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Resumo

Este trabalho discute a contação de histórias como uma ferramenta pedagógica essencial para o processo de alfabetização, destacando seu papel no desenvolvimento de habilidades fundamentais para a aprendizagem. A pesquisa, realizada em uma turma de 1º ano, utiliza uma abordagem qualitativa e enfatiza a importância do planejamento e dedicação do educador na prática da contação de histórias. Os resultados sugerem que essa prática não apenas incentiva a leitura e a escrita, mas também contribui para o desenvolvimento cognitivo e emocional dos alunos.

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Resumo

Este trabalho discute a contação de histórias como uma ferramenta pedagógica essencial para o processo de alfabetização, destacando seu papel no desenvolvimento de habilidades fundamentais para a aprendizagem. A pesquisa, realizada em uma turma de 1º ano, utiliza uma abordagem qualitativa e enfatiza a importância do planejamento e dedicação do educador na prática da contação de histórias. Os resultados sugerem que essa prática não apenas incentiva a leitura e a escrita, mas também contribui para o desenvolvimento cognitivo e emocional dos alunos.

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RESUMO

Este trabalho aborda e discute a contação de história como instrumento


Pedagógico que auxilia no processo de alfabetização por desenvolver nos
alunos Habilidades fundamentais que são essenciais na aprendizagem, a
alfabetização é Sem dúvida, a etapa mais importante na vida estudantil, neste
período toda a ação Pedagógica estar voltada para a aquisição da leitura e
escrita, a contação de História é a porta de entrada para o mundo literário.
Tendo como objetivo geral Compreender a importância da contação de história
no processo de alfabetização, Além de identificar os benefícios que essa
pratica traz, para os alunos e Professores, esta pesquisa foi realizada, através
de um projeto de intervenção Realizado na turma de 1° ano da escola
municipal de ensino fundamental e infantil, Manoel Francisco da Silva. A
metodologia da pesquisa foi de abordagem Qualitativa, através de uma
pesquisa de campo, onde foram usados diários de Campo e entrevista além de
ter como referencial teóricos como ABRAMOVICH, 2005. CASTRO, 2008.
RODRIGUES, 2005. Entre outros teóricos, que enfatizam A importância da
contação de história no processo de alfabetização, a contação De história
requer comprometimento, habilidades e planejamento não é algo Simples e
corriqueiro, requer dedicação e planejamento. Palavras chaves: contação de
história, alfabetização, leitura.
Introdução.

Esse artigo surgiu a partir de reflexões, observações e análises sobre os


momentos de Contação de histórias realizados nas, aulas na Turma do 1º ano,
na escola de ensino fundamental e infantil, Manoel Francisco da Silva,
localizada em Junco-manso, bairro rural da cidade de Morrinhos Ce. As
Reflexões e análises aqui propostas sobre as experiências foram obtidas em
Momentos diferentes um primeiro estágio relativo a observação e o segundo
Referente a regência. Construímos nossa história pessoal e social através da
narrativa, que vai Se constituindo ao longo do tempo, entender, contar,
reproduzir, são formas de Recuperar nossa própria história e perpetua-la. Os
momentos de contação de História nos permite se sentir dentro delas todos já
passamos por situações como Esta e como é bom viaja na imaginação, a
contação de história é capaz de gerar Emoções, fantasias, criticidade e
aprendizagem, o que consequentemente reflete Na leitura e na escrita. Ao
realizar a pesquisa percebi que o incentivo à leitura fica Apenas em palavras ou
seja não existe ação encorajadora, a prática da contação De histórias, pelo
menos do ponto de vista “convencional”, ou seja, aquele que Estabelece
contato entre as pessoas e os livros ou entre as pessoas e o contador De
histórias com suas expressões, vozes e movimentos foi deixado de lado e
Apenas momentos de leitura o que não é a mesma coisa, uma criança só vai
gosta De ler se ela viver isso, é necessário que nós proporcionemos para
nossos alunos A oportunidade de aprender a gosta da leitura. A alfabetização é
sem dúvida, a etapa mais importante na vida estudantil, Neste período toda a
ação pedagógica estar voltada para a aquisição da leitura e Da escrita o que
muitas vezes leva a alunos se sentirem frustrados quando não Alcançam tais
objetivos, sabemos o quanto é importante aprender na idade certa, O que não
podemos esquecer é que cada aluno tem seu ritmo e aprende de forma
Diferente um do outro. Atualmente a resistência à prática da leitura estar muito
Presente entre os estudantes, desenvolver no aluno o gosto pela leitura não
Acontece de uma hora para outra é um processo que requer tempo e
planejamento. É importante que nesse processo o aluno aprenda a ler
concretamente de forma contextualizada desta maneira quanto maior for o
incentivo também maior será a aprendizagem e o desenvolvimento de outras
habilidades, importantes. Neste caso a contação de história é uma ferramenta
que pode ser útil não só no incentivo à leitura mais também na aquisição da
escrita, fator importante, no processo de alfabetização. A contação de história
não é apenas ler uma história mas fazer desde momento um ato de contação
onde os alunos se sintam parte da história, o que requer planejamento, e
dedicação por parte do profissional de educação, também devemos considerar
que a contação de histórias é uma estratégia pedagógica que pode favorecer
de maneira significativa a prática docente e que esta contribui para, educar,
instruir, desenvolver habilidades cognitivas, dinamizando o processo de leitura
e escrita, além de ser uma atividade interativa que potencializa a linguagem.

Justificativa

Repensar a contação de história como ferramenta essencial na aquisição da


leitura e escrita, desenvolve-la de forma adequada onde seja explorada todo
seu potencial pedagógico. O objetivo desse estudo é compreender a
importância da contação de história no processo de alfabetização, além de
identificar os benefícios que essa pratica traz, para os alunos. Este artigo irá
abordar o uso da contação de história, como ferramenta de incentivo à leitura e
a escrita, este estudo caracteriza-se como qualitativo pautado numa pesquisa
de campo, baseado em livros que buscam esclarecer as informações
necessárias que asseguram a abordagem desta temática a fim de atingir os
objetivos propostos, almejando conscientizar e motivar professores a respeito
dos inúmeros benefícios pedagógicos que estas prática traz e, ao mesmo
tempo incentiva as crianças ao hábito da leitura de forma prazerosa e não
mecânica.

Referencial teórico

A etapa em que o aluno rompe barreiras, cria mais autonomia desenvolve


habilidades cognitivas, motoras e todas as situações que vive vai formando sua
personalidade. Nesta Fase também que aprende a ler e adquiri a escrita, e
ainda estar muito presente o Brincar, o professor utiliza-se de brincadeiras para
gerar conhecimentos o que fara Os alunos se envolverem com mais
entusiasmo nas atividades, onde o processo De aprendizagem ocorre
naturalmente, Dessa forma Podemos afirmar que a contação de história não é
algo relativo a escola mas desde os tempos mais antigos as informações eram
passadas por meio de narrativas onde, com o passar do tempo foram
adaptadosos modos e as formas de se contar. Desde cedo a criança estar em
contato com histórias seja por meio de contos ou canções vindas da mãe dos
avós e do meio em que vive. No contexto escolar, a contação de história,
potencializam diversas área cerebrais, como as emoções e os sentimentos, e
abre espaço para a literatura, assim tornara essa experiência que por se só é
algo magico, em um momento de aprendizagem, onde se desenvolve as
habilidades leitoras e escrita. Miguez (2000) enfatiza que ´´Na maioria dos
casos, a Escola acaba sendo a única fonte de contato da criança com o livro e,
sendo assim, é necessário estabelecer-se um compromisso maior com a
qualidade e o aproveitamento da leitura como fonte de prazer. (MIGUEZ, 2000,
p. 28). Sendo assim podemos dizer que na escola a criança vai relacionar a
contação de histórias e leituras.
“Na educação infantil, o texto literário tem uma função transformadora, pela
possibilidade de as crianças viverem a alteridade, experimentarem
sentimentos, caminharem em mundos distintos no tempo, no espaço em que
vivem, imaginarem, interagirem com uma linguagem que muitas vezes sai do
lugar comum, que lhes permite conhecer novos arranjos e ordenações. Além
de agenciar o imaginário das crianças, de penetrar no espaço lúdico e
encantar, a literatura é porta de entrada para o mundo letrado. Porta que se
abre à face criativa do texto escrito, a arte e sua potência transformadora.
(CORSINO, 2010, p.184)”
Silenciar e compreender são requisitos necessários para se reproduzir o que se
ouve a contação de história possibilita forma leitores de si mesma do entorno
em que vivem e criar uma ponte para leitores de mundo nesta situação é
oportunidade principalmente levando-se em conta que estão na fase do
desenvolvimento cognitivo. Segundo Piaget (2005), existe quatro estádios de
desenvolvimento cognitivo: sensório-motor, pré-operatório, operatório-concreto
e operatório formal, onde a ordem em que ocorrem esses estádios é constante.
Este estádio coincide com o começo da aquisição da linguagem, possibilitando
na criança a realização de ações mentais, reconstruindo suas experiências
passadas e conduzindo a socialização de suas ações (PIAGET, 2005). Nesta
etapa de aprendizagem onde o conhecimento estar sendo internalizado as
situações e ambiente em que o indivíduo estar inserido são determinantes para
seu crescimento, não só como estudante mas como pessoa, faz se necessário
proporcionar a criança pleno desenvolvimento de habilidades essências para
sua formação. De acordo com a Lei de diretrizes e base da educação nacional.
´´Art.22 A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando,
assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania
e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. ´´
(BRASIL, 1996, pág. 20), a escola tem função predominante no processo de
desenvolvimento do indivíduo na maioria das vezas parte somente dela o
incentivo à leitura, mas devemos considerar que a bagagem cultural e
emocional que a criança traz são fatores importantíssimos que vão se
consolidar no âmbito escolar, como explicita Castro (2008, p. 1) ´´Existem dois
fatores que contribuem para que a criança desperte o gosto pela leitura:
curiosidade e exemplo. Neste sentido, o livro deveria ter a importância de uma
televisão dentro do lar. Os pais deveriam ler mais para os filhos e para si
próprios. ´´ Sabendo que nem todas as crianças tem esse incentivo a escola
tem que estar preparada para forma um leitor que vai ter seus primeiros
contatos com livros dentro da escola. Devemos destacar neste ponto a
importância do professor é ele o agente transformador que vai instigar na
criança o gosto e a curiosidade pela literatura, aqui o profissional tem que amar
o que faz, ler para ele não pode ser uma obrigação mas um prazer afinal o
exemplo é o melhor aliado para se ensinar, cabe ressaltar que só o habito de
leitura não é o suficiente quando se trata da contação de história, algumas
habilidades são essenciais entre elas saber posicionar-se, ter uma entoação de
voz, dinamismo entre outros, O bom contador de histórias conhece a sua
história de cor e salteado. Tem linguagem acessível às suas crianças e escolhe
suas histórias levando em conta a faixa etária que pretende atender. Já que
contar e ouvir histórias é um momento especial, o contador de histórias
modifica o ambiente físico da sala, tornando-o mais acolhedor e propiciando
um contato mais próximo com as crianças. Sua voz tem sempre a
sonorização, a emoção de cada personagem. Para que um trabalho cercado de
cuidados não se perca, é necessário que haja bastante cuidado com o espaço
de tempo no qual se contará a história, para que a criança mantenha seu
interesse na atividade desenvolvida, evitando projetar sua atenção a outras
situações (BARRETO, 2003, p. 4). O educador deve sempre estar se inovando
buscando novas estratégias para aplicá-la em sala de aula, buscando
atividades variáveis, preparar um ambiente agradável, alegre e dinâmico onde
o aluno se sinta bem, e proporcione contato dos alunos com os diferentes
gêneros textuais,

(..)“Entendemos que o ensino de leitura deve ir além do ato monótono Que é aplicado
em muitas escolas, de forma mecânica e muitas vezes Descontextualizado, mas um
processo que deve contribuir para a Formação de pessoas críticas e conscientes,
capazes de interpretar a Realidade, bem como participar ativamente da sociedade.
(OLIVEIRA E QUEIROZ, 2009, p.2)” (...)

Para que o aluno aprenda de forma efetiva é essencial propor aulas de leitura
significativas e contextualizadas, que leve em conta as experiências do aluno
enquanto participante do processo de aprendizagem, na contação de história o
professor pode oferecer ao aluno subsídios suficientes para que esse aluno
torne-se um futuro leitor, mesmo sem ainda ter domínio da leitura a form que o
educador atuar resulta na forma que aluno aprende, (...) o professor deve
proporcionar várias atividades inovadoras, procurando conhecer os gostos de
seus alunos e a partir daí escolher um livro ou uma história que vá ao encontro
das necessidades da criança, adaptando o seu vocabulário, despertando esse
educando para o gosto, deixando-o se expressar. (SOUZA, 2004, p.223)(...)
Saber quem é seu aluno suas dificuldades e seus saberes, é fundamental para
que o planejamento de ensino seja eficiente e resulte em uma aprendizagem
significativa pois O aluno tende a se identificar com a linguagem do professor
possibilitando dessa maneira a comunicação entre os saberes, de acordo com
Coelho (1949, p47),´´ antes de narrar a história deve-se abrir espaço para uma
boa conversa, por exemplo se a história gira em torno de animais domésticos,
os ouvintes poderão interpretar dizendo eu também tenho um gato, um
cachorro, um passarinho, o que for.´´ Sendo assim antes da história deve-se
deixar claro do que se trata a história, e o que temos em comum com a
narrativa, sem antecipar fatos do enredo, a conversa estabelece a empatia e
permite ao professor conhecer mais e melhor seus alunos além de dar-lhes
oportunidades de se expressar, no que pensam e se tem, por isso é importante
que o educador saiba selecionar os contos tendo em vista a contribuição que
este terá no desenvolvimento de seu aluno, levando em conta que a literatura
tem função indispensável no desenvolvimento da criança principalmente por
influir diretamente nas 3 áreas vitais do homem, a atividade, inteligência, e
afetividade, segundo Puig, (1998, p.69)´´ a criança quando ouve história,
consegue perceber as diferenças que mostram os personagens bons, maus,
feios e bonitos, poderosos e fracos, facilita a criança incorporar valores que
desde sempre regem
a vida humana.´´ Isso porque a contação de histórias permite uma
contextualização da realidade onde a criança forma seu próprio conceito sobre
a realidade que vive, principalmente quando se identifica com a história
contada,
por isso a importância de saber o que se vai con6tar, para que? E para quem
de
acordo com Dhome (2000, p. 26)’’ para orientar a escolha das histórias é
importante saber os assuntos preferidos relacionados a faixa estaria’’ sabemos
que cada fase da vida da criança ela terá interesse por assuntos diferentes que
quando trabalhados de forma adequada ajudaram no desenvolvimento
acadêmico.
Metodologia
Esta pesquisa teve como base o estágio de regência realizado na escola
municipal de ensino fundamental e infantil Manoel Francisco da Silva,
localizada
em Junco-manso zona rural do município de Morrinhos-Ce. Após as
observações feitas foi elaborado uma sequência didática para ser aplicada
nesta escola, mais precisamente na turma do 1° ano do fundamental, após a
regência foram lidos autores que falam sobre a contação de história no
processo de alfabetização entre eles se destaca ABRAMOVICH, 2005.
CASTRO, 2008. RODRIGUES, 2005. Entre outros teóricos, que enfatizam a
importância da contação de história no processo de alfabetização da criança,
como meios de estimular a oralidade a socialização desenvolver habilidades
importantes no processo de formação individual e coletiva, tendo como função
formar leitores atuantes agentes do próprio saber, também foram utilizados
diários de campo, e entrevista.
3.1 DIARIOS DE CAMPO
Diário de campo é um instrumento utilizado pelos investigadores para
registrar/anotar os dados recolhidos susceptíveis de serem interpretados.
Nesse
sentido, o diário de campo é uma ferramenta que permite sistematizar as
experiências para posteriormente analisar os resultados. Os diários de campo
foram utilizados durante a regência para anotações, detalhadas do projeto,
como datas, horários e como se desenvolveu cada etapa, bem como a
participação de cada indivíduo, este instrumento fui de fundamental importância
na elaboração deste artigo, este tipo de instrumento é utilizado
quando se quer detalhar fatos ou acontecimentos. Para Pinto, o diário de
campo
‘’ facilita criar o hábito de observar com atenção, descrever com precisão e
refletir
sobre os acontecimentos de um dia de trabalho’’ (citado por Falkembac, s.d., p
.1). Portanto o uso do diário de campo possibilitar uma melhor analise dos
acontecimentos, o que gera um melhor entendimento dos fatos.
3.2 ENTREVISTA
A escolha da entrevista como técnica de coleta de dados, foi essencial para
a organização e elaboração deste trabalho, a diversos tipos de entrevista, a
utilizada durante a pesquisa foi a entrevista semiestruturada, uma das
características desse tipo de entrevista é a utilização de um roteiro previamente
elaborado, onde o entrevistador mantem um diálogo com o profissional
entrevistado. Isso permite maior flexibilidade para aprofundar ou confirmar
determinadas informações apresentadas. Segundo Ludkle e André (1986).’’ A
entrevista semiestruturada se desenrola a partir de um esquema básico, porém
não aplicado rigidamente, permitindo que o entrevistador faça as necessárias
adaptações.’’ Dessa forma entendemos a entrevista como uma conversa entre
duas ou mais pessoas entrevistador (es) e entrevistado (s) onde perguntas são
feitas pelos entrevistador afim de obter informações sobre determinado
assunto.
Geralmente a entrevista é indicada para buscar informações sobre opiniões,
concepções, expectativas, percepções sobre objetos ou fatos que
complementem informações sobre fatos ocorridos que não puderam ser
observados pelo pesquisador.
4.RESULTADOS E DISCUSSÃO
A contação de história é um método pedagógico essencial para a alfabetização,
pois possibilitar a criança desenvolver habilidades fundamentais no processo
de aprendizagem, especialmente nesta fase em que o contato visual, as
palavras as formas de comunicação estão mais ativos, a contação de história
permite a criança sair do seu mundo interior para vivenciar o que estar ao seu
redor para a criança é importante os momentos de brincar, o professor deve
incorporar a dinâmica de forma que contribua para a aprendizagem dessa
forma o aluno terá mais espontaneidade e o conhecimento acontecera de
forma natural, de modo que não importo mais adquirido continuamente através
das práticas pedagógicas utilizadas pelo professor, onde a criança se sinta
confortável. Devido a importância do tema e sua contribuição no processo de
ensino, surgiu a presente
pesquisa onde se tratara de aborda o tema desse artigo, a contação de história
como incentivo ao habito da leitura, foram elaboradas seis perguntas referentes
ao tema, com o intuito de entender como os professores viam a contação de
história. A entrevista foi realizada na escola de ensino fundamental e infantil
Manoel Francisco da Silva. Que foram respondidas por três professoras duas
que ensinam na turma do primeiro ano, e uma que ensinam na turma de
educação infantil. As perguntas foram as seguintes.
1.voçê acredita que a contação de história é um diferencial no processo
de aprendizagem?
2.como desenvolver nas crianças o habito da leitura?
3. você sempre trabalhou com contação de história?
4.qual a importância da contação de história para a vida adulta das
crianças
5. você gosta do momento de contação de história?
6. qual a sua dificuldade com a contação de história?
Através da pesquisa pode se compreender melhor a realidade e perspectiva de
cada professor referente a contação de história, pois cada um tem percepções
diferentes quando o assunto é aprendizagem, já no tema apresentado os
professores não foram tão divergentes nas opiniões relatadas, Todos
concordaram que a contação de história contribui para aprendizagem, e
ressaltaram a importância da mesma na socialização das crianças, a
dificuldade de cada um com a contação de história foi o fato de muitos vezes
não encontrarem os recursos suficientes para a ornamentação do ambiente
que a contação de história bem elaborada requer um ambiente propicio capaz
instigar
na criança a curiosidade, apesar de não ter muitos recursos os professores se
esforçam ao máximo para propor um espaço agradável que corresponda as
atividades propostas.
5.CONSIDERAÇÕES FINAIS
Através desta pesquisa constatou-se que é de conhecimento de todos que a
contação de história tem significativa importância quando aplicada de forma
planejada com objetivos definidos, muitas vezes é deixada de lado quando
professores não encontram subsídios suficientes para uma aula bem
elaborada.
Ressalto que como futuros educadores nos cabe a responsabilidade de nos
preparamos para as diversas situações que teremos que driblar quanto ao
ensino pois sabemos que na escola pública a muitos déficits com relação a
equipamentos. Este trabalho objetivou mostrar o quanto a contação de história
é significativa para desperta a criança ao mudo magico da leitura. Ao analisar
as respostas das entrevistas ficou claro que os professores apesar de saberem
da importância da contação de história ficam desmotivados por não terem
subsídios necessários e muitas vezes nem o apoio suficiente para elaborar
aulas mas atrativas, já que muitas vezes a cobranças acabam por sufocar o
lúdico. Este estudo expos o quanto a contação de história contribui como meio
de se chegar a leitura e a escrita além de ser um método de socialização, ainda
desenvolve a capacidade crítica, emocional e psíquica do aluno. Enfim concluo
a contação de história não é apenas uma atividade isolada de outras mas ao
contrário contribui de forma direta em outras disciplinas, o que só tem a gera
mais aprendizagem e conhecimento.

6. REFERÊNCIAS
CORSINO, Patrícia. Literatura na educação infantil. Brasília, Ministério da
Educação, Secretaria
da Educação Básica, 2010.
RODRIGUES, Edvânia Braz Teixeira. Cultura, arte e contação de histórias.
Goiânia, 2005.v
LUDKE, M ANDRE.M.T.E pesquisas em educação, abordagem qualitativa são
pauloEPU1986
RODRIGUES, Edvânia Braz Teixeira. Cultura arte e contação de histórias.
Goiânia 2005, p.4.
ABRAMOVICH, F. Literatura infantil gostosuras e bobices 4º ed. São Paulo
Scipione, 2000
PIAGET, J. Seis estudos de psicologia. 24°ed.Rio de Janeiro: Forense
Universitária 2005
CASTRO, Eline Fernandes de A importância da leitura infantil para o
desenvolvimento da criança.
Trabalho científico de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura
Específica em Português
apresentado à Universidade Estadual Vale do Acaraú–UVA,2008.
BARRETO, Cíntia Costa. A arte de contar histórias: Uma reflexão sobre a
experiência com
crianças na faixa etária de 4 a 5 anos. UERJ, 2003.CASTRO, Eline Fernandes
de A importância
da leitura infantil para o desenvolvimento da criança Trabalho científico de
Conclusão de Curso
(Graduação em Licenciatura Específica em Português) apresentado à
Universidade Estadual Vale
do Acaraú–UVA,2008.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação
Fundamental Referencial
curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998, volume:
1, 2 e 3.

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