P. 1
Ajustes e Tolerâncias Dimensionais

Ajustes e Tolerâncias Dimensionais

|Views: 92|Likes:
Publicado porBruno Coelho

More info:

Published by: Bruno Coelho on Feb 02, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

05/24/2013

pdf

text

original

AJUSTES E TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS

Engº Thadeu Carneiro da Silva

.......................... 3 FORMATO .................. 7 Representação de tolerâncias ISO ................................... 3 LIMITES ............. 7............................. 5...................................................................................... 12 Página 2 de 12 ........................................ 4......................................................................... 6 7.............................................4................................................. Campo de Tolerância ......................................................................... 4 O CAMPO DE TOLERÂNCIA .......................... 5 NORMALIZAÇÃO DAS TOLERÂNCIAS ........................................................... 6................ 3 INTRODUÇÃO ....................... 7 Exemplo de Aplicação ................................................................................................................2. 4 POSIÇÃO DO CAMPO DE TOLERÂNCIA ................................................................................................ 7............................................................. 7.....................3...................1.................................................... OBJETIVO ..................................... 6 Posição do Campo ..................................... 7.... 3................................Ajustes e Tolerâncias Dimensionais ÍNDICE Página 1........................................................... 2..

Campo de tolerância. As tolerâncias são utilizadas para qualquer processo de fabricação ou produção. +0. O que se toma como base para a aplicação da tolerância é a utilização do produto. 2. até que ponto o produto pode ser inofensivo ao usuário. +0. Em geral.002: Limite inferior da tolerância. Limite superior da tolerância.023: Campo de tolerância. é impossível a repetição do mesmo valor para todos os produtos. Porém.012: Dimensão nominal. Limite inferior da tolerância. Podem existir outras formas de apresentação. INTRODUÇÃO Qualquer produto fabricado tem uma especificação de projeto. 0.025: Limite superior da tolerância. caso contrário. como aspecto de qualidade mensurável. tais como: Página 3 de 12 . tem-se um exemplo prévio: Neste exemplo tem-se: 25. 3. está aprovado. se um produto possui um valor especificado dentro dos limites de tolerância especificados pelo projeto. a qual deve ser assegurada pelo processo de fabricação. FORMATO Uma tolerância de um produto qualquer se caracteriza por possuir os seguintes itens: Dimensão (valor) nominal. se em um produto a tolerância é calculada tomando-se como base a situação crítica de utilização ou ainda. OBJETIVO Descrever as tolerâncias dimensionais e aplicações de tolerâncias ISO. A seguir. ou seja. estará obviamente reprovado.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais 1.

Qualquer valor fora desse campo de tolerância (0. Quanto maior o campo de tolerância. − Superior: 25. 5. diferença entre 25.002 = 25. é necessário saber quais os limites de especificação do produto. menores é a qualidade requerida tanto no processo de fabricação quanto na precisão da utilização.014 Limite superior de especificação: 25.012 é o valor nominal. e conseqüentemente. basta somar os limites inferior e superior à dimensão nominal: Limite inferior de especificação: 25. Para um melhor entendimento. O valor nominal representa o valor base para a aplicação da tolerância. Limites de especificação: − Inferior: 25.023. Para isto. será utilizado o exemplo anterior: Se 25.012 + 0.025.037 O produto que possui esta especificação deve possuir medida entre 25.014) está reprovado.002.037.014.037.014 e 25. tem-se: Limites de tolerância: − Inferior: +0. LIMITES Limite de tolerância Limite de especificação Existem dois tipos de limites: No primeiro exemplo mostrado acima. − Superior: +0.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais 4.037 e 25.025 = 25. maior é a quantidade de produtos aprovados. O CAMPO DE TOLERÂNCIA O campo de tolerância nada mais é do que a diferença entre a maior e menor medida possível de uma característica de projeto que será aplicada ao produto. É com base no campo de tolerância que geralmente são escolhidos os instrumentos de medição para utilização no processo de fabricação do produto Página 4 de 12 .012 + 0.

A seguir.030 mm). para facilitar o entendimento do pessoal responsável pelo processo de fabricação. tem-se uma dificuldade em se "visualizar" o campo de tolerância. Em geral. A seguir.345 Limite superior de especificação: 15. Não se pode esquecer de modificar a dimensão nominal. conforme se pode perceber. os projetistas aplicam a um valor nominal "arredondado" a posição do campo de tolerância. mantêm os limites inferior e superior de especificação idêntica ao original. Página 5 de 12 .24 mm Campo de tolerância: 0. através de cálculos. serão apresentados alguns exemplos de peças mecânicas: Campo de tolerância: 0.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais (além do valor nominal. pois.375 Mas. será apresentado um exemplo: Um projetista determinou. que a especificação de uma característica de um produto seria: Analisando: Limite inferior de especificação: 15. ) Após a analise dos exemplos. que determina a capacidade do instrumento). A seguir.0 mm 6. Para processos mais precisos os campos são menores.030 mm Campo de tolerância: 1. senão não haverá sentido em modificar o campo de tolerância. será modificada a posição do campo de tolerância. pode-se concluir que estão corretos. e também está mantendo o campo de tolerância original (0. POSIÇÃO DO CAMPO DE TOLERÂNCIA A posição do campo de tolerância em relação ao valor nominal também é importante.

pode-se observar na tabela que. Campo de Tolerância As tolerâncias normalizadas pela ISO consistem na representação do valor nominal acompanhado de uma letra e um número no lugar da tolerância. o campo também aumenta. já que essas tolerâncias são em geral aplicadas a elementos que serão acoplados como um sistema furo-eixo. o campo de tolerância aumenta. Ou seja. A seguir. da esquerda para a direita e de cima para baixo. A ISO nos fornece uma tabela de tolerâncias para serem aplicadas para cada tipo de ajuste.1. mais preciso o processo de fabricação. A letra H representa a posição do campo de tolerância e 7 representa o valor do campo de tolerância. Elas tratam do campo de tolerância e da posição do campo de tolerância em relação à medida nominal. depende da aplicação do produto e da natureza do acoplamento. o campo de tolerância também aumenta.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais As tolerâncias podem ser simplesmente calculadas pelo projetista ou ainda seguir uma normalização.250 e H7 é a tolerância aplicada ao valor nominal. Página 6 de 12 . Em relação à dimensão nominal (de cima para baixa na referida tabela). A escolha da letra e do número correspondente à tolerância aplicada. pode-se perceber que à medida que o número do campo de tolerância aumenta (6→7). Exemplo: Isto significa que o valor nominal é 31. tem-se um exemplo de aplicação dos campos de tolerância: Dimensão nominal (mm) Acima de Até 3 3 6 6 10 10 18 18 30 30 50 Campo 6 (µm) 7 8 9 11 13 16 Campo 7 (µm) 9 12 15 18 21 25 No exemplo acima. 7. NORMALIZAÇÃO DAS TOLERÂNCIAS 7. A tabela abaixo contém as características para alguns campos de tolerância (representadas pelo número): Número 5 6 7 8 Característica Mecânica muito precisa Mecânica de precisão Mecânica comum (mais empregada) Mecânica mais grosseira Quanto menor o campo de tolerância. Outro detalhe: os campos 6 e 7 são os mais aplicados na indústria de componentes mecânicos.

Daí a dependência de uma pela outra característica da tolerância ISO. será possível. o ajuste certamente será com interferência.3. Assim. através da variação do campo de tolerância do outro elemento. por outro lado. Posição do Campo A ISO determina com uma letra a posição do campo de tolerância normalizado. r6.etc. Na tabela acima.l. por exemplo.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais 7. h.000. 7.d. A posição do campo é importante para determinação do tipo de acoplamento. Em projetos.p. Deve-se fixar uma tolerância para um dos elementos. como seria o acoplamento se a tolerância do eixo fosse: h9. Letras minúsculas. Se for fixada a tolerância H7 para o furo. um ajuste onde não se tem a certeza se será com folga ou interferência. h5. h7.h. a variação do campo de tolerância para o eixo: Tipo de Acoplamento Com folga Incerto Com interferência Posição do Campo de Tolerância para o Eixo a. as letras k.j k. se as letras forem posteriores à fixada para um furo. Exemplo de Aplicação Será utilizado o exemplo acima: um furo e um eixo com Ø 12. Posição do Campo de Tolerância para o Furo H Se as letras correspondentes ao eixo são anteriores (em ordem alfabética) à fixada num furo. representam tolerâncias em medidas internas. g7. Letras maiúsculas. As letras mais próximas à fixada poderão representar um ajuste incerto.m. Obs.: za. por sua vez.f g. Fixando-se o diâmetro do furo no sistema H. zb). Não há como se fazer uma análise de posição do campo de uma peça única. h6. g6.e. estudado e determinado o acoplamento de duas peças.. pode-se observar na tabela abaixo. dimensionar o tipo de acoplamento desejado. As letras compreendem o alfabeto inteiro com algumas combinações de letras (ex.2. Portanto será utilizado um sistema furo-eixo para demonstrar como seria o acoplamento: Exemplo: Furo Ø 12.H. demonstram tolerâncias de medidas externas.c.000 e Eixo Ø 12. O que vai determinar então serão os números que correspondem ao campo de tolerância tanto do furo como do eixo. mas dependendo do tipo de processo de fabricação.J. quando são mostradas em desenhos.000. foram consideradas apenas as letras g. j como ajuste incerto.: as posições mais utilizadas são representadas pelas letras: G.n. o ajuste certamente será folgado. j6. k6. também poderão determinar um ajuste incerto. s6? Página 7 de 12 . ou seja. j5. f. escolhese a tolerância tabelada sob o aspecto "campo" (conforme precisão do processo de fabricação requerido) e depois a "posição" (de acordo com a natureza do acoplamento)..b.

deveria ser utilizada a mesma linha indicada em negrito. Agora estão representando cada um dos ajustes sugeridos: Dimensão nominal (acima de 10 até 18 mm) Tolerância ISO do eixo (indicação) h9 h7 h6 h5 g6 g7 j5 j6 k6 r6 s6 Campo de Tolerância (µm) 0 -43 0 -18 0 -11 0 -8 -6 -17 -6 -24 +5 -3 +8 -3 +12 +1 +34 +23 +28 +39 Página 8 de 12 .018 mm.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais Para a solução deste problema. os quais serão apresentados numa única tabela. deve-se escolher a linha de baixo. Se o valor nominal fosse 18. O mesmo processo é aplicado à normalização de calibradores passa-não-passa. Observação importante: Se o valor solicitado fosse 18 mm.000 mm e o superior 12. deve-se consultar o fragmento da tabela ISSO: Dimensão nominal (mm) Acima de Até 3 6 10 18 30 3 6 10 18 30 50 Tolerância H7 (µm) 0 +9 0 +12 0 +15 0 +18 0 +21 0 +25 Isto significa que o limite inferior do valor do furo será 12.001. Serão analisados mais fragmentos da tabela ISO. pois seria um valor superior ao limite da linha anterior. pois deve-se interpretar a tabela como se o termo "até" fosse uma "barreira".

000 = 0.000 .Ømáximo eixo): 12.000-12.989 = 0.12. tem-se: − Folga mínima: (Ømínimo furo .000 .018 − Eixo: 11.000-12.000 .000 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos.12.061 CONCLUSÃO: AJUSTE COM FOLGA.000 = 0.000 − Folga máxima: (Ømáximo furo .018-11.989 .000 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos.000 = 0. tem-se: − Folga mínima: (Ømínimo furo .12.000 .12.000-12.018-11.018 − Eixo: 11.Ømínimo eixo): 12. tem-se: − Folga mínima: (Ømínimo furo .957 .992 . c) Ajuste 3: 12 H7 X 12 h6 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.12.029 CONCLUSÃO: AJUSTE COM FOLGA. b) Ajuste 2: 12 H7 X 12 h7 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.Ømáximo eixo): 12.018 − Eixo: 11.12.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais A seguir.000-12.Ømáximo eixo): 12.Ømáximo eixo): 12.12.Ømínimo eixo): 12.000 − Folga máxima: (Ømáximo furo .000 Analisando-se as possibilidades críticas de acoplamentos.000 Página 9 de 12 . d) Ajuste 4: 12 H7 X 12 h5 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.000 = 0.982 = 0.036 CONCLUSÃO: AJUSTE COM FOLGA. tem-se: − Folga mínima: (Ømínimo furo .018-11.12.018 − Eixo: 11.000 − Folga máxima: (Ømáximo furo .957 = 0.Ømínimo eixo): 12.000 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos.982 . serão realizadas análises de cada um dos ajustes sugeridos: a) Ajuste 1: 12 H7 X 12 h9 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.

005-12.000 .983 = 0.018 − Eixo: 11. f) Ajuste 6: 12 H7 X 12 g7 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.11.994 = 0.005 Obs.Ømínimo eixo): 12.Ømáximo eixo): 12.994 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos.021 − Interferência mínima: (Ømínimo eixo .026 CONCLUSÃO: AJUSTE COM FOLGA. g) Ajuste 7: 12 H7 X 12 j5 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.994 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos. CONCLUSÃO: AJUSTE INCERTO.12.000-11.: Os valores negativos devem ser desconsiderados.005 − Folga máxima: (Ømáximo furo . tem-se: − Folga mínima: (Ømínimo furo .018 − Eixo: 11.994 = 0.018-11.006 − Folga máxima: (Ømáximo furo .018-11.018-11.000 .Ømínimo furo): 12. tem-se: − Folga mínima: (Ømínimo furo .997 = 0.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais − Folga máxima: (Ømáximo furo .Ømínimo eixo): 12.Ømáximo eixo): 12.005 = -0.018-11.12. Página 10 de 12 . tem-se: − Folga mínima: (Ømínimo furo .983 .006 − Folga máxima: (Ømáximo furo .018 = 0.021 − Interferência máxima: (Ømáximo eixo .026 CONCLUSÃO: AJUSTE COM FOLGA.992 = 0. Um ajuste incerto caracteriza-se por não possuir interferência nem folga mínimos.005 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos.997-12.000-12.018 − Eixo: 11.12.042 CONCLUSÃO: AJUSTE COM FOLGA.000 = 0.11.976 = 0. e) Ajuste 5: 12 H7 X 12 g6 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.Ømáximo furo): 11.Ømínimo eixo): 12.000 .Ømínimo eixo): 12.Ømáximo eixo): 12.997 .976 .000-11.12.

CONCLUSÃO: AJUSTE INCERTO. tem-se: − Interferência mínima: (Ømínimo eixo .018-11.000 .023 . j) Ajuste 10: 12 H7 X 12 r6 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.018 = 0. tem-se: − Folga mínima: (Ømínimo furo .018 − Eixo: 11.012-12.018 − Eixo: 12.12.017 − Interferência máxima: (Ømáximo eixo .Ømáximo furo): 12.008 = -0.000-12.Ømínimo eixo): 12. Um ajuste incerto caracteriza-se por não possuir interferência nem folga mínimos.12.12.000 . tem-se: − Folga mínima: (Ømínimo furo .012 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos.023-12.021 − Interferência mínima: (Ømínimo eixo .Ømáximo eixo): 12.12.018 − Eixo: 12.997 = 0.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais h) Ajuste 8: 12 H7 X 12 j6 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.001 .997 . CONCLUSÃO: AJUSTE INCERTO.018 = 0.Ømáximo eixo): 12.018-12.012 Obs. Um ajuste incerto caracteriza-se por não possuir interferência nem folga mínimos.12.021 − Interferência máxima: (Ømáximo eixo .034 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos.Ømínimo eixo): 12.Ømáximo furo): 11.Ømínimo furo): 12.Ømínimo furo): 12.012 − Folga máxima: (Ømáximo furo .000-12.012 = -0.017 − Interferência mínima: (Ømínimo eixo .005 Página 11 de 12 .001 = 0.: Os valores negativos devem ser desconsiderados.000 = 0.001-12.000 = 0.008 − Folga máxima: (Ømáximo furo .018 = 0.Ømáximo furo): 12.12.000 .008-12. i) Ajuste 9: 12 H7 X 12 k6 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.008 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos.997-12.008 Obs.: Os valores negativos devem ser desconsiderados.

Ømínimo furo): 12.010 − Interferência máxima: (Ømáximo eixo . k) Ajuste 11: 12 H7 X 12 s6 Análise das tolerâncias: − Furo: 12.12.018 − Eixo: 12.018 = 0. 7. Ajuste 9: H7/k6: Utilizado em polias e engrenagens acopladas em eixos. Vamos aos exemplos: ou ou ou Página 12 de 12 .000 = 0.000 .12.000 = 0.Ømáximo furo): 12.Ømínimo furo): 12.034-12.034 CONCLUSÃO: AJUSTE COM INTERFERÊNCIA.Ajustes e Tolerâncias Dimensionais − Interferência máxima: (Ømáximo eixo . pode-se indicar a tolerância como apresentamos aqui ou ainda.039 Analisando as possibilidades críticas de acoplamentos.039-12. Ajuste H7/m6: Utilizado em rolamentos e buchas em mancais. Ajuste 10: H7/r6: Utilizado em camisas acopladas em cilindros de motores.028 . Foram utilizados 11 exemplos para demonstrar a diferença entre os números e letras nos ajustes.039 CONCLUSÃO: AJUSTE COM INTERFERÊNCIA. Representação de tolerâncias ISO Num desenho qualquer. será correlacionada a utilização de cada tolerância com exemplos de aplicação: Ajuste 3: H7/h6: Utilizado em pistões e cilindros de compressores. Ajuste 5: H7/g6: Utilizado em eixos e mancais de deslizamento. sem mencionar letra ou número de indicação. indicar o campo de tolerância.4.028-12. teríamos: − Interferência mínima: (Ømínimo eixo . A seguir.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->