Neonatologia
Registro de nascimento: acima de 500g, 20-22 semanas e 25cm.
Nascido vivo: qualquer sinal de vida independente da idade gestacional (IG).
Óbito fetal: morte antes da expulsão ou extração completa do corpo da mãe.
Idade gestacional: estima data provável do parto (DPP)
Regra de Naegelle
A partir do 1 dia da última menstruação (DUM) subtrai 3 meses e adiciona 7 dias.
Resultado é de aproximadamente 280 dias (40 semanas)
US: 1 trimestre > margem de erro de 6 dias em 95%
2 trimestre > erro de 8 dias
3 trimestre > 2 semanas
Classificação quanto ao peso de nascimento.
RN com:
*Peso normal : de 2.500g a 4.000
*Baixo peso ao nascer: menos de 2.500
*Muito baixo peso ao nascer: menos de 1.500
*Extremo baixo peso ao nascer: menos de 1.000
*Tamanho excessivamente grande: maior ou igual a 4.500g
Classificação quanto a idade gestacional
Prematuro ou pre-termo: menos de 37 semanas, até 36 sem e 6 dias
Prematuro tardio: 34-36 semanas e 6 dias
Prematuro extremo: menos de 28 semanas
A termo: de 37 a 41 semanas e 6 dias
Pós termo: 42 semanas ou mais
Classificação de peso quanto IG
AIG: adequado para idade gestacional ( entre os percentil 10 e 90)
PIG: pequeno para a IG (abaixo do percentil 10)
GIG: grande para IG (acima do percentil 90)
Fases da infância em períodos
Embrionário: da implantação até a 8a semana de IG
Fetal: da 9a semana até o nascimento
Neonatal: do nascimento ao 28 dia de vida
Período neonatal muito precoce: do nascimento até 24h de vida
Precoce: 0 a 7 dia de vida
Tardio: 8 ao 28 dia de vida
Perinatal: 22 sem até 7 dia de vida extra-uterina
Primeira infância (lactente): 29 dias a 2 anos incompletos
Segunda infância (pré escolar): 2 anos a 6 anos incompletos
Escolar: 6 anos a 12 anos incompletos
Adolescência: oms (10 a 19 anos)
Eca (12 a 18 anos)
Avaliação do crescimento intrauterino
CIU ( crescimento intrauterino adequado)
CIUR ( crescimento intrauterino restrito)
Ganho ponderal tem 4 períodos:
1: fase inicial até 16 semanas> crescimento lento, ganha 10g/ semana
2: 17 a 27 semanas> crescimento acelerado, média de 85 g/semana
3: 28 a 37 semanas> crescimento máximo, média de 200g/semana
4: a partir da 37> desacelaração ganho de 70g/semana
Valores do RN
Peso: 2.500 a 4.000g
Comprimento: 48 a 53cm
PA: sist. 70mmHg
Diast. 50 a 54 mmHg
Perímetro cefálico: 33 a 38 cm média 35cm
Perímetro torácico: 30,5 a 33cm
Perímetro abdominal: 30 a 33 cm
FR: 30 a 60 ipm
FC: 90 bpm (sono) a 180 bpm (ativo) média 120 a 160
Volemia: 85 ml/kg
HB: 16-17%
Hemácias: 5.200.000 mm 3
Leucócitos: 15 a 20 mil caindo pra 12 na 1 semana
Plaquetas: 250.000
Glicemia: 50 a 70 mg%
Cálcio:10,5 mg%
Mecônio: eliminado até 24h
Coto umbilical: cai entre 7-10 dias
Vol urinário 10 dias: 100 a 300 ml/ dia
Recepção do RN
PASSO A PASSO DA SALA DE PARTO DO NEONATO BAIXO RISCO (37-41 sem,
respirando/chorando, tono flexor):
1. Colocá-lo junto ao colo materno
2. Secar o corpo e a cabeça com compressas aquecidas.
3. Deixar em contato pele a pele com a mãe, cobrindo-o com tecido de algodão
seco e aquecido.
4. Manter as vias aéreas pérvias, sem flexão/ hiperextensão do pescoço; verificar se
não há excesso de secreção em boca e narinas.
5. Avaliar a FC (com estetoscópio no precórdio), tono e respiração.
6. Clampear o cordão umbilical entre 1-3 minutos depois da sua extração da
cavidade uterina. Este clampeamento tardio mostra benefícios em relação aos índices
hematológicos entre 3-6 meses, muito embora possa elevar a necessidade de fototerapia
por hiperbilirrubinemia indireta na primeira semana de vida.
7. Avaliação retrospectiva do boletim APGAR.
8. Iniciar a amamentação na primeira hora pós-parto. Isto aumenta a chance de
aleitamento materno exclusivo.
9. Exame físico completo.
10. Identificar neonato com a pulseira.
11. Prescrição Médica Inicial:
− Alojamento conjunto;
− Aleitamento materno exclusivo e sob livre demanda;
− Vitamina K IM;
− Vacina de hepatite B IM.
− Profilaxia da conjuntivite neonatal: povidona 2,5%, uma gota em cada olho.
Outros: nitrato de prata 1% (método Credé), ou eritromicina 0,5% colírio ou
tetraciclina 1% colírio.
BOLETIM APGAR
Definição. O boletim APGAR é um escore de avaliação da vitalidade neonatal precoce e
foi criado pela anestesista Virgínia APGAR, em 1952, e que atribui uma pontuação
de 0 a 2 a cada um dos seguintes parâmetros: respiração, frequência cardíaca, tono,
resposta reflexa e cor.
Sendo assim, a pontuação mínima é 0 e a máxima é 10. Rotineiramente, calculamos o
APGAR no 1º e 5º minutos. Sempre que a pontuação for menor ou igual a 6, o escore
continua a ser calculado com intervalos de cinco minutos (ex.: 10º, 15º, 20º minutos)
até que se obtenha uma nota maior ou igual a 7.
Escore de 0 a 3 intensamente deprimidos.
Escore de 4 a 6moderadamente deprimido.
Escore de 7 a 10 não exibem estresse imediato/estável.Exame Físico
EXAME FÍSICO DO RN
1. Pele: mais fina e lisa quanto mais prematuro, lanugem (pelos finos), vernix,
pérolas de epstein,
2. Crânio : Perímetro Cefálico (PC) varia de 33 a 38 cm, com uma média de
35 cm. As suturas são as junturas fibrosas entre os ossos do crânio. As
fontanelas são espaços fibroelásticos, normalmente planos, que
representam a convergência das suturas. Presença de encefalocele.
3. Face :presença de sinais como pregas epicânticas, microftalmia,
hipertelorismo ocular, base nasal achatada, filtro longo, micrognatia,
baixa implantação de orelhas, cisto periauricular, palato ogival que
possam sugerir a presença de alguma síndrome genética.
4. Pescoço: estase jugular, tireoide, torcicoloco congênito.
5. Ap. Cardiovascular: A frequência cardíaca do neonato pode variar de 90
bpm (durante o sono quieto) até 180 bpm (durante a atividade). A PA
sistólica ao nascer é de cerca de 70 mmHg, sendo um pouco menor
nos RN pequenos para idade gestacional. A saturação arterial de O2
situa-se em torno de 90% entre 30 e 180min.
6. Ap. Respiratório: A respiração intrauterina inicia-se por volta da 24ª semana
de gestação, situando-se entre 30 e 90 irpm. A Frequência Respiratória (FR)
no período neonatal varia de 30-60 irpm.
7. Abdome: abd escavado remete hérnia diafragmatica congênita, fígado
normal até 2cm abaixo do rebordo costal, gastrsquise e onfalocele.
Hipospádia. Icterícia fisiológica com 48h
8. Membros: luxação congênita de quadril,agenesia, polidactilia ou sindactilia,
pé torto congênito dimple sacral
9. Sistema nervoso: Nos bebês a termo, o cotovelo não alcança o esterno na
adução passiva do braço (“sinal do cachecol”) e o ângulo poplíteo é <
90º quando se tentada a flexão forçada sobre o tronco. Os principais
reflexos primitivos pesquisados são :
• Reflexo de Moro (abraço)
Reflexo Tônico Cervical Assimétrico (magnus de Kleijn)
Reflexo de Preensão Palmar
Reflexo de Preensão Plantar
Reflexo de Galant
Reflexo do Extensor Suprapúbico
Reflexo do Extensor Cruzado
Reflexo de Rossolimo (percussão plantar)
Reflexo do Calcanhar
Reflexo do Apoio Plantar e Marcha
Reflexo de Landau (flexão total)
Reflexo de Babkin ( abertura da boca)
Reflexo de Sucção
Reflexo de Procura
Reflexo de expulsão
Reflexo do paraquedista
1. Sist. Ortopédico: Manobra de Barlow e Ortolani: são utilizadas para
avaliação e diagnóstico da displasia de quadril. A manobra de Barlow é
utilizada para induzir um deslocamento em quadris instáveis; o
examinador segura as coxas do bebê apoiando seu polegar na virilha e o
4º e 5º dedos no grande trocanter femoral; gentilmente, com a coxa em
adução, imprime uma força para trás na tentativa de induzir o
deslocamento. A manobra de Ortolani é exatamente oposta, ou seja, é
realizada para reduzir a cabeça femoral deslocada. As mãos do
examinador ficam na mesma posição, mas agora o movimento passivo
realizado é a abdução da coxa com tração para frente do grande
trocanter. Dizemos que a manobra é positiva quando sentimos na mão um
“clique” do quadril.
2. Ausculta: todos os focos, ritmos animalesco, sopros, FC 130-160, pulmonar:
mv presentes e ruídos hidroaéreos. FR 30-60
Testes de triagem neonatal
* TESTE DO PEZINHO O momento ideal para a coleta do Teste do Pezinho é entre o
3º e o 7º dia de vida, nunca antes de 48 horas de amamentação e nunca superior a 30
dias.
objetiva realizar o rastreio das seguintes doenças:
• Fenilcetonúria (5/100.000): através da medida da fenilalanina no sangue do papel-
filtro.
• Hipotireoidismo congênito (52/100.000): através da medida do TSH ou T4 e TSH.
• Doença falciforme e outras hemoglobinopatias (26/100.000): através de eletroforese
de hemoglobina por Focalização Isoelétrica (FIE) ou Cromatografia Líquida de Alta
Resolução.
• Fibrose Cística (30/100.000): através da medida de tripsina imunorreativa em sangue
do papel-filtro.
• Hiperplasia Adrenal Congênita (5/100.000): através da dosagem da 17-OH-
progesterona no sangue do papel-filtro.
• Deficiência de Biotinidase: através da dosagem da atividade da enzima biotinidase
no sangue do papel-filtro.
• Deficiência de G6PD
*TESTE DA ORELHINHA o time ideal para diagnóstico é antes de três meses, e o
momento adequado para iniciar o tratamento é anterior aos seis meses. o melhor método
de triagem são as Emissões Otoacústicas Evocadas EOA, por ser rápido, barato, fácil e
por avaliar as frequências de perda mais comuns.
*TESTE DO OLHINHO É feito com o uso de um oftalmoscópio ou retinoscópio que
deve ser segurado pelo examinador a um braço de distância dos olhos do bebê. A
resposta normal ao teste é o achado de um reflexo vermelho brilhante quando a luz
incide sobre a pupila.
*OXIMETRIA DE PULSO (CORAÇÃO) Sabe-se que o canal arterial tem seu fluxo
reduzido nas primeiras dez horas de vida, e fecha-se completamente entre o 3º e o 10º dia
de vida.
Local: extremidade do membro superior direito (que representa a saturação pré-
ductal) e extremidade de um dos membros inferiores (que representam a saturação
pósductal). É necessário que as extremidades estejam aquecidas no momento da
avaliação.– Resultado normal: saturação ≥ 95% em ambos os locais, e diferença
menor que 3% entre as medidas do membro superior e inferior.
Para que? Cardiopatias cianoticas graves
Se alterado: ecocardiograma.
*TESTE DA LINGUINHA: consiste na avaliação da anquiloglossia ou língua presa,
condição na qual o frênulo lingual é curto ou possui tecido em excesso, limitando a
movimentação da língua e, consequentemente, os movimentos que exerce (ex.:
sucção, deglutição, mastigação e fala). O exame é clínico e indolor, podendo ser
feito pelo fonoaudiólogo ou pediatra. Não obrigatório pela SBP.
ICTERÍCIA NEONATAL
Observamos icterícia em cerca de 60% dos recém-nascidos a termo e em 80% dos
recém nascidos prematuros em sua primeira semana de vida.
Definimos icterícia como a coloração amarelada de pele e mucosas, provocada por
um aumento da fração indireta ou lipossolúvel da bilirrubina, geralmente quando > 7
mg/dl ou da sua fração direta, menos frequentemente
No período neonatal existem fatores bioquímicos que promovem uma maior elevação
da bilirrubina indireta, explicando com isso a elevada incidência desta afecção
neste período de vida. Leia-os abaixo:
1. Aumento da carga de bilirrubina a ser metabolizada pelo fígado: as hemácias
fetais apresentam menor sobrevida e, além disso, o hematócrito ao nascimento é alto
(50-63%). Há maior risco de hemólise e infecção.
2. Diminuição da captação e conjugação hepáticas, por imaturidade dos sistemas
enzimáticos. A enzima glicuroniltransferase pode ter sua ação e potência reduzidas por
fatores como hipóxia, infecção, hipotireoidismo e hipotermia.
3. Competição ou bloqueio da enzima glicuroniltransferase por substâncias que
necessitem de conjugação com o ácido glicurônico para excreção e drogas.
4. Presença de defeitos genéticos que acarretem ausência de glicuronil transferase ou
sua diminuição e defeitos de captação da bilirrubina pelo hepatócito.
5. Exacerbação da circulação entero-hepática por jejum e demora na eliminação do
mecônio.
o nascimento ou nas primeiras 24h de vida (sempre patológica): eritroblastose fetal,
hemorragia oculta, sepse, doença de inclusão citomegálica, rubéola, toxoplasmose
congênita, secundária a hematomas e equimoses extensas.
No segundo a terceiro dia: fisiológica, síndrome de Crigler-Najjar, do aleitamento
materno.
Do terceiro dia a primeira semana: sepse, doença de inclusão citomegálica, sífilis,
toxoplasmose e infecção do trato urinário.
ICTERÍCIA FISIOLÓGICA Normalmente, o nível de bilirrubina indireta no soro do
cordão umbilical encontra-se entre 1 e 3 mg/dl e eleva-se a partir de então, chegando no
segundo dia ao valor de 5 mg/dl, o que determina a icterícia. Cerca de 60% dos RN
a termo e 80% dos RN pré-termo tornam--se ictéricos na primeira semana de vida.
Acredita-se que a icterícia fisiológica é reflexo da maior produção de bilirrubina pela
degradação de hemácias fetais
• TRATAMENTO DA HIPERBILIRRUBINEMIA
A fototerapia consiste na aplicação de luz de alta intensidade e com espectro visível
na cor azul. Ela tem como função converter a bilirrubina tóxica (4Z, 15Z
bilirrubina), através da fotoisomerização, em um isômero facilmente excretado pela
bile e pela urina
Indica-se a fototerapia para neonatos com idade gestacional igual ou acima de 35
semanas com auxílio do gráfico e das curvas abaixo, utilizando-se o nível total de
bilirrubina sérica e o tempo de vida (horas) em que foi colhida.
SEPSE NEONATAL
caracterizada no RN pela evidência clínica de processo infeccioso e presença dos
seguintes achados: instabilidade térmica, disfunção respiratória e cardíaca e
anormalidades na perfusão.
Os principais fatores de risco da sepse neonatal são:
*PREMATURIDADE (principalmente RN com menos de 34 semanas).
Imaturidade do sistema imunológico.
*Alterações no meio intrauterino (corioamnionite).
*Alterações no canal de parto (colonização por germes patogênicos).
*Ambiente hospitalar.
Os critérios diagnósticos que definem esta resposta inflamatória sistêmica no RN são
a presença de dois ou mais dos seguintes:
*Instabilidade de temperatura (< 35º ou > 38,5º)
*Disfunção respiratória
*Taquipneia (mais de dois desvios padrões da média para idade).
*Hipoxemia (PaO2 < 70 mmHg em ar ambiente).
*Disfunção cardíaca Taquicardia (mais de dois desvios padrões da média para a idade).
*Enchimento capilar periférico > 3 segundos.
*Hipotensão (mais de dois desvios padrões da média para a idade).
* Anormalidade de perfusão
Oligúria (débito urinário < 0,5 ml/kg/hora).
Acidose láctica (lactato sérico elevado ou pH < 7,25).
Estado mental alterado.
4) Boas práticas
Acolhimento: Atendimento humanizado e seguro, recepcionar o usuário desde a chegada,
ouvir queixas, responder adequadamente, valorizar visões de mundo.
Comunicação: Ajudar a tomar decisões, ouvir o usuário e entende-lo. Técnicas úteis para
que as mulheres percebam o interesse do profissional:
- Comunicação não verbal: Sorrir, balançar a cabeça afirmativamente, tocar na mulher ou
bebê;
- Remover barreiras físicas como mesa e papéis, promovendo maior aproximação;
- Usar linguagem simples e acessível;
- Dar espaço para a mulher se expressar: ouvir;
- Demonstrar empatia;
- Evitar palavras que soam como julgamentos: certo, errado, bem, mal;
- Aceitar e respeitar os sentimentos e as opiniões das mães;
- Reconhecer e elogiar as situações em que a mãe e o bebê estão indo bem;
- Oferecer poucas informações em cada aconselhamento, as mais importantes para cada
momento;
- Fazer sugestões em vez de dar ordens;
- Oferecer ajuda prática, como ajudar a mãe a encontrar uma posição confortável para
amamentar;
- Conversar com as mães sobre suas condições de saúde e as do bebê, dando explicações.
Orientações: Orientar mãe e familiares sobre vários aspectos relacionados ao cuidado do
RN:
- Amamentação: Abordar a importância do aleitamento materno, desvantagens da
introdução precoce de qualquer outro alimento, importância do aleitamento materno sob
livre demanda, flexibilidade quanto ao tempo de permanência na mama em cada mamada,
manutenção de hábitos saudáveis da mãe, como alimentação e ingestão adequada,
restrição de fumo, drogas, bebidas alcoólicas, ensinar a ordenhar o leite.
- Uso da mamadeira: água, chás e outros leites devem ser evitados, pois há evidências de
que seu uso está associado com desmame precoce e aumento da morbimortalidade
infantil. A mamadeira é fonte de contaminação e pode influenciar negativamente a
amamentação.
- Uso de chupeta: Desaconselhada por interferir negativamente na duração do aleitamento
materno.
- Comportamento normal do RN: Deve ser abordado no alojamento conjunto. Evitar
comparações com filhos anteriores ou com outras crianças, pois cada bebê é único. Faz
parte do comportamento normal dos RN mamar com frequência, sem horários pré-
estabelecidos.
- Interação com o bebê: As mães e os cuidadores da criança devem ser orientados a
responder prontamente às necessidades do bebê, não temendo que isso vá deixa-lo
“manhoso”.
- Posição da criança para dormir: Deve ser rotina colocar o bebê para dormir em decúbito
dorsal no alojamento conjunto.
- Acompanhamento da criança: Toda criança deve sair da maternidade com a primeira
consulta agendada em um serviço de saúde, de preferência na primeira semana de vida.
Massagem uterina, clampeamento tardio do cordão e prescrição de ocitocia.