Você está na página 1de 27

1

METODOLOGIA - COMO MONTAR UM PROJETO DESPORTIVO
Ref. 2011

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO COMO ESCREVER UM PROJETO MANIFESTAÇÕES DESPORTIVAS

Versão – 2011-1
02 03 04 06 08 09 20 22 23 24 25 27

ENQUADRAMENTO DO PROJETO
INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE A APRESENTAÇÃO DO PROJETO A DESCRIÇÃO E TÉCNICA DO PROJETO PROTOCOLO DO PROJETO – ENVIO DA DOCUMENTAÇÃO APROVAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROJETO PARÂMETROS PARA ANÁLISE DOS PROJETOS PELO GOVERNO MOTIVOS PARA REJEIÇÃO DO PROJETO DISFUNÇÕES MAIS FREQÜENTES EV DILIGÊNCIAS TÉCNICAS BIBLIOGRAFIA

2

INTRODUÇÃO
A Lei de Incentivo ao Esporte e desenvolvimento do futebol brasileiro Como a Lei de Incentivo ao Esporte pode contribuir para a inclusão social e a renovação do trabalho nas categorias de base dos clubes brasileiros. É certo que as iniciativas e a capacidade de implementação de políticas públicas por parte do governo que favoreçam uma parcela mais significativa da juventude brasileira estão bem aquém das necessidades do nosso país, ainda tão cheio de contrastes sociais. Lamentavelmente são poucos aqueles que conhecem, por exemplo, os benefícios que a Lei de Incentivo ao Esporte, poderia promover para um amplo desenvolvimento do esporte – e particularmente do futebol, como destacado fenômeno sócio-cultural que é. Esta lei permite a clubes e entidades sem fins lucrativos, a elaboração de projetos incentivados por renúncia fiscal, possibilita que se façam projetos educacionais, de participação e alto rendimento. Pode-se ainda, mesclar as categorias, desde que uma se sobressaia aos demais. E é nesse ponto que os projetos bem elaborados com base na Lei de Incentivo ao Esporte podem fazer a diferença. Os pequenos clubes de futebol do país, praticamente acabaram com suas categorias de base por falta de recursos. Por outro lado, esses mesmos clubes, são referências em seus municípios, e despertam nas crianças e adolescentes o primeiro contato com o futebol profissional “in loco”, e a vontade de tornar-se jogador de futebol. Por intermédio da Lei de Incentivo ao Esporte, o Clube pode, ao mesmo tempo, reativar suas categorias de base, com projetos sustentáveis, que proporcionarão o pagamento de recursos humanos (e sua capacitação), materiais esportivos, uniformes, equipes interdisciplinares compostas de Médico, Dentista, Psicólogo, Assistente Social, Fisiologista e Nutricionista, e ainda, auxiliar a comunidade na qual está inserido na erradicação do uso de drogas. Em se tratando de futebol, a valorização das categorias de base dos clubes, é de primordial importância, não só para revelar novos talentos para o Brasil, mas também para atuarem como pacificadores sociais nas comunidades que atuam.

o projeto vai ser arquivado. para evitar a rejeição sumária do projeto. sem análise de mérito. não adianta ter excelentes idéias se não há competência para desenvolver uma boa estratégia de como materializá-la. 1984) A elaboração de um projeto requer entes de tudo um ambiente adequado para o desenvolvimento das idéias do grupo. requer tempo e paciência para que se possa trabalhar em conjunto. CAPACIDADE TÉCNICA A capacidade técnica é outro fator fundamental para se obter resultados positivos. A concentração e o espírito de grupo são dois elementos essenciais para se materializar boas idéias. por não atender as especificações mínimas. Muitas vezes nossas instituições não contam com especialistas em diferentes áreas. o profissional deve conhecer todo o funcionamento do mecanismo das Leis de Incentivo ao Esporte. observando os requisitos mínimos obrigatórios exigidos na legislação em vigor. seja para o lançamento de um novo produto ou serviço ou para a implementação de uma estratégia de marketing. “Um projeto é um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades interrelacionadas e coordenadas. fazer um planejamento detalhado das atividades que vão ser prioridade na sua empresa é essencial para o sucesso do seu empreendimento. O proponente poderá apresentar novos projetos. Antes de começar a escrever o projeto. . portanto será necessário buscar apoio junto a profissionais a outras instituições ou junto ao próprio financiador. exercitando o respeito e o dom de ouvir o outro.” (ONU. com o fim de alcançar objetivos específicos dentro dos limites de um orçamento e de um período de tempo dados. RECUSA DO PROJETO Se o projeto for rejeitado.3 COMO ESCREVER UM PROJETO Um projeto é uma das ferramentas mais importante para quem quer mostrar o seu projeto. com todos os seus detalhes.

615/98.  PARTICIPAÇÃO (Lei 9. o esporte “amador”. ginástica. fazia menção ao conceito que hoje se amolda ao denominado “desporto de participação”. art. buscando. brinquedos e brincadeiras construídos historicamente a partir das referências de inserção social. LAZER: fenômeno tipicamente moderno. tendo como expressão a festa e a alegria. •CULTURA CORPORAL: é a dimensão da cultura constituída pela interação das práticas sociais de esporte. II) – O desporto de participação é praticado de modo voluntário. jogo.615/98.615/98. art. a hipercompetitividade de seus praticantes. II) RENDIMENTO (Lei 9. O desporto educacional é. praticado essencialmente no ambiente escolar e não de forma competitiva. evitando-se a seletividade. Exemplos :   CULTURA LÚDICA: centrada nos jogos. Outrossim. III)  EDUCACIONAL (Lei 9. I) 50% de alunos provenientes do ensino público PARTICIPAÇÃO ( Lei 9. foram protocolados e aprovados projetos que previam as 3 manifestações . ESPORTE RECREATIVO: realizado de forma lúdica caracterizado pela livre escolha. medalhas. portanto. 3°. EDUCACIONAL ( Lei 9. 3°. como objetivo a conquista de competições.   . Projetos de desporto educacional deverão prever a participação de. 50% de alunos provenientes da rede pública de ensino.615/98. Art. 3°. I) – É aquele praticado nos sistemas de ensino e em formas assistemáticas de educação.4 MANIFESTAÇÕES DESPORTIVAS Inicialmente. praticado voluntariamente sem efetivo vínculo entre atletas clubes. na promoção da saúde e educação e na preservação do meio ambiente. permite que o projeto contemple apenas uma manifestação esportiva. troféus e demais premiações. com a finalidade de alcançar o desenvolvimento integral do indivíduo e a sua formação para o exercício da cidadania e a prática do lazer. dança. que se materializa como um tempo e espaço de vivências lúdicas. compreendendo as modalidades desportivas praticadas com a finalidade de contribuir para a integração dos praticantes na plenitude da vida social. outrora consignado no texto legal.615/98. art 3°. Art. porém a norma. 3°. ao menos. hoje.

caracterizado ainda pela liberdade de prática e pela inexistência de contrato de trabalho.5 EXEMPLOS DE PROJETOS DE ESPORTE PARTICIPAÇÃO: Projetos locais de universalização do acesso ao esporte e ao lazer. ludicidade. Projetos de esporte e lazer ligados à demandas específicas como idosos. desporto de rendimento. 3º. nacionais e internacionais. importante destacar que a entidade praticante de desporto organizado e praticado de modo não-profissional. títulos. Os treinamentos são altamente rigorosos e exigentes e os atletas. PPDs. ainda que permitidos incentivos materiais de outra ordem. nos dispositivos que tratavam como “amador” o esporte praticado livremente sem qualquer remuneração. . (EXCLUÍDO DA LEI) MODO NÃO-PROFISSIONAL. MODO PROFISSIONAL. sem enfoque competitivo.. Art. Apesar de não existente na legislação nacional. Eventos com enfoque na participação. etc.. outrora subdivido em “semi-profissional” e “amador” em tão somente não-profissional. mesmo a título de incentivos materiais. geralmente. geralmente participantes de competições disputadas por equipes profissionais.). tem no desporto sua atividade principal.. III) – Praticado segundo normas gerais desta lei e regras de prática desportiva.615/98.981/00. de primeira divisão nacional. a teor da norma insculpida no art. positivamente. Nestas condições. estaduais.. A Lei nº 9. transformando o desporto de rendimento. inciso II. troféus.  RENDIMENTO (Lei 9. parágrafo único. identificado pela liberdade de prática e pela inexistência de contrato de trabalho. campeonatos. formação de agentes e gestores. 3°. aplicáveis nacional e internacionalmente com vistas à obtenção de resultados (campeonatos regionais. com a finalidade de obter resultados e integrar pessoas e comunidades do País e estas com as de outras nações. etc.615/98. caracterizado pela remuneração pactuada em contrato formal de trabalho entre o atleta e a entidade de prática desportiva. índices. da Lei nº 9. integração. classificações. é muito comum ouvir a expressão “alto rendimento” para designar o desporto praticado pelos atletas de elite. a qual veio a abolir definitivamente do ordenamento jurídico pátrio a expressão “amador”. ou competições internacionais por seleções. sofreu modificações lhe introduzidas pela Lei nº 9. sendo permitido o recebimento de incentivos materiais e de patrocínio O objetivo principal desta prática de RENDIMENTO é a conquista desportiva: Medalhas. ou seja. à luz das regras oficiais de determinada modalidade desportiva. são profissionais.615/98. pratica. torneios.

tais como : Pagamento de remuneração de atletas profissionais Equipes profissionais são aquelas formadas por atletas profissionais. demonstrar que possui condições de executar o projeto desportivo com qualidade e eficiência. A proponente poderá ser comprovada por meio de informações anexas. Aquisição de espaços publicitários Não são permitidas despesas para aquisição de espaços publicitários em qualquer meio de comunicação. Ficam assim proibidos o pagamento de remuneração a atletas profissionais. dos membros ou de terceiros associados. portanto. não é permitida a contratação e a remuneração pelo projeto de assessorias desportivas para gestão das atividades.AS VEDAÇÕES Este projeto tem valores destinados a patrocínio ou doação em favor de projetos que beneficiem.6 ENQUADRAMENTO DO PROJETO Antes de prosseguir. pessoa física ou jurídica vinculada ao doador ou ao patrocinador. como determina a lei. propriedades ou habilidades do proponente. Desporto de rendimento praticado de modo profissional. veja se a empresa proponente enquadra na lei de incentivo QUESTIONÁRIO ECONÔMICO SOCIAL A proponente tem finalidade econômica? A proponente tem caráter ou finalidade Desportiva? A proponente tem mais de 01 anos de fundação ? CAPACIDADE TÉCNICO OPERATIVA O projeto proposto seja próprio das atividades regulares e habituais desenvolvidas pelo proponente? A entidade proponente tem a comprovação de sua capacidade técnico-operativa. ? CHECK LIST . que esclareçam as características. Competições Profissionais são as competições que envolvem atletas profissionais e/ou que têm objetivo de obter renda. de quaisquer despesas relativas à manutenção e organização de equipes profissionais de alto rendimento ou mesmo de competições profissionais. direta ou indiretamente. Manutenção e organização de equipes profissionais ou relativos á organizações de competições esportivas profissionais Pagamento de intermediação A gestão do projeto deverá ser feita pela própria entidade desportiva. SIM x x SIM x x NÃO NÃO x x SIM NÃO x x x x x x x x . ou seja.

00 TOTAL GERAL .00 Custos de consultoria – 25. pois.000.00 TOTAL GERAL DO PROJETO: R$ 525. por exemplo.000. x x x x ESPORTE DE RENDIMENTO – 5% Custo Total do Projeto .000 ESPORTE DE PARTICIPAÇÃO – 7% Custo Total do Projeto – 500. Os percentuais dedicados a estas atividades se encontram muito distantes da prática de mercado. cartazes e faixas. além de outras vedações existentes na Lei. desde que devidamente justificada sua necessidade no projeto. também se limita a remuneração dos profissionais responsáveis pela Elaboração e Captação de Recursos. se a entidade não tem condições de executar. independentemente do valor do projeto.000.00 Custos de consultoria 50.’ Cobrança de taxa ou mensalidade dos beneficiários do projeto Para os projetos que prevêem a prática de atividade regular desportiva não será admitida a cobrança de valores dos beneficiários.35. .000 ESPORTE EDUCACIONAL –10% Custo Total do Projeto . Projeto desenvolvido em circuito privado e que apresente comprovada capacidade de atrair investimentos. tais como folhetos. pretende o Ministério do Esporte que a própria entidade elabore seu projeto e saia à procura dos incentivos necessários para sua execução. Assim.00.000.Estas participações reduzidas ainda estão limitadas a R$ 100.550. Agora. DESPESAS COM ELABORAÇÃO DO PROJETO E CAPTAÇÃO DE RECURSOS / CONSULTORIA. para tal.7 Só é permitida a publicidade para fins institucionais. aquelas voltadas á divulgação de projeto pelo site ou com informações sobre abertura de inscrições.00 LIMITES DE PAGAMENTO . A Lei Federal de Incentivo Esporte foi pensada de forma que a entidade seja a idealizadora.000. como se afirmou. ela pode contratar um profissional.000 Custos de consultoria .500.000. como.000.00 TOTAL GERAL : R$ 535. gestora e captadora de recursos do projeto desportivo.500.

o proponente deverá juntar ao formulário impresso toda a documentação obrigatória elencada no Decreto 6. de segunda a sexta-feira. 5. 3. 4º e 5º. todas relativas ao proponente. Térreo. metas qualitativas e quantitativas e plano de aplicação dos recursos.É o envio da documentação relativa aos projetos desportivos ou paradesportivos para Ministério do Esporte. Terceiro Passo . cronograma de execução física e financeira. Descrição do projeto contendo justificativa.É o preenchimento dos formulários disponibilizados no site do Ministério do Esporte. Setor de Protocolo. 6.RG dos diretores ou responsáveis legais. Comprovação de funcionamento do proponente há. objetivos. Ao finalizar as operações no SLIE. deve-se encaminhá-la ao endereço com AR. . no mínimo. com a indicação da manifestação desportiva.SLIE em aberto.CPF e do documento Registro Geral . Comprovação da capacidade técnico-operativa do proponente. em seus arts. Cópias autenticadas do CNPJ. Bloco A. conforme dispuser o Ministério do Esporte. 9º e 10º e a Portaria nº 120 de 03 de julho de 2009.O primeiro procedimento para a apresentação dos projetos é o cadastramento. CEP 70054-906. das 9 às 17h. um ano. Brasília/Distrito Federal. do Cadastro de Pessoa Física . Orçamento analítico e comprovação de que os preços orçados são compatíveis com os praticados no mercado ou enquadrados nos parâmetros estabelecidos pelo Ministério do Esporte. Pedido de avaliação do projeto dirigido à Comissão Técnica. da ata da assembléia que empossou a atual diretoria. os proponentes deverão efetuar logoff.8 INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE A APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DO GOVERNO Solicitamos aos proponenentes que não trabalhem simultaneamente com mais de uma janela do Sistema da Lei de Incentivo ao Esporte . Nos casos de construção ou reforma de imóvel. do estatuto e das respectivas alterações. Primeiro Passo . 2. com a apresentação de 03 orçamentos. situado na Esplanada dos Ministérios. 7. No caso de remessa da documentação por correio. comprovação de pleno exercício dos poderes inerentes à propriedade do respectivo imóvel ou da posse.180 de 03 de agosto de 2007. estratégias de ação. em seus art. O segundo passo . Após o preenchimento e impressão. 4. sendo: 1.

o profissional pode apoiar nesta técnica. pois seu envolvimento futuro nos trabalhos será motivado pelas visões compartilhadas nesta primeira etapa.SP CEP: 09550-050/Fone: (13)7808-9370 Local (is) de execução do projeto: III. depois preencher cadastramento no site http://www. O primeiro passo é ter o projeto no papel. com poucas modificações .CADASTRO Proponente CNPJ Endereço Telefone (DDD): Nome do Titular ou Responsável Legal do Proponente II. para desenvolver quaisquer outros projetos.9 A DESCRIÇÃO TÉCNICA DO PROJETO Como começar a elaboração de um Projeto? O trabalho começa pelo “coração” do projeto: a definição concreta do objeto de trabalho. os objetivos que se tem e uma visão clara dos problemas que se quer resolver com a realização da idéia.263. os propósitos. Goiás 3400 Barcelona .esporte. o O segundo passo é o preenchimento dos formulários a seguir disponibilizados no site da LIE (Lei de Incentivos ao Esporte) I .223/0001-90 AV. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título: Manifestação Desportiva Modalidade(s) do projeto: LIGA ESPORTIVA UNIVERSITÁRIA PAULISTA 07. Estados e iniciativa privada e parcerias. 3400 (11)4226-8317 Nilson Ribeiro Torneio Universitário Paulista Participação Basquetebol Futsal Handebol Voleibol São Caetano do Sul Av. GOIÁS.gov. É importante discutir a idéia central da proposta desde o início com todas as pessoas interessadas. ajustar tudo. Para isso será necessário encontros ou reuniões do grupo de trabalho envolvido. Mesmo ainda não sendo um projeto oficial.br/leiIncentivoEsporte. para Prefeituras. PERÍODO DE EXECUÇÃO PREVISTO: DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO Duração: 8 meses .

a sua devida adequação à manifestação desportiva citada (art. Qtd: 0 . para efeito dos benefícios de que tratam a Lei nº 11. Por meio deste projeto. OBJETIVOS (Indique os objetivos do projeto.10 IV. pretendemos integrar pessoas.180/07. isto é. sem estar em manuscrito.438/06 e o Decreto nº 6. As páginas destes formulários deverão estar rubricadas pelo titular ou responsável legal do proponente. desenvolvendo uma competição universitária em várias modalidades desportivas.(0 a 12 anos). tanto no masculino quanto no feminino.180/07).500 participantes da classe universitária da região da grande São Paulo.Crianças .Adolescentes . 4º. Beneficiário Direto: 3500 Beneficiário Indireto: 0 Total de Beneficiário(s): 3500 PEDIDO DE AVALIAÇÃO Solicitamos que o presente projeto seja analisado e aprovado. . do público que será diretamente beneficiado pelo projeto. apenas grampeado. em 1 (uma) via impressa com legibilidade. ________________________________________________ Assinatura do Titular ou Responsável Legal do Proponente ATENÇÃO: O projeto deverá ser apresentado utilizando obrigatoriamente estes formulários. sem encadernar. sob supervisão de profissionais de educação física.(10 a 18 anos). bem como os resultados esperados).180/07).acompanhado dos documentos mínimos exigidos para a fase de avaliação (artigo 9º.Adultos .(a partir de 60 anos). a delimitação e especificação. ___/___/___.Decreto nº 6. o que se deseja realizar. Decreto nº 6.Idosos . se possível. BREVE DESCRIÇÃO DO PÚBLICO BENEFICIÁRIO Público Alvo Qtd: 0 . Qtd: 0 .(18 a 59 anos). com ingresso gratuito para a comunidade em geral que poderá admirar diferentes disputas desportivas e acompanhar o campeonato que terá duração de cerca de oito meses. Local/data: ______________. O público alvo diretamente beneficiado será de 3. Os jogos serão praticados em ginásios. Qtd: 3500 . V.

A adequação desportiva está contida no art.11 Indiretamente beneficiaremos os apaixonados por disputas de modalidades desportivas não profissionais. que têm o intuito de participar ativamente do convívio social. Com isso. Entretanto. são corredores anônimos que se utilizam de parques públicos para suas atividades. seja do público que admira esse tipo de confraternização desportiva. inúmeros são os adeptos de práticas desportivas. esperamos despertar o interesse e conscientização dos participantes e do público. sua importância para o desenvolvimento do esporte no País e/ou na região geográfica de execução e justifique a conveniência de utilização de apoio financeiro com recursos incentivados de que trata a Lei nº 11. Incentivaremos por intermédio do som local que as torcidas se confraternizem umas com as outras e tornem o evento agradável aos jogadores e todo público presente. A ativação deste projeto fortalecerá a integração social e despertará uma noção mais efetiva da importância da prática de atividades físicas e desportivas para garantia de melhor qualidade de vida e saúde. para que possam utilizar o formato em suas regiões disseminando a prática de atividade desportiva de participação às suas comunidades locais. 4º. temos a garantia de um direito social e a propagação de valores relacionados ao estilo de vida saudável. o que promoverá sua integração em várias modalidades desportivas. Este projeto proporcionará que uma boa camada de estudantes universitários possa sentir o prazer de participar de disputas com outros colegas de universidades. Incentivaremos toda platéia para que depositem o lixo que produzirem em cestas de coleta contidas nos ginásios onde se desenvolverão as competições. do Decreto 6. II. educação e preservação do meio ambiente. . JUSTIFICATIVA (Por que se propõe o projeto. Pretendemos divulgar o andamento do Torneio e os resultados finais às diferentes ligas universitárias do país. seja de torcedores de universidades.180/07. na maioria. VI. pois integraremos pessoas praticantes de atividades esportivas. sobre a importância da prática de atividades físicas e desportivas com regularidade como elemento fundamental à manutenção de boas condições de saúde e melhor qualidade de vida. promovendo a saúde.438/06). Importante ressaltar que na região da grande São Paulo. Como resultados. Todos os dados referentes às disputas serão armazenados para posterior divulgação nos jornais das universidades e para o Ministério do Esporte.

uniformes tornam inviável a organização de torneio com essa complexidade. Handebol e Basquetebol. Futsal e Handebol. METAS QUALITATIVAS E QUANTITATIVAS (Indique as metas previstas. os reflexos em outros públicos ou regiões do País).Difundir o desporto de participação como elemento fundamental à integração das pessoas. se existirem. .12 A importância de apoio financeiro de recursos incentivados se dá pelos altos custos que um evento dessa grandeza. proporcionando espetáculo tanto nas quadras. custos de aluguel de ginásios. Quanto a reflexos em outros públicos podemos destacar amantes de esporte não profissional que freqüentam arquibancadas de ginásios desportivos e torcedores das universidades. no final. -Totalizaremos.Voleibol. Todos os dados referentes ao público e resultados dos jogos serão armazenados para posterior divulgação à imprensa em ao Ministério do Esporte. . com o benefício da Lei de Incentivo ao Esporte conseguiremos executar um dos melhores torneios universitários do país.Oferecimento de evento organizado com disputas desportivas nas modalidades Futsal. . A tabela dos jogos consta no anexo com os demais documentos VII. Metas Quantitativas: Metas Quantitativas: -Ofereceremos em cada modalidade 96 partidas no masculino e no feminino. forma de comprovação de alcance de metas. Metas Qualitativas: Metas Qualitativas: .Pretendemos com o andamento do evento. As taxas de arbitragem. com 384 disputas masculinas e femininas de Voleibol. Basquetebol. O público diretamente beneficiado será de cerca de 3. . relacionadas ao público diretamente beneficiado pelo projeto e.Incentivar pessoas à mudança de hábitos para que pratiquem atividades desportivas visando melhor qualidade de vida. de qualidade e quantidade. quanto nas arquibancadas. aumentar gradativamente o público presente nos ginásios.500 desportistas participantes. com jogos tanto no masculino quanto no feminino. Porém.

3 .PLEITO EFEITO DA LEI 11.438/06: 4.Serviços médicos e de primeiros socorros para todas as partidas que serão disputas. descreva-as e explique como pretende desenvolvêlas.1 . coordenador técnico e delegados de partida que trabalharão em conjunto para o bom andamento das disputas 5 .Aquisição de material esportivo de consumo para utilização nas disputas. enumere-as.1 . agasalhos e shorts para todos os profissionais que trabalharão no evento (Coordenador Geral.1 . onde se realizarão os jogos.Aquisição de medalhas e troféus para premiação de jogadores e equipes classificadas.180/07) e contratação de serviços destinados à elaboração de projetos desportivos/paradesportivos ou à captação de recursos (art.EQUIPAMENTO MÉDICO/FISIOTERAPIA .3 .438/06: 3.7 . Denomine-as.Contratação de coordenador geral.438/06: 6. um para cada modalidade que serão utilizados nas disputas do torneio.1 / 6. / 4.RECURSOS HUMANOS .PLEITO EFEITO DA LEI 11.2 / 2. do Decreto nº 6. 21 da Portaria/ME nº 177 de 11/09/07). 2 – MATERIAL DE CONSUMO/ESPORTIVO .Locação de Ginásios.UNIFORMES .PLEITO EFEITO DA LEI 11.Aquisição de 04 placares eletrônicos.438/06: 2. 6 .438/06: 7.PLEITO EFEITO DA LEI 11.438/06: 1. caso necessárias à execução do projeto.MATERIAL/PREMIAÇÃO .PLEITO EFEITO DA LEI 11. .PLEITO EFEITO DA LEI 11. ESTRATÉGIAS DE AÇÃO: (Divida o projeto em grupos de iniciativas que serão as ações necessárias para atingir o(s) objetivo(s) desejado(s). com atendimento também para o público se houver necessidade.LOCAÇÃO DE ESPAÇOS .ATIVIDADE FIM . com as respectivas denominações de Despesas Administrativas e Serviços de (Produção) Atividade(s) Fim: 1 . 3 .1 / 3.13 VIII. 4 .438/06: 5. As ações de despesas administrativas (art. do Decreto nº 6. 12.PLEITO EFEITO DA LEI 11.180/07 c/c art. Coordenador Técnico e os Delegados de Partida) 7 .MATERIAL PERMANENTE/EQUIPAMENTO . 11. um para cada modalidade.Aquisição de camisetas. deverão ser especificadas separadamente.3 .

detalhe no formulário X) VALOR PLEITEADO PARA EFEITO DA LEI 11.35 (*) Recursos da Administração Direta ou Indireta de Prefeituras.00 0.009. Governos Estaduais ou do Distrito Federal. detalhe no formulário X) Recursos Públicos (*) (se houver. contendo dois árbitros.35 594.art. detalhe no formulário X) Outros incentivos fiscais (**) (se houver. RESUMO DAS FONTES DE RECURSOS PARA O FINANCIAMENTO DO PROJETO (Nesse formulário o proponente deverá citar todas as previsões de receitas e apoios. economicamente mensuráveis. envolvidos na execução do projeto. Estaduais. (*****) O cronograma de execução física e financeira e o orçamento analítico (formulários XI.1 . .14 8 . envolvidos na execução do projeto . Atividade(s) Meio: IX.00 594. cuja fonte não seja nenhuma das citadas anteriormente.00 0. Decreto nº 6. Municipais ou Distrito Federal.Taxas de arbitragem para realização do evento. um anotador e um cronometrista para cada modalidade. 14. (****) Receitas eventualmente geradas com a execução do projeto.009.00 0.438/06 (*****) TOTAL GERAL VALOR (R$) 0. detalhe no formulário X) Receitas Previstas (****) (se houver.TAXAS/INSCRIÇÕES . deverão ser elaborados com base no valor pleiteado para efeito dos benefícios que trata a Lei nº 11.00 0. Observação: O custeio das ações no valor pleiteado para efeito dos benefícios da Lei nº 11.438/06.438/06. detalhe no formulário X) Outros recursos (***) (se houver. (***) Outros recursos envolvidos na execução do projeto. (**) Outros incentivos fiscais previstos em Leis Federais.180/07).438/06: 8. FONTES Recursos Próprios (se houver.PLEITO EFEITO DA LEI 11. não poderá estar duplicado nas outras fontes de recursos. XII e XIII).

XI.532. em que.15 X. Outros recursos 5.1 Recurso(s) Próprios VALOR (R$) 1.236. DETALHE AS INFORMAÇÕES DO FORMULÁRIO IX FONTES ORIGEM DO FINALIDADE (**) RECURSO (*) ATIVIDADE(S) FIM 1.000.00 .827.56 4 Recursos Humanos .64 3 Material/Premiação 8 meses 6. no projeto proposto.00 5 Material Permanente/Equipamento 8 meses 90.600.Atividade Fim 8 meses 144. Outros Incentivos Fiscais 4. Recursos Próprios 2. Receitas Previstas (*) Detalhe a origem de cada fonte (se existir) (**) Indique para cada origem. Outros Incentivos Fiscais 4. Receitas Previstas ATIVIDADE(S) MEIO 1. Recursos Públicos 3.00 2 Material de Consumo/Esportivo 8 meses 19. Recursos Públicos 3. Recursos Próprios 2. será gasto o valor previsto. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO FÍSICA E FINANCEIRA ATIVIDADE(S) FIM PERÍODO DE EXECUÇÃO AÇÃO Nº 1 DENOMINAÇÃO DA AÇÃO(*) Equipamento Médico/Fisioterapia INÍCIO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DURAÇÃO VALOR ESTIMADO POR AÇÃO (R$) 8 meses 166. Outros recursos 5.

necessários à execução do projeto.15 Porcentagem: 5.160.723.35 (*) As ações aqui descritas deverão ser as mesmas identificadas no formulário VIII XII. Unidade Duração Valor Unitário Total ATIVIDADE(S) FIM Item 1 Detalhamento Equipamento Médico/Fisioterapia Assistência médica Assistência médica composta de profissionais qualificados e ambulâncias para atendimentos nos eventos Bolas tipo H2L Suécia para usar nos jogos das equipes femininas de handebol Bolas tipo H3L Suécia para usar nos jogos das equipes masculinas de handebol 14.940.00 8 meses 4.00 Unidad e 114.detalhe aqui os itens de despesa.80 .286.828.1 Material de Consumo/Esportivo Bolas H2L 16.1 2 2.00 Serviço 11.723.00 565.900. N° Detalhamento ações Quant. por ação.00% TOTAL GERAL 594. Orçamento Analítico .200.16 6 Uniformes 7 Locação de espaços 8 Taxas/Inscrições DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO 8 meses 19.009.30 1.2 Bolas H3L handebol 16 Unidade - 121.20 Valor na Etapa 3: 28.00 1.27 1.20 0.600.167.00 166.32 2.00 TOTAL ATIVIDADE FIM TOTAL ATIVIDADE MEIO TOTAL ATIVIDADE MEIO + ATIVIDADE FIM ELABORAÇÃO E CAPTAÇÃO DE RECURSOS 565.00 8 meses 115. dando as especificações orçamentárias necessárias.

954.1 Material/Premiação Medalhas oficiais Medalhas oficiais para todos os atletas das equipes (1° ao 4°lugar) de todas as modalidades .Atividade Fim Coordenador Geral Coordenará todo o evento .3 Troféus oficiais 32 Unidade 54. para diferenciar as equipes nos jogos 32 Unidade - 127.469.2 Coordenador Técnico 4 Pessoa(s) 8 1.3 Bolas Max 1000 futsal Bolas pró 6. sendo série ouro e série prata (1° ao 4° lugar) 512 Unidade 5. será o profissional encarregado de acompanhar a modalidade especifica zelando pelo bom andamento dos jogos 1 Pessoa(s) 8 4.4 2.34 2.63 4.888.77 2.500.084.00 .4 basquete 2.7 Coletes para treino Bolas tipo Max 1000 para usar nos jogos de futsal Bolas tipo 6.00 1.414. Física com experiência em organizações de eventos Serão um para cada modalidade.00 3 3. artilheiro e cestinha para todas as modalidades do evento Troféus oficiais para todas as modalidades por equipes.4 basquete 2.5 Bolas pró 6. professor de ed.24 3.84 32 Unidade 59.000.00 4.00 48.16 32 Unidade - 137.24 2.114.4 para usar nos jogos das equipes femininas de basquete Bolas tipo 7.000.97 1.34 2.08 16 Unidade - 154.0 voleibol 2.6 Bolas pró 7.2 Troféus atletas 42 Unidade 50.94 4.0 profissional para usar nos jogos das equipes de voleibol Bolas tipo 6.4 para usar nos jogos das equipes masculinas de basquete Jogos de coletes com 10 peças cada. Futsal 136 Handebol 136 Voleibol 120 Troféus para melhor atleta.44 16 Unidade - 163.04 4 4. Basquete 120.1 Recursos Humanos .759.17 2.00 4.28 3.611.000.

00 Unidade 8 130.00 TOTAL ATIVIDADE(s) FIM ATIVIDADE (s) MEIO Item Detalhamento TOTAL ATIVIDADE(s) MEIO TOTAL ATIVIDADE MEIO + ATIVIDADE FIM ELABORAÇÃO E CAPTAÇÃO DE RECURSOS 565.723.00 5 5. pra todos os profissionais do evento. Shorts em tactel preto com bolso bordado.532.000. para todos os profissionais do evento Locação dos ginásio para realização dos jogos 50.00 4.20 0.20 Porcentagem 5% Valor na Etapa 3 28.00 565.3 Shorts 50. um para cada modalidade 4. 1 anotador e 1 cronometrista) 384.00 Taxas 1 300.00 Unidade - 46.00 90.00 8 8.1 Material Permanente/Equipamento Placar eletrônico Placar eletrônico esportivo para auxiliara na arbitragem do evento.67 14.633.160.3 Delegados de Partida Serão 4 delegados por modalidade.00 2.1 Locação de espaço Locação do ginásio 4.286.333.723. Sendo eles estudantes de Ed.18 4.00 64. Física necessários para auxiliar em todos os jogos das modalidades previstas no evento 16 Pessoa(s) 8 500.00 7 7.67 2.00 6 6.1 Taxas/Inscrições Arbitragem Necessário 4 árbitros por modalidade (02 árbitros.00 Unidade 290.300.15 TOTAL GERAL 594.00 Unidade 22.35 .009.00 115.50 6.533.50 6.00 Unidade - 46.200.2 Camisetas 50.1 Uniformes Agasalhos Agasalhos em tactel preto (calça e blusão) para todos os profissionais do evento Camisetas em malha branca com mangas vermelhas .

. necessários à execução do projeto.detalhe aqui os itens de despesa. Orçamento Analítico . artigo 9º do Decreto nº 6.(**) Todos os valores aqui citados deverão ter a comprovação de preço conforme determina o Inciso IV. dando as especificações orçamentárias necessárias Veja que aqui são os mesmos dados do item XII.19 (*) Indique todos os itens citados no formulário XII. por ordem alfabética. a diferença é que tem que aparecer os itens de despesas em ordem ALFABÉTICA. XIII.180/07.

de segunda a sexta-feira. Bloco "A". Orçamento analítico e comprovação de que os preços orçados são compatíveis com os praticados no mercado ou enquadrados nos parâmetros estabelecidos pelo Ministério do Esporte. deve-se encaminhá-la ao endereço com AR. comprovação de pleno exercício dos poderes inerentes à propriedade do respectivo imóvel ou da posse. onde deverão instruir os projetos . Cópia autenticada do CNPJ Cópia autenticada do Estatuto com alterações Cópia autenticada da ata da assembléia que empossou a atual diretoria Cópia autenticada do CPF e . os casos de construção ou reforma de imóvel.180/07). todas relativas ao proponente. em 1 (uma) via impressa com legibilidade. metas qualitativas e quantitativas e plano de aplicação dos recursos. Térreo. Comprovação da posse direta ou indireta dos imóveis a serem construídos ou reformados. apenas grampeado. No caso de remessa da documentação por correio. Descrição do projeto contendo justificativa. Setor de Protocolo. objetivos. situado na Esplanada dos Ministérios. sem encadernar. das 9h às 17h. cronograma de execução física e financeira. . ATENÇÃO: O projeto deverá ser apresentado utilizando obrigatoriamente estes formulários. no mínimo.RG dos diretores ou responsáveis legais.acompanhado dos documentos mínimos exigidos para a fase de avaliação (artigo 9º. Brasília/DF. CEP 70054-900. conforme dispuser o Ministério do Esporte. sem estar em manuscrito.Decreto nº 6. o projeto deve ser protocolado no Ministério do Esporte. um ano. estratégias de ação. As páginas destes formulários deverão estar rubricadas pelo titular ou responsável legal do proponente.20 PROTOCOLO DO PROJETO Quando pronto. com a apresentação de 03 orçamentos. DOCUMENTAÇÃO PARA REMESSA / CHECK LIST SIM NÃO Formulários obrigatórios que deverão ser preenchidos pela plataforma online. Comprovação de que os preços orçados são compatíveis com o mercado Comprovação da capacidade técnico-operativa da proponete Comprovação de funcionamento do proponente.

21 CERTIDÕES NEGATIVAS EXIGIDAS ./ CHECK LIST FGTS – CRF INSS Certidão de Tributos Federais (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional Tributos Estaduais Tributos Municipais .

mediante doações ou patrocínios. Pg. das respectivas regularidades fiscais e tributarias nas esferas federal. pelo proponente de projeto desportivo aprovado. nos termos e prazos expressos.357. instituída pela Portaria nº 30 de 20 de fevereiro de 2009 e Portaria nº 172 de 28 de setembro de 2009. nos termos do parágrafo único do art. estadual e municipal.gov.jsp Confira a aprovação do projeto no Diário Oficial da União.26 Dados Bancários: Banco do Brasil Agencia nº: 0503 DV: 7 Conta Corrente (Bloqueada) Vinculada nº 76689-5 Período de Captação: da data de publicação ate 31/05/2011.751. de que trata a Lei nº 11.002052/2009-40 Proponente: Associação Esportiva e Cultural Forrobol Esporte e Arte Titulo: Futebol de Base Forrobol Villa Nova 2010 Registro/ ME: 02MG033272008 Manifestação Desportiva: Desporto de Rendimento CNPJ: 08. .180 de 3 de agosto de 2007 decide: Art. Mais informações: http://www. Diário Oficial da União (DOU) de 21/05/2010 SECRETARIA EXECUTIVA DELIBERAÇÃO N 111. 06/04/2010 e 04/05/2010 e na reunião extraordinária realizada em 11/12/2009. aprovados na reunião ordinária realizada em 02/02/2010. RICARDO CAPPELLI ANEXO I 1 .516/0001-80 Cidade: Belo Horizonte . relacionados no Anexo I. Art. para os efeitos da Lei nº 11. b) a comprovação. para os projetos desportivos relacionados no Anexo I. 02/03/2010.438 de 2006 e do Decreto nº 6.Processo: 58701.UF: MG Valor aprovado para captação: R$ 1. 27 do Decreto nº 6. a aprovação dos projetos desportivos relacionados no Anexo I.br/leiIncentivoEsporte/default. 164. 02/03/2010. 3º Esta deliberação entra em vigor na data de sua publicação. 06/04/2010 e 04/05/2010 e na reunião extraordinária realizada em 11/12/2009. DE 20 DE MAIO DE 2010 Da publicidade aos projetos desportivos.22 APROVAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROJETO O acompanhamento do projeto deve ser feito através do site da SLIE. 1º Tornar publica.438 de 29 de dezembro de 2006. 2º Autorizar a captação de recursos. A COMISSAO TECNICA VINCULADA AO MINISTERIO DO ESPORTE.esporte. Art.180 de 2007. Seção 1.786. considerando: a) a aprovação dos projetos desportivos aprovados na reunião ordinária realizada em 02/02/2010.

23 PARÂMETROS PARA ANÁLISE DOS PROJETOS PELO GOVERNO Não concentração: – Por proponente. . Capacidade técnica operativa do proponente. • Projetos cujo objeto seja relacionado ao calendário oficial das entidades de administração do desporto. e. • Atendimento prioritário a comunidades em situação de vulnerabilidade social. – Por modalidade e manifestação desportiva. • Inexistência de outros apoios ao projeto Terão direito a tramitação prioritária  Projetos acompanhados de declaração de patrocínio. – Por regiões geográficas nacionais.

 Metas subjetivas e/ou não mensuráveis RELACIONADOS A OUTROS CASOS  Ausência de anexos (Fluxos de execução)  Bens permanentes sem explicação do uso continuado após o término do projeto .24 MOTIVOS PARA REJEIÇÃO DO PROJETO RELACIONADOS AO PROPONENTE  Falta de documentação.D. cópia autenticada do RG e do CPF responsável da entidade  Incapacidade técnico-operativa  Incoerência entre expertise e o projeto RELACIONADOS AO ORÇAMENTO  Ausência de memória de cálculos  Ausência dos 3 orçamentos das atividades de fim e do meio dos itens  Indicação de marcas para execução  Falta comprovação de que os preços orçados estão compatíveis com os praticados no mercado na planilha XII RELACIONADOS AOS FORMULÁRIOS  Falta de clareza do objetivo proposto  Incoerência entre nomenclatura e M.

e.  Ainda quanto à proposta metodológica. indicando as memórias de cálculo utilizadas para as totalizações dos valores. bem como o critério de seleção e ingressos dos participantes. uma vez que a escolha das sedes. Detalhar também para as ações complementares. com a indicação das formas de contratação. fornecimentos de alimentação.. em cada pólo do projeto. perfis e atribuições dos profissionais. . onde serão desenvolvidas as atividades. IX e X. regime e jornadas de trabalho. IBGE. divisão de faixas etárias.  Apresentar o detalhamento de todos os recursos já disponibilizados ao projeto. Estatística de órgãos locais). entre outros. materiais esportivos. com a devida comprovação da autorização de uso. equipamentos.  Apresentar detalhamento das instalações físicas (para todas as sedes) onde serão desenvolvidas as atividades. IDH-E. deve ser fundamentada na real existência de espaço adequado.  Detalhar adequadamente os módulos e fundamentos que serão trabalhados no “Curso preparatório aos professores escolhidos para trabalhar no projeto”. não permite o enquadramento na manifestação de esporte educacional. com o respectivo aporte de pessoal. encontros).25 DISFUNÇÕES MAIS FREQÜENTES DILIGÊNCIAS TÉCNICAS Desporto Educacional – Erros mais comuns  A proposta não está orientada ao atendimento de escolares. utilizando os formulários padrão VIII. números de alunos por turma. indicando as cargas horárias. portanto. festivais. explicitando todas as atividades que os beneficiados desenvolverão. a freqüência semanal. conceitos e formas de aplicação e realização das atividades. (recursos próprios e outras fontes) como recursos de pessoal. as grades horárias.  Esclarecer a metodologia empregada e o cronograma de atividades (aulas. apresentar as formas de avaliação e os instrumentos de verificação do alcance de todas as metas indicadas no formulário VII – Metas Qualitativas e Quantitativas. pelo gestor do espaço.  Detalhar no formulário IV JUSTIFICATIVA.  Detalhar o aporte de recursos de pessoal ao projeto. duração das aulas. os indicadores sociais específicos referentes ás localidades (IDH. quando cabíveis. cursos. Importante detalhar para todas as atividades permanentes e regulares que serão desenvolvidas junto ao público alvo.

 Pouco detalhamento de alguns Projetos dificultando a análise  Pouca clareza nos cronogramas de atividades.  Grande diversidade de pleitos para amplitude do tema “Desporto de Participação”.Erros mais comuns            Falta de consistência no objetivo do Projeto. Desporto de Participação . na escala e natureza dos objetivos e metas que se pretende alcançar. que comprovem as condições do proponente para executar a proposta.  Desporto de Rendimento . descritivos de capacidade instalada (organização administrativa). Memória de cálculo das despesas do projeto.Erros mais comuns  Falta de clareza no momento de definir a manifestação desportiva. Dificuldade de demonstrar a manifestação pretendida. Arredondamento de valores. Indicação de marcas para aquisição de produtos . por não demonstrar claramente a experiência administrativa e operacional da entidade na realização de programas e projetos. Cronograma de atividades. Seleção dos participantes/atletas. criando critérios muito diversificados para a análise.  Solicitação de bens permanentes sem explicitação do uso continuado do bem para os próximos anos após o término do projeto. Discriminação das ações. Perfil da equipe técnica.26  a documentação apresentada para comprovação da capacidade técnico operativa não oferece elementos para uma avaliação conclusiva. sendo muitas vezes de alto rendimento.  Limitar os itens solicitados que realmente visam garantir a “inclusão social pelo esporte”.  Objetivo do Projeto difuso para enquadrar no esporte de participação.  Problemas na apresentação das despesas administrativas. Portanto é necessária a apresentação de relatórios sobre a realização de serviços regulares. Metodologia das atividades. Cronograma de eventos.

Jurídico e Contábil Phone:+55 (31) 3224-9155 / Mobile:+55 (31) 9171-4038 Nextel Id : 85*31766 / +55 (31) 7818-4768 E-mail / MSN: consultor@unimasterfutebol.br Tem ocupado nos últimos cargos de direção e consultoria de várias entidades esportivas do Brasil É defensor militante da profissionalização da Gestão de clubes desportivos. Bom Estudo! Atenciosamente . Desejamos a você um ótimo aprendizado e um excelente desenvolvimento profissional. Consultor e Palestrante Experiência na apresentação. condução de palestras.com.com.Inglês e espanhol Sócio-Fundador e editor do portal : www. tais como Coca-cola.br www.27 BIBLIOGRAFIA    Lei de incentivo n° 11.180/2007 Portaria 120/2009 COORDENADOR NILSON RIBEIRO . Sankyu.unimasterfutebol. workshops e treinamentos a executivos Perfil multi-especialista com significativa experiências nas áreas de Controladoria e Planejamento Ex. Especialista em Gestão Esportiva com ênfase no Futebol.Consultor Esportivo.com.438/2006 Decreto 6.unimasterfutebol. EUPEC e Mannesmann Membro do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo (IBDD) Membro do Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros (IBEF) Intercâmbio e vivência no exterior . Advogado e Pós Graduado em Direito Desportivo. Contador. pela Faculdade Trevisan Especialista em Controladoria e Finanças pela UFMG Autor de diversos artigos publicados em periódicos na área esportiva Professor Universitário. Usiminas.br               Administrador de Empresas. Executivo em grandes empresas.