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FICHAMENTO - UNIFAMETRO

DISCIPLINA: Desenvolvimento Humano: Adolescência


PROFESSOR: Ana Paula Fagundes Bezerra
ALUNO(A): Fabiana Cristina de Menezes Dantas

REFERÊNCIA: ALBERTI, Sonia. O Adolescente e o Outro. São Paulo: Editora


Ática, 2001.

CITAÇÃO COMENTÁRIOS

“é a relação com o Outro que Ao perceber que existe um outro


singulariza.” pg. 17 diferente de si, o adolescente se
estabelece como indivíduo.

“todo pai o é por adoção” pg. 18 A relação paterna é socialmente


construída.

“Na realidade, a função paterna, muito É o pai que vai mediar as experiências
antes de autoritária, sustenta a lei do dos filhos, construindo o que é ou não
desejo para o filho.” pg.18 possível e/ou desejável.

“...muitos pais a duvidarem de sua Por causa das transformações sociais,


própria capacidade de barrar as muitos pais se sentem inseguros em
inúmeras tentativas de submissão e relação a suas capacidades de
assujeitamento, […], têm muito mais mediação, essa insegurança dificulta
dificuldade em transmitir a seus filhos ainda mais o processo de separação
uma forma de barrá-las.” pg. 20 que ocorre na adolescência.

“de fazer valer o pai que já não se crê É fundamental apoiar os pais que se
capaz de ser ouvido, valorizado ou sentem inseguros durante a transição
levado em conta” pg. 21 dos filhos para a adolescência,
destacando que o impacto do processo
terapêutico afeta o conjunto familiar,
não apenas o adolescente.

“a separação da autoridade dos pais é O maior desafio para o adolescente


o maior trabalho da adolescência” pg. durante esse período é se estabelecer
21 como indivíduo, o que requer se
separar da autoridade paterna.

“Assim como os filhos podem aprender Para que a aprendizagem ocorra,


muito com seus pais, os pais também independente de ser pai para filho ou
podem aprender com seus filhos” pg. filho para pai, é preciso de espaço para
22 diálogo e escuta por ambas as partes.

“Conseguir suportá-la é o segundo Pela necessidade de sobrevivência, a


longo trabalho de elaboração do criança idealiza os pais, ao perceber
adolescente.” pg. 24 que são humanos com as falhas, isso
lhe gera sentimentos de desamparo
CITAÇÃO COMENTÁRIOS

profundos. Conseguir sobreviver com


esses sentimentos, faz parte do
processo da adolescência

“Só é possível fazer alguma coisa O adolescente começa a desenvolver


efetivamente quando já não se espera sua agência ao entender que o Outro é
que o Outro o faça […] É sempre falível e não é capaz de resolver todas
possível modificar alguma coisa na suas necessidades, o indivíduo assim
realidade para seus próprios fins toma responsabilidade por suas
levando em conta os limites.” pg. 24 necessidades, mudando sua realidade
na medida do possível.

“Para haver uma separação é preciso Para haver uma separação é preciso
que efetivamente o Outro possa ser entender esse Outro como um indivíduo
dialetizado, relativizado, no sentido de concreto, não onipotente, humano e
lhe ser impossível uma onipotência que com falhas.
impediria ao sujeito fazer o que quer
que fosse escapando à sua presença.”
pg. 25

“é na interseção entre alienação e É nesse processo de construção de


separação que o adolescente também identidades que o adolescente precisa
precisa situar-se quanto a sua também explorar a própria sexualidade.
sexualidade” pg. 25, 26

“A sexualidade, no ser humano, é A sexualidade humana é moldada pela


integralmente permeada e determinada relação com o Outro, sendo
pelo fato dele sempre se constituir a influenciada pela cultura, pela
partir de sua relação com o Outro, ou linguagem e pelo desejo de outras
seja, a cultura, a linguagem, o desejo pessoas.
do Outro.” pg.28

“Dolado da moça adolescente, o O encontro da adolescente, em


encontro com o sexo normal- particular, com sua sexualidade a leva
mente a lança na questão: o que é uma a questionar sua identidade feminina,
mulher? Como devo ser para assim me devido a posição da mulher na
situar?” pg. 30 sociedade como Outro, buscando
entender o que é ser mulher e como ela
deve se posicionar.

“Quando refletimos sobre as referências Embora a adolescência seja vista como


à adolescência como momento de uma fase de mudança para o jovem, os
mudança, pensamos normalmente que adolescentes frequentemente
quem muda é o adolescente e não seus percebem e reclamam de mudanças no
pais, mas a queixa dos adolescentes de comportamento de seus pais, o que
que os pais mudaram é por demais indica que os pais também acabam
recorrente.” pg. 32 mudando seus comportamentos em
frente ao adolescer de seus filhos.

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