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Política de PI Embrapa

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MANUAL DE NORMAS DA EMBRAPA

TÍTULO: POLÍTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA


XXX.XXX.XXX.XXX
EMBRAPA

Sumário

Capítulo I – Disposições Preliminares

1. Objetivo

2. Palavras-Chave

3. Campo de aplicação

4. Referências

5. Siglas e abreviaturas

6. Definições

Capítulo II – Disposições Normativas

7. Premissas

8. Diretrizes

9. Disposições Finais e Transitórias

PALAVRAS-CHAVE: REVISÃO SEÇÃO DO MANUAL ELABORAÇÃO

PROPRIEDADE INTELECTUAL, SIN


PROPRIEDADE INDUSTRIAL,
TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA,
PARCERIAS, INOVAÇÃO, NEGÓCIOS,
PD&I

VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO DATA ASSINATURA/RUBRICA PÁGINA

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Ano XXXI - BCA Nº XX, de XX.XX.2018

Proposta Política de Propriedade Intelectual (2735332) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 1


MANUAL DE NORMAS DA EMBRAPA

TÍTULO: POLÍTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA


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EMBRAPA

Capítulo I - Disposições Preliminares

1. Objetivo

A Política de Propriedade Intelectual da Embrapa tem por objetivo definir


premissas e diretrizes que disciplinem a produção intelectual, tanto no âmbito interno
quanto na sua interface com o ambiente externo, visando à inserção competitiva da
Embrapa no ambiente de inovação, e sua missão institucional em benefício da
sociedade brasileira.

2. Palavras-Chave
Propriedade intelectual, propriedade industrial, transferência de tecnologia,
parcerias, inovação, negócios, PD&I.

3. Campo de aplicação

Esta Política se aplica a todas as Unidades da Embrapa, bem como às demais


entidades e pessoas sob a administração e responsabilidade direta da Embrapa, no
país ou no exterior, orientando a relação desta Empresa com seus parceiros, no que
se refere à gestão da propriedade intelectual.

4. Referências

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil.


- BRASIL. Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, que dispõe sobre as relações
entre as instituições federais de ensino superior e de pesquisa científica e
tecnológica e as fundações de apoio e dá outras providências.
- BRASIL. Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996, que regula direitos e obrigações
relativos à propriedade industrial.
- BRASIL. Lei nº 9.456, de 25 de abril de 1997, que institui a Lei de Proteção de
Cultivares e dá outras providências.
- BRASIL. Lei Nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre a proteção da
propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País, e
dá outras providências.
- BRASIL. Lei Nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida
a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.

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XXX.XXX.XXX.XXX
EMBRAPA

- BRASIL. Lei nº 10.973, de 02 de dezembro de 2004, que dispõe sobre incentivos à


inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras
providências.
- BRASIL. Lei nº 11.484, de 31 de maio de 2007, que dispõe sobre os incentivos às
indústrias de equipamentos para TV Digital e de componentes eletrônicos
semicondutores e sobre a proteção à propriedade intelectual das topografias de
circuitos integrados, instituindo o Programa de Apoio ao Desenvolvimento
Tecnológico da Indústria de Semicondutores – PADIS e o Programa de Apoio ao
Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV Digital –
PATVD; altera a Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993; e revoga o art. 26 da Lei no
11.196, de 21 de novembro de 2005.
- BRASIL. Lei nº 13.019, de 31 de julho de 2014, que estabelece o regime jurídico
das parcerias voluntárias, envolvendo ou não transferências de recursos financeiros,
entre a administração pública e as organizações da sociedade civil, em regime de
mútua cooperação, para a consecução de finalidades de interesse público; define
diretrizes para a política de fomento e de colaboração com organizações da
sociedade civil; institui o termo de colaboração e o termo de fomento; e altera as
Leis nºs 8.429, de 2 de junho de 1992, e 9.790, de 23 de março de 1999.
- BRASIL. Lei nº 13.123, de 20 de maio de 2015, que regulamenta o inciso II do § 1o
e o § 4º do art. 225 da Constituição Federal, o Artigo 1, a alínea j do Artigo 8, a
alínea c do Artigo 10, o Artigo 15 e os §§ 3º e 4º do Artigo 16 da Convenção sobre
Diversidade Biológica, promulgada pelo Decreto nº 2.519, de 16 de março de 1998;
dispõe sobre o acesso ao patrimônio genético, sobre a proteção e o acesso ao
conhecimento tradicional associado e sobre a repartição de benefícios para
conservação e uso sustentável da biodiversidade; revoga a Medida Provisória nº
2.186-16, de 23 de agosto de 2001; e dá outras providências.
- BRASIL. Lei nº 13.243, de 11 de janeiro de 2016, que dispõe sobre estímulos ao
desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à
inovação e altera a Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004, a Lei nº 6.815, de 19
de agosto de 1980, a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, a Lei nº 12.462, de 4 de
agosto de 2011, a Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, a Lei nº 8.958, de 20 de
dezembro de 1994, a Lei nº 8.010, de 29 de março de 1990, a Lei nº 8.032, de 12 de
abril de 1990, e a Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012, nos termos da
Emenda Constitucional nº 85, de 26 de fevereiro de 2015.
- BRASIL. Lei nº 13.303, de 30 de junho de 2016. Que dispõe sobre o estatuto
jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas
subsidiárias, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios..

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- BRASIL. Decreto nº 7.423, de 31 de dezembro de 2010, que regulamenta a Lei nº


8.958, de 20 de dezembro de 1994, que dispõe sobre as relações entre as
instituições federais de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica e as
fundações de apoio, e revoga o Decreto nº 5.205, de 14 de setembro de 2004.
- BRASIL. Decreto nº 8.945, de 27 de dezembro de 2016.
- BRASIL. Decreto nº 9.283, de 07 de fevereiro de 2018.
- EMBRAPA. Resolução Normativa nº 9, de 13 de abril de 2006. Elaboração de
Normas da Embrapa.

5. Siglas e abreviaturas

NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica


PD&I - Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação
ICT – Instituição de Ciência e Tecnologia

6. Definições
Para efeito desta Política são adotadas as seguintes definições:

6.1 Aliança Estratégica


União de esforços entre a Embrapa e uma ou mais instituições parceiras, públicas
ou privadas, nacionais ou internacionais, com o objetivo de desenvolver mecanismos
e modelos inovadores de interação e associação, de modo a facilitar processos de
compartilhamento de recursos e competências com parceiros estratégicos, visando
o fortalecimento da missão institucional da Embrapa nas atividades de pesquisa,
desenvolvimento e inovação.

6.2 Ativos de Inovação


Produtos, processos, tecnologias, conhecimentos, know-how, componentes pré-
tecnológicos e tecnológicos obtidos, gerados ou desenvolvidos pela Embrapa,
isoladamente ou em conjunto com terceiros.

6.2.1 Ativos de Propriedade Intelectual


Pedidos de patente, patentes, pedidos de registro de marcas, marcas registradas,
pedidos de registro de desenhos industriais, desenhos industriais, segredo industrial,
programas de computador e ou eventuais pedidos de registro, pedidos de proteção
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de cultivares e ou cultivares protegidas, direitos autorais, cujos direitos sobre a


proteção definida ou sob análise seja de titularidade da Embrapa, isoladamente ou
em conjunto com terceiros.

6.3 Contrapartida Não Financeira


Recursos materiais (horas máquinas, instalações já existentes) e recursos
humanos (horas técnicas), vinculados e utilizados diretamente na execução do
projeto.

6.4 Contrapartida Financeira


Investimentos e despesas financeiras realizados diretamente na execução do
projeto, para aquisição de matéria prima, equipamentos, contratação de terceiros,
softwares, despesas de viagens, despesas com locomoção e construções físicas
específicas.

6.5 Criação
Invenção, modelo de utilidade, desenho industrial, programa de computador,
topografia de circuito integrado, nova cultivar ou cultivar essencialmente derivada ou
qualquer outro desenvolvimento tecnológico que acarrete ou possa acarretar o
surgimento de novo produto, processo ou aperfeiçoamento incremental, obtida por
um ou mais criadores.

6.6 Criador
Pessoa física que seja inventora, obtentora ou autora da criação.

6.7 Gestão da Propriedade Intelectual


Processo que compreende o planejamento, a proteção, o acompanhamento e
manutenção dos Ativos de Propriedade Intelectual. É tratado de forma sistêmica,
englobando estratégia, recursos, governança, modelos organizacionais, processos e
ferramentas voltadas para a proteção do negócio, de modo a gerar vantagem
competitiva para as Criações da Embrapa.

6.8 Governança da Propriedade Intelectual


Sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas,
compreendendo os mecanismos de liderança, estratégia e controle que deverão ser

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postos em prática para avaliar, direcionar e monitorar a atuação da gestão da


Propriedade Intelectual.

6.9 Inovação
Introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo e social que
resulte em novos produtos, serviços ou processos ou que compreenda a agregação
de novas funcionalidades ou características a produto, serviço ou processo já
existente que possa resultar em melhorias e em efetivo ganho de qualidade ou
desempenho.

6.10 Licenciamento
Permissão para produzir, utilizar, modificar, vender ou explorar um determinado
conhecimento ou tecnologia ou patente, de acordo com determinadas condições
regidas por contrato de licenciamento.

6.11 Mercado
Público potencial que compartilha de uma necessidade do setor produtivo, com
interesse comercial ou não.

6.12 Núcleo de Inovação Tecnológica


Estrutura instituída por uma ou mais ICTs, com ou sem personalidade jurídica
própria, que tenha por finalidade a gestão de política institucional de inovação e por
competências mínimas as atribuições previstas na Lei nº 10.973, de 2004. O NIT é a
Unidade Gestora da Política de Propriedade Intelectual da Embrapa.

6.13 Propriedade Intelectual


Soma dos direitos relativos às obras literárias, artísticas e cientificas, às
interpretações dos artistas intérpretes e às execuções dos artistas executantes, aos
fonogramas e às emissões de radiodifusão, às invenções em todos os domínios da
atividade humana, às descobertas científicas, aos desenhos e modelos industriais,
às marcas industriais, comerciais e de serviço, proteção de cultivares, bem como às
firmas comerciais e denominações comerciais, à proteção contra a concorrência
desleal e todos os outros direitos inerentes à atividade intelectual nos domínios
industrial, científico, literário e artístico.

6.14 Prospecção Tecnológica e Mercadológica

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Processo sistemático e multidisciplinar de análise do futuro da ciência, da


tecnologia, da economia e do mercado, subsidiado por elementos, dados e fatos
disponíveis no presente (momento da análise), com o propósito de subsidiar o
planejamento estratégico, a elaboração e execução de novos projetos de PD&I.

6.15 Política de Inovação


Documento normativo interno dispondo sobre a organização e a gestão dos
processos que orientam a geração de inovação e a transferência de tecnologia no
ambiente produtivo e/ou social.

6.16 Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação


Pesquisa e desenvolvimento consistem no trabalho criativo e empreendido em
base sistemática com vistas a aumentar o estoque de conhecimento, incluindo o
conhecimento do homem, da cultura e da sociedade, e ao uso desse estoque para
perscrutar novas aplicações. A inovação consiste na introdução de novidade ou
aperfeiçoamento no ambiente produtivo e social que resulte em novos produtos,
serviços e processos, ou compreenda a agregação de novas funcionalidades ou
características a produto, serviço ou processo já existente que possa resultar em
melhorias e em efetivo ganho de qualidade ou desempenho.

6.17 Risco
A possibilidade de que algum acontecimento previsível e desfavorável venha a
ocorrer. O risco pode ser classificado quanto a sua origem (interna ou externa),
quanto a sua natureza (estratégicos, operacionais e financeiros) e quanto a sua
tipologia (tecnológico, ambiental, imagem, conformidade).

6.18 Segredo Industrial


Ativo de inovação ou conhecimento que não foi objeto de proteção intelectual e
que acumule as seguintes características: sigiloso, não óbvio e de valor comercial.

6.19 Spin-off
Empresa derivada de outra, uma companhia independente que nasceu dentro de
outra pessoa jurídica.

6.20 Start-up
Empresa recém criada ainda em fase de desenvolvimento que é normalmente de
base tecnológica.

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6.21 Titularidade
Condição outorgada à pessoa física ou jurídica em razão do direito dela sobre um
determinado ativo de inovação. A co-titularidade é a propriedade exercida por mais
de um titular cujos direitos e deveres são definidos em instrumentos jurídicos
próprios.

6.22 Transferência de tecnologia


Processo de transferência de conhecimento técnico ou científico envolvendo
habilidades, conhecimentos, tecnologias, métodos de manufatura, tipos de
manufatura e outras facilidades.

Capítulo II - Disposições Normativas

7. Premissas
7.1. A Política de Propriedade Intelectual da Embrapa está fundamentada nas
seguintes premissas:

a) Alinhamento às legislações nacionais relacionadas à propriedade


intelectual;
b) Alinhamento à Política de Inovação da Embrapa; Política de Transações
com Partes Relacionadas e Bolsa de Estímulo à Inovação.
c) Transversalidade do processo de proteção intelectual dos ativos de
inovação nas ações de prospecção tecnológica e mercadológica,
elaboração de projetos, qualificação, negociação, incluindo os
subprocessos do Macroprocesso de Inovação;
d) Promoção da proteção intelectual de ativos de inovação da Empresa, de
forma estratégica, visando ao aumento da competitividade da Embrapa e
seu posicionamento no mercado, bem como o atendimento das
necessidades do setor produtivo, em benefício da sociedade brasileira e do
desenvolvimento do País;
e) Estabelecimento de critérios para subsidiar a tomada de decisão sobre a
conveniência e oportunidade da proteção, tendo como foco a inserção dos
ativos de propriedade intelectual no ambiente de inovação;
f) Gestão integrada do processo de proteção intelectual visando otimizar a
relação custo-benefício, captura de valor e geração de impactos;

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g) Assegurar o direito de propriedade intelectual do ativo de inovação a fim de


contribuir para sua inserção no mercado e evitar a apropriação indevida por
terceiros;
h) Celeridade do processo de proteção intelectual no âmbito institucional,
reduzindo riscos;
i) Promover uma gestão eficaz, eficiente e efetiva do processo de proteção
dos ativos de propriedade intelectual;
j) Uso dos direitos de propriedade intelectual, sem prejuízo de sua missão
social, visando à transferência ou o licenciamento de tecnologias, processos
e produtos passíveis de proteção.

8. Diretrizes

Observadas as Premissas estabelecidas nesta Política, as Diretrizes formuladas


nortearão as estratégias, o posicionamento e a atuação da Embrapa em
Propriedade Intelectual.

8.1. Diretriz 1: Promover a excelência na governança e na gestão da


propriedade intelectual na Embrapa

8.1.1. Esta Diretriz pressupõe o fortalecimento da governança corporativa voltada


para a propriedade intelectual.
8.1.2. Com base nesta Diretriz, caberá à Embrapa:

a) Formular estratégias de proteção intelectual fundamentadas em critérios e


análises técnicas, bem como em tendências de mercado, para fundamentar
o processo de tomada de decisão sobre a conveniência e oportunidade da
proteção dos ativos de inovação antes do seu lançamento e
comercialização;
b) Institucionalizar conceitos, processos e normativos para o planejamento,
tramitação, efetivação e manutenção da proteção intelectual dos ativos de
propriedade intelectual;
c) Ampliar a capacidade, agilidade e flexibilidade da Embrapa na execução do
processo de gestão da propriedade intelectual;

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d) Efetuar a implementação e a revisão contínua da Política de Propriedade


Intelectual e dos normativos associados;

e) Verificar o cumprimento dos requisitos indispensáveis para a obtenção da


proteção dos ativos de inovação, a fim de otimizar a capacidade da
Empresa de usufruir os direitos de propriedade intelectual.

8.2. Diretriz 2: Aprimorar o processo de proteção da propriedade intelectual:

8.2.1. Esta diretriz visa estimular a capacitação continuada para a formação de


competências e o estabelecimento de boas práticas para fortalecer o processo de
proteção intelectual da Embrapa.

8.2.2. Com base nesta Diretriz, caberá à Embrapa:


a) Adequar, fortalecer estruturas internas e definir, em normativos, as
atribuições e responsabilidades inerentes ao processo de propriedade
intelectual;

b) Promover a capacitação continuada dos empregados em temas


relacionados à propriedade intelectual visando aumentar a efetividade e
celeridade do processo de proteção;

c) Instituir a participação das Unidades Descentralizadas no processo


decisório sobre a proteção dos ativos de inovação;

d) Estimular a interação e o engajamento dos setores de PD&I da empresa


visando o desenvolvimento e a troca de boas práticas relacionadas à
propriedade intelectual;

e) Elaborar, identificar e aplicar as boas práticas relacionadas à propriedade


intelectual no ambiente interno da Empresa;

8.3. Diretriz 3: Utilizar o sistema de proteção intelectual como forma


estratégica para ampliar a participação e o protagonismo da Embrapa no
mercado de inovação

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8.3.1. Esta Diretriz pressupõe a integração entre as estratégias de proteção


intelectual de ativos e de posicionamento no mercado de inovação.

8.3.2. Com base nesta Diretriz, caberá à Embrapa:

a) Estabelecer estratégia de proteção intelectual dos ativos de inovação,


baseando-se em estudos de prospecção tecnológica e mercadológica, desde
a ideação de projetos de pesquisa e desenvolvimento de ativos até a inserção
no mercado;

b) Incentivar parcerias estratégicas para desenvolvimento, proteção,


manutenção e exploração de ativos de propriedade intelectual;

c) Utilizar a proteção intelectual de forma estratégica a fim de estimular alianças


para a criação de start-ups, spin-offs e novas empresas.

d) Estabelecer estratégias e mecanismos para a participação de terceiros tanto


no desenvolvimento quanto na exploração comercial dos ativos de inovação.

e) Incentivar a participação em programas, redes e fóruns estratégicos


relacionados à propriedade intelectual nos ambientes de inovação.

8.4. Diretriz 4: Compartilhar os riscos e os benefícios da proteção dos ativos

8.4.1. Esta Diretriz pressupõe a atuação estratégica, dinâmica e contínua, a fim de


contemplar as incertezas e mitigar os riscos associados ao processo de proteção
dos ativos de inovação.

8.4.2. Com base nesta Diretriz, a Embrapa poderá, de acordo com seus interesses:

a) Estabelecer estratégias para o uso eficiente dos recursos financeiros


destinados à proteção intelectual dos ativos;
b) Estabelecer estratégias para o uso eficiente de recursos humanos atuantes
na área de propriedade intelectual;
c) Estabelecer os direitos e as condições da exploração de direitos de
propriedade intelectual da Embrapa, em conformidade com o que

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dispuserem as normas da instituição e os instrumentos contratuais


firmados.

d) Considerar no estabelecimento dos instrumentos contratuais de exploração


de direitos de propriedade intelectual, o montante existente no início da
parceria, referente ao valor agregado do conhecimento, aos recursos
financeiros, humanos, materiais e/ou de infraestrutura empregados pelas
partes.

e) Ceder direitos de propriedade intelectual aos respectivos criadores e ou


terceiros, total ou parcialmente, gratuita ou onerosamente.
f) Compartilhar, nos termos da lei, os ganhos dos direitos de propriedade
intelectual com os respectivos criadores da Embrapa.

9. Disposições Finais e Transitórias

9.1. Os serviços de requerimento, acompanhamento e manutenção de patentes,


programas de computador, marcas e proteção de cultivares poderão ser contratados
sob a supervisão do NIT quando autorizado pela Diretoria Executiva.

9.2. As ações decorrentes das diretrizes previstas nesta Política que não se
encontram regulamentadas no âmbito interno da Embrapa somente poderão ser
executadas após a edição de normas específicas ou mediante decisão da Diretoria
Executiva.

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TÍTULO: Processo de proteção intelectual na Embrapa XXX.XXX.XXX.XXX

Sumário

1. Objetivo

2. Campo de aplicação

3. Referências

4. Definições

5. Siglas e abreviaturas

6. Competências

7. Procedimentos Gerais

8. Disposições Gerais

PALAVRAS-CHAVE REVISÃO SEÇÃO DO MANUAL ELABORAÇÃO


PROPRIEDADE SIN
INTELECTUAL,PROPRIEDADE
INDUSTRIAL, ATIVOS DE INOVAÇÃO

VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO DATA ASSINATURA/RUBRICA PÁGINA

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Processo de proteção intelectual na Embrapa XXX.XXX.XXX.XXX

1. Objetivo
A presente norma padroniza, define e estabelece regras, recomendações e
procedimentos operacionais para implantação da Política de Propriedade Intelectual da
Embrapa, com vistas a assegurar a uniformidade da aplicação dos mecanismos e
procedimentos que disciplinem as ações relativas à proteção intelectual de ativos de
inovação.

2. Campo de aplicação
Esta Norma se aplica a todas as Unidades Centrais e Descentralizadas da Embrapa.

3. Referências
- Política de Inovação da Embrapa. Norma Nº 037.005.001.012.
- Política de Propriedade Intelectual (número a ser informado quando da publicação).
- Proteção no Exterior e Manutenção de Ativos de Propriedade Intelectual da Embrapa.
Norma Nº 037.013.002.002.

4. Definições
Para efeito desta Norma, são adotadas as seguintes definições:

4.1 Criador
Pessoa física que seja inventora, obtentora ou autora da criação.

4.2 Cultivar
Variedade de qualquer gênero ou espécie vegetal superior que seja claramente
distinguível de outras cultivares conhecidas por margem mínima de descritores, por sua
denominação própria, que seja homogênea e estável quanto aos descritores através de
gerações sucessivas e seja de espécie passível de uso pelo complexo agroflorestal,
descrita em publicação especializada disponível e acessível ao público, bem como a
linhagem componente de híbridos;

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Processo de proteção intelectual na Embrapa XXX.XXX.XXX.XXX

4.3 Desenho Industrial:


Forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e
cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual
novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de
fabricação industrial.

4.4 Direito de autor


Conjunto de prerrogativas conferidas por lei à pessoa física ou jurídica criadora
da obra intelectual, para que ela possa usufruir de quaisquer benefícios morais
e patrimoniais resultantes da exploração de suas criaçõesForma plástica
ornamental de um objeto ou o conjunto.

4.5 Indicação Geográfica


Ativo de propriedade industrial usado para identificar a origem de um
determinado produto ou serviço, quando o local tenha se tornado conhecido, ou
quando certa característica ou qualidade desse produto ou serviço se deva à
sua origem geográfica.

4.6 Marca
Sinal distintivo cujas funções principais são identificar a origem e distinguir
produtos ou serviços de outros idênticos, semelhantes ou afins de origem
diversa.

4.7 Mercado
Público potencial que compartilha de uma necessidade do setor produtivo, com
interesse comercial ou não.

4.8 Patente
Título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade,
outorgado pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou
jurídicas detentoras de direitos sobre a criação. Com este direito, o inventor ou o
detentor da patente tem o direito de impedir terceiros, sem o seu consentimento,
de produzir, usar, colocar a venda, vender ou importar produto objeto de sua
patente e/ ou processo ou produto obtido diretamente por processo por ele
patenteado. Em contrapartida, o inventor se obriga a revelar detalhadamente
todo o conteúdo técnico da matéria protegida pela patente.

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4.9 Patent Cooperation Treaty - PCT – Tratado de Cooperação em Matéria de


Patentes
Tratado internacional administrado pela Organização Mundial da Propriedade
Intelectual (OMPI) que permite solicitar a proteção de uma invenção através de
patente simultaneamente num grande número de países signatários,
depositando um único pedido de patente em vez de depositar vários pedidos
nacionais ou regionais separados. Os organismos nacionais ou regionais
administradores de patentes continuam a ser responsáveis pela concessão das
patentes na chamada “fase nacional”.

4.10 Programa de Computador


Conjunto de instruções ou declarações, escritas em linguagem própria, a serem
usadas direta ou indiretamente por um computador, a fim de obter determinado
resultado.

4.11 Segredo Industrial


Ativo de inovação ou conhecimento que não foi objeto de proteção intelectual e
que acumule as seguintes características: sigiloso, não óbvio e de valor
comercial.

5. Siglas e abreviaturas
CLP - Comitê Local de Publicação
CLPI - Comitê Local de Propriedade Intelectual
CTI - Comitê Técnico Interno
NIT - Núcleo de Inovação Tecnológica
PCT - Patent Cooperation Treaty
PD&I - Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
SIN - Secretaria de Inovação e Negócios
UCs - Unidades Centrais
UDs - Unidades Descentralizadas

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6. Responsabilidades

6.1 - Núcleo de Inovação Tecnológica


O Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Embrapa, que consiste na Secretaria
de Inovação e Negócios, é o gestor da Propriedade Intelectual da Instituição e
conta com o apoio dos Comitês Locais de Propriedade Intelectual das Unidades
para assegurar a aplicação e o cumprimento da Política de Propriedade
Intelectual e demais normativos associados.

6.1.1 - Compete ao NIT da Embrapa:


a) Elaborar normas orientadoras que disponham os requisitos administrativos,
internos e externos, indispensáveis à efetivação e manutenção da proteção da
propriedade intelectual;
b) Deliberar sobre o depósito de pedidos de proteção de ativos no Brasil;
c) Subsidiar o processo de depósito e manutenção de pedidos de proteção de
ativos no exterior conforme Norma de Proteção e Manutenção de Ativos no
Exterior (037.013.002.002).
d) Realizar ações para efetivação e manutenção da proteção intelectual de ativos
de inovação resultantes das atividades de pesquisa da Empresa;
e) Definir e divulgar critérios para submissão de solicitação de proteção intelectual
de ativos de inovação e priorização das análises;
f) Deliberar sobre quais solicitações que envolvam ativos de inovação gerados pela
atividade de pesquisa da Embrapa, isoladamente ou em parceria, serão objeto
de pedido de proteção, levando em consideração a conveniência, oportunidade e
viabilidade da proteção e sua manutenção, bem como a expectativa de retorno e
adoção;
g) Realizar ações para o fornecimento da documentação necessária para proteção
de ativos desenvolvidos em parceria, quando conduzidos por terceiros;
h) Subsidiar a Diretoria Executiva sobre processos que envolvam a manutenção ou
desistência de ativos de propriedade intelectual gerados pela atividade de
pesquisa da Embrapa, isoladamente ou em parceria.

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6.2 – Compete ao Criador


a) Manter sigilo sobre informações de ativos com potencial de proteção intelectual
conforme interesse da Embrapa, desenvolvidos com seu envolvimento, até a
data do depósito do pedido no órgão responsável, salvo se houver indeferimento
da proteção emitido pelo CLPI.

a.1) Para segredo industrial o sigilo deverá ser mantido enquanto o ativo for
considerado estratégico pela Chefia da Unidade.

b) Realizar, com o apoio da área de transferência de tecnologia da Unidade


Descentralizada, as buscas de anterioridades em bases de informações
tecnológicas, incluindo bases de patente, para embasar e subsidiar a proposição
dos resultados dos projetos de pesquisa, em especial, os relacionados aos ativos
tecnológicos.
c) Realizar, em conjunto com a área de transferência de tecnologia da Unidade
Descentralizada a formalização das parcerias envolvidas na geração dos ativos
de inovação.
d) Fornecer as informações técnicas e administrativas, necessárias ao processo
de proteção, solicitadas pelo CLPI.

6.3 – Compete ao Comitê Técnico Interno

a) Orientar a equipe de PD&I quanto aos aspectos necessários à proteção de ativos


de inovação (especialmente em relação à necessidade de sigilo e formalização
de parcerias), desde a elaboração do projeto até o alcance do resultado final
previsto.
b) Acompanhar o desenvolvimento e a geração de ativos resultantes dos projetos
de pesquisa e validar o coeficiente técnico em relação ao coeficiente de
referência atribuído pela equipe de PD&I na proposição do projeto.
c) Manter a área de TT e o CLPI informados sobre o andamento do processo de
qualificação o status do processo de qualificação dos ativos pré-tecnológicos e
tecnológicos.

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d) Emitir parecer quanto às questões técnico-científicas e regularidade jurídica do


ativo com potencial de proteção, relacionadas a biossegurança, agrotóxicos,
acesso ao patrimônio genético e conhecimento tradicional associado, pesquisa
com animais, dentre outros marcos regulatórios vigentes.
e) Zelar pela regularidade jurídica quanto aos marcos regulatórios aplicáveis às
atividades de PD&I e quanto ao envolvimento de terceiros durante o
desenvolvimento do ativo.

6.4 – Compete à Chefia de Transferência de Tecnologia da UD:


a) Realizar a análise de mercado considerando os elementos abordados no
processo de qualificação dos ativos e realizar análise de privilegiabilidade para
subsidiar a decisão do CLPI.
b) Elaborar parecer técnico contendo a análise de privilegiabilidade, de mercado, e
da regularização da parceria, conforme orientações do NIT, para
encaminhamento ao CLPI dos ativos com potencial de proteção.
c) Orientar a formalização de instrumentos jurídicos das parcerias de PD&I
observando os aspectos de propriedade intelectual.
d) Elaborar a minuta dos pedidos de depósito de patentes deferidos pelo CLPI.

6.5 – Comitê Local de Propriedade Intelectual


O Comitê Local de Propriedade Intelectual, representado por empregados da
Embrapa indicados e nomeados pela Chefia Geral da Unidade Descentralizada,
é a instância encarregada de coordenar os processos relativos à propriedade
intelectual no âmbito das Unidades Descentralizadas.

6.5.1 - Compete ao CLPI:


a) Apoiar a área de PD&I provendo suporte aos projetos de pesquisa, desde sua
concepção ao produto final, quando estes envolverem o desenvolvimento de
ativos de inovação com potencial para proteção.
b) Deliberar sobre quais solicitações, que envolvam ativos de inovação gerados
pelas atividades de pesquisa, isoladamente ou em parceria, serão objeto de
submissão de pedido de proteção para análise do NIT;

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c) Indicar o tipo de proteção ou registro mais adequado aos ativos de inovação que
serão submetidos à análise de proteção intelectual pelo NIT;
d) Verificar o cumprimento dos requisitos administrativos internos e externos
indispensáveis à submissão da proteção antes de encaminhar o assunto à
análise e decisão do NIT.
e) Emitir parecer e deliberar sobre a conveniência, oportunidade e viabilidade da
proteção do ativo, levando em consideração o disposto apresentado no parecer
emitido pela área de Transferência de Tecnologia da UD quanto à análise de
mercado, privilegiabilidade e regularidade contratual, bem como no parecer
técnico emitido pelo CTI da Unidade.
f) Dar ciência ao CLP, mediante comunicado formal emitido por sua secretaria
executiva, quanto à necessidade de sigilo das informações relativas às
tecnologias com potencial de proteção intelectual.
g) Zelar pela confidencialidade das informações sobre os ativos passíveis de
proteção de interesse da Embrapa até a data do depósito e ou registro do pedido
de proteção intelectual do ativo, observadas as particularidades de cada
processo.
h) Assessorar a Chefia Geral da UD na formulação de instrumentos normativos para
operacionalizar o processo de proteção intelectual na Unidade, observadas as
normas e diretrizes gerais da Embrapa.
i) Elaborar o respectivo regimento interno do CLPI, o qual estabelecerá o
funcionamento do Comitê da Unidade.

6.5.2 Estabelecimento do CLPI


a) O Comitê Local de Propriedade Intelectual tem caráter deliberativo e permanente,
vincula-se à Chefia Geral ou Chefia Adjunta da respectiva UD e seus membros
são empregados da Embrapa, indicados e nomeados pela Chefia, com mandato
de dois anos, renovável por igual período.
b) O Comitê é presidido pelo Chefe de Transferência de Tecnologia da Unidade.
c) Para assegurar a continuidade e a eficiência das atividades do CLPI, os
membros integrantes serão renovados de forma a manter pelo menos um terço
da composição vigente.
d) O CLPI possui como membros natos os Chefes de TT e PD&I da Unidade.

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e) As decisões do CLPI serão tomadas por maioria de votos, presentes,


obrigatoriamente, pelo menos 03 (três) de seus membros, concedido ao
respectivo presidente voto com peso dobrado, em caso de empate.
f) O CLPI deverá ter representatividade das diferentes áreas de PD&I da Unidade
refletida na participação de seus membros.
g) Um dos membros do CLPI deverá pertencer ao Comitê Local de Publicações da
Unidade.

6.6 - Compete ao Comitê Local de Publicações:


a) Garantir o sigilo das informações relacionadas aos ativos de inovação com
potencial de proteção que estejam sob análise do CLP e do CLPI.
b) Orientar o criador sobre autorização para publicação de informações que
envolvam o ativo com potencial de proteção, conforme disposto na Lei
10.973/2004.

6.7 – Compete à Supervisão de Desenvolvimento de Mercado da SIN


a) Analisar o parecer de análise de mercado encaminhado pela UD e orientar com
relação aos ajustes, quando necessário, quanto ao potencial de retorno
econômico derivado da exploração de direitos de proteção da propriedade
intelectual dos ativos de inovação da empresa.
b) Emitir parecer sobre aspectos estratégicos e mercadológicos abordando a
conveniência, oportunidade e viabilidade da proteção do ativo de inovação e
encaminhar o processo de proteção, dos ativos considerados estratégicos, para
análise da área de propriedade intelectual do NIT.

6.8 – Compete à Supervisão da área de propriedade intelectual da SIN


a) Analisar os documentos enviados pelo CLPI e pela Supervisão de
Desenvolvimento de Mercado da SIN, emitir parecer sobre a continuidade do
processo e auxiliar a área de TT da Unidade na redação dos pedidos de patente
aprovados.
b) Solicitar documentos necessários para efetivação do pedido de proteção nos
órgãos específicos.

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c) Efetivar o depósito do pedido de proteção no órgão específico e realizar as


comunicações de deferimento e indeferimento às UDs.
d) Elaborar, com o auxílio das UDs, as respostas às exigências técnicas de exames
de pedidos de patentes, marcas, modelos de utilidade, desenho industrial, bem
como efetuar as ações necessárias ao registro de programas de computador.
e) Analisar as solicitações e efetivar os pedidos de proteção, registro e extensão de
uso de cultivares, bem como, informes de valor de cultivo e uso (VCU),
f) Encaminhar aos órgãos competentes respostas às diligências relacionadas aos
pedidos de registro e proteção de cultivares.
g) Auxiliar as áreas da Embrapa nas questões técnicas relacionadas à propriedade
intelectual.
h) Subsidiar a área jurídica nos processos de requerimento de reconhecimento de
propriedade intelectual pela invenção, criação ou obtenção de processos ou
produtos gerados pela atividade de pesquisa da Embrapa.
i) Subsidiar a área jurídica com a emissão de parecer de comprovação da
existência ou inexistência de infrações relacionadas aos ativos de propriedade
intelectual.

7. Procedimentos Gerais
a) A decisão sobre o encaminhamento de submissão de ativos para análise da
proteção intelectual envolverá as áreas de pesquisa e desenvolvimento,
transferência de tecnologia, CTI, CLPI, CLP, Chefias da Unidade e o NIT da
Embrapa.
b) As demandas e processos relativos à propriedade intelectual gerados no âmbito
das Unidades Descentralizadas serão submetidos diretamente ao NIT
subsidiados pelo parecer final emitido pelo CLPI.
c) As demandas e processos relativos à propriedade intelectual gerados no âmbito
das Unidades Centrais serão submetidos diretamente ao NIT.
d) Os processos relacionados aos ativos com potencial de proteção intelectual por
patente de invenção e modelo de utilidade devem possuir efeito técnico ou
resultados inesperados em comparação ao que é existente no estado da técnica.
e) Os processos deferidos no âmbito do CLPI deverão ser encaminhados de acordo
com a documentação exigida pelo NIT.

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f) O NIT irá priorizar as análises conforme critérios definidos em documento


específico. Não haverá garantia de priorização de análise de demandas para
tecnologias divulgadas previamente.
g) O processo de depósito e manutenção de pedidos de proteção de ativos no
exterior será conduzido conforme Norma Nº 037.013.002.002, “Proteção e
Manutenção de ativos no Exterior”.
h) A perda da viabilidade de solicitação da proteção dos ativos junto aos órgãos
competentes, por motivos de divulgação prévia, é de inteira e exclusiva
responsabilidade da Unidade geradora do ativo e do responsável pela
divulgação.

8. Disposições Gerais
a) Os casos omissos e as situações específicas não previstas nesta norma serão
resolvidas pelo NIT da Embrapa.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO

POLÍTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL


TEXTO INICIAL PROPOSTA DE ALTERAÇÃO
Capítulo I - Disposições Preliminares

1. Objetivo NOVA REDAÇÃO:

A Política de Propriedade Intelectual da Embrapa tem por


objetivo definir premissas e diretrizes que disciplinem a produção
intelectual, tanto no âmbito interno quanto na sua interface com o
ambiente externo, visando à inserção competitiva da Embrapa no
ambiente de inovação, e sua missão institucional em benefício da
sociedade brasileira.

2. Palavras-Chave NOVA REDAÇÃO:

Propriedade intelectual, propriedade industrial, transferência de


tecnologia, parcerias, inovação, negócios, PD&I.

3. Campo de aplicação NOVA REDAÇÃO:

Esta Política se aplica a todas as Unidades da Embrapa, bem


como às demais entidades e pessoas sob a administração e
responsabilidade direta da Embrapa, no país ou no exterior,
orientando a relação desta Empresa com seus parceiros, no que
se refere à gestão da propriedade intelectual.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
4. Referências NOVA REDAÇÃO:

- BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil.


- BRASIL. Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, que dispõe
sobre as relações entre as instituições federais de ensino superior
e de pesquisa científica e tecnológica e as fundações de apoio e
dá outras providências.
- BRASIL. Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996, que regula direitos
e obrigações relativos à propriedade industrial.
- BRASIL. Lei nº 9.456, de 25 de abril de 1997, que institui a Lei de
Proteção de Cultivares e dá outras providências.
- BRASIL. Lei Nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998, que dispõe
sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de
computador, sua comercialização no País, e dá outras
providências.
- BRASIL. Lei Nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera,
atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras
providências.
- BRASIL. Lei nº 10.973, de 02 de dezembro de 2004, que dispõe
sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica
no ambiente produtivo e dá outras providências.
- BRASIL. Lei nº 11.484, de 31 de maio de 2007, que dispõe sobre
os incentivos às indústrias de equipamentos para TV Digital e de
componentes eletrônicos semicondutores e sobre a proteção à
propriedade intelectual das topografias de circuitos integrados,
instituindo o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico
da Indústria de Semicondutores – PADIS e o Programa de Apoio
ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos
para a TV Digital – PATVD; altera a Lei no 8.666, de 21 de junho
de 1993; e revoga o art. 26 da Lei no 11.196, de 21 de novembro
de 2005.

Formulário Ajustes - Política de PI (2735422) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 25


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
- BRASIL. Lei nº 13.019, de 31 de julho de 2014, que estabelece o
regime jurídico das parcerias voluntárias, envolvendo ou não
transferências de recursos financeiros, entre a administração
pública e as organizações da sociedade civil, em regime de mútua
cooperação, para a consecução de finalidades de interesse
público; define diretrizes para a política de fomento e de
colaboração com organizações da sociedade civil; institui o termo
de colaboração e o termo de fomento; e altera as Leis nº s 8.429,
de 2 de junho de 1992, e 9.790, de 23 de março de 1999.
- BRASIL. Lei nº 13.123, de 20 de maio de 2015, que regulamenta
o inciso II do § 1o e o § 4º do art. 225 da Constituição Federal, o
Artigo 1, a alínea j do Artigo 8, a alínea c do Artigo 10, o Artigo 15
e os §§ 3º e 4º do Artigo 16 da Convenção sobre Diversidade
Biológica, promulgada pelo Decreto nº 2.519, de 16 de março de
1998; dispõe sobre o acesso ao patrimônio genético, sobre a
proteção e o acesso ao conhecimento tradicional associado e
sobre a repartição de benefícios para conservação e uso
sustentável da biodiversidade; revoga a Medida Provisória nº
2.186-16, de 23 de agosto de 2001; e dá outras providências.
- BRASIL. Lei nº 13.243, de 11 de janeiro de 2016, que dispõe
sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à
capacitação científica e tecnológica e à inovação e altera a Lei nº
10.973, de 2 de dezembro de 2004, a Lei nº 6.815, de 19 de
agosto de 1980, a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, a Lei nº
12.462, de 4 de agosto de 2011, a Lei nº 8.745, de 9 de dezembro
de 1993, a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, a Lei nº
8.010, de 29 de março de 1990, a Lei nº 8.032, de 12 de abril de
1990, e a Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012, nos termos
da Emenda Constitucional nº 85, de 26 de fevereiro de 2015.
- BRASIL. Lei nº 13.303, de 30 de junho de 2016. Que dispõe
sobre o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de
economia mista e de suas subsidiárias, no âmbito da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios...

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
- BRASIL. Decreto nº 7.423, de 31 de dezembro de 2010, que
regulamenta a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, que
dispõe sobre as relações entre as instituições federais de ensino
superior e de pesquisa científica e tecnológica e as fundações de
apoio, e revoga o Decreto nº 5.205, de 14 de setembro de 2004.
- BRASIL. Decreto nº 8.945, de 27 de dezembro de 2016.
- BRASIL. Decreto nº 9.283, de 07 de fevereiro de 2018.
- EMBRAPA. Resolução Normativa nº 9, de 13 de abril de 2006.
Elaboração de Normas da Embrapa.

5. Siglas e abreviaturas NOVA REDAÇÃO:

NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica


PD&I - Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação
ICT – Instituição de Ciência e Tecnologia

6. Definições NOVA REDAÇÃO:

6.1 Aliança Estratégica

União de esforços entre a Embrapa e uma ou mais instituições


parceiras, públicas ou privadas, nacionais ou internacionais, com o
objetivo de desenvolver mecanismos e modelos inovadores de
interação e associação, de modo a facilitar processos de
compartilhamento de recursos e competências com parceiros
estratégicos, visando o fortalecimento da missão institucional da
Embrapa nas atividades de pesquisa, desenvolvimento e
inovação.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
6.2 Ativos de Inovação NOVA REDAÇÃO:

Produtos, processos, tecnologias, conhecimentos, know-how,


componentes pré-tecnológicos e tecnológicos obtidos, gerados ou
desenvolvidos pela Embrapa, isoladamente ou em conjunto com
terceiros.

6.2.1 Ativos de Propriedade Intelectual NOVA REDAÇÃO:

Pedidos de patente, patentes, pedidos de registro de marcas,


marcas registradas, pedidos de registro de desenhos industriais,
desenhos industriais, segredo industrial, programas de
computador e ou eventuais pedidos de registro, pedidos de
proteção de cultivares e ou cultivares protegidas, direitos autorais,
cujos direitos sobre a proteção definida ou sob análise seja de
titularidade da Embrapa, isoladamente ou em conjunto com
terceiros
6.3 Contrapartida Não Financeira NOVA REDAÇÃO

Investimentos e despesas financeiras realizados


diretamente na execução do projeto, para aquisição de matéria
prima, equipamentos, contratação de terceiros, softwares,
despesas de viagens, despesas com locomoção e construções
físicas específicas.

6.4 Contrapartida Financeira NOVA REDAÇÃO

Recursos materiais (horas máquinas, instalações já existentes) e


recursos humanos (horas técnicas), vinculados e utilizados
diretamente na execução do projeto.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
6.5 Criação NOVA REDAÇÃO

Invenção, modelo de utilidade, desenho industrial, programa de


computador, topografia de circuito integrado, nova cultivar ou
cultivar essencialmente derivada ou qualquer outro
desenvolvimento tecnológico que acarrete ou possa acarretar o
surgimento de novo produto, processo ou aperfeiçoamento
incremental, obtida por um ou mais criadores
6.6 Criador NOVA REDAÇÃO

Pessoa física que seja inventora, obtentora ou autora da


criação.

6.7 Gestão da Propriedade Intelectual NOVA REDAÇÃO

Processo que compreende o planejamento, a proteção, o


acompanhamento e manutenção dos Ativos de Propriedade
Intelectual. É tratado de forma sistêmica, englobando estratégia,
recursos, governança, modelos organizacionais, processos e
ferramentas voltadas para a proteção do negócio, de modo a gerar
vantagem competitiva para as Criações da Embrapa.

6.8 Governança da Propriedade Intelectual NOVA REDAÇÃO

Sistema pelo qual as empresas e demais organizações são


dirigidas, compreendendo os mecanismos de liderança, estratégia
e controle que deverão ser postos em prática para avaliar,
direcionar e monitorar a atuação da gestão da Propriedade
Intelectual.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
6.9 Inovação NOVA REDAÇÃO

Introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente


produtivo e social que resulte em novos produtos, serviços ou
processos ou que compreenda a agregação de novas
funcionalidades ou características a produto, serviço ou processo
já existente que possa resultar em melhorias e em efetivo ganho
de qualidade ou desempenho.

6.10 Licenciamento NOVA REDAÇÃO

Permissão para produzir, utilizar, modificar, vender ou explorar


um determinado conhecimento ou tecnologia ou patente, de
acordo com determinadas condições regidas por contrato de
licenciamento.

6.11 Mercado NOVA REDAÇÃO

Público potencial que compartilha de uma necessidade do


setor produtivo, com interesse comercial ou não

6.12 Núcleo de Inovação Tecnológica NOVA REDAÇÃO

Estrutura instituída por uma ou mais ICTs, com ou sem


personalidade jurídica própria, que tenha por finalidade a gestão
de política institucional de inovação e por competências mínimas
as atribuições previstas na Lei nº 10.973, de 2004. O NIT é a
Unidade Gestora da Política de Propriedade Intelectual da
Embrapa.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
6.13 Propriedade Intelectual

Soma dos direitos relativos às obras literárias, artísticas e


cientificas, às interpretações dos artistas intérpretes e às
execuções dos artistas executantes, aos fonogramas e às
emissões de radiodifusão, às invenções em todos os domínios da
atividade humana, às descobertas científicas, aos desenhos e
modelos industriais, às marcas industriais, comerciais e de serviço,
proteção de cultivares, bem como às firmas comerciais e
denominações comerciais, à proteção contra a concorrência
desleal e todos os outros direitos inerentes à atividade intelectual
nos domínios industrial, científico, literário e artístico.

6.14 Prospecção Tecnológica e Mercadológica NOVA REDAÇÃO

Processo sistemático e multidisciplinar de análise do futuro


da ciência, da tecnologia, da economia e do mercado, subsidiado
por elementos, dados e fatos disponíveis no presente (momento
da análise), com o propósito de subsidiar o planejamento
estratégico, a elaboração e execução de novos projetos de PD&I.
6.15 Política de Inovação NOVA REDAÇÃO

Documento normativo interno dispondo sobre a organização e a


gestão dos processos que orientam a geração de inovação e a
transferência de tecnologia no ambiente produtivo e/ou social.

6.16 Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação NOVA REDAÇÃO

Pesquisa e desenvolvimento consistem no trabalho criativo


e empreendido em base sistemática com vistas a aumentar o
estoque de conhecimento, incluindo o conhecimento do homem,
da cultura e da sociedade, e ao uso desse estoque para perscrutar

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
novas aplicações. A inovação consiste na introdução de novidade
ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo e social que resulte em
novos produtos, serviços e processos, ou compreenda a
agregação de novas funcionalidades ou características a produto,
serviço ou processo já existente que possa resultar em melhorias
e em efetivo ganho de qualidade ou desempenho.
6.17 Risco NOVA REDAÇÃO

A possibilidade de que algum acontecimento previsível e


desfavorável venha a ocorrer. O risco pode ser classificado quanto
a sua origem (interna ou externa), quanto a sua natureza
(estratégicos, operacionais e financeiros) e quanto a sua tipologia
(tecnológico, ambiental, imagem, conformidade).

6.18 Segredo Industrial NOVA REDAÇÃO

Ativo de inovação ou conhecimento que não foi objeto de


proteção intelectual e que acumule as seguintes características:
sigiloso, não óbvio e de valor comercial.

6.19 Spin-off NOVA REDAÇÃO

Empresa derivada de outra, uma companhia independente que


nasceu dentro de outra pessoa jurídica.

6.20 Start-up NOVA REDAÇÃO

Empresa recém criada ainda em fase de desenvolvimento que é


normalmente de base tecnológica.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
6.21 Titularidade NOVA REDAÇÃO

Condição outorgada à pessoa física ou jurídica em razão do


direito dela sobre um determinado ativo de inovação. A co-
titularidade é a propriedade exercida por mais de um titular.

6.22 Transferência de tecnologia NOVA REDAÇÃO

Processo de transferência de conhecimento técnico ou científico


envolvendo habilidades, conhecimentos, tecnologias, métodos de
manufatura, tipos de manufatura e outras facilidades.

Capítulo II - Disposições Normativas

7. Premissas

7.1 A Política de Propriedade Intelectual da Embrapa está NOVA REDAÇÃO


fundamentada nas seguintes premissas:

a) Alinhamento às legislações nacionais relacionadas à NOVA REDAÇÃO


propriedade intelectual;

b) Alinhamento à Política de Inovação da Embrapa; Política NOVA REDAÇÃO


de Transações com Partes Relacionadas e Bolsa de
Estímulo à Inovação.

10

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
c) Transversalidade do processo de proteção intelectual dos NOVA REDAÇÃO
ativos de inovação nas ações de prospecção tecnológica
e mercadológica, elaboração de projetos, qualificação,
negociação, incluindo os subprocessos do Macroprocesso
de Inovação;

d) Promoção da proteção intelectual de ativos de inovação NOVA REDAÇÃO


da Empresa, de forma estratégica, visando ao aumento
da competitividade da Embrapa e seu posicionamento no
mercado, bem como o atendimento das necessidades do
setor produtivo, em benefício da sociedade brasileira e do
desenvolvimento do País;

e) Estabelecimento de critérios para subsidiar a tomada de NOVA REDAÇÃO


decisão sobre a conveniência e oportunidade da proteção,
tendo como foco a inserção dos ativos de propriedade
intelectual no ambiente de inovação;

f) Gestão integrada do processo de proteção intelectual NOVA REDAÇÃO


visando otimizar a relação custo-benefício, captura de
valor e geração de impactos;

g) Assegurar o direito de propriedade intelectual do ativo de NOVA REDAÇÃO


inovação a fim de contribuir para sua inserção no
mercado e evitar a apropriação indevida por terceiros;

h) Celeridade do processo de proteção intelectual no NOVA REDAÇÃO


âmbito institucional, reduzindo riscos;

11

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
i) Promover uma gestão eficaz, eficiente e efetiva do NOVA REDAÇÃO
processo de proteção dos ativos de propriedade
intelectual;

j) Uso dos direitos de propriedade intelectual, sem prejuízo NOVA REDAÇÃO


de sua missão social, visando à transferência ou o
licenciamento de tecnologias, processos e produtos
passíveis de proteção.

8. Diretrizes: Observadas as Premissas estabelecidas nesta NOVA REDAÇÃO:


Política, as Diretrizes formuladas nortearão as estratégias, o
posicionamento e a atuação da Embrapa em Propriedade
Intelectual.

8.1 Diretriz 1: Promover a excelência na governança e na NOVA REDAÇÃO:


gestão da propriedade intelectual na Embrapa

8.1.1 Esta Diretriz pressupõe o fortalecimento da governança NOVA REDAÇÃO:


corporativa voltada para a propriedade intelectual.

8.1.2 Com base nesta Diretriz, caberá à Embrapa: NOVA REDAÇÃO:

a) Formular estratégias de proteção intelectual NOVA REDAÇÃO:


fundamentadas em critérios e análises técnicas, bem
como em tendências de mercado, para fundamentar o
processo de tomada de decisão sobre a conveniência e
oportunidade da proteção dos ativos de inovação antes do
seu lançamento e comercialização;

12

Formulário Ajustes - Política de PI (2735422) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 35


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
b) Institucionalizar conceitos, processos e normativos para o NOVA REDAÇÃO:
planejamento, tramitação, efetivação e manutenção da
proteção intelectual dos ativos de propriedade intelectual;

c) Ampliar a capacidade, agilidade e flexibilidade da NOVA REDAÇÃO:


Embrapa na execução do processo de gestão da
propriedade intelectual;

d) Efetuar a implementação e a revisão contínua da Política de NOVA REDAÇÃO:


Propriedade Intelectual e dos normativos associados;

e) Verificar o cumprimento dos requisitos indispensáveis para NOVA REDAÇÃO:


a obtenção da proteção dos ativos de inovação, a fim de
otimizar a capacidade da Empresa de usufruir os direitos de
propriedade intelectual.

8.2 Diretriz 2: Aprimorar o processo de proteção da NOVA REDAÇÃO:


propriedade intelectual:

8.2.1 Esta diretriz visa estimular a capacitação continuada para a NOVA REDAÇÃO:
formação de competências e o estabelecimento de boas
práticas para fortalecer o processo de proteção intelectual
da Embrapa.

8.2.2 Com base nesta Diretriz, caberá à Embrapa: NOVA REDAÇÃO:

13

Formulário Ajustes - Política de PI (2735422) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 36


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
a) Adequar, fortalecer estruturas internas e definir, em NOVA REDAÇÃO:
normativos, as atribuições e responsabilidades inerentes
ao processo de propriedade intelectual;

b) Promover a capacitação continuada dos empregados em NOVA REDAÇÃO:


temas relacionados à propriedade intelectual visando
aumentar a efetividade e celeridade do processo de
proteção;

c) Instituir a participação das Unidades Descentralizadas NOVA REDAÇÃO:


no processo decisório sobre a proteção dos ativos de
inovação;

d) Estimular a interação e o engajamento dos setores de NOVA REDAÇÃO:


PD&I da empresa visando o desenvolvimento e a troca
de boas práticas relacionadas à propriedade intelectual;

e) Elaborar, identificar e aplicar as boas práticas NOVA REDAÇÃO:


relacionadas à propriedade intelectual no ambiente
interno da Empresa;

8.3 Diretriz 3: Utilizar o sistema de proteção intelectual como NOVA REDAÇÃO:


forma estratégica para ampliar a participação e o
protagonismo da Embrapa no mercado de inovação

8.3.1 Esta Diretriz pressupõe a integração entre as estratégias de NOVA REDAÇÃO:


proteção intelectual de ativos e de posicionamento no mercado de
inovação.

14

Formulário Ajustes - Política de PI (2735422) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 37


PROPOSTA EM DISCUSSÃO

8.3.2 Com base nesta Diretriz, caberá à Embrapa: NOVA REDAÇÃO:

a) Estabelecer estratégia de proteção intelectual dos ativos de NOVA REDAÇÃO:


inovação, baseando-se em estudos de prospecção
tecnológica e mercadológica, desde a ideação de projetos
de pesquisa e desenvolvimento de ativos até a inserção no
mercado;

b) Incentivar parcerias estratégicas para desenvolvimento, NOVA REDAÇÃO:


proteção, manutenção e exploração de ativos de
propriedade intelectual;

c) Utilizar a proteção intelectual de forma estratégica a fim de NOVA REDAÇÃO:


estimular alianças para a criação de start-ups, spin-offs e
novas empresas.

d) Estabelecer estratégias e mecanismos para a participação NOVA REDAÇÃO:


de terceiros tanto no desenvolvimento quanto na exploração
comercial dos ativos de inovação.

e) Incentivar a participação em programas, redes e fóruns NOVA REDAÇÃO:


estratégicos relacionados à propriedade intelectual nos
ambientes de inovação.

8.4 Diretriz 4: Compartilhar os riscos e os benefícios da NOVA REDAÇÃO:


proteção dos ativos

8.4.1 Esta Diretriz pressupõe a atuação estratégica, dinâmica e NOVA REDAÇÃO:


contínua, a fim de contemplar as incertezas e mitigar os riscos
associados ao processo de proteção dos ativos de inovação.

8.4.2 Com base nesta Diretriz, a Embrapa poderá, de acordo com NOVA REDAÇÃO:

15

Formulário Ajustes - Política de PI (2735422) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 38


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
seus interesses:

a) Estabelecer estratégias para o uso eficiente dos recursos NOVA REDAÇÃO:


financeiros destinados à proteção intelectual dos ativos;

b) Estabelecer estratégias para o uso eficiente de recursos NOVA REDAÇÃO:


humanos atuantes na área de propriedade intelectual;

c) Estabelecer os direitos e as condições da exploração de NOVA REDAÇÃO:


direitos de propriedade intelectual da Embrapa, em
conformidade com o que dispuserem as normas da
instituição e os instrumentos contratuais firmados.
d) Considerar no estabelecimento dos instrumentos NOVA REDAÇÃO:
contratuais de exploração de direitos de propriedade
intelectual, o montante existente no início da parceria,
referente ao valor agregado do conhecimento, aos
recursos financeiros, humanos, materiais e/ou de
infraestrutura empregados pelas partes.

e) Ceder direitos de propriedade intelectual aos respectivos NOVA REDAÇÃO:


criadores e ou terceiros, total ou parcialmente, gratuita ou
onerosamente.

f) Compartilhar, nos termos da lei, os ganhos dos direitos de NOVA REDAÇÃO:


propriedade intelectual com os respectivos criadores da
Embrapa.

9. Disposições Finais e Transitórias

16

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO

9.1 Os serviços de requerimento, acompanhamento e manutenção NOVA REDAÇÃO:


de patentes, programas de computador, marcas e proteção de
cultivares poderão ser contratados sob a supervisão do NIT
quando autorizado pela Diretoria Executiva.

9.2 As ações decorrentes das diretrizes previstas nesta Política NOVA REDAÇÃO:
que não se encontram regulamentadas no âmbito interno da
Embrapa somente poderão ser executadas após a edição de
normas específicas ou mediante decisão da Diretoria Executiva.

17

Formulário Ajustes - Política de PI (2735422) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 40


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa
TEXTO INICIAL PROPOSTA DE ALTERAÇÃO
1. Objetivo NOVA REDAÇÃO:
A presente norma padroniza, define e estabelece regras, recomendações e
procedimentos operacionais para implantação da Política de Propriedade
Intelectual da Embrapa, com vistas a assegurar a uniformidade da aplicação dos
mecanismos e procedimentos que disciplinem as ações relativas à proteção
intelectual de ativos de inovação.

2. Campo de aplicação NOVA REDAÇÃO:


Esta Norma se aplica a todas as Unidades Centrais e Descentralizadas da
Embrapa.

3. Referências NOVA REDAÇÃO:


- Política de Inovação da Embrapa. Norma Nº 037.005.001.012.
- Política de Propriedade Intelectual (número a ser informado quando da
publicação).
- Proteção no Exterior e Manutenção de Ativos de Propriedade Intelectual da
Embrapa. Norma Nº 037.013.002.002.
4. Definições NOVA REDAÇÃO:
Para efeito desta Norma, são adotadas as seguintes definições:

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 41


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

4.1 Criador NOVA REDAÇÃO:


Pessoa física que seja inventora, obtentora ou autora da criação.

4.2 Cultivar NOVA REDAÇÃO:


Variedade de qualquer gênero ou espécie vegetal superior que seja
claramente distinguível de outras cultivares conhecidas por margem mínima de
descritores, por sua denominação própria, que seja homogênea e estável quanto
aos descritores através de gerações sucessivas e seja de espécie passível de
uso pelo complexo agroflorestal, descrita em publicação especializada disponível
e acessível ao público, bem como a linhagem componente de híbridos;

4.3 Desenho Industrial:


Forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e
cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual NOVA REDAÇÃO:
novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de
fabricação industrial.

4.4 Direito de autor NOVA REDAÇÃO:


Conjunto de prerrogativas conferidas por lei à pessoa física ou jurídica criadora
da obra intelectual, para que ela possa usufruir de quaisquer benefícios morais e
patrimoniais resultantes da exploração de suas criações, Forma plástica
ornamental de um objeto ou o conjunto.

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 42


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

4.5 Indicação Geográfica NOVA REDAÇÃO:


Ativo de propriedade industrial usado para identificar a origem de um
determinado produto ou serviço, quando o local tenha se tornado conhecido, ou
quando certa característica ou qualidade desse produto ou serviço se deva à sua
origem geográfica.

NOVA REDAÇÃO:
4.6 Marca

Sinal distintivo cujas funções principais são identificar a origem e distinguir


produtos ou serviços de outros idênticos, semelhantes ou afins de origem
diversa.

NOVA REDAÇÃO:
4.7 Mercado
Público potencial que compartilha de uma necessidade do setor produtivo,
com interesse comercial ou não.

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 43


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

4.8 Patente

Título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, NOVA REDAÇÃO:
outorgado pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou
jurídicas detentoras de direitos sobre a criação. Com este direito, o inventor ou o
detentor da patente tem o direito de impedir terceiros, sem o seu consentimento,
de produzir, usar, colocar a venda, vender ou importar produto objeto de sua
patente e/ ou processo ou produto obtido diretamente por processo por ele
patenteado. Em contrapartida, o inventor se obriga a revelar detalhadamente
todo o conteúdo técnico da matéria protegida pela patente.

4.9 Patent Cooperation Treaty - PCT – Tratado de Cooperação em Matéria de NOVA REDAÇÃO:
Patentes

Tratado internacional administrado pela Organização Mundial da Propriedade


Intelectual (OMPI) que permite solicitar a proteção de uma invenção através de
patente simultaneamente num grande número de países signatários, depositando
um único pedido de patente em vez de depositar vários pedidos nacionais ou
regionais separados . Os organismos nacionais ou regionais administradores de
patentes continuam a ser responsáveis pela concessão das patentes na
chamada “fase nacional”.

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 44


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

NOVA REDAÇÃO:
4.10 Programa de Computador

Conjunto de instruções ou declarações, escritas em linguagem própria, a


serem usadas direta ou indiretamente por um computador, a fim de obter
determinado resultado.

NOVA REDAÇÃO:
4.11 Segredo Industrial

Ativo de inovação ou conhecimento que não foi objeto de proteção intelectual


e que acumule as seguintes características: sigiloso, não óbvio e de valor
comercial.

NOVA REDAÇÃO:
5. Siglas e abreviaturas
CLP - Comitê Local de Publicação
CLPI - Comitê Local de Propriedade Intelectual
CTI - Comitê Técnico Interno
NIT - Núcleo de Inovação Tecnológica
PCT - Patent Cooperation Treaty
PD&I - Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
UCs - Unidades Centrais
UDs - Unidades Descentralizadas

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 45


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

6. Responsabilidades NOVA REDAÇÃO:

6.1 - Núcleo de Inovação Tecnológica

O Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Embrapa, que consiste na


Secretaria de Inovação e Negócios, é o gestor da Propriedade Intelectual da
Instituição e conta com o apoio dos Comitês Locais de Propriedade Intelectual
das Unidades para assegurar a aplicação e o cumprimento da Política de
Propriedade Intelectual e demais normativos associados.

NOVA REDAÇÃO:
6.1.1 - Compete ao NIT da Embrapa:

a) Elaborar normas orientadoras que disponham os requisitos


administrativos, internos e externos, indispensáveis à efetivação e
manutenção da proteção da propriedade intelectual;

b) Deliberar sobre o depósito de pedidos de proteção de ativos no Brasil; NOVA REDAÇÃO:

c) Subsidiar o processo de depósito e manutenção de pedidos de proteção NOVA REDAÇÃO:


de ativos no exterior conforme Norma de Proteção e Manutenção de
Ativos no Exterior (037.013.002.002).

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 46


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

NOVA REDAÇÃO:
d) Realizar ações para efetivação e manutenção da proteção intelectual de
ativos de inovação resultantes das atividades de pesquisa da Empresa;

e) Definir e divulgar critérios para submissão de solicitação de proteção NOVA REDAÇÃO:


intelectual de ativos de inovação e priorização das análises;

f) Deliberar sobre quais solicitações que envolvam ativos de inovação NOVA REDAÇÃO:
gerados pela atividade de pesquisa da Embrapa, isoladamente ou em
parceria, serão objeto de pedido de proteção, levando em consideração
a conveniência, oportunidade e viabilidade da proteção e sua
manutenção, bem como a expectativa de retorno e adoção;

g) Realizar ações para o fornecimento da documentação necessária para NOVA REDAÇÃO:


proteção de ativos desenvolvidos em parceria, quando conduzidos por
terceiros;

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 47


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

NOVA REDAÇÃO:
h) Subsidiar o processo de depósito e manutenção de pedidos de proteção
de ativos no exterior conforme Norma de Proteção e Manutenção de
Ativos no Exterior (037.013.002.002).

6.2 – Compete ao Criador NOVA REDAÇÃO:

a) Manter sigilo sobre informações de ativos com potencial de proteção


intelectual conforme interesse da Embrapa, desenvolvidos com seu
envolvimento, até a data do depósito do pedido no órgão responsável, salvo
se houver indeferimento da proteção emitido pelo CLPI.

a.1) Para segredo industrial o sigilo deverá ser mantido enquanto o ativo for NOVA REDAÇÃO:
considerado estratégico pela Chefia da Unidade.

NOVA REDAÇÃO:
b) Realizar, com o apoio da área de transferência de tecnologia da Unidade
Descentralizada, as buscas de anterioridades em bases de informações
tecnológicas, incluindo bases de patente, para embasar e subsidiar a
proposição dos resultados dos projetos de pesquisa, em especial, os
relacionados aos ativos tecnológicos.

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 48


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

NOVA REDAÇÃO:
c) Realizar, em conjunto com a área de transferência de tecnologia da Unidade
Descentralizada a formalização das parcerias envolvidas na geração dos
ativos de inovação.
NOVA REDAÇÃO:
d) Fornecer as informações técnicas e administrativas, necessárias ao
processo de proteção, solicitadas pelo CLPI.

NOVA REDAÇÃO:
6.3 – Compete ao Comitê Técnico Interno

a) Orientar a equipe de PD&I quanto aos aspectos necessários à proteção


de ativos de inovação (especialmente em relação à necessidade de
sigilo e formalização de parcerias), desde a elaboração do projeto até o
alcance do resultado final previsto.

NOVA REDAÇÃO:
b) Acompanhar o desenvolvimento e a geração de ativos resultantes dos
projetos de pesquisa e validar o coeficiente técnico em relação ao
coeficiente de referência atribuído pela equipe de PD&I na proposição do
projeto.

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 49


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

c) Manter a área de TT e o CLPI informados sobre o andamento do NOVA REDAÇÃO:


processo de qualificação o status do processo de qualificação dos ativos
pré-tecnológicos e tecnológicos.
d) Emitir parecer quanto às questões técnico-científicas e regularidade NOVA REDAÇÃO:
jurídica do ativo com potencial de proteção, relacionadas a
biossegurança, agrotóxicos, acesso ao patrimônio genético e
conhecimento tradicional associado, pesquisa com animais, dentre
outros marcos regulatórios vigentes.
e) Zelar pela regularidade jurídica quanto aos marcos regulatórios NOVA REDAÇÃO:
aplicáveis às atividades de PD&I e quanto ao envolvimento de terceiros
durante o desenvolvimento do ativo

6.4– Compete à Chefia de Transferência de Tecnologia da UD: NOVA REDAÇÃO:


a) Realizar a análise de mercado considerando os elementos abordados no
processo de qualificação dos ativos e realizar análise de
privilegiabilidade para subsidiar a decisão do CLPI.

b) Elaborar parecer técnico contendo a análise de privilegiabilidade, de NOVA REDAÇÃO:


mercado, e da regularização da parceria, conforme orientações do NIT,
para encaminhamento ao CLPI dos ativos com potencial de proteção.

c) Orientar a formalização de instrumentos jurídicos das parcerias de PD&I NOVA REDAÇÃO:


observando os aspectos de propriedade intelectual.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

d) Elaborar a minuta dos pedidos de depósito de patentes deferidos pelo NOVA REDAÇÃO:

6.5 – Comitê Local de Propriedade Intelectual NOVA REDAÇÃO:

O Comitê Local de Propriedade Intelectual, representado por empregados da


Embrapa indicados e nomeados pela Chefia Geral da Unidade Descentralizada,
é a instância encarregada de coordenar os processos relativos à propriedade
intelectual no âmbito das Unidades Descentralizadas.

6.5.1 - Compete ao CLPI: NOVA REDAÇÃO:


a) Apoiar a área de PD&I provendo suporte aos projetos de pesquisa,
desde sua concepção ao produto final, quando estes envolverem o
desenvolvimento de ativos de inovação com potencial para proteção.

NOVA REDAÇÃO:
b) Deliberar sobre quais solicitações, que envolvam ativos de inovação
gerados pelas atividades de pesquisa, isoladamente ou em parceria,
serão objeto de submissão de pedido de proteção para análise do NIT;

c) Indicar o tipo de proteção ou registro mais adequado aos ativos de NOVA REDAÇÃO:
inovação que serão submetidos à análise de proteção intelectual pelo
NIT;

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Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 51


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

d) Verificar o cumprimento dos requisitos administrativos internos e NOVA REDAÇÃO:


externos indispensáveis à submissão da proteção antes de encaminhar
o assunto à análise e decisão do NIT.

e) Emitir parecer e deliberar sobre a conveniência, oportunidade e NOVA REDAÇÃO:


viabilidade da proteção do ativo, levando em consideração o disposto
apresentado no parecer emitido pela área de Transferência de
Tecnologia da UD quanto à análise de mercado, privilegiabilidade e
regularidade contratual, bem como no parecer técnico emitido pelo CTI
da Unidade.

f) Dar ciência ao CLP, mediante comunicado formal emitido por sua


secretaria executiva, quanto à necessidade de sigilo das informações NOVA REDAÇÃO:
relativas às tecnologias com potencial de proteção intelectual.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

g) Zelar pela confidencialidade das informações sobre os ativos passíveis NOVA REDAÇÃO:
de proteção de interesse da Embrapa até a data do depósito e ou
registro do pedido de proteção intelectual do ativo, observadas as
particularidades de cada processo.

h) Assessorar a Chefia Geral da UD na formulação de instrumentos NOVA REDAÇÃO:


normativos para operacionalizar o processo de proteção intelectual na
Unidade, observadas as normas e diretrizes gerais da Embrapa.

NOVA REDAÇÃO:
i) Elaborar o respectivo regimento interno do CLPI, o qual estabelecerá o
funcionamento do Comitê da Unidade.

6.5.2 Estabelecimento do CLPI NOVA REDAÇÃO:

a) O Comitê Local de Propriedade Intelectual tem caráter deliberativo e


permanente, vincula-se à Chefia Geral ou Chefia Adjunta da respectiva
UD e seus membros são empregados da Embrapa, indicados e
nomeados pela Chefia, com mandato de dois anos, renovável por igual
período.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

NOVA REDAÇÃO:
b) O Comitê é presidido pelo Chefe de Transferência de Tecnologia da
Unidade.

NOVA REDAÇÃO:
c) Para assegurar a continuidade e a eficiência das atividades do CLPI, os
membros integrantes serão renovados de forma a manter pelo menos
um terço da composição vigente.

d) O CLPI possui como membros natos os Chefes de TT e PD&I da NOVA REDAÇÃO:


Unidade.

NOVA REDAÇÃO:
e) As decisões do CLPI serão tomadas por maioria de votos, presentes,
obrigatoriamente, pelo menos 03 (três) de seus membros, concedido ao
respectivo presidente voto com peso dobrado, em caso de empate.

f) O CLPI deverá ter representatividade das diferentes áreas de PD&I da NOVA REDAÇÃO:
Unidade refletida na participação de seus membros

g) Um dos membros do CLPI deverá pertencer ao Comitê Local de NOVA REDAÇÃO:


Publicações da Unidade.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

NOVA REDAÇÃO:
6.6 - Compete ao Comitê Local de Publicações:

a) Garantir o sigilo das informações relacionadas aos ativos de inovação com


potencial de proteção que estejam sob análise do CLP e do CLPI.

b) Orientar o criador sobre autorização para publicação de informações que NOVA REDAÇÃO:
envolvam o ativo com potencial de proteção, conforme disposto na Lei
10.973/2004.

6.7 – Compete à Supervisão de Desenvolvimento de Mercado da SIN NOVA REDAÇÃO:


a) Analisar o parecer de análise de mercado encaminhado pela UD e
orientar com relação aos ajustes, quando necessário, quanto ao potencial de
retorno econômico derivado da exploração de direitos de proteção da
propriedade intelectual dos ativos de inovação da empresa.

b) Emitir parecer sobre aspectos estratégicos e mercadológicos abordando a NOVA REDAÇÃO:


conveniência, oportunidade e viabilidade da proteção do ativo de inovação
e encaminhar o processo de proteção, dos ativos considerados
estratégicos, para análise da área de propriedade intelectual do NIT.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

6.8 – Compete à Supervisão de Propriedade Intelectual da SIN NOVA REDAÇÃO:

a) Analisar os documentos enviados pelo CLPI e pela Supervisão de


Desenvolvimento de Mercado da SIN, emitir parecer sobre a
continuidade do processo e auxiliar a área de TT da Unidade na redação
dos pedidos de patente aprovados.
NOVA REDAÇÃO:
b) Solicitar documentos necessários para efetivação do pedido de proteção
nos órgãos específicos.

NOVA REDAÇÃO:
c) Efetivar o depósito do pedido de proteção no órgão específico e realizar
as comunicações de deferimento e indeferimento às UDs.

NOVA REDAÇÃO:
d) Elaborar, com o auxílio das UDs, as respostas às exigências técnicas de
exames de pedidos de patentes, marcas, modelos de utilidade, desenho
industrial, bem como efetuar as ações necessárias ao registro de
programas de computador.

NOVA REDAÇÃO:
e) Analisar as solicitações e efetivar os pedidos de proteção, registro e
extensão de uso de cultivares, bem como, informes de valor de cultivo e
uso (VCU),

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

NOVA REDAÇÃO:
f) Encaminhar aos órgãos competentes respostas às diligências
relacionadas aos pedidos de registro e proteção de cultivares.

NOVA REDAÇÃO:
g) Auxiliar as áreas da Embrapa nas questões técnicas relacionadas à
propriedade intelectual.

h) Subsidiar a área jurídica nos processos de requerimento de NOVA REDAÇÃO:


reconhecimento de propriedade intelectual pela invenção, criação ou
obtenção de processos ou produtos gerados pela atividade de pesquisa
da Embrapa.

NOVA REDAÇÃO:
i) Subsidiar a área jurídica com a emissão de parecer de comprovação
da existência ou inexistência de infrações relacionadas aos ativos de
propriedade intelectual.

7. Procedimentos Gerais NOVA REDAÇÃO:


a) A decisão sobre o encaminhamento de submissão de ativos para análise
da proteção intelectual envolverá as áreas de pesquisa e
desenvolvimento, transferência de tecnologia, CTI, CLPI, CLP, Chefias
da Unidade e o NIT da Embrapa.

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PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

NOVA REDAÇÃO:
b) As demandas e processos relativos à propriedade intelectual gerados no
âmbito das Unidades Descentralizadas serão submetidos diretamente ao
NIT subsidiados pelo parecer final emitido pelo CLPI.

NOVA REDAÇÃO:
c) As demandas e processos relativos à propriedade intelectual gerados no
âmbito das Unidades Centrais serão submetidos diretamente ao NIT.

d) Os processos relacionados aos ativos com potencial de proteção NOVA REDAÇÃO:


intelectual por patente de invenção e modelo de utilidade devem possuir
efeito técnico ou resultados inesperados em comparação ao que é
existente no estado da técnica.

e) Os processos deferidos no âmbito do CLPI deverão ser encaminhados NOVA REDAÇÃO:


de acordo com a documentação exigida pelo NIT.

f) O NIT irá priorizar as análises conforme critérios definidos em NOVA REDAÇÃO:


documento específico. Não haverá garantia de priorização de análise de
demandas para tecnologias divulgadas previamente.

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Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 58


PROPOSTA EM DISCUSSÃO
Processo de proteção intelectual na Embrapa

NOVA REDAÇÃO:
g) O processo de depósito e manutenção de pedidos de proteção de ativos
no exterior será conduzido conforme Norma Nº 037.013.002.002,
“Proteção e Manutenção de ativos no Exterior”.

h) A perda da viabilidade de solicitação da proteção dos ativos junto aos NOVA REDAÇÃO:
órgãos competentes, por motivos de divulgação prévia, é de inteira e
exclusiva responsabilidade da Unidade geradora do ativo e do
responsável pela divulgação.

NOVA REDAÇÃO:
8. Disposições Gerais
a) Os casos omissos e as situações específicas não previstas nesta norma
serão resolvidas pelo NIT da Embrapa.

19

Formulário Ajustes - Norma de PI (2735442) SEI 21148.008713/2019-35 / pg. 59

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