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Sistema MTR- Manifesto de

Transporte de Resíduos de Minas


Gerais

Fundação Estadual do Meio Ambiente - Feam


Setembro de 2019
O que é o Sistema MTR?
• MTR - Manifesto de Transporte de Resíduos - documento
impresso usado pelas empresas para transporte de
resíduos
• Sistema em que é possível gerar o MTR eletronicamente,
de maneira simples e gratuita
• Funções fundamentais:
• Registra as movimentações de resíduos, efluentes e
rejeitos entre geradores e destinadores, carga a carga
• Acompanha cada carga no caminhão que a transporta,
como documento impresso.
• Permite a produção de informações gerenciais a partir
desses dados.
2
O sistema MTR-MG como importante
ferramenta de gestão de resíduos
• Rastreabilidade do fluxo de resíduos no Estado.
• Permite confecção de Banco de Dados padronizado sobre a
geração, transporte e destinação de resíduos no estado.
• Permite a elaboração de relatórios gerenciais para o órgão
ambiental, Prefeituras e demais instituições sobre a
geração, transporte e destinação de resíduos no estado.
Art.
• Induz mudança de comportamento 1º − Ficam proibidos o
em relação
armazenamento, o depósito, a guarda,
à
destinação adequada dos resíduos no Estado.
o processamento e a disposição final de
resíduos e rejeitos perigosos, gerados fora
• Ferramenta de controle que viabiliza a fiscalização das
do Estado e que, em vista de suas
exigências impostas pela DN COPAM n° 223/2018
características, sejam considerados como
capazes de oferecer risco elevado à saúde
e ao meio ambiente. 3
Regulamentação e prazos
• 27/02/2019: Aprovada a DN COPAM n° 232/2019, que institui o
Sistema MTR-MG e estabelece procedimentos para o controle
de movimentação e destinação de resíduos sólidos e rejeitos no
estado de Minas Gerais.
• 09/03/2019: DN COPAM n° 232/2019 publicada no IOF.
• 09/04/2019: O Sistema MTR-MG estará disponível para testes
em 30 dias a partir da data de publicação.
• 09/10/2019: Após 07 meses contados da data de publicação da
DN, todas as suas determinações tornar-se-ão obrigatórias para
os demais resíduos EXCETO resíduos da construção civil (RCC).
• 09/04/2020: Após 13 meses contados da data de publicação da
DN, todas as suas determinações tornarão-se obrigatórias para
os resíduos da construção civil (RCC).
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Desenvolvimento do Sistema MTR-MG
• Cooperação técnica entre FEAM e:
• IMA-SC (Antiga FATMA-SC): Código fonte cedido pelo órgão à
Feam para transferência e uso do sistema
• ABETRE - Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de
Resíduos e Efluentes : Sistema está sendo adaptado para MG

• Contínuas manutenções evolutiva e corretiva.


• Estados onde o sistema MTR já está em operação: SC, RS
e RJ.
• MMA: acordo de cooperação com Abetre para
desenvolvimento de um Sistema MTR em âmbito federal.

5
O Sistema MTR-MG
Sistema MTR-MG

MTR CDF DMR

MANIFESTO DE CERTIFICADO DE DECLARAÇÃO DE


TRANSPORTE DE DESTINAÇÃO MOVIMENTAÇÃO
RESÍDUOS FINAL DE RESÍDUOS

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A quem se aplica o Sistema MTR?
Resíduos e rejeitos sujeitos à MTR, CDF e DMR
• Resíduos industriais, da mineração, de serviços de saúde, da construção civil,
de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços, dos serviços
públicos de saneamento básico, de serviços de transportes,
à exceção dos resíduos e situações previstas nos artigos 2° e 11 da DN COPAM n° 232/2019
OBSERVAÇÕES :
• os resíduos sólidos gerados por PJ submetidos a sistema de logística reversa
formalmente instituído também são sujeitos à MTR, CDF e DMR.
• os resíduos sólidos gerados por PESSOA FÍSICA submetidos a sistema de
logística reversa formalmente instituído

NÃO SE APLICA controle via MTR, CDF e DMR  TRANSPORTE PRIMÁRIO


(primeira etapa do transporte a partir do local de geração até o ponto ou local de
entrega oficial do sistema, ou até a central de recebimento desses resíduos).

7
Esta norma não se aplica ...
I – aos resíduos sólidos urbanos coletados pela administração pública
municipal, diretamente ou mediante concessão, inclusive os resíduos de
capina, poda e supressão de vegetação em área urbana ou rural
executadas por empresas detentoras de concessão da distribuição de
energia elétrica e suas contratadas, em função das atividades de
manutenção preventiva ou corretiva em seus sistemas;

RSS do Grupo D que seja coletado e destinado pela Prefeitura não


será objeto de MTR

III – aos resíduos sólidos e rejeitos agrossilvipastoris assim entendidos


aqueles gerados na propriedade rural, inerentes às atividades
agropecuárias e silviculturais, incluídos os relacionados aos insumos
utilizados nessas atividades;
8
III – aos resíduos sólidos e rejeitos que não foram gerados em
Minas Gerais nem serão destinados no Estado, estando apenas
em trânsito em território mineiro;

IV – aos resíduos constituídos por solo proveniente de obras de


terraplanagem – material excedente advindo de movimentação
de terra, gerado durante a execução de uma obra, podendo ser
composto por solo, pedras, pedregulhos ou material vegetal
dispensado de comprovação de destinação de rendimento
lenhoso;

9
V – aos resíduos e rejeitos provenientes de manutenção in loco de
estruturas e equipamentos de sistemas públicos de saneamento
ou de rede de distribuição de energia elétrica, na etapa que
compreende o transporte desde o local de manutenção até o
local de recebimento dos resíduos mantido pelo gerador;

VI – aos resíduos submetidos a sistema de logística reversa


formalmente instituído, quando gerados por pessoa física, na
etapa compreendida pelo transporte primário, assim entendido
como a primeira etapa do transporte a partir do local de geração
até o ponto ou local de entrega oficial do sistema, ou até a
central de recebimento desses resíduos.

10
• Para os resíduos e rejeitos constituídos por agrotóxicos e suas
embalagens, bem como os medicamentos veterinários e suas
embalagens, abrangidos pelo inciso II do caput deste artigo, a
dispensa se dará para a etapa compreendida pelo transporte
primário, assim entendido como a etapa do transporte a partir
do ponto de geração do resíduo até a central ou posto de
recebimento de embalagens de agrotóxicos e afins, vazias ou
contendo resíduos ou, no caso de medicamentos e suas
embalagens, até o ponto ou local de entrega.

SEM MTR COM MTR

POSTO DE DESTINO FINAL


RECEBIMENTO RETORNO AO
FABRICANTE

11
Usuários do Sistema MTR – MG

• Gerador, o transportador, o armazenador temporário


e o destinador nas hipóteses de:

• estarem sediados no estado de Minas Gerais;


• estarem sediados em outro Estado da federação e
receberem ou destinarem resíduos sólidos ou rejeitos
para Minas Gerais, ainda que eventualmente;
• realizarem o transporte terrestre de resíduos sólidos
ou rejeitos gerados ou destinados a Minas Gerais
utilizando via pública do estado.

12
Acesso à página
do Sistema MTR

SITE DA FEAM
http://www.feam.br/sistema-mtr-mg

OU LINK DIRETO
http://mtr.meioambiente.mg.gov.br

13
Cadastro de novo usuário -
vídeo

14
15
16
Cadastrando novo
usuário

17
Acessando o sistema 19
Acesso ao sistema - vídeo

20
Menu Configurações

21
Adicionar/Cancelar usuários

22
Inclusão de Unidades para um mesmo
CNPJ

23
Inclusão de Unidades para um mesmo
CNPJ
• Ferramenta que será muito usada pelas Prefeituras, pois
em um mesmo CNPJ deverão cadastrar seus postos de
saúde e demais unidades geradoras de RSS como
Geradores.

• Importante: geradores privados que tem seus RSS


coletados por empresa contratada pela Prefeitura
devem fazer seus próprios MTRs, indicando as empresas
responsáveis pelo transporte e destinação desses
resíduos nesse documento.

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O Sistema MTR-MG
Sistema MTR-MG

MTR CDF DMR

MANIFESTO DE CERTIFICADO DE DECLARAÇÃO DE


TRANSPORTE DE DESTINAÇÃO MOVIMENTAÇÃO
RESÍDUOS FINAL DE RESÍDUOS

25
O Sistema MTR-MG
Sistema MTR-MG

MTR CDF DMR

MANIFESTO DE CERTIFICADO DE DECLARAÇÃO DE


TRANSPORTE DE DESTINAÇÃO MOVIMENTAÇÃO
RESÍDUOS FINAL DE RESÍDUOS

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Tipos de MTR no Sistema MTR-MG
•MTR convencional
•MTR provisório
•MTR complementar (Armazenador
temporário)
MTR
•MTR romaneio para caminhões Limpa
Fossa
•MTR importação
MANIFESTO DE
•MTR exportação
TRANSPORTE DE Obs: O resíduo sólido ou o rejeito resultante de
RESÍDUOS emergência com carga acidentada poderá ter
movimentação sem o registro no Sistema MTR-MG.

PORÉM...
Será necessária emissão de CDF específico pelo
destinador que recebeu o resíduo. 27
Menu Manifesto

Opções aparecerão somente se no perfil de cadastro selecionar a opção


COLETA E TRANSPORTE DE RESÍDUOS ORIUNDOS DE ESGOTAMENTO
SANITÁRIO (LIMPA FOSSA)

Somente para Armazenadores Temporários

28
Fluxo principal do MTR

DESTINADOR
GERADOR MTR CDF
(acusa o recebimento do MTR no
(emite o MTR)
Sistema)

Um mesmo CDF pode atestar a destinação de diversas cargas de


resíduos, contendo assim mais de um MTR, desde que estes sejam
relativos a um mesmo gerador.
29
30
Deve ser assinalado que “Sim” sempre que os
RSS forem ser encaminhados à Unidades de
Transferência de Resíduos de Serviços de
Saúde (UTRSS) antes de serem destinados.

31
33
Listagem resultante da Lista Brasileira de Resíduos (IN 13 – IBAMA) acrescida dos Grupos de
RSS (RDC 222/2018), Classes de RCC (CONAMA 307/2002) e outros códigos 34
35
Gerando novo MTR 36
Grupo A – RSS Risco biológico
• Opções de declarar no sistema MTR como Grupo A ou
seus subgrupos (A1, A2, A3, A4, A5) ou ainda de acordo
com as opções do Subcapítulo 1801 da IN IBAMA n°
13/2012

37
Grupo B – RSS Risco químico
• Opções de declarar no sistema MTR como Grupo B ou de
acordo com as opções do Subcapítulo 1802 da IN IBAMA
n° 13/2012

38
Grupo D – RSS similar ao resíduo
domiciliar
• Podem ser declarados diretamente como Grupo D ou conforme capítulo 20,
quando o gerador tiver controle quantitativo detalhado conforme material,
indicando complementarmente RSS Grupo D no campo “Descrição int. do
Gerador”.

Obs.: RSS Grupo D ainda não está disponível na listagem. Enquanto não estiver, esse grupo de resíduos,
quando não houver dados quantitativos separados por material, deve ser declarado por meio do código 20 03
99 - Outros resíduos dos serviços públicos de saneamento básico e equiparados (Resíduos urbanos e
equiparados) não anteriormente especificados.
Grupo E – Materiais perfurocortantes ou
escarificantes
• Opções de declarar no sistema MTR como Grupo E ou
como código 180401(*) da IN IBAMA n° 13/2012

40
• Após os rejeitos radioativos passarem por decaimento
dentro do estabelecimento, estes devem ser
reclassificados por Grupos A, B, D ou E, devendo
portanto, serem indicados no sistema como um desses
grupos, considerando o que estabelece a RDC 222/2018.
“Art. 79 - Quando o processo de decaimento do elemento radioativo atingir o
nível do limite de dispensa estabelecido pelas normas vigentes, o rótulo de
"REJEITO RADIOATIVO" deve ser retirado, permanecendo a identificação dos
demais riscos presentes.

INSERÇÃO NO
LOCAL DE RECLASSIFICAÇÃO SISTEMA MTR PARA
ARMAZENAMENTO APÓS O ENVIO À
PARA DECAIMENTO DECAIMENTO DE DESTINAÇÃO DE
DENTRO DA ACORDO COM O ACORDO COM O
UNIDADE RISCO EM GRUPO GRUPO DE RISCO
GERADORA A, B, D OU E PREDOMINANTE PÓS
DECAIMENTO

41
MTR
preenchido

42
Identificação dos RSS tratados
• Os RSS tratados em autoclave, microondas ou outro
tratamento que vise redução da carga microbiana (destinação
intermediária), sendo encaminhado posteriormente à
disposição final, devem ser identificados no MTR gerado pela
unidade de tratamento para destinação ao aterro como
código 190203 - Misturas de resíduos contendo apenas
resíduos não perigosos.

43
Identificação de lâmpadas
quebradas
• As lâmpadas quebradas são entendidas como vidro
contaminado. Como não há código específico para caso
geral, recomendamos a utilização do código 17 02 04 (*) -
Vidro, plástico e madeira, misturados ou não, contendo ou
contaminados com substâncias perigosas e que seja
colocada a observação "Lâmpadas quebradas" no campo
"Descrição Int. do Gerador".

44
Cadastrando Modelo de MTR
MTRs de conteúdo recorrente, referente a resíduos encaminhados à
destinação comumente através do mesmo transportador e destinador.

45
Utilizando Modelo de MTR
MTRs de conteúdo recorrente, referente a resíduos encaminhado à
destinação comumente através do mesmo transportador e destinador

46
Gerando MTR a partir de um modelo
MTR Complementar

MTR ARMAZENADOR MTR COMPLEMENTAR


GERADOR DESTINADOR
TEMPORÁRIO (ex:
(emite o MTR) UTRSS, Área de FINAL
Transbordo, etc - (acusa o recebimento
acusa o recebimento do do MTR no Sistema)
MTR no Sistema)
O MTR deve
conter apenas 1
resíduo Contém os MTRs
CDF
que compõem a
carga

47
Gerando MTR complementar

O armazenador temporário (UTRSS ou


outro) recebe os MTRs acessando
“Meus MTRs”. Na sequência acessa no
menu “Manifesto” a ferramenta “MTR
complementar para armazenamento
temporário”.

48
Gerando MTR complementar

Na emissão do MTR complementar,


o armazenador temporário apenas
informa o transportador que irá
realizar o transporte da AT até o
destinador...

... e indica os MTRs correspondentes


às cargas que serão consolidadas para
envio ao destinador . 49
Gerando MTR complementar

Após indicados o
transportador e os
MTRs, é só salvar o
MTR complementar.

50
Gerando MTR complementar

51
MTR Romaneio
• Transporte do resíduo Lodo de fossa séptica gerado
somente por pessoa física
MTR ROMANEIO

GERADOR
(cpf) DESTINADOR
TRANSPORTADOR FINAL
GERADOR (acusa o
(emite o MTR) (cpf) recebimento do
MTR no Sistema)
GERADOR
(cpf)

CDF

52
MTR Romaneio

Opção habilitada apenas para transportadores que informam no cadastro realizar “COLETA E
TRANSPORTE DE RESÍDUOS ORIUNDOS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO (LIMPA FOSSA”

53
MTR Romaneio
• Mesmo que não haja alteração na quantidade de
geradores, o transportador deverá retornar ao sistema,
após o recebimento do destinador, para concluir a
submissão do MTR (finalização), confirmando as
quantidades e os dados dos geradores envolvidos no
MTR Romaneio.

• Uma vez finalizado, é gerado um MTR “normal”,


atrelado àquele romaneio, permitindo a geração do CDF
pelo destinador do lodo.
54
Consultando “Meus MTRs”
56
57
Recebimento dos Resíduos pelo
Destinador
• O responsável pela destinação dos resíduos, o
Destinador, através do Sistema MTR, deve dar a
“baixa” no MTR correspondente à carga recebida.

58
Recebimento dos resíduos pelo
Destinador

59
60
Ao receber a carga, o destinador deverá conferir os dados prestados pelo gerador no
MTR, podendo corrigir as informações divergentes.

61
Divergência do resíduo

62
Correção do resíduo

63
Correção do resíduo

64
65
66
Nota Importante: Os MTRs emitidos terão, a partir
da data de emissão, validade de 60 dias, se não
utilizados (recebidos pelo Destinador indicado).

Após esse período os MTRs mencionados serão


automaticamente cancelados. Caso o MTR inclua
Armazenador Temporário, a validade deste MTR
permanece em 60 dias, a partir de sua emissão,
para que o mesmo seja recebido no Destinador.

67
MTR Provisório
• O Sistema MTR permite que você emita MTRs Provisórios em caráter
preventivo, para utilização em situação de eventual indisponibilidade
de acesso ao sistema, visando não ficar impossibilitado nesses casos
de enviar os resíduos para a destinação.

Podem ser gerados até 99 MTR provisórios de uma só vez! 68


Gerando MTR provisório
69
Recebendo MTR provisório 70
MTR Provisório
• Se um MTR Provisório emitido pelo gerador for recebido pelo
Destinador, o gerador só poderá emitir um novo MTR se
regularizar o MTR Provisório utilizado.

71
Regularizando MTR Provisório
• No menu Manifesto, o gerador acessará a opção “Novo MTR usando MTR
provisório emitido”, procedendo o preenchimento dos dados no sistema,
que gerará um MTR convencional vinculado ao MTR Provisório.

72
73
Relatório de MTRs provisórios

74
MTR para resíduos controlados
(Importados)
• O importador da carga do Resíduo Controlado passa a ser o
Gerador deste resíduo, tendo a obrigação de emitir o
respectivo MTR para o transporte correspondente

*DI: Declaração de importação 75


MTR para resíduos para exportação
(envio internacional)
• Transporte de resíduos que serão exportados para outros
países, será necessário o preenchimento de um MTR para
Exportação de Resíduos, para acompanhar a carga deste
resíduo ao sair do local de exportação até o porto de
embarque.

76
O Sistema MTR-MG
Sistema MTR-MG

MTR CDF DMR

MANIFESTO DE CERTIFICADO DE DECLARAÇÃO DE


TRANSPORTE DE DESTINAÇÃO MOVIMENTAÇÃO
RESÍDUOS FINAL DE RESÍDUOS

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CDF – Certificado de Destinação Final
• Somente os Destinadores podem emitir o CDF aos respectivos
Geradores dos resíduos recebidos e destinados. A geração dos CDFs
não é automática e dependerá do Destinador a sua emissão e
liberação
• Para emitir um CDF o Destinador poderá ingressar no menu
“Certificado”, como indicado abaixo.

78
Gerando um CDF de MTRs emitidos pelo
Sistema MTR

79
80
81
82
CDF –
Certificado de
Destinação
Final

83
CDF – Certificado de Destinação Final
• O CDF, devidamente assinado pelo responsável técnico pelo
empreendimento destinador, somente será considerado válido e
reconhecido se emitido pelo Sistema MTR-MG.
• O CDF conterá, além dos dados do emitente, os números dos MTRs
relativos aos resíduos ou rejeitos encaminhados para destinação
(poder ser mais de um MTR, desde que seja do mesmo gerador), a
identificação do gerador, a especificação e quantidade dos resíduos
ou rejeitos, a destinação dada e o período de realização da operação
de destinação.
• No caso de destinação final, o destinador deverá emitir o CDF após a
execução da operação.
• No caso de destinação intermediária, o destinador deverá emitir o
CDF somente após o recebimento do correspondente CDF emitido
pelo destinador final, caso dos aterros (vínculo ainda em construção
no sistema). 84
Gerar CDF para rejeitos oriundos de
acidentes e sem MTR

85
86
87
O Sistema MTR-MG
Sistema MTR-MG

MTR CDF DMR

MANIFESTO DE CERTIFICADO DE DECLARAÇÃO DE


TRANSPORTE DE DESTINAÇÃO MOVIMENTAÇÃO
RESÍDUOS FINAL DE RESÍDUOS

88
DMR – Declaração de Movimentação de
Resíduos
A Declaração de Movimentação de Resíduos – DMR é um
instrumento de documentação do inventário de resíduos, que
deverá ser emitido pelos Geradores, e pelos Destinadores,
semestralmente.

Esta declaração não se aplica aos Transportadores e aos


Armazenadores Temporários e não é necessária para os
usuários cadastrados de outros Estados da Federação.

89
Resíduos e rejeitos sujeitos apenas à DMR e
dispensados de MTR e CDF
• resíduos e rejeitos radioativos, visto que estão sujeitos a normas específicas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN;
• resíduos sólidos e rejeitos em geral, quando transportados em veículos não motorizados, mesmo que em via pública;
• resíduos sólidos ou rejeitos não perigosos, quando destinados pelo gerador para associações ou cooperativas de artesãos ou de catadores de materiais recicláveis;
• resíduos sólidos da indústria sucroalcooleira constituídos por vinhaça, torta de filtro, bagaço, cinzas de caldeira a biomassa, material particulado coletado do sistema de controle de
emissões de caldeira a biomassa, quando movimentados entre a usina e os empreendimentos integrados ou parceiros, para aplicação em solo agrícola, ainda que transitem por via pública;

90
• resíduo identificado como escória de alto forno, oriundo da indústria
siderúrgica;
• resíduos sólidos e rejeitos de qualquer natureza, quando movi-
mentados apenas dentro do estabelecimento gerador ou entre
unidades cuja transferência seja feita por meio de duto, esteira,
correia transportadora ou similares ou, ainda, com a utilização de
veículo que não transite por via pública;
• resíduos e rejeitos da construção civil, gerados em obras de
implantação de empreendimentos lineares, tais como rodovias,
ferrovias, dutos e tubulações para fins diversos, desde que as áreas
de recepção ou de disposição tenham sido abrangidas pelo processo
de licenciamento ambiental;
• resíduos da construção civil classe A gerados em obras de
implantação de vias, quando destinados diretamente do local de
geração para o local de reaproveitamento como base ou sub-base de
pavimentação.
91
DMR – Declaração de Movimentação de
Resíduos
As DMRs semestrais devem ser elaboradas e enviadas
eletronicamente à FEAM como segue:

de 01/jan de 2020 a 28/fev de 2020 - Referente ao 2° semestre de 2019;


de 01/jul de 2020 a 31/ago de 2020 - Referente ao 1° semestre de 2020.

e assim por diante.

92
DMR – Declaração de Movimentação de
Resíduos
Deverão elaborar e enviar semestralmente a DMR os
geradores e os destinadores instalados em Minas Gerais cujas
atividades ou empreendimentos sejam enquadrados e
licenciados nas classes 1 a 6, conforme Deliberação Normativa
Copam nº 217/2017 ou Deliberação Normativa Copam nº
74/2004 .

Portanto, geradores e destinadores que exercerem atividades


não passíveis de regularização ambiental nos termos da DN
217/2017 e DN 74/2004 não são obrigados a enviar a DMR à
FEAM, salvo em caso de legislação específica municipal.

93
DMR – Declaração de Movimentação de
Resíduos
As informações referentes aos programas de monitoramento de
resíduos sólidos e rejeitos vinculados às licenças ambientais
(condicionantes) serão prestadas por meio da DMR, via Sistema
MTR-MG a partir de janeiro de 2020.

Prefeituras conveniadas com a SEMAD para o licenciamento


deverão seguir as mesmas regras que o Estado quanto à
apresentação de DMR para cumprimento de condicionantes,
para as atividades regularizadas conforme códigos de atividade
da DN 217/2017 ou DN 274/2004.

94
Preenchendo DMR

Identificação do Declarante

95
Resíduos preenchidos
automaticamente pelo
sistema, com base nos
resíduos movimentos no
semestre indicado.

96
Resíduos não movimentados por meio
de MTR (tais como aqueles
encaminhados às associações e
cooperativas de catadores) deverão ser
preenchidos na seção “Identificação
Complementar de Resíduos (sem MTR)

Resíduo inserido
manualmente por não
ter sido movimentado
por MTR (quantitativo
referente ao semestre
a que se refere a
declaração)
97
Resíduos preenchidos
automaticamente
pelo sistema, com
base nos MTRs
recebidos (cargas
destinadas) por esse
destinador

98
Enviando (transmitindo) uma DMR à
FEAM
• Ao clicar no ícone para enviar a DMR à FEAM,
o sistema indicará a mensagem se você realmente
deseja enviar a declaração à FEAM. Clique em
“Enviar” e a DMR será eletronicamente remetida à
FEAM.

99
Minhas DMRs

100
DMR –
Declaração de
Movimentação
de Resíduos

101
DMR após o prazo

102
Art. 20 revoga as normas:

• DN Copam nº 90/2005 e DN Copam nº


136/2009 - INVENTÁRIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
INDUSTRIAIS

• DN Copam nº 117/2008 - INVENTÁRIO DE


RESÍDUOS SÓLIDOS MINERÁRIOS

103
Lembre-se da Responsabilidade Legal existente quanto à fidelidade
e validade das informações que serão incluídas no seu cadastro.
Estas informações poderão, a qualquer tempo, ser submetidas à
fiscalização e correspondente validação pela FEAM ou por outros
órgãos competentes.

Nota Importante aos Geradores e Destinadores -


RESPONSABILIDADES - Ressalta-se que os Geradores têm a
responsabilidade de dar, aos resíduos, destinação que esteja
devidamente autorizada pelos órgãos ambientais competentes,
enviando-os a Destinadores devidamente licenciados. E cabe
também aos Destinadores a responsabilidade de somente
receber resíduos para proceder os processos de destinação
igualmente licenciados pelos órgãos ambientais competentes.
104
O descumprimento da DN 232/2019 enquadra-se no
código de infração 112 do Decreto Estadual n°
47383/2018 (“Descumprir determinação, deliberação
ou deliberação normativa do Copam ou deliberação
normativa conjunta Copam-CERH-MG”), de
classificação gravíssima.

105
Manual de apoio ao usuário
Obrigada!
Telefone: 155 (Opção “Sistema Estadual do Meio
Ambiente”)
Email: mtr.feam@meioambiente.mg.gov.br

107

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