuso de fixação do cabeçote no bloco do motor 6ª etapa graus 90 – 100
Soltar
7ª etapa graus 90 – 100
Diâmetro da rosca mm 15x2 Apertar
Comprimento (L), parafuso novo mm 209,5 – 210,0 8ª etapa graus 90 - 100
Comprimento (L), máx. parafuso usado mm 212 9ª etapa graus 90 – 100
Método 1: Método 2
Regule as válvulas de admissão e de escapamento para Regule as válvulas de admissão e de escapamento em duas
cada cilindro, de acordo com a seqüência de injeção. O das posições do virabrequim, como indicado na tabela.
êmbolo, cujas as válvulas serão reguladas, deve estar no
PMS de compressão, e o êmbolo gêmeo em cruzamento
de válvulas. Cilindro/ válvulas a serem
Motor Posição do virabrequim
reguladas
Motor Posição do virabrequim Cilindro/ seqüência de injeção 1 2 3 4 5 6
PMS de compressão 1 5 3 6 2 4 Cilindro 6 em balanço
6 cilindros 6 cilindros E/A E A E A -
Êmbolo em balanço 6 2 4 1 5 3 Cilindro 1 em balanço - A E A E E/A
Os Êmbolos tem um diâmetro de 28 mm, com uma altura de 140 mm, Eles
cumprem os requisitos da norma EURO III. Seu peso é de 2470 ± 30 g. são
feitos de liga de aluminio, para suportar temperaturas, e revestido com
grafite na literal.
A câmara de combustão é de 93,6 cm³ de capacidade. O primeiro anel é
composto de uma liga de aço com a superficie de contato revestida de
cromo ceramico. Com revestimento em PVD ( phisical vapor deposition). O
segundo anel em aço cónico, é revestido com uma camada de cromomo
nas superficie de contato. O terceiro anel é de aço com anel espansor
nitretado à base de cromo ( cromo duro,channel e ceramico) e de
molibidenio.
A filtragem do combustível é garantida por um filtro separador de água e por outro de papel montado depois da bomba de
alimentação manual. Está bomba manual pode ser montada à parte, como se pode ver no esquema, ou montada diretamente no filtro
separador como observamos na figura abaixo.
Apresentação Técnica <> Ônibus O-500 UA/ MA 36
Global Training
Sistema de alimentação Combustível
No sistema de alimentação de combustível encontramos uma verdadeira ruptura com os sistemas tradicionais dotados com bomba injetora.
A necessidade de se elevar à pressão de injeção para aproximadamente 1800 bar fez com que nestes motores fossem adotadas unidades
injetoras individuais para cada cilindro.
Pressão de abertura
9 Para melhor escoamento, aplicar ar comprimido na conexão de entrada da galeria de combustível no bloco.
O sistema de lubrificação foi configurado de forma que todos os componentes do motor sujeitos à altas solicitações sejam lubrificados sob
pressão. O conjunto do filtro de óleo tem uma válvula de segurança que permite, caso o filtro esteja saturado, a passagem direta do óleo aos
pontos a serem lubrificados.
1 Injetor
2 Parafuso Oco
Todo o líquido de arrefecimento impulsionado pela bomba d’água flui através do trocador de calor
do óleo lubrificante, e em seguida, é distribuído por passagens dosificadoras, efetuando o
arrefecimento na linha dos cilindros e nos cabeçotes, retornando ao radiador ou para a bomba
d’água, dependendo da posição das válvulas termostáticas.
A bomba d’água de alta vazão é parcialmente integrada ao bloco e está montada na parte frontal
do motor. Seu acionamento é feito por correia multicanal nos ônibus.
O sistema de alimentação de ar dos motores OM-457 LA é composto por um filtro de alta capacidade de vazão aproximadamente 33m³ / min),
um turbocompressor de elevado desempenho dotado de recirculador de ar e radiador de ar com maior área.
Todos esses fatores garantem uma grande capacidade de alimentação de ar dos cilindros, o que por sua vez, permite uma queima perfeita do
combustível resultando em elevado torque com rotações mais baixas e menor emissão de poluentes.
0bs.: Caso 0 momenta de atrito seja major ou menor que 0 prescrito, desmontar
novamente 0 pinhão e substituir a arruela de regulagem por uma de espessura menor ou
major respectivamente.
Após constatado que o momento de atrito esta correto, remover o dispositivo e flange de
acoplamento. Introduzir os retentores no porta retentores com mandril apropriado.
OBS.: Encher com graxa 0 espaço entre os dois retentores e entre o lábio guarda pó
e o lábio vedador do retentor externo Montar 0o porta-retentores com massa de vedação,
sob pressão na carcaça do pinhão. Em seguida montar 0 flange de acoplamento no pinhão,
lubrificando com óleo para engrenagens a superfície de atrito do mesmo nos retentores.
001 589 49 21 00
Cada conjunto de coroa e pinhão possui medidas de montagem para obter um contato perfeito entre
os dentes. Devido à tolerância de fabricação, a medida diverge geralmente da medida básica padrão.
Esta divergência encontra-se gravada na face oblíqua da coroa, poderá ser positiva ou negativa em
relação
à medida básica padrão.
Tem-se:
G = Medida básica
G1=Medida negativa
(1) Padrão para 103mm G2=Medida positiva
(2) Padrão para 106mm
1 Instalar o relógio comparador com o prolongador (4) no dispositivo de ajuste (3) sem fixá-lo.
2 Fixar no dispositivo de ajuste (3) o padrão correspondente (1) ou (2) e ajustar a escala do
comparador com pré-carga de 2mm.
Exemplo: G=103mm - Medida básica do pinhão
3 Instalar o dispositivo de ajuste nos mancais da carcaça do porta-diferencial de modo que o apalpador
esteja em ângulo reto na superfície frontal do pinhão. Girar radialmente o dispositivo (para um lado e
para o outro) até encontrar o ponto onde a escala do comparador indicar o menor ponto.
4 Verificar a medida básica observando a divergência do valor indicado na coroa.
O gabarito padrão tem duas finalidades, confirmar a medida de montagem dos pinos dos mancais
do conjunto coroa e pinhão, e dos orifícios do alojamento de apoio no corpo do eixo.
13.5.1 Colocar o dispositivo de regulagem da pré-carga (1) com o relógio comparador (2) sobre o
gabarito padrão (3).
O dispositivo de regulagem poderá ser regulado nas correspondentes dimensões:
Com coroa de 233 mm = 234 mm
Com coroa de 300 mm = 270 mm
13.5.3 Com o dispositivo (1) devidamente regulado, colocá-lo sobre os pinos das capas dos
mancais e apertar levemente o parafuso de fixação (X).
13.5.4 Girar várias vezes a coroa até que o valor indicado no comparador permaneça constante. O
valor indicado poderá variar entre -010 a +0,40 mm em relação ao valor padrão ajustado.
13.5.5 Apertar o anel roscado do lado dos dentes da coroa, até que o valor indicado pelo relógio
comparador seja no mínimo 0,05 mm maior que o ajustado no gabarito padrão.
13.5.6 Apertar os parafusos do mancal do lado dos dentes da coroa e comprovar o valor no
comparador. Este não poderá ser superior a 0,08 mm.
13.5.7 Obtida então a medida desejada, verificar novamente a folga entre os dentes do conjunto
coroa e pinhão
13.5.8 Remover o suporte como relógio comparador e colocar as chapas-trava nos anéis roscados.
A coroa e o pinhão formam um conjunto distinto cujas tolerâncias e acabamentos não permitem
o intercâmbio individual dos mesmos, de modo que o ajuste da medida básica e da folga entre
os dentes são o suficiente para a sua montagem. Independente disso, poderá ser efetuada a
título de inspeção, uma verificação
das marcas de contato dos dentes do conjunto coroa e pinhão.
1. Fixar o suporte do comparador (1) com o relógio comparador (2) e o prolongador (3) no cubo
campana.
2. Colocar o relógio comparador (2) com aproximadamente 1 mm de tensão prévia sobre a semi-
árvore e ajustar a zero a escala de medição do
comparador.
3. Mover de um lado para o outro a semi-árvore com o adaptador (4) e o dispositivo (5),
comprovando assim a fola axial.
Se não for alcançado o valor estipulado, regular a folga axial acrescentando ou removendo os calços correspondentes.
O 500 MA O 500 UA
Freio a tambor Freio a disco
Valores de aperto
Lubrificantes utilizados
Medidas de controle
9 No sextavado do ajustador (23) recuar o tubo rosqueado contra o relógio até que as pastilhas
do freio posam ser retiradas (a embreagem de segurança contra torque excessivo no ajustador
gera um ruído de estalo).Prensar pastilha interna do freio (12) em direção do cilindro de freio.
9 Retirar as pastilhas (12) do encaixe.
Em cada troca de pastilha do freio examinar se o disco do freio apresenta ranhuras e trilhas de
assentamento.
Observações
9 Na situação da superfície A1 até C1 o disco do freio pode continuar a ser usado até alcançar o valor máximo do desgaste de B= 37mm.
9 Normalmente os discos de freio da KB são isentas de manutenção, isto é, não requerem torneamento na substituição das pastilhas.
9 Somente em alguns casos excepcionais o torneamento se apresenta como sensato para aumentar a superfície de sustentação das pastilhas
no período de amaciamento, como por exemplo na apresentação de sulcos profundos em toda a superfície. Por razões de segurança, a
espessura mínima para o torneamento foi fixada em 39 a
40mm.
9 Além disso, devem ser observado as indicações do fabricante para o torneamento dos discos de freio.
9 Deve ser possível movimentar manualmente (sem ferramenta) a sela do freio (1) através de
todo o curso (> 30mm) por cima das peças guia (5) e (7) respectivamente (4) e (6).
A bucha guia (5) está vedada com o fole (9) e a tampa do fole (10). As peças
(9) e (10) não podem apresentar rachaduras ou danos.
9 Os foles não podem apresentar rachaduras ou outros danos nas pás de pressão (13) e nas
tampas.
9 Controlar se o assento está em ordem.
Observação
A penetração de sujeira e umidade leva à corrosão e prejudica o funcionamento mecânico
de aperto e regulagem do freio.
Observação
Na colocação do garfo de espremer (A) entre peça de pressão e a face do tubo rosqueado,
resulta uma força de cunha.
Verificar a tampa de vedação ( seta). a). Se danificada a sela do freio deve ser substituída.
9Encaixar nova pastilha do freio (12) na fenda externa da sela do freio, afim de que os tubos
roscados não possam ser desparafusados da ponte.
9 Ambos os tubos roscados são sincronizados.
ATENÇÃO
Não desparafusar o tubo rosqueado (16) completamente da ponte, senão a sela de
freio terá que ser substituída
9Com a sela de freio montada Untar roscas com graxa branca Renolit HLT2.
9Desaparafusar tubos roscados. Montar nova bucha seca no tubo rosqueado (16).
9Encaixar peça de pressão com fole (13) no bocal do tubo de pressão Centrar ferramenta de
prensar (B) N° 98696589004300 com punção curto em cima do fole (13) e prensar o fole. Virar
a ferramenta de montagem (B) N° 98696589004300 e prensar a peça de pressão (13).
9Com sela de freio desmontada Untar roscas com graxa branca Renilit HLT2.
9Retroceder tubo rosqueado (16).
9Montar nova bucha seca no tubo rosqueado (16).
9Encaixar no bocal do tubo a peça de pressão com fole (13) através de um punção
comprido.
9Centrar ferramenta de prensar (B) sobre o fole (13) e prensar fole.
9Girar a ferramenta de prensar (B) e prensar a peça de pressão (13).
Observação:
Antes da montagem das pastilhas do freio, o freio deve ser retrocedido por
completo. Limpar o poço das pastilhas do freio.
9Empurrar a sela do freio (1) em direção ao lado externo do veículo e encaixar a pastilha externa
(12).
9 Em seguida, empurrar a sela outra vez para o lado interno do veículo e encaixar
Pastilha interna (12)
9 Eventualmente ligar indicador de fim de desgaste.
Ajustar a folga
9 Para efetuar estas operações, liberar inicialmente com as ferramentas adequadas a
pastilha do freio do suporte dentro do poço das pastilhas.
9 Afim de ajustar a folga, colocar inicialmente o calibre apalpador entre a peça de pressão e
a chapa do suporte da pastilha e ajustar a folga do ajustador (23) através de aperto (no
sextavado) no sentido do relógio para 0,7mm.
9 Para verificação, colocar o calibre de lâmina entre a peça de pressão e a chapa do suporte
da pastilha e medir a folga.
9 Montar a tampa (37).
9 Encaixar o suporte da pastilha (11) na ranhura da sela do freio (1) e estender com chave de
fenda até que o pino (44) possa ser colocado na furação.
9 Montar pino (44) e arruela (45) e segurar com pino elástico (26).
9 Após o acionamento do freio de serviço, o eixo da roda deve poder ser movimentado
manualmente como freio aliviado. Corrigir eventualmente a folga.
9 Montar as rodas (de acordo com o fabricante).
Observação
No jogo de juntas está incluído uma nova bucha guia (comprida) e um novo par parafuso
cilíndrico.
Observação:
Existem duas execuções de bucha guia (curta e comprida).
9 Untar bucha guia por dentro e por fora com graxa verde Syntheso GL EP1.
9 Apertar a nova bucha guia na cinta e introduzi-la no foro pelo lado de dentro da sela do freio.
9 Introduzir a bucha guia (6) até que a cinta da bucha guia (6) se encaixe nos ressaltos (setas) da
furação segurando contra deslocamento.
Atenção
A graxa branca contendo óleo mineral não deve ser usada de forma alguma
na bucha guia. Somente graxa verde (sem óleo mineral) deve ser usada!
Observação:
No jogo de reparo está incluído uma nova bucha guia (curta) e uma novo parafuso cilíndrico.
9 Montar a bucha guia e o fole.
9 Montar a sela do freio.
9 Observação:
9 Apertar os parafusos com 285+25 Nm e testar a sela do freio contra fácil deslocamento.
9 Conectar o manômetro no ponto (A). 9 Conectar os manômetros nos pontos (B), (C), (D) e (E).
9 Funcionar o motor até ocorrer a abertura da válvula de descarga e comprovar: 9 Pressurizar o sistema com a pressão máxima.
Pressão de descarga 10,0 bar 9 Despressurizar o circuito 23 e comprovar :
Pressão de carga 9,0 bar Pressão de segurança nos demais circuitos >6,5 bar
9 Pressurizar o sistema e comprovar:
2. Manômetro duplo do veículo Todos os circuitos serão pressurizados antes do 23
9 Após o teste 1 comprovar: O circuito 23. será pressurizado quando os demais atingirem 7,5 bar
Divergência entre o manômetro do veículo e o de teste Máx. 0,3 bar 9 Despressurizar o circuito 24 e comprovar:
Pressão de segurança nos demais circuitos > 6,5 bar
3. Válvulas protetoras circuitos 21 e 22 9 Pressuriza o sistema e comprovar:
9 Conectar os manômetros (8) e (C). Todos os circuiros serão pressurizados antes do 24
9 Pressurizar o sistema com a pressão máxima. O circuito 24. será pressurizado quando os demais atingirem 7,5 bar.
9 Para o motor , despressurizar pela válvula de encher pneu e comprovar:
Pressão residual (manômetro B) 8,0 bar
Pressão residual (manômetro C) 8,0 bar
6. Válvula de retenção circuitos 25 e 26.
4. Válvula Limitadora 9 Conectar os manômetros nos pontos (F) e (G).
9 Conectar o manômetro no ponto (D). 9 Pressurizar o sistema com a pressão máxima.
9 Pessurizar o sistema e comprovar: 9 Despressurizar os circuitos 23 e 24 e comprovar:
Pressão máxima 8,5 bar Pressão nos circuitos 25 e 26>8,0 bar
Introduzir as molas (18) e (19), encaixar a cremalheira (11) e introduzir a tampa expansora
(17) com a parte convexa para fora.
Montar a unidade de comando (15) com uma nova junta de vedação (14) fixando com os
parafusos (16).
H1 = 77mm
Distância entre a haste do eixo e a face inferior da estrutura
H = 144mm
Distância entre o eixo central e a face inferior do trilho lateral
H2 = 120mm
Distância entre as braçadeiras do eixo traseiro e a face inferior do trilho lateral
H1 = 110mm
Distância entre a haste do eixo e a face inferior do trilho lateral
H2 = 120mm
distância entre as braçadeiras do eixo traseiro e a face inferior do trilho lateral
Para o ajuste das válvulas de regulagem, consideramos uma medida chamada "H1" para o lado dianteiro e "H2 para o lado traseiro, com
elevação e abaixamento da suspensão dos sistemas não ativados.
Observação:
Para os eixos intermediários do O 500 2836 UA a altura é identificada com “H” e para os chassis O 500 2836 MA e “H2” refere-se as alturas
dos eixos traseiro e intermediário (iguais).
Com o veículo em um solo plano e nivelado, as válvulas de regulagem permanecem inoperantes com suas alavancas no ponto neutro.
Para cima, a alavanca pressuriza os fores pneumáticos, e para baixo despressuriza.
Condições preliminares:
Notas importantes:
Na suspensão dianteira, uma única válvula controla ambos os foles pneumáticos.
A válvula de regulagem (A) permanece na posição neutra quando a alavanca (B) não estiver ativada. Depois de uma distância de
percurso de 6 mm de cada lado, a válvula começa a funcionar. (alavanca de 175 mm).
Acionando a alavanca (B) para cima (B), a pressão nos foles diminui e a estrutura é levantada.
Acionando a alavanca (B) para baixo(B), a pressão nos foles diminui e a estrutura é baixada.
1- Desconecte a haste de ativação (C) do conector esférico da articulação (D), deixando-a solta e
deixando a alavanca da válvula de nivelamento (B) na posição neutra.
2- Carregue o sistema de ar comprimido ao nível máximo.
3- Estabeleça o ponto de medição da altura H1 para a suspensão dianteira ou H2 para a suspensão
traseira claramente.
4- Ative a alavanca (B) da válvula de nivelamento e estabeleça a medição do ajuste H1 (dianteiro)
ou H2 (traseiro). Não exceda na elevação, pois a alavanca poderá perder o controle.
5- Ajuste a haste (C) até chegar à posição do ponto "neutro" da alavanca (B) da válvula de
nivelamento. Neste ponto, conecte a haste ao conector esférico, certificando-se de que a porca de
Suspensão dianteira ajuste da haste tenha sido apertada.
Suspensão traseira
Apresentação Técnica <> Ônibus O-500 UA/ MA 89
Global Training
Para confirmar o ajuste, recomenda-se desconectar a alavanca da haste novamente, liberar o ar dos foles de ar manualmente, conectar
a alavanca, pressurizar o sistema do veículo e esperar até que a altura H1 ou H2 seja automaticamente restabelecida.
Se as suspensões dianteiras e traseiras já estiverem ajustadas, sugerimos fazer um test drive com o veículo, de preferência em estradas
acidentadas e superfícies irregulares. Depois de colocar o veículo em um box e confirmar as alturas de ajuste H1 na parte dianteira e H2
na parte traseira.
Nota:
Se o veículo não mantiver as alturas de ajuste H1 na dianteira e H2 na traseira, a falha possivelmente esteja na válvula de segurança 8.02
instalada na válvula de regulagem. Neste caso, a pressão de ar retorna dos foles para o tanque de compressão de ar. através da válvula
quando o veículo estiver estacionado.
Quando o encarroçamento do chassi tiver sido concluído, as dimensões a seguir devem ser verificadas e ajustadas em cada
veículo.
Se for encontrada discrepância nos dados, o ajuste do cáster (e) deve ser feito através dos braços de controle de comprimento variável (1)
cuja faixa de ajuste é de ± 30mm.
Caso haja divergência entre os valores, deverá ser realizada a regulagem do ângulo
de avanço do pino mestre (cáster) utilizando-se os calços acima na posição
indicada pelas setas na figura ao lado, até que se obtenha o valor correto.
Para levantara articulação tem que ser feita em 4 pontos com cabo de aço.
Parafuso de ficção da articulação no veiculo parte dianteira M16 x 130 com arruela
alto travante.
1ª etapa 150 Nm
2ª etapa 317 Nm ( ± 15 Nm )
Parafuso de fixação da articulação no veiculo parte dianteira M20 x 130 com cabeça alto travante
1ª etapa 300 Nm
2ª etapa 552 Nm ( ± 25 Nm )
Para ajustar o sensor esterçar o veiculo para a direita ou esquerda e fazer o ajuste
com calibre de laminas.
Valor 4±1 mm
Aperto das porcas de fixacão do sensor maximo 70 Nm.
Medição de pressão
Luzes-piloto
Dados técnicos:
Adjusting the backlash between the differential crown and pinion involves the following steps: First, position the comparator support with the dial indicator on the differential housing, then move the assembly axially by loosening/tightening the threaded rings to adjust the backlash. Measure the backlash at four points each 90° apart, ensuring there is neither preload nor excessive clearance in the bearings. Fix the pinion at the point of smallest backlash and move the differential assembly axially to achieve the prescribed minimum backlash, ensuring the mounting bolts on the bearings are tightened on the opposite side of the crown teeth. The acceptable backlash range is 0.30 - 0.41 mm .
Inspecting and replacing worn components involves ensuring the seals and pressure parts have no cracks or damage. A defective brake caliper seal should be replaced, and the guide's seamless functioning verified. If a replacement is needed, the old guide and seal components are disassembled, and the new ones are installed with a pressing tool. The moving parts should remain undamaged, and the caliper guide sliding function restored through seal kits or repairs .
Prior to mounting brake pads, ensure the brake's pistons are fully retracted and clean the pad channels. Insert the outer brake pad towards the vehicle's exterior, then the inner pad towards the vehicle's interior, possibly activating the wear end indicator. Adjust clearance by inserting a gauge between pressure parts and adjusting through clockwise nut turns to 0.7mm. Ensure manual wheel movement post-operation to correct any remaining brake clearances and complete the wheel assembly based on manufacturer guidance .
If contact marks appear at the base of gear teeth, the pinion mounting measure is too small, which calls for an increase in the pinion's basic mounting distance. If marks are at the tooth head, the pinion measure is too large, requiring a decrease in the pinion distance and a slight increase in the crown mounting distance to maintain proper flank clearance. These adjustments are crucial to prevent contact at inappropriate areas, which can affect performance .
Proper measurement and adjustment of bearing pre-load in differential gear housing involves using a dial indicator on a regulation device and a standard template. The device is positioned over bearing pins, with slight fixing screw tightness. The crown is rotated until a consistent comparator reading occurs, adjusting the threaded ring on the crown side to achieve at least a 0.05 mm pre-load excess over the template standard, ensuring maximum 0.08 mm variance. This adjustment ensures proper pre-load for optimal performance and longevity of gear components .
Regular inspection of brake components is vital for ensuring safety and functionality due to the system's critical role in vehicle operation. Defects in components such as seals, corrosion on threaded bolts, and improper lubrication can lead to inefficiencies and failures. Ensuring all components are intact and properly functioning reduces risks of brake failure and maintains stopping efficiency, crucial for preventing accidents. Inspections also ensure that parts like the guide bush and fole remain undamaged for smooth guide sliding .
Verification of axial endplay in the semi-axle is vital to ensure optimal performance and prevent premature wear. It is conducted by positioning a dial indicator with approximately 1 mm of pre-stress on the semi-axle and setting the gauge to zero. Axial movement is applied using an adapter and device, checking play. If prescribed values aren't met, adjust the axial gap by inserting/removing shims. The prescribed axial play range is crucial for the functionality and longevity of gear components .
To ensure optimal mounting measurements for the pinion, follow these steps: Install the dial gauge extension on the adjustment device without fastening it. Fix the corresponding pattern on the device and adjust the comparator with 2mm pre-load. Place the device on the differential housing bearings ensuring contact at a right angle to the pinion surface and rotate to find the comparator's lowest reading point. Verify against the crown's inscribed divergence value for standard measures, adjusting for positive or negative divergence to achieve precise contact between gear sets .
To verify and adjust the contact marks between the crown and pinion gears, apply contact paint to two crown teeth spaced 180° apart. Rotating the pinion forwards and backwards while braking the crown with a piece of hard wood allows for visual inspection of the contact marks. Proper contact should not occur at any external tooth edge. If incorrect, adjust the basic mounting distances: increase the pinion distance if marks are at the tooth base, or adjust the crown and pinion distances if marks appear elsewhere, preserving correct flank clearance .
For non-ECAS systems, suspension height adjustments on vehicle chassis are conducted with the vehicle on level ground and brakes applied. Vented regulation valves must be in a neutral state. Adjustments are made by stimulating the height control valves to inspect the suspension levels (H1 for front and H2 for rear). The adjustments ensure the contact measurement corresponds with the designed height, keeping suspension heights consistent regardless of tire size .