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Resumo Emerg.

O documento aborda a evolução da Psicologia das Emergências e Desastres, destacando suas origens nas Guerras Mundiais e os primeiros estudos sobre reações psicológicas em situações de crise. Ele também discute a importância da intervenção psicológica em desastres, as diferenças entre catástrofes, emergências e desastres, e o papel da Defesa Civil no Brasil. Além disso, enfatiza a necessidade de suporte psicológico para vítimas e profissionais envolvidos, bem como a relevância de práticas como os Primeiros Auxílios Psicológicos.

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Resumo Emerg.

O documento aborda a evolução da Psicologia das Emergências e Desastres, destacando suas origens nas Guerras Mundiais e os primeiros estudos sobre reações psicológicas em situações de crise. Ele também discute a importância da intervenção psicológica em desastres, as diferenças entre catástrofes, emergências e desastres, e o papel da Defesa Civil no Brasil. Além disso, enfatiza a necessidade de suporte psicológico para vítimas e profissionais envolvidos, bem como a relevância de práticas como os Primeiros Auxílios Psicológicos.

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Resumaço foda

Origens no Estudo

O campo da Psicologia das Emergências e Desastres teve início no contexto


das Guerras Mundiais, com foco nas reações psicológicas dos soldados.
Termos como "neurose de guerra" e "fadiga de batalha" foram usados para
descrever o estresse pós-traumático, evidenciando a necessidade de
intervenções psicológicas em situações extremas.

Primeiros Estudos

1909: O psiquiatra suíço Edward Stierlin conduziu um estudo sobre as


emoções de familiares de vítimas de uma explosão em uma mina de carvão na
França, considerado um dos primeiros trabalhos na área.

1920: Samuel Prince publicou "Catastrophe and Social Change", a primeira


análise científica sistemática sobre os efeitos de desastres, baseada na
explosão do porto de Halifax, no Canadá.

Avanços na Intervenção Pós-Desastre

1944: Erich Lindemann realizou um estudo sobre o incêndio no clube noturno


Coconut Grove, em Boston, EUA, identificando reações psicológicas dos
sobreviventes e familiares, e estabelecendo bases para intervenções em
crises.

1960-1970: A Psicologia iniciou estudos sistemáticos sobre reações adversas


no pós-desastre. Em 1970, a Associação Brasileira de Psiquiatria publicou o
manual "Primeiros Auxílios Psicológicos em Casos de Catástrofes", abordando
reações comuns e princípios para identificação de pessoas emocionalmente
afetadas.

Expansão

2001: O incêndio em Lima, Peru, que causou 291 mortes, levou à fundação da
Sociedade Peruana de Psicologia de Emergências e Desastres, destacando a
importância do apoio psicológico em situações de catástrofe.

2002: Durante o I Congresso de Psicologia das Emergências e Desastres,


realizado em Lima, foi criada a Federação Latino-Americana de Psicologia de
Emergência e Desastres (FLAPED), reunindo países como Brasil, México,
Chile e Argentina para promover discussões e ações na área.

2004: No Chile, foi estabelecida a Sociedade Chilena de Psicologia em


Emergências e Desastres (SOCHPED) para fomentar o desenvolvimento e a
atuação da psicologia em situações de emergência.
Psicologia das Emergências e dos Desastres no Brasil

1987 – Acidente com Césio-137 em Goiânia: Considerado o maior desastre


radioativo fora de usinas nucleares, este evento marcou o início da atuação da
Psicologia em emergências no Brasil, com intervenções focadas na redução de
ansiedade e medo da morte.

Anos 2000 – Iniciativas Institucionais: O Conselho Federal de Psicologia


(CFP) iniciou ações para consolidar a atuação da Psicologia em desastres,
incluindo congressos e seminários, como o I Seminário de Psicologia das
Emergências e dos Desastres em 2006.

2011 – Criação da ABRAPEDE: Foi fundada a Associação Brasileira de


Psicologia em Emergências e Desastres (ABRAPEDE), visando fortalecer a
atuação dos psicólogos nesse campo.

Situação Atual: Apesar dos avanços, a área ainda carece de maior


expressividade e consolidação no Brasil, necessitando de mais estudos e
práticas que abordem os conceitos de desastre, emergências e catástrofes.

Diferença entre Catástrofe, Emergência e Desastre

Para a atuação da Psicologia nas situações de emergências e desastres, é


essencial compreender os conceitos de catástrofe, emergência e desastre, que
muitas vezes são usados como sinônimos, mas possuem diferenças
importantes.

Emergência: É uma situação inesperada que causa danos ou alterações, mas


que não ultrapassa a capacidade de resposta local. Exemplo: um acidente de
trânsito com algumas vítimas, onde os serviços médicos e de resgate locais
conseguem atender adequadamente. A emergência provoca uma ruptura
localizada, afetando apenas um grupo específico e não alterando a vida
cotidiana da comunidade.

Desastre: Envolve uma ruptura ampla da estrutura social e da infraestrutura,


afetando indiscriminadamente uma população e exigindo mobilização maior de
recursos humanos e materiais. Exemplo: o rompimento de uma barragem que
destrói uma cidade, causando prejuízos extensos e grande impacto social.
Nessa situação, embora os sistemas institucionais possam ajudar, a magnitude
do evento ultrapassa os recursos locais.

Catástrofe: É o evento mais grave, causando uma ruptura quase total das
estruturas sociais e comunitárias, afetando toda a população e tornando as
instituições incapazes de prestar ajuda imediata. Exemplo: um grande
terremoto que destrói completamente uma região, deixando as pessoas
desamparadas nos primeiros momentos e exigindo esforço massivo e
coordenação nacional para a recuperação.

Essa diferenciação é fundamental para o planejamento e atuação da


Psicologia, pois a gravidade e o alcance do evento determinam a mobilização
de recursos, a complexidade do suporte psicológico necessário e as
estratégias de intervenção.

Exemplos de Diferença entre Acidente, Emergência, Desastre e Catástrofe

 Acidente: Evento inesperado e não planejado que causa danos


específicos e localizados.
o Exemplo: Um trabalhador que sofre uma queda em uma obra,
resultando em fraturas.
 Emergência: Situação inesperada que causa danos, mas que não
ultrapassa a capacidade de resposta local.
o Exemplo: Um incêndio em um apartamento que é controlado
pelos bombeiros locais sem afetar a comunidade.
 Desastre: Evento que causa danos significativos, afetando uma grande
área e exigindo recursos além da capacidade local.
o Exemplo: Uma enchente que destrói bairros inteiros, exigindo
ajuda estadual e federal.
 Catástrofe: Evento de grande magnitude que causa danos extensivos,
afetando toda uma região e exigindo esforços coordenados em nível
nacional.
o Exemplo: Um tsunami de grande escala que destrói cidades
inteiras e deixa milhares de desabrigados.

Defesa Civil no Brasil: Atuação e Ações Inter-relacionadas

A Defesa Civil é um conjunto de ações preventivas, de socorro, assistenciais e


recuperativas destinadas a evitar ou minimizar os desastres, preservar o moral
da população e restabelecer a normalidade social.

Sua atuação é organizada em cinco ações inter-relacionadas:

1. Prevenção: Identificação e análise de riscos para evitar a ocorrência de


desastres.
2. Mitigação: Redução dos impactos de desastres, por meio de medidas
como construção de obras de contenção e correção.
3. Preparação: Planejamento e treinamento para ações de resposta
eficazes.
4. Resposta: Ações emergenciais para socorrer e assistir as vítimas.
5. Recuperação: Restabelecimento das condições normais de vida,
incluindo a reconstrução de infraestrutura danificada.

Essas ações são realizadas de forma multissetorial e nos três níveis de


governo (federal, estadual e municipal), com ampla participação comunitária.

Importância da psicologia
A Psicologia desempenha um papel crucial em situações de emergência e
desastres, atuando em diversas fases para mitigar os impactos psicológicos
sobre a população afetada. Pesquisas indicam que eventos traumáticos podem
desencadear transtornos como estresse pós-traumático, luto, depressão,
suicídio, comportamentos violentos e uso de substâncias psicoativas. A
atuação psicológica abrange cinco ações inter-relacionadas:

Prevenção: Realizada durante períodos de normalidade, visa evitar a


ocorrência de desastres por meio de ações como educação ambiental,
mapeamento de áreas de risco e obras estruturais.

Mitigação: Também ocorre antes de desastres, buscando reduzir ou limitar os


impactos de ameaças inevitáveis, através de medidas como monitoramento de
eventos naturais e emissão de alertas.

Preparação: Envolve o planejamento e capacitação de equipes e comunidades


para responder eficazmente a desastres, incluindo a elaboração de planos de
contingência e realização de simulados.

Resposta: Ativada durante ou imediatamente após um desastre, concentra-se


em ações emergenciais de socorro e assistência às vítimas, como busca e
salvamento, primeiros socorros e restabelecimento de serviços essenciais.

Recuperação: Desenvolvida após o controle da situação emergencial, tem


como objetivo restaurar a normalidade nas áreas afetadas, por meio da
reconstrução de infraestruturas e apoio psicossocial às comunidades.

Essas ações são essenciais para restaurar o bem-estar psicológico da


população e fortalecer a resiliência comunitária.

Saúde Mental Frente ao Contexto das Emergências

Situações de desastres e catástrofes impactam profundamente a saúde mental


das pessoas, afetando tanto vítimas diretas quanto aquelas expostas
indiretamente por meio de mídias, familiares ou colegas. Esses eventos podem
desencadear sentimentos de perigo iminente, medo, ansiedade, tristeza e
outros desequilíbrios emocionais.

A intervenção psicológica precoce é fundamental nesses contextos, pois


quanto mais cedo for iniciada, melhores serão os efeitos a longo prazo. Essa
intervenção visa reduzir o estresse causado pelos eventos traumáticos e
promover um funcionamento adaptativo, minimizando o risco de
desenvolvimento de transtornos mentais graves.

Saúde mental

O conceito de saúde mental vai além da simples ausência de doenças mentais,


abrangendo a capacidade de lidar com os desafios da vida, manter
relacionamentos saudáveis e contribuir para a comunidade. Segundo a
Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde mental é um estado de bem-
estar no qual o indivíduo reconhece suas habilidades, enfrenta os estresses
cotidianos, trabalha de forma produtiva e participa ativamente da sociedade.

No contexto de emergências e desastres, é fundamental compreender que


reações emocionais como medo, tristeza e ansiedade são respostas naturais
às adversidades. A psicologia das emergências destaca a importância de
acolher e compreender essas emoções, promovendo estratégias de
enfrentamento que valorizem o autocuidado e a autocompaixão. Práticas como
a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e suas abordagens de terceira
geração, como a terapia de aceitação e compromisso, enfatizam a importância
de aceitar as emoções negativas como parte da experiência humana, sem
julgamentos, e desenvolver habilidades para lidar com elas de maneira
saudável.

Assim, a saúde mental é entendida como a busca contínua pelo bem-estar


emocional, reconhecendo e respeitando os próprios limites, e cultivando a
resiliência diante das adversidades da vida.

Setting e sobre o acolhimento

O "setting" e o acolhimento psicológico desempenham papéis essenciais na


atuação do psicólogo em situações de emergências e desastres. Esses
elementos não apenas estruturam o atendimento, mas também garantem que
ele seja ético, eficaz e sensível ao contexto vivido pelas vítimas.

Importância do Setting e do Acolhimento

 Definição de Setting: Em psicologia, o setting refere-se ao ambiente


físico e simbólico onde ocorre a intervenção.
 Acolhimento: Consiste em ouvir atentamente as vítimas, reconhecendo
suas emoções e oferecendo suporte emocional imediato. Esse processo
é fundamental para estabelecer confiança e proporcionar alívio
psicológico inicial.

Realidade Prática

 Adaptação às Condições Locais: Diferente do consultório tradicional, o


setting em emergências deve ser flexível e adaptável. Psicólogos
frequentemente atuam em espaços improvisados, como tendas ou salas
comunitárias, sempre respeitando a privacidade e dignidade dos
atendidos.
 Atendimento Individual e Grupal: Em muitas situações, o atendimento
grupal é preferido, pois permite alcançar um maior número de pessoas e
promove a sensação de pertencimento e apoio mútuo. No entanto,
atendimentos individuais também são realizados conforme a
necessidade.
 Cuidado com a Equipe de Profissionais: É essencial que os próprios
psicólogos e demais profissionais envolvidos recebam suporte
psicológico. O autocuidado e o cuidado com a equipe garantem que
possam oferecer um atendimento de qualidade às vítimas.

Reações emocionais das vítimas, crise, ansiedade e medo

Em situações de desastres e emergências, as vítimas frequentemente


enfrentam reações emocionais intensas, como medo, ansiedade, insegurança,
distúrbios do sono, irritabilidade, raiva e dificuldades de concentração. Essas
respostas são consideradas normais diante de eventos traumáticos, mas
podem evoluir para crises psicológicas quando as estratégias habituais de
enfrentamento se mostram insuficientes.

A crise é caracterizada por um estado temporário de desorganização e


incapacidade de lidar com situações específicas utilizando métodos comuns de
resolução de problemas. Nesse contexto, a intervenção psicológica imediata
visa estabilizar o indivíduo, reduzir os sintomas de angústia e ansiedade, e
facilitar o retorno a um funcionamento adaptativo. A crise pode durar de
semanas a meses e, se bem enfrentada, pode resultar em crescimento pessoal
e ressignificação da vida. Por isso, a forma como cada pessoa interpreta e lida
com a crise influencia seu impacto emocional. Intervenções rápidas e
adequadas são fundamentais para restaurar o equilíbrio emocional e prevenir
consequências mais graves.

O processo apresentado acima pode ser vivenciado por qualquer pessoa que
passa por uma situação de crise.

 Ansiedade: Caracteriza-se pela antecipação de uma ameaça futura,


associada à sensação de falta de controle. Pode ser desencadeada por
situações ambíguas ou neutras, levando a respostas físicas como
taquicardia e sudorese.
 Medo: É uma resposta emocional imediata a uma ameaça real e
identificável, preparando o corpo para ações de luta ou fuga.

O entendimento dessas emoções permite ao psicólogo oferecer intervenções


eficazes, promovendo a adaptação e o enfrentamento saudável dos indivíduos
afetados por desastres.
Classificação de Vítimas

Emergências e desastres causam instabilidade emocional não só nas vítimas,


mas também em seus familiares e nos profissionais que prestam os primeiros
socorros. O psicólogo tem um papel fundamental ao oferecer acolhimento,
mediar a comunicação entre equipe, paciente e família, e fornecer apoio
emocional. O suporte aos familiares é essencial, pois eles também sofrem altos
níveis de estresse e ansiedade. Técnicas de redução da ansiedade ajudam a
torná-los aliados no cuidado ao paciente.

O psicólogo também deve cuidar da saúde mental dos profissionais por meio
de atendimentos, rodas de conversa, palestras e treinamentos. os psicólogos
também são afetados, pelo sofrimento das vítimas e pela exposição constante
a situações traumáticas. A exaustão, estresse e a síndrome de Burnout são
riscos comuns, prejudicando sua capacidade de atuar e afetando suas relações
pessoais.

Para prevenir esses problemas, é essencial que os psicólogos desenvolvam


autocuidado, autoconhecimento e contem com uma rede de apoio, incluindo
familiares e colegas. Pertencer a organizações humanitárias estruturadas
oferece suporte técnico e emocional, além de facilitar a capacitação e o manejo
dos desafios.

A criação de espaços para compartilhamento de experiências e supervisão


contribui para o bem-estar emocional da equipe, tornando possível enfrentar
melhor o estresse e o impacto das perdas vivenciadas no trabalho. O cuidado
com a saúde mental desses profissionais é primordial para garantir um
atendimento eficaz e humano às vítimas de desastres.
Primeiros Auxílios Psicológicos

Tanto o CISD quanto os PAP são estratégias desenvolvidas para abordar as


reações emocionais das vítimas em situações de emergência e desastre.
Enquanto o CISD foca na expressão estruturada das experiências traumáticas
em grupo, os PAP oferecem suporte imediato e prático, visando estabilizar e
orientar os indivíduos afetados. A escolha entre essas abordagens deve
considerar o contexto específico, as necessidades das vítimas e as evidências
disponíveis sobre a eficácia de cada método.
CISD (Critical Incident Stress Debriefing) (é mais chamado de Debriefing
mesmo)

O Debriefing é uma técnica estruturada de intervenção em grupo, desenvolvida


para auxiliar indivíduos expostos a eventos traumáticos. Seu objetivo principal
é mitigar os efeitos do estresse crítico e facilitar a recuperação emocional.

Foco: Expressão e processamento das emoções relacionadas ao evento


traumático.

Evidências: Embora amplamente utilizado, estudos científicos têm


questionado sua eficácia na prevenção de sintomas pós-traumáticos, sugerindo
a necessidade de abordagens complementares.

PAP (Primeiros Auxílios Psicológicos)

Os PAP são intervenções imediatas e não invasivas destinadas a fornecer


suporte psicológico básico às vítimas de desastres e emergências. Eles visam
estabilizar o indivíduo e facilitar o acesso a recursos adicionais de apoio.

Foco: Oferecer apoio emocional, promover segurança e auxiliar na


identificação de necessidades imediatas.

Evidências: Recomendados por organizações como a OMS, os PAP são


considerados uma abordagem eficaz e segura para o suporte psicológico em
contextos de crise.

Mídia

A mídia tem papel importante em informar sobre desastres, ajudando na


prevenção e conscientização. Porém, o excesso de notícias sensacionalistas e
negativas pode aumentar medo e sofrimento na população, incluindo vítimas e
familiares. Um jornalismo ético e uma comunicação cuidadosa são essenciais
para minimizar impactos emocionais e promover informações claras e úteis
durante emergências.

Criança e adolescente
Crianças e adolescentes são populações vulneráveis em desastres, com
respostas emocionais e comportamentais complexas e muitas vezes
subidentificadas, diferentes das dos adultos. As manifestações psicológicas
comuns incluem estresse agudo, ansiedade, depressão, pânico, fobias e até
transtornos psicóticos.

Na avaliação inicial, é importante questionar diretamente as crianças sobre


seus sentimentos, pois relatos de adultos responsáveis podem ser superficiais.
A triagem rápida é fundamental para evitar sequelas psicossociais crônicas.

O apoio psicológico deve ser prolongado, acompanhando as necessidades


variáveis das crianças e envolvendo a ajuda aos pais para conversar sobre o
trauma. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) em grupo é a intervenção
mais indicada, pois é breve, focal e eficaz no tratamento de transtorno de
estresse pós-traumático (TEPT) e depressão. Ela permite que as crianças
compartilhem experiências, construam narrativas e aprendam habilidades de
enfrentamento.

Se você conseguiu entender até aqui, tá ótimo, agora no material é só


citações de desastres, catástrofes e sobre a epidemia, se você conhece
bem sobre, acho que não vai ter nenhum segredo, mas se estiver
apreensivo, é bom ler para se ter alguns exemplos

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