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Curso de AtualizaÇÃo Em Tomografia Computadorizada

Curso de AtualizaÇÃo Em Tomografia Computadorizada

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CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM RADIOLOGIA MÉDICA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

O Descobrimento dos Raios-x

Há pouco mais de 100 anos , Wilhelm Conrad Roentgen, um cientista alemão, descobriu os raios-x...

“Olhar dentro do Corpo Humano”

O RX Permitia, pela primeira vez, a visualização da anatomia humana de forma não invasiva.

m Mas as estruturas anatômicas eram superpostas m E o tecido mole não era bem diferenciado

RX & TC
O CORPO HUMANO VISTO POR DENTRO

HISTÓRICO TOMOGRAFIACOMPUTADORIZADA
Godfrey Hounsfield

Allan Comark

CT Quebrou a Barreira...

Em 1972, Hounsfield apresentou a primeira imagem clínica de CT...

PROTÓTIPO

PRIMEIRO APARELHO

IMAGEM ADQUIRIDA PELO PRIMEIRO APARELHO

O PRIMEIRO CT “SIEMENS”

SIRETOM (em 1974)
Tempo de Aquisição 7 min., matriz de imagem 80x80 pixels, campo de scan 25 cm , resolução espacial 1,3 mm (4LP/cm)

1974 - SIEMENS

IMAGENS DO CT SIEMENS

O Progresso na Qualidade de Imagem...

SIRETOM (1974)

SOMATOM Plus 4 (1996)

O Progresso na Qualidade de Imagem...

A CONSAGRAÇÃO

Godfrey Hounsfield

1979 – PRÊMIO NOBEL DE MEDICINA

PRINCÍPIOS DA TC
SULCOS CEREBRAIS

VENTRÍCULOS CALOTA CRANEANA

ESTUDO DAS ESTRUTURAS INTERNAS DO CORPO

ESTUDO DAS ESTRUTURAS INTERNAS DO CORPO

AVANÇOS DA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

1ª GERAÇÃO
• EMI, 1972 HOUNSFIELD.
• TRANSLAÇÃO DE TUBO DE RAIOS X E DETECTOR (UM E NO MÁXIMO DOIS) EM CONJUNTO, SEGUIDA DE UMA PEQUENA ROTAÇÃO. • O PROCEDIMENTO ERA REPETIDO ATÉ COMPLETAR 180°.

2ª GERAÇÃO
• 1974 – OHIO NUCLEAR (USA).
• MAIOR NÚMERO DE DETECTORES. • O FEIXE DE RAIOS X FORMAVA UM LEQUE • ERAM MAIS RÁPIDOS. • IMPULSO AOS EXAMES DE CORPO INTEIRO.

3ª GERAÇÃO
• 1974 – ARTRONIX. • 1975 – GE. • 1977 – PHILIPS. • SOMENTE ROTAÇÃO. • GRANDE AUMENTO DE DETECTORES.

4ª GERAÇÃO

• 1981
• GRANDES VOLUMES CORPORAIS, TÓRAX E ABDOMEN EM TEMPOS MENORES (30 A 45 MIN.).

5ª GERAÇÃO
SISTEMAS HELICOIDAIS

SISTEMA TOMOGRÁFICO

1. UNIDADE DE VARREDURA

GANTRY MESA DE EXAME

2. UNIDADE DE PROCESSAMENTO

SISTEMA DE AQUISIÇÃO DE DADOS

3. UNIDADE DE EXIBIÇÃO

MONITOR TECLADO (CONSOLE OPERADOR)

4. SISTEMA DE ARMAZENAMENTO

FILME RADIOGRÁFICO FITAS VÍDEO (8mm) DISCO ÓPTICO CD-ROM

UNIDADE DE VARREDURA

GANTRY MESA DE EXAME

UNIDADE DE PROCESSAMENTO

DAS-PROCESSAMENTO

UNIDADE DE EXIBIÇÃO

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO

UNIDADE DE DISCO ÓPTICO

PROCESSADORA VIA DICOM

FILME RADIOGRÁFICO DISCO ÓPTICO

Qual é a aparência de um CT?
Externamente... ♣ Gantry ♣ Mesa ♣ Gerador ♣ Console ♣ Computad or
Console
Gantry

Mesa

Computador Gerador

Qual é a aparência de um CT?
Internamente... ♣ Tubo ♣ Detector ♣ DAS*
DAS Tubo

Detector

* Data Acquisition System

Como funciona?
Geração de raios-x
Aquisição de dados Recon & pós-processamento

AQUISIÇÃO DOS DADOS

Geração de Imagem - O “Corte”
Os raios-x passam através de um colimador, penetrando somente uma fatia axial do objeto, chamado de ”corte"

Geração de Imagem - O “Corte”

Geração de Imagem – a matriz

1

10

10

Geração de Imagem – a matr
1 10

iz

VOXEL
LARGURA X ALTURA X ESPESSURA

PIXEL

10

Qualidade de Imagem em CT

Qualidade de Imagem

Resolução espacial

Artefatos

Detecção de contraste

Artefatos...
Estruturas ou padrões que aparecem na imagem, mas não são encontradas no objeto original.

Dependem de:
Tempo de scan Espessura de corte

Artefatos

...
Paciente Modo de Operação

Fatores que influenciam a qualidade de imagem

CT Image Quality

Paciente

Sistema

Usuário

Display de Imagem - Windowing
A faixa dos valores de densidade é definida entre -1000 e +3000, mas o olho humano pode distinguir somente 30 / 40 escalas de cinza. Lung Window Mediastinum Window

Então, o janelamento (window) precisa estar de acordo com as estruturas a serem visualizadas

Display de Imagem - Windowing
Hounsfield unit
+3000

Gray scale display
White

Window width W

Window center C

0 -1000

Black

CT Windowing

Window width (W): a faixa representada na escala de cinza

de

densidade

Window center (C): o centro da faixa de densidade

Display de Imagem - Windowing
Narrow Window Width Broad Window Width

Window width Estreito : Imagens de alto contraste, mas estruturas fora da faixa não serão visualizadas.

Window width Largo : Pequenas diferenças de densidades aparecem homogêneas e podem ficar mascaradas.

FOV

x

GANTRY

DIÂMETRO MÁXIMO DE AQUISIÇÃO

FOV

250mm 420mm 350mm

FOV
AQUISIÇÃO
TAMANHO DA IMAGEM NA TELA

256mm 512mm

FOV

CRÂNIO 220mm

ABDÔMEN 340mm

AQUISIÇÃO 512mm

FOV
512mm

ABDÔMEN

580mm

FOV

CRÂNIO 220mm

x y

AQUISIÇÃO 512mm

FOV

CRÂNIO 220mm

x y

x

y AQUISIÇÃO 250mm AQUISIÇÃO 250mm

FOV
CRÂNIO 220mm AQUISIÇÃO 512mm

MONITOR

FOV
CRÂNIO 220mm
AQUISIÇÃO 250mm

MONITOR

UNIDADES DE HOUNSFIELD
TECIDO AR PULMÃO GORDURA ÁGUA RIM SANGUE NORMAL SANGUE COAGULADO MÚSCULO FÍGADO OSSOS UH -1000 -900 A -400 -110 A -65 0 30 35 A 55 80 40 A 60 50 A 85 130 A 250

CT CONVENCIONAL

CT Convencional ...

Standard Scan:

I.S.D*

I.S.D
* Inter Scan Delay

Dynamic Scan:
I.S.D I.S.D I.S.D I.S.D

AQUISIÇÃO DOS DADOS

Problemas do CT Convencional ...
Perda de informação devido à respiração

Inspiração profunda

Inspiração moderada

Como melhorar isso?

 Scan influenciado pela respiração
Mais rápido possível numa única respiração

 Imagem não pode ser reconstruída em qq lugar
Mude ”corte" para "volume"

CT HELICOIDAL

Convencional vs. CT Spiral ...
2D Corte 3D Volume

com I.S.D

sem I.S.D

Aquisição de dados

Os 4 “C”s?

Rotação do tubo/detector Contínua Radiação Contínua Aquisição de dados Contínua Movimento da mesa Contínuo
Spiral CT = Scan Volumétrico

Parâmetros Espiral

Pitch: Movimento da mesa por rotação dividido pela espessura de corte
Movimento da mesa / rotação Pitch = Espessura de corte

EXEMPLO

Em um exame de abdômen superior, empregaremos os seguintes parâmetros: - 130 Kv; - 200 mA; - 1 seg. de exposição; - 5mm de espessura de corte; - movimento da mesa de 7,5 mm/rotação; - 3mm de intervalo entre os cortes na reconstrução;

Vantagens do CT Espiral...
x

Scan de um volume inteiro em uma Nenhum “vazio” na informação Imagens sobrepostas (overlapping) Alta qualidade de dados para visualização

respiração
x x

podem ser reconstruídas sem dose adicional
x

3D e outros pós-processamentos

TUBO QUE GIRA EM CONJUNTO COM DETECTORES

SCANNER DE ROTAÇÃO

ANEL DE DETECTORES FIXOS E TUBO QUE GIRA

SCANNER DE ROTAÇÃO

ROTINAS E PROTOCOLOS DE EXAMES Todo serviço de radiologia possui sua rotina, seja ela de protocolos ou posicionamento. O radiologista é o responsável pelo exame realizado, pois, a ele cabe o diagnóstico. A seguir mostraremos algumas rotinas básicas.

Decúbito dorsal

Decúbito ventral

O laser ajudará na orientação do posicionamento, referente a centralização da estrutura e simetria da região a ser examinada.

Ponto inicial

Altura da mesa, determinará o centro da estrutura no eixo AP.

VISÃO FRONTAL, PONTO INICIAL E LINHA CENTRAL.

Parâmetros Técnicos em Tomografia Computadorizada Convencional e Helicoidal

Sistema de Aquisição

Scoutview Single Scan Multi Scan Dynamic Scan

Orientações
Head First Feet First Supine Prone Right Lateral Left Lateral In Out

Referências Anatômicas

CM – Margem Costal EM – Meato Acústico Externo IC – Crista Ilíaca OM – Órbito Meatal SP – Sinfíse Púbica XY – Processo Xifóide

Protocolos
Head Posterior Fossa Neck Thorax/Lung Abdomen Pelvis Extremities Spine

Aquisição
Azimuth ( 0° - 90°) Start Location End Location Scan Range Length Scan Time kVp mA Thickness

Aquisição

Interval/Feed Delay Time Gantry Tilt (Forward/Backward – 25°/30°) FOV Magnification (zoom) Pitch

Field of View Recon Mode

(25, 35, 42 cm)

( Soft Tissue, Standard, Bone, Edge e Detail)

Power on
LIGAR

Warm up
Aquecimento Air Calibration

New patient
REGISTRO

 ANAMNESE

 O EXAME

Posicionar
ORIENTAR

Rotina
RADIOLOGISTA

 QUE DIREÇÃO TOMAR

Executar

Documentar

O Filme

PLATAFORMA SOMARIS – LINHA SOMATOM/SIEMENS

PLATAFORMA SOMARIS – LINHA SOMATOM/SIEMENS

PLATAFORMA GE – LINHA HiSpeed

 POSICIONAMENTO

Decúbito Dorsal

Decúbito Ventral

O laser ajudará na orientação do posicionamento, referente a centralização da estrutura e simetria da região a ser examinada.

Ponto inicial

Altura da mesa, determinará o centro da estrutura no eixo AP.

VISÃO FRONTAL, PONTO INICIAL E LINHA CENTRAL.

Rotinas de exame

 Crânio  SAF  Mastóides

Planos de Corte

Axial

Planos de Corte

Axial

Planos de Corte

Coronal

Planos de Corte

Coronal

Rotinas de exame

Crânio

Rotinas de exame
Crânio

Decúbito Dorsal

Rotinas de exame
Crânio

Axial

Rotinas de exame
Crânio

Axial

Rotinas de exame

Imagem Piloto

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Imagem Piloto

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Imagem Piloto

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
BULBO DO OLHO CÉLULAS ETMOIDAIS MÚSCULO TEMPORAL

ORELHA

BULBO

HEMISFÉRIOS CEREBELARES

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

BULBO DO OLHO

MEATO ACÚSTICO EXTERNO

BULBO

HEMISFÉRIOS CEREBELARES

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

NERVO ÓPTICO

ARTÉRIA BASILAR

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

ARTÉRIA BASILAR

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
SEIO FRONTAL

DORSO DA SELA

QUARTO VENTRÍCULO

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
SEIO FRONTAL

SEIO ESFENOIDAL DORSO DA SELA

QUARTO VENTRÍCULO

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

QUARTO VENTRÍCULO

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

ARTÉRIA CEREBRAL MÉDIA

ARTÉRIA CEREBRAL POSTERIOR

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CISTERNA

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

VENTRÍCULO LATERAL

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

VENTRÍCULO LATERAL

SUBSTÂNCIA BRANCA

SUBSTÂNCIA CIZENTA

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

VENTRÍCULO LATERAL

SUBSTÂNCIA BRANCA

SUBSTÂNCIA CIZENTA

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

FOICE DO CEREBRO

SUBSTÂNCIA BRANCA

SUBSTÂNCIA CIZENTA

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

SUBSTÂNCIA BRANCA

SUBSTÂNCIA CIZENTA

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

SUBSTÂNCIA BRANCA

SUBSTÂNCIA CIZENTA

ANATOMIA SECCIONAL DO ENCÉFALO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CALOTA CRANIANA

SULCOS

Rotinas de exame
Crânio

Aquisição Convencional - Base
Espessura de corte Intervalo entre os cortes 2 4 3 mm 5 mm

Aquisição Helicoidal - Base
Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 3 3 mm 4 mm 1,5

Rotinas de exame
Crânio

Aquisição Convencional – Supra Tentorial
Espessura de corte Intervalo entre os cortes
8 8 10 mm 12 mm

Aquisição Helicoidal - Supra Tentorial
Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch
3
1,5

5 mm
2,5mm

1,5

Rotinas de exame
Crânio

Programação Convencional

Rotinas de exame
Crânio

Programação Convencional

Rotinas de exame
Crânio

Programação Helicoidal
Espessura: 2 – 3 / 8 – 10 mm Pitch: 1,5 Intervalo de rec.: 1,0 – 1,5 / 4 – 5 mm

Rotinas de exame
Crânio

Programação Helicoidal
Espessura: 2 - 3 mm Pitch: 1,5 Intervalo de rec.: 1,0 - 1,5 mm

Rotinas de exame
Crânio - Angio

Espessura: 1 mm Pitch: 1,5 Intervalo de rec.: 0,5 mm 100 – 150 ml de contraste 3,5 – 4,5 ml/seg. de injeção 20 seg. de retardo

Programação Helicoidal

Rotinas de exame
Crânio

Angio

Rotinas de exame
Crânio

Perfusão

Rotinas de exame

SAF

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Imagem Piloto

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Imagem Piloto

Rotinas de exame

Axial

Rotinas de exame

Imagem Piloto

Rotinas de exame
SAF

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes 1 3 3 mm 5 mm

Aquisição Helicoidal
Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 1 3 mm 3 mm 1,5

Rotinas de exame

Programação Convencional
Coronal

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Programação Convencional
Axial

Rotinas de exame

Axial

Rotinas de exame

Mastóides

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Imagem Piloto

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Imagem Piloto

Rotinas de exame

Axial

Rotinas de exame

Imagem Piloto

Rotinas de exame
Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes 1 1 2 mm 2 mm

Aquisição Helicoidal
Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 1
0,5

2 mm
1 mm

1

Rotinas de exame

Programação Convencional
Coronal

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Programação Convencional
Coronal

Rotinas de exame

Coronal

Rotinas de exame

Programação Convencional
Axial

Rotinas de exame

Axial

Rotinas de exame

Axial

Rotinas de exame

Programação Helicoidal
Axial

Rotinas de exame

Coronal
Direto

12 – 16 cortes Espessura. 1mm/Intervalo. 1mm

Rotinas de Exames

 ABDÔMEN

Rotinas de Exames

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

ESTÔMAGO FÍGADO 2ª VÉRTEBRA LOMBAR COLO ASCENDENTE COLO DESCENDENTE

BEXIGA

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
FÍGADO VEIA CAVA INFERIOR CORAÇÃO

AORTA

PULMÃO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

FÍGADO

ESTÔMAGO

BAÇO

VÉRTEBRA TORÁCICA

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

FÍGADO-LOBO DIREITO

FÍGADO-LOBO ESQUERDO

ESTÔMAGO

BAÇO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

FÍGADO

ESTÔMAGO

COLO

AORTA

BAÇO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CAVA

VÉRTEBRA TORÁCICA

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CONTRASTE ORAL NO ESTÔMAGO

COLO FÍGADO

BAÇO

DIAFRÁGM A

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

AR NO ESTÔMAGO PÂNCREAS FÍGADO COLO

BAÇO

AORTA

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

VEIA CAVA

PÂNCREAS

ARTÉRIA ESPLÊNICA

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

ARTÉRIA HEPÁTICA TRONCO CELÍACO

AORTA

FÍGADO

VEIA CAVA

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

COLO TRANSVERSO

PÂNCREAS

FÍGADO

GLÂNDULA SUPRA RENAL ESQ. DIAFRÁGM A

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

VEIA CAVA

POLO SUPERIOR DO RIM ESQ.

BAÇO

GLÂNDULA SUPRA RENAL DIR.

VÉRTEBRA LOMBAR (L1)

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

AORTA

RIM ESQ. FÍGADO

BAÇO

MÚSCULO

POLO SUPERIOR RIM DIR.

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

COLO TRANSVERSO

FÍGADO RIM ESQUERDO

RIM DIREITO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

VEIA RENAL ESQUERDA FÍGADO

VEIA CAVA INFERIOR

AORTA

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

FÍGADO

RIM ESQ.

RIM DIR.

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

COLO TRANSVERSO

CABEÇA DO PÂNCREAS

RIM DIR.

RIM ESQ.

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

COLO TRANSVERSO AORTA DUODENO

RIM DIR.

RIM ESQ.

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

VEIA CAVA INFERIOR FÍGADO

MÚSCULO RETO

MÚSCULO OBLIQUO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
COLO TRANSVERSO

RIM ESQ.

RIM DIR. MÚSCULOS

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

VÉRTEBRA LOMBAR

POLO INFERIOR DO RIM ESQ. RIM DIR.

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

COLO ASCENDENTE

COLO DESCENDENTE

RIM DIR.

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

COLO ASCENDENTE

COLO DESCENDENTE

POLO INFERIOR DO RIM DIR.

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

COLO ASCENDENTE

UMBIGO

COLO DESCENDENTE

MÚSCULO PSOAS

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

VEIA CAVA INFERIOR

MÚSCULO RETO

ARTÉRIA ILÍACA COMUM DIR.

ARTÉRIA ILÍACA COMUM ESQ.

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

COLO ASCENDENTE

INTESTINO DELGADO

COLO DESCENDENTE

CRISTA ILÍACA – DIR./ESQ.

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CRISTA ILÍACA

VÉRTEBRA LOMBAR

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

INTESTINO DELGADO

ASA DO ILÍACO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

ILÍACO

ARTICULAÇÃO SACROILÍACA

SACRO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

MÚSCULO GLÚTEO MÉDIO

MÚSCULO GLÚTEO MÁXIMO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CECO TECIDO ADPOSO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

COLO SIGMÓIDE

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

BEXIGA

ÚTERO

RETO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

ARTÉRIA ILÍACA DIR. VEIA ILÍACA EXT. BEXIGA

CABEÇA DO FÊMUR

ÚTERO

ANATOMIA SECCIONAL DO ABDOMEN EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

PÚBIS

COLO DO FÊMUR

CÓCCIX

RETO

Rotinas de Exames

Contraste Oral:
-60 minutos antes do exame, iniciar o preparo, dar um copo (200ml) a cada 15 minutos; -É importante dar o último copo na mesa de exame; -No uso de contraste iodado, diluir 20ml para 1litro d’água; -No uso de solução de bário, utilizar um frasco para cada paciente;

Rotinas de Exames

•Paciente em Decúbito Dorsal •Cabeça em direção ao Gantry

Rotinas de Exames

Início da imagem piloto ( processo xifóide)

Início da imagem piloto ( sínfise púbica)

Rotinas de Exames

Imagem Piloto

Rotinas de Exames

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 8 8 8 8 10 mm 10 mm 10 mm 10 mm 1,5

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

Rotinas de Exames
Convencional

Rotina geral Abdômen Total

Rotinas de Exames

É importante medir a densidade do fígado sem infusão de contraste, comparando com a densidade do baço.

Rotinas de Exames
Convencional

Standard

• Aquisição sem contraste venoso; • Com contraste oral

Rotinas de Exames
Convencional

• Com contraste venoso; • Aquisição em dois blocos;
- Abdômen superior - Pelve

Rotinas de Exames
Convencional

Dinâmico

Standard

• 100 ml de contraste (iniciar após 3ª seringa de 20ml) •Os cortes iniciarão na cúpula diafragmática e irão até o pólo inferior dos rins; (Superior) • Altura das cristas ilíacas até a sínfise púbica; (Inferior)

Rotinas de Exames
Helicoidal

• Aquisição sem contraste venoso; • Com contraste oral

Rotinas de Exames
Helicoidal

• 100 ml de contraste , retardo de 40seg. E velocidade de injeção de 2,5 ml/seg; • A aquisição iniciará na cúpula diafragmática e irá até a sínfise púbica;

Rotinas de Exames
Helicoidal

• 100 ml de contraste , retardo de 40seg. e velocidade de injeção de 2,5 ml/seg; • A aquisição iniciará no pólo inferior dos rins, até a cúpula diafragmática e seguidamente da altura das cristas ilíacas até a sínfise púbica;

Rotinas de Exames

Abdômen Superior

Rotinas de Exames
Convencional

• Aquisição sem contraste venoso; • Com contraste oral ou não.

Rotinas de Exames
Convencional

• 100 ml de contraste (iniciar após 3ª

Dinâmico

seringa de 20ml); •Os cortes iniciarão na altura das cristas ilíacas até a cúpula diafragmática.

Rotinas de Exames
Helicoidal - rotina

• 100 ml de contraste , retardo de 40seg. e velocidade de injeção de 2,5 ml/seg; • A aquisição iniciará na cúpula diafragmática e irá até a altura das cristas ilíacas;

Espessura de corte: 8-10 mm Intervalo de reconstrução: 8 mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Helicoidal - rotina

• 100 ml de contraste , retardo de 40seg. E velocidade de injeção de 2,5 ml/seg; • A aquisição iniciará na altura das cristas ilíacas e irá até a cúpula diafragmática;

Espessura de corte: 8-10mm Intervalo de reconstrução: 8mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Helicoidal – nódulo hepático

• Exame realizado em 4 fases; • Sem contraste; Fase arterial;

portal e Fase de equilíbrio. • 100 ml de contraste , retardo de 30seg. E velocidade de injeção de 3,0 ml/seg; • A aquisição iniciará na altura das cristas ilíacas e irá até a cúpula diafragmática na 1ª fase do contraste, alternando o sentido da aquisição até concluir todas as fases.
Espessura de corte: 5 mm Intervalo de reconstrução: 4 mm Pitch: 1,5

Fase

Helicoidal – tumor hepático conhecido ou meta hipovascular

Rotinas de Exames

• Aquisição sem contraste venoso; • Com contraste oral.

Espessura de corte: 5-8 mm Intervalo de reconstrução: 4-7 mm Pitch: 1,5

Helicoidal – tumor hepático conhecido ou meta hipovascular

Rotinas de Exames

• 100 ml de contraste , retardo de

40seg. E velocidade de injeção de 2,5 ml/seg; • A aquisição iniciará na cúpula diafragmática e irá até a altura das cristas ilíacas; • Obs. Caso encontre a lesão, realizar cortes finos na área comprometida.
Espessura de corte: 5 mm(na lesão) 8 mm para varrer todo o abdômen sup. Intervalo de reconstrução: 4 mm(na lesão) 7 mm todo abd. sup. Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Helicoidal - pâncreas

Rotinas de Exames
Helicoidal - pâncreas

• Aquisição sem contraste venoso; • Com contraste oral - 3 copos a cada 15 min. Sendo o último na mesa. • O objetivo é localizar o pâncreas.

Espessura de corte: 8 mm Intervalo de reconstrução: 8 mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Helicoidal – pâncreas

• 100 ml de contraste , retardo de
40seg. E velocidade de injeção de 2,5 ml/seg;

Espessura de corte: 5 mm Espessura de corte: 8 mm Intervalo de reconstrução: 4 mm Intervalo de reconstrução: 7 mm Pitch: 1,5 Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Helicoidal - adrenal

Rotinas de Exames
Helicoidal - adrenal

• Aquisição sem contraste venoso; • Com contraste oral ou não. • Obs.O objetivo é localizar as adrenais.

Espessura de corte: 8 mm Intervalo de reconstrução: 8 mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Helicoidal – adrenal

• 100 ml de contraste , retardo de

40seg. E velocidade de injeção de 2,5 ml/seg;

Espessura de corte: 3 mm Espessura de corte: 8 mm Intervalo de reconstrução: 2 mm Intervalo de reconstrução: 7 mm Pitch: 1,5 Pitch: 1,5

Helicoidal – adrenal (feocromocitoma)

Rotinas de Exames

• Aquisição sem contraste venoso; • Com contraste oral.
Espessura de corte: 3 mm Intervalo de reconstrução: 2 mm Pitch: 1,5

Helicoidal – renal (cisto - massa sólida)

Rotinas de Exames

• Aquisição sem contraste venoso; • Com contraste oral.

Espessura de corte: 8 mm Intervalo de reconstrução: 7 mm Pitch: 1,5

Helicoidal – renal (cisto – massa sólida) Localizar os rins

Rotinas de Exames

• 100 ml de contraste , retardo de

35 seg. E velocidade de injeção de 2,5 ml/seg; • A aquisição iniciará logo abaixo do pólo inferior dos rins até o pólo superior dos rins. Logo em seguida fazer aquisição da cúpula diafragmática até a altura das cristas ilíacas;
Espessura de corte: 5 mm Intervalo de reconstrução:4 mm Pitch: 1,5 Espessura de corte: 8 mm Intervalo de reconstrução: 7 mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames

Medir densidade Sem e com contraste

Rotinas de Exames
Helicoidal – renal (cálculo)

• Aquisição sem contraste venoso; • Sem contraste oral. • logo acima do pólo superior dos rins até logo abaixo do pólo inferior dos rins.
Espessura de corte: 5mm Intervalo de reconstrução: 4 mm Pitch: 1,5

Helicoidal – renal (cálculo/vias urinárias)

Rotinas de Exames

• Aquisição sem contraste venoso; • Sem contraste oral.

Espessura de corte: 5 mm Intervalo de reconstrução: 3 mm Pitch: 1,5

Helicoidal – renal (cálculo/vias urinárias)

Rotinas de Exames

• 100 ml de contraste , retardo de 35

seg. e velocidade de injeção de 3,0 ml/seg, repetir aquisição após 5 min. da injeção; • A aquisição iniciará logo acima do pólo superior dos rins até a sínfise púbica.

Espessura de corte: 5 mm Intervalo de reconstrução: 3 mm Pitch: 1,5

É necessário visualizar os ureteres

Rotinas de Exames
Convencional - pelve

Pelve

Rotinas de Exames
Convencional – pelve

• Aquisição com contraste venoso; • com contraste oral – começar

1(uma) hora antes. • 100 ml, iniciar a aquisição após injeção do contraste. • altura das cristas ilíacas até a sínfise púbica. • fazer aquisição tardia (bexiga cheia).

Espessura de corte: 8 - 10 mm Intervalo de reconstrução: 8 - 10 mm

Rotinas de Exames
Helicoidal – pelve

• Aquisição com contraste venoso; • Com contraste oral. • 100 ml de contraste • iniciar aquisição após 60 seg. da injeção do contraste

Espessura de corte: 8 mm Intervalo de reconstrução: 7 mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Helicoidal – pelve

Para avaliação da próstata
• com contraste oral; • 100 ml de contraste venoso; • iniciar aquisição 60 seg. após início da injeção, da altura das cristas ilíacas até o pequeno trocanter; • fazer cortes finos na região da próstata; ( 5mm )

Rotinas de Exames
Próstata

BEXIGA PRÓSTATA RETO

Rotinas de Exames
Helicoidal – pelve

Para avaliação de neoplasia do reto
• com contraste oral, iniciar 2(duas) horas antes do exame; • 100 ml de contraste venoso; • iniciar aquisição 60 seg. após início da injeção, da altura das cristas ilíacas até a sínfise púbica; • em alguns casos há a necessidade de realizar aquisição em decúbito ventral com ar retal (clister opaco).

Rotinas de Exames

Rotinas de Exames
Tórax

• paciente em decúbito dorsal,
com os braços colocados acima da cabeça. • linha de aquisição – fúrcula.

Rotinas de Exames
Tórax

• paciente em decúbito dorsal,

com os braços colocados acima da cabeça. • linha de aquisição – 2 (dois) dedos abaixo da projeção da última costela.

Rotinas de Exames
Tórax

Imagem piloto

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
RX - Tórax
CLAVÍCULA ARCO DA AORTA

VASOS PULMONARES

TRAQUÉIA VASO PULMONAR VENTRÍCULO ESQUERDO COLUNA TORÁCICA

COSTELA

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
TRAQUÉIA

ÁPICE PULMONAR

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

TRAQUÉIA

ESÔFAGO

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
RAMO DO BRÔNQUIO

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
TRAQUÉIA

ESÔFAGO

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

BRÔNQUIO

BRÔNQUIO

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
CLAVÍCULA A. CARÓTIDA C. E. A. SUBCLÁVIA D. A. SUBCLÁVIA E.

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
VEIA BRAQUIOCEFÁLICA ESQ. VEIA BRAQUIOCEFÁLICA DIR.
TRONCO BRAQUIOCEFÁLICO

A. CARÓTIDA C. ESQ.

ARCO DA AORTA

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
CORPO DO EXTERNO AORTA ASCENDENTE

AORTA DESCENDENTE VEIA CAVA SUP.

ESCÁPULA

COSTELAS

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
AORTA ASC.

ARTÉRIA PULMONAR DIR. VEIA PULMONAR ESQ.

AORTA DESC.

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
ÁTRIO DIR. CONE ARTERIAL

BULBO DA AORTA

ÁTRIO ESQ.

Rotinas de Exames

SEGMENTOS DO PULMÃO DIREITO • LOBO SUPERIOR • LOBO MÉDIO • LOBO INFERIOR

SEGMENTOS DO PULMÃO ESQUERDO

• LOBO SUPERIOR • LÍNGULA (LOBO SUPERIOR) • LOBO INFERIOR

Rotinas de Exames

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 8 8 5 4 1,5 10 mm 10 mm 10 mm 8 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

Rotinas de Exames
Tórax - convencional

• sem contraste venoso • A aquisição iniciará nos ápices pulmonares e terminará nas bases, abaixo do seio costofrênico posterior. • orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para osso (bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino.
Espessura de corte: 8-10mm Intervalo entre os cortes: 8-10mm

 obs. Pacientes idosos ou com dificuldade para respirar iniciar a aquisição de baixo para cima.

Rotinas de Exames
Tórax - convencional
• • • •
com contraste venoso 120 ml de contraste dividir a aquisição em dois blocos A 1ª aquisição iniciará logo abaixo da bifurcação da traquéia, até os ápices pulmonares. A 2ª aquisição abaixo da bifurcação da traquéia, até logo abaixo do seio costofrênico posterior. • orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para partes moles (Standard; 50-60) • filtro para osso (Bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino.

Espessura de corte: 8-10mm Intervalo entre os cortes: 8-10mm

Rotinas de Exames
Tórax - helicoidal

• sem contraste venoso • A aquisição iniciará

nos ápices pulmonares e terminará nas bases, abaixo do seio costofrênico posterior. • orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para partes moles (Standard; 50-60) • filtro para osso (bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino.
Espessura de corte: 8-10mm Intervalo de reconstrução: 8mm Pitch: 1,5

 obs. Pacientes idosos ou com dificuldade para respirar iniciar a aquisição de baixo para cima.

Rotinas de Exames
Tórax - helicoidal

• com contraste venoso • 120 ml de contraste, retardo de 35

Espessura de corte: 8-10mm Intervalo de reconstrução: 8mm Pitch: 1,5

seg. para início da aquisição e velocidade de injeção de 2,5 ml por seg. • Aquisição iniciará nos ápices pulmonares e terminará abaixo do seio costofrênico posterior. • orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para partes moles (Standard; 50-60) • filtro para osso (Bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino.

Tórax – alta resolução (bronquiectasias/enfisema)

Rotinas de Exames

• sem contraste venoso • A aquisição iniciará

nos ápices pulmonares e terminará nas bases, abaixo do seio costofrênico posterior. • orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para partes moles (Standard; 50-60) • filtro para osso (bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino.
Espessura de corte: 1-2mm Intervalo entre os cortes: 10mm

Tórax – convencional (massa ou nódulo)

Rotinas de Exames

• sem contraste venoso • A aquisição iniciará

nos ápices pulmonares e terminará nas bases, abaixo do seio costofrênico posterior. • orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para partes moles (Standard; 50-60) • filtro para osso (bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino. • localizar a massa ou nódulo e realizar cortes finos, 1-5 mm
Espessura de corte: 8-10mm Intervalo entre os cortes: 10mm

Tórax – convencional (massa ou nódulo)

Rotinas de Exames

• com contraste venoso • 120 ml de contraste, iniciar os cortes

nódulo

Espessura de corte: 1-2mm Intervalo entre os cortes: 1-2mm Espessura de corte: 8-10mm Intervalo entre os cortes: 8-10mm

após 3 seringa (20 ml). • 1º bloco - aquisição em cima da lesão. • 2º bloco - aquisição iniciará nos ápices pulmonares e terminará abaixo do seio costofrênico posterior. • orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para partes moles (Standard; 5060) • filtro para osso (Bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino. • 1ª fase do contraste com cortes finos e se necessário fazer cortes tardios (repetir programa com cortes finos)

Rotinas de Exames
Tórax – helicoidal (massa ou nódulo)

• sem contraste venoso • A aquisição iniciará

nos ápices pulmonares e terminará nas bases, abaixo do seio costofrênico posterior. • orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para partes moles (Standard; 50-60) • filtro para osso (bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino. • localizar a massa ou nódulo e realizar cortes finos, 1-5 mm
Espessura de corte: 1-2mm Intervalo de reconstrução: 1mm Pitch: 1,5 Espessura de corte: 8-10mm Intervalo de reconstrução: 8mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Tórax – helicoidal (massa ou nódulo)
• com contraste venoso • 120 ml de contraste, retardo de 30 seg.

Espessura de corte: 1-2mm Intervalo de reconstrução: 1mm Pitch: 1,5 Espessura de corte: 8-10mm Intervalo de reconstrução: 8mm Pitch: 1,5

para início da aquisição e velocidade de injeção de 2,5 ml por seg. • 1ª aquisição em cima da lesão. • repetir 60, 90 e 120 seg. após o início das aquisições. • 2ª aquisição iniciará nos ápices pulmonares e terminará abaixo do seio costofrênico posterior. • orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para partes moles (Standard; 5060) • filtro para osso (Bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino.

Rotinas de Exames
Tórax – helicoidal (TEP)

• com contraste venoso • 120 ml de contraste, retardo de 30

seg. para início da aquisição e velocidade de injeção de 3,5 ml por seg. •orientar o paciente quanto a respiração, inspiração máxima. • filtro para partes moles (Standard; 50-60) • filtro para osso (Bone;80-90) • documentar para pulmão e mediastino.
Espessura de corte: 3mm Intervalo de reconstrução: 1,5mm Pitch: 1,5 Espessura de corte: 5mm Intervalo de reconstrução: 3mm Pitch: 1,5 Espessura de corte: 8-10mm Intervalo de reconstrução: 8mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Tórax

 atenção à respiração;  eficiência no uso do contraste;  cuidado com a indicação clinica;  FOV adequado;

Coluna Cervical

• paciente em decúbito dorsal,
com os braços em posição de sentido, forçando ao máximo os ombros para baixo. • linha de aquisição – fúrcula.

Imagem piloto

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA CERVICAL
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA RX – coluna cervical

C1 - ATLAS C2 - ÁXIS C3 C4 C5 C6 C7 T1

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA CERVICAL
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Arco anterior do atlas

Dente do áxis

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA CERVICAL
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Faringe Dente do áxis

Arco posterior do atlas

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA CERVICAL
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
Corpo vertebral

Forame transverso Canal vertebral

Lâmina do arco vertebral

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA CERVICAL
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Pedículo do arco vertebral

Lâmina do arco vertebral

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA CERVICAL
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Forame intervertebral

Canal vertebral

Processo espinhoso

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA CERVICAL
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Medula espinhal

Espaço subaracnóideo

Rotinas de Exames
Coluna cervical

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 2 1,5 3 mm 3 mm 3 mm 3 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

Rotinas de Exames
Coluna cervical - convencional

• sem contraste venoso • Os cortes deverão obedecer ao ângulo formado pelos espaços discais. • examinar os três últimos espaços.

• documentar para osso e partes moles.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-3mm

Rotinas de Exames
Coluna cervical - convencional

• sem contraste venoso • Os cortes deverão obedecer ao ângulo médio formado pelos espaços discais. • examinar os três últimos espaços com o mesmo ângulo. • documentar para osso e partes moles.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-3mm

Rotinas de Exames
Coluna cervical - helicoidal

• sem contraste venoso • A aquisição deverá
obedecer ao ângulo formado pelos espaços discais. • examinar de C1 até T1.

• documentar para osso e partes moles.
Sempre pedir para retirar a prótese

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo de reconstrução: 2-3mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Coluna cervical

 atenção à respiração e orientar ao paciente para não engolir saliva;  cuidado com a indicação clinica;  FOV adequado;

Coluna Torácica

Rotinas de Exames
Coluna torácica

• paciente em decúbito dorsal,
com os braços colocados acima da cabeça. • linha de aquisição – fúrcula.

• paciente em decúbito dorsal,
com os braços colocados acima da cabeça. • linha de aquisição – 4 dedos abaixo das cristas ilíacas.

Rotinas de Exames
Coluna torácica

Imagem piloto

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA TORÁCICA
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Coluna torácica T2 T4 T6 T8 T 10 T 12

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA TORÁCICA
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Forame vertebral Processo transverso Costela

Lâmina do arco vertebral

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA TORÁCICA
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Corpo vertebral Forame vertebral

Processo espinhoso

Rotinas de Exames
Coluna torácica

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 3 5 3 2 1,5 5 mm 7 mm 8 mm 5 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

Rotinas de Exames
Coluna torácica - convencional

T1

• sem contraste venoso • Os cortes deverão obedecer ao ângulo formado pelos espaços discais. • examinar os todos os espaços discais, de acordo com a indicação clínica • T1 – L1 • documentar para osso e partes moles.

Espessura de corte: 5mm Intervalo entre os cortes: 4mm

Rotinas de Exames
Coluna torácica - convencional

• sem contraste venoso • Os cortes serão feitos sem angulação do gantry. • examinar de T1 até L1 • documentar para osso e partes moles.

Espessura de corte: 5mm Intervalo entre os cortes: 7mm

Rotinas de Exames
Coluna torácica - helicoidal

• sem contraste venoso • Os cortes serão feitos sem angulação do gantry. • examinar de T1 até L1 • documentar para osso e partes moles.

Espessura de corte: 5mm Intervalo de reconstrução: 4mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Coluna torácica

 atenção à respiração; devido a extensão da região é necessário observar a indicação clinica e limitar o campo de aquisição. FOV adequado;

Coluna Lombar

Rotinas de Exames
Coluna lombar

• paciente em decúbito dorsal,
com os braços colocados acima da cabeça, • linha de aquisição – 4 dedos abaixo das cristas ilíacas.

• observar a altura da mesa

Linha lateral, 4 dedos acima em relação ao plano da mesa de exame.

Rotinas de Exames
Coluna lombar

Imagem piloto

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA LOMBAR
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA RX - Coluna lombar L1 L2 L3 L4
Espaço discal

L5 S1

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA LOMBAR
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Corpo vertebral

Asa do sacro Espinha ilíaca

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA LOMBAR
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Corpo vertebral

Processo articular sup.

Processo articular inf. Processo espinhoso

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA LOMBAR
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Corpo vertebral

Ligamento amarelo

Processo espinhoso

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA LOMBAR
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Articulação sacroilíaca

Nervo espinhal

Asa do sacro

Cauda eqüina no saco dural

ANATOMIA SECCIONAL DA COLUNA LOMBAR
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Corpo vertebral

Forame intervertebral

Processo espinhoso

Lâmina do arco vertebral

Rotinas de Exames
Coluna lombar

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 3 4 3 2 1,5 5 mm 5 mm 5 mm 4 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

Rotinas de Exames
Coluna lombar - convencional

• sem contraste venoso • Os cortes deverão obedecer ao ângulo formado pelos espaços discais. • examinar os três últimos espaços. • documentar para osso e partes moles.

Espessura de corte: 3-5mm Intervalo entre os cortes: 4-5mm

Rotinas de Exames
Coluna lombar - convencional

• sem contraste venoso • Os cortes serão feitos sem angulação do gantry. • examinar de S1 até L1 • documentar para osso e partes moles.

Espessura de corte: 5mm Intervalo entre os cortes: 5mm

Rotinas de Exames
Coluna lombar - helicoidal

• sem contraste venoso • Os cortes serão feitos sem angulação do gantry. • examinar de S1 até L1 • documentar para osso e partes moles.

Espessura de corte: 3 - 5mm Intervalo de reconstrução: 2-3mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Coluna lombar

 em caso de cirurgia prévia, haverá
a possibilidade de uso de contraste;  cuidado com a indicação clinica;  FOV adequado;

Artic. sacro-ilíacas

Articulações sacro-ilíacas

• paciente em decúbito dorsal,
com os braços colocados acima da cabeça, • linha de aquisição – 4 dedos abaixo das cristas ilíacas. • limitar aquisição, pegando até L4.

Imagem piloto

ANATOMIA SECCIONAL DA ART. SACRO-ILÍACAS
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA RX

S1

FACE PÉLVICA DO SACRO

ANATOMIA SECCIONAL DA ART. SACRO-ILÍACAS
EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Articulações sacro-ilíacas

SACRO

ART. SACRO-ILÍACAS

Rotinas de Exames
Articulações sacro-ilíacas

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 3 4 3 2 1,5 5 mm 5 mm 5 mm 4 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

Rotinas de Exames
Articulações sacro-ilíacas

• sem contraste venoso • Os cortes deverão obedecer ao maior eixo do sacro, imagens no plano coronal. • documentar para estruturas ósseas.

Espessura de corte: 3-5mm Intervalo entre os cortes: 4-5mm

Rotinas de Exames
Articulações sacro-ilíacas - helicoidal

• sem contraste venoso • a aquisição será sem angulação do gantry, obedecendo os limites do sacro. • fazer reformatações nos plano sagital e coronal.

Espessura de corte: 3-5mm Intervalo de reconstrução: 2-4mm Pitch: 1,5

Rotinas de Exames
Articulações sacro-ilíacas

Rotinas de Exames
mielotomografia

Rotinas de Exames
mielotomografia

Rotinas de Exames
Reconstruções 3D

Rotinas de Exames
ANGIOGRAFIAS

MEMBROS SUPERIORES

MEMBROS SUPERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO VENTRAL COM OS DEDOS APONTADOS EM DIREÇÃO AO GANTRY.

MEMBROS SUPERIORES

Imagem piloto

MEMBROS SUPERIORES

FALANGES DISTAIS FALANGES MÉDIAS FALANGES PROXIMAIS

METACARPOS

MEMBROS SUPERIORES

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 1,5 3 mm 3 mm 3 mm 2 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS SUPERIORES CONVENCIONAL

• sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início dos cortes, da porção proximal até o limite distal da região. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-3mm

MEMBROS SUPERIORES HELICOIDAL

• sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início da aquisição, da porção proximal até o limite distal da região. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo de reconstrução: 1-1,5mm Pitch: 1,5

MEMBROS SUPERIORES

O USO DE CONDICIONADO CLÍNICAS.

CONTRASTE ESTÁ ÀS NECESSIDADES

MEMBROS SUPERIORES

MEMBROS SUPERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO VENTRAL COM OS DEDOS APONTADOS EM DIREÇÃO AO GANTRY.

MEMBROS SUPERIORES

Imagem piloto

MEMBROS SUPERIORES
CAPITATO HAMATO TRAPEZÓIDE

TRAPÉZIO ESCAFÓIDE SEMILUNAR

PIRAMIDAL

PISIFORME

MEMBROS SUPERIORES

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 3 mm 3 mm 3 mm 2 mm 1,5

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS SUPERIORES CONVENCIONAL

• sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início dos cortes, da porção proximal até o limite distal da região. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.
Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-3mm

MEMBROS SUPERIORES CONVENCIONAL CORONAL

PACIENTE EM DECÚBITO VENTRAL COM A REGIÃO EM PERFIL.

MEMBROS SUPERIORES CONVENCIONAL CORONAL

• sem contraste venoso • limitar campo de

aquisição

(indicação clínica). • início dos cortes, da porção anterior até o limite posterior da região. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário.
Espessura de corte: 1-2mm Intervalo entre os cortes: 1-2mm

MEMBROS SUPERIORES HELICOIDAL

• sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início da aquisição, da porção proximal até o limite distal da região. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

O USO DE CONDICIONADO CLÍNICAS.

CONTRASTE ESTÁ ÀS NECESSIDADES

MEMBROS SUPERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO VENTRAL COM OS DEDOS APONTADOS EM DIREÇÃO AO GANTRY.

MEMBROS SUPERIORES

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 1,5 5 mm 5 mm 3 mm 3 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS SUPERIORES CONVENCIONAL
sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início dos cortes, da porção proximal até o limite distal da região ou lesão. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário.

Espessura de corte: 2-5mm Intervalo entre os cortes: 2-5mm

MEMBROS SUPERIORES HELICOIDAL
sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início dos cortes, da porção proximal até o limite distal da região ou lesão. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo de reconstrução: 1-3mm Pitch: 1,5

O USO DE CONDICIONADO CLÍNICAS.

CONTRASTE ESTÁ ÀS NECESSIDADES

MEMBROS SUPERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO VENTRAL COM OS DEDOS APONTADOS EM DIREÇÃO AO GANTRY.

MEMBROS SUPERIORES

Imagem piloto

MEMBROS SUPERIORES
ULNA

RÁDIO

ÚMERO

MEMBROS SUPERIORES

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 3 mm 3 mm 3 mm 2 mm 1,5

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS SUPERIORES CONVENCIONAL

• sem contraste venoso •início dos cortes, do terço distal do úmero até o
terço proximal do antebraço. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-3mm

MEMBROS SUPERIORES HELICOIDAL

• sem contraste venoso •início da aquisição, do terço distal do úmero até o
terço proximal do antebraço. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo de reconstrução: 1-2mm Pitch: 1,5

O USO DE CONDICIONADO CLÍNICAS.

CONTRASTE ESTÁ ÀS NECESSIDADES

MEMBROS SUPERIORES

MEMBROS SUPERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL COM OS DEDOS APONTADOS EM DIREÇÃO AOS PÉS (POSIÇÃO DE SENTIDO), CABEÇA EM DIREÇÃO AO GANTRY.

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 1,5 5 mm 5 mm 5 mm 5 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS SUPERIORES CONVENCIONAL
sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início dos cortes, da porção proximal até o limite distal da região ou lesão. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário.

Espessura de corte: 2-5mm Intervalo entre os cortes: 2-5mm

MEMBROS SUPERIORES HELICOIDAL
sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início dos cortes, da porção proximal até o limite distal da região ou lesão. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário.

Espessura de corte: 2-5mm Intervalo de reconstrução: 1-5mm Pitch: 1,5

MEMBROS SUPERIORES

MEMBROS SUPERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, CABEÇA EM DIREÇÃO AO GANTRY, BRAÇO ESTENDIDO EM POSIÇÃO DE SENTIDO (LADO A SER EXAMINADO), BRAÇO COLOCADO PARA TRÁS (LADO OPOSTO AO EXAMINADO), PRENDER A RESPIRAÇÃO DURANTE A AQUISIÇÃO.

MEMBROS SUPERIORES

Imagem piloto

MEMBROS SUPERIORES
CLAVÍCULA ACRÔMIO CABEÇA DO ÚMERO

CAVIDADE GLENÓIDE

ESCÁPULA

MEMBROS SUPERIORES

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 1,5 5 mm 5 mm 5 mm 5 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS SUPERIORES CONVENCIONAL

• sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início dos cortes, logo acima da articulação acrômio clavicular até o limite inferior do terço proximal do úmero. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.
Espessura de corte: 2-5mm Intervalo entre os cortes: 2-5mm

MEMBROS SUPERIORES HELICOIDAL

• sem contraste venoso • limitar campo de aquisição (indicação clínica). • início da aquisição, logo acima da articulação acrômio clavicular até o limite inferior do terço proximal do úmero. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.
Espessura de corte: 2-3mm Intervalo de reconstrução: 1-2mm Pitch: 1,5

MEMBROS INFERIORES

MEMBROS INFERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, CABEÇA OU PÉS EM DIREÇÃO AO GANTRY.

MEMBROS INFERIORES

Imagem piloto

MEMBROS INFERIORES

FOSSA ACETABULAR TROCÂNTER MAIOR CABEÇA DO FÊMUR COLO DO FÊMUR

TROCÂNTER MENOR

MEMBROS INFERIORES

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 3 mm 3 mm 3 mm 2 mm 1,5

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS INFERIORES CONVENCIONAL

• sem contraste venoso •início dos cortes, logo acima da fossa acetabular até o trocânter menor. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-3mm

MEMBROS INFERIORES HELICOIDAL

• sem contraste venoso •início da aquisição, logo acima da fossa acetabular até o trocânter menor. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo de reconstrução: 1-2mm Pitch: 1,5

MEMBROS INFERIORES

MEMBROS INFERIORES FÊMUR

• PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, PÉS EM DIREÇÃO AO GANTRY; • LIMITAR AQUISIÇÃO DE ACORDO COM INDICAÇÃO CLINICA; • FAZER COMPARATIVO; • ESPESSURA DE CORTE VARIÁVEL, DE ACORDO COM EXTENSÃO DA LESÃO; • DOCUMENTAR PARA OSSO E PARTES MOLES;

Espessura de corte: 3-10mm Intervalo entre os cortes: 5-8mm

Espessura de corte: 3-5mm Intervalo de reconstrução: 3-5mm Pitch: 1,5

MEMBROS INFERIORES TÍBIA - FÍBULA
• PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, PÉS EM DIREÇÃO AO GANTRY; • LIMITAR AQUISIÇÃO DE ACORDO COM INDICAÇÃO CLINICA; • FAZER COMPARATIVO; • ESPESSURA DE CORTE VARIÁVEL, DE ACORDO COM EXTENSÃO DA LESÃO; • DOCUMENTAR PARA OSSO E PARTES MOLES;

CONVENCIONAL
Espessura de corte: 3-10mm Intervalo entre os cortes: 5-8mm

HELICOIDAL
Espessura de corte: 3-5mm Intervalo de reconstrução: 3-5mm Pitch: 1,5

MEMBROS INFERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, PÉS EM DIREÇÃO AO GANTRY.

MEMBROS INFERIORES

Imagem piloto

MEMBROS INFERIORES

PATELA

FÊMUR

TUBÉRCULO INTERCONDILAR

TÍBIA

FÍBULA

MEMBROS INFERIORES

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 1,5 3 mm 3 mm 3 mm 2 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS INFERIORES

•NA ROTINA DE JOELHO DEVEMOS AVALIAR OS MENISCOS,

COM PROGRAMAÇÃO ESPECÍFICA;

•ESPESSURA DE CORTE: 1 – 2mm • INTERVALO ENTRE OS CORTES: 1 – 2mm •O ângulo dos cortes deverão obedecer ao ângulo formado

pelo platô tibial.

MEMBROS INFERIORES CONVENCIONAL

• sem contraste venoso •início dos cortes, logo acima da patela até a tuberosidade da tíbia. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-3mm

MEMBROS INFERIORES CONVENCIONAL - HELICOIDAL Meniscos

• sem contraste venoso •início dos cortes, platô tibial até logo acima do tubérculo intercondilar. • documentar para partes moles . • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 1-2mm Intervalo entre os cortes: 1-2mm

MEMBROS INFERIORES HELICOIDAL

• sem contraste venoso •início da aquisição, logo acima da patela até a tuberosidade da tíbia. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo de reconstrução: 1-2mm Pitch: 1,5

MEMBROS INFERIORES
DISTÂNCIA FT - TT

90°

Medida em cm

MEMBROS INFERIORES

MEMBROS INFERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, COM OS PÉS EM DIREÇÃO AO GANTRY. PROCURAR FORMAR ÂNGULO DE 90°.

MEMBROS INFERIORES

Imagem piloto

MEMBROS INFERIORES
FÍBULA

TÍBIA

TALUS CALCÂNEO

MEMBROS INFERIORES

Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 1,5 3 mm 3 mm 3 mm 2 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS INFERIORES
CONVENCIONAL

• sem contraste venoso •início dos cortes, logo acima da articulação tíbiotársica até o limite inferior do calcâneo. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-3mm

MEMBROS INFERIORES
HELICOIDAL

• sem contraste venoso •início da aquisição, logo acima da articulação tíbiotársica até o limite inferior do calcâneo. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo de reconstrução: 1-2mm Pitch: 1,5

MEMBROS INFERIORES

O USO DE CONDICIONADO CLÍNICAS.

CONTRASTE ESTÁ ÀS NECESSIDADES

MEMBROS INFERIORES
CORONAL - TORNOZELO

PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, COM OS PÉS EM DIREÇÃO AO GANTRY. REGIÃO PLANTAR SOBRE A MESA DE EXAME, TENTAR COLOCAR A PERNA O MAIS PERPENDILAR A MESA POSSÍVEL, DESDE QUE O GANTRY NÃO TOQUE NO PACIENTE.

MEMBROS INFERIORES
CORONAL - TORNOZELO

• sem contraste venoso •início dos cortes, anterior ao navicular até
o limite posterior do calcâneo. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.
Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-4mm

MEMBROS INFERIORES

MEMBROS INFERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, COM OS PÉS EM DIREÇÃO AO GANTRY. PROCURAR FORMAR ÂNGULO DE 90°.

MEMBROS INFERIORES

Imagem piloto

MEMBROS INFERIORES
TÁLUS NAVICULAR METATARSOS

CUBÓIDE CALCÂNEO

MEMBROS INFERIORES
Aquisição Convencional
Espessura de corte Intervalo entre os cortes Espessura de corte Intervalo de reconstrução Pitch 2 2 2 1 1,5 3 mm 3 mm 3 mm 2 mm

Aquisição Helicoidal

Obs.: pode haver modificação caso haja necessidade clinica.

MEMBROS INFERIORES
CONVENCIONAL

• sem contraste venoso •início dos cortes, logo acima do tálus até o limite
inferior do calcâneo, obedecendo o maior eixo da região. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

Espessura de corte: 2-3mm Intervalo entre os cortes: 2-3mm

MEMBROS INFERIORES
HELICOIDAL

• sem contraste venoso •início da aquisição, logo acima do tálus até o
limite inferior do calcâneo, obedecendo o maior eixo da região. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.
Espessura de corte: 2-3mm Intervalo de reconstrução: 1-2mm Pitch: 1,5

MEMBROS INFERIORES

PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, COM OS PÉS EM DIREÇÃO AO GANTRY.

MEMBROS INFERIORES

Imagem piloto

MEMBROS INFERIORES
CORONAL - PÉ

• sem contraste venoso •início dos cortes, posterior ao tálus até o limite
anterior das falanges distais. • documentar para estruturas ósseas e partes moles se necessário. • UTILIZAR FOV ADEQUADO.

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