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Fisiologia

O documento aborda a fisiologia, destacando a homeostase como um estado dinâmico de estabilidade no corpo, regulado por sistemas de feedback. Ele explora a composição química do corpo, a estrutura e função das células, a membrana plasmática, potenciais de repouso e ação, sinapses, sinalização celular e os tipos de músculos. Além disso, discute a neurofisiologia e o funcionamento do sistema nervoso autônomo, enfatizando a interação entre estímulos e respostas fisiológicas.

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O documento aborda a fisiologia, destacando a homeostase como um estado dinâmico de estabilidade no corpo, regulado por sistemas de feedback. Ele explora a composição química do corpo, a estrutura e função das células, a membrana plasmática, potenciais de repouso e ação, sinapses, sinalização celular e os tipos de músculos. Além disso, discute a neurofisiologia e o funcionamento do sistema nervoso autônomo, enfatizando a interação entre estímulos e respostas fisiológicas.

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Fisiologia

Homeostase
situações fisiológicas em estabilidade - organização funcional do corpo.
organismos vivem pela troca de energia, matéria e informação.
diferentes estímulos internos e externos que são capitados para estimular respostas.
estabilidade é dinâmico com ajustes/ adaptações necessárias.
sistema de feedback; controle da homeostase.
- monitorizado, avaliado, alterado e remonitorizado.
- receptor ( recebe ) - centro integrador ( estimula ) - efetor ( efetua ).
- controlados e reguladores: S.N, rápido e fugaz, curto prazo, efeito localizado; S.E, lento e
durador, médio e longo prazo, efeito amplo. - um influencia no outro.
- algo aumentou/diminuiu e precisa diminuir/aumentar.
- feedback negativo: controla uma quantidade em determinado nível e o mantém estável a
longo prazo, pressão sanguínea, temperatura coporal.
- feedback positivo: controla uma quantidade em determinado nível por tempo limitado,
amamentação, parto, ovulação.
saúde é uma característica ampla e doença fisiológica é uma quebra das alças de
homeostasia.

Composição química do corpo


átomos - moléculas - soluções - moléculas orgânicas.
íons: cátion ( + , perda de e- ) e ânion ( - , ganho de e- ).
água: maior quantidade nas células, solvente universal, hidrofóbico ( apolar ) e hidrofílico (
polar ).
carboidrato: compos orgânicos formados por C e H, reserva energética, importantes
constituintes estruturais, mono/di/oligo/polissarídeos.
lípideos: insolúvel em água e solúvel em componentes orgânicos apolares, álcool + ácidos
graxos, energia, cofatores de enzima, carregadores de e-, absorvem luz, hormônios,
vitaminas...
proteínas: formados por aminoácidos, primária a quartenária, estrutural, hormonal,
respiratória, contrátil, carreadora na m.p., imunológica e catalítica.
ácidos nucleicos: armazenamento, expressão e transmissão da informação genética.
Células
unidade funcional e estrutural de todo organismo vivo.
células eucariontes e procariontes, grande diferença é que a eucariota possui uma parede
que separa o núcleo.

Membrana plasmática
delimitação da parte extracelular e intracelular.
barreira celular: seleciona aquilo que entra e sai - permeabilidade seletiva.
detectam mensageiros químicos e conectam células adjacentes.
bicamada lipídica: cabeça é hidrofílica e calda é hidrofóbica.

integrais: atravessam a membrana, possui


grupo de aminoácidos polares e apolares.
periféricas: não estão associadas à região
apolar do interior da camada.

funções: transportadoras, âncoras ( no citoesqueleto e glicocálise ), receptores e enzimas.


movimento de solutos e água:
difusão: fluxão sempre ocorre do maior para menor concentração, mesmo existindo os
dois movimentos, existe uma maior frequência/ resultante, a favor do gradiente de
concentração e sem gasto de energia.
- simples: passagem de solutos menores com uma maior velocidade do que a facilitada.
- facilitada: possui uma proteína faciltadora para o caso que a molécula é maior ou não se
dissolve em lipídio.
transporte ativo: contra gradiente de concentração com gasto de energia, precisa de uma
substância para se ligar ao transportador ( ATPase ) da membrana.
- bomba de sódio e potássio/ Na e K: Na mais concentrado fora e K dentro, sai 3Na- e entra
2K+.
- secundário: gradiente eletroquímico, cotransporte e contratransporte.
osmose: passagem de água, aquaporinas formam canais para esse movimento rápido.
- hipertônica: célula de encolhe.
- isotônica: não há diferença no volume.
- hipotônica: célula endemaica.
aderência celular:
desmossomo
hemidesmossomos
zona de oclusão
junções comunicantes
Potenciais de repouso e ação
potencial de membrana: formado pela distribuição de cargas elétricas para gerar dentro
da membrana uma carga, gerado pela bomba de Na- e K+.
- equílibrio eletroquímico é quando gradientes químicos e elétricos são iguais e de sentidos
opostos. - para isso os íons passa pela força química pelos canais e a força elétrica os
empurra de volta.
- célula em repouso é menos permeável ao sódio.
- polaridade da carga elétrica do íon, permeabilidade da membrana, concentrações dos íons
dentro e fora.
células excitáveis ( neurônios, musculares, células da glia ) migram potencial de membrana
para de ação.
potencial de ação: despolarização rápida - repolarização da membrana.
- estímulo - abertura do canal de sódio - pós determinado tempo - inverte a quantidade -
abertura do canal de potássio.
- canais da membrana são diferentes e atuam em momentos diferentes.
- lei do tudo ou nada: atingiu o L.E, atinge o potencial máximo.
- estado de repouso/ negativo - estado de despolarização/ positivo - estado de
repolarização/ mais negativo que antes.

só consigo perceber os estímulos quando atinge o limiar de


excitação, valor minímo para ter a despolarização.
L.E
repolarização também chamado de impulso nervoso.

-80mV
hiperpolarização
Sinapse
comunicação entre dois neurônios.
convergente e divergente.
elétrica
química:
sintetiza e armazena nas vesículas.
neurônio pré-sináptico -- fenda sináptica -- neurônios pós-sináptico.
potencial de ação está relacionado á passagem dos neurotransmissores.
dependente do cálcio para mobilização das vesículas que possuem neurotransmissores.
receptores ionotrópicos: receptor canal, rápido
- proteína membrana integral que abre ou fecha devido a
presença de uma ligação de neurotransmissor para passagem de
íons.
receptores metatrópicos: receptor não é um canal, associados
a segundos mensageiros.
- possui outros processos intermediários, onde a proteína
intermediária será ativada.
neurotransmissor exitatório: grande potencial de ação,
aproxima o potencial de membrana do seu limiar, despolarização.
neutransmissor inibitório: causa hiperpolarização, potencial de
ação é maior, afasta o potencial de membrana do seu limiar.

Sinalização celular
comunicação entre as células.
condição primitiva: reação aos estímulos do ambiente,
orientação à fontes de nutrientes e indivíduos unicelulares.
condição secundária: integridade funcional das células.
elétrica: somente em células eletricamente excitáveis.
química: mais abundante e diversificada.
autócrina: célula produz, secreta e faz a ligação que está na mesma célula, ela própio tem o
receptor para produção da informação desejada.
parácrina: realizado em células vizinhas, o mediador difunde-se nas células adjacentes, o
receptor está na célula ao lado.
endócrina: hôrmonio secretado e transportado pela corrente sanguínea.
sináptica: com os impulsos nervosos, o neurotransmissor é liberado na fenda sináptica
para depois ir no recptor pós-sináptico.
neuro-endócrina: o mediador, neurohôrmonio, é sintetizado pelo neurônio e lançado no
vaso sanguíneo para a célula alvo.
importância da especificidade.
sequência de ativação celular: ativação da cascata de sinalização.
- ligante lipídico: receptor dentro da célula, ou no citoplasma ou núcleo, ele
consegue passar pela membrana plasmática, lipofílico/ hidrofílico,
- ligante proteico: receptor na membrana plasmática, molécula sinalizadora
lipofóbica/ hidrofóbica, primeiro molécula proteíca - receptor - transdução
do sinal - 2 mensageiro intracelular, começa a ativar a cascata de informação
intracelular, amplificação do sinal pela capacidade de gerar vários segundos
mensageiros.
- down regulation: com aumento do lig. lipídico ocorre a dessensibilização,
menor quantidade de receptores, para diminuir a ativação celular, e nos lig.
proteicos passa-se um receptor da membrana para dentro.
receptores de membrana:
- canais iônicos: dependentes de ligantes.
- enzimáticos: uma receptora externa e uma interna com atividade
enzimática intrínseca.
- acoplados a proteína G: são receptores transmembrana e a proteína G é uma molécula
sinalizadora. sistema com adenil ciclase: adenil ciclase é o primeiro mensageiro,
com ATP e enzima que quebrará lipidio, forma-se a AMPc, que é o
segundo mensageiro, uma pequena molécula dentro do citoplasma
e irá ativar a cascata de sinalização.
sistema com fosfolipase C: com uma parte ativada da proteína C,
ativa-se a fosfolipase C que quebra um tipo de gordura da
membrana, gerando dois outros mensageiros.
Músculo esquelético
fibras musculares são células excitáveis, energia química para energia mecânica - junção
neuromuscular.
parte ventral - motor, na subs. branca possui os tratos descendentes.
unidade motora: 1 neurônio e as fibras que o nerva.

sinapse química:
neurotransmissor: acetilcolina.
chegada do potencial de ação - chegada de carga positiva gera despolarização - abertura
dos canais de cálcio, influxo de cálcio.
- eletronegatividade atrai o cálcio.
- sinaplotagamina: observa o aumento de cálcio e faz com que outras proteínas liberem a
vesícula.
dispara processo de exocitose para rompimento/fusão das vesículas e se fundam/difusão
no outro lado.
interação entre proteínas do complexo SNARE para a exocitose.
neurotransmissores liberado na fenda sináptica.
acetilcolina vai se ligar a receptores ionotrópico pós sinápticos.
- canal iônico se liga quando um ligante está em contato com um acetilcolina - abertura para
passagem de sódio entrar, carga + PEPS.
supralimiar - gera potencial de ação - vários canais de íon sódio se abrindo, passando
muito sódio - sempre consegue excitar a célula - alta eficiência.
diferença de voltagem é importante para a excitação e para perceber a diferença precisa
do sensor de voltagem.
no meio canal nicotínico, nas laterais canal de
voltagem dependente.
toxicina tetânica e botulínica inibem o
neurotransmissor.

fibras musculares:
estriado esquelético.
única célula, vários núcleos.
cada uma possui miofibrilas que possuem cada uma os sarcômeros, unidade funcional,
compostos por filamentos finos e grossos.
túbulos T - líquido intersticial, conduzem o potencial de ação até interior da célula e para
próximo dos retículos endoplasmáticos/ sarcoplasmáticos.
sarcômero:
banda I fino, actina, troponina e
tropomiosina.
banda A grosso.
zona H mais grosso, miosina.
acoplamento eletromecânico:
- propagação do potencial de ação.
- aumento do Ca2+ intracelular.
- contração.
- muito rápido.
- liberação de cálcio no retículo,
o qual possui um receptor de rianodina,
já passado por um receptor de DHP
que pode encontrar com actina, assim liga no filamento fino, após isso liga na troponina e pós
tropomiosina. ( esse cálcio do ínicio é liberado de estoques da prória célula, se viesse do meio
externo por difusão, não tem a mesma sensação em todas as miofibrilas ).

mecanismo de deslizamento dos filamentos.

encurtamento dos sarcômeros: banda A não encurta, há uma sobreposição dos filamentos
finos e grossos.
contração ( liga, arma e solta enquanto tiver cálcio ):
- cabeças de miosina, armada com ADP, grudam nos filamentos brancos.
- aparece o cálcio ligado a troponina e depois tropomiosina que pode encontrar com a actina.
- pós contração, acaba ATP.
- miosina se solta mas com outra quebra de ATP para ADP, começa o ciclo novamente.
somação temporal/tetania: aumento da força, aumento da estimulação, aumento da freq.,
menos tempo.
somação espacial: recrutamento de mais motoneurônios que também inervam o músculo
em ação.
tipos de fibras do músculo esquelético
fibras glicolíticas rápidas, tipo II:
- moléculas de miosina com rápida atividade ATPásica.
- abundante ramificação do retículo para assegurar uma rápida liberação de Ca2+.
- relaxamento mais rápido.
- alta capacidade glicolítica: grande número de enzimas glicolíticas para rápida produção de
energia.
- grande reserva de glicogênio.
- menor aporte sanguíneo porque o metabolismo oxidativo é de menor importância.
- poucas mitocôndrias.
- fibras grandes para gerar grande força de contração.
- sem mioglobinas (brancas).
- alta fatigabilidade.
- inervação para a maturação e desenvolvimento:
motoneurônios grande.

fibras oxidativas lentas, tipo I:


- metabolismo oxidativo: produção de ATP dependente de O2.
- miosina com menor atividade ATPásica.
- maior aporte sanguíneo: para suprir a demanda por O2e pelos substratos energéticos
transportados pelo fluxo sanguíneo.
- alto número de mitocôndrias.
- fibras contendo grande quantidade de mioglobina (armazena O2; cor avermelhada).
- fibras adaptadas à atividade muscular aeróbica de longa duração.
- inervação para a maturação e desenvolvimento: motoneurônios pequeno.

treinamento físico aumenta a capacidade oxidativa em fibras do tipo I e aumenta a


capacidade glicolítica nas fibras do tipo II, ademias não induz que uma fibra se torne a
outra.
a constituição muscular é importante para reconhecer e melhorar o desempenho de cada
atleta em respectivos esportes.
hipertrofia: ganho de massa muscular, aumento do número de filamentos de actina e
miosina em cada fibra muscular.
atrofia por desuso: perda de massa muscular, quando o músculo não é utilizado durante
longos períodos, a taxa de degradação das proteínas contráteis é mais rápida que a taxa
de substituição.
hiperplasia: em casos raros, quando o músculo está sendo submetido à geração de força
extrema, o número de fibras musculares pode ser aumentado, diferenciação a partir de
células satélites, exercícios com alta resistência e poucas repetições.
músculo liso:
envolve órgãos que variam muito de volume.
involuntário.
junções mecânicas e comunicantes.
filamentos grossos: miosina.
filamentos finos: actina, presos aos corpos densos (presos na membrana ou dispersos no
citosol, têm a mesma função que as linhas Z).
tropomiosina presente e troponina ausente.
filamentos dispostos diagonalmente em relação ao eixo da célula.
contração provoca encurtamento e espessamento da fibra.
atividade pelos neurotransmissores do SNA.
contração dependente do aumento da concentração de cálcio no
citosol.
Neurofisiologia
controle das respostas por meio de estímulos.
níveis de análise do SN.
- cognitivo: comportamental.
- sistema: interação entre várias uni celulares.
- celular: propriedades de células unitárias.
- subcelular: biofísica de canais iônicos.
- molecular: mecanismos de ação das proteínas
e neurot.
Sistema nervoso autônomo:
funcionamento das nossas vísceras.
vida vegetativa.
controle da homeostase.
músculo liso e cardiácos, glândulas e neurônios.
quanto estimulatório, quanto inibitório.
parassimpático - restaurar a fuga, isolada, pré ganglionar longo, núcleos do tronco
encefálico e sacral.
simpático - para fuga, difuso, pré ganglionar curto, médula toroco lombar.
sinapse no gânglio energético, tanto parassimpático quanto simpático - depois no orgão
efetor tem um novo ligamento.
- acetilcolina consegue se ligar em diferentes receptores, os quais estão relacionados com
qual tipo de canal irá se abrir.
- noradrenalina é outro neurotransmissor com outros tipos de receptores, alfa e beta, os quais
também possuem seus subtipos também inibitórios e excitatórios.
- muxarinico - no parassimpático.
vai ser sempre excitatório no gânglio por causa do receptor miotínico.
glândula adrenal vai ser lançada na corrente sanguínea.
- via simpática para a suprarrenal, ativada na maioria das vezes por estresse - adrenal,
glãndula mista, com região cortical endócrina e medular central simpática, não possui contato
com o orgão alvo e sim com corrente sanguínea, onde a adrenalina será secretada, ligada a
receptores alfa e beta e levada para o alvo.
Sistema somatosensorial
relacionados a sensações, sensibilidade do corpo.
propriocepção: sentido de posição e movimento do nosso corpo.
sentidos especiais: 5 sentidos.
sentido visceral: orgãos sensoriais situados nos orgãos viscerais.
sentido somestésico: orgãos sensoriais situados em todo corpo.
classificação dos receptores sensitivos
- tipo de estímulo: fotorreceptor, quimiorreceptor, mecanorreceptor, termorreceptor e
nociceptor.
- quanto a info. sensitiva: cutâneos, musculares, articulares e viscerais.
estímulo gera uma sensação onde possui uma sensibilidade.
- diferentes tipos de energia capaz de reagir com um neuroreceptor específico para gerar um
potencial de ação. - ocorre a transdução.
- quando chega no córtex somatossensorial há a consciência do estímulo, posteriormente
sensação e assim sensibilidade.
tipos de receptores sensoriais - neurônios modificados e especiais
- simples
- neurais: região receptivos possui lamelas nas terminações nervosas.
- especiais: neurônio associado a uma célula epitelial.
propriedades dos receptores
- intensidade do estímulo - sublimiar: não gera potencial de ação.
- limiar: gera potencial de ação.
- supralimiar: gera muito potencial de ação.
- localização do estímulo - participação da inibição lateral, aplica em um local e inibe as
laterais.
- tamanho do campo receptivo
- adaptação do estímulo - somente alguns receptores se adaptam.
quanto maior intens., maior p.a, maior quant. de neurônio transmissor no cortex
somatossensorial, maior sensação.
projeção cortical - cortex dividido por onde os sinais chegam e são processados.
- homúnculo sensorial
- tamanho está relacionado com maior ou menos sensibilidade
- campo receptivo
- área de alta sensibilidade
- área de baixa sensibilidade
dermatomo: áreas que são invervadas pela mesma raiz nervosa.
- possui 4: cervical, torácica, lombar e sacral
- herpes zostes, hanseníase...
vias sensoriais:
- especificidade dos receptores sensorias.
- neurônio possui quatro ordens.
- coluna dorsal: lemnisco medial - sistema epécrito, propriocepção e vibração
- antero lateral: sistema protopático, dor e temperatura, muda o local de decussão do sinal
tipos de fibras nervosas sensoriais:
- Ia: alfa, fuso muscular
- Ib: alfa, orgão tendinoso
- II: beta, fibras secundárias do fuso, mecanoreceptores da pele
- III: gama, terminações nervosas livres para dor e temperatura
- IV: C, terminações nervosas livres para dor
Motricidade medular e cortical
propriocepção: sentido da localização espacial do corpo, posição e orientação, força e
movimento gerados pelos músculo.
exterocepção: percepção de estímulos de fora do corpo e detectados por
exterorreceptores (visão, audição, tato).
tipos de fibras nervosas motoras:
- alfa: fibras musculares esqueléticas extrafusais, mielinizada, inervsam muitas fibras,
chamadas da placa motora
- gama: fibras intrafusais, dentro do fuso muscular, calibre inferior de mielina
proprioreceptores musculares - informam o estado funcional do músculo
- fuso muscular: comprimento do músculo e velocidade de variação desse comprimento.
- órgão tendinoso: tensão no músculo e velocidade de variação da tensão.
Fuso muscular
inervação do fuso muscular:
- fibras com bolsa nuclear, possui uma dilatação: invervada pela fibra gama dinâmica, fibra
gama estática, grupo Ia, aferentes primárias.
- fibras com cadeia nuclear, seguidas: inervada pela fibra gama estática, grupo Ia e II, aferentes
secundária.
respostas pelo fuso muscular:
- resposta estática: estiramento lento.
- resposta dinâmica: estiramento rápido ou alta velocidade de alteração.
Reflexo de estiramento
miotático
atua para reagir ao um estiramento rápido que seria nocivo, produzir uma contração
reflexa defensiva.
estiramento rápido do músculo causa uma resposta de contração reflexa, detectada pelo
fuso muscular.
causa estiramento nas fibras intrafusais, onde a fibra Ia leva informação até a médula
espinhal e excita o motoneurônio alfa.
duas vias:
- monossináptico - sinapse direta entre fibra sensorial e fibra motora
- aferência que vai direto até o músculo que foi afetado e causa a contração.
- aferência que vai estimular um interneurônio inibitório, inibição dos antagonistas,
relaxamento dos mesmo.
atua também na função estabilizadora, como feedback negativo, os grandes picos de
estímulos será contrabalanceado com contrações reflexas, inibição recíproca dos
músculos antagonistas.
Órgão tendinoso de Golgi
reflexo miotático inverso: promove um relaxamento em resposta a uma contração
excessiva.
- fibra Ib dispara e excita os interneurônios inibitórios que fazem sinapse com os
motoneurônios em atividade.
- fibras que exercem tensão excessiva são inibidas enquanto as que exercem pouca tensão
são mais excitadas.
reflexo de retirada: estímulo cutâneo nociceptivo gera uma flexão do membro afetado.
- fibras aferentes nociceptivas (dor rápida), através de interneurônio excitatório, estimulam os
neurônios motores flexores causando a contração dos músculos flexores do mesmo lado.
- reflexo de extensão cruzada: produz extensão do membro oposto - pensar no pisar em um
caco de vidro e os movimentos contrários de cada perna.

movimento de andar e marcha: inicia e termina voluntariamente, porém os neurônios agem


sob involuntariamente.

Tronco encefálico
Núcleos reticulares:
pontinos: estimula os neurônios dos músculos de sustentação, contra a gravidade, núcleos
vestibulares e cerebelo.
bulbares: inibem os neurônios dos músculos de sustentação, contra a gravidade, córtex e
mesencéfalo.
Núcleos vestibulares:
funções do aparelho vestibular: permite a percepção do corpo em movimento,
posicionamento da cabeça e orientação em relação à gravidade.
inervado pelo vestíbulo coclear.
órgão vestibular:
- canais semicirculares: anterior, posterior e horizontal, percebem rotações muito precisas em
torno de cada eixo. - ampola: dilatações com células receptores dos mov. da cabeça.
- liq. endolinfa é relacionada a localização espacial.
- cúpula: grupo de células ciliadas sensitivas.
- células pilosas: traduzem estímulos mecânicos em ativ. elétrica.
- órgãos otolíticos, sáculo VERT e utrículo HOR: relacionados a translações e movimentos de
aceleração lineares.
trato vestibuloespinhal medial: controle reflexo do pescoço e dorso.
trato vestibuloespinhal lateral: controle dos membros extensores.
vias ipsilaterais.
Núcleos da base
relacionados a movimentos voluntários, planejados e organizados no córtex.
atuam em associação com o córtex motor - recebem sinais do córtex e projetam de volta
ao córtex via tálamo.
em antecipação do movimento.
estriado - caudado: aprendizagem e memória.
- putâmen: mov. amplos e grossos.
globo pálido - mov. voluntários subconsciente.
subtalâmico - controla atividade motora, de forma excitatória.
subs. negra - iniciar e controlar a ação.
áreas motoras corticais:
primário:
- execução do movimento.
- estímulos de pouca intensidade causam mov. contra-laterais.
- homúnculo motor: representação das partes do corpo no córtex primário.
área motora suplementar:
- estímulos de maiores intensidades causam mov. mais complexos.
- mais envolvida com o planejamento da sequência de ativação muscular.
área pré motora:
- integra informações do córtex pré-frontal para o córtex parietal posterior para o
planejamento do ato motor.
córtex parietal posterior:
- integração da informação sensorial e espacial.
vias que surgem a partir do cortex motor:
projeções diretas para a medula pelo tratocorticoespinhal lateral.
projeções indiretas para a medula:
- do núcleo rubro pelo trato córtico rubral para tratorubroespinhal.
- da formação reticular do tronco enc. pelo trato córtico-reticuloespinhal para trato
reticuloespinhal pontino e bulbar.
- sistema córtico pontino cerebelar.
- vias para núcleos da base.

eferência cortical - um mesmo neurônio do TCEL pode inervar diferentes neurônios


motores inferiores para mais de um músculo.
Cerebelo
não projeta para médula, não ordena o movimento.
controla os neurônios motor superior.
para funções motoras rápidas, fala, postura.
chega mais sinais do que emite.
sinais do cortex, aparelho vestibular e fuso muscular.
trato espinocerebelar posterior
ascende informação proprioceptiva do membro inferior do fuso muscular e órgão
tendinoso de golgi - em uma via ipsilateral para o pendúnculo cerebelar superior.
trato espinocerebelar anterior
mais rico no órgão tendinoso de golgi - via ipsilateral mas cruza duas vezes.
trato cuneocerebelar
aferência do membro superior proprioceptivo, até o núcleo cuneiforme acessório, bulbo.
processamento de sinais
sinal chega no cerebelo - vai para o córtex - volta para os núcleos.
relacionado com os pendunculos e os flóculos.

flóculo nodular - recebe sinais do aparelho vestibular e projeta para os núcleos


vestibulares, principalmente.
espinocerebelo - verme: tem o núcleo fastígio ligado a ele.
- zona intermediária: recebe muita informação proprioceptiva dos membros
e planejamento da ação, pode mandar uma resposta para adequação do movimento.
- zona lateral: planejamento da sequência motora.
Gustação
maior parte dos botões gustativos, das papilas gustativas, na porção posterior da língua.
- possui células que transformam energia química em elétrica.
- fibra aferente primária
meio físico químico muda muito - leva a saliva.
microvilos estão expostos à cavidade oral.
vias metabotrópicas - transdução acoplados à proteínas G.
azedo e amargo - sensibilidade na parte posterior.
doce, salgado e umami - sensibilidade na ponta da língua.
células receptores gustativas:
tipo I: regulação da comp. iônica local e degradação dos neurotransmissores, não
relacionada a sabor e liberam ATP.
tipo II: sabores de doce, umami e amargo, possui célula acoplados à proteínas G, não
fazem exocitose, não possuem canais de cálcio voltagem dependentes e liberam ATP.
tipo III: sabores azedo e salgado, geram potenciais de ação, fazem exocitose.
doce
alto valor nutricional e hedônico.
receptores do complexo T1R2 e T1R3 acoplados à proteína G.
umami
gosto mais prazeroso ativado pelo glutamato monossódico.
receptores do complexo T1R1 e T1R3.
amargo
exemplo do denatônico, protótipo de sabor/produção amarga.
receptores da família T2R.
salgado
sabor iônico com influxo de Na+.
azedo
despolarização dos canais de cálcio voltagem dependentes criam potenciais de ação por
exocitose.
inervação
nervo facial VII, glossofaríngeo IX e vago X.
vão para tálamo depois para o córtex.
via gustativa
via da ínsula e córtex - discriminativa.
via do hipotálamo - saciedade e respostas homeostáticas.
via da amigdala - emocionais e hidônicos da gustação.
distúrbios
disgeusia - distorção da percepção gustativa.
fantogeusia - sensação gustatória na ausência de estímulo.
hipogeusia - percepção gustativa diminuída.
Olfação
detecção de moléculas presentes no ar.
existem centenas quantidades de cheiros básicos.
epitélio olfatório.
mucosa olfatória
parte superior do septo e parte nasal lateral, concha nasal superior e um pouco da média
contém receptor - conversão de energia quim. para elet.
metabotrópico - via de transdução
receptor acoplado a proteína G - acoplado a Ac - liberação de segundo mensageiro cAMP
e ATP - abertura canal iônico, Ca2+ Na+ Cl-, aumento de carga positiva - saíde de cloreto
- despolarização.
cálcio se liga a calmodulina, ativa fosfotiderase, que degreda AMP.

axônio forma feixes nervo olfatório - lâmina cribiforme, onde eles podem passar.
glândula de Bowman - secreção de muco.
botões dendríticos possuem os cílios, onde estão as proteínas receptoras os odorantes.
células tronco para se diferenciar nos neurônios receptores.
sinaptogenese.
bulbo olfatório.

trato olfatório - info vai para SNC.


córtex primitivo não passa para o talámo.
córtex piriforme é o mais importante e maior área do córtex olfatório - parte do lobo
frontal e temporal.
hipocampo - memória episódica.
amigdala - memória e respostas emocionais,
córtex orbitofrontal e insula - discriminação de odor.

cada hora uma via especifíca é seguida - código de linha marcada - forma que se separa
um odor do outro, um neurônio expressa um odor para uma parte do bulbo para uma
parte especifíca do córtex.
hipósmia - redução da capacidade de olfação.
Audição
som se propaga por toda parte.
objeto vibra e movimenta moléculas de ar .
- zona de rareficação menor densidade.
- zona de compressão maior densidade.
alta freq. agudo, baixa ferq. grave.
tom puro: de uma única freq.
limiar de detecção para tons puros varia com a freq.
- decibéis dB:

ouvido externo.
ouvido médio - tímpano - ossículos.
possui músculos - regulam tensão do tímpano e estribo - quando contraem a passagem
diminui.
ouvido interno - cóclea.

para o som se propagar na água precisa-se de mais energia, sistema de amplificação.


tuba auditiva equaliza a pressão do ouvido externo e ouvido médio.
estribo aplica pressão na cóclea, vibrando, e percorre a escala dela, timpânica, média e
vestibular.
- escala média: aparelho sensorial, com células ciliadas, possui o órgão corti.
- transdução mecânica elétrica.
- inervado pelos neurônios dos glânglios espiral.
cóclea com base estreita e rígida, apéx vibra melhor em freq. baixa.
membrana basilar, provoca deslocamento de cílios, se move/ vibra em jeito específico da
frequência chegada.
meato acústico interno - passagem de dois nervos - facial
- vestibulococlear
via auditiva central.
- colículo inferior - tálamo - córtex auditivo, lobo temporal
- possui regiões para cada freq. auditiva.
- primário ativado por todos os sons.
- secundário ativado por sons da linguagem falada, fonemas.
surdez
- motivos: sons internos, infecções, intoxicações e idade.
- de condução ou percepção.
- aparelho auditivo.
Sistema cardiovascular
sistema nervoso autonômo.
contração cardíaca - bombeia sangue, bem como outros nutrientes.
transporta e distribui susbstâncias essenciais aos tecidos.
mecanismos homeostáticos - regulação da temp. corporal.
- manutenção de fluídos e oxigênio.
vasodilatação e vasoconstricção.
participação importante dos vasos.

tipos de vasos:

grande calibre, tem grande calibre, tem fino e vascularizado,


endotélio, tecido endotélio, tecido apenas endotélio,
elástico, fibroso e elástico, fibrosa e permeável,
muito músculo liso, músculo liso. ramificado, permite
fornece mais difusão de
resistência. nutrientes, CO2, O2
e excreções.

fatores:
pressão - força de atrito contra o vaso:
- precisa-se ao longo do leito vascular, ter queda de pressão.
- sangue vai chegar nos capilares e precisa que ele não rompa com a alta pressão - é
permitido por meio da decotomização, ramificação dos vasos, várias vezes.
- aumento da pressão - por meio da união das veias e arterias, onde ajuda nas válvulas.
- consequência de não ter ajuste na pressão - romper/ lesar o capilar e não ter uma perfusão
adequada por todo o corpo.
velocidade - tempo que o sangue circula uma determinada área corporal:
- possibilidade de um tempo razoável para acontecer a difusão/ troca de subs., nutrientes,
02...
área de seccção total - diâmetro pelo comprimento.
- permitir uma difusão adequada em todas as células.
- precisa-se ser grande.
coração:
dentro da cavidade torácica junto com pulmão.
pericárcio.
direito - circ. pulmonar, venoso; esquedo - circ. periférica, arterial.
circulação coronariana: circulação prórpia do coração.

átrios: ventículos: válvulas:


- chegada sanguínea. - saída sanguínea. - são folhetos, cordas tendíneas.
- complacência grande. - miócitos - área contrátil, fibra - próprio aumento de pressão
- tecido elástico. muscular cardíaca. empurra o folheto.
- grande força para ter uma pressão
significativa para realmente sair.
sangue:
produzida pela médula, tecido hematopoético.
componentes:
- plasma: água, eletrólito, hormônios e nutrientes.
- fase celular - glóbulos vermelhos/ hemácias/ eritrócito: O2, hemoglobina.
- glóbulos brancos/ leucócitos: defesa.
- plaquetas: coagulação.
viscosidade sanguínea: proporção das células e plasma.
células do rim detectam a hipoxia, falta de O2 - estimula produção do horm. eritropoetina,
para produção de glóbulos vermelhos/ hemácias.
perda sanguínea:
- quando há o rompimento no revestimento endotelial - plaquetas com colágeno
subendotelial se ativam, são células pró coaguladas, estimuladas por meio de células tronco.
- formação do tampo plaquetário, aderência de plaquetas. - não tem fibrina - apenas para lesões
maiores, forma-se então o coágulo.
evitar freq. cardíaca modificada e força de compressão.
- mas se diminuir muito problema na circulação.
bomba cardíaca:
organização do músculo cardíaco - possui sarcômero e fibras que se conectam entre suas
membranas, contração é feita ao mesmo tempo.
discos intercalres: comunicação que permeam nas fibras, passando por todas elas.
mecanismo de contração: sarcômero igualzinho com cálcio ligando com a calmodulina
para ativar o sítio.
diástole: relaxamento, ocorre primeiro, sangue chega.
sístole: contração, vem depois, sangue sai.

precisa ter o preenchimento do coração, distanciamento dos filamentos de actina e


miosina, para então, ocorrer a contração do sarcômero.
força de contração - relacionado com volume - precisa-se de um valor de volume
fisiológico bom para ocorrer toda a contração.
- porém, não tão alto esse volume, uma vez que, pode perder o contato da eficiência cardíaca.
ciclo cardíaco: todos os movimentos que ocorrem dentro de 1 minuto.
- indica a freq. cardíaca.
- START: díastole - pressão intrarterial aumenta - empurra folhetos - válvulas abrem - sangue
vai para ventrículo - aumenta volume e pressão no ventrículo - até esse sangue fechar os
folhetos - musculatura ventricular se contrai - mas não sai sangue, isovolumétrica - empurra
folhetos das válvulas aórtica e pulmonar - sangue sai e vão para o pulmão ou períferia -
começa de novo o processo.
atividade elétrica do coração:
potencial de ação plato - despolarização - abertura do canal de sódio, entrada dele.
- se plato encurtar, freq. cardíaca aumenta - menor entrada de sódio, ou mais rápido.
- tempo condiz com a freq. cardíaca.
condutância - sódio aumenta, entrada
- potássio diminui, saída
ritmos de resposta rápida e lenta - determinadas pelas fibras do marca-passo, as quais
possuem um ritmo lento.
- precisa-se da diferença para manter o ciclo cardíaco.
SN simpático - aumenta freq. cardíaca.
- acelera abertura do canal de sódio.
- No+Ɓ+ canal de sódio - despolarização rápida.
SN parassimpático - muscarínico - aumenta abertura do canal de potássio -
hiperpolarização - diminui potencial de membrana - fica + negativo.
esses sistemas mandam mensagem para marca-passo - dar força para contração, o cálcio
e toda a cascata de ativação do sítio do sarcômero.
pressão arterial + força do sangue atritando as paredes do vaso.

PA: pressão arterial


Vej.: volume de sangue circulante.
- diurético: aumentar excreção de água da urina - PA
- Na+ - retenção de H20 - vol. sanguíneo - Vej. - PA
FC: frequência cardíaca - marca-passo sinoatrial
- simpático desp.
- parassimpático desp.
Rp: resistência periférica - todos componentes relacionados aos vasos que dificultam a
passagem.
- diâmetro do vaso - vasconstrição Rp - PA
- vasodilatação Rp - PA
- viscosidade sanguínea: água, célula - atrito com parede do vaso - viscos. - PA
- comp. do vaso - para sistêmica - sempre mesmo composição.
- outras situações - quanto menor, mais fácil.
filtração glomenular - renal longo prazo - filt. glom. - vo. urinário - vol. sangue - PA
- com passar dos anos os vasos vão perdendo a complacência. - capacidade do vaso dilatar
e contrair, capac. de regulação.
- corpúsculos carotídeos e aórticos - barorreceptores, pressão.
- PA - car. - potenc. ação - -SNA simp. + SNA parassimp. - FC - PA.
nó sinoatrial: estrutura do coração que gera os impulsos elétricos que controlam a
contração cardíaca.
nó atrioventricular: é uma pequena estrutura do coração que conecta os átrios e os
ventrículos.
rede de purkinge: sistema de fibras musculares cardíacas que conduz o estímulo elétrico
do coração, permitindo que os ventrículos se contraiam de forma coordenada.
feixe de his: um conjunto de fibras musculares que conduz impulsos elétricos do nó
atrioventricular aos ventrículos do coração.
Sistema respiratório
troca gasosa, defesa do organismo, metabolismo.
fornecimento de oxigênio e remoção do dióxido de caborno dos tecidos.

fases:
ventilação pulmonar: mover ar para dentro e fora dos pulmõses.
respiração externa: troca de oxigênio e gás carbônico entre pulmões e sangue. -
hematose.
respiração interna: a troca a nível celular.
respiração celular: utilização do oxigênio para produzir energia.

aparelho respiratório:
entrada do ar pela cavidade nasal - passou na faringe - laringe - traquéia, anéis
cartilagionosos - se dicotomida em brônquios - dicotomizam e formam os secundários e
por aí vai - até formação dos bronquilos terminais - alvéolos.
pulmões: massa de alvéolos e seus tubos condutores, inseridos na cavidade torácica,
dividida pelo diafragma da cavidade abdominal.
cavidade torácica emermente fechada.
subdivisões:
- zona de condução: conduzem o ar do meio externo até os bronquíolos, trato respiratório
superior e inferior.
- zona respiratória: alvéolos e porção distal dos bronquíolos, fazem hematose.
- zona de transição: região distal dos bronquíolos, aqueles que não são perfundidos por
capilares, não chegam sangue até eles.

trato respiratório superior:


- narinas: entrada do ar, presente de cílios para aquecimento, purifcação e umidecimento do
ar, além de um muco que ajuda nessas funções, bem como detecções de odores, câmara de
ressonância do som, possui as trabéculas ( conchas nasais ).
- faringe: faz parte do trato digestório e respiratório.
- nasofaringe, orofaringe e laringofaringe.
- possui uma diferenciação dos epitélios.
trato respiratório inferior:
- laringe: possui a epiglote que controla a passagem de ar ou alimento durante a deglutição,
também tem a presença das cordas vocais, que se movimentam conforme a passagem de ar
para gerar sons devido a diferenciação das situações,a depender da fração delas.
- traquéia: possui anéis cartilaginosos, ainda possui cílios no epitélio para movimentação e
purificação das partículas, a partir dai tem a dicotomização da condução.
- brônquios primários: que se dicotomizam várias vezes, e precisam dessa formação, diminui o
diâmetro, aumenta o comp., o número significativamente e a área de secção.
- alveólos terminais: na parte em que possui um capilar próximo para ocorrer a hematose.
constituída pelas camadas parietal e visceral, no meio dela é a cavidade plueral.
suprimento sanguíneo alveolar: chegada do sangue venoso nos alvéolos para ocorrer a
hematose e assim saída do sangue arterial para voltar ao coração.

alteração do epitélio:
- primeiros brônquios: célula pavimentosa, alongada com muitos cílios e muco.
- ao longo das dicotomozação - vão diminuindo as células e a presença de cílios e muco.
- nos alvéolos: camda extremamente fina, delgada, sem cílios e revestimento de muco, para
manter a umidade.

surfactante: camada lipoproteica que vai ajudar pra facilitar a expansão alveolar, diminuir a
tensão superficial na superfície líquida que reveste os alvéolos, a força/ esforço muscular
necessária para a expansão dos pulmões, estabilização do tamanho dos alvéolos.
- glicorticoídes fazem a sintese dos surfactantes quando se têm um parto pré maturo, para
que os alvéolos sejam abertos para a respiração ser feita.

mecânica respiratória:
ventilação ou respiração: inspiração e expiração.
inspiração ativa, experição repouso passiva e expiração forçada ativa.
alteração de volume e pressão - inversamente proporcionais
músculos envolvidos: intercostais internos, abdominais ( expiratórios forçados, quando é
uma expiração não possui a particpação dos intercostas internos ), intercostas externos,
diafragmas, esternos e esternocleidomastóideo ( inspiratórios ).
diafragma - inspiração: tracionado para baixo, aumento do espaço pleural e em direção a
caixa abdominal.
- expiração: tracionado para cima, diminuição do espalo pleural e direção da
caixa torácica.
costelas - inspiração: elevação e aumento de volume da caixa torácica, pela contração
dos músculos intercostais externos.
- expiração forçada: abaixa e diminuição do volum da caixa torácica.
o que força a movimentação do ar externo para o interior dos alvéolos é a origem de uma
pressão negativa dentro dos alvéolos em relação a pressão externa.
pneumotorax: caixa torácica emerticamente fechada, para manter os valores de pressão
constantes, mantendo os alvéolos com uma situação de pré abertura para a hematose.
- a lesão da caixa ou músculos gera uma quebra dessa equalização.
espirometria: volumes e capacidades respiratórias.

hematose:
ventilação, freq. respiratória, perfusão e relação entre V/P.
freq. cardíaca, débito cardíaco.
processo de difusão, mov. de moléculas de maior para menor concentração.
lei de henry: quant. de gás que se dissolve na água é determinada pela solubilidade em
água e pela pressão do parcial do ar.
02 tem baixa solubilidade em soluções aquosas, CO2 alto coef. de solubilidade.
maior coef. de solubilidade se difunde mais facilmente no sangue e tecidos.
gases difundem-se de áreas de alta pressão para as de baixa pressão.
membrana respiratória: contato dos capilares com as células alveolares e o surfactante.

fatores que alteram a troca gasosa:


- gradiente de concentração dos gases - quanto maio ele for, maior vel. de difusão.
- solubilidade -
- espessura da membrana - quanto maior, hematose diminui, vel. diminui.
- superfície da membrana - região de contato das células alveolares e epitelias, maior maior.
- relação ventilação - perfusão - regiões de boa ventilação, manter uma boa perfusão, porém
podem se ajudar, queda de uma, aumento da outra.
pneumonia: acúmulo de fluídos e secreção, aumento da espessura da membrana.
enfisema: alvéolos perdem células, diminuição da área de membrana.

transporte de oxigênio - ligado à hemoglobina nos glóbulos vermelhos, possuem 4 regiões


M que vão se ligar a 4 moléculos de O2.
- dessaturação: quando a hemoglobina libera oxigênio nos tecidos.
- fatores que alteram a liberação de O2 - pressão parcial de O2 diminuída, aumenta lib.
- temperatura aumenta, aumenta lib.
- efeito BOHR, aumento de CO2, diminui PH, aumento
da lib.
- gliose anaeróbica, aumenta lib.
- tracionar a curva de dissociação da hemoglobina para direita - aumento da liberação de O2.

transporte de dióxido de carbono


- maior parte se difunde no eritrócito e se converte em bicarbonato, entrada de cloreto.
- outra parte transportado pela carbamino hemoglobina.
- outra parte dissolvido no plasma.
- cuidado para não ocorrer queda no ph, acidose.
- efeito haldane: quanto menor a saturação da oxihemoglobina, maior a capacidade de
transporte de CO2 sanguíneo.

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