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Matemática

Geometria plana 1
SISTEMA COC DE ENSINO
Direção-Geral: Sandro Bonás
Direção Pedagógica: Zelci C. de Oliveira
Direção Editorial: Roger Trimer
Gerência Editorial: Osvaldo Govone
Ouvidoria: Regina Gimenes
Conselho Editorial: José Tadeu B.
Terra, Luiz Fernando Duarte, Osvaldo
Govone e Zelci C. de Oliveira
PRODUÇÃO EDITORIAL
Autoria: Frederico R. F. do Amaral Braga
Editoria: Clayton Furukawa, José F. Rufato,
Marina A. Barreto e Paulo S. Adami
Coordenação Editorial: Luzia
H. Fávero F. López
Projeto gráfico e direção de arte:
Matheus C. Sisdeli
Preparação de originais:
Marisa A. dos Santos e Silva e
Sebastião S. Rodrigues Neto
Iconografia e licenciamento de texto:
Marcela Pelizaro, Paula de Oliveira
Quirino e Cristian N. Zaramella
Diagramação: BFS bureau digital
Ilustração: BFS bureau digital
Revisão: Flávia P. Cruz, Flávio R. Santos,
José S. Lara, Leda G. de Almeida, Maria
Cecília R. D. B. Ribeiro, Milena C. Lotto
e Paula G. de Barros Rodrigues
Capa: LABCOM comunicação total
Conferência e Fechamento:
BFS bureau digital

Rua General Celso de Mello Rezende, 301 – Tel.: (16) 3238·6300


CEP 14095-270 – Lagoinha – Ribeirão Preto-SP
www.sistemacoc.com.br
CAPÍTULO 01 A BASE DA GEOMETRIA 9
Sumário 1.
2.
Introdução
Conceitos primitivos, definições e notações
9
9
3. Postulados e teoremas 11
4. Ângulos 12
5. Ângulos determinados por duas retas com uma transversal 16

CAPÍTULO 02 TRIÂNGULOS 20
1. Definição e elementos fundamentais 20
2. Classificação 20
3. Estudo dos ângulos 21
4. Pontos notáveis 23
5. Triângulos congruentes 27

CAPÍTULO 03 QUADRILÁTEROS NOTÁVEIS 34


1. Definição e elementos 34
2. Classificação dos quadriláteros convexos 34
3. Propriedades dos paralelogramos 35
4. Propriedades dos losangos 36
5. Propriedade do retângulo 38
6. Conclusão importante 38

CAPÍTULO 04 ÂNGULOS NA CIRCUNFERÊNCIA 40


1. Circunferência e círculo 40
2. Ângulo central 44
3. Ângulo inscrito 44
4. Propriedade do ângulo inscrito 44
5. Consequências da propriedade do ângulo inscrito 45
6. Ângulo de segmento 46
7. Ângulo de vértice interno 47
8. Ângulo de vértice externo 47

CAPÍTULO 05 ESTUDO DOS POLÍGONOS 50


1. Definições e elementos 50
2. Posição de um ponto 50
3. Região poligonal 50
4. Polígono convexo e polígono côncavo 50
5. Nomenclatura 51
6. Número de diagonais de um polígono convexo 51
7. Ângulos de um polígono convexo 51
8. Ângulos internos e externos de um polígono regular 54
CAPÍTULO 06 TEOREMAS DE TALES E DA BISSETRIZ
INTERNA 57
1. Definições 57
2. Teorema de Tales 57
3. Teorema da bissetriz interna 58

CAPÍTULO 07 SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS 61


1. Semelhança 61
2. Casos de semelhança 63

CAPÍTULO 08 RELAÇÕES MÉTRICAS NA CIRCUNFERÊNCIA 66


1. Teoremas 66
2. Tangência 67

CAPÍTULO 09 RELAÇÕES MÉTRICAS NO TRIÂNGULO


RETÂNGULO 72
1. Triângulos retângulos semelhantes 72
2. Relações métricas 72
3. Teorema de Pitágoras 73
4. Recíproca do teorema de Pitágoras 73
5. Problemas de tangência 75

CAPÍTULO 10 SENOS E COSSENOS: TEOREMAS 79


1. Teorema dos senos 79
2. Teorema dos cossenos 82
3. Natureza de um triângulo 83

CAPÍTULO 11 POLÍGONOS REGULARES: APÓTEMAS 86


1. Apótema de um polígono regular 86
2. Cálculo do apótema dos principais polígonos regulares 86
3. Cálculo do raio da circunferência circunscrita 87

CAPÍTULO 12 COMPRIMENTO DE CIRCUNFERÊNCIAS E


ARCOS 89
1. Limites do comprimento de uma circunferência 89
2. O comprimento da circunferência e o número π 90
3. Comprimento de um arco de circunferência 90

CAPÍTULO 13 ÁREAS DAS REGIÕES ELEMENTARES 93


1. Conceitos básicos 93
2. Cálculo de áreas 94
3. Divisão de uma região triangular em partes equivalentes 96
4. Área de um triângulo em função da medida de dois lados e do
ângulo compreendido 99
5. Fórmula de Heron 99
6. Fórmula da área em função do raio da circunferência inscrita 100
7. Fórmula da área em função do raio da circunferência circunscrita 100
8. Área de um polígono regular 102
9. Área de um círculo 102
10. Área das partes do círculo 102

EXERCÍCIOS PROPOSTOS 107


Capítulo 01 109
Capítulo 02 116
Capítulo 03 131
Capítulo 04 135
Capítulo 05 142
Capítulo 06 148
Capítulo 07 153
Capítulo 08 163
Capítulo 09 168
Capítulo 10 177
Capítulo 11 186
Capítulo 12 190
Capítulo 13 195

GABARITO 213
Teoria
Geometria plana Matemática

Capítulo 01 A BASE DA GEOMETRIA


1. Introdução um ponto de partida, isto é, alguns conceitos
devem ser adotados sem definição (conceitos
Existem indícios de que os primeiros conheci-
primitivos), para que todos os demais possam
mentos de geometria foram desenvolvidos por
ser apresentados a partir deles.
volta de 2000 a.C. pelos babilônios, e cerca de
1300 anos a.C. pelos egípcios, na tentativa de São conceitos primitivos na geometria eucli-
resolver problemas do cotidiano, como a de- diana:
marcação de terras ou a construção de edifí- • Ponto (indicado por letra maiúscula latina)
cios. No entanto, foram os gregos, por volta
Exemplos
de 600 a.C., os primeiros a sistematizarem e
a organizarem tudo que se conhecia sobre o •B
assunto até essa época.
O principal trabalho dos gregos foi um tratado • A • C
de geometria, chamado Elementos, escrito por
• Reta (indicada por letra minúscula latina)
Euclides, por volta de 300 a.C.
Exemplos
A preocupação central de Euclides em sua
obra é a demonstração de propriedades geo-
métricas com o auxílio da lógica. s
Da mesma forma que Euclides, iniciamos este
livro apresentando neste capítulo os conceitos t
primitivos, as definições, os postulados e os
teoremas, que serão básicos para o desenvolvi- r
mento da geometria, aqui chamada euclidiana,
em homenagem ao seu principal organizador. • Plano (indicado por letra minúscula grega)
Exemplos
2. Conceitos primitivos,
definições e notações
α
A. Por que nem tudo pode ser β
definido em uma teoria?
Sempre que definimos algum elemento em
uma teoria, usamos, como ferramenta de
linguagem, outros elementos já definidos
anteriormente.
PV-13-11

Exemplo B. Estar entre: um conceito primitivo


“Triângulo é a reunião de três segmentos con- A noção de estar entre é um conceito primiti-
secutivos determinados por três pontos não vo que obedece às seguintes condições:
colineares.”
1ª) Se P está entre A e B, então A, B e P são
Essa definição só pode ser apresentada após o distintos dois a dois.
conhecimento dos conceitos de: reunião, seg-
mentos consecutivos e pontos não colineares; 2ª) Se P está entre A e B, então A, B e P são
e esses conceitos só podem ser apresentados colineares (estão na mesma reta).
a partir de outros, e assim por diante. 3ª) Se P está entre A e B, então A não está en-
Porém, essa sequência de conceitos previa- tre B e P, e B não está entre A e P.
mente apresentados não pode ser prolonga- 4ª) Se A e B são dois pontos distintos, então
da indefinidamente. É necessário estabelecer existe um ponto P que está entre A e B.

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Matemática Geometria plana

Exemplos Exemplo
X D Na figura abaixo AP = 5 cm e PB = 6 cm, então:
C
X está entre C e D. A P B

Y PA 5
F P divide AB na razão k = = .
E PB 6
Y não está entre E e F. Observação
No exemplo acima, o ponto P di-
C. Definição de segmento de reta vide o segmento de reta BA na razão
Dados dois pontos distintos, chamamos de seg- PB 6 .
mento de reta a figura (*) constituída por eles e k' = =
PA 5
por todos os pontos que estão entre eles.
Exemplo
Definição 2 – Se A é um ponto entre P e B, ou
O segmento de reta determinado por A e B é B é um ponto entre A e P, dizemos que o ponto
representado por AB , dizemos que A e B são PA
P divide exteriormente AB na razão k = .
suas extremidades, e representamos por AB a PB
medida de AB . P A B A B P
ou
B
A
Exemplo
AB = {A,B} ∪ {P|P está entre A e B.} Na figura abaixo PA = 3 cm e AB = 5 cm,
então:
(*) Para apresentarmos a teoria da geometria
de modo mais sucinto, admitiremos alguns P A B
conceitos como conhecidos, como o de figura 3 cm 5 cm
(conjunto de pontos não vazio).
PA 3
D. Segmentos congruentes P divide AB na razão k = = .
PB 8
Definição – Dois segmentos de reta são cha-
mados congruentes quando tiverem a mesma Observação
medida, na mesma unidade. No exemplo acima, o ponto P divide o
PB 8
Exemplo segmento de reta BA na razão k ' = = .
PA 3
Os segmentos de reta AB e CD , da figura,
têm medida 4 cm, portanto são congruentes.
B
PV-13-11

A 4 cm F. Ponto médio de segmento de reta


4 cm
Definição – Ponto médio de um segmento de
C D reta é o ponto que divide o segmento interior-
Indica-se: AB ≅ CD mente na razão 1.

E. Divisão de segmento Exemplo

Definição 1 – Se P é um ponto que está entre Na figura AP ≅ PB , então P é o ponto médio


A e B, dizemos que P divide interiormente AB PA
de AB , pois P divide AB na razão k = =1.
PA PB
numa razão k = .
PB A P B
A P B

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Geometria plana Matemática

3. Postulados e teoremas Exemplo


A
A. Por que nem tudo pode ser B
provado em uma teoria? α C
A demonstração de uma propriedade é feita
com base em outras propriedades já demons- Os três pontos não colineares (não situados
tradas anteriormente. No entanto, as primei- em uma mesma reta) A, B e C determinam o
ras propriedades de uma teoria, porque não plano α.
têm outras para apoiar as suas demonstra-
ções, são simplesmente “aceitas” como ver- B. Teorema
dadeiras. Essas propriedades são chamadas Teoremas são proposições que provamos ser
de postulados. verdadeiras a partir de conceitos primitivos,
São postulados na geometria euclidiana: de definições, de postulados, ou de outras
a. Um ponto de uma reta divide-a em proposições já demonstrados.
duas regiões chamadas semirretas. O Em um teorema destacam-se três partes: hi-
ponto O é chamado de origem das se- pótese, tese e demonstração.
mirretas, e elas são ditas opostas. A hipótese é o conjunto de condições que ad-
Exemplo mitimos como verdadeiras, a tese é o que que-
remos concluir como verdadeiro e a demons-
A O B tração é o raciocínio que usamos para provar
a tese.

O ponto Exemplo
 Odivide
 a reta AB em duas semirre-
tas OA e OB , e O é a origem das semirretas. Dado um segmento AB e uma razão k, exis-
b. Uma reta de um plano divide-o em duas te um único ponto P que divide interiormente
regiões chamadas semiplanos. A reta é AB na razão dada.
chamada de origem dos semiplanos, e Hipótese
eles são ditos opostos.
P está entre A e B

Exemplos  PA
 PB = k
A r
Tese
B
α {P é único}
Demonstração
A reta r divide o plano α em dois semiplanos,
Supondo que existe um ponto P’ distinto de P,
PV-13-11

rA e rB, e r é a origem dos semiplanos.


entre A e B, que divide AB na razão k, então:
c. Dois pontos distintos determinam uma
única reta. A P P´ B
Exemplo
B PA P ' A PA + PB P ' A + P 'B
A
k= = ⇒ =
PB P 'B PB P 'B
Como PA + PB = AB e P’A + P’B = AB, temos:
Os dois pontos distintos(não
 coincidentes) A AB AB
e B determinam a reta AB . = ⇒ PB = P 'B
PB P 'B
d. Três pontos não colineares determi-
nam um único plano. Assim, P e P’ coincidem.
Logo, P é único. (c.q.d.)

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Matemática Geometria plana

C. Teorema recíproco 4. Ângulos


Os teoremas geralmente são enunciados na
forma: A. Definição
Se p, então q. Ângulo é a união de duas semirretas de mes-
ma origem e não colineares.
em que p é a hipótese e q é a tese.
Exemplo
Simbolicamente, temos:  
Na figura, a reunião das semirretas OA e OB é
p⇒q chamada de ângulo e indicada por: AÔB ou BÔA.

Trocando-se a hipótese, temos uma nova pro- A


posição:
O
q⇒p
B
que chamamos de teorema recíproco, ou recí-
proca do teorema.  
Exemplo O é o vértice do ângulo e OA e OB seus lados.

“Se A, B e C são três pontos, tais que A está en- B. Medidas de um ângulo
tre B e C e B divide AC na razão 2, então AB e
Para medirmos um arco de uma circunferên-
AC são congruentes.” cia, inicialmente a dividimos em 360 “partes”
e chamamos de grau (°) a cada “parte” obtida.
A entre B e C
 Medir o arco em graus é determinar quantas
BA  ⇒ AB ≅ AC “partes” o arco compreende.
=2 
BC Exemplo
A P
A recíproca do teorema acima é:
“Se AB e AC são dois segmentos congruen- B
tes, então A está entre B e C e B divide AC na A medida do
arco APB é 82°.
razão 2.”

A entre B e C

AB ≅ AC ⇒  BC
 BA = 2 1
da circunferência é igual 1°.
360
PV-13-11

Observação
A medida de um ângulo é a medida do menor
A recíproca do teorema do exemplo não é ver- arco que o ângulo determina em uma circun-
dadeira; observe a figura. ferência com centro no seu vértice.
A Exemplo
A

O 50°

B
B C
A medida do AÔB é a medida do arco AB
AB e AC são dois segmentos congruentes, A assinalado.
não está entre B e C.

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Geometria plana Matemática

Indica-se: Exemplo
m(AÔB) = AÔB = 50°
A
Notamos que o ângulo é medido em graus
porque ele é medido a partir do arco que de- B
termina na circunferência com centro no seu
vértice. C
O
Observação
Sendo α a medida de um ângulo, então
0° < α < 180°
São consecutivos os pares de ângulos:
AÔB e BÔC; AÔC e AÔB; AÔC e BÔC.
2º) Ângulos adjacentes
C. Ponto interior de um ângulo
Definição – Dois ângulos são adjacentes quan-
Definição – Dado um ângulo e um ponto P, di- do são consecutivos e não têm ponto interno
zemos que P é um ponto interior ao ângulo comum.
quando qualquer reta que passa por P inter-
cepta os lados do ângulo em dois pontos dis- Exemplo
tintos A e B de modo que P seja sempre um
ponto entre A e B.
A
Exemplo
B
A
C
P O

O B AÔB e BÔC são adjacentes.


3º) Ângulos opostos pelo vértice (opv)
P é interior ao AÔB. Definição – Dois ângulos são opostos pelo
vértice quando os lados de um deles são se-
D. Setor angular mirretas opostas aos lados do outro.
Definição – Chamamos de setor angular à reu-
nião dos pontos pertencentes ao ângulo e os Exemplo
seus pontos interiores.
C A
Exemplo O
B D
PV-13-11

A
AÔD e BÔC são opv.
O Observação
B
Dois ângulos opostos pelo vértice são
sempre congruentes (medidas iguais).
Setor angular do AÔB

E. Classificação dos ângulos II. Ângulos reto, agudo e obtuso


I. Quanto à posição 1º) Ângulo reto
1º) Ângulos consecutivos Definição – Um ângulo é reto quando sua me-
Definição – Dois ângulos são consecutivos quan- dida for igual a 90°.
do têm o mesmo vértice e um lado comum.

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Matemática Geometria plana

Exemplo Exemplo

A B

O B 50° C
O
A
40°
P
AÔB é um ângulo reto. D
 são complementares.
AÔB e CPD
Observação
  Observação
As retas OA e OB do exemplo são Os ângulos AÔB e BÔC da figura abaixo
ditas perpendiculares. são adjacentes complementares.

2º) Ângulo agudo


Definição – Um ângulo é agudo quando sua A
medida for menor que 90°. B
Exemplo
A
O
C
O α α < 90°
B
2º) Ângulos suplementares
Definição – Dois ângulos são suplementares
quando a soma de suas medidas for 180°.
Dizemos que um é o suplemento do outro.
AÔB é agudo.
Exemplo
Observação A
 
As retas OA e OB do exemplo são
ditas oblíquas.
50°
3º) Ângulo obtuso O
B
Definição – Um ângulo é obtuso quando sua
medida for maior que 90°.
C
PV-13-11

Exemplo
130°
A α > 90°
α
P A

O B  são suplementares.
AÔB e CPD
AÔB é obtuso. Observação
Os ângulos AÔB e BÔC da figura abaixo
III. Ângulos complementares e suple- são adjacentes suplementares.
mentares
1º) Ângulos complementares B
Definição – Dois ângulos são complementares
quando a soma de suas medidas for 90°. Dize-
mos que um é o complemento do outro. A O C

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Geometria plana Matemática

F. Bissetriz de um ângulo
Dados os ângulos
 AÔB e BÔC, de vértice O
comum e lado OB , também comum, A
 confor-
me a figura ao lado, a semirreta OC divide o
ângulo AÔB em duas partes congruentes. Essa
semirreta é chamada bissetriz do ângulo AÔB. O
Assim: C

Bissetriz de um ângulo é a semirreta que tem


origem no vértice e o divide em duas partes de B
medidas iguais.

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. 03.
Dado o segmento de reta AB , P é um ponto Observe a figura abaixo e responda às questões.
que divide interiormente o segmento na razão
7:3. Calcule PA, dado AB = 50 cm.
Resolução C
D
A x P 50 – x B
PA 7
= B 60° E
PB 3 70° 20°
50 cm
x 7 20° 10°
= A O F
50 − x 3
3x = 350 − 7x a. Qual o par de ângulos complementa-
10x = 350 res?
x = 35 cm b. Qual o par de ângulos congruentes?
Resposta c. Qual o par de semirretas perpendicu-
lares?
PA = 35 cm
d. Qual semirreta é bissetriz?
02. e. Qual é a reta da figura?
Dado o segmento de reta AB , P é um ponto f. Qual o ângulo raso?
PV-13-11

exterior que divide exteriormente o segmento


na razão 9:10. Calcule PA, dado AB = 50 cm. Resolução
Resolução a. AÔB e BÔC ou BÔC e DÔE ⇔ 20° + 70° = 90°
P A B PA 9 ou 70° + 20° = 90°
=
x 50 cm PB 10  ≅DÔE
b. AÔB 
x 9 c. OC
 ⊥ OA
= d. OC
x + 50 10  , bissetriz de AÔF
10x = 9x + 450 e. AF
x = 450 f. AÔF

Resposta
PA = 450 cm

15
Matemática Geometria plana

04. Pela figura:


O suplemento da terça parte de um ângulo ex- BÔD = BÔC + CÔD = 30° + 45° = 75°
cede o dobro do complemento do mesmo em AÔE = AÔB + BÔC + CÔD + DÔE =
106°40'. Determine o ângulo.
= 30° + 30° + 45° + 45° = 150°
Resolução
θ Resposta
(180° – ) e 2 ⋅ (90° – θ) Excede em 106°40'
3 a. BÔD = 75°
θ b. AÔE = 150°
180° – = 2 ⋅ (90° – θ) + 106°40'
3 06.

540° – θ = 6 ⋅ 90° – 6 ⋅ θ + 3 ⋅ (106°40') OC é bissetriz de um ângulo AÔB. Conhecen-
6 ⋅ θ – θ = 540° + 320° – 540° do a medida de AÔB, determine a medida de
5 ⋅ θ = 320° ⇒ θ = 64° BÔC, em cada caso.
Resposta a. AÔB = 44° c. AÔB = 25°13'
b. AÔB = 121° d. AÔB =45°
64°
05. Resolução
 Basta dividir cada medida por 2
Na figura
 a seguir tem-se: OB é bissetriz de
AÔC e OD é bissetriz de CÔE. a. 44 : 2 = 22° ⇒ BÔC = 22°
Determine: b. 121 : 2 = 120°60' : 2 = 60°30' ⇒ BÔC = 60°30'
a. a medida de BÔD; c. 25°13' : 2 = 24°72'60" : 2 = 12°36'30" ⇒
⇒ BÔC = 12°36'30"
b. a medida de AÔE.
d. 45° : 2 = 44°60' : 2 = 22°30' ⇒ BÔC = 22°30'
D
07.
C
Observe as figuras abaixo e responda às questões.
E
A B A
45° γ D
α
β λ θ
O 30°
B
C B C
a. Quais os pares de ângulos consecutivos?
A
b. Quais os pares de ângulos adjacentes?
Resolução Resolução

OB é bissetriz de AÔC, logo: AÔB = BÔC = 30° a. Ângulos consecutivos: 1 lado comum
PV-13-11


OD é bissetriz de CÔE, logo: CÔD = DÔE = 45° α e β; γ e α; γ e β; λ e θ
b. Ângulos adjacentes: 1 lado comum e com
intersecção vazia
αeβ

5. Ângulos determinados por duas retas com uma transversal


A. Definição
Quando uma transversal a duas retas distintas intercepta essas retas em dois pontos distintos, os
oito ângulos determinados são classificados, conforme a figura a seguir, em:

16
Geometria plana Matemática

t
• ângulos colaterais internos: 3 e 6, 4 e 5;
1
2 • ângulos colaterais externos: 1 e 8, 2 e 7;
4
3 a
• ângulos alternos internos: 3 e 5, 4 e 6;
• ângulos alternos externos: 1 e 7, 2 e 8;
5
6 • ângulos correspondentes: 1 e 5, 2 e 6, 4 e 8, 3 e 7.
b
8
7

B. Propriedades
Quando duas retas paralelas distintas são cortadas por uma transversal, temos:
• dois ângulos correspondentes são t
congruentes;
• dois ângulos alternos internos são β
α
congruentes; a // b
• dois ângulos alternos externos são α
β
congruentes;
β
• dois ângulos colaterais internos são α
b
suplementares; a
• dois ângulos colaterais externos são β
suplementares.
C. Teorema
Duas retas são paralelas distintas se, e somente se, formarem com uma transversal ângulos al-
ternos internos congruentes.
t

r
α

β
s

r // s ⇔ α ≅ β
PV-13-11

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. Resolução
Na figura abaixo, sendo as retas paralelas, cal- Os ângulos a seguir são alternos internos, as-
cule x. sim são congruentes.
t
7x – 42° = 4x + 17°
r//s 3x = 59°
7x – 42° 59°
x=
3
4x + 17°
s x = 19°40'
Resposta
19°40'

17
Matemática Geometria plana

02. Consideremos o ∆ABC:


Determine θ: ^
A = α (OPV)
r//s
40° C = β (correspondentes)
θ A + B + C = 180° ⇒ α + B + β = 180°
^

80° 90 + B = 180° ⇒ B = 90°


s
Agora, considerando o quadrilátero BDEF:
Resolução
r//s D = F = 90° (ambos sup lementos de um
^
40°
(A.A.I) 40° ângulo reto)
t//r
(A.A.I) 80°
B = 90°
80°
s B + D + E + F = 360°⇒ 90° + 90° + E + 90° = 360°
^

∴ θ = 120° E = x = 360° − 270° ⇒ x = 90°


Resposta 04. Calcule x.
x = 120°
Obs. – Existe uma regra prática. Se conside- 29°
rarmos a menor abertura de cada vértice e r//s
observarmos os ângulos internos às paralelas,
a soma dos ângulos virados para a direita é a
mesma dos ângulos virados para a esquerda.
03.
Sendo r e s retas paralelas e α + β = 90°, calcule s
x na figura abaixo.
r s x

Resolução

x 29°
r//s
29° (O.P.V.)
(A.A.I.) 29°
t//r
α β (90 – 29°) 61°
PV-13-11

Resolução
(180° – x) = 61° (A.A.I)
Prolongando retas, temos: s
C (ângulo raso)
x

B
r s 180° – x = 61°
D F x = 119°
x Obs. – Para aplicarmos a regra prática é preci-
so adaptarmos o desenho. Os ângulos têm de
estar dentro das paralelas e devemos conside-
A E
rar a menor abertura.
α β

18
Geometria plana Matemática

29°
r//s
29° (O.P.V.)

(180° – x) (ângulo raso)


s

29° + (180° – x) = 90°


x = 119°
05.
Calcule x.
r s//r

120°
70°

Resolução
1º Modo: 2º Modo:
r//s s
r t//r s//r


(A.A.I)
2θ 120°
2θ 120° 70°
2θ 70° (A.A.I) 70° 70°
70°

• Observe dentro das paralelas.


PV-13-11

2 θ + 70° = 120°
• Observe as menores aberturas de cada vértice.
θ = 25°
• O somatório de um lado é igual ao do outro
(A.A.I.)
2 θ + 70° = 120°
θ = 25°

Observações
• As propriedades dos pares de ângulos correspondentes, alternos e colaterais são válidas
apenas no caso em que as duas retas são paralelas.
• Se as retas não forem paralelas, as propriedades não são válidas, mas os nomes desses pares
de ângulos continuam sendo os mesmos.

19
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 02 TRIÂNGULOS

1. Definição e elementos 2. Classificação


fundamentais
A. Quanto aos lados
Definição I. Triângulo escaleno é o que tem os três
Dados três pontos A, B e C não colineares, o lados com medidas diferentes.
triângulo ABC é a reunião dos segmentos
A
AB, AC e BC.
A

B C

B C AB ≠ AC ≠ BC

∆ABC = AB ∪ AC ∪ BC II. Triângulo isósceles é o que tem pelo


menos dois lados com medidas iguais.
Elementos
A
• Vértices: são os pontos A, B e C.
• Lados: são os segmentos AB, AC e BC.
 ,
• Ângulos internos: são os ângulos ABC

ACB e BÂC.
• Ângulos externos: são os ângulos α,
β e θ, que são respectivamente, ad- B C
jacentes e suplementares dos ângu-
los internos do triângulo abaixo. AB = AC

A β III. Triângulo equilátero é o que tem os


PV-13-11

três lados com medidas iguais.

α A

C
θ
B C

AB = AC = BC

20
Geometria plana Matemática

B. Quanto aos ângulos 3. Estudo dos ângulos


I. Triângulo retângulo é o que tem um A. Teorema dos ângulos internos
ângulo reto. O lado oposto ao ângulo Em todo triângulo a soma das medidas dos
reto é a hipotenusa e os outros, ca- três ângulos internos é igual a 180° (teorema
tetos. angular de Tales).
A
A

Cateto Cateto

B C
B C
Hipotenusa
A + B + C = 180°
^

^
A = 90°
Demonstração
Traçando a reta r paralela ao lado BC , temos:
II. Triângulo acutângulo é que o tem os
três ângulos agudos. A r
α β
A

B C

α ≅ B 
B C 
e  alternos int ernos em paralelas
^
β ≅ C 
A < 90°
^
B < 90° e como α + A + β = 180°
A + B + C = 180°
^
C < 90°
Exemplo
Em um triângulo ABC, B é o dobro de C e A é
^
PV-13-11

III. Triângulo obtusângulo é o que tem um o triplo de C . Calcule as medidas dos ângulos
^ ^ ^
ângulo obtuso. A, B e C.
A
A
3x

B C x 2x
C B
^
^ C=x
A > 90° ^
B = 2x
^
A = 3x

21
Matemática Geometria plana

Resolução Observação
Pelo teorema angular de Tales: Esta propriedade é válida para qualquer ângu-
lo externo de um triângulo. Observe a figura:
A + B + C = 180°
^

3x + 2x + x = 180° A
β
6x = 180° ⇒ x = 30°
Teremos:
 = 3 · 30 = 90° α
B = 2 · 30 = 60° B
θ C
C = 1 · 30° = 30°
α = A + B
^
Resposta
 = 90°,B = 60° e C = 30° β = B + C
θ = A + C
^
B. Teorema do ângulo externo
Em todo triângulo, a medida de um ângulo C. Teorema dos ângulos externos
externo é igual à soma das medidas dos dois
ângulos internos não adjacentes a ele. Em todo triângulo, a soma das medidas dos
ângulos externos é igual a 360°.
A

A α

B C β
C
α = Â + B B
γ
Demonstração
α + β + γ = 360°
A + B + C = 180° (I)
^
Demonstração
α + C = 180° (II)   
A = 180° − α;B = 180° − β e C = 180° − γ
Fazendo I = II temos: Â + B + C = α + C Como A + B + C = 180° , temos:
^

Assim: α = Â + B (180° − α ) + (180° − β) + (180° − γ ) = 180°


Assim: α + β + γ = 360°
PV-13-11

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
A asa delta é um tipo de aeronave composta com a letra grega, que tem formato de triân-
de tubos de alumínio, que proporcionam a gulo, porém trata-se de um quadrilátero não
sua rigidez, e uma vela de tecidos, que fun- convexo. A seguir há um manual para monta-
ciona como superfície que sofre forças ae- gem de uma asa delta. Calcule o ângulo θ do
rodinâmicas e proporciona a capacidade de cotovelo de encaixe D.
planar. O nome asa delta vem da semelhança

22
Geometria plana Matemática

Resolução

©©©Cores do Brasil
Manual de instrução A
A Cotovelo de 60°
encaixe
60° T.A.E.
D
Tubo de 80°
D alumínio 20°
120°
40°

20° 40° (T.A.E.)


θ B C
B C Resposta
θ = 120°

02.
Shuriken, a lâmina que se atira, usada pelos ninjas, é conhe- 4x
cida como estrela ninja. Ela pode ser chamada de Bo Shuri-
ken ou Hira Shuriken, de acordo com o formato e o número
de pontas. Está entre as 18 disciplinas ninjutsu. Shuriken sig-
nifica “lâmina atrás das mãos” (Shu = mão; Ri = atrás; Ken = 3x + 10°
lâmina). Se considerarmos a figura ao lado uma shuriken,
qual é o valor de x?
5x – 10°
Resolução
Soma dos ângulos externos: 360°, assim: (3x + 10°) + (5x – 10°) + 4x = 360°
x = 30°

4. Pontos notáveis B. Ortocentro


Definições
A. Baricentro
1ª) Altura de um triângulo é o segmento da
Definições perpendicular traçada de um vértice à
1ª) Mediana de um triângulo é o segmen- reta suporte do lado oposto e que tem
to que une um vértice ao ponto médio extremidades nesse vértice e no ponto
do lado oposto. de encontro com essa reta suporte.
2ª) Ortocentro de um triângulo é o ponto
2ª) Baricentro de um triângulo é o ponto de de encontro das retas suportes das três
encontro das três medianas do triângulo. alturas de um triângulo.
PV-13-11

A A

MC MB
G
HB
HC
B C O
MA

AMA ,BMB e CMC : medianas B C


HA
G é o baricentro do ∆ABC.
∆ acutângulo
O é o ortocentro do ∆ABC.

23
Matemática Geometria plana

A ≡ HB ≡ HC ≡ O O

HB

A HC
B C
HA

∆ retângulo
B C
O é o ortocentro do ∆ABC. HA
∆ obtusângulo
O é o ortocentro do ∆ABC.
Observação
Sendo ABC um triângulo acutângulo ou obtusângulo, o triângulo com vértices nos
pés das alturas (∆HAHBHC) é o triângulo órtico do triângulo ABC.

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. 02.
^
Sendo G o baricentro do triângulo ABC, deter- Sendo H o ortocentro de um ∆ABC e BHC = 150°,
mine o valor de x + y + z. ^
det er min e A .
A Resolução
A
10
6 z 30o
14 G x y

B C E D
H
Resolução
60o
10 = 2x 150o
B C
x=5
PV-13-11

^ ^
14 = 2z BHC é externo ao ∆CHD ⇒ HCD = 60°
^
z=7 No ∆AEC , temos : A + 90° + 60° = 180°
^
y=2⋅6 A = 30°
y = 12
x + y + z = 5 + 7 + 12 = 24

24
Geometria plana Matemática

C. Incentro 2ª) Mediatriz de um triângulo é a reta per-


pendicular a um dos seus lados, traça-
Definições
da pelo seu ponto médio.
1ª) Bissetriz de um ângulo é a semirreta
3ª) Circuncentro de um triângulo é o pon-
com pontos internos ao ângulo e que
to de encontro das três mediatrizes do
determina com seus lados dois ângulos
triângulo.
adjacentes congruentes.
∆ acutângulo
A
O é o circuncentro do ∆ABC (ponto interno
C ∆ABC).
A
O
B
 MC MB
OC é a bissetriz de AÔB.
2ª) Bissetriz interna de um triângulo é o O
segmento da bissetriz de um ângulo in-
terno que tem extremidades no vértice B C
MA
desse ângulo e no ponto de encontro
com o lado oposto.
3ª) Incentro de um triângulo é o ponto de ∆ retângulo
encontro das bissetrizes internas do
O é o circuncentro
 do ∆ABC (ponto médio da
triângulo.
A
hipotenusa BC ).

SC SB A
I MC MB

B C O
SA B C

I é o incentro do ∆ABC. O ≡ MA
Observação
O incentro de um triângulo é o centro da cir-
cunferência nele inscrita. ∆ obtusângulo
O é o circuncentro do ∆ABC (ponto externo
D. Circuncentro ∆ABC).
Definições
PV-13-11

A
1ª) Mediatriz de um segmento de reta é MC MB
a reta perpendicular a esse segmento
que passa pelo seu ponto médio. B C
MA

A B
M

Observação
O circuncentro de um triângulo é o centro
t da circunferência nele circunscrita.
t é a mediatriz de AB.

25
Matemática Geometria plana

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. UFMG 02. Mackenzie-SP
No triângulo ABC, as seguintes atribuições são Se um ponto D no plano de um triângulo é
feitas: equidistante dos três lados desse triângulo,
ele é necessariamente a intersecção das:
A m
a. alturas.
b. mediatrizes dos lados.
c. medianas.
d. bissetrizes dos ângulos internos.
e. nenhuma das alternativas anteriores
são corretas.
B C Resolução
H D M
Se D é equidistante dos três lados de um triân-
BÂD = CÂD e BM = CM gulo, então é o centro da circunferência inscrita
no triângulo; D é o incentro, ponto de encontro
I. AH= altura, AM = mediana, m = bissetriz das bissetrizes internas.
II. AD = altura, AM = mediana, m = bissetriz Resposta
III. m = mediatriz, AM = mediana, AH= altura
D
IV. AD = bissetriz, AH= altura, m = mediatriz
Pode-se afirmar que: 03.
a. apenas I e II são verdadeiras. Dado o triângulo ABC, retângulo em Â, e sa-
bendo que a altura relativa à hipotenusa for-
b. apenas II e III são verdadeiras. ma com a bissetriz do vértice A um ângulo de
c. apenas III e IV são verdadeiras. 15°, determine os ângulos B e C , C < B .
d. apenas I e IV são verdadeiras.
Resolução
e. apenas II e IV são verdadeiras.
A
Resolução
I) AH = altura (V) 30° 15°45° (Bissetriz)
Altura Bissetriz
AM = mediana (V)
60° 30°
m = bissetriz (F) B C
H P
II) AD = altura (F)
PV-13-11

AM = mediana (V) AP é bissetriz, assim PÂC = 45°. Como BÂC


m = bissetriz (F) é 90° e HÂP = 15°, temos BÂH = 30°. Desse
 = 60°. Observando o ∆ABC, o ân-
modo, ABC
III) m = mediatriz (V)  = 30°.
gulo ACB
AM = mediana (V)
AH = altura (V) 04.
IV) AD = bissetriz (V) Dado o triângulo ABC, retângulo em Â, e sa-
AH = altura (V) bendo que a altura relativa à hipotenusa for-
m = mediatriz (V) ma com a mediana do vértice A um ângulo de
Resposta 20°, determine os ângulos B e C , C < B .
C

26
Geometria plana Matemática

Resolução
A
θ
20°

70°
B θ C
H M

"Todo triângulo retângulo é inscritível em uma semicircunferência de forma que o raio é a media-
na relativa ao ângulo reto."
Observe o ∆AHM, o ângulo AMH ^ = 70° é externo ao ∆AMC que é isósceles. Assim pelo teorema do
ângulo externo, 2 θ = 70°, θ = 35° . Como o ∆ABC é retângulo, B = 55° e C = 35°.

05.
Dado o triângulo ABC, retângulo em Â, e sabendo que a mediatriz relativa à hipotenusa forma
com a mediana um ângulo de 40°, determine B e C , B > C .
Resolução "Todo triângulo retângulo é inscritível uma se-
Altura // Mediatriz micircunferência de forma que o raio é a me-
Mediatriz diana relativa ao ângulo reto."
A
Modo 1:
θ Altura//Mediatriz, assim o problema fica pare-
25°40°
cido com o anterior.
40°
50° Modo 2:
65° θ
B C • ∆AMC é isósceles com o ângulo
M ^ = 50° e externo ao triângulo AMC. As-
AMB
• Mediatriz: sai do ponto médio sim, 2θ = 50°, θ = 25°.
formando 90°. • ∆ABC retângulo, então B = 65° e C = 25°.

5. Triângulos congruentes
A. Definição AB ≅ DE e  ≅ D

Dois triângulos ABC e DEF são congruentes se  ≅ E ⇔ ∆ABC ≅ ∆DEF
AC ≅ DF e B
for possível estabelecer uma correspondência 
PV-13-11

entre seus vértices de modo que seus lados BC ≅ EF e C ≅ F


sejam dois a dois congruentes e também os
seus ângulos internos sejam dois a dois con-
gruentes. Observações
Assim: 1ª) A correspondência ABC ⇔ DEF é
A
chamada de correspondência congruência.
2ª) É possível estabelecer outras corres-
pondências entre os triângulos ABC e DEF, po-
E F rém não serão necessariamente correspondên-
cia congruência.
B C 3ª) Os triângulos ABC e DEF coincidem
por superposição.

27
Matemática Geometria plana

Exemplo A A'
Na figura abaixo, ∆ABC ≅ ∆AED , então com-
plete:
A
B C B' C'

AB ≅ A 'B '
 LAL
 ≅  '  ⇒ ∆ABC ≅ ∆A 'B ' C '

AC ≅ A ' C '
B C D E
B ≅ B '
a. AB ≅ d. B ≅ 
definição
∆ABC ≅ ∆A 'B ' C ' ⇒ BC ≅ B ' C '
b. AC ≅ e. BÂC ≅
 ≅ C^ ≅ C^'
c. BC ≅ f. ACB 

Resolução Observação – As marcas nos lados e no ângulo


Como ABC ⇔ AED é uma correspondência dos ∆ABC e ∆A'B'C' identificam os elementos
congruência, temos: correspondentes congruentes.
d. B ≅ E Exemplo de aplicação
a. AB ≅ AE
b. AC ≅ AD
^
e. BAC ≅ EAD
^
As retas r e s da figura representam duas estra-
^ ^ das que passam pelas cidades W, X, Y e Z e que
c. BC ≅ ED f. ACB ≅ ADE
se cruzam em P.
B. Casos de congruências A partir de P, num mesmo instante, quatro jo-
vens A, B, C e D partem com destino às cidades
A definição de triângulos congruentes é por W, X, Y e Z, respectivamente.
demais “exigente”, visto  que, para concluir-
mos que dois triângulos são congruentes, é Os jovens caminham com velocidade constan-
necessário compararmos as seis medidas bá- te de modo que:
sicas dos triângulos (lados e ângulos). VA = VB e VC = VD
Existem situações em que podemos concluir Em que VA, VB, VC e VD são as velocidades dos
a congruência de dois triângulos a partir da jovens A, B, C e D, respectivamente.
igualdade de 3 medidas básicas. Provar que, em qualquer instante do percurso,
Essas situações são chamadas de casos de antes da chegada, a distância entre os jovens A
congruência. e C é a mesma que a dos jovens B e D.
PV-13-11

Verificar se uma situação é caso de congruência s W X r


é descobrir se as medidas conhecidas de dois
triângulos permitem estabelecer uma corres-
P
pondência congruência entre os dois triângu-
los.
1º caso de congruência: LAL
O primeiro caso de congruência de dois triân- Y Z
gulos é a correspondência lado-ângulo-lado, e
é adotado na geometria euclidiana como um Resolução
postulado. Num instante t após a partida, os jovens A e B
Se dois triângulos têm ordenadamente con- terão percorrido uma distância d1 e os jovens
gruentes dois lados e o ângulo compreendido, C e D, uma distância d2.
então eles são congruentes.

28
Geometria plana Matemática

Assim: Demonstração

Consideremos sobre a semirreta B ' A ' um
ponto P tal que PB ' ≡ AB.
A B A A'
P P

C D
B C B' C'

AB ≅ PB ' 
PA = PB = d1   LAL
^ = BPD
^ (o.p.v.)  LAL BC ≅ B ' C ' ⇒ ∆ABC ≅ ∆ P'B ' C '
APC  ⇒ ∆APC ≅ ∆BPD
 ^≅B
B ^' 
CP = DP = d2  

def .
def.
∆ABC ≅ ∆PB ' C ' ⇒ ACB ^ ≅ PC^'B '
∆APC ≅ ∆BPD ⇒ AC = BD
^ ≅ A ' C^'B '
ACB  ^ ^
Logo, a distância dos jovens A e C é a mesma ^ ^  ⇒ A ' C 'B ' ≅ PC 'B '
que a dos jovens B e D. ACB ≅ PC 'B ' 
 
Assim, as retas C ' A ' e C 'P coincidem, e isto
2º caso de congruência: ALA significa que A’ = P, ou seja, ∆A'B'C' e ∆PB'C'
O segundo caso de congruência de dois triân- são o mesmo triângulo.
gulos é a correspondência ângulo-lado-ângulo. Logo: ∆ABC ≅ ∆A'B'C'
Se dois triângulos têm ordenadamente 3º caso de congruência: LLL
congruentes um lado e os dois ângulos a ele adja-
centes, então esses triângulos são congruentes. O terceiro caso de congruência de dois triân-
gulos é a correspondência lado-lado-lado.
A A' Se dois triângulos têm os três
lados ordenadamente congruentes,
esses triângulos são congruentes.

B C B' C' A A'

^≅B
^'
PV-13-11

B 
 ALA B C B' C'
BC ≅ B ' C ' ⇒ ∆ABC ≅ ∆A 'B ' C '
C^ ≅ C^'  AB ≅ A 'B '

AC ≅ A ' C ' ⇒ ∆ABC ≅ ∆ A'B ' C '
Â ≅ Â ' 
def . BC ≅ B ' C ' 
∆ABC ≅ ∆A 'B ' C ' ⇒ AB ≅ A 'B '
 ≅
AC A ' C ' A^≅A ^'
^ ^def .
∆ABC ≅ ∆A 'B ' C ' ⇒ B ≅ B'
C^ ≅ C^'

29
Matemática Geometria plana

Demonstração Exemplo de aplicação


A A' Em uma aula de Educação Física, o professor
pede que as alunas Ana e Carolina permane-
çam fixas em dois pontos distintos A e C da
quadra, e que o aluno Paulo, inicialmente no
ponto médio de AC , se movimente na quadra,
B C B' C'
mantendo a equidistância de A e C.
Mostre que a trajetória
 de Paulo é uma reta
perpendicular a AC .
P Resolução
 Seja P’ uma posicão de Paulo num instante
Tracemos uma semirreta BP no semiplano qualquer:
oposto ao determinado por BC e A, de modo A
 ≅ A 'B ' C ' e BP ≅ B ' A ' .
que PBC
P
BP ≅ B ' A ' 

 ≅ A 'B ' C ' LAL
PBC ⇒ ∆A ' B ' C ≅ ∆ PBC C P'

BC ≅ B ' C '  PA ≅ PC 


PP ' é comum. LLL ⇒ ∆P 'PC ≅ ∆P 'PA
def . PC ≅ A ' C ' 
∆A 'B ' C ' ≅ ∆PBC ⇒  P' A ≅ P'C 
BÂC ≅ B ' Â ' C '  
Assim, CPP ' = APP ' = 90°
 é reto, então a trajetória de Paulo
Como P 'PC
AB ≅ A 'B ' ^ ^

 ⇒ AB ≅ BP ⇒ PAB ≅ BPA é uma reta perpendicular a AC .
BP ≅ A 'B '  4º caso de congruência: LAA0
O quarto caso de congruência de dois triângulos
AC ≅ A ' C ' ^ ^ é a correspondência lado-ângulo-ângulo oposto.
 ⇒ AC ≅ PC ⇒ PAC ≅ CPA
PC ≅ A ' C '  Se dois triângulos têm ordenadamen-
te um lado, um ângulo e o ângulo oposto ao
^ ^  lado, então eles são congruentes.
PAB ≅ BPA 
^ ^  A A'
PAC ≅ CPA  ⇒ BA^ C ≅ BPC
^
PV-13-11


BAC = PAB + PAC
^ ^ ^


BPC = BPA + CPA  B C B' C'
^ ^ ^

BC ≅ B ' C '
^ ^   LAA
BAC ≅ BPC  ^ ^ ^ ^  0
 ⇒ BAC ≅ B ' A' C ' B ≅ B'  ⇒ ∆ABC ≅ ∆ A 'B ' C '
BPC ≅ B ' A' C '
^ ^
^ ^

A ≅ A' 

 C ≅ C '
AB ≅ A 'B ' def . 
 
BÂC ≅ B ' Â ' C ' LAL
⇒ ∆ABC ≅ ∆ A 'B ' C '
∆ABC ≅ ∆A 'B ' C ' ⇒ AB ≅ A 'B '
 
AC ≅ A ' C '  AC ≅ A ' C '

30
Geometria plana Matemática

Demonstração B B'
^ +B
A ^ + C^ = 180° 
^ '+ ^B '+ C^ ' = 180° 
A  ^ ^
^ ^'  ⇒ C = C' A C A' C'
A=A 
^=B
B ^'  Â = Â ' = 90°
 caso especial ∆ABC ≅ ∆A 'B ' C '
AB ≅ A 'B '  ⇒
^=B
B ^  
ALA BC ≅ B ' C ' 
BC = B ' C ' ⇒ ∆ABC ≅ ∆A 'B ' C '
C^ = C^'  C^ ≅ C^'
definição ^ ^
Exemplo de aplicação ∆ABC ≅ ∆A 'B ' C ' ⇒ B ≅ B '

A figura abaixo mostra uma gangorra com has- AC ≅ A ' C '
te rígida de extremidades A e B, apoiada em
uma mureta vertical num ponto P. Quando as Demonstração
extremidades A ou B tocam o chão, formam B
com ele ângulos de medidas iguais.

P B
A
P'
A C
Prove que o ponto P está no meio da haste rígida.
Resolução B'

B A
P P
C'
P A'
A B 
P' P'
Sobre a semirreta oposta a AC ' , tomemos um
ponto P de modo que A’P = AC.
PP ' é comum.  LAA
 ⇒ 0∆AP 'P ≅ ∆BP 'P A 'P = AC 
PP^' A = PP
^ 'B
  LAL
^ '
^ ' = PBP  PÂ 'B ' = CÂB ⇒ ∆A 'B 'P ≅ ∆ABC (I)
PAP  
PV-13-11

A 'B ' = AB 
Então, AP = BP, ou seja, P está no meio da has-
te rígida. Assim, B 'P ≅ BC ≅ B ' C '
Caso especial de congruência Então, ∆PB'C' é isósceles e P = C '
O caso especial de congruência de dois triân- A 'B ' é comum.
gulos é a correspondência hipotenusa-cateto.  LAA 0
PÂ 'B ' ≅ C ' Â 'B '  ⇒
Se dois triângulos retângulos têm P^ ≅ C^' 

ordenadamente congruentes a hipotenusa
⇒ ∆A 'B 'P ≅ ∆A 'B ' C ' (II)
e um cateto, então eles são congruentes.
De I e II, temos:
∆ABC ≅ ∆A'B'C'

31
Matemática Geometria plana

C. Consequências importantes II. Recíproca do teorema do triângulo


I. Teorema do triângulo isósceles isósceles
Se um triângulo tem dois lados congruentes, Se um triângulo possui dois ângulos congruen-
então os ângulos opostos a estes lados são tes, então esse triângulo tem dois lados con-
congruentes. gruentes.
Sendo ABC um triângulo isósceles com Sendo ABC um triângulo com B^ ≅ C^ , temos:
AB ≅ AC, temos: A
A

B C
B C
Hipótese Tese
Hipótese Tese B^ ≅ C^ AB ≅ AC
AB ≅ AC ^
B ≅ C^
Demonstração Demonstração
Consideremos os triângulos ABC e ACB, isto é, Consideremos os triângulos ABC e ACB, isto é,
associemos a A, B e C, respectivamente, A, C associemos a A, B e C, respectivamente, A, C
e B. e B.
AB ≅ AC (hip.) ^ ≅ C^
B (hip.) 
ALA ALA
BÂC ≅ CÂB (comum) ⇒ ∆ABC ≅ ∆ACB BC ≅ CB (comum) ⇒ ∆ABC ≅ ∆ACB

AC ≅ AB  C^ ≅ B
^ (hip.) 

↑ ↑ ↑ ↑
∆ABC ∆ACB ∆ABC ∆ACB
definição
∆ABC ≅ ∆ACB ^ ≅ C^
⇒ B
definição
∆ABC ≅ ∆ACB ⇒ AB ≅ AC

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. Resolução
Classifique em verdadeiro (V) ou falso (F). a. Falso. O triângulo isósceles tem, pelo me-
nos, dois lados iguais e o equilátero três.
PV-13-11

a. Todo triângulo isósceles é equilátero.


b. Verdadeiro. O triângulo equilátero tem,
b. Todo triângulo equilátero é isósceles.
também, dois lados iguais.
c. Um triângulo escaleno pode ser isósceles. c. Falso. O triângulo escaleno tem os três la-
d. Todo triângulo isósceles é triângulo dos diferentes.
retângulo. d. Falso. Há triângulos retângulos que não
e. Todo triângulo retângulo é triângulo es- são isósceles.
caleno. e. Falso. Há triângulos retângulos que têm
f. Existe triângulo retângulo e isósceles. dois lados iguais.
g. Existe triângulo isósceles obtusângulo. f. Verdadeiro. Consequência da anterior.
h. Todo triângulo acutângulo ou é isósceles g. Verdadeiro. Há triângulos obtusângulos
ou é equilátero. com dois lados iguais.
h. Falso. Há triângulos acutângulos que não
são isósceles nem equiláteros.

32
Geometria plana Matemática

02. 03.
Observe a figura, sabendo que as retas supor- Dado um segmento AB , construimos
^ ^
tes aos lados AB e DE são paralelas e que o C AB ≅ DBA com AC ≅ DB , conforme a figu-
ponto C é o ponto médio de BD. ra abaixo. Unindo os pontos C e D obtemos o
Dados: AB = 35 ponto M no segmento AB.
CE = 22 Mostre que M é ponto médio de AB .
C
AC = 2x – 6
DE = 3y + 5

B E A B
M
β
θ θ (o.p.v)
C D
β
Resolução
A D
AC ≅ BD 
(construção)
r//s s LAA 0
CÂB ≅ DBA (construção)  ⇒ ∆AMC ≅ ∆BMD
Calcule x, y e a razão do perímetro do ∆ABC ^ ^

AMC ≅ BMD (o.p.v) 
pelo ∆CDE.
definição
Resolução ∆AMC ≅ ∆BMD ⇒ AM ≅ BM
∆ABC ^e ∆CDE
^
são congruentes pelo critério ALA.
Pois: B ≅ D (ângulo alterno interno); BC = CD (C é ∴M é ponto médio de AB.
o ponto médio); C ≅ C (oposto pelo vértice). As-
sim, a razão entre os perímetros é 1.
AC = CE ⇒ 2x – 6 = 22 ⇒ x = 14
AB = DE ⇒ 35 = 3y + 5 ⇒ y = 10
PV-13-11

33
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 03 QUADRILÁTEROS NOTÁVEIS


1. Definição e elementos Os trapézios podem ser classificados em:
Sejam A, B, C e D quatro pontos de um mesmo I. Trapézio isósceles: quando os lados
plano todos distintos, sem que existam três não paralelos são congruentes.
colineares. Se os segmentos AB , AC , CD e D C
DA interceptam-se apenas nas extremidades,
a reunião desses quatro segmentos é um qua-
drilátero.

A B B
A B

A C
D AB // CD e AD ≡ BC
^ ≡ ^B e ^D ≡ C
A ^
C D
ABCD convexo ABCD côncavo
II. Trapézio escaleno: quando os lados
Elementos de um quadrilátero convexo ABCD não paralelos não são congruentes.
• Vértices: são os pontos A, B, C e D. D C
• Lados: são os segmentos AB , BC , CD
e DA.
• Ângulos internos: são os ângulos DAB ^ ,
^ , ^
ABC BCD e CDA.^
A B
• Ângulos externos: são os ângulos ad-
jacentes suplementares dos ângulos AB // CD e AD ≠ BC
internos.
III. Trapézio retângulo: quando tem dois
ângulos internos retos.
2. Classificação dos
D C
quadriláteros convexos
A. Trapézio
Um quadrilátero convexo é um trapézio se, e
A B
somente se, tiver dois lados paralelos.
PV-13-11

D C AB // CD e A ^ = 90°
^=D

B. Paralelogramo
Um quadrilátero convexo é paralelogramo se, e
somente se, possuir os lados opostos paralelos.
A B D C

AB = base maior
CD = base menor A B

AB // CD e AD // BC

34
Geometria plana Matemática

C. Losango D C
Um quadrilátero convexo é um losango se,
e somente se, possuir os quatro lados con-
gruentes. A B
D
Demonstração
AB // CD ⇒ A^ + D
^ = 180°
^ ^
A C ⇒A≅C
AD // BC ⇒ C^+ D^ = 180°

Analogamente, provamos que B^ ≅ D
^.
B II. Todo quadrilátero convexo que
possui ângulos opostos congruentes é
AB ≅ BC ≅ CD ≅ DA paralelogramo.

D. Retângulo ^ ≅ C^ e ^B ≅ D
Hipótese: A ^
Um quadrilátero convexo é um retângulo se, e Tese: ABCD é paralelogramo.
somente se, possuir os quatro ângulos inter-
D C
nos congruentes.
D C

A B
A B Demonstração
^ ≅ C^ ≅ D
^ ≅B
A ^ ≅ 90°
^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^
E. Quadrado A ≡ C e B ≡ D ⇒ A + B = C + D A + B = 180°
 ⇒ C^ + D^ = 180°
Um quadrilátero convexo é um quadrado se, e ^ ^ ^ ^
A + B + C + D = 360° 
somente se, possuir os quatro ângulos internos
congruentes e os quatro lados congruentes. ^ ^ 
A + B = 180° ⇒ AD / /BC ABCD é
D C  ⇒ paralelogramo .
C + D = 180° ⇒ AB / /CD
^ ^

III. Consequência: todo retângulo é


paralelogramo.
PV-13-11

B. Lados opostos congruentes


A B
I. Em todo paralelogramo, os lados
AB ≅ BC ≅ CD ≅ AD e A^ ≅ B ^ ≅ 90°
^ ≅ C^ ≅ D opostos são congruentes.

3. Propriedades dos paralelogramos Hipótese: ABCD é paralelogramo.


Tese: AB ≅ CD e BC ≅ AD
A. Ângulos opostos congruentes D C
I. Em todo paralelogramo, os ângulos
opostos são congruentes.

Hipótese: ABCD é paralelogramo.


^ ≅ C^ e ^B ≅ D
Tese: A ^ A B

35
Matemática Geometria plana

Demonstrações Demonstração
^ ^ ABCD é AB ≅ CD (I)
B ≅ D paralelog ramo . ⇒  ^ ≅ DCM^ (II)
ABCD é paralelog ramo ⇒  ^ ^ BAM
BAC ≅ DCA AB / /CD ⇒  e

AC é comum. LAA0 AB
^ M ≅ CDM
^ (III)
^ ^ 
definição
AB ≅ CD 
B=D  ⇒ ∆BAC ≅ ∆DCA ⇒ 
^
^ = DCA
BAC  BC ≅ AD AM ≅ CM
 ALA 
(I) ,(II) ,(III) ⇒ ∆MCD ≅ ∆MAB ⇒  e
II. Todo quadrilátero convexo que possui os 
lados opostos congruentes é paralelogramo. DM ≅ BM

Hipótese: AB ≅ CD e BC ≅ AD II. Todo quadrilátero convexo em que


as diagonais se interceptam nos respec-
Tese: ABCD é paralelogramo. tivos pontos médios é paralelogramo.

D C Hipótese: AM ≅ MC e BM ≅ MD
Tese: ABCD é paralelogramo.
D C

A B M
Demonstração
AB ≅ CD  A B
 LLL Demonstração
BC ≅ AD  ⇒ ∆BAC ≅ ∆DCA
 AM ≅ MC 
AC é comum.  LAL
^ ^
AMB ≅ CMD (o.p.v.) ⇒ ∆AMB ≅ ∆ CBD
definição BAC ^
^ ≅ DCA 
∆ABC ≅ ∆CDA ⇒  ^ BM ≅ MD 
^
BCA ≅ DAC ≅∆
∆AMB CBD ⇒ AB ≅ CD (I)
^ ≅ DCA
BAC ^ ⇒ AB / /CD

^ ^  ⇒ ABCD é Analogamente para ∆AMD e ∆CMB,temos:
BCA ≅ DAC ⇒ BC / / AD paralelog ramo. BC ≅ AD (II)
III. Consequência: todo losango é (I) e (II) ⇒ ABCD é paralelogramo.
paralelogramo.
4. Propriedades dos losangos
PV-13-11

C. Diagonais cortam-se no meio A. Diagonais perpendiculares


I. Em todo paralelogramo, as diagonais se I. Todo losango tem as diagonais
interceptam nos respectivos pontos médios. perpendiculares.

Hipótese: ABCD é paralelogramo. Hipótese: ABCD é losango.


Tese: AM ≅ CM e BM ≅ DM Tese: AC ⊥ BD
D C D C

M M

A B A B

36
Geometria plana Matemática

Demonstração Hipótese: ABCD é losango.


^ ≅ DAC
BAC ^ ; BCA
^ ≅ DCA
^
ABCD é ABCD é AM ≅ MC
⇒ ⇒ Tese:  ^ ^ ^ ^
losango. paralelogramo. AM ≅ MD ABD ≅ CBD; ADB ≅ CDB
D C

AB ≅ BC 
 LLL
AM ≅ MC  ⇒ ∆AMB ≡ ∆CMB

BM comum
A B

Assim: Demonstração
^ ≅ CMB
AMB ^ ≅ 90°

Então: AC ⊥ BD AB ≅ BC 
 LLL
II. Todo paralelogramo que tem as AD ≅ CD  ⇒ ∆ABC ≅ ∆CDA
diagonais perpendiculares é losango. 
AC é comum.
Hipótese: ABCD é paralelogramo e AC ⊥ BD.
^ ≅ DCA
BAC ^ (I)
Tese: ABCD é losango. 
∆ABC ≅ ∆CDA ⇒  e
D BCA
^ ≅ DAC
^ (II)

M ^ ^
A C AB ≅ BC ⇒ ∆ABC isósceles ⇒ BAC ≅ BC A (III)
^ ^ ^ ^
(I), (II), e (III) ⇒ BAC ≅ DA C e BC A ≅ DC A
B Analogamente, provamos que:
Demonstração ^ ^ ^ ^
ABD ≅ CBD e ADB ≅ CDB
AM é comum. 
 LAL II. Todo paralelogramo que tem as
BM ≅ DM  ⇒ ∆AMB ≅ ∆AMD diagonais nas bissetrizes dos ângulos
AMB ≅ AMD 
^ ^ internos é losango.

PV-13-11

Analogamente: ∆AMD ≅ ∆CMD ≅ ∆CMB ABCD é paralelog ramo e


 ^ ^ ; BCA
^ ≅ DCA
^ ;
Assim: AB ≅ BC ≅ CD ≅ AD Hipótese: BAC ≅ DAC
^ ≅ CBD
ABD ^ e ADB^ ≅ CDB
^
Então: ABCD é losango. 
Tese: ABCD é losango.
B. Diagonais nas bissetrizes D C
dos ângulos internos
I. Todo losango tem as diagonais nas
bissetrizes dos ângulos internos.
A B

37
Matemática Geometria plana

Demonstração ABCD é paralelog ramo.


Hipótese: 

AC ≅ BD
^ ^
A≅C  ^ ^
^  BAC ≅ BC A Tese: ABCD é retângulo.
^ ^ A
BAC ≅ DAC ≅  ⇒ e
2 ^ ^ D C
DAC ≅ DC A
^ ^ C
BC A ≅ DC A ≅ 
2

A B
BAC ≅ BC A ⇒ AB ≅ BC (I)
^ ^

Demonstração
DAC ≅ DC A ⇒ AD ≅ CD (II)
^ ^

A^ ≅ C^ (I)
ABCD é paralelog ramo ⇒ AB ≅ CD (III) ^ ^
ABCD é paralelogramo⇒ B ≅ D (II)
(I), (II) e (III) ⇒ AB ≅ BC ≅ CD ≅ AD 
AD ≅ BC
Assim, ABCD é losango. AD ≅ BC 
 LLL
BD ≅ AC  ⇒ ∆BAD ≅ ∆CBA
5. Propriedade do retângulo AB é comum.

A. Diagonais congruentes ∆BAD ≅ ∆CBA ⇒ ^A ≅ ^B (III)


(I), (II), (III) ⇒ A^ ≅ B^ ≅ C^ ≅ D^ ⇒ ABCD é retângulo
I. Todo retângulo tem as diagonais
congruentes.
6. Conclusão importante
Hipótese: ABCD é retângulo.
Como os quadrados são trapézios, paralelo-
Tese: AC ≅ BD gramos, losangos e retângulos, eles têm todas
D C as propriedades estudadas, isto é:
• ângulos opostos congruentes;
• lados opostos congruentes;
• diagonais cortam-se no meio;
A B • diagonais nas bissetrizes dos ângulos
internos;
PV-13-11

Demonstração
• diagonais perpendiculares;
AD ≅ BC  • diagonais congruentes.
^ ≅B
^  LAL
A  ⇒ ∆DAB ≅ ∆CBA

AB é comum.
∆DAB ≅ ∆CBA ⇒ BD ≅ AC

II. Todo paralelogramo que tem diago-


nais congruentes é um retângulo.

38
Geometria plana Matemática

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. tempo equidistante das estações A e B e da es-
Construa o diagrama de Venn para os quadrilá- trada (reta) que liga as estações C e D.
teros notáveis e responda às questões. A nova estação deve ser localizada:
a. Qual quadrilátero notável pode ser a. no centro do quadrado.
chamado de todos os outros?
b. na perpendicular à estrada que liga C e D,
b. Existem paralelogramos que não são passando por seu ponto médio, a 15 km
trapézios? desta estrada.
c. Existem paralelogramos que não são c. na perpendicular à estrada que liga C e D,
losangos ou retângulos? passando por seu ponto médio, a 25 km
d. Existem retângulos que não são losangos? desta estrada.
Resolução d. no vértice de um triângulo equilátero
U de base AB, oposto a esta base.
e. no ponto médio da estrada que liga as
T P R Q L estações A e B.
Resolução
Aplicando o teorema D 20 N 20 C
U: Universo; T: Trapézio; P: Paralelogramo;
de Pitágoras no ∆PMB,
R: Retângulo; Q: Quadrado; L: Losango. temos: x
a. O quadrado, pois trata-se da intersecção x2 = (40 – x)2 + 202 40 40
de todos. P
x2 = 1.600 – 80x + x2 + 400
b. Não, pois P ⊂ T. x x
80x = 2.000 ⇒ x = 25 km 40 – x
c. Sim, pois P – (LUR) ≠ ∅ A 20 M 20 B
d. Sim, pois R – L ≠ ∅ Resposta
C
02.
Em um trapézio isósceles, a razão dos ângulos
04.
não congruentes é 5 : 7. Assim, qual o valor
dos ângulos? As bissetrizes dos ângulos consecutivos de um
paralelogramo formam um ângulo 25% maior
Resolução
que o menor destes dois. Assim, qual a medida
dos ângulos internos do mesmo?
(A.A.I.) θ
β β Resolução
PV-13-11

A B
θ θ

θ e β são sup lementares. 1,25.c


 d c
θ 5 180°
2 2
β = 7 k= = 15° D C
 12
 c d
θ + β = 5k + 7k ⇔ θ + β = 12 k θ = 75°; β = 105°
• c + d = 180° ⇔ 2 + 2 = 90°
03. ENEM 
• c + d + 1,25 c = 180° ⇔ 5 c = 90°
Quatro estações distribuidoras de energia, A,  2 2 4
B, C e D, estão dispostas como vértices de um ∴ c = 72°
quadrado de 40 km de lado. Deseja-se cons-
truir uma estação central que seja ao mesmo d = 108°

39
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 04 ÂNGULOS NA CIRCUNFERÊNCIA


1. Circunferência e círculo C. Elementos de uma circunferência
Na circunferência de centro C e raio r da figura,
A. Circunferência temos:
Circunferência é o conjunto de todos N
os pontos de um plano, cuja distância a
um ponto fixo é uma constante positiva.

r C r
A figura representa uma circunferência λ, em A B
que C é o centro (ponto fixo), PC é um raio,
com PC = r (constante positiva). E

M
λ P D
AC = raio
r AB = diâmetro
C
DE = corda
 = arco
DME
 = semicircunferência
ANB
AC = r e AB = 2r
λ(C, r) = {P ∈α | PC = r}
em que α é o plano da folha. D. Posições de um ponto em
relação a uma circunferência
B. Círculo Dados um ponto P e uma circunferência de
centro C e raio r, sendo d a distância de P ao
Círculo é o conjunto de todos os pontos de centro C, temos:
um plano cuja distância a um ponto fixo é
menor ou igual a uma constante positiva. P é interno à circunferência d < r.
P é externo à circunferência d > r.
P pertence à circunferência d = r.

Exemplo
PV-13-11

C r P λ

C
A
r

e = {P ∈α | PC ≤ r} B
em que α é o plano da folha. A é interno a λ.
B ∈λ
D é externo a λ.

40
Geometria plana Matemática

E. Posições de uma reta em F. Propriedade da reta tangente


relação a uma circunferência Toda reta t tangente a uma circun-
I. Reta externa ferência de centro O é perpendicular
ao raio no ponto T de tangência.
Uma reta é externa a uma circunferência quan-
do todos os seus pontos são externos a ela.
t é tan gente a λ.
Hipótese: 
T é ponto de tan gente.
Tese: OT ⊥ t
T' T
t
C
r

t O

II. Reta tangente


Uma reta é tangente a uma circunferência quan-
do um de seus pontos pertence a ela (ponto de Demonstração
tangência) e todos os outros são externos a ela. Se a tangente não fosse perpendicular ao raio
no ponto T, o raio OT formaria com t um ân-
gulo agudo, e existiria um ponto T' ∈ t, de tal
modo que o triângulo OTT’ fosse isósceles.
A Então, como OT = OT’= raio, o ponto T’ perten-
ceria a λ, e a reta t e a circunferência λ teriam
dois pontos distintos em comum, o que é um
C
absurdo.
r Assim, t é tangente ao raio, isto é, OT ⊥ t .
t
G. Propriedade da reta secante
Se uma reta t é secante a uma circunferência
λ, de centro O, em dois pontos A e B, então,

A é o ponto de tangência. sendo M o ponto médio de AB , a reta OM é
III. Reta secante perpendicular a t.
Uma reta é chamada de secante a uma circun- Hipótese: t é secante a λ em A e B.
PV-13-11


ferência quando tem dois pontos distintos em Tese: OM ⊥ t
comum com ela.

A
B A M B
t
t

C O

41
Matemática Geometria plana

Demonstração III. Tangentes internamente

AM ≅ MB  Duas circunferências são tangentes interna-


 LLL mente quando tiverem um único ponto em co-
OA ≅ OB  ⇒ ∆OAM ≅ ∆OMB mum e os demais pontos de uma delas forem
 interiores à outra.
OM é comum.
∆OAM ≅ ∆OBM ⇒ OMA ^ ≅ OMB
^ ≅ 90°

Assim, OM ⊥ t
O1 O2
H. Posições relativas de r2
r1
duas circunferências
I. Internas
Duas circunferências são internas quando to-
dos os pontos de uma forem internos à outra. O1O2 = r1 – r2
Em particular, quando os centros coincidem,
são concêntricas. IV. Tangentes externamente
Duas circunferências são tangentes externa-
mente quando tiverem um único ponto em co-
O2 mum e os demais pontos de uma delas forem
r2 externos à outra.

r1 O1

O1 O2
r2
r1

O1O2 < r1 – r2

II. Externas
Duas circunferências são externas quando O1O2 = r1 + r2
todos os pontos de uma forem externos à
outra. V. Secantes
PV-13-11

Duas circunferências são secantes quando ti-


verem apenas dois pontos em comum.

O2
O1
r2
r1 O2
O1
r2
r1

O1O2 > r1 + r2
r1 – r2 < O1O2 < r1 + r2

42
Geometria plana Matemática

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. 03.
Qual é a posição relativa de duas circunferên- Na figura, as circunferências são tangentes duas
cias de raios r e R, sendo d a distância entre a duas, e os centros são os vértices do triângulo
seus centros, em cada caso abaixo? ABC. Sendo AB = 7 cm, AC = 5 cm e BC = 6 cm,
a. r = 2 cm, R = 4 cm, d = 7 cm determine os raios das circunferências.
b. r = 3 cm, R = 4 cm, d = 7 cm
c. r = 3 cm, R = 7 cm, d = 4 cm A
d. r = 4 cm, R = 6 cm, d = 1 cm
Resolução B
4 + 2 = 6
a.  ⇒7> 4+2⇒d>R+r C
4 − 2 = 2
Portanto, são externas. Resolução
b. 4 + 3 = 7 ⇒ d = R + r Sejam r1, r2 e r3 os raios das circunferências de
centros A, B e C, respectivamente, e d1, d2 e d3
Portanto, são tangentes externamente. as distâncias entre seus centros, temos:
7 + 3 = 10
c.  ⇒ 4 = 7 −3⇒ d = R −r → as circunferências de centros A e B são tan-
7−3= 4  gentes exteriormente, então:
Portanto, são tangentes internamente. d1 = r1 + r2 ⇒ d1 = AB = 7 cm
6 + 4 = 10
d.  ⇒1< 6 − 4 ⇒ d<R −r r1 + r2 = 7 (1)
6−4=2 
Resposta: Portanto, são internas. → as circunferências de centros B e C são tan-
02. gentes exteriormente, então:
Determine o raio do círculo de centro O, da- d3 = r3 + r2 ⇒ d3 = BC = 6 cm
dos: AB = 3x – 3 e OA = x + 3.
r3 + r2 = 6 (2)

B
→ as circunferências de centros A e C são tan-
gentes exteriormente, então:
d2 = r1 + r3 ⇒ d2 = AC = 5 cm
O
r1 + r3 = 5 (3)
Fazendo (1) – (2)
PV-13-11

A r1 + r2 − r3 − r2 = 7 − 6
Resolução r1 – r3 = 1 (4)
AB = diâmetro AB (3) + (4):
⇒ = OA
OA = raio  2 r1 + r3 + r1 − r3 = 5 + 1 ⇒ 2r1 = 6 ⇒ r1 = 3
3x − 3 Voltando em (1):
= x+3
2
3 + r2 = 7 ⇒ r2 = 4
3x − 3 = 2x + 6
x=9 Voltando em (2):
OA = R = 9 + 3 = 12 r3 + 4 = 6 ⇒ r3 = 2
Resposta Resposta
O raio mede 12. Os raios são 2 cm, 3 cm e 4 cm.

43
Matemática Geometria plana

2. Ângulo central 4. Propriedade do ângulo inscrito


Ângulo central é o que tem o vértice no cen- A medida de um ângulo inscrito é igual à
tro da circunferência. O arco da circunferência metade da medida do seu arco correspondente.
com pontos internos ao ângulo é o seu arco
correspondente.
a é a medida do

A Hipótese: arco correspondente
 
do ângulo inscrito APB.
O P
 =a
Tese: APB
2
B
Demonstração
1º Caso – O centro O pertence a um lado do
AÔB é central. ângulo.
 é o arco correspondente do AÔB.
APB A
α a
A medida de um ângulo central é a
igual à medida de seu arco correspondente. α
P O B

A
 = α , temos:
Sendo APB

O α° α° ⇒ AÔB= m ( AB ) = α°  =α
OA = OP = raio ⇒ OÂP = OPA
AÔB = a (central) 
B ⇒a= α+α
AÔB externo ao ∆AOB
 =a
Assim, a = 2α, ou seja: APB
3. Ângulo inscrito 2
2º Caso – O centro é interior ao ângulo.
Ângulo inscrito é o que tem vértice na circun- A
ferência e lados se­cantes à mesma. O arco da
circunferência com pontos internos ao ângulo
é o seu arco correspondente. O T
P
P
PV-13-11

O 
 = m(AT) (1º caso)
APT
2 
A B ) 
 m (BT
Q BPT = (1º caso) 
2  a

 
APB = APT + BPT  ⇒ APB =
 é inscrito.  2
APB
 ) = m(AT
m(AB  ) + m(BT
) 
 é o arco correspondente do APB
AQB  . 
) = a
m(AB 

44
Geometria plana Matemática

3º Caso – O centro é externo ao ângulo. P


α
A

B α α

P O
A B
T
Se tomarmos
 um ponto X do semiplano
( )
P, AB que não pertence APB  , teremos:
 I. Se X é interno à circunferência:
 = m(AT) (1º caso)
APT
2 P

m ( )
BT  X α

BPT = (1º caso) 
2  a

 
APB = APT − BPT  ⇒ APB =
 2
 ) = m(AT
m(AB  ) − m(BT
)  A B
 ^ é externo ao ∆PXB e BPX
 = α.
) = a
m(AB  AXB
 ^ >α.
Assim, AXB

II. Se X é externo à circunferência:
Como, obrigatoriamente, um dos três casos X
 =a .
acontece, APB
2
5. Consequências da propriedade P
do ângulo inscrito α

A. Arco capaz
Dois ângulo inscritos em uma mesma circun-
A B
ferência, com o mesmo arco correspondente,
têm medidas iguais. APB  =α.
 é externo ao ∆AXP e APB
^ <α.
Assim, AXB
α

P C. Triângulo retângulo
PV-13-11

α α Todo triângulo inscrito em uma semicircunfe-


rência é retângulo.
P
A B
 é chamado de arco capaz de α.
O arco APB r
r r
A B
O
B. Pontos não pertencentes
ao arco capaz
Sendo AB uma corda de uma circunferência
λ, e P um ponto dessa circunferência, com 
^ = m(AB) = 90°
 ) = 180°, então APB
m(AB
 é o arco capaz de
 = α , dizemos que APB
APB
 veem 2
α, isto é, todos os pontos do arco APB Nota – A mediana relativa à hipotenusa OP
o segmento AB sob um ângulo de medida α. tem medida igual à metade de AB.

45
Matemática Geometria plana

D. Quadrilátero inscrito Demonstração


 é agudo.
1º Caso: APB
Todo quadrilátero inscrito em uma circunfe-
rência tem ângulos opostos suplementares.
A
O
a

B
B α P
a
A
C D  = α < 90°, temos:
Sendo APB
 ≅ OPB
OB ≅ OP ⇒ OBP  ≅ 90° − α
)
m(BCD 
BÂD =  = m(BAD)
e BCD No ∆OBP: a + (90° – α) + (90° – α) = 180°
2 2
 
Como m(BCD) + m(BAD) = 360°  =a
Assim: a = 2α, ou seja: APB
2
2 BÂD + 2 BC D = 360° ou BÂD + BCD
 = 180°  é obtuso.
2º Caso – APB

6. Ângulo de segmento
B
A. Definição 360° – a
a O
Ângulo de segmento é o que tem o vértice na
circunferência, um de seus lados é secante e o P
outro é tangente.
A

 = α > 90°, temos:


Sendo APB
O
 ≅ OPB
OB ≅ OP ⇒ OBP  ≅ α − 90°
No ∆OBP: (360° – a) + (α – 90°) + (α – 90°) = 180°
B
P
T  =a
Assim: a = 2α, ou seja: APB
A 2
 é reto.
3º Caso – APB
 é de segmento.
PV-13-11

APB
B
 é o arco correspondente do APB
PTB  .

A medida de um ângulo de seg-


O
mento é igual à metade da medida do a = 180° 
seu arco correspondente. a  =a
 ⇒ APB

APB = 90° 2
B. Propriedade P
Hipótese: a é a medida do arco corresponden- A
te do ângulo de segmento APB . Como, obrigatoriamente, um dos três casos
a
 =
Tese: APB  = a.
acontece, APB
2 2

46
Geometria plana Matemática

7. Ângulo de vértice interno 8. Ângulo de vértice externo


A. Definição A. Definição
Ângulo de vértice interno é o que tem o vér- Ângulo de vértice externo é o ângulo que tem
tice no interior da circunferência e as retas su- o vértice no exterior da circunferência e seus
portes de seus lados são secantes a ela. lados são secantes a ela.
A N
D C

M O D
P
N
B C

 , BPC
 , CPD
 e APD
 são ângulos de vértice A M B
APB
interno.
 e CND
AMB  são os arcos correspondentes
 e CPD
 . P
dos ângulos APB
 é de vértice externo.
APB
 e CND
AMB  são os arcos correspondentes do
B. Propriedade 
APB .
A medida de um ângulo de vértice inter-
no é igual à metade da soma das medidas dos B. Propriedade
seus arcos correspondentes. A medida de um ângulo de vértice
externo é igual à metade da diferença das
Hipótese: a e b são as medidas dos arcos cor- medidas dos seus arcos correspondentes.
respondentes dos ângulos de vértice interno
 e CPD
APB  . Hipótese: a e b são as medidas dos arcos cor-
 = a+b
 = CPD
Tese: APB respondentes dos ângulos de vértice externo
2  .
APB
Demonstração  = a−b
Tese: APB
2
A Demonstração
a D
PV-13-11

M O D
a A
P b 2
a
N b
B C b P
2
B
C
 = a e CBP
BCP  =b
b a
2 2 BC A = e CÂD =
 é externo ao ∆BPC. 2 2
APB CÂD é externo ao ∆CAP.
Assim: APB  = a + b = a+b
 = CPD Assim:
2 2 2 a b  = a−b
 , ou seja : APB
= + APB
2 2 2

47
Matemática Geometria plana

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. Observando
 a construção temos que o arco
 ) = 12°.
Na figura abaixo, m(BÊC) = 80° e m(AC m(CD) = 60°. Afinal o ângulo central é igual à
Determine a medida, em graus, do maior arco medida do arco.
.
BD Como o ponto P está inserido na circunferên-
cia, trata-se de um ângulo de vértice inscrito,
D portanto vale metade do arco.

m(DPC ) = m(DC) = 60° = 30°
2 2
E
B A 03. FBDC-BA
80°
Em uma circunferência, considere os pontos A,
12° B, C e D, conforme a figura.
C
Resolução
(S up lemento de 80°) A

 ) + m(AC
m(BD )  ) + 12°
m(BD
= 100° ⇔ = 100°
2 2
m(BD) = 188° 70o
B D
02.
C
O trapézio a seguir está inscrito em uma semi-
circunferência, em que sua base maior é igual
A medida do ângulo BDC é:
ao diâmetro e sua base menor vale metade da
base maior. Qual é o valor do ângulo formado a. 10°.
 , sendo P um ponto qualquer na cir-
por DPC b. 20°.
cunferência não pertencente ao arco DC ? c. 30°.
D C d. 40°.
e. 50°.
Resolução
A B Temos que m(ABD  ) = m(ACD
 ), são inscritos no
O
mesmo arco.
PV-13-11

 = CPD
Sendo P = AC ∩ BD, temos que BPA  = 90°,
pois são o.p.v.
^
Resolução Assim, CDB é o complemento de 70°, logo,
^
R m(CDB) = 20°.
D C
Resposta
R R B
60°
A B
O
2R

48
Geometria plana Matemática

04. 05. Unicamp-SP


Sejam O1 e O2 os centros das circunferências Na figura abaixo, temos uma circunferência
representadas na figura, a medida do ângulo de centro O e raio r. Sabendo que o segmento
x, é: BC mede r, prove que a medida do ângulo
1
ABP é da medida do ângulo AOP ^
.
3

x 80o A
O1 O2
C
P B
O

a. 10°.
b. 15°.
c. 20°.
Resolução
d. 25°. ^ ^
e. 30°. Sejam : ABP = x e AOP = y.
Resolução Queremos provar que y = 3x.

Sejam os pontos da figura. Então:


C
A
D y
C r
y x x x
P B
x 80o O D
A O1 O2 B

^ ^
1. ∆BOC é isósceles. Temos COB = CBO = x.
Pela propriedade do ângulo central e do ângu-  ) = y.
2. AOP = y é ângulo central. Temos m(AP
lo instrito, temos: 
 ) = 80° 3. COB = x é ângulo central. Temos m(CD) = x.
• O2 é centro ⇒ m(BC y−x
4. CBD = x é ângulo externo. Temos x = .
^
• BO1 C é ângulo inscrito 2
Logo, 2x = y – x e y = 3x.
PV-13-11

^ 80°
⇒ m(BO1 C) = = 40°
2
• O é centro ⇒ m(O  D) = 40°
1 2

^
• O2 ÄD é ângulo inscrito
^ 40°
⇒ m(O2 ÄD) = x =
2
∴ x = 20°
Resposta
C

49
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 05 ESTUDO DOS POLÍGONOS


1. Definições e elementos Exemplo
A
A. Segmentos consecuti vos B
P
Dois segmentos são consecutivos quando são
E
distintos e têm uma extremidade comum.
B C
C
Q D

A P é interno ao polígono.
Q é externo ao polígono.
AB e BC são consecutivos. O interior de um polígono é o conjunto de
todos os pontos internos ao polígono.
B. Polígonos e seus elementos A
Consideremos n (n ≥ 3) pontos ordenados: A1 , Interior do polígono
A2 , ... , An , e os n segmentos consecutivos por B
F C
eles determinados: A1 A2 , A2 A 3 , ..., An A1 , de
modo que não existam dois segmentos conse-
cutivos colineares. E D
Polígono A1 A2 ... An é a reunião dos pontos dos O conjunto dos pontos externos ao polígono é
n segmentos considerados. o exterior do polígono.
Os pontos A1 , A2 , ... , An são os vértices do po-
lígono e os segmentos A1 A2 , A2 A 3 , ..., An A1 , 3. Região poligonal
são seus lados. Região poligonal é a reunião do polígono com
A1 An seu interior.

A2 l A5
ona
Diag

A3 A4
4. Polígono convexo e
Os segmentos determinados por dois vértices polígono côncavo
não consecutivos são as diagonais do polígono.
PV-13-11

Um polígono é convexo se, e somente se,


2. Posição de um ponto qualquer reta suporte, de um lado do polígo-
no, deixar todos os outros lados num mesmo
Consideremos um polígono e um ponto P não semiplano, dos dois que ela determina.
pertencente a ele.
Tomando uma semirreta com origem P, que
não passa por vértice algum do polígono, esta
semirreta intercepta o polígono em n pontos.
Então:
1º) O ponto P é interno ao polígono se, e so-
mente se, n é ímpar.
2º) O ponto P é externo ao polígono se, e so-
mente se, n é par.

50
Geometria plana Matemática

Num polígono convexo, a região poligonal é n = 16 ..... hexadecágono


convexa. n = 18 ..... octodecágono
Um polígono que não é convexo é côncavo. n = 25 ..... pentaicoságono
n = 37 ..... heptatricágono
n = 56 ..... hexapentacágono

6. Número de diagonais de um
polígono convexo
Num polígono convexo A1 A2 ... An com n la-
dos, em cada vértice, temos (n – 3) diagonais,
então nos n vértices são n (n – 3) diagonais.
A1
A2
Num polígono côncavo, a região poligonal é
côncava. An

5. Nomenclatura A3
O nome dos polígonos é dado de acordo com
o número n de lados, assim: A5
1º caso: 3 ≤ n ≤ 9 A4
n = 3 ..... triângulo
n = 4 ..... quadrilátero No entanto, desse modo, cada diagonal está sendo
contada duas vezes, por exemplo, A1 A 3 e A 3 A1 ,
n = 5 ..... pentágono
então o número d de diagonais é:
n = 6 ..... hexágono
n = 7 ..... heptágono n(n − 3)
d=
n = 8 ..... octógono 2
n = 9 ..... eneágono
7. Ângulos de um polígono convexo
2º caso: n é múltiplo de 10
n = 10 ..... decágono A. Teorema 1
n = 20 ..... icoságono
PV-13-11

A soma das medidas dos ângulos


n = 30 ..... tricágono internos de um polígono convexo com n
lados é Si = (n – 2) · 180°.
n = 40 ..... quadricágono
n = 50 ..... pentacágono Hipótese: polígono convexo com n lados
n = 60 ..... hexacágono Tese: Si = (n – 2) · 180°

3º caso: n > 10 e não múltiplo de 10 Demonstração

O nome inicia pelo prefixo que indica a unida- Consideremos um polígono convexo A1 A2 ... An
de (uno, duo, tri, quadri, penta, hexa, hepta, com n lados, e tracemos as (n – 3) diagonais
octo e enea) e termina pela dezena. que partem do vértice A1, obtendo os (n – 2)
triângulos:
n = 11 ..... unodecágono ou undecágono
n = 12 ..... duodecágono ou dodecágono
( A1 A2 A3 , A1 A3 A 4 , A1 A 4 A 5 , ... , A1 An−1 An )

51
Matemática Geometria plana

A1 A2 Sejam i1 , i2 , ... , in os ângulos internos do


polígono e e1 , e2 , ... , en os ângulos externos
A3
respectivos.

e2
An
i2 e3
e1 i1
i3
A6 A4

in
A5 i4 e4
en i5
A soma das medidas dos ângulos internos dos
e5
(n – 2) triângulos é igual à soma das medidas
dos ângulos internos do polígono.
Como em cada triângulo a soma das medidas Assim: i1 + e1 = 180° 
dos ângulos internos é 180°, temos: i2 + e2 = 180°

Si = (n – 2) · 180° i3 + e3 = 180° +
................... 

B. Teorema 2 in + en = 180° 

A soma das medidas dos ângulos externos


Si + Se = n ⋅ 180°
de um polígono convexo com n lados é 360°.
Como Si = (n – 2) · 180°, temos:
Hipótese: polígono convexo com n lados Se = n · 180° – (n – 2) · 180°, então: Se = 360°
Tese: Se = 360° Observações
Demonstração 1ª) Quando nos referimos a um polígono
fica subentendido que o polígono é convexo.
Consideremos um polígono convexo A1 A2 ... An 2ª) Todo polígono regular pode ser inscri-
com n lados. to em uma circunferência.

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
PV-13-11

Um polígono possui o número de diagonais igual ao número de lados. Se acrescentarmos 4 diago-


nais, o novo polígono deverá ter seus lados aumentados. Qual é o aumento percentual?
Resolução
Antes: Depois:
Lados: n Diagonais: n Lados: x Diagonais: (n + 4)
Assim: x (x − 3)
9=
n (n − 3) 2
n= ; n≠ 0 x2 − 3x − 18 = 0
2
n= 5 x = 6 ou x = −3 (não serve)
1
Aumento: 1 lado ⇒ aumento % = = 20%
5

52
Geometria plana Matemática

02. 04.
Os números que exprimem o número de lados Qual é o número de diagonais que não passam
de três polígonos são n – 3, n e n + 3. Deter- pelo centro de um polígono de n lados, sendo
mine o número de lados desses polígonos, sa- n um número par?
bendo que a soma de todos os seus ângulos Resolução
internos vale 3.240°. n(n − 3)
Diagonais (total) =
Resolução 2
Pelas condições do problema, temos: n
Diagonais (centrais) =
S1 = ( n – 3 – 2) · 180 = (n – 5) · 180 2
Diagonais (não centrais) =
S2 = (n – 2) · 180
diagonais (total) – diagonais (centrais)
S3 = (n + 3 – 2) · 180 = (n + 1) · 180
Diagonais (não centrais) =
S1 + S2 + S3 = 3.240
n(n − 3) n n
(n – 5) · 180 + (n – 2) · 180 + (n + 1) · 180 = 3.240 − = ⋅ [(n − 3) − 1]
2 2 2
[n – 5 + n – 2 + n + 1] · 180 = 3.240 n(n − 4)
3 n – 6 = 18 ⇒ 3 n = 24 ⇒ n = 8 Diagonais (não centrais) =
2
Então, teremos: 05. Unifesp
n – 3 = 8 – 3 = 5 lados Pentágonos regulares congruentes podem ser
n = 8 lados conectados, lado a lado, formando uma estrela
n + 3 = 8 + 3 = 11 lados de cinco pontas, conforme destacado na figura.
Resposta Nessas condições, o
ângulo q mede:
5 lados, 8 lados e 11 lados
a. 180°
03. b. 72°
c. 54° θ
Num polígono regular ABCDE..., a diagonal AC
forma com o lado BC um ângulo de 18o. Qual é d. 36°
esse polígono? e. 18°
Resolução
B ae C
18°
Resolução
Ângulo interno de um pentágono regular
18° D
A
PV-13-11

(5 − 2) ⋅ 180°
ai = = 108°
5
Então, 108° + 108° + 108° + q = 360°
E
q = 36°
O ∆ABC ^é isósceles pois o polígono é regular, ai
^
assim BAC = BC A = 18°. Pelo teorema do ân- Resposta
gulo externo ae = 36°. Sendo ae o ângulo exter- D
no, temos: θ
S 360° ai
Se = n ⋅ ae ⇔ n = e = = 10
ae 36° ai
O polígono é o decágono.

53
Matemática Geometria plana

06. Mackenzie-SP
Se de cada vértice de um polígono regular par- Resolução
tem 15 diagonais, a medida dos ângulos inter- Diagonais que saem de cada vértice:
nos desse polígono, em radiano, é:
n – 3 = 15 ⇔ n = 18
11π 17π Si = (n – 2) ⋅ 180° = (n – 2) ⋅ π = 16 π
a. 2 d.
10 Si 16π 8π
ai = = =
6π 8π n 18 9
b. 7 e.
9 Resposta

c. E
8

8. Ângulos internos e externos de um polígono regular


A. Polígono regular Propriedade: todo polígono regular
Um polígono é regular se, e somente se, for possui um ponto que, equidistante dos seus
vértices e também equidistante de seus lados,
equilátero (lados congruentes) e equiângulo
é chamado de centro do polígono.
(ângulos congruentes).
A
Exemplos H B

Apótema
G C

Losango é um quadrilátero equilátero.


F D
E
A distância do centro do polígono regular
aos seus lados é o apótema do polígono regular.

B. Ângulos
Retângulo é um quadrilátero equiângulo. I. Ângulos internos
PV-13-11

Num polígono regular de n lados, a medida de


S (n − 2) ⋅ 180°
cada ângulo interno é: ai = i =
n n
II. Ângulos externos
Num polígono regular de n lados, a medida de
cada ângulo externo é:

Se 360°
ae = =
n n

Quadrado é um quadrilátero regular. Nota: como ai + ae = 180°, conhecendo a


medida de cada ângulo externo, podemos achar
a medida de cada ângulo interno e vice-versa.

54
Geometria plana Matemática

C. Outros ângulos em um b. As diagonais AC e BE de um polígono


polígono regular regular ABCDE... formam um ângulo agu-
Como todo polígono regular é inscritível, po- do com medida 54°. Qual é esse polígo-
demos calcular a medida de seus ângulos a no?
partir da teoria dos ângulos na circunferência. Resolução
Exemplos Construindo o polígono regular inscrito em
a. Num eneágono regular ABCDEFGHI, uma circunferência, temos:
calcular a medida do ângulo GÂD. B
A C
Resolução P
Construindo o polígono inscrito em uma cir-
cunferência, temos: D
A
I B
x E

H C O ângulo APB é um ângulo de vértice interno


na circunferência, então:
 
G D  = m (AB) + m (CE)
APB
2
F E Sendo n o número de lados, temos:
 ) = m(FE
m(GF  ) = m(ED
) = 360°
= 40°  ) = 360° e m (CE
m (AB  ) = 2 ⋅ 360°
9 n n
 ) 3 ⋅ 40°
m(GD 360° 720°
GÂD = = +
2 2 Assim : 54° = n n
2
Assim: GÂD = 60° Logo : n = 10
Resposta Resposta
GÂD = 60° O polígono é o decágono regular.

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
PV-13-11

Os números dos lados de dois polígonos con-


d2 − d1 =
(x + 1)(x − 2) − x (x − 3)
vexos são consecutivos e um deles tem 9 dia- 2 2
gonais a mais  que o outro. Que polígonos são
esses? x − 2x + x − 2 − x2 + 3x
2

Resolução 2
−x − 2 + 3x = 18
Seja x o número de lados do menor polígono,
logo o outro terá x + 1 lados. 2x = 20
Teremos: x = 10 Então: x + 1 = 11
x ( x − 3) (x + 1)(x + 1 − 3)
d1 = e d2 = Resposta
2 2
Os polígonos são o decágono e o undecágono.
com d2 – d1 = 9

55
Geometria plana Matemática

152. 156. Mackenzie–SP


Na figura abaixo, AB = 18 cm é o diâmetro da Na figura, as circunferências têm o mesmo
circunferência de centro M. centro O e os menores arcos, AB e EF
 , são
 = EF
tais que AB  = 40°
C

A B
N
P

B O
A M
C D
a. Sendo C um ponto da circunferência
distinto de A e B, mostre que o ângulo
 é reto.
BCA E F
b. N é um ponto médio do lado AC. Calcu-  , é:
le a medida do segmento PM. A medida do menor arco, CD
a. 50°
153.
b. 70°
Na figura abaixo, o triângulo ABC é retângulo
 mede 20°. c. 65°
em A e o ângulo ACB
d. 60°
Determine a medida do ângulo agudo formado
e. 80°
pela mediana AM e a altura AH do triângulo.
157.
A
Na figura abaixo, calcule a medida dos arcos
 e CND
AMB .

C
B H M C M 50° N P
D 30°
154. UEM-PR
Considere ABC um triângulo inscrito em uma B
semicircunferência de diâmetro BC, cuja medi-
da do ângulo C é 20°. Determine a medida, em 158. Cesgranrio-RJ
PV-13-14

graus, do ângulo formado pela altura e pela Um quadrilátero está inscrito em um círculo.
mediana relativas à hipotenusa. A soma, em radianos, dos ângulos α e β da
155. figura é:
Na figura abaixo, calcule o valor de x. B

A C
β

70° x 25°

137
Matemática Geometria plana

161.
a. π
4 O quadrilátero ABCD da figura é inscritível. O
valor de x é:
b. π A
2
c. π B
128o
D

d. 3π
2
O
e. 2π
159. PUC-SP x

O pentágono ABCDE da figura seguinte está C


inscrito em um círculo de centro O. O ângulo
 mede 60°. Então, x + y é igual a:
central COD a. 36°
a. 180° b. 48°
b. 185° c. 50°
c. 190° d. 52°
d. 210° e. 54°
e. 250° 162. Mackenzie-SP
A O ângulo a da figura mede:

B α
x
O y E

60o
50°

C D
a. 60°
160. Unifenas-MG b. 55°
O quadrilátero ABCD está inscrito em uma cir- c. 50°
cunferência e o ângulo ABC mede 108°. A me- d. 45°
 é igual a:
dida do ângulo CDA
B e. 40°
163. Unesp
PV-13-14

A C
108o
Os pontos A, B, C, D, E e F pertencem à circun-
ferência. O valor de α é:
A
120o
x F

B E
D α

a. 22°
b. 36°
c. 72°
110o
d. 92°
C D
e. 108°

138
Geometria plana Matemática

a. 60° 166.
b. 50° Na figura, determine a medida do ângulo a,
c. 45° sabendo que o arco AB mede 100° e que a
d. 40° corda CD mede R, sendo R o raio do círculo.
e. 35° C
D
164. UFRR
Na figura, a reta TA é tangente à circunferência
de centro O no ponto A, e a medida do ângulo R
TÂB é 40°.
α
T
A
B B
A
167. Fuvest-SP
O Na figura abaixo, o lado BC do triângulo é
congruente ao raio da circunferência. Qual a
 ?
medida do ângulo BAC
C A

Sabendo que o triângulo ABC é isósceles de


base AB, a medida, em graus, do ângulo BÂC
é igual a:
a. 30°
B
b. 45°
C
c. 55°
d. 70° a. 30°
e. 85° b. 40°
165. UFES c. 35°
d. 45°
Na figura, os segmentos de reta AP e DP são
 mede
tangentes à circunferência, o arco ABC e. 50°

110 graus e o ângulo CA D mede 45 graus. A 168. PUC-SP
medida, em graus, do ângulo APD  é:
O ângulo x da figura mede:
PV-13-14

A
B

45o

P x
C
35o
D

a. 15 a. 60°
b. 20 b. 80°
c. 25 c. 90°
d. 30 d. 100°
e. 35 e. 120°

139
Matemática Geometria plana

169. Unifei-MG c. 37°


Considere a semicircunferência de centro O da d. 38°30’
figura abaixo e a reta r, tangente a esta semi- e. 40°
circunferência pelo ponto A.
θ
172. Unicamp-SP
Na figura abaixo, temos uma circunferência de
A centro O e raio r. Sabendo que o segmento BC
mede r, prove que a medida do ângulo ABP é
β r 1 da medida do ângulo AOP .
α
O B 3

As relações entre os ângulos a, b e q são: A


π
Obs: Use o fato de que 90° = rad.
2
α C
a. α = β e θ =
2 P B
π−α α O
b. β = eθ= .
2 2
π
c. θ = + β e α = 3θ
4
d. β = 2θ e α = β – θ
173.
170.
Na figura, a = 20° e PA tem a mesma medida Sendo O1 e O2 os centros das circunferências da
do raio da circunferência de centro O. Calcule x. figura, calcule x.
B

A
76°
x
α O1 O2
D P
O C

x
174. Unicamp-SP
PV-13-14

171. Cesgranrio-RJ Calcule a medida angular y em função de x.


E

D y x
A
x B
F C

 = 20°, BC
Se, na figura, AB  = 124°, CD
 = 36°
175. Unesp
 = 90°, então o ângulo x mede:
e DE Em um quadrilátero ABCD tem-se AB = AC = AD,
a. 34 conforme a figura abaixo. Sabe-se que o ângu-
b. 35°30’  C mede 20°. Então, o ângulo A
lo BA  C mede:
BDC

140
Geometria plana Matemática

D 178. UFAL
Seja a circunferência de centro O, represen-
tada na figura abaixo. A medida α do ângulo
C assinalado é:

B
20°
A O
a. 5° 20° 100°
b. 10°
c. 15° α
d. 20°
e. 40° a. 30°
176. b. 40°
Na figura, a reta PQ toca, em N, o círculo que c. 50°
passa por L, M e N. A reta LM corta a reta PQ d. 60°
em R. Se LM = LN e a medida do ângulo PN Lé
 e. 70°
α, α > 60°, quanto mede o ângulo LRP?
179. Fuvest-SP
L
Os pontos A, B e C pertencem a uma circun-
ferência de centro O. Sabe-se que OA é per-
pendicular a OB e forma com BC um ângulo
M de 70°. Então, a tangente àcircunferência
 no
ponto C forma, com a reta OA , um ângulo de:
α
a. 10°
P N R Q
b. 20°
a. 3 α − 180° c. 30°
d. 40°
b. 180° − 2 α
e. 50°
c. 180° − α 180.
α Calcule o valor de x na figura abaixo sabendo
PV-13-14

d. 90° − 2 que C é o centro da circunferência λ1 e B é o


ponto pertencente a ela, além de centro da
e. α circunferência λ2.
177. ITA-SP E
λ1 λ2
Numa circunferência, inscreveu-se um qua- F
drilátero convexo ABCD tal que AB C = 70°. Se
x = AC B + BD C, então x é igual a:
a. 120° x 80o
b. 110° A B C D

c. 100°
d. 90°
e. 80°

141
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 05
181. 186.
Calcule o número de diagonais (d) e a soma Aumentando-se o número de lados de um po-
das medidas dos ângulos internos (Si) de cada lígono de 3, seu número de diagonais aumen-
um dos polígonos convexos. ta de 21. Determine o número de lados desse
a. Eneágono polígono.
b. Dodecágono 187. FEI-SP
c. Tridecágono A sequência a seguir representa o número de
182. USF-SP diagonais d de um polígono convexo de n lados.
O polígono regular cujo ângulo interno mede o n 3 4 5 6 7 ... 13
triplo do ângulo externo é o:
d 0 2 5 9 14 ... x
a. pentágono.
b. hexágono.
O valor de x é:
c. octógono.
a. 44
d. decágono.
b. 60
e. dodecágono.
c. 65
183. UFSCar-SP d. 77
Um polígono convexo com exatamente 35 dia- e. 91
gonais tem:
188. Aman-RJ
a. 6 lados.
O polígono convexo em que o triplo do núme-
b. 9 lados.
ro de vértices é igual ao total de diagonais é o:
c. 10 lados.
a. eneágono.
d. 12 lados.
b. dodecágono.
e. 20 lados.
c. hexágono.
184. d. heptágono.
Um polígono convexo tem 3 lados a mais que o e. icoságono.
outro. Descubra esses polígonos, sabendo que
juntos têm 64 diagonais. 189. OBM
A figura mostra dois quadrados sobrepostos.
185. UniABC-SP
Qual é o valor de x + y, em graus?
Um joalheiro recebe uma encomenda para
PV-13-14

uma joia poligonal. O comprador exige que o


número de lados seja igual ao número de dia-
gonais. Sendo assim, o joalheiro deve produzir x
uma joia:
a. triangular.
b. quadrangular. y
c. pentagonal.
a. 270°
d. hexagonal.
b. 300°
e. decagonal.
c. 330°
d. 360°
e. 390°

142
Geometria plana Matemática

190. UnB-DF 195. UFES


Num polígono convexo, o número de lados é o Na figura, as retas r e s são paralelas. A soma
dobro do número de diagonais. Calcule o nú- α + β + γ + δ das medidas dos ângulos indica-
mero de lados do polígono. dos na figura é:
191. Fuvest-SP r
α
Dois ângulos internos de um polígono conve- β
xo medem 130° cada um, e os demais ângulos
internos medem 128° cada um. O número de γ
δ
lados do polígono é:
s
a. 6
b. 7 a. 180°
c. 13 b. 270°
d. 16 c. 360°
e. 17 d. 480°
192. e. 540°
Calcule a soma dos ângulos a, b, c, d, e, indica- 196.
dos na figura.
Os números de lados de três polígonos conve-
xos são consecutivos. Sendo 1.620° a soma de
d todos os ângulos internos dos três polígonos,
determine esses polígonos.
e c
197.
Um polígono convexo tem y diagonais e a
soma das medidas de seus ângulos internos é
x°. Sendo y igual a 3% de x, determine x.
a
198.
Dividindo-se a diferença entre a soma das me-
b
didas dos ângulos internos e a soma das medi-
das dos ângulos externos de um polígono con-
193. Cefet-CE vexo pelo seu número de diagonais, obtêm-se
36°. Que polígono é esse?
Se a razão entre o número de diagonais d e
de lados n, com n > 3, de um polígono é um 199. ITA-SP
número inteiro positivo, então o número de
PV-13-14

De dois polígonos convexos, um tem a mais


lados do polígono: que o outro 6 lados e 39 diagonais. Então, a
a. é sempre par. soma total do número de vértices e de diago-
b. é sempre ímpar. nais dos dois polígonos é igual a:
c. é sempre múltiplo de 3. a. 63
d. não existe. b. 65
e. é sempre primo. c. 66
194. d. 70
Os números de lados de três polígonos são ím- e. 77
pares e consecutivos. Sabendo que juntos eles
têm 46 diagonais, determine esses polígonos.

143
Matemática Geometria plana

200. 204.
Todos os ângulos internos de um polígono Dizemos que um polígono pavimenta ou ladri-
convexo têm medidas iguais, exceto um deles, lha um plano se cópias congruentes desse po-
que é menor em 40°. Sendo ímpar o número lígono, adaptadas lado a lado, cobrem o plano
de lados desse polígono, determine o seu nú- sem deixar buracos e sem a necessidade de
mero de diagonais. superposições. Assinale a alternativa que con-
201. tém um polígono que pavimenta ou ladrilha
um plano.
Dado um dodecágono regular ABCDE..., calcule:
a. Pentágono
a. a medida do ângulo externo;
b. Eneágono
b. a medida do ângulo interno;
c. Pentadecágono
c. o número de diagonais;
d. Hexágono
d. a medida do ângulo agudo formado pe-
e. Octógono
los prolongamentos dos lados AB e CD.
205. Unesp
202. UFV-MG
As figuras indicam quatro ladrilhos na forma
Sabendo-se que num polígono regular a soma
de polígonos regulares:
das medidas dos ângulos internos com as me-
didas dos ângulos externos é 900°, calcule: P P P P
a. o número de lados desse polígono;
b. o número de diagonais desse polígono;
Triângulo Quadrado Pentágono Hexágono
c. a medida do ângulo interno desse po-
equilátero (Q) regular regular
lígono.
(T) (P) (H)
203. Unifesp
Pentágonos regulares congruentes podem ser Admita as seguintes junções de ladrilhos pelo
conectados, lado a lado, formando uma es- vértice P:
trela de cinco pontas, conforme destacado na I. três ladrilhos T e um ladrilho pelo vér-
figura. tice H;
II. três ladrilhos T e dois ladrilhos Q;
III. um ladrilho T, um ladrilho P e um ladri-
lho H;
IV. um ladrilho T, dois ladrilhos Q e um la-
drilho H.
θ
Entre as junções descritas, as únicas que cons-
PV-13-14

tituem um preenchimento perfeito do plano,


sem sobreposição ou quebra de ladrilho, são,
apenas:
a. I e II.
b. I e IV.
Nessas condições, o ângulo q mede:
c. II e III.
a. 108°
d. II e IV.
b. 72°
e. III e IV.
c. 54°
d. 36°
e. 18°

144
Geometria plana Matemática

206. PUCCamp-SP 208. Fuvest-SP


A figura descreve o movimento de um robô: Os pontos B, P e C pertencem a uma mesma
circunferência g e BC é lado de um polígono re-
gular inscrito em g. Sabendo que o ângulo BP C
2m mede 18°, podemos concluir que o número de
45o
lados de um polígono é igual a:

m
2
2m 45o
A
B

Partindo de A, ele sistematicamente avança


P C
2 m e gira 45° para a esquerda. Quando esse
robô retornar ao ponto A, a trajetória pecorri-
da terá sido:
a. uma circunferência. a. 5
b. um hexágono regular. b. 6
c. um octógono regular. c. 7
d. um decágono regular. d. 10
e. um polígono não regular. e. 12

207. Fuvest-SP 209. Mackenzie-SP


Na figura abaixo, ABCDE é um pentágono regu- Na figura, ABCDE é um pentágono regular, EF
lar. A medida, em graus, do ângulo α é: é paralelo a AB e BF é paralelo a AE. A medida
do ângulo a é:
A
A

α
B E
E α B

C D D C
PV-13-14

a. 32° a. 72°
b. 34° b. 54°
c. 36° c. 60°
d. 38° d. 76°
e. 40° e. 36°

145
Matemática Geometria plana

210. Mackenzie-SP
a. 4 3
Se de cada vértice de um polígono regular par-
tem 15 diagonais, a medida dos ângulos inter- b. 6 3
nos desse polígono, em radianos, é: c. 8 3
a. 11 π d. 12 3
12
e. 16 3
b. 6 π 213. Espcex-SP
7
Três polígonos regulares têm os números de
c. 7 π lados expressos por números inteiros conse-
8 cutivos. O número total de diagonais dos três
polígonos é 28. Calcule, em graus, a medida do
d. 17 π ângulo interno do polígono de menor número
10 de diagonais.
e. π
8 214. Mackenzie-SP
9 Os lados de um polígono regular de n lados,
211. Mackenzie-SP n > 4, são prolongados para formar uma es-
trela. O número de graus em cada vértice da
As medidas dos ângulos assinalados na figura estrela é:
a seguir formam uma progressão aritmética. 360°
Então, necessariamente, um deles sempre a.
n
mede:
b. (n − 4) ⋅ 180°
n
c. (n − 2) ⋅ 180°
n
d. 180° − 90°
a. 72° n
b. 90° e. 180°
c. 98° n
d. 108° 215. ITA-SP
e. 120° Considere três polígonos regulares tais que
212. Mackenzie-SP os números que expressam a quantidade de
lados de cada um constituam uma progressão
Na figura, a = 30°, O é o centro da circunfe- aritmética. Sabe-se que o produto desses três
PV-13-14

rência e AB é o lado do polígono regular ins- números é igual a 585 e que a soma de todos
crito na circunferência. Se o comprimento da os ângulos internos dos três polígonos é igual
circunferência é 4p, a área desse polígono é: a 3.780°. O número total das diagonais nesses
A três polígonos é igual a:
B
a. 63
b. 69
O
c. 90
d. 97
α
e. 106

146
Geometria plana Matemática

216. UFG-GO 219. ITA-SP


Mostre que, para revestir um piso com ladri- A soma das medidas dos ângulos internos de
lhos, cuja forma é um polígono regular de n la- um polígono regular é 2.160°. Então, o número
2n de diagonais desse polígono, que não passam
dos, é necessário que seja um número
inteiro. n −2 pelo centro da circunferência que o circunscre-
ve, é:
217. Fuvest-SP
a. 50
Considerando um polígono regular de n lados, b. 60
n ≥ 4, e tomando-se ao acaso uma das diago-
nais do polígono, a probabilidade de que ela c. 70
passe pelo centro é: d. 80
a. 0, se n é par. e. 90
b. 1 , se n é ímpar. 220. Unifesp
2 As medidas dos ângulos internos de um po-
c. 1, se n é par. lígono convexo de n lados formam uma pro-
d. 1 , se n é ímpar. gressão aritmética em que o primeiro termo é
n a1 e a razão é r > 0.
a. Se a1 ≥ 25° e se r ≥ 10°, obtenha o valor
e. 1 , se n é par. máximo possível para n nas condições
n−3 enunciadas.
218. ITA-SP b. Se o maior ângulo mede 160° e a razão
O número de diagonais de um polígono regu- é igual a 5°, obtenha o único valor pos-
lar de 2n lados, que não passam pelo centro sível para n.
da circunferência circunscrita a esse polígono,
é dado por:
a. 2n(n – 2)
b. 2n(n – 1)
c. 2n(n – 3)
d. n ⋅ (n − 5)
2
e. n(n – 2)
PV-13-14

147
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 06
221. g. r
Determine o valor de x nos casos a seguir, sen- 5 s
do r, s e t retas paralelas. 3
x
a. 2
r y t
4 6
x
s
6 8
222.
t
Se AS é bissetriz de Â, calcule x nos casos:
b. a. A
r
6 9
s 6 8
8 x
t
B 3 S x C
c. r
b. B
s
4 x x 6
8
9 S
t
6

C 12 A
d. r s t
c. A
x
3
x 5
4
x
e. B 4 S 3 C
r
d. C
PV-13-14

4 x
s
x
9 S 15
6 5
t y

A 12 B
f. r
223. UFMG
4 s
Observe a figura.
2x + 3
7 t O triângulo ABC é equilátero, AD = DE = EF = FB,
5x – 1 DG // EH // FI // BC, DG + EH + FI = 18.
O perímetro do triângulo ABC é:

148
Geometria plana Matemática

A Observando a figura e admitindo que as linhas


retas r, s e t sejam paralelas, pode-se afirmar
que a barreira mede:
D G r
30 m 24 m
s 56 m
E H Barreira
2m
t
F I Rio

B C
a. 33 m
a. 12 b. 38 m
b. 24 c. 43 m
c. 36 d. 48 m
d. 48 e. 53 m
e. 54 226. Unicamp-SP
224. UFR-RJ A figura mostra um segmento AD dividido em
Pedro está construindo uma fogueira repre- três partes: AB = 2 cm, BC = 3 cm e CD=5 cm.
O
sentada pela figura abaixo. Ele sabe que a segmento AD’ mede 13 cm e as retas
 BB ’ e CC ’
soma de x com y é 42 e que as retas r, s e t são são paralelas a DD ’. Determine os comprimen-
paralelas. tos dos segmentos AB’, B’C’ e C’D’.
B C D
A
r
8 x
s B’
6 y
t C’

D’

A diferença x – y é: 227. UFV-MG


PV-13-14

a. 2 Sob duas ruas paralelas de uma cidade serão


b. 4 construídos, a partir das estações A e B, pas-
c. 6 sando pelas estações C e D, dois túneis retilí-
neos, que se encontrarão na estação X, confor-
d. 10 me ilustra a figura abaixo.
e. 12
x
225. UFSM-RS
A crise energética tem levado as médias e Tú
grandes empresas a buscar alternativas na ge- nel
1

2
el

ração de energia elétrica para a manutenção


n

C D

Rua 2
do maquinário. Uma alternativa encontrada
1,5
por uma fábrica foi a de construir uma peque- km
m

na hidrelétrica, aproveitando a correnteza de Rua 1


1k

um rio que passa próximo às suas instalações. A B

149
Matemática Geometria plana

A distância entre as estações A e C é de 1 km 231. Unicamp-SP


e entre as estações B e D, de 1,5 km. Em cada No triângulo abaixo, obtenha a medida AB.
um dos túneis, são perfurados 12 m por dia.
Sabendo que o túnel 1 demandará 250 dias A
para ser construído e que os túneis deverão se
encontrar em X, no mesmo dia, é correto afir-
mar que o número de dias que a construção D 65° 12
do túnel 2 deverá anteceder à do túnel 1 é:
a. 135 3
40°
b. 145 25°
c. 125 B 18 C
d. 105
232.
e. 115
No triângulo ABC da figura, tem-se que  = α,
228. Mackenzie-SP B = C = 2α e BC = 4 cm. Calcule AB.
Na figura, temos r//r’ e s//s’. Então, para todo B
a > 1, o valor da abscissa é:
2α x
4 cm

2α α
x C A
0 1 a
s' 233.
r' s
r
A figura abaixo representa, no plano, um triân-
a. 2a gulo ABC com 54 cm de perímetro e lados de
b. a2 medidas a cm, b cm e c cm. Suponha que a bis-
c. (a + 1)2 = C o lado oposto
setriz do ângulo interno B divide
d. a + 1 em dois segmentos de medidas 10 cm e 14 cm.
e. a + 1 E
229. FEI-SP
O perímetro de um triângulo ABC é 100 m.
A bissetriz interna do ângulo  divide o lado
oposto BC em dois segmentos de 16 m e 24 m.
Determine os lados desse triângulo.
PV-13-14

230.
Determine a medida do lado AB do DABC, sa-
bendo que AS é bissetriz e que o perímetro do
DABC mede 75 cm. B
A

a
c
30 cm

10 cm H 14 cm
A C

10 cm b
B S C

150
Geometria plana Matemática

Dessa forma, é correto afirmar que: 236.


a. c + a = 34 cm. Os lados do retângulo da figura medem
b. os triângulos BHA e BHC são congruen- AB = 3 cm e BC = 4 cm. Sendo AÊB = 45°,
tes. determine PD.
c. se considerarmos uma reta paralela ao A D
segmento BH passando pelo ponto C e
encontrando o prolongamento do lado
AD no ponto E, então o segmento BC P
medirá 17,5 cm.
d. a medida do lado c é 17,5 cm. B C
E
e. a medida do lado a é 12,5 cm.
234. UFJF-MG 237.
No triângulo ABC da figura, AB = 5 cm, AC = 10 cm Na figura abaixo, I é o incentro do triângulo
e BC = 9 cm. Sendo AD bissetriz do ângulo BÂC
ABC. Sendo AB = 9 cm, AC = 12 cm e BC = 7 cm,
e DE // AB, calcule DE.
A calcule AI .
DI
E A

B D C
B C
D
235.
Na figura abaixo, o triângulo ABC é retângulo 238. Fuvest-SP
em A, AM é a mediana relativa à hipotenusa
e AD é a bissetriz do ângulo BÂC. Então, DM Um triângulo ABC tem lados de comprimentos
vale: AB = 5, BC = 4 e AC = 2. Sejam M e N os pontos
A de AB tais que CM é a bissetriz relativa ao ân-
gulo AC B e CN é a altura relativa ao lado AB.
6 Determine o comprimento de MN.
5
239.
PV-13-14

B C Na figura abaixo, AM1 e BM2 são medianas


D M
do triângulo ABC. Usando o teorema de Tales,
a. 5 mostre que
AG
= 2.
2 GM1
b. 2 A
5
c. 7 M2
20
G D
d. 5
7 B
M1
C
e. 1

151
Matemática Geometria plana

240. FGV-SP
Na figura, ABC é um triângulo com AC = 20 cm,
AB = 15 cm e BC = 14 cm. Sendo AQ e BP
bissetrizes interiores do triângulo ABC, o
quociente QR é igual a:
AR
A P C

R
Q

a. 0,3
b. 0,35
c. 0,4
d. 0,45
e. 0,5

PV-13-14

152
Geometria plana Matemática

CAPÍTULO 07
241. Unisa-SP 243.
Na figura abaixo, AB = 15 cm, AD = 12 cm e Na figura, ABCD é um quadrado inscrito no tri-
CD = 4 cm. Sendo EC // AB, o valor de EC , em ângulo EFG. Se a medida de FG é 10, o períme-
cm, é: tro do quadrado é:
B E
A D
6

F B C G

E a. 20
b. 15
c. 18
A C D d. 16
e. 17
a. 1
244. Fuvest-SP
b. 2
c. 3 O triângulo ABC tem altura h e base b (ver figu-
ra). Nele, está inscrito o retângulo DEFG, cuja
d. 4 base é o dobro da altura. Nessas condições,
e. 5 a altura do retângulo, em função de h e b, é
242. UFAC dada pela fórmula:
Na figura abaixo, ABC é um triângulo, e o seg- A
mentos de reta BC e MN são paralelos. Dados
que BC = 10, MN = 5 e MB = 6, a medida do
segmento AM é:
h
A D G

B C
E F
b
PV-13-14

M N
a. bh
h+b
b. 2bh
h+b
B C c. bh
h + 2b
a. 9
d. bh
b. 5 2h + b
c. 6
d. 7 e. bh
2(h + b)
e. 10

153
Matemática Geometria plana

245. FGV-SP 14
A

B 5

Anos
1994 2000

De acordo com o gráfico, é correto afirmar


Bem no topo de uma árvore de 10,2 metros de que, em 1998, a produção de café nesse muni-
altura, um gavião casaca-de-couro, no ponto A cípio foi, em milhões de toneladas:
da figura, observa atentamente um pequeno a. 9,5
roedor que subiu na mesma árvore e parou
preocupado no ponto B, bem abaixo do gavião, b. 9
na mesma reta vertical em relação ao chão. c. 10,5
Junto à árvore, um garoto fixa verticalmente d. 11
no chão uma vareta de 14,4 centímetros de e. 12,5
comprimento e, usando uma régua, descobre
que a sombra da vareta mede 36 centímetros 248. Ulbra-RO
de comprimento. h
Dois postes de alturas, em metros, h e es-
Exatamente nesse instante ele vê, no chão, a 2
sombra do gavião percorrer 16 metros em li- tão separados por uma distância de 16 m. Se
nha reta e ficar sobre a sombra do roedor, que os postes são unidos por dois cabos, conforme
não se havia movido de susto. mostra a figura, a altura em que se cruzam os
cabos, a partir do solo, é:
Calcule e responda: Quantos metros o gavião
teve de voar para capturar o roedor, se ele voa
verticalmente de A para B?
246. Mackenzie-SP
Na figura abaixo, a medida x vale:

A 10 h

h
15 D 15 2
x
16 m
PV-13-14

B E C
a. h m
a. 12,75 4
b. 12,25
b. h m
c. 11,75 3
d. 11,25
e. 11,00 c. 3h m
4
247. UEL-PR
d. 8 m
O gráfico a seguir mostra a produção de café, e. 4 m
em milhões de toneladas, em certo município
do estado do Paraná.

154
Geometria plana Matemática

249. Unifesp a. calcular o comprimento da sombra do


Em um dia de sol, uma esfera localizada sobre homem depois que ele subiu 4 metros
um plano horizontal projeta uma sombra de ladeira acima;
10 metros, a partir do ponto B em que está b. calcular a área do triângulo ABC.
apoiada ao solo, como indica a figura. b ⋅ c ⋅ senα
Obs. – Área de ∆ = , em que b e c
D 2
T são lados do D e a o ângulo compreendido en-
Raio de luz tre b e c.
C 252. Vunesp
Uma gangorra é formada por uma haste rígi-
10 m
B sombra A
da AB, apoiada sobre uma mureta de concre-
to no ponto C, como mostra a figura abaixo.
Sendo C o centro da esfera, T o ponto de tan- As dimensões são: AC = 1,2 m, CB = 1,8 m e
gência de um raio de luz, BD um segmento que CD = CE = DE = 1 m. Quando a extremidade B
passa por C, perpendicular à sombra BA, e ad- da haste toca o chão, a altura da extremidade
mitindo A, B, C, D e T coplanares: A em relação ao chão é:
a. justifique por que os triângulos ABD e C
CTD são semelhantes; A
B
b. calcule o raio da esfera, sabendo que a
1 D E
tangente do ângulo BÂD é .
2
250. a. 3 m
Os lados de um triângulo medem, respectiva- 3
b. m
mente, 7 cm, 9 cm e 14 cm. Qual é o períme- 3
tro do triângulo semelhante ao dado cujo lado
maior é de 21 cm? c. 6 3 m
a. 45 cm 5
b. 55 cm
d. 5 3 m
c. 60 cm 6
d. 75 cm e. 2 2 m
e. 30 cm
Obs. – A altura do triângulo equilátero de lado
251. Unicamp-SP
déd 3 .
PV-13-14

Um homem, de 1,80 m de altura, sobe uma


ladeira com inclinação de 30°, conforme mos- 2
tra a figura. No ponto A está um poste vertical 253. Unesp
de 5 metros de altura, com uma lâmpada no Um observador, situado num ponto O, locali-
ponto B. Pede-se para: zado na margem de um rio, precisa determi-
B nar sua distância até um ponto P, localizado
C
na outra margem, sem atravessar o rio. Para
isso, marca, com estacas, outros pontos do
1,80 m lado da margem em que se encontra, de tal
Sombra 5m forma que P, O e B estão alinhados entre si
e P, A e C também. Além disso, OA é paralelo a
30°
BC, OA = 25 m, BC = 40 m e OB = 30 m, conforme
figura.
A

155
Matemática Geometria plana

P
c. 20
Rio 7

O d. 15
4
A
e. 15
2
B C
256.
A distância, em metros, do observador em O Na figura a seguir, os pontos A, B e C estão ali-
até o ponto P, é: nhados. Se PA = x, PB = y e PC = z, podemos
a. 30 afirmar que:
b. 35
A
c. 40
d. 45
e. 50 B
x
254. UFPR
y
Em uma rua, um ônibus com 12 m de compri-
mento e 3 m de altura está parado a 5 m de 60° 60°
distância da base de um semáforo, o qual está z
C
P
a 5 m do chão. Atrás do ônibus para um carro,
cujo motorista tem os olhos a 1 m do chão e a 1
2 m da parte frontal do carro, conforme indica a. y =
x+z
a figura abaixo. Determine a menor distância
(d) que o carro pode ficar do ônibus de modo x+z
b. y =
que o motorista possa enxergar o semáforo 2
inteiro. c. y2 = x · z

d. 1 = 1 + 1
y x z
5m
1m x·y
e. z =
5m 12 m d 2m x+y

a. 13,5 m 257. ITA-SP


b. 14,0 m Considere o triângulo ABC, em que AD é a me-
PV-13-14

c. 14,5 m diana relativa ao lado BC. Por um ponto arbi-


d. 15,0 m trário M do segmento BD, tracemos o segmen-
to MP paralelo a AD, em que P é o ponto de
e. 15,5 m
interseção desta paralela com o prolongamen-
255. UFJF-MG to do lado AC (figura). Se N é o ponto de inter-
Seja o triângulo de base igual a 10 m e altura seção de AB com MP, podemos afirmar que:
igual a 5 m com um quadrado inscrito, tendo
P
um lado contido na base do triângulo. O lado
do quadrado é, em metros, igual a:
A
a. 10 N
3
b. 5 B M D C
2

156
Geometria plana Matemática

a. MN + MP = 2BM As ruas TP e SQ são paralelas. Partindo de S,


b. MN + MP = 2CM cada corredor deve percorrer o circuito pas-
c. MN + MP = 2AB sando, sucessivamente, por R, Q, P, T, retor-
d. MN + MP = 2AD nando, finalmente, a S.
e. MN + MP = 2AC Assinale a opção que indica o perímetro do
258. Unirio-RJ circuito.

2 a. 4,5 km
b. 19,5 km
4
4 c. 20,0 km
d. 22,5 km
e. 24,0 km
5 261. Unirio-RJ

Observe os dois triângulos anteriormente re-


presentados, onde os ângulos assinalados são
congruentes. O perímetro do menor triângulo é:
30 m
a. 3
15
b.
4 50 m
c. 5
15 Sombra
d.
2
16 m
e. 15
259. Unicamp-SP Numa cidade do interior, à noite, surgiu um
Em uma determinada região do planeta, a objeto voador não identificado, em forma de
temperatura média anual subiu de 13,35 °C disco, que estacionou a 50 m do solo, aproxi-
em 1995 para 13,8 °C em 2010. Seguindo a
madamente. Um helicóptero do exército, si-
tendência de aumento linear observada entre
1995 e 2010, a temperatura média em 2012 tuado a aproximadamente 30 m acima do ob-
deverá ser de: jeto, iluminou-o com um holofote, conforme
a. 13,83 °C mostra a figura abaixo. Sendo assim, pode-se
b. 13,86 °C afirmar que o raio do disco voador mede, em
PV-13-14

metros, aproximadamente:
c. 13,92 °C
d. 13,89 °C a. 3,0
260. b. 3,5
O circuito triangular de uma corrida está es- c. 4,0
quematizado na figura a seguir. d. 4,5
P Rua PQ Q Av. QR e. 5,0
R
Rua SQ 262. ENEM
Rua TP Av. SR
O gráfico abaixo, obtido a partir de dados do
S Rua TS = 3 km Ministério do Meio Ambiente, mostra o cresci-
Rua SQ = 3 km
Rua TS Rua PQ = 2 km mento do número de espécies da fauna brasi-
T Av. QR = 4 km leira ameaçadas de extinção.

157
Matemática Geometria plana

Tales, o grande matemático do sécu-


461 lo VI a.C., foi também um próspero co-
Número de espécies ameaçadas de extinção

merciante. Certa vez, visitou o Egito em


viagem de negócios. Nessa ocasião, ele
assombrou o faraó e toda a corte egípcia,
medindo a altura da pirâmide de Quéops,
cuja base é um quadrado de 230 metros
de lado.
Para calcular a altura da pirâmide,
Tales fincou verticalmente no solo uma
239
estaca que ficou com altura de 1 metro
acima do solo.
As medidas dos comprimentos da
sombra da pirâmide e da sombra da esta-
ca são, respectivamente, 255 metros e 2,5
Ano
1983 1987 1991 1995 1999 2003 2007 metros.
JAKUBOVIC, J.; CENTURION, M.; LELLIS, M.C. Matemática
na medida certa. São Paulo: Scipione. Adaptado.
Se mantida, pelos próximos anos, a tendência
de crescimento mostrada no gráfico, o número Com base nas informações do texto, é válido
de espécies ameaçadas de extinção em 2011 afirmar que a altura da pirâmide, em metros, é:
será igual a:
a. 14,80
a. 465
b. 92,50
b. 493
c. 148
c. 498
d. 925
d. 538
e. 1.480
e. 699
264. FEI-SP
263. ETEC-SP
Uma placa de papelão retangular, de 40cm
Raios de sol
raios de sol por 60cm, inicialmente será cortada ao longo
de uma de suas diagonais e depois ao longo
Estaca de duas direções paralelas aos seus lados, de
Sombra
da estaca modo a obter-se um quadrado, conforme in-
dicado na figura. Qual a medida do lado desse
quadrado?
Vara de medir

Raios Estaca
PV-13-14

de sol fincada
verticalmente
Altura da no solo
pirâmide

Comprimento
Metade da da sombra
medida da da estaca a. 20 cm
Comprimento
base b. 21 cm
da sombra
da pirâmide
c. 22 cm
Leia o texto a seguir. d. 23 cm
e. 24 cm

158
Geometria plana Matemática

265. Fuvest-SP A bola, entretanto, segue uma trajetória re-


A sombra de um poste vertical, projetada pelo tilínea, mas não paralela à lateral, e, quando
Sol sobre um chão plano, mede 12 m. Nesse passa pela linha de meio do campo, está a uma
mesmo instante, a sombra de um bastão ver- distância de 12 m da linha que une o lateral ao
tical de 1 m de altura mede 0,6 m. A altura do atacante. Sabendo-se que a linha de meio do
poste é: campo está à mesma distância dos dois joga-
a. 6 m dores, a distância mínima que o atacante terá
que percorrer para encontrar a trajetória da
b. 7,2 m
bola será de:
c. 12 m
d. 20 m
A
e. 72 m
12 m
266. PUC-RS
32 m
Para medir a altura de uma árvore, foi usada
uma vassoura de 1,5 m, verificando-se que, no
momento em que ambas estavam em posição
L
vertical em relação ao terreno, a vassoura pro-
jetava uma sombra de 2 m e a árvore, de 16 m.
A altura da árvore, em metros, é:
a. 18,8 m
a. 3,0
b. 19,2 m
b. 8,0
c. 19,6 m
c. 12,0
d. 15,5 d. 20 m
e. 16,0 e. 20,4 m
267. Mackenzie-SP 269. UFPE
A área do quadrado assinalado na figura é: No trapézio ABCD, calcule a altura IE do triân-
A
gulo ABI, sabendo que a altura do trapézio é 8
e que seus lados paralelos medem 6 e 10.
6
A E B

C B I 8
8
PV-13-14

a. 20
b. 18 D C
10
c. 25
d. 12 270. UFMG
e. 16
No paralelogramo ABCD, da figura abaixo, o
268. Fuvest-SP ponto P, contido no lado CD, é tal que o seg-
Um lateral L faz um lançamento para um ata- mento PC mede 4 cm, os segmentos AP e PB
cante A, situado 32 m à sua frente em uma medem 14 cm cada um e os ângulos DÂP e PÂB
linha paralela à lateral do campo de futebol. têm a mesma medida.

159
Matemática Geometria plana

D P C a. 0,75 m
b. 1,20 m
c. 1,80 m
d. 2,40 m
e. 3,20 m
274. Mackenzie-SP
Na figura abaixo, vale sempre que:
A B
B
Determine a medida do lado AD. C
r
271. Cefet-MG
Num triângulo isósceles de altura 8 cm, inscre- Q
D
ve-se uma circunferência de raio 3 cm. A medi- O P E
da da base do triângulo, em cm, é: r
a. 9
b. 10 A
c. 11 a. OA · OB = OE · OP
d. 12 b. OP · OQ = r2
272. c. AP · OQ = (OA)2
Num triângulo isóceles ABC com AB = AC, tem- d. OA · BQ = (OQ)2
-se BC = 2a e o raio da circunferência inscrita é e. OP · OE = r2
r (a > r). Calcule, em função de a e r:
275.
Considere a circunferência circunscrita a um
A
triângulo ABC. Seja AE um diâmetro dessa cir-
cunferência e AD a altura do triângulo. Sendo
AB = 6 cm, AC = 10 cm e AE = 30 cm, calcule a
–

altura AD.
a


A
T
h h–r r 6 10
h
O a
B C
r D
PV-13-14

B M C
a a

a. a medida do lado AB do triângulo; E


b. a medida da altura relativa à base. 276. Fuvest-SP
273. Cesgranrio-RJ A figura representa um retângulo ABCD, com
Certa noite, uma moça de 1,50 m de altura es- AB = 5 e AD = 3. O ponto E está no segmento
tava a dois metros de distância de um poste de CD de maneira que CE = 1 e F é o ponto de in-
luz de 4 m de altura. O comprimento da som- tersecção da diagonal AC com o segmento BE.
bra da moça no chão era de: Então, a área do triângulo BCF vale:

160
Geometria plana Matemática

D E C bola vermelha. Assumindo que, em cada co-


lisão da bola branca com uma das bordas da
F mesa, os ângulos de incidência e de reflexão
são iguais, a que distância x do vértice Q deve-
-se jogar a bola branca?
278.
A B
Num triângulo ABC, retângulo em A, os cate-
tos medem 3 cm e 6 cm. A medida do raio da
6 circunferência, com centro na hipotenusa e
a.
5 tangente aos catetos do triângulo, é:
5 a. 1 cm
b.
4 b. 1,5 cm
4 c. 2 cm
c.
3 d. 2,5 cm
7 e. 3 cm
d.
5 279. UEM-PR
3 Na figura a seguir, ABCD é um paralelogramo,
e. M é o ponto médio do lado AB, N é o ponto
2
médio do lado BC e P é o ponto médio do lado
277. Fuvest-SP CD. Sabendo-se que a medida de BC é 7 cm, a
Em uma mesa de bilhar, coloca-se uma bola medida da diagonal AC é 10 cm e a medida da
branca na posição B e uma bola vermelha na diagonal BD é 8 cm, o perímetro do triângulo
posição V, conforme o esquema abaixo. MNP é:
0,80 m B N C
Q R

M P
0,40 m
x

V A D

a. 20 cm
1,20 m b. 19 cm
c. 16 cm
PV-13-14

d. 25 cm
e. 18 cm
280. UFG-GO
B
As “regras oficiais de voleibol”, aprovadas pela
Federação Internacional de Voleibol (FIBV),
definem que a quadra para a prática desse es-
P S porte deve ser retangular, medindo 18 m de
comprimento por 9 de largura.
0,90 m
A rede colocada verticalmente sobre a linha
Deve-se jogar a bola branca de modo que ela central da quadra deve ter altura de 2,43 m
siga a trajetória indicada na figura e atinja a para jogos profissionais masculinos. Em cada

161
Matemática Geometria plana

campo da quadra, há uma linha de ataque, desenhada a 3 m de distância da linha central, mar-
cando a zona de frente, conforme a figura a seguir.
Durante um jogo profissional masculino, um jogador fez um ponto do seguinte modo: estando so-
bre a linha de ataque de seu campo, saltou verticalmente batendo na bola no ponto H, fazendo-a
descrever uma trajetória retilínia, passando rente ao topo da rede, no ponto R, tocando a quadra
exatamente no ponto B, pertencente à linha de fundo do campo adversário.
H

Linha de fundo R
do campo adversário

ue

9m
l
tra

q
ata
cen

de
B
ha

ha
Lin

Lin
9m 3m
18 m

Segundo as condições descritas, calcule a altura, AH, que o jogador alcançou para conseguir fazer
o ponto.

PV-13-14

162
Geometria plana Matemática

CAPÍTULO 08
281. 282. Fuvest-SP
a. Determine o valor de x na figura. O valor de x na figura é:

A C
5 x x 2
3 E
2 10
D

10 B

b. Na figura abaixo, calcule x.


a. 20
P A B 3
x
8 b. 3
C O 5
c. 1
17
d. 4
e. 5
D
283.
c. Na figura, PA = 16 cm e A, B e C são pon- a. A hipotenusa de um triângulo retângu-
tos de tangência. Calcule o perímetro
lo mede 10 cm e o raio do círculo ins-
do triângulo PRS.
crito mede 1 cm. Calcule o perímetro
desse triângulo.
A
R
b. A circunferência da figura está inscri-
ta no triângulo ABC e P, Q e R são os
pontos de tangência. Sendo AB = 7 m,
C P BC = 6 m e AC = 8 m, calcule a medida
do segmento PB.
S B
B
PV-13-14

P
Q
d. Na figura abaixo, têm-se uma tangente
AT e uma secante AP a um círculo. Se AT
= 12 cm e PR = 10 cm, calcule o compri-
mento de AR.
C A
P R
R
A c. Determine a medida do segmento DE
da figura seguinte, sabendo que AB é o
diâmetro da circunferência, B é o ponto
de tangência do segmento BC à circun-
T ferência e DE é paralelo a BC.

163
Matemática Geometria plana

9
C a. 18
D
b. 20
16 c. 22
A B d. 24
O E
e. 32
286. ITA-SP
284. Seja E um ponto externo a uma circunferência.
a. Calcule a medida do lado BC do qua- Os segmentos EA e ED interceptam essa circun-
ferência nos pontos B e A, e nos pontos C e D,
drilátero circunscrito na circunferên-
respectivamente. A corda AF da circunferência
cia, sendo AB = 10 cm, CD = 15 cm e
intercepta o segmento ED no ponto G. Se EB = 5,
AD = 13 cm. BA = 7, EC = 4, GD = 3 e AG = 6, então GF vale:
A a. 1
B
b. 2
c. 3
d. 4
e. 5
D C
287. Ibmec-SP
b. Determine o perímetro do quadrilátero Na figura, AB é diâmetro
 da circunferência de
ABCD, circunscritível, da figura. raio 10 cm e a reta PA é tangente a essa cir-
A cunferência.
x+1
D P
3x
2x Q

B 3x + 1 C
A B
O
285.
O perímetro do quadrilátero ABCD, circunscri-
tível, é:
Se a medida do segmento PQ é 3 cm, então o
PV-13-14

A segmento BQ mede, em centímetros:


2x + 3 a. 4 2
b. 3 6
3x D
c. 2 10
d. 6
O e. 5
5x
B 288. FEI-SP
4x + 1 Na figura seguinte, AB é tangente à circunfe-
rência no ponto B e mede 8 cm. Se AC têm a
C mesma medida x, o valor de x, em cm, é:

164
Geometria plana Matemática

B E
8 cm

O
A x C x D A
D B

a. 4 C
b. 4 3
a. a + b
c. 8 2
d. 3 2 b. a – b
c. 2 a2 − b2
e. 4 2
d. a − b
2
289. Mackenzie-SP
O ponto P está no interior de uma circunferên- 2b 2
cia de 13 cm de raio e dista 5 cm do centro da e. impossível de ser calculado por falta de
mesma. Pelo ponto P traça a corda AB de 25 cm. dados.
Os comprimentos que P determina sobre a 292. Unifei-MG
corda AB são: A figura abaixo mostra uma circunferência,
a. 11 cm e 14 cm onde AB é uma corda perpendicular ao diâme-
b. 7 cm e 18 cm tro CE. Sabe-se que a corda AB mede a e que
a flecha CD mede b. Esse é um exemplo típico
c. 16 cm e 9 cm
de seção transversal de uma tubulação pluvial,
d. 5 cm e 20 cm onde a corda AB representa o nível d’água,
e. 8 cm e 17 cm num certo instante.
290. UEFS-BA C

Na figura, são dados AE = 1 , BE = 8 cm e


AC 4 A D B
ED = 6 cm. O comprimento de AC, em cm, é:

B E
PV-13-14

E
Nessas condições, pode-se afirmar que o raio
D A R da circunferência mede:

a. 10 b2 − 4a2
a. R =
b. 12 8a
c. 16 a2 + 4b2
b. R =
d. 18 8b
e. 20 a2 − 4b2
c. R =
291. Mackenzie-SP 8b
Na figura, O é o centro da circunferência; AB = a; b2 + 4a2
AC = b e OA = x. O valor de x, em função de a d. R =
e b, é: 8a

165
Matemática Geometria plana

293. UFOP-MG
B C
Dois pontos A e B de uma circunferência es-
tão à distância de 80 cm um do outro. O ponto
médio M do segmento AB está à distância de
80 cm do ponto C, que é o ponto da circunfe- r
rência mais distante de M.

R
M
A B
A

r
É correto afirmar que vale:
R
1
C a.
2 +1
Dessa forma, o perímetro da circunferência 1
vale, em cm: b.
2 −1
a. 80 p
b. 100 p 1
c.
c. 160 p 3 +1
d. 2.500 p 1
d.
Obs.: perímetro de uma circunferência de raio 3 −1
R: 2p = 2pR.
296.
294. UFTM-MG
Nas figuras 1 e 2 a seguir, o ponto O é o centro
Na figura, a reta suporte de AB é tangente, no
ponto B, à circunferência de centro O. A medi- das circunferências.
da de AB é 12 e a medida da corda CD é 10. O B
segmento CE é perpendicular a AB.
A E B P
PA = 6
60o PB = 4 A
O
PO = 5

C O
PV-13-14

Figura 1

a. Determine a medida de AC. A


D
b. Determine a medida de CE. O
AB = 4
295. UFOP-MG B BC = 5
AD = 2
Um círculo de raio r encontra-se inscrito em
um triângulo ABC isósceles, retângulo em B, C
que, por sua vez, está inscrito em um círculo
de raio R, conforme mostra a figura. Figura 2

166
Geometria plana Matemática

a. Determine o raio da circunferência re- 300. UFMG


presentada na figura 1. Em um círculo de centro O, AD é um diâmetro, B
b. Calcule o perímetro do triângulo AOC pertence a AC, que é uma corda do círculo, BO = 5
indicado na figura 2. e m (AB O) = CD
 = 60°. Nas condições dadas,
297. BC é igual a:
No retângulo ACDE da figura, o ponto P é o
ponto do lado CD que enxerga AB sob ângulo C B A
máximo. Sendo AB = 10 cm e BC = 8 cm, de-
termine PC.
E D O

P
a. 10 − 3
5
b. 3
A B C
c. 3 + 3
298. Fuvest-SP d. 5
Os segmentos AB e CD se interceptam num
ponto P e são cordas perpendiculares de um e. 12 − 3
2
mesmo círculo. Se AP = CP = 2 e PB = 6, ache o
raio do círculo.
299. UFMG
Em um círculo, a corda CD é perpendicular ao
diâmetro AB no ponto E. Se AE · EB = 3, então
a medida de CD é:
a. 3
b. 2 3
c. 3 3
d. 3
PV-13-14

e. 6

167
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 09
301. c. O perímetro de um triângulo isósce-
a. Determine o valor de x nos trapézios les é de 18 m e a altura relativa à base
isósceles. mede 3 m. Determine a base.
I. 8 302. FAAP-SP
No retângulo ABCD de lados AB = 4 cm e
6 x
BC = 3 cm, o segmento DM é perpendicular à
diagonal AC. Calcule o comprimento do seg-
mento AM.
12 D C

II. x

5 4 M
A B

12 303. Unifei-MG
Calcule a distância entre os pontos A e E da
b. Determine o valor de x nos casos. figura abaixo, onde BD = 10 cm, AB = 2 cm e
I. DE = 8 cm.
4 5 E
4
x

II. x
A
2 13
x
B C D
10
304. Fuvest-SP
PV-13-14

III. A
Na figura abaixo, a reta s passa pelo ponto P
e pelo centro da circunferência de raio R, in-
12
6 terceptando-a no ponto Q, entre P e o centro.
Além disso, a reta t passa por P, é tangente à
x circunferência e forma um ângulo a com a reta
D B 8 C s. Se PQ = 2R, então cos a vale:
IV. t

2 5 x 5
s α P
Q

168
Geometria plana Matemática

a. 2
6

b. 2
3

c. 2
2

d. 2 2
3

e. 3 2
5
305. Fuvest-SP
Na figura abaixo, os quadrados ABCD e EFGH
têm, ambos, lado a e centro O. Se EP = 1, en-
tão a é: a. 9
F b. 10
c. 12
A B d. 6
e. 8
307. UFPE
Caminhando em uma região plana e partindo
E G do ponto A, João caminha 7 m na direção nor-
P O
deste, fazendo um ângulo de 33° com o leste
e, em seguida, caminha 24 m na direção no-
roeste, fazendo um ângulo de 57° com o oes-
te, chegando ao ponto B. Qual a distância, em
D C metros, entre A e B?
308. PUC-SP
H
Dois navios navegavam pelo oceano Atlântico,
supostamente plano: X, à velocidade cons-
a. 2 tante de 16 milhas por hora, e Y, à velocidade
2 −1 constante de 12 milhas por hora. Sabe-se que,
às 15 horas de certo dia, Y estava exatamente
PV-13-14

b. 2 72 milhas ao sul de X e que, a partir de então,


3 −1 Y navegou em linha reta para o leste, enquan-
to X navegou em linha reta para o sul, cada
qual mantendo suas respectivas velocidades.
c. 2
2 Nessas condições, às 17 horas e 15 minutos do
mesmo dia, a distância entre X e Y, em milhas,
d. 2 era:
2 a. 45
e.
2 −1 b. 48
306. Mackenzie-SP c. 50
Na figura, a soma das áreas dos três quadra- d. 55
dos é 18. A área do quadrado maior é: e. 58

169
Matemática Geometria plana

309. FGV-SP 311.


No triângulo retângulo ABC, retângulo em C, Nesta figura, está representada uma circunfe-
tem-se que AB = = 3 3 . Sendo P um ponto rência de centro O.
de AB tal que PC = 2 e AB perpendicular a PC, a C
maior medida possível de PB é igual a:

a. 3 3 + 11
2
b. 3 + 11 O

c.
3 ( 3+ 5 ) D E F
2

d.
3 ( 3+ 7 ) A B

2 Sabe-se que:
• os segmentos AB e BC medem, cada um,
e.
( 3 3 + 11 ) 4 cm;

2 • a reta AB tangencia a circunferência no
ponto B;
310. UFMG • o segmento DF é perpendicular ao diâme-
Na figura, o triângulo ABC é equilátero e cada tro BC;
um de seus lados mede 8 cm. Se AD for a altu- • E pertence à circunferência e é o ponto mé-
ra do triângulo ABC e M for o ponto médio de dio do segmento DF.
AD, então a medida CM será:
Calcule o comprimento do segmento OF.
A
312. UFMG
Uma folha de papel quadrada, ABCD, que
mede 12 cm de lado, é dobrada na reta r, como
mostrado nesta figura:
M A D

N
E
B C
D
PV-13-14

r
1
a. cm
2
B M C
b. 3 cm
2 Feita essa dobra, o ponto D sobrepõe-se ao
ponto N, e o ponto A, ao ponto médio M, do
c. 7 cm lado BC. É correto afirmar que, nessas condi-
ções, o segmento CE mede:
d. 2 7 cm a. 7,2 cm
b. 7,5 cm
e. 2 cm c. 8,0 cm
2 d. 9,0 cm

170
Geometria plana Matemática

313. FAAP-SP 318. Fuvest-SP


Durante a construção de um tanque circular Em um triângulo retângulo OAB, retângulo
com diâmetro de 20 metros, foi necessário es- em O, com OA = a e OB = b, são dados os pon-
tender um cabo de aço ligando dois pontos da tos P em OA e Q em OB de tal maneira que AP
borda, paralelamente ao diâmetro e dele dis- = PQ = QB = x. Nessas condições, o valor de x é:
tando 8 metros. O comprimento do cabo é de:
O
a. 6,5 m
b. 12 m
c. 9 m P Q
d. 10,8 m
e. 14 m
A B
314. Fuvest-SP
Queremos desenhar, no interior de um retân- a. a ⋅ b – a –b
gulo ABCD, um losango AICJ com vértice I so- b. a + b – 2ab
bre o lado AB do retângulo e vértice J sobre
o lado CD. Se as dimensões dos lados do re- c. a2 + b2
tângulo são AB = 25 cm e BC = 15 cm, então a
medida do lado do losango é: d. a + b + 2ab
a. 13 cm
e. ab + a + b
b. 15 cm
c. 17 cm 319. Fuvest-SP
d. 18 cm Uma escada de 25 dm de comprimento se
e. 15 2 apoia num muro no qual seu pé dista 7 dm. Se
315. Fuvest-SP o pé da escada se afastar mais 8 dm do muro,
qual o deslocamento verificado pela extremi-
Um triângulo retângulo tem catetos AB = 3 dade superior da escada?
e AC = 4. No cateto AB toma-se um  ponto P
equidistante do ponto A e da reta BC . Qual é 320. FGV-SP
a distância AP? No triângulo ABC, AB = 13, BC = 14, CA = 15, M
316. PUC-SP é o ponto médio de AB e H é o pé da altura do
triângulo ABC de vértice A até a base BC.
Uma estação de tratamento de água (ETA) loca-
liza-se a 600 m de uma estrada reta. Uma esta- A
ção de rádio localiza-se nessa mesma estrada,
a 1.000 m da ETA. Pretende-se construir um
restaurante na estrada, que fique à mesma dis-
PV-13-14

M
tância das duas estações. A distância do restau-
rante a cada uma das estações deverá ser de:
a. 575 m
b. 600 m B C
H
c. 625 m
d. 700 m Nas condições dadas, o perímetro do triângulo
BMH é igual a:
e. 750 m
a. 16
317. Fuvest-SP
b. 17
Uma folha de papel de dimensões 6 × 8 é do- c. 18
brada de modo que dois vértices diagonal-
mente opostos coincidam. Determine o com- d. 19
primento do vinco (dobra). e. 20

171
Matemática Geometria plana

321. c. 8 2
a. Num triângulo retângulo de catetos
com medidas 3 cm e 4 cm, calcule a d. 4 3
medida do raio da circunferência ins- e. 6 3
crita.
b. Calcule x na figura: 323. Unifor-CE
Na figura a seguir, têm-se as circunferências de
centros O1 e O2, tangentes entre si e à reta r
nos pontos A e B, respectivamente.
A 3 3 2 B A B
r
O2
P x Q
O1
c. O lado do quadrado mede 8 cm. Cal-
cule o raio da circunferência da figura,
sendo T ponto de tangência.
Se os raios das circunferências medem 18 e
8 cm, então o segmento AB mede, em centí-
metros:
a. 20
O b. 22
c. 23
d. 24
e. 26
T 324. FAAP-SP
Dois reservatórios circulares de raios 5 m e 4 m,
322.
respectivamente, estão interligados por uma
No jogo de bocha, disputado num terreno tubulação de “x” metros lineares, que os tan-
plano, o objetivo é conseguir lançar uma bola gencia, conforme a figura a seguir. Sabendo -se
de raio 8 o mais próximo possível de uma bola que o custo por metro linear da tubulação é de
menor, de raio 4. Num lançamento, um joga- R$150,00 e que a distância OO' entre os cen-
dor conseguiu fazer com que as duas bolas fi- tros desses reservatórios é de 41 m, então o
custo total (em reais) da tubulação é:
PV-13-14

cassem encostadas, conforme ilustra a figura


abaixo. A distância entre os pontos A e B, em
que as bolas tocam o chão, é: 5 x 4

41

A B a. 5.000
b. 5.500
c. 4.000
a. 8 d. 4.500
b. 6 2 e. 6.000

172
Geometria plana Matemática

325. a. 20
Determine o raio do círculo menor inscrito b. 25
num quadrante do círculo maior, da figura c. 27
abaixo, sendo 2R o diâmetro do círculo maior.
d. 30
B e. 32
328.
A figura abaixo indica duas circunferências
tangentes externamente, uma maior, de raio
O A R, e outra menor, de raio r. O valor de r é:
r

326. UFMS
São construídos dois semicírculos tangentes
entre si, cada um com raio de 30 cm. Em se-
guida, constrói-se um terceiro semicírculo,
tangenciando internamente os dois semicírcu- a. R(2 – 3 2 )
los já construídos. b. R(2 + 3 2 )
Determine, em cm, o raio r do círculo que tan- c. R(3 – 2 2 )
gencia os três semicírculos construídos. d. R(3 + 2 2 )
r e. R( 2 + 2)
329.
Em um losango, as diagonais medem, respecti-
vamente, m e n. Considerando que o diâmetro
da circunferência inscrita mede d, então:
30 cm 30 cm

327. Consultec-BA
Na figura, o raio menor mede 3 e o raio maior
mede 4. Quanto mede a altura AH do triângulo
isósceles ABC?
PV-13-14

a. m · n = 4d2
b. m2 + n2 = 2d2
c. m–2 + n–2 = d–2
d. m2 + m · n + n2 = 4d2
e. m2 – m · n + n2 = 4d2
B C
H

173
Matemática Geometria plana

330. B
A figura representa três círculos de raio 10 cm M
no interior do triângulo retângulo isósceles
A
ABC, e os pontos P e Q são pontos de tangên- O
cia. A altura relativa à hipotenusa do triângulo
mede, em cm:
B
a. 2
P Q
01
b. 3
R c. 4
d. 5
02
S 333. UFF-RJ
Na figura abaixo, o retângulo PQRS, cujos la-
03
T dos medem d e m, está situado entre duas cir-
A C cunferências concêntricas de diâmetros iguais
a 6 cm e 10 cm. Os pontos P e S pertencem à
a. 10 ( 2+5 ) circunferência maior e o segmento QR é tan-
gente à circunferência menor.
b. 5 ( 2 +1)
( 2 + 3)
c. 10
P Q

d. 10 ( 5 + 2)
m

e. 5( 10 + 2)
S R

331.
d
Dois círculos concêntricos têm raios de 3 e 5
centímetros. Desenha-se um segmento de a. Escreva a expressão de m em função de
reta, com maior comprimento possível, intei- d.
ramente contido na região interna ao círculo b. Determine o valor de m para d = 1 cm.
maior e externa ao círculo menor. Qual o com-
primento desse segmento? 334. Fatec-SP
a. 7,0 cm O valor do raio da circunferência da figura é:
b. 7,5 cm
PV-13-14

c. 8,0 cm
d. 8,5 cm r r
e. 9,0 cm 10 10
332. Cefet-MG 5 5

Na figura abaixo o raio mede 5 cm e a corda a. 7,5


AB mede 6 cm. MO é a distância da corda AB
ao centro da circunferência. O valor de MO, b. 14,4
em cm, é: c. 12,5
d. 9,5
e. 10,0

174
Geometria plana Matemática

335. PUC-PR 337. Mackenzie-SP


Se a soma dos comprimentos das circunferên- A circunferência de raio a é tangente às duas
cias de mesmo raio, do triângulo abaixo, é 12 p, semicircunferências menores e à semicircunfe-
qual a área do triângulo? rência maior. Se MN = NP = R, então a é igual a:
A
a

M N P
C B

a. 6 – 1 R 2
a.
2
b. 7 3
R 3
c. 7 3 – 12 b.
2
d. 7 3 + 12
c. R
e. 7 3 – 6 4

336. Unir-RO d. R
3
A fórmula que determina a altura H de uma
pilha de tubos, todos com forma cilíndrica cir- e.
R
cular reta e com raio externo R, conforme a 2
figura, é:
338.
Na figura, cada uma das circunferências exter-
nas tem raio r e cada uma delas é tangente a
duas outras e à circunferência interna de raio
2. Calcule r.

H r
PV-13-14

a. H = R ( 3 +2 ) 2
C
b. H = 3R ( 2 +1 )
c. H = 2R 3

d. H = 2R ( 3 +1 )
e. H = R ( 2+3 )

175
Matemática Geometria plana

339. Fuvest-SP 340. Unicamp-SP


A secção transversal de um maço de cigarros 15 toras de madeira de 1,5 m de diâmetro são
é um retângulo que acomoda exatamente os empilhadas segundo a figura a seguir. Calcule
cigarros como na figura. Se o raio dos cigarros a altura da pilha.
é r, as dimensões do retângulo são:

(
a. 14r e 2r 1 + 3 )
b. 7r e 3r
c. 14r e 6r
d. 14r e 3r
( )
e. 2 + 3 3 r e 2r 3

PV-13-14

176
Geometria plana Matemática

CAPÍTULO 10
341. 344. Cefet-PR
Determine o valor de x no triângulo a seguir. A medida do ângulo β na figura abaixo, na qual
B a = 2 cm e b = 2 cm, é:
120o 100 m
α
45o
A x C b
β 30°
a. 50 6
a
b. 100 3
a. 150°
c. 100 6
b. 135°
d. 50 3
c. 120°
e. 50 2 d. 105°
342. Fuvest-SP e. 100°
Numa circunferência, está inscrito um triângu- 345. FGV-MG
lo ABC; seu lado BC é igual ao raio da circunfe-
A figura representa um triângulo inscrito num
rência. O ângulo agudo BÂC mede:
círculo de raio R. O lado AB vale:
a. 15°
B
b. 30°
c. 36°
d. 45°  = 120°
AB
e. 60°  = 90°
BC
343. A
BC = 5 2cm
O triângulo ABC da figura é tal que BC = 8 cm e C
30° < Â < 60°. Então, sobre o raio R da circunfe-
rência circunscrita, é correto afirmar que:
A
a. 3 cm
PV-13-14

2
R b. 4 cm
c. 5 cm
B C
d. 5 3 cm
a. 4 3 < R < 8
e. 2 cm
cm
b. 4 < R < 8
346.
c. 8 < R < 8 3
Sobre uma circunferência de raio r, tomamos
d. 8 3 < R < 8 
os pontos A, B e C (veja figura). O arco AB
3
mede 120° e a corda AB mede 12 cm. Calcule
e. 6 3 < R < 8 3 o valor de r.

177
Matemática Geometria plana

A
c. 8 6
3

d. 16 6
3
C e. 32 6
B 3
348. Mackenzie-SP
347. FGV-SP
Três ilhas A, B e C aparecem num mapa, em
Uma estrela regular de 4 bicos está inscrita escala 1 : 10 000, como na figura. Das alterna-
numa circunferência de raio 2 m. Levando-se tivas, a que melhor aproxima a distância entre
em conta a medida do ângulo assinalado na fi- as ilhas A e B é:
gura a seguir, pode-se afirmar que o perímetro
B
da estrela é de:

Med. ângulo Seno Cosseno 30°

1 3
30°
2 2

2 2
45°
2 2 105°
A 12 cm C
3 1
60°
2 2 a. 2,3 km
b. 2,1 km
90° 1 0
c. 1,9 km
d. 1,4 km
e. 1,7 km
349. Unimar-SP
O lado c de um triângulo ABC no qual a = 20,
B = 45° e C = 30° é:
PV-13-14

240o a. 40 2
2+ 6

b. 2 + 6
40 2
40
c.
2+ 6

a. 2 6 d. 20 2
3 8

b. 4 6 e. 20 3
3 2

178
Geometria plana Matemática

350. Mackenzie-SP b. Calcule o raio da circunferência, saben-


Um triângulo ABC está isncrito numa circunfe- do que o triângulo está inscrito nela.
rência de raio r. Se, num sistema de coordena- A
das cartesianas, A = (1; 3), B = (5; 7) e C = (5; 1),
então r é igual a: 30°

cm
4 2
a. 2 5 O
b. 2 2
B 105°
c. 3
10
d.
3 C
e. 10 c. Na figura abaixo, determine a medida
351. UFOP-MG do lado AB.
C
Em uma das margens de um rio de largura
constante, localizam-se dois pontos A e B, dis-
tantes 3 km um do outro. Na outra margem do 45°
rio, localiza-se o ponto C, conforme a figura. 12
C
75°
A B

obs.: lembre-se de que sen(a+b) = sen a · cos b


+ sen b · cos a.
353. Unicamp-SP
45° 105° Observadores nos pontos A e B localizam um
A B foco de incêndio florestal em F. Conhecendo
3 km  = 105° e a distância
os ângulos FÂB = 45°, FBA
AB = 15 km, determine as distâncias AF e BF.
Calcule:
B
a. a distância entre os pontos B e C;
b. a largura do rio. 105°
352.
A
45° α F
PV-13-14

a. O quadrilátero ABCD, inscrito na circun-


ferência de raio R da figura, é tal que
 . Calcule R, sendo BD = 10 cm.
C =2 A Lembre-se de que:
A
sen (a + b) = sen a · cos b + sen b · cos a
354.
a. Determine x sabendo que o trapézio
ABCD é isósceles.
A D
30°
B
x 12
D

C 45°
B C

179
Matemática Geometria plana

b. Na figura abaixo, calcule o valor do


seno do ângulo a. a. 1
2
A
b. 1
6 9
5
c. 7
2α α 18
B C
d. 5
Lembre-se de que sen (2a) = 2 · sen a · cos a 18
355. Ibmec-SP e. 1
No triângulo PQR, retângulo em P, PR = 12 e 357. PUC-SP
PQ = 3 . O ponto S, pertencente ao lado PR,
 mede 120°. A diagonal de um paralelogramo divide um
é tal que o ângulo RSQ
dos ângulos internos em dois outros, um de
R 60° e o outro de 45°. A razão entre os lados
menor e maior do paralelogramo é:

a. 3
6

b. 2
2
120o
S
c. 2 3
α 9
P Q
d. 6
 R, o va-
Assim, sendo a a medida do ângulo SQ 3
lor de sen a é:
e. 3
a. 7 3
10
358. UFMG
b. 9 Observe esta figura:
11
A
PV-13-14

c. 7
12 30°

d. 12
13

e. 11 P
14
356. UFJF-MG
Seja um triângulo ABC, com AC = 3 e CB = 5.
Sabe-se que a medida do ânglo BA  C é o dobro
 e que esta última 45°
da medida do ângulo ABC B C
vale a. Qual é o valor de cos (2a)?

180
Geometria plana Matemática

Nessa figura, os comprimentos dos segmentos


AB e AC são iguais. O comprimento do seg-
mento BC é 1. 60°
Bomba
Considerando essas informações:
a. calcule o comprimento do segmento CP;
b. calcule a área do triângulo ACP. 362. FESP
359. Na figura abaixo, ABC e BDE são triângulos equi-
láteros de lados 2a e a, respectivamente. Pode-
Na figura a seguir, a circunferência de centro mos afirmar, então, que o segmento CD mede:
O1 tem raio 5 cm e a circunferência de centro
C
O2 tem raio 4 cm. Sendo CD = 6 cm, calcule AD.
A D
E

O1 O2 A B E

B C
a. a 2
D
b. a 6
c. 2a
360. Fuvest-SP d. 2a 5
A
e. a 3
363. Fuvest-SP
Um triângulo T tem lados iguais a 4, 5 e 6. O
cosseno do maior ângulo de T é:
B C
a. 5
6
No triângulo acutângulo ABC, ilustrado na fi-
15 b. 4
gura, o comprimento do lado BC mede , 5
5
o ângulo interno de vértice C mede a e o ân- c. 3
α 4
gulo interno de vértice B mede . Sabe-se,
2
também, que: 2 cos(2a) + 3 cos a + 1 = 0 d. 2
3
Nessas condições, calcule:
PV-13-14

a. o valor de sen a; e. 1
8
b. o comprimento do lado AC.
361. Unicamp-SP 364. ITA-SP
Os lados de um triângulo medem a, b e c.
A água utilizada na casa de um sítio é captada
Qual o valor do ângulo interno desse triângu-
e bombeada do rio para a caixa d’água a 50 m
lo, oposto ao lado que mede a centímetros,
de distância. A casa está a 80 m de distância da se fossem satisfeitas as relações: 3a = 7c e
caixa d’água e o ângulo formado pelas direções 3b = 8c?
caixa d’água – bomba e caixa d’água – casa é de
60°. Se a pretenção é bombear água do mesmo a. 30° d. 120°
ponto de captação até a casa, quantos metros b. 60° e. 135°
de encanamento serão necessários? c. 45°

181
Matemática Geometria plana

365. 368. UC-MG


Os lados de um paralelogramo medem 3 cm e Uma porta retangular de 2 m de altura por 1 m
4 cm. Sabendo-se que o ângulo formado pelos de largura gira 30°, conforme a figura.
lados mede 120°, pode-se afirmar que a diago-
A
nal maior do paralelogramo mede: 30o
a. 12 cm

b. 17 cm

c. 19 cm

d. 35 cm B

e. 37 cm A distância entre os pontos A e B, em metros, é:


366. FEI-SP a. 5
Calcule c, sabendo que a = 4, b = 3 2 e C = 45°.
b. 3
A

c. 2 + 3
c b
d. 4 + 3

B a C e. 6 − 3
369. Unesp
367. Fuvest-SP
N
As páginas de um livro medem 1 dm de base e
1 + 3 dm de altura. Se este livro for parcial-
mente aberto, de tal forma que o ângulo entre
duas páginas seja 60°, a medida do ângulo a,
formado pelas diagonais das páginas, será:
1 dm
Mar do Japão Epicentro
α
Sendai
PV-13-14

320 km
360 km
60 o
α
JAPÃO OCEANO
PACÍFICO
Tóquio
a. 15°
b. 30°
No dia 11 de março de 2011, o Japão
c. 45° foi sacudido por terremoto com intensida-
d. 60° de de 8,9 na Escala Richter, com o epi-
e. 75° centro no oceano Pacífico, a 360 km de

182
Geometria plana Matemática

Tóquio, seguido de tsunami. A cidade de


Sendai, a 320 km a nordeste de Tóquio,
foi atingida pela primeira onda do tsunami a. 2
após 13 minutos.
O Estado de S.Paulo, 13.3.2011. Adaptado.
b. 1 + 2 3

Baseando-se nos dados fornecidos e sabendo c. 2 + 3


que cos α ≅ 0,934, onde α é o ângulo Epicentro-
Tóquio-Sendai, e que 28 · 32 · 93,4 ≅ 215.100, a 2 +2 3
velocidade média, em km/h, com que a 1ª onda d.
do tsunami atingiu até a cidade de Sendai foi de: 6
a. 10 3+ 3
b. 50 e.
6
c. 100
d. 250 372. Unicamp-SP
e. 600 Laura decidiu usar sua bicicleta nova para subir
uma rampa. As figuras abaixo ilustram a rampa
370. Vunesp que terá de ser vencida e a bicicleta de Laura.
Dois terrenos, T1 e T2, têm frentes para a rua R
e fundos para a rua S, como mostra a figura. O
lado BC do terreno T1 mede 30 m e é paralelo
ao lado DE do terreno T2. A frente AC do ter- h
reno T1 mede 50 m e o fundo BD do terreno T2 α
mede 35 m. Ao lado do terreno T2 há um outro
terreno, T3, com frente para a rua Z, na forma
de um setor circular de centro E e raio ED.
D
35 26o
B Rua S
Rua Z 24o
T3 T2 T1 a
77o
30
120° 30o b
F E C 50 A
Rua R

Determine:
a. as medidas do fundo AB do terreno T1 e da a. Suponha que a rampa que Laura deve
frente CE do terreno T2; subir tenha ângulo de inclinação a, tal
b. a medida do lado DE do terreno T2 e o que cos (a) = 0, 99 . Suponha, tam-
PV-13-14

perímetro do terreno T3. bém, que cada pedalada faça a bicicle-


ta percorrer 3,15 m. Calcule a altura h
371. Fuvest-SP (medida com relação ao ponto de par-
Numa circunferência, C1 é o comprimento do tida) que será atingida por Laura após
π dar 100 pedaladas.
arco de radianos e C2 é o comprimento da
6 b. O quadro da bicicleta de Laura está des-
secante determinada tacado na figura acima. Com base nos
por este arco, como ilus- dados da figura, e sabendo que a mede
trado na figura abaixo. 22 cm, calcule o comprimento b da bar-
Então, a razão C1/C2 é C2 C1 ra que liga o eixo da roda ao eixo dos
igual a π multiplicado π pedais.
6 6
por:

183
Matemática Geometria plana

373. UEL-PR d. 6
Entre os povos indígenas do Brasil contempo- e. 7
râneo, encontram-se os ianomâmis. Estima-
dos em cerca de 9.000 indivíduos, vivem muito 375. UFSCar-SP
isolados nos estados de Roraima e Amazonas, Se os lados de um triângulo medem x, x + 1 e
predominantemente na Serra do Parima. O x + 2, então, para qualquer x real e maior que
espaço de floresta usado por cada aldeia ia- 1, o cosseno do maior ângulo interno desse tri-
nomâmi pode ser descrito esquematicamente ângulo é igual a:
como uma série de três círculos concêntricos: x
o primeiro, com raio de 5 km, abrange a área a.
de uso imediato da comunidade; o segundo, x +1
com raio de 10 km, a área de caça individual x
e da coleta diária familiar; e o terceiro, com b.
x+2
raio de 20 km, a área das expedições de caça
e coleta coletivas, bem como as roças antigas x +1
e novas. c.
x+2
Considerando que um indivíduo saia de sua al- x −2
deia localizada no centro dos círculos, percorra d.
3x
8 km em linha reta até um local de caça indi-
vidual e, a seguir, percorra mais 8 km em linha x −3
reta na direção que forma 120° com a anterior, e.
2x
chegando a um local onde está localizada sua
roça antiga, a distância do ponto de partida 376. PUC-SP
até este local é: Leia com atenção o problema proposto a Calvin
a. 8 3 km na tira seguinte.

b. 3 8 km
3
c. 3 8 km
d. 8 2 km
e. 2 8 km

374. Fuvest
Na figura a seguir, AD = 2 cm, AB = 3 cm, a
medida do ângulo BÂC é 30° e BD = DC, onde
PV-13-14

D é ponto do lado AC. A medida do lado BC,


em cm, é:
B

A D C
O Estado de S. Paulo, 28/4/2007.
a. 3
Supondo que os pontos A, B e C sejam vérti-
b. 2 ces de um triângulo cujo ângulo do vértice A
c. 5 mede 60°, então a resposta correta que Calvin

184
Geometria plana Matemática

deveria encontrar para o problema é, em cen- a. 2 3


tímetros:
b. 4 3
a. 5 3
3 c. 6 3

b. 8 3 d. 8 3
3
e. 10 3
c. 10 3 379. UFPB
3
Na figura, o valor de cos (2a) é:
d. 5 3 C

e. 10 3
377. Fuvest-SP 1 2
Na figura abaixo, O é o centro da circunferên-

cia de raio 1, a reta AB é secante a ela, o ân- α
A 2 B
3
gulo b mede 60° e sen α = .
4 a. − 1
8

B b. 7
8
β
α c. − 3
O A 4

d. 1
8

e. 3
a. Determine sen OÂB em função de AB. 4
b. Calcule AB. 380. Unicamp-SP
378. Mackenzie-SP Um triângulo retângulo de vértices A, B e C é
tal que AC = 6 cm, AB = 8 cm e BC = 10 cm.
PV-13-14

Na figura, a área do triângulo ABC é:


A Os segmentos AC, AB e BC também são la-
dos de quadrados construídos externamente
ao triângulo ABC. Seja O o centro da circun-
ferência que circunscreve o triângulo e se-
4 21 jam D, E e F os centros dos quadrados com
lados BC, AC e AB, respectivamente.
30o a. Calcule os comprimentos dos segmen-
B C 5 D tos DO, EO e FO.
b. Calcule os comprimentos dos lados do
triângulo de vértices D, E e F.

185
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 11
381. I. a diagonal maior;
a. Sendo 6 m o lado do triângulo equilá- II. o raio R da circunferência circunscrita;
tero, determine: III. o raio r da circunferência inscrita;
IV. a diagonal menor;
V. o apótema do hexágono.
R
382.
a. No hexágono regular ABCDEF da figura,
r o lado mede 5 cm. Calcule:
A B

F C
I. a altura do triângulo; O
II. o raio R da circunferência circunscrita;
III. o raio r da circunferência inscrita;
E D
IV. o apótema do triângulo.
b. Sendo 8 m o lado do quadrado, deter- I. o apótema;
mine: II. o raio do círculo inscrito;
III. a diagonal AC.
b. Dado um triângulo equilátero de 6 cm
R de altura, calcule:
I. o raio do círculo inscrito;
II. o lado;
r III. o apótema;
IV. o raio do círculo circunscrito.
c. Calcule o apótema de um quadrado ins-
crito numa circunferência de raio 2 2.
I. a diagonal;
II. o raio R da circunferência circunscrita; 383.
III. o raio r da circunferência inscrita; a. Um apótema de um hexágono regu-
PV-13-14

lar inscrito numa circunferência mede


IV. o apótema do quadrado.
5 3 cm. Calcule, de um triângulo equi-
c. Sendo 6 m o lado do hexágono regular, látero inscrito nessa circunferência, a
determine: medida de um apótema.
b. Determine a razão entre o apótema de
um quadrado e o lado de um triângulo
equilátero, ambos inscritos numa cir-
cunferência de raio igual a 6 cm.
R
384.
r
a. Determine a razão entre os perímetros
do quadrado circunscrito e do hexágo-
no regular inscrito numa circunferência
de raio R.

186
Geometria plana Matemática

b. Calcule o lado e o apótema do triângulo d. 2x


equilátero inscrito numa circunferência
de raio R. e. 4x
3
c. Uma diagonal de um quadrado inscrito
numa circunferência mede 8 cm. Calcu- 389.
le, de um hexágono regular inscrito a a. O lado de um triângulo equilátero ins-
essa circunferência, as medidas de um crito numa circunferência mede 2 6 m.
lado e de um apótema. Determine a medida do raio da circun-
385. ferência.
Considere um hexágono regular inscrito numa b. Determine a relação entre os raios de
circunferência de raio 12 cm, cujo apótema é dois círculos, sabendo que no primeiro
numericamente igual ao lado de um quadra- está inscrito um triângulo equilátero e
do. O apótema do quadrado é: no segundo está inscrito um quadrado,
e que os perímetros do triângulo e do
a. 3 cm quadrado são iguais.
b. 2 3 cm c. Dado o raio R de uma circunferência,
calcule o lado e o apótema do octógo-
c. 3 3 cm no regular inscrito.
d. 4 3 cm 390. UFPA
e. 6 3 cm O raio de uma circunferência onde se inscreve
386. um triângulo equilátero de lado 3 cm é:
O apótema de um quadrado mede 2 cm. A ra- a. 3
zão entre a área e a diagonal desse quadrado é: 2
a. 2
b. 3
b. 2 2 4

c. 3 2 c. 2 3
3
d. 4 5
d. 1
e. 5 2 e. 3
387. 391.
Calcule a medida do apótema e do lado de um Determine o raio da circunferência circunscrita
dodecágono regular inscrito em uma circunfe- ao polígono regular, sabendo que o raio da cir-
PV-13-14

rência de raio 1. cunferência inscrita é 6 m, nos casos:


388. UERGS-RS a. quadrado;
Se o perímetro de um triângulo equilátero ins- b. hexágono;
crito em uma circunferência mede x, o triângu- c. triângulo.
lo equilátero circunscrito na mesma circunfe-
rência tem, para medida de seu lado: 392. Cefet-MG
Se um quadrado está inscrito numa circunfe-
a. x rência de 6 cm de raio, então o seu lado e seu
2
apótema medem, respectivamente, em cm:
b. 2x
3 a. 6 e 3 2

c. 3x b. 3 2 e 3 2
2 2

187
Matemática Geometria plana

c. 6 2 e 3 396. Uneb-BA
O lado de um octógono regular, inscrito numa
d. 6 2 e 3 2
circunferência de raio 2 , tem comprimento:
393. FGV-SP 2
a. 2 + 2 2
O lado de um quadrado inscrito num círculo
mede 12 2 m; a medida do lado do triângulo
equilátero circunscrito vale: 2− 2
b.
2
a. 20 3m
c. 1
b. 20 5 m
d. 1
c. 24 5 m 4
d. 24 3m e. 1 – 2
e. 40 m 397. UFMS
394. ITA-SP Para fabricar uma mesa, cujo tampo é um oc-
A razão entre as áreas de um triângulo equi- tógono, um marceneiro recortou os quatro
látero inscrito numa circunferência e de um cantos de um quadrado de 100 cm de lado.
hexágono regular, cujo apótema mede 10 cm, Para que ele obtenha um octógono regular, a
circunscrito a esta mesma circunferência, é: medida L dos catetos dos triângulos retirados
a. 1 deverá ser de:
2
b. 1
c. 1
3

d. 3
8

e. 1
4
395. Facasper-SP
Determine a área de um quadrado cujo perí- L
PV-13-14

metro é igual ao perímetro de um hexágono re-


gular inscrito em uma circunferência de raio r .
2 a. 100 cm
1+ 2
a. r
2

2
b. 100 cm
b. 3r 2− 2
4
(
c. 40 2 − 2 cm )
c. 9r
2

16 d. 50 cm
d. r2 2+ 2

e. 3r
16
(
e. 50 2 − 2 cm )
188
Geometria plana Matemática

398. PUC-RP Se PQ // BC, a área colorida vale:


Quatro triângulos congruentes são recortados
de um retângulo de 11x13. O octógono resul- a. 3
tante tem oito lados iguais. 2
O comprimento do lado desse octógono é: b. 3
3

c. 2 3
3

d. 3 3
4

e. 4 3
3
400.
a. Se o raio de uma circunferência mede
2 m, determine o lado d do decágono
regular inscrito nela.
a. 3
b. Determine cos 36°.
b. 4
c. 5
d. 6
e. 7
399. Mackenzie-SP
Na figura, a circunferência de centro O tem
raio 2 e o triângulo ABC é equilátero.
A

P Q
O
PV-13-14

B C

189
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 12
401. Unifesp 404. Fuvest-SP
Um inseto vai se deslocar sobre uma superfície Um arco de circunferência mede 300° e seu
esférica de raio 50 cm, desde um ponto A até comprimento é 2 km. Qual o número inteiro
um ponto B, diametralmente opostos, confor- mais próximo da medida do raio, em metros?
me a figura. a. 157
b. 284
B c. 382
d. 628
e. 764
A
405.
a. Quantas voltas dá uma das rodas de um
carro num percurso de 60 km, saben-
O menor trajeto possível que o inseto pode
do que o diâmetro dessa roda é igual
percorrer tem comprimento igual a:
a 1,20 m?
π
a. m b. Um carpinteiro vai construir uma mesa
2 redonda para acomodar seis pessoas
b. p m sentadas ao seu redor. Determine o diâ-
3π metro dessa mesa para que cada pes-
c. m
2 soa possa dispor de um arco de 50 cm
d. 2p m na mesa.
e. 3p m c. Um menino brinca com um aro de 1 m
de diâmetro. Que distância percorreu o
402. Ufla-MG menino ao dar 100 voltas com o aro?
Os raios das rodas traseiras de um trator me- 406.
dem 75 cm e dão 30 voltas, ao mesmo tempo
em que as rodas dianteiras dão 90 voltas. O Em um jogo eletrônico, o “monstro” tem a
raio de cada uma das rodas dianteiras é: forma de um setor circular com raio de 1 cm,
como mostra a figura.
a. 20 cm
b. 30 cm
c. 25 cm 1 cm
d. 15 cm
1 rad
e. 22 cm
PV-13-14

403. UNESP
As rodas dianteiras de um trator têm 0,70 m
de diâmetro e as traseiras têm o dobro desse
diâmetro. Considerando π = 3,14, a distância A parte que falta no círculo é a boca do “mons-
percorrida por esse trator, em metros, se as ro- tro”, e o ângulo de abertura mede 1 radiano. O
das dianteiras derem 2.500 voltas a mais que perímetro do “monstro”, em cm, é:
as traseiras, é: a. π – 1
a. 5.000 b. π + 1
b. 7.500 c. 2π – 1
c. 8.345 d. 2π
d. 10.990
e. 2π + 1
e. 12.500

190
Geometria plana Matemática

407. 11
a.
a. Uma corda determina em um círculo 6
um arco que mede 80°. Sendo 20 cm o b. 2
comprimento desse arco, determine a
medida do raio desse círculo. c. 11
b. Para ir de um ponto A a um ponto B, 3
posso percorrer a semicircunferência
de diâmetro AB e centro O. Se percor- d. 22
3
rer as duas semicircunferências de diâ-
metros AO e OB, terei percorrido um e. 11
caminho maior ou menor? Justifique. 411.
c. Um ciclista percorreu 26 km em 1 h e 50 A figura abaixo representa duas polias circula-
minutos. Se as rodas da bicicleta têm res cuja distância entre os eixos centrais é de
40 cm de raio, quantas voltas, aproxi- 12 cm.
madamente, deu cada roda e quantas
Se o raio da polia maior mede 8 cm e o raio
por minuto? da polia menor mede 2 cm, calcule o compri-
408. mento da correia que envolve as polias, sem
Uma roda de 10 cm de diâmetro gira em linha folga.
reta, sem escorregar, sobre uma superfície lisa
e horizontal.
12 cm

10 m
Superfície plana
Determine o menor número de voltas comple-
tas para a roda percorrer uma distância maior 412. UEL-PR
que 10 m.
Uma pista de corrida de 400 m é constituída
409. Mackenzie-SP por trechos retos e semicirculares, conforme
O ponteiro dos minutos de um relógio mede a figura a seguir:
4 cm. Supondo p = 3, a distância, em centíme-
tros, que a extremidade desse ponteiro per- 84,76 m
corre em 25 minutos é: 36,70 m
a. 15
PV-13-14

b. 12 Raia 1 Raia 2
8m

Raia 3 Raia 4
Raia 5 Raia 6
Raia 7 Raia 8
c. 20
d. 25 Suponha que dois atletas, nas curvas, sem-
e. 10 pre se mantenham na parte mais interna de
suas raias, de modo a percorrerem a menor
410. Fuvest-SP distância nas curvas, e que a distância medida
Considere um arco AB  de 110° numa circun- a partir da parte interna da raia 1 até a parte
ferência de raio 10 cm. Considere, a seguir, interna da raia 8 seja de 8 m. Para que ambos
um arco A ´B´ de 60° numa circunferência de percorram 400 m, quantos metros o atleta da
raio 5 cm. raia mais externa deve partir à frente do atleta
 pelo do da raia mais interna?
Dividindo-se o comprimento do arco AB

arco A´B´ (ambos medidos em cm), obtém-se: Dado: π = 3, 14

191
Matemática Geometria plana

a. 10,00 m que gerará a folha “sanfonada”, com precisão


b. 25,12 m de centímetros, para que, no processo de fa-
bricação do papelão, esta se esgote no mesmo
c. 32,46 m
instante das outras duas bobinas de 102 m de
d. 50,24 m comprimento de papel, que produzirão as fa-
e. 100,48 m ces “lisas”.
413. Ufscar-SP Dado: p ≈ 3,14
O gráfico em setores do círculo de centro O a. 160 m e 07 cm
representa a distribuição das idades entre os b. 160 m e 14 cm
eleitores de uma cidade. O diâmetro AB mede c. 160 m e 21 cm
10 cm e o comprimento do menor arco AC  é
5π d. 160 m e 28 cm
cm. e. 160 m e 35 cm
3
C 415. Ufla-MG
Amarre um barbante, bem ajustado, em vol-
y x ta de uma bola de futebol. Agora, amarre um
barbante, bem ajustado, em volta de uma bola
B A
O de gude.
z Se você aumentar 1 m no comprimento de
cada um dos dois barbantes, haverá uma folga
d1 entre a bola de futebol e o barbante e uma
folga d2 entre a bola de gude e o barbante.
O setor x representa todos os 8.000 eleitores
com menos de 18 anos, e o setor y representa
os eleitores com idade entre 18 e 30 anos, cujo
número é: d1 d2
a. 12.000
b. 14.800
c. 16.000
d. 18.000
Assinale a alternativa correta.
e. 20.800
a. d1 > d2
414. Vunesp b. d1 < d2
O papelão utilizado na fabricação de caixas re- c. d1 = d2 + 1
forçadas é composto de três folhas de papel, d. d1 = d2
coladas uma nas outras, sendo que as duas
PV-13-14

folhas das faces são “lisas” e a folha que se e. p (d22 – d12) = 1


intercala entre elas é “sanfonada”, conforme 416.
mostrado na figura. a. Considere o quadrado de lado 6 cm da
RExt figura. Calcule o comprimento da figura
assinalada.

O fabricante desse papelão compra o papel


em bobinas, de comprimento variável. Su-
pondo que a folha “sanfonada” descreva uma
curva composta por uma sequência de semi-
circunferências, com concavidades alternadas
e de raio externo (Rext) de 1,5 mm, determine
qual deve ser a quantidade de papel da bobina

192
Geometria plana Matemática

b. Na figura abaixo, os três círculos têm 418. UFRN


mesmo raio r igual a 10 cm. Determine No protótipo antigo de uma bicicleta, con-
o comprimento da correia que envolve forme figura abaixo, a roda maior tem 55 cm
os três círculos. de raio e a roda menor tem 35 cm de raio. O
número mínimo de voltas completas da roda
maior para que a roda menor gire um número
inteiro de vezes é:

417. FGV-SP
Na figura, estão representados dois quadrados
de lado d e dois setores circulares de 90° e raio d:
d d

C
d
a. 5 voltas.
D F
E d b. 7 voltas.
A 2 c. 9 voltas.
d B
d. 11 voltas.
419. Fuvest-SP
A figura a seguir representa duas polias circu-
Sabendo que os pontos A, E e C estão alinha- lares, C1 e C2, de raios R1 = 4 cm e R2 = 1 cm,
dos, a soma dos comprimentos do segmento apoiadas em uma superfície plana em P1 e
 , em função
CF e do arco de circunferência AD P2, respectivamente. Uma correia envolve as
de d, é igual a: polias, sem folga. Sabendo-se que a distância
entre os pontos P1 e P2 é 3 3 cm, determine o
a. (2 3+π )d comprimento da correia.
PV-13-14

b. (
3 + π) R1
d C1
6 R2
C2
c. ( )d
4 3+π
12 P1 P2

d. (
12 + π ) 3 3 cm
d
24

e. (2 3+π )d
12

193
Matemática Geometria plana

420. UFSCar-SP Além do que indicam as figuras, sabe-se que


A sequência de figuras mostra um único giro o raio da roda mede 3 cm e que ela gira sobre
do ponto A, marcado em uma roda circular, a rampa sem deslizar em falso. Sendo assim,
quando ela rola, no plano, sobre a rampa for- o comprimento RQ + QP da rampa, em cm, é
mada pelos segmentos RQ e QP. igual a:
P P a. 5π + 2 3
b. 4 π + 3 5
A
120° c. 6π + 3
A
R Q R Q d. 7π − 3
Figura 1 Figura 2 e. 8π − 3 5

A P

R Q
Figura 3

PV-13-14

194
Geometria plana Matemática

CAPÍTULO 13
421. Fuvest-SP f. 4
Um dos catetos de um triângulo retângulo
mede 2 e a hipotenusa mede 6. A área desse 6
triângulo é: 60° 30°
a. 2 2
423. Vunesp
b. 6
A figura a seguir representa um trapézio retân-
c. 4 2
gulo em que a medida de AB é k centímetros,
d. 3 o lado AD mede 2k e o ângulo DÂE mede 30°.
e. 6
C D
422.
Determine a área do trapézio nos casos a se-
guir, sendo o metro a unidade das medidas
indicadas.
a. 10 k cm 30°
B A E
17
Nessas condições, a área do trapézio, em fun-
18 ção de k, é dada por:

b. 10 (
a. k2 2 + 3 )
 2+ 3
13 13 b. k2 
 2 
20
c. 3k 3
2

c. 3
2

d. 3k2 3
5 2 13
e. k2 3
PV-13-14

3 424. Unifesp
Um comício deverá ocorrer num ginásio de es-
d. 6
portes, cuja área é delimitada por um retângu-
lo, mostrado na figura.

60° 6m
10

e. 12 m 18 m
4 3

6 6 30 m
30°

195
Matemática Geometria plana

Por segurança, a coordenação do evento limi- 4m


tou a concentração, no local, a 5 pessoas para
cada 2 m2 de área disponível. Excluindo-se a x
área ocupada pelo palanque, com a forma de
um trapézio (veja as dimensões da parte ha-
churada na figura), quantas pessoas, no máxi-
mo, poderão participar do evento? x
6m
a. 2.700 Jardim
b. 1.620
c. 1.350
d. 1.125
e. 1.050
Deseja-se que a calçada ocupe uma área de
425. Mackenzie-SP 15 m2. Desse modo, a equação que permite
A área do quadrado assinalado na figura é calcular o valor de x é:
igual a: a. x2 – 10x – 24 = 0
b. x2 – 10x + 15 = 0
c. x2 – 15x + 9 = 0
d. x2 – 15x + 24 = 0
e. x2 – 24x – 15 = 0
3 5 428. UFMS
O quadrado ABCD da figura abaixo tem 18 cm
a. 15 de lado, M é o ponto médio de AB, e AC e DM
b. 20 se encontram no ponto N.
c. 12 A M B
d. 18
e. 16
N
426. FGV-SP
O monitor de um notebook tem formato re-
tangular com a diagonal medindo d. Um lado
3
do retângulo mede do outro. A área do mo-
PV-13-14

4
nitor é dada por: D C
a. 0,50 d2
b. 0,46 d2 Calcule, em cm2, a área do quadrilátero BMNC.
c. 0,52 d2 429. UEL-PR
d. 0,48 d2 Tome uma folha de papel em forma de um
e. 0,44 d2 quadrado de lado igual a 21 cm e nomeie os
seus vértices A, B, C, D, conforme figura I. A
427. UFABC-SP seguir, dobre-a de maneira que o vértice D fi-
Deseja-se construir uma calçada contornando que sobre o “lado” AB (figura II). Sejam D’ esta
dois lados consecutivos de um jardim, cuja for- nova posição do vértice D e x a distância de A
ma é retangular, conforme mostra a figura. a D’.

196
Geometria plana Matemática

D C Então, é correto afirmar que a área do quadra-


do PQRS é:
a. 1 + 2 2 dm2

b. 1 + 2 dm2

c. 3 + 2 2 dm2
A B d. 3 + 2 dm2
Figura II
Figura 431. UFJF-MG
Um terreno tem forma de um trapézio ABCD,
com ângulos retos nos vértices A e D, como mos-
tra a figura. Sabe-se que AB = 31 m, AD = 20 m e
DC = 45 m. Deseja-se construir uma cerca, para-
lela ao lado AD, dividindo esse terreno em dois
A B terrenos de mesma área. A distância do vértice D
x D'
Figura II
a esta cerca deve ser, em metros, igual a:
A função que expressa a área do triângulo re- A B
tângulo sombreado em função de x é:
−x 3 + 441x
a. A =
42
x 3 + 441x
b. A = D C
84
−x 3 + 441x a. 12
c. A =
84 b. 19
441 − x2 c. 20
d. A =
84 d. 22
441 − x2 e. 26
e. A =
42 432. Fuvest-SP
430. UFMG Na figura, o triângulo ABC é retângulo com ca-
O octógono regular de vértices ABCDEFGH, tetos BC = 3 e AB = 4. Além disso, o ponto D
cujos lados medem 1 dm cada um, está ins- pertence ao cateto AB, o ponto E pertence ao
PV-13-14

crito no quadrado de vértices PQRS, conforme


cateto BC e o ponto F pertence à hipotenusa
mostrado na figura a seguir:
AC, de tal forma que DECF seja um paralelo-
S F E R 3
gramo. Se DE = , então a área do paralelo-
2
gramo DECF vale:
G D A

D F
H C

P A B Q B E C

197
Matemática Geometria plana

435. Fuvest-SP
a. 63
25 Aumentando-se os lados a e b de um retângu-
lo de 15% e 20%, respectivamente, a área do
b. 12 retângulo é aumentada em:
5
a. 35%
c. 58 b. 30%
25
c. 3,5%
d. 56 d. 3,8%
25
e. 38%
e. 11 436. Unicamp-SP
5
O papagaio (também conhecido como pipa,
433. ESPM-SP pandorga ou arraia) é um brinquedo muito
Examine o polígono abaixo desenhado, que é comum no Brasil. A figura a seguir mostra as
formado a partir de três quadrados, cada um dimensões de um papagaio simples, confec-
com lados de medida x cm. O perímetro, em cionado com uma folha de papel que tem o
centímetros, e a área, em centímetros qua- formato do quadrilátero ABCD, duas varetas
drados, desse polígono, são dados, respectiva- de bambu (indicadas em cinza) e um pedaço
mente, pelas expressões: de linha. Uma das varetas é reta e liga os vér-
tices A e C da folha de papel. A outra, que liga
os vértices B e D, tem o formato de um arco de
circunferência e tangencia as arestas AB e AD
nos pontos B e D, respectivamente.
A

a. 11x ; 3x2 45o


2
D B
7x2
b. 6x + 2 ;
2

( )
c. 6 + 2 x;
7x2
2
cm
50

d. (6 + 2 ) x; 7x
cm

50

2
30o
11x2
e. 6 + 2 ;
PV-13-14

2 C
434. FGV-SP a. Calcule a área do quadrilátero de papel
Na figura a seguir, ABCD é um retângulo e CFD que forma o papagaio.
é um triângulo retângulo em F. b. Calcule o comprimento da vareta de
Calcule a área (S) do retângulo ABCD, sabendo bambu que liga os pontos B e D.
que AB = 2AD = 4AE e DF = 6 m 437. Unicamp-SP
C D Considere dois quadrados congruentes de lado
4 cm. O vértice de um dos quadrados está no
centro do outro quadrado, de modo que esse
quadrado possa girar em torno de seu centro.
F Determine a variação da área obtida pela in-
B E A terseção das áreas dos quadrados durante a
rotação. Justifique.

198
Geometria plana Matemática

440.
Um terreno quadrangular foi dividido em qua-
tro lotes menores por duas cercas retas unin-
do os pontos médios dos lados do terreno. As
4 áreas de três dos lotes estão indicadas em me-
4 tros quadrados no mapa a seguir.

250
438.
A figura abaixo representa um terreno com a
forma de um trapézio isósceles, cujas dimen- 200 210
sões indicadas são dadas em metros.
A 10 B
Qual é a área do quarto lote, representado
pela região escura no mapa?
25 441. Fuvest-SP
Um triângulo tem 12 cm de perímetro e 6 cm2
de área. Quanto mede o raio da circunferência
inscrita nesse triângulo?
D 40 C 442. Unicamp-SP modificado
Pretende-se construir uma cerca paralela ao A área A de um triângulo pode ser calculada
lado AB, de modo a dividir o terreno em duas pela fórmula A = p (p − a) (p − b) (p − c ) ,
superfícies de áreas iguais. O comprimento
dessa cerca, em metros, deverá ser aproxima- em que a, b, c são os comprimentos dos lados
damente igual a: e p é o semiperímetro.
a. 26 a. Calcule a área do triângulo cujos lados
b. 29 medem 21, 17 e 10 centímetros.
c. 33 b. Calcule o comprimento da altura relati-
va ao lado que mede 21 centímetros.
d. 35 c. Calcule os comprimenos dos raios das
e. 37 circunferências inscrita e circunscrita
439. Unifesp nesse triângulo.
A figura representa um retângulo subdividido 443.
em 4 outros retângulos com as respectivas Qual dos dois triângulos tem área maior, o de
áreas.
PV-13-14

lados 5, 5 e 6 ou o de lados 5, 5 e 8?
a 8
444. Cefet-PR
Na figura a seguir, BC = AC = AD = DE = 2 cm e
α = 37°30’. A área do triângulo ACD é, em cm2:
9 2a
A

O valor de a é:
a. 4
b. 6
c. 8
d. 10 α
e. 12 B C D E

199
Matemática Geometria plana

a. 1 d. 0,16 3
4
e. 0, 8 3
b. 4
c. 1 447. Vunesp
Seja ABC o triângulo de lados d, d e d 2. Fo-
3 ram traçadas retas paralelas aos lados, passan-
d. 4
do pelos pontos que dividem os lados em três
partes iguais, conforme ilustra a figura.
3
e. C
2
445. FGV-SP
Na figura plana a seguir, os triângulos ABC e
CDE são equiláteros. Os lados medem 4 cm e
6 cm, respectivamente.
Calcule a área do quadrilátero ABDE.
D
B
A
B

Qual a razão entre a área da figura em cinza e


A E a área do triângulo?
C

a. 1
446. UFG-GO
9
A figura a seguir representa uma pipa simétri-
ca em relação ao segmento AB, onde AB mede b. 1
80 cm. 6
D c. 1
5

d. 1
4
30° 60°
e. 1
PV-13-14

A B
3
448. UEL-PR
A bandeira de um time de futebol tem o for-
C mato de um retângulo MNPQ. Os pontos A, B e
C dividem o lado MN em quatro partes iguais.
Então, a área da pipa, em m2, é de: Os triângulos PMA e PCB são coloridos com
a. 3,2 3 uma determinada cor C1, o triângulo PAB, com
a cor C2, e o restante da bandeira, com a cor C3.
b. 1, 6 3 Sabe-se que as cores C1, C2 e C3 são diferentes
entre si. Que porcentagem da bandeira é ocu-
c. 0, 32 3 pada pela cor C1?

200
Geometria plana Matemática

Q P A B

M A B C N C

a. 12,5%
a. a
2

b. 15% 8
c. 22,5%
b. a
2

d. 25% 4
e. 28,5% a2
c.
449. Fuvest-SP 2
Na figura, o triângulo ABC é equilátero de lado
d. 3a
2

1, e ACDE, AFGB e BHIC são quadrados. A área 4


do polígono DEFGHI vale:
e. a2
D I
451. UFU-MG
C No terreno ABC da figura abaixo, pretende-se
construir um escritório na área hachurada.
E H A
N
A B

30o

F G
M
30o
a. 1 + 3 B C

b. 2 + 3
PV-13-14

Sendo BC = 40m, AC = 60 m e MN = 20 m, en-


3 tão a área livre que poderá ser usada como es-
c. 3 +
tacionamento tem área igual a:
d. 3 + 2 3 a. 600 m2
e. 3 + 3 3 b. 150 m2
c. 400 m2
450. Fuvest-SP
d. 450 m2
Na figura, os pontos A, B, C pertencem àcir-
cunferência de centro O e BC = a. A reta OC é 452.
perpendicular ao segmento AB e o ângulo AÔB No triângulo ABC da figura, a mediana AM, re-
π lativa ao lado BC, é perpendicular ao lado AB.
mede radianos. Então, a área do triângulo
3 Sabe-se também que BC = 4 e AM = 1. Se a é a
ABC vale: medida do ângulo ABC  , determine:

201
Matemática Geometria plana

B 455. Mackenzie-SP
M Na figura, r e s são bissetrizes dos ângulos B e
C C. A área do triângulo ABC é:
A

A
a. o sen a; 5 4
s r
b. o comprimento AC; 75˚
c. a altura do triângulo ABC relativa ao
lado AB;
B C
d. a área do triângulo AMC.
453. Mackenzie-SP a. 4
b. 5
Na figura, ABCDEF é um hexágono regular de
lado 1 cm. A área do triângulo BCE, em cm2, é: c. 10
A B d. 20
e. 25
456. Fuvest-SP
F C Na figura abaixo, a reta r é paralela ao segmen-
to AC, sendo E o ponto de intersecção de r com
a reta determinada por D e C. Se as áreas dos
triângulos ACE e ADC são 4 e 10, respectiva-
E D mente, e a área do quadrilátero ABED é 21, en-
tão a área do triângulo BCE é:
a. 2 r
3

b. 3 E
B
2
c. 3 2 C

d. 2 3

e. 3
A D
454. Fuvest-SP
PV-13-14

A soma das distâncias de um ponto interior de a. 6


um triângulo equilátero aos seus lados é 9. As- b. 7
sim, a medida do lado do triângulo é: c. 8
a. 5 3 d. 9
e. 10
b. 6 3
457. PUC-SP
c. 7 3
Para formar uma estrela regular de seis pon-
d. 8 3 tas, foram superpostos dois triângulos equi-
láteros, cada qual com 12 cm2 de área, como
e. 9 3 mostra a figura ao lado:

202
Geometria plana Matemática

e. 1 x
2

459. Fuvest-SP
A figura representa sete hexágonos regulares
de lado 1 e um hexágono maior, cujos vértices
coincidem com os centros de seis dos hexágo-
nos menores. Então, a área do pentágono ha-
churado é igual a:
Nessas condições, a área da superfície da es-
trela, em centímetros quadrados, é:
a. 16
b. 18
c. 21
d. 24
e. 27
458. UFTM-MG
A figura indica um triângulo equilátero ABC de
lado unitário. Sabe-se ainda que r, s e t são re-
tas paralelas, com A e B pertencentes a t e C
pertencente a r.
a. 3 3
C
r b. 2 3
x
s
c. 3 3
2
d. 3

e. 3
t 2
A B

Admitindo-se que s esteja se deslocando de r 460. Fuvest-SP


até t, e que x seja a distância entre r e s, a área Na figura, ABCD é um quadrado de 6 cm de
PV-13-14

sombreada na figura, em função de x, será lado, M é o ponto médio do lado DC e A é o


igual a: ponto médio de PC. Calcule a área do triângulo
 
a. −x2 + 1 + 3 x MDN.
 2 
D

b. − 3 x2 + 5 x M N
2 4
C P
c. − 3 x2 + x A
2

d. − 1 x2 + x B
2

203
Matemática Geometria plana

461. 462. Fuvest-SP


Calcule a área de cada superficie destacada. Um comício político lotou uma praça semi-
circular de 130 m de raio. Admitindo-se uma
a.
ocupação média de 4 pessoas por m2, qual
é a melhor estimativa do número de pessoas
1m presentes?
a. Dez mil
b. Cem mil
1m c. Meio milhão
d. Um milhão
b.
e. Muito mais que um milhão
463. FGV-SP
1m
Em um mesmo plano estão contidos um qua-
drado de 9 cm de lado e um círculo de 6 cm
de raio, com centro em um dos vértices do
1m quadrado. A área da região do quadrado não
interceptada pelo círculo, em cm2, é igual a:
c. a. 9 (9 – π)
b. 9 (4π – 9)
1m c. 9 (9 – 2π)
d. 3 (9 – 2π)
e. 6 (3π – 9)
1m 464. Ufla-MG
Uma das faces de uma medalha circular tem
d. o desenho a seguir. A região hachurada é de
ouro e a não hachurada é de prata. Sabendo
que os contornos das áreas hachuradas são
2m
semicírculos, quanto valem as áreas das su-
perfícies de ouro e de prata, respectivamente,
em cm2?
2m

e.
PV-13-14

1,4 cm 1,4 cm 1,4 cm

4m

f.

30˚
A B
O 465. UFSCar-SP
A figura representa três semicírculos, mutua-
2m mente tangentes dois a dois, de diâmetros AD,
AC e CD.

204
Geometria plana Matemática

B c. 2 sen2 2α cos α
π

d. 2 senα cos 2α
π

e. 2 sen2α cos2 α
π

A C D 468. UFSCar-SP
π
Na figura indicada, 0 < α < , C é o centro do
Sendo CB perpendicular a AD, e sabendo-se 2
círculo, AB tangencia o círculo no ponto A e os
que AB = 4 cm e DB = 3 cm, a medida da área
da região sombreada na figura, em cm2, é pontos B, C e D estão alinhados, assim como
igual a: os pontos A, C e E.
a. 1,21 π E
b. 1,25 π
c. 1,36 π D
d. 1,44 π C
α
e. 1,69 π
466. UFAM
B A
Um setor circular de raio 5 cm tem arco de
comprimento 8 cm. Então, a sua área é:
Uma condição necessária e suficiente para
a. 30 cm2 que as duas áreas sombreadas na figura sejam
b. 80 cm2 iguais é:
c. 40 cm2 a. tg a = a
d. 20 cm2 b. tg a = 2a
e. 10 cm2 c. tg a = 4a
467. d. tg 2a = a
Na figura abaixo, o triângulo ABC inscrito na e. tg α = a
circunferência tem AB = AC. O ângulo entre o 2
lado AB e a altura do triângulo ABC em relação
469. Mackenzie-SP
a BC é a. Nessas condições, o quociente entre
a área do triângulo ABC e a área do círculo da Na figura, ABCD é um paralelogramo cujo lado
PV-13-14

figura é dado, em função de a, pela expressão: BC é tangente, no ponto B, à circunferência de


diâmetro AD = 6. A área da região assinalada é:
A
B C
α

A D
C B
a. 11
b. 12
a. 2 cos2 α c. 9
π
d. 8
b. 2 sen2 2α e. 10
π
205
Matemática Geometria plana

470. d. 75,3
A figura abaixo representa duas circunferên- e. 83,3
cias concêntricas, λ1 e λ2, com raios de medi- 472. PUC-PR
das 2 3 e 4, respectivamente, e centro O. A
corda AB é tangente a λ1 no ponto C. Um tampo de pedra foi recortado de modo a
acomodar duas cubas redondas. A figura a se-
C guir ilustra a peça acabada.
A B

y
O
y y

y
Sendo S 1 e S 2 as áreas da região sombreada
na figura e da coroa circular delimitada por As dimensões externas do tampo são 1,2 m
λ1 e λ2, respectivamente, calcule o valor da por 60 cm. Sabendo que, na peça, as me-
S didas representadas por “y” valem 10 cm,
razão k = 1
S2 qual a área resultante da peça pronta, após
471. Unesp a retirada dos círculos indicados na figura?
(considerar p = 3,14)
Uma foto de satélite de uma região da floresta
Amazônica (foto 1) mostra uma área desmata- a. Entre 0,45 m² e 0,5 m².
da na forma de um círculo. Outra foto da mes- b. Entre 0,55 m² e 0,6 m².
ma região, tirada após algum tempo (foto 2), c. Entre 0,7 m² e 0,75 m².
mostra que a área desmatada aumentou.
d. Entre 0,25 m² e 0,3 m².
e. Sem a distância entre os dois círculos
não é possível fazer os cálculos.
473. UnB-DF
Na figura abaixo, aparecem 2 semicircunferen-
Foto 1 Foto 2 cias de diâmetro igual ao lado do quadrado.
Calcule a área destacada da figura.
Área desmatada inicial
B F
Nova área desmatada
PV-13-14

Suponha que as fotos, tiradas ortogonalmente


ao centro da região e a partir da mesma posi- 8 cm
ção, sejam quadrados de lado d, que o centro
do círculo e do quadrado coincidam e que o
raio do círculo seja d . Usando a aproximação C 8 cm D
4
p = 3, a porcentagem de aumento da área des- 474.
matada, da foto 1 para a foto 2, é, aproxima- Calcule a área hachurada sabendo que BD é
damente: 1
um arco que representa de circunferência,
a. 16,7 4
com origem no vértice do quadrado, e que M é
b. 33,3 o ponto de intersecção da diagonal do quadra-
c. 66,7 do com o arco BD.

206
Geometria plana Matemática

B A 476. Unifesp

E
Na figura, são exibidas sete circunferências. As
seis exteriores, cujos centros são vértices de
4 um hexágono regular de lado 2, são tangentes
à interna. Além disso, cada circunferência ex-
terna é também tangente às outras duas que
C 4 D lhe são contíguas.

a. 2(p – 2 2)
b. 2(p – 2)
c. 2(p – 3)

d. 2π
3

e. 3π
2
Nessas condições, calcule:
475. Mackenzie-SP
a. a área da região sombreada, apresen-
No círculo da figura, de centro O e raio 1, a tada em destaque à direita;
área do setor assinalado é: b. o perímetro da figura que delimita a re-
gião sombreada.

110° 477.
Em uma obra artística, quatro semicircunfe-
rências de diâmetro igual a 1 m passam pelo
O centro do quadrado, formando a “flor” do
desenho a seguir. Sabendo que uma pequena
lata de tinta pinta 0,1 m2, quantas latas serão
necessárias para pintar a flor desenhada no
chão. Use p = 3.

a. 7π
9
PV-13-14

1m
b. 7π
18

c. 5π
18 1m

d. 5π a. 5 latas
9
b. 10 latas
e. 8π c. 1 lata
9 d. 2 latas
e. 3 latas

207
Matemática Geometria plana

478. Fuvest-SP Se o raio de C é igual a 2, determine:



Na figura, ABCD é um quadrado de lado 1 e DEB a. o valor de r;

e CEA são arcos de circunferências de raio 1. b. a área da região destacada.
D C 480. ITA-SP
Duas circunferências concêntricas C1 e C2 têm
raios de 6 cm e 6 2 cm, respectivamente.
Seja AB uma corda de C2, tangente à C1. A área
da menor região delimitada pela corda AB e
E pelo arco AB mede, em cm2:
a. 9(π – 3)
b. 18(π + 3)
c. 18(π – 2)
A B d. 18(π + 2)
e. 16(π + 3)
Logo, a área da região hachurada é:
481.
π 3 a. A figura abaixo mostra dois triângulos
a. 1 − +
6 4 semelhantes. Se a área do menor é
80 cm2, qual é a área do maior?
π 3
b. 1 − +
3 2
π 3
c. 1 − −
6 4 a
π 3
d. 1 + −
3 2
3a
π 3
e. 1 − −
3 4 b. O triângulo abaixo foi dividido em duas
partes por meio de uma reta paralela à
479. Fuvest-SP sua base. Sabendo que a área do triân-
Na figura abaixo, cada uma das quatro circun- gulo grande é igual a 252, calcule a área
ferências externas tem o mesmo raio e cada do trapézio.
uma delas é tangente a outras duas e à circun-
ferência interna C.
PV-13-14

2a
r

2
C
482. Fuvest-SP
No papel quadriculado da figura a seguir, ado-
ta-se como unidade de comprimento o lado
do quadrado hachurado. DE é paralelo a BC.
Para que a área do triângulo ADE seja metade

208
Geometria plana Matemática

da área do triângulo ABC, a medida de AD, na 484. Fuvest-SP


unidade de comprimento dada, é: Na figura, BC é paralelo a DE, AB= 4 e BD = 5.
C Determine a razão entre as áreas do triângulo
E ABC e do trapézio BCDE.
A

B C
5
A D B
D E
a. 4 2
485. Unifesp
b. 4
Se um arco de 60° num círculo I tem o mesmo
c. 3 3 comprimento de um arco de 40° num círculo
II, então a razão da área do círculo I pela área
d. 8 2 do círculo II é:
3
a. 2
e. 7 2 9
2
b. 4
483. Unesp 9
A figura representa uma chapa de alumínio c. 2
de formato triangular de massa 1.250 gramas. 3
Deseja-se cortá-la por uma reta r paralela ao
lado BC e que intercepta o lado AB em D e o d. 3
lado AC em E, de modo que o trapézio BCED 2
tenha 700 gramas de massa. A espessura e a
densidade do material da chapa são unifor- e. 9
mes. 4
A 486. UFPR
A bandeira do Brasil, hasteada na Praça dos
D E r
Três Poderes, em Brasília, é uma das maiores
bandeiras hasteadas do mundo. A figura abai-
xo indica as suas medidas de acordo com as
PV-13-14

B C normas oficiais.
Determine o valor percentual da razão de AD 1,7 m
por AB.
Dado: 11 ≈ 3,32 14 m

a. 88,6 1,7 m 1,7 m

b. 81,2
c. 74,8
d. 66,4
e. 44,0 1,7 m

20 m

209
Matemática Geometria plana

a. Sabendo-se que o raio do círculo azul 490. FGV-SP


da bandeira da Praça dos Três Poderes Os pontos médios dos lados de um hexágono
mede 3,5 m, quanto mede a área da regular ABCDEF são os vértices do hexágono
região amarela visível dessa bandeira? menor MNPQRS, conforme indica a figura:
Sugestão: use π = 3,14. A M B
b. Deseja-se construir uma bandeira do
Brasil com o lado maior do retângulo S N
medindo 2 m e nas mesmas proporções
da bandeira da Praça dos Três Poderes. F C
Qual será a medida da região amarela
visível dessa outra bandeira? R P

487. Fuvest-SP E Q D
De quanto se deve aumentar o lado de um
quadrado para que sua área dobre? a. Calcule o perímetro do hexágono me-
nor, sabendo que o lado do hexágono
488. Fuvest-SP maior mede 6 cm.
Num triângulo retângulo T, os catetos medem b. Calcule a porcentagem que a área do
10 m e 20 m. Altura relativa à hipotenusa divide hexágono menor ocupa da área do he-
T em dois triângulos, cujas áreas, em m2, são: xágono maior.
a. 10 e 90 491. Unifesp
b. 20 e 80 Você tem dois pedaços de arame de mesmo
c. 25 e 75 comprimento e pequena espessura. Um deles
você usa para formar o círculo da figura I e o
d. 36 e 64 outro você corta em 3 partes iguais para for-
e. 50 e 50 mar os três círculos da figura II.
489. Mackenzie-SP
Figura I Figura II
O triangulo ABC da figura foi dividido em duas
partes de mesma área pelo segmento DE, que
é paralelo a BC. A razão BC vale:
DE
A

Se S é a área do círculo maior e s é a área de


D E
PV-13-14

um dos círculos menores, a relação entre S e s


é dada por:
B C
a. S = 3s
a. 2 b. S = 4s
b. 3 c. S = 6s
2 d. S = 8s
e. S = 9s
c. 5
2 492.
d. 2 Em um restaurante, uma pizza com 20 cm de
diâmetro custa R$ 3,60. Quanto você espera
e. 3 2 pagar por uma outra, do mesmo sabor, com
2 30 cm de diâmetro?

210
Geometria plana Matemática

493. UFPI 496.


Um quadrado ABCD de centro O e diagonais a. A que distância do vértice A de um tri-
AC e BD possui lado igual a 8 cm. Sejam P e ângulo ABC, de altura, relativa a BC,
Q os pontos médios dos segmentos AO e BO, igual a h, devemos conduzir uma reta
paralela a BC, para que a área do tra-
respectivamente. Então, a área do triângulo
pézio obtido seja igual a 3 vezes a área
OPQ é: do triângulo obtido?
a. 4 cm2 A
b. 5 cm2
x
c. 6 cm2
h
d. 7 cm2
e. 8 cm2
494. B C
Pretende-se dividir o triângulo ABC da figura b. Considere P o baricentro do triângulo
a seguir, retângulo em B, através do segmento equilátero ABC. Se a área do triângulo
DE, de modo que o triângulo ABC fique dividido
equilátero PQR vale 576 cm2, determi-
em duas regiões de mesma área. Quanto mede
o segmento AD , sabendo-se que AB = 3 cm ne a área do triângulo PDC.
e BC = 4 cm? A
C
R
a
D
E
P 2a

B C
Q

B A c. Determine a razão entre as áreas dos


D
círculos circunscrito e inscrito em um
a. 2 cm quadrado de lado a.
b. 2 2 cm 497. Fuvest-SP
c. 2 cm Na figura, ABC é um triângulo retângulo de
catetos AB = 4 e AC = 5. O segmento DE é pa-
d. 2,5 cm
ralelo a AB, F é um ponto de AB e o segmen-
to CF intercepta DE no ponto G, com CG = 4
PV-13-14

e. 3 2 cm
2 e GF = 2. Assim, a área do triângulo CDE é:
495. Fuvest-SP C

Num triângulo ABC, sejam P e Q pontos sobre


BA
 e BC, respectivamente,
 de modo que a reta
PQ seja paralela à reta AC e a área do trapézio
APQC seja o triplo da área do triângulo PQB.
a. Qual a razão entre as áreas dos triângu-
los ABC e PQB?
AB G
b. Determine a razão . D E
PB

A B
F

211
Matemática Geometria plana

499.
a. 16
3 a. A que distância da base de um triângu-
lo de altura relativa a essa base, igual a
b. 35 h, devemos conduzir uma reta paralela
6 a essa base para que o triângulo fique
dividido em partes de áreas iguais?
c. 39 b. Os lados de dois heptágonos regulares
8 medem 8 m e 15 m. Quanto deve medir
o lado de um terceiro heptágono, tam-
d. 40
9 bém regular, para que sua área seja igual
à soma das áreas dos dois primeiros?
e. 70 500.
9
Observe as figuras seguintes. A figura 1 foi am-
498. pliada para a figura 2 e esta também foi am-
pliada para a figura 3.
Na figura a seguir, ABCD é um quadrado e
MNPQ é um retângulo. Os pontos M e P são
os pontos médios dos lados AD e BC, respec-
tivamente.
A B
Q
Figura 1 Figura 2

M P Figura 3

O fator de ampliação da figura 2 para a figura


3 é:
N a. 7
D C
4
A razão área MNPQ é igual a: b. 3
área ABCD 2
c. 4
a. 1 3
4
d. 5
PV-13-14

b. 1 4
3
e. 7
c. 2 6
5

d. 1
2

e. 4
5

212
Geometria plana Matemática

GABARITO DOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS


Capítulo 01 25. E 54. D
01. a. x = 20° 26. A 55. a. x = 90°
b. x = 25° 27. A b. x = 20°
c. x = 25° 28. C 56. B
d. x = 15°  = 100°
57. A
29. A
e. x = 120°
30. C 58. a.
02. C
31. A C
03. E
32. D 36o
04. E
33. B
05. A
34. C
06. B
35. A
07. D 108o 72o
36. A 36o 72o
08. a. 90° − x 37. Como 348,7 km2 < 386 km2,
A D B
2 b. Prova:
o estatuto está sendo cumprido.
b. 90° – 3x 1. DBCD é isósceles com
x 38. x = 105°
c. 180° − CB = CD (dado)
4 39. 40.000 km. 2. DACD é isósceles com
40. x = 90°  = ACD
AD = CD, pois DAC  = 36
d. 1 ·  180° − x  3. CB = CD 
3  2 Assim, os catetos são parale-
los, pois apresentam alternos  ⇒ AD = CB
AD = CD
 x internos congruentes.
e. 180° −  90° −  59. E
 4
Capítulo 02 60. A = 40°
09. D
41. a. x = 50° 61. a. 3
10. x = 30° b. x = 110° b. 24
11. A c. x = 50° c. AO = 6 cm
12. A 42. a. 180 ° 62. D
13. B b. 40°
63. a. Falso
14. E 43. E b. Verdadeiro
PV-13-14

15. A 44. C c. Falso


16. A 45. x = 10° 64. C
17. C 46. B 65. B
18. C 47. D 66. D
19. E 48. D 67. 80°
20. 64° 49. B 68. C
21. A 50. A 69. B
22. A 51. B 70. 1. V; 2.V; 3.V; 4.F
23. B 52. D 71. 4
24. B 53. x = 36° 72. 01. V; 02. V; 04. V; 08. F

213
Matemática R: Geometria plana

73. 24 ângulo é o diâmetro, e esse 107.


S ∆MNC = = 6. triângulo é retângulo.
4 P
74. A 90. A circunferência inscrita
75. C tem como centro o ponto no-
tável Incentro, assim esse é o
76. B ponto equidistante ao mar e
77. 192 cm2 essa distância é o raio da cir-
cunferência.
78. 2 5
91. a. R = 4 cm A M B
79. 17 cm2
b. R = 8 cm
80. E Observar que os triângulos
92. R = 6; r = 3
81. D ∆APM e ∆BPM são congruen-
93. E tes pelo critério LAL; Afinal,
82. D AM = BM, PM é comum e a
94. a. med (Â) = 80°
83. a. V  ) = 90° + 1
b. med (BIC mediatriz forma dois ângulos
b. V 2 de 90°. Portanto, sempre a dis-
c. V 95. med (Â) = 65° tância AP = PB.
d. V 96. 41 cm 108.
e.
f.
F
F
97. B {
 ≅ C
Tese : A
98. D
g. F AD ≅ CD
h. V 99. D 
 = 44° Hipótese  e
i. V 100. ABC 
j. V 101. a. T1 e T8 → LAL AB ≅ BC
k. F T2 e T7 → LAL Demonstração :
l. V T3 e T5 → LAL ∆ABD ≅ ∆CBD (LLL)
84. a. ∆ equilátero T4 e T11 → ALA
b. ∆ equilátero T6 e T10 → LLL AD ≅ CD (hip.) 

c. ∆ retângulo T9 e T12 → LAA0 e  
d. ∆ obtusângulo b. I. LAL  A ≅ C cqd
AB ≅ BC (hip.) 
e. ∆ retângulo II. LLL
f. ∆ acutângulo III. LAA0 BD ≅ BD (comum)
85. a. Circuncentro IV. LAA0
V. LAA0 109.
b. Alinhados
PV-13-14

c. Em um único ponto VI. ALA ou LAL A


(BICO). VII. HC C
d. Externos: circuncen- 102. D
tro e ortocentro 103. x = 15, y = 8, a = 20° α P M
O α
Internos: baricentro e incentro 104. E
e. Todos internos.
105. 500 km
86. 46 cm D
106. α = β B
87. A 
88. D γ = δ  ≅ POD
POC 
 
89. B  AC é comum 
Hipótese P ∈ OM
Como C é o centro da circun- Pelo caso, os triângulos ABC e   
PCO ≅ PDO = 90°
ferência, um dos lados do tri- ADC são congruentes.
Tese : {PC ≅ PD
214 ∆POC ≅ ∆POD (casoLAA 0 )
L − PO ≅ PO (comum)

POC ≅ POD


Hipótese P ∈ OM Geometria plana Matemática
  
PCO ≅ PDO = 90°
Tese : {PC ≅ PD AB ≅ CD Nos triângulos BPC e CQD te-
∆POC ≅ ∆POD (casoLAA 0 )
 mos:
 ≅ CDP
ABP  ⇒ ∆ABP = ∆CDP,

L − PO ≅ PO (comum) pelo caso BP ≅ QC = 2d
 BP ≅ QC = 2
A − POC ≅ ∆POD (hip)  PC ≅ PDc.q.d 
   
BPA ≅ DPC LAA 0
 PC ≅ QDd
 
A 0 − PCO ≅ PDO  ∴ AP ≅ CP PC ≅ QD
BPC ≅ CQD = 90°
 ≅ CQD
BPC  = 90°
110. Pelo ∆ABM
caso ≡LAL
∆BNC
⇒ ∆BPC⇒ ≅ ∆CQD
OA ≅ OC ⇒ OP é mediatriz de AC. Pelo caso  LAL ⇒
 ∆ BPC ≅ ∆CQD
 Logo ⇒ ,BAM
PBC == DCQ
 == βa e BC
NBC ≅ CD.
OA ≅ OB = R AP ≅ CP Logo 
, PBC≡= ∆DCQ =⇒ a e BC ≅ CD.
Como ∆MDC ADN
a + b = 90° , então ABCD é

 ≅ BMO
AMO  = 90° Como a+ b==CDM
90°, então ABCD é
115. a. A ⇒ DAN
quadrado .  =α
 Q quadrado
OM é comum log o, α .+ β + 27° = 90° ⇒
∆AMO ≅ ∆BMO pelo caso HC 120. ⇒ α + β = 63°
O M
Logo, AM ≅ BM Capítulo 03
111. 121. E
P
B 122. D
 = OBP
OAP  = 90°
b. 123. B
OA = OB = Raio ⇒ 124. A
∆OAP = ∆OBP QM ≅ PM
 O losângo é um quadrilátero
OP é comum OQ ≅ OP ⇒ ∆OQM ≡ ∆OPM,
 com todos os lados congruen-
Pelo caso HC pelo caso tes, embora os ângulos inter-
OM écomum LLL
∴ PA = PB  nos não sejam necessáriamen-
∴ PÔM ≅ QÔM te iguais.
112. F, V, F, F, F 116. B 125. A
113. a. P é comum 117. 126. D
 AB ≅ CD (paralelog ramo) 127. 34 cm.
PA é comum 
AB ≡ AC (enunciado)  ≅ MCD  (alternos int ernos) 128. C
MAB
    129. 50°, 65° e 65°
AMB ≅ ∆CMD (O.P.V.)
Três elementos corresponden-  130. A
∆AMB ≅ ∆CMD
PV-13-14

tes congruentes.  = 105°


131. BFD
pelo caso LAA 0
b. Não, pois LLA não ca-
132. D
racteriza um caso de congru- 118. C
133. h = 4 cm
ência. 119. A
134. E
114.
D 135. D
OA ≅ OC Q 136. x = 72°

 é comum ⇒ ∆AOD = ∆COB,
AOC P 137. D
 a
pelo caso B b  D = 150°
138. C M
OD ≅ OB LAL b b
a
 a 139. E
 = OD A
∴ OBC C
140. B

215
Matemática R: Geometria plana

Capítulo 04 Então: 189. A


141. A 190. 4 lados
A
142. A y 191. B
C
r
143. A P
y x x x B
192. 180°
O D
144. A 193. B
145. E 194. Pentágono, heptágono e
146. C eneágono.
1. ∆BOC é isósceles. 195. E
147. A
Temos CO B = CB O = x.
148. C 196. 1o polígono = 4 lados
2. AOP = y é ângulo central. 2o polígono = 5 lados
149. D
 = y.
Temos AP 3o polígono = 6 lados
150. α = 37°
3. COB = x é ângulo central. 197. x = 1.800°
151. I é ortocentro do ∆ABC.
 = x.
Temos CD 198. Os polígonos são: pentá-
 = 180° = 90°
152. a. BCA 4. CBD = x é ângulo externo. gono e octógono.
2
y−x 199. B
b. PM = 3 cm Temos x = .
2
153. 50° 200. d = 5
Logo, 2x = y - x e y = 3x.
154. 50° 173. x = 19° 201. a. 30°
155. 45° x b. 150°
174. x = 4 y ⇔ y =
4 c. d = 54
156. E
175. B d. x = 60°
 = 80° e CND
157. AMB  = 20°.
176. A 202. a. 5
158. C
177. B b. 5
159. D c. 108°
178. E
160. C 179. D 203. D
161. D 180. x = 20° 204. D
162. C
163. B
Capítulo 05 205. D
181. a. 1.260° 206. D
164. D
b. 1.800° 207. C
PV-13-14

165. B c. 1.980°
208. D
166. a = 80° 182. C
209. A
167. A 183. C
210. E
168. 80° 184. Os polígonos são octógo-
169. B no e undecágono. 211. D
170. x = 30° 185. C 212. B
171. C 186. n = 7 213. 180°
 P = y. 187. C
172. Sejam: AB P = x e AO 214. B
Queremos provar que y = 3x. 188. A 215. D

216
Geometria plana Matemática

230. Pode medir 15 cm ou 20 cm. 254. D


216. 360° deve ser inteiro:
ai 231. AB = 5 u.c. 255. A
360° 360° 360° n232. AB2=n2 (1 + 5) cm. 256. D
= = =
ai (n − 2) ⋅ 180° (n − 2) ⋅ 180
233.° C n − 2 257. D
n 234. DE = 10 cm 258. D
360° 360° n 2n 3 259. B
= = 235. D
n − 2) ⋅ 180° (n − 2) ⋅ 180° n − 2 260. B
n 236. PD = 20 cm 261. A
7
que deve ser inteiro. 262. C
237. AI = 3 263. C
217. E DI
218. A 264. E
238. 11 265. D
219. C 30
220. a. n = 16 266. C
b. n = 9 239. AG = 2DM2 267. E
GM1 M2D
268. B
Capítulo 06 240. C 269. IE = 3
221. a. x = 3
b.
2x x+=312 4 Capítulo 07 (
270. AD = 10 2 − 2 cm )
c. = ⇒
5xx−=115 7 241. E 271. D
d. x = 6 a (a2 + r2 )
⇒ 20x10 −4= 242. C
4 x 272. a.  =
= e.⇒3 x == 5 ⇒ 243. B a2 − r2
6 5 14 x + 21 3
2 x
25 244. D 2a2r
3 x 5= 10
f.
⇒ b. h =
=⇒ x⇒= 245. O gavião voou 6,4 m. a2 − r
2 x 6 3
3 10 y 246. D 273. B
g. x = ⇒
⇒ 274. B
5 63 247. D
3 y 18 248. B 275. h = 2 cm.
=y = ⇒
5 6 5 249. a. 276. B
222. a. x 18
=4 277. 0,35 m.
y=  ≅ CTD
 (retos)
b. x =5 15  ABD
278. C
PV-13-14

4 3 20 
= c.
⇒x=  é ângulo comum,
CDT 279. C
x 5 3
d. x = 5 e y = 4 portanto, semelhantes 280. AH = 3,24 m
223. C pelo critério ( A ⋅ A ~).
Capítulo 08
224. C
b. r = 10 5 − 20 281. a. 3
225. B b. 10
250. A
226. AB’ = 2,6, B’C’ = 3,9 e C’D’ c. 32
= 6,5. 251. a. 2,25 m
d. 8
227. C 31,25
b. A ABC = 3 m2 282. B
4 = (cm
6 − x ) + (7 − x ) ⇒
228. B 283. a.822
252. D
229. AB = 24 cm, AC = 36 cm e 5
BC = 40 cm. 253. E b.⇒PBx = m
2

217
Geometria plana Matemática

152. 156. Mackenzie–SP


Na figura abaixo, AB = 18 cm é o diâmetro da Na figura, as circunferências têm o mesmo
circunferência de centro M. centro O e os menores arcos, AB e EF
 , são
 = EF
tais que AB  = 40°
C

A B
N
P

B O
A M
C D
a. Sendo C um ponto da circunferência
distinto de A e B, mostre que o ângulo
 é reto.
BCA E F
b. N é um ponto médio do lado AC. Calcu-  , é:
le a medida do segmento PM. A medida do menor arco, CD
a. 50°
153.
b. 70°
Na figura abaixo, o triângulo ABC é retângulo
 mede 20°. c. 65°
em A e o ângulo ACB
d. 60°
Determine a medida do ângulo agudo formado
e. 80°
pela mediana AM e a altura AH do triângulo.
157.
A
Na figura abaixo, calcule a medida dos arcos
 e CND
AMB .

C
B H M C M 50° N P
D 30°
154. UEM-PR
Considere ABC um triângulo inscrito em uma B
semicircunferência de diâmetro BC, cuja medi-
da do ângulo C é 20°. Determine a medida, em 158. Cesgranrio-RJ
PV-13-14

graus, do ângulo formado pela altura e pela Um quadrilátero está inscrito em um círculo.
mediana relativas à hipotenusa. A soma, em radianos, dos ângulos α e β da
155. figura é:
Na figura abaixo, calcule o valor de x. B

A C
β

70° x 25°

137
Matemática Geometria plana

161.
a. π
4 O quadrilátero ABCD da figura é inscritível. O
valor de x é:
b. π A
2
c. π B
128o
D

d. 3π
2
O
e. 2π
159. PUC-SP x

O pentágono ABCDE da figura seguinte está C


inscrito em um círculo de centro O. O ângulo
 mede 60°. Então, x + y é igual a:
central COD a. 36°
a. 180° b. 48°
b. 185° c. 50°
c. 190° d. 52°
d. 210° e. 54°
e. 250° 162. Mackenzie-SP
A O ângulo a da figura mede:

B α
x
O y E

60o
50°

C D
a. 60°
160. Unifenas-MG b. 55°
O quadrilátero ABCD está inscrito em uma cir- c. 50°
cunferência e o ângulo ABC mede 108°. A me- d. 45°
 é igual a:
dida do ângulo CDA
B e. 40°
163. Unesp
PV-13-14

A C
108o
Os pontos A, B, C, D, E e F pertencem à circun-
ferência. O valor de α é:
A
120o
x F

B E
D α

a. 22°
b. 36°
c. 72°
110o
d. 92°
C D
e. 108°

138
Geometria plana Matemática

a. 60° 166.
b. 50° Na figura, determine a medida do ângulo a,
c. 45° sabendo que o arco AB mede 100° e que a
d. 40° corda CD mede R, sendo R o raio do círculo.
e. 35° C
D
164. UFRR
Na figura, a reta TA é tangente à circunferência
de centro O no ponto A, e a medida do ângulo R
TÂB é 40°.
α
T
A
B B
A
167. Fuvest-SP
O Na figura abaixo, o lado BC do triângulo é
congruente ao raio da circunferência. Qual a
 ?
medida do ângulo BAC
C A

Sabendo que o triângulo ABC é isósceles de


base AB, a medida, em graus, do ângulo BÂC
é igual a:
a. 30°
B
b. 45°
C
c. 55°
d. 70° a. 30°
e. 85° b. 40°
165. UFES c. 35°
d. 45°
Na figura, os segmentos de reta AP e DP são
 mede
tangentes à circunferência, o arco ABC e. 50°

110 graus e o ângulo CA D mede 45 graus. A 168. PUC-SP
medida, em graus, do ângulo APD  é:
O ângulo x da figura mede:
PV-13-14

A
B

45o

P x
C
35o
D

a. 15 a. 60°
b. 20 b. 80°
c. 25 c. 90°
d. 30 d. 100°
e. 35 e. 120°

139
Matemática Geometria plana

169. Unifei-MG c. 37°


Considere a semicircunferência de centro O da d. 38°30’
figura abaixo e a reta r, tangente a esta semi- e. 40°
circunferência pelo ponto A.
θ
172. Unicamp-SP
Na figura abaixo, temos uma circunferência de
A centro O e raio r. Sabendo que o segmento BC
mede r, prove que a medida do ângulo ABP é
β r 1 da medida do ângulo AOP .
α
O B 3

As relações entre os ângulos a, b e q são: A


π
Obs: Use o fato de que 90° = rad.
2
α C
a. α = β e θ =
2 P B
π−α α O
b. β = eθ= .
2 2
π
c. θ = + β e α = 3θ
4
d. β = 2θ e α = β – θ
173.
170.
Na figura, a = 20° e PA tem a mesma medida Sendo O1 e O2 os centros das circunferências da
do raio da circunferência de centro O. Calcule x. figura, calcule x.
B

A
76°
x
α O1 O2
D P
O C

x
174. Unicamp-SP
PV-13-14

171. Cesgranrio-RJ Calcule a medida angular y em função de x.


E

D y x
A
x B
F C

 = 20°, BC
Se, na figura, AB  = 124°, CD
 = 36°
175. Unesp
 = 90°, então o ângulo x mede:
e DE Em um quadrilátero ABCD tem-se AB = AC = AD,
a. 34 conforme a figura abaixo. Sabe-se que o ângu-
b. 35°30’  C mede 20°. Então, o ângulo A
lo BA  C mede:
BDC

140
Geometria plana Matemática

D 178. UFAL
Seja a circunferência de centro O, represen-
tada na figura abaixo. A medida α do ângulo
C assinalado é:

B
20°
A O
a. 5° 20° 100°
b. 10°
c. 15° α
d. 20°
e. 40° a. 30°
176. b. 40°
Na figura, a reta PQ toca, em N, o círculo que c. 50°
passa por L, M e N. A reta LM corta a reta PQ d. 60°
em R. Se LM = LN e a medida do ângulo PN Lé
 e. 70°
α, α > 60°, quanto mede o ângulo LRP?
179. Fuvest-SP
L
Os pontos A, B e C pertencem a uma circun-
ferência de centro O. Sabe-se que OA é per-
pendicular a OB e forma com BC um ângulo
M de 70°. Então, a tangente àcircunferência
 no
ponto C forma, com a reta OA , um ângulo de:
α
a. 10°
P N R Q
b. 20°
a. 3 α − 180° c. 30°
d. 40°
b. 180° − 2 α
e. 50°
c. 180° − α 180.
α Calcule o valor de x na figura abaixo sabendo
PV-13-14

d. 90° − 2 que C é o centro da circunferência λ1 e B é o


ponto pertencente a ela, além de centro da
e. α circunferência λ2.
177. ITA-SP E
λ1 λ2
Numa circunferência, inscreveu-se um qua- F
drilátero convexo ABCD tal que AB C = 70°. Se
x = AC B + BD C, então x é igual a:
a. 120° x 80o
b. 110° A B C D

c. 100°
d. 90°
e. 80°

141
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 05
181. 186.
Calcule o número de diagonais (d) e a soma Aumentando-se o número de lados de um po-
das medidas dos ângulos internos (Si) de cada lígono de 3, seu número de diagonais aumen-
um dos polígonos convexos. ta de 21. Determine o número de lados desse
a. Eneágono polígono.
b. Dodecágono 187. FEI-SP
c. Tridecágono A sequência a seguir representa o número de
182. USF-SP diagonais d de um polígono convexo de n lados.
O polígono regular cujo ângulo interno mede o n 3 4 5 6 7 ... 13
triplo do ângulo externo é o:
d 0 2 5 9 14 ... x
a. pentágono.
b. hexágono.
O valor de x é:
c. octógono.
a. 44
d. decágono.
b. 60
e. dodecágono.
c. 65
183. UFSCar-SP d. 77
Um polígono convexo com exatamente 35 dia- e. 91
gonais tem:
188. Aman-RJ
a. 6 lados.
O polígono convexo em que o triplo do núme-
b. 9 lados.
ro de vértices é igual ao total de diagonais é o:
c. 10 lados.
a. eneágono.
d. 12 lados.
b. dodecágono.
e. 20 lados.
c. hexágono.
184. d. heptágono.
Um polígono convexo tem 3 lados a mais que o e. icoságono.
outro. Descubra esses polígonos, sabendo que
juntos têm 64 diagonais. 189. OBM
A figura mostra dois quadrados sobrepostos.
185. UniABC-SP
Qual é o valor de x + y, em graus?
Um joalheiro recebe uma encomenda para
PV-13-14

uma joia poligonal. O comprador exige que o


número de lados seja igual ao número de dia-
gonais. Sendo assim, o joalheiro deve produzir x
uma joia:
a. triangular.
b. quadrangular. y
c. pentagonal.
a. 270°
d. hexagonal.
b. 300°
e. decagonal.
c. 330°
d. 360°
e. 390°

142
Geometria plana Matemática

190. UnB-DF 195. UFES


Num polígono convexo, o número de lados é o Na figura, as retas r e s são paralelas. A soma
dobro do número de diagonais. Calcule o nú- α + β + γ + δ das medidas dos ângulos indica-
mero de lados do polígono. dos na figura é:
191. Fuvest-SP r
α
Dois ângulos internos de um polígono conve- β
xo medem 130° cada um, e os demais ângulos
internos medem 128° cada um. O número de γ
δ
lados do polígono é:
s
a. 6
b. 7 a. 180°
c. 13 b. 270°
d. 16 c. 360°
e. 17 d. 480°
192. e. 540°
Calcule a soma dos ângulos a, b, c, d, e, indica- 196.
dos na figura.
Os números de lados de três polígonos conve-
xos são consecutivos. Sendo 1.620° a soma de
d todos os ângulos internos dos três polígonos,
determine esses polígonos.
e c
197.
Um polígono convexo tem y diagonais e a
soma das medidas de seus ângulos internos é
x°. Sendo y igual a 3% de x, determine x.
a
198.
Dividindo-se a diferença entre a soma das me-
b
didas dos ângulos internos e a soma das medi-
das dos ângulos externos de um polígono con-
193. Cefet-CE vexo pelo seu número de diagonais, obtêm-se
36°. Que polígono é esse?
Se a razão entre o número de diagonais d e
de lados n, com n > 3, de um polígono é um 199. ITA-SP
número inteiro positivo, então o número de
PV-13-14

De dois polígonos convexos, um tem a mais


lados do polígono: que o outro 6 lados e 39 diagonais. Então, a
a. é sempre par. soma total do número de vértices e de diago-
b. é sempre ímpar. nais dos dois polígonos é igual a:
c. é sempre múltiplo de 3. a. 63
d. não existe. b. 65
e. é sempre primo. c. 66
194. d. 70
Os números de lados de três polígonos são ím- e. 77
pares e consecutivos. Sabendo que juntos eles
têm 46 diagonais, determine esses polígonos.

143
Matemática Geometria plana

200. 204.
Todos os ângulos internos de um polígono Dizemos que um polígono pavimenta ou ladri-
convexo têm medidas iguais, exceto um deles, lha um plano se cópias congruentes desse po-
que é menor em 40°. Sendo ímpar o número lígono, adaptadas lado a lado, cobrem o plano
de lados desse polígono, determine o seu nú- sem deixar buracos e sem a necessidade de
mero de diagonais. superposições. Assinale a alternativa que con-
201. tém um polígono que pavimenta ou ladrilha
um plano.
Dado um dodecágono regular ABCDE..., calcule:
a. Pentágono
a. a medida do ângulo externo;
b. Eneágono
b. a medida do ângulo interno;
c. Pentadecágono
c. o número de diagonais;
d. Hexágono
d. a medida do ângulo agudo formado pe-
e. Octógono
los prolongamentos dos lados AB e CD.
205. Unesp
202. UFV-MG
As figuras indicam quatro ladrilhos na forma
Sabendo-se que num polígono regular a soma
de polígonos regulares:
das medidas dos ângulos internos com as me-
didas dos ângulos externos é 900°, calcule: P P P P
a. o número de lados desse polígono;
b. o número de diagonais desse polígono;
Triângulo Quadrado Pentágono Hexágono
c. a medida do ângulo interno desse po-
equilátero (Q) regular regular
lígono.
(T) (P) (H)
203. Unifesp
Pentágonos regulares congruentes podem ser Admita as seguintes junções de ladrilhos pelo
conectados, lado a lado, formando uma es- vértice P:
trela de cinco pontas, conforme destacado na I. três ladrilhos T e um ladrilho pelo vér-
figura. tice H;
II. três ladrilhos T e dois ladrilhos Q;
III. um ladrilho T, um ladrilho P e um ladri-
lho H;
IV. um ladrilho T, dois ladrilhos Q e um la-
drilho H.
θ
Entre as junções descritas, as únicas que cons-
PV-13-14

tituem um preenchimento perfeito do plano,


sem sobreposição ou quebra de ladrilho, são,
apenas:
a. I e II.
b. I e IV.
Nessas condições, o ângulo q mede:
c. II e III.
a. 108°
d. II e IV.
b. 72°
e. III e IV.
c. 54°
d. 36°
e. 18°

144
Geometria plana Matemática

206. PUCCamp-SP 208. Fuvest-SP


A figura descreve o movimento de um robô: Os pontos B, P e C pertencem a uma mesma
circunferência g e BC é lado de um polígono re-
gular inscrito em g. Sabendo que o ângulo BP C
2m mede 18°, podemos concluir que o número de
45o
lados de um polígono é igual a:

m
2
2m 45o
A
B

Partindo de A, ele sistematicamente avança


P C
2 m e gira 45° para a esquerda. Quando esse
robô retornar ao ponto A, a trajetória pecorri-
da terá sido:
a. uma circunferência. a. 5
b. um hexágono regular. b. 6
c. um octógono regular. c. 7
d. um decágono regular. d. 10
e. um polígono não regular. e. 12

207. Fuvest-SP 209. Mackenzie-SP


Na figura abaixo, ABCDE é um pentágono regu- Na figura, ABCDE é um pentágono regular, EF
lar. A medida, em graus, do ângulo α é: é paralelo a AB e BF é paralelo a AE. A medida
do ângulo a é:
A
A

α
B E
E α B

C D D C
PV-13-14

a. 32° a. 72°
b. 34° b. 54°
c. 36° c. 60°
d. 38° d. 76°
e. 40° e. 36°

145
Matemática Geometria plana

210. Mackenzie-SP
a. 4 3
Se de cada vértice de um polígono regular par-
tem 15 diagonais, a medida dos ângulos inter- b. 6 3
nos desse polígono, em radianos, é: c. 8 3
a. 11 π d. 12 3
12
e. 16 3
b. 6 π 213. Espcex-SP
7
Três polígonos regulares têm os números de
c. 7 π lados expressos por números inteiros conse-
8 cutivos. O número total de diagonais dos três
polígonos é 28. Calcule, em graus, a medida do
d. 17 π ângulo interno do polígono de menor número
10 de diagonais.
e. π
8 214. Mackenzie-SP
9 Os lados de um polígono regular de n lados,
211. Mackenzie-SP n > 4, são prolongados para formar uma es-
trela. O número de graus em cada vértice da
As medidas dos ângulos assinalados na figura estrela é:
a seguir formam uma progressão aritmética. 360°
Então, necessariamente, um deles sempre a.
n
mede:
b. (n − 4) ⋅ 180°
n
c. (n − 2) ⋅ 180°
n
d. 180° − 90°
a. 72° n
b. 90° e. 180°
c. 98° n
d. 108° 215. ITA-SP
e. 120° Considere três polígonos regulares tais que
212. Mackenzie-SP os números que expressam a quantidade de
lados de cada um constituam uma progressão
Na figura, a = 30°, O é o centro da circunfe- aritmética. Sabe-se que o produto desses três
PV-13-14

rência e AB é o lado do polígono regular ins- números é igual a 585 e que a soma de todos
crito na circunferência. Se o comprimento da os ângulos internos dos três polígonos é igual
circunferência é 4p, a área desse polígono é: a 3.780°. O número total das diagonais nesses
A três polígonos é igual a:
B
a. 63
b. 69
O
c. 90
d. 97
α
e. 106

146
Geometria plana Matemática

216. UFG-GO 219. ITA-SP


Mostre que, para revestir um piso com ladri- A soma das medidas dos ângulos internos de
lhos, cuja forma é um polígono regular de n la- um polígono regular é 2.160°. Então, o número
2n de diagonais desse polígono, que não passam
dos, é necessário que seja um número
inteiro. n −2 pelo centro da circunferência que o circunscre-
ve, é:
217. Fuvest-SP
a. 50
Considerando um polígono regular de n lados, b. 60
n ≥ 4, e tomando-se ao acaso uma das diago-
nais do polígono, a probabilidade de que ela c. 70
passe pelo centro é: d. 80
a. 0, se n é par. e. 90
b. 1 , se n é ímpar. 220. Unifesp
2 As medidas dos ângulos internos de um po-
c. 1, se n é par. lígono convexo de n lados formam uma pro-
d. 1 , se n é ímpar. gressão aritmética em que o primeiro termo é
n a1 e a razão é r > 0.
a. Se a1 ≥ 25° e se r ≥ 10°, obtenha o valor
e. 1 , se n é par. máximo possível para n nas condições
n−3 enunciadas.
218. ITA-SP b. Se o maior ângulo mede 160° e a razão
O número de diagonais de um polígono regu- é igual a 5°, obtenha o único valor pos-
lar de 2n lados, que não passam pelo centro sível para n.
da circunferência circunscrita a esse polígono,
é dado por:
a. 2n(n – 2)
b. 2n(n – 1)
c. 2n(n – 3)
d. n ⋅ (n − 5)
2
e. n(n – 2)
PV-13-14

147
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 06
221. g. r
Determine o valor de x nos casos a seguir, sen- 5 s
do r, s e t retas paralelas. 3
x
a. 2
r y t
4 6
x
s
6 8
222.
t
Se AS é bissetriz de Â, calcule x nos casos:
b. a. A
r
6 9
s 6 8
8 x
t
B 3 S x C
c. r
b. B
s
4 x x 6
8
9 S
t
6

C 12 A
d. r s t
c. A
x
3
x 5
4
x
e. B 4 S 3 C
r
d. C
PV-13-14

4 x
s
x
9 S 15
6 5
t y

A 12 B
f. r
223. UFMG
4 s
Observe a figura.
2x + 3
7 t O triângulo ABC é equilátero, AD = DE = EF = FB,
5x – 1 DG // EH // FI // BC, DG + EH + FI = 18.
O perímetro do triângulo ABC é:

148
Geometria plana Matemática

A Observando a figura e admitindo que as linhas


retas r, s e t sejam paralelas, pode-se afirmar
que a barreira mede:
D G r
30 m 24 m
s 56 m
E H Barreira
2m
t
F I Rio

B C
a. 33 m
a. 12 b. 38 m
b. 24 c. 43 m
c. 36 d. 48 m
d. 48 e. 53 m
e. 54 226. Unicamp-SP
224. UFR-RJ A figura mostra um segmento AD dividido em
Pedro está construindo uma fogueira repre- três partes: AB = 2 cm, BC = 3 cm e CD=5 cm.
O
sentada pela figura abaixo. Ele sabe que a segmento AD’ mede 13 cm e as retas
 BB ’ e CC ’
soma de x com y é 42 e que as retas r, s e t são são paralelas a DD ’. Determine os comprimen-
paralelas. tos dos segmentos AB’, B’C’ e C’D’.
B C D
A
r
8 x
s B’
6 y
t C’

D’

A diferença x – y é: 227. UFV-MG


PV-13-14

a. 2 Sob duas ruas paralelas de uma cidade serão


b. 4 construídos, a partir das estações A e B, pas-
c. 6 sando pelas estações C e D, dois túneis retilí-
neos, que se encontrarão na estação X, confor-
d. 10 me ilustra a figura abaixo.
e. 12
x
225. UFSM-RS
A crise energética tem levado as médias e Tú
grandes empresas a buscar alternativas na ge- nel
1

2
el

ração de energia elétrica para a manutenção


n

C D

Rua 2
do maquinário. Uma alternativa encontrada
1,5
por uma fábrica foi a de construir uma peque- km
m

na hidrelétrica, aproveitando a correnteza de Rua 1


1k

um rio que passa próximo às suas instalações. A B

149
Matemática Geometria plana

A distância entre as estações A e C é de 1 km 231. Unicamp-SP


e entre as estações B e D, de 1,5 km. Em cada No triângulo abaixo, obtenha a medida AB.
um dos túneis, são perfurados 12 m por dia.
Sabendo que o túnel 1 demandará 250 dias A
para ser construído e que os túneis deverão se
encontrar em X, no mesmo dia, é correto afir-
mar que o número de dias que a construção D 65° 12
do túnel 2 deverá anteceder à do túnel 1 é:
a. 135 3
40°
b. 145 25°
c. 125 B 18 C
d. 105
232.
e. 115
No triângulo ABC da figura, tem-se que  = α,
228. Mackenzie-SP B = C = 2α e BC = 4 cm. Calcule AB.
Na figura, temos r//r’ e s//s’. Então, para todo B
a > 1, o valor da abscissa é:
2α x
4 cm

2α α
x C A
0 1 a
s' 233.
r' s
r
A figura abaixo representa, no plano, um triân-
a. 2a gulo ABC com 54 cm de perímetro e lados de
b. a2 medidas a cm, b cm e c cm. Suponha que a bis-
c. (a + 1)2 = C o lado oposto
setriz do ângulo interno B divide
d. a + 1 em dois segmentos de medidas 10 cm e 14 cm.
e. a + 1 E
229. FEI-SP
O perímetro de um triângulo ABC é 100 m.
A bissetriz interna do ângulo  divide o lado
oposto BC em dois segmentos de 16 m e 24 m.
Determine os lados desse triângulo.
PV-13-14

230.
Determine a medida do lado AB do DABC, sa-
bendo que AS é bissetriz e que o perímetro do
DABC mede 75 cm. B
A

a
c
30 cm

10 cm H 14 cm
A C

10 cm b
B S C

150
Geometria plana Matemática

Dessa forma, é correto afirmar que: 236.


a. c + a = 34 cm. Os lados do retângulo da figura medem
b. os triângulos BHA e BHC são congruen- AB = 3 cm e BC = 4 cm. Sendo AÊB = 45°,
tes. determine PD.
c. se considerarmos uma reta paralela ao A D
segmento BH passando pelo ponto C e
encontrando o prolongamento do lado
AD no ponto E, então o segmento BC P
medirá 17,5 cm.
d. a medida do lado c é 17,5 cm. B C
E
e. a medida do lado a é 12,5 cm.
234. UFJF-MG 237.
No triângulo ABC da figura, AB = 5 cm, AC = 10 cm Na figura abaixo, I é o incentro do triângulo
e BC = 9 cm. Sendo AD bissetriz do ângulo BÂC
ABC. Sendo AB = 9 cm, AC = 12 cm e BC = 7 cm,
e DE // AB, calcule DE.
A calcule AI .
DI
E A

B D C
B C
D
235.
Na figura abaixo, o triângulo ABC é retângulo 238. Fuvest-SP
em A, AM é a mediana relativa à hipotenusa
e AD é a bissetriz do ângulo BÂC. Então, DM Um triângulo ABC tem lados de comprimentos
vale: AB = 5, BC = 4 e AC = 2. Sejam M e N os pontos
A de AB tais que CM é a bissetriz relativa ao ân-
gulo AC B e CN é a altura relativa ao lado AB.
6 Determine o comprimento de MN.
5
239.
PV-13-14

B C Na figura abaixo, AM1 e BM2 são medianas


D M
do triângulo ABC. Usando o teorema de Tales,
a. 5 mostre que
AG
= 2.
2 GM1
b. 2 A
5
c. 7 M2
20
G D
d. 5
7 B
M1
C
e. 1

151
Matemática Geometria plana

240. FGV-SP
Na figura, ABC é um triângulo com AC = 20 cm,
AB = 15 cm e BC = 14 cm. Sendo AQ e BP
bissetrizes interiores do triângulo ABC, o
quociente QR é igual a:
AR
A P C

R
Q

a. 0,3
b. 0,35
c. 0,4
d. 0,45
e. 0,5

PV-13-14

152
Geometria plana Matemática

CAPÍTULO 07
241. Unisa-SP 243.
Na figura abaixo, AB = 15 cm, AD = 12 cm e Na figura, ABCD é um quadrado inscrito no tri-
CD = 4 cm. Sendo EC // AB, o valor de EC , em ângulo EFG. Se a medida de FG é 10, o períme-
cm, é: tro do quadrado é:
B E
A D
6

F B C G

E a. 20
b. 15
c. 18
A C D d. 16
e. 17
a. 1
244. Fuvest-SP
b. 2
c. 3 O triângulo ABC tem altura h e base b (ver figu-
ra). Nele, está inscrito o retângulo DEFG, cuja
d. 4 base é o dobro da altura. Nessas condições,
e. 5 a altura do retângulo, em função de h e b, é
242. UFAC dada pela fórmula:
Na figura abaixo, ABC é um triângulo, e o seg- A
mentos de reta BC e MN são paralelos. Dados
que BC = 10, MN = 5 e MB = 6, a medida do
segmento AM é:
h
A D G

B C
E F
b
PV-13-14

M N
a. bh
h+b
b. 2bh
h+b
B C c. bh
h + 2b
a. 9
d. bh
b. 5 2h + b
c. 6
d. 7 e. bh
2(h + b)
e. 10

153
Matemática Geometria plana

245. FGV-SP 14
A

B 5

Anos
1994 2000

De acordo com o gráfico, é correto afirmar


Bem no topo de uma árvore de 10,2 metros de que, em 1998, a produção de café nesse muni-
altura, um gavião casaca-de-couro, no ponto A cípio foi, em milhões de toneladas:
da figura, observa atentamente um pequeno a. 9,5
roedor que subiu na mesma árvore e parou
preocupado no ponto B, bem abaixo do gavião, b. 9
na mesma reta vertical em relação ao chão. c. 10,5
Junto à árvore, um garoto fixa verticalmente d. 11
no chão uma vareta de 14,4 centímetros de e. 12,5
comprimento e, usando uma régua, descobre
que a sombra da vareta mede 36 centímetros 248. Ulbra-RO
de comprimento. h
Dois postes de alturas, em metros, h e es-
Exatamente nesse instante ele vê, no chão, a 2
sombra do gavião percorrer 16 metros em li- tão separados por uma distância de 16 m. Se
nha reta e ficar sobre a sombra do roedor, que os postes são unidos por dois cabos, conforme
não se havia movido de susto. mostra a figura, a altura em que se cruzam os
cabos, a partir do solo, é:
Calcule e responda: Quantos metros o gavião
teve de voar para capturar o roedor, se ele voa
verticalmente de A para B?
246. Mackenzie-SP
Na figura abaixo, a medida x vale:

A 10 h

h
15 D 15 2
x
16 m
PV-13-14

B E C
a. h m
a. 12,75 4
b. 12,25
b. h m
c. 11,75 3
d. 11,25
e. 11,00 c. 3h m
4
247. UEL-PR
d. 8 m
O gráfico a seguir mostra a produção de café, e. 4 m
em milhões de toneladas, em certo município
do estado do Paraná.

154
Geometria plana Matemática

249. Unifesp a. calcular o comprimento da sombra do


Em um dia de sol, uma esfera localizada sobre homem depois que ele subiu 4 metros
um plano horizontal projeta uma sombra de ladeira acima;
10 metros, a partir do ponto B em que está b. calcular a área do triângulo ABC.
apoiada ao solo, como indica a figura. b ⋅ c ⋅ senα
Obs. – Área de ∆ = , em que b e c
D 2
T são lados do D e a o ângulo compreendido en-
Raio de luz tre b e c.
C 252. Vunesp
Uma gangorra é formada por uma haste rígi-
10 m
B sombra A
da AB, apoiada sobre uma mureta de concre-
to no ponto C, como mostra a figura abaixo.
Sendo C o centro da esfera, T o ponto de tan- As dimensões são: AC = 1,2 m, CB = 1,8 m e
gência de um raio de luz, BD um segmento que CD = CE = DE = 1 m. Quando a extremidade B
passa por C, perpendicular à sombra BA, e ad- da haste toca o chão, a altura da extremidade
mitindo A, B, C, D e T coplanares: A em relação ao chão é:
a. justifique por que os triângulos ABD e C
CTD são semelhantes; A
B
b. calcule o raio da esfera, sabendo que a
1 D E
tangente do ângulo BÂD é .
2
250. a. 3 m
Os lados de um triângulo medem, respectiva- 3
b. m
mente, 7 cm, 9 cm e 14 cm. Qual é o períme- 3
tro do triângulo semelhante ao dado cujo lado
maior é de 21 cm? c. 6 3 m
a. 45 cm 5
b. 55 cm
d. 5 3 m
c. 60 cm 6
d. 75 cm e. 2 2 m
e. 30 cm
Obs. – A altura do triângulo equilátero de lado
251. Unicamp-SP
déd 3 .
PV-13-14

Um homem, de 1,80 m de altura, sobe uma


ladeira com inclinação de 30°, conforme mos- 2
tra a figura. No ponto A está um poste vertical 253. Unesp
de 5 metros de altura, com uma lâmpada no Um observador, situado num ponto O, locali-
ponto B. Pede-se para: zado na margem de um rio, precisa determi-
B nar sua distância até um ponto P, localizado
C
na outra margem, sem atravessar o rio. Para
isso, marca, com estacas, outros pontos do
1,80 m lado da margem em que se encontra, de tal
Sombra 5m forma que P, O e B estão alinhados entre si
e P, A e C também. Além disso, OA é paralelo a
30°
BC, OA = 25 m, BC = 40 m e OB = 30 m, conforme
figura.
A

155
Matemática Geometria plana

P
c. 20
Rio 7

O d. 15
4
A
e. 15
2
B C
256.
A distância, em metros, do observador em O Na figura a seguir, os pontos A, B e C estão ali-
até o ponto P, é: nhados. Se PA = x, PB = y e PC = z, podemos
a. 30 afirmar que:
b. 35
A
c. 40
d. 45
e. 50 B
x
254. UFPR
y
Em uma rua, um ônibus com 12 m de compri-
mento e 3 m de altura está parado a 5 m de 60° 60°
distância da base de um semáforo, o qual está z
C
P
a 5 m do chão. Atrás do ônibus para um carro,
cujo motorista tem os olhos a 1 m do chão e a 1
2 m da parte frontal do carro, conforme indica a. y =
x+z
a figura abaixo. Determine a menor distância
(d) que o carro pode ficar do ônibus de modo x+z
b. y =
que o motorista possa enxergar o semáforo 2
inteiro. c. y2 = x · z

d. 1 = 1 + 1
y x z
5m
1m x·y
e. z =
5m 12 m d 2m x+y

a. 13,5 m 257. ITA-SP


b. 14,0 m Considere o triângulo ABC, em que AD é a me-
PV-13-14

c. 14,5 m diana relativa ao lado BC. Por um ponto arbi-


d. 15,0 m trário M do segmento BD, tracemos o segmen-
to MP paralelo a AD, em que P é o ponto de
e. 15,5 m
interseção desta paralela com o prolongamen-
255. UFJF-MG to do lado AC (figura). Se N é o ponto de inter-
Seja o triângulo de base igual a 10 m e altura seção de AB com MP, podemos afirmar que:
igual a 5 m com um quadrado inscrito, tendo
P
um lado contido na base do triângulo. O lado
do quadrado é, em metros, igual a:
A
a. 10 N
3
b. 5 B M D C
2

156
Geometria plana Matemática

a. MN + MP = 2BM As ruas TP e SQ são paralelas. Partindo de S,


b. MN + MP = 2CM cada corredor deve percorrer o circuito pas-
c. MN + MP = 2AB sando, sucessivamente, por R, Q, P, T, retor-
d. MN + MP = 2AD nando, finalmente, a S.
e. MN + MP = 2AC Assinale a opção que indica o perímetro do
258. Unirio-RJ circuito.

2 a. 4,5 km
b. 19,5 km
4
4 c. 20,0 km
d. 22,5 km
e. 24,0 km
5 261. Unirio-RJ

Observe os dois triângulos anteriormente re-


presentados, onde os ângulos assinalados são
congruentes. O perímetro do menor triângulo é:
30 m
a. 3
15
b.
4 50 m
c. 5
15 Sombra
d.
2
16 m
e. 15
259. Unicamp-SP Numa cidade do interior, à noite, surgiu um
Em uma determinada região do planeta, a objeto voador não identificado, em forma de
temperatura média anual subiu de 13,35 °C disco, que estacionou a 50 m do solo, aproxi-
em 1995 para 13,8 °C em 2010. Seguindo a
madamente. Um helicóptero do exército, si-
tendência de aumento linear observada entre
1995 e 2010, a temperatura média em 2012 tuado a aproximadamente 30 m acima do ob-
deverá ser de: jeto, iluminou-o com um holofote, conforme
a. 13,83 °C mostra a figura abaixo. Sendo assim, pode-se
b. 13,86 °C afirmar que o raio do disco voador mede, em
PV-13-14

metros, aproximadamente:
c. 13,92 °C
d. 13,89 °C a. 3,0
260. b. 3,5
O circuito triangular de uma corrida está es- c. 4,0
quematizado na figura a seguir. d. 4,5
P Rua PQ Q Av. QR e. 5,0
R
Rua SQ 262. ENEM
Rua TP Av. SR
O gráfico abaixo, obtido a partir de dados do
S Rua TS = 3 km Ministério do Meio Ambiente, mostra o cresci-
Rua SQ = 3 km
Rua TS Rua PQ = 2 km mento do número de espécies da fauna brasi-
T Av. QR = 4 km leira ameaçadas de extinção.

157
Matemática Geometria plana

Tales, o grande matemático do sécu-


461 lo VI a.C., foi também um próspero co-
Número de espécies ameaçadas de extinção

merciante. Certa vez, visitou o Egito em


viagem de negócios. Nessa ocasião, ele
assombrou o faraó e toda a corte egípcia,
medindo a altura da pirâmide de Quéops,
cuja base é um quadrado de 230 metros
de lado.
Para calcular a altura da pirâmide,
Tales fincou verticalmente no solo uma
239
estaca que ficou com altura de 1 metro
acima do solo.
As medidas dos comprimentos da
sombra da pirâmide e da sombra da esta-
ca são, respectivamente, 255 metros e 2,5
Ano
1983 1987 1991 1995 1999 2003 2007 metros.
JAKUBOVIC, J.; CENTURION, M.; LELLIS, M.C. Matemática
na medida certa. São Paulo: Scipione. Adaptado.
Se mantida, pelos próximos anos, a tendência
de crescimento mostrada no gráfico, o número Com base nas informações do texto, é válido
de espécies ameaçadas de extinção em 2011 afirmar que a altura da pirâmide, em metros, é:
será igual a:
a. 14,80
a. 465
b. 92,50
b. 493
c. 148
c. 498
d. 925
d. 538
e. 1.480
e. 699
264. FEI-SP
263. ETEC-SP
Uma placa de papelão retangular, de 40cm
Raios de sol
raios de sol por 60cm, inicialmente será cortada ao longo
de uma de suas diagonais e depois ao longo
Estaca de duas direções paralelas aos seus lados, de
Sombra
da estaca modo a obter-se um quadrado, conforme in-
dicado na figura. Qual a medida do lado desse
quadrado?
Vara de medir

Raios Estaca
PV-13-14

de sol fincada
verticalmente
Altura da no solo
pirâmide

Comprimento
Metade da da sombra
medida da da estaca a. 20 cm
Comprimento
base b. 21 cm
da sombra
da pirâmide
c. 22 cm
Leia o texto a seguir. d. 23 cm
e. 24 cm

158
Geometria plana Matemática

265. Fuvest-SP A bola, entretanto, segue uma trajetória re-


A sombra de um poste vertical, projetada pelo tilínea, mas não paralela à lateral, e, quando
Sol sobre um chão plano, mede 12 m. Nesse passa pela linha de meio do campo, está a uma
mesmo instante, a sombra de um bastão ver- distância de 12 m da linha que une o lateral ao
tical de 1 m de altura mede 0,6 m. A altura do atacante. Sabendo-se que a linha de meio do
poste é: campo está à mesma distância dos dois joga-
a. 6 m dores, a distância mínima que o atacante terá
que percorrer para encontrar a trajetória da
b. 7,2 m
bola será de:
c. 12 m
d. 20 m
A
e. 72 m
12 m
266. PUC-RS
32 m
Para medir a altura de uma árvore, foi usada
uma vassoura de 1,5 m, verificando-se que, no
momento em que ambas estavam em posição
L
vertical em relação ao terreno, a vassoura pro-
jetava uma sombra de 2 m e a árvore, de 16 m.
A altura da árvore, em metros, é:
a. 18,8 m
a. 3,0
b. 19,2 m
b. 8,0
c. 19,6 m
c. 12,0
d. 15,5 d. 20 m
e. 16,0 e. 20,4 m
267. Mackenzie-SP 269. UFPE
A área do quadrado assinalado na figura é: No trapézio ABCD, calcule a altura IE do triân-
A
gulo ABI, sabendo que a altura do trapézio é 8
e que seus lados paralelos medem 6 e 10.
6
A E B

C B I 8
8
PV-13-14

a. 20
b. 18 D C
10
c. 25
d. 12 270. UFMG
e. 16
No paralelogramo ABCD, da figura abaixo, o
268. Fuvest-SP ponto P, contido no lado CD, é tal que o seg-
Um lateral L faz um lançamento para um ata- mento PC mede 4 cm, os segmentos AP e PB
cante A, situado 32 m à sua frente em uma medem 14 cm cada um e os ângulos DÂP e PÂB
linha paralela à lateral do campo de futebol. têm a mesma medida.

159
Matemática Geometria plana

D P C a. 0,75 m
b. 1,20 m
c. 1,80 m
d. 2,40 m
e. 3,20 m
274. Mackenzie-SP
Na figura abaixo, vale sempre que:
A B
B
Determine a medida do lado AD. C
r
271. Cefet-MG
Num triângulo isósceles de altura 8 cm, inscre- Q
D
ve-se uma circunferência de raio 3 cm. A medi- O P E
da da base do triângulo, em cm, é: r
a. 9
b. 10 A
c. 11 a. OA · OB = OE · OP
d. 12 b. OP · OQ = r2
272. c. AP · OQ = (OA)2
Num triângulo isóceles ABC com AB = AC, tem- d. OA · BQ = (OQ)2
-se BC = 2a e o raio da circunferência inscrita é e. OP · OE = r2
r (a > r). Calcule, em função de a e r:
275.
Considere a circunferência circunscrita a um
A
triângulo ABC. Seja AE um diâmetro dessa cir-
cunferência e AD a altura do triângulo. Sendo
AB = 6 cm, AC = 10 cm e AE = 30 cm, calcule a
–

altura AD.
a


A
T
h h–r r 6 10
h
O a
B C
r D
PV-13-14

B M C
a a

a. a medida do lado AB do triângulo; E


b. a medida da altura relativa à base. 276. Fuvest-SP
273. Cesgranrio-RJ A figura representa um retângulo ABCD, com
Certa noite, uma moça de 1,50 m de altura es- AB = 5 e AD = 3. O ponto E está no segmento
tava a dois metros de distância de um poste de CD de maneira que CE = 1 e F é o ponto de in-
luz de 4 m de altura. O comprimento da som- tersecção da diagonal AC com o segmento BE.
bra da moça no chão era de: Então, a área do triângulo BCF vale:

160
Geometria plana Matemática

D E C bola vermelha. Assumindo que, em cada co-


lisão da bola branca com uma das bordas da
F mesa, os ângulos de incidência e de reflexão
são iguais, a que distância x do vértice Q deve-
-se jogar a bola branca?
278.
A B
Num triângulo ABC, retângulo em A, os cate-
tos medem 3 cm e 6 cm. A medida do raio da
6 circunferência, com centro na hipotenusa e
a.
5 tangente aos catetos do triângulo, é:
5 a. 1 cm
b.
4 b. 1,5 cm
4 c. 2 cm
c.
3 d. 2,5 cm
7 e. 3 cm
d.
5 279. UEM-PR
3 Na figura a seguir, ABCD é um paralelogramo,
e. M é o ponto médio do lado AB, N é o ponto
2
médio do lado BC e P é o ponto médio do lado
277. Fuvest-SP CD. Sabendo-se que a medida de BC é 7 cm, a
Em uma mesa de bilhar, coloca-se uma bola medida da diagonal AC é 10 cm e a medida da
branca na posição B e uma bola vermelha na diagonal BD é 8 cm, o perímetro do triângulo
posição V, conforme o esquema abaixo. MNP é:
0,80 m B N C
Q R

M P
0,40 m
x

V A D

a. 20 cm
1,20 m b. 19 cm
c. 16 cm
PV-13-14

d. 25 cm
e. 18 cm
280. UFG-GO
B
As “regras oficiais de voleibol”, aprovadas pela
Federação Internacional de Voleibol (FIBV),
definem que a quadra para a prática desse es-
P S porte deve ser retangular, medindo 18 m de
comprimento por 9 de largura.
0,90 m
A rede colocada verticalmente sobre a linha
Deve-se jogar a bola branca de modo que ela central da quadra deve ter altura de 2,43 m
siga a trajetória indicada na figura e atinja a para jogos profissionais masculinos. Em cada

161
Matemática Geometria plana

campo da quadra, há uma linha de ataque, desenhada a 3 m de distância da linha central, mar-
cando a zona de frente, conforme a figura a seguir.
Durante um jogo profissional masculino, um jogador fez um ponto do seguinte modo: estando so-
bre a linha de ataque de seu campo, saltou verticalmente batendo na bola no ponto H, fazendo-a
descrever uma trajetória retilínia, passando rente ao topo da rede, no ponto R, tocando a quadra
exatamente no ponto B, pertencente à linha de fundo do campo adversário.
H

Linha de fundo R
do campo adversário

ue

9m
l
tra

q
ata
cen

de
B
ha

ha
Lin

Lin
9m 3m
18 m

Segundo as condições descritas, calcule a altura, AH, que o jogador alcançou para conseguir fazer
o ponto.

PV-13-14

162
Geometria plana Matemática

CAPÍTULO 08
281. 282. Fuvest-SP
a. Determine o valor de x na figura. O valor de x na figura é:

A C
5 x x 2
3 E
2 10
D

10 B

b. Na figura abaixo, calcule x.


a. 20
P A B 3
x
8 b. 3
C O 5
c. 1
17
d. 4
e. 5
D
283.
c. Na figura, PA = 16 cm e A, B e C são pon- a. A hipotenusa de um triângulo retângu-
tos de tangência. Calcule o perímetro
lo mede 10 cm e o raio do círculo ins-
do triângulo PRS.
crito mede 1 cm. Calcule o perímetro
desse triângulo.
A
R
b. A circunferência da figura está inscri-
ta no triângulo ABC e P, Q e R são os
pontos de tangência. Sendo AB = 7 m,
C P BC = 6 m e AC = 8 m, calcule a medida
do segmento PB.
S B
B
PV-13-14

P
Q
d. Na figura abaixo, têm-se uma tangente
AT e uma secante AP a um círculo. Se AT
= 12 cm e PR = 10 cm, calcule o compri-
mento de AR.
C A
P R
R
A c. Determine a medida do segmento DE
da figura seguinte, sabendo que AB é o
diâmetro da circunferência, B é o ponto
de tangência do segmento BC à circun-
T ferência e DE é paralelo a BC.

163
Matemática Geometria plana

9
C a. 18
D
b. 20
16 c. 22
A B d. 24
O E
e. 32
286. ITA-SP
284. Seja E um ponto externo a uma circunferência.
a. Calcule a medida do lado BC do qua- Os segmentos EA e ED interceptam essa circun-
ferência nos pontos B e A, e nos pontos C e D,
drilátero circunscrito na circunferên-
respectivamente. A corda AF da circunferência
cia, sendo AB = 10 cm, CD = 15 cm e
intercepta o segmento ED no ponto G. Se EB = 5,
AD = 13 cm. BA = 7, EC = 4, GD = 3 e AG = 6, então GF vale:
A a. 1
B
b. 2
c. 3
d. 4
e. 5
D C
287. Ibmec-SP
b. Determine o perímetro do quadrilátero Na figura, AB é diâmetro
 da circunferência de
ABCD, circunscritível, da figura. raio 10 cm e a reta PA é tangente a essa cir-
A cunferência.
x+1
D P
3x
2x Q

B 3x + 1 C
A B
O
285.
O perímetro do quadrilátero ABCD, circunscri-
tível, é:
Se a medida do segmento PQ é 3 cm, então o
PV-13-14

A segmento BQ mede, em centímetros:


2x + 3 a. 4 2
b. 3 6
3x D
c. 2 10
d. 6
O e. 5
5x
B 288. FEI-SP
4x + 1 Na figura seguinte, AB é tangente à circunfe-
rência no ponto B e mede 8 cm. Se AC têm a
C mesma medida x, o valor de x, em cm, é:

164
Geometria plana Matemática

B E
8 cm

O
A x C x D A
D B

a. 4 C
b. 4 3
a. a + b
c. 8 2
d. 3 2 b. a – b
c. 2 a2 − b2
e. 4 2
d. a − b
2
289. Mackenzie-SP
O ponto P está no interior de uma circunferên- 2b 2
cia de 13 cm de raio e dista 5 cm do centro da e. impossível de ser calculado por falta de
mesma. Pelo ponto P traça a corda AB de 25 cm. dados.
Os comprimentos que P determina sobre a 292. Unifei-MG
corda AB são: A figura abaixo mostra uma circunferência,
a. 11 cm e 14 cm onde AB é uma corda perpendicular ao diâme-
b. 7 cm e 18 cm tro CE. Sabe-se que a corda AB mede a e que
a flecha CD mede b. Esse é um exemplo típico
c. 16 cm e 9 cm
de seção transversal de uma tubulação pluvial,
d. 5 cm e 20 cm onde a corda AB representa o nível d’água,
e. 8 cm e 17 cm num certo instante.
290. UEFS-BA C

Na figura, são dados AE = 1 , BE = 8 cm e


AC 4 A D B
ED = 6 cm. O comprimento de AC, em cm, é:

B E
PV-13-14

E
Nessas condições, pode-se afirmar que o raio
D A R da circunferência mede:

a. 10 b2 − 4a2
a. R =
b. 12 8a
c. 16 a2 + 4b2
b. R =
d. 18 8b
e. 20 a2 − 4b2
c. R =
291. Mackenzie-SP 8b
Na figura, O é o centro da circunferência; AB = a; b2 + 4a2
AC = b e OA = x. O valor de x, em função de a d. R =
e b, é: 8a

165
Matemática Geometria plana

293. UFOP-MG
B C
Dois pontos A e B de uma circunferência es-
tão à distância de 80 cm um do outro. O ponto
médio M do segmento AB está à distância de
80 cm do ponto C, que é o ponto da circunfe- r
rência mais distante de M.

R
M
A B
A

r
É correto afirmar que vale:
R
1
C a.
2 +1
Dessa forma, o perímetro da circunferência 1
vale, em cm: b.
2 −1
a. 80 p
b. 100 p 1
c.
c. 160 p 3 +1
d. 2.500 p 1
d.
Obs.: perímetro de uma circunferência de raio 3 −1
R: 2p = 2pR.
296.
294. UFTM-MG
Nas figuras 1 e 2 a seguir, o ponto O é o centro
Na figura, a reta suporte de AB é tangente, no
ponto B, à circunferência de centro O. A medi- das circunferências.
da de AB é 12 e a medida da corda CD é 10. O B
segmento CE é perpendicular a AB.
A E B P
PA = 6
60o PB = 4 A
O
PO = 5

C O
PV-13-14

Figura 1

a. Determine a medida de AC. A


D
b. Determine a medida de CE. O
AB = 4
295. UFOP-MG B BC = 5
AD = 2
Um círculo de raio r encontra-se inscrito em
um triângulo ABC isósceles, retângulo em B, C
que, por sua vez, está inscrito em um círculo
de raio R, conforme mostra a figura. Figura 2

166
Geometria plana Matemática

a. Determine o raio da circunferência re- 300. UFMG


presentada na figura 1. Em um círculo de centro O, AD é um diâmetro, B
b. Calcule o perímetro do triângulo AOC pertence a AC, que é uma corda do círculo, BO = 5
indicado na figura 2. e m (AB O) = CD
 = 60°. Nas condições dadas,
297. BC é igual a:
No retângulo ACDE da figura, o ponto P é o
ponto do lado CD que enxerga AB sob ângulo C B A
máximo. Sendo AB = 10 cm e BC = 8 cm, de-
termine PC.
E D O

P
a. 10 − 3
5
b. 3
A B C
c. 3 + 3
298. Fuvest-SP d. 5
Os segmentos AB e CD se interceptam num
ponto P e são cordas perpendiculares de um e. 12 − 3
2
mesmo círculo. Se AP = CP = 2 e PB = 6, ache o
raio do círculo.
299. UFMG
Em um círculo, a corda CD é perpendicular ao
diâmetro AB no ponto E. Se AE · EB = 3, então
a medida de CD é:
a. 3
b. 2 3
c. 3 3
d. 3
PV-13-14

e. 6

167
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 09
301. c. O perímetro de um triângulo isósce-
a. Determine o valor de x nos trapézios les é de 18 m e a altura relativa à base
isósceles. mede 3 m. Determine a base.
I. 8 302. FAAP-SP
No retângulo ABCD de lados AB = 4 cm e
6 x
BC = 3 cm, o segmento DM é perpendicular à
diagonal AC. Calcule o comprimento do seg-
mento AM.
12 D C

II. x

5 4 M
A B

12 303. Unifei-MG
Calcule a distância entre os pontos A e E da
b. Determine o valor de x nos casos. figura abaixo, onde BD = 10 cm, AB = 2 cm e
I. DE = 8 cm.
4 5 E
4
x

II. x
A
2 13
x
B C D
10
304. Fuvest-SP
PV-13-14

III. A
Na figura abaixo, a reta s passa pelo ponto P
e pelo centro da circunferência de raio R, in-
12
6 terceptando-a no ponto Q, entre P e o centro.
Além disso, a reta t passa por P, é tangente à
x circunferência e forma um ângulo a com a reta
D B 8 C s. Se PQ = 2R, então cos a vale:
IV. t

2 5 x 5
s α P
Q

168
Geometria plana Matemática

a. 2
6

b. 2
3

c. 2
2

d. 2 2
3

e. 3 2
5
305. Fuvest-SP
Na figura abaixo, os quadrados ABCD e EFGH
têm, ambos, lado a e centro O. Se EP = 1, en-
tão a é: a. 9
F b. 10
c. 12
A B d. 6
e. 8
307. UFPE
Caminhando em uma região plana e partindo
E G do ponto A, João caminha 7 m na direção nor-
P O
deste, fazendo um ângulo de 33° com o leste
e, em seguida, caminha 24 m na direção no-
roeste, fazendo um ângulo de 57° com o oes-
te, chegando ao ponto B. Qual a distância, em
D C metros, entre A e B?
308. PUC-SP
H
Dois navios navegavam pelo oceano Atlântico,
supostamente plano: X, à velocidade cons-
a. 2 tante de 16 milhas por hora, e Y, à velocidade
2 −1 constante de 12 milhas por hora. Sabe-se que,
às 15 horas de certo dia, Y estava exatamente
PV-13-14

b. 2 72 milhas ao sul de X e que, a partir de então,


3 −1 Y navegou em linha reta para o leste, enquan-
to X navegou em linha reta para o sul, cada
qual mantendo suas respectivas velocidades.
c. 2
2 Nessas condições, às 17 horas e 15 minutos do
mesmo dia, a distância entre X e Y, em milhas,
d. 2 era:
2 a. 45
e.
2 −1 b. 48
306. Mackenzie-SP c. 50
Na figura, a soma das áreas dos três quadra- d. 55
dos é 18. A área do quadrado maior é: e. 58

169
Matemática Geometria plana

309. FGV-SP 311.


No triângulo retângulo ABC, retângulo em C, Nesta figura, está representada uma circunfe-
tem-se que AB = = 3 3 . Sendo P um ponto rência de centro O.
de AB tal que PC = 2 e AB perpendicular a PC, a C
maior medida possível de PB é igual a:

a. 3 3 + 11
2
b. 3 + 11 O

c.
3 ( 3+ 5 ) D E F
2

d.
3 ( 3+ 7 ) A B

2 Sabe-se que:
• os segmentos AB e BC medem, cada um,
e.
( 3 3 + 11 ) 4 cm;

2 • a reta AB tangencia a circunferência no
ponto B;
310. UFMG • o segmento DF é perpendicular ao diâme-
Na figura, o triângulo ABC é equilátero e cada tro BC;
um de seus lados mede 8 cm. Se AD for a altu- • E pertence à circunferência e é o ponto mé-
ra do triângulo ABC e M for o ponto médio de dio do segmento DF.
AD, então a medida CM será:
Calcule o comprimento do segmento OF.
A
312. UFMG
Uma folha de papel quadrada, ABCD, que
mede 12 cm de lado, é dobrada na reta r, como
mostrado nesta figura:
M A D

N
E
B C
D
PV-13-14

r
1
a. cm
2
B M C
b. 3 cm
2 Feita essa dobra, o ponto D sobrepõe-se ao
ponto N, e o ponto A, ao ponto médio M, do
c. 7 cm lado BC. É correto afirmar que, nessas condi-
ções, o segmento CE mede:
d. 2 7 cm a. 7,2 cm
b. 7,5 cm
e. 2 cm c. 8,0 cm
2 d. 9,0 cm

170
Geometria plana Matemática

313. FAAP-SP 318. Fuvest-SP


Durante a construção de um tanque circular Em um triângulo retângulo OAB, retângulo
com diâmetro de 20 metros, foi necessário es- em O, com OA = a e OB = b, são dados os pon-
tender um cabo de aço ligando dois pontos da tos P em OA e Q em OB de tal maneira que AP
borda, paralelamente ao diâmetro e dele dis- = PQ = QB = x. Nessas condições, o valor de x é:
tando 8 metros. O comprimento do cabo é de:
O
a. 6,5 m
b. 12 m
c. 9 m P Q
d. 10,8 m
e. 14 m
A B
314. Fuvest-SP
Queremos desenhar, no interior de um retân- a. a ⋅ b – a –b
gulo ABCD, um losango AICJ com vértice I so- b. a + b – 2ab
bre o lado AB do retângulo e vértice J sobre
o lado CD. Se as dimensões dos lados do re- c. a2 + b2
tângulo são AB = 25 cm e BC = 15 cm, então a
medida do lado do losango é: d. a + b + 2ab
a. 13 cm
e. ab + a + b
b. 15 cm
c. 17 cm 319. Fuvest-SP
d. 18 cm Uma escada de 25 dm de comprimento se
e. 15 2 apoia num muro no qual seu pé dista 7 dm. Se
315. Fuvest-SP o pé da escada se afastar mais 8 dm do muro,
qual o deslocamento verificado pela extremi-
Um triângulo retângulo tem catetos AB = 3 dade superior da escada?
e AC = 4. No cateto AB toma-se um  ponto P
equidistante do ponto A e da reta BC . Qual é 320. FGV-SP
a distância AP? No triângulo ABC, AB = 13, BC = 14, CA = 15, M
316. PUC-SP é o ponto médio de AB e H é o pé da altura do
triângulo ABC de vértice A até a base BC.
Uma estação de tratamento de água (ETA) loca-
liza-se a 600 m de uma estrada reta. Uma esta- A
ção de rádio localiza-se nessa mesma estrada,
a 1.000 m da ETA. Pretende-se construir um
restaurante na estrada, que fique à mesma dis-
PV-13-14

M
tância das duas estações. A distância do restau-
rante a cada uma das estações deverá ser de:
a. 575 m
b. 600 m B C
H
c. 625 m
d. 700 m Nas condições dadas, o perímetro do triângulo
BMH é igual a:
e. 750 m
a. 16
317. Fuvest-SP
b. 17
Uma folha de papel de dimensões 6 × 8 é do- c. 18
brada de modo que dois vértices diagonal-
mente opostos coincidam. Determine o com- d. 19
primento do vinco (dobra). e. 20

171
Matemática Geometria plana

321. c. 8 2
a. Num triângulo retângulo de catetos
com medidas 3 cm e 4 cm, calcule a d. 4 3
medida do raio da circunferência ins- e. 6 3
crita.
b. Calcule x na figura: 323. Unifor-CE
Na figura a seguir, têm-se as circunferências de
centros O1 e O2, tangentes entre si e à reta r
nos pontos A e B, respectivamente.
A 3 3 2 B A B
r
O2
P x Q
O1
c. O lado do quadrado mede 8 cm. Cal-
cule o raio da circunferência da figura,
sendo T ponto de tangência.
Se os raios das circunferências medem 18 e
8 cm, então o segmento AB mede, em centí-
metros:
a. 20
O b. 22
c. 23
d. 24
e. 26
T 324. FAAP-SP
Dois reservatórios circulares de raios 5 m e 4 m,
322.
respectivamente, estão interligados por uma
No jogo de bocha, disputado num terreno tubulação de “x” metros lineares, que os tan-
plano, o objetivo é conseguir lançar uma bola gencia, conforme a figura a seguir. Sabendo -se
de raio 8 o mais próximo possível de uma bola que o custo por metro linear da tubulação é de
menor, de raio 4. Num lançamento, um joga- R$150,00 e que a distância OO' entre os cen-
dor conseguiu fazer com que as duas bolas fi- tros desses reservatórios é de 41 m, então o
custo total (em reais) da tubulação é:
PV-13-14

cassem encostadas, conforme ilustra a figura


abaixo. A distância entre os pontos A e B, em
que as bolas tocam o chão, é: 5 x 4

41

A B a. 5.000
b. 5.500
c. 4.000
a. 8 d. 4.500
b. 6 2 e. 6.000

172
Geometria plana Matemática

325. a. 20
Determine o raio do círculo menor inscrito b. 25
num quadrante do círculo maior, da figura c. 27
abaixo, sendo 2R o diâmetro do círculo maior.
d. 30
B e. 32
328.
A figura abaixo indica duas circunferências
tangentes externamente, uma maior, de raio
O A R, e outra menor, de raio r. O valor de r é:
r

326. UFMS
São construídos dois semicírculos tangentes
entre si, cada um com raio de 30 cm. Em se-
guida, constrói-se um terceiro semicírculo,
tangenciando internamente os dois semicírcu- a. R(2 – 3 2 )
los já construídos. b. R(2 + 3 2 )
Determine, em cm, o raio r do círculo que tan- c. R(3 – 2 2 )
gencia os três semicírculos construídos. d. R(3 + 2 2 )
r e. R( 2 + 2)
329.
Em um losango, as diagonais medem, respecti-
vamente, m e n. Considerando que o diâmetro
da circunferência inscrita mede d, então:
30 cm 30 cm

327. Consultec-BA
Na figura, o raio menor mede 3 e o raio maior
mede 4. Quanto mede a altura AH do triângulo
isósceles ABC?
PV-13-14

a. m · n = 4d2
b. m2 + n2 = 2d2
c. m–2 + n–2 = d–2
d. m2 + m · n + n2 = 4d2
e. m2 – m · n + n2 = 4d2
B C
H

173
Matemática Geometria plana

330. B
A figura representa três círculos de raio 10 cm M
no interior do triângulo retângulo isósceles
A
ABC, e os pontos P e Q são pontos de tangên- O
cia. A altura relativa à hipotenusa do triângulo
mede, em cm:
B
a. 2
P Q
01
b. 3
R c. 4
d. 5
02
S 333. UFF-RJ
Na figura abaixo, o retângulo PQRS, cujos la-
03
T dos medem d e m, está situado entre duas cir-
A C cunferências concêntricas de diâmetros iguais
a 6 cm e 10 cm. Os pontos P e S pertencem à
a. 10 ( 2+5 ) circunferência maior e o segmento QR é tan-
gente à circunferência menor.
b. 5 ( 2 +1)
( 2 + 3)
c. 10
P Q

d. 10 ( 5 + 2)
m

e. 5( 10 + 2)
S R

331.
d
Dois círculos concêntricos têm raios de 3 e 5
centímetros. Desenha-se um segmento de a. Escreva a expressão de m em função de
reta, com maior comprimento possível, intei- d.
ramente contido na região interna ao círculo b. Determine o valor de m para d = 1 cm.
maior e externa ao círculo menor. Qual o com-
primento desse segmento? 334. Fatec-SP
a. 7,0 cm O valor do raio da circunferência da figura é:
b. 7,5 cm
PV-13-14

c. 8,0 cm
d. 8,5 cm r r
e. 9,0 cm 10 10
332. Cefet-MG 5 5

Na figura abaixo o raio mede 5 cm e a corda a. 7,5


AB mede 6 cm. MO é a distância da corda AB
ao centro da circunferência. O valor de MO, b. 14,4
em cm, é: c. 12,5
d. 9,5
e. 10,0

174
Geometria plana Matemática

335. PUC-PR 337. Mackenzie-SP


Se a soma dos comprimentos das circunferên- A circunferência de raio a é tangente às duas
cias de mesmo raio, do triângulo abaixo, é 12 p, semicircunferências menores e à semicircunfe-
qual a área do triângulo? rência maior. Se MN = NP = R, então a é igual a:
A
a

M N P
C B

a. 6 – 1 R 2
a.
2
b. 7 3
R 3
c. 7 3 – 12 b.
2
d. 7 3 + 12
c. R
e. 7 3 – 6 4

336. Unir-RO d. R
3
A fórmula que determina a altura H de uma
pilha de tubos, todos com forma cilíndrica cir- e.
R
cular reta e com raio externo R, conforme a 2
figura, é:
338.
Na figura, cada uma das circunferências exter-
nas tem raio r e cada uma delas é tangente a
duas outras e à circunferência interna de raio
2. Calcule r.

H r
PV-13-14

a. H = R ( 3 +2 ) 2
C
b. H = 3R ( 2 +1 )
c. H = 2R 3

d. H = 2R ( 3 +1 )
e. H = R ( 2+3 )

175
Matemática Geometria plana

339. Fuvest-SP 340. Unicamp-SP


A secção transversal de um maço de cigarros 15 toras de madeira de 1,5 m de diâmetro são
é um retângulo que acomoda exatamente os empilhadas segundo a figura a seguir. Calcule
cigarros como na figura. Se o raio dos cigarros a altura da pilha.
é r, as dimensões do retângulo são:

(
a. 14r e 2r 1 + 3 )
b. 7r e 3r
c. 14r e 6r
d. 14r e 3r
( )
e. 2 + 3 3 r e 2r 3

PV-13-14

176
Geometria plana Matemática

CAPÍTULO 10
341. 344. Cefet-PR
Determine o valor de x no triângulo a seguir. A medida do ângulo β na figura abaixo, na qual
B a = 2 cm e b = 2 cm, é:
120o 100 m
α
45o
A x C b
β 30°
a. 50 6
a
b. 100 3
a. 150°
c. 100 6
b. 135°
d. 50 3
c. 120°
e. 50 2 d. 105°
342. Fuvest-SP e. 100°
Numa circunferência, está inscrito um triângu- 345. FGV-MG
lo ABC; seu lado BC é igual ao raio da circunfe-
A figura representa um triângulo inscrito num
rência. O ângulo agudo BÂC mede:
círculo de raio R. O lado AB vale:
a. 15°
B
b. 30°
c. 36°
d. 45°  = 120°
AB
e. 60°  = 90°
BC
343. A
BC = 5 2cm
O triângulo ABC da figura é tal que BC = 8 cm e C
30° < Â < 60°. Então, sobre o raio R da circunfe-
rência circunscrita, é correto afirmar que:
A
a. 3 cm
PV-13-14

2
R b. 4 cm
c. 5 cm
B C
d. 5 3 cm
a. 4 3 < R < 8
e. 2 cm
cm
b. 4 < R < 8
346.
c. 8 < R < 8 3
Sobre uma circunferência de raio r, tomamos
d. 8 3 < R < 8 
os pontos A, B e C (veja figura). O arco AB
3
mede 120° e a corda AB mede 12 cm. Calcule
e. 6 3 < R < 8 3 o valor de r.

177
Matemática Geometria plana

A
c. 8 6
3

d. 16 6
3
C e. 32 6
B 3
348. Mackenzie-SP
347. FGV-SP
Três ilhas A, B e C aparecem num mapa, em
Uma estrela regular de 4 bicos está inscrita escala 1 : 10 000, como na figura. Das alterna-
numa circunferência de raio 2 m. Levando-se tivas, a que melhor aproxima a distância entre
em conta a medida do ângulo assinalado na fi- as ilhas A e B é:
gura a seguir, pode-se afirmar que o perímetro
B
da estrela é de:

Med. ângulo Seno Cosseno 30°

1 3
30°
2 2

2 2
45°
2 2 105°
A 12 cm C
3 1
60°
2 2 a. 2,3 km
b. 2,1 km
90° 1 0
c. 1,9 km
d. 1,4 km
e. 1,7 km
349. Unimar-SP
O lado c de um triângulo ABC no qual a = 20,
B = 45° e C = 30° é:
PV-13-14

240o a. 40 2
2+ 6

b. 2 + 6
40 2
40
c.
2+ 6

a. 2 6 d. 20 2
3 8

b. 4 6 e. 20 3
3 2

178
Geometria plana Matemática

350. Mackenzie-SP b. Calcule o raio da circunferência, saben-


Um triângulo ABC está isncrito numa circunfe- do que o triângulo está inscrito nela.
rência de raio r. Se, num sistema de coordena- A
das cartesianas, A = (1; 3), B = (5; 7) e C = (5; 1),
então r é igual a: 30°

cm
4 2
a. 2 5 O
b. 2 2
B 105°
c. 3
10
d.
3 C
e. 10 c. Na figura abaixo, determine a medida
351. UFOP-MG do lado AB.
C
Em uma das margens de um rio de largura
constante, localizam-se dois pontos A e B, dis-
tantes 3 km um do outro. Na outra margem do 45°
rio, localiza-se o ponto C, conforme a figura. 12
C
75°
A B

obs.: lembre-se de que sen(a+b) = sen a · cos b


+ sen b · cos a.
353. Unicamp-SP
45° 105° Observadores nos pontos A e B localizam um
A B foco de incêndio florestal em F. Conhecendo
3 km  = 105° e a distância
os ângulos FÂB = 45°, FBA
AB = 15 km, determine as distâncias AF e BF.
Calcule:
B
a. a distância entre os pontos B e C;
b. a largura do rio. 105°
352.
A
45° α F
PV-13-14

a. O quadrilátero ABCD, inscrito na circun-


ferência de raio R da figura, é tal que
 . Calcule R, sendo BD = 10 cm.
C =2 A Lembre-se de que:
A
sen (a + b) = sen a · cos b + sen b · cos a
354.
a. Determine x sabendo que o trapézio
ABCD é isósceles.
A D
30°
B
x 12
D

C 45°
B C

179
Matemática Geometria plana

b. Na figura abaixo, calcule o valor do


seno do ângulo a. a. 1
2
A
b. 1
6 9
5
c. 7
2α α 18
B C
d. 5
Lembre-se de que sen (2a) = 2 · sen a · cos a 18
355. Ibmec-SP e. 1
No triângulo PQR, retângulo em P, PR = 12 e 357. PUC-SP
PQ = 3 . O ponto S, pertencente ao lado PR,
 mede 120°. A diagonal de um paralelogramo divide um
é tal que o ângulo RSQ
dos ângulos internos em dois outros, um de
R 60° e o outro de 45°. A razão entre os lados
menor e maior do paralelogramo é:

a. 3
6

b. 2
2
120o
S
c. 2 3
α 9
P Q
d. 6
 R, o va-
Assim, sendo a a medida do ângulo SQ 3
lor de sen a é:
e. 3
a. 7 3
10
358. UFMG
b. 9 Observe esta figura:
11
A
PV-13-14

c. 7
12 30°

d. 12
13

e. 11 P
14
356. UFJF-MG
Seja um triângulo ABC, com AC = 3 e CB = 5.
Sabe-se que a medida do ânglo BA  C é o dobro
 e que esta última 45°
da medida do ângulo ABC B C
vale a. Qual é o valor de cos (2a)?

180
Geometria plana Matemática

Nessa figura, os comprimentos dos segmentos


AB e AC são iguais. O comprimento do seg-
mento BC é 1. 60°
Bomba
Considerando essas informações:
a. calcule o comprimento do segmento CP;
b. calcule a área do triângulo ACP. 362. FESP
359. Na figura abaixo, ABC e BDE são triângulos equi-
láteros de lados 2a e a, respectivamente. Pode-
Na figura a seguir, a circunferência de centro mos afirmar, então, que o segmento CD mede:
O1 tem raio 5 cm e a circunferência de centro
C
O2 tem raio 4 cm. Sendo CD = 6 cm, calcule AD.
A D
E

O1 O2 A B E

B C
a. a 2
D
b. a 6
c. 2a
360. Fuvest-SP d. 2a 5
A
e. a 3
363. Fuvest-SP
Um triângulo T tem lados iguais a 4, 5 e 6. O
cosseno do maior ângulo de T é:
B C
a. 5
6
No triângulo acutângulo ABC, ilustrado na fi-
15 b. 4
gura, o comprimento do lado BC mede , 5
5
o ângulo interno de vértice C mede a e o ân- c. 3
α 4
gulo interno de vértice B mede . Sabe-se,
2
também, que: 2 cos(2a) + 3 cos a + 1 = 0 d. 2
3
Nessas condições, calcule:
PV-13-14

a. o valor de sen a; e. 1
8
b. o comprimento do lado AC.
361. Unicamp-SP 364. ITA-SP
Os lados de um triângulo medem a, b e c.
A água utilizada na casa de um sítio é captada
Qual o valor do ângulo interno desse triângu-
e bombeada do rio para a caixa d’água a 50 m
lo, oposto ao lado que mede a centímetros,
de distância. A casa está a 80 m de distância da se fossem satisfeitas as relações: 3a = 7c e
caixa d’água e o ângulo formado pelas direções 3b = 8c?
caixa d’água – bomba e caixa d’água – casa é de
60°. Se a pretenção é bombear água do mesmo a. 30° d. 120°
ponto de captação até a casa, quantos metros b. 60° e. 135°
de encanamento serão necessários? c. 45°

181
Matemática Geometria plana

365. 368. UC-MG


Os lados de um paralelogramo medem 3 cm e Uma porta retangular de 2 m de altura por 1 m
4 cm. Sabendo-se que o ângulo formado pelos de largura gira 30°, conforme a figura.
lados mede 120°, pode-se afirmar que a diago-
A
nal maior do paralelogramo mede: 30o
a. 12 cm

b. 17 cm

c. 19 cm

d. 35 cm B

e. 37 cm A distância entre os pontos A e B, em metros, é:


366. FEI-SP a. 5
Calcule c, sabendo que a = 4, b = 3 2 e C = 45°.
b. 3
A

c. 2 + 3
c b
d. 4 + 3

B a C e. 6 − 3
369. Unesp
367. Fuvest-SP
N
As páginas de um livro medem 1 dm de base e
1 + 3 dm de altura. Se este livro for parcial-
mente aberto, de tal forma que o ângulo entre
duas páginas seja 60°, a medida do ângulo a,
formado pelas diagonais das páginas, será:
1 dm
Mar do Japão Epicentro
α
Sendai
PV-13-14

320 km
360 km
60 o
α
JAPÃO OCEANO
PACÍFICO
Tóquio
a. 15°
b. 30°
No dia 11 de março de 2011, o Japão
c. 45° foi sacudido por terremoto com intensida-
d. 60° de de 8,9 na Escala Richter, com o epi-
e. 75° centro no oceano Pacífico, a 360 km de

182
Geometria plana Matemática

Tóquio, seguido de tsunami. A cidade de


Sendai, a 320 km a nordeste de Tóquio,
foi atingida pela primeira onda do tsunami a. 2
após 13 minutos.
O Estado de S.Paulo, 13.3.2011. Adaptado.
b. 1 + 2 3

Baseando-se nos dados fornecidos e sabendo c. 2 + 3


que cos α ≅ 0,934, onde α é o ângulo Epicentro-
Tóquio-Sendai, e que 28 · 32 · 93,4 ≅ 215.100, a 2 +2 3
velocidade média, em km/h, com que a 1ª onda d.
do tsunami atingiu até a cidade de Sendai foi de: 6
a. 10 3+ 3
b. 50 e.
6
c. 100
d. 250 372. Unicamp-SP
e. 600 Laura decidiu usar sua bicicleta nova para subir
uma rampa. As figuras abaixo ilustram a rampa
370. Vunesp que terá de ser vencida e a bicicleta de Laura.
Dois terrenos, T1 e T2, têm frentes para a rua R
e fundos para a rua S, como mostra a figura. O
lado BC do terreno T1 mede 30 m e é paralelo
ao lado DE do terreno T2. A frente AC do ter- h
reno T1 mede 50 m e o fundo BD do terreno T2 α
mede 35 m. Ao lado do terreno T2 há um outro
terreno, T3, com frente para a rua Z, na forma
de um setor circular de centro E e raio ED.
D
35 26o
B Rua S
Rua Z 24o
T3 T2 T1 a
77o
30
120° 30o b
F E C 50 A
Rua R

Determine:
a. as medidas do fundo AB do terreno T1 e da a. Suponha que a rampa que Laura deve
frente CE do terreno T2; subir tenha ângulo de inclinação a, tal
b. a medida do lado DE do terreno T2 e o que cos (a) = 0, 99 . Suponha, tam-
PV-13-14

perímetro do terreno T3. bém, que cada pedalada faça a bicicle-


ta percorrer 3,15 m. Calcule a altura h
371. Fuvest-SP (medida com relação ao ponto de par-
Numa circunferência, C1 é o comprimento do tida) que será atingida por Laura após
π dar 100 pedaladas.
arco de radianos e C2 é o comprimento da
6 b. O quadro da bicicleta de Laura está des-
secante determinada tacado na figura acima. Com base nos
por este arco, como ilus- dados da figura, e sabendo que a mede
trado na figura abaixo. 22 cm, calcule o comprimento b da bar-
Então, a razão C1/C2 é C2 C1 ra que liga o eixo da roda ao eixo dos
igual a π multiplicado π pedais.
6 6
por:

183
Matemática Geometria plana

373. UEL-PR d. 6
Entre os povos indígenas do Brasil contempo- e. 7
râneo, encontram-se os ianomâmis. Estima-
dos em cerca de 9.000 indivíduos, vivem muito 375. UFSCar-SP
isolados nos estados de Roraima e Amazonas, Se os lados de um triângulo medem x, x + 1 e
predominantemente na Serra do Parima. O x + 2, então, para qualquer x real e maior que
espaço de floresta usado por cada aldeia ia- 1, o cosseno do maior ângulo interno desse tri-
nomâmi pode ser descrito esquematicamente ângulo é igual a:
como uma série de três círculos concêntricos: x
o primeiro, com raio de 5 km, abrange a área a.
de uso imediato da comunidade; o segundo, x +1
com raio de 10 km, a área de caça individual x
e da coleta diária familiar; e o terceiro, com b.
x+2
raio de 20 km, a área das expedições de caça
e coleta coletivas, bem como as roças antigas x +1
e novas. c.
x+2
Considerando que um indivíduo saia de sua al- x −2
deia localizada no centro dos círculos, percorra d.
3x
8 km em linha reta até um local de caça indi-
vidual e, a seguir, percorra mais 8 km em linha x −3
reta na direção que forma 120° com a anterior, e.
2x
chegando a um local onde está localizada sua
roça antiga, a distância do ponto de partida 376. PUC-SP
até este local é: Leia com atenção o problema proposto a Calvin
a. 8 3 km na tira seguinte.

b. 3 8 km
3
c. 3 8 km
d. 8 2 km
e. 2 8 km

374. Fuvest
Na figura a seguir, AD = 2 cm, AB = 3 cm, a
medida do ângulo BÂC é 30° e BD = DC, onde
PV-13-14

D é ponto do lado AC. A medida do lado BC,


em cm, é:
B

A D C
O Estado de S. Paulo, 28/4/2007.
a. 3
Supondo que os pontos A, B e C sejam vérti-
b. 2 ces de um triângulo cujo ângulo do vértice A
c. 5 mede 60°, então a resposta correta que Calvin

184
Geometria plana Matemática

deveria encontrar para o problema é, em cen- a. 2 3


tímetros:
b. 4 3
a. 5 3
3 c. 6 3

b. 8 3 d. 8 3
3
e. 10 3
c. 10 3 379. UFPB
3
Na figura, o valor de cos (2a) é:
d. 5 3 C

e. 10 3
377. Fuvest-SP 1 2
Na figura abaixo, O é o centro da circunferên-

cia de raio 1, a reta AB é secante a ela, o ân- α
A 2 B
3
gulo b mede 60° e sen α = .
4 a. − 1
8

B b. 7
8
β
α c. − 3
O A 4

d. 1
8

e. 3
a. Determine sen OÂB em função de AB. 4
b. Calcule AB. 380. Unicamp-SP
378. Mackenzie-SP Um triângulo retângulo de vértices A, B e C é
tal que AC = 6 cm, AB = 8 cm e BC = 10 cm.
PV-13-14

Na figura, a área do triângulo ABC é:


A Os segmentos AC, AB e BC também são la-
dos de quadrados construídos externamente
ao triângulo ABC. Seja O o centro da circun-
ferência que circunscreve o triângulo e se-
4 21 jam D, E e F os centros dos quadrados com
lados BC, AC e AB, respectivamente.
30o a. Calcule os comprimentos dos segmen-
B C 5 D tos DO, EO e FO.
b. Calcule os comprimentos dos lados do
triângulo de vértices D, E e F.

185
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 11
381. I. a diagonal maior;
a. Sendo 6 m o lado do triângulo equilá- II. o raio R da circunferência circunscrita;
tero, determine: III. o raio r da circunferência inscrita;
IV. a diagonal menor;
V. o apótema do hexágono.
R
382.
a. No hexágono regular ABCDEF da figura,
r o lado mede 5 cm. Calcule:
A B

F C
I. a altura do triângulo; O
II. o raio R da circunferência circunscrita;
III. o raio r da circunferência inscrita;
E D
IV. o apótema do triângulo.
b. Sendo 8 m o lado do quadrado, deter- I. o apótema;
mine: II. o raio do círculo inscrito;
III. a diagonal AC.
b. Dado um triângulo equilátero de 6 cm
R de altura, calcule:
I. o raio do círculo inscrito;
II. o lado;
r III. o apótema;
IV. o raio do círculo circunscrito.
c. Calcule o apótema de um quadrado ins-
crito numa circunferência de raio 2 2.
I. a diagonal;
II. o raio R da circunferência circunscrita; 383.
III. o raio r da circunferência inscrita; a. Um apótema de um hexágono regu-
PV-13-14

lar inscrito numa circunferência mede


IV. o apótema do quadrado.
5 3 cm. Calcule, de um triângulo equi-
c. Sendo 6 m o lado do hexágono regular, látero inscrito nessa circunferência, a
determine: medida de um apótema.
b. Determine a razão entre o apótema de
um quadrado e o lado de um triângulo
equilátero, ambos inscritos numa cir-
cunferência de raio igual a 6 cm.
R
384.
r
a. Determine a razão entre os perímetros
do quadrado circunscrito e do hexágo-
no regular inscrito numa circunferência
de raio R.

186
Geometria plana Matemática

b. Calcule o lado e o apótema do triângulo d. 2x


equilátero inscrito numa circunferência
de raio R. e. 4x
3
c. Uma diagonal de um quadrado inscrito
numa circunferência mede 8 cm. Calcu- 389.
le, de um hexágono regular inscrito a a. O lado de um triângulo equilátero ins-
essa circunferência, as medidas de um crito numa circunferência mede 2 6 m.
lado e de um apótema. Determine a medida do raio da circun-
385. ferência.
Considere um hexágono regular inscrito numa b. Determine a relação entre os raios de
circunferência de raio 12 cm, cujo apótema é dois círculos, sabendo que no primeiro
numericamente igual ao lado de um quadra- está inscrito um triângulo equilátero e
do. O apótema do quadrado é: no segundo está inscrito um quadrado,
e que os perímetros do triângulo e do
a. 3 cm quadrado são iguais.
b. 2 3 cm c. Dado o raio R de uma circunferência,
calcule o lado e o apótema do octógo-
c. 3 3 cm no regular inscrito.
d. 4 3 cm 390. UFPA
e. 6 3 cm O raio de uma circunferência onde se inscreve
386. um triângulo equilátero de lado 3 cm é:
O apótema de um quadrado mede 2 cm. A ra- a. 3
zão entre a área e a diagonal desse quadrado é: 2
a. 2
b. 3
b. 2 2 4

c. 3 2 c. 2 3
3
d. 4 5
d. 1
e. 5 2 e. 3
387. 391.
Calcule a medida do apótema e do lado de um Determine o raio da circunferência circunscrita
dodecágono regular inscrito em uma circunfe- ao polígono regular, sabendo que o raio da cir-
PV-13-14

rência de raio 1. cunferência inscrita é 6 m, nos casos:


388. UERGS-RS a. quadrado;
Se o perímetro de um triângulo equilátero ins- b. hexágono;
crito em uma circunferência mede x, o triângu- c. triângulo.
lo equilátero circunscrito na mesma circunfe-
rência tem, para medida de seu lado: 392. Cefet-MG
Se um quadrado está inscrito numa circunfe-
a. x rência de 6 cm de raio, então o seu lado e seu
2
apótema medem, respectivamente, em cm:
b. 2x
3 a. 6 e 3 2

c. 3x b. 3 2 e 3 2
2 2

187
Matemática Geometria plana

c. 6 2 e 3 396. Uneb-BA
O lado de um octógono regular, inscrito numa
d. 6 2 e 3 2
circunferência de raio 2 , tem comprimento:
393. FGV-SP 2
a. 2 + 2 2
O lado de um quadrado inscrito num círculo
mede 12 2 m; a medida do lado do triângulo
equilátero circunscrito vale: 2− 2
b.
2
a. 20 3m
c. 1
b. 20 5 m
d. 1
c. 24 5 m 4
d. 24 3m e. 1 – 2
e. 40 m 397. UFMS
394. ITA-SP Para fabricar uma mesa, cujo tampo é um oc-
A razão entre as áreas de um triângulo equi- tógono, um marceneiro recortou os quatro
látero inscrito numa circunferência e de um cantos de um quadrado de 100 cm de lado.
hexágono regular, cujo apótema mede 10 cm, Para que ele obtenha um octógono regular, a
circunscrito a esta mesma circunferência, é: medida L dos catetos dos triângulos retirados
a. 1 deverá ser de:
2
b. 1
c. 1
3

d. 3
8

e. 1
4
395. Facasper-SP
Determine a área de um quadrado cujo perí- L
PV-13-14

metro é igual ao perímetro de um hexágono re-


gular inscrito em uma circunferência de raio r .
2 a. 100 cm
1+ 2
a. r
2

2
b. 100 cm
b. 3r 2− 2
4
(
c. 40 2 − 2 cm )
c. 9r
2

16 d. 50 cm
d. r2 2+ 2

e. 3r
16
(
e. 50 2 − 2 cm )
188
Geometria plana Matemática

398. PUC-RP Se PQ // BC, a área colorida vale:


Quatro triângulos congruentes são recortados
de um retângulo de 11x13. O octógono resul- a. 3
tante tem oito lados iguais. 2
O comprimento do lado desse octógono é: b. 3
3

c. 2 3
3

d. 3 3
4

e. 4 3
3
400.
a. Se o raio de uma circunferência mede
2 m, determine o lado d do decágono
regular inscrito nela.
a. 3
b. Determine cos 36°.
b. 4
c. 5
d. 6
e. 7
399. Mackenzie-SP
Na figura, a circunferência de centro O tem
raio 2 e o triângulo ABC é equilátero.
A

P Q
O
PV-13-14

B C

189
Matemática Geometria plana

CAPÍTULO 12
401. Unifesp 404. Fuvest-SP
Um inseto vai se deslocar sobre uma superfície Um arco de circunferência mede 300° e seu
esférica de raio 50 cm, desde um ponto A até comprimento é 2 km. Qual o número inteiro
um ponto B, diametralmente opostos, confor- mais próximo da medida do raio, em metros?
me a figura. a. 157
b. 284
B c. 382
d. 628
e. 764
A
405.
a. Quantas voltas dá uma das rodas de um
carro num percurso de 60 km, saben-
O menor trajeto possível que o inseto pode
do que o diâmetro dessa roda é igual
percorrer tem comprimento igual a:
a 1,20 m?
π
a. m b. Um carpinteiro vai construir uma mesa
2 redonda para acomodar seis pessoas
b. p m sentadas ao seu redor. Determine o diâ-
3π metro dessa mesa para que cada pes-
c. m
2 soa possa dispor de um arco de 50 cm
d. 2p m na mesa.
e. 3p m c. Um menino brinca com um aro de 1 m
de diâmetro. Que distância percorreu o
402. Ufla-MG menino ao dar 100 voltas com o aro?
Os raios das rodas traseiras de um trator me- 406.
dem 75 cm e dão 30 voltas, ao mesmo tempo
em que as rodas dianteiras dão 90 voltas. O Em um jogo eletrônico, o “monstro” tem a
raio de cada uma das rodas dianteiras é: forma de um setor circular com raio de 1 cm,
como mostra a figura.
a. 20 cm
b. 30 cm
c. 25 cm 1 cm
d. 15 cm
1 rad
e. 22 cm
PV-13-14

403. UNESP
As rodas dianteiras de um trator têm 0,70 m
de diâmetro e as traseiras têm o dobro desse
diâmetro. Considerando π = 3,14, a distância A parte que falta no círculo é a boca do “mons-
percorrida por esse trator, em metros, se as ro- tro”, e o ângulo de abertura mede 1 radiano. O
das dianteiras derem 2.500 voltas a mais que perímetro do “monstro”, em cm, é:
as traseiras, é: a. π – 1
a. 5.000 b. π + 1
b. 7.500 c. 2π – 1
c. 8.345 d. 2π
d. 10.990
e. 2π + 1
e. 12.500

190
Geometria plana Matemática

407. 11
a.
a. Uma corda determina em um círculo 6
um arco que mede 80°. Sendo 20 cm o b. 2
comprimento desse arco, determine a
medida do raio desse círculo. c. 11
b. Para ir de um ponto A a um ponto B, 3
posso percorrer a semicircunferência
de diâmetro AB e centro O. Se percor- d. 22
3
rer as duas semicircunferências de diâ-
metros AO e OB, terei percorrido um e. 11
caminho maior ou menor? Justifique. 411.
c. Um ciclista percorreu 26 km em 1 h e 50 A figura abaixo representa duas polias circula-
minutos. Se as rodas da bicicleta têm res cuja distância entre os eixos centrais é de
40 cm de raio, quantas voltas, aproxi- 12 cm.
madamente, deu cada roda e quantas
Se o raio da polia maior mede 8 cm e o raio
por minuto? da polia menor mede 2 cm, calcule o compri-
408. mento da correia que envolve as polias, sem
Uma roda de 10 cm de diâmetro gira em linha folga.
reta, sem escorregar, sobre uma superfície lisa
e horizontal.
12 cm

10 m
Superfície plana
Determine o menor número de voltas comple-
tas para a roda percorrer uma distância maior 412. UEL-PR
que 10 m.
Uma pista de corrida de 400 m é constituída
409. Mackenzie-SP por trechos retos e semicirculares, conforme
O ponteiro dos minutos de um relógio mede a figura a seguir:
4 cm. Supondo p = 3, a distância, em centíme-
tros, que a extremidade desse ponteiro per- 84,76 m
corre em 25 minutos é: 36,70 m
a. 15
PV-13-14

b. 12 Raia 1 Raia 2
8m

Raia 3 Raia 4
Raia 5 Raia 6
Raia 7 Raia 8
c. 20
d. 25 Suponha que dois atletas, nas curvas, sem-
e. 10 pre se mantenham na parte mais interna de
suas raias, de modo a percorrerem a menor
410. Fuvest-SP distância nas curvas, e que a distância medida
Considere um arco AB  de 110° numa circun- a partir da parte interna da raia 1 até a parte
ferência de raio 10 cm. Considere, a seguir, interna da raia 8 seja de 8 m. Para que ambos
um arco A ´B´ de 60° numa circunferência de percorram 400 m, quantos metros o atleta da
raio 5 cm. raia mais externa deve partir à frente do atleta
 pelo do da raia mais interna?
Dividindo-se o comprimento do arco AB

arco A´B´ (ambos medidos em cm), obtém-se: Dado: π = 3, 14

191
Matemática Geometria plana

a. 10,00 m que gerará a folha “sanfonada”, com precisão


b. 25,12 m de centímetros, para que, no processo de fa-
bricação do papelão, esta se esgote no mesmo
c. 32,46 m
instante das outras duas bobinas de 102 m de
d. 50,24 m comprimento de papel, que produzirão as fa-
e. 100,48 m ces “lisas”.
413. Ufscar-SP Dado: p ≈ 3,14
O gráfico em setores do círculo de centro O a. 160 m e 07 cm
representa a distribuição das idades entre os b. 160 m e 14 cm
eleitores de uma cidade. O diâmetro AB mede c. 160 m e 21 cm
10 cm e o comprimento do menor arco AC  é
5π d. 160 m e 28 cm
cm. e. 160 m e 35 cm
3
C 415. Ufla-MG
Amarre um barbante, bem ajustado, em vol-
y x ta de uma bola de futebol. Agora, amarre um
barbante, bem ajustado, em volta de uma bola
B A
O de gude.
z Se você aumentar 1 m no comprimento de
cada um dos dois barbantes, haverá uma folga
d1 entre a bola de futebol e o barbante e uma
folga d2 entre a bola de gude e o barbante.
O setor x representa todos os 8.000 eleitores
com menos de 18 anos, e o setor y representa
os eleitores com idade entre 18 e 30 anos, cujo
número é: d1 d2
a. 12.000
b. 14.800
c. 16.000
d. 18.000
Assinale a alternativa correta.
e. 20.800
a. d1 > d2
414. Vunesp b. d1 < d2
O papelão utilizado na fabricação de caixas re- c. d1 = d2 + 1
forçadas é composto de três folhas de papel, d. d1 = d2
coladas uma nas outras, sendo que as duas
PV-13-14

folhas das faces são “lisas” e a folha que se e. p (d22 – d12) = 1


intercala entre elas é “sanfonada”, conforme 416.
mostrado na figura. a. Considere o quadrado de lado 6 cm da
RExt figura. Calcule o comprimento da figura
assinalada.

O fabricante desse papelão compra o papel


em bobinas, de comprimento variável. Su-
pondo que a folha “sanfonada” descreva uma
curva composta por uma sequência de semi-
circunferências, com concavidades alternadas
e de raio externo (Rext) de 1,5 mm, determine
qual deve ser a quantidade de papel da bobina

192
Geometria plana Matemática

b. Na figura abaixo, os três círculos têm 418. UFRN


mesmo raio r igual a 10 cm. Determine No protótipo antigo de uma bicicleta, con-
o comprimento da correia que envolve forme figura abaixo, a roda maior tem 55 cm
os três círculos. de raio e a roda menor tem 35 cm de raio. O
número mínimo de voltas completas da roda
maior para que a roda menor gire um número
inteiro de vezes é:

417. FGV-SP
Na figura, estão representados dois quadrados
de lado d e dois setores circulares de 90° e raio d:
d d

C
d
a. 5 voltas.
D F
E d b. 7 voltas.
A 2 c. 9 voltas.
d B
d. 11 voltas.
419. Fuvest-SP
A figura a seguir representa duas polias circu-
Sabendo que os pontos A, E e C estão alinha- lares, C1 e C2, de raios R1 = 4 cm e R2 = 1 cm,
dos, a soma dos comprimentos do segmento apoiadas em uma superfície plana em P1 e
 , em função
CF e do arco de circunferência AD P2, respectivamente. Uma correia envolve as
de d, é igual a: polias, sem folga. Sabendo-se que a distância
entre os pontos P1 e P2 é 3 3 cm, determine o
a. (2 3+π )d comprimento da correia.
PV-13-14

b. (
3 + π) R1
d C1
6 R2
C2
c. ( )d
4 3+π
12 P1 P2

d. (
12 + π ) 3 3 cm
d
24

e. (2 3+π )d
12

193
Matemática Geometria plana

420. UFSCar-SP Além do que indicam as figuras, sabe-se que


A sequência de figuras mostra um único giro o raio da roda mede 3 cm e que ela gira sobre
do ponto A, marcado em uma roda circular, a rampa sem deslizar em falso. Sendo assim,
quando ela rola, no plano, sobre a rampa for- o comprimento RQ + QP da rampa, em cm, é
mada pelos segmentos RQ e QP. igual a:
P P a. 5π + 2 3
b. 4 π + 3 5
A
120° c. 6π + 3
A
R Q R Q d. 7π − 3
Figura 1 Figura 2 e. 8π − 3 5

A P

R Q
Figura 3

PV-13-14

194
Geometria plana Matemática

CAPÍTULO 13
421. Fuvest-SP f. 4
Um dos catetos de um triângulo retângulo
mede 2 e a hipotenusa mede 6. A área desse 6
triângulo é: 60° 30°
a. 2 2
423. Vunesp
b. 6
A figura a seguir representa um trapézio retân-
c. 4 2
gulo em que a medida de AB é k centímetros,
d. 3 o lado AD mede 2k e o ângulo DÂE mede 30°.
e. 6
C D
422.
Determine a área do trapézio nos casos a se-
guir, sendo o metro a unidade das medidas
indicadas.
a. 10 k cm 30°
B A E
17
Nessas condições, a área do trapézio, em fun-
18 ção de k, é dada por:

b. 10 (
a. k2 2 + 3 )
 2+ 3
13 13 b. k2 
 2 
20
c. 3k 3
2

c. 3
2

d. 3k2 3
5 2 13
e. k2 3
PV-13-14

3 424. Unifesp
Um comício deverá ocorrer num ginásio de es-
d. 6
portes, cuja área é delimitada por um retângu-
lo, mostrado na figura.

60° 6m
10

e. 12 m 18 m
4 3

6 6 30 m
30°

195
Matemática Geometria plana

Por segurança, a coordenação do evento limi- 4m


tou a concentração, no local, a 5 pessoas para
cada 2 m2 de área disponível. Excluindo-se a x
área ocupada pelo palanque, com a forma de
um trapézio (veja as dimensões da parte ha-
churada na figura), quantas pessoas, no máxi-
mo, poderão participar do evento? x
6m
a. 2.700 Jardim
b. 1.620
c. 1.350
d. 1.125
e. 1.050
Deseja-se que a calçada ocupe uma área de
425. Mackenzie-SP 15 m2. Desse modo, a equação que permite
A área do quadrado assinalado na figura é calcular o valor de x é:
igual a: a. x2 – 10x – 24 = 0
b. x2 – 10x + 15 = 0
c. x2 – 15x + 9 = 0
d. x2 – 15x + 24 = 0
e. x2 – 24x – 15 = 0
3 5 428. UFMS
O quadrado ABCD da figura abaixo tem 18 cm
a. 15 de lado, M é o ponto médio de AB, e AC e DM
b. 20 se encontram no ponto N.
c. 12 A M B
d. 18
e. 16
N
426. FGV-SP
O monitor de um notebook tem formato re-
tangular com a diagonal medindo d. Um lado
3
do retângulo mede do outro. A área do mo-
PV-13-14

4
nitor é dada por: D C
a. 0,50 d2
b. 0,46 d2 Calcule, em cm2, a área do quadrilátero BMNC.
c. 0,52 d2 429. UEL-PR
d. 0,48 d2 Tome uma folha de papel em forma de um
e. 0,44 d2 quadrado de lado igual a 21 cm e nomeie os
seus vértices A, B, C, D, conforme figura I. A
427. UFABC-SP seguir, dobre-a de maneira que o vértice D fi-
Deseja-se construir uma calçada contornando que sobre o “lado” AB (figura II). Sejam D’ esta
dois lados consecutivos de um jardim, cuja for- nova posição do vértice D e x a distância de A
ma é retangular, conforme mostra a figura. a D’.

196
Geometria plana Matemática

D C Então, é correto afirmar que a área do quadra-


do PQRS é:
a. 1 + 2 2 dm2

b. 1 + 2 dm2

c. 3 + 2 2 dm2
A B d. 3 + 2 dm2
Figura II
Figura 431. UFJF-MG
Um terreno tem forma de um trapézio ABCD,
com ângulos retos nos vértices A e D, como mos-
tra a figura. Sabe-se que AB = 31 m, AD = 20 m e
DC = 45 m. Deseja-se construir uma cerca, para-
lela ao lado AD, dividindo esse terreno em dois
A B terrenos de mesma área. A distância do vértice D
x D'
Figura II
a esta cerca deve ser, em metros, igual a:
A função que expressa a área do triângulo re- A B
tângulo sombreado em função de x é:
−x 3 + 441x
a. A =
42
x 3 + 441x
b. A = D C
84
−x 3 + 441x a. 12
c. A =
84 b. 19
441 − x2 c. 20
d. A =
84 d. 22
441 − x2 e. 26
e. A =
42 432. Fuvest-SP
430. UFMG Na figura, o triângulo ABC é retângulo com ca-
O octógono regular de vértices ABCDEFGH, tetos BC = 3 e AB = 4. Além disso, o ponto D
cujos lados medem 1 dm cada um, está ins- pertence ao cateto AB, o ponto E pertence ao
PV-13-14

crito no quadrado de vértices PQRS, conforme


cateto BC e o ponto F pertence à hipotenusa
mostrado na figura a seguir:
AC, de tal forma que DECF seja um paralelo-
S F E R 3
gramo. Se DE = , então a área do paralelo-
2
gramo DECF vale:
G D A

D F
H C

P A B Q B E C

197
Matemática Geometria plana

435. Fuvest-SP
a. 63
25 Aumentando-se os lados a e b de um retângu-
lo de 15% e 20%, respectivamente, a área do
b. 12 retângulo é aumentada em:
5
a. 35%
c. 58 b. 30%
25
c. 3,5%
d. 56 d. 3,8%
25
e. 38%
e. 11 436. Unicamp-SP
5
O papagaio (também conhecido como pipa,
433. ESPM-SP pandorga ou arraia) é um brinquedo muito
Examine o polígono abaixo desenhado, que é comum no Brasil. A figura a seguir mostra as
formado a partir de três quadrados, cada um dimensões de um papagaio simples, confec-
com lados de medida x cm. O perímetro, em cionado com uma folha de papel que tem o
centímetros, e a área, em centímetros qua- formato do quadrilátero ABCD, duas varetas
drados, desse polígono, são dados, respectiva- de bambu (indicadas em cinza) e um pedaço
mente, pelas expressões: de linha. Uma das varetas é reta e liga os vér-
tices A e C da folha de papel. A outra, que liga
os vértices B e D, tem o formato de um arco de
circunferência e tangencia as arestas AB e AD
nos pontos B e D, respectivamente.
A

a. 11x ; 3x2 45o


2
D B
7x2
b. 6x + 2 ;
2

( )
c. 6 + 2 x;
7x2
2
cm
50

d. (6 + 2 ) x; 7x
cm

50

2
30o
11x2
e. 6 + 2 ;
PV-13-14

2 C
434. FGV-SP a. Calcule a área do quadrilátero de papel
Na figura a seguir, ABCD é um retângulo e CFD que forma o papagaio.
é um triângulo retângulo em F. b. Calcule o comprimento da vareta de
Calcule a área (S) do retângulo ABCD, sabendo bambu que liga os pontos B e D.
que AB = 2AD = 4AE e DF = 6 m 437. Unicamp-SP
C D Considere dois quadrados congruentes de lado
4 cm. O vértice de um dos quadrados está no
centro do outro quadrado, de modo que esse
quadrado possa girar em torno de seu centro.
F Determine a variação da área obtida pela in-
B E A terseção das áreas dos quadrados durante a
rotação. Justifique.

198
Geometria plana Matemática

440.
Um terreno quadrangular foi dividido em qua-
tro lotes menores por duas cercas retas unin-
do os pontos médios dos lados do terreno. As
4 áreas de três dos lotes estão indicadas em me-
4 tros quadrados no mapa a seguir.

250
438.
A figura abaixo representa um terreno com a
forma de um trapézio isósceles, cujas dimen- 200 210
sões indicadas são dadas em metros.
A 10 B
Qual é a área do quarto lote, representado
pela região escura no mapa?
25 441. Fuvest-SP
Um triângulo tem 12 cm de perímetro e 6 cm2
de área. Quanto mede o raio da circunferência
inscrita nesse triângulo?
D 40 C 442. Unicamp-SP modificado
Pretende-se construir uma cerca paralela ao A área A de um triângulo pode ser calculada
lado AB, de modo a dividir o terreno em duas pela fórmula A = p (p − a) (p − b) (p − c ) ,
superfícies de áreas iguais. O comprimento
dessa cerca, em metros, deverá ser aproxima- em que a, b, c são os comprimentos dos lados
damente igual a: e p é o semiperímetro.
a. 26 a. Calcule a área do triângulo cujos lados
b. 29 medem 21, 17 e 10 centímetros.
c. 33 b. Calcule o comprimento da altura relati-
va ao lado que mede 21 centímetros.
d. 35 c. Calcule os comprimenos dos raios das
e. 37 circunferências inscrita e circunscrita
439. Unifesp nesse triângulo.
A figura representa um retângulo subdividido 443.
em 4 outros retângulos com as respectivas Qual dos dois triângulos tem área maior, o de
áreas.
PV-13-14

lados 5, 5 e 6 ou o de lados 5, 5 e 8?
a 8
444. Cefet-PR
Na figura a seguir, BC = AC = AD = DE = 2 cm e
α = 37°30’. A área do triângulo ACD é, em cm2:
9 2a
A

O valor de a é:
a. 4
b. 6
c. 8
d. 10 α
e. 12 B C D E

199
Matemática Geometria plana

a. 1 d. 0,16 3
4
e. 0, 8 3
b. 4
c. 1 447. Vunesp
Seja ABC o triângulo de lados d, d e d 2. Fo-
3 ram traçadas retas paralelas aos lados, passan-
d. 4
do pelos pontos que dividem os lados em três
partes iguais, conforme ilustra a figura.
3
e. C
2
445. FGV-SP
Na figura plana a seguir, os triângulos ABC e
CDE são equiláteros. Os lados medem 4 cm e
6 cm, respectivamente.
Calcule a área do quadrilátero ABDE.
D
B
A
B

Qual a razão entre a área da figura em cinza e


A E a área do triângulo?
C

a. 1
446. UFG-GO
9
A figura a seguir representa uma pipa simétri-
ca em relação ao segmento AB, onde AB mede b. 1
80 cm. 6
D c. 1
5

d. 1
4
30° 60°
e. 1
PV-13-14

A B
3
448. UEL-PR
A bandeira de um time de futebol tem o for-
C mato de um retângulo MNPQ. Os pontos A, B e
C dividem o lado MN em quatro partes iguais.
Então, a área da pipa, em m2, é de: Os triângulos PMA e PCB são coloridos com
a. 3,2 3 uma determinada cor C1, o triângulo PAB, com
a cor C2, e o restante da bandeira, com a cor C3.
b. 1, 6 3 Sabe-se que as cores C1, C2 e C3 são diferentes
entre si. Que porcentagem da bandeira é ocu-
c. 0, 32 3 pada pela cor C1?

200
Geometria plana Matemática

Q P A B

M A B C N C

a. 12,5%
a. a
2

b. 15% 8
c. 22,5%
b. a
2

d. 25% 4
e. 28,5% a2
c.
449. Fuvest-SP 2
Na figura, o triângulo ABC é equilátero de lado
d. 3a
2

1, e ACDE, AFGB e BHIC são quadrados. A área 4


do polígono DEFGHI vale:
e. a2
D I
451. UFU-MG
C No terreno ABC da figura abaixo, pretende-se
construir um escritório na área hachurada.
E H A
N
A B

30o

F G
M
30o
a. 1 + 3 B C

b. 2 + 3
PV-13-14

Sendo BC = 40m, AC = 60 m e MN = 20 m, en-


3 tão a área livre que poderá ser usada como es-
c. 3 +
tacionamento tem área igual a:
d. 3 + 2 3 a. 600 m2
e. 3 + 3 3 b. 150 m2
c. 400 m2
450. Fuvest-SP
d. 450 m2
Na figura, os pontos A, B, C pertencem àcir-
cunferência de centro O e BC = a. A reta OC é 452.
perpendicular ao segmento AB e o ângulo AÔB No triângulo ABC da figura, a mediana AM, re-
π lativa ao lado BC, é perpendicular ao lado AB.
mede radianos. Então, a área do triângulo
3 Sabe-se também que BC = 4 e AM = 1. Se a é a
ABC vale: medida do ângulo ABC  , determine:

201
Matemática Geometria plana

B 455. Mackenzie-SP
M Na figura, r e s são bissetrizes dos ângulos B e
C C. A área do triângulo ABC é:
A

A
a. o sen a; 5 4
s r
b. o comprimento AC; 75˚
c. a altura do triângulo ABC relativa ao
lado AB;
B C
d. a área do triângulo AMC.
453. Mackenzie-SP a. 4
b. 5
Na figura, ABCDEF é um hexágono regular de
lado 1 cm. A área do triângulo BCE, em cm2, é: c. 10
A B d. 20
e. 25
456. Fuvest-SP
F C Na figura abaixo, a reta r é paralela ao segmen-
to AC, sendo E o ponto de intersecção de r com
a reta determinada por D e C. Se as áreas dos
triângulos ACE e ADC são 4 e 10, respectiva-
E D mente, e a área do quadrilátero ABED é 21, en-
tão a área do triângulo BCE é:
a. 2 r
3

b. 3 E
B
2
c. 3 2 C

d. 2 3

e. 3
A D
454. Fuvest-SP
PV-13-14

A soma das distâncias de um ponto interior de a. 6


um triângulo equilátero aos seus lados é 9. As- b. 7
sim, a medida do lado do triângulo é: c. 8
a. 5 3 d. 9
e. 10
b. 6 3
457. PUC-SP
c. 7 3
Para formar uma estrela regular de seis pon-
d. 8 3 tas, foram superpostos dois triângulos equi-
láteros, cada qual com 12 cm2 de área, como
e. 9 3 mostra a figura ao lado:

202
Geometria plana Matemática

e. 1 x
2

459. Fuvest-SP
A figura representa sete hexágonos regulares
de lado 1 e um hexágono maior, cujos vértices
coincidem com os centros de seis dos hexágo-
nos menores. Então, a área do pentágono ha-
churado é igual a:
Nessas condições, a área da superfície da es-
trela, em centímetros quadrados, é:
a. 16
b. 18
c. 21
d. 24
e. 27
458. UFTM-MG
A figura indica um triângulo equilátero ABC de
lado unitário. Sabe-se ainda que r, s e t são re-
tas paralelas, com A e B pertencentes a t e C
pertencente a r.
a. 3 3
C
r b. 2 3
x
s
c. 3 3
2
d. 3

e. 3
t 2
A B

Admitindo-se que s esteja se deslocando de r 460. Fuvest-SP


até t, e que x seja a distância entre r e s, a área Na figura, ABCD é um quadrado de 6 cm de
PV-13-14

sombreada na figura, em função de x, será lado, M é o ponto médio do lado DC e A é o


igual a: ponto médio de PC. Calcule a área do triângulo
 
a. −x2 + 1 + 3 x MDN.
 2 
D

b. − 3 x2 + 5 x M N
2 4
C P
c. − 3 x2 + x A
2

d. − 1 x2 + x B
2

203
Matemática Geometria plana

461. 462. Fuvest-SP


Calcule a área de cada superficie destacada. Um comício político lotou uma praça semi-
circular de 130 m de raio. Admitindo-se uma
a.
ocupação média de 4 pessoas por m2, qual
é a melhor estimativa do número de pessoas
1m presentes?
a. Dez mil
b. Cem mil
1m c. Meio milhão
d. Um milhão
b.
e. Muito mais que um milhão
463. FGV-SP
1m
Em um mesmo plano estão contidos um qua-
drado de 9 cm de lado e um círculo de 6 cm
de raio, com centro em um dos vértices do
1m quadrado. A área da região do quadrado não
interceptada pelo círculo, em cm2, é igual a:
c. a. 9 (9 – π)
b. 9 (4π – 9)
1m c. 9 (9 – 2π)
d. 3 (9 – 2π)
e. 6 (3π – 9)
1m 464. Ufla-MG
Uma das faces de uma medalha circular tem
d. o desenho a seguir. A região hachurada é de
ouro e a não hachurada é de prata. Sabendo
que os contornos das áreas hachuradas são
2m
semicírculos, quanto valem as áreas das su-
perfícies de ouro e de prata, respectivamente,
em cm2?
2m

e.
PV-13-14

1,4 cm 1,4 cm 1,4 cm

4m

f.

30˚
A B
O 465. UFSCar-SP
A figura representa três semicírculos, mutua-
2m mente tangentes dois a dois, de diâmetros AD,
AC e CD.

204
Geometria plana Matemática

B c. 2 sen2 2α cos α
π

d. 2 senα cos 2α
π

e. 2 sen2α cos2 α
π

A C D 468. UFSCar-SP
π
Na figura indicada, 0 < α < , C é o centro do
Sendo CB perpendicular a AD, e sabendo-se 2
círculo, AB tangencia o círculo no ponto A e os
que AB = 4 cm e DB = 3 cm, a medida da área
da região sombreada na figura, em cm2, é pontos B, C e D estão alinhados, assim como
igual a: os pontos A, C e E.
a. 1,21 π E
b. 1,25 π
c. 1,36 π D
d. 1,44 π C
α
e. 1,69 π
466. UFAM
B A
Um setor circular de raio 5 cm tem arco de
comprimento 8 cm. Então, a sua área é:
Uma condição necessária e suficiente para
a. 30 cm2 que as duas áreas sombreadas na figura sejam
b. 80 cm2 iguais é:
c. 40 cm2 a. tg a = a
d. 20 cm2 b. tg a = 2a
e. 10 cm2 c. tg a = 4a
467. d. tg 2a = a
Na figura abaixo, o triângulo ABC inscrito na e. tg α = a
circunferência tem AB = AC. O ângulo entre o 2
lado AB e a altura do triângulo ABC em relação
469. Mackenzie-SP
a BC é a. Nessas condições, o quociente entre
a área do triângulo ABC e a área do círculo da Na figura, ABCD é um paralelogramo cujo lado
PV-13-14

figura é dado, em função de a, pela expressão: BC é tangente, no ponto B, à circunferência de


diâmetro AD = 6. A área da região assinalada é:
A
B C
α

A D
C B
a. 11
b. 12
a. 2 cos2 α c. 9
π
d. 8
b. 2 sen2 2α e. 10
π
205
Matemática Geometria plana

470. d. 75,3
A figura abaixo representa duas circunferên- e. 83,3
cias concêntricas, λ1 e λ2, com raios de medi- 472. PUC-PR
das 2 3 e 4, respectivamente, e centro O. A
corda AB é tangente a λ1 no ponto C. Um tampo de pedra foi recortado de modo a
acomodar duas cubas redondas. A figura a se-
C guir ilustra a peça acabada.
A B

y
O
y y

y
Sendo S 1 e S 2 as áreas da região sombreada
na figura e da coroa circular delimitada por As dimensões externas do tampo são 1,2 m
λ1 e λ2, respectivamente, calcule o valor da por 60 cm. Sabendo que, na peça, as me-
S didas representadas por “y” valem 10 cm,
razão k = 1
S2 qual a área resultante da peça pronta, após
471. Unesp a retirada dos círculos indicados na figura?
(considerar p = 3,14)
Uma foto de satélite de uma região da floresta
Amazônica (foto 1) mostra uma área desmata- a. Entre 0,45 m² e 0,5 m².
da na forma de um círculo. Outra foto da mes- b. Entre 0,55 m² e 0,6 m².
ma região, tirada após algum tempo (foto 2), c. Entre 0,7 m² e 0,75 m².
mostra que a área desmatada aumentou.
d. Entre 0,25 m² e 0,3 m².
e. Sem a distância entre os dois círculos
não é possível fazer os cálculos.
473. UnB-DF
Na figura abaixo, aparecem 2 semicircunferen-
Foto 1 Foto 2 cias de diâmetro igual ao lado do quadrado.
Calcule a área destacada da figura.
Área desmatada inicial
B F
Nova área desmatada
PV-13-14

Suponha que as fotos, tiradas ortogonalmente


ao centro da região e a partir da mesma posi- 8 cm
ção, sejam quadrados de lado d, que o centro
do círculo e do quadrado coincidam e que o
raio do círculo seja d . Usando a aproximação C 8 cm D
4
p = 3, a porcentagem de aumento da área des- 474.
matada, da foto 1 para a foto 2, é, aproxima- Calcule a área hachurada sabendo que BD é
damente: 1
um arco que representa de circunferência,
a. 16,7 4
com origem no vértice do quadrado, e que M é
b. 33,3 o ponto de intersecção da diagonal do quadra-
c. 66,7 do com o arco BD.

206
Geometria plana Matemática

B A 476. Unifesp

E
Na figura, são exibidas sete circunferências. As
seis exteriores, cujos centros são vértices de
4 um hexágono regular de lado 2, são tangentes
à interna. Além disso, cada circunferência ex-
terna é também tangente às outras duas que
C 4 D lhe são contíguas.

a. 2(p – 2 2)
b. 2(p – 2)
c. 2(p – 3)

d. 2π
3

e. 3π
2
Nessas condições, calcule:
475. Mackenzie-SP
a. a área da região sombreada, apresen-
No círculo da figura, de centro O e raio 1, a tada em destaque à direita;
área do setor assinalado é: b. o perímetro da figura que delimita a re-
gião sombreada.

110° 477.
Em uma obra artística, quatro semicircunfe-
rências de diâmetro igual a 1 m passam pelo
O centro do quadrado, formando a “flor” do
desenho a seguir. Sabendo que uma pequena
lata de tinta pinta 0,1 m2, quantas latas serão
necessárias para pintar a flor desenhada no
chão. Use p = 3.

a. 7π
9
PV-13-14

1m
b. 7π
18

c. 5π
18 1m

d. 5π a. 5 latas
9
b. 10 latas
e. 8π c. 1 lata
9 d. 2 latas
e. 3 latas

207
Matemática Geometria plana

478. Fuvest-SP Se o raio de C é igual a 2, determine:



Na figura, ABCD é um quadrado de lado 1 e DEB a. o valor de r;

e CEA são arcos de circunferências de raio 1. b. a área da região destacada.
D C 480. ITA-SP
Duas circunferências concêntricas C1 e C2 têm
raios de 6 cm e 6 2 cm, respectivamente.
Seja AB uma corda de C2, tangente à C1. A área
da menor região delimitada pela corda AB e
E pelo arco AB mede, em cm2:
a. 9(π – 3)
b. 18(π + 3)
c. 18(π – 2)
A B d. 18(π + 2)
e. 16(π + 3)
Logo, a área da região hachurada é:
481.
π 3 a. A figura abaixo mostra dois triângulos
a. 1 − +
6 4 semelhantes. Se a área do menor é
80 cm2, qual é a área do maior?
π 3
b. 1 − +
3 2
π 3
c. 1 − −
6 4 a
π 3
d. 1 + −
3 2
3a
π 3
e. 1 − −
3 4 b. O triângulo abaixo foi dividido em duas
partes por meio de uma reta paralela à
479. Fuvest-SP sua base. Sabendo que a área do triân-
Na figura abaixo, cada uma das quatro circun- gulo grande é igual a 252, calcule a área
ferências externas tem o mesmo raio e cada do trapézio.
uma delas é tangente a outras duas e à circun-
ferência interna C.
PV-13-14

2a
r

2
C
482. Fuvest-SP
No papel quadriculado da figura a seguir, ado-
ta-se como unidade de comprimento o lado
do quadrado hachurado. DE é paralelo a BC.
Para que a área do triângulo ADE seja metade

208
Geometria plana Matemática

da área do triângulo ABC, a medida de AD, na 484. Fuvest-SP


unidade de comprimento dada, é: Na figura, BC é paralelo a DE, AB= 4 e BD = 5.
C Determine a razão entre as áreas do triângulo
E ABC e do trapézio BCDE.
A

B C
5
A D B
D E
a. 4 2
485. Unifesp
b. 4
Se um arco de 60° num círculo I tem o mesmo
c. 3 3 comprimento de um arco de 40° num círculo
II, então a razão da área do círculo I pela área
d. 8 2 do círculo II é:
3
a. 2
e. 7 2 9
2
b. 4
483. Unesp 9
A figura representa uma chapa de alumínio c. 2
de formato triangular de massa 1.250 gramas. 3
Deseja-se cortá-la por uma reta r paralela ao
lado BC e que intercepta o lado AB em D e o d. 3
lado AC em E, de modo que o trapézio BCED 2
tenha 700 gramas de massa. A espessura e a
densidade do material da chapa são unifor- e. 9
mes. 4
A 486. UFPR
A bandeira do Brasil, hasteada na Praça dos
D E r
Três Poderes, em Brasília, é uma das maiores
bandeiras hasteadas do mundo. A figura abai-
xo indica as suas medidas de acordo com as
PV-13-14

B C normas oficiais.
Determine o valor percentual da razão de AD 1,7 m
por AB.
Dado: 11 ≈ 3,32 14 m

a. 88,6 1,7 m 1,7 m

b. 81,2
c. 74,8
d. 66,4
e. 44,0 1,7 m

20 m

209
Matemática Geometria plana

a. Sabendo-se que o raio do círculo azul 490. FGV-SP


da bandeira da Praça dos Três Poderes Os pontos médios dos lados de um hexágono
mede 3,5 m, quanto mede a área da regular ABCDEF são os vértices do hexágono
região amarela visível dessa bandeira? menor MNPQRS, conforme indica a figura:
Sugestão: use π = 3,14. A M B
b. Deseja-se construir uma bandeira do
Brasil com o lado maior do retângulo S N
medindo 2 m e nas mesmas proporções
da bandeira da Praça dos Três Poderes. F C
Qual será a medida da região amarela
visível dessa outra bandeira? R P

487. Fuvest-SP E Q D
De quanto se deve aumentar o lado de um
quadrado para que sua área dobre? a. Calcule o perímetro do hexágono me-
nor, sabendo que o lado do hexágono
488. Fuvest-SP maior mede 6 cm.
Num triângulo retângulo T, os catetos medem b. Calcule a porcentagem que a área do
10 m e 20 m. Altura relativa à hipotenusa divide hexágono menor ocupa da área do he-
T em dois triângulos, cujas áreas, em m2, são: xágono maior.
a. 10 e 90 491. Unifesp
b. 20 e 80 Você tem dois pedaços de arame de mesmo
c. 25 e 75 comprimento e pequena espessura. Um deles
você usa para formar o círculo da figura I e o
d. 36 e 64 outro você corta em 3 partes iguais para for-
e. 50 e 50 mar os três círculos da figura II.
489. Mackenzie-SP
Figura I Figura II
O triangulo ABC da figura foi dividido em duas
partes de mesma área pelo segmento DE, que
é paralelo a BC. A razão BC vale:
DE
A

Se S é a área do círculo maior e s é a área de


D E
PV-13-14

um dos círculos menores, a relação entre S e s


é dada por:
B C
a. S = 3s
a. 2 b. S = 4s
b. 3 c. S = 6s
2 d. S = 8s
e. S = 9s
c. 5
2 492.
d. 2 Em um restaurante, uma pizza com 20 cm de
diâmetro custa R$ 3,60. Quanto você espera
e. 3 2 pagar por uma outra, do mesmo sabor, com
2 30 cm de diâmetro?

210
Geometria plana Matemática

493. UFPI 496.


Um quadrado ABCD de centro O e diagonais a. A que distância do vértice A de um tri-
AC e BD possui lado igual a 8 cm. Sejam P e ângulo ABC, de altura, relativa a BC,
Q os pontos médios dos segmentos AO e BO, igual a h, devemos conduzir uma reta
paralela a BC, para que a área do tra-
respectivamente. Então, a área do triângulo
pézio obtido seja igual a 3 vezes a área
OPQ é: do triângulo obtido?
a. 4 cm2 A
b. 5 cm2
x
c. 6 cm2
h
d. 7 cm2
e. 8 cm2
494. B C
Pretende-se dividir o triângulo ABC da figura b. Considere P o baricentro do triângulo
a seguir, retângulo em B, através do segmento equilátero ABC. Se a área do triângulo
DE, de modo que o triângulo ABC fique dividido
equilátero PQR vale 576 cm2, determi-
em duas regiões de mesma área. Quanto mede
o segmento AD , sabendo-se que AB = 3 cm ne a área do triângulo PDC.
e BC = 4 cm? A
C
R
a
D
E
P 2a

B C
Q

B A c. Determine a razão entre as áreas dos


D
círculos circunscrito e inscrito em um
a. 2 cm quadrado de lado a.
b. 2 2 cm 497. Fuvest-SP
c. 2 cm Na figura, ABC é um triângulo retângulo de
catetos AB = 4 e AC = 5. O segmento DE é pa-
d. 2,5 cm
ralelo a AB, F é um ponto de AB e o segmen-
to CF intercepta DE no ponto G, com CG = 4
PV-13-14

e. 3 2 cm
2 e GF = 2. Assim, a área do triângulo CDE é:
495. Fuvest-SP C

Num triângulo ABC, sejam P e Q pontos sobre


BA
 e BC, respectivamente,
 de modo que a reta
PQ seja paralela à reta AC e a área do trapézio
APQC seja o triplo da área do triângulo PQB.
a. Qual a razão entre as áreas dos triângu-
los ABC e PQB?
AB G
b. Determine a razão . D E
PB

A B
F

211
Matemática Geometria plana

499.
a. 16
3 a. A que distância da base de um triângu-
lo de altura relativa a essa base, igual a
b. 35 h, devemos conduzir uma reta paralela
6 a essa base para que o triângulo fique
dividido em partes de áreas iguais?
c. 39 b. Os lados de dois heptágonos regulares
8 medem 8 m e 15 m. Quanto deve medir
o lado de um terceiro heptágono, tam-
d. 40
9 bém regular, para que sua área seja igual
à soma das áreas dos dois primeiros?
e. 70 500.
9
Observe as figuras seguintes. A figura 1 foi am-
498. pliada para a figura 2 e esta também foi am-
pliada para a figura 3.
Na figura a seguir, ABCD é um quadrado e
MNPQ é um retângulo. Os pontos M e P são
os pontos médios dos lados AD e BC, respec-
tivamente.
A B
Q
Figura 1 Figura 2

M P Figura 3

O fator de ampliação da figura 2 para a figura


3 é:
N a. 7
D C
4
A razão área MNPQ é igual a: b. 3
área ABCD 2
c. 4
a. 1 3
4
d. 5
PV-13-14

b. 1 4
3
e. 7
c. 2 6
5

d. 1
2

e. 4
5

212
Geometria plana Matemática

GABARITO DOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS


Capítulo 01 25. E 54. D
01. a. x = 20° 26. A 55. a. x = 90°
b. x = 25° 27. A b. x = 20°
c. x = 25° 28. C 56. B
d. x = 15°  = 100°
57. A
29. A
e. x = 120°
30. C 58. a.
02. C
31. A C
03. E
32. D 36o
04. E
33. B
05. A
34. C
06. B
35. A
07. D 108o 72o
36. A 36o 72o
08. a. 90° − x 37. Como 348,7 km2 < 386 km2,
A D B
2 b. Prova:
o estatuto está sendo cumprido.
b. 90° – 3x 1. DBCD é isósceles com
x 38. x = 105°
c. 180° − CB = CD (dado)
4 39. 40.000 km. 2. DACD é isósceles com
40. x = 90°  = ACD
AD = CD, pois DAC  = 36
d. 1 ·  180° − x  3. CB = CD 
3  2 Assim, os catetos são parale-
los, pois apresentam alternos  ⇒ AD = CB
AD = CD
 x internos congruentes.
e. 180° −  90° −  59. E
 4
Capítulo 02 60. A = 40°
09. D
41. a. x = 50° 61. a. 3
10. x = 30° b. x = 110° b. 24
11. A c. x = 50° c. AO = 6 cm
12. A 42. a. 180 ° 62. D
13. B b. 40°
63. a. Falso
14. E 43. E b. Verdadeiro
PV-13-14

15. A 44. C c. Falso


16. A 45. x = 10° 64. C
17. C 46. B 65. B
18. C 47. D 66. D
19. E 48. D 67. 80°
20. 64° 49. B 68. C
21. A 50. A 69. B
22. A 51. B 70. 1. V; 2.V; 3.V; 4.F
23. B 52. D 71. 4
24. B 53. x = 36° 72. 01. V; 02. V; 04. V; 08. F

213
Matemática R: Geometria plana

73. 24 ângulo é o diâmetro, e esse 107.


S ∆MNC = = 6. triângulo é retângulo.
4 P
74. A 90. A circunferência inscrita
75. C tem como centro o ponto no-
tável Incentro, assim esse é o
76. B ponto equidistante ao mar e
77. 192 cm2 essa distância é o raio da cir-
cunferência.
78. 2 5
91. a. R = 4 cm A M B
79. 17 cm2
b. R = 8 cm
80. E Observar que os triângulos
92. R = 6; r = 3
81. D ∆APM e ∆BPM são congruen-
93. E tes pelo critério LAL; Afinal,
82. D AM = BM, PM é comum e a
94. a. med (Â) = 80°
83. a. V  ) = 90° + 1
b. med (BIC mediatriz forma dois ângulos
b. V 2 de 90°. Portanto, sempre a dis-
c. V 95. med (Â) = 65° tância AP = PB.
d. V 96. 41 cm 108.
e.
f.
F
F
97. B {
 ≅ C
Tese : A
98. D
g. F AD ≅ CD
h. V 99. D 
 = 44° Hipótese  e
i. V 100. ABC 
j. V 101. a. T1 e T8 → LAL AB ≅ BC
k. F T2 e T7 → LAL Demonstração :
l. V T3 e T5 → LAL ∆ABD ≅ ∆CBD (LLL)
84. a. ∆ equilátero T4 e T11 → ALA
b. ∆ equilátero T6 e T10 → LLL AD ≅ CD (hip.) 

c. ∆ retângulo T9 e T12 → LAA0 e  
d. ∆ obtusângulo b. I. LAL  A ≅ C cqd
AB ≅ BC (hip.) 
e. ∆ retângulo II. LLL
f. ∆ acutângulo III. LAA0 BD ≅ BD (comum)
85. a. Circuncentro IV. LAA0
V. LAA0 109.
b. Alinhados
PV-13-14

c. Em um único ponto VI. ALA ou LAL A


(BICO). VII. HC C
d. Externos: circuncen- 102. D
tro e ortocentro 103. x = 15, y = 8, a = 20° α P M
O α
Internos: baricentro e incentro 104. E
e. Todos internos.
105. 500 km
86. 46 cm D
106. α = β B
87. A 
88. D γ = δ  ≅ POD
POC 
 
89. B  AC é comum 
Hipótese P ∈ OM
Como C é o centro da circun- Pelo caso, os triângulos ABC e   
PCO ≅ PDO = 90°
ferência, um dos lados do tri- ADC são congruentes.
Tese : {PC ≅ PD
214 ∆POC ≅ ∆POD (casoLAA 0 )
L − PO ≅ PO (comum)

POC ≅ POD


Hipótese P ∈ OM Geometria plana Matemática
  
PCO ≅ PDO = 90°
Tese : {PC ≅ PD AB ≅ CD Nos triângulos BPC e CQD te-
∆POC ≅ ∆POD (casoLAA 0 )
 mos:
 ≅ CDP
ABP  ⇒ ∆ABP = ∆CDP,

L − PO ≅ PO (comum) pelo caso BP ≅ QC = 2d
 BP ≅ QC = 2
A − POC ≅ ∆POD (hip)  PC ≅ PDc.q.d 
   
BPA ≅ DPC LAA 0
 PC ≅ QDd
 
A 0 − PCO ≅ PDO  ∴ AP ≅ CP PC ≅ QD
BPC ≅ CQD = 90°
 ≅ CQD
BPC  = 90°
110. Pelo ∆ABM
caso ≡LAL
∆BNC
⇒ ∆BPC⇒ ≅ ∆CQD
OA ≅ OC ⇒ OP é mediatriz de AC. Pelo caso  LAL ⇒
 ∆ BPC ≅ ∆CQD
 Logo ⇒ ,BAM
PBC == DCQ
 == βa e BC
NBC ≅ CD.
OA ≅ OB = R AP ≅ CP Logo 
, PBC≡= ∆DCQ =⇒ a e BC ≅ CD.
Como ∆MDC ADN
a + b = 90° , então ABCD é

 ≅ BMO
AMO  = 90° Como a+ b==CDM
90°, então ABCD é
115. a. A ⇒ DAN
quadrado .  =α
 Q quadrado
OM é comum log o, α .+ β + 27° = 90° ⇒
∆AMO ≅ ∆BMO pelo caso HC 120. ⇒ α + β = 63°
O M
Logo, AM ≅ BM Capítulo 03
111. 121. E
P
B 122. D
 = OBP
OAP  = 90°
b. 123. B
OA = OB = Raio ⇒ 124. A
∆OAP = ∆OBP QM ≅ PM
 O losângo é um quadrilátero
OP é comum OQ ≅ OP ⇒ ∆OQM ≡ ∆OPM,
 com todos os lados congruen-
Pelo caso HC pelo caso tes, embora os ângulos inter-
OM écomum LLL
∴ PA = PB  nos não sejam necessáriamen-
∴ PÔM ≅ QÔM te iguais.
112. F, V, F, F, F 116. B 125. A
113. a. P é comum 117. 126. D
 AB ≅ CD (paralelog ramo) 127. 34 cm.
PA é comum 
AB ≡ AC (enunciado)  ≅ MCD  (alternos int ernos) 128. C
MAB
    129. 50°, 65° e 65°
AMB ≅ ∆CMD (O.P.V.)
Três elementos corresponden-  130. A
∆AMB ≅ ∆CMD
PV-13-14

tes congruentes.  = 105°


131. BFD
pelo caso LAA 0
b. Não, pois LLA não ca-
132. D
racteriza um caso de congru- 118. C
133. h = 4 cm
ência. 119. A
134. E
114.
D 135. D
OA ≅ OC Q 136. x = 72°

 é comum ⇒ ∆AOD = ∆COB,
AOC P 137. D
 a
pelo caso B b  D = 150°
138. C M
OD ≅ OB LAL b b
a
 a 139. E
 = OD A
∴ OBC C
140. B

215
Matemática R: Geometria plana

Capítulo 04 Então: 189. A


141. A 190. 4 lados
A
142. A y 191. B
C
r
143. A P
y x x x B
192. 180°
O D
144. A 193. B
145. E 194. Pentágono, heptágono e
146. C eneágono.
1. ∆BOC é isósceles. 195. E
147. A
Temos CO B = CB O = x.
148. C 196. 1o polígono = 4 lados
2. AOP = y é ângulo central. 2o polígono = 5 lados
149. D
 = y.
Temos AP 3o polígono = 6 lados
150. α = 37°
3. COB = x é ângulo central. 197. x = 1.800°
151. I é ortocentro do ∆ABC.
 = x.
Temos CD 198. Os polígonos são: pentá-
 = 180° = 90°
152. a. BCA 4. CBD = x é ângulo externo. gono e octógono.
2
y−x 199. B
b. PM = 3 cm Temos x = .
2
153. 50° 200. d = 5
Logo, 2x = y - x e y = 3x.
154. 50° 173. x = 19° 201. a. 30°
155. 45° x b. 150°
174. x = 4 y ⇔ y =
4 c. d = 54
156. E
175. B d. x = 60°
 = 80° e CND
157. AMB  = 20°.
176. A 202. a. 5
158. C
177. B b. 5
159. D c. 108°
178. E
160. C 179. D 203. D
161. D 180. x = 20° 204. D
162. C
163. B
Capítulo 05 205. D
181. a. 1.260° 206. D
164. D
b. 1.800° 207. C
PV-13-14

165. B c. 1.980°
208. D
166. a = 80° 182. C
209. A
167. A 183. C
210. E
168. 80° 184. Os polígonos são octógo-
169. B no e undecágono. 211. D
170. x = 30° 185. C 212. B
171. C 186. n = 7 213. 180°
 P = y. 187. C
172. Sejam: AB P = x e AO 214. B
Queremos provar que y = 3x. 188. A 215. D

216
Geometria plana Matemática

230. Pode medir 15 cm ou 20 cm. 254. D


216. 360° deve ser inteiro:
ai 231. AB = 5 u.c. 255. A
360° 360° 360° n232. AB2=n2 (1 + 5) cm. 256. D
= = =
ai (n − 2) ⋅ 180° (n − 2) ⋅ 180
233.° C n − 2 257. D
n 234. DE = 10 cm 258. D
360° 360° n 2n 3 259. B
= = 235. D
n − 2) ⋅ 180° (n − 2) ⋅ 180° n − 2 260. B
n 236. PD = 20 cm 261. A
7
que deve ser inteiro. 262. C
237. AI = 3 263. C
217. E DI
218. A 264. E
238. 11 265. D
219. C 30
220. a. n = 16 266. C
b. n = 9 239. AG = 2DM2 267. E
GM1 M2D
268. B
Capítulo 06 240. C 269. IE = 3
221. a. x = 3
b.
2x x+=312 4 Capítulo 07 (
270. AD = 10 2 − 2 cm )
c. = ⇒
5xx−=115 7 241. E 271. D
d. x = 6 a (a2 + r2 )
⇒ 20x10 −4= 242. C
4 x 272. a.  =
= e.⇒3 x == 5 ⇒ 243. B a2 − r2
6 5 14 x + 21 3
2 x
25 244. D 2a2r
3 x 5= 10
f.
⇒ b. h =
=⇒ x⇒= 245. O gavião voou 6,4 m. a2 − r
2 x 6 3
3 10 y 246. D 273. B
g. x = ⇒
⇒ 274. B
5 63 247. D
3 y 18 248. B 275. h = 2 cm.
=y = ⇒
5 6 5 249. a. 276. B
222. a. x 18
=4 277. 0,35 m.
y=  ≅ CTD
 (retos)
b. x =5 15  ABD
278. C
PV-13-14

4 3 20 
= c.
⇒x=  é ângulo comum,
CDT 279. C
x 5 3
d. x = 5 e y = 4 portanto, semelhantes 280. AH = 3,24 m
223. C pelo critério ( A ⋅ A ~).
Capítulo 08
224. C
b. r = 10 5 − 20 281. a. 3
225. B b. 10
250. A
226. AB’ = 2,6, B’C’ = 3,9 e C’D’ c. 32
= 6,5. 251. a. 2,25 m
d. 8
227. C 31,25
b. A ABC = 3 m2 282. B
4 = (cm
6 − x