TIRISTORES

INTRODUÇÃO

São os componentes básicos da Eletrônica Industrial, chaveando gra motores, eletroimãs, aquecedores, convertendo CA em CC, CC em controle para outros tiristores.

Trava ideal a transistores
A estrutura semicondutora comum (com variações) dos tiristores é PNPN. A trava ideal é um circuito que permite compreender o funcionamento dos tiristores. Fig 1
Fig 1

Funcionamento
No circuito, a base do transistor NPN é alimentada pelo coletor do PNP, e vice-versa. Não há inicialmente corrente de coletor alimentando o outro transistor, e ambos estão no corte. Mas se aplicarmos um pulso positivo na base do NPN, ou negativo na do PNP, o transistor será ativado, fornecendo uma corrente amplificada na base do outro, que amplificará esta corrente fornecendo uma corrente ainda maior à base do transistor que recebeu o pulso. O processo leva rapidamente os transistores à saturação, fornecendo corrente somente limitada pela carga, o resistor.Fig 2

Uma vez disparada, a trava só se desliga quando a corrente a um valor mínimo, corrente de manutenção, que não permite m saturação. Isto pode ser conseguido desligando o circuito, o emissores. A trava também pode ser disparada por avalanche, aplicando-se um emissores, que inicia a ruptura em um dos transistores, alimentando leva à saturação como no caso do pulso, anterior

o que exige circuitos especiais de desligamento em permite o desligamento pelo gatilho. não há gatilho. fornecendo uma corrente de NPN. mas a dopagem e a g gatilho permite minimizar o sobreaquecimento no desligamento (qu O deligamento é feito em geral através de descarga de um capacitor Foto-SCR: Se expusermos a junção NP central da trava ideal à luz. DIAC: Pode ser entendido como dois diodos Schokley em antiparalelo quando se atinge a tensão de bloqueio em qualquer sentido. o que leva à saturação. contendo diversas regiões PNPN que atua interligadas. TRIAC: É o equivalente ao SCR.catodo. Isto permite isolar o circuito de disparo.MT2 . através esta se comportará como um fotodiodo.positivos em relação ao terminal principal . circuito de potência.2 V. em circuitos de controle de tensão disparo. e disparando o SCR. desligamento pelo gatilho). é similar ao SCR. o que permite que o disparo seja feito com tensão + ou terminais principais 1 e 2 (análogos ao K e A do SCR) + ou . sendo geralmente de baixa potência. sendo disparado com tensões de Seu dois terminais são o catodo e o anodo. o qu em 4 quadrantes. A sigla si controlada de silício (S de Switch) Diodo de quatro camadas: É um tiristor de avalanche. da ordem em geral para disparar o TRIAC. É usado em geradores de pulso de disparo de SCR e osciladores den GTO: Todos os tiristores só se desligam quando a corrente cai manutenção. resp Não é muito comum. Estruturalmente. Sua estrutura é PNP. A sua estru entre os tiristores. por pulso negativo de alta cor Turn Off. A corrente de disparo é menor no quadrante principal 2 . permitindo disparo por pulsos negativo ou positivo. e funciona como um transistor cuja ba quando se atinge a tensão de ruptura. caindo para uns 0. Gc. para operação em CA..

UJT. com uma porção lateral tipo A região P é o emissor. que pol disparando a trava. apesar d desnecessário e o aquecimento da junção.quadrante 4. B1 Funcionamento do UJT O UJT atua como uma trava ideal com a base do PNP polarizada tensão. freqüentemente com transistor unijunção. Nestes casos manter a alimentação de gatilho. simplifica o circuito de co O disparo por ângulo de fase é típico de controle de luminosidade d (dimmer). e a potência na carga. em onda completa). Quando a corrente cair abaixo do valor de m desliga. eletroimãs e motores. E. o PNP é ativado. É usado em controle de lâmpadas chaveamento de cargas até uns 50A. CA de alimentação. e os extremos da barra as bases 1 e 2. O disparo por CC é usado em chaveamento de cargas por lâmpadas. em sistemas de control ciclos. é gerada uma tensão defasada por uma ou duas quando a tensão atingir a tensão necessária ao disparo do SCR ou T se estiver em série). Disparo dos tiristores Os tiristores podem ser disparados de diversos modos: atrav de fase em CA e por CC. num dado ângulo de fase. que é o efeito da barra N dividida pela região P. Estrutura do UJT Simbolo O disparo por pulsos é o mais sofisticado e preciso. O TRIAC seria mais comum em aplicações CA se não fosse menos (exige bem maior corrente de disparo). Quando a te V acima da tensão fornecida pelo divisor. cada ciclo (ou sericícola. além de mais caro que 2 SCR antiparalelo de grandes correntes. o tiristor é disparado. q constituído de uma barra de material N. Nestes. e variando o valor do( a porção do ciclo em que é alimentada a carga (ângulo de condução tensão média e eficaz. (G + e MT2 -). . e o mais gerador de pulsos. e de velocidade de motores universais ou de CC. calefatores.

55 e 0. O valor da tensão de disparo está entre 0. fornecida pel0a fonte e resistores. variando um pouco com o UJT. ele se dispara. . ligado à B1. desca fornecendo um pulso curto ao resistor de carga. O período dos pulsos é próximo de T = RC e a freqüência de o capacitor ligados ao emissor. conforme o circui se carrega através do resistor e quando a tensão no E do UJT ultrap do UJT.8 vezes a tensão de o UJT.Circuito equivalente Gerador de pulsos O UJT é usado como gerador de pulsos.

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