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Os escritos de José Duarte Ramalho Ortigão e de Mariano Pina e a arte francesa do século XIX1

Profa. Dra. Maria do Carmo Couto da Silva


(Doutora em História da Arte pela Unicamp.
PNAP-R/FBN – 2015-2016)

Gostaria de agradecer à Biblioteca Nacional pela oportunidade de realização e


apresentação desta pesquisa e aos funcionários envolvidos neste trabalho, por sua imensa
dedicação e gentileza, em especial, a Angela di Stasio e ao Marcus Venicio Toledo Ribeiro.
Agradeço também a Biblioteca Nacional pelo projeto da Hemeroteca Digital, que muito tem
facilitado as nossas pesquisas.
Nesta comunicação apresentarei um resultado parcial da pesquisa que realizo junto a
esta instituição, sobre a crítica de arte de autores portugueses publicada em periódicos
dirigidos ao público português e brasileiro nas últimas décadas do século XIX. A pesquisa
voltou-se para os escritos de dois autores muito representativos, José Duarte Ramalho Ortigão
(1836-1915) e Mariano Pina (1860-1899), intelectuais que escreveram sobre os mais diversos
assuntos, mas que também trataram do campo da literatura e das artes plásticas.
Como historiadora da arte o meu interesse principal foi o de entender qual o
significado da arte francesa para estes homens, que viveram longos períodos na França e que
integraram um grupo de intelectuais portugueses que ficou conhecido como os Vencidos da
Vida, assim como aprofundar o conhecimento sobre quais tendências e propostas estéticas
eles apoiaram.
A arte francesa era no século XIX uma referência para a arte mundial e inclusive
para arte brasileira. Desde a gestão de Felix-Emile Taunay na Academia Imperial de Belas
Artes muitos artistas brasileiros passaram a estudar no exterior, especialmente na França,
onde o Salão anual parisiense trazia as principais vertentes artísticas do momento, e também
na Itália.
Abordarei inicialmente a visão de Ramalho Ortigão sobre alguns aspectos da arte
francesa em texto publicado no jornal A Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro no final da
década de 1870. É possível perceber a importância da coluna do escritor neste jornal por ser

1
Texto apresentado na 2ª Jornada de Pesquisadores da Fundação Biblioteca Nacional Programa de Residência
em Pesquisa na Biblioteca Nacional - Programa de Apoio à Pesquisa, 13 a 15 de julho de 2016
publicada na primeira página e ocupar grande parte da mancha gráfica na parte inferior da
mesma.

Primeiramente irei apontar alguns dados da biografia de Ortigão, que auxiliarão a


compreender a sua trajetória. O escritor português José Duarte Ramalho Ortigão (1836-1915)
nasceu no Porto a 25 de novembro de 1836. Era o mais velho de nove irmãos e passou sua
infância naquela região, criado por sua avó materna. Dessa maneira é possível ressaltar no
autor a ligação com o meio camponês de Portugal e também a influência, desde muito jovem,
como ressaltam os seus biógrafos, da leitura de Viagens na minha terra, de Almeida Garret,
livro que marca uma revalorização da paisagem nacional portuguesa.
Passando por Coimbra, o autor ingressou em um curso de Direito, não terminado, e
dedicou-se a dar lições de francês no Colégio da Lapa, no Porto. Datam desse período os seus
primeiros escritos: Primeiras Prosas, Crônicas Portuenses e Literatura de Hoje. Participa da
Questão Coimbrã com o texto Bom Senso e Bom Gosto, que marca a sua posição em uma
nova geração de escritores, inconformista e moderna.
Em 1857 casa-se com D. Emília Isaura de Araujo Vieira, do qual nascem os seus
filhos Vasco (que teve uma grande loja no Brasil), Berta e Maria Feliciana.
De sua viagem a Paris, realizada em 1878 para visitar a Exposição Universal resulta o
livro Notas de Viagem: Paris e a Exposição Universal. O autor acompanha vários aspectos da
mostra daquele ano, publicando diversos textos na Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro. Na
introdução do livro ele escreve uma carta explicativa ao editor da Gazeta de Notícias, em que
relata sobre o pedido feito por Ferreira de Araújo para que comentasse em sua coluna sobre
aspectos de Paris e sobre a importante exposição que ocorria naquela cidade.
Quando surge uma vaga para oficial da Academia de Ciências de Lisboa, transfere-se
para aquela cidade com sua família. É ali que ele irá compor a geração de setenta, que
representou naqueles anos “uma verdadeira revolução cultural” (OLIVEIRA, 1999, p.12) e
teve representantes como Eça de Queiroz, Oliveira Martins, Antero de Quental, Guerra
Junqueira, Teófilo Braga e Jaime Batalha, entre outros.
É nesse momento também que surgem As Farpas, uma “pedrada no marasmo da
sociedade de então” (Ibid, p.17), folhetos que contaram com a participação de Eça de
Queiroz. Estes folhetos resultaram na publicação de quinze volumes, além do volume Ultimas
Farpas e Farpas Esquecidas, com as quais Ramalho Ortigão colaborou na revista de Bordalo
Pinheiro, O António Maria.
Dos textos sobre viagem que escreveu, muitos deles publicados na Gazeta de Notícias
do Rio de Janeiro, destacamos aqueles sobre viagem a Espanha, Itália, Inglaterra (ao qual ele
dedicou o livro John Bull - Depoimento de uma testemunha acerca de alguns aspectos da
vida e da civilização inglesa (1887) e A Holanda (1883), considerada por muitos estudiosos
como o seu melhor livro.
Ramalho Ortigão tornou-se um intelectual bem conhecido no Brasil, e desde o final da
década de 1870 até o começo do século XX escreveu textos para da Gazeta de Notícias do
Rio de Janeiro. Em suas colaborações para o jornal brasileiro o autor tratou de assuntos
variados como política, artes plásticas, literatura e história de Portugal. Como nota João
Carlos Zan (2009, p.108), os escritos de Ortigão influenciariam toda uma nova geração de
escritores brasileiros como Luiz Murat, Pardal Mallet e Olavo Bilac e também alguns críticos
de arte, como o notável Gonzaga Duque, no seu livro Arte Brasileira (1888).

Voltando à questão da arte francesa, em Exposição de Pinturas, texto publicado na


Gazeta de Notícias, em 1878, o autor fez uma crítica à pintura de Alexandre Cabanel, um
prestigioso pintor francês, que foi mestre de diversos artistas portugueses e brasileiros, como
os pintores Antonio da Silva Porto, João Marques de Oliveira, Rodolfo Amoedo e Almeida
Júnior. Escreve Ortigão:

Cabanel, prix de Rome, membro do Instituto, pontífice da escola clássica, sucessor de


Ingres, figura em primeiro lugar, pela sua grandeza colossal, a tela intitulada S. Luis, rei
de França. Este quadro é o mais solene, o mais pomposo, o mais atrevido, o mais
faraônico testemunho que a intervenção oficial e acadêmica pode dar da ação nociva que
tem na arte, sempre que tenta elevá-la, impondo-lhe os seus preceitos. (...). O quadro é
enorme e tem o aspecto confuso e complicado do mais indecifrável dos aparelhos
mecânicos que figuram na galeria das máquinas. (ORTIGÃO, 1878c, p.1)2

Em outro texto o autor ressalta que “a ala dos cabanelisados expõe bastante outros
quadros da religião e da mitologia, dos quais uns são enigmas que ninguém consegue decifrar
sem recorrer aos dicionários da fábula, outros são a repetição banal, a cópia incorreta,
descorada...” (ORTIGÃO, 1878b, p.1). Nota-se no texto que Ortigão tem em mente outras
referências da arte francesa, que não são os artistas tradicionalmente ligados à Academia: “os
grandes mestres da moderna pintura francesa, Corot, Daubigny, Millet, Courbet (...) De
Chavannes e outros não podem ser apreciados no Campo de Marte, onde ou não figuram ou se
não acham suficientemente representados” (Ibid., p.1).

2 A linguagem dos textos citados foi modernizada.


Ramalho Ortigão ressalta que as melhores obras estão em mostras particulares, como
a de Corot, com oitenta e sete quadros, ou a dos impressionistas, que não têm exposição
pública. Essa é uma idéia que irá aparecer em outros escritos do autor, que convida sempre o
leitor a visitar outras mostras de arte que não as oficiais, para conhecer a arte moderna.
Outro ponto interessante é a abordagem de representação feminina que ele apresenta,
associada a uma nova visão da mulher e do povo:

Entre os retratos de Cabanel, há o de uma loura ideal, meio corpo, tamanho natural,
vestida de preto, mãos e braços de um mimo, de uma elegância, de uma transparência que
revela um antigo sangue, demasiadamente aristocrático, depurado através de quatro ou
cinco gerações, chegado finalmente à sua derradeira fase. Uma senhora ao meu lado
disse: Como deve dar prazer o ser assim bela! Unicamente se receia que uma tão delicada
perfeição, subtilizada em trezentos anos de ociosidade, de languidez, de torpor na meia
luz dos boudoirs afofados de veludos e de rendas, se evapore de repente como um
perfume precioso, ao contacto do ar livre. E tem a gente vontade de a empacotar em uma
nuvem de algodão em rama, e de a içar num raio da lua para a placidez do limbo.
(ORTIGÃO, 1878c, p.1.)

O contato maior com o realismo francês influenciou muito o autor naqueles anos,
que irá escrever: “Como as mulheres de Cabanel e de Bouguereau, dois clássicos, contrastam
violentamente com as mulheres de Jules Breton, o primeiro dissidente do convencionalismo
acadêmico.” (Ibid.,p.1)
Nesse momento Ramalho Ortigão aponta para o rompimento com as convenções
acadêmicas dentro das novas propostas da arte moderna. Escreve o autor:

Os quadros de Jules Breton não têm o acabamento longamente esmiuçado, pacientemente


relimado e repolido dos discípulos de Ingres, dos Cabanelistas. Este pintor,
essencialmente moderno, compreende que, tendo por fim a obra de arte transmitir uma
comoção, que se quis expressar, feriu de um modo rápido e profundo a atenção do
espectador. Tudo quanto daí por diante se acrescente ao quadro é obra do joalheiro, do
embutidor ou do retórico, nunca do artista. Nos quadros de Jules Breton não se pressente
o delineamento prévio do desenho, a imposição minuciosa do contorno. Dir-se-ia, pelo
seu estilo, que o quadro principiou por uma mancha de luz e de sombra que se alastrou
progressivamente do centro para a circunferência até encher a tela com a aparição
evocada. (Ibid.,p.1)

A mancha de luz e sombra mencionada pelo autor, a meu ver, permite a valorização
da figura que o pintor desejava representar: a imagem da trabalhadora, da camponesa. No
texto abaixo ele descreve a figura da ceifeira pintada por Breton:

Ao sol poente, em um campo raso (...) uma forte figura de mulher, uma Rute, uma Judite,
do tamanho natural, com uma grossa camisa e uma saia curta, os braços nus, os pés
descalços, um feixe de trigo ao ombro, adianta-se para nós, saindo da tela em toda a sua
majestade da força e do trabalho. É a ceifeira. Ao fundo, o crepúsculo recua até o infinito
no espaço vaporoso. A figura da ceifeira é de uma realidade tão robusta e tão poderosa
que se impõe como pura imagem do destino humano, da luta do homem com a natureza”.
(Ibid.,p.1)

Essa visão da mulher será retomada nas obras do pintor português José Malhoa, em
pinturas como Corando a roupa (1905) ou em Clara (1918), ressaltando o tipo feminino em
contato íntimo não só com a natureza e a vida do campo, mas uma exaltação da mulher do
povo e da trabalhadora.
Ramalho Ortigão escreve também para a Gazeta de Notícias, em 1878, um texto
sobre o impressionismo. É importante lembrar que a primeira exposição do movimento havia
ocorrido apenas quatro anos antes e que não fora, a princípio, bem compreendida por parte do
público. Dessa forma, afirma Ortigão:

A verdade é que o público não sabe ver senão as obras de arte que lhe aparecem dentro
das antigas formas que ele conhece, que se acham há muito decifradas, cuja significação
ele atinge imediatamente. (...) Os impressionistas consolam-se dos desdéns e dos insultos
de que são objeto, apelando para o futuro, lembrando-se de que foram igualmente
incompreendidos, quando principiaram, Delacroix, Corot, Courbet e Millet, cujo talento
ninguém já hoje lembra de discutir. (...)

O público não compara a obra de arte senão com outra obra de arte que a precedeu. Não
sabe fazer o cotejo do quadro com o objeto vivo. Só os olhos muito privilegiados por uma
educação especial são capazes de olhar para uma árvore e de discriminar todas as cores de
que ela oferece o espetáculo, as cores que procedem do contacto direto dos raios
luminosos, as que procedem dos reflexos comunicados pela aproximação de objetos
diversamente coloridos, as cores primitivas, as cores compósitas, as cores
complementares, etc. No campo, ao ar livre, certos reflexos, das árvores, das estradas
brancas, da areia fulva, dão as coisas um tom geral, que umas vezes é roxo, outras azul,
outras cor de lilás. Quem é que, a não ser pintor, se sente impressionado por esses efeitos?
(ORTIGÃO, 1878a, p.1)

O autor utiliza em seus textos muitos pontos apontados pelo crítico de arte de
Theodore Duret, para explicar ao público as propostas do impressionismo. Ramalho Ortigão
comenta então que a escola impressionista: “já tem um brilhante papel na pintura moderna e
está destinada a ser uma poderosa encaminhadora da arte para o futuro.” (Ibid., p.1)
É importante agora compreender também os escritos de Mariano Pina (1860-1899),
apontando apenas alguns de seus dados biográficos. Ele começou sua carreira como jornalista
no Diário do Commercio em 1878, e posteriormente passou a escrever para o Diário da
Manhã; Diário Popular; o Nacional (sendo também diretor da publicação) e o Correio
Nacional. Em 1884, fundou a A Illustração: revista de Portugal e do Brasil, publicada até
1892, periódico que se destacou pela qualidade de suas gravuras.
Mariano Pina fixou-se em Paris, onde escrevia os editoriais e as colunas de literatura
e arte. Na capital francesa, ele freqüentava as exposições de arte e os Salões anuais, que
comentava metodicamente todos os anos. Sobre isto ele escreve em 1884:

Portugal e Brasil têm sido por vários anos brilhantemente representados e ainda
ultimamente vimos no Salon trabalhos bem notáveis dos portugueses: Arthur Loureiro,
Columbano Bordalo Pinheiro, Sousa-Pinto, Ramalho, Greno, Rato, Condeixa, e dos
brasileiros Amoêdo, Almeida, e ainda o ano passado Victor Meirelles. Este ano também
expõem trabalhos alguns artistas dos dois países, e escusado será dizer aos nossos leitores
que em breve vão aparecer nas páginas da Illustração as reproduções dos seus quadros,
para que o público de Portugal e do Brasil veja como os seus compatriotas também
ilustram a arte, numa exposição tão importante como esta é.(PINA, 1884b, p.3)3

Em diversos de seus escritos, ele aponta para a predominância do mercado de arte


francesa. Ele reforça este pensamento quando comenta uma grande exposição da obra de
Meissonier, um dos mais importantes e tradicionais pintores franceses daquele momento.
Escreve Pina:

Há também uma razão que obriga Paris a apregoar Meissonnier por toda parte. Nós
devemos declará-la porque não obedecemos a influência de orgulho nacional. Esta
razão é o extraordinário vulto que tem tomado o nome de Fortuny, do pobre artista
espanhol que tão novo morreu e estava destinado a eclipsar Meissonier (..) Meissonier
adquiriu sobretudo a celebridade pelo preço que atingiram os seus quadros. (...) Se a
França é hoje o primeiro país do mundo em arte deve ao seus paisagistas como Corot,
Courbet, Rousseau, Daubigny ... (PINA, 1884a, p.54)4

Mariano Pina aponta também para os artistas que, em sua visão, seriam referências
primordiais para as novas gerações de pintores:

Não há hoje nenhum artista moderno sobre a Europa, que valha alguma coisa e que
procure ser do seu tempo – que não tenha sido mais ou menos influenciado por este
estilo superior que caracteriza a obra dos clássicos, dos românticos, dos realistas e dos
impressionistas. Ainda há poucos anos se via David e Delacroix reinando em todas
as academias do mundo. Hoje os modernos seguem Millet e muitos procuram
seguir este trilho indeciso e mal determinado que a obra de Manet foi abrindo na
arte um novo horizonte para a pintura. E se me deixo arrastar pela tentação
irresistível das citações, perguntarei aos pintores históricos qual d’eles não tem sido
vivamente impressionado por uma tela de João-Paulo Laurens? Aos animalistas, qual
deles não tem procurado educar-se nos quadros de Troyon? Aos pintores de retratos

3
4Grifo meu.
onde encontram modelos mais belos no gênero, como os retratos de Duran, de
Cabanel, de Bonnat, de Meissonier, de Bastien-Lepage. Aos decoradores, que seriam
d’eles sem aprenderem a desenhar e a colorir como Cabanel, Bouguereau, Baudry ou
Clairin, sem terem parado um instante diante destes imensos poemas de graça e
simplicidade antiga, que trazem a assinatura de Puvis de Chavanes? Aos paisagistas o
que poderia eles fazer sem terem primeiro estudado Corot, Courbet, Millet, Bastien-
Lepage ou Cazin, as glórias da pintura francesa do século XIX. (PINA, 1885, p.147)5

Dessa forma, percebe-se que os textos de Mariano Pina e Ramalho Ortigão trazem
importantes reflexões para a crítica de arte brasileira, para o público e para os artistas das
novas gerações, em Portugal e no Brasil, sobre questões e discussões do contexto artístico
francês. Eles pontuaram tendências que serão perceptíveis, por exemplo, na pintura de José
Malhoa e Silva Porto, grandes artistas portugueses deste período, e no Brasil, embora ainda
não seja possível avaliar com mais certeza, é possível perceber inicialmente a influência das
ideias destes autores em algumas pinturas de Henrique Bernardelli, Belmiro de Almeida,
Modesto Brocos e Rodolfo Amoedo. Nesse sentido a nossa pesquisa sobre a crítica
portuguesa poderá vir a auxiliar novos estudos sobre os temas apontados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

OLIVEIRA, Maria João L. Ortigão de. O essencial sobre Ramalho Ortigão. Lisboa, INCM,
1999.
ORTIGÃO, Ramalho. Notas de viagem. Os impressionistas. Gazeta de Notícias, Rio de
Janeiro, 16 nov.1878, p.1. (1878a)
_____. Notas de viagem: a exposição de pinturas (continuação). Gazeta de Notícias, Rio de
Janeiro, 25 out. 1878, p.1. (1878b)
_____. Notas de viagem: a exposição de pinturas. Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, 12 out.
1878, p.1. (1878c)
PINA, Mariano. Meissonier. A Illustração, Paris,ano 1, v.1, n.4, 20 jun., 1884, p.54 (1884a)
_____. O Salon de Paris. A Illustração, número especial do Salon de Paris, 20 maio 1885, ano
2, n.10, p.147.
_____. Salão de Paris. A Illustração, Paris, ano 1, v.1, n.1, 20 maio 1884, p.3.(1884b)
ZAN, João Carlos. Ramalho Ortigão e o Brasil. São Paulo, 2009. Tese (Doutorado em Letras)

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