MEDIAÇÃO SÍNCRONA
Começaremos em instantes!
AULA 03
ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS
Prof. Fernando Sarquis
Conceitos e teorias sobre
as Estruturas
Hiperestáticas.
Unidade 1
Introdução ao estudo das
Estruturas Hiperestáticas
• Estruturas hiperestáticas e
grau de hiperestaticidade
• Princípio do trabalho virtual
(PTV)
• Aplicações numéricas
Unidade 2
Estudo do método das
forças
• Análise pelo método das
forças
• Sistema principal e
determinação dos esforços
• Aplicações numéricas
Unidade 3
Estudo do métodos dos
deslocamentos
• Análise das deslocabilidades
e sistema hipergeométrico
• Sistema de equações de
equilíbrio matricial
• Aplicações numéricas
Unidade 4
Estudo das linhas de
influência
• O estudo das cargas móveis
• Linhas de influência para
vigas
• Aplicações numéricas
1) Introdução
1.1) Aula 03 – Unidades 2 e 3
Referências Bibliográficas Básicas
1. MARTHA, Luiz. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos. Grupo GEN, 2017. ISBN 9788595153219.
2. EDMUNGO, Douglas A.; GUIMARÃES, Diego; ROJAS, Fernando C.; PICCOLI, Rossana; DRESCH, Fernanda. Teoria das
Estruturas. Grupo A, 2018. ISBN 9788595023550.
3. MARTHA, Luiz F. Análise de Estruturas: Conceitos e Métodos Básicos. 3rd edição. Grupo GEN, 2022. ISBN
9788521638216.
Referências Bibliográficas Complementares
1. HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para engenharia. Pearson Education do Brasil, 2005. ISBN 8587918974.
2. HIBBELER, R. C. Análise das Estruturas. Pearson Education do Brasil, 2013. ISBN 9788581431277.
2) Relembrando
2.1) Ligações e vínculos
Apoio Graus de Restrições Reações
liberdade
1º Gênero 2 1 1
2º Gênero 1 2 2
3º Gênero 0 3 3
3) Método das Forças
3.1) Relembrando
➢ Consiste em “transformar” uma estrutura hiperestática em uma estrutura isostática por meio da
liberação de deslocamentos e/ou rotações (sistema principal) adicionando uma incógnita, ou seja,
a força necessária para impedir o deslocamento ou rotação (hiperestático)
Estrutura hiperestática Sistema 0
δ10
δ11
SP Sistema 1
1 kN
X1 10 + 11 X 1 = 0
3) Método das Forças
3.2) As bases do método Equações de compatibilidade de deslocamento
Estrutura 1 vez hiperestática Estrutura 2 vezes hiperestática Estrutura 3 vezes hiperestática
10 + 11 X 1 = 0 10 + 11 X 1 + 12 X 2 = 0 10 + 11 X 1 + 12 X 2 + 13 X 3 = 0
20 + 21 X 1 + 22 X 2 = 0 20 + 21 X 1 + 22 X 2 + 23 X 3 = 0
30 + 31 X 1 + 32 X 2 + 33 X 3 = 0
3) Método das Forças
3.2) As bases do método
Equação de compatibilidade Expandindo temos o sistema de Significado físico
de deformações equações de compatibilidade
abaixo:
10 11 12 13 X 1 0
20 + 21 22 23 . X 2 = 0 10 + 11 X 1 + 12 X 2 + 13 X 3 = 0
30 31 32 33 X 3 0 Rotação ou
20 + 21 X 1 + 22 X 2 + 23 X 3 = 0 deslocamento no
{δ0} + [δ] {X} = {0} vínculo liberado
{δ0} = Vetor em função do carregamento externo 30 + 31 X 1 + 32 X 2 + 33 X 3 = 0
[δ] = Matriz quadrada de flexibilidade
(Combinação linear)
{X} = Vetor dos hiperestáticos
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
1º Passo – Obter o grau de hiperestaticidade da estrutura
g = 5R − 3EE = 2
A B C Estrutura duas vezes hiperestática
2º Passo – Obter o sistema principal (SP) liberando dois
SP vínculos para tornar a estrutura isostática
X1 A rotação do apoio A é e o deslocamento vertical no apoio B
são liberados, tornando o problema isostático.
Porém, devido à compatibilidade estática é necessário incluir
X2 os hiperestáticos X1 e X2.
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
3º Passo – Decompor a estrutura em três sistemas
A B C Sistema 0 → Carregamento externo
X1
SP
X1 Sistema 1 → Hiperestático 1
X2
X2
Sistema 2 → Hiperestático 2
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
4º Passo – Objetivo encontrar os hiperestáticos X1 e X2 por meio
dos deslocamentos obtidos
A B C
δ10 e δ20
10 + 11 X 1 + 12 X 2 = 0
δ11 e δ21
20 + 21 X 1 + 22 X 2 = 0
δ12 e δ22
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
5º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 0
+ Fh = 0
A B C
+ Fv = 0 → RA + RC − (5.4) = 0 → RA + RC = 20kN
Sistema 0 → Carregamento externo
+ M A = 0 → RC .4 − (20.2) = 0 → RC = 10kN
RA = 10kN
RA RC
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
5º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 0
D.M.F
A B C
qL2 5.42
= = 10kN .m
Sistema 0 → Carregamento externo 8 8
10 kN 10 kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
6º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 1
+ Fh = 0
A B C
Sistema 1 → Hiperestático 1 + Fv = 0 → RA + RC = 0 → RA = − RC
1 kN.m
+ M A = 0 → 1 − ( RC .4) = 0 → RC = 0, 25kN
→ RA = −0, 25kN
RA RC
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
6º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 1
D.M.F
A B C
Sistema 1 → Hiperestático 1
1 kN.m
0,25 kN 0,25 kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
7º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 2
+ Fh = 0
A B C
Sistema 2 → Hiperestático 2 + Fv = 0 → RA + RC = 1
1 kN
+ M A = 0 → ( RC .4) − (1.2) = 0 → RC = 0,5kN
→ RA = 0,5kN
RA RC
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
7º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 2
D.M.F
A B C
Sistema 2 → Hiperestático 2
1 kN
0,5 kN 0,5 kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
8º Passo – Obter o deslocamento δ10
Para obter o deslocamento δ10 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 0 com o sistema 1.
A B C
D.M.F D.M.F
Utilizando a tabela do Sussekind temos:
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 01
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
8º Passo – Obter o deslocamento δ10
Para obter o deslocamento δ10 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 0 com o sistema 1.
A B C
D.M.F D.M.F
1 1
Utilizando a tabela do Sussekind temos: EI 10 = M ML = (4)(10)(1) = 13,33
3 3
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
9º Passo – Obter o deslocamento δ20
Para obter o deslocamento δ20 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 0 com o sistema 2.
A B C
D.M.F D.M.F
Utilizando a tabela do Sussekind temos:
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 01
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
9º Passo – Obter o deslocamento δ20
Para obter o deslocamento δ20 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 0 com o sistema 2.
A B C
D.M.F D.M.F
1 1
Utilizando a tabela do Sussekind temos: EI 20 = L(1 + ) M M = (4)(1 + 0, 25)(10)(1) = 16, 66
3 3
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
10º Passo – Obter o deslocamento δ11
Para obter o deslocamento δ11 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 1 com o sistema 1.
A B C
D.M.F D.M.F
Utilizando a tabela do Sussekind temos:
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 01
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
10º Passo – Obter o deslocamento δ11
Para obter o deslocamento δ11 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 1 com o sistema 1.
A B C
D.M.F D.M.F
1 1
Utilizando a tabela do Sussekind temos: EI 11 = LM M = (4)(1)(1) = 1,33
3 3
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
11º Passo – Obter o deslocamento δ21
Para obter o deslocamento δ21 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 1 com o sistema 2.
A B C
D.M.F D.M.F
Utilizando a tabela do Sussekind temos:
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 01
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
11º Passo – Obter o deslocamento δ21
Para obter o deslocamento δ21 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 1 com o sistema 2.
A B C
D.M.F D.M.F
1 1
Utilizando a tabela do Sussekind temos: EI 21 = L(1 + ) M M = (4)(1 + 0,5)(1)(1) = 1
6 6
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
11º Passo – Obter o deslocamento δ22
Para obter o deslocamento δ21 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 2 com o sistema 2.
A B C
D.M.F D.M.F
Utilizando a tabela do Sussekind temos:
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 01
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
11º Passo – Obter o deslocamento δ22
Para obter o deslocamento δ22 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 2 com o sistema 2.
A B C
D.M.F D.M.F
1 1
Utilizando a tabela do Sussekind temos: EI 22 = L M M = (4)(1)(1) = 1,33
3 3
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
12º Passo – Organizar os deslocamentos na matriz de flexibilidade
para utilizar as equações de compatibilidade de deslocamento
Como a estrutura é duas vezes hiperestática, a matriz de
A B C flexibilidade é 2 x 2
EI 11 = 1,33 EI 12 = 1 11 12
EI 21 = 1 EI 22 = 1,33 21 22
A matriz é simétrica, onde podemos concluir que:
21 = 12
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
12º Passo – Organizar os deslocamentos na matriz de flexibilidade
para utilizar as equações de compatibilidade de deslocamento
Portanto, a matriz de flexibilidade é definida por:
A B C
EI 11 = 1,33 EI 12 = 1 1,33 1
1 1,33
EI 21 = 1 EI 22 = 1,33
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
13º Passo – Escrever o sistema de equações de forma matricial e
resolver as equações de compatibilidade para obter os
hiperestáticos
A B C 13,33 1,33 1 X 1
+ =0
16, 66 1 1,33 X 2
10 = 13,33 20 = 16, 66
13,33 + 1,33 X 1 + X 2 = 0 X 1 = −1, 43kN .m
11 = 1,33 12 = 1
16, 66 + X 1 + 1,33 X 2 = 0 X 2 = −11, 43kN
21 = 1 22 = 1,33
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
1,43 kN.m
14º Passo – Incluir os hiperestáticos na estrutura original para
obter o restante das reações de apoios.
+ Fh = 0
A B C
RA 11,43 kN
RC + Fv = 0 → RA + RC − (5.4) + 11, 43 = 0
→ RA + RC = 8,57
+ M A = 0 → 1, 43 + ( RC .4) − (10.3) + (11, 43.2) − (10.1) = 0
→ RC = 3,93kN
→ RA = 4, 64kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 03
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada com dois apoios. Considerar rigidez constante (EI)
1,43 kN.m
15º Passo – Calcular o diagrama de esforço cortante e momento
fletor
D.E.C
A B C
4,64 kN 11,43 kN
3,93 kN
D.M.F
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
C D
1º Passo – Obter o grau de hiperestaticidade da estrutura
g = 4 R − 3EE = 1
Estrutura uma vez hiperestática
A B 2º Passo – Obter o sistema principal (SP) liberando um vínculo
para tornar a estrutura isostática
X1 Iremos adicionar uma rótula no apoio D, a fim de tornar a
estrutura isostática.
X1
SP
Porém, devido à compatibilidade estática é necessário incluir o
hiperestático X1.
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
C D
3º Passo – Decompor a estrutura em dois sistemas
Sistema 0 → Carregamento
A B externo
X1 X1
X1 X1
SP
Sistema 1 → Hiperestático 1
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
C D
4º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 0
+ Fh = 0 → H A + H B = 10
A B + Fv = 0 → RA + RB = 0
+M RotD = 0 → H B = 0 → H A = 10kN
Sistema 0
+ M A = 0 → ( RB .3) − (10.2) = 0 → RB = 6, 67kN
HA → RA = −6, 67 kN
HB
RA RB
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
C D
4º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 0
D.M.F
A B
Sistema 0
10 kN
6,67 kN 6,67 kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
C D
5º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 1
+ Fh = 0 → H A − HB = 0 → HA = HB
A B + Fv = 0 → RA + RB = 0
1 kN.m
+M RotD = 0 → ( H B .2) − 1 = 0 → H B = 0,5kN
1 kN.m → H A = 0,5kN
Sistema 1
+ M A = 0 → ( RB .3) − 1 + 1 = 0 → RB = 0
HA HB → RA = 0
RA RB
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
C D
5º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 1
D.M.F
A B
1 kN.m
1 kN.m
Sistema 1
0,5 kN 0,5 kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
6º Passo – Obter o deslocamento δ10
Para obter o deslocamento δ10 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 0 com o sistema 1.
D.M.F D.M.F
2 Teremos que somar a combinação dos
2 diagramas de momento fletor das três
1 3 barras
1 3
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 01
➢ Calcular as reações deBarra
apoio1da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 01 Barra 2
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
6º Passo – Obter o deslocamento δ10
Para obter o deslocamento δ10 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 0 com o sistema 1.
D.M.F D.M.F
1 1
EI 10 = − LM M − L M M
2 3 2
2 1 1 130
1 3 EI 10 = − (2)(20)(1) − (3)(20)(1) = −
1 3 3 2 3
O sinal negativo é devido aos diagramas
apresentar sinais opostos!!
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
7º Passo – Obter o deslocamento δ11
Para obter o deslocamento δ11 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 1 com o sistema 1.
D.M.F D.M.F
2 Teremos que somar a combinação dos
2 diagramas de momento fletor das três
1 3 barras
1 3
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 01
➢ Calcular as reações deBarra
apoio1da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 012
Barra
➢ Calcular as reações de apoio da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 01
➢ Calcular as reações deBarra
apoio3da viga engastada-apoiada abaixo. Considerar rigidez constante (EI)
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
7º Passo – Obter o deslocamento δ11
Para obter o deslocamento δ11 é necessário combinar os
diagramas de momento fletor do sistema 1 com o sistema 1.
D.M.F D.M.F
1 1
EI 11 = L M M + L M M + L M M
2 3 3
2 1 1 13
1 3 EI 11 = (2)(1)(1) + (3)(1)(1) + (2)(1)(1) =
1 3 3 3 3
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
C D
8º Passo – Equações de compatibilidade para obter o
hiperestático
130 13 130
A B 10 + 11 X 1 = 0 → − + X1 = 0 → X1 = = 10kN .m
3EI 3EI 13
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
C 10 kN.m D
9º Passo – Obter as reações de apoio da estrutura hiperestática
10 kN.m
+ Fh = 0 → H A − H B = −10
A B + Fv = 0 → RA + RB = 0
HA HB
RA RB + M D = 0 → ( H B .2) − 10 = 0 → H B = 5kN
→ H A = −5kN
+ M A = 0 → ( RB .3) − 10 + 10 − (10.2) = 0
→ RB = 6, 67kN
→ R = −6, 67kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
C 10 kN.m D
10º Passo – Obter os diagramas de esforço cortante e momento
10 kN.m fletor
D.E.C D.M.F
A B
5 kN 5 kN
6,67 kN 6,67 kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 05
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
1º Passo – Obter o grau de hiperestaticidade da estrutura
C D
g = 5R − 3EE = 2
Estrutura duas vezes hiperestática
A B 2º Passo – Obter o sistema principal (SP) liberando dois
X1 vínculos para tornar a estrutura isostática
X1 Iremos adicionar uma rótula no apoio C e outra rótula no apoio
D, a fim de tornar a estrutura isostática.
X1
X1 SP
Porém, devido à compatibilidade estática é necessário incluir o
hiperestático X1 e X2.
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
3º Passo – Decompor a estrutura em três sistemas
C D
Sistema 0 Sistema 1 Sistema 2
Carregamento Hiperestático 1 Hiperestático 2
externo
A B
X1 X2
X1
X1
X1 X1 X2
X1 SP
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
4º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 0
C D
+ Fh = 0 → HA − HB = 0 → H A = HB
HA
A
MA
B HB + Fv = 0 → RA + RB = 15
RA RB
+M RotD = 0 → HB = 0 → H A = 0
+M RotC = 0 → MA = 0
→ RB = 7,5kN
+ M A = 0 → ( RB .3) − (15.1,5) = 0 → RA = 7,5kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
4º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 0
C D
qL2 5.32
= = 5, 63kN .m
8 8
D.M.F
A B
7,5 kN 7,5 kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
1 kN.m
5º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 1
C D
1 kN.m
+ Fh = 0 → HA − HB = 0 → H A = HB
A B HB + Fv = 0 → RA + RB = 0 → RA = − RB
HA MA
RA RB
+M RotD = 0 → HB = 0 → HA = 0
+M RotC= 0 → − M A + 1 = 0 → M A = 1kN .m
→ RB = −0,33kN
+ M A = 0 → ( RB .3) + 1 − 1 + 1 = 0 → R = 0,33kN
A
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
1 kN.m
5º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 1
C D
1 kN.m
D.M.F
A B
1 kN.m
0,33 kN 0,33 kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
1 kN.m
6º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 2
C D
1 kN.m
+ Fh = 0 → HA − HB = 0 → H A = HB
A B HB + Fv = 0 → RA + RB = 0 → RA = − RB
HA MA
RA RB
+M RotD = 0 → −( H B .2) + 1 = 0 → H B = H A = 0,5kN
+M RotC= 0 → − M A − (0,5.2) = 0 → M A = −1kN .m
→ RB = 0,33kN
+ M A = 0 → ( RB .3) + 1 − 1 − 1 = 0 → R = −0,33kN
A
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
1 kN.m
6º Passo – Calcular as reações de apoios e o D.M.F do Sistema 2
C D
1 kN.m
D.M.F
A B 0,5 kN
1 kN.m
0,5 kN 0,33 kN 0,33 kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
7º Passo – Obter os deslocamentos δ10, δ20, δ11, δ12 e δ22.
1 1
EI 10 = − L M M = − (3)(5, 63)(1) = −5, 63
D.M.F D.M.F D.M.F 3 3
1 1
EI 20 = − L M M = − (3)(5, 63)(1) = −5, 63
3 3
1 1
EI 11 = L M M + LM M = (2)(1)(1) + (3)(1)(1) = 3
3 3
1 1 1 1 1
EI 12 = − L M M + L M M = − (2)(1)(1) + (3)(1)(1) = −
2 6 2 6 2
1 1 1 1 1 1
EI 22 = L M M + L M M + L M M = (2)(1)(1) + (3)(1)(1) + (2)(1)(1) = 2,33
3 3 3 3 3 3
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
8º Passo – Obter o valor dos hiperestáticos
EI 10 = −5, 63
−5, 63 3 −1/ 2 X 1
EI 20 = −5, 63 + =0
−5, 63 −1/ 2 2,33 X 2
EI 11 = 3
1 −5, 63 + 3 X 1 − 0,5 X 2 = 0 X 1 = 2,36kN .m
EI 12 = −
2
EI 22 = 2,33 −5, 63 − 0,5 X 1 + 2,33 X 2 = 0 X 2 = 2,92kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
9º Passo – Obter as reações de apoio da estrutura hiperestática
C D
2,92 kN.m
2,36 kN.m + Fh = 0 → H A − H B = 0 → H A = H B
A + Fv = 0 → RA + RB = 15
B HB
HA MA
RA RB + M D = 0 → −( H B .2) + 2,92 = 0→ H B = 1, 46kN
→ H A = 1, 46kN
+ M C = 0 → − M A − (1, 46.2) + 2,36 = 0
+ M A = 0 → ( RB .3) − (15.1,5) − 0,56 = 0 → M A = −0,56kN .m
→ RB = 7, 69kN → RA = 7,31kN
3) Método das Forças
3.4) Exemplo 04
➢ Calcular as reações de apoio do pórtico simples. Considerar rigidez constante (EI)
10º Passo – Obter os diagramas de esforço cortante e momento
C D
2,92 kN.m fletor
2,36 kN.m
D.E.C D.M.F
A B 1,46 kN
0,56 kN.m
1,46 kN
7,31 kN 7,69 kN