Escola de Artes, Ciências e Humanidades

Universidade de São Paulo

Graduação em Obstetrícia

2010

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

FICHA CATALOGRÁFICA
Brasil. USP. EACH. Graduação em Obstetrícia. Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal. USP. EACH. Graduação em Obstetrícia. São Paulo: USP/EACH, 2010. 71 p. color. I.Assistência à saúde materna. II.Assistência à saúde do recém-nascido. III.Prestação de cuidados de saúde. IV.Título.

ELABORAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E INFORMAÇÕES: USP. EACH. Graduação em Obstetrícia. Rua Arlindo Béttio, nº 1000 - Ermelino Matarazzo – SP – CEP: 03828-000 Home page: http://www.each.usp.br Tel.: (11) 3091-8905 DIRETOR DA EACH (2009) Dr.º Dante De Rose Junior DIRETOR DA EACH (2010) Dr.º Jorge Boueri Filho VICE-DIRETOR DA EACH (2009)

VICE-DIRETOR DA EACH (2010) Dr.º Edson Leite COORDENADORA DA GRADUAÇÃO EM OBSTETRÍCIA (2009) Dr.ª Lucia Cristina Florentino Pereira da Silva COORDENADORA DA GRADUAÇÃO EM OBSTETRÍCIA (2010) Drª. Nádia Zanon Narchi COORDENADORA – MANUAL DE PROCEDIMENTOS (2009-2010) Dr.ª Maristela Belletti Mutt Urasaki

Rodrigues da Silva Priscila Ribeiro Raspantini Priscilla da Costa Gonçalves Rafael Augusto Silva de Paiva Raíssa de Castro Angarten Raquel Emile da Silva Raquel Fernandes Giorgete Salete Alves Cordeiro Tatiana de Sousa Mendes Gomes . V. Trindade Mariana de Moura Pedrosa Mariana Lourenzem Viginotti Milena Mitiko Fujishita Munick Cristinni da S.2009 Adriana Gomes do Nascimento Adriana Sassaron Fornaziero Albertina Samira Cerda Balcazar Aline Araujo Fazenda Amanda Aparecida T. Fulquim Nayara Girardi Baraldi Nelice Canhoto Gonçalves Priscila M.Autores Alunos graduandos do Curso de Obstetrícia da Escola de Artes. Fabrizio de Carvalho Bruna Vazamim Cumpri Christiane Borges do Nascimento Cláudia de Azevedo Aguiar Cristiane Pereira Barros Danyelle Ferreira Farias Diana Tiemi Yamamoto Elaine Cristina Pimentel Fabiana Alves Kamiya Flávia Nagahama Sakata Flávia Rodrigues França Juan Carlo Paula Cesar Lopes Juliana Cristina Peres Juliana Moreno Guerra Karina Simão Barbosa Luana de Andrade Pina Cabral Maíra Fernandes Bittencourt Malu Yumi Costa Iizuka Mariana Alves dos Santos Mariana Blum R. Ciências e Humanidades . Rodelo Andressa Akemi Abe Beatriz F.

Ciências e Humanidades . Bonvechio Macca Amanda Moreira da Silva Reis Andréa Verônica Gonzalez Perez Andreia Luiza Alves Oliveira Anna Carolina Coutinho Bruna Alves Camila Kiraly Franzel Carolina Andrade de Barros Cláudia Regina Neves Cledionice Felizardo Fonseca Cristina Yayoi Zukeran Kanda Edna Evelin da Costa Silveira Fernanda Paula Alves Soares Flávia da Silva Chiamba Gabriela de Moura Pedrosa Giuliana Lima Franco dos Santos Glauce Cristine Ferreira Soares Isadora Marques Crochik Jéssica Gallante Reis Juliana Ferreira dos Santos Laís Akemi Morimoto Laís Guimarães do Couto Rocha Lidiane Mello de Castro Lorena de Souza Santos Marcela Faggiani P. Alves Mariana Biancheze de Alencar Mariana Sallun Raya Marina Lorencini Pedó Monique Huk Alvarenga Paula Coyado Rodrigues Garcia Rita Leandro de Moraes Silva Rosane Pacheco Pereira Sheylla Alves Claudino Pestana Thaís Peloggia Cursino Vanessa de Castro Nunes Pombo .2010 Aline Apa. de Oliveira Maria dos Remedios da S.Autores Alunos graduandos do Curso de Obstetrícia da Escola de Artes.

Escola de Artes.ª Roselane Gonçalves Dr.2010 Maria dos Remedios da Silva Alves 2010.ª Maristela Belletti Mutt Urasaki Dr. Ciências e Humanidades.ª Rosemeire Sartori de Albuquerque Dr.ª Natalúcia Matos Araújo DIAGRAMAÇÃO E ARTE FINAL . É permitida a reprodução parcial ou total.2009 Priscila Maria Vieira Rodrigues da Silva DIAGRAMAÇÃO E ARTE FINAL . Todos os direitos reservados. desde que citada a fonte e que não seja para a venda ou qualquer outro fim comercial. Universidade de São Paulo. Graduação em Obstetrícia. .ª Maria Aparecida de Jesus Belli Dr.REVISÃO TÉCNICA Dr.

Assistir às mulheres no momento do parto e nascimento com segurança e dignidade é compromisso fundamental de todo profissional que optou por esta prática. Neste sentido. discutir e. sobretudo. Dr. construímos este manual.Apresentação Os diversos cenários da saúde exigem profissionais que assistam as pessoas de forma eficiente. Salientamos que a descrição dos mesmos segue diretrizes básicas e está fundamentada em diversos autores conceituados da literatura. Esperamos contar com a contribuição de todos para que possamos ampliar nosso saber/ fazer/ sentir e assim caminhar na direção de um cuidar mais amplo e sensível. refletir. saber fazer e sensibilidade. sendo que nesta primeira apresentação elencamos quarenta e cinco procedimentos comumente realizados nestes locais. Vale lembrar que as especificidades encontradas nas diferentes instituições de saúde devem ser consideradas ao se instituir os passos aqui sugeridos. professores e profissio-nais de saúde que atuam em Centro Obstétrico (CO) e Centro de Parto Normal (CPN). buscamos fornecer material de apoio e consulta para os alunos. Considerando que os manuais são instrumentos fundamentais para a veiculação de informações sistematizadas nas organizações de saúde. competente.ª Maristela Belletti Mutt Urasaki Docente do curso de Graduação em Obstetrícia da USP e Organizadora deste Manual de Procedimentos . avaliar a propriedade de cada ação indicada. autêntica e com qualidade. O processo de construção de um modelo de assistência obstétrica qualificada exige que seja incorporado no cotidiano do trabalho o tripé: conhecimento prudente. acreditando na possibilidade de contribuir com o processo de organização do cuidado ministrado à mulher durante o processo de nascimento e parto. Encorajamos cada leitor a rever.

10 15 16 17 19 20 21 22 23 24 25 27 28 30 32 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 51 .Sumário Nº 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 Limpeza Concorrente Lavagem das mãos Lavagem cirúrgica das mãos Verificação da pressão arterial Verificação da temperatura axilar Verificação do pulso Administração intramuscular (IM) de medicamentos em adulto Administração endovenosa (EV) de medicamentos em adulto Administração endovenosa (EV) de medicamentos em adulto: em clientes com acesso venoso periférico prévio Administração vaginal de medicamentos Bomba de Infusão Tricotomia Sondagem vesical de demora feminina Sondagem de alívio feminina Coleta de amostra sanguínea Avaliação da dinâmica uterina Exame físico obstétrico: inspeção Exame físico obstétrico: palpação e altura uterina Exame físico obstétrico: ausculta uterina Exame físico obstétrico: toque vaginal Amnioscopia Cardiotocografia Transferência da cliente da maca para a mesa: cliente em condições de mobilidade Transferência da cliente da maca para a mesa: cliente sem condições de mobilidade – técnica 1 Transferência da cliente da maca para a mesa: cliente sem condições de mobilidade – técnica 2 Paramentação Massagem Lombossacral Exercícios com a Bola Cavalinho Banho de Aspersão Banho de Imersão Amniotomia PROCEDIMENTO PÁG.

53 55 56 57 59 60 61 62 63 64 65 66 67 69 70 72 73 75 76 78 79 82 85 87 88 89 91 93 95 98 .Sumário Nº 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 PROCEDIMENTO Montagem da Mesa para Parto Normal Assistência no trabalho de parto: fase Latente Assistência no trabalho de parto: fase Ativa Assistência no trabalho de parto: fase Expulsiva Anestesia local Episiotomia: técnica mediana Episiotomia: técnica mediolateral Episiorrafia Reparo do períneo Complementação do procedimento de Episiorrafia Clampeamento do cordão umbilical Manejo na dequitação placentária: conduta expectante Manejo na dequitação placentária: conduta ativa Revisão placentária Coleta de sangue placentário Assistência no puerpério imediato (1ª à 4ª h) Curativo de Incisão Abdominal Cuidados pós-cesárea Preparo do corpo do Adulto pós-morte Aspiração do recém-nascido Reanimação cardiopulmonar do recém-nascido Exame físico e neurológico do recém-nascido Verificação do peso do recém-nascido Administração intramuscular (IM) de medicamentos no recém-nascido Administração ocular de medicamentos no recém-nascido Banho do recém-nascido Preparo do corpo do Recém-nascido pós-morte Amamentação Limpeza Terminal Referências Bibliográficas PÁG.

Panos para limpeza (de mesa. etc)./ 10 Procedimento: • • Limpeza Concorrente De cima para baixo – em um único sentido e firme. Saco de plástico (cor branco leitoso resistente. Pá de lixo (cabo longo e curto). detergentes e desinfetantes. panos limpos. Palha de aço. Do fundo da sala para a porta para manter a funcionalidade. 2) Vestir os equipamentos de proteção pessoal 3) Calçar as luvas. Rodos de borracha (diversos tamanhos). rodos. de 15. Mops. Não usar vassouras. interruptores. 35 e 100 litros e saco preto. Latões de lixo (15. Escadas: diversos tamanhos. Usar as luvas somente durante os procedimentos de limpeza – nunca utilizá-las para tocar em locais de uso comum (maçanetas de portas. Carro: para transporte e guarda do material de limpeza.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. para acondicionar lixo biológico (infectante). telefones. Agentes De Limpeza: água. sabões.). pia. Agente de Limpeza 10 . torneiras. Agente Ação 1) Separar os materiais necessários: equipamento de proteção pessoal. Técnica 1 Limpeza concorrente (limpeza com pano úmido utilizando dois baldes) Realizada antes de procedimentos e plantões e ao final das atividades diárias e procedimentos. 35 e 100 litros). etc. dois baldes (azul e vermelho). Movimento em um só sentido – nunca fazer a limpeza em movimentos circulares ou de vaivém. em locais semi-críticos. Observação • • • • • Materiais: Baldes (de cores diferentes). 4) Recolher das mesas e bancadas todo o material a ser desprezado. rodos ou mops. para o lixo administrativo). etc. Desentupidor de pia e ralos. Sempre utilizar EPIs para a realização da limpeza.). Suporte (para pendurar vassouras. Usar somente produtos químicos aprovados pelo Ministério da Saúde.

10) Passar pano úmido embebido em água pura duas vezes ou mais nas superfícies para retirar todo o sabão. 20) Passar o pano úmido. 8) Limpar as superfícies. Desdobrar o pano para utilizar todas as dobras limpas. após utilizar todas as dobras. no chão duas vezes ou mais se necessário para retirar o sabão. Técnica 2 Limpeza com pano úmido e dois baldes seguida da desinfecção concorrente Realizada antes de procedimentos e plantões e ao final das atividades diárias e procedimentos em locais críticos e semi-criticos. 21) Fazer a limpeza do material utilizado desprezando a água suja./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Concorrente (Continuação) Ação 5) Preparar os baldes o azul contendo água limpa e o vermelho com sabão detergente e água. 6) Mergulhar o pano no balde com água e detergente.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. A desinfecção é realizada após a limpeza com panos úmidos utilizando dois baldes. dobrando-o em 4 ou 8. mesas. 7) Abrir o pano umedecido. 13) Tirar as luvas e lavar as mãos. 11 . embebido em água pura. 14) Colocar as luvas destinadas a limpeza do chão. com movimentos ritmados longos e retos. Limpar em faixas paralelas. 19) Lavar o pano no balde que contem água limpa ate sair o sabão. bancadas. 18) Utilizar movimentos retos e paralelos seguindo no sentido do interior para a porta de saída. 17) Abrir o pano e dobrar em 2. 15) Encher os baldes com água limpa (azul) e água e sabão (vermelho). Agente de Limpeza Observação Não misturar os panos de limpeza de superfícies com os de chão. 11) Voltar a mergulhar o pano no balde com água e sabão para se necessário. 9) Lavar o pano no balde que contem a água. 12) Desprezar a água suja em local apropriado e limpar os baldes ou trocar de baldes. reiniciar o procedimento de limpeza. 16) Mergulhar o pano limpo no balde vermelho torcendo-o para retirar o excesso de água. 22) Tirar as luvas e lavar as mãos. torcendo-o bem para retirar o máximo possível de água.

validade. saco plástico branco. soluções desinfetantes (álcool etílico a 70% e hipoclorito de sódio a 1%). O prazo máximo para o uso da solução de álcool após aberta é 7 dias. validade. Agente Ação 1) Separar os materiais necessários: equipamento de proteção pessoal. 2) Seguir os passos acima de 2 a 21. data de abertura e assinatura. Agente de Limpeza Observação • Técnica 3 Desinfecção concorrente seguida de limpeza com pano úmido utilizando dois baldes. portas e janelas). papel absorvente ou pano velho. pisos. Agente de Limpeza 12 . data de abertura e assinatura.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. (Usar álcool para desinfecção de mesas. 9) Retirar as luvas e lavar as mãos. dois baldes (azul e vermelho). 3) Trocar de luvas 4) Pegar um pano seco e embeber no álcool etílico a 70%. dois baldes (azul e vermelho). presença de matéria orgânica. panos limpos. Manter o frasco de solução rotulado com nome da solução. tetos. carrinhos e etc. 7) Remover o desinfetante com pano úmido embebido em água pura./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Concorrente (Continuação) Ação 1) Separar os materiais necessários: equipamento de proteção pessoal. fazendo três fricções por 30 segundos. 8) Lavar o material usado. rodos ou mops. panos limpos. 2) Vestir o equipamento de proteção pessoal. O hipoclorito não deve ser utilizada em artigos metálicos. • Manter o frasco rotulado com nome da solução. soluções desinfetantes (álcool etílico a 70% e hipoclorito de sódio a 1%). rodos ou mops. bancadas. 3) Calçar as luvas.) 5) Deixar a superfície secar espontaneamente 6) 6Aplicar a solução de hipoclorito de sódio a 1% (deve ser usado em paredes. Ela é realizada em locais críticos e semi-críticos. Utilizado após procedimentos em caso de sujidade no qual ocorre.

pisos. quando em presença de saída de água (ralos) 13 . O prazo máximo para o uso da solução de álcool após aberta é 7 dias. fazendo três fricções por 30 segundos. 12) Remover o desinfetante com pano úmido embebido em água pura. 13) Lavar o material usado. vidraças e visores. ou desinfetar o pano no caso de reutilizar.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. portas e janelas). O hipoclorito não deve ser utilizada em artigos metálicos. portais./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Concorrente (Continuação) Ação 4) Retirar o excesso da carga contaminante (matéria orgânica das mesas.) 7) Deixar a superfície secar espontaneamente 8) Descartar o pano. portas e etc) com papel absorvente ou panos velhos. validade. (usar álcool para desinfecção de mesas. 14) Retirar as luvas e lavar as mãos. carrinhos e etc) com pano velho ou papel absorvente. data de abertura e assinatura. Manter o frasco de solução rotulado com nome da solução. parede. validade. • Manter o frasco rotulado com nome da solução. 6) Pegar um pano seco e embeber no álcool etílico a 70%. tetos. bancadas. Seguir repetindo os passos da limpeza com pano úmido utilizando dois baldes. bancadas. 5) Descartar o pano ou papel no saco de lixo branco (lixo orgânico) ou desinfetar o pano no caso de reutilizar. 11) Aplicar a solução de hipoclorito de de sódio a 1% (Deve ser usado em paredes. 10) Descartar o pano ou papel no saco de lixo branco (lixo orgânico). 9) Retirar o excesso da carga contaminante (matéria orgânica do chão. Agente de Limpeza Observação • Técnica 4 Recomendações especiais de limpeza e desinfecção Banheiro Usar técnicas do pano úmido com dois baldes em: portas. Utilizar a técnica com água abundante. carrinhos e etc. data de abertura e assinatura.

Uma vez por semana executar a limpeza semanal utilizando máquinas (enceradeiras/aspiradores de água). Efetuar a desinfecção diária entre uso e semanalmente. Após cada procedimento realizar a desinfecção concorrente e limpeza concorrente. limpando as superfícies horizontais.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. A limpeza diária das salas cirúrgicas deve acontecer ao término de todo o mapa cirúrgico./ 10 Procedimento: Limpeza Concorrente (Continuação) Sala de Exame Efetuar limpeza terminal e desinfecção ao término da jornada de trabalho usando a técnica do pano molhado seguindo técnicas de limpeza e desinfecção diária. Técnica 6 Técnica 7 Macas e suporte Usar técnica de limpeza com pano úmido usando água e sabão. do mobiliário e dos equipamentos com pano úmido embebido em álcool 70%. Técnica 5 Sala de Parto Antecedendo o inicio dos plantões realizar uma revisão da limpeza das salas. 14 .

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

Procedimento nº: 02 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:
Materiais:
Sabonete Líquido; Toalha de papel.

Lavagem Simples das Mãos

Agente

Ação 1) Abrir a torneira e molhar as mãos, sem encostar na pia; 2) Aplicar na palma da mão quantidade suficiente do sabonete para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante); 3) Friccionar as palmas das mãos entre si; 4) Friccionar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçandoos dedos e vice-versa; 5) Friccionar a palma das mãos entre si com os dedos entrelaçados; 6) Friccionar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos e vice-versa; 7) Friccionar o polegar esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando-se movimento circular e vice-versa; 8) Friccionar as polpas digitais e unhas da mão direita contra a palma da mão esquerda, fazendo um movimento circular e vice-versa; 9) Friccionar os punhos com movimentos circulares; 10) Enxaguar; 11) Secar as mãos com toalhas de papel, iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos; 12) Fechar a torneira utilizando toalha de papel. O importante é que após o procedimento a mão (limpa) não seja usada para fechar a torneira (suja). As torneiras com sensores ou sistemas de pedais facilitam a execução do procedimento.

Todos os profissionais da equipe do CO e CPN

Observação

15

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

Procedimento nº: 03 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Lavagem Cirúrgica das Mãos
Sabões e detergentes com poder antisséptico e desinfectante (ex.: sabões aniônicos; sabões catiônicos; álcool etílico; álcool isopropílico; iodo; clorexidine; hexaclorofeno); Escova estéril (algumas escovas já vêm com antisséptico); Toalhas ou compressas estéreis.

Materiais:

Agente

Ação 1) Abrir a torneira, molhar as mãos, antebraços e cotovelos, mantendo a água corrente em temperatura agradável; 2) Recolher com as mãos em concha um pequeno volume de anti-séptico e espalhar nas mãos, antebraço e cotovelo. No caso de escova impregnada com anti-séptico, pressione a parte da esponja contra a pele e espalhe por todas as partes; 3) Escovar ou friccionar as mãos, observando espaços interdigitais e antebraços por no mínimo 3 a 5 minutos, mantendo as mãos acima dos cotovelos; 4) Iniciar a escovação pelas extremidades dos dedos e seqüencialmente pela face lateral, palmar e dorsal dos dedos espaços interdigitais, palma da mão, dorso da mão, face anterior e posterior do antebraço, seguindo até o cotovelo; 5) Limpar sob as unhas com as cerdas da escova ou com limpador de unhas (espátula); 6) Enxaguar as mãos em água corrente, no sentido das mãos para os cotovelos, retirando todo resíduo do produto; 7) Permanecer no lavabo com as mãos suspensas até que a água escorra por completo; 8) Fechar a torneira com o cotovelo se a torneira não possuir fotossensor; 9) Oferecer ao profissional que fez a lavagem das mãos o pacote de compressa para iniciar a secagem das mãos; 10) Enxugar as mãos em toalhas ou compressas estéreis, com movimentos compressivos, iniciando pelas mãos e seguindo pelo antebraço e cotovelo, atentando para utilizar as diferentes dobras da toalha/compressa para regiões distintas.

Médico(a), Obstetriz ou Enfermeiro(a)

Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a), Obstetriz/ Obstetra, Enfermeiro(a)

16

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

Procedimento nº: 04 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Verificação da Pressão Arterial
Esfignomanômetro; Estetoscópio; Algodão embebido em álcool 70%; Papel; Caneta.

Materiais:

Agente

Ação 1) Orientar a cliente sobre o procedimento; 2) Observar o tamanho apropriado do manguito (largura 20% superior ao diâmetro do antebraço ou 40% da circunferência e 2/3 do comprimento do braço); 3) Certificar-se de que a cliente: não está com a bexiga cheia; não praticou exercícios físicos; ou não ingeriu bebida alcoólica, café, alimentos ou fumou até 30 minutos antes da medida; 4) Lavar as mãos; 5) Realizar assepsia do diafragma e das olivas do estetoscópio com algodão e álcool; 6) Deixar a cliente confortavelmente deitada ou sentada com o braço comodamente exposto (livre de roupas) e apoiado, mantendo a altura do coração, com a palma da mão voltada para cima; 7) Colocar o manguito totalmente vazio 2,5 cm acima do espaço antecubital, ajustando-o ao braço sem apertar; 8) Não deixar as borrachas se cruzarem, devido aos ruídos que produzem; 9) Palpar a artéria distal ao manguito com os dedos da mão não dominante enquanto infla o manguito rapidamente até a pressão de 30mmHg acima do ponto em que o pulso desaparece (estimar a pressão sistólica); 10) Esvaziar o manguito e palpar o ponto de retorno da pulsação; 11) Esvaziar o manguito por completo e esperar 30 segundos; 12) Palpar a artéria braquial no espaço antecubital, colocar o diafragma do estetoscópio sobre a mesma e as extremidades das olivas nos ouvidos (certificar que os sons estão claros e não abafados); 13) Fechar a válvula da pera e inflar rapidamente o manguito até 30mmHg acima da pressão sistólica palpada estimada; 14) Abrir a válvula da pera lentamente; 15) Identificar o primeiro som claro ouvido (1º som de Korotkoff corresponde a pressão máxima ou sistólica); 16) Observar sua correspondência no manômetro; 17) Continuar a descompressão gradualmente observando o ponto em que o som desaparece em adultos (5º som de Korotkoff correspondente a pressão diastólica em adultos);

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem

17

Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação Se esta é a primeira avaliação da pressão arterial da cliente repetir a avaliação no outro membro. 22) Lavar as mãos. 20) Retirar o manguito. 18 . 21) Deixar a cliente em posição confortável. 19) Continuar o esvaziamento do manguito até que o ar seja liberado./ 09 Procedimento: Agente Verificação da Pressão Arterial (Continuação) Ação 18) Observar sua correspondência no manômetro. Obstetriz.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 04 Data de Emissão: dez. Médico(a). 23) Anotar na papeleta e notificar qualquer anormalidade encontrada.

Obstetriz./ 09 Procedimento: Verificação da Temperatura Axilar Bandeja. Médico(a). Os termômetros de mercúrio não são mais recomendados nos estabelecimentos de saúde em decorrência do risco para o trabalhador. 5) Inspecione presença de lesão na pele ou transpiração excessiva. Algodão embebido em álcool 70%. 7) Pedir a cliente para comprimir o braço de encontro ao corpo. mude de braço se encontrar lesões e providencie a secagem da axila com transpiração excessiva. 6) Colocar o termômetro no centro da axila. 4) Separe o braço da cliente do seu tronco. 8) Manter o termômetro até que o sinal audível sinalize a leitura. Papel. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 19 . 11) Deixar a cliente confortável. 13) Fazer o registro em prontuário. 3) Explicar a cliente o que vai ser feito. 2) Desinfetar o termômetro com o algodão embebido em álcool a 70%. 10) Desinfetar o termômetro com algodão e álcool e guardá-lo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 05 Data de Emissão: dez. colocando o braço sobre o peito com a mão direcionada para o ombro oposto. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos. 9) Remover o termômetro e verificar a leitura. Caneta. 12) Lavar as mãos. Termômetro eletrônico.

Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 20 . Obstetriz. 7) Lavar as mãos. porém sempre com o braço apoiado. sendo que para palpá-los emprega-se os dedos indicador e médio. Verificação do Pulso Agente Ação 1) Lavar as mãos./ 09 Procedimento: Materiais: Caneta. com o polegar fixado no dorso do punho da cliente. 3) Colocar a cliente em posição confortável. Médico(a). 4) Localizar a artéria radial que se encontra entre a apófise estilóide do rádio e o tendão dos flexores. 5) Contar a frequência durante 1 minuto inteiro.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 06 Data de Emissão: dez. 8) Anotar no prontuário. O agente usa a mão direita para examinar o pulso esquerdo e vice versa. 6) Avaliar o ritmo e amplitude. 2) Explicar o procedimento a cliente. sentada ou deitada.

certificando-se tratar da pessoa a ser medicada. Se houver o retorno. dosagem. 3) Ler o rótulo e a dosagem do medicamento. obedecendo o ângulo para cada região (ângulo de 90º para ventroglúteo. 3º vastolateral e 4º deltóide). 15) Ao terminar a aplicação. 8) Escolher o local para aplicação do medicamento (manter ordem de prioridade para região selecionada: 1º ventroglúteo. 2) Lavar as mãos. Médico(a). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 21 . 7) Orientar a cliente quanto ao medicamento e a administração. Obstetriz./ 09 Procedimento: Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos em Adulto Seringa de 5ml ou 3 ml com o medicamento prescrito. Luvas de procedimento.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 07 Data de Emissão: dez. 16) Descartar a agulha e a seringa em local próprio. Bandeja. 14) Empurrar lentamente o êmbolo com a mão não dominante. 13) Injetar a droga se não houver retorno de sangue. Reiniciar o processo incluindo o preparo de outra droga e a selecão de outra região para a readministração. 6) Identificar a cliente pelo nome. 10) Segurar a seringa com a mão dominante (como se segura um lápis para escrever). droga. dorsoglúteo e deltóide e ângulo de 45º para vastolateral). 4) Preparar o medicamento de acordo com a dosagem prescrita. via de administração e horário). Duas bolas de algodão. 17) Lavar as mãos. verificando a data de validade. 18) Checar o medicamento no prontuário e anotar qualquer intercorrência. retirar a agulha e comprimir o local. sendo uma embebida em álcool a 70% ou iodado a 1% e outra não. 11) Fixar o músculo com a mão não dominante e introduzir a agulha com firmeza. injetando a droga. 2º dorsogluteo. 12) Soltar o músculo e puxar o êmbolo com a mão não dominante (aspirar). 5) Levar a seringa preparada e o algodão em uma bandeja. Agulha 40 x 10 para aspiração e 30 x 7 mm para a aplicação ou de outro calibre/comprimento de acordo com o local e musculatura da cliente. Materiais: Agente Ação 1) Conferir os cinco certos (cliente. comprimir a pele com o algodão seco e retirar a agulha/ seringa. 9) Fazer anti-sepsia do local com o algodão embebido em álcool a 70%.

22) Retirar as luvas de procedimento e lavar as mãos. Agulha 25x8mm. Duas bolas de algodão. Agente Ação 1) Certificar-se da prescrição médica. Luvas de procedimento. mantendo-a em repouso. Obstetriz. 13) Fazer a anti-sepsia do local com o algodão com álcool a 70%. 11) Se necessário. 16) Puxar o êmbolo da seringa até que venha o sangue. 12) Solicitar a cliente que mantenha a mão fechada e o braço imóvel. 20) Observar a cliente por alguns minutos. Garrote. Médico(a). 17) Soltar o garrote e pedir a cliente que abra a mão. 3) Ler o rótulo. sendo uma embebida em álcool à 70% ou iodado à 1% e outra não. 23) Checar o horário na prescrição e fazer anotação. 4) Preparar o medicamento de acordo com a dosagem prescrita e colocá-lo em uma bandeja. 6) Identificar a cliente pelo nome. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 22 . 18) Injetar o medicamento lentamente até o término da medicação. 8) Expor a área de aplicação. verificando as condições das veias. observando a via de administração e dosagem. 5) Levar a bandeja para o quarto/ leito da cliente. 9) Calçar as luvas. certificando-se tratar da pessoa a ser medicada./ 09 Procedimento: Administração Endovenosa (EV) de Medicamentos em Adulto Em clientes sem acesso venoso periférico Materiais: Seringa com medicamento prescrito. 15) Introduzir com a outra mão a agulha paralelamente à pele com bisel voltado para cima. desprezando a seringa e a agulha em local apropriado. a dosagem do medicamento e verificar a data de validade. 14) Fixar a veia com o polegar abaixo do local a ser puncionado. 10) Garrotear o membro. 21) Recolher o material utilizado e deixar o quarto em ordem. 30x8mm ou dispositivo para punção venosa (scalp). solicitar que a cliente abra e feche a mão do membro que vai ser puncionado.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 08 Data de Emissão: dez. até a veia ficar saliente. 7) Orientar a cliente quanto ao medicamento e o procedimento. Bandeja. 19) Retirar a agulha com um movimento único e ágil comprimindo o local com o algodão seco. 2) Lavar as mãos.

3) Ler o rótulo. observando a via de administração e dosagem. doloroso). 8) Checar a permeabilidade do acesso venoso e condições do local e sistemapolifix ou similar. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 23 . infiltração cutânea e hematoma. Obstetriz. Agente Ação 1) Certificar-se da prescrição médica. 9) Observar anormalidades: flebite (local hiperemiado. a dosagem do medicamento e verificar a data de validade. 5) Levar a bandeja para o quarto/ leito da cliente. 4) Preparar o medicamento de acordo com a dosagem prescrita e colocá-lo em uma bandeja. 14) Lavar as mãos.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 09 Data de Emissão: dez. Em todos estes casos remover o dispositivo e reinstalar um novo em outro local. Sistema polifix ou similar. certificando-se tratar da pessoa que deve ser medicada. 12) Manter o acesso com soro fisiológico 0. 7) Orientar a cliente quanto ao medicamento e o procedimento. 11) Administrar lentamente o medicamento. obstrução da luz da agulha. 15) Checar o medicamento no prontuário e anotar qualquer intercorrência. Bandeja./ 09 Procedimento: Administração Endovenosa (EV) de Medicamentos em Adulto Em clientes com acesso venoso periférico Materiais: Seringa com medicamento prescrito. 6) Identificar a cliente pelo nome. 10) Conectar a seringa ao dispositivo se as condições estiverem normais.9%. Médico(a). Luvas de procedimento. 2) Lavar as mãos. Agulha 40x10mm para aspiração. 13) Descartar os resíduos e as luvas em local próprio.

empurrando até o fim. usar o aplicador. certificando-se tratar da pessoa que deve ser medicada. 17) Colocar a cliente em posição confortável e solicitar a ela que permaneça deitada. colocar em uma gaze. Caso a medicação seja em pomada ou creme vaginal. em seguida retirar o aplicador delicadamente. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 24 . Luvas de procedimento. Obstetriz. 2) Lavar as mãos. verificando a data de validade. 11) Colocar a cliente em posição ginecológica. 6) Se for óvulo. 12) Calçar as luvas de procedimento. 5) Se for pomada ou creme. 13) Introduzir o medicamento.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 10 Data de Emissão: dez. observando a via de administração e a dosagem. Agente Ação 1) Certificar-se da prescrição. Caso seja em óvulo. 16) Retirar as luvas. 9) Orientar a cliente quanto ao medicamento e o procedimento. 3) Ler o rótulo e a dosagem do medicamento. colocar o medicamento no aplicador. 19) Checar o horário na prescrição e fazer anotações no prontuário. Médico(a). 10) Se necessário. 7) Levar a bandeja para o quarto/ leito da cliente. orientá-la como executar a administração. Se a cliente tiver condições e preferir ela mesma introduzir o aplicador com creme ou o óvulo. 4) Preparar o medicamento e colocar em uma bandeja./ 09 Procedimento: Materiais: Administração Vaginal de Medicamentos Bandeja. 14) Se for pomada ou creme: introduzir o aplicador delicadamente no canal vaginal e empurrar o êmbolo até o fim. usar uma gaze. 8) Identificar a cliente pelo nome. 15) Se for óvulo: introduzi-lo com a ponta dos dedos. isolar a cliente com um biombo. 18) Descartar os resíduos e as luvas em local próprio e lavar as mãos.

14) Monitorar a presença de complicações na velocidade da infusão do local IV após o início do gotejamento. 3) Lavar as mãos. 2) Orientar a cliente sobre o procedimento e a não restrição de locomoção. tais como: oclusão do cateter por coágulo. Após colocar o número desejado apertar novamente “confirmar” para seguir para o próximo passo da programação. 11) Programar o volume da infusão. é importante ressaltar que cada marca tem suas especificidades)./ 10 Procedimento: Bomba de Infusão Bomba de infusão (para a descrição deste procedimento foi usado a marca: Medtec como exemplo. 13) Apertar o botão “confirmar” após a leitura do tempo de infusão. Materiais: Agente Ação 1) Verificar no prontuário da cliente a prescrição. 16) Avaliar o local da infusão quanto a sinais de infiltração. Equipo para bomba de infusão (conectada a solução a ser infundida e sem ar no sistema). cateter danificado e dobras ou nós no equipo de infusão. 20) Observar na cliente sinais clínicos de hipervolemia: cefaléia. apertando o botão “avançar” para colocar o número desejado e em seguida “confirmar” para seguir para a próxima casa decimal. Obstetriz. 4) Verificar a permeabilidade da linha IV e da agulha ou cateter. 5) Fixar a bomba de infusão no suporte de soro 6) Instalar na roldana da bomba de infusão a parte apropriada do equipo 7) Instalar o sensor no conta-gotas 8) Conectar o equipo no acesso venoso da cliente 9) Ligar a bomba (botão atrás do equipamento) 10) Ler a primeira informação. que será calculado automaticamente pela bomba de infusão. Se presentes interromper a infusão e solicitar avaliação médica. dispnéia e aumento da pressão arterial. 18) Monitorar o sistema pelo menos a cada 30 minutos. apertar o botão “confirmar”. Suporte para soro. inflamação. 15) Atentar para a progressão da quantidade ml/hora para cada medicação. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 25 . deslocamento do cateter e queixa de dor no local 17) Verificar problemas no sistema. 12) Programar o fluxo de infusão (X ml/h) apertando o botão “avançar” para colocar o número correto e “confirmar” para o próximo passo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 11 Data de Emissão: set. São no total quatro casas decimais. Médico(a). 19) Avaliar a permeabilidade e a integridade do sistema quando o alarme soar. caso seja: “Programar para adulto”.

/ 10 Procedimento: Agente Bomba de Infusão (Continuação) Ação 21) Monitorar a resposta à terapia. Obstetriz. 22) Lavar as mãos 23) Registrar em prontuário/checar prescrição Médico(a). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação Se a solução de infusão conter ocitocina avaliar os efeitos do fármaco sobre a dinâmica uterina em relação à freqüência e intensidade (exceto auxiliar/ técnico de enfermagem) 26 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 11 Data de Emissão: set.

4) Calçar as luvas. Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. não remover pelos a menos que eles estejam na região da incisão ou ao seu redor interferindo na cirurgia. até sangramento e exsudação. 2) Reunir o material. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 27 . 6) Expor a região. 12) Fazer a raspagem dos pêlos de cima para baixo. Três bolas de algodão embebidos em sabão líquido. micro lesões. 13) Lavar a área com água e sabão para remover os pelos cortados. Caso seja necessária. 3) Lavar as mãos. 10) Ensaboar a região. 14) Retirar o material utilizado. esticar a pele. Com o aparador elétrico: 7) Ativar o aparador elétrico. 15) Registrar em prontuário da cliente. 9) Passar o aparelho sob a pele. Aparelho de barbear com lâmina nova. Portanto. favorecendo o crescimento bacteriano com risco de contaminação. Pinça. Observação Materiais: Luvas de procedimento. a retirada dos pelos deve ser realizada imediatamente antes da cirurgia. levando a perda da integridade epitelial. manter ambiente em ordem. 9) Umedecer as bolas de algodão com o sabão líquido. 8) Pegar as bolas de algodão com a ajuda da pinça. Cuba rim./ 09 Procedimento: Tricotomia De acordo com alguns estudos. Dois pacotes com gazes. e de preferência com aparadores elétricos. 5) Cercar a cama com biombos. ou. a tricotomia pode causar danos para as camadas profundas da pele. 11) Com uma mão. Obstetriz. Com o aparelho de barbear com lâmina nova: 7) Colocar sabão líquido na cuba rim. 8) Esticar a pele com a mão não dominante.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 12 Data de Emissão: dez. Médico(a). Aparador elétrico higienizado/limpo.

Luva estéril. 6) Investigar lesões da vulva e alergia aos produtos a serem utilizados. abrir em mesa auxiliar). Ampola de AD 10 ml ou SF0. seringa). 2) Identificar-se a cliente. pinça Pean ou outra). Foco de luz. Obstetriz.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 13 Data de Emissão: dez. divã ou maca (mesa auxiliar ou de cabeceira). Biombo. 4) Encaminhar a cliente para que realize higiene íntima rigorosa ou realizar na cliente se a mesma não estiver capacitada./ 09 Procedimento: Sondagem Vesical de Demora Feminina Pacote ou Kit de cateterismo vesical (cuba rim. protegendo-a com o lençol. 10) Abrir o pacote de sondagem (cateterismo vesical) sobre o leito. Sonda vesical de demora 02 vias números: 12. 14) Colocar a xilocaína na gaze. Algodão ou gazes. 3) Explicar o procedimento a cliente e familiar ou acompanhante. Xilocaína gel lacrada. Gaze estéril. se julgar necessário. 7) Dispor o material próximo ao leito. 9) Lavar as mãos. Coletor de urina sistema fechado. Agulha de 40x10. Ação 1) Solicitar alguém da equipe para auxiliar. Micropore. 11) Abrir o coletor de urina sistema fechado e colocar a ponta da conexão que irá adaptar a sonda sobre o campo fixando-a com o clipe e a outra extremidade (bolsa coletora) fixar na cama. 5) Aproximar biombo e foco de luz s/n. que contém as bolas de algodão ou gaze. sem contaminar o campo.9%. 14 e 16 (Foley). Materiais: Agente Médico(a). colocando uma das pontas sob a região glútea (se não for possível. PVPI degermante. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 28 . 8) Posicionar a cliente com as pernas flexionadas e afastadas uma da outra. 15) Abrir a ampola de água e mantê-la sobre a mesa auxiliar. cuba redonda. 16) Calçar as luvas estéreis. no sentido diagonal. agulha. Seringa de 20 ml. 13) Abrir a sonda no campo estéril mantendo a embalagem interna e abrir os demais materiais sobre o campo (gaze. 12) Colocar PVPI na cuba redonda.

ou desconfortável. 27) Conectar a agulha na seringa e aspirar a água destilada da ampola. 35) Manter a ordem do local. de forma que não fique tracionada. 33) Fixar a sonda na parte interna da coxa da cliente. 21) Fazer a desinfecção da área do períneo iniciando pela dobra dos grandes lábios. 28) Insuflar o cuff com a água destilada no volume indicado na sonda./ 09 Procedimento: Agente Sondagem Vesical de Demora Feminina (Continuação) Ação 17) Retirar a sonda da embalagem interna e conectar a sonda ao coletor. Não insistir se encontrar resistência. 32) Identificar a bolsa com o número da sonda. 34) Fixar o coletor na cama (não deve ser fixada na grade da cama). 18) Testar o balão (cuff) da sonda introduzindo 10ml de ar na via indicada da sonda (fazer o balão inflar). 23) Introduzir vagarosamente a sonda já lubrificada no meato cerca de 5-7 cm. todo o sistema deverá ser desprezado. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 29 . 24) Observar o retorno de diurese.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 13 Data de Emissão: dez. 36) Realizar anotação do procedimento em prontuário. Não deixar a bolsa tocar no chão. 20) Realizar a anti-sepsia usando a pinça e as bolas de algodão já umedecidas. 29) Tracionar delicadamente a sonda até encontrar resistência. Sempre no sentido clitóris/ ânus. Médico(a). 19) Afastar os pequenos lábios com o dedo indicador e polegar da mão não dominante permanecendo nesta posição até o final da técnica. Obstetriz. A bolsa coletora deverá permanecer a abaixo do nível da bexiga.5 a 5 cm com a sonda. 31) Lavar as mãos. data. Use uma bola para cada área direita e esquerda e meato. 25) Avançar cerca 2. Se houver desconexão acidental do sistema. 30) Retirar as luvas. 22) Lubrificar a sonda vesical com a geléia anestésica que está na gaze. hora e nome do agente que realizou o procedimento. a seguir dos pequenos lábios e por último o meato urinário. em geral 10 ml (atenção para evitar contato com a ampola). 26) Soltar os grandes lábios.

Luva estéril. 10) Colocar na cuba redonda o anti-séptico para umedecer as gazes e o lubrificante na gaze. 9) Abrir o pacote de sondagem (cateterismo vesical) sobre o leito. usando a pinça Pean. 8) Lavar as mãos. 7) Posicionar a cliente com as pernas flexionadas e afastadas uma da outra. 13) Lubrificar a sonda. Materiais: Agente Ação 1) Identificar-se a cliente. protegendo-a com o lençol. 2) Explicar o procedimento a cliente e familiar ou acompanhante. 4) Aproximar biombo e foco de luz. cuba redonda. 16) Introduzir vagarosamente a sonda já lubrificada no meato cerca de 5-7 cm. pequenos lábios. Médico(a). Micropore. na seqüência: grandes lábios. 14) Colocar o campo fenestrado no períneo e aproximar a cuba rim. Foco de luz. no sentido diagonal. meato. pinça Pean ou similar). 18) Avançar cerca 2./ 09 Procedimento: Sondagem de Alívio Feminina Pacote ou Kit de cateterismo vesical (cuba rim. Obstetriz. Biombo. A anti-sepsia deverá ser no sentido púbis-ânus. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 30 . PVPI degermante. Sonda uretral (reta) numeração: 10 ao 14. divã ou maca (mesa auxiliar ou de cabeceira).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 14 Data de Emissão: dez. abrir em mesa auxiliar). Não insistir se encontrar resistência.5 a 5 cm com a sonda. Campo fenestrado. colocando-a na cuba rim. usar cada bola de algodão uma vez e desprezá-la. 3) Encaminhar a cliente para que realize higiene íntima rigorosa ou realizar na cliente se a mesma não estiver capacitada. 11) Abrir o invólucro da sonda vesical. 17) Observar o retorno de diurese. 5) Investigar lesões da vulva e alergia aos produtos a serem utilizados 6) Dispor o material próximo ao leito. colocando uma das pontas sob a região glútea (se não for possível. 12) Colocar a luva com técnica asséptica. 15) Afastar os pequenos lábios com o polegar e o indicador da mão esquerda e com a mão direita fazer anti-sepsia no períneo com as bolas de algodão ou gaze embebida na soluça anti-séptica. Algodão ou gaze.

25) Realizar anotação do procedimento em prontuário. Obstetriz. 21) Medir o volume urinário drenado. 23) Retirar as luvas. 24) Lavar as mãos. Médico(a)./ 09 Procedimento: Agente Sondagem de Alívio Feminina (Continuação) Ação 19) Colocar a outra extremidade na cuba-rim para receber a urina drenada. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 31 . 22) Deixar a unidade e o material em ordem.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 14 Data de Emissão: dez. 20) Retirar a sonda (quando terminar a drenagem urinária) e o campo fenestrado.

14) Soltar o garrote assim que o sangue começar a fluir na seringa. 4) Posicionar a cliente sentada ou deitada em decúbito dorsal. agitá-lo levemente. Frascos ou tubos de ensaio. 17) Orientar a cliente a pressionar com algodão a parte puncionada. 7) Coloque a agulha na seringa sem retirar a capa protetora sem tocar na parte inferior da agulha. 13) Introduzir a agulha com o bisel e a graduação da seringa voltados para cima. sem tocar mais no local desinfetado. no sentido do retorno venoso. se estiver usando o sistema a Médico(a). 11) Deixar o algodão na bandeja ou segurá-lo com o dedo mínimo. 16) Colocar o algodão seco sobre o local da punção e retirar a agulha com um movimento firme e contínuo. 3) Colocar o material de modo a facilitar seu acesso. 19) Conectar o tudo dentro do canhão. providenciando boa iluminação. este procedimento evita a hemólise da amostra. mantendo o braço estendido. para misturar bem o conteúdo. Se o frasco tiver anticoagulante. Materiais: Agente Ação 1) Instruir a cliente sobre o exame.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 15 Data de Emissão: dez. sendo uma embebida em álcool à 70% ou iodado à 1% e outra não. apoiando o braço. 9) Ajuste o garrote e escolha a vê-la. com graduação equivalente ao volume desejado. 5) Palpar e selecionar a veia a ser puncionada. 18) Transfira o sangue para os tubos de amostra. Escorra delicadamente o sangue pela parede do tubo. 15) Coletar o volume de sangue desejado. 10) Faça a anti-sepsia do local da coleta com algodão umedecido em álcool a 70% ou álcool iodado a 1 %. 12) Retirar a capa da agulha. de modo a mantê-lo confortável e facilitar a visualização das veias. Garrote. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 32 . 6) Lavar as mãos e calçar as luvas. Obstetriz. sem dobrá-lo. deixar que o sangue flua e pare e ir trocando os tubos para os diferentes exames. Luva de procedimento. 8) Movimente o êmbulo e pressione-o para retirar o ar. Se estiver usando o sistema fechado a vácuo conectar a agulha ao canhão de apoio./ 09 Procedimento: Coleta de Amostra Sanguínea Cadeira reta com braçadeira regulável ou maca. Agulha e seringa descartável ou sistema vácuo. Duas bolas de algodão. 2) Preparar o ambiente. no antebraço ou na mão.

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 15 Data de Emissão: dez. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 33 . 19) Descartar os resíduos e as luvas em local próprio./ 09 Procedimento: Agente Coleta de Amostra Sanguínea (Continuação) Ação vácuo. 22) Tirar as luvas e lavar as mãos. Médico(a). Obstetriz. 21) Providenciar a limpeza e a ordem do material. 20) Deixar o ambiente em ordem e a cliente confortável.

Médico(a). Papel para anotações. 2) Lavar as mãos. 10) Lavar as mãos. 8) Registrar o tempo em segundos. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 34 . do início de cada contração percepitível aumento do tônus uterino até seu término. a duração e a intensidade das contrações nesses 10 minutos. 9) Marcar a duração das contrações nesse intervalo de tempo no papel. 6) Posicionar a palma da mão três dedos abaixo do fundo uterino. 3) Posicionar a cliente confortavelmente (preferencialmente lateral ou dorsal). Relógio de pulso com ponteiro de segundos. 4) Solicitar para que a mesma descubra o ventre.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 16 Data de Emissão: dez. 11) Registrar no prontuário a freqüência. 7) Permanecer com a mão nessa posição por 10 minutos. Materiais: Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento./ 09 Procedimento: Avaliação da Dinâmica Uterina Caneta. 5) Realizar o 1º tempo da palpação obstétrica (determinação do fundo uterino).

sudorese. presença de edemas e varizes. Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. expressão (fáceis de dor. ansiedade. apreensão/ medo). MMII: verificar perfusão. Enfermeiro(a) Obstetra 35 . palidez. 4) Avaliar aparência: Face: cor da pele. MMSS: verificar perfusão e presença de edema. secreções/fluídos. prurido. Iluminação artificial/ natural suficiente. 6) Anotar os achados no prontuário e dar início a palpação obstétrica. 3) Posicionar a cliente confortavelmente (preferencialmente em decúbito dorsal em semi-fowler).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 17 Data de Emissão: dez. Obstetriz. Médico(a). 5) Nos genitais externos: Verificar a presença de lesões. varizes vulvares./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Inspeção Materiais: Mesa ou maca para exames. 2) Lavar as mãos. edema.

a escava e executa-se moviementos de lateralidade da apresentação fetal. e os achados no prontuário. Fita métrica. 5) Fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 18 Data de Emissão: dez. 3) Seguir com a aferição da altura obstétrica. Palpa-se o fundo uterino. com o abdômen descoberto. Agente Ação Após realizar os itens referentes à Inspeção. A altura uterina se dá por completo quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino. 7) Prosseguir com a ausculta fetal. 6) Anotar a medida. as laterais do abdome. 2) Identificar a situação e o pólo da apresentação fetal. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra Observação 36 . procurando identificar os pólos cefálico e pélvico e o dorso fetal através dos quatro tempos (manobra de Leopold). 4) Delimitar a borda superior da sínfise púbica e o fundo uterino. em centímetros. posicionando a cliente em decúbito dorsal./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Palpação e Altura Uterina Materiais: Mesa ou maca para exames. Médico(a). passando-a entre os dedos indicador e médio. na borda superior da sínfise púbica. começar a Palpação e a medição da Altura Uterina através dos itens a seguir: 1) Delimitar o fundo uterino e o contorno da superfície uterina. flexível e não extensível.

Obstetriz.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 19 Data de Emissão: dez. 9) Manter a ausculta durante a contração uterina. ou. se necessário. 7) Palpar o pulso da cliente identificando a diferença entre o ritmo cardíaco materno e fetal. ou em conjunto com o exame obstétrico inicial ou na admissão. Enfermeiro(a) Obstetra Com Estetoscópio de Pinard: 5) Segurar o estetoscópio de Pinard pelo condutor (corpo do estetoscópio) e colocar a campânula na região previamente definida como dorsal. 6) Apoiar a cabeça sobre o estetoscópio e retirar a mão que segura o tubo. de modo a melhorar o posicionamento fetal e facilitar a captação do BCF. 10) Deixar a cliente confortável e lavar as mãos. Médico(a). Agente Ação A Ausculta Uterina pode ser realizada separadamente ao longo do trabalho de parto. quando se pode excluir os itens 1 ao 3 deste procedimento. encostando o pavilhão da orelha na campânula do estetoscópio. 11) Registrar os BCF no prontuário e avaliar resultados da ausculta. Sonar Doppler e gel condutor. observando a freqüência e o ritmo do BCF de forma intermitente com os intervalos das contrações. 3) Posicionar a mesma em decúbito dorsal. Com Sonar Doppler: 5) Colocar o gel condutor no sensor e posicionar o mesmo na região previamente definida como dorsal. 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. observando sua freqüência e ritmo. 6) Procurar o ponto de melhor ausculta dos batimentos cardíacos fetais (BCF) e. para verificar a vitalidade fetal. 4) Identificar o dorso fetal. 2) Lavar as mãos./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Ausculta Fetal Materiais: Mesa ou maca para exames. 8) Contar os batimentos cardíacos fetais por um minuto. Estetoscópio de Pinard. fazer leve pressão do lado oposto. com o abdômen descoberto. 37 .

ou em conjunto com o restante do exame obstétrico. esvaecimento e posicionamento). quando o mesmo pode se tornar fonte facilitadora de contaminação. até que maiores pesquisas sejam efetuadas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 20 Data de Emissão: dez. para verificar a evolução do mesmo. 4) Colocar pequena quantidade de lubrificante. cabendo a escolha pela utilização ou não de lubrificante nestes casos. é relevante ressaltar que a repetição excessiva deste procedimento deve ser evitada. 5) Entreabrir a vulva e introduzir os dedos médio e indicador no canal vaginal. 1) Informar a cliente sobre o procedimento a ser realizado. sendo repetido mais vezes do que o necessário. 8) Retirar as luvas de procedimento e lavar as mãos. * características da bacia (conjugado diagonal e conjugado verdadeiro. o exame de toque vaginal é uma prática frequentemente utilizada de modo inadequado. 7) Deixar a cliente confortável. confrome a rotina do local. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra Descartar ou não o item 4. Lubrificante. sendo que não se definiu se seu uso é ou não aconselhável em casos de membranas amnióticas rotas. 2) Lavar as mãos. as espinhas ciáticas e o promontório). * posição e variedade de posição da apresentação fetal. Observação Materiais: Luva de procedimentos. Portanto./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Exame de Toque Vaginal Segundo o Ministério da Saúde. principalmente quando as membranas amnióticas não estiverem íntegras. o arco sub-púbico. Também é importante ressaltar que o uso de lubrificante ainda é discutido em meios científicos. Médico(a). dependendo da rotina local. 6) Avaliar: * características do colo (dilatação. 9) Proceder com as anotações sobre os achados. 38 . Agente Ação O Exame de Toque Vaginal pode ser realizado individualmente ao longo do trabalho de parto. * apresentação fetal. * características de fluidos eliminados (cor. * condições das membranas amnióticas. 3) Calçar as luvas. quando se pode excluir o item 2 deste procedimento. quantidade. odor).

4) Colocar a cliente em posição na mesa ginecológica. Foco de luz. 39 . 22) Proceder as anotações necessárias. Obstetriz. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 6) Realizar a lavagem simples das mãos. 15) Afastar o foco de luz. 20) Auxiliar a cliente a se levantar. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos. 19) Lavar as mãos. 14) Avaliar o líquido quanto à sua coloração. Amnioscópio devidamente esterilizado. presença de grumos. Médico(a). 7) Calçar o par de luvas de procedimento. 9) Lubrificar o amnioscópio e os dedos indicador e médio da mão dominante. 10) Entreabrir a vulva e introduzir os dedos lubrificados no canal vaginal. 11) Realizar o toque bidigital para avaliar as características do colo uterino. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). 17) Reposicionar a cliente e solicitar que ela continue em decúbito dorsal.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 21 Data de Emissão: set. 21) Desprezar o amnioscópio utilizado no expurgo. 12) Introduzir o amnioscópio. 2) Reunir todo o material necessário. com auxílio do foco de luz./ 10 Procedimento: Amnioscopia Camisola Descartável. 18) Retirar o par de luvas. Vaselina. e tocá-la levemente com o amnioscópio. 3) Oferecer à cliente a camisola descartável. 16) Retirar o amnioscópio cuidadosamente e descartar em local adequado. Par de luvas de procedimento (há contrvérsias). 13) Localizar a bolsa amniótica. guiado pelos seus dedos. 8) Direcionar o foco de luz para a região perineal da cliente. 5) Dispor todo o material próximo à cliente. delicadamente no canal vaginal da cliente – caso haja dilatação no colo uterino. sangramento e/ou mecônio.

procedência. 7) Ligar o cardiotocógrafo e procurar o foco para a colocação do transdutor Doppler na pele previamente lubrificada com pouca quantidade de gelcondutor. 16) Lavar as mãos. discretamente lateralizada para a esquerda para evitar a síndrome da hipotensão supina. data e horário da realização do exame) na lateral da “tira”. em uma região de consistência firme. 2) Preparar a cama e deitar a cliente. 8) Fornecer à cliente a chave do Marcador de Eventos e orientá-la a apertarquando sentir o movimento do feto. Lençol. 12) Após 20 minutos de teste. 4) Acomodar a gestante em posição semi Fowler. lembrando-se de recliná-la. deixando a gestante semi-sentada. 5) Colocar cintos com transdutores (toco e Doppler). 14) Retirar os cintos dos transdutores. Gel condutor. ou uma poltrona. desligar o aparelho. Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 22 Data de Emissão: dez. Cardiotocografia Materiais: Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento e lavar as mãos. constando: nome da cliente. 13) Retirar o papel termosensível com o registro realizado na área do picote. data. 17) Preencher os dados (nome da cliente. 15) Remover o gel do abdome da cliente com papel toalha. Manter traçado em velocidade zero até este momento. idade gestacional e assinatura do agente. Papel toalha. 6) Palpar o abdome e colocar o toco-transdutor abaixo do fundo uterino. 11) Liberar o traçado na velocidade de 1 cm por minuto por 10 minutos paraconstatar linha de base da FCF e atividade uterina. 10) Observar o display e manter o transdutor na posição que corresponda ao sinal verde (o display mostra a qualidade do sinal dos batimentos cardíacos fetais. 3) Expor o abdômen e cobrir a cliente com o lençol. 9) Ajustar linha de base do toco a 20 mm Hg (quando esse ajuste não forautomático). através das cores verde e laranja). se houver duas acelerações que preencham os requisitos. 18) Fazer o registro do procedimento no caderno de cardiotocografia./ 09 Procedimento: Aparelho Cardiotocógrafo. horário. verificar o traçado e. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 40 .

Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 41 . 10) Lavar as mãos. 4) Travar as rodas da maca. Mesa cirúrgica. 3) Colocar a maca paralelamente à mesa. caso esteja consciente e com condições físicas favoráveis./ 09 Procedimento: Transferência da Cliente da Maca para a Mesa Cliente em condições de mobilidade Materiais: Maca. Luvas de procedimento. Médico(a). 7) Auxiliar a cliente nesse processo de transferência. evitando que ela se machuque ou caia. 6) Orientar a cliente a deslizar o corpo em direção a mesa.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 23 Data de Emissão: dez. Agente Ação 1) Orientar a cliente sobre o procedimento. Obstetriz. 8) Posicionar corretamente a cliente na meio da mesa. 9) Retirar as luvas. 2) Lavar as mãos e calçar as luvas. 5) Abaixar as grades laterais da maca. 11) Anotar o procedimento realizado e intercorrências.

3) Colocar a maca paralelamente à mesa. 4) Soltar o lençol do colchão./ 09 Procedimento: Transferência da Cliente da Maca para a Mesa Cliente sem condições de mobilidade – Técnica 1 Materiais: Mesa ou maca para exames. 8) Posicionar corretamente a cliente no meio da mesa.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 24 Data de Emissão: dez. Luvas de procedimento. Obstetriz. abaixar a grade da maca e prender suas rodas. 7) Transportar a cliente para a mesa com movimento sincronizado. que está ao lado. 6) Segurar firmemente as bordas do lençol. 11) Anotar o procedimento realizado e intercorrências. formando um X. 5) Posicionar dois executantes ao lado da mesa e dois ao lado da maca. Agente Ação 1) Orientar a cliente sobre o procedimento. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 42 . 9) Retirar as luvas. Médico(a). de modo que o braço de um executante cruze com o braço do outro executante. Mesa cirúrgica. 10) Lavar as mãos. 2) Lavar as mãos e calçar as luvas.

A perna que deve ficar a frente é a que estiver mais próxima a maca para onde vai ser movida a cliente. 4) Cruzar os braços da cliente sobre o tórax. Obstetriz. 7) Apoiar os cotovelos no leito e rolar a cliente sobre os braços até apoiá-la de encontro ao tórax (a cliente deve ser girada na contagem 3). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 43 . 11) Retirar os braços. 13) Lavar as mãos. formando um ângulo de 60° a 90° entre os dois. 6) Mover a cliente para a beira da maca. 2) Todos devem lavar as mãos e calçar as luvas. a cliente gira para a mesa na posição supina (na contagem 3). posicionando a cliente no meio da mesa corretamente. a terceira pessoa deve colocar um braço sob o segmento superior das pernas e o outro sob o segmento inferior. com um pé para frente e outro para trás. outra pessoa deve colocar os braços sob a cintura e as coxas. 9) Abaixar os cotovelos levemente até a mesa flexionando os joelhos (na contagem 3). 8) Transferir o peso para a perna traseira enquanto a cliente é elevada de seu leito. 5) Adotar as seguintes posições: uma pessoa deve colocar um dos braços sob a cabeça e os ombros da cliente. Maca. 10) Relaxar lentamente enquanto. Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 25 Data de Emissão: dez. Luvas de procedimento./ 09 Procedimento: Transferência da Cliente da Maca para a Mesa Cliente sem condições de mobilidade – Técnica 2 Materiais: Três agentes. 3) Posicionar-se (todos) no mesmo lado do leito. 14) Anotar o procedimento realizado e intercorrências. Agente Ação 1) Reunir três agentes. 12) Retirar as luvas. Mesa cirúrgica.

permitindo que o agente se paramentando acomode melhor os braços e introduza as mãos sem nunca puxar as mangas. 12) Uma vez introduzidos os braços o mais profundamente possível nas mangas do avental. facilitando que a ponta do cinto seja disponibilizada para a circulante de modo que não contamine a parte exposta do avental./ 09 Procedimento: Avental esterelizado. 14) É permitido acomodar o cadarço do polegar usando ainda a mão sem luva pegando-o pela ponta ou movimentando apra a frente do corpo. a qual não deve ser tocada pelas mãos sem luvas em momento algum. chamada de face asséptica. 9) Com os dois dedos da outra mão. ainda segurando pela gola. 3) Ao trocar de área (áreas comuns/salas cirúrgicas) colocar touca cirúrgica. Luvas estéreis. 4) Após a lavagem cirúrgica das mãos e antebraços (em CO) ou lavagem simples (em CPN) deixar os braços erguidos e evitar contaminação. levantá-lo distante da mesa e de outros materiais sem bater em nada. 6) Pegar a compressa pela ponta. máscara cirúrgica e propés.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 26 Data de Emissão: dez. o agente deverá vestir a roupa de uso privativo e guardar todo tipo de material de uso pessoal (pulseiras. sem tocar em nada. Paramentação Materiais: Agente Ação 1) Para entrar no centro obstétrico devemos passar pelo vestiário.). correntes. 7) Então dobrá-la para secar o outro braço com a outra face da compressa. abrí-la e secar da mão para o antebraço usando apenas uma das faces da compressa. 10) É mostrada a face anterior do avental. Médico(a). brincos. 11) Somente a gola deve ser considerada contaminada (foi apreendida pelos dedos e entrará em contato com o pescoço). estenda-o. pegar o avental cirúrgico pela gola usando o indicador e o polegar. 13) Apreender com as pontas dos dedos a ponta do cinto que é apresentado à circulante e amarrado na altura da cintura sem tocar nas mãos da circulante ou no avental. 8) Com o máximo cuidado. aguardar que a circulante de sala ou Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem o puxe pela gola. etc. 15) Calçar as luvas cirúrgicas estéreis seguindo a técnica adequada. 2) No vestiário. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 44 . 5) Secar as mãos com compressa esterilizada contida no lap cirúrgico ou aberta em pacote separado que já deverá ter sido aberto pela circulante ou Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem. Compressa esterelizada.

3) Posicionar a parturiente em local confortável. Apoio para a pessoa que fará a massagem (banco em altura adequada a posição da parturiente) OPCIONAIS: óleos/vaselina. A massagem deve ser lenta. cavalinho. realizar as próximas etapas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 27 Data de Emissão: set. pedindo que mostre a melhor região para massagear e a melhor pressão (mais forte ou mais fraco). Os profissionais podem ensinar os acompanhantes da escolha da parturiente a realizar a massagem. por um longo período de tempo. A massagem pode ser realizada enquanto a parturiente referir que este método ajuda. 2) Realizar a lavagem simples das mãos. Enfermeiro(a). com uma mão ou reforçada com uma mão sobre a outra. 8) Manter as mãos relaxadas e moldadas à parte do corpo. banco ou cadeira. 5) Aguardar o momento da contração. Se houver consentimento. Oferecer o serviço. promovendo e estimulando sua participação. bola de tênis Materiais: Agente Ação 1) Informar à parturiente sobre os benefícios do procedimento e como ele será realizando. acompanhante). Obstetriz. OBS. Médico(a). Uma variação é o uso de bolas de tênis quando as mãos são pequenas ou ficam cansadas. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem ou Acompanhante Observações 45 . massageadores. maca travada. profunda. 7) Permanecer com os cotovelos fletidos. em pé apoiada em local firme como: parede. em caso da parturiente preferir deambular 4) Posicionar-se com atenção em relação a sua postura. 6) Realizar pressão firme na região lombossacral. adequado para a massagem e de sua escolha./ 10 Procedimento: Massagem Lombossacral em Parturientes Apoio confortável para a parturiente (maca. bola. usando o peso do corpo para aplicar a pressão.: Sugerir que durante a contração se apóie em local firme (parede. 9) Perguntar a parturiente se a massagem está ajudando. maca travada e acompanhante). com suave movimento giratório.

sendo o tempo mínimo recomendado de 20 minutos. rotatório com o quadril. Materiais: Agente Ação 1) Checar estado geral da cliente. 6) Forrar a bola com o lençol. alívio da dor e fadiga. Caneta. 3) Encorajar a cliente a realizar o exercício. posição ajoelhada e apoiada na bola e o “debruçar-se” sobre a bola. progressão do trabalho de parto. sendo que. o encaixe e a descida do feto pelo canal de parto. Álcool a 70%.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 28 Data de Emissão: set. 9) Orientar a cliente a segurar nos apoios. 12) Recolher o lençol e realizar a assepsia da bola com álcool a 70%./ 10 Procedimento: Exercício com a Bola Bola de Bobath com 65cm ou 75cm de diâmetro. condição física e a presença de alguma intercorrência obstétrica que contra indique o exercício. 7) Propiciar ambiente calmo e privativo. para evitar acidentes. 11) Auxiliar a parturiente a levantar-se. colocar outro lençol no chão. se exercício realizado simultaneamente ao banho de aspersão. propulsão (abaixa e levanta). Obstetriz. 10) Acompanhar o procedimento até o momento que a parturiente deseje finalizar o exercício. 8) Auxiliar a parturiente a sentar-se na bola e realizar movimentos de balanço. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). sob a bola. 2) Explicar para a cliente a finalidade do exercício na bola de promover o relaxamento muscular pélvico. Lençol de tecido ou lençol descartável. 5) Proceder a higienização do equipamento. 13) Lavar as mãos. Médico(a). 14) Anotar o procedimento no prontuário. exercitar o assoalho pélvico e reduzir a necessidade de medicamentos analgésicos. 4) Perguntar se ela gostaria de fazer o exercício na bola. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 46 .

Enfermeiro(a) ou Acompanhante Médico(a). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). banho de chuveiro ou banheira. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 47 . 11) Orientar para que fique no balanço até quando se sentir bem e confortável./ 10 Procedimento: Materiais: Cadeira de balanço pélvico Toalha. Médico(a). se possível. 3) Avaliar condições psicológicas e físicas da cliente. 13) Proceder as anotações necessárias. lençol ou forro limpo no banco do balanço. lençol ou forro limpo Cavalinho Agente Ação 1) Explicar para a cliente os benefícios que este instrumento proporciona na evolução do trabalho de parto. 7) Auxiliar e orientá-la ao sentar sobre o aparelho. 8) Pedir ou auxiliar a cliente a apoiar corretamente os pés sobre a base ou chão. 14) Providenciar a limpeza do balanço. Obstetriz. caso não aceite o uso do balanço como: massagem.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 29 Data de Emissão: set. 9) Acomodar a cliente para que fique confortável 10) Oferecer alternativa de posição como ficar debruçada sobre o apoio do balanço para que possa receber massagem na região lombossacral. 5) Investigar se há aceitação da atividade pela cliente 6) Colocar uma toalha. Obstetriz. 2) Promover um ambiente que permita privacidade. 4) Se houver condições favoráveis: apresentar a cadeira de balanço. 12) Oferecer outro método não farmacológico para alívio da dor. agachamento na barra. deambulação.

11) Ajudar a cliente a entrar no banho. 12) Iniciar o banho e deixar a cliente no chuveiro o tempo que desejar (até cerca de uma hora). 14) Manter-se atenta para qualquer chamado da cliente. 15) Verificar a dinâmica uterina a cada 30 minutos. 4) Separar todos os materiais que serão utilizados. 19) Trocar a roupa de cama. se necessário. 7) Acompanhar a cliente até o chuveiro. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 48 . ginecológica e obstétrica. 13) Verificar se a cliente deseja a presença de um acompanhante durante o banho. Materiais: Agente Ação 1) Investigar indicação ou contra-indicação clínica. 21) Deixar arrumado os locais utilizados. para que se sinta mais relaxada. 8) Mostrar para a cliente como funciona o chuveiro. 3) Lavar as mãos. pelo menos. 20) Acompanhar a cliente onde ela desejar ir. 2) Explicar para a cliente o que será feito. caso necessário ajude a se enxugar. caso necessário ajude a se vestir. 17) Oferecer toalha para que a cliente se enxugue. caso necessário. 9) Deixar a cliente à vontade garantindo sua privacidade.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº:30 Data de Emissão: set. Toalha limpa. 6) Ligar o chuveiro e ajustar a temperatura da água. Banquinho ou cadeira se necessário. 18) Oferecer roupa limpa para cliente./ 10 Procedimento: Banho de Aspersão Roupa pessoal. Obstetriz. Roupa de cama limpa. Sabonete. 16) Verificar a freqüência cardíaca fetal a cada 30 minutos. 10) Ajudar a cliente a se despir. 5) Verificar portas e janelas para que estejam fechadas. 22) Registrar em prontuário. caso esteja debilitada colocar uma cadeira debaixo do chuveiro para que ela possa se sentar. Médico(a). pelo menos.

camisola e sabonete (se a gestante solicitar)./ 10 Procedimento: Banho de Imersão Banheira Água encanada Sistema de aquecimento hídrico Sabonete Toalha/ Lençol Camisola Materiais: Agente Ação 1) Verificar se não há contra-indicação: intercorrências clínicas ou obstétricas.) auscultar BCF. Enfermeiro(a). de escolha da gestante. Obstetriz. conscientizando sobre técnicas não farmacológicas de alivio de dor. 2) Avaliar dinâmica uterina e dilatação cervical (s/nec. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). dinâmica uterina ineficaz (menos 2/10’). 3) Informar a cliente e seu acompanhante sobre os benefícios do banho de imersão e a oportunidade de realização deste. 8) Despir a cliente e ajudá-la a entrar na banheira 9) Estimular a realização dos exercícios de relaxamento (respiração. 6) Preparar a banheira com água em temperatura agradável. Obstetriz. Médico(a). bolsa rota há mais de 6 horas ou de acordo com o protocolo de cada instituição. alternar posições. massagem) 10) Monitorar a cliente em todo o processo 11) Auxiliar a mulher em suas necessidades 12) Orientar a mesma a remover o tampão do ralo 13) Ajudar a cliente a sair da banheira e se arrumar 49 . Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). Auxiliar/ Técnico de Enfermagem ou Acompanhante 7) Orientar a cliente a realizar exercícios de relaxamento e o tempo de permanência indicado em imersão de 40 a 60 min. 4) Verificar se a banheira e banheiro estão limpos. 5) Reunir toalha/lençol.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 31 Data de Emissão: set.

após o banho • • Segundo evidência científica./ 10 Procedimento: Agente Banho de Imersão (Continuação) Ação 14) Anotar no partograma a conduta realizada 15) Realizar nova avaliação da dinâmica uterina. Não há necessidade de removê-la para a realização de certos procedimentos. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Observações 50 . tais como: ausculta do BCF. dinâmica uterina. dilatação cervical (se necessário) e ausculta de BCF. Médico(a). o momento ideal para a cliente ser encaminhada ao banho de imersão é com a cervicodilatação de 6 a 7 centímetros.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 31 Data de Emissão: set.

5) Posicionar a comadre sob as nádegas da cliente. 9) Realizar antissepsia do períneo./ 10 Procedimento: Amniotomia Luvas de procedimento estéreis. 17) Manter os dedos firmes. de preferência durante uma contração uterina. 16) Aumentar a ruptura feita com a ponta dos dedos. 3) Posicionar o biombo de modo a preservar a privacidade da cliente.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 32 Data de Emissão: set. 12) Excluir a presença de vasos sanguíneos nas membranas (vasa praevia). se o quarto for compartilhado 4) Posicionar a cliente em posição ginecológica. 6) Colocar o óculos de proteção. Médico(a). Este item apresenta divergências na literatura. de modo que o líquido amniótico escoe para ela após a amniotomia. se a cliente for levantar ou deambular. Consulte a CCIH de sua instituição. 13) Certificar-se que a apresentação não esteja acima do plano -2 de De Lee ou que esta esteja fixa. 10) Gotejar pequena quantidade de vaselina na ponta dos dedos que serão introduzidos no canal vaginal. presença de grumos e odor. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 51 . 18) Escoar o líquido amniótico. 14) Introduzir o amniótomo no canal vaginal com a extremidade a ser utilizada virada para o lado. 2) Reunir materiais necessários próximo ao leito no qual o procedimento será realizado. segurando a apresentação a fim de evitar prolapso de cordão umbilical. Material para antissepsia do períneo. 11) Realizar toque vaginal. delimitando a bolsa das águas e mantendo os dedos no canal vaginal. 7) Realizar lavagem das mãos com antisséptico. Óculos de proteção. Vaselina. Amniótomo. de modo a romper a bolsa. 8) Calçar as luvas. usando o dedo indicador como guia. quantidade. Materiais: Agente Ação 1) Comunicar a cliente sobre o procedimento a ser realizado. Biombo (se o quarto não for individual). 19) Observar aspecto do líquido amniótico. 15) Virar o amniótomo com a ponta para cima e. Comadre. realizar um movimento de rotação do lado para cima e tracioná-lo para fora. quanto à cor.

21) Descartar líquido amniótico e comadre no expurgo. Médico(a). a fim de observar se houve alteração na FCF. 22) Realizar lavagem simples das mãos. os BCF e o horário.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 32 Data de Emissão: set. 25) Anotar no prontuário da cliente o procedimento realizado. 23) Realizar ausculta fetal./ 10 Procedimento: Agente Amniotomia (Continuação) Ação 20) Descartar amniótomo e luvas no lixo. 24) Manter cliente deitada por 30 minutos. se julgar necessário. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 52 . o aspecto do líquido amniótico.

Pacotes de gazes estéreis. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 53 . Materiais: Agente Ação 1) Colocar o campo impermeável e estéril sobre a mesa e por sobre este o campo estéril de pano onde serão distribuídos os materias (estar paramentado com avental e com as luvas estéreis).caso seja destro a mesa ficará posteriormente do seu lado direito e a mon Médico(a). • 2 pinças Halstead (mosquito) 12cm • 1 porta agulhas. (se necessário para o bloqueio do nervo pudendo) Fios cirúrgicos (se necessário) – preferencialmente usar o fio de sutura Ácido Poliglicólico Caixa de parto normal que contém os seguintes instrumentais: • 1 tesoura Mayo reta 150mm • 1 cuba. Cúpula ou cuba rim (caso não tenha na caixa). . 2) Abrir a caixa de parto normal e: . Compressas estéreis.9cm. Campo esterilizado. Seringas de 3ml e de 20 ml.cliente em posição litotômica. • 1 pinça Cheron ou Pean. . . respeitando a dominância de seu braço dominante (canhoto ou destro). estéril e descartável.verificar se o material está esterilizado. • 1 pinça anatômica.averiguar se o material está em bom estado de conservação. • 2 pinças Kocher 14 ou 16cm reta. .retirar o indicador de esterilização. posteriorizada da pessoa que estará realizando o procedimento. 4) Posicionar a mesa: . • 1 cabo para bisturi N° 3 ou 4. • 1 pinça dente de rato. a mesa ficará posicionada do lado. • 2 pinças Kelly 14 ou 16cm curva ou reta.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 33 Data de Emissão: set. Agulha de 30x7 e 30x8. 3) Separar o indicador de esterilização para anexar no prontuário da cliente. Agulha 1mm x 8. Lâmina de bisturi 23 ou bisturi descartável./ 10 Procedimento: Montagem da Mesa para Parto Normal Campo impermeável.solicitar reposição se necessário e repetir o processo acima.

compressas estéreis.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 33 Data de Emissão: set. cúpula ou cuba rim. Kelly e Kocher) deixando um espaço entre as pinças. para facilitar a utilização. uma vez que não há participação de instrumentador cirúrgico. 10) Colocar os instrumentais com suas partes ativas (pontas dos materiais) viradas para cima. hemostasia (conter sangramento). Obstetriz ou Enfermeiro(a) obstetra Observação Síntese Diérese Diversos Hemostasia 54 . pinça anatômica e posteriormente o porta agulhas). 5) Montar a mesa considerando os tempos cirúrgicos: diérese (incisão). respeitando os espaços entre os tempos cirúrgicos. síntese (fechamento) e diversos. podendo ser colocadas respeitando a ordem de utilização. seringas. seguidos pelos materiais de hemostasia (mosquito. 8) Colocar os materiais diversos (gazes estéreis. 9) Dispor o material de modo a facilitar a visualização e manipulação do material. 6) Colocar os materiais de diurese (bisturi e tesoura) na parte inferior esquerda da mesa. agulhas e fios) no canto superior direito./ 10 Procedimento: Agente Montagem da Mesa para Parto Normal (Continuação) Ação tagem iniciará do lado esquerdo para o lado direito. Disposição dos materiais na mesa cirúrgica: Médico(a). deixando as duas pinças Kelly ou as duas pinças Kocher para o clampeamento do cordão umbilical e a pinça mosquito para a hemostasia de algum vaso sangrante. se for canhoto ao contrário. 7) Colocar na parte superior a esquerda da mesa os materiais de síntese (pinça dente de rato.

10) Prescrever antibioticoterapia (2mg de Ampicilina. se não houver contraindicações e conforme a aceitação. Comadre. Cama de PPP ou maca. após esclarecimentos oportunos. esclarecendo suas vantagens. Amniótomo. exercícios respiratórios e de períneo. ou quando julgar necessário. Cardiotocógrafo. Luvas de procedimento. Médico(a). 3) Deixar a cliente livre para adotar a posição que achar melhor. Agente Ação 1) Enfatizar e incentivar a importância da deambulação. Bola de Bobat. 5) Orientar o banho de aspersão sobre a região ventral. 13) Instalar ocitócito em bomba de infusão se necessário. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 55 . 7) Realizar cardiotocografia de rotina a cada quatro horas para verificar as reservas fetais e a progressão do trabalho de parto. Medicamentos diversos. 2) Orientar e estimular deambulação durante todo o trabalho de parto. 4) Incentivar dieta geral às clientes na fase latente. avisando o médico quanto às medidas tomadas./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto Fase Latente Materiais: Sonar Doppler ou estetoscópio de Pinard. 6) Verificar BCF a cada 30 minutos. cavalinho e/ou banquinho de parto. 12) Optar por condução do trabalho de parto se necessário.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 34 Data de Emissão: dez. 8) Realizar toque vaginal apenas quando observar sinais e sintomas de uma evolução considerável ou a cada duas horas. 11) Realizar intervenções como amniotomia quando indicadas. Gel condutor. a permanecer em posição dorsal. segundo prescrição. dose de ataque. Chuveiro. e 1mg a cada 4 horas) após 6 horas de bolsa rota ou imediatamente quando detectado bolsa rota sem saber o momento que esta aconteceu. estimulandoa a participar ativamente do trabalho de parto. 9) Avaliar os fatores de risco. reavaliando a evolução do trabalho de parto e controlando os sinais vitais (PA. devendo ser desestimulada. P. para que elas se intensifiquem e se tornem rítmicas. inclusive nos pródromos e na fase de dilatação lenta. antes da instalação da ocitocina e a cada 1 hora até o nascimento. após avaliação da efetividade das contrações. T).

exercícios respiratórios e de períneo. 9) Realizar toque vaginal apenas quando observar sinais e sintomas de uma evolução considerável ou a cada duas horas. no mínimo. chás e sopas). 6) Orientar o banho de aspersão na região lombar e de imersão para alívio das dores da contração. avisando o médico quanto às medidas tomadas. 4) Deixar a cliente livre para adotar a posição que achar melhor.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 35 Data de Emissão: dez. dose de ataque. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 56 . além de estimulá-la a participar ativamente do trabalho de parto. Chuveiro e banheira. Agente Ação 1) Observar que o colo deve dilatar cerca de 1 cm por hora. 2) Abrir o partograma. Medicamentos diversos. devendo ser desestimulada. Comadre. Cardiotocógrafo. Bola de Bobat. Luvas de procedimento. esclarecendo suas vantagens. após orientação. evitando conforto e bem-estar materno e fetal. segundo prescrição. reavaliando a evolução do trabalho de parto e das condições materna. Médico(a). e 1mg a cada 4 horas) após 6 horas de bolsa rota ou imediatamente quando detectado bolsa rota sem saber o momento que esta aconteceu. com restrição em caso de colo edemaciado. Gel condutor. 1 ampola de cada) endovenoso. leve (sucos. 3) Enfatizar a importância e incentivar a deambulação./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto Fase Ativa Materiais: Sonar Doppler ou estetoscópio de Pinard. 5) Enfatizar a importância de uma dieta. a permanecer em posição dorsal. 10) Prescrever o BGP (Buscopan. 7) Verificar BCF de hora em hora ou quando julgar necessário. 13) Optar por condução do trabalho de parto se necessário. Cama de PPP ou maca. espástico ou resistente ou ainda se considerar indicado após avaliação clínica. 11) Prescrever antibioticoterapia (2mg de Ampicilina. 14) Instalar ocitócito se necessário. cavalinho e/ ou banquinho de parto. Glicose e Plasil. se não houver contra-indicações. Amniótomo. 8) Realizar cardiotocografia de rotina a cada quatro horas para verificar as reservas fetais e a progressão do trabalho de parto. 12) Realizar intervenções como amniotomia quando indicadas.

3) Colocar a touca. vulva. Povidine tópico ou gesdermante / Clorexidine / Degermante ou solução disponível na Instituição e aprovada pela CCIH local. Agulha de raqui-anestesia. outro dobrado com a Médico(a). 7) Realizar a anti-sepsia do monte supra-púbico. • 1 pinça Cheron. para que seja chamado um(a) Médico(a) Neonatologista. • Cúpula ou cuba rim. • 1 pinça dente de rato. 2) Avisar ao Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem sobre o momento do parto. Seringa de 20ml e de 3ml. Agente Ação 1) Ao realizar o toque. da parte interna da coxa. 8) Colocar um campo estéril sob os glúteos da cliente. • 2 pinças Kelly (que pode ser curva ou reta). Hamper e cesto de lixo com saco branco. • 1 pinça anatômica. Touca. a máscara e os óculos de proteção. Cama PPP ou mesa de parto. Lâmina de bisturi. • 1 cabo para bisturi. 6) Calçar as luvas estéreis. Bandeja com os seguintes instrumentais para o parto: • 1 tesoura reta. Um avental para paramentação agente.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº:36 Data de Emissão: dez. Luva estéril. observa-se que a dilatação está completa e a apresentação em De Lee +2. • 1 tesoura curva. Agulha de 30x07 e 30x8./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto Fase Expulsiva Materiais: Pacotes de gaze estéril. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 57 . • 1 cuba. 4) Lavar as mãos na técnica cirúrgica (em CO) ou simples (em CPN). tomando cuidado para não se contaminar. máscara e óculos de proteção. Compressas estéreis. pequenos lábios e ânus com gaze e povidine ou clorexidine. 4 a 5 campos estéreis. 5) Paramentar-se. grandes lábios. • 1 porta agulhas.

30) Registrar dados do parto no prontuário da cliente./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto (Continuação) Fase Expulsiva Agente Ação abertura virada para si sobre o abdome da mesma. fazer a ordenha para o lado materno e pinçá-lo novamente. limpando-a com algumas compressas. no desprendimento dos ombros (primeiro o anterior e depois o posterior) e no desprendimento total. bem como cuidados gerais com o períneo nos casos de episiorrafia ou reparo de lacerações. 9) Avaliar BCF em situação de risco ou expulsivo prolongado. 22) Colher sangue do cordão umbilical para tipagem sanguínea do bebê. 24) Realizar a revisão do trajeto com o intuito de procurar lacerações. caso episiotomia seja necessária. 27) Auxiliar na transferência da cliente da mesa de parto para a maca ou. se o parto acontecer em cama PPP. 19) Secar rapidamente o RN com uma compressa estéril e colocar um campo estéril pré-aquecido sobre ele. Médico(a). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 58 . 11) Avaliar estado geral da cliente. quando possível. se houver. 25) Arrumar a cliente. 21) Seccionar o cordão umbilical entre as pinças. sempre tomando o cuidado para não se contaminar. a região da uretra e do clitóris com a ajuda de uma compressa quando o bebê estiver coroando. 23) Caso a cliente seja Rh negativo colher Coombs direto. 20) Pinçar o cordão umbilical. 17) Avaliar o estado geral do bebê. 26) Orientá-la a observar a cor e odor da loquiação. para poder avaliar a contração uterina sem se contaminar e um campo estéril em cada coxa. deve ser feita a episiorrafia antes da dequitação. 10) Realizar toques e manobras. 15) Retirar as circulares de cordão rapidamente. se necessário. 12) Proteger o períneo. 18) Estimular contato pele-a-pele precoce. Caso realizada uma episiotomia. 29) Descartar as luvas no lixo com saco branco e a roupa da paramentação no Hamper. tentar trocar os lençóis de modo a proporcionar maior conforto a mesma. 13) Realizar bloqueio de pudendo. 16) Auxiliar na rotação externa.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 36 Data de Emissão: dez. 14) Acompanhar o desprendimento do pólo da apresentação fetal. 28) Arrumar o ambiente.

e que provavelmente está realizando ou realizou o parto. 2) Na infiltração em leque da anestesia local do períneo. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). Médico(a). 6) Aspirar a seringa para confirmar que não foi puncionado nenhum vaso. correspondente à entrada do líquido.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 37 Data de Emissão: dez. Gazes estéreis. lembrando sempre de realizar aspirações e observar a presença de sangue o que obriga que se retire parcialmente a agulha e se estabeleça novo posicionamento de sua ponta. 5) Com um pequeno golpe rápido e seco. 8) Injetar pequena quantidade de anestésico até formar um pequeno nódulo (botão) à medida que a agulha é lentamente retirada devem ser feitas punções subseqüentes lineares em leque ou radiadas. Fios categute ou poliglicólicos e agulhas. 3) Começar por uma punção inicial. 11) Caso necessário repita o procedimento instilando maior quantidade de anestésico. 7) Informar à cliente que ela poderá sentir ardor. Agulha calibre 30x7 cm ou agulha de raqui. estáparamentado com roupa e luvas estéreis. utilize 10 ml de anestésico com agulha 30x7mm. agulha e fios por parte do agente. 1) As seringas e agulhas utilizadas dependerão da quantidade de anestésico e técnica a serem utilizados. 4) Advertir a cliente do momento em que se vai efetuar a punção inicial e recomendar que ela se mantenha imóvel. ponto de entrada para a introdução subseqüente do anestésico. 10) Orientar a cliente passo-a-passo durante todo o procedimento e solicitar que esta avise no caso de dor. introduzir a agulha verticalmente para que atravesse com mais facilidade a pele no local a ser anestesiado. 9) O líquido será distribuído de maneira uniforme devendo ser injetado continuamente enquanto a agulha se move. explicando que a insensibilidade é somente quanto à dor. Luvas estéreis. mas que em questão de 10 a 20 segundos o local estará insensível. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 59 ./ 09 Procedimento: Anestesia Local Lidocaína ou Xilocaína. Materiais: Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. Seringa de 20 ml. Bupivacaína ou Marcaína. porque a cliente deverá sentir as movimentações e manipulações de instrumental.

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 38 Data de Emissão: dez. 3) Trocar. se tesoura ou bisturi. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). Seringa de 20 ml. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. 2) Extrair cerca de 10-15 ml do anestésico local com agulha de maior calibre e seringa preferencialmente de 20 ml. menor perda de sangue e dispareunia rara. Tesoura estéril. 8) Comprimir as bordas da ferida para evitar perdas sanguíneas. Luvas estéreis. Médico(a). Episiotomia Materiais: Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. após certificar-se que o medicamento já está agindo no local. Não há evidências claras sobre qual o melhor instrumento para realizar a incisão. evitando a contaminação. e que provavelmente está realizando o parto. após a extração do medicamento. com a ajuda do circulante de sala ou de um Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem para segurar o frasco./ 09 Procedimento: Observação Técnica Mediana Os benefícios desta técnica em relação à técnica de episiotomia mediolateral são: reparo cirúrgico fácil. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 60 . 7) Começar a incisão na margem posterior da abertura vaginal e seguir na linha média em direção ao ânus. a agulha de maior calibre por uma adequada para a infiltração hipodérmica. dor pós-operatória mínima. 1) Separar medicamento e instrumentos para o procedimento. durante a espera pelo desprendimento fetal total. de preferência no ápice de uma contração (períneo distendido). 5) Realizar o procedimento de anestesia local na linha mediana entre a margem posterior da vagina e o ânus. Lâmina / bisturi. resultados anatômicos excelentes. O momento ideal é quando a apresentação está visível durante uma contração com um diâmetro de 3 a 4 cm. está paramentado com roupa e luvas estéreis. 4) Reali zar o procedimento no período expulsivo do parto. 6) Realizar a incisão. cicatrização deficiente rara.

8) Comprimir as bordas da ferida para evitar perdas sanguíneas. Seringa de 20 ml. evitando a contaminação. Episiotomia Materiais: Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. 4) Realizar o procedimento no período expulsivo do parto. sendo assim fundamental a avaliação das condições do períneo antes da tomada de decisão./ 09 Procedimento: Observação Técnica Mediolateral Os benefícios desta técnica em relação à técnica de episiotomia mediana é o menor risco para a extensão da incisão. durante a espera pelo desprendimento fetal total. Tesoura estéril.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 39 Data de Emissão: dez. Luvas estéreis. 7) Começar a incisão na margem posterior da abertura vaginal e seguir por um ângulo de 45º graus em direção ao lado do períneo anestesiado (esquerdo ou direito). 2) Extrair cerca de 10-15 ml do anestésico local com agulha de maior calibre e seringa preferencialmente de 20 ml. após a extração do medicamento. 1) Separar medicamento e instrumentos para o procedimento. após certificar-se que o medicamento já está agindo no local. de preferência no ápice de uma contração (períneo distendido). 3) Trocar. Médico(a). O momento ideal é quando a apresentação está visível durante uma contração com um diâmetro de 3 a 4 cm. 5) Realizar o procedimento de anestesia local na linha mediana entre a margem posterior da vagina e o ânus. a agulha de maior calibre por uma adequada para a infiltração hipodérmica. com a ajuda do circulante de sala ou de um Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem para segurar o frasco. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. e que provavelmente está realizando o parto. está paramentado com roupa e luvas estéreis. Lâmina / bisturi. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). 6) Realizar a incisão. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 61 .

Luvas estéreis. 9) Realizar o nó de correntinha para finalizar a sutura. Gazes estéreis. de acordo com a necessidade e aguardar seu efeito. e que provavelmente realizou o parto. mas preferencialmente intradérmico (plástico). mudar de estrutura e/ ou agulha. descontínuos. de higiene e de abstinência sexual para melhor cicatrização da sutura. Materiais: Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. e na pele deve ser realizado chuleio simples. 12) Orientar a cliente quanto aos cuidados pessoais. tranqüilizá-la e explicar passo a passo os procedimentos conforme forem realizados. está paramentado com roupa e luvas estéreis. 7) Iniciar a episiorrafia anteriormente ao ângulo da laceração fazendo o nó de ancoramento. Caso haja qualquer laceração efetuar a sutura da mesma. 3) Utilizar fios absorvíveis de origem sintética (poliglicólicos) ou animais (categutes)./ 09 Procedimento: Episiorrafia Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 62 . 10) No músculo a sutura deve se dar por pontos únicos. 2) Orientar a cliente sobre a necessidade de sutura da episiotomia. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). Seringa de 20 ml. 6) Verificar a sensibilidade local e realizar anestesia local por infiltração. 1) Na necessidade de realização de episiotomia esta deve ter sua incisão avaliada e suturada. 5) Para músculo utilizar agulha cortante ou cuticular.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 40 Data de Emissão: dez. 4) Para a mucosa utilizar agulha cilíndrica. 11) Após síntese adequada de toda a incisão realizar revisão do trajeto e certificarse que a hemostasia foi completa e que não há lacerações. 8) Seguir a sutura da mucosa de forma contínua e de preferência ancorada. a mesma pode ser utilizada para a sutura da pele. Fios categute ou poliglicólicos e agulhas. Médico(a).

11) Após síntese adequada de toda a laceração realizar revisão do trajeto e certificar-se que a hemostasia foi completa. e que provavelmente realizou o parto. de acordo com a técnica preconizada e aguardar seu efeito. Gazes estéreis. Médico(a). 2) Orientar a cliente sobre a necessidade de sutura da laceração. 1) Na ocorrência de laceração perineal esta deve ser avaliada e suturada. Seringa de 20 ml. 12) Orientar a cliente quanto aos cuidados pessoais. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). 4) Para a mucosa utilizar agulha cilíndrica. 9) Realizar o nó de correntinha para finalizar a sutura.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 41 Data de Emissão: dez. 7) Iniciar a sutura anteriormente ao ângulo da laceração fazendo o nó de ancoramento. 3) Utilizar fios absorvíveis de origem sintética (poliglicólicos) ou animais (categutes). mas preferencialmente intradérmico (plástico). está paramentado com roupa e luvas estéreis. 10) No músculo a sutura deve se dar por pontos únicos. e na pele deve ser realizado chuleio simples. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 63 . tranqüilizá-la e explicar passo a passo os procedimentos conforme forem realizados. Fios categute ou poliglicólicos e agulhas. descontínuos. Materiais: Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. 6) Realizar anestesia local por infiltração e/ou bloqueio do pudendo. 5) Para músculo utilizar agulha cortante ou cuticular. Luvas estéreis./ 09 Procedimento: Reparo do Períneo Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. 8) Seguir a sutura da mucosa de forma contínua e de preferência ancorada. de higiene e de abstinência sexual para melhor cicatrização da sutura. a mesma pode ser utilizada para a sutura da pele. mudar de estrutura e/ ou agulha.

12) Orientar a puérpera. providenciar compressa com gelo para diminuição deste. Obstetriz.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 42 Data de Emissão: set. 14) Examinar a incisão periodicamente • • No momento da limpeza não reutilizar a gaze. 13) Anotar no prontuário os procedimentos realizados e o que foi observado.Posicionar o absorvente da frente pra trás e segurando nas margens.Realizar secagem com toalha limpa e seca. sobre os cuidados locais. Em caso de ser observado edema. ./ 10 Procedimento: Complementação do procedimento de Episiorrafia Gazes.9% sem encostar o frasco do soro na gaze 3) Limpar a incisão com a gaze embebida em soro fisiológico. para evitar episódio de hemorragia. luvas estéril (já calçadas durante o parto).Lavar as mãos antes e depois do processo. . 10) Retornar a cliente em posição de conforto. SF 0. . Médico(a).Repetir a higiene após cada micção e evacuação. Materiais: Agente Ação 1) Fazer a dobradura da gaze com o auxilio de uma das pinças 2) Umedecer a gaze com SF 0. Para a manutenção da limpeza local a puérpera deve seguir as orientações: . 11) Higienizar as mãos. deve-se usar apenas uma vez cada lado da gaze. seguindo o sentido do mais limpo para mais sujo.9%. antisséptico clorexidina . Enfermeiro(a) Obstetra Observações • • 64 . Observar relação entre involução uterina e volume do sangramento vaginal. . pinças estéreis (duas).Lavar o períneo da região da sínfise púbica para o ânus. em momento oportuno. utilizando uma das pinças para garantir firmeza 4) Seguir o princípio de usar cada lado da gaze uma única vez 5) Iniciar a limpeza de cima para baixo 6) Secar a lesão considerando os princípios acima 7) Repetir o procedimento acima usando antisséptico (passos 1 a 5) 8) Manter o local seco 9) Retirar as luvas.

durante a preparação da sala. Luvas estéreis. 2) Após o nascimento do RN. Gazes. entre o clamp e a pinça. tesoura e gazes. 3) Posicionar o bebê lateralmente voltado para a mãe. 5) Empurrar o sangue do cordão (ordenhar) até um centímetro após o Clamp. antes do parto. a dois centímetros do anel umbilical. Álcool 70%. Materiais: Agente Ação 1) Verificar se na caixa de parto existe um Clamp estéril. Obstetriz. Pinças hemostáticas (Kelly ou Coker). e que provavelmente realizou o parto. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 8) Limpar a ponta do cordão voltada para o clamp com uma gaze embebida em álcool 70% 65 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 43 Data de Emissão: dez. quando se deve clampear imediatamente). 6) Pinçar com uma pinça hemostática (Kelly ou Coker) o cordão e travar a mesma um centímetro após o clamp./ 09 Procedimento: Clampeamento do Cordão Umbilical Clamp. o agente que já está paramentado com roupa e luvas estéreis. com a tesoura estéril. deve agora esperar o cordão umbilical parar de pulsar (sempre levando em conta o caso em que bebê precise de cuidados imediatos. 4) Prender o Clamp até ele travar. Enfermeiro(a) Pode ser rea-lizado também pelo acompanhante da cliente 7) Cortar. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a).

membranas amnióticas e o cordão um bilical utilizando-se das gazes ou compressas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 44 Data de Emissão: dez. Gazes e/ ou compressas estéries. facilitando deste modo seu desprendimento integral. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. 6) Revisar anexos fetais: placenta (cotilédones). que promove a redução da superfície de implantação e rompe a caduca ao nível da camada esponjosa.20%. Luvas estéreis. de modo a facilitar a visualização. e que provavelmente realizou o parto. ² Manobra de Jacob Dublin: Consiste em torcer suavemente a placenta expulsa (torção axial) de modo que as membranas se disponham em fuso. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 1) Aguardar e monitorar a dequitação sem uso de uterotônicos. 2) Não tracionar o cordão. após o clampeamento e secção do cordão umbilical: Médico(a). estáparamentado com roupa e luvas estéreis. 3) Não pressionar o fundo uterino. • Mecanismo de Baudelocque Duncan .centro da placenta . Este mecanismo pode se realizar de duas maneiras: • Mecanismo de Baudelocque Schultz . Notas: 66 .80%. ¹ O descolamento se deve à contratilidade uterina. 4) Observar/Monitorar sangramento e modalidade da expulsão da placenta (Baudelocque Schultze¹ ou B-Duncan¹).borda lateral . 5) Quando desprendida a placenta do útero executar manobra de Jacob-Dublin²./ 09 Procedimento: Manejo na Dequitação Placentária Conduta Expectante Materiais: Avental esterelizado. Assim.

está paramentado com roupa e luvas estéreis. a outra determina movimentos no fundo uterino. e que provavelmente realizou o parto. após o clampeamento e secção do cordão umbilical: Médico(a). 6) Quando desprendida a placenta do útero executar manobra de Jacob-Dublin6. Pode ser negativo (o cordão sobe em conseqüência da manobra se a placenta ainda não desceu) ou positivo (o cordão permanece imóvel indicando que a placenta desceu). a outra colocada no hipogástrio (segmento inferior) desloca para cima o corpo uterino. revelando descida da placenta). Verificar orientação específica para cada caso. Assim. que dela irá se distanciando com progresso da migração placentária. Fabre4. 4 Sinal de Fabre ou do pescador: Mesmo princípio do anterior: transmissão de ligeiros movimentos no cordão ao fundo uterino./ 09 Procedimento: Manejo na Dequitação Placentária Conduta Ativa Materiais: Avental esterelizado. 5) Não pressionar o fundo uterino.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 45 Data de Emissão: dez. ¹ Sinal de Ahlfeld: pinçamento ou ligadura do cordão próximo à vulva. em algumas ocasiões se poderá optar pela infusão do ocitócito pelos vasos do funículo (cordão umbilical) ou pela solução endovenosa mantida. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. Küstner². 4) Observar/monitorar sangramento e a modalidade da expulsão da placenta (Baudelocque Schultze5 ou B-Duncan5). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 1) Administrar 10 UI de ocitocina IM. ² Sinal de Küstner: uma das mãos mantém o cordão umbilical. Atentar para os sinais de Ahlfeld¹. Strassman³. apenas apoiá-lo de forma a sentir seu tracionamento quando o cordão é puxado. Gazes e/ ou compressas estéries. ³ Sinal de Strassman: uma das mãos mantém o cordão umbilical. Notas: 67 . com o polegar apoiando o segmento inferior com o polegar. 2) Apoiar o fundo uterino com uma das mãos espalmada. logo acima da sínfise pubiana. Pode ser negativo (a mão que mantém o cordão recebe a propagação) ou positivo (os movimentos do fundo uterino não se propagam ao cordão. Luvas estéreis. após 90” do desprendimento cefálico. 3) Manter tração controlada do cordão umbilical. de modo a facilitar a visualização. 7) Revisar anexos fetais: placenta (cotilédones) e membranas amnióticas usando-se das gazes.

que promove a redução da superfície de implantação e rompe a caduca ao nível da camada esponjosa. Este mecanismo pode se realizar de duas maneiras: • Mecanismo de Baudelocque Schultz . facilitando deste modo seu desprendimento integral./ 09 Procedimento: Manejo na Dequitação Placentária (Continuação) Conduta Ativa Agente 5 Ação O descolamento se deve à contratilidade uterina.centro da placenta . • Mecanismo de Baudelocque Duncan .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 45 Data de Emissão: dez. 6 Manobra de Jacob Dublin: Consiste em torcer suavemente a placenta expulsa (torção axial) de modo que as membranas se disponham em fuso.80%.borda lateral . Notas: 68 .20%.

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 46 Data de Emissão: dez. Luvas estéreis. Gazes. 69 . 4) Verificar cumprimento do cordão. calcificação ou outras anormalidades. 5) Verificar e descrever presença dos vasos umbilicais (duas artérias e uma veia). Revisão Placentária Agente Ação Este procedimento pode ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. 7) Verificar a superfície materna (cotilédones) e descrever áreas de descolamento. está paramentado com roupa e luvas estéreis. os cotilédones (parte materna) e o saco vitelino: Médico(a). 8) Pesar a placenta. revisar os anexos embrionários como o córion viloso (parte fetal). após a eliminação da placenta. 9) Registrar inspeção em prontuário. Assim. 6) Verificar e descrever posição de nós no cordão. 3) Verificar o tipo de inserção do cordão umbilical. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 1) Colocar os anexos fetais em cuba rim ou bandeja (ou sobre a mesa auxiliar). 2) Observar a face fetal (âmnio e córion)./ 09 Procedimento: Materiais: Avental esterelizado. usando-se das gazes para facilitar a visualização. e que provavelmente realizou o parto.

O preenchimento deste formulário deve ser feito antes do parto. Tubo de vidro roxo (lilás) contendo EDTA. deverá ser cuidadosa. Agulha de 20x7. Caixa/maleta térmica. promovendo a limpeza das mesmas. 8) Armazenar a amostra em tubos de coleta de sangue tampa roxa (lilás) contendo EDTA.5 ml. Álcool 70% ou clorohexidina alcoólica./ 09 Procedimento: Coleta de Sangue Placentário Pinça hemostática (Kelly ou Coker). onde a placenta deverá ser suspensa por um membro da equipe. quando manual. 2) Lavar as mãos ou realizar a anti-sepsia das mãos com álcool 70 % e/ou clorohexidina alcoólica. Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 47 Data de Emissão: dez. nem realizar ordenha do mesmo para obter a amostra do sangue placentário. de 4. 6) Não tracionar o cordão.5ml devidamente identificados com o nome da mãe. que será retirada uma amostra de sangue do cordão ao final do procedimento para eventuais necessidades da maternidade (pH e base excess da artéria umbilical. Obstetriz. 3) Utilizar 01 (um) par de luvas estéreis para a coleta propriamente dita. devendo-se utilizar de seringa e agulha para a coleta do sangue através dos vasos do cordão e despejar o sangue coletado imediatamente no vidro coletor (a retirada da placenta. Materiais: Agente Ação 1) Preencher o formulário (instrumento de coleta) com os dados da mãe. favorecendo a drenagem do sangue por ação da gravidade. com auxílio de compressas de gaze. Luvas estéreis. 4) Clampear o cordão o mais próximo possível ao recém-nascido por um clamper obstétrico e uma pinça hemostática (Kelly ou Coker). determinação da tipagem ABO/Rh e demais exames que se façam necessários para o recém-nascido). de 4. depois de seccionado o cordão umbilical. 7) A coleta em si poderá ser realizada: * Com a placenta ainda in útero imediatamente após o nascimento do bebê. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 70 . * Ou extra-útero. visto que a fragmentação da mesma acarreta em perdas significativas de sangue de cordão). Seringa de 20 ml. 5) Comunicar o agente que realizou o parto. sendo que o agente que realizou o parto deve abrir a pinça hemostática de modo a permitir a saída sanguínea pelo cordão. usando-se apenas do vidro coletor ou da seringa.

devidamente identificada para material biológico. Obstetriz. Médico(a). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 71 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 47 Data de Emissão: dez. A unidade coletada deverá ser encaminhada ao laboratório para análises. 10) Retirar luvas e descartá-las. 12) Realizar anotação no prontuário do RN sobre a coleta do sangue placentário. 11) Lavar as mãos./ 09 Procedimento: Agente Coleta de Sangue Placentário (Continuação) Ação 9) Acondicionar a unidade coletada em caixa/maleta térmica.

6) Avaliar contratilidade uterina. avaliando quantidade. 7) Avaliar condições do curativo cirúrgico (para mulheres submetidas ao parto cesário). 9) Avaliar condições do períneo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 48 Data de Emissão: dez. Para as de parto cirúrgico seguir prescrição médica. varizes e tumorações. para manutenção do globo de segurança de Pinard. b. com ingestão de grande quantidade de líquidos. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 72 . 5) Avaliar características das mamas (aspecto.). volume. IM. Esfignomanômetro. temperatura. 12) Observar e orientar mamada (ver “Amamentação”). Caso tenha recebido pontos na região do períneo instruir a limpeza com água e sabão sempre que for ao banheiro. edema. 15) Manter cliente confortável. 14) Oferecer e incentivar alimentação: dieta geral. aquecida e limpa. Frequência Respiratória e Pressão Arterial. consistência. 16) Manter cuidados específicos para administração de drogas VO. alterações tormboembólicas (realizar manobras de Homan e da bandeira). a. Materiais: Agente Ação 1) Avaliar o estado geral da cliente. Luvas de procedimento. observando presença de episiorrafia e se há alterações como: edema. para cliente de parto normal. 17) Registrar a avalição e cuidados prestados no prontuário da cliente. Estetoscópio. SC. 2) Observar padrão de sono e repouso. Médico(a). 11) Verificar eliminação vesical e intestinal. 8) Observar sangramento vaginal. 13) Instruir a cliente quanto à higiene da vulva. Pulso. 4) Avaliar coloração da pele e das mucosas. coloração e odor. 3) Verificar sinais vitais (Temperatura. hematoma./ 09 Procedimento: Assistência no Puerpério Imediato (1ª a 4ªh) Termômetro. integridade e tipo de mamilo) e presença de colostro. EV se prescritas. 10) Avaliar membro inferiores – presença de varizes. A limpeza deve ser feita sempre de frente para trás (vulva em direção ao ânus).

10) Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. se julgar necessário. 7) Calçar as luvas de procedimento. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 73 . auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com SF 0. Kocher). 4) Fechar porta. Soro fisiológico 0. utilizando-se das duas faces da gaze. Kelly. de cima para baixo.família ou acompanhante. de dentro para fora. usar a técnica de lavagem com sabão anti-séptico. Obstetriz. Gazes estéreis.9% 16) Fazer a limpeza da incisão utilizando pinça kelly e gaze umedecida em soro fisiológico. Materiais: Agente Ação 1) Solicitar alguém da equipe para auxiliar. Saco plástico para lixo. Máscara e óculos de proteção (em caso de risco de respingo). 8) Preparar o material. 17) Trocar as gazes sempre que necessário. Micropore.9%. cortinas. 12) Segurar o esparadrapo/micropore do curativo anterior com a pinça dente de rato. 13) Descolar e remover o esparadrapo com o auxílio da pinça kocher na qual haverá gaze embebida em SF 0. 14) Desprezar o curativo removido no saco plástico para lixo.9% . 9) Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica. sem voltar ao início da incisão . para diminuir corrente de ar e manter privacidade. 11) Manter as pinças de modo que o primeiro par de pinças fiquem próximas do paciente (kocher e dente de rato). 15) Montar a pinça kelly com gaze. Médico(a). 2) Identificar-se a cliente./ 10 Procedimento: Curativo de Incisão Abdominal Pacote de curativo estéril (pinças: anatômica.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 49 Data de Emissão: set. 6) Lavar as mãos. de forma a expor a área a ser tratada. dente de rato. 5) Solicitar ou auxiliar o paciente a posicionar-se adequadamente.250 ml. realizando movimentos semi-circulares. Luvas de procedimento. evitando que as pinças toquem o mesmo. 3) Explicar o procedimento à cliente.

manter a ferida ocluída com gazes.aspecto.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 49 Data de Emissão: set./ 10 Procedimento: Agente Curativo de Incisão Abdominal (Continuação) Ação 18) Secar a incisão e as laterais de cima para baixo. 27) Realizar anotação descrevendo horário. 24) Encaminhar o material ao expurgo. 28) Orientar a cliente sobre: • Proteger a incisão durante o banho nas primeiras 24 a 48 horas. 25) Retirar as luvas. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observações 74 . tipo e local da lesão. • O curativo só será trocado no CO se estiver saturado/sangrando. Médico(a). material usado para limpeza e cobertura e referências do cliente durante o procedimento. presença ou não de exsudato.quantidade. 19) Ocluir a incisão com gaze e micropore ou filme transparente. • Se a incisão estiver seca no período de 24 a 48 horas não há necessidade de oclusão e esta pode ser lavada com água corrente e espuma de sabão durante o banho • Se a incisão apresentar exsudato após as 24 a 48 horas. 20) Colocar a data e horário sobre o curativo 21) Manter ocluido enquanto houver exsudação 22) Realizar a troca após 24hs (quando ocluir com gazes) ou sempre que estiver saturado 23) Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. Adequar a cobertura ao tamanho da ferida. Obstetriz. tipo. 26) Lavar as mãos.

náuseas. aspecto e quantidade do sangramento vaginal. ferida operatória. 21) Realizar anotação no prontuário. fezes. 16) Avaliar queixas e desconfortos relacionados à dor no local da incisão. cuidados gerais e alimentação. abdome. 9) Realizar exame físico específico da cliente: avaliar mamas. 10) Monitorar perdas: urina. condições da pele. Obstetriz. 8) Realizar exame físico geral da cliente avaliando estado geral. nível de consciência. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetriz.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 50 Data de Emissão: set. 15) Orientar quanto aos cuidados com a ferida operatória. 5) Manter o conforto e a cliente aquecida. 2) Receber a cliente e colocá-la em um leito do puerpério. globo de segurança de pinard. 3) Observar nível de consciência da cliente. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra Obstetriz. 11) Avaliar condição do acesso venoso e sistema quando presentes 12) Estimular aceitação da dieta assim que liberada 13) Estimular mudança de posição e deambulação precoce assim que liberadas. realização de glicemia capilar. mucosa./ 10 Procedimento: Agente Cuidados Pós-cesárea Ação 1) Atentar para os protocolos existentes em cada instituição. MMII e genitais. MMSS. dificuldade de micção. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem tração de medicamentos e infusões. cabeça e pescoço. cefaléia pós anestésica. 20) Checar prescrição nos horários indicados após cuidados como: adminis- 75 . tórax. 7) Verificar e registrar sinais vitais de acordo com a rotina da instituição. distensão abdominal e outras. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). 14) Estimular e orientar quanto à amamentação a livre demanda do recémnascido. 17) Adotar medidas de conforto em relação as queixas 18) Avaliar a evolução do estado geral da cliente. verificação de sinais vitais e outros. 19) Registrar a evolução no prontuário. 6) Seguir as prescrições quanto à medicação. 4) Atentar ao tipo de decúbito de acordo com o tipo de anestesia segundo o protocolo da instituição. vômitos e débito de drenos e sondas se presentes.

/ 10 Procedimento: Preparo do corpo adulto pós-morte Bacia com água. 3) Caso tenha sido autorizada a doação. Algodão. 9) Colocar o avental de isolamento e calçar as luvas. 11) Retirar sondas. levando em consideração as necessidades pessoais. 8) Lavar as mãos. 6) Reunir o material. não desligar os aparelhos e avisar a equipe responsável pelos transplantes. 4) O corpo deve ser colocado em posição horizontal para começar os procedimentos antes que ocorra a rigidez. Ataduras. Obstetriz. Fita Adesiva. 14) Tamponar com algodão os orifícios nasais e auditivos com auxílio da pinça. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 76 . 10) Retirar todos os objetos pessoais e identificá-los para ser devolvido a família. Compressa. Biombo. religião e culturais. 2) Algum membro treinado da equipe deve oferecer a opção da doação de órgãos aos familiares. Pinça anatômica. Materiais: Agente Ação 1) Após a constatação do óbito. 12) Limpar o corpo com água e compressa. Luvas. Avental de isolamento. as terapias utilizadas e quais as ações que foram tomadas. Etiquetas de Identificação. Médico(a). que deve ser pronunciada pelo médico a hora. Mortalha ou lençol.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 51 Data de Emissão: set. cateteres e outros dispositivos hospitalares. Tesoura. 7) Providenciar a privacidade do corpo. 5) Verificar a identificação do corpo com o prontuário. até o limite fisiológico. 13) Fechar os olhos com fita adesiva.

mas somente deve ser realizado por aquele que se julgar emocionalmente capaz de fazê-lo./ 10 Procedimento: Agente Preparo do corpo adulto pós-morte (Continuação) Ação 15) Hiperextender o pescoço e preencher a cavidade orofaríngea com algodão até o limite fisiológico. 17) Restringir o maxilar com ataduras. 19) Restringir os MMSS com as ataduras posicionando sobre o abdômen. 21) Envolver o corpo com lençol ou mortalha. 20) Restringir os MMII com ataduras na região do calcâneo para manter os pés em posição anatômica. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 77 . 18) Tamponar a vagina e o ânus com algodão. 26) Registrar em prontuário. 23) Conferir os documentos e formulários. sem apertar. 25) Lavar as mãos. 22) Identificar o corpo conforme as normas da instituição. O cuidado com o corpo pode ser executado por todos os profissionais de saúde.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 51 Data de Emissão: set. 24) Levar o corpo para o necrotério. Obstetriz. 16) Retornar o pescoço ao ponto inicial. Médico(a).

Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos./ 09 Procedimento: Aspiração do Recém-Nascido Coxim. 8) Lavar as mãos. Médico(a). 9) Descrever o procedimento no prontuário do RN. 6) Arrumar o RN e deixá-lo confortável. 5) Aspirar primeiro a boca e depois as narinas com sonda de aspiração traqueal nº 8/10 conectada ao aspirador a vácuo. 4) Posicionar a cabeça do RN com leve extensão do pescoço. Aspirador a vácuo. 2) Calçar as luvas. Sonda de aspiração traqueal nº 8/10. 7) Retirar e descartar as luvas. Luvas de procedimento.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 52 Data de Emissão: dez. com apnéia e bradicardia. 3) Colocar um coxim sob os ombros do RN para facilitar o posicionamento adequado da cabeça. que pode induzir a resposta vagal e o espasmo laríngeo. Lembre-se de evitar a introdução da sonda de maneira brusca ou na faringe posterior. sob pressão máxima aproximada de 100 mmHg. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 78 . Evitar a hiperextensão ou a flexão exagerada.

o aspirador e o fluxo de oxigênio. 6) Lavar as mãos. Máscara para RN termo e pré-termo. Sonda de Guedel. incluindo todos os medicamentos necessários. Sondas gástricas 8 e 10. Lâmina de laringoscópio 0 e 1. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). Pilhas e lâmpadas sobressalentes. Campos estéreis pré-aquecidos. 4) Colocar todos os materiais de reanimação em local de fácil acesso e visualização. lembrando de testar o Ambu. 7) Calçar as luvas. Estetoscópio Neonatal. Fio-guia. para garantir seu funcionamento correto.5 a 4. Tubo endotraqueal. 8) Colocar o recém-nascido em berço aquecido em decúbito dorsal em semi Trendelenburg. Laringoscópio. Berço com fonte de calor radiante.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 53 Data de Emissão: dez. 3) Deixar a pressão do fluxomêtro em 5 lpm. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 79 . Materiais: Agente Ação 1) Organizar o equipamento de reanimação antes do nascimento. Seringas de 1 a 20 ml.0. Luvas estéreis. Adaptador para aspiração de mecônio. 5) Testar lâmpada do laringoscópio. Fonte de O2 com fluxômetro./ 09 Procedimento: Reanimação Cardiopulmonar do Recém-Nascido Aspirador de parede. Bolsa auto-inflável neonatal com reservatório de O2 (Ambu). Sondas de aspiração traqueal número 8 e 10. Equipo de microgotas. 9) Colocar um coxim sob os ombros do RN para facilitar o posicionamento adequado da cabeça. Respirador mecânico. Medicamentos diversos segundo prescrição. 2) Deixar a pressão do aspirador em 100mmHg ou 130 cmH2O. Agulhas. Cânulas traqueais número 2.

quando necessário. 26) Realizar compressão torácica para freqüência cardíaca menor que 60 ou até 80 bpm. 14) Intubar e aspirar até que a via esteja livre do líquido meconial. Lembre-se de evitar a introdução da sonda de maneira brusca ou na faringe posterior. 15) Usar aspiração mecânica para remover o líquido meconial da via aérea inferior. 20) Usar oxigênio a 100%. 16) Secar com o campo pré-aquecido para retirar o líquido amniótico. caso o RN não tenha sido intubado. com apnéia e bradicardia. 21) Ajustar a bolsa para que encha corretamente. de 5 a 8 litros. 28) Manter as ventilações até que tenham início as respirações espontâneas e a cor se torne rosada. 27) Manter as compressões até que a freqüência cardíaca seja superior a 80 bpm. 13) Intubar com tudo endotraqueal para remover o mecônio da via aérea inferior. 23) Ventilar a uma taxa de 40 a 60 respirações por minuto. sob pressão máxima aproximada de 100 mmHg. 17) Proporcionar estimulação tátil. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 80 . 11) Aspirar primeiro a boca e depois as narinas com sonda traqueal nº 8 ou 10 conectada ao aspirador a vácuo./ 09 Procedimento: Agente Reanimação Cardiopulmonar do Recém-Nascido (Continuação) Ação 10) Posicionar a cabeça do RN com leve extensão do pescoço. de modo a realizar a aspiração do líquido com mecônio. 22) Obter adaptação firme com máscara que cubra o queixo. reduzir a perda de calor e oferecer estimulação. 12) Inserir laringoscópio para visualizar a traquéia. 24) Auscultar para garantir a ventilação adequada. para encher a bolsa de ressuscitação. 25) Checar a freqüência cardíaca após 15 a 30 segundos de ventilação. que pode induzir a resposta vagal e o espasmo laríngeo. 29) Inserir tubo endotraqueal durante ventilação prolongada ou quando hou Médico(a). massageando as solas dos pés ou as costas do bebê.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 53 Data de Emissão: dez. 19) Iniciar ventilação com pressão positiva em casos de apnéia ou dispnéia. quando necessário. 18) Monitorar a respiração e a freqüência cardíaca. sem aumento. a boca e o nariz. Evitar a hiperextensão ou a flexão exagerada.

39) Anotar detalhes do procedimento no prontuário.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 53 Data de Emissão: dez. 33) Preparar medicamentos conforme necessário. 31) Observar a elevação do peito sem distensão gástrica. 36) Oferecer explicações aos pais quando adequado. 38) Descartar luvas e lavar as mãos. 32) Inserir sonda orogástrica se a ventilação permanecer por mais de 2 minutos. 37) Auxiliar na transferência do neonato ou em seu transporte caso necessário. para verificar a colocação do tubo. 34) Administrar medicamentos conforme prescrição. a seqüência e as respostas do neonato a todas as etapas da ressuscitação./ 09 Procedimento: Reanimação Cardiopulmonar do Recém-Nascido (Continuação) Ação ver resposta insuficiente à ventilação com máscara. Agente Médico(a). 30) Auscultar os sons respiratórios bilaterais em busca de confirmação da intubação endotraqueal. 35) Documentar o horário. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 81 .

edema. bem como a presença ou não de bossa serossanguínea. milium sebáceo. Álcool 70%.icterícia. movimentos palpebrais. 6) Colocar o RN lateralizado no berço e em posição de céfalo-declive. sempre que as condições de vitalidade do RN permitirem. lembrando de trocar o campo estéril por outro também aquecido. em direção céfalocaudal. 4) Calçar as luvas de procedimento. cianose. 3) Lavar as mãos. edemas. cílios. 2) Separar campos estéreis para a recepção do recém-nascido. petéquias. além de alterações como hemorragias conjuntivais ou secreções purulentas. Medir perímetro cefálico com a fita métrica previamente limpa. Luvas de procedimento. equimoses. Relógio de pulso com ponteiro de segundos. máscara cianótica ou bolhas generalizadas ou em regiões palmo-plantares. Observar atentamente. caso esse se torne muito úmido. deixando-os aquecer sob a fonte de calor radiante do berço aquecido.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 54 Data de Emissão: dez. Estetoscópio Neonatal. Fazer uso Médico(a). * CABEÇA: observar a morfologia craniana. Lanterna de luz fraca. transportá-lo em campo estéril previamente aquecido até o berço. direção da comissura palpebral. na direção do cuidador. de modo a facilitar os cuidados. Régua neonatal. eritema tóxico. 7) Secar o RN com o próprio campo estéril. * OLHOS: observar sobrancelhas. Fita métrica. cefalohematoma e alterações ósseas. Materiais: Agente Ação Pouco antes do parto: 1) Ligar a fonte de calor radiante do berço aquecido. afastamento de pálpebras e epicanto. as seguintes características: * PELE: observar se existe a presença de alterações como a palidez. hemangioma capilar./ 09 Procedimento: Exame Físico e Neurológico do Recém-Nascido 2 Campos estéreis. Logo após o parto: 5) Após o clampeamento do cordão e a identificação do RN. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 82 . Berço aquecido. hematomas. como a craniotabes. 8) Proceder com o início do EXAME FÍSICO. caso ainda esteja molhado pelo líquido amniótico. Deve-se atentar para a forma e tamanho das fontanelas e suturas craninas.

agenesia de musculatura abdominal extrofia de bexiga e hérnia inguinal e umbilical. simetria. conformação do palato. também com a ajuda da lanterna pequena. coloboma iridiano. aftas de Bednar. e a presença de secreção serossanguinolenta. abdômen escavado. tamanho. Medir freqüência respiratória média e proceder com a ausculta pulmonar do RN. * NARIZ: atentar para a forma. além de visualizar a úvula e avaliar tamanho da língua e freio lingual. fenda palatina. usar uma pequena sonda. * PULMÕES: observar que a respiração normal deve ser predominantemente abdominal. hidrocolpos Médico(a). fístulas. permeabilidade de coanas. implantação e papilomas pré-auriculares. observando distensões abdominais. tamanho da pupila igualdade e reação à luz. desvio da comissura labial./ 09 Procedimento: Agente Exame Físico e Neurológico do Recém-Nascido (Continuação) Ação de lanterna para observar microftalmia. Visualizar o orifício anal e. hematoma de esternocleidomastóideo. Medir perímetro torácico à altura dos mamilos. bem como a presença de secreção esbranquiçada ou hemorrágica. bem como simetria e número de mamilos. observando a presença de engurgitamento das mamas e/ou presença de leite. Também se deve palpar ambas as clavículas para descartar a presença de fratura. * ABDOMEN: proceder com a INSPEÇÃO. bem como analisar a intensidade dos batimentos e a presença de sopros. em caso de dúvida quanto à permeabilidade. * BOCA: verificar a presença ou não das pérolas de Epstein. além de observar a presença de hidrocele ou fimose. Proceder com a PALPAÇÃO. cistos e restos de arcos branquiais. * TÓRAX: verificar simetria da caixa torácica. * ORELHAS: observar a forma. procurando por massas abdominais. Medir o perímetro abdominal com a fita métrica à altura do coto umbilical. Palpar pulsos femurais e radiais. quando necessário. Feminina: observar tamanho e formato dos pequenos lábios e clitóris. * GENITÁLIA: Masculina: palpar a bolsa escrotal verificando a presença ou ausência dos testículos. posição da mandíbula. catarata. * CARDIOVASCULAR: Medir a freqüência cardíaca do RN. Pesquisar imperfuração himenal. fissura labial. Observar a localização do meato urinário. * PESCOÇO: palpar a região buscando detectar a presença de bócio. explorando a mobilidade e o tônus. estrabismo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 54 Data de Emissão: dez. mediante a oclusão da boca e de cada narina separadamente e/ou à passagem de uma sonda pelas narinas. Identificar no cordão umbilical duas artérias e uma veia e a presença de onfalocele. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 83 . hipoplasia. pele redundante ou pterigium coli.

ele tenta manter a cabeça em pé. Pressionar levemente a sola do pé do bebê e os dedos dele se dobrarão para baixo. enquanto o outro é flexionado em direção a boca. Ele curva as pernas alternadamente como se estivesse andando. 9) Proceder com o início do EXAME NEUROLÓGICO. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 84 . * EXTREMIDADES: observar presença de malformações como polidactilia. ou seja. A cabeça cai para trás e para frente. ele junta os braços. e volta a flexionar as pernas. como em um abraço. Abdominal e do Comprimento. as pernas. 11) Lavar as mãos. * Reflexo de Babinski e Preensão: Colocar um dedo na palma da mão do RN. a boca se abre e a língua se projeta para fora.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 54 Data de Emissão: dez. Verificar o bom estado das articulações coxo-femurais. com a mão. A boca do bebê faz a busca e depois que encontra a mão que o acaricia. o bebê chora ao ouvir um barulho alto ou ao sentir um movimento brusco. porque ela é pesada e os músculos ainda não estão fortes. sindactilia ou malformações ungueais. lembrando de marcar as medidas exatas do Perímetro Cefálico. e em seguida. esticando os braços. * Reflexo de Endireitamento: Colocar o bebê sentado de costas. * Reflexo Tônico do pescoço: Coloca-se o RN deitado de costas e ele vira a cabeça de lado./ 09 Procedimento: Agente Exame Físico e Neurológico do Recém-Nascido (Continuação) Ação ou aderência de pequenos lábios. o bebê pode chupá-la por vários minutos. principalmente na região sacrolombar. a bochecha ou a palma da mão do bebê. 12) Realizar anotação no prontuário do RN sobre os achados do exame físico e neurológico. 10) Retirar luvas e descartá-las. * Reflexo de Moro: Em um reflexo de proteção. Medir o comprimento do RN. boca ou lábios do RN com as mãos. Acariciar a lateral da sola faz com que os dedos se abram e o dedão se estenda para cima. * Reflexo de Caminhar: Segurar o bebê em pé e pressionar a sola de um pé por vez em uma superfície firme. A cabeça vira em direção ao estímulo. procurando por alterações como espinha bífida ou mielomeningocele. Torácico. * COLUNA VERTEBRAL: examinar a coluna. o braço do lado do Occipício se estende. observando atentamente a presença dos seguintes reflexos do RN: * Reflexo de Busca: Estimular a bochecha. * Reflexo de Mão na Boca: Acariciar. Médico(a). a mão dele se fecha com firmeza ao redor da sua mão.

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

Procedimento nº: 55 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Verificação do Peso do Recém-Nascido
Balança; Campos estéreis pré-aquecidos; Luvas de procedimento; Papel toalha; Hamper; Caneta.

Materiais:

Agente

Ação 1) Ligar a balança, tarar e cobrir a bandeja com as folhas de papel toalha; 2) Lavar as mãos; 3) Calçar luvas; 4) Levar o RN envolto no campo estéril e aquecido até a balança; 5) Colocar o RN sobre a bandeja da balança, ainda envolto nos campos estéreis, e aguardar que esta marque o peso do bebê; 6) Levar o recém-nascido até o berço aquecido; 7) Trocar o campo usado pelo RN e cobri-lo com um novo campo estéril; 8) Desligar a balança; 9) Ligar e tarar novamente a balança; 10) Pesar o campo no qual o RN estava envolvido no momento da pesagem; 11) Desprezar o campo no hamper; 12) Desligar a balança; 13) Descartar as luvas e lavar as mãos; 14) Anotar o peso do RN descontando o valor do peso do campo; Os materiais devem estar na Sala de Parto, próximo ao local de reanimação do recém-nascido (RN) e a pesagem do RN deve ser realizada na primeira hora após o nascimento.

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxliar/ Técnico de Enfermagem

Observação

85

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

Procedimento nº: 56 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos no Recém-Nascido
Medicação conforme prescrição; Diluente; Agulha descartável para o preparo da medicação; Agulha descartável de calibre e comprimento adequados ao tamanho do RN; Seringa descartável de 1 ml; Bolas de algodão; Almotolia com álcool a 70%; Fita adesiva; Luvas de procedimentos; Bandeja de inox esterilizada;

Materiais:

Agente

Ação 1) Verificar a prescrição médica; 2) Calcular a dosagem a ser administrada; 3) Organizar o material; 4) Lavar as mãos; 5) Abrir a seringa respeitando os princípios de assepsia, adaptar a agulha para aspirar o medicamento, colocar a seringa sobre a própria embalagem (usar bandeja); 6) Fazer a desinfecção da ampola e/ou frasco-ampola com algodão umedecido em álcool a 70% e abri-la; 7) Introduzir a agulha no interior da ampola sem tocar externamente e aspirar; em caso de frasco-ampola, injetar o diluente na parede interior do frasco. Homogeneizar a solução. (previamente); 8) Aspirar a quantidade desejada; 9) Trocar a agulha; 10) Identificar a seringa com a fita adesiva, com nome, número da pulseira e/ ou leito, nome da medicação, dose, via de administração, data e hora; 11) Colocar o material na bandeja; 12) Levar a medicação próximo do berço (ou leito); 13) Lavar as mãos; 14) Conferir identificação do RN; 15) Calçar as luvas; 16) Expor a área de aplicação; 17) Fazer a anti-sepsia do local de aplicação com bola de algodão umedecida em álcool a 70%, virando-a a cada movimento. (a bola é virada apenas uma vez); 18) Segurar delicadamente o membro inferior do RN, evitando traumatismo tecidual, apreendendo a massa muscular (do músculo vasto lateral)

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem

86

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

Procedimento nº: 56 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos no Recém-Nascido (Continuação)
Ação 19) Estirando a pele, introduzir a agulha em ângulo de 90º com a coxa; 20) Aspirar para certificar-se que o vaso não foi atingido; 21) Injetar o líquido lentamente; 22) Retirar a agulha e fazer compressão no local de aplicação; 23) Fazer compressão do local de aplicação (não massagear o local); 24) Confortar o RN no colo, se possível, para acalmá-lo; 25) Colocá-lo em posição confortável; 26) Desprezar o material em lugar apropriado para pérfuro-cortantes; 27) Retirar as luvas e lavar as mãos; 28) Fazer anotação em prontuário do RN.

Agente

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxliar/ Técnico de Enfermagem

87

11) Posicionar o RN confortavelmente. se necessário. Gaze estéril. Bandeja de inox esterilizada. Materiais: Agente Ação 1) Verificar prescrição médica. Luvas de procedimento. 5) Posicionar o RN com um coxim sob a região escapular. 14) Fazer anotação em prontuário do RN. Médico(a). 8) Instilar a quantidade prescrita de gotas no saco conjutival. 4) Conferir identificações. 7) Manter a pálpebra aberta. 12) Reorganizar a unidade./ 09 Procedimento: Administração Ocular de Medicamentos no Recém-Nascido Frasco com o medicamento prescrito.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 57 Data de Emissão: dez. 13) Descartar as luvas e lavar as mãos. 6) Com cuidado. 3) Lavar as mãos e calçar as luvas. 9) Secar o excesso de colírio no canto interno do olho. Obstetriz. 10) Repetir no outro olho. 2) Organizar o material na bandeja. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 88 . abrir o olho do RN com o auxílio de uma gaze.

9) Enxugar o rosto com movimentos compressivos. usando um para cada narina e orelha. 10) Manter o RN enrolado na toalha. 7) Limpar as narinas e pavilhão auricular com os cotonetes umedecidos na água morna da banheira. deixando a cabeça exposta. 5) Manter o recém-nascido. 3) Encher a banheira (cúpula ou saco plástico) com água morna verificando a temperatura com a face interna do antebraço. caso esteja sujo (trocar as luvas de procedimento após a higienização do períneo. apoiando o seu dorso firmemente no seu antebraço. Faça o mesmo procedimento com o outro olho. 11) Proteger os ouvidos com bolas de algodão ou com os dedos polegar e médio e ensaboar o restante da cabeça.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 58 Data de Emissão: dez. Obstetriz. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos e calçar as luvas. Álcool a 70%. Fralda descartável. Sabão líquido neutro. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 89 ./ 09 Procedimento: Banho do Recém-Nascido Cotonetes. 8) Usar uma bola de algodão umedecida para a limpeza da pele do rosto. Roupas limpas. 6) Iniciar o banho do recém-nascido pela face. de modo que a cabeça do bebê fique apoiada no antebraço do agente. Bacia Inox esterilizada. 14) Segurar o recém-nascido firmemente passando o braço pelas costas do neonato e segurando embaixo do braço esquerdo. em cima da bancada observando se o neonato está em segurança para evitar queda. 13) Retirar a calça e a fralda do bebê realizando a higiene do períneo. 2) Organizar os materiais sobre uma bancada. cúpula de acrílico do próprio berço ou plástico para revestir a cuba da pia do local. Toalha aquecida. umedecendo uma bola de algodão na água da banheira e procedendo a limpeza dos olhos com um movimento da parte externa do olho para a interna. Médico(a). sem retorno. Luvas de procedimento. 12) Enxaguar a cabeça e secá-la bem. se julgar necessário). Bolas de algodão. 4) Envolver o recém-nascido com a toalha. desprezando o algodão ao final da limpeza.

Em seguida. 21) Colocar o RN confortavelmente no berço. 22) Desprezar a água do banho. 17) Quando terminar de banhar a parte da frente. Nessa posição. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 90 . vire o RN para o decúbito ventral. a mão esquerda vai ficar presa embaixo do braço direito do bebê. 16) Ensaboar o pescoço. e depois o restante do corpo. abdômen. Obstetriz. Para isso. 23) Descartar as luvas e lavar as mãos. com o intuito de não deixar o tórax descoberto por muito tempo. membros superiores. 20) Colocar a fralda e a blusa do bebê. genitálias. • • A altura da banheira e do trocador deve ser adequada à altura da pessoa que dá o banho para maior conforto e segurança. 24) Anotar no prontuário do RN o procedimento e a técnica de curtaivo do coto. sentando o bebê na mesma. não se esquecendo de limpar as dobras cutâneas. membros inferiores. 18) Proceder com a limpeza do dorso. Médico(a). é necessário usar a mão direita que está livre para girar o bebê de modo que o braço esquerdo passe a apoiar o peito e o rosto da criança.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 58 Data de Emissão: dez. axilas e atrás das orelhas (se o recém-nascido for uma menina. separar os grandes lábios da genitália no momento da limpeza). enxugando-o com movimentos compressivos. tronco. 19) Retirá-lo da banheira e colocá-lo sobre a toalha. coloque o resto da roupa./ 09 Procedimento: Agente Banho do Recém-Nascido (Continuação) Ação 15) Colocar o recém-nascido de forma que os pés entrem primeiramente na banheira (cúpula ou saco plástico). Evite o banho após as mamadas para o bebê não regurgitar.

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 59 Data de Emissão: set./ 10 Procedimento: Preparação do corpo do Recém-nascido Atadura de crepe Bancada ou berço Banheira Biombo Campo ou lençol Caneta Clorexidina Fralda descartável Luva de procedimento Pulseira de identificação Vaselina Materiais: Agente Ação 1) Desconectar Tubos e/ou desligar equipamentos. 9) Calçar Luvas. 11) Banhar o corpo com água morna e clorexidina. 3) Retirar cateteres se houver. 10) Realizar banho do corpo e verificar se os familiares desejam participar. 7) Verificar com a família crenças e se há algum cuidado específico no preparo do corpo que deva ser considerado. 2) Enviar tubo para cultura se necessário. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 6) Assinar o atestado de óbito. 13) Colocar a fralda descartável. 8) Colher digitais palmares e plantares. 12) Passar vaselina nas mãos e face para evitar desidratação causada pelo resfriamento. 5) Verificar se a família deseja ficar um tempo com o RN antes de iniciar o preparo. Médico(a) Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a) Pediatra Médico(a). 91 . Obstetriz. 4) Comunicar aos familiares sobre o falecimento.

15) Amarrar os pulsos sobre o abdômen com atadura crepe. 22) Fazer a evolução de enfermagem Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 59 Data de Emissão: set. Obstetriz. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Obstetriz ou Enfermeiro(a) 92 . 17) Identificar o corpo de acordo com rotina da instituição (etiquetas). 20) Solicitar limpeza terminal do quarto. 18) Preencher o aviso ou relatório da instituição./ 10 Procedimento: Agente Preparação do corpo do Recém-nascido (Continuação) Ação 14) Colocar a pulseira de identificação com o nome completo da mãe. 16) Envolver o corpo com o campo. a data e hora do parto. 21) Fazer a anotação de enfermagem. 19) Encaminhar ao necrotério. lençol ou mortalha. sexo do RN e se natimorto ou morte intra-utero.

ainda deitar o RN com ela ao seu lado. 10) Esperar até que a boca da criança se abra e ela queira iniciar a mamada. o queixo está encostado na mama. sempre estimulando a amamentação. o lábio inferior está virado para fora e a maior parte da aréola está aparecendo acima do lábio superior da criança e menor parte aparecendo por baixo do lábio inferior. 9) Pode-se tocar os lábios da criança com o mamilo para estimular o reflexo de rotação. onde todo corpo da criança está encostado no da mãe e de frente para ela. não somente a cabeça fique de frente para a mama e que ela não precise se virar para mamar. Não deve apertar o mamilo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 60 Data de Emissão: dez. 12) Verificar se a pega está correta. Isto ajuda a encostar seu queixo na mama. se a cliente julgar necessário. não somente o mamilo. fazendo com que o mamilo fique acima do centro da boca da criança. a boca está bem aberta. de modo que. 4) Auxiliar a cliente a encontrar a posição mais confortável para ela segurar o RN. sendo que ela pode sentar e segurar a criança de frente ou manter a criança sobre o antebraço. não por trás da cabeça. nem a aréola. 2) Comunicar a cliente quanto à importância da amamentação para o binômio mãe-filho. A cabeça do bebê deverá ficar livre durante a mamada. É importante que todo o corpo da criança. 8) A cliente deverá segurar e oferecer toda a mama. sendo mais efetivo se estimulado pelo lábio superior./ 09 Procedimento: Materiais: Amamentação Luvas de procedimento. 5) O agente deve sentar-se ao lado da cliente de maneira que possa ficar no mesmo nível que ela e sentir-se igualmente confortável e relaxado para observações e orientações durante a mamada. de tal forma que fique relaxada. Obstetriz. podendo também utilizar o travesseiro para apoiar o braço que segura o bebê. 7) Se for necessário segurar a criança. Travesseiros para melhor apoio materno. 3) Solicitar que a cliente sente-se em um lugar confortável. Médico(a). o rosto está perto da mama. calçar luvas de procedimento. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 93 . 6) Mostrar à cliente como segurar a criança que deve ficar de frente para a mama com a barriga em contato com a barriga da mãe. segure por trás dos ombros. de tal forma que facilmente toque e estimule o palato. ou. 11) Deve direcionar o lábio inferior da criança para a base do mamilo. sua língua fique por baixo dos seios lactíferos. Agente Ação 1) Lavar as mãos.

a cliente deve colocar a ponta do dedo mindinho no canto da boca do bebê para que ele solte o peito sem machucar o mamilo. Obstetriz. 17) Retirar as luvas e lavar as mãos.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 60 Data de Emissão: dez. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 94 . 15) Permanecer com a cliente durante toda a mamada. de modo a prevenir o regurgitamento e a aspiração deste. seguindo com as orientações e tirando dúvidas de modo a trazer maior segurança para a cliente./ 09 Procedimento: Agente Amamentação (Continuação) Ação 13) Orientar e corrigir a pega sempre que a pega estiver errada. 18) Anotar intercorrências no prontuário da cliente. 16) Após a mamada orientar a cliente a esperar o RN arrotar antes de deitá-lo e a sempre deitá-lo em decúbito lateral. Médico(a). 14) Caso seja necessária a interrupção da mamada.

Suporte de hamper. Luvas de procedimentos. Enceradeira/aspiradores de água. Rodo de borracha. Da parte interna do tampo para os pés. 11) Umedecer o pano com sabão e limpar suporte de soro fixo. 9) Umedecer o pano com sabão e limpar as paredes de cima para baixo. 12) Enxaguar com pano úmido e repetir se necessário. gavetas e prateleiras. Retirar a roupa de cama e colocar no hamper sem sacudi-las.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 61 Data de Emissão: set. 8) Limpar o teto com pano umedecido em água limpa utilizando uma direção única. 13) Limpar o criado mudo com o pano umedecido com sabão. repetir o procedimento seguindo a sequência quantas vezes necessárias. Auxiliar de Enfermagem ou Agente de Limpeza (de acordo coma Instituição) Agente de Limpeza 7) Seguir os princípios científicos de limpeza distal para proximal. Removedor para piso se necessário (o tipo de removedor varia de acordo com cada instituição). Carrinho de limpeza./ 10 Procedimento: Limpeza Terminal 1 balde com água e sabão (com identificação de seu conteúdo). 10) Enxaguar o pano no balde com água limpa e retirar o sabão da parede. Saco de lixo branco. Hipoclorito de sódio (o tipo de desinfetante varia de acordo com cada instituição). Desocupar a mesa de cabeceira e criado mudo. campainha e mesa de refeição (na mesa de refeição iniciar a limpeza do tampo para os pés. Álcool a 70%. 1 balde com água pura (com identificação de seu conteúdo). levar copos e garrafa d’água para a copa. do mais limpo pro mais sujo. Hamper. Providenciar o material necessário e levá-lo até a unidade. comadre para o expurgo e resíduos para o lixo. 95 . Panos de limpeza. Abrir portas e janelas. Materiais: Agente Ação 1) 2) 3) 4) 5) 6) Retirar objetos pessoais do paciente do leito. iniciando do fundo da sala para a saída. Calçar luvas de procedimento. painel de ar e gases.

38) Repetir a operação quantas vezes necessárias para promover a limpeza. grades e pés da cama ao lado da cabeceira. Limpar a cabeceira. parte inferior sobre superior e limpar a parte exposta do mesmo. colocá-lo sobre o criado mudo. Agente de Limpeza 96 . um com água e detergente e outro apenas com água e identificá-los. 35) Limpar em faixas paralelas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 61 Data de Emissão: set. 23) Abaixar novamente o estrado e limpar as manivelas e os pés. lateral e pés. com movimentos ritmados. Encosto. 34) Limpar as superfícies do piso. 32) Mergulhar o pano no balde com água e detergente. Limpar as laterais depois os degraus. 22) Elevar o estrado dos pés da cama e limpar as partes internas. 29) Colocar as luvas destinadas à limpeza do chão. longos e retos. 19) Abaixar novamente o estrado da cabeceira. 20) Virar o colchão. 40) Jogar a água suja no esgoto. no piso e usar enceradeira para esfregar o piso. e proceder a limpeza do outro lado. estrado. 18) Elevar completamente o estrado da cabeceira limpando-o. 21) Limpar o estrado. 33) Abrir o pano umedecido. 16) Limpar o colchão da extremidade inferior. 27) Não misturar os panos de limpeza de bancadas com os de limpeza do chão. 39) Trocar a água dos dois baldes sempre que visivelmente sujas quantas vezes forem necessárias. 17) Dobrar o colchão. torcendo-o bem para retirar o máximo possível de água (substitui a operação de remover o pó seco. 24) Colocar o colchão no lugar. e ao mesmo tempo promover a limpeza). De cima para os pés. 37) Voltar a mergulhar o pano no balde com água e sabão. retirando todo lixo. 31) Preparar dois baldes. 42) Enxaguar com água até ficar limpo. 36) Lavar o pano no balde que contém apenas a água. dobrando-o em 2 ou 4. reiniciar o procedimento de limpeza. parte superior sobre a inferior e limpar as partes expostas do mesmo. molas. 41) Jogar o removedor. 26) Limpar a escadinha. 25) Limpar o suporte de soro móvel. 30) Recolher todo o lixo com varredura úmida./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Terminal (Continuação) Ação 14) Limpar um lado do travesseiro. para se necessário. ou o produto de rotina. após utilizar todas as dobras. enxaguar e secar. desdobrando o pano para utilizar todas as dobras limpas. 15) Limpar a cadeira. 28) Retirar as luvas de limpeza de bancadas e lavar as mãos. assento.

Data. Os princípios acima devem ser utilizados na limpeza terminal de todos os ambientes do CO/ CPN. assinatura”. (criado mudo. 50) Arrumar o leito. mesa de refeição. deixando a superfície secar espontaneamente. 46) Secar. campainha e painel de gases e outros). 44) Remover o desinfetante com pano úmido em água pura após 10 minutos. Agente de Limpeza Auxiliar de Enfermagem ou Agente de Limpeza (de acordo coma Instituição) Observação 97 . 52) Lavar as mãos após a tarefa.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 61 Data de Emissão: set. colchão. 48) Calçar luvas de procedimentos. suporte de soro. 49) Embeber um pano limpo e seco com álcool à 70% e fazer 03 fricções locais com intervalo de 30 segundos cada fricção. 51) Identificar a cama com o rótulo: “limpeza terminal./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Terminal (Continuação) Ação 43) Aplicar a solução desinfetante de hipoclorito de sódio à 1%. 45) Proceder à limpeza com água e sabão em toda superfície. 47) Lavar as mãos após a tarefa. travesseiro.

20ª ed. Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM. 1ª ed. E. Ministério da Saúde. G. Higienização das mãos em serviços de saúde/Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 1ª ed. DAVIM. Brasil. ASSAD. Brasília: Anvisa. 2005. Prevenção da infecção de sítio cirúrgico. Carla. Rio de Janeiro.Brasília: Ministério da Saúde. Higienização das mãos em serviços de saúde. Brasília: Ministério da Saúde. 2001. Brasília: Anvisa. APECIH. 2007 ENKIN. L. 1994. 2001. Companhia Municipal de Limpeza Urbana da cidade do Rio de Janeiro. V. São Paulo: 2001. DAVIM. Parto. Feridas: como tratar. Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto. Ministério da Saúde. B. CUNNINGHAM. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. Brasília: Ministério da Saúde. 2001. Brasil. R. S.Referências Bibliográgicas AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITÁRIA . Avaliação da efetividade de estratégias não farmacológicas para o alivio da dor de parturiente na fase ativa do período de dilatação no trabalho de parto. Brasil. 2007. Técnicas para Coleta de Sangue. 2000. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada . Ministério da Saúde.manual técnico. 2001. Murray et al. M. BORGES. Manual de Assistência ao Recém-nascido. E. Ministério da Saúde. Brasil. et al. Brasília: Ministério da Saúde. Brasil. R. Macdonald et al. M. TORRES. 98 . B. Manual de Higienização de Estabelecimentos de Saúde e Gestão de Seus Resíduos. 2007. R. B. M. aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Williams Obstetrícia. Belo Horizonte: Coopmed.ANVISA. Estratégias não farmacológicas no alivio da dor durante o trabalho de parto: pré-teste de um instrumento. DAVIM. 2007. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. MELO.

E. Eliana Rodrigues Carlessi. São Paulo: Atheneu. et al. FEBRASGO. M. 3ª ed.São Paulo.. KING. R. A. Editora Senac.: Coríntio Mariani Neto. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. In: Intervenções de Enfermagem. Antônio.Referências Bibliográgicas Tradução: Cláudia Lúcia Caetano de Araújo. Aleitamento Materno: Manual de orientação. 1ª ed. Brasília: Ministério da Saúde. F. Gonçaves. Belo Horizonte: Medsi Editora Médica Científica. São Paulo: Atheneu. São Paulo: EPU. 2ª. Urazaki. 2001. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. 2006. Guanabara Koogan. J. 4ª ed. et al. et al. Trad. 2001. Maria Mitsuyo – “Introdução de Enfermagem I – Curso Técnico de Enfermagem” . R. P. Manual de Procedimentos e Assistência de Enfermagem. A. prevenção e controle. Fisioterapia em ginecologia e obstetrícia. 2008.Escola de Enfermagem da Santa Casa de São Paulo. Intervenções gerais de enfermagem para pacientes cirúrgicos. FERNANDES. São Paulo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003. MBM. 2006. MARTINS. 2000. MAYOR. Savage. 2000. – Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia – 11ª edição. São Paulo: Ponto. Como ajudar as mães a amamentar. S. et al. Rio de Janeiro. JORGE. 2003. T. São Paulo: Editora ATheneu. 2005. Obstetrícia fundamental. S. São 99 .: Zuleika Thomson e Orides Navarro Gordon.ed. POLDEN. 2001. Manual de infecção hospitalar epidemiologia. 2005. pp. MT. 82-83. A._. M. São Paulo: Atheneu. MONTENEGRO. 11ª Ed. Abordagem multiprofissional do tratamento de feridas. GONZALEZ. MANTLE. GUARNIENTO. Carlos Antonio Barbosa. Gagliazzi. IZUMI. Medicina Materno-Fetal. H. DANTAS. Ed.

AMORIM.A. SEGRE. 2000. Rio de Janeiro: Ed. et al. Erna E. pp. 2008.1. Rio de Janeiro: Ed. Acesso em: 07/02/2010.40.. SMYTH R. R. SILVA. 2010.. A. USP [online]. Rotina de Limpeza do Ambiente Hospitalar. – Avaliação da vitalidade fetal intraparto. Porto Alegre: Artmed. Comissão de Controle de infecção Hospitalar-CCIH. A. POTTER. Priscilla. Fundamentos de Enfermagem. 2009. SOUZA. K. 100 . São Paulo: Sarvier. n. Cochrane Database of Systematic Reviews. MARKHAM C. 427. Serviço de Higienização de Limpeza Hospitalar.M. Disponível em: http://portaldeenfermagem. O efeito do banho de imersão na duração do trabalho de parto. Elsevier. USP – EE. 2008. M. M. Sonia Maria Junqueira Vasconcelos de. D. – Amniotomy for shortening spontaneous labour (Review)..html.G. ZIEGEL. Issue 4. 2ª ed. WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Flávia Valério de Lima. Interamericana. Sonda Vesical (Demora e Alívio).com/2008/07/sonda-vesical-demora-e-alvio. 2005. Enfermagem obstétrica. 21: 229-240. Lia Mota – Utilização da bola suíça na assistência ao parto em serviços públicos do município de São Paulo.. Perinatologia: Fundamentos e Prática. SANTOS. RIBEIRO. 2005. SILVA. vol. Conceição A. Acta Med Port. et al. PERRY. 2005. Jair Miranda dos. p.. 2006. R. Flora Maria Barbosa da and OLIVEIRA. enferm. Manejo das complicações na gestação e no parto. ALLDRED S. esc. GOMES. 1980. P.. 57-63.blogspot. Rev.Referências Bibliográgicas Paulo: Manole.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful