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Educação Inclusiva e Deficiência Auditiva

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PAPER DE VIVÊNCIAS DO ESTÁGIO – EDUCAÇÃO INFANTIL

Autor: Emília Brito dos Santos¹


Francisca Núbia Brito Oliveira¹
Tutor externo: Raiane Cordeiro de Araújo1
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Curso: Pedagogia – (Turma FLC20965PED) – Estágio Curricular Obrigatório I
16/06/2024

RESUMO

O presente estudo realizado em pesquisas bibliográficas e alinhado a prática em sala


de aula tem como objetivo verificar a importância da metodologia educacional
inclusiva: técnicas docentes no enfrentamento da deficiência auditiva, visando a
importância do professor no desenvolvimento pessoal e cognitivo do infante no ensino
fundamental. É de suma importância destacar a relevância deste profissional, para
que, o mesmo auxilie o educando de forma correta e facilitadora para que o aluno
alcance uma melhor compreensão e assim obtenha sucesso no seu aprendizado. Faz-
se, necessário que os profissionais se revistam do melhor preparo pedagógico
possível para receber e atender um aluno com deficiência seja ela qual for.

Palavras-chave: Desenvolvimento. Deficiência Auditiva. Professor.

1 INTRODUÇÃO

Este Paper acadêmico faz uma abordagem sobre a educação inclusiva:


técnicas docentes no enfrentamento da deficiência auditiva. O objetivo de
Análise desta pesquisa é a Educação inclusiva: práticas docentes no
enfrentamento da deficiência auditiva. A relevância deste estudo se dá pela
importância na compreensão da temática no seio escolar, pois, a metodologia
educacional inclusiva vem apresentando grande destaque no que tange ao
processo amplo de participação escolar de toda a comunidade estudantil.
A deficiência auditiva requer práticas docentes específicas mediante os
empecilhos de aprendizagem e as particularidades de cada aluno.

1
Tutor Externo do Curso de Licenciatura em Pedagogia – Turma FLC20965PED; E-mail:
raianeacuneb@[Link]
A organização desse Paper acadêmico está estruturada em três
capítulos além da Introdução. No primeiro capítulo é enfatizada a
fundamentação teórica, onde abordamos o conceito de deficiência auditiva, os
seus fatores históricos, a Língua Brasileira de sinais e a importância do
educador no processo de aprendizagem do deficiente auditivo. No segundo
capítulo é compartilhada a vivência do estágio. No terceiro e último capítulo é
apresentada uma reflexão acerca das Impressões finais onde apresentamos as
considerações finais do estágio e estudo realizado.

2 FUNDAMENTAÇÃO TÉORICA

Este Paper acadêmico faz uma abordagem sobre a educação


inclusiva: técnicas docentes no enfrentamento da deficiência auditiva. A
metodologia educacional inclusiva vem apresentando grande destaque no que
tange ao processo amplo de participação escolar de toda a comunidade
estudantil. A deficiência auditiva requer práticas docentes específicas mediante
os empecilhos de aprendizagem e as particularidades de cada aluno.
Mediante o exposto, a justificativa para o desenvolvimento desta
pesquisa parte do pressuposto que é de extrema importância entender a
deficiência auditiva, para que assim possamos integrar cada vez mais o aluno
portador de necessidades especiais dentro do sistema de ensino e
aprendizagem. Serão analisados documentos e pesquisas veiculados entre
2001 a 2014, por meios de análises feitas através de livros e bibliotecas virtuais
para aprimoramento do conteúdo escrito neste projeto de estágio.
Nesse contexto, o presente trabalho acadêmico tem como objetivos
de ensino compreender a deficiência auditiva em seu processo histórico;
entender a inclusão do surdo na educação brasileira; analisar como o professor
orientador pode estar contribuindo para o desenvolvimento social e cognitivo
dos alunos com deficiência auditiva. E tem como objetivos de aprendizagem:
Possibilitar o desenvolvimento da linguagem oral, reconhecer a vogal “i”
através de músicas, jogos e brincadeiras e associar a vogal “i” a figuras de
objetos; utilizar materiais variados com possibilidades de manifestação,
explorando formas e volumes ao criar objetos tridimensionais. - Identificar
relações espaciais (dentro e fora); descrever a localização de pessoas ou
objetos no espaço segundo um dado de referência (dentro e fora); apresentar
as cores primárias (azul, amarelo e vermelho).
Faz-se necessário, inicialmente que o professor conheça o seu
educando, compreenda suas necessidades inicias, entenda a sua história e a
sua compreensão particular sobre o mundo, ou seja, parte do pressuposto
inicial de compreensão do aluno para a partir de então dar início ao seu
trabalho pedagógico com o educando.
Atualmente o número de crianças deficientes vem aumentando nas
escolas e grande parte dos educadores não sabem como se adequar as suas
necessidades. A deficiência auditiva vem se fazendo presente regularmente
nos centros escolares, e os educadores se mostram com dificuldades no
desenvolvimento de atividades que possam incluir esse público alvo no
processo de ensino/aprendizagem.
A deficiência auditiva está presente desde os primórdios da
humanidade, sendo os mesmos, pessoas que se tornam alvos de
descriminação desde o início da civilização, o que ocasiona em determinadas
vezes a retirada do convívio social, por se apresentarem com alguma
“anomalia”; sendo por este motivo descartadas para assim evitar a
“contaminação” da sociedade, já que eram consideradas pessoas doentes.
Aprofundar os estudos sobra a história do surdo dentro do processo
educacional não proporciona somente a situação para adquirir conhecimentos,
mas visa também refletir vários acontecimentos relacionados com a educação
dos deficientes auditivos em diferentes épocas. Busca-se entender qual a
prática eficaz que o professor deve aplicar para trabalhar com este aluno, e
qual o trabalho a ser feito com esse aluno tendo por base a sua história e
entendimento de mundo. Assim como, qual o nível de profissionalização que se
deve alcançar para receber esses alunos?
O ensino é a base da democracia e é considerado como a ponte
fundamental para a superação das desigualdades sociais. Entretanto é
imprescindível que os espaços destinados ao ensino alcance e chegue a todos.
Apesar de, toda importância que a educação possui na vida do indivíduo e
mesmo com todo o amparo legal que a mesma possui, muitas pessoas não
possuem as mesmas oportunidades de acesso. No meio escolar, depara-se
com “uma grande parcela da população brasileira que não possui acesso à
educação, particularmente, os portadores de necessidades especiais”.
(DUARTE; Cohen 2006).
Os deficientes auditivos são aquelas pessoas que possuem a audição
prejudicada o que ocasiona a falta de compreensão da fala através do ouvido,
com ou sem o uso do aparelho sonoro. O termo “surdo-mudo”, embora muito
utilizado cotidianamente pela sociedade é considerado inadequado. Os surdos
não falam porque não ouvem e não por apresentarem algum problema nos
órgãos fonoarticulatorios. O termo correto a ser usado é pessoa com surdez.
Conforme a Secretaria de Educação Especial, educação especial é:

(...) uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis,


etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional
especializado, disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto
a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem comum do
ensino regular
(2008, p. 15).

Percebe-se, portanto, a necessidade de se rever os significados, e


consequentemente entender como ocorre o processo de exclusão social
existente na nossa sociedade atual.
A língua brasileira de sinais é a linha de partida para a aquisição da
escrita de uma língua oral. Por meio da LIBRAS, o deficiente auditivo adquire a
língua portuguesa como se fosse estrangeiro. Oportunizar a língua de sinais ao
surdo é possibilitar aos mesmos o processamento e a produção de
conhecimentos. O português passa então a ser considerado como uma
segunda língua.
Segundo Marcia Honora (2014 p, 151), a Libras foi criada para que
pessoas com surdez pudessem, através dela formular seu desenvolvimento,
bem como, proporcionar aos seus usuários habilidades linguísticas essenciais.
Essa língua de sinais teve por base a Língua de Sinais Francesa e, assim
como, toda língua, apresenta seu regionalismo, mantendo sua legitimidade
como língua e cada país apresenta a sua.
Todos os países obtém sua própria língua de sinais, pois a mesma,
não apresenta característica universal. Atrelado a isso, vigora também a
questão do regionalismo pois cada parte do país possui uma maneira
diferenciada de comunicação, seja no Sul, no Leste ou nordeste.
Para Vygotsky (2001), a linguagem é a base governante da atividade
psíquica humana, pois serve de norte para a estruturação de processos
cognitivos. Portanto, a linguagem é adquirida na vida social do ser humano, no
contato entre o homem e a linguagem na parte integrante do indivíduo na
sociedade. Portanto, para os deficientes auditivos esse contato apresenta-se
prejudicado em virtude de a linguagem oral ser percebida pelo canal auditivo, e
este apresentar-se alterado nas pessoas surdas.
A abordagem do oralismo foi desenvolvida para que por meio dela, a
pessoa com surdez se comunique através da língua oral e assim, estabeleça
uma compreensão da comunicação pela fala. O uso dos aparelhos de
amplificação sonora e a leitura labial são os recursos mais utilizados por esta
abordagem. As comunidades dos surdos não possuem sinais que representem
conceitos e termos utilizados no meio acadêmico. Devido a isso, usa-se muita
datilologia, o alfabeto em LIBRAS.
Esta abordagem não conseguiu obter grandes resultados devido a
evidente dificuldade de a criança com surdez desenvolver a língua oral, isso
ocasionou déficits cognitivos, devido à falta de uma língua eficiente que
pudesse assim auxiliar a criança a ter raciocínio. Houve também o afastamento
afetivo com a família, pois a criança apresentava muitas dificuldades em se
comunicar com o seu seio familiar.
Segundodo (Grinspun. 2001 p, 59), a orientação educacional possuía
psicológica, com o decorrer do tempo, conforme ocorriam mudanças no
enfoque da orientação, com ênfase nos aspectos sociológicos os objetivos
deixaram de ser claros e o precisos. A orientação nos dias atuais está
mobilizada com outros fatores que não se resumem somente em cuidar e
educar os alunos.
Passou-se a exigir do educador a necessidade de que uma nova
abordagem de educação seja inserida no sistema de ensino, voltada para a
construção de um cidadão que esteja mais comprometido com a sociedade.
Pretende-se que o educador trabalhe com o aluno o seu desenvolvimento de
cidadania, a subjetividade e sua intersubjetividade, obtidas por meio do diálogo
nas relações estabelecidas.
Como afirma Nilda Teves Ferreira:
É pelo dialogo que os homens, na condição de indivíduos cidadãos,
constroem a inteligibilidade das relações sociais. Trata-se, pois, de
eliminar tudo aquilo que possa prejudicar a comunicação entre as
pessoas, pois só através dela se pode chegar a um mínimo de
consenso. (...) A cidadania aparece como o resultado da
comunicação intersubjetiva, através dos quais indivíduos livres
concordam em construir e viver numa sociedade melhor. (FERREIRA,
1993, p. 17-18).

O campo da orientação educacional é composto por muitos conceitos,


dependendo entretanto, da fundamentação que se tem a respeito nessa área
de atuação. O orientador educacional possui a função de sempre estabelecer o
‘agir educativo’, juntamente com a equipe escolar.
A família é o primeiro contato inicial que a criança possui, é
responsável, portanto, pelas primeiras informações e conhecimento de mundo
imediato. É por meio da família que a criança receberá suas primeiras
experiências e vivências de mundo. Os pais passam a ser, portanto os seus
primeiros professores e a tarefa mais importante deles é a formação do seu
caráter. Por meio de seu caráter, vida e seus métodos de convivência passam
para os filhos o tipo de sociedade que encontraram futuramente.
No momento em que a escola conhece e considera a diversidade de
seus alunos, resume de forma genuína a existência do valor máximo por todos
em respeito às diferenças, o que oportuniza a reflexão e compreensão que
estas não são obstáculos para o cumprimento da ação de educar, ao contrário,
elas possibilitam o alavancamento de ações que favorecem a inclusão,
mostrando que sem a visão negativa elas podem e devem ser fator de grande
enriquecimento.
Fundamental que a família esteja ao lado da criança durante a sua
vida escolar, seja ela portadora de deficiência ou não. Quando o infante com
deficiência auditiva entra em uma escola, ele se depara com inúmeros
desafios, no meio social e cognitivo. Segundo Delgado (2011 p, 63), os
professores são muito importantes no processo de ensino aprendizagem de
crianças especiais, visto que ensinam e realizam novas formas de
comunicação com seus alunos, com relação a sua deficiência, aumentando,
sua capacidade de interação com o meio no qual ele convive.
Segundo Sassaki:
Inclusão é o processo pelos quais os sistemas sociais comuns são
tornados adequados para toda adversidade humana – composta por
etnia, raça, língua, nacionalidade, gênero, orientação sexual,
deficiência e outros atributos, com a participação das próprias
pessoas na formulação e execução dessas adequações.

Para que o aluno possa realizar as atividades propostas pelo


educador, é imprescindível que hajam modificações nas propostas
pedagógicas, porém tal intervenção resulta em uma facilitação da atividade.
Não é, portanto, o caminho mais adequado a se seguir, não é preciso
especificamente que ocorra uma facilidade na execução da atividade desse
aluno, mas a atividade em sua essência, precisa ter um recorte que caiba a
qualquer um dos alunos a sua resolução, contemplando, inclusive as
necessidades educacionais especiais dos que dela necessitam.
O processo histórico da educação dos surdos foi imprescindível para
a evolução da Língua Brasileira de Sinais e do desenvolvimento dos alunos
deficientes auditivos, onde no início da história, os surdos não eram
reconhecidos como seres com capacidade de desenvolvimento, onde os
mesmos eram tratados como retardados mentais pelo simples fato de não
conseguirem se comunicar pela forma oral.

3 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO

O estágio Curricular Obrigatório I, foi realizado na Unidade escolar


Domingos de Oliveira, foram desenvolvidos 5 planos de aulas. A proposta
inicial foi conhecer a vogal ‘i’ através da disciplina: Escuta, fala, pensamento e
imaginação. O objetivo de aprendizagem em questão foi possibilitar o
desenvolvimento da linguagem oral, reconhecer a vogal i por meio de músicas,
jogos e brincadeiras.

Damos sequência ao segundo plano de aula, apresentando as formas


geométricas dentro da disciplina Traços, sons, cores e formas. No terceiro
plano seguimos introduzindo na prática as posições dos objetos na prática,
dentro e fora do espaço. Possibilitando a criança identificar relações espaciais,
descrever a localização das pessoas ou objetos no espaço segundo um dado
ponto de referência.
Por fim, nos planos de aulas de número 4 e 5 apresentamos as cores
primárias e os sons do corpo, objetos e da natureza com o objetivo de facilitar a
comunicação através dos desenhos e criar sons com materiais, objetos e
instrumentos que fazem parte do nosso cotidiano.

Por meio do uso de recursos como Vídeos musicais, papel EVA,


brinquedos com as formas geométricas, livros, bambolê, caixa de brinquedos,
giz branco, atividades impressas, tinta guache, Garrafas, sucatas, caixas,
pedras, madeiras, latas e etc, percebemos que para o infante a utilização de
tais matérias possibilita o maior interesse do mesmo e um maior entendimento
do conteúdo abordado, visto que por meio de tais recursos podemos facilitar a
solidificação do aprendizado.
É fundamental, que o professor esteja sempre em constante
aprendizado, visto que, a cada dia se faz necessário que ocorram modificações
dentro das propostas pedagógicas, de forma que nesse recorte caibam
qualquer um dos alunos, sendo eles especiais ou não, a sua resolução na
atividade apresentada.
A senhora Giovanna Rodriguês de Carvalho é diretora da Instituição e
a Senhora Fabricia Sampaio de Oliveira ocupa o cargo de Coordenadora
pedagógica. A Instituição de ensino referida possui funcionamento nos turnos
da manhã, tarde e noite, pela manhã atende do infantil 1 ao 3ª ano; turno tarde
do 4ª ao 9ª ano e tuno noite atende (EJA) => 1ª, 2ª, 3ª e 4ª etapa. A entrada
tem início ás 07:00hs manhã e saída às 11:00, tarde entrada às 13hs e saídas
as 17hs, noite; entradas as 18:30 e saída as 22hs. A Infraestrutura é composta
por 6 salas de aula, 2 salas de leitura, 1 sala de apoio pedagógico, 2 banheiros
e 1 sala designada para a direção escolar.
Imagem 1:
Imagem 2:

4 IMPRESSÕES DO ESTÁGIO (CONSIDERAÇÕES FINAIS)

O estágio vivenciado nos permitiu ter conhecimento prático de


aprendizagem enquanto educador, uma vez que estando a frente, nos
possibilitou identificar quais as metodologias mais eficazes, qual melhor
caminho para chegarmos aos objetivos propostos e como a criança reagiu a
essa metodologia de ensino aplicada.

Conhecer a turma e os alunos, nos permitiu identificar suas


particularidades no caminho da aprendizagem, o que nos possibilitou fazer uma
adequação da forma como o ensino seria realizado, tendo em vista que o mais
importante é que as atividades propostas fossem realizados por todos os
alunos e que assim todos tirassem proveito do ensino.
A pesquisa bibliográfica antes realizada, nos permitiu refletir sobre a
importância do professor buscar estar sempre atualizado e olhar para cada
aluno com atenção, visto que, cotidianamente muitos desafios são
apresentados dentro do contexto escolar e que é preciso ter uma visão mais
ampla e aguçada sobre as particularidades de cada aluno pois o contexto
familiar e social contribuem significativamente na vida da criança e possui
muita influência no desempenho acadêmico do infante.
Com isso, percebe-se, a necessidade de uma formação continuada
do professor e o alinhamento da família e escola frente ao mesmo objetivo, que
é proporcionar o melhor ensino e aprendizagem docente, assim como, preparar
o aluno para a vivência na sociedade e no mundo. A sociedade vive em um
processo de constante mudança e desenvolvimento, a cada dia movas
tecnologias vão sendo criadas, e a medida que isso acontece, novas
oportunidades nascem e a escola cabe o papel de preparar o aluno para a
vida, com isso, é importante que os profissionais da educação se
comprometam a promover uma aprendizagem de qualidade, e permaneçam
em constante reflexão sobre suas práticas de ensino
Com isso, a contribuição primordial do trabalho realizado, foi enfatizar
a importância da família e da escola no processo de ensino e aprendizagem do
aluno surdo, e sendo assim, é preciso articular conhecimentos, oportunizar
aspectos sociais, promovendo discussões nos espaços escolares e no âmbito
familiar, com o objetivo de desenvolver de forma necessária e correta o
aprendizado deste aluno e promover e auxiliar o desenvolvimento pessoal e
social da criança com surdez.
REFERÊNCIAS

BRASIL. CONSTITUIÇÃO (1988). CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA


DO BRASIL. BRASÍLIA, DF, SENADO, 1988.

BRASIL, LEI N.º 10.845/2004. DISPONÍVEL EM: <HTTP://


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DUARTE, Cristiane Rose de Siqueira; Cohen, r. Proposta de Metodologia de


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FERREIRA, Nilda Teves. Uma questão para a educação. Nova Fronteira; 5ª edição
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GRINSPUN (ORG.), MIRIAM P.S ZIPPIN. A prática dos Orientadores


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