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INSPEÇÃO DE FABRICAÇÃO

atividade desenvolvida pela


CONTRATANTE, através de seus órgãos
de inspeção ou por empresas
contratadas, com o objetivo de verificar,
nas instalações do fornecedor ou da
própria EMPRESA, a
conformidade de serviços e produtos
fabricados com os documentos contratuais
na observância das:
-BOAS TÉCNICAS DE ENGENHARIA
--MATERIAL DE CONSTRUÇÃO
--DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS
QUALIDADE DA MÃO DE OBRA
-NORMAS E ESPECIFICAÇÕES
 INSPEÇÃO

É A AVALIAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE UM PRODUTO OU


SERVIÇO, A FIM
DE SE VERIFICAR A CONFORMIDADE COM AS RESPECTIVAS
ESPECIFICAÇÕES
INSPETOR DE FABRICAÇÃO
profissional qualificado, em uma ou
mais modalidades, de inspeção
autorizado a executar inspeções de
serviços e fabricação de materiais, de
acordo com as atividades
básicas nas normas de referência
GARANTIA DE QUALIDADE

É UM SISTEMA ADOTADO POR UMA EMPRESA,


QUE
ENVOLVE TODOS OS ESCALÕES E QUE DEFINE
AÇÕES
NECESSÁRIAS PARA ASSEGURAR QUE TODOS OS
PRODUTOS E SEUS COMPONENTES ESTEJAM EM
CONFORMIDADE COM AS ESPECIFICAÇÕES
ESTABELECIDAS
 CONTROLE DA QUALIDADE

É O ATO OU FUNÇÃO QUE UMA DIVISÃO , DEPARTAMENTO OU SETOR DE


UMA EMPRESA EXERCE , PARA AVALIAR E PREVENIR FALHAS EM SEUS
PRODUTOS OU SERVIÇOS
1. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE
 INSPEÇÕES
 ENSAIOS
 AFERIÇÕES
2. PREVENÇÃO DA QUALIDADE
 ENGENHARIA DA QUALIDADE
 RASTREAMENTO OU RASTREABILIDADE

-É PARTE VITAL DO SISTEMA DE GARANTIA DA QUALIDADE E CONSISTE EM


UMA TÉCNICA DE AMARRAÇÃO , DA IDENTIFICAÇÃO DAS PEÇAS OU
CONJUNTOS, POSSIBILITANDO O LEVANTAMENTO HISTÓRICO DOS
CONTROLES EFETUADOS EM TODO O FLUXO DE FABRICAÇÃO , DESDE A
PEÇA OU CONJUNTO FINAL , NA ORIGEM , DESDE A AQUISIÇÃO DA
MATÉRIA PRIMA.
A INSPEÇÃO PODERÁ SER DESENVOLVIDA
PELO FABRICANTE, COMPRADOR , OU A
QUEM FOR DELEGADO
 O FORNECEDOR DEVE FORNECER TODAS
AS FACILIDADES
 DEVE SEMPRE EXISTIR UM BOM
ENTENDIMENTO ENTRE FABRICANTE,
INSPETOR E COMPRADOR PARA QUE A
INSPEÇÃO SEJA EXECUTADA COM
EFICIÊNCIA E RAPIDEZ
PLANO DE INSPEÇÃO E TESTES
Documento elaborado pelo fornecedor contido no seu Plano da
Qualidade, seguindo os padrões
estabelecidos pelas normas ISO de gestão da qualidade, onde devem
constar no mínimo:
a) identificação dos estágios ao longo de todo o ciclo de produção do
material, onde são
realizadas verificações ou inspeções por parte do fornecedor e do
cliente, incluindo
aquelas realizadas nos sub-fornecedores, deve indicar os tipos de
exames, ensaios ou
verificações a serem efetuadas;
b) indicação da qualidade do pessoal que executa as atividades de
inspeção, verificação e
processos especiais de produção;
c) indicação de procedimentos e padrões de aceitabilidade para todas
as características e
requisitos de qualidade, incluindo as de caráter subjetivo e as dos sub-
fornecimentos;
d) identificação e preparação de registros da qualidade, citando os seus
vários tipos de
registro;
 CREDENCIAMENTO

O COMPRADOR DEVE CREDENCIAR O


INSPETOR QUE DEVERÁ
ACOMPANHAR A FABRICAÇÃO DO
EQUIPAMENTO
 DESENHOS E CRONOGRAMAS

- O inspetor deve estar munido do pedido


de compra, desenhos, aprovados e
cronograma de fabricação
- Quando solicitado as memórias de
cálculo devem ser apresentadas ao
inspetor
 PEDIDO DE COMPRA

- As exigências de inspeção não


incluidas nas Normas devem constar
do contrato ou pedido de compra
 SOLICITAÇÃO DE INSPEÇÃO

- O fabricante deve notificar o inspetor


com 10 dias de antecedência do
inicio da fabricação e 5 dias antes ,
toda vez que se inicie nova fase na
fabricação , que exija a presença do
inspetor.
 ACESSO DO INSPETOR

- O inspetor deve ter acesso livre às


dependências onde se fabricam
peças destinadas nos equipamentos
sob fabricação
 CERTIFICADOS

- O fabricante deverá fornecer todos os


certificados exigidos no pedido de
compra, na sua forma original.
 PASTA DE DOCUMENTOS
- No final da fabricação devem ser
fornecidos todos os documentos
referentes a inspeção de fabricação.
- Certificados de matéria prima
- Certificados de ensaios
- Certificados de inspeção
- O certificado de inspeção deve ser
assinado pelo fabricante e o inspetor
- O certificado de inspeção não exime a
responsabilidade do fabricante.
PLANO DE INSPEÇÃO E TESTES

e) garantia da compatibilidade do
projeto, procedimentos e
documentação interna
contratual, com o material a ser
fornecido;
f) indicação dos
dispositivos/equipamentos, incluindo
as exatidões requeridas, para a
obtenção da qualidade, na verificação
de dimensões críticas, testes de
funcionamento e
desempenho.
PONTO DE ESPERA
OBRIGATÓRIO(“hold point”)
Evento de inspeção, no ciclo fabril do
fornecedor, que requer análise,
verificação ou testemunho pelo
órgão inspetor ou empresa de
inspeção contratada. Sem a
realização deste evento, o processo
de
fabricação não pode continuar. Os
pontos de espera obrigatórios são
definidos nos documentos
contratuais aplicáveis, nos requisitos
de inspeção ou pelo órgão inspetor
quando da análise do plano
da qualidade do fornecedor.
Ponto de observação (“witness
point”)
evento de inspeção, no ciclo fabril do
fornecedor onde o fornecedor deve
avisar ao órgão ou empresa
inspetora, dentro dos prazos
estipulados em contrato, visando a
análise, verificação ou testemunho
de eventos acordados no plano da
qualidade, sem que o processo fabril
seja interrompido.
Ponto de auditoria ou de
monitoração (“spot
witness/monitoring”)
evento do ciclo fabril do fornecedor
onde não há necessidade do
fornecedor convocar o órgão
inspetor ou empresa de inspeção
contratada, porém o inspetor pode
acompanhar, a partir de prévio
acordo entre as partes.
Ponto de verificação de
documentos (“review
documents”)
evento constante no Plano de
Inspeção e Testes onde a atividade
do inspetor se resume a
verificação documental.
Comunicado de Liberação de
Material (CLM)
documento emitido pelo órgão ou
empresa inspetora, atestando a
conformidade do material com a
documentação contratual, permitindo
a liberação do material, após
cumpridas todas as etapas
previstas como pontos de espera no
plano da qualidade.
Comunicado de Rejeição de
Material (CRM)
documento emitido pelo órgão ou
empresa inspetora, quando eventos
previstos (como ponto de
espera no plano da qualidade), são
rejeitados por não estarem em
conformidade com a
documentação contratual ou não
estarem prontos para a inspeção.
Relatório de Inspeção (RI)
Documento emitido pelo órgão ou
empresa inspetora, sempre que
houver necessidade da inspeção
relatar ou emitir parecer sobre não-
conformidades apresentadas durante
o processo de fabricação,
rejeições de eventos intermediários
não cobertos por CRM ou registrar
qualquer fato relevante
ocorrido durante a inspeção. Seu
conteúdo deve incluir todos os
detalhes da inspeção e os resultados
encontrados.
Pedido de Compras e Serviços
(PCS)ou RC( REQUISIÇÃO DE
COMPRAS)
Contrato assinado entre a
CONTRATADA e o fornecedor, para
fornecimento de serviço e de material
a CONTRATADA
O Candidato a Inspetor de Fabricação deve ser submetido à prova para
aferição de
conhecimentos teóricos e práticos, com base no programa de treinamento
citado em, para a modalidade pretendida.
- As qualificações nas modalidades estão previstas na Tabela ABAIXO.
Tabela - Modalidades
Modalidades Código
Caldeiraria e tubulação IF-CT
Acessórios de tubulação IF-AT
Eletricidade IF-EL
Instrumentação e automação industrial IF-IN
Mecânica IF-MC
Perfuração e produção de petróleo IF-PP
Carga e fundeio marítimo IF-CF
Tubos flexíveis e umbilicais IF-TF
Estruturas metálicas terrestres IF-EM
4.5.3 A qualificação do Inspetor de Fabricação é inerente a cada modalidade.
NOTA O Inspetor de Fabricação qualificado nas modalidades Caldeiraria e
Tubulação ou
Perfuração e Produção de Petróleo é também considerado qualificado na
modalidade
Estruturas Metálicas Terrestres.
4.5.4 O candidato é considerado Inspetor de Fabricação qualificado, se
obtiver nota igual ou superior
 Inspeção nos Postos de inspeção
1. Inspeção de Recebimento
2. Inspeção do Processo- servem a dois propósitos:.
Fornecer dados se o produto atende as especificações.
. Fornecer dados se o processo deve ou não prosseguir.
3. Inspeção da Preparação. – se a preparação estiver correta
todo o processo estrá correto.
4. Inspeção Volante. – processos instáveis , que requer
constantes amostragens.
5.Inspeção dde Produtos acabados. – é uma simulação de uso
após a conclusão do processo
6.Inspeção por Atributos- emprega tecnica por amostragens
usando calibres do tipo “passa não passa”
 CLASSIFICAÇÃO DOS DEFEITOS
1. Critico-tornará o produto totalmente
inadequado ao uso- Nível D
2. Importante A- pode tornar o produto
inadequado ao uso cauas rejeição ao uso-
NÍVEL C
3. Importante B – tornará o produto mais
difícil de usar( afeta a aparência etc...)-
NÍVEL B
4. Pouco Importante-não afetará a utilização
do produto-Nível A
 INDICAÇÃO- tudo aquilo que nos
chama a atenção e requer uma
interpretação
 DESCONTINUIDADE- é a indicação que
por suas características não
inviabilizam o uso.
 DEFEITO- é a descontinuidade que foi
rejeitada por um critério de aceitação.
 SITUAÇÕES ONDE SE APLICAM
INSPEÇÃO DE FABRICAÇÃO
1. No transporte de mercadorias
2. No projeto
3. Na fabricação
4. Na montagem
- CABE AO CONTRATANTE ,FABRICANTE OU
QUALQUER PESOA DELEGADA EFETUAR
A INSPEÇÃO DE FABRICAÇÃO
 TERMOSUSUAIS EM INSPEÇÃO DE
FABRICAÇÃO

 AFM- autorização de fornecimento de


materiais
 RDO- relatório diário de obra
 PCM-processo de compra de materiais
 Diretriz Contratual- documento principal onde
determina-se o que solicitar de um
fornecedor
 ASPECTOS DE CONDUTA
1. Honestidade
2. Ética
3. Capacidade técnica
4. Idoneidade
5. Noções jurídicas
6. Noções comerciais
 REQUISITOS BÁSICOS PARA
CREDENCIAMENTO DO INSPETOR
DE FABRICAÇÃO
1. Cabe ao contratante credenciar o
inspetor ou a empresa que fará a
inspeção de fabricação
 Todo projeto é mandatário sobre as
normas.
1. Normas são referências
2. Processo de compra , nota
fiscal,certificados de testes e
matéria prima- são documentos que
deverão estar sempre ao acesso do
inspetor
 NORMAS APLICÁVEIS
1. ASME
2. AWS
3. ASTM
4. TEMA
5. DIN
6. AISI
7. N-115
8. N-268
9. N-133
 ASME I- CALDEIRAS
 ASME II-CONSUMÍVEIS DE SOLDAGEM
 ASME V- END’s- COMO FAZER
 ASME VIII DIV 1- VASOS DE PRESSÃO
NÃO SUJEITO A CHAMA-DIV 2- VASOS
PARA FINS NUCLEARES
 ASME IX- PROCEDIMENTOS DE
SOLDAGEM E SOLDADORES.
 ASTM- American Socyet Test Material
 AISI-American Institute Iron and Steel
 INSPEÇÃO DE RECEBIMENTO
- Também é uma modalidade de inspeção de
fabricação que normalmente atua nos
almoxarifados e tem como diretriz
principal os documentos de compra , que
são emitidos de acordo com as
especificações de cada empresa.
 INSPEÇÃO DE RECEBIMENTO
- Atividades desenvolvidas.
1. Inspeção dimensional
2. Medição de espessura
3. Análise química
4. Ensaio por LP, TP, Macrografia.
 INSPEÇÃO DE RECEBIMENTO
1. Documento principal —AFM
2. Nota fiscal
3. Certificados de matéria prima
4. RNC –quando aplicável
 EXERCÍCIO:
1. Criar um plano de inspeção nos moldes “O
que Fazer”, “Como Fazer” “Por que Fazer”
e Obs. para a fabricação de um trocador de
calor do tipo em “U”, fabricado em aço
carbono ASTM –A-515, e feixe tubular em
AISI-304, BWG 14.
2. Dados de projeto: Pproj = 12Kgf/cm2
3. Normas aplicáveis: TEMA, ASME VIII DIV1
 FABRICAÇÃO DE UM VASO DE PRESSÃO

 Uma observação interessante é: contrariamente ao que acontece com quase


 todos os outros equipamentos, maquinas, veículos, objetos e materiais de uso
 corrente, a grande maioria dos vasos de pressão não e um item de linha de
 fabricação de alguma indústria; salvo raras exceções, os vasos são quase todos,
 projetados e construídos por encomenda, sob medida, para atender, em cada
 caso, a determinada finalidade ou a determinadas condições de desempenho.

 2- PROJETO
 2.1- DEFINIÇÃO DOS DADOS GERAIS DE PROJETO
 A definição dos dados gerais do projeto consiste de uma série de informações
 relativas “as condições locais, e na definição de pontos que envolvem decisão ou
 preferência do usuário”. Essas informações servirão de base para o projeto de
 instalação industrial onde o vaso fará seu papel.
 Esta etapa consiste na determinação ou cálculo dos dados relativos a
 desempenhos operacional do vaso. Esses dados são os que vão dá informações
 nos fluxogramas de processo:
 a) Tipo do Vaso: Torre de fracionamento, vaso de acumulação, trocador de calor,
 filtro, etc.
 b) Natureza, propriedades, vazão, temperaturas e pressões das correntes de
 fluidos que circulam no equipamento bem com suas variações
 Para estas informações são considerados fatores como composição química,
 concentração, densidade, impurezas, contaminantes presentes nos fluidos bem
 como variações de pressão, temperaturas e volumes presentes.
 DEFINIÇÕES PARA O PROJETO

 a) Formato do vaso (cilíndrico, esférico etc)


 b) Dimensões gerais (diâmetros e comprimentos)
 c) Tipos de tampos ( elíptico, cônico, plano, etc)
 d) Posição de instalação (vertical, horizontal, inclinada)
 e) Pressão e temperaturas de projeto
 f) Diâmetro nominal de todas as conexões
 g) Posição e elevação dos bocais
 h)Tipo, localização, formato, dimensões gerais, espaçamento e detalhes entre
 peças internas
 i) Elevação necessária do vaso com relação a planta
 j) Indicação dos bocais para instrumentação
 k)Necessidade ou não de isolamento térmico, refratário ou outro, interna ou
 externamente. Esta etapa é importantíssima principalmente se no processo houver
 variações de temperatura
 l) Exigências da não contaminação do fluido contido
 m)Exigências especiais de transporte, montagem, desmontagem, manutenção,
 inspeção ou remoção de peças internas.
 n) Instruções para condicionamento, partida e limpeza.
 2.3- PROJETO TÉRMICO
 Este projeto é mais direcionado para trocadores de
calor, não deixando de ser
 considerados em outros tipos de vasos envolve:
 a) Áreas de troca térmica e dimensões gerais do
equipamento
 b) Números e arranjos de cascos, número de passagem
do fluido
 c) Arranjos e quantidades de tubos
 d) Tipos de tubos, diâmetro e espessura ( aletados, liso)
 e) Quantidade e tipos chicanas
 2.4- PROJETO MECÂNICO

 Este projeto inclui a definição e cálculo dos seguintes dados referente ao vaso:
 c) Seleção da norma de projeto com foco nas exigências da sociedade
 d) Definição das dimensões finais do vaso baseado nas recomendações do
 projeto de processo
 Etapas do Projeto
 e) Definição das eficiências de solda, do tipo e grau de inspeção para essas
 soldas.
 f) Cálculo mecânico estrutural completo do vaso, incluindo espessuras do
material
 empregado em todos os componentes
 g) Posição cotada, tipo e diâmetro de todos os parafusos e chumadores do vaso
 h) Definição das posições finais elevação e orientação de todos componentes
 internos e externos.
 i) Cálculo da pressão máxima de trabalho admissível e da pressão do teste
 hidrostático
 j) Diagramas de carga sobre as fundações
 k) Espaços livres que devem ser deixados para a montagem
O Projeto Mecânico deve ainda
incluir:
? Verificações das tensões de cargas
localizadas
? Cálculo de deslocamento devido a
dilatação
 2.5- PROJETO DAS PEÇAS INTERNAS

 Este projeto é feito com base no projeto de processo, portanto deve


ser levado em
 consideração:
 a) Cálculo mecânico contendo volume das peças, perfis de vigas e
outros
 elementos de sustentação assim como sua rigidez.
 b) Tolerâncias das dimensões devem estar bem definidas
 c) Desenho de detalhamento completo das peças
 d) Cálculos de peso, pensando na manutenção.
 Esta etapa do projeto é importante devido a complexidade,
importância e
 tecnologia utilizadas.
 Em muitos casos o projeto dos internos de um vaso é protegido por
patentes
 detidas somente por determinada entidade.
 2.6- ACOMPANHAMENTO DO PROJETO

 Esse acompanhamento consiste na orientação e


fiscalização técnica, gerencial e
 administrativa do projeto com a finalidade de garantir não
só a qualidade,
 adequação e cumprimento dos prazos, como também
solucionar dúvidas, ajustes
 e alternativas que venham a aparecer no decorrer do
projeto.
 Como regra geral, todos os documentos que consiste o
projeto devem ser
 submetidos a comentários e aprovação do usuário do vaso.
 2.7- EMISSÃO DA REQUISIÇÃO DE MATERIAL

 Consiste na emissão dos documentos necessário à


compra do equipamento na
 obtenção das propostas técnicas. Usando as regras
consagradas de compras e
 contratação de serviço em vigor no mercado.
 PROPOSTAS E ORDEM DE COMPRAS
 Essa etapa consiste no julgamento e na aprovação
técnica e comercial que
 envolve custos e cuidados com o projeto.
 2.8- PROJETO PARA FABRICAÇÃO

 Esse projeto consiste no detalhamento completo do


equipamento para permitira a
 sua fabricação e montagem.
 É a complementação do projeto mecânico, com acréscimo
de dados e
 informações adicionais como detalhes de solda,
procedimentos e seqüências de
 soldagem; localização de todas as soldas e cortes, estudo
de aproveitamento de
 material. Quando necessário incluir as análises de tensões
de todo equipamento
 ou de partes principais.
 3 - OUTRAS ETAPAS DO PROJETO
 Fornecimento integral ou parcial de material
 ? Fornecimento ou instalação de revestimento
 ? Fabricação ou instalação de peças internas
 ? Fornecimento de recheios ou catalisadores
 ? Definição de fornecimento de outros itens como radiografias;
 tratamento térmico; pintura, garantia de sobressalentes e transporte.
 3.2- INSPEÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE
 ? Inspeção da matéria prima
 ? Inspeção de fabricação
 ? Incluindo transporte e entrega
 ? Inspeção de montagem
 3.3- INFORMAÇÕES A SER REPASSADAS AOS OUTROS PROJETOS
 - Projeto de Arranjo Geral (Layout)
 - Projeto de Construção Civil (Fundações)
 - Projeto de Construção Civil (Estrutura)
 - Projeto de Tubulações
 - Projeto de Eletricidade
 - Projeto de Instrumentação
 ? Localização e tipo de material a ser usado, tempo de vida desses materiais,
 dimensões, reposições, esforços, montagem.
 ? Definição de Espessuras de cascos e Tampos
 ? A espessura da parede de pressão de um vaso deve ser:
 es = espessura mínima de resistência estrutural
 es = 2,5 + 0,001 Di + C
 ? Definição de Espessuras de cascos e Tampos
 ? A sobre espessura para corrosão é um acréscimo de
espessura para
 suportar a corrosão no equipamento ao longo da sua vida,
sem que se
 perca as propostas de cálculos de projeto.
 o Margens usadas nos casos normais em AC
 o Meios pouco corrosivo: 1,5mm
 o Meios com taxas comuns de corrosividade: 3,0mm
 o Meios muito corrosivos: 4,0 a 6,0mm *
 Obs.: usa-se estes valores quando não de tem certeza das
taxa anual do corrosão
 no sistema.
 *Acima deste valor é sinal de material inadequado