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Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Universitário ³Jane Vanini´ Departamento de Agronomia Fitotecnia II

Cultura da teca (Tectona grandis L. f.)
Docente: Daniela Caldeira Discentes: Fernando André S. Santos Pedro Paulo Fernandes El Hage

Cáceres, 2010

Introdução
‡ Grande competitividade no mercado de produtos florestais; ‡ Em 2001, o PIB florestal brasileiro atingiu R$ 21 bilhões e as exportações somaram US$ 4 bilhões; ‡ A questão florestal no Brasil, em geral, é abordada parcialmente, através dos diversos setores que utilizam a madeira como insumo principal.

‡ dificuldades na aquisição de madeiras nobres devido à quase inexistência de oferta dos reflorestamentos; ‡ A introdução de espécies florestais exóticas no Brasil trouxe grandes benefícios para o desenvolvimento social e econômico do país;

Histórico da Teca Primeiros indícios: dentre os anos de 1495 e 1498 foram encontrados. na costa da Arábia (Ilha de Tylos). dando a evidência de que sua madeira é utilizada há séculos. . pedaços de madeira de teca em destroços de navios.

avançado por Myanmar e Indonésia por volta de 1865.‡ A primeira plantação da espécie ocorreu em Sri Lanka por volta de 1680 (procedência de Java). ‡ Fora do continente asiático a teca foi introduzida primeiramente na Nigéria em 1902. . ‡ Na America o primeiro país a receber a espécie foi Trinidad em 1913 e Panamá e Costa Rica entre 1927 e 1929 (SCHLEDER. seguido por Gana em 1905 e Costa do Marfim em 1929. 2004). ‡ Na Índia as plantações iniciaram-se em 1840.

implantados pela empresa Cáceres Florestal S.‡ A primeira experiência brasileira com plantio de teca ocorreu no inicio do século 20.. nas cidades de Rio Claro-SP e Rio de Janeiro-RJ. ‡ Os plantios comerciais de teca iniciaram-se no final da década de 60. ‡ Responsável: engenheiro agrônomo Edmundo Navarro de Andrade.A. . na região do município de Cáceres ± Mato Grosso.

Agardh ‡ Subclasse: Magnoliidae Novák ex Takht. T. theka.philippinensis. Espécies: T. T. hamiltoniana. . T.Classificação botânica ‡ Classe: Equisetopsida C. ternifolia e T. ‡ Ordem: Lamiales Bromhead ‡ Família: Lamiaceae Martinov ‡ Gênero: Tectona L. f. ‡ Superordem: Asteranae Takht. grandis.

opostas e em plantas jovens verticiladas. cilíndrico.Morfologia ‡ Árvore decídua com folhas elípticas. ‡ Sua altura varia entre 20-30 m. com fissuras longitudinais . de casca parda. coriáceas. possui tronco retilíneo. perdendo suas folhas durante o período de repouso vegetativo (época de inverno). espesso. com uma tonalidade verde mais escura na parte adaxial e um tom mais claro na parte abaxial tomentosa e áspera ao tato. ‡ É uma árvore caducifólia.

‡ As folhas de T. . ‡ As inflorescências são do tipo panícula terminais eretas e as flores são pequenas e numerosas (mais de 100 por inflorescência). a fase de brotação de novas folhas inicia-se com o período chuvoso. grandis podem atingir dimensões de ate 60 cm de largura e ate 80 cm de cumprimento.

estendendo-se por mais de 60 dias. sendo dessa forma preferencialmente alógama. ‡ A polinização é feita por insetos e as flores possuem em mecanismo de auto-incompatibilidade para evitar a autopolinização. . assim como as brotações.‡ A floração é intensa e inicia após as primeiras chuvas.

‡ As sementes são pequenas e oleaginosas com 5 a 6 mm de comprimento e 2 a 3 mm de largura. envolto em cálice membranoso e persistente. .500 unidades.‡ A frutificação inicia-se a partir dos seis anos de idade. ‡ Os frutos são drupas de coloração castanho-claro.100 a 1. tetraloculares. ‡ 1 kg de frutos pode conter de 1. podendo ocorrer em algumas procedências antes de dois ou três aos de idade.

‡ Essa madeira é considerada moderadamente pesada (0. .6g/cm²) e elástica.ASPECTOS ECONÔMICOS E COMERCIAIS ‡ O alburno vai do branco ao cinza claro e normalmente o lenho (xilema secundário) vai do amarelo ouro ao marrom.

principalmente no continente europeu. ‡ A madeira da teca é utilizada para os mais variados fins: carpintaria. marcenaria. ‡ Toras de mogno com diâmetros similares a 48 cm são comercializadas a R$500.‡ Possui uma grande demanda. macrophylla) no exterior. produção de móveis finos. superando cinco vezes o preço do mogno (S. ‡ A tora de desbaste com diâmetro variando de 15 a 20 cm chega a ser comercializada a US$ 900. muito apreciada na ornamentação de parques e jardins pela beleza da árvore e na utilização para o sequestro de carbono. construção naval.00 o m³ de toras de 48 cm.00. .

CARACTERÍSTICAS EDAFOCLIMÁTICAS .

‡ Não é o ideal utilizar solos mal drenados. com boa drenagem e com razoável fertilidade.Solos ‡ Se desenvolve bem em solos profundos. com lençol freático superficial. tolerando aqueles com textura variando de barro-arenoso a franco-argilosa. . e solos com elevada acidez.

Clima e relevo ‡ O clima ideal é onde a precipitação média anual está entre 1250 a 2500 mm. ‡ Altitudes inferiores a 900m. . ‡ É necessário em um período de três meses uma precipitação inferior a 50 mm/mês para que se obtenha uma madeira de qualidade. ‡ Tropical úmido.

áreas planas a suavemente ondulado.temperatura anual média em torno de 25° C. com 3 a 5 meses de estação seca. evita-se relevos com alta declividade. ± precipitação anual em torno de 1. infra-estrutura acesso por estradas e pontes em boas condições e a disponibilidade de energia e mão-de-obra próximas. teor de argila médio.A.‡ A empresa Floresteca S. boa drenagem. . seleciona áreas baseada nos seguintes critérios: ± características químicas e físicas dos solos: solos profundos. pH pouco ácido a neutro e boa fertilidade.500 mm. ± topografia favorável . ± condições climáticas favoráveis ao cultivo de teca .

PROPAGAÇÃO
‡ A propagação da espécie é realizada principalmente via sementes; ‡ Mudas clonais; ‡ Micropropagação; ‡ Macropropagação.

PRODUÇÃO DE MUDAS

Preparo do canteiro ou substrato para sacos plásticos
‡ Teca é que a espécie exige luz direta desde a fase de sementeira; ‡ Os canteiros devem ter entre 1 e 1,2 m de largura; ‡ A profundidade do canteiro, que deve ser, no mínimo, de 30 cm em terra preparada;

0 kg de SS. 1/3 de cada componente. ‡ Para cada m³ de substrato deverá ser misturado 0. material orgânico decomposto e bem curtido ou. para garantir uma boa drenagem.‡ Adicionar areia lavada. areia lavada e esterco de gado bem curtido.5 kg de KCl e 2. ou seja. . pó de serra. ainda. ‡ Para a produção sacos plásticos (polietileno) o substrato deve conter proporções iguais de terra.

Época para semeadura ‡ A semeadura deve ser planejada de acordo com a melhor época para o plantio definitivo (início do período chuvoso na região). ‡ Começar a produção de mudas entre 5 e 8 meses antes do plantio definitivo. .

sugere-se o tratamento térmico que consiste em colocar as sementes hidratadas num saco de lixo preto reforçado ou embrulhá-las numa lona preta e expor o recipiente a pleno sol durante 2 dias. . ‡ Após 24 horas de hidratação. ‡ Trocar a água a cada 6 hs.Quebra de dormência ‡ Colocar as sementes em sacos plásticos com um peso e submergi-las em água corrente ou deixar em água limpa.

. pois. ± plantas invasoras.Semeadura. ‡ Plantios em sacos plásticos não possuem restrição. ± irregularidade do processo de germinação. ‡ O plantio diretamente no campo não é indicado. ± não permite seleção adequada das melhores mudas. Germinação das Sementes e Condução dos Canteiros ‡ Semear em espaçamento de 10 x 10 cm ou 10 x 5 cm.

as sementes devem ser recobertas por uma fina camada de pó. ficando uma pequena parte visível.‡ Na semeadura a parte da semente que apresenta a cicatriz de inserção com o cacho deve ser posicionada preferencialmente para baixo. ‡ Por fim. ‡ Facilidade no desenvolvimento da raiz. ‡ A semente não será totalmente enterrada no substrato. .

PLANTIO DEFINITIVO .

‡ O sulco deverá ter cerca de 25 cm de profundidade. . ‡ Para plantio em grandes extensões realizar sulcamento do terreno após gradagem. ‡ A adubação devera ser feita de acordo com a análise de solo.Preparo do terreno ‡ Sugere-se fazer pelo menos duas gradagens com intervalo de mais ou menos 30 dias. ‡ O plantio é realizado manualmente podendo utilizar a plantadeira manual no caso de muda tipo tubete.

pelo menos 10 litros de esterco (1 balde) e adubos nas quantidades determinadas pela análise de solo. .) x 30 cm (prof. ‡ As covas deverão conter material orgânico. a alternativa é a abertura de covas de 25 cm (larg.‡ Para pequenos povoamentos florestais e com escassez de equipamentos.) x 25 cm (larg.).

667 plantas. .ha-1. ‡ Densidade inicial de 1.Espaçamento ‡ Dependerá da qualidade do sítio florestal selecionado. ‡ Os plantios puros de teca têm sido realizados com espaçamentos de 3 m entrelinhas e 2 m entre plantas.

‡ As mudas aptas para o plantio apresentam diâmetro na base do caule (colo) entre 1 e 3 cm. ‡ Mudas não aptas deverão ser descartadas. as mudas deverão ser retiradas e preparadas.‡ No dia do plantio definitivo ou no dia anterior. decorridos 20 a 30 dias do plantio. ‡ Deve-se iniciar o processo de replantio. . ‡ Tomar cuidados para evitar exposição de raiz.

Tratos culturais ‡ Controle de plantas daninhas ± Manual. ± Mecanizado. ± Químico: ± Herbicidas pré e pós emergente ± Principio ativo: glifosato e isoxaflutol ± Atenção ao controle da erosão! .

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‡ desbrota é feita no primeiro ano e consiste na retirada de ramos vivos e secos também. principalmente. Evita a proliferação de pragas e doenças. melhora o arejamento e luminosidade da copa e. ‡ a desrama é a retirada de ramos vivos.Manejo Silvicultural ‡ Atividade de desbrota e desrama. permite obter uma madeira livre de nós. . secos e/ou parasitados.

.‡ A ferramenta mais adequada é um serrote fixado numa vara de alumínio. ‡ redução de até 40% no preço de comercialização. ‡ desrama mal feita = perda de qualidade da madeira (nós).

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‡ avaliações empíricas diferentes manejos.Adubação ‡ Fertilização de base e de cobertura nos 4 primeiros anos. para .

Adubação ‡ Fertilização de base: ± 15 kg de N/ha. ± 0.75 kg de zinco/ha. ± 15 kg de K/ha. ± 75 kg de P2O5/ha.75 kg de cobre/ha. . ± 0.

B. Zn e Cu. K. ± 25 kg de K/ha. ± Ca e Mg ± via calagem. ± 0.75 kg de B/ha.Adubação ‡ Fertilização de cobertura ± Contemplar N. . ± 25 kg de N/ ha.

‡ a teca é uma espécie bem resistente a doenças graves. tanto em seu ambiente natural. (em países asiáticos). onde é nativa ou exótica. .Fitossanidade ‡ Doenças e pragas. quanto em plantações comerciais.

‡ Ocorrência de Rhizoctonia solani no Pará. em teca no Brasil e no mundo. . causada por Rhizoctonia solani (Thanatephorus cucumeris) AG1-IA. ‡ encontrada em um viveiro de mudas de espécies florestais no Município de Castanhal (PA). ‡ primeiro registro de queima da teia micélica.

Rhizoctonia solani .

± ³lagarta-da-teca´. ± ³lagarta-das-folhas-da-mamona´. ± ³saúva-limão´. ± ³lagarta-rosca´. ± ³bicho-do-cigarro´. ± ³grilo-comum´.‡ Pragas ± cupim do solo. .

Goiás. ‡ as mudas de teca quando atacadas mostram amarelecimento da parte aérea podendo se arrancar às mudas do solo com facilidade. Minas Gerais. Pará. ‡ cortam folhas de gramíneas que são estocadas nos ninhos e servem de alimento. Mato Grosso do Sul. ‡ ocorre nos estados da Bahia.‡ Cupim de solo (Syntermes molestus). Pernambuco e Roraima. familia Termitidae ordem Isoptera. Mato Grosso. .

.50 para a imersão de mudas e de emulsão de endossulfan (35%) na base de 4 ml/planta ou 20 ml/planta. soluções de fipronil de 0.‡ Controle ± Sugerir o mesmo recomendado para eucalipto. ou seja. num tanque de 100 l de água.35 a 0.

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exceto em Fernando de Noronha e algumas regiões do nordeste.‡ Saúva-limão (Atta sexdens rubropilosa). ‡ atacam as folhas mais novas. família Formicidae. . deixando as mais velhas intactas. ‡ é encontrada em quase todo o território brasileiro. ‡ nos plantios novos os ponteiros são cortados e transportados. ordem Hymenoptera. sendo que para o caso da saúva-limão a destruição dos ponteiros acarreta o surgimento de brotações laterais que acarreta a deformação do fuste.

que de longe é a maior praga de plantações florestais. ‡ para formigueiros menores empregados pós-secos.‡ Para combater esse inseto. podem ser . podese utilizar iscas granuladas. líquidos termonebulizáveis e gases liquefeitos são mais recomendados.

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. nos locais de ocorrência da teca. diminuindo o valor econômico do fuste. ‡ É uma espécie nativa do continente asiático. como na Índia. onde é considerada a principal praga dessa espécie florestal.‡ A larva-da-teca (Hyblaea puera Cramer. é a principal praga. O ataque ocasiona bifurcações. já ocasionou perdas de 44% do volume. em plantios na África e Ásia. ordem Lepidoptera).

‡ A dispersão das lagartas. dá-se através de longos fios de seda facilmente percebidos com o aumento da população. Atacam a teca desde o viveiro até árvores adultas no campo. foram constatadas parasitando lagartas no campo. Moscas taquinídeas. ainda não identificadas. na arquitetura das árvores. no entanto o uso de Bacillus thuringiensis tem trazido resultados bastante satisfatórios. . ‡ no Brasil não há controle químico oficialmente recomendado para a teca.

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Colheita ‡ Atividades de desbaste e corte final. ‡ o desbaste consiste no corte parcial somente das piores árvores com o objetivo de eliminar a concorrência destas com as árvores remanescentes. . são as melhores árvores do povoamento. ‡ o corte final é o corte raso de todas as árvores no fim do ciclo.

‡ esta atividade pode ser realizada manualmente com motosserristas ou mecanicamente por um trator florestal chamado Harvester. .‡ A colheita final é realizada em media aos 25 anos de idade. As árvores são abatidas. desgalhadas e traçadas em toras de comprimento pré-determinado. ‡ após o corte as toras são empilhadas nas entrelinhas do plantio para posterior baldeio.

. sobre o traçado por onde passarão o Harverster e outras máquinas da colheita.‡ os resíduos (galhos e folhas) são deixados no solo. ‡ posteriormente é feita a atividade de baldeio. é realizada por um trator equipado com carregador florestal e carreta (Trator Auto-Carregável). cujo objetivo é retirar as toras do interior dos talhões e transportá-las para a beira da estrada. diminuindo o efeito da compactação do solo pelo trânsito das máquinas durante as atividades da colheita florestal.

‡ As pilhas de madeira são separadas de acordo com o diâmetro e talhão.) e a rastreabilidade da madeira. . serraria etc. facilitando o transporte de toras para diferentes usos (energia.

Harverster .

Harverster .

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COMERCIALIZAÇÃO. na fabricação de assoalhos e decks. INDUSTRIABILIDADE E MERCADOS ‡ Cultivada desde o século XVIII. considerando neste volume as colheitas intermediárias realizadas pelos desbastes. quando se destinava principalmente à construção naval. laminas decorativas e adornos em geral. que chegam ao número de quatro colheitas. espera-se que o volume total produzido esteja entre 250 e 350 m3/ ha-1. a teca atualmente serve para múltiplos fins. tais como na construção civil. ‡ em média. . de embarcações. sendo também destinada ao setor mobiliário.

Dinamarca. ‡ dois fatores impulsionam o mercado da teca: a restrição a exploração dos bosques nativos e o provável déficit de madeira mundial de 500 milhões de m3 para este ano. Emirados Árabes. Itália e Reino Unido. Hong Kong e Cingapura são os maiores centros de manufatura e reexportação da teca de Mianmar. E Índia e Tailândia além de produzir. EUA. Holanda. . Arábia Saudita. passaram a importar.‡ os maiores importadores são a Alemanha. Austrália. Japão.

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