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Sujeito Simples

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SUJEITO SIMPLES

É o sujeito que tem apenas um núcleo representativo. Aumentar o número de características a ele atribuídas não o torna composto. Exemplos de sujeito simples (o sujeito está em negrito): Obs.: o verbo concorda com o sujeito, seja ele anteposto ou posposto. Maria é uma garota bonita. A pequena criança parecia feliz com seu novo brinquedo.

SUJEITO COMPOSTO
É aquele que apresenta mais de um núcleo representativo, escrito na oração. Ana e Rute fizeram compras no sábado. Mateus e o amigo Bruno saíram para almoçar. O sujeito também pode vir depois do verbo: Saíram Bruno e Mateus. Saiu Bruno e Mateus Note que, no segundo caso, o verbo "saiu" concorda com o sujeito "Bruno", mais próximo a ele. Isso é permitido apenas quando o sujeito composto está posposto ao verbo; chama-se concordância atrativa. Sujeito subentendido; desinencial, implícito, oculto ou elíptico Sujeito desinencial é aquele que não vem expresso na oração, mas pode ser facilmente identificado pela desinência do verbo. Fechei a porta. Quem fechou a porta? Perguntaste mesmo isso à professora? Obs.: Não confundir Vocativo (expressão de chamamento) com sujeito. Exemplo: Querido aluno, leia sempre! (sujeito oculto: "você"- "você" leia sempre) Querido candidato, fico feliz com seu sucesso! (sujeito oculto "eu" - "eu" fico feliz com seu sucesso) Apesar do sujeito não estar expresso, pode ser identificado na oração: Fechei a porta Eu. E na frase Perguntaste mesmo isso ao professor?, o identificado é Tu. Entretanto, cuidado para não criar confusão com a segunda frase, que pode passar a ideia de elipse do sujeito ou sua indeterminação; pois o sujeito simples está explícito e é o pronome interrogativo Quem. Obs.: As classificações do sujeito, em Língua Portuguesa, são apenas três: simples, composto e indeterminado.

SUJEITO INDETERMINADO
Sujeito indeterminado é o que não se nomeia ou por não se querer ou por não se saber fazê-lo. Podemos dizer que o sujeito é indeterminado quando o verbo não se refere a uma pessoa determinada, ou por se desconhecer quem executa a ação ou por não haver interesse no seu conhecimento. Aparecerá a ação, mas não há como dizer quem a pratica ou praticou. Há três maneiras de identificar um sujeito indeterminado: A. O verbo se encontra na 3ª pessoa do plural, sem referência a qualquer a qualquer agente já expresso em orações anteriores. Dizem que eles não vão bem. Estão chamando o rapaz. Falam de tudo e de todos.

A língua desconhece a existência de sujeito de tais verbos. 2. ou este é nulo. necessita de alguma coisa → verbo transitivo indireto) Orações sem sujeito. tais como anoitecer. ventar Trovejou muito. O verbo cair é intransitivo. os verbos podem ser intransitivos. Com o verbo haver. Ventou bastante ontem em Vila Velha no Espirito Santo. Há bons livros na livraria. escurecer. VERBO INTRANSITIVO É aquele que traz em si a ideia completa da ação. sujeito inexistente Observação: Dar o nome de Oração sem sujeito' (OSS) não se constitui. Há gente ali.Falaram por aí. Chove muito no Amazonas. Disseram que ele morreu. trovejar. modo: O avião caiu lentamente. significando existir ou acontecer. PREDICAÇÃO VERBAL Chama-se predicação verbal o resultado da ligação que se estabelece entre o sujeito e o verbo e entre os verbos e os complementos. pois encerra um significado completo. mas da oração enquanto estrutura linguística desprovida de sujeito. . precisa de alguma coisa → verbo transitivo indireto) Necessita-se de amigos. somente na terceira pessoa do singular. como: local: O avião caiu sobre as casas da periferia. chover. Há homens no mar. Quanto à predicação. mas não são necessárias para que se compreenda a informação básica. sobretudo os seguintes: 1. formalmente. (Quem precisa. da classificação do sujeito. tempo: O avião caiu no mês passado. mais a partícula se. Há verbos que não têm sujeito. portanto. de um outro termo para completar o seu sentido. Essas informações ampliam o significado do verbo. (Quem necessita. Com um Verbo Transitivo Indireto. sem necessitar. Sua ação não transita. relampejar. Anoitece tarde no verão. Houve um grave incidente no meu apartamento. B. Ainda há amigos. Por Exemplo: O avião caiu. Uma oração é sem sujeito quando o verbo está na terceira pessoa do singular. Haverá aulas amanhã. Precisa-se de livros. o falante pode acrescentar outras informações. nevar. transitivos ou de ligação. Neva no sul do país. Se desejar. Com os verbos que indicam fenômenos da natureza.

quem revela. O sentido desse verbo transita. Observe a estrutura destas orações: Sujeito Predicado Havia formigas na casa. É possível constatar que essas orações não têm sujeito. logo é chamado de predicativo do sujeito. ANDAR= Cláudia anda nervosa. Estes verbos fazem a ligação entre 2 termos: o sujeito e suas características. Nevou muito este ano em Nova Iorque. inteligente é uma qualidade. Estas características são chamadas de predicativo do sujeito. O conteúdo verbal não é atribuído a nenhum ser. ele está ligando o sujeito (Maria) ao predicativo (inteligente). sente algo. Os principais verbos de ligação são: SER= O carro é novo. PREDICATIVO = é o termo que modifica o sujeito. Ex. É uma palavra Os verbos de ligação não indicam ação. ESTAR= João está feliz. revela algo a alguém. PERMANECER= A moça permanece aflita. PARECER= Joice parece cansada. O predicativo nos informa alguma coisa a respeito do sujeito.VERBO TRANSITIVO É o verbo que vem acompanhado por complemento: quem sente. 1= Verbo Transitivo 1 VERBO TRANSITIVO DIRETO Oração Sem Sujeito: é formada apenas pelo predicado e articula-se a partir de um verbo impessoal. Adjunto Adverbial ADJUNTO ADVERBIAL é a função sintática dada para os termos com valor de Advérbio que estão presentes em uma frase ou período. integrando-se aos complementos. Veja: S. a mensagem centra-se no processo verbal. isto é. através do predicado. FICAR= Nicole ficou triste. segue adiante. característica de Maria. O adjunto adverbial é o termo da . Simples Predicado As crianças precisam de carinho. para adquirir sentido completo. CONTINUAR= Diana continua feliz. Maria é inteligente. O verbo ser não indica ação. Constituem a enunciação pura e absoluta de um fato. Os casos mais comuns de orações sem sujeito da língua portuguesa ocorrem com: VERBO DE LIGAÇÃO Verbo de ligação (ou cópula) é um tipo de verbo que une o predicativo do sujeito ao sujeito.

Veja o exemplo a seguir: O poeta ao seu amigo de enviou dois longos trabalhos inovador infância.O pred. O adjunto adnominal possui função adjetivana oração.oração que serve para modificar o verbo segundo as circunstâncias da frase e o valor semântico que este possui. trabalhos e amigo são núcleos. o numeral dois e o adjetivo longos referem-se ao substantivo trabalhos. Ao redor de cada um desses substantivos agrupam-se os adjuntos adnominais: o artigo" o" e o adjetivo inovador referem-se a poeta. o pronome adjetivo seu e a locução adjetiva de infância são adjuntos adnominais de amigo. os substantivos poeta. do objeto direto e do objeto indireto. nominal é o predicativo do sujeito. pronomes adjetivos enumerais adjetivos. o artigo" o" (em ao). O núcleo do pred. Há controvérsias quanto aos tipos de adjuntos adverbiais. O Brasil foi descoberto por Cabral. PREDICADO NOMINAL É formado por um verbo de ligação e um predicativo do sujeito. A árvore pertence ao mundo da natureza. por causa de. a qual pode ser desempenhada por adjetivos.Indica um estado ou uma qualidade do sujeito. do sujeito determinado simples. verbal=brincava Mais exemplos: O professor já corrigiu as provas. locuções adjetivas. devido a) Faltou à aula por causa do trânsito. Este verbo pode ser transitivo ou intransitivo. Ex. O núcleo do predicado verbal é o verbo (que é chamado de significativo) pois traz em si a idéia de ação. especifica ou explica um substantivo. nominal nos informa algo a respeito do sujeito. .=menino Predicado=brincava com uma pipa Tipo de pred. ADJUNTO ADNOMINAL É o termo que determina. mas elencamos aqui os principais tipos: Adjunto adverbial de causa (porque. artigos.=verbal Núcleo do pred. Devido ao mau tempo. não saiu de casa. respectivamente. Aquele menino brincava com uma pipa. Na oração acima. Sujeito=aquele menino Núcleo do Suj. O viajante caminhava pela estrada. por parte dos gramáticos. PREDICADO VERBAL O predicado verbal constitui-se de um verbo ou locução verbal que expressa a idéia de ação.

PREDICADO VERBO-NOMINAL É formado por um verbo significativo (ação) mais o predicativo do sujeito. que praticou a ação de ler a notícia.A criança brincava distraída. nominal=difícil. Aquela mulher parece uma criança. neste caso. Observemos o exemplo: O repórter leu a notícia Sujeito agente Verbo na voz ativa VOZ PASSIVA Nela. Sujeito = a prova Núcleo de sujeito=prova Predicado=era difícil Tipo de Predicado=nominal( verbo de ligação+predicativo do sujeito) verbo de lig. número e voz.Ex. Mais exemplos: A criança ficou ferida.=difícil Núcleo do pred. Ex. O núcleo do PVN é o verbo e o predicativo (nome). isto é. O pred. VOZES DO VERBO Como já é do nosso conhecimento. A chuva caía fina. pois o sujeito torna-se paciente. é ele quem a pratica. o sujeito é o agente da ação verbal. O dentista voltou sério.=criança Pred. A prova era difícil. dentre as demais. Tipo de pred. Suj= a criança Núcleo do suj. ou seja. A voz passiva apresenta-se em dois aspectos: VOZ PASSIVA SINTÉTICA – Formada por um verbo transitivo direto (ou direto e indireto) na terceira pessoa (do singular ou plural) mais o pronome “se” . a classe gramatical ora denominada de “verbo” é aquela. Tais flexões referem-se a tempo.=brincava/distraída Mais ex.=verbo-nominal (ação+estado) Núcleo do pred. OBS: como aqui o verbo é de ação. verbo-nominal nos dá 2 informações: ação e estado. modo.logo o pvn não possui verbo de ligação. ele sofre a ação expressa pelo fato verbal. que mais apresenta flexões. a situação se inverte. do suj. Vejamos: A notícia foi lida pelo repórter Sujeito paciente Verbo na voz passiva Podemos perceber que o agente.=era pred.=brincava distraída. pessoa. foi o repórter. VOZ ATIVA Neste caso.

ou seja. como nos períodos anteriores: a utilização de um substantivo na primeira frase e de um adjetivo na segunda. usados para se dirigir a quem escuta de formas ou intenções diferentes. nada de bagunça no refeitório! Os termos “amigos” e “lindos” são vocativos. Observe a frase a seguir: Manoel. os meninos. português casado com minha prima. Podemos concluir que: . que jogaram a bola no seu quintal ontem. Esse trecho é o aposto da oração. APOSTO E VOCATIVO APOSTO Primeiramente. Amigos. ele tanto pratica quanto recebe a ação expressa pelo verbo. Lindos. vejamos o que é aposto. é um ótimo engenheiro. vamos ao cinema hoje? 2.Exemplo: Praticaram-se Voz passiva sintética ações solidárias Sujeito paciente VOZ PASSIVA ANALÍTICA – Formada pelo verbo auxiliar (ser ou estar) mais o particípio de um verbo transitivo direto (ou direto e indireto). Veja que o trecho “português casado com minha prima” está explicando quem é o sujeito da oração “Manoel”. VOCATIVO Observe as orações: 1. Conforme demonstrado a seguir: A garota penteou-se diante do espelho Sujeito agente Verbo na voz reflexiva É importante entendermos que desta forma a garota praticou a ação de pentearse e recebeu a ação de ser penteada.particípio VOZ REFLEXIVA Ocorre quando o sujeito é agente e paciente ao mesmo tempo. Observe a próxima: Foram eles. Exemplo: Ações solidárias Sujeito paciente foram praticadas Voz passiva analítica foram – verbo ser / praticadas .

Exemplo: A polícia sabia que havia pessoas no prédio. Exemplo: Corram depressa e saiam pela direita! Ele sabia a verdade mas ela negou tudo. adjetivo (característica) ou apelido. é chamada de ORAÇÃO ABSOLUTA ou PERÍODO SIMPLES. . que contém apenas uma ação verbal. Há dois tipos de período composto: 1. pois o prédio está pegando fogo! Período Simples Quando uma declaração. adjunto adverbial. Período Composto Quando uma declaração/ enunciado. é composta apenas por uma oração. Lucas adoeceu repentinamente. Exemplo: Choveu muito esta manhã. dentro da estrutura da oração principal.Vocativo: é a palavra. adjunto adnominal. 2. e por isso é período simples. Exemplo: O prédio está pegando fogo! *** Apesar dos dois verbos. PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO Como o nome já diz. etc. que contém mais de uma ação verbal. um período composto por coordenação é formado por duas ou mais orações coordenadas. por uma ação verbal. Estas orações poderão exercer a função de sujeito. de um substantivo. que não possuem nenhum tipo de dependência uma das outras. PERÍODO COMPOSTO: Enunciado de sentido completo. expressão utilizada pelo falante para se dirigir ao interlocutor por meio do próprio nome. um enunciado. farei o jantar. Exemplo: Corram depressa e saiam pela direita! Corram. PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO Este tipo de período é formado por uma oração principal que é complementada com uma ou mais orações subordinadas. contém duas ou mais orações. PERÍODO SIMPLES E COMPOSTO PERÍODO SIMPLES: Enunciado de sentido completo. este enunciado é chamado de PERÍODO COMPOSTO. termo. mais de uma oração. complemento nominal. a ação verbal é uma só. ou seja. Quando eu voltar. ou seja.

mas cada gênero exige um maior ou menor domínio de cada uma delas. Desse quadro é possível deduzir que é tão importante ensinar as tipologias quanto os gêneros. temos. fábula. Nos estudos da Literatura. contos.narrativa de aventura. vamos também identificar a carta pessoal. por exemplo. narrativa . Para a Linguística. pois se mantêm sempre muito parecidas. poesia. a conversa telefônica. do conto. lenda. narrativa mítica. os gêneros textuais englobam estes e todos os textos produzidos por usuários de uma língua. sejam eles orais ou escritos. prosa. sketch ou história engraçada. podemos classificá-los dentro dos tipos textuaisa partir de suas estruturas e estilos composicionais. ao lado da crônica.etc. e então aparecerá a capacidade de argumentar. num conto. há cinco tipologias que é preciso considerar no ensino de língua. == Gêneros orais e escritos ==comuns de genero Domínios sociais de comunicação Aspectos tipológicos Capacidade de linguagem dominante Exemplo de gêneros orais e escritos Cultura Literária Ficcional Narrar Mimeses de ação através da criação da intriga no dominio do verossímil Conto de Fadas. biografia . o email. narrativa de enigma.GÊNEROS DE TEXTOS Os Gêneros textuais são as estruturas com que se compõe os textos. usamos predominantemente a capacidade de narrar. Schneuwly e Dolz publicaram um quadro onde as tipologias são cruzadas com os gêneros. procuram atingir intenções comunicativas semelhantes e ocorrem em situações específicas. e tantos outros exemplares de gêneros que circulam em nossa sociedade. Essas estruturas são socialmente reconhecidas. Gênero Textual ou Gênero de Texto se refere às diferentes formas de expressão textual. mas podemos colocar personagens discutindo um assunto. Cada uma dessas tipologias é mobilizada pelas pessoas que se comunicam em diferentes gêneros. Para os dois autores. com características comuns. narrativa de ficção cientifica. crônicas. É importante considerar que usamos todas essas capacidades em gêneros diversos. Quanto à forma ou estrutura das sequências linguísticas encontradas em cada texto. Por exemplo. Assim.

situadas crônica social. refutação e negociação de tomadas de posição Transmissão e construção de saberes Apresentação Expor textual de diferentes formas dos saberes . artigos de opinião ou assinados. notícia. ensaio Texto expositivo. seminário. relato de viagem. discurso de autobiografia. relato histórico. comunicação oral. testemunho. reportagem. romance histórico. verbete. romance. resenha. crônica no tempo esportiva. adivinha. diálogo argumentativo. vividas. debate regrado. assembleia. deliberação informal. palestra. curriculum experiências vitae. carta de solicitação. relatório científico. texto explicativo. discurso de acusação (advocacia). editorial. crônica literária. conto. diário íntimo. exposição oral. biografia Textos de opinião. relatório oral de experiência Documentação e memorização Relatar das ações humanas Discussão de problemas sociais controversos Argumentar Sustentação. conferência. carta de leitor. discurso de defesa (advocacia). entrevista de especialista. piada Relato de experiência vivida. Representação pelo anedota ou caso. novela fantástica. tomada de notas. resumo de textos expositivos e explicativos. ensaio ou perfil biográfico. artigo enciclopédico. histórico. resenha crítica.romanceada.

na língua. há somente um grupo de palavras dispostas em uma ordem qualquer. regras de jogo.Instruções de montagem. ouvi passos atrás de mim. falta de concatenação e argumentação falsa. precisaríamos ainda organizar o nível semântico do texto. como soube descrever a personagem? A falta de coerência se dá normalmente: Na inverossimilhança. Ao elaborar o texto. advérbios e os artigos são os elementos de coesão que proporcionam a unidade do texto. regulamento. ele foi homenageado." A COERÊNCIA É muito confusa a distinção entre coesão e coerência. Lá. Observe a atuação do advérbio e do pronome no processo de e elaboração do texto. Instruções e prescrições Descrever ações Regulação mútua de comportamentos receita. era um homem alto. dando ao texto mais fidelidade. bastaria agrupá-las de qualquer forma e teríamos um: "O ontem lanche menino comeu" Veja que neste caso não há um texto. temos que criar condições para que haja uma unidade de coerência. aqui entenderemos como coerência a ligação das partes do texto com o seu todo. assustado nem olhei. muitos recursos que garantem o mecanismo de coesão: * por referência: Os pronomes. deixando-o inteligível.” Se o narrador não olhou. estranho. instruções de uso. saí correndo. Mesmo que colocássemos estas palavras em uma ordem gramatical correta: sujeito-verbo-complemento. Em Portugal o presidente recebeu várias homenagens. “Estava andando sozinho na rua. "O lanche comeu o menino ontem" A COESÃO Há. textos prescritivos OS MECANISMOS DE COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAIS O texto não é simplesmente um conjunto de palavras. comandos diversos.. tinha em suas mãos uma arma." Esse texto repetitivo torna-se desagradável e sem coesão. pois se o fosse. "O Presidente foi a Portugal em visita. "O Presidente foi a Portugal.. .

Ex. o menino avistou um mendigo. Uso Incorreto do Pronome Relativo Gabriela pegou o estojo vazio da aliança de diamantes que estava sobre a cama. Gabriela pegou o estojo vazio da aliança de diamantes o qual estava sobre a cama. nos seguintes casos: Má colocação do Adjunto Adverbial Exemplos: Crianças que recebem leite materno frequentemente são mais sadias. Crianças que recebem leite materno são frequentemente mais sadias. seja de uma palavra ou de uma expressão. Termos. Orações ou Frases Aquela velha senhora encontrou o garotinho em seu quarto. O que estava sobre a cama: o estojo vazio ou a aliança de diamantes? Eliminando a ambiguidade: Gabriela pegou o estojo vazio da aliança de diamantes a qual estava sobre a cama. Quem estava sentado na varanda: o menino ou o mendigo? . dá-se o nome de ambigüidade. Ocorre geralmente.: Sentado na varanda. pelo fato de os substantivos estojo e aliança pertencerem a gêneros diferentes.Ambiguidade A duplicidade de sentido. haveria necessidade de uma reestruturação diferente. Se pertencessem ao mesmo gênero. As crianças são mais sadias porque recebem leite frequentemente ou são frequentemente mais sadias porque recebem leite? Eliminando a ambiguidade: Crianças que recebem frequentemente leite materno são mais sadias. Má Colocação de Pronomes. Observação: Neste exemplo. resolveu-se o problema substituindo os substantivos por o qual/a qual. Aquela velha senhora encontrou o garotinho no quarto dele. O garotinho estava no quarto dele ou da senhora? Eliminando a ambiguidade: Aquela velha senhora encontrou o garotinho no quarto dela.

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