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Existencialismo na Poesia de Cristino Junior

Este trabalho analisa o poema "campo de sonhos" do autor Cristino Junior à luz da filosofia existencialista. Discutem-se temas como sensações, liberdade, angústia e responsabilidade presentes no poema relacionando-os com conceitos de Heidegger e Sartre. O objetivo é compreender como o existencialismo está presente na poesia de Cristino Junior sem uma análise aprofundada de sua obra.

Enviado por

Roseli Oliveira
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Existencialismo na Poesia de Cristino Junior

Este trabalho analisa o poema "campo de sonhos" do autor Cristino Junior à luz da filosofia existencialista. Discutem-se temas como sensações, liberdade, angústia e responsabilidade presentes no poema relacionando-os com conceitos de Heidegger e Sartre. O objetivo é compreender como o existencialismo está presente na poesia de Cristino Junior sem uma análise aprofundada de sua obra.

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA


CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS

ROSELI OLIVEIRA DA SILVA

O EXISTENCIAL NA POESIA DE CRISTINO JUNIOR

Belém-Pa
2023
ROSELI OLIVEIRA DA SILVA

O EXISTENCIAL NA POESIA DE CRISTINO JUNIOR

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado como requisito parcial para
obtenção do título de Licenciado Pleno
em Letras Português pela Universidade
Federal Rural da Amazônia, sob a
orientação do(a) Prof. Dr. GEOVANE
BELO.

Belém-Pa
2023
ROSELI OLIVEIRA DA SILVA

O EXISTENCIAL NA POESIA DE CRISTINO JUNIOR

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado como requisito parcial para
obtenção do título de Licenciado Pleno
em Letras Português pela Universidade
Federal Rural da Amazônia, sob a
orientação do(a) Prof. Dr. GEOVANE
BELO.

Belém (PA), _______ / ________ / 20 ______

Banca Examinadora

______________________________________________________________________
Orientador(a): Titulação e Nome Completo

_________________________________________________________________
Membro 1: Titulação e Nome Completo

___________________________________________________________________
Membro 2: Titulação e Nome Completo

Belém-Pa
2023
AGRADECIMENTOS
O existencial na poesia de Cristino Junior

Roseli Oliveira da Silva 1


Geovane Belo 2

RESUMO: Esse trabalho busca identificar como se constitui o existencial na poesia do autor
Cristino Junior. O corpus da pesquisa selecionou o poema “campo de sonhos” que revela
como sensações, impassividade, responsabilidade, pratica da liberdade em ser para existir, a
angustia dos sentimentos inexplicáveis e sem sentidos ou significados, são evocadas pela
consciência de que a existência precede a essência. O poema torna-se, então, fonte de
inspiração, para compreender a própria existência do autor Cristino Junior e a sua poesia
existencial e sem a intensão de uma exploração aprofundada de sua obra busca-se
compreender temáticas, questões e semelháveis da filosofia existencialista pautadas nas
concepções de Heidegger e Beauvoir. Os resultados dessa análise teórica apontam para uma
abordagem e temas comuns ao existencialismo presentes na literatura e encontrados nas
escritas de Drumond e Pessoa, assim como Paulo Plinio e Mário Faustino. A literatura se
manifesta como um campo aberto que reflete a vida com caráter sensorial e transmuta diante
do tempo e da filosofia, a poética do escritor Cristino Junior ecoa a compreensão humana de
questionar e imergir a existência do ser humano e da humanização do sentimento .

PALAVRAS-CHAVES: Cristino Junior; campo de sonhos; Heidegger; literatura;


exixtencialismo.

RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA (abstract, por exemplo se for em inglês): É a


versão em idioma distinto do resumo na língua do texto, para divulgação internacional. Possui
as mesmas características que o resumo na língua do texto. O texto segue igual ao texto acima,
com a diferença de que será em língua estrangeira e respeita a mesma formatação e mesmo
número de palavras.

PALAVRAS-CHAVES EM LÍNGUA ESTRANGEIRA: Palavra 1; palavra 2; palavra 3;


palavra 4; palavra 5.

INTRODUÇÃO
O presente artigo tem como foco principal abordar o existencial na poesia do autor
Cristino Junior através do poema “campo de sonhos”. Através da compreensão do que é o
existencialismo dentro da literatura e sobre a ótica e perspectivas de filósofos como Heidegger
e Sartre, a presença “existencialista” no poema de Cristino Junior é lida nas entrelinhas da sua
escrita.

1
Graduando em Letras Português. UFRA – Universidade Federal Rural da Amazônia. E-mail:
fulanodetal@tal.com.br
2
Especialista ou Mestre ou Doutor em Algo. Instituição Tal. E-mail: tal@tal.com.br
Segundo Sartre Apud Pretti (2021), o homem é um projeto em eterna construção, assim, no
homem nada mais é do que aquilo que ele faz de si mesmo, é esse o primeiro princípio do
existencialismo. Sendo assim, não é difícil a compreensão, da existência humana como algo
determinado e sim como liberdade de escolha, como ser-em-si e ser-para-si´, é angustia
causada por essa liberdade que leva a reflexão do homem de que não existindo uma natureza
pré definida, ele terá que ESTABELECER sua própria existência, pois a consciência não
permite que ele seja igual a si mesmo e nesse ponto encontra-se muita “humanidade” no
homem que vive em sociedade, mesmo sendo único e responsável por sua natureza. Embora
o existencialismo considere que a existência pode ser imensurável, analisa o todo do “ser”
humano, considerando que o que somos não está predeterminado e gera uma autenticidade
que leva o homem a assumir um lugar no contexto social da humanidade e a percepção de
responsabilidade pelas as escolhas que se modificam constantemente como diz Ortega y
Gasset:

Existir é para nós achar-nos de pronto tendo que realizar a pretensão que somos
numa determinada circunstância. Não se nos permite eleger de antemão o mundo ou
circunstância em que temos que viver, já que nos encontramos, sem nossa anuência
prévia, submersos num contorno, num mundo que é o de aqui e agora. Esse mundo
ou circunstância em que me encontro submerso não é somente a paisagem que me
rodeia, mas também meu corpo e também minha alma. Eu não sou meu corpo;
encontro-me com ele e com ele tenho que viver, seja são seja doente, mas também
não sou minha alma: encontro-me com ela e tenho que usar dela para viver, ainda
que às vezes me sirva mal porque tem pouca vontade ou nenhuma memória. Corpo e
alma são coisas, e eu não sou uma coisa, mas um drama, uma luta para chegar a ser
o que tenho que ser.” ORTEGA Y GASSET, José. Meditação da técnica. Tradução
de Luís Washington Vita. Rio de Janeiro: Livro Ibero-Americano, 1963.

Discutir sobre o existencialismo no poema “campo de sonhos” do autor Cristino Junior


justifica-se pela oportunidade de conhecer o autor a partir de sua escrita, sua visão sobre o
mundo de uma ótica poética existencial, que valoriza sua história suas raízes, sua
“humanidade. Dentro da poesia é possível refletir sobra as inquietudes da vida sobre quem é e
para onde vai

1. CRISTINO JÚNIOR: UM POETA DAS SOMBRAS, DO AMOR E DOS


SILÊNCIOS.

O autor Cristino Júnior, nascido em 1983, na cidade de São do domingos do capim, Pará -
PA, formado pela universidade estadual do Pará- UEPA, graduado e especializado em letras e
atua como professor na rede estadual de ensino e de um curso particular de redação, como
escritor teve suas primeiras publicações através da editora Folheando, quando em 2019 foi
publicado a I antologia Rio Capim, uma obra originada a partir de um encontro entre
escritores capimenses organizado pelo Movimento Cultural Capimense (MCC) que por sua
vez tem Cristino Junior como coordenador, esta obra foi escrita por 15 autores regionais e
teve uma segunda publicação em 2021 com a II antologia Rio Capim, ainda pela mesma
editora o autor publicou em 2020 o livro de poesia ternas Sombras e em 2021 o livro entre
amor e outros silêncios.

Ainda quando criança o autor teve a mão como forte influência a gostar de literatura, através
das leituras outrora infantis realizadas por ela, além do incentivo para estuda.
carregado de arte, sentimentos, uma poeticidade que refletem seu tempo, sua história que
influenciaram sua formação. mediado pela memória que atravessa sua obra, em diferentes
momentos e em variadas significações e inspirações, esta obra começou a ser escrita

2. O EXISTENCIAL NA LITERATURA

Neste tópico serão apresentados conceitos de diferentes autores sobre como o


existencialismo se apresenta na literatura. O existencialismo é uma escola filosófica que
surgiu no século XIX, como movimento intelectual se popularizou no século XX, como
resposta a contemplação da razão em detrimento da apreensão de conhecimento, e assim
como o romantismo na literatura o existencialismo para a filosofia é o reflexo da incerteza da
razão, individualidade e subjetividade. Na corrente existencialista vários autores são
apresentados com diferentes estudos que compreende este movimento como estudo da
concretude da experiência humana e entre eles Martin Heidegger, que escreveu a obra “ser e
tempo (1927).

Segundo Heidegger "Assumir relações com o mundo só é possível porque a pre-sença,


sendo-no-mundo, é como é." (1985p. 96). Heidegger, questiona o ser no mundo e considera
que apenas o “homem” é capar de fazer esse questionamento e, portanto, reflete que o ser
humano está no mundo e que sua essência é o próprio ser, por ter a possibilidade se fazer a
própria existência, que constata a autenticidade e se reconhece no mundo, legitimando a
finitude da vida e explora as perspectivas, é o que Heidegger assente como vida autêntica,
considerando que o ser humano se constrói a partir das relações humanas.
Nesse viés a literatura sempre se apresentou como movimento que abraça e colabora
com ideias resistentes que prosperam dentro das correntes de estudos, que influenciam a
escrita do “homem”, este por sua vez alimenta-se da sua natureza, do meio e da sua existência
para transmutar, mudar e enriquecer a sociedade. Assim, considerando que alguns aspectos
existencialistas transitam livremente entre a literatura e o caráter da filosofia existencial como
a subjetividade e a liberdade que estão pautadas na particularidade da existência humana que
Sartre, apresenta como o homem sendo fruto das escolhas que são feitas no cotidiano e das
ações que resultam das práticas dessas escolhas. O que torna a liberdade uma condição e não
conquista:

Com efeito, sou um existente que aprende sua liberdade através de seus atos; mas
sou também um existente cuja existência individual e única temporaliza-se como
liberdade [...] assim, minha liberdade está perpetuamente em questão em meu ser;
não se trata de uma qualidade sobreposta ou uma propriedade de minha natureza; é
bem precisamente a textura de meu ser... (SARTRE, 1998, p. 542/543).

Levando em consideração os conceitos já apresentados sobre o assunto, pode-se


também entender que a literatura está vinculada a originalidade da sociedade, não sendo
indiferente a realidade e cumpre papel de interação como instrumento de comunicação e de
transmissão de conhecimentos ao considerarmos que uma obra literária é um efeito resultante
de uma relação entre o autor e a sociedade tendo como repercussão uma reflexão realista em
que se percebe o caráter existencialista vinculado ao ato subjetivo, reflexivo do escritor, como
ser que age naturalmente de acordo com a liberdade da exploração das emoções universais
que reverbera a própria condição do homem na busca por profundidade e significação para o
fazer literário. Para Rildo Cosson, a literatura é lugar de liberdade e humanidade para “tornar
o mundo compreensível transformando sua materialidade em palavras de cores, odores,
sabores e formas intensamente humanas” (COSSON, 2006, P.17).

Vale ressaltar que o caráter existencialista pautado em como a existência humana é


validada a partir do reconhecimento do ser como responsável pelos seus atos e as
consequências que lhes são apresentadas, da sua liberdade de escolher suas ações, sabendo
que doravante os sentimentos farão parte e influenciarão as próximas decisões, que a penas o
ser humano “único, responsável e portador da liberdade de escolha”, carregará consigo a
responsabilidade de lidar e transformar suas ações que de certo estarão ligadas a materialidade
dos sentimentos evocados para compreensão da essência humana. O existencialismo evoca o
sujeito no mundo em busca de “si” mesmo, dentro da essência humana em como o “eu” se
encontra na existência que transcende o que é “ser” hoje para o que “será” amanhã, a partir da
máxima sartreana de liberdade, da angustia de se permitir refletir essa liberdade dentro da
universalidade das ações, da responsabilidade apresentada pelo tempo em ser livre pela ótica
da autenticidade do caráter humano “da” e “na” vida. De acordo com os princípios
existencialistas em que Sartre diz:

[...] o primeiro passo do existencialismo é o de pôr todo homem na posse do que ele
é, de submetê-lo à reponsabilidade total de sua existência. Assim, quando dizemos
que o homem é responsável por si mesmo, não queremos dizer que o homem é
apenas responsável pela sua estrita individualidade, mas que ele é responsável por
todos os homens. [....] Ao afirmarmos que o homem se escolhe a si mesmo,
queremos dizer que cada um de nós se escolhe, mas queremos dizer também que,
escolhendo-se ele escolhe todos os homens. (SARTRE, 1987, p. 11-12)

A partir dessa compreensão, poetas como Carlos Drumond e Fernando pessoa apresentam
em suas obras características existencialistas que transmutam ao longo do tempo e corrobora com
as questões da existência, essência, liberdade, angustia e dos sentimentos com ou sem significados
diretos com a premissa da vida autêntica. A poesia de Drumond apresenta além dos conflitos e
crises existenciais, sociais e memorialista, características comuns ao existencialismo e as
inquietudes da vida, as angustias dessas reflexões se apresentas nas obras de Drumond, na
contemporaneidade de sua escrita. Para Sartre (2012, p.21) Apud Takao (2018, p.53) a angústia é
apresentada como; “é o próprio homem” e como este não pode se desfazer dela, é obrigado a
escolher; tem a “liberdade” de escolha. A escolha, portanto, está ligada a responsabilidade, ou
seja, o fato de não escolher também é escolha (SARTRE, 2012, p.21). O existencialismo
considera que a existência humana é exclusivamente do homem, portanto a subjetividade da
liberdade traz a angustia de encarar a liberdade com equilíbrio e empenho como afirma Sartre:

O existencialista costuma declarar que o homem é angústia; isso significa o


seguinte: o homem que se engaja e que se dá conta de que ele não é apenas o que
escolhe ser, mas é também um legislador que escolhe ao mesmo tempo o que será a
humanidade inteira, não poderia furtar-se do sentimento de sua total e profunda
responsabilidade. (SARTRE, 2010, p.21)

Para Candido (2011) Apud Takao (2018, p.55) o movimento da poesia de Drummond
revela a individualidade e a pretensão existencial, além da busca do “eu” que volta a olhar
para mundo a partir da subjetividade da liberdade de explorar o que ainda não está disponível.
É a angustia dessa busca na poesia drummondiana que Candido considera:
Sentimos então um problema angustioso: se o alvo da poesia é o próprio eu, pode
esta impura matéria privada tornar-se, na sua contingência, objeto de interesse ou
contemplação, válido para os outros? A pergunta reaparece periodicamente na obra
de Drummond. Aqui, desenvolve-se do modo seguinte: o que poderia ter sido não
foi (CANDIDO, 2011, p. 73).

Assim como na obra de Drummond, a questão do existencialismo se faz presente nas


obras de Fernando pessoa, a reflexão sobre o “eu” no mundo e como ele se aplica a
significância da existência, o tempo de reconhecimento do ser para si e do ser para existir
como sujeito livre para assumir a responsabilidade da sua essência, para Heidegger, “o tempo
serve como critério para distinguir as regiões e modos de ser” (HEIDEGGER, 2002, p. 55),
sendo possível considerar a heteronímia de Pessoa, como uma experiência da própria
existência do “eu” em que a essência reflete e aflora de acordo com tempos e modos
naturalmente diferentes, mas que fazem parte da subjetividade individual das escolhas de ser
para “si” e para o outro. Para Fernando pessoa, filosoficamente é necessário reconhecer a
essência, o que há de desconhecido no que já é exteriorizado a partir da própria existência, ele
diz que: “O caminho da Filosofia não é partir do conhecido para o desconhecido, mas do
desconhecido no conhecido para o desconhecido em si mesmo” (Pessoa, 2006b, p. 20).

Sendo assim, Pessoa (2002) Apud Perez (2015, p. 8) considera a individualidade dos
sentimentos intrínsecos a essência interior evocadas a partir do tempo da existência, “Irrita-me
a felicidade de todos estes homens que não sabem que são infelizes. A sua vida humana é
cheia de tudo quanto constituiria uma série de angústias para uma sensibilidade verdadeira.
(PESSOA, pp. 196/197). É essa angustia da subjetividade da liberdade de reconhecimento
existencial, da individualidade das responsabilidades, dos sentimentos inexplicáveis que é um
caráter marcante do existencialismo que se apresenta nas obras de Fernando pessoa,
provocando a contemplação do reconhecimento do ser, quando reflete a existência humana.

Faz-se necessário, portanto, entender as percepções relacionadas ao existencialismo


em obras literárias, pois, é possível visualizar a transcendência dos conceitos filosóficos e
literários que perdura ao longo do tempo e reverbera nas grandes obras literárias. Sendo a
literatura o aspecto social da expressividade humana, que reflete a pluralidade das
experiencias, da exterioridade do “ser” diante da sua incompletude e multiplicidade, bem
como a infinita capacidade de experienciar a existência humana como única.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
É a parte final do artigo, conforme a ABNT, na qual se apresentam as conclusões
correspondentes aos objetivos e hipóteses que o trabalho se propôs. É importante que nessa
parte não sejam apresentadas ideias novas, nem deve ser feito um resumo do assunto
abordado. O propósito maior deve ser limitar-se a responder à(s) questão(ões) da pesquisa,
correspondentes aos objetivos e hipóteses e em função dos resultados apresentados e das
análises efetuadas, de maneira concisa e convincente. O autor deve, também, nessa parte,
apresentar recomendações e sugestões para trabalhos futuros. Também não deve ser
numerada.

REFERÊNCIAS (sempre em ordem alfabética)


SOBRENOME, Nome. Nome da Obra: subtítulo da obra. Cidade da Editora: Editora, Ano.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023. Informações e


documentação – Referências – Elaboração. Rio de janeiro, 2002. 24 p.

NERY, Guilherme; BRAGAGLIA. Ana Paula; CLEMENTE. Flávia; BARBOSA. Suzana.


Nem tudo que parece é: entenda o que é plágio. Instituto de Arte e Comunicação Social,
cartilha sobre plagio acadêmico, 2009.

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