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Cap.

6 - A preferncia pela liquidez


Dinheiro atende a duas finalidades:
> Meio de troca
> Reserva de valor
Reserva de valor existe devido a nossa desconfiana do futuro, ou seja, a propenso
a entesourar deve-se basicamnte incerteza de nossas previses. O custo de oportuni
dade de reter a moeda o juro que se poderia ter ganho conservando-se a riqueza n
a forma de um ativo rentvel, isto , a taxa de juros o prmio que tem de ser oferecid
o para induzir as pessoas a conservar sua riqueza em outra forma que no a de dinh
eiro entesourado.
Trs motivos sugeridos por Keynes para se guardar dinheiro:
> o de transaes, so as circulaes ativas, que acontecem agora
> o de precauo, para emergncias futura
> o especulativo, mantm uma elasticidade em relao ao juro
Os dois primeiros so apenas limitadamente influenciados pelo custo do dinheiro (t
axa de juros). O terceiro altamente influenciado. O desejo especulativo a de con
servar os recursos em forma lquida a fim de se tirar partido das oscilaes do mercad
o. esta motivao que envolve a propenso a entesourar, assegurando o lucro atravs do m
elhor conhecimento que o futuro trar para o mercado. Isso acontece porque voc tem
que manter seu dinheiro lquido, pronto para ser investido em algo que tenha uma t
axa de juros maior do que investir totalmente em algo que pode ter taxas superad
as em breve.
Tendo-se altas taxas de juros, at mesmo as demandas de dinheiro para fins de tran
sao ou precauo tornaro at certo ponto, elsticos em relao ao juro. Tendo-se taxas de ju
s baixas, a procura de dinheiro ser completamente inelstica em relao ao juro.
A maior diferena entre Keynes e os tericos quantitativistas e ataque a lei de Say
(ajuste automtico ao pleno emprego) :
> elasticidade em relao ao juro
> funo demanda de investimento
> funo consumo
H duas maneiras de se conceber a lei de Say:
> lei de Say valida independetemente da oferta da moeda, se assegura o p
leno emprego independente da poltica monetria adotada
> s vlida em condies de equilbrio monetrio, neste caso apenas se assegura plen
o emprego com uma poltica monetria elstica
Keynes contra ambas concepes. Na segunda, ele contraargumenta com