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Contos Eroticos Veridicos-II

Contos Eroticos Veridicos-II

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Sections

  • QUERO SER ESTUPRADA !!!
  • SE MEU MARIDO SOUBESSE... II (by Michele)
  • Sexo interracial
  • SOGRO DE DAR INVEJA
  • UM NEGRO MARAVILHOSO(by Elaine)
  • UMA NINFETA PARA UM MENDIGO
  • VERDADES DE PESCADOR
  • VIDA DE BEM DOTADO

O ESTUPRO

" Oi meu nome é paula tenho 18 anos e o que vou contar aconteceu comigo de verdade. Era uma noite
de sábado meus pais tinham saido e eu estava sozinha no meu quarto quando ouvi a campainha da
porta tocar pensando que fossem meus pais que tivessem chegado fui ate lá e abri , que surpresa a
minha quando quem vi que quem estava lá eram tres homens de uns trinta e poucos anos um negro e
dois morenos . Eles me empurraram e entraram em minha casa fechando a porta em seguida , eles
perguntaram se eu estava sozinha em casa no que eu disse que sim e onde ficavam as coisas de valor
dois foram ao local da casa por mim indicado e o negão ficou tomando conta de mim pra ver se eu não
daria trabalho .Notei que ele estava excitado pois como estava trajando somente uma camisola branca
quase transparente podia se ver todo o meu corpo que por sinal e escultural , ele começou a passar as
mãos em mim no que eu prontamente protestei , ele me deu um tapa começou novamente, tentei
novamente impedir mas ele dessa vez me imobilizava com as mãos enquanto mantinha minha boca
fechada com um beijo forçado , ele acabou por rasgar minha camisola e disse -HOJE VOCE VAI SER A
MINHA PUTINHA , NÃO RESISTE SENÃO TE ARREBENTO TODA - ao terminar de diser isso enterrou
todo aquele membro gigantesco de uns 19 cm e grosso como um cano em mim. Eu tentava gritar mas
ele calava a minha boca com as mãos enquanto ficava me estocando com violencia depois de uns 25
minutos ele gozou em mim me enchendo com seu esperma . No que penso que estava tudo terminado
ele se levanta e chama seus comparsas que prontamente vem e tomam seu lugar em cima de mim só
que dessa vez eram os dois ao mesmo tempo enqaunto um me penetrava o outro me forçava a chupar o
seu pau e enqaunto chupava a inda tinha que dizer que estava gostando. eles eram mais brutais metiam
com força como se quisessem me despedaçar e me batiam me chamando de puta acabaram por fim
gozando dentro de mim e disseram -AI SAFADA AGENTE TA INDO EMBORA MAS AGENTE VAI
QUERER MAIS VIU? E NÃO ADIANTA DAR PARTE NA POLÍCIA POR QUE AGENTE TE ACHA ASSIM
MESMO- depois disso se vestiram e foram embora. Fui até o banheiro onde me lavei pois estava me
sentindo suja meus pais chegaram e contei a eles sobre o assalto mas não sobre o estupro pois estava
com muita vergonha .Depois de uns tres dias recebi um telefonema em meu quarto e eram eles me
mandaram que eu fosse ate a praia pois eles iam querer me dar outro "trato" sem saber o que fazer eu
fui e chegando lá alem dos tres daquela noite ainda tinha um garoto novinho devia ter uns 16 anos
somente . Eles me madaram tirar a roupa e enquanto um metia na minah buceta o outro comia o meu cú
e eu ainda tinha que chupar a rola do garoto que por ele ser jovem sumia inteira me minha boca sai de lá
toda assada daquela foda animal e agora vivo com medo pois nunca sei se eles vão me deixar em paz
ou se algum dia meu telefone tocará de novo........

O PRAZER DE EXIBIR MINHA MULHER

"Minha vida é extremamente regrada e metodica, fruto de minha formaqao moral e religiosa bastante
rigida. .".Sou funcionario publico, magro, tenho apenas 49kg, 1,61m, 37 anos, meio calvo. Sou casado
com uma mulher extremamente boazuda, de 28 anos, com 1,55m, cintura fina, quadris largos, coxas
grossas, pernas bem feitas, bunda durinha e arrebitada, seios médios, pele bem clara, cabelos loiros e
levemente ondulados. Como eu, Dalva tambéni teve uma formaqäo bastante rigida. Estamos casados
ha seis anos e nos gostamos muito. Nossa vida sexual é boa, mas sem muitas variaqöes, sempre em
nossa cama e em dias certos. Nas férias de janeiro, que sempre desfrutamos juntos, decidimos ir a um
sitio, que alugamos, em Braganqa Paulista. Além de mais barato, era um lugar bastante tranquilo e
isolado. 0 caseiro que cuidava do sitio morava no proprio local e, segundo disse o proprietario, era
uma pessoa de extrema confianqa. Apenas pediu que nao nos assustassemos com ele. So entendi o
que o dono quis dizer com aquilo quando chegamos ao sitio "Pedaqo do Céu". Quem nos recebeu foi
um senhor negro enorme, de 1,93m e forte como um touro, com ombros largos e corpo musculoso.
– Boa-tarde, sou o Benedito, mas todo mundo so me chama de Ditäo. Sejam bem-vindos e, naquilo
que puder ajudar, é so dizer. Muito <~entil, ele nos ajudou n transportar as malas para dentro de casa e
foi embora. No dia seguinte, logo pela manha, fomos dar uma caminhada e encontramos o Ditäo
capinando uma horta muito bonita. Perguntei a ele onde ficava a cachoeira e ele nos acompanhou até
proximo do lago. Caminhamos por uma picada estreita e nao demorou muito chegamos a um lago de
a~<~uas claras, cercado de mata, e pouco acima dele estava a cachoeira, cuja queda d'agua quebrava
o silencio profundo do local. Extasiados com tanta beleza, passamos a manha nadando naquelas aguas
que, de tao claras, permitiam que se enxergasse o fundo e pequenos peixes. Nos dias que se seguiram
pouco vimos o Ditäo, que estava sempre trabalhando, de sol a sol. 0 reencontro com ele aconteceu
num dos dias em que decidimos ir a cachoeira a tarde. Pouco antes de chegarmos ao lago, ouvimos
que alguém estava cantando. Era o Ditäo, nu e todo ensaboado, massageando o cacete, que näo
parava de crescer. 0 caralho, que devia ter uns 26cm, nao deixou de despertar a admiraqäo de Dalva.
Sem dar conta de nossa aproximaqäo, ele continuou com a massagem erotica, que logo se
transformou numa deliciosa masturbav,äo, enquanto dizia: "Ai, Branquinha, se te pe~o enterro até o
talo. Antes, ia te lamber inteira, sua gostosona!" Com certeza, Ditao releria-se a Dalva. Entreolhamo-
nos com eSp'11110, 11'10 '1pC11'1S como reaqao as palavras dele, mas também porque era a
primeira vez que Dalva via outro cacete que nao o meu. 0 sentimento de espnnto cedeu lugar
rapidamente a um clima de excitaqao e, pela primeira vez em seis nnos de casamento, passei a
acariciar a boceta de Dalva, embora por cima da roupa, em plena luz do dia! Ditao acelerou os
movimentos e gozou soltando fortes ~<~olfadas de porra na a~<~ua. Voltamos para casa sem trocar
uma so palavra. Mas, täo lo< o che amos, fomos direto ao quarto, onde eu disse: "Sei que não i
hora nem o dia, mas estou tao excitado que gostaria de me deitar com voce agora." Despimo-nos
rapidamente e transamos de um jeito tao diferente e gostoso como nunca haviamos feito antes.
No dia seguinte, decidimos ir ao lago novamente a tarde. Enquanto procuravamos o melhor lugar para
ver a nova sessao de erotismo, fomos surpreendidos pela chegada de Ditao, que disse: "Quer dizer
que os dois pombinhos voltaram para mais um espetaculo!? Entao verao bem de perto hoje."
Ditao despiu-se, entrou no lago e passou a ensaboar-se, mas, ao contrario do dia anterior, nao lavou
o caralho. Virou-se para mim e disse: "Oi, corninho, vem aqui lavar o Ditinho, que depois vai comer
essa putinha branquela!" Senti um misto de raiva e humi1haqäo, mas também um certo prazer por
estar recebendo ordens daquele negäo. Peguei o sabonete e passei a lava-lo, comeqando pelo saco
de bolas grandes e pelos encaracolados. 0 cacete crescia e engrossava na minha mao, era duro
feito aqo e a chapeleta, quase do tamanho de minha mao fechada. Dalva permaneceu na beira do
lago e parecia extasiada. Capricha bem, seu corno, pois sua mulherzinha vai provar um homem de
verdade e voce vai assistir tudo pra ver se aprende a foder uma femea – provocava o negäo. Senti-
me ofendido, mais uma vez, mas confesso que estava também adorando ser submetido as ordens
daquele macho. Mas nao foi so. Terminado o banho no pinto, Ditao ordenou que tirasse a roupa de
Dalva. Tirei a blusa, a bermuda, desci uma alqa do maio, depois outra, fazendo despontar dois
belos e deliciosos seios. Os biquinhos estavam duros e, pela respiraqao ofegante, dava para notar
que a excitaqao havia tomado conta de minha pura e recatada mulher. Abaixei o maio até que a
bocetinha peluda surgiu toda encharcada. A umidade confirmou minha suspeita de que ela estava

dominada pelo desejo e tesao. Senti raiva, ciume e tesao, tudo simultaneamente. Mas, por mais
estranho que possa parecer, eu também me sentia cada vez mais excitado por estar mostrando m inha
esposa para outro homem. – Vamos para sua casa terminar tudo isso. Pega as roupas dela, porque
ela vai nua. Quero ir apreciando essa bundinha deliciosa por todo o caminho. Dalva caminhou
rebolando o tempo todo, so para provocar o negao, que seguia logo atras dela. Em casa, sugeriu que
eu colocasse uma musica e a Dalva que danqasse para ele. Minha esposa, totalmente transformada de
uma hora para outra, passou a danqar sensualmente, mexendo os quadris, ondulando o corpo e
imitando movimentos de trepada. Terminada a danqa, Ditao tomou Dalva pelas maos e a conduziu para
o quarto, onde a colocou deitada na cama. Ele ordenou que o despisse e lanqou-se sobre ela para
chupar-lhe os seios. Dalva gemia sentindo as caricias dos labios grandes que a sugavam com
voracidade, sofreguidao. Ele foi descendo o rosto até alcanqar a boceta, que beijou, movimentou a
ponta da lingua em torno do clitoris e enfiou no fundo da grutinha. As caricias de lingua na xoxota, que
ela recebia pela primeira vez na vida, arrancaram de Dalva gemidos de prazer que eu nunca havia
ouvido antes. "Ai, eu vou gozar, ai, ai, ai... Que coisa deliciosa, nunca fui chupada assim... To
gozandooooooooo...", disse, apertando as coxas no rosto do Ditao, que ja atacava também o cuzinho,
provocando um orgasmo atras do outro nela. Depois de deixa-la exausta de tanto prazer, Ditao
dcitou-se na cama e pediu: "Agora, gatinha, da um trato com essa boquinha deliciosa no negao." A
habilidade com que ela mamou a portentosa ferramenta do crioulo, que coube apenas parcialmente na
boca dela, me surpreendeu, porque revelou toda a experiencia que eu desconhecia até entao. Ditao se
contorcia feito cobra e, ao gozar, teve o caudaloso leite aparado pela boca faminta de minha esposa.
Dalva acomodou a cabeqa sobre a barriga de Ditao e permaneceu acariciando para reanimar o pinto
semiduro, com a ponta da lingua e a mao, até que ele retomasse a posiqao de ataque. Desta vez,
Dalva quis receber o negao na boceta, que lubrifiquei com um creme. Ditao pediu que lubrificasse
também o mastro dele. Foi uma experiencia impar e inimaginavel preparar o pinto de outro homem que
iria possuir minha esposa. 0 cacetao teve dificuldade de avanqar dentro dela. A impressao que tive,
pela expressao de dor de Dalva, é de que o descomunal caralho estava desvirginando novamente
minha querida mu1her. 0 contraste de cores, ela branquinha e ele negrao, apenas reforqou meu tesäo.
Fiquei com o rosto praticamente colado no sexo dos dois, vendo o cacete preto entrando e saindo da
boceta r sada. Passei a bater uma punheta e gozei deliciosamente. Dalva näo parava de gozar e
Ditao chegou ao orgasmo pouco depois. Ao tirar o cacete de dentro dela, notei que, misturado com a
porra, escorreu um pequeno filete de sangue. Como suspeitava, o negao havia retirado o restante de
cabaqo dela e, a partir daquele momento, a bocetinha apertada que conheci nunca mais seria a mesma.
Estava pensando distraidamente nisso quando Ditao interrompeu: – E ai, corno manso, aprendeu a
foder uma mulher'? Por que nao aproveita e come ela também? Ditao transou com minha esposa em
todos os demais dias que permanecemos no sitio. Nao apenas na cama, mas também no mato e no
lago, onde tudo comeqou. Mais que isso, insaciaveis, os dois transaram varias vezes ao dia. Dalva
ficou desesperada, sem saber o que fazer quando as férias chegaram ao fim e tivemos de voltar para
casa. Ela sentia tanta falta do negao que, logo no primeiro fim de semana, tive de ir busca-lo no sitio. 0
ritual passou a ser repetido todos os fins de semana, quando ou nos vamos até o sitio ou ele vem até a
nossa casa. Tudo para a felicidade dela. De minha parte, sou cornudo,

O SEQUESTRO DE CARLA - Parte II

" Meu nome é Carla. Tenho 28 anos e vou lhes continuar relatando um episódio que aconteceu comigo
no final do ano passado. Sou loira com cabelos nos ombros, 1,71 m de altura e 56 kg bem distribuídos
num corpo trabalhado com duas horas de ginástica diárias. "- Você vai ser a nossa cadelinha agora,
acho bom você fazer exatamente o que te mandamos senão vai ser pior..." Ao ouvir essas palavras
minha cabeça girou a mil, não conseguia acreditar no que estava acontecendo, estava prestes a ser
violentada por 4 bandidos negros e estava mais excitada que propriamente preocupada com o que ia
acontecer comigo. Estava no meio do círculo só calcinhas e sutien e eles ficaram só de bermudas,
começaram a me sarrar e me empurrar em direção aos outros de um lado para o outro, tentava correr
furando o círculo mas era agarrada por um deles enquanto outro colava nas minhas costas lambendo o
meu pescoço. Abriram suas bermudas e colocaram os membros eretos para fora, o menor devia ter uns
21cm e o maior 25, nunca tinha visto pessoalmente nada tao grande, a combinação do tamanho de seus
membros com o abdomen definido e os braços fortes tiveram um reação no meu subconsciente ainda
inexplicavel para mim, foi como se me sentisse no cio. Aquele cheiro de machos estava me deixando
inebriada. Subitamente senti meu sutien e calcinha serem arrancados com violencia do meu corpo de
uma só vez, só senti o tranco. Eles imediatamente ficaram muito excitados fazendo comentários do meu
corpo definido, como eu era toda "durinha". Os quatro vieram em minha direção e me espremeram no
meio, eram oito mãos pretas pelo meu corpo, enquanto eu tentava segurar uma, outra apertava meus
seios, outras na minha bundinha por trás, lambiam meu rosto... Até que um deles, o que parecia o lider
chamado de Serjão pelos companheiros mandou esticar um papelão grande no chão e me deitaram de
lado. Ainda tentei resistir com os braços quando levei um tapão no rosto e dois deles amarraram minhas
mãos para trás com algo que não vi o que era, estava imobilizada o tesão escorria por entre as minhas
pernas...era uma sensação impressionante. Serjão mandou que todos me chupassem para que eu
ficasse preparada para a curra, ele cuspiu na minha cara e começou a lamber. Os outros fizeram o
mesmo, um em cada peito, um na minha bucetinha e outro abrindo minha bunda enfiava a lingua no meu
cuzinho. Me chuparam e lamberam meu corpo todo por um bom tempo, gozei duas vezes depois que
consegui relaxar um pouco. Serjão me virou de bruços e disse: "Ta na hora dessa putinha filhinha de
papai levar pica... Se prepara gatinha, voce vai ficar viciada em porra de preto" Mais uma vez cuspiu em
mim e sem piedade enfiou a enorme pica em mim, a impressão que tive na hora foi de ser partida ao
meio. Doeu mas foi delicioso quando minha vagina se acomodou ao tamanho do negro. Um a um vieram
os quatro, nao demoravam muito e davam a vez para o outro, ficamos assim uns 20 minutos. Um deles
veio na minha frente e deu o pau para chupar, ao virar o rosto fui recebida com um tapa, me puxaram
pelos cabelos e disseram que outra dessas e eu ia tomar umas boas porradas para aprender. Não tinha
mais saída, eu era escrava daqueles negros, teria que me subjulgar a todos seus desejos por mais
animais que fossem... nao passava de um brinquedo nas maos deles, e quanto mais pensava sob esse
angulo, mais excitada eu ficava... o tesão me escorria pelas pernas. O segundo acabou gozando na
minha boca mandando engolir, o que prontamente obedeci. Instintivamente passei a lingua num pouco
que me escorreu pela boca, nao estava mais me reconhecendo. Um deles levantou e disse: "A gente
ainda tem bastante tempo até o Margina chegar com o pessoal para usar nossa putinha, vamos preparar
o cuzinho dela para aguentar a surra que ela vai levar até amanha de manhã..." (Continua) Gostaria de
trocar experiencias e conversar a respeito desse tipo de fantasia. Carla (leviatan98@hotmail.com)

O NEGRÃO

" Somos uma casal liberal, de mente aberta e adeptos do sexo amplo e irrestrito, apenas com restrições
a homo, excessos e aberrações. Curtimos situações excitantes, exibicionismo e voyeurismo. Minha
mulher, Marina, tem 32 anos, ruiva natural com sardas nos lugares certos, seios empinados e médios
com mamilos grandes e protuberantes, olhos verdes brilhantes e cheios de tesão, coxas torneadas e
cobertas por pêlos sedosos e loiros, uma xoxota peluda e ruiva , com grandes lábios e um clítoris
avantajado (uns 2 cms.), enfim, um mulheraço de dar tesão em qualquer homem que se preste. Já
experimentamos várias alternativas em nossa relação, já fomos a cinema pornô, onde sentamos perto de
homens que se masturbavam, e Marina terminou o serviço para os caras, já transamos no carro, no
estacionamento de um shopping, sabendo que estávamos sendo observados por um cara, e tantas
coisas mais. Por algumas vezes curtimos sexo a três, convidando outro homem a partilhar nossa cama,
mas desta vez quero relatar algo que foi simplesmente delicioso. Marina sempre teve o sonho de transar
comum homem negro, mas que fosse algo especial, grande, forte e com um pau gigantesco. Até então
tudo havia ficado no sonho, até que há 1 mês me lembrei de um colega de São Paulo que às vezes
vinha ao Rio a trabalho. Ele é engenheiro em nossa empresa de petróleo e às vezes fica 2 meses em
uma das plataformas da empresa trabalhando. Ele me ligou de Campos, onde estava há 2 meses no
mar, e disse que estaria vindo ao Rio à tarde e seguiria para Sampa na manhã seguinte. Tive a grande
idéia. O cara devia estar com um tesão enorme, 2 meses sem mulher... e era um negro de 1,90m,
musculoso, 30 anos, e pelo que havia ouvido dizer, um pé de mesa. O convidei para jantar em casa.
Avisei Marina e disse que chegaríamos lá pelas 16:00 hrs. e a ele disse para ir do aeroporto direto para
lá. Marina não o conhecia, apenas dos meus relatos sobre nossa amizade que já dura 10 anos. Pouco
antes do horário previsto liguei para ela dizendo que chegaria mais tarde, não antes das 19:00 hrs. pois
estava em um cliente e que não havia conseguido avisar Bruno a tempo. Pedi que lhe desse atenção e
que depois de minha chegada jantaríamos fora em algum lugar, e que ele poderia dormir no quarto de
hóspedes. O que aconteceu depois é relato da Marina. Bruno chegou pouco depois das 16:00 horas e
Marina ficou espantada ao ver o homão à sua frente. Como sempre, ela estava vestida com um de seus
vestidos insinuantes, esvoaçantes, deixando suas formas deliciosas mais do que á mostra. Bruno parece
que ficou sem fala, mas logo se recompôs. Marina então, sabendo que tinha bastante tempo disponível
passou a jogar todo charme e encanto para cima de Bruno, que não resistiu por muito tempo ao saber do
meu atraso. Depois de um drink, Marina descuidadamente deixou derramar um pouco da bebida na
calça de Bruno, e imediatamente se pôs a enxugar o local. Mais perto do local de desejo era impossível,
e o resultado foi imediato. Um volume enorme começou a se formar e ela então com um sorriso maroto
abriu a braguilha dele e libertou o pau meio duro. Seus olhos se arregalaram, era descomunal, grosso e
cabeçudo, e da cor de chocolate amargo. E como crescia... Quando ela passou a língua em toda a
extensão, ela pode ter idéia do tamanho da coisa depois de totalmente duro. Pelo menos 22 cm. de
carne dura e grossa. Marina tem muita experiência em chupar paus grandes e ainda assim teve certa
dificuldade em enfiar aquele mastro na boca. Chupou, lambeu, enfiou as bolas na boca, deixou a cara
doido, dizendo que estava 2 meses sem mulher e iria gozar logo. Era tudo o que ela queria neste
momento. Bruno começou a gozar, jorrar imensas quantidades de porra em sua boca, era impossível
engolir tudo, parte escorria dos 2 lados dos lábios, ela disse que deve ter sido quase um copo cheio. A
cada gozada e homem estremecia e falava coisas safadas. " chupa sua vagabunda, lambe tudo, engole
toda esta porra sua putinha deliciosa. Isto é só o começo, vou comer sua buceta, vou meter toda minha
pica em você, deixá-la toda arregaçada..." Marina ficou fora de si, sentiu a xoxota toda melada e aberta,
louca para receber aquele pau todinho. Arrancou o vestido e a calcinha, enquanto Bruno se despia. O
pau do cara não parecia querer amolecer, estava duro qual uma pedra. Ela deitou de costas no tapete e
Bruno, vendo sua buceta toda aberta e melada enfiou tudo de uma vez arrancando gritos de puro tesão
da minha mulher. Começou um entra e sai frenético e depois de uns 10 minutos outro rio de esperma foi

espalhado sobre seus pentelhos, sua barriga e seios. Ela havia gozado tanto que ficou como que sem
sentidos por alguns minutos. Tomaram banho e enrolados em toalhas ficaram conversando um pouco. O
tesão voltou e ela então disse a Bruno que desejava demais levar aquela coisa toda no cuzinho, mas que
tinha medo, era grande demais. Bruno passou a lamber se cu de forma carinhosa, sem pressa e com os
dedos foi lentamente alargando a entrada e preparando a penetração. Marina foi perdendo o medo,
substituido por uma excitação incumum. Ele então passou gel no pau todo e colocou bastante em seu
anus. Foi colocando bem devagar, no início Marina pensou que não entraria, mas procurou relaxar e logo
em seguida, a cabeçona estava toda dentro. Aí foi só festa, ele enterrou até encostar os pêlos em sua
bunda e ela teve o primeiro orgasmo desta nova seção. Ele então tirava até só deixar a cabeça dentro, e
depois enfiava tudo novamente. Os dois estavam com tanto tesão que depois de minutos explodiram em
gozos. Marina dizendo: "Me fode com essa vara, mete no meu cú, me arromba toda, sou sua putinha,
me enche de pôrra". Foi o que ele fez, depois de tirar o pau, jorrou tudo em sua bunda e costas. Deve ter
sido maravilhoso. Cheguei às 19:30 hrs. e os encontrei no sofá conversando. Fomos jantar e notei o
clima de cumplicidade, mas ninguém tocou no assunto. Ao voltarmos, fomos para nosso quarto e Marina
me relatou tudo, e acabamos trepando maravilhosamente naquela noite. Marina adormeceu como um
anjo. Isto é que é curtir a vida. Quem tiver e quiser repassar relatos, fantasias ou experiência, escreva.
Flinstones@yahoo.com

O ESTUPRO (FATO REAL)

"Sou muito bem casado com Lia. Minha mulher tem 1.75 de altura, e 64 kilinhos muito bem distribuidos,
uma bunda rolissa e pernas grossas; loira e de olhos verdes ela é simplesmente uma branquinha muito
deliciosa. Eu havia viajado à trabalho e havia umas duas semanas que não faziamos amor. Ao retornar,
saimos de noite para um restaurante e ao chegar em casa ja loucos de tesao, ouvimos um barulho vindo
de dentro do nosso quarto. Ficamos com muito medo e mandei ela sair e eu peguei um pedaço de pau
para ver quem era. Fui rendido por dois assaltantes que haviam entrado pelo quintal e puseram 38 na
minha cabeça. O que eles procuravam era dinheiro e joias. Disse onde estava o dinheiro e as joias e
pedi que eles levassem tudo e fossem embora. Mas fomos supreendidos com a chegada (barulhenta) de
minha mulher (que nao sabia que aquilo era um assalto), e acabou sendo rendida também. Os caras
fizeram a limeza em nossa casa e o que não dava para levarem eles quebravam. Foi quando eles
coxicharam um no ouvido do outro olhando pra minha mulher. Tentei reagir rápido pois ja percebia que
eles olhavam pra Lia com segundas intensões. Dei um socão em um deles (este caiu no chão) mas
peguei um tiro no braço de raspão que doeu e sangrou muito. Lia entrou em pânico e eles me amarraram
em uma cadeira e me deram outros tantos socos. Eles rasgaram o vestido de Lia com toda fúria. Ela
tentou reagir mas levou um bofetão! Os caras eram muito mais fortes que ela. E ela não teve a minima
defesa. Comecei a gritar e eles me amordaçaram e me deram mais socos. Se masturbaram enquanto
minha mulher estava caida, exibindo os seios e as pernas ainda tonta com o tapa. Ficavam falando pra
mim: "Nos vamos foder tua mulherzinha. Ela vai ser nossa puta essa noite!", e um deles puxou-a pelo
braco e comecou a chupar seus seios. Ele dava puxões fortes, que doia so de olhar. Um mamava em
cada peito... e ela nada podia fazer a não ser chorar de dor. Eles faziam questão de olhar pra mim
enquanto ordenhavam minha mulher feito uma vaca. Puxavam o cabelo dela com força. Cuspiam na
cara dela e começavam a dar fortes puxões e a mamar naquelas tetas que já saia era sangue de tanto
maltrato. Lia implorava inutilmente pra que eles parassem. Ateh que um deles pediu pra ela mamar seu
cacete, ela fechou a boca, recusou. Ele veio ateh mim, me deu soco onde vi estrelas. E voltou a pedir
que ela chupasse sua pica. Ela fechou os olhos e comecou a chupar bem devagar. Ele entao pegou a
cabeca dela com toda a força e puxou enfiando o pau todo indo ateh a garganta dela. Ela mal podia
respirar e ele fodendo a boca dela como se fosse uma buceta. Ela lagrimava. E ele não tinha a menor
pena. O outro entao pediu pra que ele parasse, pois queria comer tambem a boca de minha mulher. E
prontamente eles revesaram-se. Os dois gozaram chamando ela de puta e vaca leiteira. Derramaram
seus jatos de esperma na garganta de minha mulher. Ela cuspia o que dava, mas eles pegaram o resto
de gala que tinha na pica e passaram na carinha dela da forma mais nojenta possivel, nem eu tinha
jamais feito isso com ela. Eles desceram e comecaram a enfiar os dedos no cuzinho e na buceta
'carente' de Lia, que olhava pra mim de forma triste e com expressão de dor. Eles masturbaram minha
mulher, lamberam a buceta dela como dois animais sem pena. Mas com isso ela foi comecando sentindo
prazer. E percebendo que ela ficava molhada. Um deles disse: "Tua mulher esta já está meladinha, so
para nós!", e um deles passou a mão bem fundo em seu grelinho e trouxe ateh meu nariz um pouco do
liquido cheiroso que minha mulher exalava pela xota. Ele lambeu os dedos e abriu bem a perna de minha
mulher e enfiou sua rola arrancando gemidos de dor e prazer de Lia. Enquanto um comia o outro assistia
para tentar fazer melhor... Ele foi comendo comendo e minha mulher gemendo e gemendo, cada vez
mais forte. Ele disse que queria ouvir ela dizendo pra mim que ela era a puta dele e que gostaria que ele
comesse seu cuzinho. Ela nao disse nada... ele disse que ia me bater e imediatamente ela disse o que
ele queria ouvir. Ele então gozou na muito mais forte do que a primeira vez, mas dessa vez inundou a
bucetinha de minha mulher. Ele deu tanto tapa e arranhões na munda dela que já estava quase
sangrando! Foi aih que o outro entrou em ação e fez ela cospir em seu pau e enterrou todo o seu mastro
cuzinho apertado dela sem pena. Ela ficou fora de sim e mesmo assim ele continuou a enterrar fundo. Eu
jamais havia comido aquele cuzinho. E ver dois estranho fazendo isso tudo, foi demais pra mim. Ele
comia com tanta forca que as pregas do anus dela se romperam e seu cacete penetrou sem resistencia
alguma no cu de Lia. Ele gozou tudo o que tinha direito la dentro. Eles fugiram e ficamos la ateh o dia
clarear e os visinhos ouvirem meu grito de socorro.
Levaram eu e Lia para um hospital imediatamente. Fomos dar queixa na polícia depois de algum dempo,
mas nada se resolveu. Nossas vidas mudaram radicalmente, foi como se estivessemos morrido. Nada é
mais como antes... e resolvi fazer esse relato que pode ter deixado: uns excitados e outros xocados...

PARA O CORNINHO DO MEU MARIDO...by Elaine

" Tínhamos acabado de voltar de nossa lua-de-mel,nosso apartamento ainda não estava pronto e como
eu não queria ficar na casa de nenhum parente,nos hospedamos em um Flat.Na época eu estava com
20 aninhos,tinha clareado meu cabelo,portanto estava uma deliciosa loirinha de 1,67m,50kg, seios
pequenos,bumbum grande e arrebitadinho com uma linda marquinha de biquini,pois tínhamos passado a
nossa lua-de-mel no nordeste.Estava super bronzeada e como sempre usei apenas biquinis tipo fio-
dental...deliciosas e minúsculas marquinhas de biquini deixavam meu corpinho ainda mais sensual.Me
sentia feliz por estar casada com o homem da minha vida,me sentia linda,mas...Ficava pensando em
minhas fantasias sexuais e se ainda teria tempo para vivê-las.Sempre fui tratada como uma
"princesinha" por todos os meus namorados,sempre fizeram sexo com carinho comigo,não tinha tido
muitos homens na minha vida e acreditava que nunca tinha tido um orgasmo de verdade,uma vez que eu
nunca me satisfazia.Me masturbava com freqüencia,sempre imaginando homens grandes,fortes
e...exageradamente bem dotados.Meu marido foi o primeiro a me incentivar a usar roupas mais
ousadas,que valorizassem o meu corpinho,principalmente o bumbum,que aliás,eu ainda relutava em dar
pra ele já que nunca tinha feito sexo anal com ninguém.Eu ate tentava mas doia muito e meu
marido,carinhoso como sempre,me respeitava e interrompia a penetração. O Flat era aconchegante,tinha
uma boa área de lazer com aparelhos para ginástica,um solarium com piscina,saunas seca e a vapor...o
bastante para eu me sentir confortável, já que passaria os dias sozinha ali. Eu fui almoçar com meu
marido,era uma terça-feira chuvosa e,a pedido dele,eu estava usando uma micro-saia agarrada ao meu
corpo que de tão micro teimava em subir a cada passo meu.O almoço foi delicioso e estavamos
dispostos a voltar para o Flat para transarmos o resto da tarde mas ele tinha ainda muito serviço
atrasado (pelos 15 dias de lua-de-mel) e tinha que voltar para a firma.Desapontada voltei sozinha.
Chegando a recepção,perguntei ao recepcionista se a sauna estava funcionando.Ele me respondeu que
estava desligada mas que,se eu quisesse,ele iria poderia providenciar para que preparassem para
mim.Respondi que gostaria muito pois não tinha nada melhor para fazer naquela tarde.Enquanto
aguardava,reparei que um homem,impressionantemente alto e forte,não tirava os olhos de mim.Ele
estava se registrando e deveria estar preenchendo a ficha mas,seus olhos corriam pelo meu corpo.Me
senti confusa,não queria mas estava gostando.Resolvi provocar um pouquinho e me debrucei sobre o
balcão,fazendo com que minha saia subisse um pouquinho e revelasse parte do meu
bumbum,chamando o recepcionista e dizendo a ele para me avisar quando estivesse pronta a sauna.Fui
em direção ao elevador,rebolando sensualmente e sentindo os olhos daquele homem me comendo. Meia
hora mais tarde toca o telefone,a sauna estava pronta.Subi ate o último andar,entrei no vestiário,tirei
minha roupa,me enrolei na toalha e entrei.La dentro,sozinha,comecei a pensar em sexo,estava com
tesão.Lembrava do que tinha acontecido na recepção...aquele homenzarrão...aquele olhar...Fiquei
nua,estava sozinha,comecei a pensar nele,comecei a me masturbar.Um barulho na porta me despertou
dos meus devaneios e quando eu percebo uma pessoa entra na sauna.O local era escuro e com os
vapores ficava difícil de ver quem tinha entrado mas,não demorou muito e a minha frente estava ele,o
cara que tinha me secado a instantes atrás.Me cobri com a toalha desajeitadamente,pedindo desculpas
por estar tão a vontade.Ele apenas sorriu e disse,com a maior cara de pau do mundo, para eu não me
desculpar e sim continuar a vontade pois ele iria ficar também.Dizendo isso ele tirou a sua toalha e
caminho em minha direção.Meu olhos estavam fixos no membro dele que mesmo mole, já era bem maior
que o do meu marido.Ele sentou-se ao meu lado,como se fosse a coisa mais natural do mundo,e
começou a conversar comigo.No início eu estava tímida mas fui me soltando..soltando...comecei a
contar sobre minha vida,meu casamento,lua-de-mel...ate que resolvi tomar uma ducha.Me levantei e fui
ate os chuveiros,abri e deixei a água gelada cair sobre o meu corpo.Fechei os olhos e comecei a pensar
na loucura que estava fazendo.Eu,recém casada,fazendo uma sauna com um estranho,completamente
nua.Ao abrir os olhos vejo ele no chuveiro ao lado.Que corpo ele tinha,pelos no peito e nas
pernas,músculos,mãos grandes e aquela coisa enorme,completamente dura apontando para mim.Nem
em meus sonhos mais depravados havia imaginado existir um pau como aquele,grande como um cavalo
e grosso como uma lata de cerveja,cheio de veias salientes e ameaçadoramente duro.Ele,percebendo
que eu não tirava os olhos do seu pau disse:-- Gostou ? Sai correndo,peguei minha roupa,quis ir
embora,estava com vergonha e confusa...pensava em meu marido no trabalho...eu estava com tesão...o
pau daquele cara era enorme...minha bucetinha estava ensopada...tinha acabado de casar...meu corpo
ardia de desejo...Quanto eu mais pensava em meu marido,mais excitada ficava.A idéia de trai-lo me

deixava maluca,fazer dele um corno...meu corpo vibrava e ardia de desejo.Voltei. Assim que entrei ele se
levantou,me agarrando pelos braços e me beijando.Sentia sua língua invadindo minha boca,uma mão
em meus seios,outra em minha bundinha...seu cacetão se esfregando em meu corpo.Já não tinha mais
como mudar de idéia e me entreguei totalmente.Ele me colocou de joelhos sobre o banco,mandou que
eu curvasse,me apoiandonos cotovelos no banco de cima,e...começou a me lamber.Sua língua
penetrava minha bucetinha tão fundo,que mais parecia um pinto.Ele dava lambidas que iam do meu
clitóris até o meu cuzinho.Eu rebolava...gemia...tremia de tesão.Gozei um gozo pleno e inédito,com a
língua daquele homem delicioso.Ainda na mesma posição senti seu pau encostando em minha
bucetinha.Tremi de medo e gritei quando ele forçou a entrada mas...o meu tesão falou mais alto suportei
a investida.Senti minha bucetinha sendo dilacerada...Ele começou a forçar a entrada...senti minha
buceta sendo invadida...ele foi enfiando...enfiando...enfiando...Comeceia a gozar novamente assim que
senti suas bolas encostadas na minha bucetinha.Tinha entrado tudo.Ele começou a estocar com força e
eu gritava de prazer,me sentia totalmente preenchida,me sentia uma fêmea completa pois estava
aguentando aquela picona e...estava adorando.Tinha um orgasmo atrás do outro,eu tremia de
prazer,dizia coisas inteligíveis,gemia como uma cadelinha...E ele continuava a meter em minha
buceta...mais rápido...mais forte...rápido...forte...Pela primeira vez na vida eu senti golfadas de esperma
dentro de mim.A pica dele pulsava enquanto jorrava esperma dentro da minha bucetinha.Ele me
segurava pela cintura,completamente enterrado em mim.Gozei mais uma vez, junto com ele,quase
desfalecendo. Saimos da sauna e fomos para o meu apartamento e direto pra cama.Ele ficou deitado e
eu,finalmente pude chupa-lo,ou melhor,tentar porque era tão grande e grosso que so cabia a cabeça
dentro da minha boquinha.mesmo assim eu me esforçava para dar o máximo de prazer a aquele
homem.Enquanto eu chupava ele mandou que eu ficasse de 4 com a bunda virada pra ele.Suas mãos
acariciavam o meu bumbum,seu dedo roçava em meu cuzinho...ele se levantou,segurou me pelos
cabelos,me manteve de 4,pôs a pica na minha boca e...deu um tapa no meu bumbum.gritei assustada
mas,ele deu mais um,depois outro...outro...cada vez mais forte ate estar praticamente espancando
minha bundinha.Meus gritos eram abafados pela sua picona mas,mesmo assim,qualquer um que
passasse no corredor ouviria,senão meus gemidos,os tapas que estalavam em meu bumbum.Enquanto
me batia,ele me chamava de putinha gostosa,vaquinha,vagabunda...mas quando ele disse:--"Ta
gostando de apanhar,vaquinha ? O Corno do seu marido não faz assim com você ? Ele sabe que você
chifra ele ? Ele sabe que você gosta de pau grande ?" Comecei a gritar dizendo que não,que ele era um
corno manso,que eu estava adorando meter com outro homem,que ele tinha o pau pequeno,que ele era
viado...Eu xingava meu maridinho enquanto gozava alucinadamente,levando tapas na bundinha e
chupando aquele pauzão. Eu ainda estava ofegante quando ele mandou que eu deitasse de
bruços,sobre 2 travesseiros,e empinasse a bundinha.Ele abriu minhas pernas e enfiou,de uma vez,na
minha bucetinha,me fazendo gritar outra vez pela violência das estocadas e pelos tapas que ele
continuava a dar.De repente ele parou,sentou sobre minhas coxas sacando sua pica da minha bucetinha
e colocando na entrada do meu cuzinho.Quando senti o calor daquele mastro gigantesco na portinha do
meu cuzinho...implorei para que não fizesse aquilo,dizia que eu não queria,que não gostava mas,quando
disse que nunca tinha feito sexo anal... --Cala a boca,putinha,teu cuzinho é virgem ? O Corno do seu
marido não comeu sua bunda ainda ? Bem feito pra ele,agora eu vou descabaçar o teu cú,vou arrombar
esse seu cuzinho gostoso por bem ou por mal,você é quem decide. Tentei escapar,comecei a chorar e
continuava pedindo que não fizesse aquilo.Com as mãos tentei tirar o pau dele da entrada do meu
cuzinho mas,ele era muito forte,segurou meus braços e...forçou.A Dor que senti é indescritível.Aquele
homem estava violentando minha bundinha,enterrando sua pica sem dó nem piedade,devagar,cm por
cm,rasgando meu cuzinho,bem devagar...parecia que iria durar uma eternidade...eu chorava enquanto
sentia o mastro dele entrando...entrando...entrando...até que suas bolas encostaram na minha
bucetinha,tinha entrado tudo,todos os 23cm x 8,5cm de pica dura como ferro estavam enterrados no meu
cuzinho.Comecei a gozar...gozar...gozar,enquanto ele começava a bombar dentro de mim,forte,me
empurrando para cima ate minha cabeça bater na cabeceira da cama.Agarrou meu cabelos e me pôs de
4.Ele me puxava pelos cabelos enquanto socava no meu cuzinho,cada vez mais forte.A Cama
balançava,meus gritos ecoavam pelo quarto e,com certeza,pelo corredor e e outros quartos do
Flat.Agora eu estava na beira da cama,ainda de 4,com ele em pé.Nessa posição ele tirava tudo do meu
cuzinho e tornava a enterrar novamente.A Violência das estocadas era tanta que eu era jogada para
frente e caia de bruços.ele mandava eu voltar e fazia novamente,mais forte.Seu pau já entrava e saia
facilmente,eu não sentia mais o meu cuzinho,meu corpo estava adormecido, já não sabia mais se era
dor ou prazer o que estava sentindo. Ele me deitou na cama,com a barriga pra cima,abriu minhas pernas

e...nessa posição eu vi aquela pica enorme ser enterrada novamente em meu cuzinho,me fazendo gozar
mais e mais.Quando ele gozou,senti novamente os jatos quentes de esperma inundando minhas
entranhas.Não aguentei e desmaiei de prazer. Acordei horas depois, já era noite e estava
sozinha.Caminhei ate o banheiro e no banho,conferi o estrago que ele tinha me feito.Minha bucetinha
estava esfolada,meu cuzinho totalmente arrombado,minha bundinha ardia...estava tonta,tentava
descobrir como tinha tido coragem de fazer o que fiz.Lembrei que meu marido não demoraria a
chegar...Deveria contar ? ele iria entender ? Resolvi não dizer nada,quando ele chegou fingi estar
cansada demais,de fato eu estava mesmo,para transar e fui dormir.Passei 2 semanas hospedada
naquele Flat e transei com meu amante todos esses dias,fui a sua putinha de verdade,sem contar pro
meu maridinho,que ate este relato,desconhecia esta história.Mas como ele,com o tempo,aprendeu a ser
um corno bem mansinho,que adora ver a sua esposinha gemendo gostoso,com uma vara bem grossa
enterrada no cuzinho...tenho certeza de que vai gostar.

PAU NO CORNO

O que passo a relatar foi a mais picante experiência que vivi com minha mulher.
Há algum tempo vínhamos mantendo contato e encontrando alguns casais, homens e mulheres através
dos anúncios do SB.
Certo dia, buscando um homem bem dotado para ela escrevi em resposta a um anunciante do Rio. Era
casado, esposa não participava, etc.
Trocamos vários e-mails onde eu falava da minha fantasia de ser corneado por ela . Ele entendeu e
gostou muito da proposta prometendo que eu teria o que buscava e mais. Finalmente marcamos um
encontro real.
Ele hospedou-se num flat em Curitiba e fomos encontrá-lo. Ela estava maravilhosa. Vestido preto, saltos
altos pretos. Tudo emoldurado por seus belíssimos cabelos negros e longos, sobre o corpo escultural
dos seus bem cuidados trinta anos.
O flat era composto de uma sala conjugada com um pequeno bar/cozinha, um banheir o e um quarto. Ao
chegarmos, nos apresentamos e ele imediatamente nos serviu Whisky e começamos a conversar.
A sala tinha uma pequena varanda, atrás de uma cortina, para onde fui para deixá-los mais à vontade.
Podia vê-los conversando, rindo, até que levantaram-se e começaram a dançar. Beijaram-se e em
seguida foram para o quarto.
Após uns dez minutos fui dar uma olhada e ele estava em cima dela bombando com f orça. Ela arfava e
gemia. Tirei minha roupa e sentei-me na beira da cama para observá-los de perto. Eles viraram e ela
montou no seu cacete que era bem servido. Com ela por cima começaram a falar:
- Está gostando, ele perguntou.
- Adorando, respondeu.
- Você é maravilhosa, quer dar para mim de novo?
- Quero...
- Quer ser minha amante?
- Quero...
Até ali era como se eu não existisse! Então a conversa mudou.
- Como chama um cara que deixa outro comer a mulher?
- Corno...
- Então o que que é o teu marido?
- Um corno...
- Você gosta que ele te veja gozando com outro macho?
- Morro de tesão...
- Então pergunta pro corno se ele está gostando de ver a mulherzinha dele dar pro macho dela...
Ela o fez e eu respondi que sim. Então ela ainda sentada virou-se e com o pau na buceta deitou-se sobre
ele.
Aí ele ordenou:
Manda o corno vir chupar a tua buceta...
Ela o fez e eu cumpri a ordem. Ela ficou alucinada. Ele metia lenta e longamente enquanto eu lambia o
clitóris. Aí ele perguntou novamente se ela gostava de enfeitar minha cabeça com galhos e ela
respondeu que sim. Continuando, perguntou que bicho tinha galhos na cabeça e ela respondeu, veado.
- Vamos usar o veadinho?
- Vamos!!
Aproveitando a deixa ele deixou o pau disse:
- Manda o corno por pra dentro!
- Vai corninho põem o pau dele na minha buceta, disse ela.
Peguei o pau duro e coloquei na buceta ensopada dela.
Em seguida o pau escapou de novo. E ele disse:
- Manda o veadinho por com a boca!
Com uma cara de safada ela disse:
- Vai veadinho põem com a boca!
Cumpri a sua ordem sob seu olhar atento cheio de tesão. Então ela mesma teve a iniciativa de dizer:
- Chupa o buraco da buceta em volta do pau veadinho.
Em seguida, apoiada numa mão, com a outra tirou o pau para fora e passou no meu rosto. Sentou-se

sobre o abdome dele tirou a camisinha e puxando minha cabeça sem dizer nada me fez abocanhar o
caralho. Deito-se sobre ele e olhando para a minha chupada passou também a chupar. Segurando o pau
inteiro me mandou lamber o saco. Em seguida me empurrou e disse para ficar olhando.
Ficou de quatro e ele meteu de uma vez na buceta. Depois de algumas fincadas fortes ele tirou, pincelou
o cú e começou a meter lentamente. Meteram bastante ele cochichava algo que eu não podia ouvir.
Então pararam e ela disse, agora é a tua vez veadinho!
Ela me puxou sobre ela e conduziu meu pau para dentro da buceta. Então com as duas mãos abriu a
minha bunda e comecei a sentir a cabeçorra entrando.
Fodemos assim até gozar.

PAU PARA TODA OBRA

" São tantas as etórias para contar, que se eu fosse escrever todas tomaria toda a paginas desta Home.
Mas, pôr favor, não me rotulem de prostituta, pois sou casada, vivo até feliz com meu marido; apenas
atendo aos ardentes apelos que meu corpo faz nos momentos em que Alfredo - meu marido - se obstem
de satisfazê-lo e não há outra alternativa a não ser entregar-me ao homem mais próximo. Como
aconteceu naquela ensolarada manhã, no escritório da firma de construção do meu marido, onde
trabalho como secretária, aqui em Salvador. Naquele dia, não sei pôr que acordei toda molhadinha,
excitadíssima. Bem que eu queria dar aquela trepadinha matinal, antes de sairmos para o trabalho; mas,
quando pensei em tentá-lo. Alfredo manifestou-se contrário, escudando-se na mesma indisposição e mal
estar com que sempre fugia aos meus assédios. Pior: seu pênis, naquela manhã, parecia uma
imperturbável pichuleta. Tudo bem... Fui até o banheiro e, na falta do pênis desejado, me masturbei pra
valer. Quando saímos de casa, no carro, comecei a sentir que a masturbação não tinha apagado o fogo
do desejo que continuava a excitar-me tremendamente. Os olhares que os vários homem me dirigiam na
rua aumentavam ainda mais a unidade que eu sentia entre as pernas. Ao chegarmos, como de hábito,
Alfredo saiu para inspecionar as obras da firma, deixando-me só no escritório. Pôr absoluta falta do que
fazer - e pôr achar que a melhor coisa que se tem a fazer quando se está excitada é excitar-se mais
ainda - Comecei a ler um conto, do qual sou fã incondicional. Eu já estava completamente alucinada com
o picante relato que s e referia 'um pênis de tamanho descomunal ejaculando dentro da minha boca';
estava com dois dedos introduzidos na vagina, simulando um pênis, e gozava desvairadamente com
aquele contato, mas, confesso, dava para substituí-los pôr um pênis ajumentado daquele que a leitura
descrevia. De repente, a campainha tocou trazendo-me de volta ao escritório. Excitadíssima, imaginei
que fosse atender a alguém disposto a oferecer-me o que Alfredo recusara. Era o porteiro. Um mulato
alto e forte, simpaticíssimo, que me entregou a correspondência do dia com um sorriso largo,
configurado pelo meu estado como insinuante e provocante. Mandei-o entrar - eu deveria assinar o
protocolo de entrega - enquanto atendia a um suposto telefonema. Tomada pôr algum demônio, eu não
via a hora de me atirar em seus braços e morder e lamber os pêlos, que os botões superiores abertos da
camisa me permitiam admirar. Quase sem voz, mandei-o sentar, enquanto fui até a cozinha apanhar um
copo d´agua gelada, que ele aceitou timidamente. Quando voltei trazendo a água, ele abanava o rosto
distraidamente com o resto da correspondência. Ao passar pela minha mesa, propositadamente, esbarrei
numas pastas, derrubando-as, a fim de mostrar-lhe minhas pernas quando abaixasse para apanhá-las.
Funcionou exatamente como eu queria. Ele entendeu que estava diante de uma fêmea excitada e
carente - talvez tivesse visto a revista aberta na seção Forum, sobre a mesa - e aproximou-se para
ajudar-me, mas com os olhos vidrados nas minhas coxas. Quando entreguei-lhe o copo, alisou minha
mão, num gesto fugaz e tímido, quase medroso. Enquanto ele saciava sua sede, sentei sobre a mesa
com as pernas exageradamente abertas para incitá-lo a uma investida mais ousada. E funcionou,
conforme pude verificar no volume que lhe saltou dentro da calça, expondo-me a viribilidade avantajada
que me aguardava. Provocante, lambi os lábios e cruzei as pernas até sentir que a calcinha, que devia
estar manchada de tanta secreção que me escorria da vagina, ficara à mostra. Depois dessa clara
manifestação de tesão, meu porteiro não resistiu e avançou sobre mim como um louco. Enfiou a mão
entre minhas pernas e esfregou um dedo sobre o molhado tecido da calcinha, procurando localizar
minha vagina. Ao sentir o quanto estava molhada, livrou-me da clacinha, rasgando-a bruscamente, a
ponto de arrancar-me uns pelos junto com ela, e começou a despir-se apressadamente, enquanto eu
fazia o mesmo. Desesperada de excitação, abri as pernas e arriei a cabeça para trás, dizendo-lhe que
queria ser arrebentada pelo pênis que eu já tinha na mão e tentava conduzir à minha gruta. Ele, calado,
mas ativo, esquivou-se da minha intenção, ajoelhou-se à minha frente a alternou lambidas em minhas
coxas, subindo em direção à vagina. Aos primeiros movimentos circulares ao redor do meu clitóris,
respondi aos berros, com um vibrante e intenso gozo. Completamente louca, eu delirava sobre a mesa,
mas me sentis obrigada a tomar parte ativa naquela relação que eu própria provocara. Reuni forças para
afastá-lo, deitei no tapete, e ele veio pôr cima. Não para me penetrar, mas para lamber e oferecer seu
grosso lambaio aos meus lábios ressequidos pelo desejo. Seus insistentes movimentos no meu clitóris
conduziam-se a sensações nunca experimentadas, apesar da experiência dos vários homens com quem
já transei. me desmanchando em orgasmos sucessivos, eu tentava contemplá-lo também com um,
estimulado oralmente, mas, semidesfalecida, eu não conseguia chupá-lo com o ímpeto desejado, que só
se manifestou quando ele enfiou o dedo no meu ânus. Aí, sim, comecei a chupá-lo, mordê-lo e lambê-lo

com voracidade jamais sentida. Meu botão contraía-se a cada penetração do polegar, como se quisesse
acomodar o volume que eu tinha na boca, mas que me recusava a abandonar enquanto não o fizesse
gozar e engolir todo o seu néctar. Como ele demorava muito a fazê-lo, comecei a fazer o movimento
masturbatório com a boca. Assim, meu porteiro despejou seu leite quente na minha boca, aumentando
ainda mais o desejo de ser penetrada no ânus, que continuava piscando. Não hesitei em pedir-lhe para
fazê-lo. Carinhosamente, ele me reconduziu até a mesa do meu marido, inclinou meu corpo, fazendo-me
apoiar os seios sobre ela; com os dedos molhados de saliva, lubrificou as bordas do meu buraquinho e
tomou posição. Segurando com firmeza nas laterais da mesa, recebi as primeiras estocadas do seu
monstruoso pênis, rejeitado pela resistência do meu apertado ânus, que, depois de uma estocada firme e
definitiva, cedeu docilmente. Eu gemia e chorava de prazer e dor ao mesmo tempo, enquanto suportava
tudo aquilo dentro de mim e me excitava ainda mais com os freqüentes esbarrões que seus testículos
davam, como se quisessem aninhar-se na minha vagina. Controlando nossos movimentos, atingimos um
orgasmo simultâneo. Insastifeita - afinal minha vagina desconhecia a dimensão de seu membro - me virei
de frente, disposta a satisfazer a indomável fera que se incorporara e fazer baixar aquela estrovenga que
continuava como ferro puro. Ainda sobre a mesa, abri as pernas amplamente e, numa única e lenta
investia, meu porteiro, que era realmente acavaldo, abrigou inteiramente seu pênis em minhas
estranhas. Enquanto movimentávamos nossos corpos freneticamente, ele gemia alto; me apertava os
seios com uma das mãos , e com um dedo da outra penetrava meu ânus. Fez isso incontáveis vezes, até
que, num último gemido, alcançou o gozo que parecia não acabar mais, tal a quantidade de esperma
que despejou dentro de mim. Depois daquele orgasmo arrebatador, meu porteiro foi embora, dizendo-se
disposto a atender a qualquer chamando meu, e a qualquer hora. Hoje é meu único amante, e recorro
aos seus insubstituíveis serviços sempre que meu marido vai inspecionar as obras, o que ocorre quase
diariamente."

PERVERSÃO MÁXIMA

" O fato que passo a narrar agora, aconteceu em 1995, quando conheci Ellen através de um anuncio
classificado erótico. Estava passando por alguns anúncios quando me deparei com um que dizia:
Pervertida, recém chegada da Europa procura homem de qualquer idade, raca, bem decidido, pervertido
e sigiloso para viver mil loucuras extremas, e resolvi responder, sempre fui meio pervertido, mas o que
aprendi com esta mulher realmente me chocou no começo. começamos a conversar através de cartas,
trocamos telefones, ate que marcamos um encontro, quando chegou vi que Ellen era uma mulher
deslumbrante, loira com 1,78m de altura 38 anos , coxas grossas, cintura bem definida e lindíssima, eu
não estava acreditando. ela me cumprimentou, sentou-se e pedimos um vinho. Ellen me disse que viveu
18 anos em Paris, trabalhava como representante de uma marca famosa de roupas e que estava de
volta para iniciar aqui uma representação filial desta marca, e eu por minha vez lhe disse que era
engenheiro civil e trabalhava em uma construtora aqui da capital, tinha 31 anos na época, enfim
trivialidades as quais já havíamos conversado via cartas e telefone. Depois da primeira garrafa de vinho
o papo já havia tomado um rumo mais descontraído e comecei a questionar a respeito de seu anuncio ou
seja o que ela entendia ser perversão, ela simplesmente me olhou e disse que se eu estivesse disposto
ela me diria em seu apartamento, tomamos a segunda garrafa de vinho e fomos para seu apartamento.
quando chegamos Ellen abriu a porta me puxou para dentro e me jogou no sofá, me deu um delicioso
beijo levantou-se e abriu o sobretudo, estava vestida para minha surpresa apenas com um espartilho,
jogou o sobretudo e investiu seu corpo sobre o meu com toda volúpia e arrancou toda minha roupa
começou a chupar meu caralho com muita maestria e depois disse para que eu não a tocasse ainda,
depois levantou-se deixando-me cada vez mais louco foi ate a televisão ligou o vídeo e colocou uma fita
a qual continha cenas de sexo muito fortes, mulheres com animais, e muitas cenas de coprofagia assisti
impassível e ela também pois exigiu que assistissimos quietos, ao termino da fita que possuía apenas 15
minutos ela avançou novamente sobre mim e permitiu que eu fizesse o mesmo, em meio aquela volúpia
Ellen disse que não agüentava mais e pediu para que eu a possuísse, e foi o que eu fiz, coloquei-a na
posição de frango-assado e comecei a penetrá-la, aquela vagina totalmente úmida contraia-se a cada
centímetro que eu avançava e Ellen totalmente desconcertada gemia, dizia palavras em francês e
gozava sucessivamente, ate que em dado momento disse: Já fui torturada o suficiente, agora quero que
coma meu cuzinho, levantou-se me pediu que a acompanha-se, saímos da sala e fomos ate um quarto
no fundo do apartamento, como se fosse um quarto de empregados, e qual não foi minha surpresa
quando a porta se abriu, haviam vários aparelhos estranhos, parecendo aparelhos de ginástica, uma
câmera, um telão e uma cama redonda encapada com um tipo de lona plástica, mais para o fundo um
pequeno banheiro composto de um box com uma pequena hidromassagem e uma privada tipo turca ao
lado, Ellen me puxou pelo braco para perto da cama e disse: Agora vamos começar com a nossa
perversão, me preparei desde que marcamos nosso encontro. Havíamos combinado em uma quarta-
feira que nos encontraríamos na sexta, dizendo isto colocou-se de quatro em cima da cama e mandou
que eu a enrabasse sem do, diante daquela visão maravilhosa, não tive duvidas, fui ao seu encontro,
Ellen possuía muita lubrificação vaginal, tanto que chegava a escorrer, penetrei sua vagina a fim de
lubrificar o pau e comecei a penetração anal, devo salientar que possuo um membro considerado grande
(22cm x 6,5cm) portanto comecei a forcar com cuidado e penetrá-la, quando consegui introduzir a glande
Ellen começou a gritar de prazer e jogou-se para traz fazendo com que meu membro entrasse de uma so
vez, ela urrou como um animal e jogou-se para frente fazendo com que eu saísse de dentro dela, eu
também senti muita dor pois era como se se anus já estivesse preenchido, ela sentou-se com expressão
de dor e prazer e disse: Vou pegar um lubrificante senão não vou agüentar. Dizendo isto levantou-se foi
ate uma pequena bolsa onde pegou um frasco e uma seringa muito estranha, encheu-a com o liquido e
me deu dizendo: Aplique no meu cuzinho. E virou-se, nesta hora vi que ela havia se borrado um pouco e
olhei para o meu pau, ele estava coberto de fezes, fiz menção de ir lavá-lo e ela disse para que não
fosse e mandou que eu lhe aplicasse o liquido, assim que apliquei ela se deitou e pediu para que eu
deitasse em cima dela e esperasse ate que o suposto liquido fizesse efeito. Depois de uns 10 minutos
ela disse que já estava pronta novamente, coloquei-a novamente de quatro e recomecei a penetração, e
novamente ela urrou e jogou-se para traz, so que desta vez não senti nenhum obstáculo e ela também
não pareceu sentir dor, Ellen ao sentir meu membro em seu anus sofreu uma transformação radical, de
mulher fina, e elegante para uma mulher muito abaixo de ser considerada vulgar, com um vocabulário
muito baixo devo dizer, comecei a fodê-la com lentidão e Ellen começou a dizer: Me fode seu f.d.p., olha

que cu gostoso que eu tenho, já estou ate peidando de tesão, olha como eu peido gostoso no seu pau,
me arranque bosta, vc gosta não gosta? Olha como eu me cago toda com este pintão no meu cu, me
arromba, arranque bosta, eu to peidando, não estou agüentando vou me cagar toda! E Ellen peidava
freneticamente e a cada peido me lavava em fezes, mas eu já havia pegado o ritmo e não estava nem
ligando para isto, nem para o cheiro nem para a sujeira, eu estava apreciando toda aquela perversão e
as palavras de Ellen me deixavam com mais tesão ainda. Continuei fodendo e já não estava agüentado
mais e gritei: Vou gozar! Ellen ouvindo isto não se conteve e ficou mais tesuda ainda e gritava: Vou gozar
também! Quando Ellen sentiu que eu havia ejaculado ate a ultima gota jogou-se para frente retirando
meu pau de seu cu e gritando de prazer, assim que meu pau saiu começou a cagar-se e mijar-se
gritando ainda mais alto de prazer, eu podia ver toda sua excitação a cada jorrada de fezes seguidas de
contrações esfincterianas e peidos estrepitosos, isso deve ter durado mais ou menos uns dois minutos
quando finalmente ela acabou deitou-se em cima de toda aquela sujeira com a cara de mulher mais
satisfeita do mundo e me puxou para cima dela, confesso que passado a euforia e o tesão aquela
situação começou a me incomodar, pois o cheiro era forte e sem contar que eu estava todo sujo,
começamos a conversar sobre o que acabara de se passar, eu esperava que ela se sentisse
envergonhada pelo que acabáramos de fazer mas pelo contrario so quem estava envergonhado era eu,
ela então percebendo minha situação, iniciou a conversa sobre o fato, me colocando muito mais a
vontade. Ellen na verdade me segredou que nunca havia se sentido satisfeita nos moldes do sexo
convencional e que ate tratamento já havia feito pensando que era uma mulher frígida, que seu
casamento terminara por isso e que quando viajou para a França foi tentando esquecer também este
fato, mas que quando chegou la, conheceu algumas pessoas e tomou conhecimento de um grupo de
pessoas que costumavam patrocinar festas nas quais costumava-se praticar sexo pouco convencional,
ou seja o sexo pervertido. Eu estava me sentindo mal ali deitado foi quando disse a ela que iria tomar um
banho e ela disse que ainda não havia acabado, dizendo isto tomou meu pau em suas mãos e com
muita habilidade começou a me masturbar, quando ficou em ponto de bala ela levantou-se e disse: Não
demoro! Foi ate a bolsa retirou um acessório e retornou introduzindo algo no anus dizendo: Preciso
colocar este plug anal senão meu cuzinho vai ficar vazando! E riu, ela estava toda suja de fezes, pude
ver bem, suas meias e seu espartilho estavam cobertas de fezes e eu a esta altura também estava, mas
eu estava novamente excitado e isto não me incomodou, ela colocou-se de cócoras sobre mim e disse
que iria me lavar para terminar nisso começou a mijar em cima do meu pau e limpá-lo com as mãos,
senti sua urina quente e suas mãos com muita intensidade e isto me deixou mais tesudo ainda, quando
terminou meu pau estava limpinho, foi quando ela começou a fazer uma chupetinha maravilhosa, gozei
como nunca. Depois desta fomos tomar um banho, mas não acabou por ai na edição que vem eu conto
mais um pouco, ate la! Estou a disposicao para trocar contos. freak001@starmedia.com

PM’S ESTUPRARAM MINHA NAMORADA ! by Lico20

O fato que irão ler agora, infelizmente foi um fato real, na época eu não poderia nem lembrar disso, pois
foi um choque muito forte, mas agora com um tempo passado, eu posso contar de uma maneira que
nunca pensei que fosse possível ! Eu tinha 18 anos e tinha acabado de fazer o exame de habilitação,
mas minha carteira de motorista iria demorar um pouco para chegar, mesmo assim eu aproveitei que
meu pai foi pescar e peguei o carro dele para sair com a minha namorada, eu já tinha combinado com
ela, cheguei na frente da casa dela e buzinei, ela saiu, e como sempre, lá estava ela toda gostosa, de
blusinha coladinha sem sutiã e de mini saia, ela tem só 16 anos mas tem um corpo de 20, é uma delícia,
ela é virgem mas eu decidi que depois daquele dia ela não seria mais ! Quando ela viu que estávamos
indo para um lugar deserto, logo ela percebeu quais eram as minhas intenções, apesar de ser virgem,
ela é bem assanhada, quando eu parei o carro, logo começamos a nos beijar, eu já estava passando as
mãos no corpo dela, quando vi uma forte luz se aproximando, logo pensei em ligar o carro e sair dali sem
ver o que era, mas era um carro da policia e parou do meu lado, um policial gritou: - Todo mundo pra fora
do carro agora ! Eu assustado e ela também, saímos logo, então ele gritou novamente: - De costas e
com as mãos no veículo ! Obedecemos na hora, então os policiais desceram da viatura, eram dois, um
magrelo muito feio e um negro bem grande e forte, eles vieram até nós e um deles perguntou: - Eu
gostaria de ver a sua habilitação ! Então como eu já estava morrendo de medo de ser levado para o
distrito, pois eu sou de maior e com certeza seria preso porque minha namorada é de menor e eu
também não tinha habilitação, eu me virei para o policial e expliquei tudo. Então ele disse: - Ah ! Então a
gatinha aí é de menor ! O magrelo então foi revista-la, ele claramente passou as mãos nas coxas dela,
deu uma apertada na bunda dela, enfiou a mão por de baixo da saia dela e depois apertou os seios dela,
aí ele virou ela de frente para ele, levantou a blusinha dela revelando os seus seios que são muito
grandes, dizendo que ele tinha que revistar tudo ! Então eu mandei ele parar e a Carol rapidamente e
assustada abaixou a blusinha. O negão me puxou de lado, colocou a mão no meu ombro e me explicou
que o único jeito de agente não ir pro distrito seria se eu liberasse a Carol para eles, eu fiquei com muito
medo mas era o único jeito, pois eu e ela seriamos castigados seriamente pelos nossos pais, então eu
fui até ela e expliquei tudo, muito assustada ela concordou, não sei se foi por medo ou por tesão da
situação, mas ela aceitou ! O negão encostou no carro, abaixou a calça e começou a bater punheta, eu
já me assustei com o tamanho do pau dele, pois a Carol era virgem. O Magrelo ficou impressionado com
o tamanho dos seios dela, ele tirou a blusinha dela e tirou também a saia dela, deixando ela só de
calcinha, então ele levou ela para o banco de trás do carro do meu pai e ficou com a porta de trás aberta,
ele mandou ela chupar o pau dele e ela obedeceu, ela ficou chupando o pau dele por um bom tempo,
então ele arrancou a calcinha dela, apertou a bunda dela com força e colocou ela encima dele, ele
começou a meter nela com muita força, ela gritava muito, mas ele parou logo, pegou ela e saiu do carro
com ela, colocou ela de quatro no banco de trás com a bunda para fora com a porta de trás aberta, então
ele segurou ela pela cintura e começou a meter com muita força na buceta dela, ele começou a estocar
muito forte, tirando quase todo o pau e depois enfiando ele inteiro, ela já estava gritando muito, até que
ele viu o sangue saindo da sua bucetinha apertada, eles ficaram muito felizes por ela ser virgem, então
ele disse: - Olha só corninho, eu to descabaçando a sua namoradinha gostosa, que delicia ela é virgem,
nossa, ela tem uma bucetinha bem apertadinha e deliciosa ! Não demorou muito e ele gozou na
bucetinha dela. Então o negão chamou ela e disse: - Vem cá sua puta gostosa e vem chupar o meu pau,
eu quero uma chupada bem gostosa ! Lá estava ela, pelada do meio da rua, ajoelhada e chupando o pau
do negão, o pau dele mau cabia na boquinha dela, então ele segurou a cabeça dela e começou a fuder a
boca dela como se fosse uma buceta, então ele tirou o pau da boca dela e gozou na cara dela, aí ele
virou ela de quatro e disse que ia fuder o cuzinho dela, ele tentou enfiar no cuzinho dela mas aquele pau
não cabia de jeito nenhum, mas ele forçou tanto que acabou entrando, ela chegou a chorar de tanto
gritar, mas logo ela gritava que estava adorando, então ele gozou no cuzinho dela, dava pra ver a porra
dele espirrar pela bunda dela ! Depois disso ele disse: - Agora eu vou experimentar essa bucetinha
gostosa, sua puta desgraçada, mas antes eu quero experimentar essas tetas gostosas que você tem !
Anda, sobe no capô do carro, agora você vai pagar uma espanhola pra mim ! Ele colocou ela deitada no
capô do carro, então ele deitou em cima dela e começou a apertar os seios dela com muita força, ela
gritava de dor, aí ele começou a chupar e morder com força, ele colocou o pau no meio dos seios dela,

apertou os seios dela contra seu pau e começou um vai e vem muito rápido, e ao mesmo tempo ele
ficava apalpando e apertando os sei os dela, até que logo ele gozou novamente na cara dela ! Depois ele
ficou de pé em frente ao capô e ela continuou deitada, ele puxou as pernas dela e começou a meter na
bucetinha dela, ele estava metendo muito forte, por isso ela gritava muito ! Até que o magrelo disse: -
Essa puta desgraçada está gritando muito, vou calar a boca dela ! Ele subiu no capô e enfiou o pau na
boca dela, ela começou a chupar, então os dois gozaram nela ! Depois disso eu pensei que tudo tinha
acabado, mas eles pegaram uma mangueira da construção ali do lado e lavaram ela todinha, passando
as mãos por todo seu corpo, depois de lavada, eles obrigaram ela a fazer um 69 com os dois, no qual os
dois gozaram duas vezes cada um na boca dela e na cara dela ! Então ela se lavou e o negão já
colocando a roupa disse: - O seu corninho imbecil, essa sua namorada é uma puta mesmo, ela é muito
gostosa e eu adorei fuder ela, por isso ela vai ser a nossa puta, me dá seu telefone sua puta gostosona,
e não minta porque eu peguei a placa do carro e vai ser pior pra vocês ! Ela deu o numero pra ele, ela
colocou a roupa, antes de ir embora os dois deram um beijo de língua nela, apertando a bunda dela e se
esfregando ! Depois fomos embora, prometemos nunca tocar nesse assunto, mas nossas vidas nunca
mais foram as mesmas , continou a mesma

PORCOS POREM TESUDOS

Eram 5:00 da tarde , estava eu e Carlos meu marido, parado no meio de uma estrada por causa de um
defeito no carro. Estavamos a passeio para a casa de uns amigos, estava já querendo escurecer, e a
proxima cidade estava a quase 30 km. Então Carlos sugeriu que eu pegasse uma carona para trazer
socorro.
E ele ficaria vigiando as malas . Depois de uma certa espera, parou um camioneiro numa scania que se
prontificou a me levar até a proxima cidade. O nome dele era Roberto, era um homem de seus 38 anos ,
baixo e meio gordo e barrigudo. Fiquei um pouco com receio por pegar carona de um estranho. Ele foi
conversando comigo sobre casamento, filhos etc. Num certo posto ele parou o caminhão e subiu a bordo
um negro enorme, bem forte, que devia ter seus 1:90 de altura, nisso eu gelei, fiquei assustada, com a
voz trêmula, perguntei ao Roberto quem era ele. Ele disse que era seu companheiro de viagem . Quando
ele subiu , deu uma risada maliciosa para Roberto, pensei em descer , Roberto interviu e falou para não
ter medo. Era apenas um amigo. Seu nome era Claudio. Fiquei apavorada, cheguei para o meio do
banco , ficando no meio dos dois. O caminhão partiu, estava tensa, só ouvia o que os dois diziam, não
tinha coragem para abrir a boca. Já estava escurecendo, ainda faltavam uns 10 km., já estava mais
relaxada, quando Roberto sai fora da pista e entra numa estrada de chão.Dei um grito, Claudio pos a
suas maos em minhas coxa me dizendo: Calma doçura , voce vai gostar !!. Nisso tentei gritar, Roberto
falou: Pode gritar , aqui ninguem vai te ouvir. Tentei abrir a porta e Claudio me dominou facil. Fiquei
impotente diante da força daquele homem. Roberto entrou com o caminhão no meio do mato e parou.
Pedi pelo amor de Deus, em prantos que não fizessem nada comigo, ai Roberto disse : que poderia ser
de duas formas : uma em que eu fizesse oque eles quizessem , ai não aconteceria nada comigo, e ainda
me deixariam na proxima cidade inteira, a outra seria a força , com violência e depois me deixariam aqui
mesmo. Tremia toda, eu uma mulher de 25 anos, três de casamento, nunca havia traido meu marido,
nunca experimentara outro homem, ali a merce de dois estranhos. Pedi que não me machucassem. A
Scania era daquelas em que tinha um espaco enorme atras dos bancos, tinha uma cama quase do
tamanho de casal. Claudio , pulou para o banco de tras e me puxou, estava tremendo, com medo do
que viria a acontecer. Eu uma garota pequena de 1:60 , corpo bonito e delicado olhando um negro
emorme na minha frente que estava preste a me estuprar. Claudio fez um elogio a meu corpo e foi
descendo a calça. Quando tirou a cueca , levei um susto, saltou um enorme e grosso membro preto, que
ainda em estado de repouso era bem maior que o do meu marido em ereção. Comecei a chorar, falei
que não queria, que não aguentaria isso, Nisso Claudio me jogou na cama e me mandou tirar a roupa
me dizendo que hoje eu iria provar uma pica de verdade. Enquanto isso Roberto só observava no banco
da frente, Claudio apressado quase rasgando minha roupa , tirou minha ultima peca. Ele ficou com
aquele olhao encima demim. Me vendo nua seu pinto comecou a cresçer, Não podia acreditar no que
estava vendo, o pinto dele era enorme , cabecudo, parecia de um jumento. Claudio se despiu , estava
em estado de choque, nunca pensei em transar com negros um dia ainda mais dessa forma. Claudio
pegou minha mão tremula a colocou encima do seu membro riste, minha mão não fechava. Claudio
deitou de costa e me mandou fazer um 69, não queria, tentei relutar , ai Roberto me lembrou das
ameaças. E me deu um empurraão. Foi para cima dele , meu corpo era pequeno perto do dele, me
sentia subjugada, indefesa. Claudio segurou minha bunda e enfiou sua lingua quente no meio da minha
bunda.. Na hora pensei em meu marido, em meus filhos, fui recobrada com ele dizendo para chupa-lo.
O corpo dele era muito quente, aquela lingua enorme estava começando a me deixar excitada, estava
com medo dos meus sentimentos, não queria sentir prazer, mas o jeito que ela passava a lingua na
minha xoxota e no meu cú , me arrepiava, com uma mão segurei a base de seu pinto e coloquei a outra
por cima, ainda sobrava praticamente o penis do meu marido. Com o tesão tomando conta de me corpo
começei a passar a lingua em seu cacete. Nunca tinha visto igual, estava com medo de não aguentar e
acabar machucando. Tentei abocanha-lo, naõ conceguia , era muito grosso, dava so para passar a
lingua. Nisso senti uma outra mão passando em minha bunda, era Roberto que já nú aguardava sua
vez, Olhei o pinto dele, era bem menor, se comparado a de Cláudio, mas maior e mais grosso que do
meu marido , Fechei os olhos e deixei me levar ... tentava segurar meus gemidos, Roberto a essa hora
já estava lambendo meu cu enquanto roberto lambia minha xoxota. E eu lambendo aquele pauzão. Num
impeto de tesão , pensei comigo... quero aguentar essa pica. Claudio me virou, enconstou a cabeçona
e tentou entrar, .. minha xoxota não cedia, Roberto se ofereceu para entrar primeiro, mas Claudio não
deixou. Ele então pegou um pote de um creme , lambuzou seu cacete e derramou em minha xoxota.

Novamente ele tentou .De papai e mamãe foi empurrando devagar, dei um grito.. a cabeça tinha
entrado.. comecei a sentir um pouco de dor, era como se eu tivesse perdendo o cabaço pela segunda
vez . Roberto enfiou seu cacete na minha boca para me calar. Claudio foi mexia um pouco , parava ,
deixava minha xana acostumar , ia mexendo, e eu ia sentindo seu pinto entrando cada vez mais .
Enquanto tentava me fuder, Claudio me mordia mês mamilos, me chamava de puta, de vagabunda, que
ia acabar com minha buceta, isso me excitava , aquele negro que devia ter o dobro do meu peso me
subjugando,me estuprando. Ainda mais sem camisinha.. essa situação me excitava , comecei a mexer
os quadris para ajuda-lo, estava com muito tesão, num sobresalto, Claudio deu uma estocada, quase vi a
lua.. senti meu útero ser forçado para dentro, nisso dei minha primeira gozada. Claudio comecou a
mexer bem devagar, seu pau se movimentava com dificuldade. Da dor inicial , sentia o prazer se
aflorando dentro de mim. Claudio tirou seu cacete da minha xana, Roberto fez um comentario . Vc
arrombou ela. !! Claudio passou mais lubrificante no seu pau e derramou o resto no buraco que tinha
ficado da minha buceta. Ele me penetrou novamente e comecou a mexer . Sentia seu pau tocando meu
útero. Sentia totalmente preenchida. Coloquei a mao na base de seu pinto e vi que não tinha aguentado
tudo.. sobrava ainda meio palmo de pinto. Já tinha gozado tres vezes.. Claudio enquanto metia em mim
, me beijava na boca, mordia meu pescoço , falava obcenidades no meu ouvido... isso me deixava
louca.. já estava extasiada em ser estuprada por esse negro. Nem lembrava de Roberto.. Claudio me
virou e me fez ficar por cima..mandou eu cavalgar na sua geba. A minha xana , que já tava mais
acostumada com seu pinto , já deslizava suave . Não acreditava no que via e sentia.. eu aguentando
tudo aquilo e gozando como nunca.. Claudio enquando me comia.. mordia meus peitos Roberto enfiou
seu pinto na minha boca. Enquanto rebolava na geba preta eu chupava o pinto de Roberto. . Me sentia
ali como uma puta que estava extravazando todos esses anos de sexualidade repremida. Nisso roberto
apanhou ou creme e comecou a enfiar o dedo no meu cú. Prevendo oque ia acontecer, pedi Qua não
fizesse isso, pois nunca tinha dado a bunda.., mas por outro lado como já estava na chuva , me sentindo
uma puta aceitei.. ainda sentado na pica de claudio e depois de Roberto Ter preparado meu cu. Ele veio
por tras e forcou a entrada, nisso Claudio acelerou as estocadas para aliviar a dor.. já estava tão
extasiada pelo pintão de Claudio que so senti uma dorzinha enicial que foi logo preenchida por prazer..
Roberto já meteia todo seu pinto no meu cú.... eu sentindo aqueles dois macho que comendo ao mesmo
tempo, era demais para mim... já tinha perdido a conta dos meus extases... eles comecaram a forcar o
ritimo, enfiando tudo., comecei a gozar e eles ouvido meu grito de gozo comecaram a gozar também...
sentia os dois explodindo dentro de mim...terminado. eles tiraram o pinto e eu quase desfalecida , cai
para o lado.. Claudio falava.. Tá vendo putinha, sabia que vc ia gostar !! vc nunca gozou assim, né !! e
pode Ter certeza que nunca vai esquecer essa vara preta aqui.. pode apostar que quando for dar para
seu marido, vai pensar em mim... Roberto também falava obcenidadedes , eu recobrada da realidade,
me sentia suja, nojenta, arrombada e ardida. Sentia o semem deles descendo sobre minha perna. Olhei
para minha buceta, , ela tava aberta , parecia um tunel escuro. perguntei se podiamos embora. Claudio
falou Que ainda naum... que tinha o segundo raud, pedi por favor, eles riram, disseram que era
brincadeira. Eu estava com muita vergonha de tudo que tinha acontecido.
Partimos, eles me deixaram na proxima cidade como prometido. Claúdio me deu seu telefone quis jogar
fora , mas pensei e guardei.. Consegui um mecanico, voltei ao lugar onde estava meu marido. Ele super
preocupado perguntou oque tinha acontecido.. inventei algo...quando chegamos ao hotel não quis saber
de nada.. deitei na cama e sonhei com aquela tarde inesquecivel.

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