Escola de Artes, Ciências e Humanidades

Universidade de São Paulo

Graduação em Obstetrícia

2010

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

FICHA CATALOGRÁFICA
Brasil. USP. EACH. Graduação em Obstetrícia. Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal. USP. EACH. Graduação em Obstetrícia. São Paulo: USP/EACH, 2010. 71 p. color. I.Assistência à saúde materna. II.Assistência à saúde do recém-nascido. III.Prestação de cuidados de saúde. IV.Título.

ELABORAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E INFORMAÇÕES: USP. EACH. Graduação em Obstetrícia. Rua Arlindo Béttio, nº 1000 - Ermelino Matarazzo – SP – CEP: 03828-000 Home page: http://www.each.usp.br Tel.: (11) 3091-8905 DIRETOR DA EACH (2009) Dr.º Dante De Rose Junior DIRETOR DA EACH (2010) Dr.º Jorge Boueri Filho VICE-DIRETOR DA EACH (2009)

VICE-DIRETOR DA EACH (2010) Dr.º Edson Leite COORDENADORA DA GRADUAÇÃO EM OBSTETRÍCIA (2009) Dr.ª Lucia Cristina Florentino Pereira da Silva COORDENADORA DA GRADUAÇÃO EM OBSTETRÍCIA (2010) Drª. Nádia Zanon Narchi COORDENADORA – MANUAL DE PROCEDIMENTOS (2009-2010) Dr.ª Maristela Belletti Mutt Urasaki

Autores Alunos graduandos do Curso de Obstetrícia da Escola de Artes. Rodelo Andressa Akemi Abe Beatriz F.2009 Adriana Gomes do Nascimento Adriana Sassaron Fornaziero Albertina Samira Cerda Balcazar Aline Araujo Fazenda Amanda Aparecida T. Ciências e Humanidades . V. Fabrizio de Carvalho Bruna Vazamim Cumpri Christiane Borges do Nascimento Cláudia de Azevedo Aguiar Cristiane Pereira Barros Danyelle Ferreira Farias Diana Tiemi Yamamoto Elaine Cristina Pimentel Fabiana Alves Kamiya Flávia Nagahama Sakata Flávia Rodrigues França Juan Carlo Paula Cesar Lopes Juliana Cristina Peres Juliana Moreno Guerra Karina Simão Barbosa Luana de Andrade Pina Cabral Maíra Fernandes Bittencourt Malu Yumi Costa Iizuka Mariana Alves dos Santos Mariana Blum R. Trindade Mariana de Moura Pedrosa Mariana Lourenzem Viginotti Milena Mitiko Fujishita Munick Cristinni da S.Rodrigues da Silva Priscila Ribeiro Raspantini Priscilla da Costa Gonçalves Rafael Augusto Silva de Paiva Raíssa de Castro Angarten Raquel Emile da Silva Raquel Fernandes Giorgete Salete Alves Cordeiro Tatiana de Sousa Mendes Gomes . Fulquim Nayara Girardi Baraldi Nelice Canhoto Gonçalves Priscila M.

de Oliveira Maria dos Remedios da S.2010 Aline Apa. Bonvechio Macca Amanda Moreira da Silva Reis Andréa Verônica Gonzalez Perez Andreia Luiza Alves Oliveira Anna Carolina Coutinho Bruna Alves Camila Kiraly Franzel Carolina Andrade de Barros Cláudia Regina Neves Cledionice Felizardo Fonseca Cristina Yayoi Zukeran Kanda Edna Evelin da Costa Silveira Fernanda Paula Alves Soares Flávia da Silva Chiamba Gabriela de Moura Pedrosa Giuliana Lima Franco dos Santos Glauce Cristine Ferreira Soares Isadora Marques Crochik Jéssica Gallante Reis Juliana Ferreira dos Santos Laís Akemi Morimoto Laís Guimarães do Couto Rocha Lidiane Mello de Castro Lorena de Souza Santos Marcela Faggiani P. Alves Mariana Biancheze de Alencar Mariana Sallun Raya Marina Lorencini Pedó Monique Huk Alvarenga Paula Coyado Rodrigues Garcia Rita Leandro de Moraes Silva Rosane Pacheco Pereira Sheylla Alves Claudino Pestana Thaís Peloggia Cursino Vanessa de Castro Nunes Pombo . Ciências e Humanidades .Autores Alunos graduandos do Curso de Obstetrícia da Escola de Artes.

desde que citada a fonte e que não seja para a venda ou qualquer outro fim comercial.ª Maristela Belletti Mutt Urasaki Dr. Graduação em Obstetrícia.REVISÃO TÉCNICA Dr.ª Natalúcia Matos Araújo DIAGRAMAÇÃO E ARTE FINAL . Ciências e Humanidades. É permitida a reprodução parcial ou total. Todos os direitos reservados.ª Roselane Gonçalves Dr.ª Maria Aparecida de Jesus Belli Dr.ª Rosemeire Sartori de Albuquerque Dr. Escola de Artes.2009 Priscila Maria Vieira Rodrigues da Silva DIAGRAMAÇÃO E ARTE FINAL .2010 Maria dos Remedios da Silva Alves 2010. . Universidade de São Paulo.

Esperamos contar com a contribuição de todos para que possamos ampliar nosso saber/ fazer/ sentir e assim caminhar na direção de um cuidar mais amplo e sensível. sobretudo. Neste sentido. competente. discutir e.Apresentação Os diversos cenários da saúde exigem profissionais que assistam as pessoas de forma eficiente. buscamos fornecer material de apoio e consulta para os alunos. avaliar a propriedade de cada ação indicada. Salientamos que a descrição dos mesmos segue diretrizes básicas e está fundamentada em diversos autores conceituados da literatura. saber fazer e sensibilidade. Vale lembrar que as especificidades encontradas nas diferentes instituições de saúde devem ser consideradas ao se instituir os passos aqui sugeridos. professores e profissio-nais de saúde que atuam em Centro Obstétrico (CO) e Centro de Parto Normal (CPN). refletir. sendo que nesta primeira apresentação elencamos quarenta e cinco procedimentos comumente realizados nestes locais. Considerando que os manuais são instrumentos fundamentais para a veiculação de informações sistematizadas nas organizações de saúde. construímos este manual. Dr. autêntica e com qualidade. acreditando na possibilidade de contribuir com o processo de organização do cuidado ministrado à mulher durante o processo de nascimento e parto. O processo de construção de um modelo de assistência obstétrica qualificada exige que seja incorporado no cotidiano do trabalho o tripé: conhecimento prudente.ª Maristela Belletti Mutt Urasaki Docente do curso de Graduação em Obstetrícia da USP e Organizadora deste Manual de Procedimentos . Encorajamos cada leitor a rever. Assistir às mulheres no momento do parto e nascimento com segurança e dignidade é compromisso fundamental de todo profissional que optou por esta prática.

10 15 16 17 19 20 21 22 23 24 25 27 28 30 32 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 51 .Sumário Nº 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 Limpeza Concorrente Lavagem das mãos Lavagem cirúrgica das mãos Verificação da pressão arterial Verificação da temperatura axilar Verificação do pulso Administração intramuscular (IM) de medicamentos em adulto Administração endovenosa (EV) de medicamentos em adulto Administração endovenosa (EV) de medicamentos em adulto: em clientes com acesso venoso periférico prévio Administração vaginal de medicamentos Bomba de Infusão Tricotomia Sondagem vesical de demora feminina Sondagem de alívio feminina Coleta de amostra sanguínea Avaliação da dinâmica uterina Exame físico obstétrico: inspeção Exame físico obstétrico: palpação e altura uterina Exame físico obstétrico: ausculta uterina Exame físico obstétrico: toque vaginal Amnioscopia Cardiotocografia Transferência da cliente da maca para a mesa: cliente em condições de mobilidade Transferência da cliente da maca para a mesa: cliente sem condições de mobilidade – técnica 1 Transferência da cliente da maca para a mesa: cliente sem condições de mobilidade – técnica 2 Paramentação Massagem Lombossacral Exercícios com a Bola Cavalinho Banho de Aspersão Banho de Imersão Amniotomia PROCEDIMENTO PÁG.

53 55 56 57 59 60 61 62 63 64 65 66 67 69 70 72 73 75 76 78 79 82 85 87 88 89 91 93 95 98 .Sumário Nº 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 PROCEDIMENTO Montagem da Mesa para Parto Normal Assistência no trabalho de parto: fase Latente Assistência no trabalho de parto: fase Ativa Assistência no trabalho de parto: fase Expulsiva Anestesia local Episiotomia: técnica mediana Episiotomia: técnica mediolateral Episiorrafia Reparo do períneo Complementação do procedimento de Episiorrafia Clampeamento do cordão umbilical Manejo na dequitação placentária: conduta expectante Manejo na dequitação placentária: conduta ativa Revisão placentária Coleta de sangue placentário Assistência no puerpério imediato (1ª à 4ª h) Curativo de Incisão Abdominal Cuidados pós-cesárea Preparo do corpo do Adulto pós-morte Aspiração do recém-nascido Reanimação cardiopulmonar do recém-nascido Exame físico e neurológico do recém-nascido Verificação do peso do recém-nascido Administração intramuscular (IM) de medicamentos no recém-nascido Administração ocular de medicamentos no recém-nascido Banho do recém-nascido Preparo do corpo do Recém-nascido pós-morte Amamentação Limpeza Terminal Referências Bibliográficas PÁG.

para acondicionar lixo biológico (infectante). rodos ou mops. Não usar vassouras.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set.). Observação • • • • • Materiais: Baldes (de cores diferentes). Latões de lixo (15. interruptores. Saco de plástico (cor branco leitoso resistente. Usar somente produtos químicos aprovados pelo Ministério da Saúde. Sempre utilizar EPIs para a realização da limpeza. 35 e 100 litros e saco preto. Técnica 1 Limpeza concorrente (limpeza com pano úmido utilizando dois baldes) Realizada antes de procedimentos e plantões e ao final das atividades diárias e procedimentos. telefones. pia./ 10 Procedimento: • • Limpeza Concorrente De cima para baixo – em um único sentido e firme. Agente Ação 1) Separar os materiais necessários: equipamento de proteção pessoal. em locais semi-críticos. rodos. de 15. etc. Movimento em um só sentido – nunca fazer a limpeza em movimentos circulares ou de vaivém. torneiras. Carro: para transporte e guarda do material de limpeza. Escadas: diversos tamanhos. Pá de lixo (cabo longo e curto). Palha de aço. 4) Recolher das mesas e bancadas todo o material a ser desprezado. Suporte (para pendurar vassouras. Agentes De Limpeza: água. Agente de Limpeza 10 . detergentes e desinfetantes. Usar as luvas somente durante os procedimentos de limpeza – nunca utilizá-las para tocar em locais de uso comum (maçanetas de portas. sabões. para o lixo administrativo).). etc. dois baldes (azul e vermelho). Mops. 35 e 100 litros). 2) Vestir os equipamentos de proteção pessoal 3) Calçar as luvas. Do fundo da sala para a porta para manter a funcionalidade. Panos para limpeza (de mesa. Rodos de borracha (diversos tamanhos). panos limpos. Desentupidor de pia e ralos. etc).

Desdobrar o pano para utilizar todas as dobras limpas. no chão duas vezes ou mais se necessário para retirar o sabão. 17) Abrir o pano e dobrar em 2. com movimentos ritmados longos e retos. 16) Mergulhar o pano limpo no balde vermelho torcendo-o para retirar o excesso de água. bancadas. 18) Utilizar movimentos retos e paralelos seguindo no sentido do interior para a porta de saída. após utilizar todas as dobras. dobrando-o em 4 ou 8. embebido em água pura. 13) Tirar as luvas e lavar as mãos. Técnica 2 Limpeza com pano úmido e dois baldes seguida da desinfecção concorrente Realizada antes de procedimentos e plantões e ao final das atividades diárias e procedimentos em locais críticos e semi-criticos. A desinfecção é realizada após a limpeza com panos úmidos utilizando dois baldes. 19) Lavar o pano no balde que contem água limpa ate sair o sabão. Agente de Limpeza Observação Não misturar os panos de limpeza de superfícies com os de chão. 15) Encher os baldes com água limpa (azul) e água e sabão (vermelho). mesas. 11 . 9) Lavar o pano no balde que contem a água. Limpar em faixas paralelas. 11) Voltar a mergulhar o pano no balde com água e sabão para se necessário. 12) Desprezar a água suja em local apropriado e limpar os baldes ou trocar de baldes. 22) Tirar as luvas e lavar as mãos.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. 14) Colocar as luvas destinadas a limpeza do chão. 10) Passar pano úmido embebido em água pura duas vezes ou mais nas superfícies para retirar todo o sabão. reiniciar o procedimento de limpeza. torcendo-o bem para retirar o máximo possível de água./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Concorrente (Continuação) Ação 5) Preparar os baldes o azul contendo água limpa e o vermelho com sabão detergente e água. 8) Limpar as superfícies. 20) Passar o pano úmido. 21) Fazer a limpeza do material utilizado desprezando a água suja. 7) Abrir o pano umedecido. 6) Mergulhar o pano no balde com água e detergente.

3) Trocar de luvas 4) Pegar um pano seco e embeber no álcool etílico a 70%. O hipoclorito não deve ser utilizada em artigos metálicos. Agente Ação 1) Separar os materiais necessários: equipamento de proteção pessoal. Utilizado após procedimentos em caso de sujidade no qual ocorre. papel absorvente ou pano velho. rodos ou mops. pisos. Agente de Limpeza 12 . Manter o frasco de solução rotulado com nome da solução. tetos. 3) Calçar as luvas. panos limpos.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. 8) Lavar o material usado. (Usar álcool para desinfecção de mesas. soluções desinfetantes (álcool etílico a 70% e hipoclorito de sódio a 1%). validade./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Concorrente (Continuação) Ação 1) Separar os materiais necessários: equipamento de proteção pessoal. O prazo máximo para o uso da solução de álcool após aberta é 7 dias.) 5) Deixar a superfície secar espontaneamente 6) 6Aplicar a solução de hipoclorito de sódio a 1% (deve ser usado em paredes. rodos ou mops. data de abertura e assinatura. portas e janelas). fazendo três fricções por 30 segundos. 2) Seguir os passos acima de 2 a 21. 7) Remover o desinfetante com pano úmido embebido em água pura. Agente de Limpeza Observação • Técnica 3 Desinfecção concorrente seguida de limpeza com pano úmido utilizando dois baldes. data de abertura e assinatura. dois baldes (azul e vermelho). presença de matéria orgânica. soluções desinfetantes (álcool etílico a 70% e hipoclorito de sódio a 1%). panos limpos. validade. • Manter o frasco rotulado com nome da solução. 2) Vestir o equipamento de proteção pessoal. Ela é realizada em locais críticos e semi-críticos. bancadas. dois baldes (azul e vermelho). saco plástico branco. 9) Retirar as luvas e lavar as mãos. carrinhos e etc.

13) Lavar o material usado. parede. bancadas. carrinhos e etc. 5) Descartar o pano ou papel no saco de lixo branco (lixo orgânico) ou desinfetar o pano no caso de reutilizar. 12) Remover o desinfetante com pano úmido embebido em água pura.) 7) Deixar a superfície secar espontaneamente 8) Descartar o pano. Seguir repetindo os passos da limpeza com pano úmido utilizando dois baldes. ou desinfetar o pano no caso de reutilizar. fazendo três fricções por 30 segundos. portas e janelas). 6) Pegar um pano seco e embeber no álcool etílico a 70%. validade. 10) Descartar o pano ou papel no saco de lixo branco (lixo orgânico)./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Concorrente (Continuação) Ação 4) Retirar o excesso da carga contaminante (matéria orgânica das mesas. O prazo máximo para o uso da solução de álcool após aberta é 7 dias. bancadas. tetos. portais. O hipoclorito não deve ser utilizada em artigos metálicos. 9) Retirar o excesso da carga contaminante (matéria orgânica do chão. Manter o frasco de solução rotulado com nome da solução. validade. data de abertura e assinatura. portas e etc) com papel absorvente ou panos velhos. carrinhos e etc) com pano velho ou papel absorvente. pisos. Agente de Limpeza Observação • Técnica 4 Recomendações especiais de limpeza e desinfecção Banheiro Usar técnicas do pano úmido com dois baldes em: portas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. Utilizar a técnica com água abundante. • Manter o frasco rotulado com nome da solução. vidraças e visores. quando em presença de saída de água (ralos) 13 . 14) Retirar as luvas e lavar as mãos. 11) Aplicar a solução de hipoclorito de de sódio a 1% (Deve ser usado em paredes. data de abertura e assinatura. (usar álcool para desinfecção de mesas.

Uma vez por semana executar a limpeza semanal utilizando máquinas (enceradeiras/aspiradores de água). 14 . Após cada procedimento realizar a desinfecção concorrente e limpeza concorrente. A limpeza diária das salas cirúrgicas deve acontecer ao término de todo o mapa cirúrgico. Técnica 6 Técnica 7 Macas e suporte Usar técnica de limpeza com pano úmido usando água e sabão. do mobiliário e dos equipamentos com pano úmido embebido em álcool 70%. Técnica 5 Sala de Parto Antecedendo o inicio dos plantões realizar uma revisão da limpeza das salas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. limpando as superfícies horizontais. Efetuar a desinfecção diária entre uso e semanalmente./ 10 Procedimento: Limpeza Concorrente (Continuação) Sala de Exame Efetuar limpeza terminal e desinfecção ao término da jornada de trabalho usando a técnica do pano molhado seguindo técnicas de limpeza e desinfecção diária.

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Procedimento nº: 02 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:
Materiais:
Sabonete Líquido; Toalha de papel.

Lavagem Simples das Mãos

Agente

Ação 1) Abrir a torneira e molhar as mãos, sem encostar na pia; 2) Aplicar na palma da mão quantidade suficiente do sabonete para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante); 3) Friccionar as palmas das mãos entre si; 4) Friccionar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçandoos dedos e vice-versa; 5) Friccionar a palma das mãos entre si com os dedos entrelaçados; 6) Friccionar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos e vice-versa; 7) Friccionar o polegar esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando-se movimento circular e vice-versa; 8) Friccionar as polpas digitais e unhas da mão direita contra a palma da mão esquerda, fazendo um movimento circular e vice-versa; 9) Friccionar os punhos com movimentos circulares; 10) Enxaguar; 11) Secar as mãos com toalhas de papel, iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos; 12) Fechar a torneira utilizando toalha de papel. O importante é que após o procedimento a mão (limpa) não seja usada para fechar a torneira (suja). As torneiras com sensores ou sistemas de pedais facilitam a execução do procedimento.

Todos os profissionais da equipe do CO e CPN

Observação

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Procedimento nº: 03 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Lavagem Cirúrgica das Mãos
Sabões e detergentes com poder antisséptico e desinfectante (ex.: sabões aniônicos; sabões catiônicos; álcool etílico; álcool isopropílico; iodo; clorexidine; hexaclorofeno); Escova estéril (algumas escovas já vêm com antisséptico); Toalhas ou compressas estéreis.

Materiais:

Agente

Ação 1) Abrir a torneira, molhar as mãos, antebraços e cotovelos, mantendo a água corrente em temperatura agradável; 2) Recolher com as mãos em concha um pequeno volume de anti-séptico e espalhar nas mãos, antebraço e cotovelo. No caso de escova impregnada com anti-séptico, pressione a parte da esponja contra a pele e espalhe por todas as partes; 3) Escovar ou friccionar as mãos, observando espaços interdigitais e antebraços por no mínimo 3 a 5 minutos, mantendo as mãos acima dos cotovelos; 4) Iniciar a escovação pelas extremidades dos dedos e seqüencialmente pela face lateral, palmar e dorsal dos dedos espaços interdigitais, palma da mão, dorso da mão, face anterior e posterior do antebraço, seguindo até o cotovelo; 5) Limpar sob as unhas com as cerdas da escova ou com limpador de unhas (espátula); 6) Enxaguar as mãos em água corrente, no sentido das mãos para os cotovelos, retirando todo resíduo do produto; 7) Permanecer no lavabo com as mãos suspensas até que a água escorra por completo; 8) Fechar a torneira com o cotovelo se a torneira não possuir fotossensor; 9) Oferecer ao profissional que fez a lavagem das mãos o pacote de compressa para iniciar a secagem das mãos; 10) Enxugar as mãos em toalhas ou compressas estéreis, com movimentos compressivos, iniciando pelas mãos e seguindo pelo antebraço e cotovelo, atentando para utilizar as diferentes dobras da toalha/compressa para regiões distintas.

Médico(a), Obstetriz ou Enfermeiro(a)

Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a), Obstetriz/ Obstetra, Enfermeiro(a)

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Procedimento nº: 04 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Verificação da Pressão Arterial
Esfignomanômetro; Estetoscópio; Algodão embebido em álcool 70%; Papel; Caneta.

Materiais:

Agente

Ação 1) Orientar a cliente sobre o procedimento; 2) Observar o tamanho apropriado do manguito (largura 20% superior ao diâmetro do antebraço ou 40% da circunferência e 2/3 do comprimento do braço); 3) Certificar-se de que a cliente: não está com a bexiga cheia; não praticou exercícios físicos; ou não ingeriu bebida alcoólica, café, alimentos ou fumou até 30 minutos antes da medida; 4) Lavar as mãos; 5) Realizar assepsia do diafragma e das olivas do estetoscópio com algodão e álcool; 6) Deixar a cliente confortavelmente deitada ou sentada com o braço comodamente exposto (livre de roupas) e apoiado, mantendo a altura do coração, com a palma da mão voltada para cima; 7) Colocar o manguito totalmente vazio 2,5 cm acima do espaço antecubital, ajustando-o ao braço sem apertar; 8) Não deixar as borrachas se cruzarem, devido aos ruídos que produzem; 9) Palpar a artéria distal ao manguito com os dedos da mão não dominante enquanto infla o manguito rapidamente até a pressão de 30mmHg acima do ponto em que o pulso desaparece (estimar a pressão sistólica); 10) Esvaziar o manguito e palpar o ponto de retorno da pulsação; 11) Esvaziar o manguito por completo e esperar 30 segundos; 12) Palpar a artéria braquial no espaço antecubital, colocar o diafragma do estetoscópio sobre a mesma e as extremidades das olivas nos ouvidos (certificar que os sons estão claros e não abafados); 13) Fechar a válvula da pera e inflar rapidamente o manguito até 30mmHg acima da pressão sistólica palpada estimada; 14) Abrir a válvula da pera lentamente; 15) Identificar o primeiro som claro ouvido (1º som de Korotkoff corresponde a pressão máxima ou sistólica); 16) Observar sua correspondência no manômetro; 17) Continuar a descompressão gradualmente observando o ponto em que o som desaparece em adultos (5º som de Korotkoff correspondente a pressão diastólica em adultos);

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem

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22) Lavar as mãos. 18 . 20) Retirar o manguito./ 09 Procedimento: Agente Verificação da Pressão Arterial (Continuação) Ação 18) Observar sua correspondência no manômetro. 21) Deixar a cliente em posição confortável. Obstetriz.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 04 Data de Emissão: dez. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação Se esta é a primeira avaliação da pressão arterial da cliente repetir a avaliação no outro membro. 23) Anotar na papeleta e notificar qualquer anormalidade encontrada. 19) Continuar o esvaziamento do manguito até que o ar seja liberado. Médico(a).

7) Pedir a cliente para comprimir o braço de encontro ao corpo. mude de braço se encontrar lesões e providencie a secagem da axila com transpiração excessiva. 9) Remover o termômetro e verificar a leitura. 13) Fazer o registro em prontuário./ 09 Procedimento: Verificação da Temperatura Axilar Bandeja. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 19 . Médico(a). 8) Manter o termômetro até que o sinal audível sinalize a leitura. 3) Explicar a cliente o que vai ser feito. 5) Inspecione presença de lesão na pele ou transpiração excessiva. colocando o braço sobre o peito com a mão direcionada para o ombro oposto. 11) Deixar a cliente confortável. Caneta. Algodão embebido em álcool 70%. Termômetro eletrônico. Os termômetros de mercúrio não são mais recomendados nos estabelecimentos de saúde em decorrência do risco para o trabalhador. 4) Separe o braço da cliente do seu tronco.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 05 Data de Emissão: dez. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos. 10) Desinfetar o termômetro com algodão e álcool e guardá-lo. Obstetriz. 12) Lavar as mãos. 2) Desinfetar o termômetro com o algodão embebido em álcool a 70%. 6) Colocar o termômetro no centro da axila. Papel.

porém sempre com o braço apoiado./ 09 Procedimento: Materiais: Caneta. 5) Contar a frequência durante 1 minuto inteiro. 3) Colocar a cliente em posição confortável. Obstetriz. sentada ou deitada. 6) Avaliar o ritmo e amplitude. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 20 . 2) Explicar o procedimento a cliente. 7) Lavar as mãos. 4) Localizar a artéria radial que se encontra entre a apófise estilóide do rádio e o tendão dos flexores.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 06 Data de Emissão: dez. 8) Anotar no prontuário. sendo que para palpá-los emprega-se os dedos indicador e médio. Verificação do Pulso Agente Ação 1) Lavar as mãos. Médico(a). com o polegar fixado no dorso do punho da cliente. O agente usa a mão direita para examinar o pulso esquerdo e vice versa.

dosagem. 7) Orientar a cliente quanto ao medicamento e a administração. 6) Identificar a cliente pelo nome. 3) Ler o rótulo e a dosagem do medicamento. Obstetriz. via de administração e horário). Luvas de procedimento. Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 07 Data de Emissão: dez. 8) Escolher o local para aplicação do medicamento (manter ordem de prioridade para região selecionada: 1º ventroglúteo./ 09 Procedimento: Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos em Adulto Seringa de 5ml ou 3 ml com o medicamento prescrito. 5) Levar a seringa preparada e o algodão em uma bandeja. Se houver o retorno. verificando a data de validade. comprimir a pele com o algodão seco e retirar a agulha/ seringa. dorsoglúteo e deltóide e ângulo de 45º para vastolateral). 17) Lavar as mãos. Reiniciar o processo incluindo o preparo de outra droga e a selecão de outra região para a readministração. obedecendo o ângulo para cada região (ângulo de 90º para ventroglúteo. 12) Soltar o músculo e puxar o êmbolo com a mão não dominante (aspirar). Duas bolas de algodão. droga. 15) Ao terminar a aplicação. 16) Descartar a agulha e a seringa em local próprio. 11) Fixar o músculo com a mão não dominante e introduzir a agulha com firmeza. sendo uma embebida em álcool a 70% ou iodado a 1% e outra não. 18) Checar o medicamento no prontuário e anotar qualquer intercorrência. retirar a agulha e comprimir o local. Agulha 40 x 10 para aspiração e 30 x 7 mm para a aplicação ou de outro calibre/comprimento de acordo com o local e musculatura da cliente. 13) Injetar a droga se não houver retorno de sangue. injetando a droga. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 21 . 3º vastolateral e 4º deltóide). certificando-se tratar da pessoa a ser medicada. Bandeja. 4) Preparar o medicamento de acordo com a dosagem prescrita. 9) Fazer anti-sepsia do local com o algodão embebido em álcool a 70%. 14) Empurrar lentamente o êmbolo com a mão não dominante. 10) Segurar a seringa com a mão dominante (como se segura um lápis para escrever). 2) Lavar as mãos. 2º dorsogluteo. Materiais: Agente Ação 1) Conferir os cinco certos (cliente.

12) Solicitar a cliente que mantenha a mão fechada e o braço imóvel. 18) Injetar o medicamento lentamente até o término da medicação. solicitar que a cliente abra e feche a mão do membro que vai ser puncionado. 6) Identificar a cliente pelo nome. Bandeja. 16) Puxar o êmbolo da seringa até que venha o sangue. 22) Retirar as luvas de procedimento e lavar as mãos. 23) Checar o horário na prescrição e fazer anotação. 21) Recolher o material utilizado e deixar o quarto em ordem. 9) Calçar as luvas. 14) Fixar a veia com o polegar abaixo do local a ser puncionado. 2) Lavar as mãos. 19) Retirar a agulha com um movimento único e ágil comprimindo o local com o algodão seco. a dosagem do medicamento e verificar a data de validade. 4) Preparar o medicamento de acordo com a dosagem prescrita e colocá-lo em uma bandeja. 7) Orientar a cliente quanto ao medicamento e o procedimento. mantendo-a em repouso. 20) Observar a cliente por alguns minutos. 13) Fazer a anti-sepsia do local com o algodão com álcool a 70%. Duas bolas de algodão. Obstetriz. 17) Soltar o garrote e pedir a cliente que abra a mão. desprezando a seringa e a agulha em local apropriado. Médico(a). 11) Se necessário. Luvas de procedimento. 30x8mm ou dispositivo para punção venosa (scalp). 8) Expor a área de aplicação. Agulha 25x8mm. Garrote. certificando-se tratar da pessoa a ser medicada. Agente Ação 1) Certificar-se da prescrição médica. sendo uma embebida em álcool à 70% ou iodado à 1% e outra não. 3) Ler o rótulo./ 09 Procedimento: Administração Endovenosa (EV) de Medicamentos em Adulto Em clientes sem acesso venoso periférico Materiais: Seringa com medicamento prescrito. 10) Garrotear o membro. 5) Levar a bandeja para o quarto/ leito da cliente. até a veia ficar saliente. 15) Introduzir com a outra mão a agulha paralelamente à pele com bisel voltado para cima. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 22 . observando a via de administração e dosagem. verificando as condições das veias.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 08 Data de Emissão: dez.

12) Manter o acesso com soro fisiológico 0. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 23 . 15) Checar o medicamento no prontuário e anotar qualquer intercorrência. 6) Identificar a cliente pelo nome. 9) Observar anormalidades: flebite (local hiperemiado. 3) Ler o rótulo. Bandeja. doloroso). 7) Orientar a cliente quanto ao medicamento e o procedimento. 10) Conectar a seringa ao dispositivo se as condições estiverem normais. 4) Preparar o medicamento de acordo com a dosagem prescrita e colocá-lo em uma bandeja. a dosagem do medicamento e verificar a data de validade./ 09 Procedimento: Administração Endovenosa (EV) de Medicamentos em Adulto Em clientes com acesso venoso periférico Materiais: Seringa com medicamento prescrito. Agulha 40x10mm para aspiração. 14) Lavar as mãos. 2) Lavar as mãos. Obstetriz. infiltração cutânea e hematoma.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 09 Data de Emissão: dez. 5) Levar a bandeja para o quarto/ leito da cliente.9%. Agente Ação 1) Certificar-se da prescrição médica. 8) Checar a permeabilidade do acesso venoso e condições do local e sistemapolifix ou similar. Sistema polifix ou similar. Em todos estes casos remover o dispositivo e reinstalar um novo em outro local. Médico(a). 11) Administrar lentamente o medicamento. obstrução da luz da agulha. Luvas de procedimento. 13) Descartar os resíduos e as luvas em local próprio. certificando-se tratar da pessoa que deve ser medicada. observando a via de administração e dosagem.

8) Identificar a cliente pelo nome.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 10 Data de Emissão: dez. 18) Descartar os resíduos e as luvas em local próprio e lavar as mãos. 10) Se necessário. 12) Calçar as luvas de procedimento. 7) Levar a bandeja para o quarto/ leito da cliente. 11) Colocar a cliente em posição ginecológica. 6) Se for óvulo. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 24 . Caso seja em óvulo. 19) Checar o horário na prescrição e fazer anotações no prontuário./ 09 Procedimento: Materiais: Administração Vaginal de Medicamentos Bandeja. em seguida retirar o aplicador delicadamente. 4) Preparar o medicamento e colocar em uma bandeja. 13) Introduzir o medicamento. observando a via de administração e a dosagem. 16) Retirar as luvas. Luvas de procedimento. orientá-la como executar a administração. Obstetriz. 14) Se for pomada ou creme: introduzir o aplicador delicadamente no canal vaginal e empurrar o êmbolo até o fim. usar o aplicador. 17) Colocar a cliente em posição confortável e solicitar a ela que permaneça deitada. verificando a data de validade. 5) Se for pomada ou creme. 9) Orientar a cliente quanto ao medicamento e o procedimento. Se a cliente tiver condições e preferir ela mesma introduzir o aplicador com creme ou o óvulo. 2) Lavar as mãos. 3) Ler o rótulo e a dosagem do medicamento. Agente Ação 1) Certificar-se da prescrição. empurrando até o fim. Médico(a). colocar o medicamento no aplicador. Caso a medicação seja em pomada ou creme vaginal. 15) Se for óvulo: introduzi-lo com a ponta dos dedos. colocar em uma gaze. certificando-se tratar da pessoa que deve ser medicada. usar uma gaze. isolar a cliente com um biombo.

4) Verificar a permeabilidade da linha IV e da agulha ou cateter. caso seja: “Programar para adulto”. 13) Apertar o botão “confirmar” após a leitura do tempo de infusão. Médico(a)./ 10 Procedimento: Bomba de Infusão Bomba de infusão (para a descrição deste procedimento foi usado a marca: Medtec como exemplo. Materiais: Agente Ação 1) Verificar no prontuário da cliente a prescrição. 5) Fixar a bomba de infusão no suporte de soro 6) Instalar na roldana da bomba de infusão a parte apropriada do equipo 7) Instalar o sensor no conta-gotas 8) Conectar o equipo no acesso venoso da cliente 9) Ligar a bomba (botão atrás do equipamento) 10) Ler a primeira informação. Equipo para bomba de infusão (conectada a solução a ser infundida e sem ar no sistema). Obstetriz. 3) Lavar as mãos. que será calculado automaticamente pela bomba de infusão. tais como: oclusão do cateter por coágulo. dispnéia e aumento da pressão arterial. Se presentes interromper a infusão e solicitar avaliação médica. Suporte para soro. 18) Monitorar o sistema pelo menos a cada 30 minutos. 11) Programar o volume da infusão.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 11 Data de Emissão: set. apertar o botão “confirmar”. 19) Avaliar a permeabilidade e a integridade do sistema quando o alarme soar. 2) Orientar a cliente sobre o procedimento e a não restrição de locomoção. Após colocar o número desejado apertar novamente “confirmar” para seguir para o próximo passo da programação. cateter danificado e dobras ou nós no equipo de infusão. é importante ressaltar que cada marca tem suas especificidades). 12) Programar o fluxo de infusão (X ml/h) apertando o botão “avançar” para colocar o número correto e “confirmar” para o próximo passo. deslocamento do cateter e queixa de dor no local 17) Verificar problemas no sistema. São no total quatro casas decimais. apertando o botão “avançar” para colocar o número desejado e em seguida “confirmar” para seguir para a próxima casa decimal. 20) Observar na cliente sinais clínicos de hipervolemia: cefaléia. 16) Avaliar o local da infusão quanto a sinais de infiltração. 14) Monitorar a presença de complicações na velocidade da infusão do local IV após o início do gotejamento. 15) Atentar para a progressão da quantidade ml/hora para cada medicação. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 25 . inflamação.

22) Lavar as mãos 23) Registrar em prontuário/checar prescrição Médico(a). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação Se a solução de infusão conter ocitocina avaliar os efeitos do fármaco sobre a dinâmica uterina em relação à freqüência e intensidade (exceto auxiliar/ técnico de enfermagem) 26 . Obstetriz./ 10 Procedimento: Agente Bomba de Infusão (Continuação) Ação 21) Monitorar a resposta à terapia.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 11 Data de Emissão: set.

Dois pacotes com gazes. 15) Registrar em prontuário da cliente. até sangramento e exsudação. 13) Lavar a área com água e sabão para remover os pelos cortados. favorecendo o crescimento bacteriano com risco de contaminação. 5) Cercar a cama com biombos. Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. 3) Lavar as mãos. Três bolas de algodão embebidos em sabão líquido. Aparelho de barbear com lâmina nova. 9) Umedecer as bolas de algodão com o sabão líquido. 8) Esticar a pele com a mão não dominante. micro lesões. 9) Passar o aparelho sob a pele. 12) Fazer a raspagem dos pêlos de cima para baixo. Cuba rim. levando a perda da integridade epitelial. 14) Retirar o material utilizado. Caso seja necessária. Com o aparador elétrico: 7) Ativar o aparador elétrico. Obstetriz. manter ambiente em ordem. Com o aparelho de barbear com lâmina nova: 7) Colocar sabão líquido na cuba rim. e de preferência com aparadores elétricos. não remover pelos a menos que eles estejam na região da incisão ou ao seu redor interferindo na cirurgia. Portanto. 2) Reunir o material. ou. 6) Expor a região. a retirada dos pelos deve ser realizada imediatamente antes da cirurgia. Aparador elétrico higienizado/limpo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 12 Data de Emissão: dez. Pinça. a tricotomia pode causar danos para as camadas profundas da pele. Médico(a). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 27 . 10) Ensaboar a região. 4) Calçar as luvas. 8) Pegar as bolas de algodão com a ajuda da pinça./ 09 Procedimento: Tricotomia De acordo com alguns estudos. Observação Materiais: Luvas de procedimento. 11) Com uma mão. esticar a pele.

Gaze estéril. 14) Colocar a xilocaína na gaze. agulha. 10) Abrir o pacote de sondagem (cateterismo vesical) sobre o leito. Ampola de AD 10 ml ou SF0. Xilocaína gel lacrada. 12) Colocar PVPI na cuba redonda. 4) Encaminhar a cliente para que realize higiene íntima rigorosa ou realizar na cliente se a mesma não estiver capacitada. abrir em mesa auxiliar)./ 09 Procedimento: Sondagem Vesical de Demora Feminina Pacote ou Kit de cateterismo vesical (cuba rim. Obstetriz. cuba redonda. Foco de luz. 14 e 16 (Foley). no sentido diagonal. 5) Aproximar biombo e foco de luz s/n. Biombo. Sonda vesical de demora 02 vias números: 12.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 13 Data de Emissão: dez. 9) Lavar as mãos. 6) Investigar lesões da vulva e alergia aos produtos a serem utilizados. Luva estéril. 13) Abrir a sonda no campo estéril mantendo a embalagem interna e abrir os demais materiais sobre o campo (gaze. Agulha de 40x10. Seringa de 20 ml. se julgar necessário. divã ou maca (mesa auxiliar ou de cabeceira). sem contaminar o campo. 11) Abrir o coletor de urina sistema fechado e colocar a ponta da conexão que irá adaptar a sonda sobre o campo fixando-a com o clipe e a outra extremidade (bolsa coletora) fixar na cama. 15) Abrir a ampola de água e mantê-la sobre a mesa auxiliar. Micropore. 2) Identificar-se a cliente. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 28 . Ação 1) Solicitar alguém da equipe para auxiliar. Materiais: Agente Médico(a). Coletor de urina sistema fechado. protegendo-a com o lençol. 3) Explicar o procedimento a cliente e familiar ou acompanhante.9%. Algodão ou gazes. seringa). 16) Calçar as luvas estéreis. PVPI degermante. que contém as bolas de algodão ou gaze. 8) Posicionar a cliente com as pernas flexionadas e afastadas uma da outra. pinça Pean ou outra). 7) Dispor o material próximo ao leito. colocando uma das pontas sob a região glútea (se não for possível.

todo o sistema deverá ser desprezado. data.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 13 Data de Emissão: dez. 31) Lavar as mãos. 35) Manter a ordem do local. 29) Tracionar delicadamente a sonda até encontrar resistência. 28) Insuflar o cuff com a água destilada no volume indicado na sonda.5 a 5 cm com a sonda. 19) Afastar os pequenos lábios com o dedo indicador e polegar da mão não dominante permanecendo nesta posição até o final da técnica. 24) Observar o retorno de diurese. Não insistir se encontrar resistência./ 09 Procedimento: Agente Sondagem Vesical de Demora Feminina (Continuação) Ação 17) Retirar a sonda da embalagem interna e conectar a sonda ao coletor. 23) Introduzir vagarosamente a sonda já lubrificada no meato cerca de 5-7 cm. Use uma bola para cada área direita e esquerda e meato. 20) Realizar a anti-sepsia usando a pinça e as bolas de algodão já umedecidas. A bolsa coletora deverá permanecer a abaixo do nível da bexiga. Não deixar a bolsa tocar no chão. 26) Soltar os grandes lábios. 25) Avançar cerca 2. 34) Fixar o coletor na cama (não deve ser fixada na grade da cama). 36) Realizar anotação do procedimento em prontuário. 21) Fazer a desinfecção da área do períneo iniciando pela dobra dos grandes lábios. 27) Conectar a agulha na seringa e aspirar a água destilada da ampola. Se houver desconexão acidental do sistema. a seguir dos pequenos lábios e por último o meato urinário. Sempre no sentido clitóris/ ânus. 18) Testar o balão (cuff) da sonda introduzindo 10ml de ar na via indicada da sonda (fazer o balão inflar). Obstetriz. Médico(a). hora e nome do agente que realizou o procedimento. 22) Lubrificar a sonda vesical com a geléia anestésica que está na gaze. em geral 10 ml (atenção para evitar contato com a ampola). 32) Identificar a bolsa com o número da sonda. de forma que não fique tracionada. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 29 . ou desconfortável. 33) Fixar a sonda na parte interna da coxa da cliente. 30) Retirar as luvas.

14) Colocar o campo fenestrado no períneo e aproximar a cuba rim. PVPI degermante. Obstetriz.5 a 5 cm com a sonda. Luva estéril. Campo fenestrado. 12) Colocar a luva com técnica asséptica. 3) Encaminhar a cliente para que realize higiene íntima rigorosa ou realizar na cliente se a mesma não estiver capacitada. Sonda uretral (reta) numeração: 10 ao 14. 7) Posicionar a cliente com as pernas flexionadas e afastadas uma da outra.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 14 Data de Emissão: dez. colocando-a na cuba rim. usando a pinça Pean. 4) Aproximar biombo e foco de luz./ 09 Procedimento: Sondagem de Alívio Feminina Pacote ou Kit de cateterismo vesical (cuba rim. usar cada bola de algodão uma vez e desprezá-la. 8) Lavar as mãos. meato. protegendo-a com o lençol. pinça Pean ou similar). Biombo. Não insistir se encontrar resistência. no sentido diagonal. pequenos lábios. 16) Introduzir vagarosamente a sonda já lubrificada no meato cerca de 5-7 cm. Algodão ou gaze. 17) Observar o retorno de diurese. 11) Abrir o invólucro da sonda vesical. 2) Explicar o procedimento a cliente e familiar ou acompanhante. Foco de luz. divã ou maca (mesa auxiliar ou de cabeceira). abrir em mesa auxiliar). A anti-sepsia deverá ser no sentido púbis-ânus. cuba redonda. 15) Afastar os pequenos lábios com o polegar e o indicador da mão esquerda e com a mão direita fazer anti-sepsia no períneo com as bolas de algodão ou gaze embebida na soluça anti-séptica. 18) Avançar cerca 2. Materiais: Agente Ação 1) Identificar-se a cliente. Médico(a). 5) Investigar lesões da vulva e alergia aos produtos a serem utilizados 6) Dispor o material próximo ao leito. na seqüência: grandes lábios. 13) Lubrificar a sonda. Micropore. colocando uma das pontas sob a região glútea (se não for possível. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 30 . 10) Colocar na cuba redonda o anti-séptico para umedecer as gazes e o lubrificante na gaze. 9) Abrir o pacote de sondagem (cateterismo vesical) sobre o leito.

Obstetriz. Médico(a). 24) Lavar as mãos. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 31 ./ 09 Procedimento: Agente Sondagem de Alívio Feminina (Continuação) Ação 19) Colocar a outra extremidade na cuba-rim para receber a urina drenada. 25) Realizar anotação do procedimento em prontuário. 20) Retirar a sonda (quando terminar a drenagem urinária) e o campo fenestrado. 21) Medir o volume urinário drenado. 22) Deixar a unidade e o material em ordem.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 14 Data de Emissão: dez. 23) Retirar as luvas.

deixar que o sangue flua e pare e ir trocando os tubos para os diferentes exames. de modo a mantê-lo confortável e facilitar a visualização das veias. apoiando o braço. sem tocar mais no local desinfetado. providenciando boa iluminação. 4) Posicionar a cliente sentada ou deitada em decúbito dorsal. 18) Transfira o sangue para os tubos de amostra. 7) Coloque a agulha na seringa sem retirar a capa protetora sem tocar na parte inferior da agulha. 11) Deixar o algodão na bandeja ou segurá-lo com o dedo mínimo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 15 Data de Emissão: dez. 10) Faça a anti-sepsia do local da coleta com algodão umedecido em álcool a 70% ou álcool iodado a 1 %. no sentido do retorno venoso. 15) Coletar o volume de sangue desejado. 14) Soltar o garrote assim que o sangue começar a fluir na seringa. no antebraço ou na mão. 12) Retirar a capa da agulha. Duas bolas de algodão. 9) Ajuste o garrote e escolha a vê-la. Agulha e seringa descartável ou sistema vácuo. agitá-lo levemente. 6) Lavar as mãos e calçar as luvas. Luva de procedimento. Frascos ou tubos de ensaio. sendo uma embebida em álcool à 70% ou iodado à 1% e outra não. 13) Introduzir a agulha com o bisel e a graduação da seringa voltados para cima. 3) Colocar o material de modo a facilitar seu acesso. com graduação equivalente ao volume desejado. Obstetriz. Se o frasco tiver anticoagulante. Materiais: Agente Ação 1) Instruir a cliente sobre o exame. 16) Colocar o algodão seco sobre o local da punção e retirar a agulha com um movimento firme e contínuo. para misturar bem o conteúdo. Se estiver usando o sistema fechado a vácuo conectar a agulha ao canhão de apoio./ 09 Procedimento: Coleta de Amostra Sanguínea Cadeira reta com braçadeira regulável ou maca. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 32 . sem dobrá-lo. mantendo o braço estendido. Garrote. 5) Palpar e selecionar a veia a ser puncionada. 17) Orientar a cliente a pressionar com algodão a parte puncionada. este procedimento evita a hemólise da amostra. 19) Conectar o tudo dentro do canhão. Escorra delicadamente o sangue pela parede do tubo. 2) Preparar o ambiente. se estiver usando o sistema a Médico(a). 8) Movimente o êmbulo e pressione-o para retirar o ar.

20) Deixar o ambiente em ordem e a cliente confortável. 21) Providenciar a limpeza e a ordem do material. Médico(a). 19) Descartar os resíduos e as luvas em local próprio./ 09 Procedimento: Agente Coleta de Amostra Sanguínea (Continuação) Ação vácuo. Obstetriz.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 15 Data de Emissão: dez. 22) Tirar as luvas e lavar as mãos. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 33 .

Médico(a). 6) Posicionar a palma da mão três dedos abaixo do fundo uterino. 5) Realizar o 1º tempo da palpação obstétrica (determinação do fundo uterino). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 34 . 11) Registrar no prontuário a freqüência. 7) Permanecer com a mão nessa posição por 10 minutos. Papel para anotações.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 16 Data de Emissão: dez. Relógio de pulso com ponteiro de segundos. 3) Posicionar a cliente confortavelmente (preferencialmente lateral ou dorsal). 8) Registrar o tempo em segundos. 9) Marcar a duração das contrações nesse intervalo de tempo no papel. do início de cada contração percepitível aumento do tônus uterino até seu término. 2) Lavar as mãos./ 09 Procedimento: Avaliação da Dinâmica Uterina Caneta. a duração e a intensidade das contrações nesses 10 minutos. 4) Solicitar para que a mesma descubra o ventre. 10) Lavar as mãos. Materiais: Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento.

ansiedade. Obstetriz. Médico(a). 2) Lavar as mãos. edema. Iluminação artificial/ natural suficiente. 6) Anotar os achados no prontuário e dar início a palpação obstétrica. expressão (fáceis de dor. prurido. 4) Avaliar aparência: Face: cor da pele. presença de edemas e varizes.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 17 Data de Emissão: dez. MMII: verificar perfusão. Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. sudorese. apreensão/ medo). palidez./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Inspeção Materiais: Mesa ou maca para exames. MMSS: verificar perfusão e presença de edema. varizes vulvares. 5) Nos genitais externos: Verificar a presença de lesões. Enfermeiro(a) Obstetra 35 . secreções/fluídos. 3) Posicionar a cliente confortavelmente (preferencialmente em decúbito dorsal em semi-fowler).

5) Fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica. na borda superior da sínfise púbica. procurando identificar os pólos cefálico e pélvico e o dorso fetal através dos quatro tempos (manobra de Leopold). flexível e não extensível. Médico(a). 7) Prosseguir com a ausculta fetal. em centímetros.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 18 Data de Emissão: dez. e os achados no prontuário. Agente Ação Após realizar os itens referentes à Inspeção. 4) Delimitar a borda superior da sínfise púbica e o fundo uterino. as laterais do abdome./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Palpação e Altura Uterina Materiais: Mesa ou maca para exames. a escava e executa-se moviementos de lateralidade da apresentação fetal. Palpa-se o fundo uterino. passando-a entre os dedos indicador e médio. posicionando a cliente em decúbito dorsal. começar a Palpação e a medição da Altura Uterina através dos itens a seguir: 1) Delimitar o fundo uterino e o contorno da superfície uterina. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra Observação 36 . 2) Identificar a situação e o pólo da apresentação fetal. com o abdômen descoberto. Fita métrica. A altura uterina se dá por completo quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino. 6) Anotar a medida. 3) Seguir com a aferição da altura obstétrica.

4) Identificar o dorso fetal. 6) Procurar o ponto de melhor ausculta dos batimentos cardíacos fetais (BCF) e. ou. 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. 11) Registrar os BCF no prontuário e avaliar resultados da ausculta. Agente Ação A Ausculta Uterina pode ser realizada separadamente ao longo do trabalho de parto. 37 . ou em conjunto com o exame obstétrico inicial ou na admissão. 3) Posicionar a mesma em decúbito dorsal. quando se pode excluir os itens 1 ao 3 deste procedimento. Estetoscópio de Pinard. 9) Manter a ausculta durante a contração uterina. Sonar Doppler e gel condutor. 8) Contar os batimentos cardíacos fetais por um minuto. se necessário. observando sua freqüência e ritmo. 2) Lavar as mãos. 6) Apoiar a cabeça sobre o estetoscópio e retirar a mão que segura o tubo. Enfermeiro(a) Obstetra Com Estetoscópio de Pinard: 5) Segurar o estetoscópio de Pinard pelo condutor (corpo do estetoscópio) e colocar a campânula na região previamente definida como dorsal. Obstetriz. Médico(a). 10) Deixar a cliente confortável e lavar as mãos. fazer leve pressão do lado oposto. com o abdômen descoberto. observando a freqüência e o ritmo do BCF de forma intermitente com os intervalos das contrações.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 19 Data de Emissão: dez. de modo a melhorar o posicionamento fetal e facilitar a captação do BCF. encostando o pavilhão da orelha na campânula do estetoscópio. Com Sonar Doppler: 5) Colocar o gel condutor no sensor e posicionar o mesmo na região previamente definida como dorsal. para verificar a vitalidade fetal./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Ausculta Fetal Materiais: Mesa ou maca para exames. 7) Palpar o pulso da cliente identificando a diferença entre o ritmo cardíaco materno e fetal.

Médico(a). Observação Materiais: Luva de procedimentos. dependendo da rotina local. quando se pode excluir o item 2 deste procedimento. * características da bacia (conjugado diagonal e conjugado verdadeiro. * condições das membranas amnióticas. principalmente quando as membranas amnióticas não estiverem íntegras. Agente Ação O Exame de Toque Vaginal pode ser realizado individualmente ao longo do trabalho de parto. 5) Entreabrir a vulva e introduzir os dedos médio e indicador no canal vaginal. 2) Lavar as mãos. as espinhas ciáticas e o promontório). * posição e variedade de posição da apresentação fetal. quantidade. 7) Deixar a cliente confortável. * características de fluidos eliminados (cor. 8) Retirar as luvas de procedimento e lavar as mãos. o exame de toque vaginal é uma prática frequentemente utilizada de modo inadequado. 3) Calçar as luvas. 9) Proceder com as anotações sobre os achados. quando o mesmo pode se tornar fonte facilitadora de contaminação. Portanto. 4) Colocar pequena quantidade de lubrificante. é relevante ressaltar que a repetição excessiva deste procedimento deve ser evitada. esvaecimento e posicionamento). * apresentação fetal. até que maiores pesquisas sejam efetuadas. sendo repetido mais vezes do que o necessário. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra Descartar ou não o item 4. ou em conjunto com o restante do exame obstétrico. Lubrificante. Também é importante ressaltar que o uso de lubrificante ainda é discutido em meios científicos. 38 . 1) Informar a cliente sobre o procedimento a ser realizado. odor)./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Exame de Toque Vaginal Segundo o Ministério da Saúde. o arco sub-púbico. 6) Avaliar: * características do colo (dilatação. sendo que não se definiu se seu uso é ou não aconselhável em casos de membranas amnióticas rotas. confrome a rotina do local. cabendo a escolha pela utilização ou não de lubrificante nestes casos. para verificar a evolução do mesmo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 20 Data de Emissão: dez.

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 21 Data de Emissão: set. sangramento e/ou mecônio. Foco de luz. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos. 19) Lavar as mãos. Vaselina. 2) Reunir todo o material necessário. 17) Reposicionar a cliente e solicitar que ela continue em decúbito dorsal. 10) Entreabrir a vulva e introduzir os dedos lubrificados no canal vaginal. 22) Proceder as anotações necessárias. Par de luvas de procedimento (há contrvérsias). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 6) Realizar a lavagem simples das mãos. 12) Introduzir o amnioscópio. 16) Retirar o amnioscópio cuidadosamente e descartar em local adequado. 21) Desprezar o amnioscópio utilizado no expurgo. guiado pelos seus dedos. 3) Oferecer à cliente a camisola descartável. 15) Afastar o foco de luz. Amnioscópio devidamente esterilizado. delicadamente no canal vaginal da cliente – caso haja dilatação no colo uterino. 8) Direcionar o foco de luz para a região perineal da cliente. 14) Avaliar o líquido quanto à sua coloração. Obstetriz. 4) Colocar a cliente em posição na mesa ginecológica. 5) Dispor todo o material próximo à cliente. 7) Calçar o par de luvas de procedimento. presença de grumos. 20) Auxiliar a cliente a se levantar. Médico(a). com auxílio do foco de luz./ 10 Procedimento: Amnioscopia Camisola Descartável. 11) Realizar o toque bidigital para avaliar as características do colo uterino. 39 . e tocá-la levemente com o amnioscópio. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). 13) Localizar a bolsa amniótica. 18) Retirar o par de luvas. 9) Lubrificar o amnioscópio e os dedos indicador e médio da mão dominante.

constando: nome da cliente. 4) Acomodar a gestante em posição semi Fowler. idade gestacional e assinatura do agente. 6) Palpar o abdome e colocar o toco-transdutor abaixo do fundo uterino.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 22 Data de Emissão: dez. discretamente lateralizada para a esquerda para evitar a síndrome da hipotensão supina. 15) Remover o gel do abdome da cliente com papel toalha. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 40 ./ 09 Procedimento: Aparelho Cardiotocógrafo. 8) Fornecer à cliente a chave do Marcador de Eventos e orientá-la a apertarquando sentir o movimento do feto. deixando a gestante semi-sentada. se houver duas acelerações que preencham os requisitos. 14) Retirar os cintos dos transdutores. procedência. Lençol. em uma região de consistência firme. 5) Colocar cintos com transdutores (toco e Doppler). 17) Preencher os dados (nome da cliente. Manter traçado em velocidade zero até este momento. desligar o aparelho. data. horário. verificar o traçado e. através das cores verde e laranja). 16) Lavar as mãos. 12) Após 20 minutos de teste. 2) Preparar a cama e deitar a cliente. 13) Retirar o papel termosensível com o registro realizado na área do picote. data e horário da realização do exame) na lateral da “tira”. 9) Ajustar linha de base do toco a 20 mm Hg (quando esse ajuste não forautomático). 7) Ligar o cardiotocógrafo e procurar o foco para a colocação do transdutor Doppler na pele previamente lubrificada com pouca quantidade de gelcondutor. 10) Observar o display e manter o transdutor na posição que corresponda ao sinal verde (o display mostra a qualidade do sinal dos batimentos cardíacos fetais. Cardiotocografia Materiais: Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento e lavar as mãos. 18) Fazer o registro do procedimento no caderno de cardiotocografia. Gel condutor. 3) Expor o abdômen e cobrir a cliente com o lençol. Papel toalha. lembrando-se de recliná-la. ou uma poltrona. 11) Liberar o traçado na velocidade de 1 cm por minuto por 10 minutos paraconstatar linha de base da FCF e atividade uterina. Médico(a).

9) Retirar as luvas. Mesa cirúrgica. Luvas de procedimento. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 41 . Agente Ação 1) Orientar a cliente sobre o procedimento. Médico(a). 6) Orientar a cliente a deslizar o corpo em direção a mesa. 10) Lavar as mãos. caso esteja consciente e com condições físicas favoráveis.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 23 Data de Emissão: dez./ 09 Procedimento: Transferência da Cliente da Maca para a Mesa Cliente em condições de mobilidade Materiais: Maca. 4) Travar as rodas da maca. 8) Posicionar corretamente a cliente na meio da mesa. 11) Anotar o procedimento realizado e intercorrências. 3) Colocar a maca paralelamente à mesa. 5) Abaixar as grades laterais da maca. evitando que ela se machuque ou caia. 2) Lavar as mãos e calçar as luvas. Obstetriz. 7) Auxiliar a cliente nesse processo de transferência.

7) Transportar a cliente para a mesa com movimento sincronizado. Luvas de procedimento. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 42 . abaixar a grade da maca e prender suas rodas. Médico(a). 4) Soltar o lençol do colchão. que está ao lado./ 09 Procedimento: Transferência da Cliente da Maca para a Mesa Cliente sem condições de mobilidade – Técnica 1 Materiais: Mesa ou maca para exames. 8) Posicionar corretamente a cliente no meio da mesa. 2) Lavar as mãos e calçar as luvas. Agente Ação 1) Orientar a cliente sobre o procedimento. 5) Posicionar dois executantes ao lado da mesa e dois ao lado da maca. formando um X. 9) Retirar as luvas. Mesa cirúrgica. 11) Anotar o procedimento realizado e intercorrências. 3) Colocar a maca paralelamente à mesa. Obstetriz. 10) Lavar as mãos. 6) Segurar firmemente as bordas do lençol.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 24 Data de Emissão: dez. de modo que o braço de um executante cruze com o braço do outro executante.

Obstetriz. 3) Posicionar-se (todos) no mesmo lado do leito. 8) Transferir o peso para a perna traseira enquanto a cliente é elevada de seu leito. a terceira pessoa deve colocar um braço sob o segmento superior das pernas e o outro sob o segmento inferior. 7) Apoiar os cotovelos no leito e rolar a cliente sobre os braços até apoiá-la de encontro ao tórax (a cliente deve ser girada na contagem 3). formando um ângulo de 60° a 90° entre os dois. 10) Relaxar lentamente enquanto. 2) Todos devem lavar as mãos e calçar as luvas. 6) Mover a cliente para a beira da maca. a cliente gira para a mesa na posição supina (na contagem 3). posicionando a cliente no meio da mesa corretamente. Mesa cirúrgica. 12) Retirar as luvas. A perna que deve ficar a frente é a que estiver mais próxima a maca para onde vai ser movida a cliente. 4) Cruzar os braços da cliente sobre o tórax. 5) Adotar as seguintes posições: uma pessoa deve colocar um dos braços sob a cabeça e os ombros da cliente.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 25 Data de Emissão: dez. Agente Ação 1) Reunir três agentes. 9) Abaixar os cotovelos levemente até a mesa flexionando os joelhos (na contagem 3). Luvas de procedimento. 14) Anotar o procedimento realizado e intercorrências. outra pessoa deve colocar os braços sob a cintura e as coxas./ 09 Procedimento: Transferência da Cliente da Maca para a Mesa Cliente sem condições de mobilidade – Técnica 2 Materiais: Três agentes. 13) Lavar as mãos. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 43 . 11) Retirar os braços. Maca. com um pé para frente e outro para trás. Médico(a).

a qual não deve ser tocada pelas mãos sem luvas em momento algum. ainda segurando pela gola. 8) Com o máximo cuidado. levantá-lo distante da mesa e de outros materiais sem bater em nada. Paramentação Materiais: Agente Ação 1) Para entrar no centro obstétrico devemos passar pelo vestiário. máscara cirúrgica e propés. abrí-la e secar da mão para o antebraço usando apenas uma das faces da compressa. Médico(a). o agente deverá vestir a roupa de uso privativo e guardar todo tipo de material de uso pessoal (pulseiras. correntes. 4) Após a lavagem cirúrgica das mãos e antebraços (em CO) ou lavagem simples (em CPN) deixar os braços erguidos e evitar contaminação. 3) Ao trocar de área (áreas comuns/salas cirúrgicas) colocar touca cirúrgica. 5) Secar as mãos com compressa esterilizada contida no lap cirúrgico ou aberta em pacote separado que já deverá ter sido aberto pela circulante ou Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem. permitindo que o agente se paramentando acomode melhor os braços e introduza as mãos sem nunca puxar as mangas. 11) Somente a gola deve ser considerada contaminada (foi apreendida pelos dedos e entrará em contato com o pescoço)./ 09 Procedimento: Avental esterelizado. Luvas estéreis. brincos. 6) Pegar a compressa pela ponta. aguardar que a circulante de sala ou Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem o puxe pela gola. etc. 13) Apreender com as pontas dos dedos a ponta do cinto que é apresentado à circulante e amarrado na altura da cintura sem tocar nas mãos da circulante ou no avental.). 10) É mostrada a face anterior do avental. 14) É permitido acomodar o cadarço do polegar usando ainda a mão sem luva pegando-o pela ponta ou movimentando apra a frente do corpo. chamada de face asséptica. sem tocar em nada. 2) No vestiário. facilitando que a ponta do cinto seja disponibilizada para a circulante de modo que não contamine a parte exposta do avental.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 26 Data de Emissão: dez. pegar o avental cirúrgico pela gola usando o indicador e o polegar. estenda-o. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 44 . Compressa esterelizada. 12) Uma vez introduzidos os braços o mais profundamente possível nas mangas do avental. 7) Então dobrá-la para secar o outro braço com a outra face da compressa. 15) Calçar as luvas cirúrgicas estéreis seguindo a técnica adequada. 9) Com os dois dedos da outra mão.

por um longo período de tempo. bola. A massagem pode ser realizada enquanto a parturiente referir que este método ajuda. com suave movimento giratório. 2) Realizar a lavagem simples das mãos. 5) Aguardar o momento da contração. Obstetriz. massageadores. Apoio para a pessoa que fará a massagem (banco em altura adequada a posição da parturiente) OPCIONAIS: óleos/vaselina. bola de tênis Materiais: Agente Ação 1) Informar à parturiente sobre os benefícios do procedimento e como ele será realizando.: Sugerir que durante a contração se apóie em local firme (parede. OBS. 3) Posicionar a parturiente em local confortável. realizar as próximas etapas. acompanhante). 8) Manter as mãos relaxadas e moldadas à parte do corpo. usando o peso do corpo para aplicar a pressão. A massagem deve ser lenta. adequado para a massagem e de sua escolha. banco ou cadeira. Oferecer o serviço. 6) Realizar pressão firme na região lombossacral. Enfermeiro(a). pedindo que mostre a melhor região para massagear e a melhor pressão (mais forte ou mais fraco). Médico(a). promovendo e estimulando sua participação. cavalinho. maca travada. Os profissionais podem ensinar os acompanhantes da escolha da parturiente a realizar a massagem./ 10 Procedimento: Massagem Lombossacral em Parturientes Apoio confortável para a parturiente (maca. maca travada e acompanhante).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 27 Data de Emissão: set. Uma variação é o uso de bolas de tênis quando as mãos são pequenas ou ficam cansadas. em pé apoiada em local firme como: parede. Se houver consentimento. em caso da parturiente preferir deambular 4) Posicionar-se com atenção em relação a sua postura. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem ou Acompanhante Observações 45 . com uma mão ou reforçada com uma mão sobre a outra. profunda. 7) Permanecer com os cotovelos fletidos. 9) Perguntar a parturiente se a massagem está ajudando.

posição ajoelhada e apoiada na bola e o “debruçar-se” sobre a bola. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 46 . 4) Perguntar se ela gostaria de fazer o exercício na bola./ 10 Procedimento: Exercício com a Bola Bola de Bobath com 65cm ou 75cm de diâmetro. se exercício realizado simultaneamente ao banho de aspersão. exercitar o assoalho pélvico e reduzir a necessidade de medicamentos analgésicos. Médico(a). 6) Forrar a bola com o lençol. 14) Anotar o procedimento no prontuário. 10) Acompanhar o procedimento até o momento que a parturiente deseje finalizar o exercício. colocar outro lençol no chão. sendo o tempo mínimo recomendado de 20 minutos. 3) Encorajar a cliente a realizar o exercício.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 28 Data de Emissão: set. 9) Orientar a cliente a segurar nos apoios. Caneta. condição física e a presença de alguma intercorrência obstétrica que contra indique o exercício. Obstetriz. Álcool a 70%. 13) Lavar as mãos. Lençol de tecido ou lençol descartável. 12) Recolher o lençol e realizar a assepsia da bola com álcool a 70%. 5) Proceder a higienização do equipamento. 7) Propiciar ambiente calmo e privativo. 8) Auxiliar a parturiente a sentar-se na bola e realizar movimentos de balanço. 11) Auxiliar a parturiente a levantar-se. alívio da dor e fadiga. o encaixe e a descida do feto pelo canal de parto. sob a bola. rotatório com o quadril. para evitar acidentes. Materiais: Agente Ação 1) Checar estado geral da cliente. sendo que. propulsão (abaixa e levanta). 2) Explicar para a cliente a finalidade do exercício na bola de promover o relaxamento muscular pélvico. progressão do trabalho de parto. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a).

8) Pedir ou auxiliar a cliente a apoiar corretamente os pés sobre a base ou chão. Obstetriz. 9) Acomodar a cliente para que fique confortável 10) Oferecer alternativa de posição como ficar debruçada sobre o apoio do balanço para que possa receber massagem na região lombossacral. 13) Proceder as anotações necessárias. lençol ou forro limpo no banco do balanço. caso não aceite o uso do balanço como: massagem. 14) Providenciar a limpeza do balanço. 2) Promover um ambiente que permita privacidade. 3) Avaliar condições psicológicas e físicas da cliente. deambulação. 11) Orientar para que fique no balanço até quando se sentir bem e confortável. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 47 . Obstetriz. agachamento na barra./ 10 Procedimento: Materiais: Cadeira de balanço pélvico Toalha.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 29 Data de Emissão: set. 12) Oferecer outro método não farmacológico para alívio da dor. banho de chuveiro ou banheira. 5) Investigar se há aceitação da atividade pela cliente 6) Colocar uma toalha. 7) Auxiliar e orientá-la ao sentar sobre o aparelho. se possível. 4) Se houver condições favoráveis: apresentar a cadeira de balanço. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). lençol ou forro limpo Cavalinho Agente Ação 1) Explicar para a cliente os benefícios que este instrumento proporciona na evolução do trabalho de parto. Enfermeiro(a) ou Acompanhante Médico(a). Médico(a).

12) Iniciar o banho e deixar a cliente no chuveiro o tempo que desejar (até cerca de uma hora). Toalha limpa. 10) Ajudar a cliente a se despir. 22) Registrar em prontuário. 5) Verificar portas e janelas para que estejam fechadas. 7) Acompanhar a cliente até o chuveiro. 8) Mostrar para a cliente como funciona o chuveiro. caso necessário ajude a se enxugar. 15) Verificar a dinâmica uterina a cada 30 minutos. 9) Deixar a cliente à vontade garantindo sua privacidade.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº:30 Data de Emissão: set. Sabonete. pelo menos. caso necessário ajude a se vestir. 17) Oferecer toalha para que a cliente se enxugue. 18) Oferecer roupa limpa para cliente. Roupa de cama limpa. 2) Explicar para a cliente o que será feito. ginecológica e obstétrica. 14) Manter-se atenta para qualquer chamado da cliente. 11) Ajudar a cliente a entrar no banho. 21) Deixar arrumado os locais utilizados. Obstetriz. Banquinho ou cadeira se necessário. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 48 . 13) Verificar se a cliente deseja a presença de um acompanhante durante o banho. Médico(a). 6) Ligar o chuveiro e ajustar a temperatura da água. 16) Verificar a freqüência cardíaca fetal a cada 30 minutos. caso necessário. caso esteja debilitada colocar uma cadeira debaixo do chuveiro para que ela possa se sentar. 19) Trocar a roupa de cama. 20) Acompanhar a cliente onde ela desejar ir. 3) Lavar as mãos. para que se sinta mais relaxada. pelo menos./ 10 Procedimento: Banho de Aspersão Roupa pessoal. se necessário. Materiais: Agente Ação 1) Investigar indicação ou contra-indicação clínica. 4) Separar todos os materiais que serão utilizados.

Auxiliar/ Técnico de Enfermagem ou Acompanhante 7) Orientar a cliente a realizar exercícios de relaxamento e o tempo de permanência indicado em imersão de 40 a 60 min. Obstetriz. alternar posições. Enfermeiro(a). Obstetriz. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). 2) Avaliar dinâmica uterina e dilatação cervical (s/nec. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). Médico(a). dinâmica uterina ineficaz (menos 2/10’). massagem) 10) Monitorar a cliente em todo o processo 11) Auxiliar a mulher em suas necessidades 12) Orientar a mesma a remover o tampão do ralo 13) Ajudar a cliente a sair da banheira e se arrumar 49 . camisola e sabonete (se a gestante solicitar). conscientizando sobre técnicas não farmacológicas de alivio de dor. 6) Preparar a banheira com água em temperatura agradável. 4) Verificar se a banheira e banheiro estão limpos.) auscultar BCF.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 31 Data de Emissão: set. 8) Despir a cliente e ajudá-la a entrar na banheira 9) Estimular a realização dos exercícios de relaxamento (respiração./ 10 Procedimento: Banho de Imersão Banheira Água encanada Sistema de aquecimento hídrico Sabonete Toalha/ Lençol Camisola Materiais: Agente Ação 1) Verificar se não há contra-indicação: intercorrências clínicas ou obstétricas. de escolha da gestante. 3) Informar a cliente e seu acompanhante sobre os benefícios do banho de imersão e a oportunidade de realização deste. 5) Reunir toalha/lençol. bolsa rota há mais de 6 horas ou de acordo com o protocolo de cada instituição.

dinâmica uterina.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 31 Data de Emissão: set./ 10 Procedimento: Agente Banho de Imersão (Continuação) Ação 14) Anotar no partograma a conduta realizada 15) Realizar nova avaliação da dinâmica uterina. após o banho • • Segundo evidência científica. o momento ideal para a cliente ser encaminhada ao banho de imersão é com a cervicodilatação de 6 a 7 centímetros. Não há necessidade de removê-la para a realização de certos procedimentos. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Observações 50 . Médico(a). tais como: ausculta do BCF. dilatação cervical (se necessário) e ausculta de BCF.

14) Introduzir o amniótomo no canal vaginal com a extremidade a ser utilizada virada para o lado. quanto à cor. Comadre. 11) Realizar toque vaginal. 2) Reunir materiais necessários próximo ao leito no qual o procedimento será realizado. se o quarto for compartilhado 4) Posicionar a cliente em posição ginecológica. Óculos de proteção. Biombo (se o quarto não for individual). Este item apresenta divergências na literatura. 12) Excluir a presença de vasos sanguíneos nas membranas (vasa praevia). de modo a romper a bolsa. delimitando a bolsa das águas e mantendo os dedos no canal vaginal. 6) Colocar o óculos de proteção.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 32 Data de Emissão: set. 9) Realizar antissepsia do períneo. de modo que o líquido amniótico escoe para ela após a amniotomia. 15) Virar o amniótomo com a ponta para cima e. 7) Realizar lavagem das mãos com antisséptico. 5) Posicionar a comadre sob as nádegas da cliente. 18) Escoar o líquido amniótico. de preferência durante uma contração uterina. quantidade. 17) Manter os dedos firmes. presença de grumos e odor. Consulte a CCIH de sua instituição. 19) Observar aspecto do líquido amniótico. Vaselina. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 51 . realizar um movimento de rotação do lado para cima e tracioná-lo para fora. Médico(a). 10) Gotejar pequena quantidade de vaselina na ponta dos dedos que serão introduzidos no canal vaginal. se a cliente for levantar ou deambular. Amniótomo./ 10 Procedimento: Amniotomia Luvas de procedimento estéreis. Material para antissepsia do períneo. 3) Posicionar o biombo de modo a preservar a privacidade da cliente. 8) Calçar as luvas. 16) Aumentar a ruptura feita com a ponta dos dedos. usando o dedo indicador como guia. Materiais: Agente Ação 1) Comunicar a cliente sobre o procedimento a ser realizado. 13) Certificar-se que a apresentação não esteja acima do plano -2 de De Lee ou que esta esteja fixa. segurando a apresentação a fim de evitar prolapso de cordão umbilical.

Obstetriz ou Enfermeiro(a) 52 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 32 Data de Emissão: set. 22) Realizar lavagem simples das mãos. os BCF e o horário. o aspecto do líquido amniótico. a fim de observar se houve alteração na FCF./ 10 Procedimento: Agente Amniotomia (Continuação) Ação 20) Descartar amniótomo e luvas no lixo. 25) Anotar no prontuário da cliente o procedimento realizado. Médico(a). 24) Manter cliente deitada por 30 minutos. se julgar necessário. 23) Realizar ausculta fetal. 21) Descartar líquido amniótico e comadre no expurgo.

Agulha de 30x7 e 30x8. a mesa ficará posicionada do lado. • 1 cabo para bisturi N° 3 ou 4. Pacotes de gazes estéreis. . estéril e descartável. • 2 pinças Halstead (mosquito) 12cm • 1 porta agulhas. Seringas de 3ml e de 20 ml.retirar o indicador de esterilização. Lâmina de bisturi 23 ou bisturi descartável. Cúpula ou cuba rim (caso não tenha na caixa). . Compressas estéreis. • 2 pinças Kocher 14 ou 16cm reta. • 1 pinça Cheron ou Pean. • 1 pinça anatômica.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 33 Data de Emissão: set./ 10 Procedimento: Montagem da Mesa para Parto Normal Campo impermeável. posteriorizada da pessoa que estará realizando o procedimento. • 2 pinças Kelly 14 ou 16cm curva ou reta.averiguar se o material está em bom estado de conservação. (se necessário para o bloqueio do nervo pudendo) Fios cirúrgicos (se necessário) – preferencialmente usar o fio de sutura Ácido Poliglicólico Caixa de parto normal que contém os seguintes instrumentais: • 1 tesoura Mayo reta 150mm • 1 cuba.caso seja destro a mesa ficará posteriormente do seu lado direito e a mon Médico(a). . • 1 pinça dente de rato. 4) Posicionar a mesa: . 3) Separar o indicador de esterilização para anexar no prontuário da cliente. respeitando a dominância de seu braço dominante (canhoto ou destro).cliente em posição litotômica. Agulha 1mm x 8. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 53 . 2) Abrir a caixa de parto normal e: . Materiais: Agente Ação 1) Colocar o campo impermeável e estéril sobre a mesa e por sobre este o campo estéril de pano onde serão distribuídos os materias (estar paramentado com avental e com as luvas estéreis).verificar se o material está esterilizado.solicitar reposição se necessário e repetir o processo acima.9cm. . Campo esterilizado.

deixando as duas pinças Kelly ou as duas pinças Kocher para o clampeamento do cordão umbilical e a pinça mosquito para a hemostasia de algum vaso sangrante. síntese (fechamento) e diversos. se for canhoto ao contrário. Obstetriz ou Enfermeiro(a) obstetra Observação Síntese Diérese Diversos Hemostasia 54 . 9) Dispor o material de modo a facilitar a visualização e manipulação do material. uma vez que não há participação de instrumentador cirúrgico. 8) Colocar os materiais diversos (gazes estéreis. seringas./ 10 Procedimento: Agente Montagem da Mesa para Parto Normal (Continuação) Ação tagem iniciará do lado esquerdo para o lado direito. podendo ser colocadas respeitando a ordem de utilização. seguidos pelos materiais de hemostasia (mosquito.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 33 Data de Emissão: set. cúpula ou cuba rim. 5) Montar a mesa considerando os tempos cirúrgicos: diérese (incisão). compressas estéreis. pinça anatômica e posteriormente o porta agulhas). respeitando os espaços entre os tempos cirúrgicos. 6) Colocar os materiais de diurese (bisturi e tesoura) na parte inferior esquerda da mesa. 10) Colocar os instrumentais com suas partes ativas (pontas dos materiais) viradas para cima. hemostasia (conter sangramento). agulhas e fios) no canto superior direito. Disposição dos materiais na mesa cirúrgica: Médico(a). para facilitar a utilização. 7) Colocar na parte superior a esquerda da mesa os materiais de síntese (pinça dente de rato. Kelly e Kocher) deixando um espaço entre as pinças.

Cama de PPP ou maca. devendo ser desestimulada. a permanecer em posição dorsal./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto Fase Latente Materiais: Sonar Doppler ou estetoscópio de Pinard. 8) Realizar toque vaginal apenas quando observar sinais e sintomas de uma evolução considerável ou a cada duas horas. e 1mg a cada 4 horas) após 6 horas de bolsa rota ou imediatamente quando detectado bolsa rota sem saber o momento que esta aconteceu. inclusive nos pródromos e na fase de dilatação lenta. após avaliação da efetividade das contrações. Bola de Bobat. 6) Verificar BCF a cada 30 minutos. Amniótomo. 4) Incentivar dieta geral às clientes na fase latente. Agente Ação 1) Enfatizar e incentivar a importância da deambulação. estimulandoa a participar ativamente do trabalho de parto. 11) Realizar intervenções como amniotomia quando indicadas. Medicamentos diversos. 5) Orientar o banho de aspersão sobre a região ventral. para que elas se intensifiquem e se tornem rítmicas. segundo prescrição. exercícios respiratórios e de períneo. dose de ataque. P. esclarecendo suas vantagens. Luvas de procedimento. Comadre. 10) Prescrever antibioticoterapia (2mg de Ampicilina. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 55 . 9) Avaliar os fatores de risco. reavaliando a evolução do trabalho de parto e controlando os sinais vitais (PA. avisando o médico quanto às medidas tomadas. após esclarecimentos oportunos. 2) Orientar e estimular deambulação durante todo o trabalho de parto. antes da instalação da ocitocina e a cada 1 hora até o nascimento. T). ou quando julgar necessário. Chuveiro. se não houver contraindicações e conforme a aceitação.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 34 Data de Emissão: dez. cavalinho e/ou banquinho de parto. Cardiotocógrafo. 12) Optar por condução do trabalho de parto se necessário. Gel condutor. Médico(a). 3) Deixar a cliente livre para adotar a posição que achar melhor. 13) Instalar ocitócito em bomba de infusão se necessário. 7) Realizar cardiotocografia de rotina a cada quatro horas para verificar as reservas fetais e a progressão do trabalho de parto.

5) Enfatizar a importância de uma dieta. após orientação. com restrição em caso de colo edemaciado. Glicose e Plasil./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto Fase Ativa Materiais: Sonar Doppler ou estetoscópio de Pinard. se não houver contra-indicações. dose de ataque. Medicamentos diversos. 9) Realizar toque vaginal apenas quando observar sinais e sintomas de uma evolução considerável ou a cada duas horas. 13) Optar por condução do trabalho de parto se necessário. cavalinho e/ ou banquinho de parto. 3) Enfatizar a importância e incentivar a deambulação. Agente Ação 1) Observar que o colo deve dilatar cerca de 1 cm por hora. exercícios respiratórios e de períneo. leve (sucos. Chuveiro e banheira. evitando conforto e bem-estar materno e fetal. Bola de Bobat. reavaliando a evolução do trabalho de parto e das condições materna. 2) Abrir o partograma. Amniótomo. 4) Deixar a cliente livre para adotar a posição que achar melhor. 6) Orientar o banho de aspersão na região lombar e de imersão para alívio das dores da contração. Comadre.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 35 Data de Emissão: dez. 12) Realizar intervenções como amniotomia quando indicadas. além de estimulá-la a participar ativamente do trabalho de parto. e 1mg a cada 4 horas) após 6 horas de bolsa rota ou imediatamente quando detectado bolsa rota sem saber o momento que esta aconteceu. 11) Prescrever antibioticoterapia (2mg de Ampicilina. 8) Realizar cardiotocografia de rotina a cada quatro horas para verificar as reservas fetais e a progressão do trabalho de parto. Cardiotocógrafo. esclarecendo suas vantagens. 10) Prescrever o BGP (Buscopan. 1 ampola de cada) endovenoso. 7) Verificar BCF de hora em hora ou quando julgar necessário. Luvas de procedimento. espástico ou resistente ou ainda se considerar indicado após avaliação clínica. chás e sopas). Médico(a). no mínimo. devendo ser desestimulada. segundo prescrição. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 56 . 14) Instalar ocitócito se necessário. Cama de PPP ou maca. Gel condutor. a permanecer em posição dorsal. avisando o médico quanto às medidas tomadas.

Luva estéril./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto Fase Expulsiva Materiais: Pacotes de gaze estéril. Touca. Seringa de 20ml e de 3ml. vulva. para que seja chamado um(a) Médico(a) Neonatologista. • 1 porta agulhas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº:36 Data de Emissão: dez. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 57 . 8) Colocar um campo estéril sob os glúteos da cliente. máscara e óculos de proteção. • 1 pinça Cheron. • 1 tesoura curva. tomando cuidado para não se contaminar. 5) Paramentar-se. a máscara e os óculos de proteção. pequenos lábios e ânus com gaze e povidine ou clorexidine. • 1 pinça anatômica. outro dobrado com a Médico(a). • 1 cabo para bisturi. • 2 pinças Kelly (que pode ser curva ou reta). 2) Avisar ao Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem sobre o momento do parto. Agulha de 30x07 e 30x8. Bandeja com os seguintes instrumentais para o parto: • 1 tesoura reta. • 1 cuba. 4 a 5 campos estéreis. Agente Ação 1) Ao realizar o toque. 3) Colocar a touca. 4) Lavar as mãos na técnica cirúrgica (em CO) ou simples (em CPN). • Cúpula ou cuba rim. Hamper e cesto de lixo com saco branco. • 1 pinça dente de rato. grandes lábios. observa-se que a dilatação está completa e a apresentação em De Lee +2. Agulha de raqui-anestesia. 6) Calçar as luvas estéreis. 7) Realizar a anti-sepsia do monte supra-púbico. Lâmina de bisturi. da parte interna da coxa. Cama PPP ou mesa de parto. Povidine tópico ou gesdermante / Clorexidine / Degermante ou solução disponível na Instituição e aprovada pela CCIH local. Compressas estéreis. Um avental para paramentação agente.

15) Retirar as circulares de cordão rapidamente. 14) Acompanhar o desprendimento do pólo da apresentação fetal. 30) Registrar dados do parto no prontuário da cliente. 11) Avaliar estado geral da cliente. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 58 . 23) Caso a cliente seja Rh negativo colher Coombs direto. se necessário. 26) Orientá-la a observar a cor e odor da loquiação. Caso realizada uma episiotomia. 9) Avaliar BCF em situação de risco ou expulsivo prolongado./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto (Continuação) Fase Expulsiva Agente Ação abertura virada para si sobre o abdome da mesma. a região da uretra e do clitóris com a ajuda de uma compressa quando o bebê estiver coroando. 19) Secar rapidamente o RN com uma compressa estéril e colocar um campo estéril pré-aquecido sobre ele. se houver. 29) Descartar as luvas no lixo com saco branco e a roupa da paramentação no Hamper. 25) Arrumar a cliente. deve ser feita a episiorrafia antes da dequitação. sempre tomando o cuidado para não se contaminar. se o parto acontecer em cama PPP.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 36 Data de Emissão: dez. Médico(a). 21) Seccionar o cordão umbilical entre as pinças. 16) Auxiliar na rotação externa. 22) Colher sangue do cordão umbilical para tipagem sanguínea do bebê. no desprendimento dos ombros (primeiro o anterior e depois o posterior) e no desprendimento total. 13) Realizar bloqueio de pudendo. limpando-a com algumas compressas. para poder avaliar a contração uterina sem se contaminar e um campo estéril em cada coxa. 17) Avaliar o estado geral do bebê. 28) Arrumar o ambiente. caso episiotomia seja necessária. tentar trocar os lençóis de modo a proporcionar maior conforto a mesma. 27) Auxiliar na transferência da cliente da mesa de parto para a maca ou. fazer a ordenha para o lado materno e pinçá-lo novamente. 24) Realizar a revisão do trajeto com o intuito de procurar lacerações. 10) Realizar toques e manobras. 20) Pinçar o cordão umbilical. 12) Proteger o períneo. quando possível. bem como cuidados gerais com o períneo nos casos de episiorrafia ou reparo de lacerações. 18) Estimular contato pele-a-pele precoce.

3) Começar por uma punção inicial. 6) Aspirar a seringa para confirmar que não foi puncionado nenhum vaso. Gazes estéreis. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 59 . 11) Caso necessário repita o procedimento instilando maior quantidade de anestésico. explicando que a insensibilidade é somente quanto à dor. e que provavelmente está realizando ou realizou o parto. 5) Com um pequeno golpe rápido e seco. 4) Advertir a cliente do momento em que se vai efetuar a punção inicial e recomendar que ela se mantenha imóvel. mas que em questão de 10 a 20 segundos o local estará insensível. correspondente à entrada do líquido. Agulha calibre 30x7 cm ou agulha de raqui. introduzir a agulha verticalmente para que atravesse com mais facilidade a pele no local a ser anestesiado. 2) Na infiltração em leque da anestesia local do períneo. 10) Orientar a cliente passo-a-passo durante todo o procedimento e solicitar que esta avise no caso de dor. Seringa de 20 ml. Materiais: Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. Fios categute ou poliglicólicos e agulhas. 1) As seringas e agulhas utilizadas dependerão da quantidade de anestésico e técnica a serem utilizados. Médico(a). porque a cliente deverá sentir as movimentações e manipulações de instrumental. lembrando sempre de realizar aspirações e observar a presença de sangue o que obriga que se retire parcialmente a agulha e se estabeleça novo posicionamento de sua ponta. Bupivacaína ou Marcaína./ 09 Procedimento: Anestesia Local Lidocaína ou Xilocaína.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 37 Data de Emissão: dez. 7) Informar à cliente que ela poderá sentir ardor. estáparamentado com roupa e luvas estéreis. ponto de entrada para a introdução subseqüente do anestésico. utilize 10 ml de anestésico com agulha 30x7mm. agulha e fios por parte do agente. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). 9) O líquido será distribuído de maneira uniforme devendo ser injetado continuamente enquanto a agulha se move. 8) Injetar pequena quantidade de anestésico até formar um pequeno nódulo (botão) à medida que a agulha é lentamente retirada devem ser feitas punções subseqüentes lineares em leque ou radiadas. Luvas estéreis.

de preferência no ápice de uma contração (períneo distendido).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 38 Data de Emissão: dez. e que provavelmente está realizando o parto. menor perda de sangue e dispareunia rara. 7) Começar a incisão na margem posterior da abertura vaginal e seguir na linha média em direção ao ânus. após a extração do medicamento. 5) Realizar o procedimento de anestesia local na linha mediana entre a margem posterior da vagina e o ânus. resultados anatômicos excelentes. 6) Realizar a incisão. Médico(a). está paramentado com roupa e luvas estéreis. a agulha de maior calibre por uma adequada para a infiltração hipodérmica. com a ajuda do circulante de sala ou de um Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem para segurar o frasco. se tesoura ou bisturi. 4) Reali zar o procedimento no período expulsivo do parto. 3) Trocar. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. 2) Extrair cerca de 10-15 ml do anestésico local com agulha de maior calibre e seringa preferencialmente de 20 ml. durante a espera pelo desprendimento fetal total. evitando a contaminação. 8) Comprimir as bordas da ferida para evitar perdas sanguíneas. Não há evidências claras sobre qual o melhor instrumento para realizar a incisão. dor pós-operatória mínima. 1) Separar medicamento e instrumentos para o procedimento. Episiotomia Materiais: Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. Lâmina / bisturi. Tesoura estéril. Luvas estéreis. O momento ideal é quando a apresentação está visível durante uma contração com um diâmetro de 3 a 4 cm. após certificar-se que o medicamento já está agindo no local. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). Seringa de 20 ml. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 60 . cicatrização deficiente rara./ 09 Procedimento: Observação Técnica Mediana Os benefícios desta técnica em relação à técnica de episiotomia mediolateral são: reparo cirúrgico fácil.

7) Começar a incisão na margem posterior da abertura vaginal e seguir por um ângulo de 45º graus em direção ao lado do períneo anestesiado (esquerdo ou direito). O momento ideal é quando a apresentação está visível durante uma contração com um diâmetro de 3 a 4 cm. após certificar-se que o medicamento já está agindo no local. com a ajuda do circulante de sala ou de um Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem para segurar o frasco. evitando a contaminação. Luvas estéreis. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos./ 09 Procedimento: Observação Técnica Mediolateral Os benefícios desta técnica em relação à técnica de episiotomia mediana é o menor risco para a extensão da incisão. após a extração do medicamento. de preferência no ápice de uma contração (períneo distendido). Médico(a). está paramentado com roupa e luvas estéreis. Episiotomia Materiais: Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. 1) Separar medicamento e instrumentos para o procedimento. sendo assim fundamental a avaliação das condições do períneo antes da tomada de decisão. 4) Realizar o procedimento no período expulsivo do parto. Lâmina / bisturi. 3) Trocar. 8) Comprimir as bordas da ferida para evitar perdas sanguíneas. durante a espera pelo desprendimento fetal total. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 61 . 6) Realizar a incisão.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 39 Data de Emissão: dez. 5) Realizar o procedimento de anestesia local na linha mediana entre a margem posterior da vagina e o ânus. Seringa de 20 ml. Tesoura estéril. a agulha de maior calibre por uma adequada para a infiltração hipodérmica. e que provavelmente está realizando o parto. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). 2) Extrair cerca de 10-15 ml do anestésico local com agulha de maior calibre e seringa preferencialmente de 20 ml.

e que provavelmente realizou o parto./ 09 Procedimento: Episiorrafia Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. 6) Verificar a sensibilidade local e realizar anestesia local por infiltração. Gazes estéreis. Fios categute ou poliglicólicos e agulhas. está paramentado com roupa e luvas estéreis. Materiais: Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. 4) Para a mucosa utilizar agulha cilíndrica. e na pele deve ser realizado chuleio simples. 7) Iniciar a episiorrafia anteriormente ao ângulo da laceração fazendo o nó de ancoramento. a mesma pode ser utilizada para a sutura da pele. 3) Utilizar fios absorvíveis de origem sintética (poliglicólicos) ou animais (categutes). mas preferencialmente intradérmico (plástico). 9) Realizar o nó de correntinha para finalizar a sutura. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). mudar de estrutura e/ ou agulha. 12) Orientar a cliente quanto aos cuidados pessoais. 1) Na necessidade de realização de episiotomia esta deve ter sua incisão avaliada e suturada. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 62 . 5) Para músculo utilizar agulha cortante ou cuticular. 8) Seguir a sutura da mucosa de forma contínua e de preferência ancorada. de acordo com a necessidade e aguardar seu efeito. 11) Após síntese adequada de toda a incisão realizar revisão do trajeto e certificarse que a hemostasia foi completa e que não há lacerações. Médico(a). tranqüilizá-la e explicar passo a passo os procedimentos conforme forem realizados. descontínuos. Seringa de 20 ml. 2) Orientar a cliente sobre a necessidade de sutura da episiotomia.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 40 Data de Emissão: dez. de higiene e de abstinência sexual para melhor cicatrização da sutura. 10) No músculo a sutura deve se dar por pontos únicos. Caso haja qualquer laceração efetuar a sutura da mesma. Luvas estéreis.

8) Seguir a sutura da mucosa de forma contínua e de preferência ancorada. descontínuos. e na pele deve ser realizado chuleio simples. 11) Após síntese adequada de toda a laceração realizar revisão do trajeto e certificar-se que a hemostasia foi completa. Materiais: Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. a mesma pode ser utilizada para a sutura da pele. Gazes estéreis./ 09 Procedimento: Reparo do Períneo Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. e que provavelmente realizou o parto. 3) Utilizar fios absorvíveis de origem sintética (poliglicólicos) ou animais (categutes). 4) Para a mucosa utilizar agulha cilíndrica. mas preferencialmente intradérmico (plástico). 6) Realizar anestesia local por infiltração e/ou bloqueio do pudendo. Luvas estéreis.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 41 Data de Emissão: dez. Médico(a). de acordo com a técnica preconizada e aguardar seu efeito. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 63 . tranqüilizá-la e explicar passo a passo os procedimentos conforme forem realizados. 9) Realizar o nó de correntinha para finalizar a sutura. Fios categute ou poliglicólicos e agulhas. 1) Na ocorrência de laceração perineal esta deve ser avaliada e suturada. 10) No músculo a sutura deve se dar por pontos únicos. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). está paramentado com roupa e luvas estéreis. mudar de estrutura e/ ou agulha. 7) Iniciar a sutura anteriormente ao ângulo da laceração fazendo o nó de ancoramento. 2) Orientar a cliente sobre a necessidade de sutura da laceração. Seringa de 20 ml. 12) Orientar a cliente quanto aos cuidados pessoais. 5) Para músculo utilizar agulha cortante ou cuticular. de higiene e de abstinência sexual para melhor cicatrização da sutura.

Lavar o períneo da região da sínfise púbica para o ânus. antisséptico clorexidina .Realizar secagem com toalha limpa e seca.Repetir a higiene após cada micção e evacuação. deve-se usar apenas uma vez cada lado da gaze. Em caso de ser observado edema. SF 0.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 42 Data de Emissão: set. . providenciar compressa com gelo para diminuição deste. luvas estéril (já calçadas durante o parto).Lavar as mãos antes e depois do processo.9%. Enfermeiro(a) Obstetra Observações • • 64 . em momento oportuno. Para a manutenção da limpeza local a puérpera deve seguir as orientações: .Posicionar o absorvente da frente pra trás e segurando nas margens. . 13) Anotar no prontuário os procedimentos realizados e o que foi observado. Observar relação entre involução uterina e volume do sangramento vaginal. para evitar episódio de hemorragia./ 10 Procedimento: Complementação do procedimento de Episiorrafia Gazes. 10) Retornar a cliente em posição de conforto. Materiais: Agente Ação 1) Fazer a dobradura da gaze com o auxilio de uma das pinças 2) Umedecer a gaze com SF 0. utilizando uma das pinças para garantir firmeza 4) Seguir o princípio de usar cada lado da gaze uma única vez 5) Iniciar a limpeza de cima para baixo 6) Secar a lesão considerando os princípios acima 7) Repetir o procedimento acima usando antisséptico (passos 1 a 5) 8) Manter o local seco 9) Retirar as luvas. 14) Examinar a incisão periodicamente • • No momento da limpeza não reutilizar a gaze. Obstetriz. sobre os cuidados locais.9% sem encostar o frasco do soro na gaze 3) Limpar a incisão com a gaze embebida em soro fisiológico. seguindo o sentido do mais limpo para mais sujo. 12) Orientar a puérpera. . . 11) Higienizar as mãos. Médico(a). pinças estéreis (duas).

Gazes. com a tesoura estéril. a dois centímetros do anel umbilical.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 43 Data de Emissão: dez. antes do parto. 3) Posicionar o bebê lateralmente voltado para a mãe. Materiais: Agente Ação 1) Verificar se na caixa de parto existe um Clamp estéril. Luvas estéreis. 4) Prender o Clamp até ele travar. Pinças hemostáticas (Kelly ou Coker). Obstetriz./ 09 Procedimento: Clampeamento do Cordão Umbilical Clamp. quando se deve clampear imediatamente). 5) Empurrar o sangue do cordão (ordenhar) até um centímetro após o Clamp. 6) Pinçar com uma pinça hemostática (Kelly ou Coker) o cordão e travar a mesma um centímetro após o clamp. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 8) Limpar a ponta do cordão voltada para o clamp com uma gaze embebida em álcool 70% 65 . Álcool 70%. deve agora esperar o cordão umbilical parar de pulsar (sempre levando em conta o caso em que bebê precise de cuidados imediatos. o agente que já está paramentado com roupa e luvas estéreis. entre o clamp e a pinça. e que provavelmente realizou o parto. Enfermeiro(a) Pode ser rea-lizado também pelo acompanhante da cliente 7) Cortar. durante a preparação da sala. tesoura e gazes. 2) Após o nascimento do RN. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a).

Notas: 66 . membranas amnióticas e o cordão um bilical utilizando-se das gazes ou compressas.centro da placenta . Luvas estéreis. após o clampeamento e secção do cordão umbilical: Médico(a). e que provavelmente realizou o parto. ¹ O descolamento se deve à contratilidade uterina. 6) Revisar anexos fetais: placenta (cotilédones). que promove a redução da superfície de implantação e rompe a caduca ao nível da camada esponjosa./ 09 Procedimento: Manejo na Dequitação Placentária Conduta Expectante Materiais: Avental esterelizado. Assim. 4) Observar/Monitorar sangramento e modalidade da expulsão da placenta (Baudelocque Schultze¹ ou B-Duncan¹). estáparamentado com roupa e luvas estéreis. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. ² Manobra de Jacob Dublin: Consiste em torcer suavemente a placenta expulsa (torção axial) de modo que as membranas se disponham em fuso. facilitando deste modo seu desprendimento integral. de modo a facilitar a visualização.20%. • Mecanismo de Baudelocque Duncan . Este mecanismo pode se realizar de duas maneiras: • Mecanismo de Baudelocque Schultz .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 44 Data de Emissão: dez. 2) Não tracionar o cordão. 3) Não pressionar o fundo uterino. 5) Quando desprendida a placenta do útero executar manobra de Jacob-Dublin².80%. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 1) Aguardar e monitorar a dequitação sem uso de uterotônicos. Gazes e/ ou compressas estéries.borda lateral .

revelando descida da placenta). Pode ser negativo (o cordão sobe em conseqüência da manobra se a placenta ainda não desceu) ou positivo (o cordão permanece imóvel indicando que a placenta desceu). que dela irá se distanciando com progresso da migração placentária. 3) Manter tração controlada do cordão umbilical. Luvas estéreis./ 09 Procedimento: Manejo na Dequitação Placentária Conduta Ativa Materiais: Avental esterelizado. Küstner². 6) Quando desprendida a placenta do útero executar manobra de Jacob-Dublin6. e que provavelmente realizou o parto. Pode ser negativo (a mão que mantém o cordão recebe a propagação) ou positivo (os movimentos do fundo uterino não se propagam ao cordão. ¹ Sinal de Ahlfeld: pinçamento ou ligadura do cordão próximo à vulva. a outra colocada no hipogástrio (segmento inferior) desloca para cima o corpo uterino. com o polegar apoiando o segmento inferior com o polegar. após o clampeamento e secção do cordão umbilical: Médico(a). apenas apoiá-lo de forma a sentir seu tracionamento quando o cordão é puxado. após 90” do desprendimento cefálico. 5) Não pressionar o fundo uterino. Fabre4. Gazes e/ ou compressas estéries. 7) Revisar anexos fetais: placenta (cotilédones) e membranas amnióticas usando-se das gazes. Notas: 67 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 45 Data de Emissão: dez. de modo a facilitar a visualização. logo acima da sínfise pubiana. 2) Apoiar o fundo uterino com uma das mãos espalmada. 4) Observar/monitorar sangramento e a modalidade da expulsão da placenta (Baudelocque Schultze5 ou B-Duncan5). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 1) Administrar 10 UI de ocitocina IM. a outra determina movimentos no fundo uterino. Verificar orientação específica para cada caso. Strassman³. 4 Sinal de Fabre ou do pescador: Mesmo princípio do anterior: transmissão de ligeiros movimentos no cordão ao fundo uterino. está paramentado com roupa e luvas estéreis. ² Sinal de Küstner: uma das mãos mantém o cordão umbilical. ³ Sinal de Strassman: uma das mãos mantém o cordão umbilical. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. em algumas ocasiões se poderá optar pela infusão do ocitócito pelos vasos do funículo (cordão umbilical) ou pela solução endovenosa mantida. Assim. Atentar para os sinais de Ahlfeld¹.

20%. que promove a redução da superfície de implantação e rompe a caduca ao nível da camada esponjosa.borda lateral . Notas: 68 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 45 Data de Emissão: dez. facilitando deste modo seu desprendimento integral. 6 Manobra de Jacob Dublin: Consiste em torcer suavemente a placenta expulsa (torção axial) de modo que as membranas se disponham em fuso./ 09 Procedimento: Manejo na Dequitação Placentária (Continuação) Conduta Ativa Agente 5 Ação O descolamento se deve à contratilidade uterina. • Mecanismo de Baudelocque Duncan .80%. Este mecanismo pode se realizar de duas maneiras: • Mecanismo de Baudelocque Schultz .centro da placenta .

5) Verificar e descrever presença dos vasos umbilicais (duas artérias e uma veia). 2) Observar a face fetal (âmnio e córion). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 1) Colocar os anexos fetais em cuba rim ou bandeja (ou sobre a mesa auxiliar). 69 . Gazes. e que provavelmente realizou o parto.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 46 Data de Emissão: dez. Assim. revisar os anexos embrionários como o córion viloso (parte fetal). 3) Verificar o tipo de inserção do cordão umbilical. após a eliminação da placenta. calcificação ou outras anormalidades. Luvas estéreis./ 09 Procedimento: Materiais: Avental esterelizado. 6) Verificar e descrever posição de nós no cordão. 8) Pesar a placenta. os cotilédones (parte materna) e o saco vitelino: Médico(a). Revisão Placentária Agente Ação Este procedimento pode ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. está paramentado com roupa e luvas estéreis. 4) Verificar cumprimento do cordão. 9) Registrar inspeção em prontuário. usando-se das gazes para facilitar a visualização. 7) Verificar a superfície materna (cotilédones) e descrever áreas de descolamento.

2) Lavar as mãos ou realizar a anti-sepsia das mãos com álcool 70 % e/ou clorohexidina alcoólica. O preenchimento deste formulário deve ser feito antes do parto. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 70 . Tubo de vidro roxo (lilás) contendo EDTA. sendo que o agente que realizou o parto deve abrir a pinça hemostática de modo a permitir a saída sanguínea pelo cordão. de 4. Caixa/maleta térmica. Seringa de 20 ml. Obstetriz. com auxílio de compressas de gaze. de 4. Agulha de 20x7. determinação da tipagem ABO/Rh e demais exames que se façam necessários para o recém-nascido). 8) Armazenar a amostra em tubos de coleta de sangue tampa roxa (lilás) contendo EDTA. visto que a fragmentação da mesma acarreta em perdas significativas de sangue de cordão). 5) Comunicar o agente que realizou o parto. devendo-se utilizar de seringa e agulha para a coleta do sangue através dos vasos do cordão e despejar o sangue coletado imediatamente no vidro coletor (a retirada da placenta. favorecendo a drenagem do sangue por ação da gravidade. que será retirada uma amostra de sangue do cordão ao final do procedimento para eventuais necessidades da maternidade (pH e base excess da artéria umbilical. 3) Utilizar 01 (um) par de luvas estéreis para a coleta propriamente dita. depois de seccionado o cordão umbilical. 6) Não tracionar o cordão./ 09 Procedimento: Coleta de Sangue Placentário Pinça hemostática (Kelly ou Coker). 7) A coleta em si poderá ser realizada: * Com a placenta ainda in útero imediatamente após o nascimento do bebê. quando manual. onde a placenta deverá ser suspensa por um membro da equipe. 4) Clampear o cordão o mais próximo possível ao recém-nascido por um clamper obstétrico e uma pinça hemostática (Kelly ou Coker). Materiais: Agente Ação 1) Preencher o formulário (instrumento de coleta) com os dados da mãe.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 47 Data de Emissão: dez. deverá ser cuidadosa. usando-se apenas do vidro coletor ou da seringa.5ml devidamente identificados com o nome da mãe. Médico(a). Álcool 70% ou clorohexidina alcoólica. * Ou extra-útero. Luvas estéreis.5 ml. nem realizar ordenha do mesmo para obter a amostra do sangue placentário. promovendo a limpeza das mesmas.

Obstetriz./ 09 Procedimento: Agente Coleta de Sangue Placentário (Continuação) Ação 9) Acondicionar a unidade coletada em caixa/maleta térmica. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 71 . 10) Retirar luvas e descartá-las. Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 47 Data de Emissão: dez. 11) Lavar as mãos. devidamente identificada para material biológico. A unidade coletada deverá ser encaminhada ao laboratório para análises. 12) Realizar anotação no prontuário do RN sobre a coleta do sangue placentário.

11) Verificar eliminação vesical e intestinal. coloração e odor. 9) Avaliar condições do períneo. Caso tenha recebido pontos na região do períneo instruir a limpeza com água e sabão sempre que for ao banheiro. 5) Avaliar características das mamas (aspecto. avaliando quantidade. observando presença de episiorrafia e se há alterações como: edema. 14) Oferecer e incentivar alimentação: dieta geral. para cliente de parto normal. 6) Avaliar contratilidade uterina. 4) Avaliar coloração da pele e das mucosas.). b. hematoma. consistência./ 09 Procedimento: Assistência no Puerpério Imediato (1ª a 4ªh) Termômetro. Luvas de procedimento. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 72 . Estetoscópio. A limpeza deve ser feita sempre de frente para trás (vulva em direção ao ânus). com ingestão de grande quantidade de líquidos. para manutenção do globo de segurança de Pinard. alterações tormboembólicas (realizar manobras de Homan e da bandeira). Pulso. varizes e tumorações. Para as de parto cirúrgico seguir prescrição médica. Médico(a). 17) Registrar a avalição e cuidados prestados no prontuário da cliente.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 48 Data de Emissão: dez. EV se prescritas. Esfignomanômetro. 7) Avaliar condições do curativo cirúrgico (para mulheres submetidas ao parto cesário). edema. Materiais: Agente Ação 1) Avaliar o estado geral da cliente. 3) Verificar sinais vitais (Temperatura. a. temperatura. aquecida e limpa. IM. 13) Instruir a cliente quanto à higiene da vulva. 16) Manter cuidados específicos para administração de drogas VO. 2) Observar padrão de sono e repouso. Frequência Respiratória e Pressão Arterial. volume. 10) Avaliar membro inferiores – presença de varizes. 15) Manter cliente confortável. 12) Observar e orientar mamada (ver “Amamentação”). 8) Observar sangramento vaginal. integridade e tipo de mamilo) e presença de colostro. SC.

Kelly.250 ml. 11) Manter as pinças de modo que o primeiro par de pinças fiquem próximas do paciente (kocher e dente de rato). realizando movimentos semi-circulares./ 10 Procedimento: Curativo de Incisão Abdominal Pacote de curativo estéril (pinças: anatômica. 9) Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica. 4) Fechar porta. 15) Montar a pinça kelly com gaze. sem voltar ao início da incisão . Materiais: Agente Ação 1) Solicitar alguém da equipe para auxiliar. Médico(a). Gazes estéreis. 3) Explicar o procedimento à cliente. Luvas de procedimento. Máscara e óculos de proteção (em caso de risco de respingo). dente de rato. Obstetriz. Micropore. 13) Descolar e remover o esparadrapo com o auxílio da pinça kocher na qual haverá gaze embebida em SF 0. 2) Identificar-se a cliente. 5) Solicitar ou auxiliar o paciente a posicionar-se adequadamente. Soro fisiológico 0. utilizando-se das duas faces da gaze. usar a técnica de lavagem com sabão anti-séptico.9%. 8) Preparar o material. 7) Calçar as luvas de procedimento. 6) Lavar as mãos. 14) Desprezar o curativo removido no saco plástico para lixo. 10) Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. de cima para baixo.9% . Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 73 . auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com SF 0. de forma a expor a área a ser tratada.família ou acompanhante. cortinas. Kocher).9% 16) Fazer a limpeza da incisão utilizando pinça kelly e gaze umedecida em soro fisiológico. Saco plástico para lixo. se julgar necessário. para diminuir corrente de ar e manter privacidade. 17) Trocar as gazes sempre que necessário. 12) Segurar o esparadrapo/micropore do curativo anterior com a pinça dente de rato.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 49 Data de Emissão: set. evitando que as pinças toquem o mesmo. de dentro para fora.

material usado para limpeza e cobertura e referências do cliente durante o procedimento. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observações 74 . Médico(a).quantidade./ 10 Procedimento: Agente Curativo de Incisão Abdominal (Continuação) Ação 18) Secar a incisão e as laterais de cima para baixo. 24) Encaminhar o material ao expurgo. manter a ferida ocluída com gazes. Adequar a cobertura ao tamanho da ferida. Obstetriz. 26) Lavar as mãos. • O curativo só será trocado no CO se estiver saturado/sangrando. 19) Ocluir a incisão com gaze e micropore ou filme transparente. tipo. tipo e local da lesão. 20) Colocar a data e horário sobre o curativo 21) Manter ocluido enquanto houver exsudação 22) Realizar a troca após 24hs (quando ocluir com gazes) ou sempre que estiver saturado 23) Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 25) Retirar as luvas. presença ou não de exsudato. 28) Orientar a cliente sobre: • Proteger a incisão durante o banho nas primeiras 24 a 48 horas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 49 Data de Emissão: set.aspecto. • Se a incisão estiver seca no período de 24 a 48 horas não há necessidade de oclusão e esta pode ser lavada com água corrente e espuma de sabão durante o banho • Se a incisão apresentar exsudato após as 24 a 48 horas. 27) Realizar anotação descrevendo horário.

náuseas. MMII e genitais. globo de segurança de pinard. mucosa./ 10 Procedimento: Agente Cuidados Pós-cesárea Ação 1) Atentar para os protocolos existentes em cada instituição. nível de consciência. ferida operatória. Obstetriz. 7) Verificar e registrar sinais vitais de acordo com a rotina da instituição. 20) Checar prescrição nos horários indicados após cuidados como: adminis- 75 . condições da pele. cabeça e pescoço. 14) Estimular e orientar quanto à amamentação a livre demanda do recémnascido. 6) Seguir as prescrições quanto à medicação. 11) Avaliar condição do acesso venoso e sistema quando presentes 12) Estimular aceitação da dieta assim que liberada 13) Estimular mudança de posição e deambulação precoce assim que liberadas. 3) Observar nível de consciência da cliente. distensão abdominal e outras. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetriz. fezes. 8) Realizar exame físico geral da cliente avaliando estado geral. 17) Adotar medidas de conforto em relação as queixas 18) Avaliar a evolução do estado geral da cliente. cefaléia pós anestésica. 16) Avaliar queixas e desconfortos relacionados à dor no local da incisão. 21) Realizar anotação no prontuário.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 50 Data de Emissão: set. 15) Orientar quanto aos cuidados com a ferida operatória. 10) Monitorar perdas: urina. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem tração de medicamentos e infusões. realização de glicemia capilar. vômitos e débito de drenos e sondas se presentes. 4) Atentar ao tipo de decúbito de acordo com o tipo de anestesia segundo o protocolo da instituição. cuidados gerais e alimentação. 9) Realizar exame físico específico da cliente: avaliar mamas. 2) Receber a cliente e colocá-la em um leito do puerpério. abdome. dificuldade de micção. 19) Registrar a evolução no prontuário. aspecto e quantidade do sangramento vaginal. 5) Manter o conforto e a cliente aquecida. tórax. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra Obstetriz. verificação de sinais vitais e outros. MMSS.

até o limite fisiológico. Mortalha ou lençol. levando em consideração as necessidades pessoais. Etiquetas de Identificação. 13) Fechar os olhos com fita adesiva. 10) Retirar todos os objetos pessoais e identificá-los para ser devolvido a família. 12) Limpar o corpo com água e compressa. 14) Tamponar com algodão os orifícios nasais e auditivos com auxílio da pinça. Pinça anatômica. 11) Retirar sondas. Luvas. 2) Algum membro treinado da equipe deve oferecer a opção da doação de órgãos aos familiares. Tesoura. religião e culturais. Médico(a). 5) Verificar a identificação do corpo com o prontuário. 6) Reunir o material. Algodão. 3) Caso tenha sido autorizada a doação. Avental de isolamento.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 51 Data de Emissão: set. 9) Colocar o avental de isolamento e calçar as luvas. que deve ser pronunciada pelo médico a hora. Biombo. Obstetriz. as terapias utilizadas e quais as ações que foram tomadas. cateteres e outros dispositivos hospitalares. 8) Lavar as mãos./ 10 Procedimento: Preparo do corpo adulto pós-morte Bacia com água. Materiais: Agente Ação 1) Após a constatação do óbito. 4) O corpo deve ser colocado em posição horizontal para começar os procedimentos antes que ocorra a rigidez. Compressa. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 76 . Fita Adesiva. Ataduras. não desligar os aparelhos e avisar a equipe responsável pelos transplantes. 7) Providenciar a privacidade do corpo.

Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 77 . Obstetriz. 21) Envolver o corpo com lençol ou mortalha. 18) Tamponar a vagina e o ânus com algodão. 26) Registrar em prontuário. O cuidado com o corpo pode ser executado por todos os profissionais de saúde. Médico(a)./ 10 Procedimento: Agente Preparo do corpo adulto pós-morte (Continuação) Ação 15) Hiperextender o pescoço e preencher a cavidade orofaríngea com algodão até o limite fisiológico.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 51 Data de Emissão: set. 23) Conferir os documentos e formulários. mas somente deve ser realizado por aquele que se julgar emocionalmente capaz de fazê-lo. 25) Lavar as mãos. sem apertar. 17) Restringir o maxilar com ataduras. 19) Restringir os MMSS com as ataduras posicionando sobre o abdômen. 16) Retornar o pescoço ao ponto inicial. 24) Levar o corpo para o necrotério. 20) Restringir os MMII com ataduras na região do calcâneo para manter os pés em posição anatômica. 22) Identificar o corpo conforme as normas da instituição.

8) Lavar as mãos. Aspirador a vácuo. Evitar a hiperextensão ou a flexão exagerada.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 52 Data de Emissão: dez. Lembre-se de evitar a introdução da sonda de maneira brusca ou na faringe posterior. 2) Calçar as luvas. 6) Arrumar o RN e deixá-lo confortável. sob pressão máxima aproximada de 100 mmHg. Médico(a). 4) Posicionar a cabeça do RN com leve extensão do pescoço. 7) Retirar e descartar as luvas. 3) Colocar um coxim sob os ombros do RN para facilitar o posicionamento adequado da cabeça. Luvas de procedimento. 9) Descrever o procedimento no prontuário do RN./ 09 Procedimento: Aspiração do Recém-Nascido Coxim. 5) Aspirar primeiro a boca e depois as narinas com sonda de aspiração traqueal nº 8/10 conectada ao aspirador a vácuo. que pode induzir a resposta vagal e o espasmo laríngeo. com apnéia e bradicardia. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos. Sonda de aspiração traqueal nº 8/10. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 78 .

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 53 Data de Emissão: dez. Equipo de microgotas.5 a 4. Respirador mecânico. Cânulas traqueais número 2. 5) Testar lâmpada do laringoscópio. Lâmina de laringoscópio 0 e 1. Adaptador para aspiração de mecônio. Máscara para RN termo e pré-termo. Materiais: Agente Ação 1) Organizar o equipamento de reanimação antes do nascimento. incluindo todos os medicamentos necessários. lembrando de testar o Ambu. Agulhas. Luvas estéreis. 6) Lavar as mãos. Laringoscópio. o aspirador e o fluxo de oxigênio. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 79 . 9) Colocar um coxim sob os ombros do RN para facilitar o posicionamento adequado da cabeça. 4) Colocar todos os materiais de reanimação em local de fácil acesso e visualização. Seringas de 1 a 20 ml. 2) Deixar a pressão do aspirador em 100mmHg ou 130 cmH2O./ 09 Procedimento: Reanimação Cardiopulmonar do Recém-Nascido Aspirador de parede. 7) Calçar as luvas. para garantir seu funcionamento correto. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). Estetoscópio Neonatal. 8) Colocar o recém-nascido em berço aquecido em decúbito dorsal em semi Trendelenburg. 3) Deixar a pressão do fluxomêtro em 5 lpm. Fonte de O2 com fluxômetro. Pilhas e lâmpadas sobressalentes. Medicamentos diversos segundo prescrição. Fio-guia. Bolsa auto-inflável neonatal com reservatório de O2 (Ambu). Berço com fonte de calor radiante.0. Campos estéreis pré-aquecidos. Sondas de aspiração traqueal número 8 e 10. Sonda de Guedel. Tubo endotraqueal. Sondas gástricas 8 e 10.

15) Usar aspiração mecânica para remover o líquido meconial da via aérea inferior. de 5 a 8 litros. sem aumento. 12) Inserir laringoscópio para visualizar a traquéia. 18) Monitorar a respiração e a freqüência cardíaca. que pode induzir a resposta vagal e o espasmo laríngeo. 23) Ventilar a uma taxa de 40 a 60 respirações por minuto. 27) Manter as compressões até que a freqüência cardíaca seja superior a 80 bpm.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 53 Data de Emissão: dez. 11) Aspirar primeiro a boca e depois as narinas com sonda traqueal nº 8 ou 10 conectada ao aspirador a vácuo. 28) Manter as ventilações até que tenham início as respirações espontâneas e a cor se torne rosada. 20) Usar oxigênio a 100%. sob pressão máxima aproximada de 100 mmHg. de modo a realizar a aspiração do líquido com mecônio. Lembre-se de evitar a introdução da sonda de maneira brusca ou na faringe posterior. com apnéia e bradicardia. 29) Inserir tubo endotraqueal durante ventilação prolongada ou quando hou Médico(a). quando necessário. a boca e o nariz. caso o RN não tenha sido intubado. reduzir a perda de calor e oferecer estimulação. Evitar a hiperextensão ou a flexão exagerada. 26) Realizar compressão torácica para freqüência cardíaca menor que 60 ou até 80 bpm. 22) Obter adaptação firme com máscara que cubra o queixo. 21) Ajustar a bolsa para que encha corretamente. 24) Auscultar para garantir a ventilação adequada. quando necessário. 19) Iniciar ventilação com pressão positiva em casos de apnéia ou dispnéia. 25) Checar a freqüência cardíaca após 15 a 30 segundos de ventilação. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 80 . massageando as solas dos pés ou as costas do bebê. 14) Intubar e aspirar até que a via esteja livre do líquido meconial./ 09 Procedimento: Agente Reanimação Cardiopulmonar do Recém-Nascido (Continuação) Ação 10) Posicionar a cabeça do RN com leve extensão do pescoço. 17) Proporcionar estimulação tátil. 16) Secar com o campo pré-aquecido para retirar o líquido amniótico. para encher a bolsa de ressuscitação. 13) Intubar com tudo endotraqueal para remover o mecônio da via aérea inferior.

38) Descartar luvas e lavar as mãos. 39) Anotar detalhes do procedimento no prontuário. 36) Oferecer explicações aos pais quando adequado. a seqüência e as respostas do neonato a todas as etapas da ressuscitação. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 81 . 33) Preparar medicamentos conforme necessário. 37) Auxiliar na transferência do neonato ou em seu transporte caso necessário. 35) Documentar o horário. 32) Inserir sonda orogástrica se a ventilação permanecer por mais de 2 minutos. 31) Observar a elevação do peito sem distensão gástrica. 30) Auscultar os sons respiratórios bilaterais em busca de confirmação da intubação endotraqueal.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 53 Data de Emissão: dez. 34) Administrar medicamentos conforme prescrição. para verificar a colocação do tubo. Agente Médico(a)./ 09 Procedimento: Reanimação Cardiopulmonar do Recém-Nascido (Continuação) Ação ver resposta insuficiente à ventilação com máscara.

cílios. cefalohematoma e alterações ósseas. afastamento de pálpebras e epicanto. Deve-se atentar para a forma e tamanho das fontanelas e suturas craninas. edema. equimoses. Estetoscópio Neonatal. eritema tóxico. Berço aquecido. edemas. as seguintes características: * PELE: observar se existe a presença de alterações como a palidez. 2) Separar campos estéreis para a recepção do recém-nascido. 7) Secar o RN com o próprio campo estéril. sempre que as condições de vitalidade do RN permitirem. bem como a presença ou não de bossa serossanguínea. Régua neonatal. direção da comissura palpebral. Luvas de procedimento. caso esse se torne muito úmido. transportá-lo em campo estéril previamente aquecido até o berço. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 82 . Observar atentamente. como a craniotabes. 8) Proceder com o início do EXAME FÍSICO. movimentos palpebrais.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 54 Data de Emissão: dez. na direção do cuidador. Logo após o parto: 5) Após o clampeamento do cordão e a identificação do RN. máscara cianótica ou bolhas generalizadas ou em regiões palmo-plantares. hemangioma capilar. Fita métrica. cianose. deixando-os aquecer sob a fonte de calor radiante do berço aquecido. Relógio de pulso com ponteiro de segundos.icterícia. * CABEÇA: observar a morfologia craniana. milium sebáceo. além de alterações como hemorragias conjuntivais ou secreções purulentas./ 09 Procedimento: Exame Físico e Neurológico do Recém-Nascido 2 Campos estéreis. 6) Colocar o RN lateralizado no berço e em posição de céfalo-declive. Materiais: Agente Ação Pouco antes do parto: 1) Ligar a fonte de calor radiante do berço aquecido. Medir perímetro cefálico com a fita métrica previamente limpa. Lanterna de luz fraca. caso ainda esteja molhado pelo líquido amniótico. petéquias. lembrando de trocar o campo estéril por outro também aquecido. de modo a facilitar os cuidados. em direção céfalocaudal. hematomas. 3) Lavar as mãos. Álcool 70%. Fazer uso Médico(a). 4) Calçar as luvas de procedimento. * OLHOS: observar sobrancelhas.

catarata. usar uma pequena sonda. observando distensões abdominais. Palpar pulsos femurais e radiais. bem como simetria e número de mamilos. Observar a localização do meato urinário. agenesia de musculatura abdominal extrofia de bexiga e hérnia inguinal e umbilical. * ORELHAS: observar a forma. * GENITÁLIA: Masculina: palpar a bolsa escrotal verificando a presença ou ausência dos testículos. e a presença de secreção serossanguinolenta. bem como analisar a intensidade dos batimentos e a presença de sopros. observando a presença de engurgitamento das mamas e/ou presença de leite. pele redundante ou pterigium coli. * BOCA: verificar a presença ou não das pérolas de Epstein. * CARDIOVASCULAR: Medir a freqüência cardíaca do RN. * TÓRAX: verificar simetria da caixa torácica.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 54 Data de Emissão: dez. cistos e restos de arcos branquiais. hipoplasia. Pesquisar imperfuração himenal. Visualizar o orifício anal e. coloboma iridiano. além de visualizar a úvula e avaliar tamanho da língua e freio lingual. estrabismo. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 83 . fístulas. Medir freqüência respiratória média e proceder com a ausculta pulmonar do RN. * PULMÕES: observar que a respiração normal deve ser predominantemente abdominal. desvio da comissura labial. simetria. também com a ajuda da lanterna pequena. tamanho da pupila igualdade e reação à luz. quando necessário. posição da mandíbula. bem como a presença de secreção esbranquiçada ou hemorrágica. em caso de dúvida quanto à permeabilidade. implantação e papilomas pré-auriculares. hidrocolpos Médico(a). * ABDOMEN: proceder com a INSPEÇÃO. tamanho. além de observar a presença de hidrocele ou fimose. Proceder com a PALPAÇÃO. * NARIZ: atentar para a forma. fenda palatina. hematoma de esternocleidomastóideo. Também se deve palpar ambas as clavículas para descartar a presença de fratura. explorando a mobilidade e o tônus./ 09 Procedimento: Agente Exame Físico e Neurológico do Recém-Nascido (Continuação) Ação de lanterna para observar microftalmia. * PESCOÇO: palpar a região buscando detectar a presença de bócio. fissura labial. Feminina: observar tamanho e formato dos pequenos lábios e clitóris. Identificar no cordão umbilical duas artérias e uma veia e a presença de onfalocele. mediante a oclusão da boca e de cada narina separadamente e/ou à passagem de uma sonda pelas narinas. Medir perímetro torácico à altura dos mamilos. abdômen escavado. conformação do palato. Medir o perímetro abdominal com a fita métrica à altura do coto umbilical. permeabilidade de coanas. aftas de Bednar. procurando por massas abdominais.

a bochecha ou a palma da mão do bebê. as pernas. 10) Retirar luvas e descartá-las. 12) Realizar anotação no prontuário do RN sobre os achados do exame físico e neurológico. * Reflexo Tônico do pescoço: Coloca-se o RN deitado de costas e ele vira a cabeça de lado. o braço do lado do Occipício se estende. boca ou lábios do RN com as mãos. 11) Lavar as mãos. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 84 . Pressionar levemente a sola do pé do bebê e os dedos dele se dobrarão para baixo. enquanto o outro é flexionado em direção a boca. esticando os braços. * Reflexo de Babinski e Preensão: Colocar um dedo na palma da mão do RN. lembrando de marcar as medidas exatas do Perímetro Cefálico./ 09 Procedimento: Agente Exame Físico e Neurológico do Recém-Nascido (Continuação) Ação ou aderência de pequenos lábios. porque ela é pesada e os músculos ainda não estão fortes. * Reflexo de Moro: Em um reflexo de proteção. 9) Proceder com o início do EXAME NEUROLÓGICO. Acariciar a lateral da sola faz com que os dedos se abram e o dedão se estenda para cima. a boca se abre e a língua se projeta para fora. observando atentamente a presença dos seguintes reflexos do RN: * Reflexo de Busca: Estimular a bochecha. Torácico. * Reflexo de Caminhar: Segurar o bebê em pé e pressionar a sola de um pé por vez em uma superfície firme. Medir o comprimento do RN. ele tenta manter a cabeça em pé. * Reflexo de Endireitamento: Colocar o bebê sentado de costas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 54 Data de Emissão: dez. Médico(a). A cabeça cai para trás e para frente. Verificar o bom estado das articulações coxo-femurais. * Reflexo de Mão na Boca: Acariciar. * EXTREMIDADES: observar presença de malformações como polidactilia. * COLUNA VERTEBRAL: examinar a coluna. procurando por alterações como espinha bífida ou mielomeningocele. principalmente na região sacrolombar. Abdominal e do Comprimento. A boca do bebê faz a busca e depois que encontra a mão que o acaricia. com a mão. sindactilia ou malformações ungueais. ele junta os braços. A cabeça vira em direção ao estímulo. o bebê pode chupá-la por vários minutos. como em um abraço. o bebê chora ao ouvir um barulho alto ou ao sentir um movimento brusco. ou seja. e em seguida. e volta a flexionar as pernas. Ele curva as pernas alternadamente como se estivesse andando. a mão dele se fecha com firmeza ao redor da sua mão.

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Procedimento nº: 55 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Verificação do Peso do Recém-Nascido
Balança; Campos estéreis pré-aquecidos; Luvas de procedimento; Papel toalha; Hamper; Caneta.

Materiais:

Agente

Ação 1) Ligar a balança, tarar e cobrir a bandeja com as folhas de papel toalha; 2) Lavar as mãos; 3) Calçar luvas; 4) Levar o RN envolto no campo estéril e aquecido até a balança; 5) Colocar o RN sobre a bandeja da balança, ainda envolto nos campos estéreis, e aguardar que esta marque o peso do bebê; 6) Levar o recém-nascido até o berço aquecido; 7) Trocar o campo usado pelo RN e cobri-lo com um novo campo estéril; 8) Desligar a balança; 9) Ligar e tarar novamente a balança; 10) Pesar o campo no qual o RN estava envolvido no momento da pesagem; 11) Desprezar o campo no hamper; 12) Desligar a balança; 13) Descartar as luvas e lavar as mãos; 14) Anotar o peso do RN descontando o valor do peso do campo; Os materiais devem estar na Sala de Parto, próximo ao local de reanimação do recém-nascido (RN) e a pesagem do RN deve ser realizada na primeira hora após o nascimento.

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxliar/ Técnico de Enfermagem

Observação

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Procedimento nº: 56 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos no Recém-Nascido
Medicação conforme prescrição; Diluente; Agulha descartável para o preparo da medicação; Agulha descartável de calibre e comprimento adequados ao tamanho do RN; Seringa descartável de 1 ml; Bolas de algodão; Almotolia com álcool a 70%; Fita adesiva; Luvas de procedimentos; Bandeja de inox esterilizada;

Materiais:

Agente

Ação 1) Verificar a prescrição médica; 2) Calcular a dosagem a ser administrada; 3) Organizar o material; 4) Lavar as mãos; 5) Abrir a seringa respeitando os princípios de assepsia, adaptar a agulha para aspirar o medicamento, colocar a seringa sobre a própria embalagem (usar bandeja); 6) Fazer a desinfecção da ampola e/ou frasco-ampola com algodão umedecido em álcool a 70% e abri-la; 7) Introduzir a agulha no interior da ampola sem tocar externamente e aspirar; em caso de frasco-ampola, injetar o diluente na parede interior do frasco. Homogeneizar a solução. (previamente); 8) Aspirar a quantidade desejada; 9) Trocar a agulha; 10) Identificar a seringa com a fita adesiva, com nome, número da pulseira e/ ou leito, nome da medicação, dose, via de administração, data e hora; 11) Colocar o material na bandeja; 12) Levar a medicação próximo do berço (ou leito); 13) Lavar as mãos; 14) Conferir identificação do RN; 15) Calçar as luvas; 16) Expor a área de aplicação; 17) Fazer a anti-sepsia do local de aplicação com bola de algodão umedecida em álcool a 70%, virando-a a cada movimento. (a bola é virada apenas uma vez); 18) Segurar delicadamente o membro inferior do RN, evitando traumatismo tecidual, apreendendo a massa muscular (do músculo vasto lateral)

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem

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Procedimento nº: 56 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos no Recém-Nascido (Continuação)
Ação 19) Estirando a pele, introduzir a agulha em ângulo de 90º com a coxa; 20) Aspirar para certificar-se que o vaso não foi atingido; 21) Injetar o líquido lentamente; 22) Retirar a agulha e fazer compressão no local de aplicação; 23) Fazer compressão do local de aplicação (não massagear o local); 24) Confortar o RN no colo, se possível, para acalmá-lo; 25) Colocá-lo em posição confortável; 26) Desprezar o material em lugar apropriado para pérfuro-cortantes; 27) Retirar as luvas e lavar as mãos; 28) Fazer anotação em prontuário do RN.

Agente

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxliar/ Técnico de Enfermagem

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Gaze estéril. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 88 . 11) Posicionar o RN confortavelmente. 13) Descartar as luvas e lavar as mãos. Médico(a). 6) Com cuidado. 3) Lavar as mãos e calçar as luvas. Bandeja de inox esterilizada. Materiais: Agente Ação 1) Verificar prescrição médica.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 57 Data de Emissão: dez. se necessário. 10) Repetir no outro olho. 4) Conferir identificações. 8) Instilar a quantidade prescrita de gotas no saco conjutival. 2) Organizar o material na bandeja. Obstetriz./ 09 Procedimento: Administração Ocular de Medicamentos no Recém-Nascido Frasco com o medicamento prescrito. 9) Secar o excesso de colírio no canto interno do olho. 5) Posicionar o RN com um coxim sob a região escapular. 12) Reorganizar a unidade. 14) Fazer anotação em prontuário do RN. 7) Manter a pálpebra aberta. Luvas de procedimento. abrir o olho do RN com o auxílio de uma gaze.

de modo que a cabeça do bebê fique apoiada no antebraço do agente. Sabão líquido neutro. 11) Proteger os ouvidos com bolas de algodão ou com os dedos polegar e médio e ensaboar o restante da cabeça. Roupas limpas. Obstetriz. caso esteja sujo (trocar as luvas de procedimento após a higienização do períneo. Fralda descartável. umedecendo uma bola de algodão na água da banheira e procedendo a limpeza dos olhos com um movimento da parte externa do olho para a interna. 6) Iniciar o banho do recém-nascido pela face. 5) Manter o recém-nascido. 2) Organizar os materiais sobre uma bancada. Álcool a 70%./ 09 Procedimento: Banho do Recém-Nascido Cotonetes. apoiando o seu dorso firmemente no seu antebraço. se julgar necessário).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 58 Data de Emissão: dez. 9) Enxugar o rosto com movimentos compressivos. sem retorno. Toalha aquecida. 14) Segurar o recém-nascido firmemente passando o braço pelas costas do neonato e segurando embaixo do braço esquerdo. deixando a cabeça exposta. 7) Limpar as narinas e pavilhão auricular com os cotonetes umedecidos na água morna da banheira. 10) Manter o RN enrolado na toalha. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos e calçar as luvas. Luvas de procedimento. em cima da bancada observando se o neonato está em segurança para evitar queda. Bacia Inox esterilizada. 13) Retirar a calça e a fralda do bebê realizando a higiene do períneo. Bolas de algodão. 3) Encher a banheira (cúpula ou saco plástico) com água morna verificando a temperatura com a face interna do antebraço. 12) Enxaguar a cabeça e secá-la bem. 4) Envolver o recém-nascido com a toalha. cúpula de acrílico do próprio berço ou plástico para revestir a cuba da pia do local. Faça o mesmo procedimento com o outro olho. usando um para cada narina e orelha. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 89 . desprezando o algodão ao final da limpeza. 8) Usar uma bola de algodão umedecida para a limpeza da pele do rosto. Médico(a).

sentando o bebê na mesma. e depois o restante do corpo. com o intuito de não deixar o tórax descoberto por muito tempo. 20) Colocar a fralda e a blusa do bebê. axilas e atrás das orelhas (se o recém-nascido for uma menina. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 90 . abdômen. a mão esquerda vai ficar presa embaixo do braço direito do bebê. tronco. • • A altura da banheira e do trocador deve ser adequada à altura da pessoa que dá o banho para maior conforto e segurança. 22) Desprezar a água do banho. 24) Anotar no prontuário do RN o procedimento e a técnica de curtaivo do coto. 16) Ensaboar o pescoço. 18) Proceder com a limpeza do dorso. 17) Quando terminar de banhar a parte da frente. separar os grandes lábios da genitália no momento da limpeza). membros superiores. coloque o resto da roupa. genitálias. 23) Descartar as luvas e lavar as mãos. Médico(a). é necessário usar a mão direita que está livre para girar o bebê de modo que o braço esquerdo passe a apoiar o peito e o rosto da criança. 21) Colocar o RN confortavelmente no berço. membros inferiores./ 09 Procedimento: Agente Banho do Recém-Nascido (Continuação) Ação 15) Colocar o recém-nascido de forma que os pés entrem primeiramente na banheira (cúpula ou saco plástico). enxugando-o com movimentos compressivos. não se esquecendo de limpar as dobras cutâneas. Evite o banho após as mamadas para o bebê não regurgitar.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 58 Data de Emissão: dez. 19) Retirá-lo da banheira e colocá-lo sobre a toalha. Em seguida. vire o RN para o decúbito ventral. Obstetriz. Nessa posição. Para isso.

3) Retirar cateteres se houver. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a) Pediatra Médico(a). 8) Colher digitais palmares e plantares. 10) Realizar banho do corpo e verificar se os familiares desejam participar. Médico(a) Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). 9) Calçar Luvas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 59 Data de Emissão: set. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 6) Assinar o atestado de óbito. 4) Comunicar aos familiares sobre o falecimento./ 10 Procedimento: Preparação do corpo do Recém-nascido Atadura de crepe Bancada ou berço Banheira Biombo Campo ou lençol Caneta Clorexidina Fralda descartável Luva de procedimento Pulseira de identificação Vaselina Materiais: Agente Ação 1) Desconectar Tubos e/ou desligar equipamentos. 12) Passar vaselina nas mãos e face para evitar desidratação causada pelo resfriamento. 13) Colocar a fralda descartável. 91 . 5) Verificar se a família deseja ficar um tempo com o RN antes de iniciar o preparo. 7) Verificar com a família crenças e se há algum cuidado específico no preparo do corpo que deva ser considerado. 11) Banhar o corpo com água morna e clorexidina. Obstetriz. 2) Enviar tubo para cultura se necessário.

a data e hora do parto. 16) Envolver o corpo com o campo. 19) Encaminhar ao necrotério. 17) Identificar o corpo de acordo com rotina da instituição (etiquetas). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Obstetriz ou Enfermeiro(a) 92 . lençol ou mortalha. 22) Fazer a evolução de enfermagem Médico(a). 18) Preencher o aviso ou relatório da instituição. 21) Fazer a anotação de enfermagem./ 10 Procedimento: Agente Preparação do corpo do Recém-nascido (Continuação) Ação 14) Colocar a pulseira de identificação com o nome completo da mãe.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 59 Data de Emissão: set. sexo do RN e se natimorto ou morte intra-utero. Obstetriz. 20) Solicitar limpeza terminal do quarto. 15) Amarrar os pulsos sobre o abdômen com atadura crepe.

Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 93 . 7) Se for necessário segurar a criança. onde todo corpo da criança está encostado no da mãe e de frente para ela. não por trás da cabeça. de tal forma que facilmente toque e estimule o palato. 12) Verificar se a pega está correta. de tal forma que fique relaxada. se a cliente julgar necessário. ainda deitar o RN com ela ao seu lado. 5) O agente deve sentar-se ao lado da cliente de maneira que possa ficar no mesmo nível que ela e sentir-se igualmente confortável e relaxado para observações e orientações durante a mamada. Travesseiros para melhor apoio materno. 8) A cliente deverá segurar e oferecer toda a mama. o lábio inferior está virado para fora e a maior parte da aréola está aparecendo acima do lábio superior da criança e menor parte aparecendo por baixo do lábio inferior. sua língua fique por baixo dos seios lactíferos. Agente Ação 1) Lavar as mãos. de modo que. 11) Deve direcionar o lábio inferior da criança para a base do mamilo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 60 Data de Emissão: dez. sempre estimulando a amamentação. ou. Obstetriz. 6) Mostrar à cliente como segurar a criança que deve ficar de frente para a mama com a barriga em contato com a barriga da mãe. a boca está bem aberta. 9) Pode-se tocar os lábios da criança com o mamilo para estimular o reflexo de rotação. segure por trás dos ombros. calçar luvas de procedimento. Médico(a). 3) Solicitar que a cliente sente-se em um lugar confortável. 10) Esperar até que a boca da criança se abra e ela queira iniciar a mamada. fazendo com que o mamilo fique acima do centro da boca da criança. 2) Comunicar a cliente quanto à importância da amamentação para o binômio mãe-filho. não somente a cabeça fique de frente para a mama e que ela não precise se virar para mamar. não somente o mamilo./ 09 Procedimento: Materiais: Amamentação Luvas de procedimento. o queixo está encostado na mama. sendo que ela pode sentar e segurar a criança de frente ou manter a criança sobre o antebraço. A cabeça do bebê deverá ficar livre durante a mamada. nem a aréola. sendo mais efetivo se estimulado pelo lábio superior. 4) Auxiliar a cliente a encontrar a posição mais confortável para ela segurar o RN. É importante que todo o corpo da criança. o rosto está perto da mama. Não deve apertar o mamilo. Isto ajuda a encostar seu queixo na mama. podendo também utilizar o travesseiro para apoiar o braço que segura o bebê.

a cliente deve colocar a ponta do dedo mindinho no canto da boca do bebê para que ele solte o peito sem machucar o mamilo. de modo a prevenir o regurgitamento e a aspiração deste. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 94 . 16) Após a mamada orientar a cliente a esperar o RN arrotar antes de deitá-lo e a sempre deitá-lo em decúbito lateral. Obstetriz. 17) Retirar as luvas e lavar as mãos.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 60 Data de Emissão: dez./ 09 Procedimento: Agente Amamentação (Continuação) Ação 13) Orientar e corrigir a pega sempre que a pega estiver errada. 14) Caso seja necessária a interrupção da mamada. Médico(a). seguindo com as orientações e tirando dúvidas de modo a trazer maior segurança para a cliente. 15) Permanecer com a cliente durante toda a mamada. 18) Anotar intercorrências no prontuário da cliente.

Removedor para piso se necessário (o tipo de removedor varia de acordo com cada instituição). Hipoclorito de sódio (o tipo de desinfetante varia de acordo com cada instituição). Auxiliar de Enfermagem ou Agente de Limpeza (de acordo coma Instituição) Agente de Limpeza 7) Seguir os princípios científicos de limpeza distal para proximal. Enceradeira/aspiradores de água. 8) Limpar o teto com pano umedecido em água limpa utilizando uma direção única. Luvas de procedimentos. Materiais: Agente Ação 1) 2) 3) 4) 5) 6) Retirar objetos pessoais do paciente do leito. gavetas e prateleiras. Desocupar a mesa de cabeceira e criado mudo. Abrir portas e janelas. comadre para o expurgo e resíduos para o lixo. Suporte de hamper. iniciando do fundo da sala para a saída. 12) Enxaguar com pano úmido e repetir se necessário. campainha e mesa de refeição (na mesa de refeição iniciar a limpeza do tampo para os pés. Da parte interna do tampo para os pés. 1 balde com água pura (com identificação de seu conteúdo). 9) Umedecer o pano com sabão e limpar as paredes de cima para baixo. levar copos e garrafa d’água para a copa. 10) Enxaguar o pano no balde com água limpa e retirar o sabão da parede. Retirar a roupa de cama e colocar no hamper sem sacudi-las. Saco de lixo branco. Hamper. Carrinho de limpeza. Providenciar o material necessário e levá-lo até a unidade. Álcool a 70%. Panos de limpeza.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 61 Data de Emissão: set. 13) Limpar o criado mudo com o pano umedecido com sabão. Rodo de borracha. 11) Umedecer o pano com sabão e limpar suporte de soro fixo. repetir o procedimento seguindo a sequência quantas vezes necessárias./ 10 Procedimento: Limpeza Terminal 1 balde com água e sabão (com identificação de seu conteúdo). do mais limpo pro mais sujo. 95 . painel de ar e gases. Calçar luvas de procedimento.

retirando todo lixo. molas. parte superior sobre a inferior e limpar as partes expostas do mesmo. 31) Preparar dois baldes. enxaguar e secar. 29) Colocar as luvas destinadas à limpeza do chão. desdobrando o pano para utilizar todas as dobras limpas. e proceder a limpeza do outro lado. 16) Limpar o colchão da extremidade inferior. 38) Repetir a operação quantas vezes necessárias para promover a limpeza./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Terminal (Continuação) Ação 14) Limpar um lado do travesseiro. assento. 25) Limpar o suporte de soro móvel. 18) Elevar completamente o estrado da cabeceira limpando-o. 27) Não misturar os panos de limpeza de bancadas com os de limpeza do chão. lateral e pés. 19) Abaixar novamente o estrado da cabeceira. 40) Jogar a água suja no esgoto. torcendo-o bem para retirar o máximo possível de água (substitui a operação de remover o pó seco. 42) Enxaguar com água até ficar limpo. grades e pés da cama ao lado da cabeceira. Limpar as laterais depois os degraus. com movimentos ritmados. 32) Mergulhar o pano no balde com água e detergente. parte inferior sobre superior e limpar a parte exposta do mesmo. e ao mesmo tempo promover a limpeza). 28) Retirar as luvas de limpeza de bancadas e lavar as mãos. longos e retos. ou o produto de rotina. no piso e usar enceradeira para esfregar o piso. reiniciar o procedimento de limpeza. De cima para os pés. 21) Limpar o estrado. 41) Jogar o removedor. Limpar a cabeceira. 26) Limpar a escadinha. 23) Abaixar novamente o estrado e limpar as manivelas e os pés. 20) Virar o colchão. 22) Elevar o estrado dos pés da cama e limpar as partes internas. Agente de Limpeza 96 . 30) Recolher todo o lixo com varredura úmida. dobrando-o em 2 ou 4. 35) Limpar em faixas paralelas. colocá-lo sobre o criado mudo. um com água e detergente e outro apenas com água e identificá-los. 34) Limpar as superfícies do piso. 24) Colocar o colchão no lugar. 15) Limpar a cadeira. após utilizar todas as dobras.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 61 Data de Emissão: set. 37) Voltar a mergulhar o pano no balde com água e sabão. 17) Dobrar o colchão. 33) Abrir o pano umedecido. 36) Lavar o pano no balde que contém apenas a água. Encosto. estrado. 39) Trocar a água dos dois baldes sempre que visivelmente sujas quantas vezes forem necessárias. para se necessário.

assinatura”. suporte de soro. 46) Secar.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 61 Data de Emissão: set. campainha e painel de gases e outros). 52) Lavar as mãos após a tarefa. 50) Arrumar o leito. 49) Embeber um pano limpo e seco com álcool à 70% e fazer 03 fricções locais com intervalo de 30 segundos cada fricção. 47) Lavar as mãos após a tarefa. Data. colchão. 44) Remover o desinfetante com pano úmido em água pura após 10 minutos./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Terminal (Continuação) Ação 43) Aplicar a solução desinfetante de hipoclorito de sódio à 1%. (criado mudo. Agente de Limpeza Auxiliar de Enfermagem ou Agente de Limpeza (de acordo coma Instituição) Observação 97 . deixando a superfície secar espontaneamente. mesa de refeição. Os princípios acima devem ser utilizados na limpeza terminal de todos os ambientes do CO/ CPN. travesseiro. 45) Proceder à limpeza com água e sabão em toda superfície. 48) Calçar luvas de procedimentos. 51) Identificar a cama com o rótulo: “limpeza terminal.

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