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Automação e Controlo
Industrial
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Sistemas de Controlo e Automação Industrial
• Onde encontramos automação no dia-a-dia?
– Em casa: máquina de lavar roupa; microondas; o portão
automático da garagem; a de máquina de lavar louça, etc.
– Na rua: Multibanco, ao ser fotografado pelo sistema de controlo
de velocidade da policia; ao usar o comboio; etc…
– No trabalho: ao marcar o ponto, ao utilizar um sistema
automático de armazenamento, ou na linha de produção, etc...
– No lazer: ao retirar um refrigerante numa máquina automática;
ao descer uma escada rolante num centro comercial; etc
Automação e Controlo Industrial 2
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• Se pensarmos nos componentes
básicos de um sistema automático:
– Sensores;
– Processamento e controlo;
– Actuação;
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Objectivo básico da automação
• Facilitar e optimizar os processos produtivos, tornando-
os capaz de produzir com:
– menor custo
– maior quantidade
– menor tempo
– maior qualidade
– menor risco
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Objectivo básico da automação
• É importante que se compreenda que a automação
existe e desenvolve-se para livrar o homem de :
– tarefas repetitivas
– ambientes perigosos
– grande esforço físico
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Conceito de Controlo
Entradas Controlador Actuadores Processo
Realimentação
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Conceito de Regulação
• É um processo automático que mantém constante a
saída de um sistema independentemente das
perturbações que tendem a alterá-la.
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Controlo em Malha-fechada manual
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Controlo em Malha-fechada automático
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Sensores e transdutores
• Tipos de sensores
– Sensores de Presença
– Sensores de Nível
– Sensores Fluxo
– Sensores de Posição ou Velocidade (Encoders)
– Sensores de Temperatura
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Sensores de Presença
• Sensores de Presença com Contacto
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Sensores de Presença
• Sensores de Presença sem contacto
• Sensores Indutivos
• Sensores Capacitivos
• Sensores Ópticos Infravermelhos
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Sensores Indutivos
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Sensores Capacitivos
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Sensores Ópticos Infravermelhos
Barreira luminosa Difusão Reflexão
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Sensores de Nível
• Condutivo - Como se baseiam na existência de corrente eléctrica entre os
eléctrodos, só funcionam para líquidos condutivos. São no entanto bastante
fiáveis. Podem ser usadas para detecção de vários níveis, dependendo do
numero de eléctrodos.
• Continuo - estes sensores realizam uma medição contínua e fornecem
uma saída proporcional ao nível medido.
• Boia - Provavelmente serão os sensores de nível mais indicados para
qualquer tipo de liquido. São constituídas por uma bóia, capaz de flutuar, a
qual contem um liquido condutor no seu interior o qual estabelece um
circuito eléctrico assim que a bóia se encontra a flutuar.
Automação e Controlo Industrial 16
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Sensor de nível condutivo
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Sensor de nível Continuo
• Funciona medindo a pressão,
com aplicações em líquidos
condutivos ou isolantes.
Automação e Controlo Industrial 18
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Sensores Fluxo
• São sensores que medem o fluxo de líquidos. Podem ser
também usados como caudalímetros. Fornecem uma
saída que pode ser proporcional ao fluxo detectado.
Automação e Controlo Industrial 19
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Sensores de Posição ou Velocidade (Encoders)
• Quanto ao seu principio de funcionamento, podem ser
do tipo incremental ou absoluto.
Automação e Controlo Industrial 20
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Sensores de Temperatura
• Termopar - é simplesmente a junção de dois materiais
distintos. Ao aplicar temperatura a esta junção, gera-se
uma voltagem muito pequena, da ordem dos mili-volt
que aumenta proporcionalmente com a temperatura.
Automação e Controlo Industrial 21
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Sensores de Temperatura
• Pt100 apresenta precisão mais elevada, no entanto só é
aconselhável o seu uso para temperaturas entre -100 e
200ºC.
Automação e Controlo Industrial 22
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Actuadores
• Um actuador é um elemento de saída que converte uma
fonte de energia em trabalho útil. No nosso caso, a
energia eléctrica é geralmente convertida em energia
mecânica, mas também pode ser de outros tipos:
calorifica, luminosa, sonora,….
• Vamos estudar dois tipos de actuadores: eléctricos e
pneumáticos.
Automação e Controlo Industrial 23
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Motor Assíncrono Trifásico
• Entre as duas tensões existe uma relação de √3, isto é
UL 3 U
• Os receptores trifásicos são constituídos por receptores monofásicos
que podem ser ligados em estrela ou em triângulo.
Automação e Controlo Industrial 24
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A ligação em estrela:
IL IF
UL 3 U
Automação e Controlo Industrial 25
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A ligação em triângulo
UL UF
IL 3 I
Automação e Controlo Industrial 26
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Potência activa trifásica na ligação em estrela
P = U . I .cos φ
P = 3 . U . IL . cos φ
Como U = UL / √3
P = √3 . UL . IL. cos φ
Automação e Controlo Industrial 27
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Potência activa trifásica na ligação em triângulo
A potência de receptor ligado em triângulo
é a soma das 3 potências monofásicas
P = 3. UL. I . cos φ
Como I = IL / √3
P = 3 . UL . IL / √3 . cos φ
P = √3 . UL . IL . cos φ
Automação e Controlo Industrial 28
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Exercício
• Um forno é composto por três resistências de 20 ohm que podem
ser ligadas, usando um comutador, em estrela ou em triângulo. Este
forno é alimentado por uma linha trifásica de 220/380V.
Determinar:
– A potência do receptor quando ligado em estrela.
– A potência do receptor quando ligada em triângulo.
Automação e Controlo Industrial 29
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Motor Assíncrono Trifásico - Constituição
Automação e Controlo Industrial 30
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Rotor, Pode ser de dois tipos:
• Rotor em curto-circuito ou em gaiola de esquilo - O enrolamento
rotórico encontra-se electricamente fechado sobre si mesmo,
formando um circuito eléctrico polifásico onde só podem circular
correntes induzidas.
• Rotor bobinado - O circuito eléctrico é bobinado, sendo os terminais
de cada uma das fases disponibilizados aos exterior, permitindo
assim a ligação de resistências rotóricas.
Automação e Controlo Industrial 31
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Principio de Funcionamento
• A ligação do motor à rede trifásica leva a corrente
alternada a passar nos três enrolamentos do estator, o
que produz um campo magnético que roda com a
velocidade de sincronismo. A esse campo criado pelo
estator chamamos campo girante.
Automação e Controlo Industrial 32
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Campo Girante
• Velocidade de rotação é n = f / p (r.p.s)
f – frequência,
p – número de pares de pólos
• O movimento do campo girante produz uma variação de fluxo nos
enrolamentos rotóricos e, portanto, correntes induzidas que são
muito intensas, porque esses enrolamentos são constituídos por
condutores muitos grossos que estão em curto circuito.
Automação e Controlo Industrial 33
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Protecção
• A corrente de arranque de um motor de rotor em curto-circuito é
muito maior do que a corrente nominal (5 a 7 vezes).
• Só é permitido ligar directamente à rede motores de rotor em curto-
circuito de potência inferior a 3,7kW (5 cv).
Automação e Controlo Industrial 34
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Protecção
Automação e Controlo Industrial 35
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Protecção
Automação e Controlo Industrial 36
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Comando
• A escolha do contactor deve ser feita em função dos seguintes
parâmetros:
– Corrente alternada ou contínua
– Corrente nominal
– Número de manobras
– Tipo de carga
– Contactos auxiliares abertos e/ou fechados
– Contactos temporizados
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Inversão do sentido de marcha
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Estrela - Triângulo
Automação e Controlo Industrial 39
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Estrela - Triângulo
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Soft-Starter
Automação e Controlo Industrial 41
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Variador de velocidade
Conversor Filtro Inversor
AC Motor
AC / DC DC Trifásico
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Motor PASSO-PASSO
Ângulo de Passos por
Passo (graus) Revolução
0,72 500
1,8 200
2 180
2,5 144
5 72
15 24
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Vantagens do ar comprimido
Disponibilidade O ar está disponível em qualquer lugar e em quantidades infinitas
Armazenamento O ar pode ser facilmente transportado por tubagem, mesmo em longas distancias
Temperatura Pouco sensível à temperatura
Risco explosão Não há qualquer risco de explosão ou fogo
Não poluente O ar é limpo, mesmo depois de utilizado. As perdas nas condutas não são poluentes
Componentes Os componentes são de fabrico relativamente simples e, portanto, relativamente pouco
dispendiosos
O uso de ar comprimido permite a realização de trabalhos com altas velocidades de
Velocidade
execução
Sobrecarga As ferramentas pneumáticas são à prova de sobrecargas
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Desvantagens do ar comprimido
O ar comprimido necessita de ser bem preparado. Sujidade e
Preparação
condensação não são admissíveis.
O ar comprimido, devido à compressão, é relativamente pouco
Compressão
preciso.
A força disponibilizada é relativamente baixa. Se a força necessária
Força for muito elevada, torna-se demasiado caro o uso de ar
comprimido.
Ruído O ar de escape é demasiado ruidoso.
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Pneumáticos
• O actuador pneumático divide-se em dois grandes
grupos:
– Movimento linear
• simples actuação ou dupla actuação
– Movimento rotativo
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Pneumáticos
Simples actuação / efeito
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Pneumáticos
Dupla actuação / efeito
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Pneumáticos
Dupla actuação / efeito com amortecimento
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Pneumáticos
Dupla actuação / efeito em série
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Pneumáticos
Cilindros com movimento rotativo
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Concepção dos circuitos de comando
Os circuitos de comando são constituídos essencialmente
por dispositivos de dois estados- ABERTO e FECHADO.
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Operações lógicas elementares
• Função OR
K1 K2 K L
0 0 0 Apagada
0 1 1 Acesa
1 0 1 Acesa
1 1 1 Acesa
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Operações lógicas elementares
• Função AND
K1 K2 K L
0 0 0 Apagada
0 1 0 Apagada
1 0 0 Apagada
1 1 1 Acesa
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Operações lógicas elementares
• Função NOT
K1 K L
0 0 Acesa
1 1 Apagada
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Operações lógicas elementares
• Função NOR
K1 K2 K L
0 0 0 Acesa
0 1 1 Apagada
1 0 1 Apagada
1 1 1 Apagada
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Operações lógicas elementares
• Função NAND
K1 K2 K L
0 0 0 Acesa
0 1 0 Acesa
1 0 0 Acesa
1 1 1 Apagada
Automação e Controlo Industrial 57
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Operações lógicas elementares
• Função XOR
K1 K2 K L
0 0 0 Apagada
0 1 1 Acesa
1 0 1 Acesa
1 1 0 Apagada
Automação e Controlo Industrial 58
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Funções Temporizadas
• Prolongamento e limitação da duração de um sinal
<t >t
Q
t t
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Funções Temporizadas
• Atraso à operação
>t <t
t1
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Funções Temporizadas
• Atraso à desoperação
Q
t2
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Função Memorizadora
R S Q
R S 0 0 Permanece no
estado anterior
0 1 1
1 0 0
1 1 Depende do tipo
Q Q de memória
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Função Memorizadora
• R Dominante – Quando ambas as entradas R e S estão a “1”, a
entrada R prevalece sobre a entrada S, a saída Q passa a “0”.
R S Q
0 0 Permanece no
estado anterior
S
0 1 1
R 1 0 0
1 1 0
Q
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Função Memorizadora
• S Dominante – Quando ambas as entradas R e S estão a “1” a
entrada S prevalece sobre a entrada S, a saída Q passa a “1”.
R S Q
0 0 Permanece no
estado anterior
S
0 1 1
R 1 0 0
1 1 1
Q
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