SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

PRÉ - PROJETO

MILTON PEDROSA

Trabalho apresentado ao Curso GESTÃO AMBIENTAL da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina Estágio Curricular.

MURIAÉ 2011

PRÉ-PROJETO TÍTULO GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EM MINAS GERAIS (MG) .

No entanto. Portanto. Antes. dos detritos lançados em mananciais. economista do século XIX. Para que isso se concretize é preciso consolidar os comitês e as agências de bacia. de David Ricardo. ou seja. mas falta o principal. A citação abaixo demonstra isso: “Nada é mais comum que ouvir falar das vantagens que a terra possui sobre qualquer outra fonte de produção. Com o passar do tempo surgiu também o problema da escassez quantitativa. Hoje. que é a implementação da tríade incitação financeira participação descentralizada e reversão de recursos em obras.1. Isso é muito importante. de fato. os instrumentos mais utilizados para controlar o problema da água são a cobrança pelo uso (retirada) e o direito de uso (outorga). A origem teórica do instrumento de cobrança está no livro Princípios da Economia Política e da Tributação. é da implementação imediata de um sistema nacional de gestão dos recursos hídricos.0 . cada uma ficaria com 5%. O que precisamos. Se repartíssemos os 20% restantes pelas demais regiões. 80% está na região amazônica. é preciso haver um plano de gestão adequado para esse recurso natural. A generalização do raciocínio da renda estática para os demais recursos naturais já constava na discussão sobre a determinação da renda da terra que ele fez em sua obra. Desse percentual. Isso é essencial para a sustentabilidade do sistema. vai faltar água.Introdução: O Brasil detém aproximadamente 8% de toda a água doce do mundo.Vários setores da sociedade argumentam pela consciência ou pela educação ambiental. a problemática dos recursos hídricos se restringia ao problema da poluição qualitativa. devido ao excedente que proporciona sob a forma de renda. O próprio País age de maneira pouco significativa para mitigar o problema. principalmente nos estados das regiões Sul e Sudeste. mas não é tudo. quando a terra é muito . sem medidas bem planejadas. Logo. O autor falou desse problema com mais de um século de antecedência.

se pudessem ser apreendidas e se cada qualidade existisse apenas em quantidade moderada.) Se o ar. Ao não serem mais bens livres. Dessa forma. a água. A gestão integrada dos recursos hídricos é tida como a forma eficiente de dirimir conflitos e racionalizar o uso. o processo torna-se eficiente. Cobrando esse preço. e (c) possibilidade de ser apropriado (possuir valor de troca).. Caso isso não seja feito. quer por problemas de degradação qualitativa (poluição). será necessário cobrar um preço sobre esse bem. Acontece que gerir de forma integrada requer a consideração de . como a terra. ao ser cobrada. De fato.” David Ricardo constata que os recursos naturais podem gerar renda devido a três motivos: (a) escassez. o cenário é bastante pessimista. e mais um pouco para ser usado em ações mitigadoras.. quer por problemas quantitativos (extração excessiva). passam a ser considerados bens econômicos. dariam origem a renda. então. Através desse instrumento. reverte para o Estado (o ativo “recursos hídricos” é um bem patrimonial estatal que faz jus a uma renda de escassez). quando qualquer recurso natural se tornar escasso. muito produtiva e fértil. que o cerne da questão é que. esses agentes. uma parcela da produção original das faixas mais férteis é destinada ao pagamento da renda. a renda não é dissipada (o que ocorreria no caso de livre acesso ao recurso) e. Somente quando suas forças diminuem. à medida que as diferentes qualidades fossem sendo utilizadas. (b) qualidades diferenciadas. e quando se obtém menor retorno com o trabalho. assim como a terra. as águas dos mananciais têm diminuído. É claro que. Nesse caso. no caso do ar e da água. Observa-se. existe o problema da apropriabilidade. com vistas conservação dos mesmos.abundante. os recursos naturais adquirem características semelhantes a qualquer outro ativo na economia. (. a apropriação é feita pela declaração de domínio estatal. a elasticidade do vapor e a pressão atmosférica tivessem diferentes qualidades. não produz renda alguma.

de Municípios. priorizava a utilização dos rios brasileiros para a produção de energia elétrica. sociais. Não valorizava os demais usos possíveis para a água. . 2005). ambientais. Assim. com a participação.) e o entendimento de uma série de disciplinas que. a valorização dos múltiplos usos da água .433 estabeleceu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). a gestão das águas delegada a comitês e conselhos de recursos hídricos. transporte e irrigação e o reconhecimento da água como bem econômico passível de ter a sua utilização cobrada. de 1934. Entre as inovações se destacam a adoção do conceito de bacia hidrográfica como unidade de gestão dos recursos hídricos.tais como abastecimento e saneamento público. O descaso com a gestão integrada dos recursos hídricos do País sempre foi uma característica da legislação brasileira. 2 – Justificativa: O compromisso com a gestão participativa e integrada da utilização dos recursos hídricos é uma variável de suma importância para promover o desenvolvimento equilibrado e harmônico com a preservação do meio ambiente. muitas das vezes deixando sequelas irreversíveis.uma gama de fatores (econômicos.Histórico Da "Lei De Águas" Em Minas Gerais A primeira lei sobre o assunto. o planejamento do uso e conservação dos recursos hídricos passa a ser efetuado com base na interdisciplinaridade (FAGANELLO. entrelaçadas permite tal gerenciamento integrado. o Código de Águas. Essa visão estreita só se alterou em 1997.1 . quando a Lei Federal nº 9. 1. usuários de recursos hídricos e da sociedade civil. Estabelecer critérios definidores para a utilização dos recursos hídricos é condição precípua para minimizar os efeitos que sua utilização inconsequente e descompromissada tem causado ao homem e ao meio ambiente. além da União e dos Estados. culturais etc. como o abastecimento público.

e com vista a assegurar a conservação desse bem à atual e as futuras gerações. a sociedade civil organizada. e diante do despertar das pessoas para a realidade. por prazo determinado. descrita pela Agência Nacional de Águas como: “o ato administrativo mediante o qual o poder público outorgante (União.Objetivos Geral O presente trabalho tem como objetivo geral criar uma base literária sobre a evolução da “Gestão Dos Recursos Hídricos Em Minas Gerais”. em que os recursos hídricos se encontram cada vez mais escassos. • Fazer uma abordagem dos métodos de gestão utilizados por esses órgãos. basilares da gestão ambiental. à lei de tutela das águas tem como um instrumento para viabilizar este dispositivo. cuja importância é indubitável para vida. de uso comum do povo. mantendo a necessária disponibilidade e qualidade adequada aos usos designados. Para tanto. Estado ou Distrito Federal) faculta ao outorgado (requerente) o direito de uso de recursos hídricos.Objetivo Específico • Demonstrar a importância da água e sua gestão para a humanidade.1 . através de pesquisa bibliográfica. 4 . surgiu o imperativo de que o uso das águas deve obedecer a regulamentos administrativos. a outorga de direito de uso. possui uma legislação ampla. o ordenamento jurídico brasileiro prever uma forma de gerenciamento das águas de maneira integrada e desse modo. nos termos e nas condições expressas no respectivo ato administrativo”.3 . impostos por que exerce o seu domínio. .Referencial Teórico Por se tratar a água de um bem de domínio publico. 3. atua junto ao Poder Público na Política de recursos hídricos. • Indicar quais são os órgãos competentes em MG para a gestão de seus recursos hídricos. Guiando-se pelos princípios da precaução e prevenção.

Todos estes elementos estarão sob risco caso a gestão das águas não se torne uma realidade e além da legislação eficaz. . para que de fato a lei cumpra o seu papel e. o direito de utilizar privativamente os recursos hídricos de certo manancial por prazo e pretensões anteriormente acordados. 5 . a garantia de alimentos e o desenvolvimento industrial e principalmente a vida. Hoje a escassêz e o desperdício são os fatores que mais dificultam a efetivação do desenvolvimento sustentável e a proteção ao meio ambiente. o Poder público cede ao interessado. dada à necessidade de se garantir o acesso à água por todos da coletividade. É preciso que o paradigma dos desperdícios seja quebrado e que a atividade humana esteja de acordo com os ditames jurídicos.A outorga possibilita a gestão descentralizada e participativa. A água é intrínseca a natureza da pessoa humana. posto que sejam crescentes as ameaças à saúde e ao bem estar. Assim. É preciso acabar com a falsa idéia de que a água é um bem inesgotável e partir daí percebe-se que deve haver a utilização racional e integrada dos recursos hídricos. semeando a cultura da utilização racional e do consumo sustentável. o direito fundamenta-se no instrumento de outorga. essencial ao controle do uso desenfreado desse recurso. de mãos dadas com a sociedade possibilite à viabilização do uso de recursos hídricos de forma equilibrada e.Considerações Finais Em virtude do que foi mencionado percebe-se a importância da gestão dos recursos hídricos como instrumento de proteção. comprometem seriamente a sua dignidade. sendo ainda um documento que assegurará o direito de uso das águas. sendo um meio garantidor da acessibilidade a este bem por todos da coletividade. há a necessidade de conscientizar a população do real valor das águas para suas vidas. e privação desta. sem restrições. Por meio dela. como também. como legalmente deve ser.

Serão utilizados a pesquisa documental de modo a facilitar as informações mais detalhadas dos órgãos competentes. geração de energia elétrica. em conformidade com a legislação e normas pertinentes.6 – Metodologia Para a realização do projeto em questão será realizado pesquisa bibliográfica com o intuito de analisar e comparar a evolução da questão da “Gestão Dos Recursos Hídricos Em Minas Gerais”. conservação da flora e da fauna. 6. configurando elemento insubstituível em diversas atividades humanas. desde que siga as normas impostas pela sua gestão imposta pelo órgão competente. como: abastecimento público. recreação e lazer. citados por diversos autores. crescimento de culturas agrícolas. além de manter o equilíbrio do meio ambiente". órgãos e outros. gerando inúmeros conflitos pelo uso da água. 2001). suprimento industrial. aliado ao acelerado crescimento populacional no mundo. Todos os seres vivos detêm o direito de usá-la. . tem causado em várias regiões a escassez desse importante recurso natural. líquido e gasoso. Em Minas Gerais. A gestão das águas pode ser definida como o conjunto de ações destinadas a regular o uso. O atributo notável é ser bem de múltiplos usos. esse problema atinge proporções relevantes. destinando-se aos mais diversos fins.1 – Gestão Das Águas Em MG A água é um mineral presente em toda a natureza. dessedentação de animais. o controle e a proteção dos recursos hídricos. nos estados sólido. "A água representa insumo fundamental à vida. O aumento pela demanda de água. A expansão agrícola em conjunto com a degradação da qualidade das águas representa os principais catalisadores desse processo de disputa. navegação. (SETTI.

gerir através do método da “Outorga” o direito do uso das águas subterrâneas ou superficiais. navegação. O instrumento da outorga é aplicado para ordenar e regularizar o uso da água. ou nos Diários Oficiais dos Estados ou Distrito Federal. também a possibilidade de usufruir desse bem incomensurável. A Outorga é uma autorização concedida pelo poder público. geração de energia elétrica. bem como para realizar o controle quantitativo e qualitativo desse recurso. assegurando ao usuário o efetivo exercício do direito de acesso à água. Estados ou Distrito Federal) faculta ao outorgado o uso de recurso hídrico. paisagismo.Outorga Como Instrumento De Gestão A Outorga de direito de uso ou interferência nos recursos hídricos é um dos instrumentos nos quais se baseia o sistema nacional de gestão dos recursos hídricos instituído pela Lei 9433. Porém. É o ato administrativo mediante o qual o Poder Público outorgante (União. O referido ato é publicado no Diário Oficial da União (caso da ANA). cabe ao IGAM. por prazo determinado.2 . lazer. 6. etc. A outorga é necessária porque água pode ser usada para diversas finalidades. gerando conflitos entre setores usuários. . irrigação. Nesse sentido. ou mesmo impactos ambientais. através de seu órgão responsável. como: abastecimento humano. gerir recursos hídricos é uma necessidade premente e tem por objetivo harmonizar as demandas observando o uso sustentável e os interesses socioeconômicos do país. indústria. muitas vezes esses usos podem ser concorrentes. preservação ambiental. estabelecendo as vazões ideais para o aqüífero. onde o outorgado é identificado e estão estabelecidas as características técnicas e as condicionantes legais do uso das águas que o mesmo está sendo autorizado a fazer. dessedentação animal. aos usuários públicos ou privados e tem como objetivos garantir a qualidade e a quantidade dos recursos hídricos e o efetivo exercício do direito de acesso à água.Com o objetivo de atenuar esses conflitos e promover a utilização racional dos recursos hídricos no Estado. nos termos e nas condições expressas no respectivo ato. garantindo à população à jusante.

A base institucional para a outorga contempla também os órgãos deliberativos do sistema de gestão de recursos hídricos (Conselhos e Comitês). • outros usos que alterem o regime. inciso I. através do respectivo órgão gestor. conforme o artigo 26. por exemplo). Assim. • aproveitamento dos potenciais hidrelétricos. que banhem mais de um estado e que sirvam de limite. em seu artigo 20.433 a emissão de outorga está condicionada às prioridades de uso estabelecidas nos Planos de Recursos Hídricos (Planos de Bacia) e ao respeito ao enquadramento qualitativo dos corpos de água. estabelece como sujeitos à outorga os seguintes usos: • derivação ou captação de água para consumo final ou insumo de produção. A lei estabelece ainda como usos que não sujeitos a outorga: . as agências de bacia. em seu artigo 11. • extração de água de aquífero subterrâneo para consumo final ou insumo de produção. as decisões quanto à outorga não são de competência exclusiva dos órgãos gestores. Entretanto. As águas superficiais que não se enquadram nesta categoria. em função da dominialidade do corpo hídrico objeto do uso pretendido. assim como as águas subterrâneas. são de dominialidade estadual. A Lei federal 9433. em seu inciso IV. e outras entidades intervenientes (órgãos ambientais.A Constituição de 1988. • lançamento em corpo de água de esgotos e resíduos líquidos ou gasosos. lagos e correntes de água em terrenos de domínio da União. a quantidade ou a qualidade da água. o poder outorgante será exercido pela União. dá competência privativa à União para legislar sobre águas. através da ANA. se estendam ou se originem de território estrangeiro como de domínio da União. Pela Lei 9. define os rios. O artigo 22. quando instituídas. ou pelo estado. inciso III.

433. ou seja. tendo sido regulamentada nesse Estado pelo Decreto 44. A Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos não se trata de taxa ou imposto. .4 . captações e lançamentos considerados insignificantes. A implementação da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos em Minas Gerais ocorrerá por Bacia Hidrográfica. isto é. instituída pela Lei Federal N.046.Cobrança pelo Uso da Água em Minas Gerais A Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos é um instrumento econômico de gestão das águas previsto na Política Nacional de Recursos Hídricos. • as acumulações de volumes de água consideradas insignificantes. sendo proporcional à interferência de seus usos no estado antecedente desses atributos. de 13 de junho de 2005. somente deverão pagar pelo uso da água aqueles usuários que possuírem captações ou derivações de águas superficiais. de 08 de janeiro de 1997 e na Política Estadual de Recursos Hídricos de Minas Gerais. de 29 de janeiro de 1999.• uso de recursos hídricos por pequenos núcleos populacionais rurais. instituída pela Lei Estadual 13. uma compensação a ser paga pelos usuários de água visando à garantia dos padrões de quantidade. qualidade e regime estabelecidos para as águas da Bacia. mas sim um preço público. competindo ao respectivo Comitê de Bacia Hidrográfica definir a metodologia de cálculo e os valores a serem cobrados pelos usos da água em sua região. extrações de águas subterrâneas e lançamentos de efluentes em corpos d’água.3 . 6. além dos aproveitamentos de potenciais hidrelétricos.199.Quais usos de água que serão cobrados? A legislação estadual estabelece que sejam cobrados os usos de recursos hídricos sujeitos à outorga pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas – IGAM. de forma gradativa. considerados significantes nas Bacias Hidrográficas de Rios de domínio do Estado de MG. • as derivações.º 9. 6.

de 16 de junho de 2004. análises e produtos.6 .5 . conforme estabelecido na Deliberação Normativa CERH-MG 09. o IGAM utiliza o sistema de geoprocessamento. O setor de Geoprocessamento do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM) é responsável pela criação e manutenção das bases cartográficas digitais que subsidiem a aplicação dos instrumentos de gestão dos recursos hídricos. .Geoprocessamento É o conjunto de tecnologias que integram as fases de coleta. processamento e uso de informações espacialmente localizadas.Quais usos de água que não serão cobrados? A Cobrança não recairá sobre os usos de água considerados insignificantes em cada Bacia. codificando e nominando os cursos d'água das bacias hidrográficas do Estado. Nesse sentido. 6. seus cruzamentos.6.

7 – Cronograma De Atividades Janeiro 2012 Fevereiro 2012 Março 2012 1) Elaboração do Projeto X 2) Pesquisa Bibliográfica X X 3) Determinação dos objetivos X 4) Localização e identificação das fontes de obtenção dos dados X 5) Análise e interpretação X 6) Redação do Projeto X 7) Revisão da redação X 8) Entrega do Projeto de Pesquisa X 8 – Referências Bibliográficas .

1987. Acessado em março de 2010. LEDA. L.ufsc.doc Instituto Mineiro de Gestão de Águas (IGAM) 2005. AGENDA 21.. Maria php/. Outorga do direito de uso da água. 1997. IGAM. F. et al. . MINAS GERAIS. mht..Agência Nacional de Águas OUTORGA. Portaria nº 10.mma.buscalegis.Estabelecimento das equações do índice de qualidade das águas (IQA).gov. Ed. disponível em: E: ARTIGOSANA . disponível em: Disponível em: www.SP. 16pp. In: Relatório do Seminário Internacional: Gestão de Recursos Hídricos e de Saneamento. Disponível em: Dummer Gerber. Sistema de Cálculo de Qualidade da Água (SCQA) . São Paulo .br/estruturas/agenda21/_arquivos/cap18. Modelos para Gerenciamento de Recursos Hídricos. Belo Horizonte.A ANA na gestão das águas. A. “A Participação da Iniciativa Privada no Setor de Saneamento Básico no Brasil”. BARTH.T. Nobel..br/revistas/index. http://www. A. de 30 de dezembro de 1998 do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM)./3060. Altera a redação da Portaria 030/93 de 07 de junho de 1993. 1992. BALTAR.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful