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O Meu Primo Queria Comer a Minha Esposa

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O meu primo queria comer a minha esposa.

Eram as férias de final de ano, quando resolvemos passar uns dias em uma cidadezinha do Paraná. A convite de meu tio e toda sua família, viajamos para lá afim de desfrutar de toda aquela tranqüilidade. Meu tio possui um sítio bem formado, com uma nascente, algumas cabeças de gado, alguns cavalos e um vasto pomar e um bela mata onde ele valoriza a preservação da natureza. A família de meu tio Alfredo é composta por ele, minha tia Ivani e seus dois filhos na faixa de Bruno de 17 e Paulo de 22 anos que está cursando a faculdade em outra cidade e estava passando as férias com a família. Pois bem, colocamos as coisas no carro e viajamos animados e dispostos a curtir as férias. Eu me chamo Junior, sou profissional liberal, tenho 37 anos e já alguns cabelos brancos. Já Cristina, minha querida esposa, tem 30 anos, é branquinha, bela e dona de um corpo espetacular, sendo linda. Sua cintura é fina e o bumbum maravilhoso, com pernas longas e esculturais, resultado de caminhadas diárias. Ela era areia demais pro meu caminhãozinho. Ao chegarmos ao sitio fomos recebidos pela família de forma agradável e acolhedora o que nos deixou completamente a vontade. Estávamos nos sentindo em casa com o tratamento dispensado à nós. E assim se passou o primeiro dia, colocamos a conversa em dia e rimos bastante. Notei minha esposa feliz, eu tranqüilo e nossos parentes atenciosos. Já no dia seguinte, meu primo nos convidou a cavalgar, onde ele se dispôs a nos ensinar, fomos e percebi como ele atencioso com a gente. Ele ajudou minha esposa a montar e saímos a galopar. E assim foi se passando o tempo. Notei um entrosamento perfeito entre meu primo e minha esposa, e ela se impressionando com a atenção dispensada pelo meu primo. E aos poucos notei os dois sempre juntos, sorrindo e com algumas brincadeiras. Ela estava radiante. E mostrava isso a noite, na cama, fogosa, provocante, onde se transformava. Percebi, que ela passou a usar sempre vestidinhos curtos, devido ao calor, calcinhas pequeninas e quase sempre sem soutien. Estava diferente, mas muito provocante e bela. Em outro momento, fomos a nascente nos banhar, sempre acompanhado desse primo, que como nós estava de férias e tinha o tempo livre, já que os outros tinham os afazeres do sítio e não podiam parar Chegamos ao local, maravilhoso, deserto e apenas o ruído da água. Pois bem, o dia estava lindo e o calor muito forte. Foi quando minha esposa, tira o vestido ficando apenas de biquine, ou melhor um mini biquine, pois dixava a mostra toda sua beleza. Fiquei excitado e percebi que meu primo também, pois ela estava deliciosa. Nunca havia visto tão leve, tão solta e tão exposta. Entramos na água e aproveitamos o momento. Ela se mostrando e nós apreciando. A noite, após o jantar e uma bom vinho, notei o olhar de minha esposa, e percebi todo o seu fogo. Nos recolhemos e me surpreendi com toda a sua tara. Estava bronzeada, e para minha surpresa, depiladinha, o que me deixou maluco. Caí de boca e lambi aquela bucetinha molhadinha. Ela estava transformada, pois gritava ao meu ouvido... come sua mulherzinha... come essa esposa safada que você tem... fode ela como ela merece... ao som de suas palavras... eu enlouquecia... aí ela se pôs de quatro e me ofereceu aquele lindo cuzinho... que ela só dá quando está muito excitada... e gemia como louca... come esse cuzinho... mas soca como um garanhão comendo uma potranca...e não como marido... eu quero ser possuída como uma égua... aquilo me deixava doido e ela rebolava e pedia...

como esse cuzinho, pois só voce teve a sorte, nenhum outro garanhão o possuiu, ... ah como ela estava gostosa... gozamos como loucos. Chegou o sábado e resolvemos fazer um churrasco, para reunir as pessoas mais próximas e confraternizar e aproveitar as férias. No sítio também estavam outros amigos da cidadezinha. Tudo estava animado, quando começamos a notar que o álcool já começava a fazer efeito, pois homens e mulheres já estavam rindo a toa. Inclusive o meu primo, anfitrião com o seu costume de cobiçar a mulherada. Começamos a dançar, ao som de ritmos diversos. Cristina veio me perguntar se queria dançar, disse que no momento não e passei a olhar o movimento. Falei com Cristina, dance a vontade, e as insinuações, a maneira sensual das mulheres dançarem, enfim, de tudo isso somado a um pouco de álcool, pronto. A animação rola solta. Perguntei, olha nosso primo, está se fazendo de garanhão, comedor, se mostrando para a mulherada da cidade e causando inveja aos homens. Cristina disse que ele era problema, pois não podia ver uma potranca que já queria dar no couro. Dali a pouquinho, Cristina foi trocar sua roupa, colocar uma roupa mais leve. Reclamando do calor. Na volta, minha esposa estava completamente diferente, agora, toda a sua beleza transparecia sumário xortinho e um top, propiciando uma visão generosa de grande parte de seus seios. Para completar, uma tanga, tão enfiadinha no seu delicioso rabo. E por fim, calçava um sandália, deixando seu lindos pés a mostra. Um TESÃO!!! Ela estava mais excitada, sorridente, logo vi que minha esposa estava, como sempre, chamando a atenção dos homens que ela cruzava pelo caminho. E ela também percebia, e provocava rebolando e empinando a bundinha, e eu fiquei um pouco excitado ao ver o interesse dos homens pelo corpo lindo que minha esposa tem! Ela veio em minha direção e com um olhar bem safado me beijou. Não demorou muito para o meu primo tirar minha esposa para dançar. Eu via Cristina, dançando e num bate-papo animado com ele. Eu já estava começando a achar Cristina muito íntima do nosso primo. A bebida e a conversa com os amigos me distraíram um pouco de tais pensamentos, mas, não diminuíam minha excitação. Foi quando percebi que ela formava um par e dançava no meio da roda, com o meu primo. Então, ficavam os dois no centro, dançando juntos, e eu vi um sorriso de satisfação estampado no rostinho dela. Minha esposa e o meu primo dançaram várias vezes seguidas, somente interrompiam a dança para uns goles de cerveja, até que cansados, se separaram e ela veio ao meu encontro, toda satisfeita e suadinha. Novamente minha esposa se afastou e me deixou ali na roda de bate-papo. O churrasco rolou o dia inteiro, e estava anoitecendo quando algumas pessoas foram embora e outras com o hábito do interior deitavam na grama, na área, em qualquer canto, acostumado com o sossego do interior. A certa altura notei que Cristina não mais estava ali no amplo gramado do churrasco. Procurei com os olhos o meu primo e também não o achei. De certo foram caminhar pelo sítio, o que achei estranho pois ela não me disse nada. Resolvi procurar por ela e a encontrei perto de um barracão, tipo de uma cocheira, onde ficavam os cavalos, que meu primo estava lhe mostrando. Chamei-a e ela veio correndo me abraçar. As horas iam passando, quando eu falei que estava na hora de dormir. Foi quando meu primo disse que era cedo, que estávamos de férias e que ainda iríamos jogar um carteado. Quando minha esposa falou com ar de safada... Ah amorzinho, vamos ficar e aproveitar tudo que temos direito Falei que tudo bem, minha esposa estava

animadíssima. Foi quando meu primo falou de agora em diante vamos nos divertir e ela... sorriu para ele e falou e isso mesmo. A noite ficamos nós e um casal amigo desse primo, que mora na cidade, jogando carta, tomando vinho e jogando conversa fora. O álcool fazendo efeito, os assuntos começaram a esquentar e ficar picantes e logo logo, o casal foi embora. Foi quando eu disse a Cristina vou me recolher. Ela disse, tudo bem, pois só ia recolher os copos e arrumar a cozinha que já ia, foi quando meu primo se prontificou a ajudar. Fui tomar uma ducha, e me deitar na espera de minha querida esposa. O tempo foi passando, e nada de ela voltar, eu pensei vou chamá-la. Aí... Fui busca-la, ninguém na sala, na cozinha, no banheiro. Olhei no gramado e nada, pensei..onde ela poderia estar... Fui procurar pela propriedade e vou ao barracão e lentamente chego até a porta, que se encontrava encostada, de onde vinha os gemidos e gritinhos abafados. Aproximei-me com cautela e a essa hora com excitação. O que vi me deixou desnorteado e pasmo. O meu primo abraçado a minha esposa, beijando e apalpando todo o seu corpo. Beijando-lhe os seios e se esfregando em minha esposa. Pensei em dar um basta, mas achei que seria um escândalo, e resolvi me calar para preservar a minha esposa então criar atritos na família, devia esperar o momento certo. Ele tentava tirar sua roupa e ela não permitia, ela foi iludida por ele que estava tentando se aproveitar dela, e ela falava que não podia, pois era casada. Ele tentava de todas as maneiras, até que ele tirou seu cacete para fora e mandou minha esposa apalpar, ela então segurou para ver se ele então desistia, mas nada, ele persistia, e ela segurando aquela rola e punhetando quando ele pediu para ela por na boca, ela disse que não , que não podia, e ele dizendo só um pouquinho, foi quando ela temendo um escândalo se abaixou e aquela cena me deixou chocado, ela se ajoelhou e abocanhou Aquele meu primo, de pé, oferecia a sua imensa pica (nossa, era mesmo realmente grande, devia ter mais de 17 cm, maior que a da minha!) para minha esposa, que, ajoelhada no feno, de frente para ele, chupasse com vontade. Eu via a gostosa da minha esposa, totalmente exposta, a mercê daquele safado, acariciando as bolas do meu primo e chupando a pica dele. Ela chupava olhando para cima, pedia para parar, pois alguém poderia ver. Então ele falou que iria gozar em sua boca, mas ela se negou e não deixou, Ela então punhetou aquele pauzão até ele gozar, nisso eu saí transtornado sem saber o que fazer e fui para o meu quarto, esperando a minha amada. Foi quando ela chegou, me abraçou e me beijou, dizendo que me amava e que eu era o melhor marido do mundo e que ela nunca iria me deixar e nem eu a ela, aconteça o que acontecer. Vendo-a falar dessa maneira, não disse nada e transamos como loucos, ela como uma verdadeira puta. Eu adorei. Resolvi, ficar em silêncio e esperar o desenrolar dos fatos, apesar de estar confuso com tudo aquilo que presenciei. Mas, não queria estragar as férias da minha esposa. Pois então, fingi nada ter acontecido e as coisas continuaram da mesma maneira. Ele atencioso e ela sempre sorridente. Na noite seguinte, ela estava carinhosa e começamos a namorar e tirar um sarro, como se dizia antes, foi ela me pediu para gozar em sua boquinha, onde dizia... goza em tua esposa... ela adora chupar uma rola... ela adora receber leitinho... essa boquinha adora lamber um caralho enorme de um garanhão... goza garanhão rápido que alguém pode ver... goza... goza... gozei naquela boquinha. Adormeci, e quando acordo por volta da 1 da manhã, notei a falta da minha esposa. Foi quando me veio a cabeça aquela cena do

barracão. Fique aflito pois não acreditava que ela seria capaz. Então em silêncio, fui direto ao barracão, onde se confirmaram as minhas suspeitas, ele devia estar ameaçando minha esposa e ela com medo dele revelar o que tinha ocorrido se sucumbia aos caprichos dele. Foi quando vi Ela punhetava aquele pauzão e eu via o contraste com aquela pica morena. Ele puxava a cabeça da minha esposa ao encontro de sua pica, enfiando fundo, fazendo-a, por vezes, se engasgar. Fodialhe a boca como se fosse uma boceta. Depois tirava e bati de leve com a pica no rostinho dela. Aí ela brincava com as bolas dele, ora uma, ora outra, ficava de boca cheia. E eu ali, babando de raiva, de ver minha putinha fazendo tudo aquilo. Não agüentava aquela situação. Eu via a gostosa da minha esposa, totalmente nua e exposta, acariciando as bolas enormes do meu primo e o chupando. Ele então, a colocou de quatro e a fodeu como um garanhão, como um macho de verdade. Nunca vi minha esposa se portar daquela forma e gozar tanto, seu rosto era uma explosão de prazer. Ele continuava socando-lhe aquela pica, socava naquela potranca. Ele puxava-lhe os longos cabelos como se fossem rédeas, domando-a inteiramente, mandando ela relinchar. Desferia fortes tapas nas nádegas da minha esposinha. Ele a chamava de vagabunda, piranha, puta, vadia, esposa safada. Ela chamava-o de cacetudo, macho, etc. Minha esposa parecia uma putinha nas mãos daquele cacetudo. Ele então se sentou em um banco e ela veio por cima, cavalgando-o. Minha esposa cavalgava com fúria naquela pica enorme, com aquele saco gigante, enquanto ele chupava-lhe os seios. E ele começou a buscar o cuzinho semi virgem de minha esposa, um cuzinho que só eu comi. Pensei será que ela vai permitir. Mas aí ela disse, aí não, só o bobinho do meu maridinho comeu, espere que sua hora chegará e ele nem vai notar. Minha esposa gozava sem qualquer remorso pelo marido e fodia com o primo garanhão. Aquela vara enorme toda enterrada nela, só o saco com aquela bolas enormes que ela tinha chupado, estavam pra fora, bem próximo daquele cuzinho lindo. Ela queriam apenas sentir o máximo de prazer possível daquela aventura. Na qual ele a obrigou. Após meia hora, gozaram juntos. Ela então o abraçou e se beijaram apaixonadamente na boca. Aí ele disse, cadê seu marido, e ela respondeu deve estar dormindo, ele só dorme. Olha que humilhação ela falando isso. Ele e minha esposa riram sacanamente. Sai em direção ao quarto, perplexo e abalado. Fui tomar uma ducha e um sentimento esquisito tomou conta de mim, já não era ódio, ou raiva, era uma mistura de tudo. Pensava na minha esposa, sempre gostosa e carinhosa, pensava naquela situação e quando me vi estava excitado, de pau duro, me punhetando com aquela situação. Fiquei mais perplexo ainda, pela falta de qualquer ação. Será que é verdade o que dizem: uma coisa que todo homem manso adora é ver a esposa sendo comida por outro. Esse é motivo da não reação. Até agora, não comentei nada com minha esposa, e percebi que ela está mais solta, e eu não consigo viver sem ela. Aliás, meu primo pretende vir passar uns dias aqui em São Paulo, antes de começarem as aulas. Será que eu agi certo? Quanto ao meu primo. Será que ele deve passar uns dias aqui em casa. Será que corro o risco de passar pela mesma experiência. O que devo fazer com minha esposa que não sabe que eu vi? Devo contar? Devo aceitar tudo numa boa? O que será que ela pensa disso tudo? Será que ela tem medo de me contar? Devo repetir a experiência?

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