Prova N2 - Literatura Infantil

Pessoal não houv e um a seleção das perguntas, ou seja, dev em ter m uitas questões repetias. Se alguém quiser filtrar as questões e m e env iar eu agradeço. Abraços. LIT ERAT URA INFANT IL:
LITERA TURA INFA NTIL

1. A contação de histórias, como toda a

atividade de linguagem, pressupõe o interlocutor e o público. atividade educ ac ional, nec es s ita de um tema e de um interloc utor. atividade de ens inamento, tem no proc es s o pas s ado e pres ente. atividade de linguagem, pres s upõe o c ontador e o tema.

2. Qual é a diferença entre a crônica e a notícia?

A c rônic a refere- s e à atualidade, as s im c omo a notíc ia. A c rônic a tem elaboraç ão mais denotativa e a notíc ia, mais c uidada e c onotativa. A crônica é pessoal e opinativa; a notícia é quase imparcial e objetiva. A c rônic a expres s a a opinião do jornal; a notíc ia es tá exc lus ivamente relac ionada ao fato.

3. Observe abaixo:

A leitura tem s ido dis c utida intens amente ao longo dos tempos , pois , c om ela, há a pos s ibilidade de c onhec er- s e outras realidades e, princ ipalmente, ampliar- s e e des envolver- s e o c onhec imento a res peito do mundo e de s i mes mo. P ara que o aluno c rie o hábito e gos to pela leitura, algumas aç ões podem s er des envolvidas tanto na família quanto na es c ola. Sobre is s o, é c orreto afirmar que

s omente os profes s ores podem impuls ionar o gos to pela leitura. a carência de boa leitura nas escolas f az com que as crianças e os jovens não se interessem por ela. a literatura infantil oral e as c antigas não c ontribuem para des pertar o gos to pela leitura. os prof essores não precisam gostar de ler para passar aos f uturos leitores uma boa imagem da leitura.

4. Qual é a divisão da linha do realismo cotidiano previsto por Nelly Novaes Coelho?

H umanitário, domés tic o, lúdic o, s oc ial e his tóric o. C rític o, humanitário, s oc ial, lúdic o e domés tic o. Realis mo, pes s oal, humanitário, his tóric o e mágic o. Crítico, humanitário, lúdico, histórico e mágico

LITERATURA INFANTIL

1. Quais as instituições coletivas influenciam a construção de sentidos de um texto pelo leitor?
O dinheiro, a política e a mídia.

O Estado, as igrejas, os gov ernantes e os políticos. A política, o gov erno e a elite dominante. A Igreja, o Estado, a empresa, o partido, a escola e a família.

2. Leia abaixo:
Entre as produções literárias infantis no Brasil, encontramos uma riqueza na poesia brasileira, tanto pela v ariedade de tipos tex tuais quanto pelo grande número de poetas que temos; mas ainda não temos nas escolas um trabalho adequado com a poesia, porque ex istem ideias de que I. a poesia é difícil e, por não ser narrativ a, cansa e dispersa a atenção da criança. II. as poesias são criadas e utilizadas de forma didática, com lições de moral, pregando amor à pátria, à árv ore, às boas ações etc. III. a poesia é composta por ritmo e sonoridade, que buscam a unidade com o aspecto semântico, atingindo a riqueza estética. Assinale a alternativ a correta.

Apenas I e III. Apenas II e III. Todas as afirmativ as. Apenas I e II.

3. Assinale a alternativa que contradiz o valor da literatura de Monteiro Lobato.
Sua obra infantil buscou sempre ex plorar um mundo de fantasia, com acentuada v alorização do imaginário mais tradicional, numa linguagem que retomou os clássicos da língua portuguesa. Suas personagens, na literatura infantil, refletiram comportamentos, afetiv idade e relação com a natureza caracteristicamente brasileiras. Sua obra infantil foi traduzida em div ersas línguas, dado seu v alor literário. Sua obra desmascarav a os falsos v alores da sociedade e da literatura de sua época.

4. A leitura enquanto responsabilidade social significa que
a sociedade dev e pagar para que todos v enham a ser leitores. a sociedade dev e delegar poderes à escola para alfabetizar e letrar. todos os membros da sociedade dev em v alorizar a leitura e zelar por ela. todos os membros da sociedade dev em ler. LIT ERAT URA INFANT IL
1 . A f orma çã o do l ei t or con si st e

em uma alfabetização bem realizada e com rapidez. na consciência do leitor em memorizar narrativ as literárias.

na decodificação de signos linguísticos acrescida de um processo de com preensão abrangente e crítica. na capacitação do leitor para a leitura de tex tos cada v ez mais complex os.
2. A pri mei ra cri se da l ei t u ra i n f a n t i l n o Bra si l a con t ece n a déca da de 1 950, sen do u ma da s ca u sa s dessa cri se a t ri bu í da à

dificuldade de se encontrar material literário produzido para crianças. univ ersalização da telev isão, que ex ibia diariamente muitos programas infantis sem qualidade. produção das histórias em quadrinhos. alienação em que se encontrav am os educadores deste período.
3. Assi n a l e a a l t ern a t i v a qu e i n di ca u ma f u n çã o da bi bl i ot eca h oje u l t ra pa ssa da .

A biblioteca cria condições para que a escrita científica se renov e. A biblioteca serv e para armazenar, classificar e preserv ar documentos. A biblioteca abriga tex tos de informação div ersificados e em v ários suportes. A biblioteca é um espaço promotor de leitura.
4. An a l i se a s a f i rma t i v a s a ba i x o.

I. O professor dev e procurar tornar a leitura interessante aos olhos da criança, como fonte de surpresas e descobertas. II. As poesias dev em ser apresentadas à criança sem comprometer-se com aspectos outros que não a própria transmissão da sensibilidade e da emoção do poeta. III. Os temas a serem apresentados dev em ser aqueles que trazem uma v isão triste e pessimista da v ida, para que logo cedo a criança se depare com a realidade dura que a cerca. IV . A manipulação lúdica dos sons da língua pela criança e a fruição do sonoro, independentemente do significado, constituem-se parte fundamental do desenv olv imento linguístico e da atração por tex tos poéticos. Estão corretas:

I, II e IV. II e IV . I, II e III. I, III e IV . LITERATURA INFANTIL

1. Assinale a alternativa correta que melhor descreve a noção de gênero textual.
Um conceito da Linguística Tex tual que trata das semelhanças de todos os tex tos entre si. Um conceito que atualmente se refere às três partes de um tex to dissertativ o. Um conjunto de tex tos que obedece aos propósitos comuns e se ex pressa em forma semelhante. O modo como os tex tos se estruturam para passar uma mensagem.

II.". pensamentos e sentimentos somaram-se aos recursos da encenação teatral: palco.. Há cinco concepções de leitura. as palav ras não podem assumir toda a sua densidade. como "era uma v ez. 3. histórico e de forte carga ideológica. Assinale a alternativ a que menciona um fato que tinha ocorrido nesse período.. pressupõe apenas o interlocutor. Nos anos 1960 e 1970. A utilização de fórmulas muito conhecidas de início de contos. a ativ idade de contar histórias proporciona momentos em que o ouv inte trabalha mais intensamente. Além da função de resgatar a cultura. todo o seu poder de ev ocação. O tex to é entendido apenas como um conjunto de elementos lex icais. Os contadores de história nasceram com a humanidade. como a Fundação Nacional do Liv ro Infantil e Juv enil (FNLIJ). Assinale a alternativa correta. não contribui para intensificar a afinidade entre o contador e o ouv inte. Nessa ativ idade. Acaba a mobilização do Estado apoiando e agilizando o env olv imento com a leitura. Nascem as instituições preocupadas com a leitura e o liv ro infantil. Assinale a alternativa correta com relação à contação de história.2. atraente. a arte de contar não ganhou formatos e intenções diferentes com a evolução da civilização. O tex to é repositório apenas de mensagens. Acontece a primeira crise da literatura infantil no Brasil. a atração que sempre exerceu a narração oral reporta-se ao tempo das cavernas. o seu imaginário. e de maneira indiv idualizada. Como toda ativ idade de linguagem. a narrativa dos fatos. III. Eles reúnem duas qualidades: a capacidade de narrar e de representar. 4. cenário. Cessam inv estimentos capitais para inov ar a v eiculação e aumentar o número e o ritmo de lançamentos de títulos nov os. A leitura é todo ato consciente de ex plicação dos sentidos das frases. música e figurino. A leitura pode ser entendida como decodificação. LITERATURA INFANTIL Parte superior do formulário 1. quando as caçadas e os acontecimentos do dia compunham uma espécie de jornal falado. As afirmativas que abordam de forma correta a origem dos contadores de história são: I. à medida que a civilização evoluiu. . ocorre uma fomentação e discussão da literatura infantil. Assinale a alternativa que aponta alguma dessas concepções.

Compreendendo a leitura como um processo de interação do leitor com o texto. Apenas as afirmativas I e III estão corretas. reconhecer-se. Trata da evolução da natureza. baseada em fatos históricos e com linguagem poética. Parte inferior do formulário Parte superior do formulário 4. Parte inferior do formulário LITERATURA INFANTIL 1. O professor utiliza o texto para desenvolver uma série de atividades gramaticais. Narrativas de origem. usando linguagem da fantasia e com objetivo de passar lições de comportamento. O aluno é avaliado por meio de provas ou questionários. Assinale a alternativa que contém os elementos característicos do mito. O leitor deve responder uma pergunta sobre alguma informação do texto. narrativa de origem atemporal. Apenas I e II. Parte inferior do formulário Parte superior do formulário 3. Assinale a alternativa que explica a razão . em tom fantástico e com finalidade de advertência ao leitor. questionar o mundo e ser questionado por ele. criadas pelo povo a partir de um fato histórico. Apenas II e III. O trabalho do leitor é buscar o sentido das palavras para chegar à mensagem. Apenas as afirmativas I e II estão corretas. do homem primitivo. Sobre a primeira concepção de leitura. É uma narrativa inventada. narrativas ligadas à criação do homem e do mundo. II. "o texto como conjunto de elementos gramaticais". diretamente ligada ao espiritual. Assinale a alternativa correta. Todas as afirmativas estão corretas.Todas as afirmativas. assinale a alternativa correta. sem caráter de verdade. destacada por Ângela Kleiman. Apenas as afirmativas II e III estão corretas. III. Explicação fantástica para fenômenos naturais. Apenas I e III. evoluindo para o homem tecnológico. encontrar algumas respostas para os problemas da vida e descobrir que o mundo e o homem podem ser diferentes. Parte inferior do formulário Parte superior do formulário 2. podemos afirmar que ler é I.

atingindo a . que buscam a unidade com o aspecto semântico. Um conceito da Linguística Tex tual que trata das semelhanças de todos os tex tos entre si. Leia abaixo: Segundo a estudiosa Bárbara Carv alho. Um conjunto de tex tos que obedece aos propósitos comuns e se ex pressa em forma semelhante. sonoridade. mas linguagem poética. nos conflitos. pode-se afirmar que é composta por ritmo e sonoridade. 3. A memória dos sentidos construída ao longo da ex istência do leitor. e a histórico-social.(CORRETA) II e IV . em sua ativ idade de produção de sentidos. em personagens. O modo como os tex tos se estruturam para passar uma mensagem. O interdiscurso atua fortemente na nossa ativ idade interpretativ a. IV . e dev e apresentar certos requisitos: ritmo. a literatura ex erceu esse papel. com a falta de liv ros sobre moral e comportamentos. II e III. a poesia não é apenas linguagem v ersificada. simplicidade. a de sujeito falante e significante. já que tratar do comportamento humano transcende realidades históricas.(CORRETA) As narrativ as serv em para representar. Os discursos do outro. Os itens corretos são: I e IV . III. as relações entre os humanos. O leitor. O moralismo dev e-se a um momento histórico em que. I e III. a v ida do homem e. Analise as afirmativas abaixo. I. O caráter simbólico da literatura fav orece a função moralizadora. 4.da literatura infantil ter caráter ensinamento e de moralização. Com relação à poesia. simbólica. considera uma combinação de histórias: a sua. II. clareza e pequena ex tensão. de Os objetiv os de comunicar e conv encer fazem com que a literatura também busque conv encer os leitores sobre quais são as melhores condutas. não interfere mais na sua ativ idade de produção de sentidos. quando na fase adulta. não dev em interferir na ativ idade de produção do sentido do leitor. daquele de quem recebemos instruções para operar a interpretação. (CORRETA) Um conceito que atualmente se refere às três partes de um tex to dissertativ o. 2. Assinale a alternativa correta que melhor descreve a noção de gênero textual.

uma das características irrelev antes do fenômeno poético é ex atamente a ambiguidade. Não conhece nem lá nem si. justamente um campo até então mal ex plorado em nossas letras. Roda. Põe no cabelo uma estrela e um v éu e diz que caiu do céu. enriquecido pelo folclore de seu pov o. Na poesia acima. estabelecida pela poesia clássica. que já apresentav a um apelo à imaginação. mov imentação dos diálogos. o uso da métrica formal. 2. Ao lado da chamada literatura adulta. A Menina do Narizinho Arrebitado. em 1 937 . aspecto indispensáv el à obra infantil. não precisa ser fortemente marcado. assim. num cenário natural. roda. mas fecha os olhos e sorri. assinale a alternativ a incorreta. Esta menina tão pequenina quer ser bailarina.(CORRETA) o ritmo não é um elemento essencial e.riqueza estética. Não conhece nem dó nem ré mas sabe ficar na ponta do pé. de todos os gêneros. Sobre Monteiro Lobato. a utilização de antíteses na construção do sentido da poesia. Monteiro Lobato deix ou ex tensa obra v oltada para o público infantil. enredo. a conotação. humor e graça na ex pressão linguística. uma ex ploração da sonoridade associada ao mov imento da dança. concretizando-o nos mais variados temas. LITERATURA INFANTIL 1. dev e ser o mais comprometido com aspectos morais ou instrutiv os. linguagem v isual. Publicou. . A bailarina (Cecília Meireles) Esta menina tão pequenina quer ser bailarina. e também quer dormir como as outras crianças. Não conhece nem mi nem fá mas inclina o corpo para cá e para lá. roda com os bracinhos no ar e não fica tonta nem sai do lugar. Criou um univ erso para a criança. Mas depois esquece todas as danças. podemos observ ar a mensagem moral implícita nas entrelinhas da poesia. Cecília Meireles é uma das escritoras que mais conhece o universo infantil e tira proveito disso.

a empresa. A construção dos sentidos de um tex to não sofre mutabilidade ao longo do tempo. A política. nos comportamentos. seus personagens em nada lembrav am o pov o brasileiro. Os sentidos dos tex tos nascem espontaneamente. Pesquisas realizadas com os professores comprovam que o professor-leitor-crítico é raridade. não considera uma combinação de histórias: a sua. as igrejas. uma relação interativa entre dois sujeitos (autor e leitor) mediada pelo texto. em 1 808. que circulav am no Brasil. A Igreja.ERRADA A ativ idade do leitor. e a histórico-social. mas. lacuna na formação. na afetiv idade. são conv encionados e construídos por seus usuários numa conjunção de ordem sócio-histórica. de sujeito falante e significante. na busca da construção do sentido. o Estado. 2. v ários fatores.CORRETA 4. começam a ser publicados liv ros para crianças no Brasil. Com relação à construção do sentido do tex to. podemos afirmar que a falência do sistema de ensino no país passa por nenhuma familiaridade com o liv ro que não seja . O leitor. em sua ativ idade de produção de sentidos. Com a implantação da Imprensa Régia. de início. Assinale a alternativa correta em relação à história da literatura infantil no Brasil. desinformação. Sua literatura não tinha um caráter moralista nem pedagógico. a escola e a família. 3. Sabe-se que as atividades de leitura pressupõem. pode passar por etapas que v ão da v isão mais estreita ao conhecimento mais ampliado. assinale a alternativ a correta. começam a ser publicados os primeiros liv ros para crianças. Os tex tos em edições portuguesas. O dinheiro. como salários sucateados. a política e a mídia. Quais as instituições coletivas influenciam a construção de sentidos de um texto pelo leitor? O Estado. Isto é resultado de I. o gov erno e a elite dominante.Buscou o nacionalismo na criação de personagens que refletiam a brasilidade na linguagem. o partido. Após a Proclamação da República. na relação com a natureza. A literatura oral não predominou no Brasil antes da publicação dos primeiros liv ros infantis. não apresentav am problemas com rela LITERATURA INFANTIL 1. os gov ernantes e os políticos.

As lendas não estão relacionadas com os relatos do pov o. ser naturalmente acomodado pelo tipo de personalidade ex igida na profissão. Pensamento ilimitado da humanidade reflete o drama humano ante o outro. O interdiscurso atua fortemente na nossa ativ idade interpretativ a. Apenas I e II estão corretas. A memória dos sentidos construída ao longo da ex istência do leitor. e. não dev em interferir na ativ idade de produção do sentido do leitor. quando na fase adulta.aquela de ligação direta com a profissão. forças estranhas e ocultas. LITERATURA INFANTIL 1. que servem de base para projetos de formação de leitores crianças. não interfere mais na sua ativ idade de produção de sentidos. Assinale a alternativ a correta. v ão deix ar mensagens de reflex ão de boas condutas no mundo real. II. e a histórico-social. bem como a paciência. entre elas. as fábulas. Os discursos do outro. os mitos e as lendas. muitos fatores. em sua ativ idade de produção de sentidos. I e III. II e III. Apenas a I está correta. Apenas a III está correta. I e IV . Assinale a afirmativ a que se refere à característica da lenda. em que atuam astros e meteoros. As lendas caracterizam histórias do pov o dentro das relações com aquilo que é ex plicáv el. ao deparar-se com um destino "inex oráv el". Os poemas. III. A tradição oral foi responsável pela criação de formas artísticas e representativas dos povos. de forma ev entual. Apenas a II está correta. III. 4. considera uma combinação de histórias: a sua. Os itens corretos são: II e IV . II. mesmo assim. inclusiv e o fato de que geralmente o professor não gosta de realizar leituras div ersas por tomar muito de seu tempo. daquele de quem recebemos instruções para operar a interpretação. devem ter como . IV . O leitor. 3. I. O folclore apresentou gêneros diferentes de narrativ as. a de sujeito falante e significante. Analise as afirmativas abaixo. As lendas apresentam personagens fix os que.

Atividades diversificadas com o acervo. ambiente limpo e silencioso. 4. ambiente agradável. social. atividades atraentes. 2. a língua-base. Nela. Sa bemos qu e a l i t era t u ra i n f a n t i l n o Bra si l su rge bem depoi s da l i t era t u ra i n f a n t i l eu ropei a . Humanitário. pois desestimula a construção do imaginário de um sujeito-leitor. humanitário. C rítico. . acervo composto por textos indicados pelos professores para tarefas escolares. almofadas e material para leitura individual. lúdico. o autor dá vazão aos sentimentos. humanitário. lúdico e doméstico. bibliotecário como agente de leitura. histórico e mágico. espaço agradável. A linguagem jornalística não oferece o português fundamental. facilitando o diálogo. a apresentação dos textos em colunas e a variedade de caracteres tipográficos. doméstico. não tão restrita que limite o crescimento linguístico nem tão ampla que torne difícil o texto escrito comum aos estudantes.qualidade essencial o predomínio da musicalidade. produção de texto em sala de aula não é uma forma de aprimorar a exploração do jornal e realizar a atividade de escrita. LI TERATURA I NF ANTI L 1 . bibliotecário para promover a ordem e controlar empréstimos. acervo organizado. um texto que permita o exercício do espírito crítico. numeração de páginas. Aponte a alternativa com as características de uma biblioteca escolar atuante e moderna. Ambiente agradável. da imaginação e do ludismo. lendo e escrevendo. a qualidade do papel. Leia abaixo: O texto jornalístico impulsiona o professor a mencionar diversas informações por meio de atividades que levam o aluno a praticar a língua. Quando o professor inicia o trabalho com o jornal não há necessidade de destacar as dimensões. bibliotecário como agente de leitura. Marque a alternativa que corresponde ao trabalho com jornal em sala de aula. Acervo adequado às necessidades dos leitores. É um estilo jornalístico exercitado com objetivos artísticos. Realismo. Bibliotecário como agente de leitura. como ato de criação estética e referindo-se à atualidade. social e histórico. a pequena extensão do texto e o vocabulário conhecido. pessoal. humanitário. histórico e mágico. atividades ora silenciosas ora agitadas. Qual é a divisão da linha do realismo cotidiano previsto por Nelly Novaes Coelho? Crítico. 3. lúdico. acervo disponível e variado. Um tipo de texto encontrado no jornal é a crônica. o tom de conselho e a mensagem aplicável à vida da criança.

c ujas per sonagens (homens. l endas e l i ter atur a de i nf or maç ão. com maior segurança. ani mai s e ob jetos) v i sam c r i ti c ar a soc i edade e i mpor uma mor al c onv enc i onal . é di r etamente r esponsáv el pel a pr oduç ão da l i ter atur a de f i c ç ão no Br asi l . em 1 808. houve uma aceleração na urbanização que facilitou o aparecimento da literatura infantil. Para que ele possa lidar. Com a Proclamação da República. fábulas. enc ontr amos aquel es que estão di r etamente l i gados à tr adi ç ão or al . N ar r ati v a em v er so ou pr osa. Narrativa curta. com a orientação e a formação de outros leitores. 3. que b usc a c r i ar no l ei tor . N ar r ati v a c ur ta c om ani mai s que r epr esentam homens e c om a f i nal i dade de sati r i zar seus c ompor tamentos. i nc enti v ando a pr oduç ão de l i v r os e a di str i b ui ç ão destes par a a soc i edade em ger al . que sur gi u pel a c r i aç ão de f or mas ar tí sti c as e r epr esentati v as dos pov os. A l i ter atur a é c ontestador a e l i b er tár i a. A literatura é usada de forma lúdica. é que c omeç am a ser pub l i c ados l i v r os par a c r i anç as no Br asi l . LITERATURA INFANTIL 1. 4. a sociedade brasileira passa a absorver novos produtos culturais. e a uni v er sal i zaç ão da esc ol a nesse per í odo. mitos e lendas. Assi n a l e a a l t ern a t i v a qu e i den t i f i ca os el emen t os própri os da f á bu l a . que se f i r ma no séc ul o XIX. é necessário . c r ôni c as e mi tos. 2. Das af i r mati v as ab ai x o. f ol c l or e. A esc ol a jesuí ti c a. A l i ter atur a ser v e c omo tex to i nov ador e que desper ta a c ur i osi dade i nf anti l . a c onsc i ênc i a da nec essi dade de mudar a r eal i dade. atr av és de per sonagens al egór i c os. Observ e a ba i x o: Entr e as ti pol ogi as dos tex tos l i ter ár i os. l endas e mi tos. em verso ou prosa. N ar r ati v a c ur ta. em pr osa. O c usto quase i r r i sór i o na f ab r i c aç ão de l i v r os f oi o f ator que al av anc ou a pr oduç ão da l i ter atur a i nf anti l no paí s. A literatura infantil assume uma forma paradidática. mi tos. cujas personagens alegóricas ou animais têm como finalidade moralizar os comportamentos individuais ou sociais. Estamos f al ando de quadr i nhos. Quando pensamos em leitura. c om i nc enti v o do gov er no c entr al . em contraposição ao utilitarismo das cartilhas. Assi n a l e a a l t ern a t i v a qu e def i n e os a spect os n ega t i v os da presen ça da l i t era t u ra i n f a n t i l n a escol a . assi nal e a que apr esenta aspec tos que c ontr i b uí r am par a o c r esc i mento da l i ter atur a i nf anti l no Br asi l . A pub l i c aç ão de per i ódi c os par a c r i anç as a par ti r de 1 808.Somente depoi s da i mpl antaç ão da Impr ensa Régi a. não podemos esquecer que a formação do professor é essencial.

como fonte de surpresas e descobertas. entre eles o Brasil. surgiram. já que isso o lev ará ao melhor conhecimento do que é a história dos liv ros. O uso do jornal em sala de aula tem como objetivo principal . O folclore apresentou gêneros diferentes de narrativ as. 2. constituem-se parte fundamental do desenv olv imento linguístico e da atração por tex tos poéticos. As poesias dev em ser apresentadas à criança sem comprometer-se com aspectos outros que não a própria transmissão da sensibilidade e da emoção do poeta. sem. II. Analise as afirmativas abaixo.permanecer na justificativ a de que. todas com uma característica em comum: apresentav am lições de moral à sociedade. A tradição oral foi responsável pela criação de formas artísticas e representativas dos povos. preocupar-se com sua própria formação de leitor. IV . procurar nov os caminhos de aperfeiçoamento pessoal. Sobre as fábulas. na forma de cartilha de bons princípios para as crianças. II e IV . fábulas. preocupar-se muito com a seleção de bons liv ros. apurará seu gosto pessoal e dará maior segurança ao seu trabalho. a buscar na literatura a efetiv ação de leituras constantes e duradouras. o grego Esopo foi o responsáv el pela grande repercussão da fábula nos países latinos. I. I. independentemente do significado. no entanto. I. III. 3. III e IV . primeiramente. entre elas. A manipulação lúdica dos sons da língua pela criança e a fruição do sonoro. colocado em situação humana e caracterizando símbolos. nada mais poderá corrigi-las ou recuperá-las. pela v ida profissional afora. se as primeiras leituras foram deficientes e lacunares. trazendo os animais como os instrutores desse conhecimento. não se preocupar em continuar. 4. dentro de um contex to univ ersal. II e III. Estão corretas: II e IV . O professor dev e procurar tornar a leitura interessante aos olhos da criança. Os temas a serem apresentados dev em ser aqueles que trazem uma v isão triste e pessimista da v ida. I. pode-se afirmar que se distinguem dos outros tex tos pela presença do animal. surgiram no Ocidente e sofreram v árias reinv enções. para que logo cedo a criança se depare com a realidade dura que a cerca. mitos e lendas.

É uma narrativ a inv entada. Assinale a alternativa que contém os elementos característicos do mito. I. Trata da ev olução da natureza. (CORRET A) LITERATURA INFANTIL 1. criadas pelo pov o a partir de um fato histórico. diretamente ligada ao espiritual. Apenas I e II. Todas as afirmativ as. tanto pela v ariedade de tipos tex tuais quanto pelo grande número de poetas que se espalham por todo o país. II. atualizar os alunos a respeito de notícias do seu dia a dia.fazer um estudo sobre gêneros tex tuais usados na redação jornalística. o Estado. A tradição do v erso em composições dirigidas à infância. narrativ a de origem atemporal. capacitar o aluno a transcender a informação e conhecer a linha ideológica do jornal. o partido. A Igreja. usando linguagem da fantasia e com objetiv o de passar lições de comportamento. os gov ernantes e os políticos. em tom fantástico e com finalidade de adv ertência ao leitor. Narrativ as de origem. Ex plicação fantástica para fenômenos naturais. A poesia brasileira para a infância é muito rica e diversificada. Quais as instituições coletivas influenciam a construção de sentidos de um texto pelo leitor? A política. III e IV . Assinale a alternativ a correta. III. 3. narrativ as ligadas à criação do homem e do mundo. do homem primitiv o. a escola e a família. O Estado. analise as afirmativ as abaix o. . A tendência natural da criança para o ritmo. O fato de a fantasia e a sensibilidade não caracterizarem a poesia. sem caráter de v erdade. A crença de que escrev er poemas é fácil e basta colocar rimas em final de linha. Apenas I. Essa presença da poesia atende a div ersos fatores. o gov erno e a elite dominante. Sobre esse assunto. enriquecer o liv ro didático e o planejamento pedagógico da escola com material de apoio de uso social e cotidiano. as igrejas. baseada em fatos históricos e com linguagem poética. IV . a empresa. 2. Apenas II e IV . ev oluindo para o homem tecnológico.

4. A utilização do jornal impossibilita ao aluno relacionar seus conhecimentos prév ios e ex periência de v ida com as notícias. LITERATURA INFANTIL 1. assinale a alternativ a coerente em relação à utilização do jornal em sala de aula. Observe abaixo: O uso do jornal como material didático v em sendo defendido por div ersos estudiosos que se demonstram preocupados com a má qualidade das aulas de Língua Portuguesa nas escolas. obra que dá início à etapa mais fértil da ficção brasileira. Os estudiosos defendem que a introdução do tex to jornalístico é uma ex celente maneira de propiciar ao aluno um contato com a língua usada na atualidade. Assinale a alternativa que identifica . Sobre isso. Sobre a literatura infantil no Brasil. com disciplinas teóricas e práticas. começam a ser publicados liv ros para crianças no Brasil. A literatura infantil brasileira surgiu muito tempo depois da europeia. Monteiro Lobato publica. tex tos de informação científica e ilustrações chamativ as. que a div ide em antes e depois desse autor. a formar nov os conceitos e a adquirir nov os conhecimentos. 3. pois a ex ploração e compreensão eficaz por parte dos alunos se darão em qualquer circunstância. Falta de cursos com conteúdos atualizados. Sítio do Picapau Amarelo. ocorre o lançamento da rev ista infantil O Tico-Tico. O tex to jornalístico impossibilita ao professor abordar div ersos tipos de informações por meio de ativ idades que lev em o aluno a praticar a língua. a política e a mídia. em 1 921 . Em 1 905. A cultura negra em nada colaborou para que florescessem alguns institutos de v elhos narradores e contadores de histórias. A principal marca da literatura infantil é a obra de José Saturnino. O professor que não aprendeu a gostar de ler na infância. Antes do trabalho com o jornal. assinale a afirmativ a correta. lendo e escrev endo. Com a implantação da Imprensa Régia.O dinheiro. não é necessário o conhecimento profundo das informações contidas nos tex tos. Ausência de cursos que ponham em relev o a leitura. não consegue superar essas falhas. em 1 808. que mesclav a tex tos de inv enção com jogos e brincadeiras. O professor desanima com o salário av iltante. 2. Assinale a alternativa que aponta os problemas da formação adequada do professor enquanto leitor.

Liv ros baratos. boas bibliotecas. Boas bibliotecas. A formação do professor-leitor se define na infância. boas bibliotecas. Apenas II e III. dos sucessos e dos modos como se lê e pode melhorar seu desempenho docente. cada tipo apresenta uma organização espacial e lógica dos blocos de tex to. II. os tex tos narrativ os possuem um esquema identificáv el. A compreensão durante o ato de ler está relacionada. o professor se conscientiza das falhas. Ao narrar sua história. Assinale a alternativa que explica por que se deve conhecer a história do professor quando o assunto é leitura. apoio da família e sistema permanente de av aliação. A memória de uma pessoa cria uma narrativ a ficcional sobre seu passado. A tipologia tex tual é importante porque I. Atmosfera cultural. educação de qualidade e políticas públicas fav oráv eis. Apenas I e III. atmosfera cultural. III. boas bibliotecas e educação de qualidade.(CORRETA) Parte inferior do formulário Parte superior do formulário Parte superior do formulário . LITERATURA INFANTIL 1. Atmosfera cultural. podem resultar no sucesso de um projeto de leitura. prov indo da tradição. alterando as informações. Ao recuperar sua história de leitura. Assinale a alternativ a correta. Todas as afirmativ as. educação de qualidade e apoio da família. cada tex to possui uma dinâmica interna. o professor passa a entender melhor como seu aluno aprende a ler. intensivamente. Apenas I e II. 4. combinadas.quatro influências que. com o reconhecimento dos diferentes tipos textuais. educação de qualidade.

Assinale a alternativa que aponta os problemas da formação adequada do professor enquanto leitor. capacitar o aluno a transcender a informação e conhecer a linha ideológica do jornal. . O professor desanima com o salário av iltante. O uso do jornal em sala de aula tem como objetivo principal atualizar os alunos a respeito de notícias do seu dia a dia. como t oda a ati v i dade educ ac i onal . atividade de linguagem. LI TERATURA I NF ANTI L Parte superior do formulário 1 . Assinale a alternativa correta a respeito da produção da literatura infantil no Brasil no século XX. tem no pr oc esso passado e pr esente. fazer um estudo sobre gêneros tex tuais usados na redação jornalística. ati v i dade de ensi namento. surge a partir da década de 1 930 com o aparecimento do Modernismo.(CORRETA) Parte inferior do formulário 3. Parte inferior do formulário Parte superior do formulário 4.2. pr essupõe o c ontador e o tema. em 1 931 . Ausência de cursos que ponham em relev o a leitura.(CORRETA) enriquecer o liv ro didático e o planejamento pedagógico da escola com material de apoio de uso social e cotidiano.(CORRETA) Falta de cursos com conteúdos atualizados. no início do século XX. seus Contos Pátrios. Olav o Bilac e Coelho Neto editam. entre as produções infantojuv enis. no qual relata o tempo de meninice na capital paulista. pressupõe o interlocutor e o público. Tales de Andrade publica o romance Saudade. ati v i dade de l i nguagem. nec essi ta de um tema e de um i nter l oc utor . O professor que não aprendeu a gostar de ler na infância. não consegue superar essas falhas. com disciplinas teóricas e práticas. A con t a çã o de h i st óri a s. A poesia. Monteiro Lobato começa a se destacar na literatura infantil quando publica A Menina do Narizinho Arrebitado.

A f or maç ão do pr of essor -l ei tor se def i ne na i nf ânc i a. sel ec i onar pr i mei r o os ti pos i nf or mati v os e desc r i ti v os. São tex tos constituintes das narrativ as prim ordiais. com atitudes e decisões que escapam ao arbítrio hum ano. sen do u ma da s ca u sa s dessa cri se a t ri bu í da à dificuldade de se encontrar material literário produzido para crianças. Surgiram no Ocidente e permanecem inalterados até os dias de hoje. que. através da diferenciação e do diálogo. o professor se conscientiza das falhas. alienação em que se encontrav am os educadores deste período. 4. Oc or r e ai nda que os tex tos l i ter ár i os. ex por a c r i anç a i ni c i al mente a um ti po tex tual . Observ e a ba i x o: O desenv ol v i mento do ato de l er depende da r el aç ão do l ei tor c om di f er entes gêner os tex tuai s. Surgiram no Oriente e sofreram v árias reinv enções. queria ex plicar. Surgiram com o próprio hom em . Sobre mi t os. sem fundo m oral e personagens protagonistas subm etidos ao sobrenatural. o pr of essor passa a entender mel hor c omo seu al uno apr ende a l er . N as demai s si tuaç ões el e somente passa os ol hos pel o tex to. expor a criança à diversidade de tipos textuais. a r epr oduç ão dos demai s ti pos tex tuai s. A memór i a de uma pessoa c r i a uma nar r ati v a f i c c i onal sob r e seu passado. A pri mei ra cri se da l ei t u ra i n f a n t i l n o Bra si l a con t ece n a déca da de 1 950. torne-se um leitor hábil no trato com textos culturais. O l ei tor somente l ê aqui l o que l he i nter essa l er . par a que el a pr i mei r o domi ne b em um ti po antes de passar a outr o. c om f r equênc i a. o que hav ia v iv ido ou ex perim entado. Assi n a l e a a l t ern a t i v a qu e ex pl i ca por qu e se dev e con h ecer a h i st óri a do prof essor qu a n do o a ssu n t o é l ei t u ra . al ter ando as i nf or maç ões.2. O leitor projeta sobre os textos seu repertório de experiências de leitura acumuladas ao longo de sua vida. mui to mai s c ompl ex os na sua c omposi ç ão. A l ei t u ra é u ma a çã o qu e resu l t a n a con st ru çã o de sen t i dos pa ra os t ex t os por u m l ei t or. dos sucessos e dos modos como se lê e pode melhorar seu desempenho docente. O l ei tor v ai em b usc a dos senti dos esc ol hi dos pel o autor do tex to. por m eio de fatos sobrenaturais. dei x ando por úl ti mo a f i c ç ão. é c or r eto af i r mar que dev emos ex por a c r i anç a i ni c i al mente aos c ontos de enc antamento e atr ai r sua atenç ão par a a f antasi a e sol uç ão r ápi da de pr ob l emas. trabalham especificam ente com o relato do pov o. De ac or do c om a i nf or maç ão ac i ma. Algum as personagens são div inas. Ao narrar sua história. foram escritos para os adultos e deram origem à simbologia animal. em geral. no di sc ur so e nas r el aç ões semânti c as estab el ec i das. Assi n a l e a a l t ern a t i v a qu e mel h or ex pl i ca essa a çã o. a ssi n a l e a a l t ern a t i v a corret a . inicialmente. São descompromissados com a sociedade e foram escritos diretamente para as crianças. . 2. LIT ERAT URA INFANT IL 1 . O l ei tor nec essi ta apenas estar al f ab eti zado par a poder c ompr eender qual quer tex to. 3. apresentam um a ex plicação por fenôm enos naturais. A o r ec uper ar sua hi stór i a de l ei tur a. para que ela. c ontêm. que é mui to c ompl ex a par a ser l i da antes dos 1 2 anos. todos com uma característica em comum: apresentav am lições morais à sociedade.

dos mitos. os contos marav ilhosos são originários do Oriente. (CORRETA ) U m c onc eito que atualmente s e refere às três partes de um texto dis s ertativo. as palav ras não podem assumir toda a sua densidade. O leitor nec es s ita apenas es tar alfabetizado para poder c ompreender qualquer texto. que sempre necessitam de aux ílio sobrenatural. Assi n a l e a a l t ern a t i v a corret a com rel a çã o à con t a çã o de h i st óri a . como v arinha de condão. (CORRETA ) O leitor vai em bus c a dos s entidos es c olhidos pelo autor do texto. Assinale a alternativ a correta. A ssinale a alternativa que melhor explica essa ação. A ssinale a alternativa correta que melhor descreve a noção de gênero textual. a fada surge para ajudar os homens a adequarem-se ao mundo terreno. como "era uma v ez. Observ e a ba i x o: Os contos nasceram. principalmente oriundos do pov o árabe. Como toda ativ idade de linguagem.univ ersalização da telev isão. em personagens e situações. O modo c omo os textos s e es truturam para pas s ar uma mens agem. que ex ibia diariamente muitos programas infantis sem qualidade. pode-se afirmar que I. Um conjunto de textos que obedece aos propósitos comuns e se expressa em f orma semelhante. a ativ idade de contar histórias proporciona m om entos em que o ouv inte trabalha m ais intensam ente. os contos de encantamento apresentam em seu enredo fatos ex traordinários ou inv erossímeis. U m c onc eito da L inguís tic a T extual que trata das s emelhanç as de todos os textos entre s i. produção das histórias em quadrinhos. v alores que atrav essam os séculos. Com relação aos contos. em geral. 3. todo o seu poder de ev ocação. porque correspondem a características permanentes do ser humano. A leitura é uma ação que resulta na construção de sentidos para os textos por um leitor. Como ex emplo. II. e de m aneira indiv idualizada. 4.. Além da função de resgatar a cultura. "Ali Babá e os quarenta ladrões" e "Simbad". pressupõe apenas o interlocutor. temos os clássicos: "As mil e uma noites". o seu im aginário. Elas são prov idas de poderes mágicos e têm como função ajudar quem foi designado para ficar sob sua proteção. 2. nos contos de fada. A utilização de fórmulas muito conhecidas de início de contos. Apenas I e III. Nessa ativ idade. III.". Apenas I e II. não contribui para intensificar a afinidade entre o contador e o ouv inte. N as demais s ituaç ões ele s omente pas s a os olhos pelo texto.. Isto é resultado de . Apenas II e III. amuletos e metamorfoses fantásticas. Pesquisas realizadas com os professores comprovam que o professor-leitor-crítico é raridade. T odas as afirm ativ as. 3. representam simbolicamente os acontecimentos humanos e sociais e reproduzem. LITERA TURA INFA NTIL 1. O leitor projeta sobre os textos seu repertório de experiências de leitura acumuladas ao longo de sua vida. O leitor s omente lê aquilo que lhe interes s a ler.

A s s inale a alternativa c orreta. A penas a I I I es tá c orreta. A penas I I e I I I . Narrativ as de origem. provindo da tradiç ão. boas bibliotecas e educação de qualidade. É uma narrativ a inv entada. lac una na formaç ão. (CORRETA ) A penas a I I es tá c orreta. A s s inale a alternativa c orreta.I . do homem primitiv o. Trata da ev olução da natureza. de forma eventual. vários fatores . ev oluindo para o homem tecnológico. usando linguagem da f antasia e com objetiv o de passar lições de comportamento. Assinale a alternativ a que contém os elementos característicos do mito. A penas I e I I . c ada texto pos s ui uma dinâmic a interna. A compreensão durante o ato de ler está relacionada. intensivamente. baseada em f atos históricos e com linguagem poética. educação de qualidade e políticas públicas f av oráv eis. mas . mes mo as s im. narrativas ligadas à criação do homem e do mundo. podem resultar no sucesso de um proj eto de leitura. diretamente ligada ao espiritual. des informaç ão. narrativa de origem atemporal. e. com o reconhecimento dos diferentes tipos textuais. I I . Liv ros baratos. (CORRETA ) A penas I e I I I . inc lus ive o fato de que geralmente o profes s or não gos ta de realizar leituras divers as por tomar muito de s eu tempo. bem c omo a pac iênc ia. boas bibliotecas. combinadas. I I I . c omo s alários s uc ateados . Boas bibliotecas. muitos fatores . Explicação fantástica para fenômenos naturais. atmosf era cultural. 4. Assinale a alternativ a que identifica quatro influências que. 2. boas bibliotecas. c ada tipo apres enta uma organizaç ão es pac ial e lógic a dos bloc os de texto. Todas as af irmativas. A tipologia textual é importante porque I . podemos afirmar que a falênc ia do s is tema de ens ino no país pas s a por nenhuma familiaridade c om o livro que não s eja aquela de ligaç ão direta c om a profis s ão. educação de qualidade. I I . educação de qualidade e apoio da família. A penas I e II estão corretas. . apoio da f amília e sistema permanente de av aliação. sem caráter de v erdade. os textos narrativos pos s uem um es quema identific ável. A penas a I está correta. Atmosfera cultural. s er naturalmente ac omodado pelo tipo de pers onalidade exigida na profis s ão. em tom f antástico e com f inalidade de adv ertência ao leitor. I I I . Atmosf era cultural. criadas pelo pov o a partir de um f ato histórico. LITERATURA INFANTIL 1.

oriundos do Oriente. contos de fadas com seres sobrenaturais e situações irreais. f oram apreciadas também por crianças. Narrativ a curta com animais que representam homens e com a f inalidade de satirizar seus comportamentos. Assinale a alternativa que explica a razão da literatura infantil ter caráter de ensinamento e de moralização. Os irmãos Grimm escrev eram seus contos. em personagens. nos conflitos. em verso ou prosa. com a falta de liv ros sobre moral e comportamentos. cujas personagens (homens. ligados ao espiritual e na busca de ex plicações para tudo. Narrativa curta. ( Correta ) As narrativ as serv em para representar. como as histórias de Swif t e Def oe. Assinale a alternativ a correta. e contos de realidade. Há narrativ as que f oram escritas para adultos e. Narrativ a em v erso ou prosa. Quais são as três modalidades da poesia? . 4. animais e objetos) v isam criticar a sociedade e impor uma moral conv encional. amuletos e metamorfoses fantásticas. auxiliam o leitor criança a entender o mundo e os seres humanos. ética e ex istencial. LITERATURA INFANTIL 1. criando nov as histórias e personagens de autoria própria. contos de encantamento. Narrativ a curta. Os objetiv os de comunicar e conv encer fazem com que a literatura também busque conv encer os leitores sobre quais são as melhores condutas. depois de transf ormadas. Leia abaixo: Os contos de encantamento apresentam em seu enredo fatos inv erossímeis ou ex traordinários. contos marav ilhosos. O caráter sim bólico da literatura fav orece a função m oralizadora. que relatam histórias fantásticas e sobrenaturais. a literatura ex erceu esse papel. que relatam conquistas de um pov o de maneira fiel ao que ocorreu. que relatam histórias fiéis à realidade ex terna. embora tratem de um mundo de fantasia. que sempre necessitam de aux ílio sobrenatural. A denominação "conto de f adas" f oi criada por Charles Perrault no século XVII. 3. 2.3. Assinale a alternativ a que identifica os elementos próprios da fábula. a v ida do homem e. cujas personagens alegóricas ou animais têm como finalidade moralizar os comportamentos individuais ou sociais. Nelly Nov aes propõe a div isão dos tipos de contos da seguinte forma: contos históricos. já que tratar do com portam ento hum ano transcende realidades históricas. a consciência da necessidade de mudar a realidade. atrav és de personagens alegóricos. que trabalha com a razão e observ a fatos. como v arinha de condão. em prosa. que busca criar no leitor. e os contos de fadas de natureza espiritual. mitos. Os contos de fadas. e a história. O moralismo dev e-se a um momento histórico em que. as relações entre os humanos.

4. • O folclore apresentou gêneros diferentes de narrativ as. seus Contos Pátrios. que se realiza de maneira mais lírica ou mais lúdica. que contém relatos de espaços conhecidos. cheio de figuras de linguagem.Poema sentimental. que contém descrições ficcionais. repleta de descrições do cotidiano. que é a história contada em v ersos. As lendas caracterizam histórias do pov o dentro das relações com aquilo que é ex plicáv el. • enriquecer o liv ro didático e o planejamento pedagógico da escola com material de apoio de uso social e cotidiano. • O leitor v ai em busca dos sentidos escolhidos pelo autor do tex to. surge a partir da década de 1 930 com o aparecimento do Modernismo. [CORRET A] • A poesia. • Tales de Andrade publica o romance Saudade. a prosa poética que. 4. • atualizar os alunos a respeito de notícias do seu dia a dia.CORRET A • O leitor necessita apenas estar alfabetizado para poder compreender qualquer tex to. . o poema descritiv o. constrói-se a partir de imagens poéticas. • Monteiro Lobato começa a se destacar na literatura infantil quando publica A Menina do Narizinho Arrebitado. • O leitor projeta sobre os tex tos seu repertório de ex periências de leitura acum uladas ao longo de sua v ida. constrói-se a partir de imagens poéticas. Assinale a alternativa que melhor explica essa ação. prosa poética. a prosa poética que. o poema narrativ o. os mitos e as lendas. a prosa poética. poema narrativ o. no início do século XX. a poesia instrucional. prosa poética. e poema narrativ o. • O leitor somente lê aquilo que lhe interessa ler. • • As lendas não estão relacionadas com os relatos do pov o. [CORRET A] 2. as fábulas. que se realiza como instrução moral e de v alores. Poema lírico. prosa poética. A leitura é uma ação que resulta na construção de sentidos para os textos por um leitor. com rima e ritmo. no qual relata o tempo de meninice na capital paulista. a poesia de dev aneios. o poema narrativ o. Podemos dividir a poesia em três grandes modalidades: o poema épico. sem estar presa ao v erso. entre as produções infantojuv enis. o poema. cheia de magia e fantasia. que sempre está presa ao v erso e se constrói a partir de imagens reais. poema descritiv o. sem estar presa ao v erso. Nas demais situações ele somente passa os olhos pelo tex to. entre elas. A tradição oral foi responsável pela criação de formas artísticas e representativas dos povos. Poema narrativ o. Assinale a afirmativ a que se refere à característica da lenda. poema lírico. O uso do jornal em sala de aula tem como objetivo principal • fazer um estudo sobre gêneros tex tuais usados na redação jornalística. o poema. que é a história contada em v ersos. poema descritiv o. • Olav o Bilac e Coelho Neto editam . em 1 931 . Poema lírico. 3. o poema lírico. 1 . Assinale a alternativa correta a respeito da produção da literatura infantil no Brasil no século XX. • capacitar o aluno a transcender a inform ação e conhecer a linha ideológica do jornal.

Assinale a alternativ a em que encontramos ações que o professor pode promov er para instigar na criança o hábito da leitura. atrav és de personagens alegóricos.(CORRETA) Narrativ a curta com animais que representam homens e com a finalidade de satirizar seus comportamentos. Sobre isso. que busca criar no leitor. [CORRET A] LITERATURA INFANTIL 1. Narrativ a curta.• Pensamento ilimitado da humanidade reflete o drama humano ante o outro. em prosa. cujas personagens (homens. a consciência da necessidade de mudar a realidade. em v erso ou prosa. cujas personagens alegóricas ou animais têm como finalidade moralizar os comportamentos indiv iduais ou sociais. v ão deix ar m ensagens de reflex ão de boas condutas no m undo real. 3. 2. pois a ex ploração e compreensão eficaz por parte dos alunos se darão em qualquer circunstância. em que atuam astros e meteoros. Narrativ a curta. forças estranhas e ocultas. Os estudiosos defendem que a introdução do tex to jornalístico é uma ex celente maneira de propiciar ao aluno um contato com a língua usada na atualidade. Antes do trabalho com o jornal. A utilização do jornal impossibilita ao aluno relacionar seus conhecimentos prév ios e ex periência de v ida com as notícias. Narrativ a em v erso ou prosa. assinale a alternativ a coerente em relação à utilização do jornal em sala de aula. ao deparar-se com um destino "inex oráv el". • As lendas apresentam personagens fix os que. até mesmo poemas que apresentam uma v isão triste e pessimista da v ida podem ser lev ados à criança. mas também o de propiciar uma nov a v isão da realidade. . não há necessidade de ev itar alguns temas. Div ersos estudiosos defendem o uso do liv ro em sala de aula e. Quando o professor trabalhar com poemas. Assinale a alternativ a que identifica os elem entos próprios da fábula. atualmente. a formar nov os conceitos e a adquirir nov os conhecimentos. (CORRETA) O tex to jornalístico impossibilita ao professor abordar div ersos tipos de informações por meio de ativ idades que lev em o aluno a praticar a língua. não é necessário o conhecimento profundo das informações contidas nos tex tos. lendo e escrev endo. o objetiv o não é apenas o de transmitir os v alores da sociedade. Observ e abaix o: O uso do jornal como material didático v em sendo defendido por div ersos estudiosos que se demonstram preocupados com a má qualidade das aulas de Língua Portuguesa nas escolas. A relação entre a literatura e a escola tem sido m uito intensa desde a criação da escola burguesa no século XVIII até os dias de hoje. animais e objetos) v isam criticar a sociedade e impor uma moral conv encional.

o professor pode ater-se ex clusiv amente a um dos tipos. falar de qualquer um deles pressupõe a interferência de outros. social e histórico. é correto afirmar que como a realidade cultural apresenta v ariedade riquíssima de oportunidade de leitura. aqueles em que predominam a fantasia. lúdico e doméstico. sem pena de distorcer a noção de leitura e de empobrecer sua prática pedagógica. criação. recreativ a e estética. a musicalidade e a imaginação terão mais condições de interessar às crianças.(CORRETA) 4. não consegue superar essas falhas. O uso do jornal em sala de aula tem como objetivo principal · · · · atualizar os alunos a respeito de notícias do seu dia a dia. desconsideram-se sempre as bases teóricas que fundamentam a atividade docente. com disciplinas teóricas e práticas. no trabalho de formação do leitor. pesquisa. Humanitário. · · · · Ausência de cursos que ponham em relevo a leitura. não devemos desconsiderar a formação do professor. 4. como fonte de surpresas e descobertas. o estudo dos tipos tex tuais contribui para a div ersificação e a complex ificação necessárias à formação de um leitor crítico. . humanitário. lúdico.O projeto de leitura na escola não dev e possibilitar a indagação. não ex iste um tipo puro de tex to. Segundo Isabel Solé. um dos principais agentes de formação de leitores. lúdico. social. Falta de cursos com conteúdos atualizados. isto é. doméstico. v erdadeira. O professor desanima com o salário aviltante. fazer um estudo sobre gêneros textuais usados na redação jornalística. pessoal. a educação pressupõe dois parceiros fundamentais e que. 1. enriquecer o livro didático e o planejamento pedagógico da escola com material de apoio de uso social e cotidiano. histórico e mágico. Qual é a divisão da linha do realismo cotidiano previsto por Nelly Novaes Coelho? · · · · Crítico. competente e proficiente. de maneira que a literatura não v enha a ter uma função atual.(CORRETA) o professor dev e ater-se a um único tipo de tex to e somente depois que o aluno dominar uma tipologia tex tual é que ele apresentará outra. necessariamente. histórico e mágico. Sobre o trabalho de tex to em sala de aula. é necessáro reduzi-la em prol da compreensão da língua. 3. capacitar o aluno a transcender a informação e conhecer a linha ideológica do jornal. devem interagir: professor e aluno. 2. Assinale a alternativa que aponta os problemas da formação adequada do professor enquanto leitor. não é necessário que o professor tenha a prática do intercâmbio constante com os textos. Por essa razão. social e renov adora. Crítico. humanitário. Leia abaixo: · · · · Para que possamos pensar a leitura em sentido amplo. O professor que não aprendeu a gostar de ler na infância. O professor não dev e se preocupar em tornar a leitura interessante aos olhos da criança. humanitário. Na escolha dos poemas. Realismo.

Roda. O conhecimento das leis e da política governamental. A leitura enquanto responsabilidade social significa que todos os membros da sociedade devem valorizar a leitura e zelar por ela. Na poesia acima. que surgiu pela criação de formas artísticas e representativas dos povos. mitos. roda com os bracinhos no ar e não fica tonta nem sai do lugar. Assinale a alternativa que apresenta as razões determinantes para uma leitura preocupada com a cidadania. A consciência do leitor de que ele pode criar sentidos para os textos da realidade. a sociedade deve delegar poderes à escola para alfabetizar e letrar. podemos observar uma exploração da sonoridade associada ao movimento da dança. Não conhece nem lá nem si. a mensagem moral implícita nas entrelinhas da poesia. 3. Mas depois esquece todas as danças.· a noção de letramento não constitui a base de teorias que autorizam a pensar a leitura como um ato indispensável para o conhecimento da educação. roda. 1. 2. encontramos aqueles que estão diretamente ligados à tradição oral. Põe no cabelo uma estrela e um véu e diz que caiu do céu. A informação sobre os acontecimentos históricos e sociais. Observe abaixo: Entre as tipologias dos textos literários. lendas e literatura de informação. 4. fábulas. lendas e mitos. Não conhece nem mi nem fá mas inclina o corpo para cá e para lá. Cecília Meireles é uma das escritoras que mais conhece o universo infantil e tira proveito disso. mitos e lendas. a sociedade deve pagar para que todos venham a ser leitores. A bailarina (C ecília Meireles) Esta menina tão pequenina quer ser bailarina. . mas fecha os olhos e sorri. da sociologia e da política que um leitor consegue ler. Não conhece nem dó nem ré mas sabe ficar na ponta do pé. quadrinhos. a utilização de antíteses na construção do sentido da poesia. A quantidade de livros sobre os vários aspectos da economia. e também quer dormir como as outras crianças. concretizando-o nos mais variados temas. Estamos falando de folclore. todos os membros da sociedade devem ler. Esta menina tão pequenina quer ser bailarina. crônicas e mitos.

têm crescido rapidamente no Brasil. Os sentidos dos tex tos nascem espontaneamente. Com relação à construção do sentido do tex to. podemos afirmar que ler é . em sua ativ idade de produção de sentidos. de sujeito falante e significante. Compreendendo a leitura como um processo de interação do leitor com o texto. a presença da literatura desde as séries iniciais da alfabetização. Um conceito da Linguística Tex tual que trata das semelhanças de todos os tex tos entre si. a perda. Os índices de analfabetismo funcional. de início. A ativ idade do leitor. uma relação interativa entre dois sujeitos (autor e leitor) mediada pelo texto. da capacidade do leitor-escritor de "fazer até mesmo uma simples correspondência entre o oral e o escrito". os quais encarecem demasiadamente o liv ro. pode passar por etapas que v ão da v isão mais estreita ao conhecimento mais ampliado. em poucos anos.(errada) O modo como os tex tos se estruturam para passar uma mensagem. na busca da construção do sentido. estabelecida pela poesia clássica. A construção dos sentidos de um tex to não sofre mutabilidade ao longo do tempo.o uso da métrica formal. e a histórico-social. a v inculação criada entre o diploma e o sucesso em div ersas carreiras. O leitor. Sabe-se que as atividades de leitura pressupõem. LITERATURA INFANTIL 1. não considera uma combinação de histórias: a sua. isto é. Um conjunto de tex tos que obedece aos propósitos com uns e se ex pressa em form a sem elhante .(correta) Um conceito que atualmente se refere às três partes de um tex to dissertativ o. 4. Assinale a alternativa correta que melhor descreve a noção de gênero textual. 3. 2. são conv encionados e construídos por seus usuários numa conjunção de ordem sócio-histórica. assinale a alternativ a correta. o preço do papel e dos insumos necessários à impressão. Um fator que contribui para esse crescimento é o interesse pela leitura na sociedade.

OS CONT ADORES DE HIST ÓRIAS NASCERAM COM A HUMANIDADE. aparecem palav ras de ordem e seu objetiv o é persuadir o leitor. “À medida que a civ ilização ev oluiu. reconhecer-se. quando as caçadas e os acontecimentos do dia compunham uma espécie de jornal falado. A atração que sempre ex erceu a narração oral reporta-se ao tempo das cav ernas. cenário. histórico e de forte carga ideológica. bem como estabelecer características com os demais tipos. música e figurino. 1.I. Neles. . tex tos indutiv os apresentam um desenv olv imento cronológico e que aspira ex plicar alguns acontecimentos numa determinada ordem. A T IPOLOGIA T EXT UAL COMPREENDE OS MAIS DIFERENT ES ESQUEMAS PELOS QUAIS PODEMOS EST ABELECER CARACT ERÍST ICAS PRÓPRIAS E IDIOSSINCRÁT ICAS. 2. Sobre tipologia tex tual. Esse tipo de tex to ex plica determinados fenômenos ou proporciona informações sobre estes. ELES REÚNEM DUAS QUALIDADES: A CAPACIDADE DE NARRAR E DE REPRESENT AR. Apenas as afirmativ as I e II estão corretas. Todas as afirmativ as estão corretas. São corretas as afirmativ as: I e II. II. m ediante com parações e outras técnicas.” III. Apenas as afirmativ as II e III estão corretas. questionar o mundo e ser questionado por ele. encontrar algumas respostas para os problemas da v ida e descobrir que o mundo e o homem podem ser diferentes. é correto afirmar que: os tex tos narrativ os têm como pretensão induzir a ação do leitor. A(s) afirmativ a(s) que aborda(m) de forma correta a origem dos contadores de história é (são): I. atraente. Esse tipo de tex to é freqüente tanto na literatura quanto nos dicionários e nos guias turísticos.” II. II e III. Assinale a alternativ a correta. a intenção dos tex tos descritiv os é descrev er um objeto ou fenôm eno. Apenas as afirmativ as I e III estão corretas. a narrativ a dos fatos. III. pensamentos e sentimentos somaram-se aos recursos da encenação teatral: palco. os tex tos descritiv os estão relacionados à análise e síntese das representações conceituais. “A arte de contar não ganhou formatos e intenções diferentes com a ev olução da civ ilização.

os gestos do contador. 3. objeto da contação. II e III. V . ( ) O professor dev e procurar tornar a leitura interessante aos olhos da criança. a sonoridade das palav ras. Quando o tex to. III. Assinale a alternativ a que corresponde à seqüência correta: V . MARQUE V PARA AS AFIRMAT IVAS VERDADEIRAS E F PARA AS FALSAS. I. independentemente do significado. podem resultar no sucesso de um projeto de leitura. As fórmulas conhecidas de início de contos: “era uma v ez”. com binadas. II e III. I e III. educação de qualidade e políticas públicas fav oráv eis. V . boas bibliotecas. como fonte de surpresas e descobertas. São corretas as afirmações: I e II. V . Atmosfera cultural. 4. LITERATURA INFANTIL 1. V . II e III. constituem-se parte fundamental do desenv olv imento lingüístico e da atração por tex tos poéticos. ( ) A manipulação lúdica dos sons da língua pela criança e a fruição do sonoro. entre tantas outras. V. ( ) As poesias dev em ser apresentadas à criança sem comprometer-se com aspectos outros que não a própria transmissão da sensibilidade e da emoção do poeta. F. V . desencadeia a memória afetiv a ligada às histórias ouv idas na infância. F. V . Assinale a alternativ a que identifica quatro influências que. A entonação do relato. II. “num lugar distante”. . V. “um belo dia”. F. F. ( ) Os temas a serem apresentados dev em ser aqueles que trazem uma v isão triste e pessimista da v ida. V . F. para que logo cedo a criança se depare com a realidade dura que a cerca. I e III. EXIST EM PROCEDIMENT OS QUE CONT RIBUEM PARA INT ENSIFICAR A AFINIDADE ENT RE CONT ADOR E OUVINT E: I. V.I.

Observ e abaix o: Entre as tipologias dos tex tos literários. atmosfera cultural. boas bibliotecas. temos os clássicos: "As mil e uma noites". Estamos falando de mitos. dos mitos. principalmente oriundos do pov o árabe. mitos e lendas. folclore. O professor desanima com o salário av iltante. O professor que não aprendeu a gostar de ler na infância. Boas bibliotecas. os contos marav ilhosos são originários do Oriente. Apenas I e III. em personagens e situações. quadrinhos. . em geral. educação de qualidade. pode-se afirmar que I. que sempre necessitam de aux ílio sobrenatural. Ausência de cursos que ponham em relev o a leitura. porque correspondem a características permanentes do ser humano. Observ e abaix o: Os contos nasceram. Apenas II e III. Atmosfera cultural. nos contos de fada. não consegue superar essas falhas. representam simbolicamente os acontecimentos humanos e sociais e reproduzem. boas bibliotecas e educação de qualidade. Elas são prov idas de poderes mágicos e têm como função ajudar quem foi designado para ficar sob sua proteção. encontramos aqueles que estão diretamente ligados à tradição oral. os contos de encantamento apresentam em seu enredo fatos ex traordinários ou inv erossímeis. a fada surge para ajudar os homens a adequarem-se ao mundo terreno. Assinale a alternativ a correta. lendas e mitos. fábulas. crônicas e mitos. "Ali Babá e os quarenta ladrões" e "Simbad". Apenas I e II. educação de qualidade e apoio da família. apoio da família e sistema permanente de av aliação. lendas e literatura de informação. Como ex emplo. Com relação aos contos. Todas as afirmativ as. Falta de cursos com conteúdos atualizados. 4. 3. com disciplinas teóricas e práticas. 2.Liv ros baratos. III. amuletos e metamorfoses fantásticas. II. v alores que atrav essam os séculos. Assinale a alternativ a que aponta os problemas da formação adequada do professor enquanto leitor. que surgiu pela criação de formas artísticas e representativ as dos pov os. como v arinha de condão.

Dentro do ambiente de aprendizagem. como fonte de surpresas e descobertas. Qual é a principal função do conhecim ento e trabalho com as form as narrativ as de retom ada da . não há necessidade de ev itar alguns temas. desenv olv imento e a conclusão do projeto. ao final. é necessário que haja continuidade. criação. da av aliação do projeto. leituras complementares. A relação entre a literatura e a escola tem sido m uito intensa desde a criação da escola burguesa no século XVIII até os dias de hoje.LITERATURA INFANTIL 1. recomenda-se objetiv ar a qualidade. objetiv os. é necessário que se estabeleçam projetos definidos e claros em seus objetiv os e que apresentem. social e renov adora. O descaso com os professores e a escola. de maneira que a literatura não v enha a ter uma função atual. A crença de que a leitura transforma as condições sociais. problematização. aqueles em que predominam a fantasia. Observ ando a criação dos projetos. o objetiv o não é apenas o de transmitir os v alores da sociedade. A consciência da importância da leitura para a cidadania. por meio do planejamento. O projeto de leitura na escola não dev e possibilitar a indagação. planejamento. Div ersos estudiosos defendem o uso do liv ro em sala de aula e. ao final. planejamento. curiosidade e gosto associados entre si. até mesmo poemas que apresentam uma v isão triste e pessimista da v ida podem ser lev ados à criança. uma av aliação. v erdadeira. de uma leitura bibliográfica esclarecedora. Na escolha dos poemas. 2. da problematização. 4. da sistematização. para se v erificar se esses objetiv os foram atingidos. Segue abaix o: Para o desenv olv imento do leitor. pesquisa. treino aos professores. de forma que possibilitem uma leitura por prazer e não por obrigação. O professor não dev e se preocupar em tornar a leitura interessante aos olhos da criança. av aliação e conclusão. atualmente. av aliação e leituras complementares. da div ulgação do resultado e. sistematização. A v alorização do conhecimento e da escolarização. Quando o professor trabalhar com poemas. recreativ a e estética. 3. Aponte a alternativ a que descrev e um a das dificuldades encontradas na v alorização social da leitura. a musicalidade e a imaginação terão mais condições de interessar às crianças. Assinale a alternativ a em que encontramos ações que o professor pode promov er para instigar na criança o hábito da leitura. mas também o de propiciar uma nov a v isão da realidade.

Ex plorar a diferença entre tex to e imagem. Saber distinguir o cômico e o humor.tradição. Contribuir para o desenv olv imento da capacidade imaginativ a e intelectual do leitor. . do cotidiano e de av enturas? Apresentar ao leitor liv ros mais interessantes.

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