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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................. 4
2 O MUNICÍPIO DE PALHOÇA - SC ............................................................................... 5
3 A FACULDADE MUNICIPAL DE PALHOÇA - FMP .................................................. 8
4 A FMP CONSULTORIA JÚNIOR ................................................................................ 10
5 PLANO DE AÇÃO.......................................................................................................... 15
5.1 DOAÇÕES DEDUTÍVEIS DO IMPOSTO DE RENDA FEITAS POR PESSOAS
JURÍDICAS ......................................................................................................................... 15
5.2 PÚBLICOS-ALVO: PESSOAS JURÍDICAS ................................................................. 16
5.3 ATIVIDADES DO PLANO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS .................................... 17
5.4 CRONOGRAMA DE AÇÃO ......................................................................................... 18
REFERÊNCIAS ................................................................................................................. 21
APÊNDICE A – MODELO DE OFÍCIO A SER ENCAMINHADO AOS POTENCIAS
DOADORES ....................................................................................................................... 22
ANEXO A - DECLARAÇÃO QUE TRATA A INSTR. NORMATIVA SRF Nº 87/96... 24
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ÍNDICE DE ILUSTRAÇÕES

Gráfico 1: Crescimento populacional de Palhoça (2000 - 2010). ............................................ 5

Figura 1: Média anual de evolução do PIB entre 2002 e 2007. ................................................ 6

Tabela 1: Cronograma de ação. ............................................................................................ 19


Tabela 2: Despesas por correspondência despachada. ........................................................... 20
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1 INTRODUÇÃO

O presente projeto visa fomentar a captação de recursos financeiros e materiais, bem


como a construção de parcerias estratégicas, táticas e operacionais, destinadas à manutenção e
ampliação das atividades desenvolvidas pela FMP CONSULTORIA JÚNIOR (FMP Jr),
dando ênfase aos aspectos de melhoria das instalações e condições de ensino, pesquisa e
extensão. Espera-se, com o resultado deste, prover a organização de recursos suficientes para
sua independência física e financeira, possibilitando seu crescimento e expansão.
A relevância deste projeto justifica-se pela importância que a FMP Jr representa
junto à instituição de ensino superior a que se vincula, a Faculdade Municipal de Palhoça,
bem como pela relevância dos serviços oferecidos à sociedade, capaz de disponibilizar às
empresas, locais e regionais, profissionais capacitados para as mais variadas funções,
contribuindo, assim, para o desenvolvimento sócio-econômico sustentável da região.
De maneira mais contundente, a FMP Jr procura proporcionar a seus membros
experiências práticas embasadas nas teorias estudadas nos cursos de graduação, demonstrando
preocupação com a qualidade dos profissionais que irá lançar ao mercado de trabalho ao final
de cada curso, representando uma ocasião única de aprimoramento aos acadêmicos.
Para a sociedade e empresas usuárias desta mão-de-obra, a importância do projeto é
impar, uma vez que podem usufruir de serviços de qualidade por um preço mais acessível que
os praticados pelas empresas de consultoria já sedimentadas. Neste sentido, a FMP Jr
apresenta-se como uma via de acesso a projetos e serviços dantes restritos às grandes
corporações.
Este trabalho está dividido da seguinte maneira: apresentação do município de
Palhoça, da Faculdade Municipal de Palhoça e da FMP CONSULTORIA JÚNIOR; exposição
das opções para doações dedutíveis do Imposto de Renda feitas por pessoas jurídicas,
explanação do Plano de Captação de Recursos e do Cronograma de Ação a ser seguido para
atingir as metas. Ao final, é apresentado um modelo de ofício a ser encaminhado aos
potencias doadores e da declaração que trata a Instrução Normativa SRF nº 87/96.
Espera-se, assim, elucidar as dúvidas e provocar a sociedade no sentido de aderirem
ao projeto e contribuírem para o fortalecimento da entidade, buscando uma parceria duradoura
e benéfica para as partes envolvidas.
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2 O MUNICÍPIO DE PALHOÇA - SC

Palhoça foi fundada em 1750, com a criação da freguesia de Nossa Senhora do


Rosário de Enseada de Brito. Em 24 de abril de 1894, foi elevada a categoria de Município,
por desmembramento de São José, sendo instalado em 23 de maio do mesmo ano. Está
localizada na microrregião de base açoriana da Ilha de Santa Catarina, a 16 km ao sul de
Florianópolis, um dos mais extensos municípios do litoral catarinense, com 361 km², tendo
como limites: ao norte São José; ao sul Paulo Lopes; a oeste com Santo Amaro da Imperatriz
e a leste com o oceano atlântico e baia da Ilha de Santa Catarina. (FARIAS 2004, p.14).
A ocupação das terras do município de Palhoça aconteceu de forma sistemática a
partir do século XVIII, tendo como eixo econômico a agricultura de subsistência, a pesca e
atividades de entreposto comercial, mantendo estável sua estrutura socioeconômica até a
década de 60. Somente nos últimos 30 anos é que o município apresentou um crescimento
significativo, com práticas de economia urbana. (FARIAS 2004, p. 171).
No ano de 2003, o município contava com o total de 4.213 empresas no setor
terciário, sendo destas, 1502, empresas comerciais e 2711 empresas prestadoras de serviços,
possuindo em seu parque industrial 495 indústrias, agrupadas em diversos ramos de
atividades industriais. (FARIAS 2004, p. 176). Segundo dados divulgados pelo IBGE em 04
de novembro de 2010, a população atual do município de Palhoça é de 135.720 mil
habitantes1.

Gráfico 1: Crescimento populacional de Palhoça (2000 - 2010).


Fontes: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2000/universo.php?tipo=31o/tabela13_1.
shtm&paginaatu e http://www.censo2010.ibge.gov.br/dados_divulgados/index.php?uf=42

1
Disponível em: http://www.censo2010.ibge.gov.br/dados_divulgados/index.php?uf=42. Acesso em: 21 nov. 2010.
6

A atual administração de Palhoça, através da lei nº 2.460, de 25 de Outubro de 2006,


criou o PRODEP (programa de fomento econômico e de incentivos fiscais para as empresas
do município), com a finalidade de promover o desenvolvimento econômico e social do
município. Um dos setores que vem se destacando, segundo a Assessoria de Comunicação, é
o da construção civil, retratados por números do Conselho Regional de Engenharia,
Arquitetura e Agronomia (CREA). Nesse diagnóstico, a expansão imobiliária cresceu nove
vezes nos últimos 15 anos em Palhoça. 2
De quebra, esse dado revela que o emprego no setor apresentou um incremento oito
vezes maior desde 1995. Só para ilustrar, em 1995, apenas 448 trabalhadores tinham carteira
assinada no setor da construção civil de Palhoça, hoje são 3.790 trabalhadores registrados.
Critérios estabelecidos pela atual administração pretendem, assim, garantir benefícios para
aquele empresário do ramo da construção civil que cumprir o planejamento exigido pela
Prefeitura promova a sustentabilidade ambiental de cada empreendimento3.
Palhoça vem lapidando assim sua visibilidade
econômica, como por exemplo, em noticia
veiculada na a revista Veja que destacou na
edição 2180, a matéria especial “A Força das
Cidades Médias”, em que analisou o perfil
econômico, social e urbano das 233 cidades do
país com população entre 100 e 500 mil
habitantes. O estudo revelou a explosão da
riqueza de Palhoça, que ocupa a sexta colocação
do ranking com 8,6% na vocação comércio. De
acordo com a matéria, o município de Palhoça
está incluído no seleto grupo de 106 cidades
médias que mantiveram uma taxa de
crescimento econômico igual ou superior à
média nacional, que é de 4% ao ano. Palhoça
Figura 1: Média anual de evolução do PIB entre
2002 e 2007. cresce a uma taxa chinesa, de 8.6%.
Fonte: Revista Veja edição 2.180, p. 126.
A política de inclusão social adotada por sua administração resultou para Palhoça na
atração de três empresas por dia, totalizando 4.495 empreendimentos, investimentos

2
Disponivel em: http://www.sindimoveis-sc.org.br/index.php?cmd=noticia-unica&id=1067. Acesso em: 21 nov. 2010.
3
Disponivel em: http://www.sindimoveis-sc.org.br/index.php?cmd=noticia-unica&id=1067. Acesso em: 21 nov. 2010.
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superiores a R$ 10 bilhões e gerando, a médio e longo prazo, cerca de 18 mil novos


empregos. Um dado interessante que confirma esse momento é que em 2005 a Prefeitura
Municipal emitia 554 mil metros quadrados de alvarás para a construção civil. Esse número
hoje é de dois milhões de metros quadrados de alvarás emitidos4. Esse dado reforça o forte
crescimento do setor da construção civil na cidade, todos os indicativos levam a crer que
Palhoça deixou de ser uma cidade dormitório da região metropolitana para se transformar em
um pólo de desenvolvimento, um bom lugar para se investir.

4
Disponível em: http://www.sindimoveis-sc.org.br/index.php?cmd=noticia-unica&id=1067. Acesso em: 21 nov. 2010.
8

3 A FACULDADE MUNICIPAL DE PALHOÇA - FMP

A Faculdade Municipal de Palhoça foi criada pela Lei nº 2.182 de 25 de outubro de


2005, pelo Prefeito Ronério Heiderscheidt, iniciando suas atividades no ano seguinte em uma
sede provisória, nas dependências do CAIC, bairro Passa Vinte, lá permanecendo por três
anos.
Hoje, tendo como Diretora executiva Profª. MSc. Mariáh Terezinha Nascimento
Pereira, e como Diretora acadêmica Profª. MSc. Renata Cavalazzi Zimmer , atende 665
alunos, instalados em um prédio alugado, na Ponte do Imaruim, onde conta com um
anfiteatro, 38 salas destinadas a dois laboratórios de informática, uma biblioteca, sala dos
professores, secretaria, sala de vídeo e 16 salas destinadas aos dois cursos da instituição,
sendo 8 para o curso de Pedagogia e 8 para o de Administração. As demais salas são
utilizadas para a realização de cursos profissionalizantes oferecidos pela prefeitura e outras
instituições.
Seu objetivo principal é levar um ensino superior gratuito e de qualidade para os
cidadãos de Palhoça. Por este motivo, 80% das vagas são reservadas para candidatos
estudantes de escolas públicas e residentes no município. Os 20% restantes ficam destinados
aos demais candidatos. Todos os candidatos são selecionados através de exame vestibular.
A instituição tem por Missão: oferecer ensino gratuito e de excelência contribuindo
para a formação de profissionais críticos, reflexivos e comprometidos com o desenvolvimento
sustentável. Sua Visão é ser uma instituição de educação superior municipal de excelência em
Santa Catarina. Tem como Valores: a Educação Emancipadora, Consciência Ética,
Empreendedorismo, Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Sustentabilidade.
Os projetos desenvolvidos pela FMP são: PROJETO MACIAMBÚ, na Baixada do
Maciambú, que oferece cursos de capacitação em padaria e informática básica aos moradores
da localidade; FACULDADE DA MATURIDADE, projeto de expansão que promove a
socialização atualizando o educando aos novos campos de conhecimento, capacitando-os à
prática de ensino e desenvolvendo habilidades de responsabilidade social; INTERCÂMBIO
via convênios para estudantes de outros países; FMP CONSULTORIA JÚNIOR, que capacita
e possibilita aos acadêmicos vivência real e profissional prestando serviço de qualidade à
comunidade empresarial e aos munícipes.
Com toda essa estrutura e com projetos cada vez mais sólidos, a FMP passou
recentemente pelo processo de reconhecimento institucional pelo Conselho Estadual de
Educação, onde os cursos de Pedagogia e Administração receberam, respectivamente, notas 4
9

e 4,2. As primeiras turmas de graduação, de Administração e de Pedagogia, da FMP formam-


se no final deste ano de 2010.
Assim, a Faculdade Municipal de Palhoça vem preencher uma lacuna no ensino
superior gratuito e de qualidade, frente à escassez de oportunidades oferecida aos jovens que
concluem o ensino fundamental e buscam opções para continuarem seus estudos. Sua
principal função é a social, com relevantes reflexos na área econômica, cultural e acadêmica,
educando e disponibilizando ao mercado profissionais aptos a desenvolverem as mais
variadas atividades em suas respectivas áreas de atuação.
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4 A FMP CONSULTORIA JÚNIOR

A idéia de criar uma incubadora de talentos foi concebida por um grupo de


estudantes do curso de Administração da Faculdade Municipal de Palhoça – FMP. Iniciou a
partir de uma discussão acerca do futuro profissional de cada um e da constatação sobre a
necessidade de complementação prática para o conhecimento obtido na faculdade. Com o
emprenho do Prof. Fabio Henrique Pereira e com o apoio da Diretora Geral da FMP, Profª.
MSc. Mariah Terezinha do Nascimento Pereira, 2010 torna-se o ano de fundação da FMP
CONSULTORIA JR (FMP Jr).
A FMP Jr, enquanto instituição objeto dos benefícios da presente iniciativa, de
acordo com seu Estatuto Social, Art. 1º “[...] é constituída pelos alunos do curso de
Administração, da Faculdade Municipal de Palhoça (FMP) sendo uma sociedade civil, sem
fins lucrativos, com finalidades educacionais [...]”. Está inscrita como pessoa jurídica através
do CNPJ 12.370.947/0001-73, e por se tratar de uma empresa prestadora de serviços é isenta
de Inscrição Estadual. Está localizada na Rua João Pereira dos Santos, nº 305, anexa à
Faculdade Municipal de Palhoça, no bairro Ponte do Imaruím, na cidade de Palhoça, Santa
Catarina – CEP 88130-475.
Sua finalidade principal é fazer com que seus membros apliquem na prática os
conhecimentos teóricos relativos à formação fornecida pela FMP. Procurará incentivar a
capacidade empreendedora dos alunos proporcionando-lhes um ambiente profissional ainda
no âmbito acadêmico.
Todo o conhecimento adquirido pelos acadêmicos envolvidos na FMP Jr serão
transformados em serviços e oferecidos para os empresários da região de modo a contribuir,
por meio de consultoria empresarial, com o crescimento das empresas da cidade de Palhoça e
região.
Seu diferencial de mercado reside na premissa de que todos os trabalhos
desenvolvidos pela empresa são acompanhados e corroborados pelos Mestres e Doutores que
compõe o corpo funcional da FMP. Tal distinção garante aos clientes da FMP Jr produtos de
qualidade com preços acessíveis, embasados nas mais modernas técnicas administrativas
disponíveis.
Paralelo ao desenvolvimento educacional dos acadêmicos, a empresa tem como
objetivo capacitar acadêmicos e empreendedores da região, por meio de cursos e palestras
ministradas por profissionais especializados.
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Tudo isso está em acordo com a missão, visão e valores, que muito bem
expressos, norteiam as decisões e ações da empresa.
MISSÃO: Desenvolver profissionalmente os acadêmicos da FMP Júnior para o
mercado, proporcionando-os as condições necessárias para a aplicação prática de seus
conhecimentos teóricos à medida que contribui com o desenvolvimento empresarial dos seus
clientes e com o desenvolvimento social da comunidade palhocense.
VISÃO: Ser reconhecida como uma das melhores empresas de Consultoria Júnior da
Região sul do Brasil, devido à excelente preparação dos acadêmicos para o mercado de
trabalho e por oferecer serviços com eficiência e eficácia aos seus clientes, além de contribuir
ativamente para o desenvolvimento social do município até 2016.
VALORES: Transparência, respeito e integridade no tratamento com todos os
stakeholders; Inovação, criatividade e espírito de liderança; Responsabilidade social.
A Diretoria é composta por sete membros efetivos, que tem sua atuação apoiada e
regulamentada no Estatuto Social, sendo presidida pelo acadêmico Maciel João da Cunha,
tendo, em fase de conclusão, o Plano de Negócios e o Planejamento Estratégico, que guiará as
ações da FMP Consultoria Jr no decorrer de 2011.
As ações da FMP Jr visam atender às necessidades de seus clientes, com
responsabilidade e alta qualidade nos trabalhos elaborados. Pautam-se no respeito para com os
colegas de trabalho, acatando sua individualidade, dignidade e reconhecendo seus méritos.
No rol de serviços técnicos e consultivos oferecidos pela FMP Jr às empresas e
parceiros, públicos e privados, nas áreas de Ciências da Administração, destacam-se:
MARKETING:
1. Administração de Marketing
2. Estruturação de Canais de Distribuição
3. Marketing Estratégico – Planos e Táticas
4. Comportamento do Consumidor
5. Lançamento de Produtos
6. Construção de Marcas
7. Design de Produtos
8. Comunicação e Promoção
9. Pesquisa de Mercado
10. Inteligência Competitiva
11. Endomarketing
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COMERCIAL:
1. Estruturação da Força de Vendas
2. Avaliação de Oportunidades de Mercado
3. Potencial de Vendas e de Mercado
4. Segmentação
5. Logística
6. Zoneamento – Cargas de Visitação
7. Organização Territorial
8. Treinamento da Força de Vendas
9. Análise das Vendas – Direção e Metas
10. Auditoria de Vendas
RECURSOS HUMANOS – GESTÃO DE PESSOAS:
1. Identificação de Clima Organizacional
2. Identificação de Talentos – Pró-atividade
3. Equipes de Alto Desempenho – Inovação e Criatividade
4. Estratégias Motivacionais
5. Recrutamento, Seleção e Treinamentos
6. Planos de Cargos e Salários
7. Remuneração Fixa e Variável
8. Gestão Participativa
9. Avaliação de Desempenho
10. Auditoria e Avaliação Horizontal e Vertical
PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA EMPRESARIAL:
1. Processo de Decisão
2. Estabelecimento de Objetivos
3. Diversificação e Crescimento Empresarial – Novos Negócios
4. Construção da Base Estratégica – Missão, Visão e Valores
5. Posicionamento de Mercado
6. Balanced Scorecard
7. Matriz BCG e Curva de Aprendizado
8. Gestão de Processos
9. Organização, Sistemas e Métodos - Fluxogramas
10. Estruturas Organizacionais
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EMPREENDEDORISMO E GESTÃO EMPRESARIAL PRIVADA:


1. Avaliação de Negócios – Potencialidades
2. Análise de Riscos - Seguridade
3. Projetos de Franquias
4. A Gestão em Empresas Familiares
5. Formação de Lideranças
6. Plano de Negócios
7. Relacionamento com o Cliente
8. Gestão do Crescimento
9. Avaliação de Desempenho
10. Gestão de Ativos
ÁREA PÚBLICA – GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES GOVERNAMENTAIS,
3º. SETOR E GOVERNO:
1. Processos Licitatórios
2. Gestão Participativa
3. Planejamento Plurianual (PPA-LDO-LOA)
4. Planos Diretores
5. Mudança de Clima Organizacional e Sensibilização
6. Gestão de Políticas Públicas
7. Percepção de Prioridades – TAC
8. Construção de Capital Social e Bases de Auto-sustentabilidade
9. Marketing Político e Eleitoral
10. Comunicação Social e Projetos de Visibilidade Institucional
TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO:
1. Desenvolvimento de Projetos de Automação Comercial
2. Análise de Necessidades de Software e Hardware
3. Redes Corporativas – Intranet e VPN
4. Sistemas de Informação Gerencial – SIG
5. Sistemas de Gestão Integrada – ERP – EIS
6. Sistemas de Segurança de Dados e Patrimonial
7. Configuração de Redes e Gestão de Organizações Virtuais
8. Rastreabilidade de Pedidos e Fluxo Logístico Integrado
9. Análise de Suporte e Treinamento
10. Projetos Especiais
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ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA:
1. Projetos de Investimento
2. Fluxos de Caixa
3. Análise de Retorno sobre o Investimento – Pay Back
4. Riscos Empresariais, Econômicos, Tributários e Operacionais
5. Gestão de Ativos – Capital de Giro
6. Análise de Recebíveis
7. Projetos Orçamentários
8. Auditoria Interna e Externa
9. Análise de Margens e Formação de Preços
10. Implementação de Lucratividade e Rentabilidade.
PROJETOS ESPECIAIS:
1. BNDES – BADESC - BRDE
2. Joint Ventures – Fusões e Incorporações
3. Lei Rouanet - Incentivos
4. Convênios, Subvenções e Auxílios
5. Responsabilidade Social Corporativa
6. Parcerias Público-Privadas
7. Inovação e Construção de Vantagens Competitivas
8. Gestão de Relacionamentos Institucionais
9. Mercados Nacionais
10. Mercados Internacionais
Todos os serviços supramencionados podem ser oferecidos como contrapartida às
instituições, públicas ou privadas, como ferramentas para detecção de problemas e
apresentação das soluções viáveis, através da utilização de ferramentas gerenciais de tomada
de decisões que visam garantir o alcance das metas necessárias ao desenvolvimento de
propostas, projetos e atividades de uma organização.
Neste sentido, a FMP Jr busca, incessantemente, a excelência na execução dos
trabalhos contratados, oferecendo à sociedade um retorno justo pelos esforços despendidos na
educação dos acadêmicos que integram, grata e orgulhosamente, o corpo discente da
Faculdade Municipal de Palhoça.
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5 PLANO DE AÇÃO

Neste capítulo serão apresentadas as exigências legais e ação proposta de doação


dedutível do Imposto de Renda para pessoas jurídicas; a definição do público alvo do presente
trabalho; as atividades propostas no Plano de Captação de Recursos; e um Cronograma de
Ação e Recursos, pessoais e financeiros, para execução do projeto.

5.1 DOAÇÕES DEDUTÍVEIS DO IMPOSTO DE RENDA FEITAS POR PESSOAS


JURÍDICAS

As doações dedutíveis do Imposto de Renda, feitas pelas pessoas jurídicas, segundo


Chagas (2008), são as efetuadas às instituições de ensino e pesquisas autorizadas por lei
federal e às entidades civis, legalmente constituídas, sem fins lucrativos que prestem serviços
gratuitos em benefício de empregados da pessoa jurídica doadora e respectivos dependentes,
ou em benefício da comunidade onde atuem, nos moldes das disposições contidas no Decreto
nº 3.000/99, conhecido por Regulamento do Imposto de Renda – RIR (grifo nosso).
O Regulamento do Imposto de Renda disciplina essa matéria pertinente a deduções
decorrentes de doações de pessoas jurídicas, em seu art. 365 ao regular que, in verbis:
“Art. 365: São vedadas as deduções decorrentes de quaisquer doações e
contribuições, exceto as relacionadas a seguir (Lei nº 9.249, de 1995, art. 13, inciso VI, e § 2º,
incisos II e III, combinado com a Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal
11/1996):
I – as efetuadas às instituições de ensino e pesquisa cuja criação tenha sido
autorizada por lei federal e que preencham os requisitos dos incisos I e II do art. 213 da
Constituição, até o limite de um e meio por cento do lucro operacional, antes de computada a
sua dedução e a de que trata o inciso seguinte;
II – as doações, até o limite de dois por cento do lucro operacional da pessoa jurídica,
antes de computada a sua dedução, efetuadas a entidades civis, legalmente constituídas no
Brasil, sem fins lucrativos, que prestem serviços gratuitos em benefício de empregados da
pessoa jurídica doadora e respectivos dependentes, ou em benefício da comunidade onde
atuem, observadas as seguintes regras:
a) as doações, quando em dinheiro, serão feitas mediante crédito em conta corrente
bancária diretamente em nome da entidade beneficiária;
16

b) a pessoa jurídica doadora manterá em arquivo, à disposição da fiscalização,


declaração, segundo modelo aprovado pela Secretaria da Receita Federal, fornecida pela
entidade beneficiária, em que esta se compromete a aplicar integralmente os recursos
recebidos na realização de seus objetivos sociais, com identificação da pessoa física
responsável pelo seu cumprimento, e a não distribuir lucros, bonificações ou vantagens a
dirigentes, mantenedores ou associados, sob nenhuma forma ou pretexto;
c) a entidade civil beneficiária deverá ser reconhecida de utilidade pública por ato
formal de órgão competente da União, exceto quando se tratar de entidade que preste
exclusivamente serviços gratuitos em benefício de empregados da pessoa jurídica doadora e
respectivos dependentes, ou em benefício da comunidade onde atuem”.
Como visto no texto da legislação pertinente, a dedução integral do valor das
doações como despesa operacional, limita-se de 2% do lucro operacional bruto. Desta forma,
não há uma dedução do imposto de renda a ser pago, mas da base de cálculo do Imposto de
Renda e da Contribuição Social sobre o lucro, uma vez que o valor da doação poderá ser
lançado como despesa operacional na declaração da pessoa jurídica.
Para fazer uso da dedução, de acordo com os ensinamentos de Chagas (2008), as
pessoas jurídicas devem, nos casos de doação em dinheiro, fazê-las por depósito bancário e
arquivar o recibo do depósito bancário. Devem, também, solicitar o recibo da entidade
donatária, com seus dados e da entidade. Para fins de fiscalização, a pessoa jurídica doadora
deve manter em seu arquivo declaração fornecida pela entidade beneficiária, conforme
modelo aprovado pela Receita Federal, através da Instrução Normativa 87/1996.
A declaração que trata a Instrução Normativa SRF nº 87, de 31 de dezembro de 1996
pode ser encontrada no Anexo A da presente proposta.
Dado o exposto acima, comprovando a viabilidade da captação de recursos pela FMP
JR junto às pessoas jurídicas de direito privado, trataremos, no capítulo seguinte, do plano de
captação de recursos para viabilização do projeto.

5.2 PÚBLICOS-ALVO: PESSOAS JURÍDICAS

O público alvo a quem se destina o presente projeto, inicialmente, são as pessoas


jurídicas, de direito público ou privado, da região metropolitana de Florianópolis.
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De acordo com a definição da Receita Federal5 As seguintes entidades não


caracterizadas como pessoa jurídica: a) os condomínios edilícios sujeitos à incidência,
apuração ou recolhimento de tributos ou contribuições federais; b) os consórcios de
sociedades constituídos na forma dos arts. 265 e 278 da Lei n 6.404/76 (Lei das S/A); c) os
clubes de investimentos registrados em Bolsa de Valores, segundo normas fixadas pela CVM
ou pelo Bacen; d) os fundos mútuos de investimentos mobiliários, sujeitos às normas do
Banco Central ou da CVM; e) as representações diplomáticas, consulares e unidades
específicas do Governo Brasileiro no exterior (local de inscrição – Delegacia da Receita
Federal em Brasília); f) as representações diplomáticas e consulares, no Brasil, de governos
estrangeiros; g) as representações permanentes de organismos internacionais (FMI, ONU,
OEA, etc..); h) os serviços notariais e de registro (cartórios); i) consórcios de empregadores; j)
fundos de investimento imobiliário; k) fundos públicos de natureza meramente contábil; l)
unidade autônoma de incorporadora optante pelo Regime Especial de Tributação (RET) de
que trata a Lei nº 10931, de 2 de agosto de 2004; m) outras entidades econômicas de interesse
dos órgãos convenentes.
Ficam, assim, definidos e segmentados os destinatários da ação de captação de
recursos a ser desencadeada pela FMP Jr.

5.3 ATIVIDADES DO PLANO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS

Entidade: FMP Consultoria Jr.


Fontes de recursos: Empresas de Palhoça - SC e região.

Uma ação de captação de recursos somente será bem sucedida se estiver bem
planejada, mesmo que em simples anotações, as ideias e os passos a serem cumpridos, sendo
sua organização de extrema importância para alcançar ao sucesso.
De acordo com Speak, McBride e Shipley (2002), “Um plano sólido é uma
ferramenta essencial para o captador de recursos. Um plano de captação de recursos
determina para onde o captador deve seguir e a estrada que vai tomar”.

5
Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ. Disponível em: http://www.receita.fazenda.gov.br/
TextConcat/Default.asp?Pos=3&Div=GuiaContribuinte/CNPJ/. Acesso em: 26 nov. 2010.
18

Este Plano de Captação de Recursos visa demonstrar, à sociedade de Palhoça e


região, que valendo-se da legislação vigente é possível captar recursos para a entidade,
fazendo-o de modo a beneficiar não somente a donatária, mas também o doador.
No intuito de evidenciar esta afirmação, segue um “passo a passo” das medidas a
serem adotadas para o sucesso desta empreitada:
1° Passo: Coleta e tabulação de dados e informações, em sistema informatizado,
sobre empresas registradas no município de Palhoça e região.
2° Passo: Organizar as informações, a fim de criar um cadastro dos possíveis
doadores e configurar a impressão da mala-direta. Nesta etapa, os dados já se encontram em
mídia eletrônica, restando apenas o trabalho de formatar os dados e configurar a mala-direta.
3° Passo: Imprimir ofício, envelopes e etiquetas. Despachar via Correios.
Responsáveis pelos passos 1, 2 e 3: Gestor de Projetos e Gestor Administrativo.
Aguardar retorno dos prospects: 7 a 10 dias após envio dos ofícios.
Responsável pelos procedimentos seguintes: Gestor de Marketing e Relações
com o Mercado.
Em caso de um retorno positivo, contatar com o responsável pela empresa,
agradecendo a disposição demonstrada e agendando uma entrevista pessoal.
Caso o retorno seja negativo ou nulo (sem resposta), o contato deverá ser efetuado
para saber se houveram dúvidas, reiterando o propósito da ação e colocando a FMP Jr à
disposição para dirimi-las.
Os responsáveis pela apuração e publicação dos resultados obtidos através do
processo de captação de recursos serão o Presidente e o Gestor Financeiro da instituição,
que responderão, ainda, pela destinação adequada dada a tais recursos.

5.4 CRONOGRAMA DE AÇÃO

O cronograma a seguir foi elaborado pensando em um processo cíclico e


ininterrupto, não havendo impedimento algum que diversas etapas sejam executadas
simultaneamente, pelo contrário, este é um procedimento até desejável.
19

IDENTIFICAÇÃO

APURAÇÃO DOS
MALA DIRETA

RESULTADOS
DESPACHO

NEGATIVO
RETORNO

RETORNO
POSITIVO

EVENTO
Mês Buscar Selecionar Envio dos
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em configurar possíveis
Palhoça e a mala- doadores
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doadores doadores
para para
agendar identificar
visita a falha
Mês Totalizar
03 valores e
publicar
resultados
Mês Evento de
04 agradeci-
mento aos
doadores.
Tabela 1: Cronograma de ação.
Fonte: Autores.
Os recursos humanos necessários para o desenvolvimento do Plano de Ação
proposto, com base no Cronograma sugerido, serão supridos pelos membros que compõe o
quadro social da entidade, conforme expresso no Art. 3º de seu Estatuto Social. Assim, o
custo de mão-de-obra torna-se inexistente, uma vez que o trabalho é voluntário e com
finalidade educacional.
No concernente aos custos de impressão e despacho das malas diretas, a
demonstração abaixo representa um valor bastante aproximado da necessidade:
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Descrição da despesa R$ Qtde. R$ total


Envelope para correspondência 0,06 1 0,06
Etiquetas para correspondência 0,03 2 0,06
Papel e impressão dos ofícios 0,05 2 0,10
Despesas com Correios 1,10 1 1,10
Total por correspondência despachada R$ 1,32
Tabela 2: Despesas por correspondência despachada.
Fonte: Autores.
Assim, considerando um volume despachado de 100 ofícios mensais, o valor do
investimento necessário seria de R$ 132,00, aproximadamente. Vale ressaltar que o valor é
variável de acordo com o montante expedido em cada período, podendo se concentrar em um
determinado mês em detrimento de outro.

Para as tarefas de retorno dados aos potenciais doadores e aos contatos que não se
manifestaram à respeito da proposta, considera-se, também, que o desencaixe financeiro será
inexistente, uma vez que o trabalho será realizado pelos membros da FMP Jr utilizando, num
primeiro momento, a estrutura funcional da Faculdade Municipal de Palhoça. A mesma
observação é valida para o trabalho de apuração dos resultados.

O evento de agradecimento aos doadores pode ser feito conjuntamente com o Fórum
de Jovens Empreendedores, em parceria com o Centro Acadêmico 9 de Setembro que
promove anualmente tal evento. A quantia a ser destinada ao evento vai variar de acordo o
número de homenageados e com o tempo utilizado no acontecimento. Estima-se que um valor
médio de R$ 200,00 por doador seja suficiente para cobrir os custos.
21

REFERÊNCIAS

BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos.


Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999. Regulamento do Imposto de Renda – RIR/99 -
Regulamenta a tributação, fiscalização, arrecadação e administração do Imposto sobre a
Renda e Proventos de Qualquer Natureza. Diário Oficial [da] República Federativa do
Brasil, Brasília, DF, 29 mar. 1999. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/
decreto/d3000.htm. Acesso em: 18 nov. 2010a.

BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos.


Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995. Altera a legislação do imposto de renda das pessoas
jurídicas, bem como da contribuição social sobre o lucro líquido, e dá outras providências.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 27 dez. 1995. Disponível
em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9249.htm. Acesso em: 18 nov. 2010b.

BRASIL. MINISTÉRIO DA FAZENDA. Secretaria da Receita Federal. Instrução Normativa


SRF nº 011, de 21 de fevereiro de 1996. Dispõe sobre a apuração do imposto de renda e da
contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas a partir do ano-calendário de 1996.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 22 fev. 1996. Disponível
em: http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/ant2001/Ant1997/1996/insrf01196.htm.
Acesso em: 18 nov. 2010c.

BRASIL. MINISTÉRIO DA FAZENDA. Secretaria da Receita Federal. Instrução Normativa


SRF nº 87, de 31 de dezembro de 1996. Aprova modelo de declaração, a ser prestada pelas
entidades civis, de responsabilidade na aplicação integral dos recursos, recebidos mediante
doação nos termos do art. 13, § 2º, inciso III, da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 03 jan. 1997. Disponível
em: http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/ant2001/ant1997/1996/insrf08796.htm.
Acesso em: 18 nov. 2010d.

CHAGAS, Marco Aurélio Bicalho de Abreu. Doações feitas por pessoas jurídicas
dedutíveis do Imposto de Renda. Edição n. 112. Publicada em: 01 dez. 2008. Disponível
em: http://www.kplus.com.br/materia.asp?co=241&rv=Direito. Acesso em: 18 nov. 2010.

Especial Cidades Médias. Revista Veja. Edição 2180, 01 set. 210. P.126 e 127. Ano 43, nº
45.

FARIAS, Vilson Francisco de. Palhoça-natureza, história e cultura. Ed.do autor: 2004.

SPEAK, Ann; MCBRIDE, Boyd; SHIPLEY Ken. CAPTAÇÃO DE RECURSOS: Da teoria


à prática. Graphbox Caran. São Paulo. 2002.
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APÊNDICE A – MODELO DE OFÍCIO A SER ENCAMINHADO AOS POTENCIAS


DOADORES

Entidade Civil
1. Identificação
Nome:Endereço Completo da Sede:
C.N.P.J.:

Ofício nº XX/201X

Florianópolis, SC – 24 de novembro de 2010.

Prezado(a) Senhor(a)
Diretor(a) da empresa ________________________________

Senhor(a) Diretor(a):

Pelo presente temos a honra e o prazer de expor e oferecer a V.Sa.:

1. A FMP CONSULTORIA JÚNIOR, sociedade civil, sem fins lucrativos, com


finalidades educacionais, instituída e mantida com recursos próprios e doações de parceiros
interessados no desenvolvimento profissional dos residentes da Grande Florianópolis, está
fomentando, junto à comunidade empresarial da região, um projeto de captação de recursos
para subsidiar suas atividades e estabelecimento de parcerias estratégicas, táticas e
operacionais com instituições públicas e privadas através de contraprestação de serviços
técnicos e consultivos especializados nas áreas das Ciências da Administração.
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2. Nesta oportunidade vimos apresentar e oferecer a V.Sa. uma alternativa de


doação que beneficiará tanto o donatário quanto o doador.

3. O Regulamento do Imposto de Renda disciplina matéria pertinente a deduções


decorrentes de doações de pessoas jurídicas, em seu art. 365, com base na Lei nº 9.249, de
1995, art. 13, inciso VI, e § 2º, incisos II e III, combinado com a Instrução Normativa da
Secretaria da Receita Federal 11/1996, que prevê a dedução integral do valor das doações
como despesa operacional, limitada a 2% do lucro operacional bruto.

4. Nossa equipe de colaboradores está amplamente capacitada para prestar todos


os esclarecimentos e detalhar o processo, bem como para fornecer cópias das legislações
pertinentes ao assunto e discuti-las com os departamentos jurídico e contábil das organizações
interessadas em contribuir com a causa em questão.

5. Nesta ocasião valemo-nos do oportuno contato para colocar à disposição de


V.Sa. e de sua organização o mix de serviços oferecidos por nossa instituição, nas áreas de
MARKETING, COMERCIAL, GESTÃO DE PESSOAS, PLANEJAMENTO E
ESTRATÉGIA EMPRESARIAL, EMPREENDEDORISMO E GESTÃO
EMPRESARIAL PRIVADA, GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES GOVERNAMENTAIS
E 3º. SETOR, TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO,
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA e PROJETOS ESPECIAIS.

Sendo o que se apresenta para o momento, e certos de vossa acolhida,


agradecemos desde já a atenção e consideração, colocando-nos ao seu inteiro dispor para
dirimir quaisquer dúvidas que, por ventura, venham a surgir.

Atenciosamente,

Nome: Nome:
DIRETOR PRESIDENTE PROFESSOR COORDENADOR
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ANEXO A - DECLARAÇÃO QUE TRATA A INSTR. NORMATIVA SRF Nº 87/96

Entidade Civil
1. Identificação
Nome:Endereço Completo da Sede:
C.N.P.J.:
2. Informações Bancárias
Banco: Agência:
Conta Corrente:
3. Ato Formal, de Órgão Competente da União, de Reconhecimento de Utilidade Pública
Tipo de Ato: Data de Expedição:
Número: Páginas do D.O.U:
Data de Publicação:
4. Responsável pela Aplicação Legal dos Recursos
Nome:
R.G. nº: Órgão Expedidor:
Data de Expedição:
C.P.F.:
Endereço Residencial:
Endereço Profissional:
Declaram, para efeito do disposto no art. 13, § 2º, inciso III - "a", "b" e "c", da Lei nº
9.249, de 26 de dezembro de 1995, e no art. 28, § 1º, letra "b.3" e § 3º, "a", "b" e "c", da IN
SRF nº 11, de 21 de fevereiro de 1996, que esta entidade se compromete a aplicar
integralmente os recursos recebidos na realização de seus objetivos sociais e a não distribuir
lucros, bonificações ou vantagens a dirigentes, mantenedores ou associados, sob nenhuma
forma ou pretexto, e que o responsável pela aplicação dos recursos, e o representante legal da
entidade estão cientes de que a falsidade na prestação destas informações os sujeitarão,
juntamente com as demais pessoas que para ela concorrerem, às penalidades previstas na
legislação criminal e tributária, relativas à falsidade ideológica (art. 299 do Código Penal) e
ao crime contra a ordem tributária (art. 1º da Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990).
Local e Data

__________________________________________
RESPONSAVEL PELA APLICAÇÃO LEGAL DOS RECURSOS
NOME:
C.P.F.: